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Foto de Alfredinho

Deputado · Câmara

Alfredinho

PT · SP

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Alfredo Alves Cavalcante · 67 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 81 de 100, Cara Bom0406080100

81/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 66% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 95%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 83%

    discursos na tribuna (percentil)

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E-mail
dep.alfredinho@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5956
Gabinete
Gabinete 956, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 387 de 389 sessões

Melhor que 90% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

95%

Registrou voto em 1.073 de 1.128 votações nominais

Melhor que 95% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 24 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 23 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 833 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 97% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

116 discursos na tribuna · de 14/02/2023 a 27/05/2026.

  • 27/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou a postura do Partido Liberal no debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, da jornada 6 por 1, apontando que o partido sabotou as discussões ao não comparecer às audiências da comissão e ao se posicionar contra a redução da jornada. Além disso, assinalou que 170 deputados assinaram proposta para ampliar a jornada para 52 horas, com 62 deles vinculados ao PSD, e condenou a iniciativa posterior do partido de propor o modelo 4x3 como contraditória.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Partido Liberal (PL),atuação

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, na discussão sobre a PEC da 6 por 1, a galera recordou a velha canção de Bezerra da Silva em que ele diz que malandro é malandro, mané é mané. No linguajar da malandragem, também se diz isto: perdeu, malandro! E o PL perdeu, malandro! Sabem por que perdeu? Porque agora, depois de eles atrapalharem toda a discussão sobre a jornada 6 por 1 e as 40 horas semanais, vêm com uma conversa de jornada 4 por 3. Eles sabem — o povo brasileiro não é trouxa, quem acompanhou todo esse debate viu isto — que sabotaram o tempo inteiro a discussão a respeito dessa matéria. Eles não compareceram às audiências da Comissão. Não falaram nada. No mínimo, mandavam um representante, que dizia um monte de asneiras e ia embora. Quando se manifestavam, falavam contra! Como foi citado aqui, dos 170 Deputados que assinaram a proposta para aumentar a jornada de trabalho para 52 horas, com transição de 10 anos, 62 eram do PL.
  • 27/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou o Partido Liberal (PL), apontando que a proposta de emenda "4 por 3" seria uma tentativa de enganar os trabalhadores, e questionou a ausência do Líder do partido nas reuniões da comissão. Além disso, assinalou que Deputados do PL estariam envolvidos em crimes e, mesmo assim, se apresentariam como defensores da honestidade. Por fim, manifestou expectativa pela aprovação das 40 horas semanais de trabalho no Plenário.

    Palavras-chave oficiais: Partido Liberal (PL),redução,Jornada de trabalho,atuação,Proposta de Emenda à Constituição Partido Liberal (PL),Deputado federal,irregularidade,Crime

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Estou brincando, Sr. Presidente. Hoje é dia de alegria, felicidade e bom humor para todo mundo. Eu estava dizendo o seguinte: o PL tenta fazer o povo de trouxa apresentando essa história de uma emenda de 4x3, sendo que todos eles são contrários à jornada 5x2 e defendem a escala 6x1. O povo não é trouxa. É lógico que, durante todo o período dessa discussão, essa narrativa deles não vai colar, porque o povo acompanhou tudo. Aliás, malandragem é a praia do PL. Quando o Presidente do próprio partido diz o que todo mundo viu aqui — e eu não estou mentindo —: "Olha, não tem nenhum problema o Flávio Bolsonaro ligar para o Vorcaro; afinal de contas, ele estava cobrando uma dívida". Esse é o PL da malandragem, o PL que tem mais da metade dos seus Deputados envolvida em investigações, seja por agressão a mulheres, denúncia de homicídio ou desvio de verba pública. E aí, às vezes, eles sobem aqui no microfone, parecem ser os paladinos da honestidade, chamam-nos, nós do PT, de ladrões, de quadrilha, de PCC, mas eles não olham para o próprio rabo. Olhem, primeiro, para os próprios rabos, companheirada! Que cara de pau! Tinha um antigo candidato lá em São Paulo que, ao disputar as eleições, ia para os debates levando óleo de peroba. Peroba neles! É um cinismo tão grande! Eu jamais teria coragem de ter essa cara de pau! Se for para eu ser político, representante do povo, com essa cara de pau, Sr. Presidente, sinceramente, eu não serei. Não tenho coragem de ser ator. O Líder do PL, com uma cara de pau tão grande, agora, na Comissão — e eu fiquei olhando, sem acreditar —, durante os debates, mesmo não tendo ido um único dia à reunião da Comissão, foi hoje lá para dizer que "provará para o povo que quem defende os trabalhadores são eles, porque apresentará a emenda da escala 4x3". Pois é, esse é o PL que o Brasil conhece e precisa conhecer. Esse é o PL que é contra os trabalhadores, que não gosta do trabalhador. Aliás, eu nunca vi nenhum deles falar em carteira profissional. Seria bom que algum deles apresentasse uma carteira profissional assinada. Por não gostarem do trabalhador, talvez sejam esses os motivos pelos quais odeiam tanto os trabalhadores e não queiram que estes tenham conquistas neste País. Eu poderia falar aqui um pouco da minha história e da emoção que sinto no dia de hoje, mas espero que este Plenário, daqui a pouco, acabe de uma vez por todas com a escala 6x1 e aprove as 40 horas semanais, sem diminuição de salário. Obrigado, Presidente.
  • 20/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, do Presidente da Câmara Municipal de Miguelópolis (SP), Rodrigo, e destacou a importância turística do Município, localizado na região de Ribeirão Preto (SP).

    Palavras-chave oficiais: Presidente,Câmara Municipal,Miguelópolis (SP),Turismo,Ribeirão Preto (SP),Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu estou aqui com o Presidente da Câmara Municipal da cidade de Miguelópolis, que fica lá no interior de São Paulo, região de Ribeirão Preto, o Rodrigo, que está nos visitando aqui no dia de hoje. A gente agradece, Rodrigo, por esta visita. Miguelópolis é uma cidade importante lá no interior, cidade turística, fica ali na região de Ribeirão Preto, que chamam de Califórnia brasileira. Obrigado, Rodrigo. Um abração, Sr. Presidente.
  • 20/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado homenageou o Sr. Severino, ex-Vereador de Mauá (SP),líder do movimento de moradia no Estado de São Paulo, responsável pela entrega de mais de 2 mil casas por meio de programas como o Minha Casa Minha Vida e da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano.

    Palavras-chave oficiais: Ex-vereador,Mauá (SP),Líder comunitário,Habitação,São Paulo (Estado),Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Habitação de interesse social,Homenagem,Pai,Vereador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu acabei de apresentar o Felipe, que é Vereador de Mauá. Agora eu trouxe o pai dele, que foi Vereador na cidade e passou o bastão para o Felipe, o Sr. Severino, grande líder do movimento por moradia. O Sr. Severino já entregou mais de 2 mil casas no Estado de São Paulo, por meio do Minha Casa, Minha Vida e da CDHU — Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano. Esta grande liderança do movimento popular por moradia nos visita aqui hoje. Desde já agradecemos pela sua presença. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 20/05/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado apresentou ao Plenário os Vereadores Felipe, de Mauá (SP), e Chell, de Salto (SP), que estavam em visita ao Distrito Federal com agendas em ministérios, e agradeceu aos presentes.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Mauá (SP),Salto (SP),Visita oficial,Brasília (DF),Ministério

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero apresentar o Vereador Felipe Freitas, da cidade de Mauá, Região do Grande ABC, em São Paulo; e o Vereador Chell Oliveira, de Salto, interior de São Paulo. Eles estão visitando a nossa Casa. Não estão na Marcha dos Prefeitos, mas têm bastantes atividades aqui no Distrito Federal, com agendas em vários Ministérios. Obrigado, Vereador Chell. Obrigado, Vereador Felipe. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 19/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou o Senador Flávio Bolsonaro ao associar sua atuação política a contradições sobre o caso envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro. Em seguida, afirmou que as investigações revelaram encontros antes negados pelo Senador e classificou as declarações como tentativa de transformar mentiras em verdade. Também questionou a produção de um filme sobre o ex-Presidente Jair Bolsonaro e levantou dúvidas sobre a destinação de recursos arrecadados para o projeto, mencionando suspeitas de envio de valores para os Estados Unidos. Além disso, afirmou que bolsonaristas tentaram atribuir acusações de corrupção ao Partido dos Trabalhadores, mas não apresentaram provas. Por fim, declarou que o plenário vazio refletia dificuldades da Oposição em responder às denúncias.

    Palavras-chave oficiais: Senador,Participação política,Banco Master,Banqueiro,contradição,Direita política,Ex-presidente da República,Financiamento,Filme cinematográfico,Estados Unidos,Falsa acusação,Partido dos Trabalhadores (PT),Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, eu não sou psicólogo, mas eu já vi vários tipos de mentiroso. Você tem um mentiroso tímido, ali meio envergonhado; você tem um mentiroso cínico, que mente, mas fica ali, não tenta convencer e não convence; e você tem um mentiroso cara de pau. Cara de pau é aquele que tenta o convencer do impossível. Mentiroso cara de pau é aquele que tenta transformar uma mentira numa verdade. Esse é o mentiroso Flávio Bolsonaro. É o mentiroso cara de pau, que tenta transformar de qualquer forma a mentira que ele começou a contar, a partir do momento em que apareceu o escândalo do Banco Master, em uma verdade, negando: "Eu não conheço", "Eu não estive em nenhum momento com o dono do banco". Agora, depois que as investigações prosseguem, começa a aparecer a verdade, e ele próprio admite que esteve na casa do banqueiro, quando este ainda estava preso com a tornozeleira eletrônica. Pois bem, tudo isso faz parte de um teatro para tentar enganar o povo, um teatro para passar uma mentira transformada em verdade, para que o povo possa acreditar. Lamentavelmente, é esse tipo de política que procura ludibriar o povo para poder ganhar uma eleição a qualquer custo. Lamentavelmente, há muitos políticos desse tipo neste País. Gente, e essa história desse filme, mal contada, para contar a história do pai dele? Eu não sei que história que é a do pai dele, porque o pai dele foi um Deputado aqui, um Deputado muito baixo clero, que teve a sorte de, num jogo político, sair candidato à Presidência e se elegeu. Que história de luta ou de tradição tem o pai dele, para ser contada num filme? Porém, o pior não é isso. O pior é saber do volume de recursos que estavam sendo arrecadados e que ninguém sabe onde foram parar. Até os próprios responsáveis pelo filme dizem que não receberam todo esse volume. Sai daqui uma história de que uma parte foi parar nos Estados Unidos, outra parte sei lá onde. E esta é a situação que vivemos neste momento. Aí os bolsonaristas vêm para a tribuna também com a cara de pau de querer dizer que nada disso aconteceu, que quem é ladrão é o PT e que eles são honestos. Mas não conseguem. Hoje o plenário está completamente vazio, nem aqui estão, porque não vão conseguir — realmente está difícil! — provar toda essa trama, toda essa história em que se meteu o candidato Flávio Bolsonaro e os bolsonaristas. Sr. Presidente, muito obrigado. Peço que a minha fala seja divulgada em todos os meios de comunicação desta Casa.
  • 05/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado celebrou a definição de calendário para votação da proposta sobre o fim da jornada 6 por 1 no Plenário, destacando a instalação de Comissão Especial e a apresentação do plano de trabalho com audiências e prazos definidos. Além disso, relembrou que a Constituição de 1988 reduziu a jornada semanal para 44 horas, sem novas reduções desde então. Ademais, defendeu que a mudança pode ampliar empregos e oportunidades, ao exigir reorganização produtiva. Nesse contexto, contestou argumentos de aumento de custos e desemprego, atribuindo a perda de postos de trabalho à automatização e robotização industrial. Por fim, afirmou que a medida pode representar avanço histórico nas relações de trabalho.

    Palavras-chave oficiais: tramitação,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Emprego,Automação industrial

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, olha, hoje eu fiquei muito contente, muito alegre mesmo, porque nós já temos data para votar aqui neste Plenário o fim da jornada 6 por 1. Isso é muito importante. Foi criada a Comissão Especial, presidida pelo Deputado Alencar, e hoje foi apresentado o plano de trabalho, através do Relator Leo Prates. As datas estão definidas tanto das audiências públicas quanto das reuniões aqui da Casa, bem como a data de apresentação do relatório e a data da vinda do projeto para o Plenário. Eu espero que os Deputados e as Deputadas nesta Casa aprovem o fim da jornada 6 por 1. Sabem por quê? Porque em 1988, quando esta Casa votou a Constituição Cidadã, a luta já era pelas 40 horas, e aqui foi aprovada a redução de 4 horas, porque naquele período a jornada era 48 horas semanais e ficou em 44 horas semanais. Pois bem, de 1988 até hoje, 2026, não aconteceu redução de jornada de trabalho. Esta é uma chance que esta Casa não pode desperdiçar. Esta Casa vai fazer história. Os Deputados aqui vão fazer história. Eu sei que neste período agora vão circular muitos empresários trazendo as mesmas justificativas, falando que a redução da jornada de trabalho trará mais custo, trará desemprego. Esse mesmo argumento foi utilizado lá atrás em todas as vezes em que se discutiu jornada de trabalho. Na verdade, o que gera desemprego é exatamente a automatização da produção, a robotização. Isso, sim, provoca desemprego. É só ver as grandes indústrias que nós já tivemos nesse País. É olhar para a Volkswagen, que já teve 40 mil trabalhadores na planta de São Bernardo e hoje tem menos de 8 mil. Tudo isso é provocado por quê? Pela automatização, pela robotização. A redução de jornada não! Ela gera emprego e gera mais oportunidades, porque se obrigada a criar turnos. Isso é fácil de adaptar. Quando a gente implementar uma jornada como a jornada de 40 horas semanais ou 5 por 2, todos os empresários irão se adaptar, como se adaptaram nos países do exterior quando houve redução de jornada, por exemplo. É só olhar o exemplo desses países de fora que tiveram redução de jornada, se isso gerou desemprego, se cresceu a economia ou não. Sr. Presidente, eu queria que esta minha fala no dia de hoje fosse transmitida por todos os meios de comunicação da Casa.
  • 08/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado elogiou o discurso do Deputado Jorge Solla sobre a crise internacional, a guerra e a venda de patrimônio público no Governo anterior, afirmando que a alienação da BR Distribuidora ocorreu por valor equivalente a um mês de subsídio atualmente necessário para enfrentar os efeitos do conflito no preço dos combustíveis. Ademais, manifestou preocupação com a guerra e criticou o Presidente dos Estados Unidos, responsabilizando-o pela escalada do conflito e pelos impactos sobre civis e sobre a estabilidade mundial. Ainda, elogiou o Presidente Lula por adotar medidas para enfrentar a crise e em favor de trabalhadores e da população pobre, e defendeu a relevância do programa Gás do Povo para famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico. Por fim, afirmou que distribuidoras e postos de combustíveis têm elevado preços mesmo após anúncio de isenção de impostos e de outras providências e destacou a preocupação com o repasse desses aumentos aos alimentos.

    Palavras-chave oficiais: Elogio,Discurso político,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Guerra,Privatização,Crise Crítica,Presidente,Estados Unidos,Conflito,Guerra,Crise,Impacto econômico Elogio,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Política pública,Política social,Subsídio,Isenção tributária,Preço,Combustível

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, ouvi o Deputado Jorge Solla, da Bahia, que deu uma verdadeira aula ao falar um pouco da crise, da guerra e disto que ocorreu no Governo passado, a venda de patrimônio público a preço de banana. Aliás, isso foi um crime. Conforme disse o Deputado Jorge Solla, a BR Distribuidora foi vendida por valor equivalente a 1 mês de subsídio que hoje o Governo tem que dar para poder vencer problemas decorrentes da guerra, problemas que estamos enfrentando, que o mundo está enfrentando. Foi anunciado um cessar-fogo, e não sabemos se vai durar muito tempo. Espero que dure, porque essa guerra não faz sentido nenhum. É um psicopata o Presidente americano. Entende que tem que dominar o mundo e promoveu essa guerra absurda, que põe em risco o mundo inteiro. Vidas de civis estão sendo afetadas, pessoas estão sendo mortas. A cada dia que passa, o mundo enfrenta mais problemas em decorrência dessa crise. O Governo Lula tomou medidas importantes, vem tomando medidas importantes, mas no Brasil, hoje, esse cartel de distribuidoras e de postos de gasolina, de forma criminosa, tem aumentado o preço dos combustíveis, mesmo após o Governo anunciar isenção de impostos e adoção de medidas. Qual é a grande preocupação? Hoje, a grande preocupação é que haja aumento dos preços dos alimentos, que são produtos de primeira necessidade para as pessoas. Isso jamais pode acontecer. O Gás do Povo é outro benefício importante que está chegando às pessoas de baixa renda nas periferias das grandes cidades ou em cidades pequenas. São pessoas que estão em situação de pobreza, inscritas no Cadúnico, com média salarial de até três salários mínimos, dependendo da renda de cada uma delas para compor a renda familiar. A gratuidade do gás de cozinha é um benefício importante, que muita gente está utilizando. Fico muito contente quando eu passo em São Paulo e vejo, na frente de um depósito de gás, placa em que está escrito o seguinte: "Aqui tem Gás do Povo". O Presidente Lula vem tomando medidas de forma acertada, para que possamos proteger trabalhadores e trabalhadoras, o povo pobre, que enfrenta consequências dessa guerra absurda, que o mundo inteiro enfrenta. Temos, além disso, uma grande preocupação. Aquela turma ameaça voltar. Se voltar, vai vender até o Cristo Redentor. Sr. Presidente, peço que esta fala seja transmitida por todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
  • 18/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que a elevação do preço dos combustíveis decorre, de um lado, da guerra associada à atuação do Presidente Donald Trump e, de outro, da venda da BR Distribuidora no Governo do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Sustentou que a antiga empresa estatal exercia papel de controle na distribuição de combustíveis e que sua privatização contribuiu para a cobrança de preços elevados de forma irregular. Além disso, informou ter apresentado a Indicação nº 370, de 2026, propondo à Presidência da República a criação de uma nova empresa de distribuição de combustíveis, e disse entender que a reestatização da BR Distribuidora seria mais onerosa. Ademais, defendeu a responsabilização de donos de postos e dirigentes de distribuidoras que estejam elevando os preços sem necessidade, mesmo com as medidas do Governo Federal para reduzir a carga tributária incidente sobre os combustíveis. Por fim, afirmou que bolsonaristas não têm legitimidade para criticar os preços atuais, reiterando que o cenário está relacionado à guerra e às medidas adotadas anteriormente ao Governo Lula.

    Palavras-chave oficiais: aumento,Preço,Combustível,Gasolina,Óleo diesel,Guerra,Presidente,Estados Unidos,Venda,Privatização,Empresa estatal,Governo,Ex-presidente da República Indicação (proposição legislativa),Presidente da República,criação,Empresa pública federal,distribuição,Combustível

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, eu acho que eu não ouvi o que falaram aqui agora. É uma coisa tão maluca, que eu não ouvi! Eu vou falar aqui da questão dos combustíveis. Na questão dos combustíveis, nós sabemos quem é o culpado. O culpado é o Presidente Donald Trump, que, através das suas guerras, está levando um perigo para o mundo. O culpado é o Presidente Donald Trump, que os bolsonaristas tanto defendem, e não têm coragem de assumir. Eu não os ouvi falarem, em momento algum, sobre a guerra que está causando todo esse pavor no mundo inteiro, no mundo inteiro! E o outro culpado quem é? O próprio Presidente Jair Bolsonaro, que vendeu a BR Distribuidora a troco de banana. A BR Distribuidora distribuía os combustíveis no País com o controle do Governo e evitava que os preços dos combustíveis, como está acontecendo agora, fossem cobrados tão alto, de forma ilegal, irregular. Eu apresentei no dia de hoje, Sr. Presidente, um requerimento, encaminhado à Presidência da República, para criar uma nova empresa de distribuição de combustíveis, para que se tenha controle, porque hoje, para reestatizar a BR Distribuidora, deve ser um custo muito alto, com as multas que foram incorporadas dentro dos contratos. Eu imagino que será um custo muito alto. Portanto, seria melhor criar uma nova empresa, para se voltar a ter controle da distribuição de combustíveis neste País. Lamentavelmente, é isso que está acontecendo. E eu acho mais: acho que tem que prender donos de postos de gasolinas e diretores de distribuidoras que estão aumentando o preço dos combustíveis sem nenhuma necessidade, porque o Governo está isentando impostos para que os preços dos combustíveis não aumentem. É isso que está acontecendo hoje, aqui no Brasil. Portanto, os bolsonaristas não têm moral nenhuma para vir cobrar preço de combustíveis. Quando o Governo do Presidente Lula assumiu, o preço estava muito mais alto: em média, custava de 8 reais a 9 reais, ou até 10 reais, o litro de gasolina em alguns lugares deste País. Hoje a média é 7 reais. Estamos num momento, como eu já disse, em que há uma guerra. Todos nós sabemos o motivo. E o motivo do aumento do preço é a guerra, repito, a guerra patrocinada pelo Presidente americano, que eles tanto apoiam e admiram, e que hoje traz todo esse perigo para o mundo como um todo. Por isso, Sr. Presidente, eu queria dizer que foi esta a ideia que eu tive no dia de hoje: protocolar esse requerimento, o qual estou encaminhando à Presidência da República. Que esta minha fala seja transmitida em todos os meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 18/03/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado contestou o discurso de uma Deputada do PL sobre os trabalhadores de aplicativos e sustentou que a manutenção do modelo atual beneficia as empresas do setor, e não os entregadores. Afirmou que essas plataformas auferem elevada receita e ficam com parcela significativa do valor das entregas, enquanto os trabalhadores recebem baixa remuneração. Além disso, assinalou que os entregadores estão expostos a frequentes acidentes, sem cobertura adequada quando afastados do trabalho, pois não contam com proteção previdenciária nem com amparo das empresas em caso de incapacidade temporária. Por fim, afirmou que quem defende a continuidade da situação atual está, na prática, defendendo os interesses das plataformas digitais, e não o bem-estar dos entregadores.

    Palavras-chave oficiais: Trabalhador,Entregador por aplicativo,Lucro,Previdência social,proteção,Incapacidade temporária,Acidente do trabalho,Remuneração,Vínculo empregatício,Plataforma digital

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu ouvi o discurso do Deputado do PL em relação aos trabalhadores de aplicativos. Quem defende que os serviços de aplicativos fiquem como está é porque defende as empresas de aplicativos que, no ano passado, faturaram mais de 52 bilhões de dólares. Quanto ganha um entregador de aplicativo? A empresa fica, em média, com 60% do custo de uma entrega. E quando o trabalhador se acidenta? Eu moro em São Paulo, a maior cidade do País. Todos os dias, em algum lugar, acontece um acidente com algum trabalhador de aplicativo. Quando ele se acidenta, quem dá a cobertura a ele? Ninguém, porque ele não paga previdência social e não tem proteção nenhuma da empresa. Ele simplesmente vai para casa, sem ter renda alguma para cuidar da família. E fica lá, abandonado. Portanto, quem quer deixar do jeito que está, faz isso porque está defendendo a Uber e as demais empresas de aplicativo, não quer o bem dos entregadores.
  • 17/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado manifestou preocupação com o cenário internacional, criticando ações dos Estados Unidos e do Presidente Donald Trump, e apontando impactos na economia brasileira, como o aumento dos combustíveis. Cobrou também medidas do Governo para conter abusos nos preços. No âmbito nacional, criticou a privatização da Sabesp, atribuindo problemas no serviço e aumento de tarifas à gestão do Governador Tarcísio de Freitas, e afirmou que o tema deverá ser debatido nas eleições.

    Palavras-chave oficiais: Guerra,Estados Unidos,Irã,impacto adverso,aumento,Preço,Combustível,Governo federal Privatização,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),Prejuízo,Prestação de serviços,aumento,Tarifa,gestão,Governador,São Paulo (Estado),Eleições

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente, pela recuperação da minha fala. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu ia fazer uma fala relacionada ao meu Estado, São Paulo. Mas, diante da preocupação com a situação que vivemos no mundo, eu resolvi fazer uma fala mais nacional, preocupado que estou com o mundo de hoje. O mundo de hoje é uma grande preocupação para todos nós, porque os Estados Unidos, através do Presidente Donald Trump, um verdadeiro assassino, vive bombardeando o mundo. Nesse momento, bombardeia o Iraque, o Irã e ameaça muitos outros países do mundo. Ameaça, inclusive, a economia mundial, que esse ano poderá ter uma grande perda. O Brasil já começa a sofrer com essa guerra absurda promovida pelos Estados Unidos, e aqui no Brasil já estamos tendo problemas, como o aumento do preço do óleo diesel, da gasolina. Mesmo o Governo Lula isentando impostos, as distribuidores e alguns postos irresponsavelmente vêm desrespeitando a ordem do Presidente e aumentando o preço principalmente do óleo diesel. O Governo deveria tomar uma atitude, uma atitude certa, de prender diretores de distribuidoras e donos de postos de gasolina que nesse momento fraudam. Isso é uma fraude. É uma guerra com a qual nós não temos nada a ver, e estamos aqui sofrendo o efeito dela. E é uma guerra, que é bom falar aqui, apoiada pelo bolsonarismo, porque eles são admiradores do Governo Trump. O modelo de Governo para eles é o do Trump, que, neste momento, quer dominar o mundo. A toda hora é ameaça. Agora é ameaça em Cuba, ameaça em outros países. Portanto, é uma preocupação que acho que esta Casa tinha que ter com este momento delicado que vive o mundo, com essa guerra dos Estados Unidos com o Irã. Vou aproveitar esses últimos dois segundos que me faltam aqui, porque é uma ligação muito legal: Bolsonarismo, Governo de São Paulo, Tarcísio. É que eu vi agora outro Deputado falando do problema da empresa de água do Estado dele e pensei que ele estava falando da Sabesp, em São Paulo. A Sabesp em São Paulo, Deputado Bohn Gass, foi privatizada recentemente pelo grande privatista chamado Tarcísio. A cada privatização que é feita, ele comemora. E a conta da Sabesp hoje aumentou, mas a promessa era de baixar. A água é péssima, quando tem, ela vem cheia de lama, E o povo está pagando a conta cada vez mais alta. Mas agora nós vamos ter as eleições, vai ser bom encarar esse debate, porque é um Governo ruim, que é blindado. Agora nós vamos ver nos debates quem é o Governo Tarcísio. Peço para publicar a minha fala nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado. Sr. Presidente.
  • 17/03/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado registrou a presença de autoridades municipais em visita à Câmara dos Deputados, destacando o Vereador Dheison Renan Silva, de São Paulo (SP), a Vereadora Paolla Miguel, de Campinas (SP), o Vereador Zé Luiz Silva, de Iguape (SP), além de outros convidados. Por fim, agradeceu a visita e ressaltou a importância da participação de lideranças locais no ambiente legislativo federal, valorizando a integração entre os diferentes níveis de representação política.

    Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Campinas (SP),Iguape (SP),Vereador,Vereadora,Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu quero apresentar, na tarde de hoje, quem está nos visitando aqui: o Dheison Renan Silva, Vereador da capital de São Paulo; a Paolla Miguel, que é Vereadora de Campinas, segunda maior cidade do Estado. É uma briga com Guarulhos, mas não sei quem é maior. Está aqui também o meu amigo, o Vereador Zé Luiz Silva, que é de Iguape, lá do litoral paulista; está aqui a Dra. Erica Oliveira, também. Cadê o Oziel? O Oziel está aqui. São pessoas que estão nos visitando. Quero agradecer ao Sr. Presidente por esse minuto e também agradecer aos Vereadores, à Vereadora que estão nos visitando no dia de hoje. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 25/02/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado parabenizou as escolas de samba Acadêmicos do Tucuruvi e Estação Primeira de Cidade Tiradentes (SP) pelo desempenho no carnaval de São Paulo, destacando a ascensão e permanência no grupo especial. Também defendeu o fim da escala 6x1 e a adoção da jornada 5x2, com 40 horas semanais. Argumentou que a medida ampliaria qualidade de vida e poderia estimular a geração de empregos, citando o precedente da redução da jornada de 48 para 44 horas na Constituição de 1988.

    Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Escola de samba,Carnaval,Congratulação Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Defesa

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles Fernandes, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, eu quero tratar rapidamente de três assuntos. Quero parabenizar a escola Acadêmicos do Tucuruvi, lá de São Paulo, que subiu para o Grupo Especial da Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo. Parabéns aos companheiros da escola Acadêmicos do Tucuruvi pelo grande carnaval que fizeram em São Paulo, a toda a diretoria da escola, à comunidade! Parabéns a todos vocês, que, no ano que vem, estarão no grupo especial! Quero parabenizar também a Estrela do Terceiro Milênio, que é do meu Grajaú, lá na Zona Sul, e se manteve pelo segundo ano no grupo especial. Eu queria, Sr. Presidente, tratar ainda de um assunto muito importante que está na rua, na boca do povo. Os Deputados precisam refletir sobre ele para não aprovar mais uma vez algo na contramão daquilo que o povo quer. Eu quero falar aqui da escala 6 por 1 e da implementação da jornada 5 por 2, o que é, nada mais, nada menos, do que a jornada de 40 horas semanais. Isso é importante. Por onde eu ando, inclusive no comércio, a primeira a coisa que as pessoas me perguntam é se vai realmente acabar a escala 6 por 1 e quando a escala 5 por 2, que todos querem, será implementada, para isso dar qualidade de vida às pessoas, mais tempo com as famílias, mais tempo para se preparar, para estudar, para passear. Isso também vai ajudar a economia, ao contrário do que dizem alguns, alegando que o custo é grande, que vai aumentar o desemprego. Isso eu já conheço. Eu, como trabalhador, também trabalhei na escala 6 por 1. Todas as vezes em que discutíamos redução de jornada era a mesma conversa. Parece que eu estou vendo esse filme desde 1986, 1987, 1988, quando foi reduzida a jornada semanal de 48 horas para 44 horas. Naquela época, diziam que isso iria provocar desemprego, que o Custo Brasil iria aumentar. E aquela medida não provocou desemprego. Pelo contrário, aumentou o emprego, porque as empresas tiveram que se adaptar a novos turnos, a novos horários. E, naquela época, já havia empresas em que se trabalhava menos de 48 horas semanais. Portanto, Deputados, esta é a Casa do Povo, e esse é um projeto beneficia o povo. Eu quero ver se alguém vai ter coragem de colocar a sua digital posto de votação e votar contra. Ainda bem que estamos em um ano eleitoral. Quem votar contra vai ter que se explicar com o eleitor lá na rua. Ainda bem! O povo precisa saber quem votou contra esse projeto aqui, porque agora é o tempo em que todo pobre é importante, todo pobre é bonito, todo mundo gosta de pobre. Portanto, o povo vai saber quem gosta de pobre e quem não gosta. Sr. Presidente, solicito que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil e em todos os meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 09/12/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado afirmou estar surpreso com a inclusão da dosimetria na pauta (Projeto de Lei nº 2.162, de 2023), argumentando que a extrema direita tenta criar a falsa impressão de que a população se preocupa com isentar golpistas, quando as ruas não pedem isso e as pesquisas mostram o contrário. Criticou a prática da Câmara de descumprir leis para beneficiar determinados grupos e lembrou que os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro destruíram prédios dos Três Poderes e planejavam assassinar autoridades como o Presidente, o Vice e Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Na continuidade, ao analisar o relatório previsto para votação, classificou seu conteúdo como um “liberou geral”, pois permitiria que condenados saíssem rapidamente da prisão, acumulando benefícios que os colocariam nas ruas em pouco tempo. Afirmou que tratar criminosos com tal benevolência é uma vergonha nacional, especialmente quando tantos inocentes seguem presos por falta de recursos. Por fim, disse que o verdadeiro objetivo da proposta é livrar o principal responsável pelos ataques: o ex-Presidente Jair Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Pauta (processo legislativo),Ex-presidente da República,Preso,Dosimetria da pena,Extrema direita,Presidente da República,Vice-presidente da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Homicídio,Criminalidade,Relatório (processo legislativo)

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Presidenta Benedita, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, fiquei uns dias afastado desta Casa porque eu estava com problema de saúde, mas fiquei participando a distância. Eu volto, e me surpreendo com o projeto pautado na tarde de hoje, o tal da dosimetria. Por que fui surpreendido? Porque o lado de lá, a direita radical, a direita conservadora, a ultradireita, sei lá, tenta passar a ideia de que o povo está preocupado com isso. O povo não está preocupado com isso. As ruas não estão pedindo para isentar golpistas de crimes cometidos contra a democracia. Não é isso que as ruas estão pedindo. As próprias pesquisas de opinião comprovam isso. Esta Casa, que é a Casa de Leis, a Casa que faz leis, é a Casa que mais descumpre leis. A todo momento se acha um jeito aqui de descumprir a lei, apresentando-se PECs ou projetos para livrar a cara de alguns. É bom lembrar aqui que criminosos cometeram atos contra a democracia, quebraram esta Casa, quebraram o STF, invadiram o Palácio do Planalto. Criminosos! E ainda tinham plano de matar, de assassinar o Presidente da República, o Vice-Presidente e Ministro do STF. Eu estava lendo aqui o parecer que o Relator vai apresentar, se tudo ocorrer conforme o desejo de todos hoje, e vi que é um "liberou geral". Criminoso que cumpriu 20% da pena ficará livre, criminoso que cumpriu 40% da pena ficará livre, sem contar as vantagens que podem ser acumuladas para redução da pena, como leitura de livros, realização de trabalho. Todo mundo vai estar na rua em pouco tempo. Isso é uma vergonha! É uma vergonha para esta Casa! É uma vergonha para o País! Criminosos estão sendo livrados de cumprir suas penas por conta da vontade de alguns Deputados desta Casa. Quantos inocentes estão presos neste País? Inocentes que não têm poder, que não têm recurso para contratar advogados — estou falando de inocentes — estão na cadeia, estão presos. Na verdade, o objetivo desse povo aqui não é salvar o coitadinho que, iludido, foi participar de um ato como aquele, sem saber por que estava lá. O objetivo desse povo aqui é salvar o principal criminoso, que é o ex-Presidente Jair Bolsonaro, o grande mentor desse golpe. É uma vergonha que, hoje, venhamos a discutir esse projeto apresentado a esta Casa.
  • 21/10/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado elogiou o Ministro Márcio Macêdo por seu trabalho à frente da Secretaria-Geral da Presidência da República e pela trajetória de compromisso dentro do Partido dos Trabalhadores (PT). Em seguida, defendeu a escolha do Deputado Guilherme Boulos para o cargo. Destacou que Boulos, vindo de uma família de classe média alta, abriu mão de uma vida confortável para se dedicar à organização dos trabalhadores sem-teto, lutando por moradia digna e atuando por convicção ideológica e solidariedade social. Além disso, ressaltou que o novo Ministro sempre esteve próximo das causas populares e conhece a realidade do povo brasileiro. Criticando os que atacam Boulos “pelas costas”, afirmou ter confiança no trabalho que ele fará à frente da Secretaria-Geral, fortalecendo o diálogo entre o Governo Lula e os movimentos sociais. Por fim, disse que a escolha do Presidente demonstra sensibilidade política e compromisso com as lutas populares.

    Palavras-chave oficiais: Ministro-Chefe,Secretaria-Geral da Presidência da República,Ministro de Estado,Nomeação,Deputado federal,Presidente da República,Governo federal

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, primeiro, quero aqui parabenizar o Ministro Márcio Macêdo, que deixa a Secretaria-Geral da Presidência, pelo trabalho que fez no próprio Governo e pelas responsabilidades que sempre assumiu pelo PT, como militante de alto valor dentro do partido. Parabenizo-o por seu trabalho. Segundo, eu ouvi aqui algumas falas, falas bobas, preconceituosas, em relação ao Ministro que assume no lugar do Márcio Macêdo, nosso colega, companheiro Deputado Guilherme Boulos. Quero dizer o seguinte: Guilherme Boulos é uma pessoa de classe média alta de São Paulo que abriu mão de uma vida muito confortável que poderia ter e foi em busca de organizar para os trabalhadores sem teto da cidade de São Paulo moradia digna para eles. Isso, por si só, já é uma qualidade. E parabenizo o Presidente Lula por escolher uma pessoa com essa qualidade, com esses compromissos, porque ele conhece a vida do povo. Repito, é uma pessoa de classe média que também abriu mão de estudar em uma escola particular para estudar numa escola pública. Portanto, é uma pessoa comprometida com a luta, que faz a luta por opção, por ideologia, por querer ajudar o povo. Essa é a qualidade, e não o preconceito de alguns que ouvi aqui, de forma até boba, como quem não tem o que falar sobre uma escolha como essa, ao querer desqualificar o Deputado. Aliás, alguns falam dele até de forma covarde, porque falam quando ele não está presente, falam dele pelas costas. Isso é lamentável neste Parlamento. Eu conheço o Guilherme Boulos há muitos anos. Conheci ele ainda jovem, estudando na universidade. Eu o conheci num acampamento em que estava presente. De lá para cá, ele ingressou na luta dos trabalhadores sem teto, na cidade de São Paulo e, com isso, conseguiu fazer com que muitos trabalhadores e trabalhadoras, que não tinham onde morar, conseguissem um teto de forma digna. Neste País, o pobre só consegue algo quando luta, quando organiza a luta. Tudo para o pobre é mais difícil. Por isso, essa é a grande qualidade do Deputado Guilherme Boulos. Eu tenho certeza de que ele fará um grande trabalho, estreitando a relação entre o Governo e os movimentos populares, que precisam que essa relação esteja próxima. E o Presidente Lula sabe disso e o escolheu devido à sua qualidade e confiança de que fará esse grande trabalho. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado em todos os meios de comunicação, principalmente no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 14/10/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado elogiou a agenda legislativa direcionada para a Semana da Criança e afirmou que o Brasil ainda tem grande dívida com sua infância, marcada por pobreza, falta de escolas e carência de cuidados básicos de saúde. Relatou visitas a comunidades da Zona Sul de São Paulo (SP), como o Jardim Paraguai, onde observou exemplos de solidariedade entre moradores que, sem apoio do Poder Público, organizaram festas e distribuíram lanches e brinquedos a crianças. Ao final, enalteceu o Presidente Lula por garantir a gratuidade do medicamento para tratamento do câncer de mama, medida que beneficia especialmente mulheres pobres das periferias.

    Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),Agenda legislativa,Semana,Dia da Criança,Infância,Deputado federal,São Paulo (SP),solidariedade,Criança Presidente da República,gratuidade,Medicamento,Câncer de mama,Política de saúde,Saúde pública,Mulher,Pobre,Periferia urbana

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, depois de alguns dias sem participar presencialmente dos trabalhos, estou voltando hoje e vejo que a pauta desta semana é muito importante, porque é voltada para as crianças. Este País ainda deve muito às crianças, porque muitas delas vivem em lugares pobres, sem escola, sem cuidados de saúde, sem as condições mínimas necessárias para sobreviverem com dignidade. Nós estamos na Semana da Criança. No último domingo, dia 12 de outubro, foi o Dia da Criança. E eu estive em vários lugares. Lá em São Paulo, principalmente na Zona Sul, vi uma coisa que me deixou impressionado: o espírito de solidariedade, algo muito importante ao ser humano. Acho que uma das maiores qualidades do ser humano é o espírito de solidariedade. E, no domingo, vi coisas que me impressionaram bastante. Em lugares pobres da periferia de São Paulo, vi pessoas, em uma corrente de solidariedade, organizando festas para crianças. Um pequeno bolo, um pequeno sanduíche, um pequeno lanche ali sendo distribuído e um pequeno brinquedo já fazem a felicidade, a alegria das crianças. Sem ajuda do Governo, sem ajuda de nenhum Poder, essas pessoas se juntaram e fizeram uma festa, para que as crianças ficassem alegres. Fui ao Jardim Paraguai, na região de Varginha, e fiquei impressionado. Aliás, não fiquei impressionado com uma senhora, mas com várias mulheres que moravam em barracos de 30 a 40 metros quadrados, no máximo, e que estavam ali fazendo um lanche, um cachorro-quente, e distribuindo às crianças. Por isso, quero dizer a vocês: cada vez que a gente vai à rua e vê cenas como essas, a gente fica impressionado. Isso faz com a gente fique mais convicto de que o lugar para defender uma vida melhor para as pessoas é aqui. É aqui o lugar para a gente votar projetos importantes para melhorar a vida das pessoas. Embora não seja, aqui também poderia ser um lugar de solidariedade, em que se votassem projetos importantes, como muitos que passam por aqui e, muitas vezes, são deixados de lado, não são apreciados, mas melhorariam as vidas das pessoas, assim como está fazendo o Presidente Lula no Brasil. O Presidente Lula acaba de aprovar um medicamento gratuito para tratamento de câncer de mama, que vai ajudar muitas mulheres pobres, das periferias, dos lugares por onde eu passei, coisa que nunca aconteceu neste País e agora está acontecendo. Sr. Presidente, peço que meu pronunciamento seja divulgado em todos os meios de comunicação desta Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 26/08/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado destacou sua atuação como autor de leis culturais em São Paulo (SP) e celebrou os 20 anos do Pagode da 27, no bairro Grajaú. Ressaltou que essas comunidades de samba, formadas por artistas e poetas da periferia, têm papel essencial na cultura popular, cantando as realidades locais, oferecendo lazer acessível e fortalecendo a economia comunitária com geração de emprego e renda. Por fim, parabenizou o grupo pela contribuição cultural e social à cidade.

    Palavras-chave oficiais: Política cultural,São Paulo (SP),Samba,Poeta,Periferia urbana,Artista,Economia solidária,Geração de emprego,Atividade cultural,Atuação parlamentar,Comunidade,Lazer

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, hoje eu quero usar esta tribuna para dizer que, como Vereador da cidade de São Paulo, fui autor de várias leis na área da cultura, inclusive leis de fomento. Criei, por exemplo, a lei do Programa Municipal de Incentivo às Comunidades de Samba na Cidade de São Paulo. Hoje, eu quero destacar o aniversário do Pagode da 27, comunidade de samba do Bairro Grajaú, na Rua 27. Por que eu estou falando isso? Para ressaltar a importância dessas comunidades de samba em cada setor, em cada região da periferia. Esses artistas não estão na grande mídia, mas são artistas de primeira qualidade, são poetas que, através das suas canções, cantam e contam as histórias reais, do dia a dia, da vida nas comunidades carentes e pobres de grandes cidades, como São Paulo. O Pagode da 27 faz 20 anos no dia de hoje. Eu o vi nascer. Lá estão compositores, como Ricardo Rabelo; músicos, como Nenê, Jefferson; e todo o pessoal que compõe essa comunidade de samba, que, todos os domingos, no fim da tarde, faz as suas atividades e os seus shows lá na comunidade da Rua 27, alegrando o povo daquela comunidade e fortalecendo a cultura. O povo que mora naquelas regiões não tem tempo nem condições financeiras para ir a uma diversão cultural na parte central da cidade. A vida dessas pessoas é naquele local. Por isso, elas ficam lá e aproveitam o fim de tarde aos domingos para se divertirem, pois, na segunda cedo, têm que pegar no batente, têm que ir para o trabalho. Esses eventos dão uma grande contribuição para essas comunidades. O Pagode da 27, por exemplo, mobiliza milhares de pessoas. Esse evento, semelhante ao Cacique de Ramos, no Rio de Janeiro, fomenta a economia local, com o trabalho dos ambulantes, com os bares, que vendem as suas bebidas e os seus petiscos. Esse evento fomenta a economia local e leva emprego e renda para as pessoas que ali vivem. Por isso, eu quero parabenizar mais uma vez o Pagode da 27 pelos seus 20 anos, por tudo que fazem e pela contribuição para a cultura da capital, do Grajaú e da periferia de São Paulo. Sr. Presidente, peço que esta minha fala seja transmitida nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
  • 12/08/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado elogiou a coragem do influenciador Felca por denunciar casos de prostituição infantil e abuso sexual de crianças, destacando o risco que ele assumiu ao expor o crime. Criticou a postura de Parlamentares que defendem leis severas para punir tais crimes, mas rejeitam a regulamentação das redes sociais, que têm responsabilidade pelo conteúdo que divulgam. Defendeu também que o Brasil adote normas semelhantes às de outros países, pois muitas vidas já foram destruídas por crimes cometidos online. Concluiu, apoiando a iniciativa do Presidente Lula de enviar um projeto de lei sobre o tema e afirmou que ignorar o problema favorece criminosos.

    Palavras-chave oficiais: Influenciador digital,Denúncia,Prostituição infantil,Abuso sexual,Criança,Adolescente,Crime,Rede social digital,Responsabilidade,Conteúdo digital,regulamentação,Parlamentar,incoerência,Legislação,Presidente da República,Proposição legislativa

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu também quero comentar aqui a coragem que teve o influenciador Felca. Eu vi que vários Deputados que ocuparam a tribuna no dia de hoje se referiram à matéria divulgada no último fim de semana e à coragem do Felca. Ele tem de ser parabenizado, até por se arriscar ao denunciar um crime tão bárbaro como o da prostituição infantil e o do abuso sexual de crianças. Agora, aqui há um discurso meio dúbio. Alguns vêm aqui e dizem: "Temos que ter leis severas sobre isso". Eu concordo. No entanto, quando se fala na questão da regulamentação das redes sociais, aqueles que acham que temos de ter leis severas, dizem que não concordam com essa regulamentação. As redes sociais não podem ser terra de ninguém, porque isso traz destruição de vidas. As redes sociais têm responsabilidades a observar, porque elas divulgam o que se coloca ali. Portanto, elas têm responsabilidade em todos os crimes que acontecem a partir dessa divulgação que fazem. Nós temos que debater a regulamentação das redes sociais aqui, porque em vários países já existem leis desse tipo; ainda que com uma regulamentação mínima, já existem leis assim. Enquanto isso, aqui no Brasil, ainda se pode tudo. Eu já vi vidas serem destruídas através de redes sociais. Eu sou testemunha disso. Portanto, é fundamental fazer esse debate nesta Casa. É fundamental pegarmos todos os projetos de lei sobre o tema que estão sendo discutidos nesta Casa, para serem votados. Devemos votar leis severas para punir esses criminosos, mas também devemos discutir a regulamentação das redes sociais. Está correto o Presidente Lula, quando tem a preocupação de dizer que vai mandar para esta Casa um projeto de lei para que possamos debater e votar. O que não dá é para ignorar o problema. Muitos que ignoram esse problema estão próximos do crime. E a gente vê também, no dia a dia, que muitos dos que estão ignorando isso aqui também cometem crimes nas redes sociais. Portanto, acho que o Felca foi importante em todo esse debate. Ele foi corajoso, porque se arriscou e expôs um problema de que todo mundo já sabia, mas ninguém tinha tido a coragem de expor da forma como ele expôs. Hoje, isso é tema de debate entre vários Deputados e, com certeza, também é tema de discussão no Senado Federal. E toda a imprensa está debatendo isso. Sr. Presidente, peço que esta minha fala seja divulgada em todos os meios de comunicação desta Casa.
  • 08/07/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado destacou o processo de eleições internas do Partido dos Trabalhadores, realizado no último fim de semana em todo o Brasil e também no exterior. Informou que o PT é o único partido que promove eleições diretas para todas as suas instâncias, envolvendo milhares de filiados na escolha de dirigentes zonais, municipais, estaduais e nacionais. Estimou que mais de 400 mil filiados participaram da votação e ressaltou o caráter democrático e mobilizador do partido. Por fim, elogiou a participação da militância, inclusive de pessoas com dificuldades de locomoção, e parabenizou os dirigentes eleitos, além dos que estão deixando seus cargos.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Eleição direta

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, quero falar do encontro do PT realizado no último fim de semana, no Brasil inteiro e até no exterior. O PT é o único partido neste País que elege a direção de todas as instâncias partidárias, desde a Direção do Diretório Nacional, que é a esfera maior, até as direções dos diretórios zonais, em cidades em que existem zonais, passando pelas direções dos diretórios estaduais e dos municipais. Portanto, os filiados do PT participam do processo de eleição de todos os seus dirigentes. O PT, mais uma vez, mostrou como é um partido forte e democrático. Os números ainda não estão totalmente apurados, mas provavelmente mais de 400 mil filiados votaram nesse processo de eleição direta para dirigentes do partido. Isso é o PT demonstrando o papel democrático que exerce neste País desde a sua fundação. Eu tenho orgulho de dizer que, até hoje, o PT é o único partido em que votei e o único ao qual me filiei e estou continuo filiado, por toda essa condição de democracia e de abertura que o partido nos dá para fazermos o debate da política brasileira no dia a dia. Então, eu quero aqui parabenizar todos os dirigentes eleitos no dia de ontem e que terão a função, no ano que vem, 2026, de organizar novamente a campanha eleitoral e conduzir o Presidente Lula a mais uma vitória. Parabenizo os que estão saindo e que contribuíram bastante com o partido em todo o processo das últimas eleições, em todo o processo das lutas organizadas pelo partido. Parabenizo também todos os filiados pela participação democrática. Eu moro em São Paulo, voto em São Paulo, rodei por vários pontos de votação na capital paulista e fiquei muito emocionado ao ver pessoas até com dificuldade de locomoção fazerem questão de ir até o ponto de votação e votar. Isso é uma coisa que nos emociona. Um diferencial que existe num partido como o PT é o orgulho que tem a sua militância, os seus filiados, de participarem desses processos e de dizerem: "Sou petista e voto no PT". É muito emocionante ver tudo isso que aconteceu no dia de ontem. Em alguns lugares ainda haverá segundo turno. Nos locais em que nenhum candidato conseguiu 50% mais um dos votos válidos, haverá segundo turno. Esse é o caso do diretório municipal da cidade de São Paulo. Para o diretório estadual não haverá segundo turno, mas na cidade de São Paulo haverá segundo turno, assim como em outros Municípios e Estados em que não se conseguiu a margem de votação majoritária para um candidato se sagrar vencedor. Sr. Presidente, solicito que a minha fala seja publicada em todos os meios de comunicação desta Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 02/07/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado esclareceu o teor do Projeto de Lei (PL) nº 2.769, de 2023, que dispõe sobre a criação do Fundo Nacional de incentivo e manutenção do carnaval brasileiro e a criação da contribuição sobre a comercialização de bebidas alcoólicas para financiar o Fundo Nacional de incentivo e manutenção do carnaval brasileiro. Ademais, contestou a narrativa de que a proposta criaria um novo imposto sobre a cerveja, ressaltando que o objetivo é transferir à iniciativa privada parte dos custos relacionados à realização do carnaval, atualmente arcados pelo poder público.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Fundo Nacional de Incentivo e Manutenção do Carnaval,Tributação,Cerveja,Setor privado

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    O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu fico olhando os Deputados que vão à tribuna e mentem de forma descarada. Há um projeto nesta Casa, do ex-Deputado Washington Quaquá e do Deputado Ricardo Abrão, do União, que prevê um fundo para o carnaval bancado pelas empresas de bebidas. O Deputado vem aqui e mente descaradamente que está se cobrando um novo imposto. Primeiro, o carnaval já tem um custo, bancado pelo poder público. E esse projeto prevê que a iniciativa privada ajude a bancar esse custo. Não é aumentar a cervejinha do cara que bebe no boteco, a cachacinha ou coisa parecida. Então, eu fico aqui olhando e até pensando comigo que falta, meu Deus do céu... (Desligamento do microfone.) É lamentável que alguém venha aqui na tribuna, use a tribuna desta Casa, uma tribuna importante como esta, e venda uma mensagem mentirosa para o Brasil. É isso, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.