
Nome civil: Alfredo Alves Cavalcante · 67 anos
Bananômetro
81/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 67% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 95%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 83%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 833 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 850 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 387 de 389 sessões
Votou nas votações
95%
Registrou voto em 1.073 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 24 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 833 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
116 discursos na tribuna · de 14/02/2023 a 27/05/2026.
- 21/02/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou sua indignação com o apoio de alguns parlamentares ao massacre de Israel sobre os palestinos. Ele destacou os alarmantes números de vítimas, condenou a violência e elogiou o Presidente Lula por trazer à tona a gravidade da situação. Criticou a falta de cobertura da imprensa brasileira sobre o conflito e encerrou rejeitando um ato em apoio ao ex-Presidente da República convocado para o domingo seguinte.
Palavras-chave oficiais: Parlamentar,Defesa,Chacina,Israel,Palestina,Faixa de Gaza,Indignação,Presidente da República,Denúncia,Violência,Cobertura jornalística,Conflito manifestação,São Paulo (SP),Ex-presidente da República,Golpe de Estado,Janeiro,protesto,Poderes da União
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, estou achando até esquisito o plenário vazio, porque os apaixonados bolsonaristas, que estão defendendo o massacre de Israel sobre os palestinos, não estão aqui. O Deputado que agora há pouco falou, o Deputado Gilvan da Federal, acho que ele não tem coração, não tem coração nenhum, porque vir aqui elogiar... Quero parabenizar o Deputado Arlindo Chinaglia, do PT, que veio a esta tribuna, sem paixão e com coerência, e apresentou exatamente o que está acontecendo lá na Palestina. Deputado Gilvan da Federal, é normal 12 mil crianças estarem mortas, 9 mil mulheres estarem mortas? São 100 jornalistas assassinados, 400 mil casas destruídas, 320 escolas também destruídas. É normal? Aqui não se está falando de Hamas. Todos nós aqui condenamos o ato terrorista do Hamas. Aqui se está falando do extermínio que está acontecendo lá na Palestina, que vocês têm a coragem de vir aqui defender. Vocês, de forma apaixonada, vêm aqui e acham que são normais esses dados que eu falei. Aliás, a imprensa brasileira devia mostrar a realidade do que está acontecendo lá, porque mostra um pedacinho e não mostra tudo o que está acontecendo nessa situação. Portanto, o Presidente Lula está de parabéns, sim, porque foi o único líder mundial que teve a coragem de trazer o problema. A partir daí, outros líderes mundiais já estão também defendendo o cessar-fogo lá na Palestina. Por isso que estamos aqui e temos orgulho de dizer que o Presidente Lula está com razão e não tem que pedir desculpa em nada, porque o que foi falado é a dura realidade, infelizmente. Essa guerra estúpida tem que acabar, gente! Nós falamos aqui nesses números, nesses dados, mas já há um total de 30 mil pessoas mortas, na sua maioria absoluta, palestinos. Trinta mil! Esse número já deve ter sido ultrapassado, porque a cada momento, a cada dia, mais gente morre. E para terminar, Sr. Presidente, eu acho que a democracia é boa, mas esse ato de domingo que está sendo chamado é apenas um ato em defesa do golpe de 8 de janeiro. As autoridades têm que ficar atentas para o que vai acontecer lá, porque o ex-Presidente "incondenável", "incassável" e inelegível dá como desculpa que quer se defender, mas, na verdade, ele que defender o golpe que ele armou, que não conseguiu consolidar, e, agora, quer ir para as ruas para defender o golpe; e a democracia vai vencer mais uma vez. Muito obrigado. - 06/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva Global apresentada ao Projeto de Lei nº 402, de 2011, que proíbe a utilização de cerol ou produto industrializado nacional ou importado semelhante que possa ser aplicado nos fios ou linhas utilizados para manusear os brinquedos conhecidos como "pipas ou papagaios".
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, estávamos com dúvidas em relação a algumas emendas e sobre como ficaria o texto original, mas já as tiramos. Estamos prontos para votar. Nosso voto é "sim", até porque todos nós, quando crianças, gostávamos de brincar com pipas ou papagaios. No entanto, entendemos que o cerol é um perigo. Isso já ficou provado, porque pessoas já morreram devido ao uso do cerol. Portanto, a Federação do PT e PCdoB vota "sim", Sr. Presidente. - 06/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo da Comissão de Educação ao Projeto de Lei nº 1.825, de 2023, que institui a Semana Cultural Interescolar nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em vista da importância da educação e da cultura, o projeto apresentado na tarde de hoje é muito importante. A Federação do PT, PCdoB e PV vota "sim". - 19/12/2023
O Deputado criticou a gestão da segurança pública em São Paulo. Apontou a falta de segurança preventiva na periferia, destacando a necessidade de medidas para evitar assaltos nesses locais.
Palavras-chave oficiais: Crise,Segurança pública,São Paulo (Estado),Crítica
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, eu vou tentar resumir aqui. Eu queria dizer, Sra. Presidenta, Sras. e Srs. Deputados, que o Bolsonaro tanto fala de segurança, mas a segurança pública em São Paulo, por exemplo, está falida nas mãos do Tarcísio, que é bolsonarista. Por que eu digo que está falida? Eu não estou cobrando aqui uma segurança, uma polícia igual a que eles querem, que sai matando o jovem na periferia, que sai matando negro, mas uma segurança preventiva. O que nós percebemos é que nos lugares nobres há segurança preventiva e na periferia não há. Está faltando, por exemplo, segurança preventiva para evitar os assaltos que acontecem principalmente na região de periferia. Era isto, Sra. Presidenta. - 12/12/2023
O Deputado expressou seu repúdio aos atos de violência policial ocorridos na Assembleia Legislativa de São Paulo durante protestos contra a privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Criticou a decisão do Governador de privatizar a Sabesp e alertou que a população será prejudicada, pois os preços das contas de água provavelmente aumentarão. Acusou o Governo Estadual de priorizar os interesses empresariais em detrimento dos interesses da população, especialmente dos mais pobres.
Palavras-chave oficiais: Conta de água,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),Privatização,manifestação,Violência,Assembleia Legislativa,Governo estadual,São Paulo (Estado)
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e Sra. Presidenta, que acaba de passar agora o comando dos trabalhos, eu quero deixar registrado o meu repúdio e também um comentário sobre o que aconteceu em São Paulo, na Assembleia Legislativa, na semana passada. Refiro-me ao atos de violência policial contra manifestantes, trabalhadores e trabalhadoras, que lá estavam protestando contra a privatização da Sabesp. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo é uma das maiores empresas de água do mundo com certeza, está entre as três ou quatro primeiras e que, principalmente na capital, atende praticamente metade dos consumidores de água de São Paulo. O Governador bolsonarista, com o seu compromisso de entregar o patrimônio público para o setor privado, resolveu privatizar a Sabesp, coisa que já havia falado no seu programa de governo. Agora está cumprindo aquilo que prometeu para os empresários do setor privado, que devem ter ajudado muito na sua campanha eleitoral. E é a população que vai pagar. Aliás, a população já está pagando, pelas privatizações do passado. A população está pagando, com a concessão da rede de metrô, principalmente da ViaMobilidade, que opera na Zona Sul. A população está pagando com a Enel! O povo tem sofrido, sobretudo na capital, principalmente quando chove, com a falta constante de energia, resultado da falta de poda de árvores e de manutenção, e o valor da conta só sobe. Agora é a vez da Sabesp! Uma companhia lucrativa que opera no mercado de Bolsa de Valores e que não dá nenhum prejuízo para o Estado agora vai ser entregue, de mão beijada, para o setor privado. Com certeza, os valores das contas vão subir! Aliás, ele já admite que os valores das contas vão subir! É claro que os valores das contas vão subir! É claro que não vai haver a ampliação da rede de esgoto, como eles estão prometendo! Quem é do setor privado, quem é empresário tem um lema, que é o lucro. O setor privado quer obter lucro. E se é para obter lucros, lucros e mais lucros, como é que não vai aumentar o valor da tarifa? Como é que não vai aumentar o valor da conta de água, que já é caríssima na Capital de São Paulo? Por isso, nós aqui protestamos e repudiamos a atitude do Governador e do policiamento que invadiu a Assembleia Legislativa. O Governador deveria pôr o policiamento aliás, a segurança pública foi uma das suas pautas para proteger a população, principalmente a população pobre das periferias, mas não o faz. A cidade está entregue ao crime, mas o Governador põe o policiamento para bater em trabalhador que está protestando por não concordar com a privatização da Sabesp. Sr. Presidente, eu peço que o meu pronunciamento seja divulgado em todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 12/12/2023Breves Comunicações
O Deputado criticou a retórica de alguns Parlamentares que, segundo ele, estão tentando distorcer as declarações de líderes políticos para criar polêmica. Argumentou que é importante debater de maneira construtiva e não tentar enganar o público com informações distorcidas.
Palavras-chave oficiais: Atuação parlamentar,Opinião pública,Retórica,Eleições
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, peço só 1 minuto para dizer que fico, às vezes, ouvindo essa turma falar e fico pensando: "Em que lugar eu estou?" Será que eles acham que o povo... Aliás, são eles que chamam o povo de burro. Não tem nada a ver o que ele leu com o que ele disse. Quando o Lula diz que nós ainda não aprendemos a conversar com a pessoa que está em tal classe e em tal categoria, o que isso tem a ver com chamar o povo pobre de burro? Meu amigo, desespero tem limite. Dê um tempo! As eleições são em 2026! Se vocês tiverem condições, ganhem as eleições em 2026, mas parem de ficar inventando mentiras, tentando ludibriar a cabeça das pessoas, porque o povo não vai nessa onda, não. O povo é muito mais inteligente do que você imagina. Muito obrigado, Sra. Presidente. - 28/11/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou sua insatisfação com as concessões e privatizações propostas pelo Governo do Estado de São Paulo. Ele destacou a paralisação e greves ocorrendo em São Paulo como forma de protesto contra essas medidas. Criticou o Governador por rotular os trabalhadores como criminosos e questionou a privatização da SABESP, alertando para possíveis impactos negativos na qualidade dos serviços e tarifas mais altas. Também mencionou problemas na prestação de serviços por empresas como Enel e ViaMobilidade.
Palavras-chave oficiais: Governo estadual,São Paulo (Estado),Privatização,Greve,Concessão (administração pública),Movimento de protesto,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),Enel Distribuição São Paulo
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, em São Paulo, há paralisação com greves contra as concessões e privatizações anunciadas pelo Governo do Estado de São Paulo. É triste ver um Governador que não sabe lidar com problemas sociais, não sabe discutir e negociar com os sindicatos e representantes. E aí começa a apelar: "São criminosos que estão prejudicando a população". Agora, será que também não é crime a Enel deixar milhares e milhares de casas sem energia. Sabe-se lá que tipo de contrato foi feito? Isso não é crime? Ou não é crime o que faz a rede de metrô, principalmente a particular, como é o caso da ViaMobilidade? Todos os dias, na cidade de São Paulo, acontece paralisação, por parte da própria ViaMobilidade, na parte da manhã, na parte da tarde, atrasando a chegada do trabalhador a sua residência, ou mesmo de manhã, atrasando a chegada do trabalhador ao trabalho. Eu não vi o Governador, em nenhum momento, dizer que essas empresas são criminosas e olhem que elas têm um contrato milionário. A única missão delas é cumprir com o contrato que assinaram e com aquilo que ali prometeram. Mas, não, criminosos são os trabalhadores e trabalhadoras que fizeram um dia de protesto contra as privatizações e concessões e elas já estão dando errado. Hoje, a bola da vez é a SABESP, empresa pública rentável, com investimento até na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Hoje ela é a bola da vez, repito. O Governador quer porque quer privatizar a SABESP, mas não apresenta números que convençam. Estamos vendo o exemplo das outras concessões e privatizações que foram feitas, tanto no campo do Estado como no do Município. Isso significa serviço de péssima qualidade e tarifas mais altas. É o que vem acontecendo com a própria Enel. Eu já estive na empresa por algumas vezes. Já falei também, neste microfone, mais de uma vez, o que acontece: na hora em que São Pedro anuncia a chuva no céu, nós já estamos, aqui embaixo, sem energia. São Paulo virou a cidade do apaga, apaga. Muitas vezes a energia volta em instantes, e em instantes desaparece volta e desaparece, volta e desaparece. A Enel não é capaz de fazer a manutenção da rede os profissionais da Enel. Na última vez em que estivemos com o Diretor de Operações da empresa, foi também conosco o pessoal do sindicato, que "detonou" a diretoria da Enel. E o fez de forma clara, dizendo quais eram os motivos pelos quais faltava energia na cidade, ou seja, falta de manutenção das cruzetas dos transformadores, falta de poda de árvores. E aí eles colocam a culpa nas árvores: "As árvores crescem muito, os galhos são altos, o contrato não permite que a gente faça uma poda na rapidez que a gente quer". Ora, eles assinaram um contrato para fazer essas podas, e não conseguem fazer porque o contrato não permite? Não é verdade. O que acontece é que hoje eles não têm trabalhadores suficientes para fazer a manutenção adequada, e a população padece com isso. Sr. Presidente, peço que minha fala seja divulgada pelos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 21/11/2023Breves Comunicações
O Deputado denunciou os problemas causados aos consumidores pela Enel, concessionária de energia da cidade de São Paulo (SP) e de municípios da região metropolitana. Criticou os frequentes apagões. Relatou sua experiência pessoal com interrupções de energia elétrica. Além disso, questionou a regularidade do contrato de concessão à Enel, censurando a falta de punição ou de medidas corretivas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Lamentou ainda a qualidade da manutenção da rede elétrica e os prejuízos causados à população, como a perda de alimentos e danos a aparelhos eletrodomésticos, destacando a ineficiência do Instituto de Defensa do Consumidor - Procon. Por fim, enfatizou o absurdo de uma cidade do porte de São Paulo sofrer tais transtornos.
Palavras-chave oficiais: Enel Distribuição São Paulo,Blecaute,São Paulo (Estado),Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL),punição,irregularidade,Concessão (administração pública),Energia elétrica,Instituto de Defesa do Consumidor (PROCON),Impunidade,Direito do consumidor
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, eu quero falar, mais uma vez, da Enel, uma empresa incompetente que conseguiu a concessão do serviço de energia da cidade de São Paulo e de algumas cidades da região metropolitana. Agora São Paulo virou a cidade do apaga, apaga. Quando São Pedro começa a preparar a chuva no céu e há ameaça de qualquer tipo de rajada de vento, falta energia na cidade toda. Eu não entendo como foi feita essa concessão da Enel. Eu espero que a ANEEL tome providências, porque o caso está sério na cidade de São Paulo. Vou dar um exemplo pessoal do que eu sofri, assim como vários outros moradores sofreram. Na minha casa, acabou a luz, no sábado, às 8 horas da noite, e voltou, no domingo, às 11 horas. Acabou, no domingo, novamente, às 8 horas, 9 horas da noite, e voltou, ontem, por volta de 11 horas. Essa concessão cheira a pilantragem. É claro que deve haver alguns acordos e contratos, o que faz com que a Enel fique em São Paulo e faça o que está fazendo com a população. Não há a mínima punição, nem se rompe esse contrato, porque há amarras nele. Possivelmente, será muito difícil rompê-lo na situação atual. Por isso, eu venho aqui lamentar mais uma vez o que está acontecendo. E não é um problema por queda de árvore ou quebra de galhos, como é colocado pelos técnicos da Enel. A energia está faltando na cidade, sem queda de árvores, sem quebra de galhos. A manutenção é péssima e está levando à falta de energia na cidade de São Paulo, praticamente, todos os dias. Mesmo quando não há falta geral, há em parte da cidade, com a alegação da chuva ou coisa parecida. Existem pontos da cidade em que há falta de energia todos os dias. As pessoas estão perdendo alimentos, tendo seus aparelhos queimados, e o pior é que ninguém paga por isso. Sempre que se recorre ao Procon, não há uma solução. Eles dizem que há um tal de um seguro. Esse seguro também não paga. Então, está sendo uma verdadeira vergonha que a Capital de São Paulo, a maior cidade da América Latina, uma das maiores do mundo, aceite que uma empresa faça uma injustiça dessas e cometa uma verdadeira e tão grande tramoia como essa que está acontecendo na cidade de São Paulo, Sr. Presidente. - 08/11/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei n°2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto contrário
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Governo vota "não", porque os Correios são uma empresa simbólica, respeitada e lucrativa deste País. Nós não queremos acabar com as empresas públicas em nome da iniciativa privada, para depois fazermos a iniciativa privada ganhar dinheiro, que é o que está acontecendo com as privatizações, inclusive, das empresas energética neste País. Por isso, "não", Sr. Presidente. - 08/11/2023Breves Comunicações
O Deputado discorreu sobre a falta de energia em São Paulo. Ressaltou que, no momento de seu discurso, aproximadamente 14 mil pessoas ainda estavam sem energia em suas residências. Ademais, criticou a postura do Governador e do Prefeito, que estavam se responsabilizando mutuamente pelo problema, com o Governador atribuindo a culpa aos galhos de árvores e o Prefeito tentando transferir a responsabilidade para o Governo Federal. Além disso, censurou a política de privatização do Governo Estadual e a ENEL, a empresa de concessão de energia, pela cobrança de tarifas elevadas e pela má qualidade dos serviços de manutenção. Adicionalmente, destacou o aumento do custo dos serviços funerários em São Paulo após a concessão dos cemitérios ao setor privado, evidenciando um padrão de privatizações que abrange diversos setores, como saúde e educação. Ressaltou ainda a má qualidade dos serviços de transporte privatizados. Finalmente, reforçou a necessidade de responsabilização e ação imediata das autoridades para resolver os problemas causados pela falta de energia, apoiando a iniciativa de uma CPI pelos Vereadores de São Paulo para investigar as ações da ENEL.
Palavras-chave oficiais: Enel Distribuição São Paulo,Energia elétrica,São Paulo (Estado),Governador,Prefeito,Privatização,Serviços funerários,Cemitério,Concessionária de serviço de energia elétrica,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Vereador,Metrô,Transporte,Trem
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu quero aqui mais uma vez falar sobre a falta de energia em São Paulo, desde sexta-feira. Neste momento, segundo informações, 14 mil pessoas ainda não têm energia nas suas casas. E aí fica aquele jogo de empurra-empurra: o Governador diz que o problema são os galhos das árvores que ainda estão na rua, e que a responsabilidade é do Prefeito. O Prefeito, por sua vez, quer jogar o problema no colo do Governo Federal, e não sei por qual motivo. A ENEL é uma empresa de concessão de energia que foi privatizada foi o Governo do Estado que deu essa concessão para que ela possa explorar os serviços. E o resultado nós estamos vendo: tarifa mais alta, péssima manutenção. E o que aconteceu agora? Em face da concessão dos cemitérios em São Paulo para o setor privado, hoje morrer lá é mais caro. Antes existia o enterro gratuito, e agora não existe mais. Então, a pessoa está pagando mais caro para morrer. Tudo isso ocorre por parte da iniciativa privada, e muitos ainda se utilizam do discurso que é importante entregar para a iniciativa privada, porque dizem que é o que funciona, é o que resolve. Foi o que fizeram praticamente com toda a rede de saúde e parte da educação. Entregaram para a iniciativa privada. Eu não sei qual é a responsabilidade vai ter o Município e o Estado. Qual vai ser essa responsabilidade deles? E se formos para o sistema de transporte, é aquilo que eu sempre digo aqui: a rede de trem metropolitano todos os dias tem problemas. O metrô também tem problemas. A população não quer jogo de empurra-empurra. A população quer saber quais são as autoridades responsáveis para resolver os problemas, porque as pessoas perderam alimentos, as pessoas tiveram uma série de prejuízos, e ninguém aparece para cobrar. A ENEL tinha dado um prazo para solucionar o problema até ontem, terça-feira, e até agora isso não aconteceu. Quero parabenizar a bancada de Vereadores de São Paulo, através da Vereadora Luna, que protocolou um pedido de CPI da ENEL. Acho que esta CPI tem que acontecer mesmo, para investigar por que a ENEL, após assumir o serviço de concessão, reduziu em 36% o número de trabalhadores e trabalhadoras. Então, acho que tinha que juntar o Governador, o Prefeito, colocar todas as equipes de prestação de serviço que existem para tirar os galhos das árvores, para restabelecer o funcionamento de energia, porque o povo não aguenta mais, Sr. Presidente. Na sexta-feira, no final da tarde, aconteceu essa chuva forte, com ventos, e até hoje partes da cidade ainda estão sem energia. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil e em todos os meios de comunicação da Casa. Muito obrigado. - 07/11/2023Breves Comunicações
O Deputado abordou a grave situação enfrentada pelos moradores de São Paulo devido às fortes chuvas. Criticou a falta de energia elétrica em muitas áreas da capital, destacando que as pessoas estão sofrendo prejuízos sem receberem compensações adequadas. Responsabilizou a empresa Enel, privatizada pelo Governo Estadual, pelos problemas no fornecimento de energia, enfatizando os altos custos e a precariedade na manutenção. Questionou a postura dos defensores do Estado mínimo diante dessas situações e mencionou a possível privatização da SABESP, CPTM e partes do metrô. Expressou indignação com a má prestação de serviços pelas empresas concessionárias, como a ViaMobilidade nos trens.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Fenômeno meteorológico adverso,Suspensão temporária de serviços,Energia elétrica,Enel Distribuição São Paulo,Prejuízo ao consumidor Estado mínimo,precariedade,Privatização,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM),Metrô,Trem
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, como não poderia ser diferente, todos os Deputados de São Paulo falaram, desta tribuna, e eu também quero falar, sobre a chuva com fortes ventos que caiu na cidade de São Paulo na última sexta-feira, uma coisa totalmente fora do normal. Até aí, tudo bem, fenômeno da natureza. O problema é que, de sexta-feira até este momento, na capital, há um grande número de pessoas sem energia elétrica, Deputado Airton Faleiro. Há pessoas que perderam tudo. E ninguém indeniza nada. O que se indeniza são as contas dessa empresa Enel, privatizada pelo Governo do Estado de São Paulo, que entregou o nosso serviço de energia a essa empresa. As taxas são um absurdo, a manutenção é precária e acontece uma situação desta, um absurdo de as pessoas estarem até este momento sem energia. Eu não vi aqui os liberais falarem nada sobre isso, os liberais que tanto defendem o Estado mínimo, ou seja, cada vez mais o Estado com menos responsabilidade, entregando tudo para a iniciativa privada. Isso cheira até a maracutaia, porque agora estão querendo privatizar a SABESP, uma empresa lucrativa e forte. Estão querendo entregá-la para a iniciativa privada. Assim também ocorre com as linhas de trens da CPTM, que é a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, da cidade de São Paulo, e com as linhas de metrô. Parte das linhas de metrô também estão entregues a concessões. Todos os dias, principalmente nos trens de uma tal de ViaMobilidade, que é uma empresa que opera no sistema de trens da cidade de São Paulo, acontecem problemas ou de atraso ou de quebra. Ou seja, é um péssimo serviço prestado à sociedade, à população. Mesmo sendo um contrato de milhões, de bilhões, aliás, ninguém explica por que acontecem esses problemas. Ninguém conserta esses problemas que acontecem no dia a dia. É claro que caíram muitas árvores, daí o problema da falta de energia, mas a questão é que é muito tempo para uma empresa responsável por esse serviço não ter solucionado esse problema na cidade de São Paulo. Até agora muita gente ainda está sem energia. Estes são os protestos, Sra. Presidente, que faço neste dia. É um absurdo a população ter que aturar isso, nos dias de hoje, sem que tenha sido restabelecido o sistema de energia na cidade de São Paulo. Sra. Presidente, peço que a minha fala seja transmitida em todos os meios de comunicação da Casa. - 31/10/2023
O Deputado solicitou ao Partido NOVO que reconsiderasse a retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.434, de 2011, que institui o Fundo Nacional de Assistência ao Estudante de Nível Superior - FUNAES, dado o impacto significativo da matéria para estudantes de baixa renda. Enfatizou a importância da assistência aos estudantes, que muitas vezes enfrentam dificuldades financeiras para adquirir alimentos. Expressou perplexidade diante de questionamentos sobre projetos que visam ajudar quem mais necessita, e destacou a realidade de estudantes que podem passar fome na universidade ou na escola pela falta de recursos para uma refeição adequada.
Palavras-chave oficiais: Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Educação,Aluno universitário,Fundo de Assistência Social,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quero só tentar dialogar com o pessoal do NOVO para eles desistirem da retirada de pauta, porque este é um projeto muito importante para alunos, estudantes, principalmente os de baixa renda, que, muitas vezes, não têm recurso para comprar um lanche. E este projeto apresenta uma assistência a estudantes. Às vezes, eu não entendo como as pessoas nesta Casa podem questionar projetos como este, que vem ajudar pessoas que necessitam. Muitas vezes, o aluno passa fome na universidade ou na escola, porque não tem recursos para fazer uma refeição ou pelo menos comprar um lanche. É um entendimento na tentativa de convencê-los a desistir da retirada da pauta. - 31/10/2023Breves Comunicações
O Deputado enalteceu a política econômica do Governo Lula, destacando a redução do desemprego e a previsão de crescimento da economia para o próximo ano. Ademais, elogiou a aprovação da Medida Provisória nº 1.172, de 2023, que trata da política de valorização permanente do salário mínimo. Por fim, celebrou a melhora da qualidade de vida da população, a redução dos preços dos alimentos, os investimentos na área social como conquistas do Governo Lula.
Palavras-chave oficiais: Política econômica,Economia,Política social,Investimento público,Política de Valorização do Salário Mínimo,Medida provisória,Presidente da República,Governo federal
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, quero hoje falar de boas notícias. O IBGE acaba de divulgar uma pesquisa que indica que o desemprego está em 7,7%, um dos menores índices das séries pesquisadas e próximo do patamar alcançado no final do segundo Governo Lula, de 5%. Portanto, essa é uma boa notícia. Todos estamos vendo que a economia do País está acima das previsões daqueles que diziam que ela iria crescer 0,5% ou até que não iria crescer. A previsão agora é de crescimento de mais de 3% no próximo ano. São as políticas do Governo Lula que estão recuperando a economia deste País e estão recuperando os salários. Recentemente, nós aprovamos nesta Casa projeto do Executivo que define uma política de correção do salário mínimo. Durante os últimos anos, não havia política para o salário mínimo porque nem a correção das perdas inflacionárias foi feita em alguns momentos. A partir de agora, nós temos uma política definida que repõe a inflação do período anterior e também corrige o valor do salário pelo crescimento do PIB. Ou seja, o salário mínimo, que ficou por um período desvalorizado, começa a se valorizar de novo, começa a crescer, para que os trabalhadores recuperem seu poder de compra e passem a viver melhor. São esses os bons resultados alcançados, ao contrário do que eu vejo nesta Casa e nas fake news que vemos espalhadas todos os dias e que são um absurdo. O Governo Lula vem recuperando a credibilidade com o povo, a confiança do povo deste País. Percebemos que o povo está vivendo melhor, sim, na medida em que os alimentos baratearam, na medida em que as pessoas estão comendo melhor e estão vivendo o melhor em razão da política econômica do Governo Lula. E não adianta ficar polarizando sobre se vai haver déficit zero ou se não vai. Se, para alcançar o déficit zero, for preciso deixar as pessoas passando fome, porque não se pode gastar... Os gastos na área social são investimentos, não podem ser considerados gastos. A política econômica verdadeira é aquela que cria empregos, cria renda para as pessoas e também distribui a renda. A nossa luta nesta Casa deveria ser para que tivéssemos políticas de valorização do salário mínimo, de recuperação do emprego e de crescimento da economia. Sr. Presidente, eu peço que a minha fala no dia de hoje seja transmitida nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 26/10/2023Breves Comunicações
O Deputado celebrou o aniversário de 40 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a eleição de sua nova diretoria, destacando a importância de o povo brasileiro reconhecer as verdadeiras intenções dos políticos. Criticou a postura de colegas que, apesar de prometerem defender os pobres, agem de maneira contrária quando no poder. Defendeu a recente taxação sobre grandes fortunas como uma medida de justiça fiscal, argumentando que não é justo que trabalhadores de baixa renda paguem mais impostos proporcionalmente do que bilionários que contribuem pouco ou nada para o erário. Ao final, contrastou a alegria simples do povo com a insatisfação dos ricos, focados em suas riquezas.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Aniversário de fundação,Central Única dos Trabalhadores (CUT),Eleição,Diretoria Projeto de lei ordinária,Tributação,População rica,Justiça tributária,Política fiscal,Oposição política,Carga tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF)
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu quero aqui também parabenizar a CUT pelos 40 anos e pela eleição da nova diretoria. Que bom seria se o povo brasileiro acompanhasse isso aqui, porque ele saberia quem é quem nesta Casa. Em período de eleição, vemos muitas pessoas pedirem votos para os pobres e dizerem que vão defendê-los, mas chegam aqui e fazem o contrário. Vemos muitos aqui fazendo teatro. Ontem, enquanto discutíamos a taxação das grandes fortunas, que aqui foi aprovada, inventaram mentiras e fizeram teatro com histórias de aumento de imposto. Que aumento de imposto? Está se cobrando de quem não paga. Não se pode querer comparar um pequeno empreendedor da periferia das grandes cidades com o barão, um tubarão eu estou falando de bilionário que não paga nada , que pega dinheiro tirado do sangue dos trabalhadores e das trabalhadoras do País. Cobrar imposto é justiça, mas cobrar de quem tem que pagar e deve pagar. Esse é um capital especulativo, que não cria emprego, que não ajuda o País em nada. Pelo contrário, são 2.500 bilionários neste País que não pagam imposto. Por que um trabalhador que ganha 2.400 reais já entra na tabela de desconto de Imposto de Renda e um tubarão que põe bilhões e bilhões para fora do País, no tal dos paraísos fiscais, não paga nada? Isso não é justo. Se não é justo, então o que foi feito aqui foi justiça. Parabéns a todos vocês que defendem os ricos. Muitos de vocês os defendem, porque também são ricos. Não tenho nada contra o rico. Parabéns aos ricos que produziram de forma honesta alguns nem tanto. Se o rico pagasse um pouquinho e ajudasse mais um pouquinho, a tendência seria diminuir a pobreza cada vez mais. O problema é que boa parte dos ricos são uns verdadeiros urubus, exploradores, que querem tirar o sangue dos trabalhadores, que fazem de tudo para ficarem cada vez mais ricos e que dormem todos os dias preocupados com a possibilidade de ficarem pobres. Por isso, não são felizes. O povo da nossa quebrada, Deputado Welter, é feliz, mesmo sem ter dinheiro. No fim de semana, fazem um churrasquinho na quebrada, tomam uma cachacinha, uma cervejinha, comemoram onde podem e são felizes. Muitos que têm muito dinheiro não são felizes porque são preocupados com a possibilidade de perder o dinheiro. Peço que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado, Presidente. - 25/10/2023Breves Comunicações
O Deputado elogiou a apresentação do Ministro Jader Barbalho na Comissão de Viação e Transportes com foco no programa Minha Casa, Minha Vida e com a isenção de pagamento para beneficiários do CadÚnico e BPC, além de redução de juros em outras faixas. Ressaltou a importância de investir em infraestrutura nas periferias, defendendo melhorias na qualidade habitacional.
Palavras-chave oficiais: Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),isenção,Pagamento,Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico),Benefício de Prestação Continuada (BPC),Infraestrutura,Periferia urbana
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente, por nos conceder esta oportunidade de fala. Hoje, na Comissão de Viação e Transportes, nós tivemos a presença do Ministro Jader Barbalho, que nos apresentou o seu plano e as suas ações no Ministério, o que nos deixou muito esperançosos, porque o Ministro vem desempenhando muito bem o seu papel no Ministério, principalmente quando apresenta as ações do programa Minha Casa, Minha Vida, que felizmente voltou, e voltou priorizando exatamente a Faixa 1, que são as pessoas que mais precisam. Para ele, é prioritária a Faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida por entidade, um programa interessante, porque se trata de entidades que fazem a gestão do programa e que constroem com mais qualidade, com o menor valor possível, com as pessoas participando do dia a dia da construção das unidades habitacionais. Isso é muito bom, e é bom também para o Governo, porque recupera a esperança daquelas pessoas que têm a possibilidade de ter um lar decente por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. Além deste, outros assuntos foram abordados e anunciados, como, por exemplo, a partir de agora, a isenção do pagamento das pessoas que estão no CadÚnico e no BPC. Isso é muito importante. É mais uma conquista no programa e dá oportunidade às pessoas que estão nos programas sociais do Governo de serem isentas do pagamento das suas prestações, como a redução na taxa de juros de outras faixas. Isso nos deixa muito contente e satisfeito. No caso do programa Periferia Viva, muitas vezes, o governante acha que tem que tirar a população da periferia e levá-la para o centro, porque é mais estruturado. Estou falando das grandes cidades. Só que as pessoas que moram na periferia criam raízes no local onde moram. Então, o importante é criar infraestrutura para que aquelas pessoas fiquem onde estão, porque é ali que elas vão à escola, vão à UBS, frequentam o campo de futebol, enfim, é ali que elas vivem o dia a dia. Por isso, trabalhar a infraestrutura, melhorar a qualidade da moradia daqueles que moram nas periferias é uma saída importante, que nós defendemos e aprovamos. Sr. Presidente, peço que minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil e nos demais meios de comunicação desta Casa. - 24/10/2023Breves Comunicações
O Deputado destacou a importância de um evento em Brasília comemorando 60 anos de luta pela reforma urbana, reunindo ativistas de todo o Brasil que batalham por moradia digna para pessoas de baixa renda. Ressaltou que, apesar da garantia constitucional do direito à moradia, milhões de brasileiros ainda vivem sem habitação adequada. Elogiou a retomada do Programa Minha Casa, Minha Vida, especialmente para famílias com renda de zero a três salários mínimos, oferecendo esperança para aqueles que buscam um lar decente. Mencionou também programas como o de Urbanização de Favelas e Regularização Fundiária, este último crucial para pessoas em áreas consolidadas que precisam da documentação de propriedade. O orador parabenizou os ativistas que viajaram longas distâncias para participar do evento e enfatiza a importância contínua dessa luta, apesar das vitórias alcançadas.
Palavras-chave oficiais: reforma,Ambiente urbano,Aniversário de fundação,Congratulação Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Urbanização,Favela,Regularização fundiária,Documentação
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, hoje, encontram-se aqui em Brasília, participando de um evento em comemoração a 60 anos da luta pela reforma urbana, vários lutadores do Brasil inteiro que batalham por moradia digna, moradia popular para as pessoas de baixa renda. O que isso significa? Isso significa que são lutadores que há anos lutam para que aquelas pessoas que não têm onde morar tenham onde morar com dignidade. Inúmeras pessoas deste País não têm moradia digna, apesar de a Constituição garantir que o direito à moradia é um direito justo e legítimo. Na prática, não é o que acontece: há milhões e milhões de pessoas sem moradia. Com a retomada do Programa Minha Casa, Minha Vida, essas pessoas voltaram a ter esperança de ter um teto para morar, principalmente com programas que atendam ao público da faixa um, aquela faixa composta de pessoas com renda de zero a três salários mínimos, possivelmente a única alternativa e a única possibilidade de essas pessoas terem uma casa para morar decentemente. Mas não há só o Programa Minha Casa, Minha Vida. Há programas como o Programa de Urbanização de Favelas, uma bela iniciativa, e o Programa de Regularização Fundiária. Pessoas que moram em loteamentos não regularizados e que já estão totalmente consolidados, com sistema de asfalto, de esgoto, de água, de energia, não têm a documentação que comprova a posse da propriedade do local onde moram. Isso é uma preocupação para essas pessoas, porque sabem que um dia podem partir daqui para outra vida e precisam fazer a repartilha, para que possa ser decidido o que é de direito de cada membro da família. Esse Programa de Regularização Fundiária, nas grandes e médias cidades é importante. Por isso, eu quero parabenizar esses lutadores e lutadoras que estão aqui. Alguns andaram 24 horas, 48 horas para chegar até Brasília para que pudessem participar de uma audiência pública e comemorar essa luta importante que se iniciou há 60 anos, Sr. Presidente, e continua. Embora já tenham tido muitas vitórias, ainda falta muito a conquistar. Peço que minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil e por todos os órgãos de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 17/10/2023
O Deputado prestou homenagem a Serjão, ativista e fundador do PT, que faleceu recentemente, destacando seu legado de luta, e expressou condolências à sua família. O Parlamentar enfatizou que, apesar da perda, a história e o impacto de Serjão permanecem.
Palavras-chave oficiais: Militante político,Partido dos Trabalhadores (PT),Falecimento,Homenagem póstuma
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, peço a palavra pela ordem por 1 minuto apenas. Eu até estava inscrito para falar, mas não consegui. Eu queria só 1 minuto, porque gostaria de prestar a minha homenagem, meus sentimentos, porque hoje faleceu um companheiro muito lutador, o companheiro Serjão, morador da Ilha do Bororé, lá em São Paulo, que foi um grande guerreiro, um grande lutador, e que infelizmente faleceu no dia de hoje. Quero deixar aqui a minha homenagem, o meu sentimento à família do Serjão, um companheiro que merece muito por tudo que fez, um companheiro, lutador, fundador do PT. Juntos fizemos muitas lutas. Portanto, Serjão, você estará sempre presente conosco, porque fez história aqui. A história nunca morre, a pessoa muda para outro lugar, para outro mundo, mas a história fica aqui. Meus sentimentos por você, Serjão, e toda sua família. Muito obrigado. - 17/10/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou sua preocupação com a tragédia em andamento no conflito entre Israel e Palestina. Ele lamentou as mortes de crianças de ambos os lados e enfatizou a importância de se preocupar com todas as vítimas inocentes, independentemente da sua origem. Também condenou os ataques terroristas do Hamas.
Palavras-chave oficiais: Israel,Palestina,Faixa de Gaza,Conflito,Criança,Vítima Grupo armado,Faixa de Gaza,Israel,Ataque violento,Terrorismo
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu acho incrível que os Deputados da Direita bolsonarista lamentem apenas a morte das crianças israelenses. Eu também lamento. Não podemos concordar com isso. A todo momento foi clara a nossa posição de defender o direito dos palestinos de que sua faixa dividida vire o Estado palestino, o que sempre foi a luta deles. Mas condenamos os ataques terroristas do Hamas. Hoje mesmo, agora há pouco, saiu uma notícia de que crianças refugiadas numa escola palestina da ONU foram assassinadas nos bombardeios que Israel fez sobre o Estado da Palestina. E eu não vejo ninguém lamentar as mortes das crianças palestinas. Nós estamos aqui para lamentar, e não queremos que morra nem palestino, nem israelense. Nós queremos lamentar a guerra, que é muito cruel, porque não escolhe a quem matar. Quem está no campo da batalha morre e quem é inocente também morre. Está morrendo gente dos dois lados! Mais de 4 mil pessoas já morreram, e morreram dos dois lados! Nós temos que lamentar pelas pessoas que estão morrendo, a maioria delas, inocentes. Então, não dá para ficar condenando os palestinos e defendendo Israel, que também está matando. Muito obrigado, Presidente. - 09/10/2023Breves Comunicações
O Deputado abordou a complexidade do conflito entre Israel e Palestina, destacando a condenação do terrorismo, mas também enfatizando o sofrimento do povo palestino e a necessidade de reconhecer todas as vítimas no conflito.
Palavras-chave oficiais: Israel,Palestina,Faixa de Gaza,Conflito,Terrorismo,Condenação
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta e Srs. Deputados, ao chegar aqui me deparei com uma discussão muito pesada. Quero dizer que a nota do PT, como partido, a nota da Liderança do Governo, a nota da bancada do PT e a nota do Governo são claras: condenam o terrorismo. No entanto, também não podemos ser demagogos a ponto de não reconhecer que o povo palestino é massacrado há anos. Jamais vamos aceitar o terrorismo que aconteceu lá por parte do Hamas. Jamais! E parece que aqui ignoram a morte dos palestinos inocentes, com a contraofensiva de Israel, e só contam as mortes que aconteceram do lado de Israel. Não é assim! Nós não podemos aceitar isso também. É claro que devemos sempre repudiar a morte daqueles inocentes devido ao ataque do Hamas. Mas o que está acontecendo hoje? Está havendo o massacre também do povo palestino. Já cortaram água, luz... E, no meio desse massacre, há crianças. Será que as crianças palestinas são piores do que as crianças israelenses? Temos que ter um mínimo de bom senso e parar de querer, por meio de paixões... (Desligamento do microfone.) O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP) - Eu já ultrapassei o tempo de 3 minutos? A SRA. PRESIDENTE (Maria do Rosário. Bloco/PT - RS) - Já. Temos menos tempo agora, porque nós estamos... O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP) - É porque foi cortada duas vezes a minha fala. Eu acho que não ultrapassei os 3 minutos. A SRA. PRESIDENTE (Maria do Rosário. Bloco/PT - RS) - É um tempo menor agora, Deputado. O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP) - Ah, não são 3 minutos? Está bom. Eu me organizei para o tempo de 3 minutos. Então, eu queria encerrar dizendo isto: não podemos achar que só um lado está sofrendo, que só em um lado está havendo morte, e no outro não. Obrigado, Presidenta. - 03/10/2023Breves Comunicações
O Deputado criticou a política de privatização e terceirização implementada por governos de direita em São Paulo. Mencionou problemas causados pela terceirização de serviços como energia, transporte público e saneamento básico. Denunciou a má qualidade dos serviços prestados por empresas terceirizadas, destacando a situação precária do transporte público na cidade de São Paulo, com atrasos constantes e problemas recorrentes nas linhas de metrô e trens operadas por concessionárias privadas. Expressou solidariedade aos trabalhadores da SABESP e do metrô de São Paulo, que protestaram contra as políticas de terceirização do Governo Tarcísio de Freitas. Enfatizou a importância da organização sindical dos trabalhadores como uma ferramenta crucial para lutar contra a política de entrega do patrimônio público para a iniciativa privada. O orador, por fim, repudiou projetos que tramitam na Câmara Municipal de São Paulo e na Assembleia Legislativa de São Paulo que pretendem terceirizar a educação.
Palavras-chave oficiais: Governador,São Paulo (Estado),Privatização,Metrô,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),Educação,Crítica,Sindicato,Trabalhador,Congratulação
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Salve a Constituição de 1988! Sra. Presidente, Srs. Deputados, primeiro, eu venho aqui para parabenizar os trabalhadores e trabalhadoras da SABESP em São Paulo e do metrô. Lamento que pessoas que não têm culpa de nada tenham sido prejudicadas, porque dependem do metrô e tiverem dificuldade para ir ao trabalho no dia de hoje. Mas é uma luta necessária. Aliás, essa extrema-direita, com esse discurso de privatizar, de terceirizar, daqui a pouco, Deputado Nilto, acho que vão vender a Catedral da Sé, porque é o que vai sobrar. Lá em São Paulo, o Governo já terceirizou, fez a concessão do serviço de energia. E o que aconteceu? A conta subiu e os serviços estão péssimos cada vez mais. Já terceirizou parte do serviço do metrô e de trens e, agora, está querendo terceirizar a SABESP, que é uma empresa lucrativa, uma empresa que tem inclusive investimento na Bolsa de Valores de Nova York. Então, esse é o Governo de direita que acaba com o serviço público, com o servidor, terceiriza tudo com a promessa que vai melhorar os serviços e nada melhora. Hoje o metrô parou. E um exemplo de mau serviço prestado por uma empresa terceirizada ou de concessão é a tal da ViaMobilidade, que opera inclusive uma linha de trem lá no Grajaú, região em que nós moramos. Não há um dia em que não atrasem os trens, quebrem ou haja algum tipo de problema. Os trabalhadores estão com dificuldade de chegar ao trabalho devido aos maus serviços prestados por essa tal dessa "ViaImobilidade", e ninguém toma providência. Foi um contrato milionário feito na gestão do ex-Governador João Doria, que esse Governador que está aí, o Tarcísio, bolsonarista, agora quer terminar de terceirizar, quer fazer a concessão para todas as demais linhas de trens e metrô na cidade de São Paulo. A coisa é lamentável! Os trabalhadores reagiram! E reagiram de forma bacana, reagiram de forma lúcida e de luta, para que isso não acontecesse. Eu quero parabenizar os trabalhadores por essa coragem de enfrentar. Eu espero que haja mais enfrentamento e que os trabalhadores se organizem com os seus sindicatos. E é por isso que muitos aqui têm bronca e têm raiva de sindicatos, porque não querem ver os trabalhadores se organizarem com sua ferramenta de luta, exatamente para combaterem esse tipo de postura de Governo de direita, ou de Governo compromissado com os empresários de entregar tudo que é patrimônio público para a iniciativa privada, com os mesmos discursos de sempre. Eu dei o exemplo aqui de três empresas que eram do Estado, foram terceirizadas e estão prestando maus serviços. Eu poderia também citar mais outras cujo setor foi entregue à iniciativa privada e que prestam mau serviço. Querem terceirizar a educação! Lá em São Paulo circulam projetos tanto na Câmara Municipal quanto na própria Assembleia Legislativa para terceirizar a educação. A educação, que é uma obrigação do Estado, será terceirizada. Se nós temos problema hoje com o nível de educação com o Estado e os Municípios sendo responsáveis, imaginem se for terceirizada! Sr. Presidente, peço que a minha fala seja transmitida em todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.