
Nome civil: Alfredo Alves Cavalcante · 67 anos
Bananômetro
81/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 66% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 95%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 83%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 833 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 850 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5956
- Gabinete
- Gabinete 956, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 387 de 389 sessões
Votou nas votações
95%
Registrou voto em 1.073 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 24 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 833 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
116 discursos na tribuna · de 14/02/2023 a 27/05/2026.
- 01/07/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o falso moralismo de colegas do PL e questionou a ausência de representatividade popular nas decisões do Parlamento. Relatou visita à moradora Maria Antonieta, em São Paulo, para exemplificar como a população mais pobre não é afetada por tributos como IOF, LCA ou LCI, pois sequer tem renda para incidir sobre esses instrumentos. Defendeu uma reforma tributária progressiva, na qual os mais ricos contribuam mais, e repudiou o lobby empresarial que influencia votações contra os interesses populares. Reafirmou seu compromisso com as causas dos mais pobres, destacando sua origem e atuação nas periferias.
Palavras-chave oficiais: Hipocrisia,Partido Liberal (PL),Parlamento,Lobby,População de baixa renda,Impacto fiscal,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Letra de Crédito Imobiliário (LCI),Letra de Crédito do Agronegócio (LCA),Reforma tributária,Tributação progressiva,Justiça tributária,População rica
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, eu vejo Deputados do PL irem para aquele microfone e vomitarem moralismo. Eles esquecem que há Deputado nos Estados Unidos recebendo dinheiro público, de assessoria e alguns até pouco tempo estavam recebendo salário , não dizem que os palhaços dos contribuintes, como o Deputado acabou de falar e eu não penso que os contribuintes são palhaços , é que pagam por isso. Esse falso moralismo é feio. Mas eu queria falar de uma coisa importante. Eu cheguei a esta Casa sabendo de onde eu vim e sabendo para que vim. Eu vejo este debate de ricos contra pobres, de que esta é a Casa do Povo, e eu não vejo o povo nesta Casa. O que eu vejo aqui são empresários fazerem lobby todas as vezes em que se votam ou estão pautados projetos que exigem um pouquinho de cobrança, um pouquinho a mais de contribuição, para colaborarmos com aqueles que mais precisam. Eu vejo aqui empresário fazer lobby, pressionar Deputados. O resultado final é sempre contra os pobres. Por que eu estou falando isso? Quero citar a D. Maria Antonieta, da Chácara Santo Amaro, Bairro de São Paulo, que visitei no domingo e que mora numa casa de chão batido, em São Paulo, a cidade mais rica do País, a quinta maior do mundo, a que tem uma previsão orçamentária para o ano que vem de 129 bilhões de reais esse é o terceiro maior orçamento do País, só perde para o da União e para o do Estado de São Paulo. Está lá. Ela não tem problema nenhum com o IOF, nem com a LCA, nem com a LCI. Sabem por quê? Porque ela não paga nada disso, porque ela não ganha para pagar isso. Eu vejo aqui alguns Deputados que votaram contra o decreto aliás, a favor do decreto do IOF subirem à tribuna com números falsos, o que eu vejo muito nessas tribunas, e dizerem que estão querendo cobrar imposto, mas não dizem de quem. Não é nem cobrar imposto, é exigir que aquele que tem mais pague, que contribua um pouquinho mais do que aquele que não tem, porque quem não tem nada não pode contribuir com o que não tem, porque não tem nada. O único jeito de fazermos com que a D. Maria Antonieta, que mora numa casa de chão batido na capital de São Paulo, tenha uma condição de vida um pouco melhor é fazer o rico entender que ele precisa contribuir um pouco mais, para que possamos eliminar a pobreza ou pelo menos diminuir a pobreza neste País. Não vim para cá para defender grupos econômicos, eu vim para cá para defender o meu povo pobre. Foi de lá que eu saí, é lá onde estou, é lá que eu ando, é lá que eu vivo. Portanto, conte comigo, porque de tudo o que chegar aqui para ajudar o pobre eu estou junto. Sr. Presidente, peço que esta minha fala seja divulgada nos meios de comunicação da Casa, em especial no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 21/05/2025Breves Comunicações
O Deputado denunciou um caso de violência policial ocorrido na Zona Sul de São Paulo, onde um jovem foi espancado por três policiais após já ter sido contido. Criticou a condução da segurança pública pelo Governador Tarcísio de Freitas e pelo Secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, afirmando que o uso excessivo da força tem se tornado rotina e não tem reduzido os índices de criminalidade. Também relembrou ainda o caso do jovem Venâncio, morto em abordagem semelhante, e alertou que a população de bem está temendo a atuação policial nas periferias.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Violência policial,Governador,Secretário de Estado,atuação,Crítica
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu venho a esta tribuna, hoje, relatar um fato ocorrido nesta semana, exatamente no sábado, próximo da minha casa, na Zona Sul de São Paulo, bem próximo mesmo. Eu não sou daqueles que gostam de atacar policiais por suas atitudes, desde que essas atitudes estejam de acordo com a função de um policial, mas o que aconteceu e o que vem acontecendo na cidade de São Paulo passou a ser uma rotina de violência policial no dia a dia. Se o Governador Tarcísio, junto ao Secretário Derrite, está achando que vai resolver o problema da segurança com violência policial, como vem acontecendo, está errado. Um jovem foi espancado isso foi filmado por uma testemunha brutalmente por três policiais em uma abordagem feita lá no bairro onde eu moro, o Jardim das Imbuias. Podem até argumentar, dizendo que o jovem já tinha uma passagem por sequestro, estava com uma moto roubada, mas, a partir do momento em que três policiais, que já haviam dominado, controlado totalmente o rapaz, passam a espancá-lo de forma violenta, brutal e covarde, nós não podemos aceitar essa atitude dos policiais. Nós não podemos aceitar isso porque vem acontecendo quase diariamente. As pessoas estão sendo agredidas de forma brutal em abordagens policiais e sendo até assassinadas, como no caso do jovem Venâncio, de 19 anos, que foi assassinado, também na Zona Sul, há alguns meses, em uma abordagem policial. Isso faz com que gente de bem tenha medo de sair às ruas durante o período da noite e, numa abordagem policial, ser confundido e ter o mesmo destino que teve esse jovem aqui mencionado por mim. Isso é inaceitável porque não a melhor abordagem para um bom policiamento. Essa não é a maneira de resolver o problema da violência. Essa não é a melhor forma de se resolver esse problema. Está provado que a violência tem aumentado. Com toda essa violência que vem sendo cometida pelo policiamento na cidade de São Paulo, uma violência defendida pelo Governador e pelo Secretário de Segurança, o número de roubos sobre a cada dia. A cada dia sobe o número de roubos de celulares, de assaltos, principalmente na periferia. Por isso, eu vim aqui hoje trazer o meu protesto contra essa violência policial brutal e covarde contra esse jovem. Peço que a minha fala seja divulgada em todos os órgãos de comunicação desta Casa, Sr. Presidente. - 07/05/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou dois debates em andamento na Câmara que considera essenciais: a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e o fim da jornada de trabalho 6 por 1. Criticou a desigualdade tributária no Brasil, onde, segundo ele, os pobres pagam proporcionalmente mais impostos do que os ricos, muitos dos quais usam paraísos fiscais para evitar tributos. Defendeu uma reforma justa no sistema. Sobre a jornada 6 por 1, classificou-a como cruel e desumana, defendendo a redução da carga horária por meio da negociação coletiva. Afirmou que é necessário avançar na definição de uma jornada mínima justa e recordou lutas históricas por melhores condições de trabalho.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Valor,Renda,desigualdade,Pobre,População rica,Sonegação fiscal,Paraíso fiscal Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Repouso semanal,Carga horária,Negociação coletiva de trabalho,melhoria,Condições de trabalho
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, estão começando nesta Casa dois debates que eu julgo muito interessantes. O primeiro debate é sobre a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. A grande verdade é que, neste País, embora alguns reclamem da carga tributária, quem paga imposto de verdade é o pobre. O pobre paga imposto de verdade, porque a grande maioria dos ricos, ou todos os ricos pagam muito pouco imposto. É só ver que muitos deles carregam seu dinheiro para paraíso fiscal para se livrarem de impostos. Então, não é justo que um trabalhador que ganha um pouco mais de 5 mil reais pague 27% de Imposto de Renda e que um rico, que fatura bilhões e bilhões de reais, não pague nem 10%. Isso é uma injustiça, e é uma injustiça que precisa ser corrigida. Esta Casa tem a obrigação e deve ter a coragem de corrigir essa injustiça. Outro debate importante é sobre a jornada 6 por 1. Eu sou conhecedor de diversas jornadas de trabalho. Aliás, o Brasil deve ser o país com a maior jornada de trabalho. Até por conta da liberdade de autonomia sindical, vários acordos são feitos sobre jornada de trabalho, alguns até com redução de jornada. Hoje, com a jornada oficial de 44 horas semanais, há categorias profissionais que trabalham menos de 44 horas, há as que trabalham 40 horas e há algumas que trabalham menos de 40 horas semanais. No entanto, existe uma jornada, na qual eu também já trabalhei e essa é cruel, essa é desumana que é a 6 por 1. Os empresários brasileiros têm que ter a consciência e a coragem de fazer o debate sobre essa jornada. É claro que aqui a gente conhece e sabe que existem situações específicas e sobre as quais é preciso discutir, como as dos setores que não param, prestam serviços de 24 horas. Isso tudo está aberto à discussão e à negociação. A melhor forma de resolver os problemas é sentar a uma mesa de negociação e negociar. Eu já vi jornada flexível no Brasil, que foi de 44 horas para 42 horas, ou de 44 horas para 38 horas, tudo na base da negociação. A gente tem que avançar na definição da jornada mínima. Eu me lembro muito bem de que, quando havia a jornada de 48 horas semanais, foi uma luta danada para chegar às 44 horas, lá em 1988, com a nova Constituição. Se tivéssemos feito negociações avançadas, agora nós poderíamos já estar trabalhando 40 horas semanais. E digo isso, Sr. Presidente, porque eu sou do tempo em que, para conseguir 15 minutos para um cafezinho dentro do local de trabalho, nós tivemos que fazer greve. Por isso, sou a favor, sim, do fim da jornada 6 por 1. Obrigado, Presidente. - 29/04/2025Breves Comunicações
O Deputado elogiou o discurso do Deputado Ossesio Silva sobre o escândalo dos descontos ilegais em aposentadorias, criticando o uso político e teatral do tema por alguns Parlamentares. Destacou que a denúncia é grave e exige seriedade, afirmando que quem rouba aposentado deve ser punido com rigor. Lembrou que muitos dos que hoje fazem discurso contra essas fraudes aprovaram mudanças na previdência que elevaram a idade mínima para 65 anos e reduziram pensões, classificando essas medidas como um "crime oficial". Por fim, defendeu punição às associações envolvidas nos descontos irregulares e elogiou o estudo do Governo Lula para criar planos de saúde populares, reforçando a importância de proteger os aposentados e garantir a devolução dos valores desviados.
Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Sindicato,envolvimento,punição,Governo federal,Plano de saúde Reforma Previdenciária (2019),Aposentadoria,Idade mínima,aumento,Deputado federal,atuação,Crítica
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu acabei de ouvir aqui um discurso equilibrado e responsável. O Deputado Ossesio Silva foi à tribuna e fez um discurso muito equilibrado e responsável. Aqui nesta Casa, infelizmente, o que vemos são alguns teatros, vamos ser muito honestos e sinceros. Há teatros feitos aqui, alguns para as redes, para depois terem milhões e milhões de seguidores, repercussão, sem a preocupação de tratar as coisas com a seriedade com têm que ser tratadas. Essa denúncia dos descontos irregulares dos aposentados é muito séria, não pode ser tratada fazendo teatro ou demagogia. Eu não estou aqui para defender quem rouba aposentado. Quem rouba aposentado, para mim, tem que ser preso, tem que pagar pelo crime que cometeu, porque já é muito duro a pessoa se aposentar. A pessoa trabalhava 35 anos, 40 anos, na lei passada. Na nova lei, aprovada nesta Casa, por muitos Deputados que hoje fazem teatro aqui, a idade mínima é de 65 anos, com tempo de contribuição mínimo de 40 anos. E é bom lembrar que esses Deputados que fazem teatro aqui foram os mesmos que aprovaram o aumento da idade mínima para aposentadoria e também a redução da pensão das viúvas, o que é um crime também, um crime oficial. Não é o crime de meter a mão grande e roubar de forma covarde, como aconteceu com as denúncias que estão sendo feitas, mas um crime oficial. Hoje a maior parte dos trabalhadores se aposenta em média com pouco mais de um salário mínimo, com dois, três, quando é uma situação um pouco melhor. Quando o esposo de uma mulher morre, ela ainda vai ter uma redução de 30%, 40% no seu salário. Isso é um crime oficial, aprovado aqui nesta Casa. Alguns Deputados que votaram a favor deviam estar com peso na consciência por ter cometido esse crime e essa injustiça tamanha com as mulheres e com os trabalhadores aposentados. Eu conheci várias associações de aposentados. Elas nasceram com o intuito, principalmente, de prestar assistência médica. Todos nós sabemos que um dos maiores custos para quem deixa de trabalhar, para os aposentados é exatamente a assistência médica, porque plano de saúde é caro. Nesta semana, eu até achei muito legal, bacana, uma proposta do Governo Lula, um estudo para lançar planos de saúde a 100 reais. Isso é positivo. Vai ajudar muito, especialmente, os aposentados e vai ajudar a rede de saúde também a acabar com as filas, onde tantas pessoas esperam para serem atendidas. Eu quero dizer o seguinte: todas as associações que estiverem envolvidas com desconto irregular dos aposentados têm que ser punidas. Repito: têm que ser punidas. Nós não podemos perdoar quem rouba aposentado, porque essa é uma coisa muito sensível e doída. É cruel vermos uma situação como essa. Quando se fala que foram roubados mais de 6 bilhões de reais dos aposentados, temos que lembrar que, pelas denúncias feitas, isso começou em 2019. E, de 2019 para cá, o Governo anterior não fez nada. O nosso Governo atual investigou, agora está investigando, deu autonomia para a Polícia Federal. Espero que todos aqueles que forem culpados vão para a cadeia e que se devolva tudo aquilo que foi tirado dos aposentados, porque fazer desconto em folha de aposentado sem a sua concordância é crime, é crime claro. Sr. Presidente, eu quero que a minha fala no dia de hoje seja divulgada em todos os meios de comunicação desta Casa e também no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 28/04/2025
O Deputado criticou a politização em torno das cores da camisa da Seleção Brasileira de Futebol, afirmando que o verde-amarelo pertence ao povo e não a um grupo político. Também considerou vergonhoso que esse tema domine os debates parlamentares. Sobre os casos de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), declarou que qualquer envolvido, independentemente do partido, deve ser preso se houver culpa comprovada. Lembrou que os primeiros indícios surgiram em 2019, durante o Governo Bolsonaro, que, não acionou a Polícia Federal, ao contrário do atual Governo. Ao finalizar, rejeitou a proposta de CPI apresentada pelo PL, argumentando que o partido não trata o tema com seriedade.
Palavras-chave oficiais: Seleção Brasileira de Futebol,Uniforme esportivo,Vermelho,Política,Debate Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Corrupção,responsabilização,Prisão,Ex-presidente da República,Polícia Federal (PF),Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Partido Liberal (PL)
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, primeiro, saímos dos nossos Estados na segunda-feira e viemos para cá, para ouvir se a camisa da Seleção Brasileira é vermelha ou amarela. Roubaram o verde-amarelo achando que é deles, mas o verde-amarelo é do povo, é da Nação brasileira. Como diz um antigo jornalista lá de São Paulo, isso é uma vergonha. E é uma vergonha mesmo! Segundo, eu não estou aqui para defender quem rouba aposentados. Quem roubou tem que ir para a cadeia. Não tem conversa! Quem roubou tem que ir para a cadeia, inclusive aqueles que começaram a roubar em 2019, no Governo Bolsonaro está bem claro, no Governo Bolsonaro. É bom que se apure isso, porque Bolsonaro não teve a coragem de mandar a Polícia Federal investigar, mas o nosso Governo teve a coragem. Quem roubou certamente vai pagar, certamente vai ser preso. Se for comprovada a culpa, será preso. Estamos muito tranquilos, sem medo de nada. É assim que funciona. Eu não vou assinar a CPI do PL porque o PL não trata as coisas de forma séria. - 23/04/2025Breves Comunicações
O Deputado manifestou profunda tristeza pela morte do Papa Francisco. Destacou a trajetória corajosa e humanitária do Papa, que sempre defendeu os mais pobres, pregou a paz, a solidariedade e enfrentou temas sensíveis dentro da Igreja, como justiça social e preconceitos. Também relembrou a atuação progressista da Igreja em sua juventude e expressou o desejo de que o próximo Papa mantenha o legado de Francisco, com reformas e defesa dos mais necessitados.
Palavras-chave oficiais: Papa,Justiça social,Legado,Pêsames
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, vou falar por 3 minutos, porque me inscrevi e tenho o direito de falar. Sr. Presidente, eu ouvi aqui muitas manifestações e não poderia deixar de fazer a minha. O dia 21 de abril foi um dia muito triste para o mundo, que amanheceu triste pela morte do Papa Francisco. Eu me tornei fã desse homem, pela sua coragem, por aquilo que ele defendia. Ele sempre estava em defesa dos mais pobres e daqueles que mais precisam. O Papa Francisco sempre teve a postura de defender essas pessoas e defendia um mundo mais justo, um mundo sem guerra, o mundo da paz, um mundo em que as pessoas fossem mais humanas e solidárias umas com as outras. Infelizmente, o Papa Francisco não está mais entre nós, mas está junto com Deus, certamente olhando para o mundo e sempre acreditando num mundo mais justo. O Papa Francisco teve coragem, mesmo na Igreja. Eu tive minha participação na luta que saiu um pouco do movimento operário e um pouco da Igreja. Na minha época, a Igreja Católica não só pregava a Palavra de Deus, levando a fé para as pessoas, mas também falava para todos nós da justiça social, da necessidade de nos organizarmos, de fazermos a luta, de defendermos os nossos interesses, os nossos direitos, enfim, de sempre nos colocarmos contra as injustiças. O Papa Francisco teve a coragem de fazer tudo isso, inclusive a de ir além, de trazer à tona debates importantes, sobre preconceitos, debates que até então não se viam na Igreja. O Papa Francisco teve a coragem de fazer esses debates. Portanto, eu quero dizer a todos da minha tristeza com a morte do Papa Francisco. Espero que o novo Papa, daqui para a frente, tenha essa mesma política e essa mesma coragem, a de defender as reformas na Igreja, a de defender um mundo mais justo, para que o trabalho do Papa Francisco continue, inspirado por ele, e traga mais justiça para as pessoas. Essa mensagem deixada pelo Papa Francisco fica para todos nós, a mensagem das lutas que ele lutou e daquilo que ele defendeu e pregou. Sr. Presidente, queria que o meu pronunciamento fosse divulgado em todos os meios de comunicação desta Casa, principalmente no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 09/04/2025
O Deputado apresentou e agradeceu a visita do Deputado Estadual Paulo Fiorilo à Câmara dos Deputados. Destacou a entrega de um livro que resgata a história da atuação do Partido dos Trabalhadores (PT) na Assembleia Legislativa de São Paulo, celebrando a iniciativa como um importante registro político. Além disso, mencionou Parlamentares que também atuaram na Alesp, como Rui Falcão, Alencar, Carlos Zarattini e Jilmar Tatto, reforçando a relevância do conteúdo para a memória institucional. Concluiu, parabenizando Fiorilo pela produção e pelo gesto de compartilhar a publicação com os colegas em Brasília (DF).
Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,Partido dos Trabalhadores (PT),Assembleia Legislativa,São Paulo (Estado),Livro
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apresentar o Deputado Estadual Paulo Fiorilo, do PT de São Paulo, que está aqui na Casa trazendo um livro que conta a história do PT na Assembleia Legislativa, da qual alguns Deputados que estão aqui fizeram parte. Estou vendo o Deputado Rui Falcão, que passou por lá, bem como os Deputados Alencar, Zarattini e Jilmar estou falando dos que eu lembro. Portanto, Paulo, obrigado. Parabéns a V.Exa., que foi Líder da bancada, por esta iniciativa de trazer este livro até nós no dia de hoje! Muito obrigado. - 09/04/2025Breves Comunicações
O Deputado expressou indignação com o comportamento de alguns colegas na Câmara, relatando frustração com o baixo nível de certos debates. Criticou especificamente um episódio ocorrido na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO), em que um Deputado do Partido Liberal (PL) teria incentivado o assassinato do Presidente Lula ao fazer declarações consideradas incitadoras de violência. Questionou os limites da imunidade parlamentar e defendeu que liberdade de expressão não pode ser usada como escudo para discursos de ódio ou apologia a crimes. Citou a atuação da Liderança do Partido dos Trabalhadores (PT) , que ingressou com representação contra o Deputado em questão, e cobrou uma postura firme da Câmara e do Judiciário. Mencionou ainda a contradição de membros do PL pedirem a cassação do Deputado Glauber Braga por responder a uma provocação pessoal, enquanto episódios mais graves não recebem o mesmo tratamento. Finalizou reafirmando a necessidade de medidas institucionais para preservar o decoro e a responsabilidade no exercício do mandato parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Partido Liberal (PL),Discurso de ódio,Homicídio,Presidente da República,Liberdade de expressão,Imunidade parlamentar,Apologia de crime,Representação contra deputado,Partido dos Trabalhadores (PT),Poder Judiciário,Câmara dos Deputados,Decoro parlamentar,Mandato parlamentar
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, Sras. Deputadas, foi uma alegria muito grande vir para esta Casa representar o povo de São Paulo. Mas, chegando aqui, tive algumas frustrações, porque eu imaginava que o nível do debate seria outro. Em alguns momentos, o nível dos debates foi muito alto em discussões importantes, em questões de pauta aqui nesta Casa. Porém, em outras situações, o nível é muito baixo. Às vezes, eu vejo alguns Deputados e penso comigo: por que está aqui? Por exemplo, ontem, em uma Comissão, eu vi um Deputado do PL defender a morte do Presidente Lula. E eu fico pensando comigo: nessa tal de imunidade parlamentar vale tudo? Podem falar o que quiserem aqui, inclusive incentivar o assassinato de alguém? Porque, da forma como se colocou naquele plenário, na Comissão de Segurança Pública, ele defendeu claramente o assassinato do Presidente Lula, ao dizer que queria mais que o Lula morresse e que seria necessário desarmar todos os seguranças do Lula. Isso é incentivo a assassinato ou não? Espero que esta Casa tome providências, espero que todos os órgãos da Justiça tomem providências, porque não podemos permitir situações como estas de Deputados irem para a tribuna, ou nas Comissões, falar o que quiserem, sob o pretexto de que estão defendendo a liberdade de expressão, como se liberdade de expressão se aplicasse a tudo que queremos falar. A Casa tem que tomar uma providência. Eu já vi muitas coisas aqui, além dessas, as quais nunca imaginei que veria. Sei que já foram apresentadas algumas questões na própria Casa. A bancada do PT, a Liderança do PT, está entrando com uma representação. Porém, a Casa tem que tomar uma providência. Hoje eu estava numa reunião do Conselho de Ética, onde querem cassar o Deputado Glauber Braga, e o Deputado estava respondendo a uma provocação feita por um provocador profissional que ofendeu a mãe do Deputado. E todos, principalmente o pessoal do PL, estão com a maior garra para cassar o Deputado Glauber. Eu quero saber se o Deputado do PL pode fazer o que quiser, como fez aquele Deputado no dia de ontem. Sr. Presidente, era isso o que eu tinha a falar. Peço que a minha fala seja transmitida nas redes de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 08/04/2025
O Deputado apresentou o Vereador Ielo, ex-Prefeito de Botucatu (SP), e o Prof. Fernando, que estiveram em Brasília (DF) em busca da instalação de um instituto federal na região de Botucatu. Defendeu que a iniciativa beneficiará milhares de jovens, oferecendo oportunidades de profissionalização e ensino superior. Informou ainda que o grupo seguirá ao Ministério da Educação para reunião com o Secretário Executivo, com o objetivo de avançar no pleito.
Palavras-chave oficiais: Instituto federal,Vereador,Botucatu (SP),Ex-prefeito,Brasília (DF),Educação e formação profissional,Educação superior,Ministério da Educação
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, nesta tarde de hoje, eu queria apresentar aqui o Vereador Ielo, de Botucatu, Município do interior de São Paulo, onde já foi Prefeito por duas vezes, que está acompanhado do Prof. Fernando. Eles estão aqui numa luta por um instituto federal lá na região de Botucatu, uma região importante do Estado de São Paulo. Esse equipamento naquela região vai beneficiar milhares de jovens, permitindo que se profissionalizem e obtenham um curso superior. Por isso, nós vamos agora ao Ministério da Educação conversar com o Secretário Executivo, para que eles possam levar à cidade a notícia da possibilidade de obterem um instituto federal para a região. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 18/03/2025
O Deputado registrou a presença do Vereador Dheison Silva, de São Paulo (SP), que visitou a Câmara dos Deputados. Destacou a trajetória de Dheison, eleito em 2024 com mais de 30 mil votos, e o apontou como seu sucessor na Câmara Municipal de São Paulo (SP). Elogiou a determinação e o compromisso do Vereador, desejando-lhe um mandato de sucesso na capital paulista.
Palavras-chave oficiais: Vereador,São Paulo (SP),Câmara Municipal,Elogio
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Mauro Benevides Filho. Sr. Presidente, eu gostaria de apresentar o Vereador Dheison Silva, de São Paulo, capital. Ele está aqui, no dia de hoje, visitando e conhecendo a nossa Casa. O Dheison foi eleito na última eleição, em 2024, com mais de 30 mil votos. O Dheison é o meu sucessor lá na Câmara Municipal de São Paulo. Ele é um menino novo, tem muita garra, muita coragem, muito compromisso. É um prazer receber o Dheison aqui na nossa Casa. Aliás, ele já a conhecia, mas não conhecia o plenário. Então, Dheison, parabéns e boa sorte! Eu sei que você vai fazer um belo mandato lá na capital. Um abração. - 18/03/2025Breves Comunicações
O Deputado elogiou o Presidente Lula pelo anúncio do crédito consignado a juros menores para os trabalhadores com carteira assinada e pela isenção do imposto de renda para os que ganham até cinco mil reais. Ademais, afirmou que a isenção é promessa de campanha do Presidente e que permitirá ao trabalhador uma economia acima de 5 mil reais por ano. Além disso, questionou se haverá alguém com coragem para votar contra a referida medida que beneficia o trabalhador. Por fim, lembrou ainda que a proposição prevê um desconto no imposto de renda para quem recebe até 7 mil reais e parabenizou o Governo Lula pela iniciativa.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Governo federal,Crédito consignado,Juros,Trabalhador celetista,Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF)
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, hoje eu até poderia vir aqui para comentar o fracasso que foi o ato dos bolsonaristas ou até a fuga do Deputado Eduardo Bolsonaro, mas não quero tratar disso. Eu quero tratar de coisas boas e importantes que o Presidente Lula vem anunciando desde as últimas semanas. Começou com o empréstimo consignado, a juros menores, para os trabalhadores que têm carteira assinada e hoje anunciou a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Esse é um ganho importante para os trabalhadores que estão nessa faixa salarial. Muitos acham que é pouco, mas não é. Um trabalhador que ganha 5 mil reais terá isenção de 350 reais a 400 reais por mês. Fazendo uma conta mais redonda, vemos que isso, durante o ano, representa mais de 5 mil reais. Isso é importante, porque significa mais comida na mesa do trabalhador e mais economia no salário, para que possa investir em outros produtos que queira. Sr. Presidente, essa medida é resultado de uma luta antiga dos trabalhadores. O Presidente Lula, nos seus 2 primeiros anos de mandato, concedeu isenção para quem ganhava até 2.600 reais. Agora, aumentou esse limite para 5 mil reais, o que é uma promessa de campanha que está sendo cumprida. Possivelmente, há aqui alguns oportunistas que virão com a conversa de que no período em que estiveram no Governo esse limite era de 10 mil, 15 mil reais, coisa que eles sabem que não é possível fazer. Dirão isso apenas para atrapalhar. Agora, eu quero ver se nesta Casa vai haver Deputado contra essa proposta. Muitos aqui dizem ser defensores do povo, dizem gostar dos pobres. V.Exas. vão ter coragem de votar contra a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais? O projeto já está sendo enviado para esta Casa. Espero que chegue o mais rapidamente possível, para que a Câmara possa aprová-lo, e, a partir do ano que vem, trabalhadores e trabalhadoras que ganhem até 5 mil reais não paguem mais Imposto de Renda aliás, haverá também outro desconto: quem ganha até 7 mil reais vai pagar menos. Parabéns, Presidente Lula! Parabéns pelo seu Governo! E você, eleitor, que votou no seu Deputado... (Desligamento do microfone.) - 19/02/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou a gravidade da denúncia da Procuradoria-Geral da República, que envolve um golpe contra a democracia, com planos de matar autoridades, incluindo o Presidente da República e membros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ademais, criticou os bolsonaristas, que defendem uma democracia favorável apenas aos seus interesses, e sustentou que a tentativa de golpe deve ser investigada e os culpados punidos. Além disso, ressaltou a delação de Mauro Cid, que revelou detalhes sobre o envolvimento do ex-Presidente Bolsonaro, incluindo a autorização para a venda de um relógio Rolex que não pertencia a ele.
Palavras-chave oficiais: Denúncia,Procuradoria-Geral da República (PGR),Golpe de Estado,Democracia,Homicídio,Presidente da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Investigação criminal,punição,Tentativa (crime),Delação premiada,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Venda,Relógio
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Deputadas, aqui, agora, há um silêncio, o plenário está vazio. Parece que a turma do Bolsonaro desistiu ou está em algum lugar aí fazendo algum ato. A grande verdade é que, num momento como esse, em que o Mauro Cid, que era uma pessoa da cozinha do Bolsonaro, faz uma delação premiada e detalha tudo o que aconteceu aqui, torna-se difícil as pessoas virem aqui negar, pelos detalhes que são colocados. Os bolsonaristas que aí estão, por causa de uma pesquisa que saiu essa semana, já consideram a eleição ganha e alegam que esse é o motivo da denúncia apresentada ontem pela PGR. Vejam só, a denúncia é de um golpe. Aí, alguns vêm aqui dizer "Não houve golpe, houve tentativa de golpe". A tentativa de golpe também é crime, e o crime tem que ser apurado. Trata-se de uma denúncia que já foi entregue ao STF, e, claro, ela será investigada. Já foi investigada, mas o STF tomará suas decisões através dos 11 Ministros que lá estão. E aí quem for culpado tem que ser penalizado, tem que ser preso. O que não podemos aqui é aceitar uma tentativa de golpe contra a democracia, tentativa e até planos de matar o Presidente da República junto com o Vice-Presidente e mais um membro do STF. Estamos em um País no qual defendemos a democracia. E os próprios bolsonaristas, que estão aqui do lado direito, vivem naquela tribuna de lá dizendo que eles defendem a democracia. A democracia que eles defendem é a democracia que interessa a eles, é a democracia em que só eles terão o direito e os outros terão que pagar até por aquilo que não devem, até pelo direito de expressão. Portanto, essa é uma situação difícil. Aliás, na delação, Mauro Cid confessa que Bolsonaro o autoriza a vender um relógio Rolex para pagar um processo que envolve a nossa Deputada Maria do Rosário. Todos nós sabemos que ele, como Deputado, agrediu várias vezes aqui a Deputada Maria do Rosário, que entrou na Justiça, e ele foi condenado. E ele orienta a venda de um relógio Rolex, Deputados. É um ladrãozinho de joias, vendendo o que não é dele. - 18/02/2025Breves Comunicações
O Deputado contestou as críticas ao Governo Lula feitas pelos Parlamentares do Partido Liberal (PL), apontando o envolvimento de 42 de seus Deputados em escândalos como corrupção e estupro. Ademais, ressaltou que o Brasil não sente saudades do ex-Presidente Bolsonaro, afirmando que ele será preso. Além disso, enalteceu as ações do Governo Lula, como o programa Pé-de-Meia, que segue beneficiando jovens, e o vale-gás, que atende famílias carentes. Adicionalmente, celebrou o sucesso do Programa Farmácia Popular, o crescimento econômico de 3,8% do PIB em 2024, o aumento do salário mínimo e o combate à fome, destacando as conquistas do Presidente Lula em comparação ao desempenho inferior do Governo Bolsonaro. Por fim, reafirmou seu compromisso com a defesa do povo e a luta por um Brasil melhor.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Partido Liberal (PL),Oposição política,Corrupção,Estupro,Prisão,Ex-presidente da República,Governo Governo federal,Presidente da República,Programa Pé de Meia,Programa Farmácia Popular do Brasil,Auxílio-gás,Salário mínimo,Crescimento econômico,Fome
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, eu fico olhando a cara de pau dessa turma do PL e fico impressionado. Esses dias eu estava vendo que o PL tem acho que 96 Deputados, dos quais 42 estão envolvidos em escândalos de corrupção, estupro e outras coisas aí. E eles vêm ao plenário dar lição de moral... Que coisa! Primeiro, o Brasil não está com saudade do Bolsonaro, não. Ele vai ser preso! Ladrão de joia. Segundo, o povo não quer mais ir para a fila do osso e do pé de galinha, não. O povo quer o Governo Lula, porque este é o Governo que traz o Pé-de-Meia, que vocês bolsonaristas tentaram atrapalhar no TCU. Felizmente, o TCU deu ganho ao programa, e os jovens de 14 anos a 24 anos vão continuar recebendo o Pé-de-Meia tranquilos. Agora há pouco ouvi um Deputado dizer que o vale-gás é uma apelação eleitoral. Ora, o vale-gás é para ajudar as famílias carentes, as famílias pobres, foi um compromisso do Governo Lula desde a campanha. O Farmácia Popular agora vai conceder gratuitamente 41 medicamentos. Essas são promessas cumpridas pelo Governo Lula, um Governo que pensa no povo, um Governo que defende para valer o povo pobre. Não venham fazer discursos mentirosos nesta tribuna, discursos demagogos. No Governo Bolsonaro o povo passou fome de verdade. Não houve aumento real do salário mínimo, que está agora sendo valorizado, recuperado. No Governo Bolsonaro a economia não cresceu, e o Governo Lula vai fechar o ano de 2024 com 3,8% de crescimento do PIB. O desemprego bateu recorde no Governo Bolsonaro. Se eu for ficar listando o tanto de benefício e de entrega deste Governo, vou falar sem parar, e só tenho 3 minutos. Portanto, vocês não têm moral nenhuma para vir aqui falar em honestidade. Isso que vocês fazem é tudo teatro! O próprio Deputado que nos antecedeu, ele sabe o que aconteceu com ele. Há poucos dias, a Polícia Federal estava no calcanhar dele. E ele vem aqui falar de corrupção? É duro aguentar isso. Mas, felizmente, fomos eleitos pelo povo. Estamos aqui cumprindo uma missão. Estamos aqui para defender o Brasil. Estamos aqui para melhorar a vida do povo. E vamos continuar defendendo o povo. Bolsonaro na cadeia! É isso que ele merece. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/02/2025
O Deputado apresentou uma moção de repúdio ao Presidente dos EUA, Donald Trump, criticando o tratamento dado a brasileiros deportados. Denunciou as condições da deportação, citando relatos de agressões, uso de algemas e transporte em aeronaves sem ar-condicionado. Afirmou que os deportados buscavam melhores condições de vida e não deveriam ter sido submetidos a situações degradantes. Por fim, ressaltou que o Brasil não pode aceitar esse tipo de humilhação e criticou aqueles que apoiam o Presidente norte-americano.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Estados Unidos,Deportação,Imigrante,violação,Direitos humanos,Moção de repúdio
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu apresentei uma moção de repúdio ao Presidente Donald Trump, devido à atrocidade que ele está cometendo com o mundo. Hoje, esse Presidente ameaça o mundo por tudo que ele vem fazendo, principalmente aqueles horrores que observamos na deportação dos brasileiros que de lá vieram acorrentados, algemados, num avião sem ar-condicionado e ainda foram agredidos. Nós, brasileiros, não podemos aceitar isso. Embora alguns lambam a bota do presidente americano, nós não podemos aceitar essa humilhação. Aquelas pessoas que foram para lá, foram em busca de melhores dias, de emprego para melhorar suas vidas. Nenhum era bandido. Então, não poderiam vir daquele jeito, humilhados como foram. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/12/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou solidariedade ao Presidente Lula e repudiou manifestações de ódio contra ele. Também abordou a segurança pública em São Paulo, criticando a política atual do Estado. Informou que a polícia está desmotivada, propensa à corrupção e frequentemente ausente nas áreas de maior violência. Destacou casos de abuso policial, como agressões a trabalhadores e cidadãos, classificando os responsáveis como "bandidos de farda". Pediu punições rigorosas para os envolvidos, como expulsão e prisão, e criticou o Governador e o Secretário de Segurança pelo incentivo à violência.
Palavras-chave oficiais: Política de segurança pública,São Paulo (Estado),Violência policial,Secretário de segurança,Governador,Polícia,Operação policial,Corrupção Saúde,Tratamento de saúde,Presidente da República,solidariedade
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu também quero registrar a minha solidariedade e o meu desejo de recuperação mais ampla possível ao Presidente Lula. O Brasil precisa muito dele, e nós também. Hoje, nas redes, vi que um louco apareceu no hospital gritando, com um fanatismo impressionante, desejando a morte do Presidente Lula. Na política, temos que diferenciar a divergência do desrespeito. São coisas diferentes. Mas eu queria também, Sr. Presidente, falar no dia de hoje sobre o problema da segurança em São Paulo. Ouvi comentários de vários Deputados. Alguns colocam o problema que de fato está ocorrendo, e outros defendem o Secretário e o Governador. A política de segurança em São Paulo é um fracasso, é muito diferente do que muitos descrevem aqui, porque a polícia é desmotivada, é tentada à corrupção, é uma polícia que nunca está no lugar onde deveria estar, nos lugares onde estão os mais altos índices de assalto, de violência. Defendemos uma polícia que seja dura com os bandidos, mas que seja respeitosa com os trabalhadores e as trabalhadoras. Não é isso o que estamos vendo no dia a dia em São Paulo. Essas cenas de violência que vêm sendo mostradas todos os dias não são toda a verdade do que acontece na cidade. Isso é o pouco que alguém escondido, que não é percebido, consegue filmar, já que a polícia não usa as câmeras no uniforme. Às vezes acontece de alguém filmar a violência que vem acontecendo com o trabalhador e jogar as imagens nas redes, o que provoca todo esse debate. Isso é uma coisa absurda. Essa violência que estamos vendo nos policiais, a exemplo do que jogou o rapaz do viaduto, do outro que agrediu uma senhora de mais de 70 anos, e do outro que deu um soco naquela moça que chegou até a desmaiar, é só um pouco do que acontece para valer, muito pouco. Para mim, esses não são policiais, são os famosos bandidos de farda. Eles têm que receber, do Governador e do próprio Secretário, punição, mas punição para valer: expulsão, prisão. Eu não acredito que a polícia tenha uma maioria de maus policiais. Não acredito. Sei que tem gente boa na corporação, gente do bem, trabalhadora, pai de família. Mas, quando se incentiva a polícia a praticar violência, muita gente acaba cometendo a violência. Isto é o que o Secretário de Segurança do Estado de São Paulo tem feito: incentivar a violência. E o Governador passa pano. Sr. Presidente, solicito que meu pronunciamento seja divulgado em todos os meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 04/12/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 8.184, de 2017, que altera a Lei nº 12.414, de 9 de junho de 2011, para permitir a adesão automática ao cadastro positivo.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, sabemos que essas coisas envolvem finanças. Sabemos que quem ganha muito é banco. Mas nós vamos votar "sim". Nós orientamos "sim", mesmo entendendo que é duro. Orientamos "sim". - 04/12/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com o aumento da violência policial em São Paulo. Relatou que a população, especialmente na periferia, vive com medo da polícia e que a distinção entre criminosos e cidadãos de bem tem se perdido. Criticou o Governador e o Secretário de segurança pública do Estado, alegando que suas políticas têm incentivado a truculência policial. Condenou casos de violência policial extrema, como o de um jovem jogado de um viaduto, e questionou a credibilidade das câmeras corporais dos policiais, que muitas vezes são desligadas.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (Estado),Segurança pública,Polícia militar,Violência,Câmera corporal,utilização,Secretário de Estado,Governador,atuação,Política de segurança pública
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, eu moro na periferia de São Paulo, conheço a cidade muito bem, principalmente a Zona Sul. Confesso que eu nunca tive tanto medo da polícia de São Paulo como tenho hoje. Sou Deputado, mas tenho medo, porque nunca vi a polícia de São Paulo tão truculenta e violenta como está hoje. Prova disso é que o índice de violência policial em São Paulo aumentou 90%. Alguns podem dizer: "Lá vem o povo do PT defender bandido". Aqui ninguém está defendendo bandido. O que defendemos é uma polícia que diferencia quem é bandido e quem é pessoa de bem, gente direita, trabalhadora. Hoje não está havendo essa distinção entre quem é bandido e quem é gente boa. A polícia de São Paulo, nos últimos meses, tem cometido erros inadmissíveis. Eu cheguei a presenciar em alguns lugares a forma de abordagem de pessoas de bem, de pessoas trabalhadoras. Isso acontece graças a um Governador que passa pano e a um Secretário que incentiva a violência. Essa é a verdade! Se as diretrizes do Secretário fossem a de uma polícia educada, preparada para combater a violência, ela não trataria as pessoas do jeito que está acontecendo com todo mundo na cidade. E é bom lembrar que o Secretário de Segurança foi expulso da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar ROTA. Imaginem alguém que é expulso da ROTA, considerada a polícia mais letal de São Paulo e do Brasil, como agirá como Secretário? Por isso, há uma preocupação grande. O Governador tem que dar explicações. O Secretário de Segurança também tem que dar explicações, se não entregar o cargo, porque ele não pode incentivar a violência policial. Eu não sou contra a polícia. Pelo contrário, eu entendo o trabalho da polícia. Mas, quando você ouve a população dizer "hoje, não sei se eu tenho medo da polícia ou se eu tenho medo da bandidagem", algo está errado. E se nós deixarmos isso acontecer, se algo está errado e nós ficamos vendo, e não lutamos, e não reclamamos, e não brigamos, e não protestamos, será ruim, porque do jeito que está não pode continuar. Aquilo que aconteceu em São Paulo, na Cidade Ademar jogar aquele rapaz de cima do viaduto , é um absurdo. E ficamos sabendo que aquilo aconteceu, Sr. Presidente, porque câmeras filmaram. E o que não é visto? Agora, alguns policiais, quando vão cometer algum tipo de crime, desligam a câmera de um deles e os demais ficam com a câmera de lado. As câmeras dos próprios policiais não registram o que está acontecendo. O que aconteceu com aquele rapaz foi exatamente isso. O policial que jogou o rapaz de cima do viaduto estava sem câmera. Ainda bem que um popular, com a câmera do celular, conseguiu filmar a violência covarde que aconteceu com aquele rapaz. Sr. Presidente, peço que a minha fala seja divulgado em todos os meios de comunicação desta Casa. Obrigado. - 13/11/2024
O Deputado relembrou sua experiência no movimento sindical ao defender a Proposta de Emenda à Constituição que altera a jornada de trabalho de 6 por 1. Comparou os argumentos atuais contra a redução da jornada aos utilizados no passado, quando a carga semanal era de 48 horas, e destacou que a Constituição de 1988 trouxe a redução para 44 horas sem provocar desemprego, mas sim ampliando os turnos de trabalho. Salientou que é incompreensível a oposição à proposta que beneficia os trabalhadores. Ao concluir, reforçou que apenas quem nunca enfrentou longas jornadas numa fábrica poderia ser contrário à medida.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Movimento sindical,Trabalhador,Direito do trabalho,Constituição,Direitos do trabalhador
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, o grande debate nacional hoje é o da PEC da jornada de 6 por 1. Quero fazer um comentário bem rápido, depois de ouvir alguns Deputados. Eu me recordo muito do tempo em que eu estava na fábrica e era do sindicato. Todo ano nós montávamos uma pauta de reivindicações, e era sempre o mesmo pleito: aumento de salário e redução da jornada de trabalho. Estou vendo aqui Deputados que parecem os patrões daquela época, que, quando apresentávamos a pauta da redução de jornada, diziam sempre: "Olha, não podemos, isso vai criar desemprego, vai aumentar custos". A jornada era de 48 horas semanais. Com a Constituição de 1988, reduzimos para 44 horas. Isso não criou desemprego, pelo contrário, criou novos turnos de trabalho. Eu realmente não entendo por que alguns Deputados são contra essa redução, e usam o mesmo argumento, que, aliás, é o argumento da escravidão, quando não havia discussão nenhuma. Os escravos ganharam consciência, fizeram a luta e se libertaram. Só quem nunca trabalhou numa fábrica com uma jornada longa como essa pode não ser a favor da PEC dos 6 por 1. Era o que eu queria dizer, Sra. Presidente. Que esta minha fala possa ser divulgada no programa A Voz do Brasil e nos demais meios de comunicação da Casa. - 29/10/2024Breves Comunicações
O Deputado elogiou o candidato do PSOL, Guilherme Boulos, pelo desempenho nas eleições em São Paulo (SP), ressaltando sua dedicação, coerência e conexão com a população ao longo da campanha. Destacou que Boulos mobilizou o campo progressista e despertou engajamento popular, mesmo sem alcançar a vitória. Também criticou reivindicações de recontagem em Fortaleza (CE), onde candidatos derrotados questionaram a confiabilidade das urnas eletrônicas. Defendeu o sistema eleitoral, lembrando que a eficiência e a segurança das urnas estão entre as melhores do mundo, garantindo transparência e agilidade.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Prefeitura,Candidato a cargo eletivo,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Campanha eleitoral Fortaleza (CE),Recontagem de votos,Urna eletrônica,confiabilidade,Eleição municipal,Resultado eleitoral
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados e Sras. Deputadas, terminada a eleição, alguns fazem avaliações e balanços. Geralmente quem perde faz avaliação e quem ganha comemora. E eu quero hoje aqui, Sr. Presidente, parabenizar o candidato Guilherme Boulos, do PSOL, que nós do PT apoiamos lá em São Paulo, pelo desempenho. Guilherme Boulos foi um candidato sem preguiça, empolgado, que em momento algum fugiu dos seus princípios e em momento algum deixou de defender aquilo em que ele acredita. Andou pela cidade de ponta a ponta, pelos quatro cantos da cidade, discutiu com o povo, com a população, propostas de melhoria para a vida das pessoas. O resultado não veio, mas ele fez uma bela campanha e trouxe a empolgação e a vontade de fazer campanha para a militância do campo progressista. Foi uma campanha que mobilizou milhares e milhares de pessoas na defesa da candidatura de Guilherme Boulos. Por isso, Deputado Guilherme, V.Exa. está de parabéns! Eu, que estive ativamente nessa campanha, tanto no primeiro turno como no segundo turno, aqui quero parabenizá-lo mais uma vez pelo seu empenho. E a luta continua, porque a luta não acaba com a vitória ou com a derrota. Os sonhos nossos sempre prevalecem, e eu tenho certeza de que V.Exa. vai continuar essa luta para que realizemos aquilo que nós tanto defendemos. Sr. Presidente, eu vi aqui, nas falas de vários oradores que subiram a esta tribuna e também nas redes sociais, que os golpistas não perdem a mania de querer sempre dar o golpe. Ouvi aqui alguns comentários de que alguns golpistas estão defendendo a recontagem em Fortaleza, dizendo, mais uma vez, que houve ilegalidade nas urnas eletrônicas. E o engraçado é que, quando eles ganham, as urnas servem; quando eles perdem, elas não servem. Isso é uma coisa ridícula e feia, porque reconhecer a derrota ou a vitória faz parte da democracia. Quando perdemos, parabenizamos quem ganha; quando ganhamos, vamos governar. Não dá para reconhecer a vitória só no momento em que se ganha e, quando se perde, achar que houve roubo, houve falsificação de urna eletrônica, que é um processo seguro. Já está provado que esse é um dos processos mais seguros do mundo. E tanto o é que em algumas cidades deste País, 30 minutos após o término da eleição, já se conhecia o Prefeito eleito. Mesmo em São Paulo, que é a maior cidade do País, com mais de 7 milhões de eleitores, 2 horas e meia depois, também já se sabia o ganhador. Então, já se provou que as urnas são seguras e que o processo é eficiente e moderno. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que a minha fala do dia de hoje seja transmitida no programa A Voz do Brasil e em todos os meios de comunicação desta Casa. - 13/08/2024Breves Comunicações
O Deputado manifestou solidariedade ao Deputado Alencar Santana, candidato a Prefeito de Guarulhos (SP) pelo PT, que foi ameaçado com uma arma por apoiadores bolsonaristas durante o fim de semana. Condenou a intolerância e criticou aqueles que, disfarçados de democratas, recorrem à violência para intimidar adversários políticos. Enfatizou que a eleição deve ser disputada de forma democrática, sem o uso de força ou intimidação. Por fim, afirmou que não será intimidado por ameaças e defendeu o respeito ao processo democrático, onde a escolha dos eleitores deve prevalecer.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Candidato,Prefeito,Guarulhos (SP),Violência político-eleitoral,Candidato a cargo eletivo
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O SR. ALFREDINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, eu quero aqui hoje fazer uma reflexão. É que nós vamos iniciar a campanha eleitoral a partir de segunda-feira oficialmente. Já se poderá fazer campanha de rua, já se poderá fazer a campanha eleitoral e pedir voto, inclusive. Eleição é uma coisa bonita, uma coisa democrática, mas há alguns disfarçados de democratas que, na verdade, não são democratas. Por isso, eu aproveito para prestar a minha solidariedade ao Deputado Alencar Santana, candidato a Prefeito de Guarulhos pelo PT, em razão das ameaças que sofreu nesse fim de semana, na cidade de Guarulhos, por parte de uns bandidos. Eu os considero bandidos, porque quem ameaça com uma arma um candidato que está disputando uma eleição é bandido, e, nesse caso, bandido bolsonarista. Esse é o português claro. Não condeno ninguém por ser bolsonarista. Não condeno ninguém por ser de direita. O que não posso suportar é a intolerância. A intolerância não podemos suportar. Isto nós temos que combater: bandido bolsonarista, digo mais uma vez. E é do PL. O PL tem muita gente boa, gente que eu conheço e que não concorda com esse tipo de coisa, mas tem alguns que não são democratas. Eles estão disfarçados de democratas e cometem crimes a todo momento. Querer intimidar com arma um candidato numa disputa eleitoral não é postura de democrata. Por isso, Deputado Alencar, registro aqui a minha solidariedade a V.Exa. Levante a cabeça e eu sei que V.Exa. não baixa a cabeça , porque ninguém vai nos intimidar. Nós estamos acostumados a fazer disputa eleitoral. Não é com intimidação de bandido bolsonarista que nós vamos nos intimidar. Nós vamos disputar a eleição dentro da democracia, dentro do processo democrático, e vencerá aquele que a população escolher. Assim se faz o jogo da democracia, e não impedindo que as pessoas façam campanha. Eu digo isso porque, certa vez, tentaram me intimidar por conta de uma eleição. Eu não me intimidei e jamais irei me intimidar por conta das ações de alguém que não suporta o jogo democrático e quer fazer uso da força e das armas para impedir que se faça campanha. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja publicado em todas as redes de comunicação da Casa. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.