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Detector de Bananada
Foto de Benedita da Silva

Deputada · Câmara

Benedita da Silva

PT · RJ

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Benedita Souza da Silva Sampaio · 84 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 84 de 100, Cara Bom0406080100

84/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 75% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 89%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 81%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 94%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 721 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 99%das 738 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

Fale com Benedita da Silva

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.beneditadasilva@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5330
Gabinete
Gabinete 330, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

89%

Esteve em 348 de 391 sessões

Melhor que 23% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

81%

Registrou voto em 913 de 1.125 votações nominais

Melhor que 49% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

1

de 21 projetos apresentados (5%)

2 avançaram · 13 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 721 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 95% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

704 discursos na tribuna e 2 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 05/02/2019 a 13/10/2026.

  • 23/04/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 580, de 2022, que altera a Lei 12.305, de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de dispor sobre penalidade para quem joga lixo em via ou qualquer tipo de logradouro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a federação vai votar a favor, entendendo que este projeto é relevante. É importante também lembrar que nem sempre nós do Governo estamos aqui para impedir a votação de projetos. Sem fazer nenhuma obstrução, estamos apoiando, até porque o autor e o Relator acataram sugestões que foram dadas por Deputados e Deputadas de vários partidos. Eu quero ainda ressaltar a importância relacionada à questão das multas, porque hoje existem nas periferias lugares onde as empresas coletoras de lixo aparecem uma vez na semana, duas vezes na semana, num território com mais de 3 mil ou 4 mil pessoas. Quem será taxado? Quem vai ser cobrado? É preciso, ainda, que o projeto garanta a segurança dos equipamentos para que a própria comunidade possa, no seu dia a dia, fazer exatamente uma coleta de lixo perfeita e não atingir o meio ambiente, evitando prejudicar a própria saúde da comunidade. Por isso a federação vota "sim".
  • 22/04/2026

    A Deputada defendeu o Projeto de Resolução nº 80, de 2025, que altera o Regimento Interno da Câmara dos Deputados, para permitir que os membros efetivos da Mesa Diretora possam fazer parte de Liderança e de comissões permanentes e temporárias. Ademais, destacou a importância da Bancada Negra como espaço plural de representação de Parlamentares de diferentes partidos, ressaltando que a proposta assegurava o rodízio na sua Liderança. Além disso, apontou a mudança da data de eleição da coordenação da bancada para 6 de fevereiro, em homenagem a Dandara dos Palmares. Por fim, parabenizou a Deputada Laura Carneiro pela iniciativa e o Deputado Antonio Brito pela relatoria.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Membro da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados,Liderança partidária,Comissão permanente,Comissão temporária,Atuação parlamentar,Processo legislativo,Bancada Negra,rodízio,Data,Eleição,coordenação,Bancada parlamentar,Homenagem,Autora (proposição legislativa),Relator

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, este é um projeto de alta relevância, relacionado ao papel que cada um de nós deve ter nesta Casa. Não se trata de ter duplo poder na Casa. Todos nós que participamos nas Comissões e não somos da Mesa Diretora temos muito mais liberdade para fazer o debate, nas Comissões e no Plenário, das bandeiras que defendemos em toda a nossa trajetória. O projeto permite, à exceção, evidentemente, do Presidente, que os demais membros da Mesa sejam Líderes das suas bancadas ou integrem Comissões. Se, principalmente, um Líder de bancada se torna Presidente ou Presidenta de uma Comissão, isso é muito importante para o bom andamento dos trabalhos, muito importante para que todos tenhamos a oportunidade de nos fazer representar, independentemente de siglas partidárias. Há um segundo ponto extremamente relevante no projeto. A Bancada Negra, instalada nesta Casa, é diversa, porque formada por Parlamentares de diferentes partidos, mas tem objetivos comuns no que diz respeito à promoção da inclusão e até mesmo ao papel de cada um de nós negros e negras nesta Câmara, bem como os indígenas. Nós estamos a defender nossas propostas. O projeto cria a oportunidade de rodízio, para que todos nós sejamos representados e representadas na Liderança desta bancada, que tem, em sua coordenação, pluralidade: hoje somos eu, do PT, e Parlamentares do PSOL e do PCdoB. A proposta também altera a data de eleição da Coordenação da Bancada Negra. Pelo requerimento de instalação da bancada, nós fazemos no mês de novembro as mudanças necessárias, mas entendemos — o grande Deputado Brito, Relator da iniciativa da Deputada Laura Carneiro, acatou isto — que seria importante prestarmos uma homenagem à grande guerreira Dandara dos Palmares, mulher que foi, com a mesma dignidade de Zumbi, aguerrida na defesa da liberdade e da democracia. Foi, sobretudo, uma mulher que colocou sua vida em defesa de uma causa pela qual a Bancada Negra se expressa nesta Casa. Por isso, em nome desta homenagem, seria 6 de fevereiro a nova data de eleição da nossa Coordenação, exatamente o dia de falecimento de Dandara. Eu quero parabenizar a Deputada Laura Carneiro pela iniciativa, relatada pelo Deputado Antonio Brito, nosso querido Líder do PSD e, por que não dizer, grande líder da Bancada Negra desta Casa. Faço, particularmente, uma homenagem a ele, que é da Bahia. Diga aí, Deputado Antonio Brito! (Pausa.) Evidentemente, o Deputado não pode falar, porque quem está na tribuna sou eu. Brincadeiras à parte, eu quero agradecer ao Deputado, que é um companheirão, alguém que sempre teve, nesta Casa, uma das melhores posturas que se pode ver em um Parlamentar. Conversa dignamente com todos, senta com todos. Eu penso que ele, quando estiver na Coordenação da Bancada Negra, pela sua eloquência, por ser aguerrido, provavelmente conseguirá muito mais do que estamos conseguindo neste momento. Por isso, Deputado Antonio Brito, parabéns a V.Exa. pela relatoria maravilhosa! Parabéns, querida Deputada Laura Carneiro, do Estado do Rio de Janeiro!
  • 22/04/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação da Submenda Substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 533, de 2024, que institui a Política Nacional “Mais Cultura nas Escolas” e dá outras providências. Ademais, contestou a Oposição para destacar que os acordos firmados pelo Governo Federal durante as viagens internacionais do Presidente Lula geraram R$ 94 bilhões para o Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Oposição política,Viagem internacional,Presidente da República,Acordo internacional,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Federação vota "sim", com o Relator, inclusive porque entende que a educação e a cultura fortalecem e consolidam a identidade do povo brasileiro. Quero aproveitar este momento para dizer àqueles que não têm ouvido e que têm, neste plenário, dito que o Governo Federal não tem investido e gasta bilhões com as viagens que só no ano de 2025 os acordos feitos pelo Governo Federal geraram para o Brasil 94 bilhões de reais. Então, é bom que a Oposição leia um pouco mais e procure saber para que não diga aqui mentiras sobre mentiras a cada dia.
  • 22/04/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 533, de 2024, que institui a Política Nacional “Mais Cultura nas Escolas” e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, o Governo vota "não" porque entende que a cultura se identifica com a educação, e é relevante que o Brasil resgate, quase centenariamente, os bons tempos da educação brasileira, nos quais a cultura e a educação caminhavam sempre juntas. Por conseguinte, é importante que votemos este projeto. Então, o Governo vota "não".
  • 22/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada destacou agenda internacional do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Europa, com passagens por Alemanha, Espanha e Portugal, ressaltando iniciativas voltadas à cooperação econômica, tecnológica e institucional. Afirmou que os encontros buscaram fortalecer a reindustrialização, ampliar parcerias e reforçar o compromisso com a democracia em cenário internacional. Também mencionou acordos bilaterais em áreas como educação, ciência e cultura. No âmbito interno, registrou a aprovação da admissibilidade da proposta sobre o fim da escala 6 por 1 na Comissão de Constituição e Justiça, apontando impactos na qualidade de vida dos trabalhadores, especialmente das mulheres, e indicando possíveis efeitos sobre produtividade e bem-estar.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Viagem internacional,Visita oficial,Alemanha,Espanha,Portugal,Cooperação econômica,Cooperação tecnológica,Reindustrialização,ampliação,Democracia,Acordo bilateral,Educação,Ciência,Cultura (ciências sociais) Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Aprovação,admissibilidade,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Qualidade de vida,Mulher,Produtividade

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sra. Presidenta, Sras. e Srs. Deputados, venho à tribuna para que possamos registrar e destacar essa recente viagem feita pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele tem reafirmado o papel importante do Brasil na Europa. Nós temos visto sua prática democrática, na qual a diplomacia tem gerado resultados importantes, concretos para o nosso País. Foi importante o diálogo do Presidente Lula na Alemanha, porque ele fortalece o diálogo com o setor industrial e tecnológico, abre portas para investimentos, inovações e parcerias estratégicas, o que considero fundamental para impulsionar a nossa indústria, ou melhor, a reindustrialização brasileira e a geração de empregos qualificados. Na Espanha, o Presidente Lula participou do Fórum da Democracia, quando ele reforçou o compromisso histórico do Brasil com a democracia, o combate ao extremismo e a defesa das instituições em um momento em que esses valores são desafiados em várias partes do mundo. Já em Portugal, o nosso Presidente Luiz Inácio Lula da Silva avançou nos acordos bilaterais, acordos importantes, ampliando cooperações nas áreas de educação, ciência, cultura e economia. Essa aproximação fortalece os nossos laços históricos e cria oportunidades concretas para brasileiros e brasileiras em Portugal ou fora de Portugal. Essa agenda internacional demonstra o quanto o Brasil voltou a dialogar na Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, dialogar com o mundo, com muita responsabilidade, soberania e visão de futuro, um futuro de harmonia, um futuro de paz. Não foram apenas encontros simbólicos. Foram dias de intensas articulações políticas e econômicas que ajudam a atrair investimentos, fortalecer a imagem do País e abrir caminhos para o desenvolvimento sustentável com inclusão social, geração de oportunidades. Eu quero parabenizar o Presidente Lula. Em meio à situação mundial, com conflitos de guerras, incentivos à guerra, brasileiros estimulando a invasão pelos Estados Unidos do Brasil, das terras raras e tantas outras, como bem acabou de pronunciar a Deputada nesta tribuna, nós estamos vendo também que o Brasil, neste cenário internacional, está sendo altamente respeitado. O Presidente Lula tem garantido que, da nossa parte, brasileiras e brasileiros — não só dos que se enrolam na Bandeira brasileira, mas também daqueles que não entregam o País, que não querem entregar o País —, o Brasil está pronto. Nós estamos prontos! Nós temos técnicos, pesquisas e diagnósticos saudáveis, qualificados, para que as transações entre empresariados brasileiros e empresariados na Europa possam, com muita serenidade e seriedade, negociar com o Brasil. E isto é muito importante. Sra. Presidenta, peço apenas mais 30 segundos para concluir. Quero falar também da votação que acabamos de ter na Comissão da admissibilidade do fim da escala 6 por 1. Não poderíamos ocupar esta tribuna sem deixar de dizer que hoje foi uma grande vitória, vitória essa que já deveríamos ter. O Brasil avança quando o trabalhador é protegido. A escala 5 por 2, que talvez não seja a melhor, mas a possível, vai trazer para esse trabalhador um aumento da produção, vai trazer mais serenidade para ele, vai tirar dele a ansiedade, vai ter mais saúde, ele vai poder estar mais próximo da sua família, mais próximo de ter um sono mais tranquilo. Com relação à produção, não precisa ficarem preocupados. Quando há calma, serenidade, trabalho, um País cujo Presidente aumenta o salário mínimo de acordo com o índice inflacionário, cujo Presidente dá oportunidade aos trabalhadores de terem aqui a defesa dos seus direitos e busca, conciliando os poderes e suas independências, fazer com que esta Casa aprove direitos de trabalhadores, como agora o fim da escala 6 por 1. Então, fiquem tranquilos, porque não vão perder nada; vão ganhar muito com essa força de trabalho mais alimentada, com mais saúde, com mais tempo para dormir, para descansar, mas não é só isso. Nós sabemos que a escala 6 por 1 atinge principalmente as mulheres que têm uma tripla jornada de trabalho. Por isso, Sra. Presidenta, agradeço a oportunidade de poder expressar-me nesta tribuna e peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigada.
  • 15/04/2026

    A Deputada registrou a visita, à Câmara, de uma instituição do Rio de Janeiro dedicada à inclusão de pessoas com deficiência por meio do esporte, destacando a relevância do projeto, que atende diferentes faixas etárias e tem participação em competições como Jogos Paralímpicos. Também lamentou o falecimento da Presidente da entidade, Tânia, e reconheceu a continuidade do trabalho por sua sucessora. Por fim, fez um apelo à bancada fluminense para ampliar o apoio à iniciativa, ressaltando o impacto social e o baixo custo dos projetos desenvolvidos.

    Palavras-chave oficiais: Pessoa com deficiência,Esporte,Inclusão social,Jogos Paralímpicos,Falecimento,Presidente,Entidade beneficente,Impacto social,Rio de Janeiro (Estado)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, hoje eu quero fazer o registro de que recebemos, nesta Casa, uma das instituições do Estado do Rio de Janeiro em cujo trabalho muito confiamos, pois têm tido o nosso apoio em um projeto desportivo para as pessoas com deficiência. Esse projeto é um grande programa por meio do qual essa instituição tem buscado — junto ao Governo Federal e também junto aos Parlamentares, com as suas emendas — uma colaboração para essa inclusão, que nós reconhecemos ser das mais importantes e sérias do meu Estado, do Rio de Janeiro, pois ela tem evoluído, tem participado das Olimpíadas, dos Jogos Paralímpicos, tem formado pessoas desde a juventude até mesmo a terceira idade. Sua Presidenta, a Tânia, faleceu há pouco tempo, o que provocou muita tristeza em nós. Eu faço este registro aqui com uma dor profunda no coração, mas tive a honra de poder receber toda a sua equipe, a sua filha, que a sucedeu nesse processo. Faço um apelo para que a nossa bancada do Estado do Rio de Janeiro possa se somar a essa instituição no Rio de Janeiro para alavancar os projetos ali elencados, que são projetos de baixo custeio, mas que atendem a uma população enorme e não somente no Estado do Rio de Janeiro. Por isso, mais uma vez, aqui estou fazendo este apelo à nossa bancada do Estado do Rio de Janeiro, de todos os partidos, representantes de todos os partidos, para que nós possamos trabalhar com as instituições que trabalham a inclusão, a promoção e o desenvolvimento desse nosso grande segmento populacional, que são as pessoas com deficiência. Sr. Presidente, muito obrigada por sua tolerância.
  • 15/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada saudou a Marcha da Classe Trabalhadora realizada em Brasília, com participação de trabalhadores de todo o País, e destacou a mobilização em defesa de direitos e dignidade. Em seguida, reforçou a luta histórica pelo fim da escala 6 por 1, com apoio do Partido dos Trabalhadores, e defendeu melhores condições de trabalho e convivência familiar. Também parabenizou centrais sindicais pela unidade na pauta. Além disso, associou melhores condições de trabalho ao aumento da produtividade e bem-estar. Por fim, cobrou do Congresso a aprovação da proposta e mencionou o apoio do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva à mobilização.

    Palavras-chave oficiais: mobilização,Trabalhador,Movimento sindical,Brasília (DF),redução,Jornada de trabalho,Partido dos Trabalhadores (PT),Apoio político,Presidente da República,Trabalho,Produtividade,Família,Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, também venho a esta tribuna para saudar a Marcha da Classe Trabalhadora, que está ocorrendo hoje, aqui em Brasília, reunindo milhares de trabalhadores e trabalhadoras de todo o País. É bom que se diga que o País está em defesa dos seus direitos, da sua dignidade, está em defesa daquilo que nós propusemos e continuamos a propor: os trabalhadores e trabalhadoras deste País não podem viver com uma escala 6 por 1. É preciso entender que esta mobilização é uma pauta que já vem urgente de muitos e muitos anos nas organizações dos trabalhadores deste País, é uma luta histórica que conta com o apoio do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, partido esse que acredita que nós precisamos ter, em relação aos trabalhadores e trabalhadoras deste País, um Brasil mais justo. É por isso que eu quero parabenizar as centrais sindicais, a CUT, a Força Sindical, a UGT, a CTB, a CSB, a NCST, a Intersindical e a Pública, pois elas estão dando uma demonstração de que existe unidade, estão dando uma demonstração de que a classe trabalhadora deste País tem um projeto de presente e de futuro. Não se constrói futuro sem presente. Nós queremos que os trabalhadores e trabalhadoras tenham mais um momento para descanso, mais um momento com suas famílias. Nós que defendemos as famílias queremos defender as famílias dos trabalhadores e trabalhadoras, que têm seus filhos, suas filhas, esposa, esposo, e que precisam estar junto com eles, dando-lhes a atenção devida. Tenho certeza de que, quando há segurança de trabalho, dignidade de salário, a nossa família contribui e as nossas energias se multiplicam, assim como a nossa produção. Nós queremos esse futuro, um futuro possível. Queremos trabalhar e viver, e não viver apenas para trabalhar! Essa é a grande mobilização que consolida a pauta da classe trabalhadora. Presidente Lula, parabéns, daqui a um pouco mais, estará recebendo toda essa marcha, e nós estaremos daqui referendando também esse grande objetivo dos trabalhadores e trabalhadoras, tirando deles essa tabela, que nós sabemos.... (Desligamento do microfone.) Sr. Presidente, quero apenas concluir. Eu quero só dizer que essa marcha é mais um ato, mas aqui nesta Casa nós temos a responsabilidade de fazer votar, retirando esta grande oportunidade que todos os produtores e os empregadores deste País terão, no fato de que encontrarão trabalhadores e trabalhadoras mais felizes, mais alegres, mais contentes, mais produtivos para que eles possam dar a este Brasil o desenvolvimento, a inclusão, tudo o que precisa. Mais uma vez, parabéns, e espero que esta Casa vote de maneira unânime. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 09/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada destacou os 14 anos da Lei de Cotas no Brasil, ressaltando sua relevância para ampliar o acesso de estudantes de baixa renda às universidades públicas. Em seguida, afirmou que a política contribuiu para reduzir desigualdades históricas e promover maior diversidade no ensino superior, incluindo negros, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Mencionou a sanção da lei em 2012 e sua atualização posterior, com ajustes nos critérios de renda. Ademais, defendeu a continuidade da política e a ampliação da representatividade em diferentes espaços institucionais. Por fim, relembrou sua atuação na implementação inicial da medida no Rio de Janeiro.

    Palavras-chave oficiais: Lei de Cotas de Ingresso nas Universidades (2012),Educação superior,Educação,diversidade,Inclusão social,Universidade pública,Negros,Indígena,Quilombolas,Pessoa com deficiência,representatividade

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, venho a esta tribuna para fazer um registro que imputo de grande importância, porque estamos comemorando os 14 anos da Lei de Cotas no Brasil. Eu quero falar da importância dessa lei, porque ela abriu portas e rompeu as barreiras. Nós, há décadas, vínhamos pedindo que as nossas universidades tivessem a cara do País, mas isso não era uma realidade. A realidade que encontrávamos era a de que os pobres, quando podiam, iam para as universidades particulares, e os ricos, que estudaram nos melhores colégios, iam para as universidades públicas. Era preciso mudar isso, na medida em que temos uma população estudantil majoritariamente negra. E a política de cotas veio para corrigir essa desigualdade. Em 2012, a Presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.711, que reservava vagas com recortes sociais e étnicos, nos quais os quilombolas e os indígenas também foram incluídos. Em 2016, avançamos, incluindo na lei as pessoas com deficiência. Em 2023, a lei foi atualizada. A Lei nº 14.723 foi sancionada pelo Presidente Lula, para que nós tivéssemos as nossas universidades com a cara do Brasil. E hoje nós lutamos para que o Congresso Nacional brasileiro tenha totalmente a cara do Brasil, com as representações nesta Casa de homens e mulheres, negros, brancos e indígenas. É esse o nosso objetivo, quando colocamos a política de cotas. Esses avanços trouxeram muitas prioridades, auxiliaram muito os estudantes, em especial, os quilombolas. Nós tivemos uma redução no limite de renda. O Presidente Lula estabeleceu o limite de renda e o reduziu para até 1 salário mínimo. Sr. Presidente, eu poderia falar muito mais sobre a política de cotas. Na verdade, a política de cotas trouxe para nós tranquilidade, e a ela precisa ser dada continuidade. Que as nossas representações não fiquem só na questão da educação, que elas se façam presentes nos órgãos institucionais, que elas se façam presentes também em todos os espaços políticos que nós temos! Que nós possamos, Presidente, a cada dia mais, em nossas vidas, conviver com as diferenças! A coisa mais linda do Brasil é a sua população formada por brancos, negros e indígenas. Que possamos entender que todas e todos somos brasileiros! Parabéns por esse mais um ano da política de cotas! Eu me orgulho, Presidente, por ter estado na condição de Governadora do Rio de Janeiro, quando foi implementada a primeira política de cotas, inaugurada pela Uerj — Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Muito obrigada.
  • 08/04/2026

    A Deputada defendeu a importância da proteção social como responsabilidade do Estado e destacou a relevância da proposta para o fortalecimento das políticas de assistência social. Associou o tema ao enfrentamento da pobreza, da fome e das desigualdades, ao enfatizar a atuação dos profissionais do setor junto às populações mais vulneráveis. Também relembrou sua trajetória na consolidação de políticas públicas na área e a implementação do Sistema Único da Assistência Social. Por fim, argumentou que o desenvolvimento econômico está ligado à proteção social e defendeu a garantia de recursos orçamentários.

    Palavras-chave oficiais: Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Proposta de Emenda à Constituição,Receita corrente líquida,Fonte de recursos,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Senhoras e senhores, política social. Eu quero apenas contar uma história sobre o que representa a proteção social. Ela está diretamente ligada à vida das pessoas. Em qualquer situação em que estejam, elas têm e devem ter, por parte do Estado, proteção. Esta matéria é da maior relevância, porque o serviço social é importante para qualquer política que possamos implementar no País. Nós sabemos que, do ponto de vista econômico, se há proteção social, há também maior desenvolvimento econômico. Além disso, quero dizer àqueles que não acreditam que ainda há miséria no Brasil, que ainda há fome no Brasil, que ainda há desemprego no Brasil, que são esses profissionais que, no cotidiano, vão estar nesses lugares para prestar serviços. E, muitas vezes, é tal a vulnerabilidade, Deputado Patrus, que nós profissionais da assistência social derramamos lágrimas. Não é possível que não tenhamos uma política social que disponha de orçamento próprio. Por mais esforço que se faça, o Estado deve ter seu Fundo Social disponibilizado para esses serviços. Estou nesta Casa há anos. Fui eu que apresentei o projeto de reconhecimento da profissão de assistente social. Nós não trabalhamos para ter pena, mas para ter uma política de direito, uma política de cidadania. Por isso, devemos ser reconhecidos como profissionais com a nossa carga horária, com o nosso salário, com a dignidade do nosso trabalho. Desde então, nós viemos batalhando nesta Casa para que tivéssemos o Ministério da Assistência Social. Não conseguimos, mas foi no primeiro Governo de Luiz Inácio Lula da Silva que começamos a implantar a política do Sistema Único da Assistência Social, criando o Ministério. E, logo após, criamos o Creas, o Cras. E quem me sucedeu foi Patrus Ananias, que aqui está. Nós trabalhamos, durante 1 ano, em 565 Municípios do País. Fizemos as conferências, que não tinham acontecido até então. Por isso, profissionais da assistência, não podemos votar de outra forma senão reconhecer o esforço desses profissionais, mas na defesa que sempre fizeram de uma política de Estado, que passa pelo fortalecimento do Sistema Único da Assistência Social. Esse é o nosso papel nesta Casa. Nós conhecemos a fome, conhecemos a miséria, conhecemos aquilo a que alguns se colocam contra, porque não sabem o que é estar na ribeirinha, não sabem o que é botar água na farinha e engolir como um bolinho, não sabem o que vivem aqueles que precisam levar os filhos para o médico ou ter um remédio para lhes dar e não conseguirem. São distâncias e mais distâncias. Meu Deus, não compreender o Brasil real, não compreender que existem essas questões no País é não ser um bom representante do povo brasileiro nesta Casa! Eu tenho que dizer isso porque, como mulher e assistente social que sou, sei perfeitamente que, quando se tem acesso a uma política de Estado, as coisas mudam. Para concluir a minha fala, quero dizer que a minha vida foi muito difícil, mas, com a política do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a vida dos meus netos tem sido bem melhor. E é isto o que eu quero para todo brasileiro: ter comida na mesa, ter escola, ter saúde, ter estudo, ter trabalho, ter salário remunerado decentemente. Por isso, o voto é “sim” a esta proposta maravilhosa.
  • 08/04/2026

    A Deputada criticou a atuação da Oposição por tentar impedir a destinação de 1% para a assistência social, destacando a existência de população em situação de miséria e a necessidade de inclusão. Em seguida, relatou trajetória pessoal ligada à assistência social, afirmando compromisso com a defesa dos mais vulneráveis. Além disso, atribuiu à Oposição responsabilidade por dificuldades sociais e acusou resistência à liberação de recursos, posicionando-se contra a retirada de pauta da Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,garantia,Fonte de recursos,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),População em situação de vulnerabilidade social,Oposição política,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - É impressionante estarmos assistindo à Oposição nesta Casa querer impedir o investimento de 1% na assistência social neste País. Todos nós temos a consciência de que ainda temos milhares de pessoas miseráveis e necessitadas e que a inclusão se faz necessária. Sou assistente social, só escolhi essa profissão porque conheci a miséria e a vulnerabilidade. E hoje, tendo a oportunidade de estar nesta Casa, eu faço jus àqueles que me deram o voto para que eu pudesse defender também uma causa que antes eu não tive quem defendesse. Esta Casa é responsável — e a Oposição principalmente — pela miséria, pela miserabilidade no País, pela falta de inclusão no País. Tem que ficar muito, mas muito claro para o Brasil inteiro saber que a Oposição não gosta dos pobres, que a Oposição não gosta dos necessitados e que ela não quer deixar passar recursos que possam, quando nada, minimizar essa situação que é caótica. Para aqueles que têm todo dia seu bom salário, sua mesa repleta, é ótimo, é maravilhoso! Nós somos contra a retirada de pauta da matéria.
  • 08/04/2026Comissão Geral

    A Deputada discursou na Comissão Geral sobre o feminicídio e destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher exige ações concretas diante do agravamento dos casos. Ressaltou a necessidade de cumprir integralmente a Lei Maria da Penha e de fortalecer o Pacto Nacional Contra o Feminicídio, com a atuação conjunta dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e da sociedade civil. Ademais, defendeu a criação de um fundo nacional específico para financiar políticas públicas de prevenção, proteção e segurança das mulheres. Sustentou ainda a necessidade de fiscalização contínua por parte do Parlamento e da sociedade. Por fim, alertou para a urgência de medidas efetivas para conter o feminicídio e assegurar o direito das mulheres à vida e à segurança.

    Palavras-chave oficiais: Comissão geral,Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio,Lei Maria da Penha (2006),Violência contra a mulher,Política de segurança pública,integração,Poder Executivo,Poder Legislativo,Poder Judiciário,Recursos orçamentários,Fundos,Financiamento público,Política pública,fiscalização,Parlamento,Sociedade civil,Direito à vida,Direito à segurança,Feminicídio

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ) - Muito obrigada, Líder. Eu quero neste momento cumprimentar a Mesa, na pessoa da nossa Ministra Márcia Lopes, Ministra das Mulheres, e também da nossa Presidenta neste momento, a Deputada Lídice da Mata. Senhoras e senhores, quero apenas dizer que sabemos que o momento é crucial. Já temos o diagnóstico, já vimos a situação, que cresce a cada dia. É importante enfrentarmos essa violência e esse feminicídio com ações concretas. Essas ações concretas trazem para nós um grande desafio. Um dos grandes desafios é que nós possamos cumprir plenamente o que diz a Lei Maria da Penha e acrescentar à Lei Maria da Penha todos os esforços que estão sendo feitos a partir do Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio, além de promover a união entre os Poderes — Executivo, Legislativo e Judiciário — e a sociedade civil. Eu aqui parabenizo a nossa Primeira-Dama, que chamou o Presidente Lula a tomar a liderança contra o feminicídio, entendendo que é uma questão que deve ser discutida principalmente com o mundo masculino. Diante dessas questões, foi proposto esse pacto nacional, que deveremos ter nas cidades e nos Estados. Contamos com o Ministério das Mulheres, que já tem a sua proposição, fazendo com que nós possamos avançar cada dia mais. Esse pacto nacional é para assegurar que as políticas públicas necessárias à segurança, à prevenção, à proteção dessas mulheres sejam feitas. Contudo, para isso, também é importante sinalizar nas discussões com os movimentos sociais que há necessidade de haver um fundo nacional único e exclusivo para essas políticas de proteção às mulheres neste País. Nós sabemos que temos responsabilidade. Por isso, valeu esse pacto da Presidência desta Casa, do Presidente Hugo Motta, juntamente com o Presidente Lula e a Presidência do Supremo, porque é esta Casa que vota o Orçamento. É esta Casa que tem a responsabilidade de ir além dos projetos que nós mesmos apresentamos. É importante que nós tenhamos a garantia desse orçamento para execução, para que não fique apenas na boa vontade e no discurso. Vimos que são importantes as medidas protetivas, mas não podem depender pura e simplesmente da nossa boa vontade ou mesmo de iniciativas fortes com recursos colocados pelo Governo Federal. Nós temos nesta Casa essa responsabilidade. Essa articulação deve ser permanente, para que a sociedade civil e nós todos possamos acompanhar a execução dos projetos e programas de segurança para as mulheres. Nós mulheres queremos viver, temos dito isto sempre, aqui. Nós mulheres precisamos viver. É possível, porque nós somos mulheres que amamos, e amamos demais: amamos os nossos filhos e as nossas filhas, amamos a metade da população brasileira. Por isso, é preciso tratar as mulheres com segurança e amor. Quem ama cuida, e esse cuidado deve passar pela segurança para levar a essas mulheres o direito de escolher a quem amar, de escolher a hora de dizer não, de poder livremente andar, com proteção também para os seus filhos. É por isso que nós nos manifestamos no dia de hoje para ouvir a sociedade, sociedade que constantemente está assustada e perplexa por ver o feminicídio acontecendo todos os dias. Sra. Presidenta, temos números, temos pesquisas, mas é preciso dar um basta geral nessa situação. Queremos viver porque nós geramos vidas. Muito obrigada.
  • 07/04/2026Breves Comunicações

    A Deputada registrou o Dia Mundial da Saúde e destacou ações do governo federal na área, com menção à ampliação do atendimento médico em periferias e à presença de mais de 12 mil profissionais. Citou investimentos do Novo PAC da Saúde, o custeio de unidades básicas e programas voltados à ampliação de serviços especializados. Também mencionou iniciativas no Estado do Rio de Janeiro, incluindo novos projetos e equipamentos públicos. Além disso, celebrou o Dia do Jornalista, ressaltando o papel da imprensa na informação, na investigação e no fortalecimento da democracia. Ainda apontou temas como liberdade, valorização profissional e enfrentamento à desinformação.

    Palavras-chave oficiais: Dia Mundial da Saúde,Política de saúde,Saúde pública Dia do Jornalista,Homenagem

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, no Dia Mundial da Saúde, quero falar da responsabilidade também que tem o Presidente Lula com a saúde do nosso País. É importante neste dia lembrar que nós temos agora mais médicos nas periferias da cidade; que o SUS, que presta atendimento qualificado e atende a todas e a todos no Brasil, tem agora especialista. Nós temos ainda, é bom aqui dizer, mais de 12.700 novos médicos atendendo essas periferias. Nós temos o Novo PAC da Saúde, que traz mais recursos para a saúde, ampliando nossas unidades de saúde. Queremos falar sobre a UBS, o custeio de 45.900 unidades que temos hoje. É importante parabenizar o Governo do Presidente Lula e o nosso Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, porque programas como Brasil Sorridente, Agora tem Especialistas e tantos outros programas e projetos têm chegado aos quatro cantos do Brasil, especialmente ao meu querido Estado do Rio de Janeiro. Hoje mesmo, o Ministro Padilha se fez presente com mais um projeto, deu mais uma declaração de responsabilidade ao meu Estado. Lá inauguramos esse museu da saúde no Estado do Rio de Janeiro, Deputado Bohn Gass. Então, hoje, Dia Mundial da Saúde, nós temos ainda o compromisso com os profissionais, compromisso esse que os profissionais buscam a cada momento e a cada dia. Sr. Presidente, V.Exa. disse que eu teria 5 minutos, e me deram 2 minutos e meio. Então, eu pediria mais 2 minutos e meio, para eu concluir a minha fala, por favor. Eu quero, neste momento também, ao concluir a minha fala, dizer que o Brasil segue em frente com muita responsabilidade com o povo brasileiro, com sua saúde, e também com os profissionais. Mas hoje, dia 7 de abril, é também o Dia do Jornalista, e eu quero parabenizar os jornalistas desta Casa, todos esses profissionais que a frequentam diuturnamente. Quero parabenizar aqueles que trabalham especificamente com cada um de nós em nossos gabinetes, em nossas Lideranças, e quero dizer que o papel do jornalista é sumamente importante. Ele informa, ele investiga, ele fortalece, sem dúvida, a nossa democracia. O jornalismo tem um compromisso com a verdade; o jornalismo é um direito à informação; o jornalismo confere o direito de dar à sociedade as suas opiniões e acesso às informações, ainda que algumas delas tragam prejuízo à população brasileira. É importante que o jornalista, dentro de sua competência, mantenha o povo informado sobre aquelas coisas que, não clandestinamente, mas em segredo, ele sabe que vai acontecer. Eu quero ressaltar três aspectos neste momento, que são as preocupações desses nossos trabalhadores profissionais. Primeiro, a defesa da liberdade, a deles e as nossas liberdades. Segundo, a valorização dos profissionais com salário e carga horária dignos. E, terceiro, o combate à desinformação, que faz parte, sim, daquele bom jornalista, daquele bom profissional que deseja que a informação chegue a cada um e a cada uma, ainda que seja mesmo oposição. Sorrindo, alegre e contente, eu quero dizer que, no dia do jornalismo, é preciso também garantir as denúncias do Governo anterior.
  • 07/04/2026

    A Deputada orientou a votação do Projeto de Lei nº 4.768, de 2016, que dispões sobre o ofício de profissional da dança.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Base de apoio político,Governo

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - É impressionante que alguns não entendam a dança como uma expressão educacional. A dança é uma expressão que faz para outro segmento uma fala e sentido, além de garantir o trabalho para os que dançam desde aquelas danças consideradas clássicas até as danças consideradas populares. Se V.Exas. não sabem, a dança vem da arte, vem de um conhecimento e vem, sobretudo, de uma etnia diferenciada da outra. As danças se complementam a partir de uma expressão corporal que leva as pessoas à luta, à felicidade, à libertação e à convivência com os diferentes. Isso é arte e isso é dança. Nosso voto é "sim"!
  • 07/04/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "ou entidade representativa da pesca artesanal credenciada", contida no inciso II do § 1º do art. 7º do Projeto de Lei de Conversão nº 1, de 2026, apresentado à Medida Provisória nº 1.323, de 2025, que altera a Lei nº 10.779, de 2003, que dispõe sobre a concessão do benefício de seguro-desemprego, durante o período de defeso, ao pescador profissional que exerce a atividade pesqueira de forma artesanal.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Maioria parlamentar,Voto favorável

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, é inaceitável o que se diz de uma profissão milenar, que todos nós conhecemos na própria história cristã, uma profissão que tem o papel preponderante de trazer para as nossas casas uma alimentação de baixo custo. Querem que esses trabalhadores e trabalhadoras, as pescadoras e os pescadores, não tenham direito aos seus benefícios, muito menos a uma orientação, quando nós reconhecemos que muitos deles e delas nem sequer sabem ler, muito menos usar um computador para fazer seu registro. Ora, se houve alguma corrupção no seguro-defeso, estamos aqui, assim como a Polícia Federal e o Presidente Lula, para investigá-la. Nós votamos "sim".
  • 17/03/2026

    A Deputada elogiou a aprovação do Projeto de Lei nº 6.674, de 2025, que institui o Programa “Antes que Aconteça”. Cumprimentou a Senadora Daniella Ribeiro, a Deputada Soraya Santos e a relatora da proposta, destacando a atuação em favor das mulheres. Afirmou que a iniciativa promoveu a união de Parlamentares de diferentes partidos em torno do tema. Defendeu a ampliação das Salas Lilás para delegacias, instituições e outros espaços, com o objetivo de garantir acolhimento e segurança às mulheres. Ressaltou a importância de expandir políticas públicas voltadas à proteção feminina e manifestou apoio às ações desenvolvidas no Congresso Nacional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,combate,Violência contra a mulher,Violência de gênero,Violência doméstica,Agressor,Feminicídio,Sala lilás

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu gostaria de cumprimentar a nossa Senadora Daniella, a nossa querida Deputada Soraya Santos, que nesta Casa representa muito e tem trabalhado em favor das mulheres, e também a Relatora. Essa iniciativa faz com que todas nós, independentemente de partido, estejamos juntas. A gente quer ver também a Sala Lilás nas delegacias, nas instituições, em todos os demais lugares onde nós possamos realmente encontrar abrigo seguro para essas mulheres. Parabéns, Senadora e minha querida Deputada Soraya Santos! Estamos juntas!
  • 17/03/2026Breves Comunicações

    A Deputada destacou ações do Governo Federal no Rio de Janeiro e criticou a postura de Parlamentares que deixam de defender o Estado ao priorizar críticas políticas. Elogiou a atuação do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ressaltou entregas recentes na região. Citou a inauguração do Túnel Professor Moacyr Sreder Bastos, parte do Anel Viário de Campo Grande, além de projetos de desenvolvimento no Aeroporto Internacional do Galeão, com foco na geração de empregos e fortalecimento do turismo. Além disso, destacou a entrega de moradias na Comunidade do Aço, em Santa Cruz, por meio do programa Morar Carioca do Aço. Mencionou ainda melhorias na área da saúde, como a reestruturação do Hospital Federal do Andaraí, incluindo a inauguração de um novo setor de trauma. Por fim, defendeu que Parlamentares valorizem ações concretas realizadas no Estado e levem informações positivas à população.

    Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (Estado),inauguração,Túnel,Anel rodoviário,Aeroporto Internacional Galeão Antônio Carlos Jobim,Geração de emprego,Turismo,Habitação,Hospital federal,Governo federal,Gestão pública,Administração federal,Política urbana,Infraestrutura urbana,Administração estadual

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu sou da bancada do Estado do Rio de Janeiro, pelo Partido dos Trabalhadores. Nós já estamos no quarto ano do Governo. Nesta Casa, eu nunca vi outra voz levantar-se a favor do Estado e dizer o que fez por ele, em nenhum Governo. É impressionante a nossa bancada! Nós temos bancada de tudo quanto é lugar. A bancada do Estado do Rio de Janeiro se preocupa muito em xingar o Presidente Lula, e nem faz o debate. Então, ela deixa de defender o seu Estado, onde se elege. Mas eu estou aqui para parabenizar o Presidente Lula por tudo quanto ele tem feito. Nos últimos dias, tenho acompanhado isso no Rio de Janeiro. Ele tem feito muita coisa no Rio. Eu estive com ele em Campo Grande e acompanhei a inauguração do Túnel Professor Moacyr Sreder Bastos, uma das principais entregas da primeira fase do Anel Viário de Campo Grande. Essa é uma obra que já estavam esperando há muito tempo. Além disso, o Governo também anuncia a criação de um grande polo de atividades no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro. Isso significa mais desenvolvimento econômico, significa mais emprego, fortalecimento do turismo, atração de investimentos e, principalmente, mais oportunidades para aqueles que são do Rio e querem investir no Rio. Outra agenda importante foi realizada pelo Presidente, junto com o Prefeito da cidade do Rio de Janeiro, na Comunidade do Aço, em Santa Cruz, onde 64 novas moradias do programa Morar Carioca do Aço foram entregues a um total de quatrocentas famílias. Então, por que não dizer essas coisas? Não precisam dizer o nome do Presidente, não. Mas, pelo menos, levem uma palavra de estímulo, de alento, de conforto para o nosso povo do Estado do Rio de Janeiro. Eles merecem que a gente não fique aqui apenas com lamúrias, falando de coisas que não lhes interessam. Faz isso quem tem baixa autoestima, porque quem tem autoestima alta não tem medo de falar do seu Estado em qualquer que seja o Governo. Em todas as ações, eles são tão negativos! Eu acredito que essas coisas devem voltar para essas pessoas. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputada. A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ) - Eu vou concluir, Sr. Presidente. Eu quero dizer que também acompanhei o Hospital Federal do Andaraí, que foi totalmente reformado e inaugurou o Setor de Trauma. Esse é um hospital cinco estrelas para queimados, que estava totalmente abandonado em governos anteriores. Mas agora o Presidente Lula reestruturou todos os hospitais federais. Obrigada, Sr. Presidente.
  • 16/03/2026

    A Deputada denunciou a escalada de violência política de gênero e destacou ameaças dirigidas à Deputada Carol Dartora, incluindo ataques digitais e mensagens com teor de morte. Afirmou que o episódio atingiu todas as mulheres no Parlamento, com maior impacto sobre mulheres negras, e cobrou identificação e responsabilização dos autores. Defendeu medidas institucionais para conter a violência, citando iniciativas do Governo Federal voltadas à prevenção e ao fortalecimento de estruturas de investigação e proteção. Também anunciou a inauguração da Sala Lilás na Câmara, destinada ao acolhimento de denúncias e encaminhamento de providências. Alertou para o uso indevido de tecnologias em ataques e afirmou a necessidade de ação coordenada entre os Poderes.

    Palavras-chave oficiais: Violência política contra a mulher,Violência política de gênero,Sala lilás,Câmara dos Deputados,Deputada federal

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, nós temos enfrentado, com grande dificuldade, as discussões sobre violência contra a mulher. Nós sabemos que essa violência é uma violência política de gênero. É uma violência àquelas que pensam, àquelas que dizem uma verdade que a Oposição não quer ouvir. Nós estamos sofridas pelo que fizeram com a Deputada Carol Dartora, uma Deputada negra, uma Deputada de qualidade, inteligente, de formação, que tem demonstrado conhecimento das estruturas que são colocadas nesta Casa para que se possa manifestar. Pois bem, Deputada Heloísa Helena. Ela foi violentada de todas as formas, inclusive digitalmente. Chegaram a dizer que iriam cuspir no cadáver dela. Essa é uma ameaça grave. Nós temos que nos preocupar com isso. Essa não é qualquer ameaça. Essa ameaça merece uma identificação de quem a fez. É preciso que a gente acabe com essa escalada de violência contra as mulheres, principalmente contra as mulheres negras. Nós não vamos nos calar diante das barbáries que acontecem. É preciso entender que nós queremos liberdade. Se somos pouca representação ainda nesta Casa, mas nós sabemos que nossas vozes têm ecoado, porque nós defendemos o Brasil. Quando falamos de negritude, nós defendemos a maioria do povo brasileiro. Portanto, não podemos concordar com essa escalada de violência racial. Onde fica nossa liberdade? Temos medo de trabalhar, temos medo de sair de casa. Essas ameaças acontecem todos os dias. Temos que ter medidas institucionais urgentes, temos que ter medidas severas contra isso. Nós hoje votamos e já reconhecemos a iniciativa do Governo Federal antes que aconteça. O "antes que aconteça" dará também os equipamentos essenciais para aqueles que podem nos dar a segurança necessária. Essas pessoas — os profissionais e as profissionais — terão seus equipamentos de pesquisa, de investigação e também de prisão. Portanto, a lei que nós queremos para proteger essas mulheres é fundamental dentro nesse programa de combate à misoginia. Eu quero dizer que esta Casa, na quarta-feira, às 11 horas, vai inaugurar a Sala Lilás. A Sala Lilás está compatível com a iniciativa dos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. E a Sala Lilás se torna o lugar de ouvir, de ouvir todas as denúncias que são colocadas, mas também de buscar as providências legislativas que nos cabem. Não é apenas fazer o registro, mas ter a solução para tudo isso. Esse foi um ataque ameaçador não só à Deputada Carol Dartora, mas também a todas nós, Parlamentares, que estamos, no dia a dia, tanto denunciando como trabalhando para este País, o que a Oposição destrói a cada momento e ousa vir dizer que tudo aqui é da Esquerda. Eu não me incomodo de estar na Esquerda. Eu tenho lado, e, quando nós temos lado, nós não temos medo. Mas não podemos nos calar diante dessas ameaças. Vamos cuspir no cadáver de Carol Dartora e dizer que não tem importância nenhuma? São ameaças digitais quando nós queremos tratar da inteligência artificial e encontramos uma enorme oposição. Não sabem o que está acontecendo neste País. Elas servem para o bem, mas também servem para o mal; elas servem para destruir a família, que a gente tanto defende, mas na hora que deveriam não querem realizar a discussão e nem votar a favor, porque querem que continue como está. Mas essas ameaças não são apenas para a Deputada Carol Dartora, elas podem chegar à casa de qualquer um de nós. Nós não podemos ser prisioneiros dentro de nossas próprias casas. E o instrumento que nós usamos nos serve de ameaça? O meu celular passa a ser uma arma contra os meus adversários e inimigos? Uma televisão passa a ser uma arma nas mãos dos meus adversários e inimigos? Não! Nós estamos tratando de uma questão gravíssima. As mulheres do Brasil querem viver. As mulheres do Brasil não querem morrer. E nós aqui as estamos representando, para que, a cada dia, em cada situação como essa, nós possamos nos manifestar e cobrar dos Poderes Legislativo, Judiciário e Executivo que nós queremos viver e que tem que haver uma ação institucional contra esse sofrimento violento que sofreu a Deputada Carol Dartora. Muito obrigada, Sr. Presidente.
  • 16/03/2026

    A Deputada celebrou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 6.674, de 2025, que institui o Programa “Antes que Aconteça”, destacando a iniciativa do Governo Federal em parceria com o Poder Legislativo e o Poder Judiciário para a proteção das mulheres. Ademais, saudou a inauguração da Sala Lilás na Câmara dos Deputados, ressaltando que haverá uma ouvidoria especializada. Ao final, denunciou a violência sofrida pela Deputada Carol Dartora, Presidente da Comissão de Cultura.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Política pública,prevenção,Violência contra a mulher,Cooperação política,Parlamento,Governo federal,Poder Judiciário,Sala lilás,Câmara dos Deputados,Ouvidoria Violência,Agressão,Deputada federal,Negros,Presidente,Comissão de Cultura (CCULT)

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, neste momento, votamos apenas a urgência, mas, além disso, quero dizer que temos vivido momentos difíceis, com casos de violência acontecendo contra as mulheres. Institucionalmente, ainda não temos algo concreto para protegê-las. Essa iniciativa do Governo Federal, em parceria com o Poder Legislativo e o Poder Judiciário, irá, sem dúvida, disponibilizar, com muita urgência, não só os elementos, mas os equipamentos necessários para proteger as nossas mulheres. Quero parabenizar a todos pela inauguração, já na próxima quarta-feira, da Sala Lilás, onde também teremos uma ouvidoria que acompanhará todos os acontecimentos. Vou falar mais tarde, no tempo destinado à Bancada Negra, sobre a violência que sofreu a Deputada Carol Dartora, nossa Deputada Federal negra, que é Presidente da Comissão de Cultura. Obrigada.
  • 03/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 591, de 2026, que cria, no âmbito do Conselho Nacional de Justiça, o Departamento de Monitoramento e Fiscalização das Decisões dos Sistemas Internacionais de Direitos Humanos – DDH.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Maioria orienta "sim", entendendo que aos direitos humanos é preciso dar mais robustez. Nós sabemos que existem muitas complicações neste País. Nós acabamos de sair da tribuna e falamos de crimes, falamos de genocídio, falamos de feminicídio. Então, é preciso equipar, evidentemente, as instituições para que elas possam executar as tarefas que lhes são impostas. Defender direitos humanos não é defender vagabundo ou defender criminoso, é defender uma pessoa, é defender um ser humano naquilo que é necessário ser feito. Por isso, votamos "sim".
  • 03/03/2026

    A Deputada criticou o fato de a Câmara não estar debatendo de forma prioritária o feminicídio e a segurança das mulheres, alertando para o crescimento da violência de gênero no Brasil, incluindo casos de estupro, assédio e violência doméstica. Citou o caso recente de uma adolescente violentada no Rio de Janeiro como exemplo de uma cultura machista que banaliza a violência contra mulheres e defendeu a necessidade de políticas públicas eficazes, prevenção, responsabilização dos agressores e fortalecimento da rede de proteção às vítimas. Cobrou também maior responsabilidade dos Parlamentares, especialmente dos homens, afirmou que não se calará diante do feminicídio e pediu mais ações concretas do Estado para garantir segurança e respeito às mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,prioridade,Debate,Feminicídio,Violência contra a mulher,Violência de gênero,Rio de Janeiro (Estado),Estupro compartilhado de vulnerável,Política pública,prevenção,Rede de proteção,Vítima

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    A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, ah, como eu lamento esta Casa não estar debatendo o feminicídio! Ah, como eu lamento esta Casa não estar discutindo a segurança das mulheres! Ah, como eu lamento não termos aqui um debate propositivo para a construção de uma política nacional! Mas é o que temos para hoje. O Brasil precisa encarar, com urgência, a gravidade de todas as formas de violência contra a mulher: violência doméstica, feminicídio, estupro, assédio moral e assédio sexual. Isso segue crescendo e espalhando medo em lares, ruas, escolas e ambientes de trabalho. Os números aumentam e apavoram o País, revelando a realidade de que muitas mulheres ainda vivem sob ameaça constante. O caso recente da adolescente no Rio de Janeiro, violentada por quatro rapazes, é mais uma demonstração cruel dessa cultura de violência que insiste em tratar o corpo feminino como objeto e em banalizar a brutalidade. Não se trata de um episódio isolado, mas o reflexo de uma estrutura machista que silencia vítimas e, muitas vezes, falha em garantir proteção e justiça. As mulheres brasileiras ficam desprotegidas quando faltam políticas públicas eficazes, prevenção nas escolas, responsabilização rigorosa dos agressores e uma rede de acolhimento forte e estruturada. Elas ficam desprotegidas quando denúncias não são levadas a sério e a sociedade relativiza a violência. Enfrentar essa realidade exige uma ação coordenada do Estado, investimento em educação para a igualdade, fortalecimento da segurança pública e mudança cultural profunda. O Brasil não pode aceitar que meninas e mulheres tenham seus direitos e corpos violados, e suas vidas ameaçadas diariamente. Falar sobre isso é romper o silêncio. E romper o silêncio é o primeiro passo para transformar a indignação em justiça e em proteção real para todas. Eu venho a esta tribuna, em meio a debates inúteis que não levam a nada e não cooperam para o desenvolvimento do País, a fim de proclamar a paz no País. Como podem os homens não dar atenção às vítimas que nós estamos vendo? A cada dia, quatro mulheres morrem no Brasil. Como podem os Parlamentares masculinos não entender que o feminicídio é praticado pelos homens? Como podem ser insensíveis a isso? Não, eu não posso. Como mulher, eu não posso. Eu compreendo perfeitamente que isso é uma indignidade. Eu não sei o que será dessa moça, se ela voltará para a mesma escola. Eu não sei se ela vai encarar os amigos e as amigas, pensando que ela é que teve culpa de ser estuprada. Nesta Casa, eu tenho certeza de que as mulheres sempre terão uma voz: a minha, ainda que tentem me calar. Eu não me calarei diante do feminicídio que vem acontecendo. Alerto os Parlamentares masculinos desta Casa: os senhores têm responsabilidade com isso quando querem só armar os homens para matar as mulheres. Vamos dar segurança às nossas mulheres! Obrigada, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.