
Nome civil: Luciano Lorenzini Zucco · 52 anos
Bananômetro
95/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 98% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 96%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 85%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 26%das 841 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 76%das 702 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Gabinete 962, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 387 de 391 sessões
Votou nas votações
96%
Registrou voto em 1.087 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 48 projetos apresentados (2%)
Alinhamento com o governo
26%
Em 841 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
130 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 09/06/2026.
- 10/12/2024
O Deputado discutiu o Projeto de lei complementar nº 121, de 2024, que institui o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), destinado a promover a revisão dos termos das dívidas dos Estados e do Distrito Federal com a União firmadas no âmbito das Leis nºs 8.727, de 5 de novembro de 1993, e 9.496, de 11 de setembro de 1997, das Leis Complementares nºs 159, de 19 de maio de 2017, 178, de 13 de janeiro de 2021, e 201, de 24 de outubro de 2023, e da Medida Provisória nº 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, e prevê instituição de fundo de equalização federativa.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sras. e Srs. Parlamentares, telespectadores que nos assistem pela TV Câmara, o PLP 121/24 é, sem dúvida, um marco importantíssimo para a renegociação das dívidas dos Estados brasileiros com a União, um problema crônico que se arrasta por décadas, inviabilizando as finanças públicas e investimentos em áreas sensíveis para a população, como saúde, educação, mobilidade urbana e segurança. A proposta sobre a qual nos debruçamos agora cria o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados PROPAG, que oferece condições mais flexíveis de pagamento, redução de juros e maior prazo de parcelamento. Essa iniciativa visa aliviar o peso da dívida pública sobre os Estados, promover equilíbrio fiscal e maior capacidade de investimentos locais. Entre os principais pontos, podemos destacar: redução de juros e parcelamento, uso de ativos como quitação inicial, fundo de equalização federativa, contrapartidas e regras fiscais, fiscalização e sustentabilidade. O PLP 121 é uma tentativa de resolver dívidas estaduais acumuladas há décadas, que comprometem os investimentos e o desenvolvimento econômico regional. Ele busca um equilíbrio entre aliviar os Estados e manter a responsabilidade fiscal. Contudo, críticos alertam para potenciais impactos no equilíbrio financeiro da União, dada a magnitude dos subsídios envolvidos. No caso específico do Rio Grande do Sul, o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados é ainda mais importante, na medida em que ainda sentimos os reflexos da catástrofe climática que impactou diretamente a nossa economia. Os gaúchos, em especial, têm um enorme desafio pela frente. União e reconstrução são o que nos move neste momento. Precisamos do voto de todos os Parlamentares. Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e São Paulo são Estados que dão muito mais para a União do que dela recebem. É inadmissível que não possamos pagar dessa maneira as dívidas contraídas, que têm juros absurdos. Por isso, peço a todos os colegas que votem favoravelmente à renegociação das dívidas. - 10/12/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de lei complementar nº 121, de 2024, que institui o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), destinado a promover a revisão dos termos das dívidas dos Estados e do Distrito Federal com a União firmadas no âmbito das Leis nºs 8.727, de 5 de novembro de 1993, e 9.496, de 11 de setembro de 1997, das Leis Complementares nºs 159, de 19 de maio de 2017, 178, de 13 de janeiro de 2021, e 201, de 24 de outubro de 2023, e da Medida Provisória nº 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, e prevê instituição de fundo de equalização federativa.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Voto contrário,Oposição política
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O Rio Grande do Sul, pelo pacto federativo, dá muito mais dinheiro ao Governo Federal do que recebe. O Rio de Janeiro dá muito mais dinheiro ao Governo Federal do que recebe, assim como Goiás, São Paulo, Minas Gerais. É impressionante que tenhamos que continuar pagando absurdos de juros. É impressionante que a União não entenda que um Estado precisa se desenvolver. E o Rio Grande do Sul precisa dessa ajuda, ainda mais neste ano, em que passamos as piores enchentes da história do Estado. Por isso, a Oposição orienta "não" à retirada. - 03/12/2024Breves Comunicações
O Deputado repudiou a omissão do Governo Federal em relação às invasões de terras praticadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do Sul. Ademais, lembrou que, em Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), foram comprovados diversos crimes praticados pelo MST.
Palavras-chave oficiais: Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Invasão de terra rural,Rio Grande do Sul,Governo federal,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Crime,Política fundiária,Política de segurança pública
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, V.Exa., que também é gaúcho, e o próximo orador devem estar decepcionados com as notícias de hoje de manhã. Fui Presidente da CPI do MST. Estou aqui com o Deputado Ricardo Salles, que foi o nosso brilhante Relator. Hoje, provamos os crimes que são cometidos no campo, não só esbulho possessório, mas também trabalho análogo à escravidão, dano ao patrimônio, porte ilegal de armas. O Governo atual está de sacanagem e simplesmente permite invasões de propriedade. O Rio Grande do Sul chora, clama por ajuda, por recurso, enquanto o MST, no nosso Estado, invade propriedade que produz. Isso é inadmissível, é criminoso, como é este Governo! - 27/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a Esquerda por suas narrativas e pelo foco contínuo em críticas ao ex-Presidente Bolsonaro, em contraposição ao histórico de condenações judiciais por corrupção do Presidente Lula. Destacou, também, escândalos recentes no Governo, como casos envolvendo Ministros e problemas na economia, segurança e educação, concluindo que Lula não permanecerá no cargo após 2026.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Discurso parlamentar,Assunto,Ex-presidente da República,histórico,Condenação judicial,Corrupção,Economia,Segurança pública,Educação,Eleições,Presidência da República
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Sr. Presidente, nós temos que realmente pensar em como a Esquerda gosta das narrativas. Neste minuto, eu só vou dizer que, enquanto eles sonham em querer aprisionar o maior líder conservador de Direita da história, eles têm um descondenado que foi preso por quase 2 anos. Dez juízes, três instâncias, casos de corrupção, quadrilheiros! Presidente, é impressionante a narrativa da Esquerda. Querem falar do Bolsonaro a cada 5 segundos. Eu quero saber como é que está a economia no País, a segurança e a educação. É só escândalo: é Ministro assediador, é Ministra da Saúde perdendo vacina, é economia fraca! Presidente Lula, você vai sair em 2026! - 26/11/2024
O Deputado agradeceu o apoio ao Projeto de Lei nº 4.448, de 2024, que autoriza o Poder Executivo federal a conceder subvenção econômica, sob a forma de desconto para liquidação ou renegociação de parcelas de operações de crédito rural de custeio, de investimento e de industrialização contratadas por mutuários que tiveram perdas materiais decorrentes dos eventos climáticos extremos ocorridos nos meses de abril e maio de 2024 em Municípios do Estado do Rio Grande do Sul que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecido pelo Poder Executivo federal, e altera a lei que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Subvenção econômica,Rio Grande do Sul,Crédito rural,Fenômeno meteorológico adverso
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente, pelas palavras. Eu quero agradecer também ao Deputado Bohn Gass pelo entendimento e por ceder em muitas pautas. Com certeza, ele mostrou que, antes das diferenças, está o nosso Estado. Mais uma vez, nas pessoas da Grazi, da Fernanda e da Gisele, quero parabenizar o nosso SOS Agro RS, um movimento muito forte e muito legítimo. Elas estão emocionadas aqui, porque são guerreiras, são mulheres que estão há meses lutando por um setor muito carente, que, neste momento, está sendo atendido em parte, sim, mas de uma forma muito propositiva. Agradeço a todos que estão nos apoiando, à FARSUL, aos sindicatos rurais. Mais uma vez, parabenizo e agradeço aos agricultores que estão lá, de sol a sol, ajudando não só o nosso Estado do Rio Grande do Sul, mas o nosso País. Parabéns, SOS Agro RS! Parabéns, Congresso Nacional, que vai aprovar, de forma unânime, este projeto importante! - 26/11/2024
O Deputado proferiu parecer às emendas de Plenário oferecidas ao Projeto de Lei nº 4.448, de 2024, que autoriza o Poder Executivo federal a conceder subvenção econômica, sob a forma de desconto para liquidação ou renegociação de parcelas de operações de crédito rural de custeio, de investimento e de industrialização contratadas por mutuários que tiveram perdas materiais decorrentes dos eventos climáticos extremos ocorridos nos meses de abril e maio de 2024 em Municípios do Estado do Rio Grande do Sul que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecido pelo Poder Executivo federal, e altera a lei que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito.
Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Subvenção econômica,Crédito rural,Calamidade pública,Fenômeno meteorológico adverso,renegociação,Trabalhador rural,Rio Grande do Sul,Parecer (proposição legislativa)
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, mais uma vez, eu quero ressaltar a presença aqui da Grazi Camargo, do nosso SOS Agro RS, que muito lutou por este momento. Já falei anteriormente e ressalto agora que nós ainda precisamos avançar muito, pois o agro gaúcho chora, clama por ajuda, mas avançamos, sim. Atendemos alguns anseios e continuaremos lutando pelos nossos agricultores. Parabéns, SOS Agro RS, pelo brilhante trabalho! Passo a ler o voto. "I - Voto do Relator Durante a discussão da matéria, foram apresentadas duas emendas de Plenário. Após amplo diálogo com diversos Líderes partidários, entendemos que a proposição já contempla, de modo satisfatório, as providências para alcançar os seus objetivos. Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, somos pela rejeição de todas as emendas de Plenário apresentadas. Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela adequação financeira e orçamentária de todas as emendas de Plenário apresentadas e, no mérito, somos pela rejeição de todas as emendas de Plenário apresentadas. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa de todas as emendas de Plenário apresentadas." Era isso, Sra. Presidente. - 26/11/2024
O Deputado proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 4.448, de 2024, que autoriza o Poder Executivo federal a conceder subvenção econômica, sob a forma de desconto para liquidação ou renegociação de parcelas de operações de crédito rural de custeio, de investimento e de industrialização contratadas por mutuários que tiveram perdas materiais decorrentes dos eventos climáticos extremos ocorridos nos meses de abril e maio de 2024 em Municípios do Estado do Rio Grande do Sul que tiveram estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecido pelo Poder Executivo federal, e altera a lei que institui o Programa Emergencial de Acesso a Crédito.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Subvenção econômica,renegociação,Crédito rural,Fenômeno meteorológico adverso,Calamidade pública,Situação de emergência,Trabalhador rural,Rio Grande do Sul,Recuperação econômica,Parecer (proposição legislativa)
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Presidente, peço a V.Exa. licença para ir direto à conclusão do voto, mas antes quero agradecer por todo o movimento que foi feito. Nós entendemos que ainda será necessário avançarmos em várias pautas relacionadas ao agro do Rio Grande do Sul, que saiu tão sofrido, tendo perdido safras, tendo perdido, em muitos casos, a propriedade, mas avançamos consideravelmente. Conseguimos impor o prazo para análise dos laudos encaminhados pelos produtores que tiveram prejuízo acima de 60%. Caso esse prazo não seja cumprido, os produtores terão seus laudos aceitos de forma tácita. Conseguimos também avançar ao permitir a prorrogação para os créditos advindos de recursos livres. Enfim, avançamos, sim, em inúmeros pontos, deixando bem claro, logicamente, que precisamos avançar ainda mais, pois uma grande parcela dos produtores não foi atendida. Então, conseguimos impor, como eu disse, o prazo para a análise dos laudos e permitir também a prorrogação para que os créditos advindos de recursos livres sejam feitos. "Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural CAPADR, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 4.448, de 2024, nos termos do substitutivo. No âmbito da Comissão de Finanças e Tributação CFT, somos, no mérito, pela aprovação do Projeto de Lei nº 4.448, de 2024, e do substitutivo da CAPADR, e pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 4.448, de 2024, e do substitutivo da CAPADR. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 4.448, de 2024, e do substitutivo da CAPADR." Mais uma vez, parabenizo todos os que entenderam este momento da construção possível, mas ressalto que muito ainda precisamos avançar para ajudar esse setor tão atingido, o setor do agro no Rio Grande do Sul. Era isso, Sra. Presidente. - 26/11/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.469, de 2024, que altera a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 – Código Brasileiro de Aeronáutica, e a Lei nº 7.957, de 20 de dezembro de 1989, para dispor sobre medidas de aumento da capacidade de resposta do Poder Público frente às ocorrências de incêndios florestais e demais hipóteses que especifica. Além disso, criticou o arquivamento, pela Comissão de Ética Pública da Presidência, da denúncia contra um Ministro acusado de assédio, chamando atenção para o silêncio das Deputadas da Esquerda sobre o caso. Questionou o sigilo imposto ao processo e classificou a decisão como absurda.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Ministro de Estado,Acusação,Assédio sexual,Denúncia,Arquivamento,Comissão de Ética Pública,Presidência da República,Deputada federal,Esquerda política,Silêncio,Crítica
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Comissão de Ética Pública da Presidência arquivou a denúncia contra o Ministro assediador. Eu quero saber onde é que estão as Deputadas da Esquerda! Sumiram! O SR. CABO GILBERTO SILVA (PL - PB) - O taradão do Ministério. O SR. ZUCCO (PL - RS) - O taradão agora, Presidente... A Comissão de Ética do Lule arquivou a denúncia e disse que ela está sob sigilo. Que absurdo! O SR. CABO GILBERTO SILVA (PL - PB) - Que situação, meu Deus! O SR. ZUCCO (PL - RS) - A Oposição orienta "sim". - 26/11/2024
O Deputado destacou uma série de pautas que considerou negativas no cenário nacional. Criticou o indiciamento dos Deputados Marcel van Hattem e Cabo Gilberto Silva, alegando afronta à imunidade parlamentar prevista na Constituição. Também denunciou irregularidades envolvendo incentivos financeiros a artistas alinhados ao Governo Federal, mencionando acusações feitas por Jojo Todynho. Além disso, condenou a possibilidade de reforma agrária em propriedades produtivas, associando o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) a práticas ilegais. Manifestou seu apoio ao Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, e defendeu a valorização do agronegócio.
Palavras-chave oficiais: indiciamento,Deputado federal,Polícia federal,Imunidade parlamentar,Imunidade material Incentivo financeiro,Artista,Apoio político,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Recursos orçamentários Projeto de lei ordinária,Reforma agrária,Propriedade produtiva,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Agronegócio
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, é importante salientar que esta é mais uma semana em que apresentamos pautas negativas no cenário nacional. Poderíamos começar abrindo aspas no art. 53: "Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer" vou sublinhar "quaisquer" "de suas opiniões, palavras e votos". Falo do indiciamento contra o meu colega Deputado Marcel van Hattem e contra o meu colega Deputado Cabo Gilberto, não por se tratar de Deputados conservadores, de direita, mas por se tratar da Constituição, da Carta Magna. Eu me pergunto se os Deputados de esquerda concordariam se algum colega aqui no Plenário fosse indiciado por um comentário feito, já que a Constituição o preserva, seja ele contrário ao Bolsonaro, seja ele contrário ao Governo Federal. Isso é inadmissível, isso é irresponsável e, por que não dizer, isso faz com que a Câmara dos Deputados se enfraqueça cada vez mais. Não tenho dúvida de que esta Casa, hoje, na presença do Presidente, vai se pronunciar oficialmente. Não podemos permitir esse desrespeito à Casa do Povo. Continuando nas pautas negativas, registro que uma artista que não foi beneficiada pelo Governo Lula fez uma denúncia gravíssima: Jojo Todynho afirmou claramente que lhe disseram que, se apoiasse o Governo Lula, ganharia uma cifra alta, de mais de 1 milhão de reais. Convidamos essa artista a vir a esta Casa para falar sobre isso, pois essa pauta é gravíssima. Talvez seja por isso que os artistas do Governo Lula não cantam mais "Salve a Amazônia!", não falam mais sobre desmatamento. Será que é porque estão sendo beneficiados? Espero que ela venha aqui comentar também isso. Sobre a pauta da propriedade produtiva, Deputado Messias Donato, Deputado Rodolfo Nogueira, Deputados que nos ouvem, chega a ser uma piada o Parlamentar ter que defender que uma propriedade produtiva não deve ser alvo de reforma agrária. Meus amigos, quantas dezenas ou centenas de lotes já foram distribuídas para a comunidade do MST sem que nada tenha sido produzido? Agora, justo esse grupo criminoso quer as propriedades produtivas, Deputado Messias! E eu não falo só do esbulho possessório que foi evidenciado na CPI do MST, mas também do dano ao patrimônio, da corrupção de menores, do trabalho análogo à escravidão. O Deputado Rodolfo Nogueira, de forma brilhante, está querendo pautar um tema que é legítimo: a preservação das propriedades produtivas. Eu quero saber onde este Governo, que gosta de bater no peito e dizer que somos o celeiro do mundo, que alimentamos mais de 1 bilhão de cidadãos mundo afora, vai produzir? Nos assentamentos? Está de sacanagem! Fica aqui registrada a nossa indignação, bem como a necessidade de que esse projeto seja votado, de que valorizemos o agronegócio, porque o agro não é fascista. O agro produz, o agro alimenta, o agro é responsável por um quarto do PIB da nossa Nação, e não é com essas narrativas baixas da Esquerda que nós vamos desvalorizar a nossa agricultura, o nosso agronegócio. - 18/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou a fala de um colega do PT, chamando-a de "piada" e fazendo referência à Primeira-Dama Janja, a quem acusou de envergonhar o Brasil. Em seguida, tratou da situação das vacinas no Brasil, destacando que 12 Estados estão sem imunizantes e que 11 milhões de doses foram incineradas devido à falta de planejamento. Questionou a ausência de críticas mais fortes ao Governo, sugerindo que, se fosse o Governo anterior, o Presidente Lula seria chamado de genocida pela situação.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Discurso parlamentar,justificativa,declaração,Primeira-dama,Ofensa,Empresário,Estados Unidos,Crítica Governo federal,Vacina,incompetência,gestão,Presidente da República,Genocida,Crítica
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, depois de ouvir a fala do Deputado do PT, uma piada, sobre essa anã diplomática, a Janja, que paga mico, que realmente nos envergonha, vimos que a justificativa dele é rasteira. Eu poderia falar sobre várias pautas aqui, como o descaso do Governo Federal com o Rio Grande do Sul, mas, aproveitando que estou do lado do nosso sempre Ministro Osmar Terra, eu vou falar da pauta das vacinas, para relembrá-la, até porque a Ministra incompetente esteve nesta Casa e não respondeu nada. Sr. Presidente, 12 Estados estão sem vacina; 11 milhões de vacinas foram incineradas por incompetência. E eu quero fazer aquela pergunta, Ministro Osmar: não vão chamar o Lula de genocida agora? Não vão chamar este Governo Federal de incompetente e irresponsável? Em 2026, estaremos de volta. - 12/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal, chamando atenção para uma matéria que relata a falta de vacinas em 11 Estados e no Distrito Federal, incluindo imunizantes contra doenças graves como COVID-19, meningite e HPV. Questionou se a Esquerda aplicará ao Presidente Lula o mesmo termo “genocida” usado contra adversários políticos em situações semelhantes, e cobrou a exoneração da Ministra da Saúde. Também apontou problemas econômicos, como o aumento do dólar e cortes de gastos, que atribuiu a uma gestão fiscal desordenada.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Artigo de jornal,Vacina,Coronavírus,Meningite,Papiloma Vírus Humano (HPV),Genocida,Ministra de Estado,Ministério da Saúde,Exoneração Governo federal,Dólar,aumento,Ajuste fiscal,Política econômica
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é impressionante a irresponsabilidade, a maldade, os crimes que são cometidos pelo Governo Federal. Não sou eu que estou dizendo isso, não. Há uma matéria do Metrópoles cuja manchete é Ministério da Saúde deixa vacinas faltarem em 11 Estados e no DF. Espere aí! Quais vacinas? São vacinas contra COVID-19, meningite, pneumonia, HPV, sarampo, caxumba e várias outras doenças. Há um detalhe: a imprensa já denunciou que quase 11 milhões de vacinas foram incineradas. Que governo é este? É um governo criminoso, que está deixando faltar vacinas. Eu quero saber se a Esquerda vai chamar o Sr. Presidente Lula de genocida. Ele está deixando faltar vacinas e incinerando outras. Quero saber se ele vai exonerar a Ministra da Saúde incompetente, a quem vamos amanhã, numa convocação, perguntar que gestão irresponsável e criminosa é essa. O que foi dito na campanha era só teatro, Deputados, era só narrativa. A hipocrisia deste Governo Federal é gigante. O dólar está aumentando. Está havendo cortes de gastos. Por quê? Porque gastam demais, de forma irresponsável. Mas nós estamos atentos. Com certeza, essas fraudes e irresponsabilidades cada vez mais irão aparecer, e, consequentemente, voltaremos em 2026. Aguardem-nos! - 29/10/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou indignação com o cancelamento das penas de José Dirceu, criticando o histórico criminal do ex-Ministro e lamentando a falta de avanço no projeto de anistia. Ironizou a diferença de tratamento entre delitos, sugerindo que casos de corrupção são minimizados enquanto ações simbólicas, como escrever em uma estátua, são consideradas crimes graves. Afirmou que os eleitores estão atentos a essa situação e indicou que haverá um retorno da sua base política nas eleições de 2026.
Palavras-chave oficiais: Ex-ministro de Estado,Partido dos Trabalhadores (PT),anulação,Condenação judicial,incoerência,Pena injusta,Corrupção,Vandalismo,Projeto de lei ordinária,anistia,participação,Manifestação pública,Eleitor,Eleição
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é inadmissível o que vimos hoje: Zé Dirceu virando anjo. Foram canceladas as penas de um cara que, historicamente, tem o seu legado baseado em crimes. Ao mesmo tempo, estamos vendo esta Casa não avançar no projeto da anistia. Afinal de contas, dinheiro na cueca não é problema, mas escrever de batom numa estátua "Perdeu, mané!" é um grande crime. Isso é uma vergonha! Mas o País está vendo, viu nas eleições. Em 2026, vamos estar de volta. - 10/09/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 72, de 2024, que altera a Lei Complementar nº 141, de 13 de janeiro de 2012, que regulamenta o § 3º do art. 198 da Constituição Federal, para dispor sobre as despesas de custeio e de investimento com os hospitais universitários federais, para fins de apuração do gasto mínimo constitucional em saúde. Destacou que os parlamentares não tiveram tempo para ler a pauta em discussão. Aproveitou para criticar a Esquerda, mencionando a falta de posicionamento de suas Deputadas em relação ao afastamento de um indivíduo que ele chamou de "taradão" e associou ao caso de Anielle Franco. Afirmou que a Esquerda adota uma postura seletiva e incoerente, focando apenas em narrativas. Desafiou as Deputadas a se pronunciarem sobre o ocorrido.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Obstrução parlamentar,Oposição política Assédio sexual,Ex-ministro de Estado,Ministro de Estado dos Direitos Humanos,Esquerda política,atuação
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Gostaria de orientar pela Oposição. Nós estamos em obstrução devido ao desrespeito que aconteceu hoje. Estamos com uma pauta que ninguém nem conseguiu ter tempo para ler. Eu também tenho que aproveitar e falar algo, já que a Esquerda é totalmente incoerente. Estou vendo aqui Deputadas da Esquerda, mas até agora não ouvi nenhum posicionamento delas inclusive, espero que a Deputada que está me olhando se posicione em defesa de Anielle Franco. O taradão simplesmente foi afastado. E eu não vi uma Deputada aqui defender mulher. Elas vão agora, após a minha fala, subir à tribuna e falar contra o taradão, Presidente. Então, fica claro que nem sempre é ideal o que a Esquerda prega, é só narrativa; ela é seletiva. - 10/09/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 2.762, de 2024, que institui a Política Nacional de Cuidados.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Obstrução parlamentar
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou ler, alto e bom som, o inciso VIII: "promover a mudança cultural relacionada à divisão sexual, racial e social do trabalho de cuidado". Eu preciso ler de novo, Presidente? A Oposição indica "obstrução". - 09/09/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal, chamando-o de desastroso e acusando-o de ser responsável por uma série de escândalos. Questionou a indicação do ex-Ministro dos Direitos Humanos à ONU e destacou a hipocrisia da mídia e de artistas no trato com as queimadas na Amazônia e no Pantanal, além de mencionar o silêncio sobre feminicídios e mortes de ianomâmis. Também criticou o Ministro Paulo Pimenta pela gestão ineficaz dos desastres no Rio Grande do Sul e cobrou esclarecimentos sobre a suspensão das licitações da SECOM. Por fim, defendeu o impeachment do Ministro Alexandre de Moraes, que conta com o apoio de Parlamentares e da população.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Gestão administrativa,Ex-ministro de Estado,Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania,Organização das Nações Unidas (ONU),Queimada,Floresta Amazônica,Pantanal,Feminicídio,Ianomâmis,Artista,manifestação,Licitação,Secretaria de Comunicação Social (SECOM) Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal Ministro-Chefe,atuação,Inundação,Enchente,Rio Grande do Sul
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu gostaria de começar falando do desastre que é esse Governo Federal desastre. Há irresponsabilidade atrás de irresponsabilidade, escândalo atrás de escândalo. Vamos começar. Eu ouvi aqui o Deputado Nikolas falando do Silvio taradão. Eu acho que nós temos que ter muita calma, porque, pelo que nós entendemos, o Ministro Silvio que veio aqui com a voz mansa gosta de avançar o sinal, e não só com a Ministra; várias denúncias estão acontecendo. Espero que esse Governo irresponsável não o indique para cargo nenhum, nem para a tal ONU, como me disseram. Seria inadmissível. Sobre as queimadas, cadê os cantores e os atores, Deputado Mario Frias? Cadê esses caras? Será que a Lei Rouanet ficou mais forte agora? Onde é que estão os cantores, atores e atrizes? É impressionante a hipocrisia da Esquerda e desse pessoal da grande mídia, que deve estar com o seu trocado no bolso e, agora, não vê mais o que está acontecendo no Pantanal ou na Amazônia. Há recordes de queimadas. Feminicídios. Por que não falam mais sobre as taxas de feminicídio? E sobre as mortes dos ianomâmis? Que Governo irresponsável. O Governo Federal demitiu o Ministro Pimenta do Rio Grande do Sul. Por quê? Deputado Mario Frias, por quê? Foi lá, passeou de helicóptero, fez mil promessas, e não entregou nada. Pergunte aos Prefeitos do Vale dos Sinos. As pessoas perderam suas casas, perderam seus empregos, perderam suas vidas, e vai lá um cara, como pré-candidato a majoritário em 2026, fazer campanha. E está voltando, Gayer, no mico. Mas aguarde, Ministro. Quando o senhor voltar para a SECOM, nós vamos descobrir por que as licitações foram suspensas. Presidente Cabo Gilberto, as licitações foram suspensas. Eles não querem mais fazer a licitação da SECOM, aquela de 197 milhões de reais, que foi anteriormente divulgada. O que houve? Não vai mais precisar divulgar o Governo e as suas narrativas? Por último, o impeachment do Alexandre de Moraes. E aqui eu faço uma colocação muito importante e rápida. Hoje, dezenas de Parlamentares, 153 Deputados, assinaram o pedido, e mais de 30 Senadores estão apoiando. Senador Rodrigo Pacheco, exerça a sua função no cargo de Presidente do Congresso! Respeite esta Casa! Respeite o mais de 1 milhão de brasileiros que assinaram o pedido de impeachment! Respeite a Paulista! Respeite o povo. Fora, Lula! E impeachment do Xandão! - 14/08/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal por sua falta de apoio ao Rio Grande do Sul, acusando-o de desrespeito e politicagem, afetando negativamente o agro, o comércio e os cidadãos. Ele também exigiu o impeachment do Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, citando abusos de poder e abusos contra o cidadão brasileiro. Pediu ao Senado que tome uma atitude corajosa para combater a ditadura da toga, defendendo a substituição de Moraes por um magistrado de excelência.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Auxílio financeiro Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,Autoritarismo,Abuso de poder,Senado Federal
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, temos duas pautas que me chamam a atenção. A primeira são as marcas do Governo Federal com o meu querido Estado do Rio Grande do Sul, quais sejam: desrespeito, maldade, mentira. O Governo Federal sangra os gaúchos, não ajuda o agro, não ajuda o comércio, não ajuda as cidades. É impressionante como a politicagem deste Governo Federal impera em solo gaúcho! Apresentaram uma medida provisória horrível, um decreto pior ainda. E quem sofre? O povo gaúcho, que perdeu casa, perdeu emprego, e muitos perderam seus entes queridos. Vergonha! A segunda pauta, não menos importante, fala sobre a chegada da hora. Alexandre de Moraes, chegou a sua hora. Você será "impeachmado". Nós não vamos permitir ainda mais abusos contra o cidadão brasileiro. Meus amigos cidadãos, nós já tínhamos o inquérito das fake news, as prisões excessivas e absurdas. E agora há denúncias robustas de abuso de poder e, por que não dizer, de crimes. Cabe ao Senado da República ter a coragem moral de representar cada brasileiro que passou a procuração para que eles bem representem. Não podemos admitir a ditadura da toga no nosso País. Há tantos magistrados de excelência que poderiam ocupar aquela cadeira! Por isso, não há nada mais, nada menos que a única solução: a queda do Ministro Alexandre de Moraes. - 19/06/2024
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.536, de 2024, que concede remissão e posterga o pagamento das parcelas vencidas e vincendas em 2024 relativas, respectivamente, a financiamentos de custeio agropecuário e a financiamentos de comercialização e de investimento rural, contratados por produtores rurais que desenvolvem suas atividades em áreas efetivamente atingidas pelos eventos climáticos extremos ocorridos nos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul com estado de calamidade pública ou situação de emergência reconhecidos pelo Poder Executivo Federal.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Para nós que somos gaúchos, cada minuto importa neste momento, porque estamos mergulhados nessa catástrofe desde o início, vendo o sofrimento das pessoas e as consequências para toda a sociedade gaúcha. É por isso que o dia de hoje entra para a história deste Parlamento. Estamos fazendo justiça a milhares de produtores gaúchos que perderam absolutamente tudo. Nosso projeto, o Projeto de Lei nº 1.536, de 2024, concede anistia e suspende por até 2 anos o pagamento das dívidas de crédito rural, custeio e investimento nas operações realizadas pelos produtores rurais. Percebam o drama dos homens e das mulheres do campo, pequenos, médios ou grandes produtores. Mais de 200 mil propriedades rurais foram afetadas no Rio Grande do Sul, ou seja, um terço das 600 mil propriedades registradas no último censo agropecuário. As perdas econômicas são enormes. A toda semana surge um novo cálculo. Dados da Confederação Nacional de Municípios apontam para perdas na agropecuária que ultrapassam os 3 bilhões de reais. Se formos computar todos os setores econômicos, essa conta sobe, acreditem, Srs. Parlamentares, para mais de 11 bilhões de reais até o momento. E as chuvas não param. Inclusive, hoje voltaram e voltaram com muita força. Quero também salientar que somente na soja, a quebra da safra supera os 10%. E temos problemas graves em diversos setores, não só nos grãos. Nós temos pressa. Precisamos dar uma resposta aos agricultores gaúchos que clamam por socorro. Por isso, estamos dando um passo muito importante para devolver a eles competitividade e condições para que recomecem e recuperem a vida. Eles precisam continuar a fazer o que mais sabem: alimentar o Brasil, alimentar o mundo, gerar riqueza, renda e também oportunidade para todos. Agradeço a todos os Parlamentares e ao nosso Relator Afonso Motta e peço que votem "sim". - 11/06/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal pela compra de arroz e anunciou a continuidade da coleta de assinaturas para uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Acusou o Governo de ser desumano com os gaúchos e o agronegócio, preferindo importar arroz asiático em vez de apoiar a produção nacional.
Palavras-chave oficiais: Arroz,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Agronegócio,Produção nacional,Governo federal,Leilão (licitação),Importação
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero falar para V.Exa. e para todos os que nos acompanham da repercussão da CPI do arrozão do Lula. Eu não sei se notaram, mas o Governo, o Planalto, está apavorado. Depois de comprar arroz de sorveteria, casa de queijo, empresa de maquinário pesado, casa de suco, de ter envolvimento de pessoas que inclusive já caíram, agora eles estão cancelando o leilão. Não vamos desistir. Vamos continuar colhendo assinaturas. A CPI do arrozão vai sair. E, mais uma vez, deixo claro que esse Governo é desumano não só com os gaúchos como também com o agronegócio, pois temos arroz, mas, logicamente, para eles o que interessa é o arroz asiático. Isso é inadmissível. CPI já! - 04/06/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com a falta de apoio do Governo Federal aos produtores rurais gaúchos, destacando um prejuízo de R$ 3,5 bilhões. Criticou a importação de arroz asiático, que é tratado com defensivos proibidos no Brasil, prejudicando os produtores locais que já têm arroz suficiente. Acusou o Presidente Lula de irresponsabilidade e cobrou uma postura mais firme do Governador Eduardo Leite, que não se opôs a essa medida prejudicial. Defendeu a anistia de dois anos às dívidas de custeio e investimento dos produtores gaúchos.
Palavras-chave oficiais: Arroz,Rio Grande do Sul,Produtor rural,Importação,Ásia,anistia,Dívida agrária
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, para nós gaúchos cada minuto importa, cada minuto importa. Infelizmente, nós não estamos conseguindo avançar num projeto que traga anistia para as dívidas de custeio e investimento do produtor rural gaúcho. Nós estamos falando de um prejuízo da ordem de 3,5 bilhões de reais. Se formos falar de outros setores, o Rio Grande do Sul está tendo prejuízo de dezenas de bilhões de reais. E este Governo Federal, de irresponsáveis, simplesmente, na contramão da ajuda, vai lá e importa arroz asiático. Gente, além de não ajudar o povo gaúcho, ele está importando arroz. Cadê a canhotada? Cadê os esquerdistas? É um arroz, inclusive, que recebe defensivos que aqui não pode haver. Isso é um absurdo, é uma irresponsabilidade, é um desrespeito! Nós estamos sofrendo. Além de não ajudar as mais de 200 mil propriedades atingidas, ele ainda prejudica os produtores do Rio Grande do Sul. E o detalhe é que a FEDERARROZ disse: "Temos arroz para dar para o nosso País. Nós já tínhamos, inclusive, feito a colheita". Apesar disso, o Sr. Presidente Lula, irresponsável, que não está ajudando em nada, que, inclusive, impôs um Ministro incompetente, que em nada ajuda, vai lá e importa arroz no momento em que nós precisamos fortalecer o agro gaúcho. Governador Eduardo Leite, o senhor, além de ter sido um omisso ao não se opor a esse desrespeito de Paulo Pimenta, ainda fica em silêncio quando prejudicam o nosso produtor do Rio Grande do Sul. Eu espero, Sr. Presidente, que nós possamos aprovar esse projeto de lei que traz anistia, por 2 anos, das dívidas referentes a investimentos e a custeio para os gaúchos. Nós precisamos sobreviver. O povo gaúcho pede ajuda. Governo Federal, deixe de ser irresponsável! - 21/05/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento de votação do Projeto de Lei nº 709, de 2023, que dispõe sobre impedimentos aplicados aos ocupantes e invasores de propriedades em todo território nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Oposição política
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O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em breve, o Movimento Sem Terra acabará. Esta Casa irá aprovar o projeto que vai dar um fim ao movimento terrorista sem terra. Disseram que a CPI não teria resultado. Pois bem, invasores não terão direito a programas sociais, como Bolsa Família; invasores não poderão ser nomeados a cargos públicos. Atenção, militantes do MST! Comecem a evacuar, a esvaziar esse movimento. Esse projeto passará na Câmara e no Senado. Mesmo que ele seja vetado pelo descondenado, vamos derrubar o veto nesta Casa e terminar com esse movimento que nunca deveria... (Desligamento do microfone.)
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.