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Detector de Bananada
Foto de Adolfo Viana

Deputado · Câmara

Adolfo Viana

PSDB · BA

Centro-direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Adolfo Viana de Castro Neto · 45 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 63 de 100, Tá no Caminho0406080100

63/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 11% dos deputados · média do partido: 71

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 78%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 59%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 43%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 82%das 520 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 94%das 271 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Adolfo Viana

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.adolfoviana@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5911
Gabinete
Gabinete 911, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

78%

Esteve em 305 de 391 sessões

Melhor que 4% dos deputadosMédia do partido: 89%

Votou nas votações

59%

Registrou voto em 662 de 1.128 votações nominais

Melhor que 9% dos deputadosMédia do partido: 76%

Iniciativas que viraram lei

0

de 8 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 4 em andamento · 2 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

82%

Em 520 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 52% dos deputadosMédia do partido: 72%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

42 discursos na tribuna · de 25/02/2019 a 28/10/2025.

  • 27/03/2019Homenagem

    Saudações aos membros da Mesa Diretora dos trabalhos. Comemoração do 70º e do 470º aniversários de fundação, respectivamente, do grupo Afoxé Filhos de Gandhy e de Salvador, Capital do Estado da Bahia.

    Palavras-chave oficiais: SESSÃO SOLENE, HOMENAGEM, SALVADOR (BA), CARNAVAL, AFOXÉ FILHOS DE GANDHY, CULTURA AFRO_BRASILEIRA, ANIVERSÁRIO.

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ADOLFO VIANA (PSDB - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Deputado Daniel Almeida, ao tempo em que saúdo V.Exa., eu gostaria também de parabenizá-lo, a V.Exa. e ao Deputado João Roma, por esta justíssima homenagem. Aproveito para saudar a Mesa na figura da Secretária de Cultura do Estado da Bahia, Arany Santana; do Secretário Municipal de Cultura e Turismo de Salvador, Claudio Tinoco; do Secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte do Estado da Bahia, Davidson Magalhães; do Presidente do Afoxé Filhos de Gandhy, Gilsonei de Oliveira; e do nosso Senador Jaques Wagner. Senhoras e senhores, confesso que o meu coração é tomado de uma alegria indescritível. Eu tive o prazer de desfilar por muitas vezes no carnaval de Salvador vestido de Filho de Gandhy e pude receber aquela energia única. Só quem já teve essa oportunidade pode relatar o que acontece quando o tapete branco passa na avenida do carnaval de Salvador. Portanto, para mim é mais do que especial poder, representando o povo da Bahia e do Brasil nesta Câmara Federal, abraçar e parabenizar desta tribuna os Filhos de Gandhy. E parabenizo a todos vocês na figura do nosso Presidente Gilsonei. Senhoras e senhores, os dois temas celebrados na solenidade de hoje se entrelaçam nos caminhos da história do Brasil e avançam juntos pelas ladeiras centenárias da cidade de Salvador. As mesmas ruas por onde fluíram toneladas de mercadorias, saindo da Capital do Brasil Colônia para a Europa, abraçam há 70 anos os participantes do Afoxé Filhos de Gandhy. Esta mistura entre a história, a música e as crenças brasileiras em uma única cidade é o retrato do sincretismo que dá personalidade e riqueza cultural à Bahia e ao povo baiano. São Salvador da Bahia de Todos os Santos foi a primeira Capital do Brasil e é, até hoje, a cidade brasileira que por mais tempo ostentou esse título. Fundada em 1549, Salvador permaneceu a Capital do nosso País - que há época ainda era uma colônia portuguesa - durante exatos 214 anos. Essa marca ainda demorará muito para ser superada, face aos 197 anos do Rio de Janeiro como Capital e de Brasília, que ainda está para comemorar os seus 60 anos de fundação. Sr. Presidente, Salvador é, portanto, a cidade que durante mais tempo foi símbolo oficial da nossa terra, destino primeiro dos que chegavam por aqui e referência para todos os habitantes do Brasil. Curiosamente, até hoje Salvador ainda desperta esse fascínio unânime, sobretudo quando falamos de verão e de turismo. Sras. e Srs. Deputados, segundo estimativas oficiais, nos 3 primeiros meses deste ano, quase 4 milhões de turistas passaram pela Capital baiana. Apenas durante o carnaval, mais de 1 milhão e 500 mil turistas percorreram as ruas e seguiram os blocos de Salvador. Esse imenso contingente turístico-carnavalesco movimentou mais de R$ 1,8 milhões de reais e criou aproximadamente 250 mil postos de trabalho. Trata-se de um absoluto sucesso em termos culturais, sociais e econômicos. Mas parte desse êxito soteropolitano durante a folia do carnaval está também relacionada ao outro homenageado do dia, o Afoxé Filhos de Gandhy. Criado no mesmo ano em que Salvador completava 400 anos de fundação, 1949, os Filhos de Gandhy estão há 70 anos levando sua mensagem sempre atual e necessária de esperança, harmonia e paz para todos os povos. Batizado em homenagem ao grande líder humanitário da não violência, Mahatma Gandhi, todos os anos o Afoxé toma as ruas de Salvador. Segue seu curso pelas vielas históricas, cobrindo de branco os caminhos por onde passa, espalhando no ar o perfume da alfazema e levando seu próprio ritmo ao mundialmente conhecido carnaval da Bahia. É uma verdadeira joia das tradições brasileiras do carnaval. Sras. e Srs. Deputados, o PSDB sempre defendeu e fomentou todas as manifestações culturais do povo brasileiro, especialmente aquelas que nos unem sob a bandeira da paz e da tolerância, como é particularmente o caso do Afoxé Filhos de Gandhy. A nossa presença na sessão de hoje visa justamente renovar o apreço do nosso partido por essa bela manifestação popular. Sr. Presidente, concluo estas breves palavras, em nome do nosso partido, em nome dos nossos amigos, levando a todos os habitantes de Salvador o nosso mais fraternal abraço e efusivas felicitações por ocasião do aniversário dos 470 anos da cidade. Ao mesmo tempo, estendemos a todos os Filhos de Gandhy o nosso carinho e admiração pela manutenção desta bela tradição de carnaval, que este ano completa 70 anos de muito ritmo, sincretismo, tolerância e paz. Muito obrigado. DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ADOLFO VIANA. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas e Senhores Deputados, dia 18 de fevereiro de 1949. Há uma semana do carnaval, um grupo de estivadores se reuniu à sombra de uma mangueira próximo à sede do sindicato da categoria, na Rua do Julião, Cidade Baixa. A polêmica se dava sobre se iam participar do carnaval daquele ano. Um ano antes, desfilaram o "Comendo Coentro", bloco que contou com caminhão para os músicos, roupa de linho importada e chapéu panamá, comida e bebida fartas, para todos. Em 49 o cenário era outro. Sofriam diretamente a perseguição política do governo Dutra, que sucedeu a sangrenta ditadura de Vargas com a promessa de democracia e liberdade, sob a Constituição de 1946. A ilusão durou pouco: em 47 o PCB foi posto na ilegalidade, os parlamentares da esquerda foram cassados, os jornais ligados a trabalhadores foram fechados e os sindicatos voltaram a ser perseguidos. Entre os cassados estava o deputado estadual baiano Jaime Maciel, estivador do porto de Salvador, e o deputado federal Carlos Marighella, que ingressou na Juventude Comunista em 24 por intermédio de estivadores. Em Salvador, a categoria fez nada menos que dezenove greves na Primeira República. Que fique de registro, foram os estivadores que iniciaram os protestos contra o nazi-facismo, se recusando a trabalhar com os navios da Espanha de Franco e realizando grandes manifestações. Voltemos ao carnaval 49. Os estivadores estavam com o sindicato em intervenção, contas bloqueadas, sem recursos para repetir a pompa do carnaval anterior. Durval Marques da Silva, o "Vavá Madeira", sugeriu formar um cordão, sem carros e com fantasia mais barata, de lençol e toalhas brancas. Sob a violenta repressão de Dutra e do temor da guerra fria, teve a ideia de passar uma mensagem de paz. Batizou o bloco de Filhos de Gandhi, em homenagem ao grande líder pacifista assassinado um ano antes. Gandhi dedicou a sua vida contra a opressão social. Lutou contra o racismo na África do Sul, contra o colonialismo inglês na Índia. Mais de 100 se inscreveram para o primeiro desfile do Filhos de Gandhi, mas, com o medo da polícia política, apenas 36 apareceram. O temor era mais que justificado, o governo Dutra assassinou em quatro anos 55 militantes de esquerda. Dentre eles, estivadores do Rio Grande. Não demorou dois carnavais para que o Filhos de Gandhi incorporasse em sua identidade seu elemento mais significativo. Formado por negros acostumados a boas lutas sociais, o bloco mudou o repertório, deixando de lado as marchinhas e assumindo-se como um afoxé. É bom lembrar, desde 1905 que estava proibido no carnaval da Bahia a “exibição de clubs de costumes africanos com batuques”. Sabiam das dificuldades que viriam ao assumir o candomblé como orientação religiosa. Vieram os colares, nas cores azuis e brancas, uma reverência a Oxalá e Ogum. Veio o padê, em oferenda a Exu. Os agogôs a tilintar, o ajaiô como saudação. Era a manifestação dos terreiros numa sociedade racista que dizia que não queria eles ali. Senhoras e senhores, hoje, setenta anos depois, e os blocos afro, os afoxés, ainda são discriminados por gestores do carnaval que os colocam para desfilar no fim da fila, na madrugada, quando não tem TV ao vivo, à exceção da TVE, do governo do Estado, que faz um belíssimo trabalho de inclusão. O Filhos de Gandhi hoje é grande, hoje é homenageado nesse plenário, porque chutou muita porta, não aceitava ser excluído e invadia o desfile dos blocos em horário nobre. Completar esse ano 70 anos é a demonstração da sua resiliência. Soube ser mensageiro da paz, sendo ao mesmo tempo resistência contra a opressão. Soube ressignificar através da estética os símbolos do candomblé, outrora demonizados pela turma do Corredor da Vitória. Ajaiô hoje é saudação até na TV Globo. O batuque do candomblé hoje é a base percussiva da música baiana. Nossa identidade cultural hoje é também resultado dessa complexa e de refinada estratégia. Em homenagem aos 470 anos de Salvador, é importante lembrar que a luta que os estivadores iniciaram em 49 não terminou. É simbólico que a atual gestão municipal, nesta data, ter homenageado com o nome de uma praça importante da cidade um bloco de cordas que é o mais caro do carnaval, frequentado por turistas brancos, enquanto nada foi feito para lembrar dos Filhos de Gandhi. Sofre o Gandhi, sofre o Ilê, sofre o Malê Debalê, sofre Muzenza, sofre Didá, sofre o Cortejo Afro, todos ainda lutam para romper o preconceito e ocupar o espaço de falidos blocos da elite, nos horários nobres do carnaval. Viva a Gilsoney Oliveira, presidente do Gandhy que dá seguimento a essa luta. Viva a todos os afoxés da Bahia. Viva Salvador, terra em que a semente do ódio não germina, que a convivência entre diferentes ultrapassa a tolerância, se torna respeito. Somos orgulhosos de saber adorar o diferente. Viva Salvador e seus 470 anos! Para finalizar, abro um parêntese para citar João Ubaldo Ribeiro, em seu discurso de posse na Academia de Letras da Bahia: “Não é ufanismo bairrista dizer que a Bahia é um privilégio para quem nasceu nela, ou por ela foi adotado. Em nenhum outro país do mundo se deu a mistura de gente que sempre foi comum no Brasil e continua a ser. E, no Brasil, não há lugar onde essa mistura de corpos e mentes seja tão universalizada quanto na Bahia, onde faça parte tão entranhada da paisagem humana. Como se aqui se realizasse um intento do Criador, passamos por cima de todas as barreiras que foram criadas e ainda são criadas contra a integração da Humanidade. As culturas de origem africana trazidas para cá, em todas as suas manifestações, não morreram aqui, mas se transformaram e se revivificaram, e hoje, apesar de às vezes não percebermos bem essa realidade, espantosa em qualquer outro país, são um exemplo para o mundo. Aqui se dissolveram, numa mistura esplendorosa e fecunda, original e única, raças, crenças, costumes, falas, hábitos, gostos e aparências - é difícil avaliar como isso é precioso e raro, forte e delicado ao mesmo tempo. Basta trazer à mente a História, pregressa e presente, de nossa espécie, para verificar como dificilmente, ou nunca, esse fenômeno acontece. Mas acontece aqui e assim se define nossa identidade. Somos os detentores - e temos o dever de também ser os guardiões - dessa magnífica singularidade. Não somos brancos, negros ou índios; somos baianos. Não pertencemos, no maior rigor da palavra, a nenhuma religião, nem mesmo somos ateus; somos baianos. Não pretendemos ser melhores que ninguém. Mas somos baianos”.
  • 25/02/2019Breves Comunicações

    Solicitação aos Deputados de apoio ao Projeto de Lei nº 869, de 2019, de autoria do orador, sobre a criação do Fundo de Amparo às Viagens Esportivas.

    Palavras-chave oficiais: PL 869/2019, PROJETO DE LEI ORDINÁRIA, FUNDOS, VIAGEM, ESPORTE.

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ADOLFO VIANA (Bloco/PSDB - BA. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, peço a atenção e o apoio de todos para o Projeto de Lei nº 869, de 2019, de minha autoria, que dispõe sobre a criação do Fundo de Amparo às Viagens Esportivas. Propomos que toda a milha gerada com recursos da União seja encaminhada a esse fundo de amparo ao esporte amador. Isso fará com que os nossos atletas que disputam competições no território nacional e internacional tenham ajuda através do Fundo de Amparo às Viagens Esportivas. Julgo ser esse um projeto de grande relevância para o nosso País e, por isso, espero contar com o apoio de todos os colegas desta Casa. Tenho certeza de que, ao aprovarmos esse projeto, os nossos atletas amadores de todo o território nacional serão beneficiados e poderão disputar competições importantes. Sra. Presidente, peço a V.Exa. que nosso pronunciamento seja incluído no programa A Voz do Brasil.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.