
Nome civil: Alfredo Alves Cavalcante · 67 anos
Bananômetro
81/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 67% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 95%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 83%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 833 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 850 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.alfredinho@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5956
- Gabinete
- Gabinete 956, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 387 de 389 sessões
Votou nas votações
95%
Registrou voto em 1.073 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 24 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 833 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
116 discursos na tribuna · de 14/02/2023 a 27/05/2026.
- 10/07/2024
O Deputado contestou as afirmações feitas por outros oradores, que alegavam aumentos nos preços da carne devido a impostos. Comparou os preços atuais da carne com os do governo anterior, destacando uma redução significativa. Argumentou que isentar a cesta básica de impostos melhora a alimentação do povo, tornando os alimentos mais acessíveis. Por fim, enfatizou a responsabilidade dos Deputados em votar a reforma tributária presente na Casa.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,regulamentação,Reforma tributária,aumento,Preço,Carne,Isenção tributária,Cesta básica
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu até gostaria de falar, mas como eu perdi o tempo de inscrição, eu não vou conseguir falar. Eu queria, neste minuto que V.Exa. me deu, refletir sobre algumas questões. Em primeiro lugar, alguns que eu vi usando esta tribuna no dia de hoje falaram muita mentira. Eu lembro que a picanha, por exemplo, no Governo passado, chegou a custar 100 reais, assim como outras carnes de primeira, o contrafilé. Hoje, eu vejo a picanha, na Capital de São Paulo, a 35 reais e vejo o contrafilé abaixo de 30 reais. Então, dizer que está sendo cobrado o imposto, que vai aumentar o imposto da carne, que a carne vai ficar mais cara, porque está sendo aumentado o imposto, não é verdade. Na verdade, eu acho que eles estão desesperados, porque, quando se pega a cesta básica e a isenta de imposto, é claro que o povo vai comer melhor. É claro que o povo vai ter melhores condições de alimentação, porque se está barateando o alimento, que é fundamental para as pessoas. Então, a retirada é porque isso aqui é um Parlamento de Deputados representando o povo, eleitos por Estados. Alguns nunca tiveram a coragem de fazer uma reforma tributária, apesar de falarem, e, agora, ela está aqui nesta Casa para ser votada. É responsabilidade dos Deputados fazer isso no dia de hoje, Sr. Presidente. Eu peço que este pronunciamento seja publicado pelos meios de comunicação da Casa. - 09/07/2024
O Deputado apresentou Jaqueline, Presidente do PT de Conchal, cidade paulista na região de Campinas, conhecida pelo forte agronegócio, com plantações de laranja e cana. Jaqueline, além de liderar o Diretório do PT na cidade, é pré-candidata a Vereadora. Ele desejou boa sorte a Jaqueline e expressou o desejo de vê-la eleita como a primeira mulher Vereadora do Partido dos Trabalhadores em Conchal.
Palavras-chave oficiais: Conchal (SP),Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente,Agronegócio,Pré-candidatura,Vereadora
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu quero apresentar a Jaqueline, que está aqui ao meu lado. A Jaqueline é Presidente do PT de Conchal, uma cidade paulista que fica na região de Campinas, uma cidade onde é muito forte o agronegócio, uma cidade onde há muita plantação de laranja, de cana. A Jaqueline é Presidente do Diretório do PT da cidade e é pré-candidata a Vereadora. Nós queríamos, neste dia em que está visitando a Casa, desejar boa sorte para você, Jaqueline, boa eleição. Queremos que você se eleja e seja lá a primeira mulher Vereadora do Partido dos Trabalhadores naquela cidade. Valeu! Muito obrigado, Jaqueline. - 09/07/2024Breves Comunicações
O Deputado comentou sobre a sessão do dia anterior, questionando a reação nervosa da oposição bolsonarista após a denúncia da Polícia Federal que indicia o ex-Presidente pela venda de joias. Criticou a falta de decoro, mencionando um Deputado do NOVO que desrespeitou uma mulher e atacou membros do PT, chamando-os de vagabundos. Ele reforçou que chegou à Câmara com trabalho e luta, e não admite ofensas. Enfatizou que todos têm direito à defesa, inclusive o ex-Presidente, e lamentou os episódios desrespeitosos que ocorrem na Casa.
Palavras-chave oficiais: Joia,Corrupção,Ex-presidente da República Decoro parlamentar,Partido Novo (NOVO),Mulher,Violência moral
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputados e Srs. Deputados, ontem eu estava assistindo à sessão pelo aplicativo, remotamente, e vi que os ânimos aqui estavam esquentados. Eu estava sem entender por que o povo da Direita, a oposição bolsonarista, estava tão nervoso, tão desesperado. Depois eu fui entender que era devido à denúncia da Polícia Federal, que nesse momento indicia o ex-Presidente pela venda das joias. Sr. Presidente, recentemente, nós discutimos aqui mudança no Regimento Interno em caso de ofensas, em caso de tentativas de agressões. Eu acho que esta é uma Casa de debate político, é uma Casa que tem que se preocupar em debater e votar aquilo que for melhor para a população. No entanto, às vezes acontecem algumas coisas aqui que nos envergonham. Eu sou um Deputado que convive muito na periferia, no meio daqueles que mais precisam. Geralmente, eu sou interpelado por alguns quando veem cenas como as que aconteceram aqui ontem, por exemplo, que me deixam até envergonhado: "Mas, Alfredinho, o que é aquilo ali?" Pois é, temos que explicar o que é aquilo ali ou aquilo aqui. Ontem, eu vi um Deputado aqui do NOVO desrespeitando uma mulher, atacando todos nós do PT, chamando-nos de vagabundos. Parecia que estava transtornado, fora de si. Nós olhávamos nos olhos dele e parecia que saía fogo. É até um Deputado preparado, um Deputado que tem uma boa oratória, vamos aqui reconhecer, mas um Deputado descontrolado e não foi a primeira vez que fez isso , totalmente descontrolado naquilo que fala. Quero dizer para esse Deputado que eu não sou vagabundo, sou do PT e não sou vagabundo. Cheguei a esta Casa com muito trabalho, com muito esforço, com muita luta de muitos anos. Portanto, eu não admito que alguém venha aqui ao plenário e chame-nos de vagabundo. Não adianta ele achar, porque estava bravo, que vamos ficar com medo. Nós respeitamos todo mundo, mas ninguém vai ter medo de ninguém aqui nesta Casa, que merece respeito, e não medo. Então, eu lamento esses episódios que acontecem aqui nesta Casa. Até entendo o desespero deles, mas enfrentem. Seu ex-Presidente que prove que não é culpado, que prove que não vendeu as joias, porque não é isso que dizem os seus auxiliares. Os seus auxiliares afirmam que as joias foram vendidas de forma ilegal, já que são patrimônio da União. Agora, ele está sendo indiciado e tem o direito de provar se é inocente ou não. Todo mundo que é acusado tem o direito de apresentar a sua defesa. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 03/07/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou a importância do Bairro Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, que abrange um quinto do território da Capital e está localizado em área de mananciais, essencial para a qualidade do ar da cidade. Comentou sobre o Bairro Colônia, fundado por alemães, que celebrou 95 anos e sediará o Colônia Fest, evento tradicional com danças típicas e comidas, promovendo cultura e lazer. Mencionou o cemitério alemão e atrações turísticas como cachoeiras e trilhas. Como ex-Vereador, Alfredinho mencionou sua contribuição para a Lei do Polo de Ecoturismo de São Paulo, que impulsionou o desenvolvimento regional.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Meio ambiente,Bairro,Imigração,Alemanha,Evento cultural,Atração turística,Ecoturismo
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Deputados, Deputadas, hoje eu quero fazer uma fala sobre o Bairro Parelheiros, que fica na Zona Sul de São Paulo. Esse importante bairro abrange um quinto do território da Capital e está totalmente localizado em área de mananciais. Portanto, é um bairro importante para a Capital como um todo, porque ali estão as principais nascentes e a floresta, que purifica o ar, numa cidade tão poluída como São Paulo, que tanto necessita de ar de qualidade para que possamos viver melhor. Eu quero falar especificamente do Bairro Colônia, que fez 95 anos nesta semana e terá, no próximo fim de semana, o Colônia Fest. O Bairro Colônia, assim como todo o Parelheiros, foi fundado por alemães no século passado. Partindo dali, passando por Embu-Guaçu e Itapecerica da Serra, eles construíram suas moradias, suas residências, criaram suas famílias. O Bairro Colônia, em Parelheiros, foi um dos principais bairros fundados por alemães. No Colônia Fest, nós teremos 3 dias de festa. Esse evento é voltado não só para os alemães, uma vez que pessoas do Nordeste e de outras regiões também moram ali. Esse encontro muito bonito terá danças típicas e comidas. Serão 3 dias de festa. Esse importante evento leva alegria, cultura e lazer para aquela população. Essa festa tradicional acontece há muitos anos. Portanto, neste fim de semana, teremos mais uma edição do Colônia Fest, com 3 dias de festa. No Barro Colônia, existe um cemitério fundado pelos alemães, que também é um patrimônio cultural daquele bairro. Há também outras atrações turísticas. É uma região com cachoeiras e trilhas turísticas. Eu tive a oportunidade e o prazer, como Vereador da cidade, de aprovar a Lei do Polo de Ecoturismo de São Paulo, que colocou Parelheiros como um dos principais centros, por suas características. De lá para cá, essa lei levou muitos avanços para aquela região. Sempre são lembrados esses avanços e as características culturais da região. Sr. Presidente, eu quero saudar os organizadores do Colônia Fest e as pessoas que participam dessa festa muito importante. Peço que a minha fala seja divulgada em todos os meios de comunicação desta Casa. - 02/07/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a especulação no mercado financeiro, destacando o impacto negativo na população pobre e a desvalorização dos salários devido à inflação. Destacou que um pequeno grupo enriquece sem criar empregos, como os bancos que demitiram muitos funcionários com a automação e os aplicativos. Além disso, acusou o Presidente do Banco Central de favorecer banqueiros e especuladores, prejudicando a economia e a maioria dos brasileiros. Por fim, reafirmou seu apoio ao Presidente Lula, ressaltando seu compromisso com os mais pobres.
Palavras-chave oficiais: Economia,Política monetária,Mercado financeiro,especulação,Presidente,Banco Central do Brasil (Bacen),atuação,Presidente da República,Apoio político
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, às vezes, nós ficamos impressionados com o mercado financeiro especulador. O dólar sobe, dispara, todos os dias, e, no meio de tudo isso, há o interesse de poucos, uns poucos covardes que enricam com essa especulação. A maioria do povo pobre, que sofre com tudo isso, nem conhece o dólar; não entende esse jogo todo que vem acontecendo, porque nem o dólar conhece. Isso faz com que o salário se desvalorize, porque a inflação cresce, os produtos alimentícios ficam mais caros. Esse pequeno grupo fica especulando e ganhando dinheiro sem criar emprego. Essa é a grande verdade! Eles não criam um emprego. Aliás, banqueiro é o bicho mais inteligente que eu já conheci, porque é aquele que enrica com o dinheiro dos outros. Além de não criar emprego, fica bilionário com o dinheiro dos outros. No passado, quando começaram a surgir as máquinas eletrônicas, vários empregados de bancos, principalmente dos caixas, foram demitidos. Agora surgiram os aplicativos. Com isso, mais empregados estão sendo demitidos. Os bancos estão ficando praticamente vazios, estão deixando de criar empregos e continuam ganhando dinheiro. Hoje nós temos um Presidente do Banco Central que quer ser maior do que o Presidente da República, que foi eleito com o voto do povo, com o voto da maioria do povo brasileiro. Ele está jogando, está fazendo o jogo dos banqueiros, o jogo dos especuladores, enriquecendo cada vez mais esse grupo pequeno de covardes. Repito: são verdadeiros covardes, porque isso está trazendo miséria ao povo brasileiro, está causando diminuição do salário, está impedindo que a economia cresça. Esse jogo que a maioria do povo não entende está acontecendo neste momento no País. O Presidente da República segue lutando, segue debatendo. Enquanto isso, alguns dizem que o Presidente não pode falar: "Se o Presidente falar, o dólar sobe. Se o Presidente falar, a Bolsa cai". Como é que o Presidente da Nação não pode falar, se está vendo que algo está errado, se está vendo o que está acontecendo, se está vendo o jogo dos especuladores sanguessugas que querem, com isso, ganhar dinheiro, muito dinheiro, sem criar emprego? Sr. Presidente, eu quero reafirmar aqui o nosso apoio ao Presidente Lula, o nosso apoio irrestrito ao Presidente, que está certo. Ele não foi para lá para fazer banqueiro ganhar dinheiro. Ele foi para lá para ajudar as pessoas mais pobres, as que mais precisam neste País. Era isso que estava no nosso programa. O nosso programa de Governo era claro. Sr. Presidente, eu peço que a minha fala seja publicada em todos os meios de comunicação desta Casa. - 19/06/2024Breves Comunicações
O Parlamentar parabenizou o Deputado Vicentinho pela iniciativa de lançar a Frente Parlamentar em Defesa dos Trabalhadores da Economia Informal. Além disso, expressou preocupação com a possível escolha do Coronel Mello Araújo como candidato a Vice-Prefeito de São Paulo (SP), indicado supostamente por Jair Bolsonaro. Levantou questões sobre o histórico do Coronel, mencionando acusações de coação e pressão sobre funcionários durante sua gestão na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP). Segundo relatos, houve acusações infundadas e militarização excessiva na administração da empresa. Destacou a gravidade desses episódios, questionando a idoneidade do Coronel para assumir um cargo de tamanha responsabilidade na cidade.
Palavras-chave oficiais: Economia informal,Trabalhador,Defesa,Frente parlamentar Candidato,Vice-prefeito,São Paulo (SP),Extrema direita
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Deputadas, em primeiro lugar, eu quero parabenizar o Deputado Vicentinho, que acabou de sair por causa de um problema de doença na família, por ter lançado hoje a Frente Parlamentar em Defesa dos Trabalhadores e das Trabalhadoras da Economia Informal. Eu também quero dizer, após ler jornais, após acompanhar o que diz a imprensa em São Paulo, que o grande assunto de que se fala é o da escolha do possível candidato a Vice-Prefeito na chapa do Prefeito Ricardo Nunes. Eu ouvi o tempo todo falarem em alguns nomes. Parece-me que o acordo já foi definido, por imposição do ex-Presidente Jair Bolsonaro, para que seja escolhido o Coronel Ricardo Mello Araújo, ex-Comandante da ROTA Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar. Eu pesquisei para saber quem é Mello Araújo. Porque ser Vice-Prefeito de uma cidade como São Paulo é uma responsabilidade grande. Aliás, o cargo de Vice-Prefeito de qualquer Município de qualquer Estado do País é o segundo na hierarquia do Poder Executivo. Eu queria saber quem é Mello Araújo. Há informações de que é um competente gestor, porque administrou a CEAGESP, a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo, com muita competência, porque combateu a prostituição infantil, porque combateu propinas, enfim, por causa de uma série de feitos de Mello Araújo. No entanto, ao conversar com o Presidente do Sindicato dos Permissionários em Centrais de Abastecimento de Alimentos do Estado de São Paulo, eu confesso que me assustei. Esse Coronel Mello Araújo coagiu funcionários lá dentro, pressionou funcionários a pedirem demissão, inventou crime cometido por funcionários que não cometeram nenhum crime. Ele pressionou funcionários a pedirem exoneração por capricho, militarizou a empresa, nomeou mais de 20 policiais militares para a empresa. Eu ouvi o relato de um funcionário que foi coagido. Ele me disse que foi chamado a uma sala. Quando ele chegou à sala, estavam lá o coronel e quatro policiais militares. Nessa sala, eles disseram o seguinte: "Ou pede demissão, ou vai ser preso". O funcionário não sabia o porquê. Eles falaram: "Você está roubando energia aqui dentro da empresa. Portanto, é um crime. Você vai ter que pedir demissão, senão vai ser preso". Esse resistiu e disse: "Provem-me o crime que eu cometi". E ficou. Mas outros dois foram pressionados e levados até a delegacia, sem que houvesse prova nenhuma. Esses dois não aguentaram a pressão e pediram demissão. Esse é o tipo de Vice-Prefeito que estão querendo que São Paulo tenha. Eu espero que não seja ele. Muito obrigado. - 05/06/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou a abordagem de um Governo democrático e popular frente aos desafios como as greves, enfatizando o diálogo e a negociação em vez de punição aos grevistas e aos sindicatos. Lamentou os retrocessos enfrentados pela classe trabalhadora durante os anos em que o PT não estava no Governo, contrastando com os avanços atuais: redução do desemprego para 7,5%, crescimento do emprego formal e valorização dos salários, além da ascensão do Brasil no ranking das maiores economias mundiais. Criticou o impacto das fake news, que obscurecem esses sucessos aos olhos da população, mas destacou que parte dela já reconhece esses avanços econômicos e sociais.
Palavras-chave oficiais: Universidade,Instituto federal,Greve,Presidente da República,negociação Governo federal,Emprego,Salário,Brasil,ranking,crescimento,Notícia falsa (fake news),Prejuízo
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, assim como o Deputado Vicentinho, que acabou de sair desta tribuna, eu quero enaltecer, mais uma vez, o que um governo democrático e popular faz para tratar de assuntos difíceis, como uma greve, que é um conflito, que traz uma reivindicação. Um governo democrático e popular recebe as lideranças, conversa com as lideranças. Às vezes, é muito difícil chegar a um acordo. Não é fácil. A iniciativa de se sentar, negociar e achar saídas, em vez de punir quem está fazendo greve, em vez de punir sindicatos, é o indicativo de como um governo democrático e popular pode atuar. Nos 7 ou 8 anos que o PT ficou fora do Governo, a classe trabalhadora sofreu com atrasos, com retrocessos em conquistas. Hoje, quando lemos os jornais não é notícia do Governo, é notícia dos jornais , vemos o índice de desemprego cair para 7,5%; vemos o nível de emprego crescer e o salário ser valorizado; vemos o Brasil passar da 13ª posição para 8ª posição entre as maiores economias do mundo. Todos esses resultados são positivos, e a população poderia percebê-los com muito mais facilidade se, neste momento, não imperasse um sistema de mentiras, de fake news, 24 horas por dia, na cabeça dos trabalhadores e do povo em geral. A verdade já não é mais verdade. A verdade virou mentira. O povo não sente o que está acontecendo. Parece que, para o povo, passa despercebido o que está ocorrendo de positivo na atual gestão, no Governo Lula. Eu fico impressionado. Nós conversamos com o povo sobre os esforços que estão sendo feitos, sobre os resultados que estão acontecendo. Parte da população já começa a perceber esses resultados. Parte da população começa a ver que a economia está crescendo; que o emprego está voltando, principalmente o emprego com carteira assinada; que os salários estão sendo valorizados. Isso ocorre quando você recupera o ganho real do salário mínimo; quando você recupera a condição de os sindicatos voltarem a negociar o direito à correção com aumento real dos salários e os direitos trabalhistas conquistados. Às vezes, nós subimos a esta tribuna para desmentir muitas coisas que não são verdade, para que a nossa voz chegue até as pessoas e elas saibam do que nós estamos falando. Sr. Presidente, peço que a minha fala seja publicada nos meios de comunicação da Casa. - 04/06/2024Breves Comunicações
O Deputado usou a tribuna para criticar a disseminação de fake news por alguns Parlamentares. Destacou que, ao contrário do que foi dito, o Governo Federal tem atuado para ajudar na recuperação do Rio Grande do Sul. Também desmentiu a alegação de que o Governo estaria importando arroz artificial da Ásia, explicando que a ameaça de importação visa regular os preços altos no mercado interno. Defendeu a importância das redes sociais para a informação, mas ressaltou a necessidade de responsabilidade e veracidade no uso dessas plataformas.
Palavras-chave oficiais: Arroz,Rio Grande do Sul,Importação,Notícia falsa (fake news),Governo,Auxílio financeiro
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, procuro ser muito cuidadoso quando uso esta tribuna, porque sei a responsabilidade e o peso que tem isso aqui. Primeiro, nós somos representantes do povo, eleitos pelo povo. Aqui nós não podemos ficar falando mentira, aqui nós não podemos ficar falando a tal das fake news. Agora há pouco, vi um Deputado do Rio Grande do Sul vir à tribuna dizer que o Governo Federal não está fazendo nada pelo Estado do Rio Grande do Sul, que o dinheiro não está chegando lá, que nada está sendo feito. Todos nós estamos vendo e acompanhando, no dia a dia, o esforço que o Governo está fazendo para ajudar a recuperar o Rio Grande do Sul e com justiça. O Rio Grande do Sul merece, e o Governo Federal tem a obrigação de ajudar, sim, o Rio Grande do Sul, como deveria fazer com qualquer outro Estado que estivesse nessa situação. Vi outro Deputado subir à tribuna e dizer que o Governo está importando arroz da Ásia, arroz artificial. Isso não é verdade. O Governo ameaçou importar arroz devido aos valores. O preço do arroz está alto aqui no Brasil. Se há arroz e não vai faltar, os produtores também precisam pensar em baixar o preço do arroz, porque ninguém aguenta pagar 34 reais ou 35 reais no pacote de 5 quilos de arroz. Esse é um entendimento que o Governo tem que ter com os produtores brasileiros de arroz, porque, no passado, havia a COBAL. O que era a COBAL? Era um estoque regulador. Quando havia uma crise causada por seca ou enchente, como ocorreu agora, ou por qualquer outro motivo, importava-se o produto para o preço baixar aqui no País. E é isso que está acontecendo. A cesta básica do povo brasileiro, que é basicamente arroz e feijão e mais alguns outros produtos, precisa ter preços pequenos, menores, para que o povo pobre tenha acesso ao mínimo para comer e sobreviver. Então, são muito tristes algumas coisas que escutamos, no dia a dia, Deputados falarem aqui desta tribuna. É por isso que, quando há qualquer projeto de lei que procura punir aqueles que mentem e mentem muito nas redes sociais , alguns aqui se desesperam, se revoltam, não querem que aprove de maneira alguma para ficarem livre de não ter que responder por um crime de mentira. E as redes sociais são um instrumento importante, sim, mas têm que ser usadas para o bem, para falar a verdade, para informar as pessoas; não podem ser instrumento de mentira. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que a minha fala seja publicada em todos os meios de comunicação desta Casa. - 22/05/2024Breves Comunicações
O Deputado parabenizou os trabalhadores que marcharam em Brasília em defesa de seus direitos. Ele criticou um projeto de lei em discussão na Casa que criminaliza ocupações de terra, afetando principalmente pessoas pobres que buscam moradia. Denunciou a covardia dessa proposta, destacando que é um crime privar aqueles que não têm nada de acessarem programas sociais básicos. Expressou sua vergonha pela aprovação parcial desse projeto, atribuindo-a à maioria conservadora da Casa. No entanto, enfatizou que tal medida não irá deter a luta dos trabalhadores e, ao contrário, os incentivará a persistir com ainda mais coragem.
Palavras-chave oficiais: Luta política,Trabalhador,Projeto de lei ordinária,Direito à moradia,punição,Invasão de propriedade,Programa social
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, eu quero, em primeiro lugar, parabenizar todos os trabalhadores de vários Estados do Brasil que hoje estiveram aqui em Brasília fazendo uma marcha em defesa dos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras. Por que eu quero dizer isso? Porque nesta Casa, no dia de ontem, iniciou-se a aprovação de um PL que ainda está em discussão, porque existem emendas a serem votadas que, na verdade, é uma covardia. O PL é um crime contra pessoas pobres, que, muitas vezes, têm que se arriscar para ter o direito de morar em um barraco, em algum lugar, em uma grande cidade deste País, porque não têm condição de pagar um aluguel. Esse PL prevê uma punição a essas pessoas, que é proibi-las de participar de concursos públicos e até de programas sociais, como o Bolsa Família. Isso é uma covardia! Eles diziam aqui ontem que é crime ocupar terra. Crime é tirar o direito de alguém que não tem nada, de alguém que não tem o direito de receber Bolsa Família ou qualquer programa social para poder sobreviver. Isso é que é um crime! Isso é uma covardia! Isso é uma vergonha para este Congresso! Infelizmente, a maioria de Deputados conservadores desta Casa, que defende o direito dos grileiros de terras essa é que é a verdade , aprovou ontem uma boa parte do projeto, mas ainda há destaques a serem votados hoje. Eu não me sinto envergonhado, porque, é claro, fui contrário a tudo isso, mas isso é uma vergonha para esse Parlamento. Eu não achava que viria isso aqui. Quando cheguei aqui, por mais que me dissessem como era a composição disto aqui, eu não achava que chegaria a este ponto, mas ontem fiquei realmente assustado, incomodado e envergonhado. Se acham que isso vai brecar a luta dos trabalhadores, estão enganados. Isso vai incentivá-los a terem mais coragem, a terem mais garra e determinação para lutar. É bom lembrar, Deputado Welter, que, na ditadura militar, não havia direito de greve. Era proibido fazer greve, e os trabalhadores fizeram, mesmo sendo proibido. Depois, o Governo da ditadura teve que reconhecer o direito de greve. Portanto, não é isso que vai intimidar a luta dos trabalhadores sem terra, não é isso que vai intimidar a luta dos trabalhadores sem teto. Isso vai dar a eles mais ânimo, mais coragem para a luta. Sr. Presidente, peço que esta minha fala seja divulgada em todos os canais de informação desta Casa. Muito obrigado. - 14/05/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou a solidariedade em relação ao Rio Grande do Sul, citando iniciativas como a arrecadação de mantimentos pelos metalúrgicos do ABC e a mobilização das comunidades. Criticou os discursos de alguns Deputados que, segundo ele, propagam mentiras sobre a ajuda do Governo Federal ao Estado gaúcho. Ressaltou a importância da atuação do Governo, mencionando reuniões lideradas pelo Presidente Lula e a destinação de recursos e estrutura para auxiliar na crise provocada pelas enchentes. Por fim, enfatizou a necessidade de punir aqueles que disseminam mentiras nas redes sociais, destacando a importância da verdade diante da situação crítica enfrentada pelo Rio Grande do Sul.
Palavras-chave oficiais: Mobilização nacional,Sindicato dos Metalúrgicos do ABC,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Notícia falsa (fake news),Rede social,recursos,Governo federal,Presidente da República
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu estive, nesse último fim de semana, percorrendo alguns bairros da Capital de São Paulo e vi muita ação de solidariedade ao Rio Grande do Sul. A primeira foi a do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Lá estavam quatro caminhões dos Correios retirando mantimentos, água, roupas. Quer dizer, uma categoria que sempre participou de todos os momentos difíceis deste País estava arrecadando mantimentos. Saíram de lá quatro caminhões e ainda ficaram mais quatro, para sair depois. Depois eu fui visitar as rodas de samba das comunidades. Juntaram-se quatro rodas de samba, e saíram de lá mais três caminhões de mantimentos, com mais ajuda para o Rio Grande do Sul. Isso é solidariedade, isso é um gesto bonito do povo brasileiro. O que é feio? Feio é alguns Deputados virem à tribuna falar uma série de mentiras e nada fazerem para ajudar o Estado do Rio Grande do Sul. Nada fazem e ficam reclamando que querem censurar, por conta de projetos que tentam regularizar as redes sociais. Mas é claro que têm que ser regularizadas, porque não é possível aceitar tanta mentira. O mentiroso não pega pena nenhuma pela mentira que diz. Dizer que o Governo Federal não está ajudando é outra mentira. Por mais solidariedade que haja por parte da população e ela é bonita , se não houvesse a participação do Governo Federal, a situação estaria muito pior. Eu não sei o que querem. Querem que ressuscitem as pessoas que morreram? Infelizmente, não é possível. O que é possível é salvar, é tentar salvar as pessoas que estão vivas e dar condições ao Estado de se recuperar. Infelizmente, morreram pessoas, e a esta altura do campeonato não temos mais o poder de salvá-las. Amanhã o Lula vai pela terceira vez ao Rio Grande do Sul. Pela terceira vez está indo lá o Lula. Hoje ele fez uma reunião com todos os Ministros para discutir sobre o Rio Grande do Sul. O Governo Federal está mandando dinheiro, o Governo Federal está mandando estrutura, está tomando todas as providências possíveis para atender com o mínimo, com o possível. Do jeito que está, na situação em que está o Estado, por mais que se faça, ainda é pouco. Sabemos disso, que ainda é pouco. O que é preciso ser feito depois? Aí, sim, é a recuperação do Estado, é a recuperação da indústria, como foi falado aqui por alguns a maior parte ou quase toda a indústria do Estado está destruída , é a recuperação das moradias que as pessoas perderam, das fazendas que foram destruídas. Esse é outro momento, é outro passo que tem que ser dado. Mas dizer que o Governo Federal não está ajudando é mentira deslavada. Eu não sei como alguns aqui têm a coragem de toda hora publicar mentiras. Tem que ser punido o mentiroso que fica mentindo de forma descarada nas redes sociais. - 08/05/2024Breves Comunicações
O Deputado manifestou solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul e lamentou o uso político da tragédia no Estado. Criticou a disseminação de fake news, inclusive dentro da própria Câmara, e elogiou a resposta do Governo, que mobilizou altas autoridades para ações de ajuda. Destacou que o Governo estuda suspender a dívida do Estado com a União para intensificar o apoio. Reprovou os ataques à Primeira-Dama, Janja, que foi acusada falsamente de estar em um show quando estava ajudando no Rio Grande do Sul. Enfatizou a importância da união e da solidariedade em momentos de calamidade, elogiando a mobilização popular para apoiar os necessitados.
Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Crise climática,solidariedade,Notícia falsa (fake news),Primeira-dama,Governo federal,atuação,Elogio,Dívida pública,Estado (nação)
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu quero, primeiro, prestar minha solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, mas quero também lamentar, assim como outros Deputados já fizeram desta tribuna, o uso político de tudo isso, o que é uma coisa horrível e feia. Há notícias atravessadas e fake news toda hora nas redes sociais e até nesta Casa. Infelizmente, nesta Casa, aqui no plenário, nas Comissões, Deputados usam fake news para fazer a luta política com o Governo. O Governo está dando toda atenção ao Rio Grande do Sul, como já foi dito aqui. Pela primeira vez eu vi um Presidente levar a um Estado em situação de calamidade pública o Presidente da Câmara, o Presidente do Senado e o Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal, para poderem tomar ações de combate e ajudar as pessoas. Vários Deputados que me antecederam já citaram as sérias medidas que o Governo está tomando. Acabei de ler agora, por exemplo, que o Governo está disposto a discutir a suspensão do pagamento da dívida que o Estado tem com a União, para que possa ajudar ainda mais o Rio Grande do Sul. O Presidente está fazendo tudo o que pode para ajudar o Estado do Rio Grande do Sul! E aqui os opositores é justa a oposição; é um direito democrático; é importante quando ela é construtiva toda hora usam o microfone para proferir termos baixos e mentiras, como a de que a Primeira-Dama Janja estava no show da Madonna, quando, na verdade, no dia seguinte, ela estava no Rio Grande do Sul atendendo às pessoas, dando atenção às pessoas necessitadas e que padecem naquele Estado. Eu quero lamentar mais uma vez esses discursos. Aqui foi dito que não era para fazermos uso político da situação, mas infelizmente é o que temos visto. No momento em que as pessoas sofrem, é irracional fazer uso político de uma situação tão triste de calamidade como esta. É o momento de todos nós nos unirmos para prestar solidariedade, para ajudar as pessoas. E é bonito o que está acontecendo porque a população, independentemente do uso político ou não da situação, faz a sua parte. Em todos os lugares nós estamos vendo as pessoas se mobilizando, arrecadando alimentos, roupas, para mandar para o Rio Grande do Sul. E os Correios estão dando todo o apoio logístico para que a ajuda chegue o mais rápido possível. Por isso, Presidente, quero deixar registrados aqui o meu protesto e a minha indignação. Peço que a minha fala seja transmitida em todos os meios de comunicação da Casa. - 23/04/2024Breves Comunicações
O Deputado elogiou os resultados do Governo Lula, destacando a visita que fez com o Ministro Alexandre Padilha a projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida — Entidades, ressaltando a importância desse programa na oferta de moradia digna para a população. Ele também enfatizou a relevância do Programa Acredita para a recuperação do setor de negócios, especialmente para os pequenos comerciantes e microempreendedores individuais afetados pela pandemia. Ele mencionou a redução do desemprego e o aumento da renda domiciliar como indicadores positivos das políticas implementadas pelo Governo, contrastando com a situação anterior em que o País estava no Mapa da Fome. Ele expressou confiança no trabalho do Governo em promover mudanças positivas em várias áreas, como educação e habitação, e defendeu a continuidade dessas ações.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Política pública,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Habitação,Programa Acredita no Primeiro Passo,Microempreendedor,Pequena empresa,Crédito financeiro,Microempreendedor Individual (MEI),Desemprego,redução,Renda,aumento,Mapa da Fome
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, quero mais uma vez comentar os resultados importantes do Governo Lula. Nesse fim de semana, eu visitei com o Ministro Alexandre Padilha dois projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades, que já é uma realidade. A volta do Minha Casa, Minha Vida Entidades, principalmente, é uma realidade. Nós fomos a um terreno da SPU Secretaria do Patrimônio da União que está sendo transferido para o movimento de luta pela moradia dos trabalhadores da Zona Norte e da Zona Noroeste. No local, em breve, serão erguidos 80 apartamentos para as pessoas que já moram lá, em prédios abandonados, há algum tempo, em condições precárias. Dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades, eles terão o direito de morar em apartamentos decentes e viver bem. Esse é um direito sagrado que eles têm, um direito que está na Constituição Federal. Eu quero comentar também sobre o Programa Acredita, como foi falado aqui por alguns companheiros nossos do Partido dos Trabalhadores, que é extremamente importante. Após a pandemia, todo o setor de negócios, comércio e indústria sofreu com as perdas, e o pequeno comerciante, o pessoal que é MEI, Microempreendedor Individual, foi o que mais sofreu, até por ter um capital de giro muito menor do que os demais comerciantes. Com certeza, esse programa vai recuperar esse setor, e, com a recuperação desse setor, serão gerados muitos empregos, empregos esses que já começam a ser vistos pelo Governo do Presidente Lula. O índice de desemprego no País hoje está em 7%, e a renda domiciliar aumentou, em média, 12%. Isso é muito importante, isso aconteceu graças à valorização do salário mínimo, isso aconteceu graças à volta do emprego, isso aconteceu graças a uma série de programas que o Governo Lula tem lançado para recuperar este País. É bom lembrar que no Governo anterior estávamos no Mapa da Fome. O Governo Lula está fazendo todo o esforço possível e já começa a mostrar os resultados, para que o País seja retirado do Mapa da Fome. É uma vergonha para um país tão grande como o nosso, para um país tão rico em produção de alimentos, que haja gente passando fome aqui. Esses são os resultados de um governo que encontrou o País destruído e que agora o recupera. É difícil, é um trabalho danado! Em menos de 1 ano e meio de governo, ele mostra resultados. A cada semana o Governo Lula apresenta coisas novas, a cada semana programas novos são lançados, para recuperar este País. É comum, é comum, e até conseguimos entender perfeitamente, o desespero dos nossos adversários, que, de forma desesperada, sobem à tribuna e, além das fake news que são publicadas no dia a dia, das mentiras que são publicadas no dia a dia, fazem confusão na cabeça das pessoas. As pessoas sentem, as pessoas começam a sentir as mudanças que estão sendo feitas em todas as áreas: na educação, com o Programa Pé-de-Meia; com o Programa Minha Casa, Minha Vida, como acabei de falar; agora com o Programa Acredita e com o Programa Desenrola Brasil. Por isso, Sr. Presidente, temos orgulho de subir a esta tribuna e defender este Governo, porque acreditamos neste Governo. Nós elegemos este Governo e nós o elegemos para mudar. Peço que a minha fala seja publicada em todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 17/04/2024Breves Comunicações
O Deputado relatou sua participação na reunião da Comissão de Trabalho, na qual o Ministro Luiz Marinho discutiu temas como saque-aniversário do FGTS, criação de empregos e valorização do salário mínimo. Destacou o aumento acima da inflação do salário mínimo como uma medida positiva do Governo para proporcionar mais poder de compra às famílias. Criticou a postura da Oposição na reunião, acusando-os de utilizar mentiras e fake news para fazer oposiç ao projeto de regulamentação dos aplicativos. Alfredinho defendeu a necessidade de garantir direitos e cobertura previdenciária aos trabalhadores que atuam por aplicativos, citando o caso de um trabalhador falecido em um acidente.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado,Ministério do Trabalho e Emprego,Comissão de Trabalho (CTRAB),Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),Saque-aniversário,Salário mínimo,Geração de emprego,Projeto de lei complementar,Motorista de aplicativo,Oposição política,Notícia falsa (fake news)
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, hoje participei da reunião da Comissão de Trabalho na qual esteve presente o Ministro Luiz Marinho, expondo as principais tarefas que ele priorizou neste ano de gestão no Ministério do Trabalho e Emprego. Vários assuntos foram debatidos, assuntos importantes, como o saque-aniversário do FGTS, a criação de empregos, o aumento da renda e a valorização do salário mínimo, tema tão importante, porque ele esteve durante muito tempo desvalorizado. Agora começa novamente a ser valorizado, com aumentos acima da inflação. Evidentemente, diante da desvalorização anterior, 1.400 reais, atualmente, e 1.502 reais, para o ano que vem essa é a previsão , ainda é pouco, mas, se fosse mantida a política de reajuste salarial do Governo anterior, o valor não estaria em 1.400 reais, mas em 800 reais ou até menos. Portanto, o Governo acerta quando novamente procura valorizar o salário mínimo e, com isso, oferecer para as famílias, para a população, mais poder de compra. Debatemos bastante a regulamentação dos aplicativos. Como foram bons os tempos em que a Oposição, quando discordava de projetos enviados pelo Executivo, fazia proposta de melhorias do texto original! A Oposição de hoje é gozada. Os Deputados da Oposição que foram à reunião da Comissão usaram a palavra e, depois, foram embora. Não convenceram ninguém do que estavam alegando contra o projeto e, em seguida, foram embora. Não esperaram nem a resposta do Ministro, que estava lá para tirar as dúvidas, discutir as divergências. Foram embora. Eles foram lá apenas para filmar, fazer vídeos dos cortes que lhes interessavam, para depois soltar nas redes sociais, na mídia. E o pior é que utilizaram mentiras. Divergir de um projeto apresentado pelo Governo ou por qualquer outro amigo Deputado é normal, mas é preciso divergir falando a verdade, não mentindo e iludindo os trabalhadores. É gozado, eu não vi um Deputado da Oposição querer saber quanto os aplicativos Uber e 99, que são os principais, lucraram no ano passado, quanto lucram por ano. Eles disseram apenas que o projeto não serve porque vai taxar trabalhadores e quem vai perder é o trabalhador, mas não justificaram a argumentação. Nós não podemos permitir que os trabalhadores desse setor continuem em condição de semiescravidão. O Ministro Marinho citou o caso muito importante do playboy do Porsche que atropelou e matou um cidadão que trabalhava por aplicativo e era casado. Sua esposa não terá cobertura nenhuma, porque não há recolhimento de Previdência Social, não há um direito garantido que possa cobrir com uma pensão a esposa e os filhos desse trabalhador. O que o Governo quer é exatamente dar essa condição de cobertura a cada trabalhador que esteja trabalhando por aplicativo. É lamentável que a Oposição não queira discutir o projeto para valer falando a verdade. Fica propagando mentiras, as famosas fake news da rede social. Sr. Presidente, para encerrar, eu peço que meu pronunciamento seja publicado em todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 10/04/2024Breves Comunicações
O Deputado celebrou o anúncio do relançamento do Programa Minha Casa, Minha Vida pelo Governo Lula, especialmente o Minha Casa, Minha Vida Entidades. Destacou o caráter participativo do programa, que envolve a comunidade nas decisões sobre as obras. Criticou o Governo anterior por encerrar o programa e elogiou a Associação dos Trabalhadores Sem Terra da Zona Oeste e Noroeste de São Paulo por sua persistência na defesa do Minha Casa, Minha Vida. Parabenizou líderes como Donizete, Verinha, Abraão, Jô e Zequinha pela conquista de 300 unidades habitacionais e homenageou todos os envolvidos na luta por moradia digna.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),associação,Trabalhador,São Paulo (SP),Ex-presidente da República,Política habitacional
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, eu quero falar, mais uma vez, da emoção que foi hoje o Governo Lula anunciar não a retomada, porque o Governo Lula, assim que assumiu, já retomou todas as obras paralisadas pelo Governo anterior, mas, sim, o lançamento de novos projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida, principalmente do Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades, que provou que é um programa importante, que barateia o custo da construção e que faz com que as pessoas tenham participação direta nas ações e nas obras, porque a partir dele se discutem a compra do material, os mutirões que são feitos nos fins de semana, a decisão da ocupação dos apartamentos construídos. Portanto, trata-se de um projeto com participação popular de fato no dia a dia. O Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades está voltando no Governo Lula, porque o Governo passado definitivamente acabou com o programa, não só com o Minha Casa, Minha Vida Entidades, mas com os demais, porque criou um programa chamado Casa Verde e Amarela, e nada aconteceu. Por que eu digo isso? Porque essa é a única oportunidade de uma pessoa de baixa renda, que está na faixa salarial de zero a três salários mínimos, ter uma moradia decente. Sr. Presidente, eu quero aproveitar para cumprimentar uns guerreiros e guerreiras de São Paulo, da Associação dos Trabalhadores Sem Terra da Zona Oeste e Noroeste, pela persistência em todo o período em que ficou paralisado o Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades no Governo anterior. Esses guerreiros já estavam com projetos em andamento lá no Governo Dilma. Passou o Governo Temer, que andou a passos de tartaruga, passou o Governo Bolsonaro, que não fez nada, e eles insistiram, persistiram. E, agora, voltaram a conduzir seus programas e projetos no Governo Lula. Foram anunciadas hoje para a Associação dos Trabalhadores Sem Terra da Zona Oeste e Noroeste 300 unidades. Quero parabenizar o Donizete, a Verinha, o Abraão, a Jô, o Zequinha, todo aquele povo que conduz essa entidade, que defende o Programa Minha Casa, Minha Vida, que defende casa para aqueles que não têm onde morar, principalmente para aqueles de baixa renda, por toda essa garra. Por meio desses companheiros citados aqui, eu quero homenagear os demais, que também são importantes. Não dá para citar todos, porque o meu tempo aqui é curto, mas eu quero parabenizar todos esses guerreiros e guerreiras pela persistência que tiveram durante esse período. Peço que minha fala seja divulgada em todos os meios de comunicação da Casa, Sr. Presidente. Obrigado. - 20/03/2024
O Deputado expressou sua indignação em relação a comentários difamatórios proferidos por outros Parlamentares. Enfatizou a necessidade de responsabilização legal daqueles que propagam acusações infundadas, sugerindo que os próprios acusadores são os verdadeiros criminosos. Criticou a postura dos Parlamentares que desrespeitam as leis e propagam fake news nas redes sociais. Defendeu que a legislação deve ser respeitada por todos e destacou a existência de membros de outros partidos, referindo-se ao PL, envolvidos em processos criminais, sugerindo uma inversão de papéis na questão da criminalidade.
Palavras-chave oficiais: Notícia falsa (fake news),Partido dos Trabalhadores (PT),Partido Liberal (PL),Crime,Difamação
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Serei rápido, Sr. Presidente. É lamentável nós ouvirmos essas coisas. V.Exa. fez muito bem em retirar dos Anais da Casa. Isso é lamentável. Aliás, esses dois Deputados têm que ser processados por dizerem que nós somos uma quadrilha. Isso, sim, é crime. Criminosos são eles, que acham que podem fazer o que querem, que vão para as redes sociais inventar fake news. Eles é que são criminosos. As leis são feitas por nós neste País para serem cumpridas, mas eles não querem cumprir as leis. Eles fazem o que acham que devem fazer. Eles acham que todo o mundo é ladrão, que todo mundo é criminoso e que eles é que são os santos. Nós sabemos que muitos deles... Basta ver a lista de pessoas do PL que respondem por crimes. Basta ver o tamanho dessa lista para saber quem são os verdadeiros criminosos. - 20/03/2024Breves Comunicações
O Deputado celebrou os 44 anos do Partido dos Trabalhadores (PT), destacando sua origem na luta dos trabalhadores e suas conquistas. Lamentou a atitude de dois Deputados do PL que compareceram à sessão solene do PT com faixas ofensivas, descrevendo isso como um jogo de cena para redes sociais e reafirmando que o PT não se curvará a fascistas.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Aniversário de fundação,Homenagem,Deputado federal,Partido Liberal (PL),Sessão solene,Crítica
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados eu quase falo Vereador, pelo costume , Sras. Deputadas, eu quero falar aqui hoje dos 44 anos do PT, partido ao qual sou filiado desde a sua fundação, e no qual votei desde a primeira vez. Desde que eu comecei a votar, só votei no PT. Embora alguns não gostem, ele é um partido que nasceu da luta dos trabalhadores, um partido que fez transformações neste País e que está sempre buscando novas transformações. Quando saí lá do Estado do Piauí, com apenas 19 anos, nunca imaginei que eu ia ser Vereador na maior cidade da América Latina, a Capital de São Paulo. Nunca imaginei que chegasse aqui à Câmara Federal como Deputado Federal. Tudo isso é fruto do PT, um partido construído na base operária, no meio dos trabalhadores sem teto e sem terra, no meio dos profissionais liberais, dos professores e de todas as categorias profissionais. Portanto, este é um dia importante para o Partido dos Trabalhadores. Com os seus 44 anos, ainda é considerado novo; muitos partidos que surgiram lá no passado estão há mais tempo, são muito mais velhos. E, com pouco tempo de vida, O PT chegou aonde chegou e conquistou o que conquistou. Portanto, parabéns, PT, e parabéns a toda a militância aguerrida desse partido e a todos aqueles que eu acompanhei. Alguns já não estão mais entre nós, mas ajudaram a fundar esse partido. E só nós sabemos como foi difícil fundá-lo. Só nós sabemos como foi duro. Está aqui o Deputado Nilto Tatto, que comigo participou de várias batalhas, de várias atividades para fundar esse partido. No dia de hoje aqui nós tivemos aqui uma sessão solene. Eu lamento que apareceram dois Deputados do PL aqui, um, filho do ex-Presidente, e outro, delegado de polícia. Apareceram aqui com faixa, ofendendo a militância do PT. Isso é insanidade. Isso é lamentável. Esse jogo de fazer cena para rede social aliás, só sabem fazer isso; trabalhar, que é bom, nada , fazer jogo de cena para rede social é lamentável. É lamentável. Aqui nós não vamos nos curvar a esses fascistas, de modo nenhum. Nascemos como nascemos, construímos esse partido como construímos, não baixamos a cabeça para ninguém, não é para fascista que vamos baixar a cabeça. Sr. Presidente, eu peço que a minha fala seja veiculada no programa A Voz do Brasil e por todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 13/03/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o posicionamento do partido NOVO, afirmando que ele parece mais preocupado em defender empresários do que em apoiar os trabalhadores. Ele denunciou as condições de trabalho precárias enfrentadas por motoristas de aplicativos como Uber e motoboys, descrevendo-as como semiescravidão. Argumentou que é crucial regularizar essa situação para proteger os trabalhadores e suas famílias, destacando a falta de cobertura em casos de acidentes ou mortes. Expressou perplexidade com a oposição de alguns Deputados ao projeto de regulamentação, sugerindo que eles estão desinformados ou agindo em benefício das empresas de aplicativos, em vez de defender os interesses dos trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Partido Novo (NOVO),Projeto de lei complementar,Aplicativo Uber,Motorista de aplicativo,Motoboy,Vínculo empregatício,Direito do trabalho,Acidente do trabalho
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, eu até planejava falar sobre outro assunto, mas desisti de falar sobre o assunto que eu queria para comentar o assunto que ouvi a Deputada do NOVO agora há pouco falar. Em primeiro lugar, eu nunca vi um partido gostar tanto de empresário e defender tanto empresário como o NOVO. Deveriam não passar próximos de periferia, de lugares onde há pobres, porque senão vão mentir, dizendo, lá, que defendem os pobres e, aqui, que defendem os empresários. Eu também não tenho nada contra o empresário. O problema é que temos que fazer justiça. Vir aqui defender o Uber é uma vergonha! Essas empresas vieram para este País e estão explorando os trabalhadores brasileiros. Todas elas. E o regime que esses motoristas de Uber e motoboys trabalham é de semiescravidão. Eu constatei isso pessoalmente, fiz questão de acompanhar um motoboy durante 8 horas de trabalho 8 horas! De tanto ele ser chamado para fazer entrega, ao fim das 8 horas, depois de descontadas as taxas cobradas, sobraram 100 reais. E o motorista de Uber, que trabalha com carro, tem que trabalhar 15 horas sem ir ao banheiro, sem comer, para poder, no fim do dia, descontadas as taxas exorbitantes, ter 200 reais de saldo. Então, no momento em que chega um projeto aqui nesta Casa e que nós temos a oportunidade de regulamentar esse trabalho e fazer com que eles não sejam escravos, vejo aqui alguns se colocarem contra, totalmente contra, e até desinformados para fazer o debate, totalmente desinformados. Vejam só. Se acontece um acidente de moto com um trabalhador desses, se houver alguma questão grave, alguma quebra, fratura de perna ou braço, e se ele não puder trabalhar durante um período, ele não está coberto por nada. Se ele morre, a esposa não vai ter uma pensão para poder continuar vivendo. Não consigo entender como é que essas pessoas, sem a menor informação, sem conhecimento, vêm aqui, debatem e detonam um projeto desse, que é importante. É a primeira vez que se tem coragem de trazer um projeto para regulamentar a atividade desses trabalhadores. Eu já vi muitas Prefeituras tentarem e não conseguirem. Há muitas lideranças, Sr. Presidente, que dizem que defendem os trabalhadores, também compradas pelos aplicativos, porque a liderança que defende as empresas de aplicativos, contra esse projeto, está trabalhando para as empresas, não é liderança que defende o trabalhador. - 06/03/2024Breves Comunicações
O Deputado defendeu o Projeto de Lei dos Aplicativos, destacando que foi elaborado em colaboração com sindicatos e empresas. Ele comparou a situação dos trabalhadores de aplicativos à escravidão e enfatizou a necessidade de garantir condições dignas de trabalho. Propôs medidas como licença-maternidade, contribuição previdenciária e remuneração mínima. Argumentou que os trabalhadores enfrentam longas jornadas com baixa remuneração, enquanto as empresas lucram. Incentivou um debate responsável para melhorar as condições dos trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Direito do trabalho,Aplicativo de transporte,Licença à gestante,Contribuição previdenciária,Remuneração,Jornada de trabalho,Lucro,Direitos do trabalhador
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, o Governo enviou para esta Casa o PL dos aplicativos. Ontem e hoje, eu ouvi algumas críticas, mas é bom falar que essa proposta está sendo construída há aproximadamente 1 ano com entidades sindicais, com sindicatos patronais, com as empresas, para que se encontre uma saída que dê condições de vida, condições de trabalho para essas pessoas que trabalham com aplicativos. Quem não quer discutir essas situações, esse PL, é porque defende a escravidão. É uma verdadeira escravidão a maneira como esses profissionais trabalham. Parece-me que é muito difícil formar um consenso em uma discussão como essa para os motoristas de aplicativos. Infelizmente, não se chegou a um entendimento em relação aos motoristas, motoboys, entregadores de motos. E eu digo infelizmente porque são os que mais sofrem e os que mais trabalham em péssimas condições. O que está proposto aqui é a manutenção desses trabalhadores como autônomos. Alguns acham que todo trabalhador tem condições de ser empresário. Isso é uma ilusão, porque, para ser empresário, ele tem que ter vocação de empreendedor, tem que ter recurso e suporte financeiro para poder formar uma empresa e dar certo. Neste caso aqui, mantendo esses trabalhadores como autônomos, nós temos que lhes dar uma condição de trabalho mais digna. Hoje, se um trabalhador desse se acidenta, ele não tem o auxílio previdenciário, não tem o auxílio-doença. E, se morre, não deixa nenhuma pensão para a esposa e para os filhos continuarem vivendo. Então, é necessário prever aqui no projeto a licença-maternidade, que é uma conquista, é uma boa proposta. Está dentro do projeto prever a contribuição previdenciária, prever o limite de horas trabalhadas e a remuneração mínima de 1.412 reais, que é o salário mínimo atual. Todos esses profissionais trabalham, em média, 15 horas por dia, e de 100 reais a 200 reais é o que sobra para um trabalhador desse. E quem ganha dinheiro, nesse caso aqui, são as empresas de aplicativos. Elas ganham, no mínimo, de 70% a 80%, e o trabalhador tem seu sangue chupado por essas empresas. Portanto, acho que nós temos que debater esse projeto aqui com muita clareza, com muita responsabilidade, para que possamos melhorá-lo, se for o caso. Não devemos ser contra esse projeto, que vem, finalmente, dar melhores condições para esses trabalhadores. - 28/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 1.269, de 2022, que garante a eficácia dos negócios jurídicos relativos a imóveis em cuja matrícula inexista averbação, mediante decisão judicial, de qualquer tipo de constrição judicial.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável,Senado Federal
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Federação do PT, PCdoB e PV vota "sim". Nós entendemos que este projeto vem proteger o comprador que, muitas vezes, não tem informação sobre as dívidas. O vendedor termina não passando essas informações, e o comprador é enganado. Portanto, é importante que o projeto seja aprovado nesta tarde nesta Casa, pois ele vem para proteger o comprador de um imóvel que possa ter dívidas, sem que ele tenha essa informação. Muito obrigado. - 27/02/2024outros
O Deputado criticou os bolsonaristas por defenderem o ato do domingo, apontando contradições e destacando o desespero diante do governo eficiente do Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: manifestação,São Paulo (SP),Apoio político,Ex-presidente da República,Crítica,Governo,Presidente da República
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente. Eu realmente acho incrível a enorme capacidade e cara de pau do ser humano de mentir ou de disfarçar. Ao ouvir o discurso dos bolsonaristas, quando disseram desta tribuna que o ato do domingo foi um ato democrático, eu fiquei pensando comigo: ato democrático que defende a ditadura, que defende a dissolução do STF, que defende o fechamento do Congresso? Só não tiveram coragem de falar isso no domingo porque estavam com medo, essa é a verdade. Eles ficaram com medo do Alexandre de Moraes e não levaram as plaquinhas "fim do STF", "intervenção militar". Essa é a verdade. Fizeram um ato para o Bolsonaro se defender. Aliás, foi até bom, porque ele não se defendeu, ele se acusou, ele assumiu o crime da tal da minuta do golpe. Ou seja, hoje está claro para todo o Brasil que a minuta do golpe existiu e que havia a clara intenção de dar o golpe. Aqui não tem essa história de desafio. Nós também já enchemos a Avenida Paulista muitas e muitas vezes. O Presidente Lula não tem que fazer desafio de nada, está governando o Brasil, tem que governar o Brasil e está governando bem. É este o desespero de vocês: o Presidente Lula está mudando novamente o Brasil, que vocês destruíram. Aliás, até Deputados de vocês já reconhecem isso. O Deputado Nikolas já disse que, na atual geração, é muito difícil ver um governo de direita. Isso é um reconhecimento, e vai ser difícil mesmo ver, pelo governo que faz o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Portanto, meus companheiros de Plenário, fiquei abismado com essas falas no dia de hoje! Fico muito abismado com as fake news e com as pautas mentirosas. Parece que esse pessoal sempre acha que o povo brasileiro é besta, que o povo brasileiro acredita nas mentiras publicadas nas redes sociais, muitas delas muito baixas. Eu ouvi aqui um Deputado falar de pauta de troca de sexo. É um absurdo um Deputado que representa o País, que é Deputado da Câmara dos Deputados, da Câmara Federal, achar que o povo vai acreditar nessas mentiras, nessas besteiras. Muito obrigado, Sr. Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.