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Detector de Bananada
Foto de Coronel Telhada

Deputado · Câmara

Coronel Telhada

PP · SP

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Paulo Adriano Lopes Lucinda Telhada · 65 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 80 de 100, Cara Bom0406080100

80/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 62% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 97%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 67%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 29%das 288 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 48%das 339 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

97%

Esteve em 148 de 153 sessões

Melhor que 72% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 373 de 429 votações nominais

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 77%

Iniciativas que viraram lei

0

de 18 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 12 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

29%

Em 288 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 14% dos deputadosMédia do partido: 69%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

51 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 04/06/2024.

  • 04/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado elogiou a gestão do Governador Tarcísio de Freitas em São Paulo, especialmente pela aprovação na Assembleia Legislativa da formação de escolas cívico-militares, atendendo ao anseio popular. Ademais, criticou a Esquerda, acusando-a de prejudicar a educação com suas posições ideológicas. Além disso, recriminou a atuação do Governo Federal e o apoio da Esquerda à Parada do Orgulho LGBT, reforçando seu compromisso com a defesa da família tradicional, dos bons costumes e do conservadorismo. Adicionalmente, criticou o voto do Governo Lula contra o pedido de libertação dos reféns mantidos pelo Hamas na Faixa de Gaza. Por fim, associou a Esquerda ao Hamas, à criminalidade e ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

    Palavras-chave oficiais: Governador,São Paulo (Estado),Aprovação,Assembleia Legislativa,Política educacional,Escola cívico-militar Esquerda política,Ideologia política,Parada do Orgulho LGBT,Criminalidade,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Hamas Governo federal,Libertação,Refém,Hamas,Faixa de Gaza,Guerra,Israel,Palestina Deputado federal,Atuação parlamentar,Conservadorismo,Segurança pública,Família,Direita política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Eu quero dizer aos senhores e às senhoras que é motivo de alegria estar aqui hoje, comemorando o fato de nós termos como Governador de São Paulo o nosso querido amigo Tarcísio de Freitas, um Governador que tem trabalhado forte pelo Estado de São Paulo, o que tem incomodado muito a Esquerda. Eles não querem o desenvolvimento. Eles querem o povo sob o tacão de suas botas. O Governador Tarcísio tem trabalhado forte. Inclusive, algumas semanas após a eleição, foi aprovada na Assembleia Legislativa de São Paulo a formação das escolas cívico-militares no Estado de São Paulo. Inclusive, meu filho, o Deputado Estadual Capitão Telhada, participou dessa votação, votando a favor. Isso significa um grande avanço para a educação, que há anos vem sofrendo na mão da Esquerda, que deturpa com ideologias idiotas a mente dos jovens. A escola cívico-militar é um novo alento para as áreas da cultura e da educação. E eu tenho certeza de que essa será uma grande conquista para todo o Estado de São Paulo. E digo isso tranquilamente, porque estivemos visitando alguns Municípios, eu e meu filho, o Deputado Estadual Capitão Telhada. Semanas atrás, estivemos em Tatuí, Capela do Alto, Cesário Lange, no interior de São Paulo. E muitos chegavam e diziam "Coronel, queremos a escola cívico-militar na cidade. Converse com o Prefeito". O povo grita por providências urgentes para uma educação na qual a criança realmente seja educada e seja valorizada a família, a cultura, o civismo, os bons modos, a educação, o que hoje, infelizmente, não é cultuado na educação das escolas, que são mal influenciadas pela Esquerda. Ontem, estivemos nas cidades de Itanhaém e Peruíbe, e houve a mesma grita: "Coronel, precisamos das escolas cívico-militares aqui na nossa cidade". Então, parabéns, Governador Tarcísio de Freitas, por mais essa vitória no Estado de São Paulo! Infelizmente, eu não posso falar o mesmo do Brasil, com este Governo fatídico que nós temos, este Governo, no meu entendimento, criminoso, que toma cada vez mais providências contra a educação. A impressão que eu tenho é a de que os Deputados de esquerda querem os filhos deles na parada gay, como nós vimos neste fim de semana em São Paulo, com crianças sendo expostas, numa situação totalmente irreal, ideológica e vergonhosa. É disso que a Esquerda gosta. Mas nós não! Nós gostamos da família. Nós gostamos dos bons costumes. Nós gostamos do civismo. Nós gostamos do conservadorismo. Nós valorizamos o ser humano. Cito um exemplo claro do que é a Esquerda. Neste fim de semana, o Jornal da Cidade Online publicou uma matéria, falando do inacreditável voto do Lula, do Brasil de Lula, contra o texto que pedia a liberação de reféns em Gaza. Durante a Assembleia-Geral da OMS, o Brasil votou contra a alteração de um texto que pedia a inclusão de reféns mantidos pelo Hamas na Faixa de Gaza, numa resolução que condenava ações de Israel em território palestino. O fato é que o Brasil votou contra o pedido de liberação de reféns. É isso que a Esquerda pensa. Ela gosta de terrorismo, gosta do MST, gosta do Hamas, gosta da criminalidade. Infelizmente, hoje o Brasil vive a triste realidade do combate ao crime, em que temos os partidos de esquerda valorizando o crime. Mas nós estamos atentos e continuaremos lutando contra estas injustiças. Talvez assim o Brasil volte ao seu lugar de glória, ao seu lugar de honra, ao seu lugar de preservação do cidadão. Presidente, solicito a V.Exa. que minhas palavras sejam divulgadas pelos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
  • 14/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou publicamente seus sentimentos pelo falecimento da Deputada Amália Barros, ressaltando a fragilidade da vida e a importância de ajudar os outros. Também comentou a catástrofe no Sul do Brasil, destacando a solidariedade de São Paulo e a mobilização de doações. Enfatizou a necessidade de endurecer penas para crimes cometidos em áreas de calamidade, citando seu Projeto de Lei nº 651, de 2023, que visa dobrar as penas para tais crimes, e pediu apoio para sua votação.

    Palavras-chave oficiais: Manifestação de pesar por falecimento,Deputada federal Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,solidariedade,São Paulo (Estado) Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Aumento da pena,Furto,Calamidade pública,Roubo,Furto qualificado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente Pompeo. Agradeço-lhe a gentileza. Sras. e Srs. Deputados, esta é a primeira sessão após o falecimento da prezada Deputada Amália Barros. Eu já me manifestei na rede social, mas aqui publicamente também quero deixar os meus sentimentos não só a toda a família, a todos os amigos da querida Deputada, uma jovem de 39 anos, que infelizmente partiu. Serve de alerta para todos nós saber que nós somos finitos, que a nossa vida está nas mãos de Deus e, portanto, devemos fazer o melhor possível dela para ajudar as pessoas. Meus sentimentos a todos os familiares da Deputada Amália Barros. Srs. Deputados, todos nós aqui estamos atentos à grande catástrofe que está acontecendo no Sul. São Paulo tem contribuído de maneira muito forte. Aliás, na sexta-feira passada, eu e meu filho, o Deputado Estadual Capitão Telhada, estivemos no fundo de solidariedade do Governo de São Paulo, próximo à Marginal Tietê, ali nos Remédios, onde nós vimos uma excepcional quantidade de material que está chegando, principalmente água, produtos sanitários, produtos de higiene, comida não perecível. Nós estamos felizes de saber que o povo está unido e ajudando nossos irmãos e nossas irmãs do Rio Grande do Sul, a quem quero mandar um grande abraço e dizer que estamos orando para que essa situação cesse logo e passe a haver novamente tranquilidade e segurança naquele Estado. Queria aproveitar, Srs. Deputados, para dizer que nós, como Deputados Federais, temos a obrigação aqui de legislar. Tenho um projeto nesta Casa, o Projeto de Lei nº 651, de 2023, que eu fiz no ano passado, quando aconteceram as catástrofes no litoral de São Paulo, em São Sebastião. Na ocasião, também houve a mesma prática de criminosos que aproveitam esses momentos para furtar, roubar, estuprar, enfim, fazer uma série de crimes. E esse projeto que nós fizemos aqui justamente prevê o endurecimento das penas para os crimes que ocorram em locais de calamidade. Aqueles criminosos, aqueles vagabundos que praticarem crimes em locais de calamidade pública deverão ser apenados em dobro, porque é inadmissível que a população, que as pessoas estejam sofrendo, e os criminosos levando o que sobrou, atacando o comércio, atacando a casa dessas pessoas. Inclusive, no Rio Grande do Sul, a população está se armando, graças a Deus — faz muito bem —, para enfrentar esses criminosos, porque só a polícia não dá conta de enfrentá-los. Então, esse é o nosso projeto. Eu já pedi ao Líder do Progressistas, o Deputado Luizinho, para que faça um trabalho junto à Mesa no sentido de trazer esse projeto, que está pronto, ao Plenário para ser votado. Esse projeto, com certeza, ajudará muito nos locais de calamidade pública, ao prever que haja uma ação mais enérgica contra aqueles criminosos que agirem em locais de calamidade. Peço o apoio de todos os Srs. Deputados e Sras. Deputadas para que esse projeto venha a Plenário e seja votado. Solicito, Sr. Presidente, que minha fala seja encaminhada aos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado, Presidente Pompeo de Mattos.
  • 06/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado manifestou solidariedade ao Rio Grande do Sul diante da calamidade climática, destacando sua atuação e de seu filho Deputado Estadual para arrecadar donativos ao Estado. Criticou a falta de apoio do Presidente da República e do Governo Federal ao Rio Grande do Sul e enalteceu a assistência prestada pelo Governo do Estado de São Paulo. Repudiou os gastos públicos investidos na apresentação da cantora Madonna em Copacabana bem como o conteúdo erótico do show. Repudiou a ação de criminosos no Rio Grande do Sul durante o desastre ambiental e defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 651, de 2023, de sua iniciativa, que altera os arts. 155 e 157 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre os crimes de furto, furto qualificado e de roubo praticados durante calamidade pública ou de emergência social. Por último, manifestou apoio à aprovação da Mensagem nº 175, de 2024, que reconhece o estado de calamidade pública no Rio Grande do Sul, a fim de agilizar o envio de recursos públicos ao Estado.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Rio Grande do Sul,Desastre ambiental,Doação,Atuação parlamentar,Governo estadual,São Paulo (Estado),Medida de emergência,Recursos públicos,Crime,Criminoso,Mensagem do Poder Executivo Show,Cantor,Artista,Rio de Janeiro (RJ),Apelo sexual,Despesa pública Projeto de lei ordinária,Aumento da pena,Furto,Roubo,Calamidade pública,Emergência social,Política de segurança pública Mensagem do Poder Executivo,Calamidade pública,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Auxílio emergencial

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nós também queremos nos solidarizar com os irmãos do Rio Grande do Sul, que passam por um momento tão difícil. Lá em São Paulo, no escritório político do meu filho, o Capitão Telhada, Deputado Estadual, estamos recebendo água e materiais de limpeza e de higiene que serão encaminhados ao Fundo Social de São Paulo e, na sequência, ao Rio Grande do Sul. A preocupação é muito grande. Infelizmente, nós não vemos a atuação devida do Governo Federal. Está muito aquém do necessário. Eu ouvi Deputados do PT tentando defender o Governo neste plenário. É uma coisa indefensável! Absurda! Um Deputado diz que 42 helicópteros estão à disposição; o outro diz que são 32 — já se perderam 10 helicópteros. Eu estou com um vídeo do Presidente Lula dizendo que há 8 helicópteros, mas não podem levantar voo por causa do tempo. Enfim, cada um diz uma coisa. São absurdos que tentam justificar a grande realidade que é a falta de apoio do Governo Federal ao Rio Grande do Sul. O Governo de São Paulo já enviou helicópteros, bombeiros, materiais. O que é necessário o Governo de São Paulo tem mandado para o Rio Grande do Sul. Infelizmente, ao mesmo tempo em que víamos corpos boiando no Rio Grande do Sul, assistíamos a um show absurdo da cantora Madonna no Rio de Janeiro, financiado em parte por dinheiro público. O show custou 60 milhões de reais. Desse valor, segundo o site Terra, 10 milhões de reais foram da Prefeitura do Rio de Janeiro e mais 10 milhões de reais, Deputados, do Governo do Rio de Janeiro. Foram gastos 20 milhões de reais em um show de satanismo, um show de erotismo, um show contra os bons costumes. Enquanto corpos boiavam no Rio Grande do Sul, o Brasil assistia à Madonna fazendo uma encenação de masturbação feminina. A grande realidade é essa. Absurdo! Isso é vergonhoso para o nosso País. Infelizmente, algumas pessoas acham isso bonito, acham que é arte. Eu acho vergonhoso. Pior que isso é a ação de criminosos lá no Rio Grande do Sul, onde estão atacando casas e comércios, roubando jet skis e barcos. O Projeto de Lei nº 651, de 2023, que tramita nesta Casa, endurece as penas para crimes praticados em locais atingidos por calamidades. Precisamos votar esse projeto, porque é inadmissível que aquela população esteja passando pelo que está passando e ainda seja vítima de criminosos que estão perpetrando roubos no local. Nós não podemos admitir isso. É necessário que o Governo Federal aja urgentemente em apoio ao Rio Grande do Sul. Contem com nossa solidariedade. O que estiver ao nosso alcance nós faremos. Votaremos em seguida um projeto para que sejam enviados recursos ao Rio Grande do Sul, o que é supernecessário. Solicito que a minha fala seja divulgada pelos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 17/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou preocupação com a segurança pública diante da decisão judicial de conceder liberdade provisória a um estudante de medicina e seu pai, presos em flagrante transportando 53 quilos de skunk, avaliados em 2 milhões de reais. Criticou a decisão do Juiz Thiago da Silva Motta, que justificou a soltura argumentando que a lei não justificava a prisão em casos como esse. Ressaltou a discrepância entre a prisão de pessoas por motivos menores e a soltura de traficantes. Alertou para os perigos da criminalidade e defendeu medidas mais firmes no combate ao tráfico e outros crimes graves. Refletiu sobre a situação da segurança e da justiça no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Tráfico de droga,Preso,Libertação,Decisão judicial,Política de segurança pública,Criminalidade

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Sras. Deputadas, Srs. Deputados, o crime não poupa ninguém. Não pensem que, por ser de esquerda ou de direita, serão poupados pelo crime. Se o Deputado ou a Deputada que está aqui não for vítima de crime, seus familiares podem ser. Por isso, todos nós temos que nos preocupar com a segurança pública e com a defesa nacional, para cuidarmos do nosso País, do nosso Estado e das nossas famílias. Como se não bastasse a situação difícil em que o Brasil se encontra com relação à criminalidade, a Justiça a cada dia me assusta mais e mais. Vejam o que aconteceu dias atrás no Estado de São Paulo, mais especificamente na cidade de São José do Rio Preto: a Justiça Federal de São José do Rio Preto concedeu liberdade provisória, sem pagamento de fiança, a um estudante de medicina de 25 anos e ao pai dele, de 56 anos, presos em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal transportando cem pacotes de skunk, que é uma droga conhecida como supermaconha, pela alta concentração de THC. O quilo dessa droga está avaliado pela Polícia Federal em 40 mil reais. Essa droga apreendida pela PRF tem o valor estimado de 2 milhões de reais. Essas pessoas foram presas após uma equipe da Polícia Rodoviária Federal dar ordem de parada ao motorista de um Ônix. O motorista desse veículo desobedeceu à ordem de parada, houve uma perseguição e o carro foi parado posteriormente, mais ou menos 30 quilômetros depois. O veículo foi interceptado na Avenida Benedito Rodrigues Lisboa, trecho urbano de Rio Preto. Durante a revista, os policiais encontraram cem pacotes de skunk distribuídos no banco de trás e no porta-malas. Ao todo, a droga pesou 53 quilos — é muita droga. Ao ser questionado, o pai do estudante disse que estava com dificuldade financeira porque o filho estava estudando numa faculdade de medicina. Ele pegou a droga em Pedro Juan Caballero e a entregaria em Curvelo, Minas Gerais. Pelo transporte, ele receberia aproximadamente 11 mil reais. Esse cidadão foi preso, conduzido à delegacia e autuado em flagrante. Posteriormente, o Juiz Thiago da Silva Motta, em suas considerações, disse o seguinte: "O indivíduo só deve ser segregado provisoriamente em hipóteses ímpares, extremas mesmo, onde a lei autorize e a proteção de outros bens jurídicos assim o imponham. Não é o caso dos autos (...)". O juiz colocou esses indivíduos em liberdade. Não houve pagamento de fiança. Agora eles terão que comparecer mensalmente ao Fórum de Mato Grosso do Sul, onde está cadastrado o endereço da família. Essas pessoas foram presas com 53 quilos de skunk — são traficantes! —, mas foram colocadas em liberdade porque o juiz achou que não era o caso de deixá-las presas. Essa é a realidade do Brasil, Sr. Presidente. Pessoas presas em flagrante por tráfico estão sendo colocadas em liberdade. Essa é a realidade. Aonde nós vamos parar? Infelizmente, pessoas estão presas há mais de 1 ano por causa do 8 de janeiro, enquanto traficantes, assassinos, estupradores, ladrões, criminosos estão na rua — e está tudo certo. Pai de família preso e bandido na rua: essa é a triste realidade do Brasil. É uma vergonha.
  • 09/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou seu repúdio a um jornalista que, em seu programa de rádio em Araraquara (SP), proferiu insultos contra a Polícia Militar e seus membros. Anunciou uma moção de repúdio na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, bem como o envio de um ofício ao Ministério Público Federal, solicitando providências contra esse comportamento. Enfatizou a importância da responsabilidade nas palavras, especialmente quando proferidas publicamente, e destacou a excelência dos serviços prestados pela Polícia Militar ao longo de sua história.

    Palavras-chave oficiais: Jornalista,Ofensa,Polícia militar,Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Ministério Público Federal (MPF),Araraquara (SP),Rádio

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu farei uma coisa hoje nesta tribuna que não é do meu feitio. Eu evito ao máximo falar das pessoas, principalmente evito falar mal. Isso não é do meu feitio. Procuro me concentrar nas ações, nunca nas pessoas. Mas, especificamente hoje, para o público de São Paulo, em especial o do interior, da região de Araraquara, tenho algumas palavras a dizer sobre um pseudojornalista, um cidadão que há muitos anos presta um desserviço a São Paulo — ele se diz jornalista, nem sei se é mesmo. Bem, ele tem um programa na Rádio Morada do Sol, em Araraquara. No último dia 5 de abril, uma sexta-feira, ao comentar que uma Vereadora teria ido a uma escola para fazer uma palestra, ele acabou dizendo impropérios, desacatando a Polícia Militar, ofendendo, difamando policiais militares do 13º Batalhão de Polícia Militar do Interior. Chamou-os de vagabundos, de analfabetos. Usou palavrões de tão baixo calão, que eu me obrigo a não repetir, tão asquerosas são as palavras desse mau-caráter, dessa pessoa que presta um desserviço ao Estado de São Paulo. Quero dizer aos senhores e às senhoras que eu já estou apresentando uma moção de repúdio na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado desta Casa, não só pelas palavras desse cidadão, mas também por ter a Rádio Morada do Sol uma pessoa de tão pouca tarimba no seu rol de funcionários, uma pessoa tão desqualificada, uma pessoa que faz mal à população. Para quem não sabe, o Prefeito de Araraquara é do PT. Pois esse cidadão, esse pseudojornalista, vive pendurado nos fundilhos do PT. Ele só elogia as ações do PT. Não sei quais são os interesses desse cidadão, mas é escrachada a sua paixão pelo PT, especialmente pelo Prefeito e demais pessoas da Prefeitura de Araraquara. Eu quero dizer a esse cidadão que ele vai ter que engolir as palavras que disse. Ele ofendeu não só a Polícia Militar como um todo, como ofendeu o nosso colega de Parlamento o Deputado Federal licenciado Guilherme Derrite, a quem dirigiu impropérios sobre a atuação do Secretário de Segurança Pública. Ele também ofendeu os comandantes da região, especificamente o Comandante do 13º BPMI, e ofendeu policiais da reserva. Enfim, disse absurdos. Estou tomando medidas na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e também estou encaminhando ofício ao Ministério Público Federal, Deputado Delegado Paulo Bilynskyj e Deputado Coronel Assis, para que esse cidadão se explique, para que o Ministério Público Federal tome as devidas providências. Nós, quando falamos, mesmo aqui na tribuna, temos cautela, porque somos responsáveis pelas nossas palavras. Agora, um indivíduo desqualificado desses, que ofende num programa de rádio a Polícia Militar, uma instituição de quase 200 anos de excelentes serviços prestados à população, merece responder pelas suas palavras, merece ser devidamente responsabilizado pelos absurdos que disse em público. Sr. Presidente, deixo o meu repúdio por esse cidadão desqualificado de Araraquara, que não representa ninguém, ou representa os maus, representa justamente aqueles que a Polícia Militar combate, aqueles que são contra o cidadão de bem. Muito obrigado, Sr. Presidente e Srs. Deputados. Solicito que minhas palavras sejam lançadas nos meios de comunicação desta Casa.
  • 26/03/2024Breves Comunicações

    O Deputado condenou a Esquerda política por envolver falsamente o ex-Presidente Jair Bolsonaro no homicídio da ex-Vereadora Marielle Franco, haja vista a elucidação do crime pela Polícia Federal. Além disso, denunciou que um dos mandantes do assassinato fez campanha para Dilma Roussef em 2013. Ademais, questionou a Polícia Federal sobre a investigação dos mandantes do atentado contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro, uma vez que Adélio Bispo foi apenas o executor do crime. Adicionalmente, apoiou os motoristas de aplicativo contrários ao Projeto de Lei Complementar nº 12, de 2024, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre a relação de trabalho intermediado por empresas operadoras de aplicativos de transporte remunerado privado individual de passageiros em veículos automotores de quatro rodas e estabelece mecanismos de inclusão previdenciária e outros direitos para melhoria das condições de trabalho. Por último, reforçou sua rejeição à proposição do Governo Federal que busca criar um sindicato para os motoristas de Uber.

    Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Notícia falsa (fake news),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),participação,Homicídio,Ex-vereadora,Rio de Janeiro (RJ),Investigação criminal,Polícia federal,Autor (direito penal),Atentado,Inquérito policial Motorista de aplicativo,Aplicativo Uber,contrário,Projeto de lei complementar,Governo federal,Sindicato,regulamentação,Aplicativo de transporte

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. Deputadas e Srs. Deputados, uma pergunta ficou rolando muito tempo nesta Casa: "Quem matou Marielle?" A Esquerda acusou todo mundo. Apontou o dedo, hipócrita e descaradamente, para o ex-Presidente Bolsonaro, querendo relacioná-lo ao crime. Absurdos foram levantados. Mas, nesse fim de semana, a Polícia Federal trouxe os nomes de mandantes, inclusive o de um Deputado Federal desta Casa. Segundo a Polícia Federal, são mandantes do crime Domingos Brazão, atual Conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro; Chiquinho Brazão, Deputado Federal do Rio de Janeiro; e Rivaldo Barbosa, ex-Chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Mesmo assim, hoje nós vimos aqui Deputados, descaradamente, quererem achar um quinto, um sexto, um sétimo ou um oitavo mandante, para relacionar o nome do Presidente Bolsonaro a esse absurdo. Eles são hipócritas, fariseus! Vêm aqui diariamente mentir para o povo, fazendo fake news a torto e a direito. Agora, quando os nomes são trazidos à tona, e nós vamos à Internet pesquisá-los, qual é a nossa surpresa? Aliás, não é surpresa, pois um dos acusados aqui estava fazendo campanha para Dilma em 2013, ou seja, era da turma, era alguém deles. Agora, ninguém pergunta mais "Quem matou Marielle?". Eu pergunto às senhoras e aos senhores quem mandou matar Bolsonaro. Foi Adélio Bispo? Ele foi o autor. Ele foi a mão que bateu no gato, mas muita gente está por trás disso. Cadê os mandantes deste crime? Este cidadão, o Adélio Bispo, havia pertencido ao PSOL, partido de esquerda. Preso, vários advogados apareceram no distrito, houve vários apoios a ele. De outro lado, a Polícia Federal até hoje não conseguiu concluir o inquérito, diz que ele agiu sozinho. Quem manteve esse cidadão em Juiz de Fora? A Polícia Federal vai vestir a carapuça de que é incompetente, ou vai chegar ao autor desse crime bárbaro praticado contra o Presidente Bolsonaro, um crime que quase ceifou a vida dele? Nós exigimos que se investigue quem mandou matar o Presidente Bolsonaro. É urgente sabermos isso, é uma questão de honra para o Brasil e para a Polícia Federal. Agora, a Esquerda, hipocritamente, calada, abaixa a cabeça e ainda tenta envolver Bolsonaro e muitos amigos em crimes que eles sabem quem cometeu: foi o próprio pessoal deles. Sr. Presidente, também quero hipotecar meu apoio aos motoristas de aplicativos, aos motoristas da Uber. Há, nesta Casa, um projeto, criminoso, que tenta, mais uma vez, prejudicar o cidadão de bem. A proposição busca criar um sindicato para os motoristas de Uber. Trata-se de mais uma forma de tirar dinheiro do bolso dos motoristas de aplicativo. Não bastasse isso, o Governo, no desespero de arrecadar e tirar dinheiro do povo, quer penalizar não apenas o motorista de aplicativo, mas também o cidadão que usa este tipo de transporte. Somos contra esse projeto a respeito da Uber nesta Casa. Deixo a todos os motoristas de aplicativos nosso apoio. Muito obrigado.
  • 27/02/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Resolução da Câmara dos Deputados nº 92, de 2023, que institui, no âmbito da Câmara dos Deputados, a Medalha do Mérito Evangélico Daniel Berg e Gunnar Vingren.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Bloco parlamentar,Partido Progressista (PP) (2003),Voto favorável

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, apesar da discussão acirrada aqui, o PP quer encaminhar positivamente, pelo "sim"... (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSD - SP) - Há um Deputado falando neste momento. Eu gostaria que houvesse silêncio, para que todos pudessem ouvi-lo, por favor. O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP) - Os ânimos estão acirrados, Sr. Presidente. Sr. Presidente, o PP quer encaminhar favoravelmente a essa medalha que leva o nome de dois missionários suecos que foram os fundadores da Assembleia de Deus no Brasil. O PP e o bloco encaminham "sim".
  • 06/02/2024

    O Deputado lamentou o falecimento do policial militar Samuel Wesley Cosmo durante uma operação policial, criticando a desvalorização da polícia. Condenou a "bandidolatria", que enaltece criminosos em detrimento dos profissionais de segurança pública. Repudiou a abordagem humanizada no combate aos pequenos crimes, defendida pelo Presidente Lula. Sustentou a urgência de medidas efetivas contra a criminalidade. Repudiou a defesa do desencarceramento pelo recém-empossado Ministro da Justiça. Censurou ainda as "saidinhas", as saídas temporárias dos presos. Defendeu a necessidade de mudanças urgentes na legislação criminal, expressando sua vergonha pela situação atual da segurança pública no País.

    Palavras-chave oficiais: Falecimento,Policial militar,Operação policial,São Paulo (Estado),Profissional da segurança pública Política de segurança pública,Presidente da República,Princípio da insignificância,Crime,Direitos humanos Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Prisão,Pena alternativa Direito penal,Saída temporária,Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,Legislação,Criminalidade,Segurança pública

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu queria fazer uma pergunta a este Plenário. Queria saber se alguém aqui sabe quem é Samuel Wesley Cosmo. (Pausa.) Ninguém sabe. Não interessa a ninguém. Samuel Wesley Cosmo é um trabalhador, um jovem de 35 anos de idade, casado e pai de 2 meninas de 1 ano de idade. Samuel Wesley Cosmo é um policial militar que, no dia 2 de fevereiro de 2024, foi morto no litoral de São Paulo com um tiro no olho, durante uma operação policial. Ele, soldado da ROTA — Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, trabalhando, atrás de criminosos do crime organizado em São Paulo, foi morto nessa ocorrência. Mas ninguém se preocupa com isso. Infelizmente, a preocupação de muitos aqui é com bandidos. É a "bandidolatria", que valoriza vagabundo e não se preocupa com a vida de quem combate o crime. Isso é reflexo de quem preside este País, de quem comanda este País: um presidente descondenado, que infelizmente vai a público e diz que está preocupado com a humanização do combate a pequenos crimes, ou seja, ele quer descaracterizar o crime. O que é um pequeno crime — pergunto a esse mau-caráter, esse mau-caráter que defende o crime? O que é pequeno crime? Talvez, para ele, que é milionário, que fala que trabalha em nome do trabalhador e que luta pelo trabalhador, o que é uma grande mentira, ter o carro roubado seja um pequeno crime, mas, para um cidadão, para um trabalhador que tem sua bicicleta furtada, é um grande crime. Durante o mês de janeiro, o meu cunhado teve a casa invadida e furtada — revolta total da família! Isso acontece todos os dias no Brasil. No entanto, o mau-caráter vai a público e diz que quer humanizar o combate aos crimes. Ele quer descaracterizar os crimes. O recém-empossado Ministro da Justiça diz que é a favor do desencarceramento. Para o bandido, tudo. Para o cidadão e para o policial, nada, a morte. Esta é a triste realidade do Brasil. As nossas leis são muitas e não têm trazido resultado adequado. Continuam as malditas "saidinhas", quando vagabundos são colocados nas ruas, em datas importantes, para cometerem novos crimes. A Justiça coloca bandidos condenados nas ruas, coloca criminosos condenados nas ruas, e novos crimes são cometidos, e pais de família são mortos, e policiais são mortos. Vivemos uma fase negra no Brasil, uma fase em que o crime é motivo de orgulho para o Governo brasileiro. Nós o combatemos veementemente, nós combatemos o crime em todas as suas fases. Não podemos compactuar, Srs. Deputados, com a criminalidade, que está muito forte no Brasil. Nós temos que tomar medidas urgentes para que isso seja eliminado da Nação brasileira. Não é mais possível que bandidos condenados sejam colocados em liberdade, que o crime organizado fique à vontade e que as nossas leis não sejam eficazes no combate ao crime. Precisamos de mudanças urgentes, e essas mudanças cabem a esta Casa. Assim espero, porque eu tenho vergonha do que está acontecendo no Brasil. Solicito a V.Exa., Sr. Presidente, que a minha fala seja divulgada nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 06/02/2024

    O Deputado agradeceu o apoio unânime à aprovação Projeto de Lei nº 402, de 2011, que proíbe a utilização de cerol ou produto industrializado nacional ou importado semelhante que possa ser aplicado nos fios ou linhas utilizados para manusear os brinquedos conhecidos como "pipas ou papagaios".

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,proibição,Cerol,Pipa,Aprovação,Elogio

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, eu quero aqui agradecer a todos pelo apoio unânime na aprovação do Projeto de Lei nº 402, de 2011, da então Deputada Nilda Gondim, que teve o bom senso de se dobrar sobre essa matéria. Uma lei estadual em São Paulo de minha autoria, quando Deputado Estadual, trata do mesmo assunto. E é um assunto de suma importância. O Senado, hoje, torna proibido o uso do cerol e das linhas cortantes, a linha chilena, a linha indonésia. Quanto aos pipódromos — inclusive são uma preocupação de um Deputado aqui —, eu quero dizer a todos que existe, no nosso projeto, a descrição do que é o pipódromo. Ele deve estar localizado a uma distância mínima de mil metros da rodovia pública e da rede elétrica. Há a linha esportiva para a competição, cuja descrição também está aqui. Eu tenho certeza de que essa atitude, senhores, salvará a vida de muitos motociclistas e demais cidadãos brasileiros. Antes de ontem, uma senhora aqui em Brasília, que está na UTI, teve o pescoço atingido por uma linha cortante. Parabéns a todos os Deputados! Os motociclistas do Brasil e todos os cidadãos agradecem a esta Casa. Deus abençoe a todos!
  • 06/02/2024

    O Deputado proferiu parecer às emendas de plenário apresentadas ao Projeto de lei nº 402, de 2011, que proíbe a utilização de cerol ou produto industrializado nacional ou importado semelhante que possa ser aplicado nos fios ou linhas utilizados para manusear os brinquedos conhecidos como "pipas ou papagaios".

    Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Emenda,Projeto de lei ordinária,Brinquedo,Vidro,comercialização,proibição

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, estou aqui com o parecer às emendas de Plenário ao Projeto de Lei nº 402, de 2011. Esse é um assunto muito importante, porquanto proíbe a utilização de cerol ou produto industrializado nacional ou importado semelhante que possa ser aplicado nos fios ou linhas utilizados para manusear os brinquedos conhecidos como "pipas" ou "papagaios". A autoria do projeto é da Deputada Nilda Gondim, e o relatório é do Deputado Coronel Telhada. "I - Voto do Relator Durante a discussão da matéria, foram apresentadas emendas de Plenário. A Emenda nº 1, apresentada em 5 de dezembro de 2023, pela Deputada Jandira Feghali e outros, visa criminalizar a fabricação e comércio de cerol e produtos similares. Posteriormente, no dia 6 de dezembro de 2023, apresentou o Requerimento nº 4.210, de 2023, juntamente com o Deputado André Figueiredo (PDT/CE), solicitando a retirada de emenda apresentada ao Projeto de Lei. A Emenda nº 2, apresentada em 6 de fevereiro de 2024" — portanto, hoje — "pelo Deputado Marangoni, objetiva definir 'cerol', 'sinônimos de pipas' e 'sinônimos de linha cortante', de forma a permitir uma aplicação segura quando se pensa no âmbito material da norma, visto que, segundo seu autor, 'uma linguagem semanticamente segura permitirá que objetos, fatos e ações possam ser definidas com precisão no projeto de lei proposto, evitando-se vícios de juridicidade e técnica legislativa'. A Emenda nº 3, apresentada em 6 de fevereiro de 2024, pelo Deputado Luizinho, visa à inclusão do art. 249-A à Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 — Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Emenda nº 4, apresentada em 6 de fevereiro de 2024, pelo Deputado Luizinho, visa alterar o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal, no tocante ao art. 163, parágrafo único, inciso II, e art. 259-A e seus §§ 1º e 2º. A Emenda nº 5, apresentada em 6 de fevereiro de 2024, pelo Deputado Luizinho, pretende cominar sanções administrativas às infrações à lei, cominando apreensão, advertência e multa administrativa e sua destinação ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). A Emenda nº 6, apresentada em 6 de fevereiro de 2024, pelo Deputado General Girão, intenta inserir dispositivo no Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal, com o mesmo teor do art. 259-A. Após amplo diálogo com diversos Líderes partidários, chegamos ao seguinte ajuste quanto à matéria. Quanto à Emenda nº 1, a damos por prejudicada devido à apresentação do requerimento de sua retirada. No tocante à Emenda nº 2, a rejeitamos, por considerarmos inadequada a adoção de definições no tocante à matéria em discussão. Quanto às Emendas nºs 3, 4 e 5, consideramos que os dispositivos pertinentes já constam, com o mesmo teor, na redação da Subemenda Substitutiva que ora ofertamos. A respeito da Emenda nº 6, igualmente consideramos que já está contemplada na Subemenda Substitutiva, além do que a pena cominada é excessiva, segundo a doutrina e jurisprudência, uma vez que o homicídio causado por cerol é considerado culposo, com a cominação de pena de detenção de 1 a 3 anos. Visando adequar a redação do Substitutivo apresentado na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, houvemos por bem, contudo, apresentar Subemenda Substitutiva, agregando outras boas inovações propostas pelos projetos apensados posteriormente. Entretanto, ao apresentá-la, deixamos de nela constar as definições, conforme proposto no Substitutivo, uma vez que a mera substituição de um dos componentes e mesmo a alteração do nome tornaria o produto inócuo do ponto de vista legal, dificultando a repressão, a condenação criminal e a aplicação de multas administrativas. Acatamos, na oportunidade, várias sugestões dos projetos apensados e ainda não apreciados, como o que regula as competições de pipa. Assim, também, foi unificada a pena de detenção, de 1 a 3 anos, similar à de crime de homicídio culposo, que é a consequência mais grave do uso das linhas cortantes. Graduamos as penas administrativas para a pessoa jurídica e a pessoa física, em patamares por nós considerados adequados — e razoavelmente altos — dentre os constantes das várias proposições, destinando o produto das multas ao FUNPEN e aos órgãos de segurança estaduais e municipais. Apesar de proibir a fabricação e todo processo decorrente da cadeia econômica regular ou informal do cerol e seus insumos ou produtos semelhantes, ela pode ser autorizada para fins industriais, técnicos ou científicos. Por fim, excluindo a alteração do art. 132 do Código Penal (perigo para a vida ou saúde de outrem), foi alterado o art. 163 (dano), bem como incluído o art. 259-A ('fabricar cerol ou linha cortante” e “utilizar linha com cerol ou produto cortante') e, ainda, o art. 249-A no Estatuto da Criança e do Adolescente, no sentido de responsabilizar os pais ou responsável pelo menor que pratique as condutas descritas no Código Penal. Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, somos pela rejeição das Emendas de Plenário nºs 1, 2 e 6 e pela aprovação das Emendas de Plenário nºs 3, 4 e 5 e do Substitutivo da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, na forma da Subemenda Substitutiva ora ofertada". Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa de todas as emendas de Plenário com apoiamento regimental e do substitutivo da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, na forma da emenda substitutiva ora ofertada. Sala das Sessões, 6 de fevereiro de 2024. Deputado Coronel Telhada Relator
  • 19/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado expressou preocupação com a segurança pública no Brasil. Criticou o Governo e alegou que o Presidente e seu partido são contra a segurança e a favor de bandidos e ressaltou que propostas de aumento de penas são rejeitadas pela Esquerda. O Parlamentar defendeu a atuação policial em confrontos com bandidos, mencionando críticas da imprensa à ação policial. Ele citou um episódio em que um Deputado em São Paulo foi vítima de roubo, mas conseguiu se defender, destacando o direito à legítima defesa. Acusou Flávio Dino, Ministro da Justiça, de tentar desmontar a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, encerrando seu discurso lamentando a situação da segurança pública no país.

    Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Governo federal,Esquerda política,Rejeição,Aumento da pena,Operação policial,Legítima defesa,Porte de arma,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, estamos chegando ao final de 2023, e eu gostaria de chegar aqui com notícias alegres, alvissareiras, mas, infelizmente, não é isso o que acontece, principalmente em questões de segurança pública. A segurança pública no nosso País está numa situação difícil, numa situação capenga. Por quê? Porque, infelizmente, o atual Presidente não é fã da segurança pública, ele não é do lado da segurança pública. Justamente o contrário, o partido a que ele serve e a ideologia dele é contra o trabalhador, é contra o cidadão de bem, é contra o policial. Por várias vezes tentamos aqui, infelizmente infrutiferamente, aumentar penas, colocar mais rigor nas legislações, mas todas as vezes que aqui chegou um projeto tentando o aumento de pena ou o fortalecimento da legislação penal, a Esquerda se colocou contra. A Esquerda não gosta de colocar bandido na rua, a Esquerda gosta de passar a mão na cabeça de bandido. Vejam por que. É só entrarmos nas redes sociais que nos deparamos com esse tipo de notícia. Notícia fresquinha aqui: "PSOL entra com ação contra apreensão de adolescentes nas praias do Rio de Janeiro". Ou seja, o PSOL não quer que os adolescentes bandidos mirins sejam presos no Rio de Janeiro, querem que eles fiquem à vontade para continuar os arrastões, continuar os crimes, continuar os homicídios. Eles gostam disso. Eles querem isso. E o pior, quando há matérias sobre segurança pública, qualquer matéria... Vejamos uma que eu abri aleatoriamente aqui, de 2020: "Em dezembro, uma em cada cinco mortes violentas no Rio de Janeiro foi cometida pela polícia". Esse é um jornal de Esquerda, que dizia o seguinte absurdo: de 368 mortes violentas ocorridas em dezembro no Rio de Janeiro, 79 ocorreram pelo gatilho da polícia. Isso é uma crítica à polícia. Setenta e nove criminosos morreram trocando tiros com a polícia. E mais de 300 trabalhadores, 300 pais de família, 300 policiais morreram na mão de criminosos, mas eles não se preocupam com isso. A preocupação desse pessoal, que protege bandido, é a vida do bandido, não é a vida do trabalhador, não é a vida do policial! E aqui, infelizmente, nesta Casa, o que nós fizemos pela legislação penal? O que nós fizemos pela segurança pública? Quase nada! É vergonhoso isso! É vergonhoso isso! Nós precisamos mudar, urgentemente, o modo de trabalho desta Casa. Este final de semana, um Deputado em São Paulo foi vítima de roubo. Graças a Deus, ele estava armado e trocou tiro com os criminosos. Um dos bandidos morreu e o outro está correndo até agora. E se não fosse assim? Estaríamos lamentando a morte de um Deputado aqui. Mas agora quero mandar um recado para a Esquerda. Não se esqueçam de que o crime ataca de todos os lados, independentemente de ser de Direita ou de Esquerda. Tivemos uma Deputada da Esquerda aqui cujo irmão foi morto este ano. Foi um absurdo! Foi morto pelo crime organizado. Todos nós somos vítimas, mas, se a Esquerda continuar passando a mão na cabeça de bandido, nós teremos mais problemas neste País. Infelizmente, essa é a triste realidade. Flávio Dino, enquanto Ministro da Justiça, tentou desmontar a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal. Queria que a PRF parasse de trabalhar. Então, essa é a realidade triste do País. Nós temos um Governo que gosta de criminoso, que passa a mão na cabeça de bandido. Também está sendo comandado por um indivíduo que é um ex-detento, que é um ex-condenado. Não poderíamos esperar outra coisa. Vergonha é o país chamado Brasil... (Desligamento do microfone.)
  • 12/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado lamentou a concessão de um prêmio de economia à ex-Presidente Dilma Rousseff, considerando uma piada devido às questões econômicas do seu mandato. Criticou também a aproximação do Presidente Lula com evangélicos.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidenta da República,Prêmio,Economia,Política econômica,Crítica Presidente da República,relacionamento,Igreja evangélica,avaliação

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, povo brasileiro, eu quero, antes de tudo, pedir desculpas. Apesar de estarmos num plenário sério, em que tratamos de vários assuntos sérios, eu vou ter que contar uma piada. Acabei de saber de um assunto que é uma piada. Deram um prêmio de economia para a ex-Presidente da República Dilma. Isso é uma piada, só pode ser. A escolha, segundo o órgão que concedeu o prêmio, foi feita por "sua significativa contribuição para o desenvolvimento econômico e social do País ao longo de sua carreira". Devem estar brincando. A Presidente que queria estocar vento, a Presidente que não queria a meta para depois dobrar a meta, foi reconhecida pela sua capacidade econômica!? Gente, isso é piada. Nós não estamos vivendo num país sério, nós estamos vivendo uma grande e horrível piada. Como se isso não bastasse, meus amigos, vale lembrar que Dilma Rousseff, quando Presidente da República, foi envolvida num processo de impeachment e teve o mandato cassado, perdeu a Presidência por um processo de impeachment, por maquiar os resultados das contas públicas durante sua gestão. Todo mundo se lembra disso. As pedaladas fiscais levaram o Brasil à maior recessão da sua história, com queda acumulada de quase 7% do Produto Interno Bruto, do PIB, entre 2015 e 2016. Então, é brincadeira a concessão de um prêmio de economia para a ex-Presidente Dilma. Economia do quê? Só pode ser uma piada. Outra coisa que é piada foi o que eu ouvi um Deputado do PT dizer, que o Flávio Dino vai ser uma ótima aquisição para o Supremo Tribunal Federal porque ele nunca misturou política com justiça. É outra piada! Acho que nós estamos vivendo no mundo de Alice aqui, não estamos vivendo na realidade. Gente, vamos falar sério! Este é um Parlamento sério! Vamos parar de brincar! O Brasil precisa de providências urgentes, não dessa piada que é o Governo atual. É uma pouca-vergonha! Como se isso não bastasse, Sr. Presidente, vi outra notícia que me causou estranheza: Lula pede aproximação com evangélicos. Aproximação para quê? É o mesmo que água e vinho. Eu sou evangélico desde que nasci, graças a Deus. Nós cristãos não podemos compactuar com um partido que apoia o aborto. Nós cristãos não podemos compactuar com um candidato e atual Presidente que acha que é normal "roubar um celular para comprar uma cervejinha no final de semana". Nós não compactuamos com o crime. Então, nós não queremos contato com esse tipo de pessoa. Aliás, queremos distância. Agora, se um evangélico resolve apoiar o Presidente Lula, este é um país livre, mas não vá reclamar depois, não vá chorar. Cada um faz o que quer da sua vida. É a triste realidade do Brasil. Sr. Presidente, solicito que a minha fala seja veiculada nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 21/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado expressou indignação com a valorização do crime em detrimento dos trabalhadores. Criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) pela morte de Cleriston Pereira da Cunha, que estava detido na Penitenciária da Papuda por participação nos atos antidemocráticos em Brasília. Mencionou a visita de Luciane Barbosa Farias, conhecida como a "dama do tráfico", ao Ministério dos Direitos Humanos, apesar de sua condenação por crimes relacionados ao tráfico de drogas. Lamentou a impunidade de criminosos e a falta de ação das autoridades, expressando preocupação com a situação do Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Preso,Falecimento,Presídio,Brasília (DF),Ato antidemocrático,Supremo Tribunal Federal (STF) Mulher,Tráfico de droga,Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania,Organização criminosa,Visitante

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, como deve fazer, acho, a maioria dos brasileiros hoje, eu pergunto: que País é este? Aonde nós chegamos no nosso Brasil, onde o crime é valorizado, e o trabalhador sofre as agruras perpetradas pelo crime organizado e pelo próprio Governo? Vários Deputados já se manifestaram sobre o absurdo que foi a morte de um patriota na Papuda. Cleriston Pereira da Cunha, de 46 anos, era um homem trabalhador, casado, tinha duas filhas. Por mais de 36 vezes, foi medicado devido a problemas de saúde: ele tinha diabetes, hipertensão, um quadro de vasculite de múltiplos vasos e miosite secundária à COVID-19. Permaneceu internado 33 dias e foi submetido a uma série de procedimentos. Desde o dia 1º de setembro, a Procuradoria-Geral da República deu parecer favorável ao pleito, mas ainda não tinha havido despacho do Ministro Alexandre de Moraes. Por 81 dias, senhores, esse homem ficou à disposição, preso. Ele morreu preso, enquanto no Brasil assaltante, estuprador, pedófilo, criminoso estão nas ruas. Todos na rua! Hoje colocar ladrão na cadeia é a coisa mais difícil que existe. Na semana passada, um vagabundo foi preso por ter praticado um roubo, mas, já no sábado, foi colocado em liberdade. No domingo, com outro vagabundo, ele matou um rapaz. Este é o Brasil atual. Um pai de família, com todas as condições para ter sido colocado em liberdade, morre na cadeia, por total descaso de um Ministro do Supremo Tribunal Federal, por total prevaricação. No meu entendimento, há um crime de responsabilidade, neste caso. O STF tem as mãos sujas de sangue. Eu sou policial militar há 45 anos. Se eu prender algum indivíduo, por mais criminoso que ele seja, se sob minha guarda esse indivíduo sofrer algum tipo de violência ou qualquer atentado contra seus direitos individuais, eu responderei por isso. O cidadão Cleriston estava preso, estava à disposição da Justiça, do STF, mas o STF deixou que ele morresse na cadeia. Isso é crime! No Brasil, nós tivemos, neste ano, até campo de concentração, coisa que não víamos desde 1945, na Segunda Guerra Mundial. Enquanto isso, o Presidente, nesses 10 primeiros meses, já gastou, com o cartão corporativo, quase 15 milhões do dinheiro público. Esta é a realidade. Enquanto isso, a "dama do tráfico", a Luciane, é recebida aqui em Brasília, com passagem paga pelo Ministério dos Direitos Humanos — uma mulher condenada a 10 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, por associação ao tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Essa mulher vem a Brasília, tira foto ao lado do Ministro da Justiça e é recebida pelo alto comando do Governo da Capital. Este é o Governo que nós temos, um Governo que recebe criminosos, que trata bem dos criminosos, que deixa pai de família morrer na cadeia e cria campo de concentração. Esta é a ditadura a que o mundo deve assistir. O incrível é que a imprensa não se manifesta! As autoridades, que têm o dever de se manifestar, não se manifestam. Estes Deputados gritam aqui todos os dias estas injustiças que estão ocorrendo. É uma vergonha o Brasil em que nós vivemos! Muito obrigado.
  • 08/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado elogiou a atuação da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), uma unidade da Polícia Militar em São Paulo. Criticou o Governo e alegou que o Presidente Lula apoiava o grupo Hamas, considerado uma organização terrorista por vários países. Enfatizou a importância de enfrentar o crime e defendeu a ação policial em confrontos com criminosos. Acusou membros da Esquerda de apoiarem bandidos e se oporem a medidas de combate ao crime, a exemplo da votação do Projeto de Lei nº 3.780, de 2023, que altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal, para aumentar as penas cominadas aos crimes de furto e roubo.

    Palavras-chave oficiais: Polícia militar,São Paulo (Estado),Operação policial Hamas,Terrorismo,Organização terrorista Esquerda política,Projeto de lei ordinária,Roubo,Furto,Aumento da pena,Segurança pública

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, eu vou falar aqui hoje sobre as Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, a Rota. O Deputado do PT que me antecedeu — eu não sei se é muita cara de pau, não é possível — veio falar do Governo Bolsonaro como um Governo genocida. Governo genocida, Deputado do PT, é o seu Governo, o do ex-presidiário Lula, que apoia o terrorismo do Hamas. Aliás, acabamos de ter uma reunião aqui com o Embaixador de Israel, o Sr. Daniel Zohar Zonshine, que nos mostrou imagens absurdas de mulheres sendo mortas debaixo de mesa com tiro de fuzil, pais sendo mortos na frente dos filhos. E o seu Presidente, Deputado, esse indivíduo que não foi absolvido pela Justiça, que é um ex-condenado, apoia o Hamas, como muitos Deputados nesta Casa apoiam o terrorismo e o crime. Aliás, o que eu vou falar é para V.Exas. saírem daqui mesmo, porque não gostam de polícia e não gostam de ouvir falar que vagabundo tem que ir para o saco. Mas é o que aconteceu. A Rota está ficando internacional. Não age mais só em São Paulo. A Rota está no limite, na divisa do Brasil, no Mato Grosso. Nós hoje tivemos uma ocorrência da Rota num tiroteio na fronteira com o Paraguai, na cidade de Ponta Porã. A Rota foi atrás de indivíduos criminosos e, durante essa abordagem, um indivíduo atirou na viatura da Rota. Adivinhem o que aconteceu? Foi para o saco, o ladrão foi para o saco. Atirou na polícia e teve o que merecia. Isso tudo é resultado de uma operação que está ocorrendo na região do Mato Grosso. Iniciou-se esta semana uma operação de trabalho do SULMASSP, em que as equipes da Rota estão trabalhando na divisa do Mato Grosso com outro país. As equipes estão no local trabalhando e apoiando as operações. O grupo Rota, de São Paulo, trabalhou em Ponta Porã, juntou-se aos colegas mato-grossenses e deflagrou essa operação. A operação SULMASSP engloba policiais militares e policiais civis de vários Estados, entre eles Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Além de Ponta Porã, a ação também ocorre em Corumbá, Ladário, Dourados, na região de Amambai e de Naviraí até Mundo Novo, além da região das Três Lagoas. Parabéns Rota, por mais essa bela ocorrência! A Rota chegou ao Mato Grosso segunda-feira e já botou para quebrar, porque vagabundo que encara a polícia tem que tomar tiro. Eu sempre falo: se tiver que chorar a mãe de alguém, que chore a mãe do bandido, e não a mãe da vítima, e não a mãe do policial. Os Deputados da Esquerda que não estão contentes podem se retirar e fiquem aí clamando apoio ao Hamas, porque é o que V.Exas. fazem. V.Exas. apoiam o bandido, apoiam o terrorista. Nesta Casa, nós votamos, na semana passada, um projeto para aumentar a pena de roubo e furto. Quem trabalhou contra, Deputados? O PT e o PSOL. Por quê? Porque eles defendem bandido. Nós, não! Nós defendemos o trabalhador, defendemos a família, defendemos as forças de segurança. Muito obrigado, Presidente.
  • 31/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado expressou preocupação com a alocação de recursos públicos no Brasil, especialmente em relação ao Ministério da Cultura. Ele criticou a liberação de 6,8 milhões de reais para um musical sobre os Tribalistas e quase 1 bilhão de reais para outros projetos culturais, questionando a prioridade desses gastos frente a necessidades básicas como saúde e assistência a pessoas em situação vulnerável, incluindo policiais feridos e sequelados. Encerrou criticando o Governo atual por não atender adequadamente às necessidades do cidadão brasileiro.

    Palavras-chave oficiais: Despesa pública,Cultura (artes),Ministério da Cultura,Governo federal

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu novamente venho a esta tribuna preocupado com a situação do nosso Brasil, nosso querido Brasil. Eu sou um homem da segurança pública, 45 anos na Polícia Militar do Estado de São Paulo. Na Polícia Militar, nós temos muitos policiais sequelados, feridos em ocorrências, tiroteios, acidentes, enfim, das mais diversas maneiras, policiais paraplégicos, tetraplégicos, policiais numa situação terrível, numa situação financeira terrível também. Algumas notícias que vêm a público causam-me muita estranheza. Uma delas foi uma notícia veiculada nesta semana dizendo que o Ministério da Cultura liberou a captação de 6,8 milhões de reais para um musical sobre os Tribalistas. Eu não tenho nada contra qualquer grupo musical, contra qualquer tipo de música. Entretanto, no Brasil, onde há pessoas desesperadas, pessoas passando fome, pessoas em situação física terrível, sem dinheiro para comprar remédio, sem dinheiro para comprar prótese, eu vejo uma notícia dessas, a de que o dinheiro público, o dinheiro que poderia ser utilizado na saúde, na promoção de saúde para as pessoas, 6,8 milhões de reais, será destinado para a realização de um musical. É uma vergonha nós virmos aqui publicamente, a esta tribuna, falar sobre isso. Dá desgosto falar sobre uma situação dessas. E, pasmem, notícia do último dia 5 de setembro, sobre a Lei Rouanet: o Ministério da Cultura libera quase 1 bilhão — 1 bilhão de reais — em recursos bloqueados no primeiro mês de gestão. Um bilhão de reais, meus amigos, 1 bilhão de reais sendo liberados para fazer show. Não tenho nada contra a música, contra a cultura, pelo amor de Deus! Mas nós temos gente em situação de penúria, em situação de miséria, em situação terrível; pessoas que não têm a quem recorrer, porque às vezes dependem de um remédio mais caro, de uma prótese mais cara, e não têm a quem recorrer. No entanto, nós vemos dinheiro público sendo desperdiçado, porque isso, sim, é desperdício, Sr. Presidente. Aqui me vem à mente um artigo que eu li outro dia, do Sr. J.R. Guzzo, na Veja, em que ele falava: "O Brasil é hoje um grande lugar para você desperdiçar sua vida. O brasileiro não é respeitado como cidadão". Prova disso é o que eu acabei de falar. Dinheiro público é desperdiçado com shows enquanto há gente passando fome ou em condições sanitárias ou de saúde terríveis. Fala mais ainda: "Sua vida, sua propriedade e seu bem-estar são ameaçados todos os dias". Quase tudo que este Governo petista diz é mentira. Eu vejo aqui Deputados do PT virem na maior cara lavada fazer parecer que o Brasil é um país de Primeiro Mundo. É vergonhoso! Ou são mentirosos ou são maus-caracteres mesmo. "O Brasil é um país ruim para educar os filhos. Aqui o homem mau dorme bem." Neste País, meus amigos, Deputados e Deputadas, infelizmente, o homem mau dorme bem e feliz, enquanto o trabalhador, enquanto o homem de bem é obrigado a ficar desesperado, pois a situação do trabalhador, de um homem de bem é vergonhosa nesse atual Governo. Eu tenho vergonha desse Presidente, eu tenho vergonha desse Governo petista. Muito obrigado, Presidente.
  • 25/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado expressou insatisfação com a atual gestão do governo federal. Criticou o Ministro da Justiça Flávio Dino, acusando-o de mentir sobre os eventos do dia 8 de janeiro e de negligenciar o combate à criminalidade, especialmente em relação ao tráfico de drogas e à atuação de organizações criminosas em vários estados brasileiros. Ademais, afirmou que o Ministro persegue os CAC's (caçador, atirador e colecionador), repreendendo-o por ser mais leniente com criminosos. Além disso, questionou a atitude do Ministro de evitar a Comissão de Segurança Pública devido ao medo dos parlamentares. Criticou, ainda, a política de segurança pública da esquerda, uma vez que se revela ineficiente e branda com os bandidos. Ao fim, pediu a renúncia do Ministro da Justiça.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Esquerda política,Governo federal,Política de segurança pública,Criminalidade,Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO)

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Povo brasileiro, eu queria vir a esta tribuna e dizer que está tudo bem, que nós podemos confiar no Governo, mas a cada dia que passa mais decepcionado eu fico com este Governo, um Governo que mente, um Governo que não trabalha pelo trabalhador. É um Governo que se diz do trabalhador, mas que não trabalha pelo trabalhador. E tem alguns Ministros incompetentes na missão. Eu tenho que falar novamente do Ministro da Justiça. Hoje, o Ministro da Justiça veio a esta Casa e participou de audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle. Foi mais um fiasco. O bufão, o engraçadinho, o tirador de sarro, mais uma vez, mostrou para que veio: para não dizer nada e não fazer nada pelo povo. Novamente, ao ser inquerido sobre o dia 8 de janeiro, ele mentiu, dizendo que não havia mais ninguém no Palácio da Justiça durante os ataques, contrariando a sua primeira afirmação, quando disse que viu os acontecimentos de 8 de janeiro de camarote. Além disso, não respondeu a nenhuma pergunta dos Deputados de direita. Disse que Deputados de direita não gostam de pobre. É um bufão, um comédia, como se diz. Quem não gosta de pobre é esse Presidente que deu 18 reais de aumento para o salário mínimo. Este é que não gosta de pobre, este que gasta 60 milhões viajando pelo mundo e só dá 18 reais de aumento para o pobre. Vejo Deputados do PT virem à tribuna mentir, dizer descalabros, dizer que o Brasil é maravilhoso. Eu queria saber em que país esses Deputados vivem. Não é no Brasil, com certeza. Eles que dizem tanto que cuidam do trabalhador não sabem o que o trabalhador está passando. É só ir ao mercado para ver o que o trabalhador passa, o que o cidadão passa, o absurdo que está o preço das coisas hoje. Pior ainda, gente, esse Ministro da Justiça nada faz para combater a criminalidade, especialmente o tráfico de entorpecentes e de drogas, os ataques nas escolas, o avanço das organizações criminosas em cidades do Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo e muitos outros Estados. Esse Ministro persegue os CACs e valoriza os bandidos. Passa a mão na cabeça de bandido e persegue CAC. Prova disso se viu quando ele entrou na favela da Maré sozinho, sem segurança, e sem nenhuma preocupação. E diz que não vem à Comissão de Segurança Pública porque tem medo dos Deputados. Além de tudo, é covarde. Uma pessoa que tem medo não deveria assumir, principalmente, a função de Ministro da Justiça. Um Ministro que anda com um monte de segurança armado em volta está com medo de quê? Está com medo de nós? Isso é covardia pura. É uma vergonha termos um Ministro dessa estirpe no Brasil, vergonha para todo o povo brasileiro. A política de esquerda não combate o crime, é totalmente falida, pois não busca punir os criminosos, busca, isto sim, afagá-los, como se fossem inocentes. Vimos aqui que os Deputados de esquerda em momento nenhum consideraram o Hamas um grupo terrorista. Estão lavando as mãos. Quem sempre valorizou bandido não vai chamar de terroristas os verdadeiros terroristas. É uma vergonha! Ministro Dino, peça para sair! É um favor que o senhor faz para o Brasil. Muito obrigado, Presidente.
  • 24/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado expressou consternação com o trágico incidente ocorrido em São Paulo, onde uma jovem de 15 anos foi fatalmente atingida por um atirador de 16 anos, dentro da Escola Estadual Sapopemba. Informou que o ataque resultou na morte da estudante Giovanna Bezerra da Silva e feriu gravemente outros três alunos. Destacou a premeditação do crime pelo agressor, evidenciada por sua atividade nas redes sociais. Reacendeu o debate sobre a redução da maioridade penal, argumentando que adolescentes de 16 ou 17 anos devem ser responsabilizados legalmente por crimes graves. Além disso, propôs a presença de seguranças armados nas escolas como medida preventiva. Também mencionou uma PEC para a emancipação penal compulsória, defendendo que adolescentes que cometem crimes dolosos contra a vida sejam tratados como adultos perante a lei, começando a cumprir pena em instalações apropriadas para menores e continuando em prisões comuns após atingirem a maioridade.

    Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Estudante,Vítima,Homicídio Maioridade penal,redução,Escola,Vigilância armada,Defesa Proposta de Emenda à Constituição,Inimputabilidade penal,redução Proposta de Emenda à Constituição,Emancipação,imposição,Adolescente,Crime contra a vida

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, infelizmente eu venho a esta tribuna com uma triste notícia. Ontem, em São Paulo, mais uma jovem foi morta por um atirador ativo. Um indivíduo de 16 anos, dentro da Escola Estadual Sapopemba, matou a menina Giovanna Bezerra da Silva, de 15 anos, e feriu mais três alunos que estavam dentro da escola. Entre as vítimas, duas pessoas foram baleadas e uma terceira se machucou enquanto tentava fugir. Vale ressaltar que, mais uma vez, esse ataque foi realizado por um adolescente de 16 anos, que possuía plena convicção de seus atos e das consequências legais destes. Segundo relatos, ele teria inclusive premeditado o crime através da rede social. Nesse sentido, alternativas não nos restam, senão trazermos à tona novamente a discussão da redução da maioridade penal, bem como de manter seguranças armados nas escolas. Como sabido, a redução da maioridade penal e a manutenção de seguranças armados em escolas são duas medidas que têm sido amplamente debatidas com todo mundo, com opiniões diversas a respeito. Cabe ressaltar, senhores e senhoras, que só neste ano, em 2023, já assistimos a nove ataques a escolas no Brasil, o que aumenta ainda mais o índice para o alarmante número de 36 ataques a escolas ao longo dos últimos 22 anos. Em relação à redução da maioridade penal, acredita-se que a atual idade de responsabilidade criminal em muitos países é muito alta, pois adolescentes com 16 ou 17 anos de idade têm a capacidade de cometer crimes graves, muitas vezes, sem temer as consequências legais, uma vez que sabem que não enfrentarão penas severas de prisão. A redução da maioridade penal, meus amigos, permitiria que esses adolescentes fossem responsabilizados por seus atos de acordo com a lei, ajudando a dissuadir comportamentos criminosos. Além disso, a presença de segurança armados em escolas pode ser vista como medida preventiva para proteger nossas crianças, adolescentes, professores e funcionários, já que impedirá a facilidade encontrada pelos covardes criminosos que invadem as escolas, totalmente desguarnecidas de qualquer meio de proteção. Cabe lembrar aos senhores que nesta Casa passou em segundo turno, no ano de 2015, a PEC 171/93, que reduz a maioria penal para 16 anos — eu acho que tinha que ser menos, tinha que ser 14 anos. No entanto, essa PEC aguarda ser pautada no Senado Federal, onde, para variar, não há perspectiva de data para discussão e votação da proposta. Precisamos mudar urgentemente nossa legislação. Não dá para continuar desse jeito. Precisamos parar de poupar os lobos e não sacrificar as ovelhas. Concluindo, Sr. Presidente, nós temos outra proposta: uma PEC para estabelecer a emancipação penal compulsória. Essa PEC propõe a emancipação em crimes dolosos contra a vida, de forma que o adolescente que cometa crime doloso contra a vida passe a responder penalmente como se adulto fosse. O adolescente começaria a cumprir sua pena na casa de internação apropriada para menores e, após atingir a maioridade, continuaria o cumprimento da pena no sistema prisional comum. É uma PEC do Deputado Dr. Victor Linhalis, da qual já sou signatário. Solicito a V.Exa. que seja divulgada a minha fala pelos meios de comunicação. Muito obrigado, Presidente.
  • 17/10/2023

    O Deputado criticou o PT por sua postura em relação ao Hamas, alegando que o partido compactua com o terrorismo. O Parlamentar baseou-se em uma entrevista da Presidente do PT, Gleisi Hoffmann, que afirmou: "Já esclarecemos que não mantemos relações com o grupo Hamas e também não o declaramos uma 'organização terrorista'. Nem o Governo brasileiro pode fazê-lo". Para o Orador, quem não se opõe ao terrorismo também é terrorista. Acusou o PT e o atual Presidente da República de alinhamento com práticas terroristas e concluiu que tal posição merece repúdio.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),declaração,Organização terrorista,Palestina,Terrorismo

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero rechaçar as declarações do Deputado do PT que disse que o PT não comunga com o Hamas. Eu tenho uma notícia da revista Veja do dia 14 de outubro de 2023, que diz que Gleisi Hoffmann, que é Presidente do PT, diz por que o PT não considera o Hamas um grupo terrorista. Ela diz o seguinte: "Já esclarecemos que não mantemos relações com o grupo Hamas e também não o declaramos uma 'organização terrorista'. Nem o Governo brasileiro pode fazê-lo". Portanto, se o PT não acha que o Hamas é um grupo terrorista, então ele compactua com o terrorismo, porque quem não se opõe ao terrorismo também é terrorista. Aqui eu reafirmo que o PT, sim, gosta de terrorismo e compactua com ele, e seu ícone maior, que é o atual Presidente da República, faz questão de dizer que não considera o Hamas o grupo terrorista. Portanto, estão do lado do terrorismo, sim, e merecem todo o nosso repúdio, porque lá estão violentando mulheres, matando crianças e civis desarmados. Isso é terrorismo. Quem está com terrorista é terrorista!
  • 17/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado parabenizou a ROTA (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) pelo seu 53º aniversário. Destacou que o ex-Presidente Jair Bolsonaro e o Governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, prestigiaram a solenidade comemorativa e que o ex-Presidente desfilou com os veteranos do batalhão. Em seguida, criticou várias situações controversas no Brasil e no mundo: inclusão de países comunistas e socialistas, como China e Cuba, no Conselho de Direitos Humanos da ONU; o aconselhamento a pessoas vacinadas contra a COVID a usarem máscaras para proteger os não vacinados; a eleição de Presidente da República condenado por corrupção e a inelegibilidade de outro por ter realizado uma reunião com embaixadores; o apoio dos movimentos LGBT e feminista ao Afeganistão; a realização de dança erótica e pornográfica em evento do Ministério da Saúde; a exigência de banheiro unissex pelo movimento feminista; a classificação, por jornalistas, de idosos como terroristas, mas como combatentes ao grupo terrorista Hamas; a defesa por artistas de renome internacional de países que censuram a cultura; a recepção de um ditador venezuelano pelo Governo brasileiro; o apoio de Ministros de Estado ao Hamas; a hipocrisia de políticos que andam com seguranças armados e defendem o desarmamento da população e de autoridades públicas que condenam excessos policiais, mas não criticam a violência do mundo do crime. O orador, por fim, repudiou a hipocrisia reinante no Brasil e o Governo favorável à violência e ao crime e apoiador de grupo terrorista.

    Palavras-chave oficiais: Batalhão de polícia,Polícia militar,Aniversário de fundação,Comemoração,São Paulo (SP) Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas,composição,País estrangeiro,Comunismo,Socialismo Coronavírus,Vacinação,Máscara de proteção Eleição,Presidente da República Movimento LGBT,Banheiro unissex,Feminismo Terrorismo,Organização terrorista

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Deputado Cabo Gilberto. Sras. e Srs. Deputados, inicialmente, quero dizer que, no último dia 15, domingo, a ROTA, Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, completou 53 anos de existência. Na segunda-feira dia 16, nós estivemos no batalhão, numa solenidade por esses 53 anos, prestigiada pelo nosso sempre Presidente Jair Bolsonaro e pelo nosso Governador Tarcísio de Freitas. O Presidente Jair Bolsonaro desfilou com os veteranos do batalhão. Parabéns a todos os irmãos policiais de ROTA, que ao longo desses 53 anos contribuíram para a história do batalhão e para a segurança pública no Estado de São Paulo. Sr. Presidente, após ouvir atentamente os discursos das Sras. Deputadas e dos Srs. Deputados e ler um texto na Internet, eu gostaria de fazer algumas intervenções sobre o que está acontecendo com o mundo e com o Brasil. Muitas coisas estranhas estão acontecendo. Por exemplo, países comunistas, países socialistas, países onde a violência impera, países onde imperam preconceitos, tipo Cuba e China, tornaram-se membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Parece piada! São membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU Cuba e China. Outra coisa que está causando constrangimento é que pessoas que foram vacinadas contra a COVID são aconselhadas a usar máscara para se proteger de quem não se vacinou. Então para que se vacinaram? Parecem piadas essas coisas. Pior, um cidadão condenado por corrupção em várias instâncias se torna Presidente da República, enquanto outro cidadão é impedido de concorrer nas próximas eleições por conta de uma reunião com embaixadores. É brincadeira um negócio desse! Onze indivíduos que nunca receberam um voto sequer mandam mais no País do que os Deputados e os Senadores deste Congresso Nacional. Isso é uma vergonha para esta Casa, porque nós somos os verdadeiros representantes do povo brasileiro. Nós fomos eleitos para isso. Países como o Afeganistão, que matam gays e mulheres por motivos fúteis, recebem apoio do movimento LGBT e até do movimento feminista. Isso é uma incongruência! O que está acontecendo com este mundo? O Ministério da Saúde vira palco para dança erótica e pornográfica, paga praticamente com dinheiro público. E todo mundo acha isso normal! Nós não achamos isso normal. O movimento feminista exige vagão de metrô exclusivo para as mulheres e, ao mesmo tempo, defende banheiros unissex. Jornalistas chamam idosos de terroristas, enquanto chamam de combatentes os terroristas do Hamas, que matam bebês, estupram mulheres e matam civis inocentes. Isso é vergonhoso! Artistas internacionais de renome criticam países onde podem tocar e se apresentar livremente e defendem países que proíbem a arte, a música, peças teatrais. Eleitores que fizeram o L dizem que o amor venceu, enquanto o Governo recebe aqui em Brasília um ditador venezuelano, além de alguns Ministros, historicamente, apoiarem o grupo Hamas. Políticos suspeitos que querem desarmar a população e que falam da violência da polícia andam com seguranças fortemente armados ao seu redor. Puros hipócritas! Essas mesmas autoridades públicas criticam os excessos policiais, mas não criticam a violência do mundo do crime. O que estamos vendo é uma vergonha para todo o Brasil. A quem interessa tudo isso? O que será do Brasil? Sr. Presidente, tudo isso é muito triste. A hipocrisia impera no Brasil. O que temos é um Governo totalmente favorável à violência e ao crime, um Governo que apoia grupo terrorista. O que será do nosso Brasil? Eu me lembro de uma música do Raul Seixas que tem o verso "pare o mundo, que eu quero descer", porque o negócio está feio. O Brasil passa por momentos tenebrosos. Que Deus tenha piedade de nós e piedade do Brasil, porque, com esse Governo, não dá!
  • 10/10/2023

    O Deputado considerou inadmissível que a Casa votasse o Requerimento nº 3.499, de 2023, que apresenta moção de repúdio à violência do Hamas e do Estado de Israel. O orador esclareceu que os parlamentares estavam votando moções contra o Hamas e o referido requerimento foi incluído na pauta, de última hora, pela Esquerda.

    Palavras-chave oficiais: Israel,Palestina,Faixa de Gaza,Conflito,requerimento,Moção de repúdio,contrário,Pauta (processo legislativo)

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    O SR. CORONEL TELHADA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há uma dúvida que eu quero esclarecer. Na Ordem do Dia de hoje, consta como item 1 o Requerimento nº 3.458, de 2023. Foi esse que nós votamos. Esse requerimento requeria aprovação de moção de repúdio contra os atos de guerra promovidos pelo grupo Hamas, no dia de hoje, 7 de outubro, ao Estado de Israel. Constavam apensados outros requerimentos, mas não constava o Requerimento nº 3.499, de 2023, que foi colocado de última hora, Sr. Presidente, requerendo aprovação de moção que repudia a violência do Hamas e do Estado de Israel. Esse requerimento contraria totalmente a nossa intenção, o que nós queríamos votar aqui — e votamos. Nós estamos votando contra o Hamas e, de repente, eles colocam esse jabuti da Esquerda contra Israel. Isso depõe contra a Casa, Sr. Presidente. Nós estamos indo de encontro a tudo que estamos falando, a tudo que nós repudiamos. Inclusive, quando disseram que era um requerimento de V.Exa., Sr. Presidente, eu acreditei piamente e votei com tranquilidade. Nós não podemos aceitar isso, Sr. Presidente. Isso é totalmente imoral para esta Casa.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.