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Detector de Bananada
Foto de Beto Richa

Deputado · Câmara

Beto Richa

PSDB · PR

Centro-direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Carlos Alberto Richa · 61 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 80 de 100, Tá no Caminho0406080100

80/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 60% dos deputados · média do partido: 71

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 93%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 94%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 24%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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E-mail
dep.betoricha@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5521
Gabinete
Gabinete 521, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

93%

Esteve em 365 de 391 sessões

Melhor que 44% dos deputadosMédia do partido: 89%

Votou nas votações

94%

Registrou voto em 1.060 de 1.128 votações nominais

Melhor que 93% dos deputadosMédia do partido: 76%

Iniciativas que viraram lei

0

de 31 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 27 em andamento · 2 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

79%

Em 820 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 44% dos deputadosMédia do partido: 72%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

7 discursos na tribuna · de 13/06/2023 a 17/03/2026.

  • 17/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado destacou a importância dos Microempreendedores Individuais (MEIs) para a economia brasileira, ressaltando que mais de 15 milhões de trabalhadores atuam nesse regime, garantindo renda e movimentando atividades em diversas regiões do país, como Londrina (PR), Cascavel (PR) e Ponta Grossa (PR). Defendeu a atualização do limite de faturamento anual do MEI, argumentando que o valor atual não acompanha a inflação nem o crescimento econômico, o que pode levar empreendedores à informalidade. Nesse contexto, mencionou proposição de autoria do Deputado Heitor Schuch, o Projeto de Lei Complementar nº 67 de 2025, que altera o art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 2006, para elevar para R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) o limite de receita bruta anual estipulado para possibilitar o enquadramento do empresário individual como Microempreendedor Individual (MEI) e estabelece um mecanismo de reajuste anual para o referido limite. Por fim, informou que a proposta já reuniu assinaturas suficientes para tramitar em regime de urgência, destacando a necessidade de votação como forma de garantir melhores condições para o crescimento dos pequenos empreendedores no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Microempreendedor Individual (MEI),Londrina (PR),Cascavel (PR),Ponta Grossa (PR),informalidade Projeto de lei complementar,alteração,Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (2006),Microempreendedor Individual (MEI)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Charles Fernandes, Sras. e Srs. Deputados, subo à tribuna no dia de hoje para falar de milhões de brasileiros que acordam cedo todos os dias e movimentam a economia do País. Eu falo aqui dos Microempreendedores Individuais, os MEIs. São mais de 15 milhões de pessoas que encontraram no empreendedorismo uma forma digna de sustentar suas famílias. É a costureira em Londrina, que trabalha em casa para garantir o sustento da família; é o dono de uma pequena lanchonete em Cascavel, que todos os dias abre as portas cedo para atender seus clientes; é o eletricista em Ponta Grossa, que decidiu empreender para construir um futuro melhor. Gente que trabalha, que gera renda e que mantém a economia girando em todas as partes do Brasil. Mas a realidade é que o limite de faturamento do MEI já não acompanha a inflação e o crescimento da economia. Muitos empreendedores acabam sendo obrigados a parar de crescer ou voltar para a informalidade. Por isso, nós relatamos na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, que eu presidi até o ano passado, o Projeto de Lei Complementar nº 67-A, de 2025, de autoria do nobre Deputado Heitor Schuch, que atualiza o limite de faturamento do MEI para 150 mil reais por ano, com reajuste da inflação. Eu quero registrar uma notícia importante. O projeto já alcançou o número necessário de assinaturas para o pedido de urgência. Isso demonstra que esta Casa reconhece a importância dessa pauta. O próximo passo agora é colocarmos em votação para este Plenário. Nós estamos falando, nobres Deputados e Deputadas, de gente que trabalha, que gera renda e que mantém a economia brasileira viva. O que esses brasileiros pedem é apenas uma chance justa de continuar crescendo. Eu solicito, Sr. Presidente Charles Fernandes, que este pronunciamento seja divulgado em todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado a todos pela atenção.
  • 01/10/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado defendeu o Projeto de Lei Complementar nº 67, de 2025, que altera o art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, para elevar para R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais) o limite de receita bruta anual estipulado para possibilitar o enquadramento do empresário individual como Microempreendedor Individual (MEI), estabelece um mecanismo de reajuste anual para o referido limite, e dá outras providências. Explicou que a proposta elevava o limite de faturamento do microempreendedor individual para 150 mil reais anuais, com reajuste automático pela inflação. Informou que a medida beneficiaria mais de 15 milhões de trabalhadores que sustentavam suas famílias com pequenos negócios e enfrentavam dificuldades devido ao limite defasado, em vigor desde 2018. Destacou que a defasagem empurrava empreendedores para a informalidade, prejudicando o acesso a crédito e proteção social. Afirmou que o projeto não criava privilégios, mas garantia dignidade e condições para crescimento dos pequenos negócios, apelando aos Parlamentares para aprovação de regime de urgência na tramitação.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,aumento,limite máximo,Receita bruta,enquadramento,Microempreendedor Individual (MEI),Microempreendimento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, trago a este Plenário um tema que representa a realidade de milhões de brasileiros que sustentam o País com o seu trabalho. Eu me refiro aqui ao Projeto de Lei Complementar nº 67, de 2025, de autoria do eminente Deputado Federal Heitor Schuch — a quem cumprimento pela brilhante iniciativa —, e que tive também a honra de relatar na Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, a qual eu presido. Esse projeto eleva o limite de faturamento do microempreendedor individual para 150 mil reais anuais, com reajuste automático pela inflação. Não se trata apenas de uma atualização numérica, é uma medida de justiça que alcança mais de 15 milhões de brasileiros que vivem do seu esforço diário, que acordam cedo, sustentam suas famílias e movimentam a economia real deste País. Quem são essas pessoas? A costureira que transforma a sala de casa em oficina; o ambulante que enfrenta o sol e a chuva para levar o sustento para dentro de casa; o pequeno comerciante que abre as portas todos os dias acreditando no seu negócio; o jovem que encontrou no empreendedorismo a sua oportunidade de construir um futuro. São pessoas comuns, mas que têm em comum a coragem de não desistir, de acreditar no trabalho e de sonhar com dias melhores. Mas o que vemos hoje é um limite defasado, criado em 2018, que não acompanha a inflação nem o crescimento econômico. Essa defasagem empurra empreendedores para a informalidade, obriga muitos a esconderem o faturamento ou até a desistirem de crescer. E, quando isso acontece, Sr. Presidente, eles perdem acesso ao crédito, à proteção social e à chance de expandir os seus negócios. Em outras palavras, o sistema acaba punindo quem tenta prosperar. Esse projeto corrige essa injustiça. Ele não cria privilégios, cria condições reais para que o pequeno cresça. Ele garante dignidade e dá liberdade para que o trabalhador e o jovem empreendedor não sejam penalizados pelo seu próprio sucesso. Mais do que um ajuste técnico, é um recado claro de que esta Casa está ao lado de quem gera renda, de quem tem coragem de empreender e de quem não se entrega às dificuldades. Por isso, eu faço aqui um apelo aos nobres colegas Parlamentares. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR) - Peço o apoio de todos para assinarem o pedido de urgência, de minha autoria. Não se trata de um simples gesto formal, mas de uma decisão política que vai impactar a vida de milhões de brasileiros. Dar urgência a esse projeto é reconhecer o valor do pequeno empreendedor, é colocar no centro da agenda nacional aqueles que mais precisam do apoio do Estado. Solicito que este pronunciamento seja divulgados nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
  • 02/07/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado apresentou o Projeto de lei nº 3.149, de 2025, que institui o programa Jovem Empreende, voltado a facilitar a abertura do primeiro CNPJ para jovens de 18 a 25 anos e oferecer capacitação gratuita em gestão, finanças, marketing e legislação. Informou que a proposta visa combater o elevado desemprego juvenil, que ultrapassa os 18% segundo o IBGE, criando alternativas para jovens que desejam empreender, mas enfrentam obstáculos como burocracia e falta de apoio. Ao final, destacou sua trajetória no apoio à inovação e à juventude no Paraná e defendeu que o empreendedorismo seja uma ferramenta de autonomia e transformação para a nova geração.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Programa Jovem Empreende,Jovem,Empreendedorismo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Paulo Folletto, Sras. e Srs. Deputados, venho falar aqui sobre um projeto de lei de minha autoria que cria o programa Jovem Empreende. Do que se trata esse projeto? Trata-se de dar prioridade, sem custo extra, aos jovens de 18 a 25 anos na abertura do primeiro CNPJ, com mais facilidade. Trata-se de um projeto importante e urgente, porque os números preocupam. O desemprego entre os jovens passa dos 18%, segundo o IBGE. Esse índice é quase três vezes maior do que a média nacional. Isso mostra que os jovens têm dificuldade para conseguir o primeiro emprego ou começar o próprio negócio. Muitos têm vontade de empreender, têm ideias boas, mas esbarram na burocracia, na falta de apoio e na falta de informação. Meu projeto vem justamente para ajudar em dois pontos. Primeiro, dar aos jovens prioridade na abertura de pequenas e microempresas, para agilizar e facilitar o começo da caminhada. E, segundo, criar um programa gratuito de capacitação, com noções de gestão, finanças, marketing e legislação, tudo de forma acessível, indo direto ao ponto. O que queremos é abrir portas, dar a força inicial com informação, apoio e segurança, porque empreender também é sobre isto, ter autonomia, acreditar em sim mesmo e transformar uma boa ideia em realidade. No Paraná, como Prefeito e Governador, apoiei políticas voltadas à inovação e à juventude. Agora, como Deputado Federal, sigo firme neste compromisso: criar oportunidades reais e ajudar a nossa juventude a construir o próprio caminho. Conto com o apoio de todos. Solicito, Sr. Presidente, que este meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação desta Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 10/06/2025como líderBreves Comunicações

    O Deputado defendeu a importância da manutenção das Leis estaduais nº 17.656, de 2013 e nº 18.419, de 2015, que tratam da inclusão educacional de pessoas com deficiência no Paraná e são alvo da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 7.796 no Supremo Tribunal Federal. Destacou que essas normas, de sua autoria, garantem apoio às Apaes e instituições especializadas, fundamentais para atender cerca de 330 mil alunos com deficiências severas, que muitas vezes não conseguem se adaptar ao ensino regular. Lembrou, ainda, iniciativas como o programa Nota Paraná, que direciona recursos a essas entidades, e alertou para o risco de retrocesso social caso o Supremo declare as leis inconstitucionais. Fez um apelo ao Judiciário e à sociedade para que valorizem o impacto humano e ético das políticas públicas voltadas à inclusão.

    Palavras-chave oficiais: Ação Direta de Inconstitucionalidade,Lei estadual,Paraná,Supremo Tribunal Federal (STF),Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae),Educação especial,Pessoa com deficiência,retrocesso,Poder Judiciário,Sociedade civil,mobilização,Política pública,Inclusão educacional,Ensino regular

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje me coloco diante de vocês não apenas como cidadão ou ex-governante, mas como ser humano profundamente comprometido com a dignidade, comprometido com a justiça, comprometido com o respeito aos direitos de todos, especialmente daqueles que mais precisam da presença ativa do Estado: as pessoas com deficiência. Estamos diante de um momento decisivo. A tramitação da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 7.796 ameaça conquistas históricas e fundamentais para milhares e milhares de brasileiros. Essa ação contesta a constitucionalidade de duas leis do Estado do Paraná, de minha autoria, a Lei nº 17.656, de 2013, que institui o programa Todos Iguais pela Educação, e a Lei nº 18.419, de 2015, que criou o Estatuto da Pessoa com Deficiência do Estado do Paraná, ambas pioneiras e reconhecidas nacionalmente por sua vanguarda e também por sua sensibilidade social. O que está em jogo não é apenas o embate jurídico. Nós estamos falando de vidas reais, de famílias inteiras, de crianças, jovens e adultos com deficiência que encontram nessas legislações uma porta aberta para o conhecimento, para a autonomia e também para a cidadania. A ação questiona o papel das Apaes e demais entidades especializadas na rede pública de ensino. Segundo a Federação Nacional das Apaes, mais de 330 mil estudantes são atendidos por essas instituições em todo o País: 90% deles têm deficiências severas, que tornam, em muitos casos, inviável a permanência exclusiva em escolas regulares, mesmo com apoio pedagógico. No Paraná, são mais de 100 mil estudantes com deficiência na rede estadual, distribuídos entre escolas regulares e mais de quatrocentas instituições de educação especial. Como Governador, garanti que essas escolas fossem tratadas com a mesma dignidade das demais, com repasses orçamentários, melhorias estruturais, formação pedagógica, transporte escolar e merenda de qualidade. Elas passaram a fazer parte da rede pública estadual. Esse compromisso com a inclusão também se materializou por meio de iniciativas inovadoras, como o programa, criado em nosso Governo, Nota Paraná. Criado em 2015, ele destina créditos oriundos da devolução de parte do ICMS a entidades de assistência social. Hoje, ao todo, esse programa já devolveu aos consumidores do Paraná mais de 3 bilhões e 500 milhões de reais. Dois meses atrás, tirei uma semana para visitar Apaes da região sudoeste do Paraná. Nas visitas, mais uma vez pude testemunhar a angústia de diretores, professores e funcionários das Apaes com as dificuldades, sobretudo de ordem financeira. E me lembro sempre do programa Nota Paraná, do nosso Governo, que, segundo diretores e diretoras das Apaes com que nós conversamos, é uma das principais receitas mensais das Apaes do nosso Estado. O Nota Paraná também pode destinar recursos para entidades esportivas, para maternidades e hospitais em geral, para asilos e para entidades culturais, um grande avanço do nosso Estado. Até março deste ano, só do programa Nota Paraná, já foram destinados mais de 226 milhões de reais a essas instituições sociais, muitas delas dedicadas ao atendimento de pessoas com deficiência. Trata-se de um modelo eficaz de participação cidadã e redistribuição solidária de recursos que fortalece diretamente a atuação das entidades e melhora o atendimento a quem mais precisa. O Paraná, com coragem, fez o caminho inverso do que vinha sendo proposto nacionalmente. Integrou, fortaleceu e valorizou a educação especial sem dissolver as suas instituições. Por isso, Sr. Presidente, nobres colegas Deputados e Deputadas, não podemos ignorar o impacto de uma decisão do STF, ou melhor, que o STF pode tomar. Não estamos falando apenas de normas ou pareceres, estamos falando de sonhos, de oportunidades, de vidas transformadas pela educação inclusiva e com qualidade. As leis em questão não representam privilégios, elas são ferramentas de justiça social plenamente respaldadas pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência. Revogá-las seria um retrocesso inadmissível, seria negar às pessoas com deficiência o direito à educação, à autonomia e à plena inclusão social. É preciso dizer com clareza: inclusão não é estar no mesmo espaço físico, inclusão é ter acesso efetivo à aprendizagem, com dignidade, respeito e condições reais de desenvolvimento. As Apaes e outras instituições especializadas não substituem a escola regular, elas complementam, apoiam e enriquecem o sistema educacional, oferecendo alternativas eficazes e humanas para quem precisa de mais do que um currículo universal. Diante disso, eu faço um apelo: que o Poder Judiciário, o Poder Legislativo e o Poder Executivo ouçam as famílias, ouçam os profissionais de educação, as instituições e, principalmente, as próprias pessoas com deficiência, e levem em conta o impacto humano, social e ético das suas decisões. Faço um chamado à sociedade civil: que se una, se mobilize e levante a voz em defesa desses direitos. Não são favores, são fruto de décadas de luta, resistência e conquista. Por fim, Sr. Presidente, a ADI 7.796 não pode se tornar um símbolo do retrocesso. Que ela seja, ao contrário, a oportunidade de reafirmarmos o nosso compromisso com a inclusão real, com a equidade, com a justiça e com a dignidade de cada brasileiro e de cada brasileira. Muito obrigado, Sr. Presidente e Srs. Deputados. Solicito ao nobre Presidente que este pronunciamento seja divulgado nos canais desta Casa.
  • 13/08/2024breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado expressou suas condolências às vítimas do trágico acidente aéreo, em Vinhedo (SP), da Companhia Voepass que partia de Cascavel (PR) para São Paulo (SP), destacando a dor imensa enfrentada pelas famílias e amigos dos 62 falecidos. Ressaltou a importância de uma investigação rigorosa para esclarecer as causas do acidente, cobrando respostas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) sobre a fiscalização das aeronaves comerciais nos últimos cinco anos. Também elogiou as equipes de resgate e saúde pela rápida mobilização e reforçou a necessidade de medidas para garantir a segurança do transporte aéreo no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Acidente aéreo,Vinhedo (SP),Pêsames,investigação,Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC),fiscalização,Voo comercial,Transporte aéreo,Segurança aérea

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    O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje nós vivemos um momento de profunda tristeza e solidariedade. Eu quero daqui expressar as minhas mais sinceras condolências às famílias e aos amigos das vítimas do trágico acidente aéreo com o avião da Companhia Voepass que partia da cidade de Cascavel com destino ao Município de São Paulo. Este é um momento de dor imensa, e nossos corações estão com todos aqueles que foram direta ou indiretamente afetados por essa terrível tragédia. A perda de vidas humanas é sempre uma experiência dolorosa e devastadora. Cada uma das vítimas tinha sonhos, aspirações, famílias e amigos, que agora enfrentam uma dor indescritível. Neste momento de luto, eu quero garantir que faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para desvendar os motivos da queda dessa aeronave. É necessário que os usuários do sistema de transporte aéreo brasileiro estejam confiantes na segurança das aeronaves. Precisamos de respostas claras das autoridades competentes. Quero também expressar o meu profundo agradecimento às equipes de resgate, aos profissionais de saúde e a todos os voluntários que prontamente se mobilizaram para prestar socorro. Sua coragem e sua dedicação são um farol de esperança em um momento de escuridão. Vocês são verdadeiros heróis, e a Nação inteira é grata pelo seu incansável esforço. No entanto, é essencial, sim, que também busquemos respostas e medidas para prevenir que tragédias como esta não voltem a ocorrer. Assim, eu estou enviando à Agência Nacional de Aviação Civil, a ANAC, requerimento de informação e cobrando um relatório detalhado sobre a fiscalização das aeronaves de uso comercial nos últimos 5 anos, incluindo a aeronave que sofreu a queda. Precisamos entender se houve falhas e, se sim, como podemos corrigi-las, para garantir mais segurança para todos os passageiros no futuro. A ANAC tem a responsabilidade de ajudar a garantir a segurança e a integridade do nosso sistema de transporte aéreo. Exigimos uma investigação rigorosa e rápida, para que possamos implementar todas as medidas necessárias para evitar que outras tragédias aconteçam. A transparência e a responsabilidade são fundamentais para restaurar a confiança do público no sistema de aviação. Que possamos nos unir e oferecer conforto e força uns aos outros e manter viva a memória daqueles que perdemos de forma tão trágica. Deixo aqui registradas minhas condolências a todos aqueles que foram afetados por esse terrível acidente, que gerou grande comoção nacional. As imagens dessa tragédia são impactantes e nos servem de alerta. Sessenta e dois: esse não é apenas o número de vítimas fatais, uma estatística, é a dor de Cascavel, é a dor do Paraná, é a dor do Brasil inteiro. Obrigado.
  • 16/04/2024pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado agradeceu a presença no plenário do Embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, e do Cônsul-Geral do Japão em Curitiba, Yasuhiro Mitsui . Ele destacou a contribuição significativa da comunidade japonesa para o desenvolvimento do Estado do Paraná e expressou gratidão em nome da Câmara dos Deputados pela presença dos diplomatas japoneses.

    Palavras-chave oficiais: Japão,Embaixador,Cônsul-geral,Diplomata,Desenvolvimento sustentável,Paraná,Câmara dos Deputados,Homenagem

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado pela oportunidade, Presidente. Quero só fazer o registro das honrosas presenças neste plenário do Sr. Embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, e do Cônsul-Geral do Japão em Curitiba, Yasuhiro Mitsui. O Brasil deve muito àquele país. O meu Estado do Paraná reconhece a presença valiosa da comunidade japonesa, que vem contribuindo, ao longo de muitas décadas, para o desenvolvimento vigoroso e sustentável do nosso Estado. Esta Câmara dos Deputados agradece e louva a presença desses diplomatas japoneses no plenário. Obrigado pela oportunidade, Presidente.
  • 13/06/2023breves comunicaçõesBreves Comunicações

    Votos de boas-vindas ao Deputado Luiz Carlos Hauly. Homenagem ao Parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Posse,Câmara dos Deputados,Deputado federal,Paraná,Podemos (PODE) (2016)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. BETO RICHA (Bloco/PSDB - PR. Sem revisão do orador.) - Grato, Presidente. Quero cumprimentar os nobres colegas Parlamentares. É uma alegria hoje podermos ver empossado pelo oitavo mandato nesta Casa de Leis, o Deputado Federal Luiz Carlos Hauly. Tenho apreço, carinho e admiração enorme pelo Hauly. Já foi lá atrás militante do MDB, do nosso PSDB, hoje eleito pelo Podemos, militou ao lado do meu pai, José Richa, Deputado, Governador e Senador, nas grandes lutas democráticas em favor deste Brasil e da liberdade que vivemos hoje. E tive a satisfação de ter o Hauly como meu 1º Secretário da Fazenda no Governo do Paraná, contribuiu com a sua experiência, o seu preparo, a sua integridade, um grande conhecedor de finanças públicas, de economia, na área tributária, para fazer o grande ajuste fiscal no Estado do Paraná. E hoje o Brasil ganha, esta Casa ganha, em especial o Estado do Paraná, ao ter Luiz Carlos Hauly de volta a esta Casa. Seja bem-vindo! Que Deus abençoe o seu mandato!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.