Pular para o conteúdo
Detector de Bananada
Foto de Allan Garcês

Deputado · Câmara

Allan Garcês

PP · MA

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Allan Quadros Garcês · 57 anos

Baixar imagem para storyComparar com…

Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 79% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 95%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 79%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 80%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 72%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 50%das 567 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 79%das 436 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Redes oficiais de Allan Garcês

Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

95%

Esteve em 248 de 262 sessões

Melhor que 53% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

79%

Registrou voto em 733 de 927 votações nominais

Melhor que 41% dos deputadosMédia do partido: 77%

Iniciativas que viraram lei

0

de 55 projetos apresentados (0%)

6 avançaram · 37 em andamento · 12 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

50%

Em 567 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 25% dos deputadosMédia do partido: 69%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

63 discursos na tribuna · de 27/09/2023 a 10/03/2026.

  • 01/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado lamentou um recente caso de agressão a uma idosa de 86 anos, expressando tristeza pela falta de respeito à terceira idade na geração atual. Como médico, enfatizou as sérias lesões da vítima e criticou a soltura do agressor. Defendeu a necessidade de leis mais rigorosas e anunciou a elaboração de um projeto de lei para abordar essas situações no país.

    Palavras-chave oficiais: Idoso,Violência física,Projeto de lei ordinária,punição

    Ler a transcrição oficial
    O SR. DR. ALLAN GARCÊS (Bloco/PP - MA. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Sr. Presidente Charles Fernandes. Bom dia, colegas Deputados. É com muita tristeza que eu subo a esta tribuna para falar de um incrível caso de agressão a idoso. Vimos recentemente, na televisão, a agressão a uma senhora idosa de 86 anos. Eu chego a me perguntar: que geração é essa que futuramente vai conduzir o País? Que geração é essa que não respeita a criança, que não respeita o idoso? Que geração é essa que quer o aborto, que defende o aborto? Que geração é essa que bate em idosos e pode até matar? Isso me causa uma tristeza muito grande. Sr. Presidente, antes de ser Deputado, sou médico, e posso falar com propriedade aqui. Aquela idosa de 86 anos, quando caiu após a agressão, teve um traumatismo craniano. Além disso, houve uma fratura de fêmur. Uma fratura de fêmur, colegas Deputados, causa um sangramento de 1 litro e meio de sangue. Uma senhora de 86 anos, cujo organismo sofre ainda mais com a idade, perder 1 litro e meio de sangue é muito arriscado. Eu fico pasmo com o risco que essa senhora correu quando aconteceu esse fato. O cidadão sequer a ajudou e vai responder em liberdade. Onde estamos? Que País é este? Temos que endurecer as nossas leis. É preciso olhar essa situação com rigor. Essa geração já me causa até medo do futuro, porque ela não respeita seus idosos, não respeita o próprio futuro. Essa geração vai ser o futuro. Fico indignado om isso, como médico. Participo como titular da Comissão de Saúde e da Comissão de Segurança Pública. São duas atividades importantes. E o caso que eu relatei aqui merece atenção. Na saúde, essa idosa correu seriamente risco de morte. Vai ficar internada, vai ser operada, vai ficar acamada, e há as consequências de um pós-operatório para a idade dela, com uma fratura de fêmur. Digo a V.Exas. que, nesse caso, não pode ser "passado pano". Como Deputados Federais, temos que tratar do assunto. Nos próximos dias vou entrar com um projeto de lei para endurecermos quando ocorrer esse tipo de situação no País. Presidente, peço a V.Exa. que meu pronunciamento conste nos canais oficiais de comunicação da Casa.
  • 09/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado reforçou a visão de que o grupo Hamas é, de fato, um grupo terrorista. Mencionou os eventos de 8 de janeiro em Brasília e afirmou que eles não devem ser rotulados como atos terroristas. Ele expressou solidariedade às famílias dos médicos ortopedistas que foram assassinados no Rio de Janeiro e, de forma particular, à Deputada Sâmia Bomfim. Ressaltou a importância de não relativizar a violência e o terrorismo, criticando a postura da Esquerda sobre o assunto.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Esquerda política,Organização terrorista,Guerra,Israel,Palestina,Terrorismo Defesa,Manifestação pública,Ato antidemocrático solidariedade,Deputada federal,Família,Homicídio,Vítima,Médico,Rio de Janeiro (RJ)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. DR. ALLAN GARCÊS (Bloco/PP - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente Adriana Ventura, quero complementar o que disse o colega e dar um exemplo de quem é verdadeiramente terrorista: esse grupo Hamas, diferentemente dos patriotas do dia 8 de janeiro, que foram acusados de terroristas. O que aconteceu em Brasília no dia 8 de janeiro não foram atos terroristas, como a Esquerda gosta de dizer. Terrorista é esse grupo que está aí, esse grupo que estamos vendo. Eles é que são terroristas! Eu quero me solidarizar com as famílias dos médicos ortopedistas que foram assassinados e com a Deputada Sâmia Bomfim. Eu quero dizer, sobretudo, que, quando se sequestram crianças, mulheres, idosos, quando essas pessoas são estupradas ou mortas, não há defesa. A forma como se deram os ataques em Israel foi, sim, um ato terrorista, coisa que nós deste Congresso repudiamos. Nós não podemos relativizar nem o terrorismo nem a violência, como faz a Esquerda, que quer relativizar esses atos terroristas. Era isso que eu queria dizer, Presidente. Muito obrigado.
  • 27/09/2023Breves Comunicações

    O Deputado expressou seu desacordo com a discussão sobre o aborto na Câmara dos Deputados. Lembrou que como médico, pai e cristão, rejeita a ideia de decidir sobre a vida de crianças ainda no útero da mãe e defende a importância do direito à vida. Alertou para o perigo de abrir precedentes que possam levar a legislações sobre a vida de pais e filhos.

    Palavras-chave oficiais: Aborto,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. DR. ALLAN GARCÊS (Bloco/PP - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente, peço autorização para me vestir de médico, usar o meu jaleco nesta Casa, em que represento o povo. Eu queria dizer, Presidente, que, há pouco tempo, eu estava do lado de fora desta Casa lutando pela saúde, lutando por um País, lutando por um Estado, o meu Estado do Maranhão. E jamais esperava chegar aqui e ver esta Casa defendendo a morte de crianças inocentes dentro do útero da própria mãe. Jamais esperava viver esse momento. Eu, como médico, como pai, como cristão, como professor do curso de medicina da UFMA, Universidade Federal do Maranhão, do que tenho muito orgulho, jamais me posicionarei a favor do aborto. Nesta Casa hoje, nós nos prestamos a decidir quem tem o direito de viver, pasmem, decidir sobre a vida de crianças ainda dentro do útero da própria mãe, crianças indefesas, crianças inocentes, que não praticaram nenhum crime! E aí, quando eu falo de crime, gostaria de ressaltar que até os piores dos bandidos têm direito à ampla defesa. E nesta Casa, hoje, decide-se se uma criança dentro do útero da mãe merece viver. Cadê o direito à vida? Cadê o direito de defesa dessa criança? Quem vai defendê-la? Eu acho que aqui o que se tem que discutir é a vida, e não a morte. Quando nós vemos uma Casa que é a representação do povo discutindo morte, nós só lamentamos o futuro de uma sociedade. Nós lamentamos terrivelmente o que pode vir a acontecer. E eu gostaria de ressaltar também que, quando nós abrimos esse precedente de decidir quem vive e quem morre por meio dos pais, nós temos que ter em mente que, futuramente, os próprios filhos poderão também exigir o direito de matar seus pais. Já que nós podemos dar esse direito de os pais matarem os seus filhos, futuramente, esta Casa poderá legislar para ver se os filhos também poderão ter o direito de matar os seus pais. Obrigado, Presidente. Eu gostaria que deixasse registrado meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.