
Nome civil: Carlos Roberto Jordy Coelho de Mattos · 44 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 93% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 89%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 21%das 703 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 89%das 568 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.carlosjordy@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5786
- Gabinete
- Gabinete 786, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 336 de 359 sessões
Votou nas votações
89%
Registrou voto em 922 de 1.039 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 32 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
21%
Em 703 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
567 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 16/06/2026.
- 25/02/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que pesquisas eleitorais apontaram cenário desfavorável ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em eventual segundo turno. Mencionou supostas delações no âmbito da CPMI do Instituto Nacional do Seguro Social que envolveriam o filho do Presidente, conhecido como Lulinha, a partir de relatos atribuídos a ex-dirigentes do órgão. Também declarou que a base governista teria atuado para rejeitar convocações na comissão e anunciou a apresentação de novo requerimento para ouvir os citados.
Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Presidente da República,Filho,envolvimento,Requerimento de convocação Presidente da República,Pesquisa de opinião,Eleição,desfavorável
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Hoje o dia não começou nada bem para a Lula com duas notícias. A primeira delas é que o meu amigo Flávio vence, no segundo turno, o Lula já aparece assim nas pesquisas. E a segunda notícia bombástica é que o filho dele, o Lulinha, foi delatado no esquema do INSS, no roubo dos aposentados, por dois ex-dirigentes, servidores do INSS, operadores do esquema, pessoas do alto escalão que faziam aquela farra com o dinheiro dos aposentados, o André Fidelis e o Virgílio. Eles esmiuçaram todo o esquema que era feito por Lulinha. Agora vocês entendem por que a base governista, por que a Esquerda relutou tanto e trabalhou para rejeitar a convocação de Edson Claro, ex-sócio do "Careca do INSS", que, inclusive, queria ir à CPMI para prestar esclarecimentos e disse que Lulinha recebeu 25 milhões de reais do "Careca do INSS" e recebia 300 mil reais de mesada. Nós agora também entendemos por que a Esquerda rejeitou, na CPMI do INSS, a convocação de Lulinha. Amanhã, inclusive, na CPMI do INSS, haverá outro requerimento para a convocação de Lulinha. Vamos ver como será a conduta da base governista, da Esquerda, do PT, se eles vão ter a pachorra de blindar mais uma vez Lulinha, porque o que está acontecendo lá é blindagem. E outro depoimento explosivo está para acontecer, aliás, é a delação do próprio "Careca do INSS". Estão dizendo que vai sobrar até para o Frei Chico. E eu acredito que vai chegar até o mentor desse esquema, que é o descondenado Lula. Obrigado. - 24/02/2026
O Deputado discutiu o Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei (PL) nº 5.582, de 2025, que dispõe sobre o combate às organizações criminosas no País (PL Antifacção). Ademais, sustentou que a operação policial no Estado do Rio de Janeiro evidenciou cenário de “guerra civil não declarada” e responsabilizou o Presidente Lula pela fragilidade do enfrentamento ao crime organizado. Além disso, condenou a proposta original encaminhada pelo Governo por não combater as facções e as alterações no Senado por reduzirem penas e ampliarem benefícios a presidiários. Por fim, contestou as críticas da Esquerda ao parecer do Relator, Deputado Derrite, defendendo que o texto visa prender integrantes de facções e milícias e que moradores de comunidades seriam os principais beneficiados.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,favorável Operação policial,Rio de Janeiro (Estado),Política de segurança pública,Governo federal,Crime organizado Projeto de lei ordinária,Governo federal,Política de segurança pública,Organização criminosa,Substitutivo,Senado Federal,benefício,Criminoso,redução,Pena,Esquerda política,Parecer (proposição legislativa),Relator,Deputado federal,Favela
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, primeiramente, eu gostaria de parabenizar o Relator da matéria, o nosso Senador Derrite já estou aqui profetizando , que fez um brilhante relatório, corrigiu aquela patifaria que foi enviada pelo Governo Federal. Aquela operação que ocorreu no Estado do Rio demonstrou que o Brasil, sobretudo o Estado do Rio, vive uma guerra civil não declarada. E o Governo Lula tem boa parte de contribuição nisso. Há algumas semanas, soubemos da visão que Lula tem do crime organizado e dos traficantes. Para ele, os traficantes são vítimas dos usuários. Percebendo, no caso daquela operação, a catástrofe que ia acontecer em relação à imagem do Governo, Lula correu para fazer um projeto, que era horrível, na verdade não combatia em nada as facções e o crime organizado. Passava pano, queria somente fazer algo para inglês ver. E o nosso Relator Derrite elaborou um relatório brilhante, para realmente combater o crime organizado. Nós vimos, lá no Senado, um Relator que quis realizar mudanças que afrouxavam novamente todas as medidas para combater o crime organizado. Queria fazer voltar o voto dos criminosos, o voto dos presidiários. Para quê? Evidentemente, para beneficiar o ex-presidiário e descondenado Lula. Queria também reduzir penas, fazer voltar o auxílio-reclusão para líderes de organizações criminosas. Eu fiquei aqui ouvindo atentamente algumas falas de Parlamentares de esquerda. Ouvi um Parlamentar dizer que o relatório do Deputado Derrite serve para punir pobre e favelado. Olhem a visão que a Esquerda tem do pobre e do favelado. Olhem a visão que eles têm dos moradores de comunidade. Para eles, todo mundo lá é faccionado. Para eles, todos que moram em comunidade são potenciais criminosos. Este projeto não tem o objetivo de atacar, de prender, de fazer com que paguem aquelas pessoas que são cidadãos de bem, que compõem a maioria nas comunidades. O seu objetivo é prender faccionados, é prender integrantes do Comando Vermelho, do Terceiro Comando Puro, de milícias, que causam terror e pânico nas pessoas que moram nas comunidades. Sabem quem é que está feliz com este relatório do Deputado Derrite? Não somos só nós, é sobretudo a senhora que mora na comunidade, é o estudante que muitas vezes não pode ir a outra comunidade porque é dominada por outra facção. Parabéns, Deputado Derrite! Vamos aprovar aqui este texto. E o Governo Lula não tem nenhum mérito nisso. Obrigado. - 10/02/2026
O Deputado criticou a ausência de Breves Comunicações e afirmou que houve tentativa de impedir debates sobre o caso Master na Câmara. Declarou ter protocolado pedido de CPMI com 281 assinaturas e acusou Governo e partidos de esquerda de apoiar iniciativas que não avançariam. Também criticou a condução do Congresso e cobrou a instalação da CPMI, afirmando que a medida era necessária para garantir transparência, apuração dos fatos e exercício das prerrogativas legislativas.
Palavras-chave oficiais: Ordem do Dia do Plenário,Breves comunicações,ausência,Crítica Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,instalação,Defesa
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, nós estamos vendo uma grande "operação abafa" acontecendo em torno do caso Master. Estamos vendo o Supremo Tribunal Federal, a todo o momento, fazer blindagens para que não avancem investigações sobre seus membros. E estamos vendo também uma "operação abafa" ocorrendo aqui na Câmara dos Deputados. É inacreditável que, pela segunda semana consecutiva, após o início do ano legislativo, não tenhamos Breves Comunicações. A fase das Breves Comunicações é o momento que temos para nos comunicar com nossos eleitores, para falar com o eleitorado, inclusive sobre o caso Master, que é o caso mais escandaloso de corrupção da nossa história. Na semana passada, inclusive, protocolei um pedido de CPMI, com um recorde histórico de assinaturas. Foram 281 assinaturas para fazer uma investigação sobre esse caso. Eram necessárias 198 assinaturas, e nós tivemos muito acima do que o necessário. Vale destacar que o Governo, o PT e os Deputados do PSOL, de esquerda, estão dizendo que apoiam um pedido de CPMI. Apoiam um pedido de CPI do Banco Master, mas não o meu, porque dizem que o pedido de CPMI do Banco Master, feito pelo Deputado Carlos Jordy, da Oposição, na verdade está politizando a situação e que é um revanchismo contra o Supremo Tribunal Federal. Eu vou provar aqui que isso é uma grande mentira. O cidadão brasileiro que está nos acompanhando tem que compreender o que está acontecendo, nesse grande teatro que está sendo promovido pelo Governo Lula em torno da CPMI. Existem quatro pedidos de CPI tramitando no Congresso Nacional sobre o caso Master. Existe o pedido de CPI na Câmara, feito pelo ex-Governador do Distrito Federal, o Deputado Rodrigo Rollemberg, que, inclusive, contou com a minha assinatura e que possui assinaturas suficientes para instalação, é verdade, mas a CPI não será instalada. Não será porque há uma fila de quinze outros pedidos e segue uma ordem cronológica. Existe o pedido de instalação de CPMI de uma Deputada do PSOL e de uma Deputada da REDE, que também não será instalada porque não possui assinaturas suficientes e não estão preocupadas em fazer a coleta. Eu assinei ambos os pedidos de CPI. Existe também o meu pedido de CPMI, que já foi protocolado, e existe ainda um pedido de CPI no Senado. Eu vou voltar a falar mais tarde a respeito desse. O PT, o Governo, está dizendo que apoia as duas que não são a minha. E as duas não serão instaladas. Por quê? Porque não há interesse nas investigações. Estão dizendo que eu estou politizando a situação. Estou politizando uma ova! Politizar é querer que se investigue a esposa de um Ministro que tem um contrato milionário de 129 milhões de reais com o Banco Master, sem nenhum registro de atuação na defesa desse banco, no Banco Central? Politizar é querer saber por que o Ministro Dias Toffoli voou num jatinho com advogados de diretores do Banco Master, depois, avocou competência para si e determinou sigilo absoluto no processo? Aliás, o Ministro Dias Toffoli tem dois irmãos que eram donos do Resort Tayayá, ligado ao Banco Master, que depois foi vendido. Descobriu-se que, na verdade, os dois irmãos são "laranja" do Ministro. Isso é politizar? Politizar é querer saber sobre as reuniões secretas entre Vorcaro, o ex-Presidente do BRB e o Ministro Alexandre de Moraes? Politizar é querer entender o contrato de consultoria de Lewandowski no valor de 6,5 milhões de reais, quando ele saiu do STF e, logo em seguida, foi ser Ministro da Justiça? Politizar é querer entender as reuniões secretas fora da agenda oficial de Lula, Galípolo e Vorcaro, ex-Presidente do Banco Master? Isso é politizar? Na verdade, o Governo não tem interesse nessas investigações por todos esses motivos, mas V.Exas. precisam entender dois motivos cruciais. O primeiro se chama Maridt Participações. Gravem esse nome Maridt: "Mari", de Marília, cidade de São Paulo, e "dt", de Dias Toffoli. Essa empresa era de dois irmãos de Toffoli, donos do Resort Tayayá. Foi vendida essa participação no resort, e investigações sobre a empresa demonstram que os recursos que caíram na conta da Maridt foram repassados para a conta corrente de Dias Toffoli. Não é à toa que a empresa possui as iniciais D e T. Há outro ponto específico: por que os governistas são contra a nossa CPMI? Porque há a participação do Credcesta, que envolve o petismo baiano, o lulopetismo baiano, nos consignados que foram feitos junto com o Banco Master, na época Banco Máxima. O banco acabou se fortalecendo a partir daqueles consignados. O banco teve a entrada de um montante de recursos enorme. Se o Banco Master era daquele tamanho, cresceu daquela forma, foi graças ao petismo baiano, graças a Rui Costa, a Jaques Wagner. E eles devem ser investigados. Eles devem ser chamados à CPMI para explicar tudo isso. Agora, existe um ponto que está me deixando revoltado: a blindagem que está sendo feita, inclusive, envolvendo o Sr. Alcolumbre, Presidente do Congresso Nacional. O Presidente Alcolumbre, estão dizendo, não quer fazer a instalação da nossa CPMI, que é automática. É preciso uma sessão do Congresso Nacional, faz-se a leitura do requerimento e faz-se a instalação da CPMI. Sabem qual é o artifício que ele está utilizando? Estão dizendo por aí e eu espero que seja só um boato que ele vai postergar a sessão do Congresso Nacional e vai instalar a CPI do Senado, porque lá ele tem controle, lá ele tem os Senadores em suas mãos e vai fazer a blindagem para si e para os Ministros do Supremo. Isso nós não vamos aceitar. Não vamos aceitar! O Senador Alcolumbre, pelo menos uma vez, tem que cumprir o seu papel como Presidente do Congresso Nacional. Não defende as prerrogativas, faz com que o STF possa interferir nas decisões do Congresso, da Câmara, não permite votar a anistia, não permite que nós exerçamos o nosso compromisso como Deputados, engaveta processos contra Ministros do Supremo que cometem crimes de responsabilidade. Agora ele precisa instalar essa CPMI. Se não o fizer, as suspeitas contra ele se consolidarão. - 10/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Representação nº 2, de 2025, que representa em desfavor da Senhora Deputada Carla Zambelli, em razão de condenação criminal transitada em julgado.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Representação contra deputado,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, agora nós vamos ver a coerência do outro lado, a coerência dos governistas e da Esquerda, que pediam que nós não cassássemos o mandato do Deputado Glauber Braga. Eles trazem a argumentação de que não há mais nada a se fazer, porque a Deputada Carla Zambelli já foi condenada e já há trânsito em julgado. Primeiro, o processo foi totalmente ilegal, foi um processo de perseguição. Não houve provas para a condenação da Deputada Carla Zambelli. Ainda que a justificativa seja de que ela já está condenada e não há como ela exercer seu mandato, ela não é cassada automaticamente. Ela só é cassada depois que atingir o número de faltas, e isso só vai acontecer no ano que vem. Não contem com a nossa digital para endossar essa perseguição, esse processo ilegal feito pelo Supremo Tribunal Federal. Agora nós pedimos a vocês coerência. Orientamos "sim" à retirada de pauta. - 10/12/2025
O Deputado se manifestou contrariamente à aprovação da Emenda de Plenário nº 1 ao Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que comuta a penalidade de cassação do mandato pela penalidade de suspensão do exercício do mandato do Deputado Glauber Braga.
Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Suspensão (penalidade),Mandato parlamentar,Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rio de Janeiro (Estado),contrário
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, sobretudo os Deputados de centro, muitos estão aqui sensibilizados, com compaixão, depois de ouvirem aqui relatos muito emocionados do Deputado Glauber, de sua esposa, e estão cedendo para uma pena de suspensão. Nós vamos manter a nossa coerência pela cassação. Nós vamos rejeitar esta preferência e vamos aprovar o projeto do Conselho de Ética. Eu espero que vocês tenham consciência do que estão fazendo, porque esses que estão pedindo compaixão não a terão por vocês, por ninguém aqui. Olhem aqui a reportagem do Metrópoles: "Glauber e aliados protocolam representação criminal contra Motta na PGR". É esse tipo de postura que eles têm. Eles não têm complacência, não têm nenhum tipo de compaixão por nós. Vamos rejeitar a preferência e vamos votar pela cassação do arruaceiro. Obrigado. - 10/12/2025
O Deputado reagiu às declarações do Deputado Hildo Rocha, afirmando que ele havia acusado a bancada do PL de ter muitos corruptos sem apresentar provas. Exigiu que Hildo Rocha citasse nominalmente quem seriam os supostos corruptos, classificando a acusação como leviana e ofensiva.
Palavras-chave oficiais: Resposta,Discurso parlamentar,Acusação,Bancada parlamentar,Partido Liberal (PL),Corrupção,ausência,Prova (direito civil)
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Deputado Hildo Rocha fez aqui questionamentos, fez aqui uma reclamação sobre o Deputado Zé Trovão e agora acusou a nossa bancada de ter muitos corruptos. Ele disse que o PL tem muitos corruptos. Eu gostaria que agora ele fosse homem para citar quem são os corruptos. Ele é muito macho para cobrar postura de homem, mas, quando chega aqui, para acusar a nossa bancada, faz acusação leviana, sim! Moleque, você é um moleque! - 10/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Destaque de Preferência da Emenda de Plenário nº 1, apresentada ao Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que declara a perda do mandato do Deputado Glauber Braga por procedimento incompatível com o decoro parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Destaque de preferência,Emenda de plenário,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta "não" ao destaque de preferência. Queremos que seja votado o projeto da forma como está, o substitutivo pela cassação do mandato do Deputado Glauber Braga, que vem sendo um arruaceiro, uma pessoa que afronta a todos aqui. A coerência que eles nos pedem aqui, dizendo que se vai abrir um precedente horrível contra a Câmara dos Deputados, eles não tiveram contra o Deputado Daniel Silveira. Não pensaram na proporcionalidade contra o Deputado Daniel Silveira, que estava resguardado pelo § 2º do art. 53, o da imunidade formal. Ele foi preso com o voto de cada um de vocês, que disseram que ele cometeu atentado contra o Estado Democrático de Direito. Aquilo foi a maior violação cometida contra este Parlamento. Então, não há como ter coerência em relação a alguém que agora pede clemência, mas que jogou na cova dos leões Daniel Silveira. "Não" ao destaque e "sim" à cassação do Deputado Glauber Braga. Obrigado. - 03/12/2025
O Deputado afirmou que a recente decisão do Ministro Gilmar Mendes representou um retrocesso institucional ao alterar o rito de impeachment de Ministros do Supremo Tribunal Federal. Relembrou que a PEC das prerrogativas buscava restabelecer garantias constitucionais e conter abusos do Judiciário, destacando que foi criticada pela imprensa e por Ministros do STF. Mencionou que a nova interpretação da Corte retirou dos cidadãos a possibilidade de apresentar pedidos de impeachment e elevou o quórum para abertura de processos no Senado, o que classificou como uma blindagem indevida. Por fim, defendeu que o Congresso reaja, avance em propostas de mudança constitucional e impeça que o STF concentre poderes que, segundo ele, deveriam permanecer com o Legislativo.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,Decisão,Congresso Nacional,Usurpação de competência,Crítica Proposta de Emenda à Constituição,Supremo Tribunal Federal (STF),Imunidade parlamentar,Prerrogativa constitucional
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, há poucos dias, nós votamos a PEC das prerrogativas, uma PEC que todos nós tínhamos consciência de que seria para defender as nossas prerrogativas e serviria para nos defender dos abusos e arbitrariedades que vêm sendo cometidas pelos Ministros do Supremo Tribunal Federal. A PEC não inovava nada, a não ser trazer novamente o texto constitucional antes de 2000, e estabelecia um rito impedindo que houvesse tantos abusos contra os Parlamentares, sobretudo contra os Deputados, que são os mais perseguidos atualmente. Nós fomos massacrados pela imprensa, pela opinião pública. Chamaram-na de PEC da blindagem. Eu me recordo de que diversos Ministros do Supremo Tribunal Federal comentaram a PEC da blindagem. Um deles foi o Ministro Gilmar Mendes. Foi publicado: Gilmar diz que PEC da blindagem não interrompe processos em curso e que a STF vai avaliar efeitos. Nós estávamos também buscando a aprovação do fim do foro de prerrogativa de função, essa coleira que os Ministros utilizam para nos chantagear, para ficarmos embaixo dos seus braços. Segundo outra matéria, o Ministro Gilmar Mendes disse que a PEC do foro privilegiado é casuísmo que já gerou episódios lamentáveis. Ora bolas, nada como um dia após o outro. Casuísmo é o que Gilmar Mendes e o Supremo Tribunal Federal estão fazendo neste momento com essa ADPF, ou seja, legislando no nosso lugar. O Ministro Gilmar Mendes simplesmente hoje disse o seguinte: "A Lei do Impeachment não vale mais da forma como está prevista", ao menos para os Ministros do Supremo Tribunal Federal. Hoje, qual é o rito? Qualquer um, inclusive o Vereador Rodrigo Marcial, de Curitiba, que está aqui, pode fazer. Ele pode trazer um pedido de impeachment de Alexandre de Moraes, demonstrando todas as atrocidades que ele vem cometendo contra cidadãos, contra Parlamentares. Inclusive, eu fui vítima de Alexandre de Moraes, que determinou uma busca e apreensão totalmente ilegal e inconstitucional na minha casa. Levaram computador, levaram minha arma registrada, meu celular, meu passaporte diplomático, e não me devolveram nada, sem que eu tivesse relação alguma com o 8 de Janeiro. O Vereador estaria fazendo isso como um cidadão, como qualquer cidadão num Estado Democrático de Direito poderia fazer um pedido de impeachment. A Mesa do Senado avalia se é crime de responsabilidade ou não. Hoje, esse instrumento de freios e contrapesos já se tornou obsoleto, não funciona. Olha quantos pedidos de impeachment existem contra Alexandre de Moraes, contra Gilmar Mendes, contra diversos Ministros como o próprio Barroso, que falou que venceu, derrotou o bolsonarismo. Nós fizemos um pedido de impeachment, e esses Senadores, Presidentes do Senado, simplesmente sentaram nesses processos. Agora, de forma casuística, sabendo que se aproxima uma eleição e que nós teremos força para eleger o maior número de Senadores, Gilmar Mendes simplesmente diz que a Lei do Impeachment não vai ser mais aplicada dessa forma. Sabe como vai ser? Ninguém mais pode fazer pedido contra Ministro do STF. Ele simplesmente diz que somente o PGR pode fazer pedido de impeachment e, ainda, muda o quórum de aceitação de pedido de impeachment no Senado Federal contra Ministro do Supremo, não mais 41, não mais maioria absoluta, sim, maioria qualificada, 54, para tornar mais difícil, aliás, inviabilizar qualquer tipo de processo de impeachment contra Ministros do Supremo Tribunal Federal. Esse é o verdadeiro golpe de Estado. Esse é um golpe contra a democracia. Esta é a verdadeira blindagem: "ADPF da blindagem", com a grande diferença de que a PEC que estavam chamando de blindagem teria o voto dos Parlamentares, que tiveram endosso da população. Ele simplesmente, numa canetada, está dizendo que a lei não vale mais para eles. Ele simplesmente está, mais uma vez, usurpando a competência do Congresso Nacional para poder se blindar. Nós estamos vendo os Parlamentares de Esquerda todos calados. A imprensa finalmente começou a falar a respeito disso. Eu fui até o Senado Federal para ouvir o que tinha para dizer a respeito disso o Senador Alcolumbre, Presidente do Congresso Nacional. Ele falou um monte, uma groselha danada, choveu no molhado, disse que vai defender prerrogativa. Nunca defendeu prerrogativa do Congresso Nacional, e agora está dizendo que vai defender. Eu estou vendo alguns Deputados e Senadores dizendo que finalmente o Congresso está unido, que conseguiu se unir, mas uma coisa me chamou a atenção no discurso de Alcolumbre. Ele falou que agora é necessário votar uma nova lei do impeachment, inclusive, abrangendo os Ministros do STF, e essa lei seria de autoria do Rodrigo Pacheco. Não, isso nós não podemos aceitar. Sinceramente, Gilmar Mendes é uma figura muito inteligente, é alguém que tem casco, que tem história. Ele não faria isso de uma forma que pudesse simplesmente gerar uma polêmica e um desgaste à imagem do Supremo Tribunal. Ao meu ver, pode haver um jogo de cartas marcadas para aprovação de uma nova lei do impeachment que os blinde mais ainda, e é isso o que nós não podemos aceitar. Existem diversas PECs que agora estão sendo protocoladas para colocar na Constituição, no texto constitucional, que o rito do processo de impeachment, na verdade, deve ser até mais flexível do que é hoje, porque hoje nós estamos vendo esse instrumento de freios e contrapesos totalmente obsoleto, prostituído por um Senado Federal que está de cócoras. E agora, se não reagirmos, será o fim, será a verdadeira Venezuela que estará acontecendo em nosso País esse é o verdadeiro golpe de estado. Obrigado. - 02/12/2025Breves Comunicações
O Deputado comentou a morte do jovem conhecido como Vaqueirinho, de 19 anos, que entrou na jaula de uma leoa em um zoológico. Afirmou que o episódio teve relação com a política antimanicomial prevista na Resolução nº 487, de 2023 do CNJ, que, segundo ele, retirou a competência do Parlamento e levou ao fechamento de hospitais de custódia. Por fim, defendeu a aprovação do Projeto de lei nº 1.637, de 2019, e do PDL que susta a norma do CNJ.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposição da medida de segurança para inimputável,Perícia médica,internação Conselho Nacional de Justiça (CNJ),Resolução,Hospital de custódia e tratamento psiquiátrico,fechamento,contrário João Pessoa (PB),Jardim zoológico,Jovem,Transtorno mental,Falecimento Projeto de decreto legislativo,Conselho Nacional de Justiça (CNJ),Resolução,Política antimanicomial,sustação
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Sr. Presidente, Srs. Deputados, nesse final de semana, nós assistimos a cenas muito tristes e chocantes de um jovem chamado Vaqueirinho, de 19 anos, que pulou na jaula de um zoológico, onde estava uma leoa. Ele foi, evidentemente, devorado por aquela leoa. Nós vimos muitas pessoas questionando de quem seria a culpa. Houve gente querendo culpar a leoa. É evidente que não há culpa alguma por parte da leoa, porque ela age por instinto. E houve gente culpando também o zoológico, que não tem culpa nenhuma. A culpa desse assassinato não foi um suicídio , a culpa dessa morte é do Poder Judiciário, é do CNJ. Esse jovem tinha transtornos mentais muito graves. Esse jovem, que inclusive tinha uma história muito triste existem vídeos de quando ele, com 3 anos de idade, caminhou sozinho à beira de uma rodovia e foi resgatado pela Polícia Rodoviária Federal , tinha diversas passagens pela polícia, diversas passagens por hospitais psiquiátricos. Ele foi vítima do CNJ, porque o CNJ fez aquela política antimanicomial, através da Resolução nº 487, de 2023, uma resolução que usurpou nossa competência e que teve aplausos da Esquerda, uma resolução que determinou o fechamento dos hospitais de custódia, o fechamento dos hospitais psiquiátricos. Nós dissemos aqui, naquela oportunidade, que isso era grave, que isso geraria uma comoção intestina muito grande no nosso País, um colapso na segurança pública, um colapso social. E é o que está acontecendo, porque, inclusive naquele Estado, no Estado da Paraíba, um hospital de custódia, um hospital psiquiátrico foi fechado. Vaqueirinho foi enviado para um Centro de Atenção Psicossocial CAPS e fugiu de lá. Isso é evidente. Nós alertamos que, a partir do fechamento dos hospitais psiquiátricos, com essa política antimanicomial ideológica, criminosos estariam nas ruas, pedófilos, estupradores, mas também pessoas como Vaqueirinho, que era um simples jovem, que tinha direito a ter uma vida toda pela frente e que teve uma morte trágica, porque não teve o seu tratamento. Nós aprovamos aqui o Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, que tem inclusive um apensado meu, que reestrutura os hospitais de custódia, os hospitais psiquiátricos, para atenderem pessoas como ele e criminosos que cometeram crimes graves. Ele está parado no Senado. Nós temos também um PDL do Deputado Kim Kataguiri que susta essa norma bizarra, uma afronta ao Parlamento, que gera todo esse colapso social na nossa sociedade, que susta essa medida arbitrária, que gera toda essa intranquilidade na nossa sociedade. Precisamos avançar com eles, para impedir que esse caos, que foi instalado pelo CNJ, possa persistir no nosso País. Vaqueirinho tinha uma vida toda pela frente. Mas para aqueles que ainda podem ter um tratamento... O SR. PRESIDENTE (Icaro de Valmir. PL - SE) - Peço-lhe que conclua, Deputado, por gentileza. O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ) - Para aqueles que ainda carecem de tratamento, nós precisamos aprovar o PL que já foi aprovado aqui e o PDL, para sustar essa arbitrariedade feita pelo CNJ. Obrigado. - 18/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de destaque de preferência ao texto original do Projeto de lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário,Texto legislativo,Requerimento de destaque de preferência
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta "não" a esse destaque de preferência. O texto original é frouxo, não pune com rigor os faccionados, o crime organizado. Foi feito um brilhante relatório pelo Deputado Derrite. Eu ouvi aqui Deputados de esquerda e Deputados governistas dizendo que esse projeto serve para criminalizar os pobres, as periferias, a população da favela. É mentira! Eles se apegam ao art. 3º, que fala que constitui crime a prática das seguintes condutas: promover ou fundar organização criminosa ultraviolenta, paramilitar ou milícia, ou a elas aderir, assim como apoiá-las de qualquer forma, além de outras tipificações, que é evidente que são apoio, são incentivo, contribuem para as facções, para o crime organizado. Eles não estão preocupados com a população das comunidades, que inclusive é, 80% dela, favorável à criminalização, à punição, às megaoperações contra os faccionados que estão... - 05/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 3, de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), que dispõe sobre o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e a garantia dos seus direitos.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,favorável
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu quero recapitular aqui o que aconteceu desde que Lula assumiu o Governo. Na campanha de 2022, quando nós dissemos que Lula e a Esquerda eram a favor do aborto, fomos censurados. Lula fez um exercício de retórica, uma ginástica mental, para dizer que não, que ele era a favor da vida, e tentou dizer que ele era contra o aborto. Quando ele foi eleito, num dos primeiros atos do seu Governo, em 17 de janeiro de 2023, o que ele fez? Retirou o Brasil do Consenso de Genebra, uma aliança internacional antiaborto. Não satisfeito, depois veio essa resolução do Conanda, uma resolução que exorbita do seu poder regulamentar para inovar no ordenamento jurídico e permitir que haja hipóteses de aborto, que haja possibilidades de aborto que não estão previstas na legislação. Nós vemos, por exemplo, a resolução trazendo inovações, no sentido de conferir a categoria de aborto como um direito, colocando o aborto como se fosse um direito. Aborto não é um direito! Aborto é um crime, está previsto no Código Penal, e existem as excludentes de punibilidade que estão previstas no art. 128. Então, não há aborto legal. Há crime, que não é punível naquelas hipóteses que todos nós já conhecemos. Outra afronta à nossa legislação está no Código Civil. O art. 3º fala que são absolutamente incapazes os menores de 16 anos. Isso significa que eles não podem executar qualquer ato da vida civil sem que o façam através de seus responsáveis. E essa resolução permite que crianças possam fazer aborto sem o consentimento e sem o conhecimento de seus pais. Nós vemos aqui a falácia do espantalho. Eles dizem o seguinte: "Como assim? Muitos dos estupros ocorrem dentro de casa. E vai haver o consentimento dos pais?" É evidente que isso não se aplica nesses casos. Nesses casos, o pai estuprador já deve ser punido, ele já será punido. E a criança estuprada também terá a capacidade de fazer o aborto, resguardada, segundo o art. 128, pela excludente de punibilidade. O que nós estamos vendo são esses abortistas dizerem que estão defendendo a criança, com essa retórica de que nós somos os estupradores, defensores de estupradores, enquanto nós estamos defendendo a vida desde a sua concepção. Quem defende os estupradores são vocês, porque, quando nós tivemos aqui a votação para castração química de estupradores, todos fizeram coro e votaram contra aquela medida. Por isso, Sr. Presidente, neste momento a Câmara dos Deputados faz um acerto imenso. Nunca tivemos um PDL que realmente fosse tão efetivo para sustar uma medida que exorbita do nosso poder regulamentar. Se alguém pode legislar sobre este tema é a Câmara dos Deputados, mas a Constituição prevê o direito à vida desde a sua concepção. Vamos revogar a... (Desligamento do microfone.) O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ) - Vou concluir, Sr. Presidente. Vamos revogar, vamos sustar a "resolução da morte". Obrigado. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Decreto Legislativo nº 3 de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de decreto legislativo,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "não", até porque este já é um tema amplamente discutido. Nós temos realmente que votar o PDL para que seja sustada essa resolução que extrapolou os limites legais de atuação do Poder Executivo. O Conanda legislou, usurpando a competência do Congresso Nacional. Veja bem, não há previsão constitucional de direito a aborto. O aborto é um crime. O que há, isto sim, são previsões de extinção de punibilidade, unicamente isso. Mas eles foram além. Eles violaram o Código Civil. O Código Civil, no art. 3º, estabelece que menores de 16 anos são absolutamente incapazes. O que significa ser absolutamente incapaz? Ser absolutamente incapaz significa que a pessoa não pode exercer pessoalmente os atos da vida civil, devendo ser representada por um responsável legal. Então, uma criança não pode fazer o aborto sem o consentimento, sem o conhecimento dos pais. Eles dizem que nós defendemos estupradores, mas quem defende estupradores são eles, que votaram contra a castração química de estupradores. Cruzem os votos de hoje com os daquela votação e vão ver que cada um desses Deputados e cada uma dessas Deputadas votou contra a castração química de estupradores. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Decreto Legislativo nº 3, de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA), no que concerne ao atendimento de vítimas crianças e adolescentes de violência sexual.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,Voto favorável,Partido Liberal (PL)
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, você percebe as falácias que são trazidas por esses defensores da cultura da morte quando ouve, por exemplo, a Deputada que nos antecedeu questionando: "O que vocês fariam se fossem as suas filhas?" Está certo. Caberia a nós decidir. Nós, os pais, desejarmos definir aquilo que pode ser feito pelas nossas filhas se é o aborto ou não , porque isso já é previsto no nosso ordenamento... A SRA. SÂMIA BOMFIM (Bloco/PSOL - SP) - Fariam! Fariam! É óbvio que fariam! Ou o senhor não ama a sua filha?! Fariam, com certeza! O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. PL - RJ) - Deputada, vamos respeitar o Deputado que está com a palavra, por favor. Eu gostaria de pedir aos Srs. Deputados que respeitassem a vez de quem está usando o microfone para nós termos uma sessão ordeira. Eu sempre tenho concedido a palavra a todos. Então, peço respeito aos Deputados que estão ao microfone. Com a palavra o Deputado Jordy. Restituam o tempo de S.Exa., por favor. O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ) - Sr. Presidente, eu já estou acostumado com a falta de educação desse pessoal que só quer ganhar no grito. Enfim, a nossa legislação já estabelece que o aborto é crime e especifica os casos de extinção de punibilidade não é um direito, que é o que essa resolução estabeleceu. Quando ela coloca o aborto como um direito, faz com que o Estado seja um promotor de política pública voltada para esse tipo de crime! Não há previsão disso no nosso ordenamento jurídico! E mais, a resolução colide com o nosso ordenamento jurídico também ao contrariar o Código Civil, que determina, no art. 3º, que menores de 16 são absolutamente incapazes. Ela estabelece que as menores podem fazer aborto sem o consentimento, sem o conhecimento, sem a anuência dos pais, retirando deles o poder pátrio, retirando o poder da família, exorbitando o poder regulamentar. É por isso que deve, sim, ser retirada do nosso ordenamento essa resolução. - 05/11/2025
O Deputado rebateu o argumento anterior afirmando que o Projeto de Decreto Legislativo nº 3, de 2025, busca sustar uma resolução do Conanda que extrapolaria o poder regulamentar. Declarou que a resolução fere a Constituição, pois trata o aborto como um direito, quando, na sua visão, o aborto é um crime, ainda que existam exceções legais que extinguem a punibilidade. Ressaltou que o objetivo do projeto não é revogar essas exceções, mas impedir que a resolução crie uma nova interpretação, obrigando o poder público a promover políticas de aborto. Além disso, apontou um conflito com o artigo 3º do Código Civil, que considera menores de 16 anos absolutamente incapazes, ao permitir que esses menores realizem aborto sem autorização.
Palavras-chave oficiais: Resposta,Discurso parlamentar,Deputada federal,Projeto de decreto legislativo,sustação,Resolução,Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda),extrapolação,Poder regulamentar,Aborto,Crime,exceção,Extinção da punibilidade,Conflito,Código Civil (2002),Menor de idade,Incapacidade absoluta
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero responder à Deputada que me antecedeu. Ela disse que esse PDL quer sustar um regulamento, um decreto, uma resolução que foi feita pelo Conanda e que não exorbita do poder regulamentar. Mentira! Pelo contrário, a resolução colide frontalmente com a nossa Constituição, uma vez que estabelece como direito o aborto, e aborto não é um direito; o aborto é crime. Existem, sim, as hipóteses de extinção de punibilidade, que já estão na lei. Nós não queremos revogar o que está previsto na lei. Acontece que a resolução extrapolou os limites, estabelecendo que o aborto é um direito. E, sendo um direito, o poder público deve promover políticas nesse sentido. E ela ainda conflita com o art. 3º do nosso Código Civil, que diz que os menores de 16 anos são absolutamente incapazes, pois estabelece que menores podem fazer aborto sem autorização. (Desligamento do microfone.) - 04/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria orienta "não", Sr. Presidente. O Governo Lula é o governo do amor: do amor ao imposto, do amor ao dinheiro do povo brasileiro. Já é o 28º imposto criado ou aumentado neste desgoverno. Trata-se de um governo que tira dinheiro do povo brasileiro para pagar cargo, Ministério, viagens de Lula, iate na COP, para a Janja ficar fazendo sua dancinha. Mas ele não entrega o mínimo para a população, como saúde, educação, segurança pública. Ficou evidente isso no Rio de Janeiro. Quanto a esta falácia que eles trazem aqui, de que este recurso é para fomentar o setor audiovisual, eles têm recurso para isto. Só neste ano, já chega quase a 3 trilhões de reais a arrecadação, é recorde nacional. Como eles não têm dinheiro para fazer isso? Mas eles têm que tirar mais dinheiro e vão dizer que o imposto é para as empresas. Só que as empresas vão repassar para o consumidor, o que vai encarecer o serviço. Cidadão que está assistindo a esta sessão, lembre-se, quando for pagar a Netflix e quando o Amazon Prime estiver mais caro, de que a culpa é do Governo Lula. Obrigado. - 04/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, este é um daqueles projetos que me recordam da "taxa das blusinhas". Naquela época, as pessoas questionaram o Governo Lula, criticaram o Governo Lula por criar mais esse imposto. A Janja foi questionada e disse que o imposto não era para o cidadão, mas para as empresas. É evidente que vai acontecer o mesmo com esse imposto. As plataformas, como Netflix e Amazon Prime, todas elas vão repassar o custo para o cidadão. As plataformas não vão deixar de arrecadar. Elas vão arrecadar a mesma coisa ou mais, mas o cidadão vai pagar mais caro. Para quê? Para que o Governo possa aumentar sua arrecadação, que já é recorde. Nós temos 3 trilhões de reais de arrecadação, e esse Governo não consegue dar à população saúde, educação, segurança. Isso ficou evidente no Rio de Janeiro. Sabem para que é o aumento de impostos? Para haver mais verba de publicidade este ano ele já gastou quase 1 bilhão de reais e se fazer mágica: falar bem do Governo. Orientamos "não" ao encerramento da discussão. - 04/11/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o processo movido pelo Partido dos Trabalhadores contra ele e outros quatro Parlamentares, após publicações nas redes sociais envolvendo o termo “partido dos traficantes”. Afirmou que a legenda utilizava a expressão contra o PL e reagiu replicando o termo ao PT. Citou reportagens que indicavam aproximação do Governo Federal com pessoas ligadas ao crime organizado e questionou a atuação do Ministério da Justiça. Também criticou o Executivo, afirmando que retira autonomia das forças estaduais. Cobrou ações efetivas do Governo no combate ao tráfico de drogas e às facções criminosas.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Tráfico de droga,Política de segurança pública,Governo federal
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O SR. CARLOS JORDY (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. "Partido dos traficantes". Esse foi o termo que explodiu nas redes sociais e fez com que o PT ficasse em polvorosa e processasse cinco Parlamentares: eu, o Deputado Nikolas, o Deputado Gayer, a Deputada Bia Kicis e o Senador Flávio Bolsonaro. Olhem a hipocrisia desses caras! Eles começaram a utilizar o termo "PL, partido dos traficantes" nas redes sociais e, em resposta, nós usamos o termo "PT, partido dos traficantes". É evidente que isso cola muito mais neles. As redes sociais repercutiram e amplificaram isso, e eles ficaram nos trending topics. Eles ficaram desesperados e estão nos processando. A alegação deles é a seguinte: nós estamos tentando utilizar a "chacina" inclusive, é isso que o PT utiliza na ação contra nós que houve no Rio de Janeiro, a operação que houve no Rio de Janeiro, para tentar associar o PT ao tráfico de drogas, aos traficantes. Vamos fazer de conta, então, que nada disto aqui que eu vou trazer aconteceu nada disto aqui! "Ministério da Justiça recebeu mulher de líder do Comando Vermelho", matéria de 13 de novembro de 2023. Essa senhora é a esposa do chefe do Comando Vermelho no Amazonas. Ela veio a Brasília para fazer reuniões no Ministério da Justiça. Ela faz parte de uma ONG cujo trabalho é fazer lóbi pelos carcerários, pelos presos, pelos presidiários. Ela simplesmente esteve com o Governo Lula. Mas há coisa pior: ela também teve passagens e três diárias custeadas pelo Governo Lula, pelo Ministério da Justiça. Vamos fazer de conta que nada disso aqui aconteceu. Vamos fazer de conta que isto aqui também não aconteceu: "Visita de Lula à Favela do Moinho foi articulada com ONG ligada ao PCC". Essa matéria é de 8 de julho de 2025. Alguns meses depois, em setembro, a responsável pela ONG, Alessandra Moja, que é irmã do chefe do tráfico nessa favela, que é um dos chefões do PCC, foi presa com drogas e com uma lista de moradores da comunidade. Ela dividiu o palco com o Lula. Vamos quebrar o retrovisor e fingir que nada disto aqui aconteceu também. Vamos fingir que isto aqui também não aconteceu: "Lula afirma que traficantes de drogas são vítimas de usuários". Isso aqui foi a cereja do bolo. Vamos deixar isso aqui para trás. Isso aqui é passado. Vamos olhar para a frente. Vejam esta aqui, então: "Lula recebeu 4 de cada 5 votos de eleitores presos". Vamos deixar isto aqui para trás. Vamos esquecer. Vamos ignorar que os presídios foram os locais onde houve mais festa após a eleição de Lula. Nos presídios, 80% dos presidiários celebraram a vitória de Lula. Vamos esquecer tudo isso. Vamos olhar para a frente. Eu gostaria de saber o que o desgoverno Lula está fazendo para efetivamente acabar com o tráfico de drogas, para combater o crime organizado, para combater o PCC, para combater o Comando Vermelho, para combater todas essas facções com as quais eles têm uma relação intrínseca todo mundo sabe disso. Não me venham com a PEC da Segurança Pública, porque todo mundo sabe que isso é um engodo. Essa PEC da Segurança Pública concentra os poderes da segurança pública na União, no Governo Federal. Ela retira dos Governadores e das polícias estaduais os poderes. Inclusive, se ela já estivesse aprovada, a operação no Rio de Janeiro não teria sequer acontecido. Também não me venham com esse PL antifacção, essa balela. Estão fazendo esse PL porque estão desesperados com a repercussão negativa do Governo. Eu quero ver se eles têm peito para aprovar o PL que classifica essas facções como crime organizado. É evidente que não têm! Lula e a Esquerda são "tigrões" para classificar os manifestantes do 8 de Janeiro como terroristas, mas são "tchutchucas" para combater os traficantes do Comando Vermelho e do PCC. Obrigado. - 28/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.750, de 2025, que altera a Lei n° 11.416, de 2006, que dispõe sobre as Carreiras dos Servidores do Poder Judiciário da União. Aproveitou para parabenizar as polícias militar e civil do Estado do Rio de Janeiro pela operação policial de combate ao crime organizado. Por fim, defendeu a apreciação de proposição que classifica como organizações terroristas as facções criminosas, como o Comando Vermelho, as milícias, o Terceiro Comando Puro e o Primeiro Comando da Capital.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Oposição política,Voto contrário Segurança pública,Proposta de Emenda à Constituição,Polícia Federal (PF),Organização criminosa,Presidência da Câmara dos Deputados,Rio de Janeiro (RJ),Violência,Pauta (processo legislativo),Organização terrorista
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O SR. CARLOS JORDY (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria e a Oposição orientam "não", pelas razões expostas no projeto anterior. Porém, eu gostaria de parabenizar as Polícias Militar e Civil do Estado do Rio de Janeiro pela efetiva operação deflagrada hoje no meu Estado. O Rio de Janeiro vive momentos de guerra, de terror, de pânico. O cidadão fluminense vive acuado nas mãos do crime organizado. Se houve um erro do Governo do Estado foi ter demorado muito para agir, porque nós estamos vendo o crime organizado avançar há anos. E a ADPF 635 possibilitou esse avanço de forma significativa, assim como a restruturação do tráfico de drogas das facções no meu Estado. A atuação foi efetiva. Foram presos 81 homens, apreendidos 75 fuzis e mortos sessenta criminosos. As únicas vítimas nessa operação foram dois militares do Bope e dois policiais civis, mortes que nós lamentamos. Eu quero pedir a V.Exa., Presidente, que possa pautar o projeto que classifica como organizações terroristas as facções criminosas Comando Vermelho, milícias, Terceiro Comando Puro e Primeiro Comando da Capital. O que eles fizeram hoje, em resposta à atuação do Estado, demonstra o que eles são: terroristas. E é assim que devem ser tratados. Obrigado. - 28/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.084, de 2025, que altera a Lei n° 11.416, de 2006, que dispõe sobre as Carreiras dos Servidores do Poder Judiciário da União.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. CARLOS JORDY (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, recentemente, nós votamos aqui projetos que garantiram benefícios adicionais para servidores de alguns tribunais. Para o STF, foram criadas mais de cem funções comissionadas, bem como para o STJ. A argumentação era exatamente esta: fazer com que os quadros permanecessem nesses órgãos, evitar a evasão para outros órgãos. Isso é um absurdo! Mais uma vez, estamos aqui estabelecendo benefícios. Eu sou servidor público de carreira. Então, não venham com nenhum tipo de argumentação de que sou contra servidor público. Num momento como este, em que o País está à bancarrota, com extrema irresponsabilidade fiscal, contando moedas para fechar a conta, nós vamos abrir ainda mais o orçamento, de forma desenfreada? Por isso, nós registramos o nosso voto contrário. - 15/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Sustação de Andamento de Ação Penal nº 2, de 2025, que susta o andamento de Ação Penal decorrente do recebimento da denúncia contida na Petição nº 10.972, em trâmite no Supremo Tribunal Federal, em desfavor do Senhor Deputado Gustavo Gayer.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,sustação,andamento,Ação penal,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. CARLOS JORDY (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, primeiramente, eu gostaria de parabenizá-lo pela sua coragem, por ter colocado esse tema em votação, para reafirmar o protagonismo e as nossas prerrogativas. Muitas vezes, V. Exa. é criticado. Hoje, tem que ser elogiado. Nós temos que defender, sim, o Congresso Nacional. O art. 53 é cristalino ao dizer que Deputados e Senadores são invioláveis penal e civilmente por quaisquer de suas palavras, opiniões e votos. A premissa que os Deputados de esquerda utilizam é falsa, porque eles dizem que a imunidade parlamentar não pode ser confundida com impunidade parlamentar, mas, na verdade, o Parlamentar que se excede em suas palavras não fica impune. Ele deve ser julgado, sim, mas pelo Conselho de Ética. Judicializar Deputado por suas palavras é fazer com que haja a volta do crime de opinião. Esvaziar o Parlamento é ultrajante. V.Exas. deveriam se envergonhar do que estão fazendo. Votamos "sim" à sustação de andamento de ação penal.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.