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Detector de Bananada
Foto de Carla Zambelli

Deputada · Câmara

Carla Zambelli

PL · SP

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Carla Zambelli Salgado de Oliveira · 46 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 59 de 100, Meio Banana0406080100

59/100

Meio Banana

Faz o básico, mas deixa a desejar.

Nota maior que a de 7% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 72%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 68%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 67%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 22%das 438 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 92%das 402 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

Redes oficiais de Carla Zambelli

Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

72%

Esteve em 194 de 271 sessões

Melhor que 3% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

68%

Registrou voto em 555 de 811 votações nominais

Melhor que 17% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 21 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 18 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

22%

Em 438 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 5% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

99 discursos na tribuna · de 12/02/2019 a 18/12/2024.

  • 18/12/2024Breves Comunicações

    A Deputada manifestou-se contra o Projeto de Lei nº 4.614, de 2024, argumentando que ele prejudicaria as pessoas com deficiência, principalmente ao utilizar critérios como a posse de bens para determinar o corte do Benefício de Prestação Continuada. Destacou que, muitas vezes, essas pessoas possuem uma casa, mas enfrentam dificuldades financeiras, o que não deveria ser um critério para negar o benefício. Também mencionou a dificuldade que idosos teriam para cumprir requisitos tecnológicos, como a biometria. Abordou, também, uma resolução do CONANDA, a ser votada em 23 de dezembro, que, segundo ela, poderia facilitar a realização de abortos sem a autorização dos pais, pedindo que a Oposição se unisse para impedir essa aprovação.

    Palavras-chave oficiais: Benefício de Prestação Continuada (BPC),Projeto de lei ordinária,alteração,Lei Orgânica da Assistência Social (1993),Pessoa com deficiência,Biometria Aborto,Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda),Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente, pela cessão da palavra. Eu gostaria de começar falando sobre o Projeto de Lei nº 4.614, de 2024. Peço a todos os Deputados, seja qual for a ideologia, que votem "não" a esse PL. Esse PL vai prejudicar muito as pessoas com deficiência. Por quê? Ele traz algumas questões que vão dificultar a vida dessas pessoas, como, por exemplo, o critério para a subsistência, que vai começar a equiparar a posse de bem ao sustento diário. É um completo absurdo! Às vezes, a pessoa que tem um filho com deficiência conseguiu comprar uma casinha. Eles querem colocar essa casa como patrimônio, para negar o BPC. Ocorre que, muitas vezes, as pessoas têm um teto, mas não têm comida na mesa. Então, isso não pode ser considerado como critério para o corte do BPC. Outra questão que também pode excluir milhares de pessoas é a dos requisitos tecnológicos: a pessoa terá que ir a algum lugar para fazer a biometria. Muitas vezes, idosos não têm capacidade de deslocamento, não têm capacidade de lidar com questões tecnológicas. Há outra questão que eu quero trazer aqui: uma resolução que o CONANDA quer votar no dia 23 de dezembro, véspera de Natal. Eles querem votar uma resolução que extrapola completamente as competências do CONANDA. É uma questão do Congresso. Essa resolução, se aprovada, vai abrir caminho para o aborto ser realizado em qualquer momento da gestação e, principalmente, sem a autorização dos pais. Nós não podemos deixar essa resolução passar. A Oposição já está unida em relação a isso. Se a resolução passar no dia 23 de dezembro... (Desligamento do microfone.)
  • 17/12/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 9 apresentada ao Projeto de Lei Complementar 210, de 2024, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, que institui regime fiscal sustentável para garantir a estabilidade macroeconômica do País e criar as condições adequadas ao crescimento socioeconômico, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei complementar,Partido Liberal (PL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PL orienta "sim", principalmente por conta do Comitê Paralímpico Brasileiro. Eu gostaria de chamar atenção dos Deputados de esquerda que isso impacta diretamente o Comitê Paralímpico, que é praticamente 100% bancado por esse recurso. Os senhores estão tirando das pessoas que têm deficiência a oportunidade de competir nas Paralimpíadas. O Comitê Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, é presidido pelo Mizael, que é cego e tem medalha de ouro olímpica pelo futebol de cegos. Esse dinheiro vai parar de ir para o Comitê Paralímpico. Se a Esquerda está preocupada com o esporte, que resgata da rua crianças e adolescentes que estão nas drogas, precisamos manter isso. Então, o voto do PL é "sim".
  • 17/12/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei Complementar nº 210, de 2024, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, que institui regime fiscal sustentável para garantir a estabilidade macroeconômica do País e criar as condições adequadas ao crescimento socioeconômico, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Minoria orienta "não" ao projeto, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao acordo. A nossa Líder Bia Kicis estava presente no momento do acordo, quando foi prometido que o DPVAT estaria fora do texto. Votamos "não" à retirada de pauta justamente para cumprir o acordo. Nós temos palavra, mas o Governo, não. Na hora de apresentar o projeto, o DPVAT voltou ao texto. Lembro que nós vamos destacar o DPVAT. O Deputado que votar a favor do retorno do DPVAT vai votar contra sua reeleição em 2026, porque o povo vai lembrar quem votou a favor disso. Votamos "não" ao texto também porque nós estamos cortando na carne. Os Deputados estão cortando na carne nesse texto, mas vemos o Governo simplesmente dar as costas para nós e dizer: "O Congresso tem que cortar na carne, mas o Governo continua gastando". Então, não podemos votar "sim" ao texto. A orientação é "não", Presidente.
  • 16/12/2024Breves Comunicações

    A Deputada comentou o julgamento da ação que visa à cassação de seu mandato no Tribunal Regional Eleitoral, iniciado pelo PSOL. Destacou que o processo tem como base ações como repercutir matérias da imprensa, defender princípios conservadores e compartilhar posicionamentos do Partido Liberal, além de exercer sua função de fiscalização. Criticou o fato de que, caso seja cassada, a vaga não será ocupada por seu suplente, mas pelo PSOL. Afirmou que essa tentativa de cassação busca silenciar os 946.244 eleitores que a escolheram. Reafirmou seu compromisso com a defesa de seus princípios e valores na Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Perda de mandato parlamentar,Deputada federal,Partido Liberal (PL),Tribunal Regional Eleitoral (TRE),Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, pela cessão da palavra. Obrigada, Deputado Otoni, por ter trocado de lugar comigo. Eu gostaria de falar aos senhores aqui hoje sobre o julgamento da ação que intenta a cassação do meu mandato e que ainda está em andamento no Tribunal Regional Eleitoral. O PSOL quer cassar o meu mandato por alguns motivos que eu vou mostrar aos senhores. Motivo nº 1: ter repercutido matérias da imprensa, ter dado voz à imprensa. Querem calar a imprensa. Motivo nº 2: ter dado voz à OAB, porque eu repercuti um vídeo da TV Justiça, em que o advogado de Daniel Silveira faz uma sustentação oral dentro do STF. Motivo nº 3: pela defesa dos meus princípios, dos meus eleitores e das minhas pautas conservadoras, com uma postagem que eu fiz, por exemplo, sobre o direito à legítima defesa. Motivo nº 4: pela minha fidelidade partidária, porque eu repercuti uma nota do meu partido, o Partido Liberal; eu simplesmente a compartilhei nas minhas redes sociais. Motivo nº 5: pelo exercício da minha função como Parlamentar, que tem como uma das principais tarefas fiscalizar as instituições. Esses são os motivos pelos quais estão tentando cassar o meu mandato e que estão dentro da ação. Mas existem fatos alheios ao processo, e eu não posso ser julgada nesse processo por fatos diferentes dos que estejam nessa ação. E é preciso que isso fique bem claro. O pior de tudo é a consequência dessa possível cassação. Quando o processo chegar ao final, se eu for cassada — se eu realmente for cassada, porque não fui ainda —, a vaga não vai para o meu suplente, a vaga vai para o PSOL. Vocês que votaram em mim, os 946.244 eleitores do Estado de São Paulo que votaram em mim, que me deram seu voto de confiança, querem cassar a voz de vocês, querem calar vocês. A Esquerda está tentando calar vocês. Por último, o processo ainda está em andamento. Eu vou continuar exercendo meu mandato aqui ainda com mais firmeza, com mais vigor, na defesa dos nossos princípios e valores, na defesa dos conservadores deste País aqui na Câmara dos Deputados. Obrigada.
  • 12/12/2024

    A Deputada agradeceu aos autores da proposição e ao Deputado Alberto Fraga por ter lhe concedido a honra de relatar em plenário o Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, que altera o art. 97 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para dispor sobre a imposição da medida de segurança para inimputável. Afirmou que a proposição aprovada dará segurança à população e criticou a Esquerda por confundir o tratamento conferido às pessoas com transtornos graves e agressivos e às pessoas com deficiência.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposição da medida de segurança para inimputável,Aprovação,agradecimento,Esquerda política,atuação

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Como Relatora, primeiro, eu queria agradecer ao Deputado Alberto Fraga por ter me concedido a honra de relatar este projeto em plenário. Quero também agradecer aos autores todos e, em nome deles, ao Deputado Alfredo Gaspar, que continua aqui em plenário. Agradeço também ao Deputado Carlos Jordy, que nos ajudou a defender o projeto o tempo todo. Quero dizer que, graças a Deus, nós conseguimos manter o texto completo, e ele vai dar segurança à população, vai dar segurança aos pais e mães e também às pessoas com transtornos graves, às pessoas que sofreram, que foram vítimas de psicopatas. A Esquerda está confundindo transtornos completamente diferentes. Uma pessoa disse que um autista que ouvir um barulho e der um murro em alguém vai ficar 7 anos na prisão. Pelo amor de Deus! Nós queremos dar tranquilidade às pessoas que estão em casa, e, como Relatora, temos que dar prioridade às pessoas com transtornos graves e agressivos e tratá-las de uma forma e tratar as pessoas com deficiência de outra forma completamente diferente. O que a Esquerda... (Desligamento do microfone.)
  • 12/12/2024

    A Deputada esclareceu que a avaliação técnica obrigatória da medida de segurança do inimputável ocorrerá a cada três anos ou a qualquer tempo, a critério do juiz da execução, nos termos do § 2º do art. 97 do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940, alterado pelo art. 3º do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, que altera o art. 97 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para dispor sobre a imposição da medida de segurança para inimputável.

    Palavras-chave oficiais: Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Imposição da medida de segurança para inimputável,periodicidade

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, só para consertarmos uma distorção, a avaliação será feita a cada 3 anos ou a qualquer tempo, se assim determinar o juiz da execução, o.k.? Então, não se tem que esperar necessariamente 3 anos. Se tiver sido feita há 3 anos e, depois, nos próximos 3 anos, o juiz quiser determinar que seja feita em 6 meses, ele pode determinar esse prazo. Então, não será necessariamente de 3 anos o prazo.
  • 12/12/2024

    A Deputada fez um esclarecimento a respeito de um destaque apresentado pelo PSOL ao Projeto de Lei nº 1.637, de 2019. Informou que a proposta visa garantir que, na ausência de um hospital de custódia e tratamento psiquiátrico, a pessoa seja encaminhada a outro estabelecimento adequado, com capacidade comprovada para custodiar o indivíduo.

    Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Tratamento psiquiátrico,Hospital de custódia e tratamento psiquiátrico,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Como autora, Sr. Presidente, eu quero esclarecer sobre esse destaque do PSOL, o Destaque nº 4, que trata do inciso I do art. 96. Ele só diz que, na ausência de um hospital de custódia e tratamento psiquiátrico, seja outro estabelecimento, adequado, com capacidade comprovada para custodiar essa pessoa, para que ela não fique ou solta, isto é, com menos segurança, ou em local não adequado para a sua condição, Presidente.
  • 12/12/2024

    A Deputada reformulou o parecer do Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, que altera o art. 97 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para dispor sobre a imposição da medida de segurança para inimputável.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Imposição da medida de segurança para inimputável,Parecer (proposição legislativa),Técnica legislativa

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero só explicar que no art. 2º do projeto estamos modificando o art. 96 em alguns incisos. O que aconteceu foi só uma questão de técnica legislativa. Para prevenirmos que o texto em vigor seja mantido ou, então, que seja revogado o texto que esteja em vigor, incluímos um pontilhado para poder manter o § 1º e ele não ser revogado de forma errônea. Então, foi só uma questão de técnica legislativa para incluirmos esse pontilhado. Para quem quiser, eu estou com o texto aqui em mãos para poder mostrá-lo.
  • 12/12/2024

    A Deputada manifestou indignação contra a postura de Parlamentares que, segundo ela, se submetem às decisões do Judiciário, como as do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Defendeu que a função do Legislativo é criar leis que reflitam a vontade popular e que estas devem ser respeitadas e cumpridas pelo Judiciário, reforçando a autonomia e a legitimidade do Parlamento como representante direto do povo. Criticou a interferência do Judiciário na função legislativa e pediu que os colegas Deputados demonstrassem maior respeito à Casa e ao seu papel constitucional.

    Palavras-chave oficiais: Parlamentar,comportamento,submissão,Poder Judiciário,Superior Tribunal de Justiça (STJ),Usurpação de competência,Poder Legislativo,autonomia,função legislativa

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, acho interessante quando um Deputado se rebaixa à vontade do STJ. Estamos aqui para legislar. Se nós não legislamos, o Judiciário pode tomar a decisão. Agora, se legislamos, eles que cumpram as nossas legislações. Nós somos os representantes do povo. As leis têm que ser feitas nesta Casa. Não podemos simplesmente aceitar as decisões do Judiciário como se estivéssemos abaixando as calças para o Judiciário. Estamos aqui e fomos eleitos pelo povo para representar a vontade popular, para renovar e melhorar as nossas leis e não para nos submetermos à vontade de juízes que estão querendo legislar. Por favor, Deputados, tenham mais respeito por esta Casa.
  • 12/12/2024

    A Deputada proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, que altera o art. 97 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para dispor sobre a imposição da medida de segurança para inimputável.

    Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Imposição da medida de segurança para inimputável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Presidente, peço permissão para ir direto ao voto. O SR. PRESIDENTE (Alberto Fraga. PL - DF) - Permissão concedida. A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - Passo à leitura. "II - Voto do Relator Compete à Comissão de Saúde manifestar-se sobre o mérito das proposições em tela, nos termos do art. 32, inciso XVII, alíneas 'a', 'b', 'c' e 'd'; e à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania compete manifestar-se sobre o mérito das proposições, nos termos do art. 32, inciso IV, alínea 'a' e 'c', 'e', e quanto aos aspectos do art. 53, incisos I e III, e art. 54, inciso I, do RICD. No âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, no que concerne à constitucionalidade formal, verifica-se que o Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, e as proposições que lhe foram apensadas encontram-se em plena conformidade com os preceitos constitucionais que disciplinam a competência da União para legislar sobre a matéria (art. 22, I), do Congresso Nacional para apreciá-la (art. 48) e à iniciativa parlamentar (art. 61). No tocante à constitucionalidade material, inexistem discrepâncias entre os conteúdos das proposições e a Constituição Federal. O aprimoramento trazido pelo substitutivo corrige eventuais ambiguidades e garante que as medidas de segurança aplicadas a inimputáveis estejam alinhadas com os limites constitucionais e com os compromissos internacionais assumidos pelo Brasil, em especial no que tange aos direitos fundamentais das pessoas com transtornos mentais. No que guarda pertinência com a juridicidade, as proposições não apresentam vícios sob os prismas da inovação, efetividade, coercitividade e generalidade, bem como se consubstanciam nas espécies normativas adequadas. Ressaltemos que as proposições em análise promovem ajustes necessários ao Código Penal e à Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001. O substitutivo avança ao especificar que o transtorno de personalidade antissocial não exclui a imputabilidade penal, exceto quando acompanhado por transtornos mentais graves que comprometam a capacidade de entendimento e autodeterminação do agente. Essa redação elimina ambiguidades e direciona a aplicação das medidas de forma precisa e proporcional, atendendo às melhores práticas jurídicas e técnicas. No que tange à técnica legislativa, os textos estão devidamente estruturados e redigidos de acordo com as normas estabelecidas pela Lei Complementar nº 95, de 26 de fevereiro de 1998, garantindo clareza, objetividade e precisão na formulação dos dispositivos legais. Não foram detectados conflitos ou ambiguidades que possam comprometer a aplicação das novas normas no contexto jurídico nacional. Passemos, pois, à análise do mérito dos projetos de lei. As medidas de segurança, ao adotarem critérios mais rigorosos e estruturados para internação e tratamento ambulatorial, atendem a demandas sociais por maior segurança pública. Ademais, a introdução de prazos mínimos mais extensos e de critérios objetivos para a liberação desses indivíduos reflete uma resposta legislativa adequada à crescente preocupação com a reincidência criminal de agentes considerados perigosos. As proposições em análise buscam reforçar a proteção da sociedade contra indivíduos cuja periculosidade, comprovada por laudos técnicos, decorrer de transtorno mental grave. Nesse sentido, o projeto de lei tem como objetivo promover uma adequada regulamentação das medidas de segurança impostas aos inimputáveis — indivíduos que, por incapacidade de discernimento ou controle de suas ações, não podem ser considerados responsáveis penalmente, conforme previsto no Código Penal brasileiro. O sistema penal atual prevê a aplicação de medidas de segurança, como internação em hospitais psiquiátricos ou tratamento ambulatorial, mas suas disposições, estabelecidas pelo Decreto-Lei nº 2.848, de 1940, o Código Penal, carecem de maior detalhamento quanto ao tempo de aplicação, critérios de avaliação e a necessidade de fiscalização contínua. Além disso, as medidas de segurança, ao adotarem critérios mais rigorosos e estruturados para internação e tratamento ambulatorial, atendem a demandas sociais por maior segurança pública. Ademais, a introdução de prazos mínimos mais extensos e de critérios objetivos para a liberação desses indivíduos reflete uma resposta legislativa adequada à crescente preocupação com a reincidência criminal de agentes considerados perigosos. Uma inovação essencial trazida por este projeto é a introdução de prazos mínimos para a internação compulsória em casos de crimes graves, especialmente aqueles envolvendo violência, grave ameaça ou resultado morte. O estabelecimento de prazos mínimos de 7 anos para crimes violentos e 15 anos para crimes com resultado de morte busca harmonizar a gravidade do delito com a resposta penal, protegendo a sociedade e garantindo que o tratamento ou a contenção do agente sejam proporcionais à sua periculosidade. Outrossim, a exigência de laudos multidisciplinares periódicos, a serem apresentados a cada 3 anos ou a qualquer tempo, quando determinado judicialmente, assegura um acompanhamento científico, preciso e humanizado, evitando tanto a manutenção desnecessária quanto a liberação prematura do agente sem a devida avaliação técnica. Outro aspecto inovador é a previsão da liberdade vigiada como alternativa à internação nos casos em que o laudo técnico multidisciplinar comprove a ausência de risco imediato à sociedade. Essa medida reflete uma visão moderna e humanizada do tratamento psiquiátrico, permitindo que, nos casos em que não seja necessária a internação compulsória, o agente receba acompanhamento contínuo e monitoramento rigoroso, sob fiscalização judicial. A liberdade vigiada inclui supervisão por autoridade judicial, apresentação de relatórios técnicos, programas individualizados de acompanhamento psicossocial e adesão a tratamentos que visem à estabilização clínica e redução de riscos de reincidência. A implementação dessa medida busca prevenir reincidências e promover a reintegração social gradual e assistida. O projeto também estabelece diretrizes claras para a criação e adequação de unidades especializadas de custódia e tratamento psiquiátrico, garantindo que os inimputáveis sejam separados adequadamente dos demais pacientes, o que assegura um tratamento mais humanizado e seguro. Além disso, prevê que os estabelecimentos de saúde disponham de setores específicos para albergar pessoas com maior periculosidade, com estratégias efetivas de contenção e isolamento, de modo a promover um equilíbrio entre as necessidades de saúde e as exigências de segurança pública. Por fim, a proposta moderniza a legislação penal brasileira ao incorporar princípios de proporcionalidade, eficácia e humanização no tratamento dos inimputáveis. A definição de prazos mínimos, a exigência de avaliações técnicas periódicas e o fortalecimento da fiscalização judicial conferem maior segurança jurídica e eficiência às medidas aplicadas. Ao promover um tratamento mais efetivo, esta proposta se alinha às melhores práticas internacionais, fortalecendo o sistema jurídico. Diante dessas considerações, a aprovação deste projeto representa um avanço necessário e significativo para o sistema penal e de saúde mental do País. As medidas propostas no substitutivo equilibram, portanto, a proteção da sociedade. A proposta corrige lacunas existentes, aprimora o sistema de medidas de segurança e traz soluções efetivas e humanizadas, com base em avaliações técnicas individualizadas e em consonância com o ordenamento jurídico nacional e internacional. Ante o exposto, assim concluímos: 1) no âmbito da Comissão de Saúde, nosso voto é pela rejeição do Projeto de Lei nº 5.218, de 2020; e pela aprovação dos Projetos de Lei nºs 1.637 e 3.356, de 2019; 1.741, 2.851 e 6.027, de 2023; e 551, de 2024, na forma do substitutivo da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania; 2) no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, nosso voto é pela constitucionalidade, juridicidade e adequada técnica legislativa e, no mérito, pela rejeição do Projeto de Lei nº 5.218, de 2020; e pela constitucionalidade, juridicidade e adequada técnica legislativa e, no mérito, pela aprovação dos Projetos de Lei nºs 1.637 e 3.356, de 2019; 1.741, 2.851 e 6.027, de 2023; e 551, de 2024, na forma do substitutivo que se segue." Agradeço ao Deputado Delegado Palumbo pela oportunidade de estar aqui e também aos autores, na pessoa do Deputado Carlos Jordy, que teve a preocupação de fazer com que essa técnica ficasse mais em consonância com o Legislativo e com a humanização desses agentes. Obrigada, Presidente.
  • 12/12/2024

    A Deputada retomou a questão do rombo de R$ 7,6 bilhões no POSTALIS, ocorrido entre 2011 e 2016, ressaltando que o valor, correspondente a 50% da dívida total, está sendo pago por trabalhadores e aposentados. Afirmou que foi alvo de processos e sanções, incluindo multa de R$ 30 mil, após divulgar essas informações durante as eleições de 2022. Declarou que seus vídeos, que somaram mais de 4 milhões de visualizações, foram removidos sob a alegação de fake news, mas defendeu a veracidade dos dados, apontando fontes como o Poder 360.

    Palavras-chave oficiais: Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos (Postalis),Prejuízo,Vídeo,Notícia falsa (fake news),penalidade

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Quero só complementar uma informação que não mencionei antes porque acabei de me lembrar. Eu falava do rombo do POSTALIS, que está em toda a imprensa. Cito o Poder 360, que fala do rombo do POSTALIS de 2011 a 2016. Houve um acordo para o pagamento de 7,6 bilhões de reais. Esse valor está sendo pago pelos trabalhadores e aposentados e representa só 50% da dívida. Eu falei isso, Presidente Fraga, durante as eleições de 2022. Meus vídeos foram retirados do ar depois de terem mais de 4 milhões de visualizações, com a alegação de que eram fake news. Eu respondo a um processo, que ainda está em recurso no TSE, em que dizem que eu fiz fake news. Inclusive, na época, o Alexandre de Moraes colocou uma multa de 30 mil reais. Quando foi pedido que a reduzisse para 15 mil reais, ele disse: "Não, ela que se vire nos 30". Portanto, a informação é verídica — está na imprensa, no Poder 360 —, mas eu estou sendo tachada de criadora de fake news. Esse é o Governo atual. Esse é o nosso Tribunal.
  • 12/12/2024

    A Deputada denunciou um indício de superfaturamento na compra de um prédio pela PETROBRAS e criticou a gestão do Governo Lula. Destacou que a empresa pretende pagar R$ 200 milhões por um imóvel avaliado em R$ 95 milhões, gerando um sobrepreço de 110%. Também mencionou irregularidades anteriores na PETROS e no POSTALIS, alertando para novos prejuízos. Questionou a retirada de R$ 227 milhões do programa Farmácia Popular para a reforma agrária, alegando descaso com a saúde pública. Anunciou que encaminhará denúncia ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Procuradoria Geral da República (PGR) sobre as irregularidades.

    Palavras-chave oficiais: Petróleo Brasileiro (Petrobras),Compra,Edifício,Superfaturamento Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos (Postalis),Fundação Petrobras de Seguridade Social (PETROS),Prejuízo Programa Farmácia Popular do Brasil,Recursos orçamentários,Reforma agrária

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu queria trazer para os Srs. Deputados um assunto de extrema importância. Vejam o que está acontecendo: a PETROBRAS hoje aluga um prédio pagando 1 milhão de reais por mês para a PETROS, no Rio de Janeiro. Esse prédio, no balanço de 2023, há menos de 1 ano, foi avaliado em 95 milhões de reais. Corre aqui um projeto para permitir o uso de 200 milhões de reais da PETROBRAS para a compra desse prédio, que foi avaliado, há menos de 1 ano, em 95 milhões de reais. Isso se chama superfaturamento, Deputado José Medeiros! São 110% a mais do valor avaliado há 11 meses. E não há só essa questão do superfaturamento. Temos que lembrar mais algumas coisas. Esse prédio é da PETROS, que é responsável pela previdência complementar dos aposentados da PETROBRAS. A Presidente da PETROBRAS, Magda Chambriard, precisa ser questionada pela imprensa. Por que a PETROBRAS vai usar dinheiro que era para modernizar a PETROBRAS para comprar um prédio superfaturado? Atenção, imprensa! Há outra questão. Estamos falando da PETROS, que é responsável pela previdência complementar dos aposentados da PETROBRAS. Esse projeto é relatado pelo Deputado Zeca Dirceu. Eu queria entender se esse recurso que vai para a PETROS, que é responsável pela previdência complementar dos aposentados da PETROBRAS — atenção, aposentados da PETROBRAS! —, vai ser utilizado mesmo nessa previdência complementar. Ou será que vai acontecer de novo o que aconteceu na cena do crime do petrolão? O atual Presidente da PETROS, o Henrique Jäger, é exatamente o mesmo Presidente, Deputada Bia Kicis, da época da Dilma, que deixou um rombo de 14 bilhões de reais, que vão ser pagos durante 18 anos pelos trabalhadores da PETROBRAS. O mesmo homem que presidiu a PETROS durante o Governo Dilma, que deixou um rombo de 14 bilhões de reais a serem pagos em 18 anos e que esteve na CPI dos Fundos de Pensão, em 2017, está hoje presidindo a PETROS, voltando à cena do crime. Nesta semana, faz 7 anos que o Alckmin, atual Vice-Presidente, deu aquela declaração. Inclusive, eu não entendi por que ele não está na Presidência. Não se ouve falar de Lula. Dizem que ele está bem. Bolsonaro, quando fazia qualquer tipo de cirurgia, horas depois já fazia um vídeo dizendo: "Estou bem. Não preciso passar a Presidência". E muitas vezes passava a Presidência para o Vice Hamilton Mourão. Nós estamos sem Presidente neste País. Lula está sendo operado, ninguém dá notícia do homem, e a Presidência está vaga, porque não foi passada para o Alckmin. Naquela declaração, Alckmin disse que queriam voltar à cena do crime. Pois voltaram! Querem pagar um valor superfaturado, 110% maior, por um prédio da PETROS. O que vai acontecer com esse dinheiro? É o que eu pergunto a vocês. Será investido na PETROS mesmo ou vai acontecer um rombo, como já aconteceu lá atrás? Já que estamos falando de fundo de previdência, eu queria lembrá-los dos Correios. Durante o Governo Bolsonaro, os Correios tiveram lucro de 4 bilhões de reais. Nos últimos 2 anos, durante o Governo Lula, já houve um rombo de 2,6 bilhões de reais. É dinheiro de vocês, jovens! É dinheiro do povo, porque é uma estatal! Será que vai haver outro rombo no POSTALIS, já que nos Correios está havendo um rombo? O fundo de pensão dos Correios, durante o Governo Dilma, de 2011 a 2016, acumulou um rombo de 7,6 bilhões de reais, que está sendo pago pelos aposentados e trabalhadores. Esse valor representa só 50% da dívida, Deputada Bia Kicis! O rombo do POSTALIS durante o Governo Dilma foi de mais de 15 bilhões de reais. Será que isso não vai se repetir agora, já que os Correios continuam dando prejuízo? Bolsonaro entregou os Correios com 4 bilhões de reais de lucro. Com Lula, já há 2,6 bilhões de reais de prejuízo. Será que vamos ter outro rombo no POSTALIS? O Presidente dos Correios, responsável por esse rombo de 2,6 bilhões de reais, é o Fabiano Silva. Ele é amigo do Deputado Zeca Dirceu e é chamado de "churrasqueiro oficial do Lula". Esse "churrasqueiro oficial do Lula" foi indicado pelo Grupo Prerrogativas, Deputada Bia Kicis. O Grupo Prerrogativas acabou de homenagear a Janja com o "Janjapalooza". Fez um baita evento homenageando a Dilma, ou melhor, homenageando a Janja... É que a Dilma e a Janja são meio parecidas, só que a Dilma não mandava ninguém para aquele lugar, principalmente gente que investe no Brasil. A Janja, além de ser da SECOM, de comandar a SECOM — o Paulo Pimenta está lá meramente para receber um cargo porque não foi eleito —, já que a SECOM responde a ela, também gasta 33 milhões de reais no "Janjapalooza". O Grupo Prerrogativas, que indicou Fabiano Silva dos Santos para a Presidência dos Correios, homenageou a Janja com o "Janjapalooza". É um absurdo o que está acontecendo! Eu quero dizer que eu, a Deputada Bia Kicis e o Deputado Carlos Jordy vamos apresentar uma denúncia ao TCU e à PGR, ainda nesta semana ou, no máximo, no começo da semana que vem. Já que estamos falando do Governo Lula e das suas barbaridades, vamos falar do Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 15, de 2024. Esse PLN pede um crédito suplementar de 227 milhões de reais. Eu queria perguntar para a Esquerda: Lula foi eleito dizendo que cuidaria da saúde dos pobres, mas de onde vai vir esse dinheiro, esses 227 milhões de reais para a reforma agrária? Esse dinheiro vai vir do Farmácia Popular. Lula está tirando dinheiro do Farmácia Popular para colocar em reforma agrária. São 227 milhões de reais! Está faltando insulina no Farmácia Popular. Os diabéticos do Brasil não têm insulina gratuita no Farmácia Popular. Enquanto isso, querem pegar 227 milhões de reais do Farmácia Popular e passar para a reforma agrária. O Relator do PLN é o Deputado Orlando Silva, do PCdoB. O Governo Lula quer ver o povo mais pobre. O Governo Lula quer enfraquecer o povo. O Governo Lula quer colocar o povo como escravo. O Governo Lula quer quebrar o POSTALIS, quer quebrar a PETROBRAS de novo. O Governo Lula voltou à cena do crime e vai começar um novo petrolão — se já não começou. Nós estaremos atentos. Nós estaremos vigilantes. Nós vamos denunciar este Governo até que ele caia. Lula, se Deus quiser, vai sair vivo dessa situação que ele está passando. Oro a Deus para que ele saia vivo, para que ele possa assistir à própria derrocada, para que ele possa assistir aos pobres percebendo o quanto ele é mentiroso. Lula está tirando dinheiro de vocês, dos jovens do Brasil, para colocar nas pautas dele e para colocar, talvez, no bolso dele. Aliás, pedido de impeachment aqui é o que não falta. Quem sabe, Lula não consiga chegar nem a 2026.
  • 12/12/2024

    A Deputada celebrou a votação do Projeto de Lei nº 3.976, de 2020, que dispõe sobre o cadastro de pedófilos, alterando a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente, destacando seu envolvimento com o tema desde 2017. Informou que a aprovação representa a realização de um sonho de pais e mães que desejam punições mais severas para crimes de pedofilia. Questionou as posições contrárias à proposta, pedindo que os Deputados reavaliassem seus valores e princípios diante da gravidade do tema. Reafirmou seu apoio ao projeto e mencionou sua luta histórica ao lado de Jair Bolsonaro em defesa dessa medida.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (1990),Pedofilia,Criança,Estupro,cadastro,Ex-presidente da República,Atuação parlamentar

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu estou muito feliz no dia de hoje. Esse assunto não começou a ser discutido hoje. Em 2017, quando eu era ativista, um partido me indicou para falar na tribuna a favor da castração química. Era um projeto de Jair Messias Bolsonaro. Hoje, então, nós realizamos um sonho, um sonho de todas as mães e pais que querem ver castrados os pedófilos. Essa castração química é contra abusadores de crianças e adolescentes, de menores. Eu não consigo entender que alguém diga não para isso. Não consigo entender, Presidente! Basta ser mãe ou pai para, pensando na possibilidade de um filho sofrer algum tipo de abuso, votar "sim". Há gente aqui defendendo o pedófilo? Pelo amor de Deus, revejam o seu cargo, Deputados! Revejam sua vida! Revejam os seus valores e princípios! Eu voto "sim", Presidente, com muito orgulho, porque desde 2017 luto, também ao lado de Jair Messias Bolsonaro, a favor desse projeto.
  • 10/12/2024Breves Comunicações

    A Deputada expressou preocupação após a prisão de um servidor do Ministério da Saúde com 30 munições de calibre 380 ao entrar na Câmara dos Deputados, sem explicação sobre a intenção. Questionou quais seriam as possíveis intenções do servidor, sugerindo que ele poderia ter planos violentos. Também manifestou apoio à contagem pública dos votos nas eleições, destacando a importância da transparência para a população, independentemente de quem esteja no Tribunal Superior Eleitoral.

    Palavras-chave oficiais: Munição,Ex-servidor público,Câmara dos Deputados,Prisão Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Apuração de votos,transparência,Eleições

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, pela concessão da palavra. Eu estou bastante preocupada com a Câmara dos Deputados, porque hoje foi preso um servidor público do Ministério da Saúde entrando na Casa com 30 munições de 380, e sem nenhuma explicação. Sempre dizem que a Direita prega o ódio, prega o uso de armas. Quando um servidor da Esquerda, do Lula, é pego com 30 munições entrando nesta Casa, sem sabermos qual é a intenção dessa pessoa... Quais são os 30 Deputados que ele estava querendo matar aqui, talvez? Qual era a intenção dele ao entrar aqui, Presidente, com 30 munições enroladas em papel alumínio, com outro papel por cima, tentando disfarçar? Estou muito preocupada com a Casa. Ao mesmo tempo, estou contente, porque hoje vai ser a votação do projeto que trata da contagem pública dos votos. Eu acho que é uma pauta a que todos são favoráveis, porque quem não é a favor de mais transparência, não é verdade? Independentemente de quem estiver no Tribunal Superior Eleitoral, é importante que essa contagem seja feita de forma pública, para que todas as pessoas possam ter acesso a ela. Muito obrigada, Presidente.
  • 04/12/2024

    A Deputada destacou a presença de mães que representaram 1.589 famílias beneficiadas pela aprovação do Projeto de Lei nº 6.064, de 2023, que dispõe sobre o direito a indenização por dano moral e a concessão de pensão especial à pessoa com deficiência permanente decorrente de síndrome congênita associada à infecção pelo vírus Zika ou de Síndrome de Guillain-Barré causada pelo vírus Zika. Ressaltou a indenização de R$ 50 mil e uma pensão mensal para cuidar de crianças com microcefalia decorrente do zika vírus. Reconheceu a falha do Estado e enfatizou que a aprovação da medida é um avanço, mas que outras demandas relacionadas à saúde dessas crianças ainda precisam de atenção. Concluiu desejando força e saúde às famílias contempladas.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Indenização,Dano moral,Pensão especial,Vítima,Síndrome de Guillain-Barré,Febre Zika,Zika vírus,Família,Mãe,Criança com deficiência,Benefício assistencial à pessoa com deficiência

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, estou aqui com as mães Luciana, Germana e Alessandra, que estão nesta Casa ao longo desta semana, conversando com os Deputados, sensibilizando os Deputados em relação a esta matéria. Mostramos que esse tema tão importante não é ideológico. É um tema de saúde pública. Realmente, o Estado falhou com vocês. Vocês três aqui representam 1.589 mães que vão ser beneficiadas por este projeto. Vão receber, em razão do dano moral, 50 mil reais do Estado, além de um salário, para ajudá-las a cuidar de suas crianças. Lembro que esse esforço não para por aqui. Percebemos que mais coisas serão necessárias, que envolvem a questão da traqueostomia, da alimentação via botton. Então, vamos tentar aprovar isso também. Alcançamos hoje uma grande vitória. Parabéns a vocês! Que Deus lhes dê muita iluminação, saúde e força! Que Deus ilumine também a vida de seus filhos! Parabéns!
  • 04/12/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação das Emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 4.015, de 2023, que altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e as Leis nºs 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), 12.694, de 24 julho de 2012, e 13.709, de 14 agosto de 2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), para reconhecer como atividade de risco permanente as atribuições inerentes ao Poder Judiciário e ao Ministério Público e garantir aos seus membros medidas de proteção, bem como recrudescer o tratamento penal destinado aos crimes de homicídio e de lesão corporal dolosa contra eles, desde que no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente, inclusive por afinidade, até o terceiro grau, em razão dessa condição. Ademais, agradeceu ao Presidente da Câmara dos Deputados pela inclusão na pauta de votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 6.064, de 2023, que dispõe sobre direito a dano moral e concessão de pensão especial à pessoa com Microcefalia ou com Síndrome de Guillain-Barré, decorrentes do Zika Vírus, e defendeu a aprovação da urgência e do mérito da proposição, que favorece as mães de crianças anencéfalas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Dano moral,Pensão especial,Microcefalia,Síndrome de Guillain-Barré,Zika vírus,Anencefalia,Pauta (processo legislativo),Presidente da Câmara dos Deputados

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PL orienta contra este projeto. Nós não gostaríamos de fazer diferença entre pessoas. O art. 5º da Constituição diz que nós somos todos iguais perante a lei, e isso tem que valer. Por isso, nós orientamos conforme nosso Líder Fraga falou aqui. Não somos favoráveis a este projeto. Aproveito os 30 segundos restantes para agradecer a V.Exa., Presidente, ter se sensibilizado com o PL 6.064/23. As mães de crianças anencéfalas tiveram que ir embora, mas estão contando com esta votação hoje, não só da urgência, mas também do mérito. Nós sabemos da sensibilidade de V.Exa. em colocar este projeto em votação, que é tanto da Direita como da Esquerda. Ele não tem ideologia, ele busca, sim, o bem para a população, de modo que possamos dar mais vida às 1.589 pessoas que sofrem com a microcefalia. Muito obrigada.
  • 04/12/2024Breves Comunicações

    A Deputada parabenizou seu marido, Coronel Aginaldo, que será o futuro Secretário de Segurança Pública do Município de Caucaia (CE). Destacou que Caucaia (CE) é a 15ª cidade mais violenta do Brasil e ressaltou seu compromisso em contribuir para a segurança pública do Município cearense.

    Palavras-chave oficiais: Marido,Deputada federal,Secretário Estadual,Segurança pública,Caucaia (CE),Violência,Criminalidade

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, nosso decano querido, Deputado Gilberto Nascimento. É um prazer estar aqui e vê-lo mais uma vez. Eu estou com o meu esposo, a quem chamo de "Amor", mas ele é o Coronel Aginaldo. Ele está aqui agora como futuro Secretário de Segurança Pública da cidade de Caucaia, no Ceará, que é a 15ª cidade mais violenta do Brasil e que precisava de um homem como o meu marido para poder resolver o problema lá. Não é mesmo, Deputado Sanderson? Então, eu queria parabenizar o meu marido e dizer que é um prazer tê-lo aqui e que vou fazer de tudo para que Caucaia seja a cidade mais segura do Brasil, se possível. Vamos acreditar nisso! Obrigada, Presidente.
  • 03/12/2024Breves Comunicações

    A Deputada homenageou a artista Jojo Todynho, destacando-a como uma mulher determinada e forte e criticando o seu cancelamento.

    Palavras-chave oficiais: Artista,Homenagem,Mulher,cancelamento

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Serei bem rápida. Jojo Todynho é uma mulher forte, determinada, que fez de tudo para mostrar que a mulher brasileira, independentemente de cor, independentemente de religião, independentemente de qualquer atitude pessoal, tem força. Essa é uma mulher forte, determinada. Você, Jojo, me orgulhou e me representou como mulher. Independentemente de cor, de religião, de raça e do que quer que seja, você mostrou que a mulher brasileira tem força. Não adianta tentarem cancelar uma mulher que tem força, porque quem decide é o povo, não é a imprensa, não são os influenciadores; quem decide é o povo, e o povo escolheu o seu lado. Você foi muito maior do que esse possível, talvez, quem sabe, cancelamento que tentaram fazer com você. Parabéns!
  • 27/11/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de lei nº 773, de 2024, que inscreve Carolina Maria de Jesus, escritora, catadora e multiartista, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Oposição política,Voto contrário

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, Minoria e Oposição. Nossa orientação não é "sim". No painel está automaticamente "sim". É "não" a orientação, pelo seguinte motivo. Com todo o respeito que temos à autora e às pessoas que a enxergam como uma pessoa que tem certa saliência, a letra da lei — nós estamos no Legislativo e precisamos nos ater à lei — diz: "O 'Livro dos Heróis da Pátria' (...), destina-se ao registro perpétuo do nome dos brasileiros ou de grupos de brasileiros que tenham oferecido a vida à Pátria, para sua defesa e construção (...)". Quando falamos de Pátria, é o Brasil todo, e não um grupo ideológico. Inclusive, já tivemos nomes vetados que foram oferecidos por pessoas de centro e de direita como se fosse uma coisa ideológica, e com razão, porque tem que ser um herói que tenha servido à Pátria. Neste caso, não está claro que ela serviu à Pátria. Então, a Minoria e a Oposição orientam "não". Inclusive, achamos que, pela quantidade de "não" e "sim" no painel e pela quantidade de pessoas que temos aqui no plenário, a votação deveria ser nominal.
  • 27/11/2024Breves Comunicações

    A Deputada relatou um episódio ocorrido na Comissão de Meio Ambiente, onde foi acusada por outro Deputado de matar uma pessoa na rua. Esclareceu que, em um momento de estresse, ela apenas sacou a arma para se proteger após ser agredida e xingada por um grupo de homens, e que não houve disparo de sua arma. Anunciou que tomaria medidas legais contra a acusação e criticou o machismo do Parlamentar envolvido.

    Palavras-chave oficiais: Acusação,Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS),Homicídio,Arma de fogo,Ação judicial,Deputado federal,Deputada federal

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    A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Eu queria dizer que hoje aconteceu um episódio lamentável na Comissão de Meio Ambiente: um Deputado disse que eu sou ré por matar uma pessoa na rua. Ele disse "usar um revólver" — primeiro, não era um revólver, era uma pistola 9 milímetros — e, depois, disse que eu matei uma pessoa na rua. Ele afirmou que eu matei. Eu só queria dizer para o senhor, "Pão de Queijo", que o senhor vai ser acionado criminalmente pela fala que o senhor teve, porque, em momento nenhum, houve disparo de minha arma — não a minha, mas de outra pessoa. E, por conta do tiro que houve da outra pessoa e uma pessoa caída no chão, eu saquei a arma para me proteger, inclusive por um estresse pós-traumático, porque eles tinham acabado de cuspir na minha cara e de me xingar. Eram quatro homens em cima de mim. Então, é incrível o machismo e a falta de vergonha na cara de ficar contando mentira e fingir agora que não é com o senhor. E tem um detalhe: não falei o nome do Deputado, não tem direito de resposta. O SR. IVAN VALENTE (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - É tentativa de homicídio mesmo, é isso que eu falei. A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Ele disse: "Matou uma pessoa". O SR. IVAN VALENTE (Bloco/PSOL - SP) - Não falei, não. A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - Falou e está provado. Está gravado. O SR. IVAN VALENTE (Bloco/PSOL - SP) - Pegue as gravações lá da Comissão de Meio Ambiente! A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - Está gravado, e o senhor vai enfrentar a Justiça. O SR. IVAN VALENTE (Bloco/PSOL - SP) - Pegue as gravações, se você tem coragem! Fake news aqui, não! Chega de fake news! A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - Está gravado que o senhor disse que eu usei um revólver para matar uma pessoa. O SR. IVAN VALENTE (Bloco/PSOL - SP) - Vocês tem que ir para a cadeia! Vocês têm que ir para a cadeia, apoiadores de golpe de Estado! A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - O senhor disse: "Usou um revólver para matar uma pessoa". O senhor é um machista, sexista, e o senhor vai pagar por isso. O SR. IVAN VALENTE (Bloco/PSOL - SP) - Apoiadora de golpe de Estado! A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - O senhor vai pagar por isso! Tanto foi o senhor, que eu não usei o seu nome, e a carapuça serviu. O SR. IVAN VALENTE (Bloco/PSOL - SP) - Tentativa de homicídio... A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - Se a carapuça serviu, é porque o senhor disse exatamente o que eu disse, está bom? O SR. PRESIDENTE (Pompeo de Mattos. Bloco/PDT - RS) - Por favor, eu quero... A SRA. CARLA ZAMBELLI (PL - SP) - Seu mal-educado! Vai aprender a ser educado na Justiça agora!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2020 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.