
Nome civil: Adriana Miguel Ventura · 57 anos
Bananômetro
94/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 98% dos deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 92%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 100%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 19%das 809 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 99%das 897 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.adrianaventura@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5802
- Gabinete
- Gabinete 802, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 377 de 391 sessões
Votou nas votações
92%
Registrou voto em 1.041 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 107 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
19%
Em 809 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.331 discursos na tribuna · de 27/03/2019 a 02/09/2026.
- 02/09/2026Breves Comunicações
A Deputada manifestou indignação diante das denúncias que envolvem o Ministro Alexandre de Moraes e apontou suposta relação entre o Ministro e o empresário Vorcaro, citando benefícios como viagens, uso de jatinho e contrato de 180 milhões de reais. Também criticou o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, por supostamente arquivar representações contra membros do Supremo Tribunal Federal (STF), além de cobrar a exoneração do Diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Por fim, cobrou ação do Congresso Nacional, anunciou o envio de ofícios para o afastamento de Moraes e Gonet e convocou a população a pressionar parlamentares omissos nas urnas.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Procuradoria-Geral da República (PGR),Polícia Federal (PF),Ministro do Supremo Tribunal Federal,irregularidade,Empresário,Banqueiro,Banco Master
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - É impossível um cidadão, qualquer cidadão de bem, não ficar indignado ao ouvir o nome "Alexandre de Moraes", aquele que perseguiu cidadãos sem dó nem piedade, muitos e muitos inocentes, não deu o devido processo legal. Todos aqueles que ousaram questioná-lo foram perseguidos. Ele se julga o arauto da moralidade. Alexandre de Moraes: é impossível que um cidadão de bem não fique indignado ao ouvir esse nome. Agora, o pior: relação promíscua com o estelionatário-mor, o bandidão da República, o Vorcaro. Era ele que falava com o Vorcaro, era ele que ditava o contrato do Vorcaro, era ele que trocava mensagem com o Vorcaro. Tratamento VIP: viagens, jatinho, limite de 300 mil reais para os filhos, eventos em Londres. Gente, é muito poder! Gente, é muito dinheiro! Alexandre de Moraes: é impossível que um cidadão de bem não fique indignado ao ouvir esse nome! Mensagens promíscuas apagadas de celular. Relação íntima com um bandido da República. Informante de bandido, protetor de bandido, financiado por bandido. Contrato de 180 milhões de reais! Gente, os cidadãos indignados merecem e esperam que as instituições funcionem, esperam que aquelas pessoas que os representam tomem uma atitude por eles. Por isso, eu fico muito indignada quando eu vejo este Congresso sem ações efetivas. Todo cidadão de bem quer que essa história seja totalmente investigada, totalmente esclarecida, que arranquem esses personagens com tanto poder e que fazem tão mal para a República, mas olham para o lado e percebem que todos que poderiam fazer alguma coisa têm relação, gente, ou com o Vorcaro ou com o Alexandre de Moraes. Então, o cidadão se sente refém, se sente desiludido com essa prevaricação da República. Haja prevaricador! Haja gente que falta, não cumpre o seu papel, o seu dever constitucional! Eles veem que o Procurador-Geral da República, o Paulo Gonet, que deveria ser o exemplo máximo da ordem jurídica, é citado nas investigações. Ele tem também uma relação promíscua com o Vorcaro e se acha no direito de pedir anulação do relatório da Polícia Federal. Ele se achou no direito de engavetar tanta representação contra o Ministro Toffoli, com as aberrações que vários Ministros do STF fizeram. Que pouca vergonha! Como alguém pode jogar um currículo de uma vida no lixo desse jeito, no fim da vida? Eu creio, também, que o Diretor da Polícia Federal ache um absurdo o Executivo, o Presidente Lula, não ter tirado ele de lá. Eu consigo entender, afinal, ele precisa proteger o filhinho Lulinha, que já fugiu; precisa proteger tanta gente. Mas é um absurdo o Diretor da Polícia Federal continuar lá no cargo. Presidente Lula, tenha vergonha! Tire o Andrei de lá! Ele não é digno de ocupar aquela cadeira! A gente vê o jantarzinho da República, essa pouca vergonha com o Presidente do Congresso Nacional, o Senador Davi Alcolumbre, o Presidente Lula e o Ministro Alexandre de Moraes para fazer o combinadinho para enfraquecer o Ministro André Mendonça. Gente, não dá para se omitir! Eu não vou me omitir. Eu não vou deixar de fazer o que todos aqui deveriam fazer. E não basta, gente, assinar o impeachment. Eu acho inadmissível que tanta pauta deste Governo tenha passado nesses dias. Qualquer Parlamentar indignado deveria ter obstruído tudo, quando essa pouca vergonha, essa indecência, deveria ser o assunto nº 1 desta Câmara dos Deputados. Vamos tratar da decência, da esperança dos brasileiros! Eu não vou transformar essa indignação em conformismo, e eu peço que todo cidadão brasileiro não deixe essa indignação passar. Peço que essa indignação continue. Eu enviei três ofícios. Um deles foi para o Ministro Fachin, pedindo para afastar provisoriamente o Ministro Alexandre de Moraes enquanto o Senado não toma vergonha na cara e toma uma atitude, enquanto os Senadores não cumprem com a sua obrigação. Enviei outro ofício para o Conselho Superior do Ministério Público, pedindo o afastamento do Gonet ele precisa ser substituído imediatamente. Eu fui falar com o Senador Davi Alcolumbre ontem e, ao sair daqui, vou falar com ele de novo , perguntei o que ele vai fazer como Presidente do Congresso Nacional. Ele falou para mim que ia falar com os Líderes e tomaria uma decisão até amanhã. Eu estou esperando. Eu vou lá falar com ele agora. A população não pode engolir essa indignação. Nós precisamos ir para as ruas. Chega de prevaricador! Chega de gente não cumprindo seu papel institucional! Chega dessa pouca vergonha! O Brasil merece muito mais muito mais! E quero pedir para todo cidadão brasileiro: se o seu Senador ou se o seu Deputado está brincando de bobo com você e não está fazendo o papel constitucional dele, não vote nele de novo. Ele não merece estar aqui. Ele não honra o broche, assim como muitos que hoje ocupam posições de poder, a saber, o Ministro Alexandre de Moraes; a saber, o Paulo Gonet, Procurador-Geral da República; a saber, o Presidente Lula, que já deveria ter feito muita coisa, não deveria ter deixado o filho fugir para Madri; e, a saber também, o Andrei, Diretor da Polícia Federal. Eles não merecem o cargo que ocupam, e cada Parlamentar aqui merece honrar o broche que veste. Então, espero que todos os covardes, coniventes, corruptos ou cúmplices não sejam reeleitos, não voltem aqui, porque o País das próximas gerações merece muito mais do que este Congresso está entregando. Obrigada, Presidente. - 02/09/2026
A Deputada retirou reclamação feita no dia anterior sobre a Secretaria de Comunicação (Secom) da Câmara dos Deputados e agradeceu ao servidor Cláudio pelo atendimento. Informou que o problema com a publicação havia sido resolvido após contato da Secretaria.
Palavras-chave oficiais: Secretaria de Comunicação Social (SECOM),agradecimento
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - É só um registro que eu quero fazer, aproveitando inclusive a presença do nosso Secretário-Geral da Mesa. Ontem, eu fiz uma reclamação falando da Secom, falando da publicação. Eu só quero fazer uma correção: eu fui procurada, e o problema já foi resolvido. Eu recebi hoje um contato da Secretaria de Comunicação, e eles já repostaram. Então, eu gostaria, primeiro, de retirar a minha reclamação e, segundo, agradecer bastante à Secretaria de Comunicação, na pessoa do Sr. Cláudio. Muito obrigada. - 02/09/2026
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Além disso, criticou o aumento de impostos pelo Governo Lula, afirmou que mais de quarenta tributos e taxas foram criados, defendeu a isonomia tributária e a proteção da indústria e comércio nacionais.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO),Discussão,contrário Carga tributária,redução,Tributação
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Caros colegas, eu vejo algumas questões com boas intenções. Eu disse que o reconhecimento da agroecologia mostra que é possível ter uma ferramenta complementar para a produção sustentável e isso incentiva a pesquisa e a inovação. Porém, porém, a gente tem que entender aqui do que a gente está falando. A gente está falando de compras públicas dirigidas. A gente está falando de incentivo fiscal sem análise de custo. A gente está falando de uma enorme burocracia que vem junto, uma vez que institui novos planos, selos, comitês e aumenta a estrutura estatal. E a gente sabe que a estrutura estatal, que já está por demais inchada, por demais direcionada, não ajuda o cidadão, não ajuda o contribuinte. Por essa razão, nós nos posicionamos contrários a este projeto. Nós já temos intervenção estatal demais. Nós já temos prioridade para um monte de coisas. E, quando todo mundo é prioridade, ninguém é prioridade, nada é prioridade. Agora, eu quero voltar ao assunto dos escândalos da República, até porque, como eu soube que a gente vai votar a medida provisória das "blusinhas" amanhã, e não hoje, quero deixar claro aqui o posicionamento do Partido Novo. O posicionamento do Partido Novo é muito claro: a gente é contra aumento de imposto, de qualquer tipo de imposto que pese sobre o cidadão brasileiro, qualquer cidadão brasileiro! Quando a gente vê este Governo, que aumenta imposto só no Governo Lula foram mais de quarenta impostos e taxas que foram criadas e repassadas para cima do cidadão, em cima de quem não pode pagar , a gente fica indignado com essa hipocrisia! Aquele Governo que taxou, que era contra a isenção de taxação de "blusinha", agora ficou bonzinho, está falando que vai tirar, só porque a eleição está aí, mas, de forma hipócrita, daqui a 3 meses vai aumentar de novo quando passar a eleição. A gente está vendo essa hipocrisia. E digo também: a gente é a favor da isenção das "blusinhas", mas a gente não quer prejudicar a indústria nacional. A gente não quer prejudicar o comércio local. Li aqui uma declaração da Confederação das Associações Comerciais de todo o Brasil, que está indignada, porque o Governo está isentando o estrangeiro, mas quem trabalha, quem gera renda e emprego no País não tem a mesma condição. Nesse sentido, apresentamos, o Partido Novo, um destaque e eu peço a ajuda de todos vocês para dar isonomia tributária para todas as empresas e comércios brasileiros. Obrigada, Presidente. - 02/09/2026
A Deputada sugeriu a votação do requerimento de retirada da ordem do dia do Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO),Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Eu gostaria de sugerir, Padre João, eu acho que a gente pode fazer a nossa retirada, a nossa defesa. Eu acho que vai ser votado. Se foi feito acordo, vai ser aprovado. Eu acho que é só por uma questão de exposição de motivos. - 02/09/2026
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Argumentou que o texto previu intervenção estatal excessiva, compras públicas direcionadas, incentivos fiscais sem análise de custo, burocracia adicional, desestímulo à biotecnologia e risco de distorções no mercado, por falta de neutralidade regulatória.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO),Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,favorável
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Você pode votar simbolicamente. O Deputado Gilson Marques não está, e eu pensei... Eu acho que, até em respeito ao Padre João, que fez acordo e tentou viabilizar várias coisas, a gente pediu a retirada de pauta desse projeto por uma questão muito simples. O projeto, ainda que bem-intencionado, uma vez que reconhece a agroecologia para produção sustentável e incentiva pesquisa e inovação, usa como instrumentos a intervenção estatal excessiva; compras públicas que são dirigidas porque exige prioridade e não se baseia em preço e eficiência ; dá incentivo fiscal sem análise de custo; coloca um monte de burocracia adicional; desestimula o uso de biotecnologia; apresenta um risco de distorções do mercado sem neutralidade regulatória. Então, por essas razões e de uma maneira muito respeitosa com o Padre João, a gente pediu retirada de pauta... O SR. CABO GILBERTO SILVA (PL - PB) - Eu peço 1 minuto para a Oposição, Sr. Presidente. A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP) - Obrigada, Presidente, pela gentileza. A gente só pediu a retirada de pauta, porque a gente é contra esse projeto. Obrigada. - 02/09/2026
A Deputada afirmou que não participou de acordo sobre o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Além disso, declarou, com respeito ao Deputado Padre João, que o próprio partido não foi procurado, não contribuiu e não integrou as negociações mencionadas.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PNAPO),acordo,retirada
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Um momentinho só. Com todo o respeito ao Deputado Padre João, na retirada de pauta, a gente tem algumas questões com esse projeto. Eu não participei de acordo nenhum. Eu entendo que tenha sido feito acordo com alguns partidos, mas a gente nem foi procurado, nem contribuiu, nem participou de acordo. Então, respeitosamente, é por isso que a gente colocou a retirada de pauta. - 02/09/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.951, de 2026, que cria a Universidade Federal da Fronteira Norte. Argumentou que a criação de uma nova autarquia representava expansão desnecessária do Estado, com duplicação de estruturas administrativas e ausência de avaliação de custo-benefício. Além disso, criticou o desvio de foco da atuação estatal, que, a seu ver, deveria priorizar a educação básica. Por fim, alertou para a gravidade da crise fiscal e a recorrente ausência de estudos de impacto nas propostas votadas na Casa.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Universidade Federal da Fronteira Norte (UFFN),Partido Novo (NOVO),Voto contrário,Educação básica
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a gente quer registrar o voto contra a matéria. Eu ouvi os argumentos dos colegas e os respeito, bem como à sua visão, mas a gente acredita que se está criando mais uma autarquia de um Estado que, infelizmente, não entrega ensino, nem no superior e muito menos no básico, que é muito mais importante. A gente acha que realmente é um desvio. Além do custo de oportunidade, isso está desviando o foco da atuação estatal, que deveria ser a educação básica. A gente vê que se está criando autarquia, duplicando estruturas administrativas. A gente está falando, de novo, de criação de mais órgãos, mais funções, mais Estado, e vemos isso sem nenhuma avaliação de custo-benefício. São premissas que não se sustentam. Inclusive, temos aprovado quase todos os projetos aqui sem os estudos de impacto que são necessários. Até quando a gente sabe que está passando por uma crise fiscal, que o Brasil está à beira do abismo, o mínimo que a gente deveria ter era esse cuidado. Por isso, Presidente, o NOVO orienta não. Obrigada. - 02/09/2026
A Deputada posicionou-se contra o Projeto de Lei nº 4.951, de 2026, em discussão, por considerar que o Campus Oiapoque já ofertava ensino superior e que a proposta cria nova autarquia sem enfrentar o custo de oportunidade nem priorizar a expansão da unidade existente. Além disso, defendeu que o Estado deveria concentrar esforços na educação básica, diante das deficiências de leitura e escrita entre crianças e pobres. Por fim, informou que o Partido Novo pediu ao Conselho Superior do Ministério Público Federal o afastamento do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e a designação de subprocurador para as investigações sobre o Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,Universidade Federal da Fronteira Norte (UFFN),contrário,Educação básica,prioridade Partido Novo (NOVO),Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF),Procurador-Geral da República,afastamento,Subprocurador-Geral da República,Banco Master,investigação
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a gente se posiciona contra este projeto por uma razão muito simples: ainda que ele tenha pontos positivos, e eu acho que o bonito da democracia é que cada um pode achar o que quiser aqui há um ponto em que eles trazem alguns argumentos para o desenvolvimento regional, algo que eu consigo entender e que acho pertinente , existe uma questão mais relevante, que é o custo de oportunidade. Quando a gente fala de custo de oportunidade, a gente está dizendo que o Campus Oiapoque já existe e oferece oito cursos de graduação para 1.200 estudantes. Então, não é que não exista ensino superior; lá existe ensino superior. Agora, a pergunta é: por que o projeto simplesmente não direciona recursos para a expansão e melhoria do campus já existente? Por que está criando outra autarquia? Infelizmente, no nosso País, tudo é movido a cargo, a distribuição de cargo, a poder em lugar errado. Eu me pergunto: quanto custa transformar o campus em uma universidade e quanto custaria alcançar os mesmos resultados, mantendo-o como uma unidade da Unifap? Então, aqui há alguns aspectos que parecem questões muito mais políticas isso não quer dizer benefício para o Brasil, nem benefício para o Estado do que qualquer outra coisa. Há outro ponto que eu também acho importante: o Estado deveria se concentrar na educação básica. Nossas crianças não sabem ler nem escrever. Os mais pobres não têm como sair da pobreza, não têm como concorrer com nada. E nós estamos discutindo de novo o ensino superior, em vez de colocarmos o foco na educação básica, para termos qualidade de ensino. Eu acho que esse é o grande ponto. Por isso a gente se posiciona contra a matéria. Existe outra ação. Vamos voltar agora para o embate dos Poderes da República, que eu faço questão de comentar aqui. Nós do Partido Novo também mandamos uma carta para o Conselho Superior do Ministério Público Federal, solicitando o imediato afastamento do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, que está envolvido em todos esses escândalos com o Vorcaro. Nós pedimos a designação do Subprocurador-Geral da República, para que possa atuar nas investigações relacionadas ao Banco Master, que estão em trâmite no Superior Tribunal Federal. É vergonhoso que um Procurador-Geral da República continue lá, tentando anular qualquer coisa por questões formais, sendo que ele está envolvido, comprometido e tem prevaricado nos últimos meses. Obrigada, Presidente. - 02/09/2026
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, que dispõe sobre regras relativas a benefícios tributários e despesas obrigatórias no exercício de 2026. Em seguida, informou que o Partido Novo (NOVO) solicitou ao Ministro Edson Fachin a convocação de sessão administrativa do Supremo Tribunal Federal (STF) para deliberar sobre o afastamento provisório do Ministro Alexandre de Moraes e defendeu providências para preservar o equilíbrio institucional.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,contrário Supremo Tribunal Federal (STF),afastamento,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Partido Novo (NOVO)
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente Hildo. Na verdade, esse é um requerimento de urgência que, em resumo, faz flexibilização para renúncia fiscal. O NOVO é muito crítico em relação a todo tipo de exceção à regra. A gente sabe que existem projetos importantes, inclusive necessários, mas a questão é você flexibilizar e deixar isso tudo dentro de um timing eleitoral apertadíssimo, sem o devido debate, sem a devida participação da sociedade civil. E a gente está incluindo uma regra tributária para o sistema financeiro sem demonstração de impacto. A gente acha tudo isso muito frágil. Ainda que existam algumas questões que mereçam apoio, não é desse jeito. Por isso, a gente se sente muito desconfortável de votar algo que, além de não ter o devido debate, flexibiliza a regra fiscal e flexibiliza a renúncia fiscal. Eu gostaria de pontuar aqui, Presidente e caros colegas, que tomamos várias medidas várias medidas para moralizar ou tentar questionar os Poderes da República de ações concretas. As pessoas falam muito, o blá-blá-blá é enorme, só que o que, de fato, cada Poder tem que fazer para restabelecer o equilíbrio da República? É essa a pergunta que a gente tem que fazer. Hoje, nós do Partido Novo mandamos um ofício para o Ministro Fachin, que é Presidente do STF, solicitando que ele convoque com urgência uma sessão administrativa do plenário do Supremo Tribunal Federal para deliberar sobre o afastamento provisório do Alexandre de Moraes do cargo de Ministro. A gente sabe que o Ministro André Mendonça pediu que fosse para o plenário, transparente e com imprensa, afinal de contas, ele corre risco. Eu acho que no Brasil, milhões de brasileiros estão com ele, em oração por ele. Então, a gente solicita que o Ministro Fachin faça o que precisa ser feito, não jogue para debaixo do tapete toda essa lama que está em cima da instituição, do Supremo Tribunal Federal. Pedimos ao Ministro Edson Fachin, que tem uma responsabilidade enorme como Presidente do Supremo Tribunal Federal, que ele cumpra o seu dever constitucional, que é defender a Constituição. Então, Ministro Edson Fachin, fica aqui o meu pedido, por favor, o nosso ofício, veja o nosso ofício para que a democracia seja salva. - 01/09/2026
A Deputada levantou questão de ordem a respeito de publicação do perfil oficial da Câmara dos Deputados no Instagram sobre o Projeto de Lei nº 4.675, de 2025, que acrescenta a proteção à concorrência nos mercados digitais entre as atribuições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por apresentar apenas aspectos favoráveis à proposta, sem contextualizar posições divergentes e controvérsias. Além disso, sustentou que a publicação viola as regras de imparcialidade, pluralismo e equilíbrio previstas na Política de Comunicação Social da Câmara dos Deputados. Por fim, pediu que a resposta da Mesa Diretora seja apresentada antes da votação da proposição, uma vez que a publicação prejudica o processo democrático.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Publicação,Câmara dos Deputados,Instagram,Projeto de lei ordinária,Concorrência econômica,Mercado digital,Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),imparcialidade,Política,Comunicação social,Pluralismo,Mesa Diretora da Câmara dos Deputados,Resposta,Votação,Democracia
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu queria fazer uma questão de ordem, até porque eu quero que ela seja respondida porque é um assunto do máximo interesse de todos. A questão de ordem é sobre publicação parcial no Instagram da Câmara. A questão de ordem é com base no art. 15, § 7º, do Regimento Interno da Câmara e no Ato da Mesa nº 218, da Política de Comunicação Social da Câmara dos Deputados. Foi publicado ontem, no Instagram oficial da Câmara dos Deputados, um carrossel completamente parcial sobre o Projeto de Lei nº 4.675, de 2025, projeto que trata de mercados digitais. Esse é um projeto, inclusive, de que o nosso colega Deputado Aliel Machado é Relator e sobre o qual há muito debate. Isso tem sido debatido. A publicação apresenta a proposição em termos unicamente favoráveis, valendo-se de expressões como "proteger o seu direito de escolher o melhor produto", "fim do favorecimento" e "mais liberdade de venda", sem nenhum tipo de contextualização das posições divergentes ou controvérsias existentes na matéria, que ainda está em tramitação. Isso contraria frontalmente o Ato da Mesa nº 218, de 2025, que instituiu a Política de Comunicação Social da Câmara, que exige imparcialidade, o que definitivamente não aconteceu, pluralismo e equilíbrio, de acordo com o seu art. 5º; determina que a comunicação da Casa seja fonte imparcial isso está no art. 6º ; exige respeito à diversidade de opiniões isso está no art. 7º ; veda expressamente manifestar opinião própria sobre tema em debate isso está no art. 11, § 1º ; e proíbe favorecer posições políticas art. 12. Então, eu peço que a Mesa se manifeste sobre a conformidade dessa publicação com sua própria política de comunicação social. A legislação citada está no Regimento Interno e é muito clara. Eu acho que a gente tem que tentar preservar o bom debate e as regras do Regimento, que vêm sendo frontalmente atacadas. Obrigada, Presidente. O SR. PRESIDENTE (Tarcísio Motta. Bloco/PSOL - RJ) - Muito obrigado, Deputada Adriana Ventura. Eu recolho como reclamação, haja vista que é um ato da administração da Mesa, e a Mesa responderá oportunamente. A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP) - Tudo bem, Presidente. Só para esclarecer, eu gostaria que essa resposta fosse dada amanhã, porque esse projeto ainda vai ser votado. Isso atrapalha o processo democrático. Resposta a questão de ordem e reclamação tem que ser na hora, mas eu aceito o recolhimento, porque eu sei que V.Exa. está na Presidência... Obrigada. - 01/09/2026
A Deputada orientou a bancada do Partido Novo na votação do Projeto de Lei nº 4.921, de 2026, de autoria do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que amplia a composição do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região mediante a transformação de sete cargos vagos de Juiz do Trabalho Substituto em quatro cargos de Desembargador do Trabalho. Além disso, citou o envolvimento com corrupção de Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de filho do Presidente da República e do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e criticou os Presidentes das Casas Legislativas por acobertarem esses casos. Por fim, lamentou a falta de lideranças políticas comprometidas com o futuro do País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Tribunal Superior do Trabalho (TST),Cargo público,Juiz do Trabalho substituto,Desembargador do Trabalho,transformação,Partido Novo (NOVO),Voto contrário,Tribunal Regional do Trabalho (TRT) (18. Região) (Goiás) Corrupção,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Filho,Presidente da República,Procurador-Geral da República,Presidente da Câmara dos Deputados,Presidente do Senado Federal,Debate
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu só quero deixar registrado o nosso voto contrário, por todas as razões que falamos hoje ao longo do dia. Nós votamos inúmeros e inúmeros projetos de aumento de cargos, de criação de cargos, de cargos em comissão, de transformação de cargos, quando, na verdade, não se discutiu aqui o relevante: como é que a gente salva o nosso País dessa lama de corrupção? Lama de corrupção envolvendo Ministros do Supremo Tribunal Federal, envolvendo filho de Presidente da República, envolvendo o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet uma vergonha! , envolvendo, inclusive, o acobertamento dos Presidentes das Casas. Então, o Brasil precisa ser passado a limpo. Está uma vergonha ser Parlamentar neste Brasil, onde a gente não vê homens estadistas e dignos, que lutem pelo bem e futuro do País. Eu acho lamentável isso. Mas eu quero só registrar o nosso voto contra e a nossa indignação. Muito obrigada. - 01/09/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 1.290, de 2022, que atualiza os valores de custas e emolumentos devidos no âmbito da Justiça do Trabalho. Registrou a posição contrária do partido Novo ao projeto, argumentando que a proposta representa um aumento dos custos de acesso à Justiça e cria barreiras ao Judiciário.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,atualização,Emolumento,Justiça do trabalho,Custas,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu só quero deixar registrado o nosso posicionamento de forma muito respeitosa, inclusive, com a Deputada Soraya, que fez as colocações dela. A gente já expôs as diversas razões. A gente acha que há um aumento de custo de acesso à Justiça, a gente acha inclusive que este projeto atualiza cobranças associadas a várias coisas. Então, a gente acha que isso é, sim, uma barreira de acesso ao Judiciário, e há vários outros pontos. Mas, em respeito a ela, eu só quero deixar registrado o meu voto. Obrigada. - 01/09/2026
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 1.400, de 2015, que propõe a criação de novas Varas do Trabalho e de cargos e funções vinculados ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro. Criticou o projeto, argumentando que a expansão do Estado por meio da criação de cargos e comissões desvia recursos bilionários de áreas essenciais como saúde, segurança e educação. Questionou também a prioridade da pauta e denunciou o que classificou como conluio entre membros do Supremo Tribunal Federal (STF), da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal em jantar patrocinado por Vorcaro. Também apontou irregularidades no Tribunal de Contas da União (TCU), envolvendo mudança de relator e concessão no Porto de Santos ligada à família do Ministro Bruno Dantas. Por fim, condenou o Plenário por servir de cortina de fumaça para essas práticas.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário,criação,Vara do trabalho,Tribunal Regional do Trabalho (TRT),Rio de Janeiro (Estado),Cargo público,recursos,Saúde,Educação,segurança,prioridade,Pauta (processo legislativo),Conluio,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Procuradoria-Geral da República (PGR),Polícia Federal (PF),Banqueiro,Banco Master,Tribunal de Contas da União (TCU),irregularidade,Ministro do Tribunal de Contas da União,Corrupção
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nesse projeto, como eu já falei, de novo, Estado, Estado, Estado, Estado, sendo que a gente não dá conta do que a gente tem; de novo, Estado, Estado, Estado, Estado, e camuflagem dos problemas reais do País, numa aparente bondade de aumentar cargos, promover justiça. Esse projeto, de uma maneira geral, além de criar cargo, elevar um monte de despesas... A gente está falando de bilhões de reais que saem de saúde, segurança e educação. Por que esse projeto entrou na pauta? Essa é a minha pergunta. Isso é prioridade para o País? A gente passou os dias de ontem e hoje, provavelmente o de amanhã, só criando cargo, comissão, aumentando, fazendo, e não vi ninguém aqui colocar isso em questão, chamar uma Comissão Geral, chamar o Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, para ver qual será o procedimento lá. O País tem que estar em oração, gente, para o Ministro André Mendonça, oração pela coragem, porque ali a máfia do mal está bem cercada, ameaçando, fora o conluio regado a uísque Macallan, no jantarzinho de 3 milhões de reais que o Vorcaro patrocinou, onde o PGR Gonet participou, onde Ministros do STF participaram, onde a Polícia Federal participou. Ninguém está falando disso, de roubalheira. A gente não vai curar este País enquanto a gente não tiver coragem de colocar as pessoas que são bandidas na cadeia, ou, no mínimo, para serem investigadas. Já estão dando um jeito, o sistema já está se protegendo. Num piscar de olhos, percebam, um Ministro do TCU que, aliás, é órgão auxiliar desta Casa fez uma coisa superirregular na semana passada, colocou um projeto em pauta que não estava na pauta. O Ministro do TCU Vital do Rêgo mudou o Relator o Ministro Nardes estava afastado para quê? Para chancelar aquela pouca vergonha irregular que foi aquele pedaço do Porto de Santos que foi arrematado pela família do Ministro Bruno Dantas, que agora renunciou ao cargo. A dança das cadeiras da República e o conluio do mal todo mundo está vendo. Agora, a pergunta é o que a gente está fazendo neste plenário: cortininha de fumaça, troca de favor, futura reciprocidade? O que é isso? É uma pouca vergonha que todo mundo aqui seja massa de manobra dessa vergonha nefasta! Obrigada, Presidente. - 01/09/2026
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.400, de 2015. Questionou a prioridade da votação de um projeto que criava novos cargos e funções na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, incluindo 12 cargos de Juiz do Trabalho, 132 de analista judiciário, 24 de oficial de Justiça e 72 funções comissionadas. Criticou ainda o que classificou como falta de confiança da população nas instituições e relacionou a discussão a notícias envolvendo o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, o banqueiro Daniel Vorcaro e integrantes do Supremo Tribunal Federal. Por fim, defendeu a retirada da matéria da pauta e afirmou que o Congresso deveria priorizar medidas de combate à corrupção, responsabilização de autoridades e segurança pública, em vez da criação de novos cargos públicos.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Justiça do trabalho,Rio de Janeiro (Estado),criação,Vara do trabalho,Cargo público,favorável,Congresso Nacional,prioridade,Votação,Proposição legislativa,contra,Corrupção,Segurança pública,Notícia,Procurador-Geral da República,relacionamento,Banqueiro,Banco Master,Ministro do Supremo Tribunal Federal
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Na verdade, eu pedi esta retirada de pauta, de novo, para entrar na reflexão: o que a gente está aprovando aqui? É prioridade para o Brasil? Vejam só, Deputados. (Exibe notícia.) "Gonet disse sentir saudades de Vorcaro e chamou o banqueiro de 'máquina'". Olha só que bonito! Gonet, nosso Procurador-Geral da República! A gente vê essa vou usar uma palavra chique aqui vulgarização, essa precarização, essa prevaricação essa prevaricação! do Gonet, que não tem vergonha na cara e agora vai pedir anulação do Ministro André Mendonça. Que falta de vergonha na cara! Que falta de decência! Eu quero saber quem é o líder, o estadista, que vai aparecer, porque já estão fazendo lambança e estão querendo esconder tudo embaixo do tapete? Estão querendo apagar tudo? Fui agora conversar com o Senador Davi Alcolumbre e perguntar o que ele vai fazer, o que o Presidente do Congresso Nacional vai fazer. Sabem por quê? Porque é vergonhoso vermos instituições da república, contaminadas, prevaricando. Aqui no Brasil só existe prevaricador? Todo mundo deveria fazer e não faz? O PGR deveria fazer e não faz. Sente saudade do Vorcaro... É claro, porque pagou a conta do filho dele. E vejam só, Deputados. (Exibe notícia.) "Tenho gratidão da minha vida a você", disse Vorcaro em mensagem a Moraes. É lógico: bandido agradecendo ao Ministro do Supremo Tribunal Federal! E a gente está votando foi por isso que eu pedi retirada de pauta a criação de varas de trabalho no Rio de Janeiro. Com todo o respeito, eu não quero nem entrar no mérito de se precisar ou não, mas criam-se doze cargos de Juiz de Trabalho, Juiz de Trabalho Substituto, 132 cargos de analista do Judiciário, 24 cargos de oficial de Justiça, 72 funções comissionadas. Que palhaçada é essa? O Brasil está desmoronando. O cidadão brasileiro não confia neste Congresso, neste Parlamento, e a gente está votando o quê? Aumento de cargo? Isso é uma irresponsabilidade! De novo, cadê os Líderes desta Casa? Presidente Hugo Motta, a gente precisa moralizar esta pauta. Só favorzinho, pocinho de bondade para a reeleição de Presidente Lula? De papai Senador? O que é? Estão destruindo o nosso País e ninguém faz nada! Por isso vamos parar de votar bobagem! Devemos votar é impeachment de Ministro, moralização e colocar bandido na cadeia, inclusive de qualquer Poder. Isso está dando vergonha. - 01/09/2026
A Deputada afirmou que o texto do Projeto de Lei nº 287, de 2024, em debate, não assegurava a qualidade do serviço público nem previa sanções para falhas no atendimento, além de criticar hospitais públicos e a atuação estatal sobre a iniciativa privada. Assim, defendeu a supressão do que considerou abuso de poder e intervenção indevida, ressaltando que o SUS também incluía o setor privado.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde Prestada pela Iniciativa Privada,Iniciativa privativa,interferência
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu não vi no texto nada que garanta a qualidade do serviço público. Nada! Nada! Tem um poderá ali, muito mal colocado... Não vi multa para serviço público mal prestado, falta de atendimento. Tem hospitais públicos que, sinceramente falando, quando alguém vai para lá, já sabe que sai de lá num caixão ou não sai. Então, eu acho que garantir qualidade é bom; interferir na iniciativa privada, na relação privada, é uma aberração, principalmente quando a gente não cuida. Por isso, estamos sugerindo suprimir esse abuso de poder, essa tentativa de intervenção estatal em relação privada, porque, infelizmente, o SUS não é só público; o SUS inclui o privado. Então, a gente tem um privado que não entrega serviço na ponta, usa o... A gente tem um público que não entrega serviço na ponta, usa o privado e agora quer estourar com o privado porque, daí, não funciona nada. Por isso... (Desligamento do microfone.) - 01/09/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 287, de 2024, sobre a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde no setor privado, apontando indevida intervenção estatal em relações privadas de consultórios e laboratórios. Criticou a criação de regras para uma relação privada entre consultório e laboratório, por considerar que houve interferência indevida na iniciativa privada. Além disso, afirmou que exigências de qualidade deveriam alcançar também hospitais e laboratórios públicos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde Prestada pela Iniciativa Privada,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o NOVO orienta "não", por uma razão muito simples. A gente está falando, novamente, de uma interferência numa relação privada. Existe um consultório, um laboratório e querem colocar regra numa relação privada de entes privados. Eu acho muito bacana querer qualidade, mas a gente deveria estender as mesmas exigências de qualidade para hospitais e laboratórios públicos. Eu não vejo nenhum gestor sendo responsabilizado ou pagando multa por falta de qualidade. Portanto, trata-se de uma interferência na iniciativa privada, se metendo em relação privada, de novo, enfiando o nariz onde não se deve, já que a própria relação do público com o contribuinte não apresenta esse padrão de qualidade, não existe essa cobrança. Aliás, não existe nem na saúde, nem na educação. Basta ver hoje brasileirinhos fadados ao fracasso. "Não", Presidente. - 01/09/2026
A Deputada encaminhou a votação do Art. 7º apresentado ao Projeto de Lei nº 287, de 2024, sobre a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde no setor privado. Argumentou que o destaque para retirada do artigo buscava suprimir a multa de R$ 500 mil aplicada a consultórios, hospitais e clínicas privadas, por considerar a medida uma interferência indevida do Estado na iniciativa privada. Ressaltou que a qualidade do serviço deveria começar na rede pública, onde havia falhas graves na saúde, na segurança e na educação, além de criticar o excesso de regulação e a atuação dos Poderes diante da corrupção.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde Prestada pela Iniciativa Privada,Multa,Consultório,Hospital privado,Clínica médica
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - O objetivo desse destaque é suprimir outra aberração que existe nesse projeto: multa aplicada dentro da interferência na iniciativa privada. Buscar qualidade, eu acho super legal, mas o poder público tem que, primeiro, olhar para o trabalho que ele presta, para depois exigir padrão. Trata-se de interferência em relação aos privados. Se eu vou a um hospital privado ou a um consultório ou a uma clínica e sou mal atendida, simplesmente, não volto. Eu não pago, judicializo, faço o que eu quiser. Agora, a gente está aprovando um projeto que simplesmente está aumentando uma intervenção estatal. Eu gostaria de perguntar para o autor, que hoje, infelizmente, é o Ministro ativista Flávio Dino, e para o Relator, Deputado Márcio Jerry, com quem tenho uma relação cordial, e ele veio falar comigo: por que não aplicam padrão de qualidade nos hospitais públicos? Tem hospital público que não dá nem para entrar nos consultórios, nos laboratórios que atendem a população. O padrão, primeiro, precisa começar ali, gente. Vocês estão querendo interferir em negócio que não é da alçada do Poder Público, é uma vergonha! Mais Estado que vai continuar fazendo menos. Se o Estado fizesse o papel dele na saúde, na segurança e educação, O.K. Mas ficar metendo o bedelho onde não é chamado, sendo que não dá conta de dar um bom atendimento para o cidadão brasileiro nos hospitais públicos, com um monte de gente morrendo na fila, um monte de gente em fila eletiva, é uma pouca vergonha. Então, esse projeto aqui é de mais regulação estatal. Mais controle para quê, eu não sei. Deve ser para vender facilidade depois, porque a única coisa que a gente fala hoje no Brasil é da pouca vergonha do conluio dos Poderes, da corrupção, Vorcaro, jantarzinho com Macallan de 3 milhões de reais, Polícia Federal, Andrei envolvido, PGR prevaricando, é todo mundo prevaricando e é só. Mas, aqui, a gente está voltando de brincar de ser bonzinho, qualidade de serviço interferindo em iniciativa privada. Vamos criar vergonha na cara! Então, Presidente, sendo muito objetiva, esse destaque tem um único objetivo, tirar a multa absurda que querem colocar para consultórios, hospitais privados, relação privada, de 500 mil reais. O cliente já dá a resposta, se ele não é bem atendido e a qualidade não é boa, ele não volta, ele não paga, ele faz uma consignação de pagamento e acabou. Agora, esse daqui é o típico projeto, mais um que é para todo mundo achar bonitinho: Que bonitinho garantir qualidade!, sendo que o Governo não cuida da própria casa, nem da saúde, nem da educação e muito menos da corrupção. Obrigada, Presidente. - 01/09/2026
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de Lei nº 287, de 2024, sobre a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde no setor privado. Manifestou posicionamento contrário à proposta, apontando intervenção estatal excessiva e aumento de custos e burocracia para hospitais, clínicas e pequenos prestadores, além de criticar a previsão de multas de até 500 mil reais. Ademais, questionou as prioridades do Parlamento diante do cenário político e criticou a aprovação de indicações para órgãos de controle.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde Prestada pela Iniciativa Privada,favorável Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),prioridade,Crítica
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Este projeto, que fala da Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde no setor privado, aparentemente, tem por objetivo aumentar o foco na segurança do paciente, buscar padrões mínimos de qualidade uma coisa um pouco programática e faz avaliação e divulgação de resultado de qualidade, supostamente aumentando a transparência. Mas existe uma questão que eu acho que tem que ser considerada, porque, aqui, há intervenção direta, intervenção estatal sobre o sistema privado de saúde privado! A gente está falando de multas altíssimas neste projeto de até 500 mil reais. A gente está falando de rede de hospitais privados, laboratórios, consultórios, talvez, médicos, clínicas privadas, simplesmente, colocando multas e sanções. E isso, naturalmente, como tudo o que a gente impõe de cima para baixo, como tudo com esse excesso de controle, aumenta custo de serviços principalmente para clínicas e pequenos prestadores. Então, a gente está criando mais uma camada de regulação estatal, aumentando burocracia. Por isso, a gente não consegue entender, porque o projeto não demonstra, como essa nova estrutura regulatória pode ter melhor resultado. Por isso, a gente está se posicionando contrário ao projeto. A gente acha um absurdo essas multas de até 500 mil reais. A gente acha um absurdo essa interferência indevida de um Estado que não paga as suas contas, de um Estado que leva o País para o abismo. Voltando ainda àquelas conversas, a gente aqui está discutindo tanta coisa, mas existe tanta coisa mais importante para discutir. E eu acho que há várias. Olhem, hoje, com o escândalo de Vorcaro e Moraes, rapidamente, o Senado aprova a indicação do Senador Rodrigo Pacheco para o TCU. Outro dia, o Bruno Dantas saiu do TCU correndo. O "acordão da República" continua! Daqui a pouco, a gente vai ver indicação para o STF, tem gente esperando a filinha. Olhem, gente: "Vorcaro perguntou a Moraes se deveria fugir 2 dias antes da prisão". Eu pergunto a todos aqui: a gente devia estar discutindo projetinhos? A gente devia estar falando da República e do futuro dos nossos filhos! É "não", Presidente. - 01/09/2026
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.921, de 2026, que dispõe sobre a transformação de cargos vagos no quadro permanente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região, sem aumento de despesas. Criticou a ampliação da estrutura do 2º grau da Justiça do Trabalho e a criação de cargos e funções comissionadas durante a crise fiscal, além de questionar a necessidade da medida diante dos avanços tecnológicos. Por fim, cobrou do Congresso providências sobre acusações envolvendo autoridades e defendeu a abertura de processo de impeachment de Ministro do Supremo Tribunal Federal e medidas para moralizar a República.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,contrário Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Corrupção
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Presidente, esse é mais um daqueles projetos que vem aqui. Aliás, com todo o respeito ao Judiciário, com todo o respeito aos desembargadores do trabalho, com todo o respeito a qualquer ser humano, qual é o sentido de a gente abrir este Plenário só para votar aumento de cargo, aumento de estrutura e aumento de orçamento, no meio de uma crise? E não venham me falar de neutralidade, que estão redistribuindo cargo, porque isso é conversa para boi dormir. Eu explico o porquê: hoje esses cargos estão vagos; cargo vago não gasta dinheiro. A partir do momento em que você está criando e está distribuindo mais cargos assim é a distribuição de cargo , a gente vê que o Brasil continua com problema; já está no abismo e vamos, agora, brincar de que a gente não está aumentando o orçamento. Então, atenção, o que faz esse projeto? Amplia permanentemente a estrutura do 2º grau da Justiça do Trabalho; fala que os cargos estão vagos, a gente pensa que está redistribuindo e está transformando, mas, na verdade, hoje esse dinheiro não sai da caixinha. Outra coisa importante, além dos novos desembargadores, nós temos oito novos cargos sendo criados, inclusive, funções comissionadas. Além do mais, não demonstra nenhum tipo de necessidade de ampliação da estrutura. Outro dia, eu estava lendo da eficiência, dos ganhos de eficiência dos tribunais, da Justiça, e eu penso: "Com tanta inteligência artificial, com tanta tecnologia, por que precisam criar mais cargo?" Deviam diminuir. Isso é o que a gente faz aqui com tudo, com assessores, é o que as empresas fazem. Cadê a eficiência? Estamos criando mais estrutura de um Estado que já é inchado, de um Estado que não entrega para o cidadão o que ele precisa. Agora, a prioridade deste Congresso é criar mais cargo. Já basta ontem: só projeto para criação de cargo, aumento de cargo. Que vergonha! Vamos falar de Vorcaro. Vamos falar das denúncias contra Ministro Alexandre de Moraes. Vamos falar da corrupção. Vamos falar do jantar do Presidente Lula com o Senador Davi Alcolumbre e com o PGR. Ninguém vai pedir aqui impeachment do PGR? Eu quero pedir. Bando de prevaricadores da República! Quero saber novamente Presidente Hugo Motta, e faço isso com respeito, o que V.Exa. vai fazer como Presidente da Casa contra essa lambança para defender a população brasileira? É isso o que eu quero saber. Quero saber o que o Senador Davi Alcolumbre vai fazer. É preciso abrir impeachment de Ministro. É preciso moralizar a República, essa roubalheira. É isso que precisa ser moralizado. Esse projeto é brincar de faz de conta num país que está quebrando. - 01/09/2026
A Deputada solicitou votação nominal do requerimento de urgência ao Projeto de Lei Complementar n° 73 de 2025, que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal, e contestou a decisão da Presidência de considerar o pedido extemporâneo. Além disso, argumentou que a votação de urgência deveria ser nominal quando requerida por Parlamentar e afirmou que a condução contrariava o Regimento.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Votação nominal,Projeto de lei complementar,Processo legislativo federal,Regimento Interno da Câmara dos Deputados
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A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero a votação nominal deste projeto. É um projeto muito sério para deixarmos passar. O SR. CABO GILBERTO SILVA (PL - PB. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Matéria vencida, extemporânea. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Já foi concluída a votação. O pedido é extemporâneo. A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP) - Presidente, não foi, não é extemporâneo, porque votação de urgência é obrigatoriamente nominal, e, se um Parlamentar pede, tem que ser concedida a votação nominal todo mundo sabem disso. Desculpem-me, mas eu estava descendo da tribuna. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Há sobre a o seguinte requerimento: Requerimento de Urgência nº 4.063, de 2026 Requeremos, com base no art... A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP) - Presidente, V.Exa. está indo contra o Regimento.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.