Pular para o conteúdo
Detector de Bananada
Foto de Zucco

Deputado · Câmara

Zucco

PL · RS

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luciano Lorenzini Zucco · 52 anos

Baixar imagem para storyComparar com…

Bananômetro

Bananômetro: 95 de 100, Cara Bom0406080100

95/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 98% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 96%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 85%

    discursos na tribuna (percentil)

Fale com Zucco

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.zucco@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5962
Gabinete
Gabinete 962, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 387 de 391 sessões

Melhor que 87% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

96%

Registrou voto em 1.087 de 1.128 votações nominais

Melhor que 97% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 48 projetos apresentados (2%)

6 avançaram · 30 em andamento · 11 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

26%

Em 841 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 9% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

130 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 09/06/2026.

  • 09/06/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado defendeu a aprovação do projeto de securitização das dívidas rurais, com alongamento do prazo, juros menores e ampliação do crédito para produtores endividados. Ainda sobre o assunto, criticou a falta de apoio da Esquerda e a ausência do Governo Estadual em Brasília para articulação em favor da proposta. Além disso, afirmou que muitos produtores enfrentavam dificuldades até para despesas básicas e ressaltou que o agro não tinha bandeira partidária. Por fim, mencionou que 43 produtores gaúchos tiraram a própria vida em razão do endividamento.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Securitização,Dívida agrária,Governo estadual,Esquerda política,Produtor rural,endividamento,Senado Federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós estamos à véspera de aprovar o Projeto da Securitização no Senado, com alongamento da dívida, juros menores e crédito para esses produtores que estão com o nome sujo. Mas, pasmem, nós recebemos mais de cem produtores rurais aqui, Parlamentares unidos, mas nenhum Deputado da Esquerda estava apoiando a securitização. E o pior: o Governo Estadual não está em Brasília para articular, para fazer a boa política, não só para aprovar o projeto, mas também para que ele venha rapidamente para a Câmara e seja sancionado. Os produtores rurais não têm dinheiro para comer, não têm dinheiro para pagar a água e a luz, e nós não temos o apoio da bancada federal como um todo. Presidente, eu finalizo dizendo que o agro não tem bandeira partidária. Falam que o agro é pop, que alimenta o mundo, que é o celeiro do mundo, mas, na hora de respeitar o produtor rural, eles o desrespeitam. Para terminar, Sr. Presidente, eu registro que 43 gaúchos, 43 produtores rurais, tiraram a própria vida em função dessa dívida que não consegue ser paga.
  • 30/04/2026orientação de bancadaOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do Veto Total nº 3, de 2026, aposto ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que trata da dosimetria da pena.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Veto total,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Para orientar a bancada. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, pelo devido processo legal, pela ampla defesa, pela justiça às famílias que estão até hoje sofrendo, pela nossa liberdade, pelo saudoso Clezão — estamos aqui com a família dele —, em homenagem a esse guerreiro, e simplesmente também pelo maior líder da Direita, Jair Messias Bolsonaro, a Direita vota "não". (Palmas.) E esperem que a anistia ampla, geral e irrestrita vai vir com a eleição de Flávio Bolsonaro.
  • 07/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado informou a realização de evento político no Rio Grande do Sul, previsto para o dia 11, no Parque Harmonia, com a presença de lideranças da Direita. Destacou a participação do Senador Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República e anunciou o lançamento de pré-candidaturas ao Governo estadual e ao Senado, incluindo nomes para a Câmara e outras funções. Informou que o encontro teve como objetivo mobilizar apoiadores e apresentar propostas para o estado. Também fez convite à população gaúcha para participação no evento.

    Palavras-chave oficiais: Pré-candidato,Partido Liberal (PL),Direita política,Rio Grande do Sul

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, as maiores lideranças da Direita estarão presentes no Rio Grande do Sul, sábado, dia 11, às 11 horas, no Parque Harmonia, com nosso pré-candidato a Presidente da República, Flávio Bolsonaro. Teremos também o lançamento da nossa pré-campanha ao Governo do Estado e o lançamento da pré-campanha dos candidatos Deputados Marcel van Hattem e Ubiratan Sanderson a Senador. Estamos mostrando que o Rio Grande do Sul pode e merece muito mais. Convidamos todo o Rio Grande para estar presente.
  • 10/12/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do § 9° do Art. 126 da Lei nº 7.210, de 1984, constante do art. 1º do substitutivo apresentado ao Projeto de lei nº 2162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. 

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós entendemos que o texto não é o ideal. Nós queríamos a anistia ampla, geral e irrestrita, mas logicamente centenas de pessoas poderão voltar para casa. Entendemos também o lado humano do Presidente Bolsonaro ao deixar a liberdade em prol dos injustiçados, mas nos chama a atenção o fato de que, enquanto eles verdadeiramente foram anistiados cometendo crimes, os nossos estão sendo perseguidos. Por isso, nós orientamos "sim" ao texto, Sr. Presidente.
  • 10/12/2025discussãoOrdem do Dia

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,favorável,Projeto de lei ordinária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Sem revisão do orador.) - Os presos têm pressa. O voto é "sim", Presidente.
  • 18/11/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 25, apresentada ao Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei de Combate ao Crime Organizado, o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei dos Crimes Hediondos, a Lei da Prisão Temporária, e a Lei de Execução Penal, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta "sim". Acredito que alguns milhares de votos vão ser perdidos pela Esquerda e por Lula. A Esquerda deixa claro com esse projeto da segurança pública que é negacionista na área da segurança. Então, nós orientamos "sim". E sofre e chora a pauta da Esquerda.
  • 18/11/2025como líderOrdem do Dia

    O Deputado afirmou que o Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2013, o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 1990, a Lei nº 7.960, de 1989, e a Lei nº 7.210, de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País, representa “a primeira grande ofensiva do Parlamento contra o crime organizado”. Disse que a proposta estabelece penas mais duras para integrantes e líderes de organizações criminosas, incluindo reclusão que pode ultrapassar 60 anos em casos de comando territorial, uso de explosivos ou ataques a agentes públicos. Em seguida, criticou a esquerda política, alegando que se opõe à votação e ao endurecimento penal. Argumentou que o texto relatado por Guilherme Derrite fortalece polícias militares e civis e devolve ao Estado o controle sobre áreas dominadas por grupos criminosos; e lembrou que facções atuam exercendo cobranças irregulares, impondo restrições de circulação e controlando serviços essenciais. Por fim, ao destacar o papel do Presidente da Câmara, Hugo Motta, na decisão de pautar o tema, disse que a aprovação da matéria enviaria um recado de que “o Estado, e não as facções, define as regras”.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Código de Processo Penal (1941),Organização criminosa,Crime organizado,Esquerda política,Pauta (processo legislativo)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Atenção, Plenário, a Esquerda é negacionista na pauta da segurança pública. Gravem isto: hoje, o pai deste projeto é a Dona Maria, o Seu João, o trabalhador, a mãe que cria o filho sozinha, a família que vive cercada pelo medo. Esta Casa, a Câmara, finalmente responde ao Brasil. E a Esquerda, o que faz? Ela vai votar contra os policiais militares e contra os policiais civis. Por quê? Porque a gente avança num projeto que endurece como nunca o combate às facções. Prepare-se, Comando Vermelho! Preparem-se PCC, Bala na Cara, Manos, Milícias, grupos que transformaram bairros inteiros em zonas de guerra, grupos que mandam mais do que o Estado, que controlam preços, Internet, gás, que controlam a vida das pessoas. Detalhe: para essas facções, sim, há pena de morte. A Esquerda tentou impedir a votação deste projeto, o Governo tentou travar este projeto, porque o PT e o Lula não veem problema no crime organizado, é aliado de conveniência. Para eles, o caos é útil; para nós, o caos é intolerável. Eu queria dizer que a Esquerda é negacionista na pauta da segurança pública. Eles vão perder — eles vão perder! —, porque este projeto cria um marco legal duro, moderno e eficiente contra as facções criminosas que dominavam os territórios, extorquiam trabalhadores, impunham medo pela força. Estamos votando aqui pena de até 40 anos para membros de facções e até 66 anos para líderes de facção. Quem controla comunidade, impõe toque de recolher, usa explosivos e ataca bancos e ônibus, vai pegar de 20 anos a 40 anos de cadeia, e os líderes vão parar em presídios federais. A Esquerda é negacionista na pauta da segurança pública. Por que este projeto é tão importante, brilhante Deputado Federal Derrite? Porque o crime organizado cresceu como nunca. Hoje, ele fatura bilhões, infiltra-se em órgãos públicos, disputa eleições, domina cidades. Por que as facções se armam como grupos insurgentes do Oriente Médio? E quem sofre? Quem sofre é a mãe que não pode deixar o filho ir sozinho à escola; é o avô que não pode sair para comprar um pão depois das 8 horas da noite; é o comerciante que paga taxa para trabalhar; é a comunidade inteira sequestrada pelo medo. A Esquerda é negacionista na pauta da segurança pública. O crime organizado virou o maior inimigo do povo brasileiro. O Presidente descondenado e ex-presidiário Lula está apavorado, porque ele é contra a segurança pública. E o que nós, conservadores, fizemos? Nós não deixamos o Governo tentar sabotar o texto retirando poderes da polícia, enfraquecendo, sim, as polícias militares e as polícias civis. Hoje, esta Casa tem a chance de mostrar ao Brasil que quem manda aqui é o Estado, não a facção. E eu aproveito para deixar uma mensagem de fé e otimismo ao povo brasileiro. A você que está cansado da violência, a você que já perdeu um filho, um sobrinho, um amigo para o tráfico, a você que vive cercado de barricadas e ameaças, hoje a Câmara, com o brilhante relatório do Deputado Derrite e com a coragem do Presidente da Casa, vai dar uma resposta. O Presidente Hugo Motta teve a coragem de pautar a matéria; o Deputado Derrite teve a coragem de relatá-la. Este projeto é um divisor de águas, Presidente Hugo Motta: é a primeira grande ofensiva do Parlamento contra o crime organizado, é a retomada do poder do Estado, é o começo da libertação das comunidades. E digo mais: enquanto o Governo Lula passar pano para faccionado, nós vamos enfrentá-lo; enquanto a Esquerda se calar diante do crime, nós vamos falar mais alto; enquanto o crime avançar, nós vamos avançar ainda mais contra ele. O Brasil não vai se ajoelhar diante de facção nenhuma! Deputado Derrite, hoje é o dia da lei, hoje é o dia da segurança, hoje é o dia da coragem. O pai desta lei é cada um dos senhores e das senhoras que tinham medo, mas que poderão sair de casa mais tranquilos e seguros. Agora, não contem com este Governo Federal, não contem com este Presidente, não contem com esses partidos da Esquerda, eles irão votar contra este projeto. Por quê? Porque a Esquerda é negacionista na pauta da segurança pública. Era isso, Sr. Presidente.
  • 05/11/2025pela ordemOrdem do Dia
    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu queria só aproveitar, nessa orientação, Presidente, para dizer a V.Exa., nesta data de hoje muito importante, que o Dr. Enéas Ferreira Carneiro, médico físico e matemático, nascido no Acre, em 5 de novembro de 1938, falecido no Rio de Janeiro em 2007, foi candidato a Presidente por três oportunidades, foi o Deputado Federal mais votado pelo Prona, em São Paulo, um homem de uma envergadura que não está sendo lembrado, inclusive em sua terra natal. Então, fica aqui a nossa homenagem a este grande cidadão e homem. Agradeço a todos aqueles que sempre tiveram nele uma referência. Era isso, Sr. Presidente.
  • 05/11/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 347, de 2003, que altera a Lei dos Crimes Ambientais, tipificando como crime a comercialização de peixe ornamental e a venda, exportação, aquisição e guarda de espécimes da fauna silvestre quando praticado de forma permanente, em grande escala, em caráter nacional ou internacional, aumentando a pena quando houver tentativa de evitar o flagrante. Na oportunidade, destacou a atuação da Vereadora Bruna Molz, Secretária Municipal de Bem-Estar Animal de Santa Cruz do Sul (RS), que, segundo ele, teve papel decisivo na articulação e defesa da proposta, ajudando a garantir apoio à sua aprovação no Congresso.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável,Vereadora,Santa Cruz do Sul (RS),Secretaria de Município,Proteção ambiental

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero, antes de mais nada, parabenizar os autores deste importantíssimo projeto, que traz aumento de penas para a lei de proteção dos animais. No Estado do Rio Grande do Sul, temos uma grande liderança, a Vereadora Bruna Molz, que é Secretária Municipal de Bem-Estar Animal de Santa Cruz do Sul e que trabalhou muito para que fosse aprovado este projeto, que cria um tipo penal específico para o comércio ilegal de animais silvestres, com penas severas e agravantes para o tráfico internacional. Além disso, este projeto aumenta as penas para os crimes contra a fauna silvestre, cria um novo tipo penal específico para comércio, transporte e uso ilegal de animais silvestres. Então, quero parabenizar a Vereadora Bruna Molz, uma grande liderança, que trabalhou voto a voto desta Casa para a aprovação deste importante projeto de proteção aos nossos animais.
  • 04/11/2025pela ordemBreves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, é importante salientar que policiais não matam pessoas; policiais matam criminosos fortemente armados, camuflados, com coletes balísticos, com drones com explosivos. Os nossos heróis, os operadores de segurança, sejam policiais militares, civis ou do Instituto Geral de Perícia, sejam guardas municipais, colocam a sua vida em prol da sociedade. O Presidente da República, irresponsável, fala em matança antes de chorar as mortes dos nossos policiais. São estes, sim, que devemos homenagear todos os dias. Além disso, apresentam uma PEC da segurança que é um desastre, que quer concentrar poder na Polícia Federal, que não tem efetivo suficiente para as missões que assim eles pregam. Sr. Presidente, que fique registrado que nós devemos combater o crime sempre, que nós devemos valorizar os órgãos de segurança sempre, e que nós estamos sempre de um lado, o lado da segurança pública e da sociedade. Por isso, queremos que essas facções sejam consideradas terroristas, que elas paguem com a própria vida toda vez que entrarem num confronto com as nossas polícias. Registro a minha homenagem aos quatro policiais que tombaram em combate e a minha homenagem, sim, aos órgãos de segurança pública, que diuturnamente colocam suas vidas em prol da sociedade brasileira. Era isso que eu tinha a dizer, Sr. Presidente.
  • 29/10/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado qualificou integrantes de facções criminosas como terroristas, ressaltando o fato de que utilizaram, contra policiais do Rio de Janeiro, drones, explosivos bombas e metralhadoras, o que resultou na morte de quatro policiais. Além disso, criticou o Ministro da Fazenda por fazer vídeos contrários à referida operação policial e o Presidente Lula por não ter ido ao Estado para apoiar a ação. Por fim, manifestou inconformidade com a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18, de 2025, argumentando que a PEC diz ser da segurança, mas não contempla medidas como isolamento de líderes de facção, segurança armada nas escolas, aumento da pena, fim de visitas íntimas a presos perigosos e redução da maioridade penal.

    Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Crime organizado,Terrorista,Terrorismo,Operação policial,Rio de Janeiro (Estado),Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT),Explosivo,Metralhadora,Falecimento,Homicídio,Policial militar Crítica,Ministro de Estado da Fazenda,Vídeo,contrário,Operação policial,Rio de Janeiro (Estado),Organização criminosa,Presidente da República,Negligência contrário,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,ineficácia,Isolamento social,Chefe,Líder,Organização criminosa,Vigilância armada,Escola,Aumento da pena,Visita íntima,redução,Maioridade penal,Regime disciplinar diferenciado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Terroristas! São terroristas, criminosos! Enquanto o Ministro da Fazenda faz videozinho criticando essa operação, até porque não entende nada de segurança pública, o Presidente atual não teve a responsabilidade de ir ao Rio de Janeiro prestar o seu apoio a essa brilhante operação da Polícia Militar. Perdemos quatro vidas de policiais, vidas de policiais! E nós estamos ainda com a cara de pau de querer fazer tramitar uma PEC, dita "da segurança", que não aborda o isolamento de líderes de facção, não aborda a segurança armada nas escolas, o endurecimento de penas, o fim das visitas íntimas aos presos perigosos, a redução da maioridade penal. E aí eles vêm falar que não são terroristas? Esse pessoal tinha drones, explosivos, bombas, metralhadoras .50! Minha tristeza é pelos quatro heróis — policiais heróis! — que tombaram em nome de uma sociedade que clama por justiça e segurança pública. Lula, vá lá pegar o avião e fique do lado do bem!
  • 29/10/2025pela ordemOrdem do Dia
    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O.k., Sr. Presidente. Eu só gostaria de corroborar, fortalecer o nome do Sr. Edvaldo Nilo de Almeida, o nosso procurador aqui do DF, advogado tributarista, com mestrado, doutorado, cinco pós-doutorados, treze livros de direito, ou seja, não só é um notável saber jurídico, mas é a existência, neste momento, de uma indicação técnica, responsável, necessária. Então, Sr. Presidente, peço aos demais colegas que estão pelo Infoleg que votem favoravelmente, pois é um nome que nos representa e que vai ajudar muito na questão necessária do direito. Agradeço, mais uma vez, a todos os companheiros que possam votar favoravelmente. Era isso, Sr. Presidente.
  • 01/10/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado destacou a importância de uma emenda que apresentou ao Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, a qual previa a isenção de impostos sobre medicamentos de uso contínuo e alto custo, essenciais para o tratamento de doenças como autismo, tuberculose, esclerose, neoplasias e câncer. Ainda, informou que, embora tenha compreendido a decisão da relatoria de ser rejeitar a emenda, anunciou que irá apresentar um projeto de lei com o mesmo objetivo, em defesa das pessoas que atualmente enfrentam dificuldades financeiras para adquirir medicamentos para seus dependentes.

    Palavras-chave oficiais: Emenda,Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Medicamento de alto custo,Medicamento de uso contínuo,Autismo,Tuberculose,Esclerose múltipla,Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA),Neoplasia maligna,Câncer

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Quero dizer que nós tínhamos apresentado uma emenda que tratava da isenção de impostos sobre medicamentos de uso contínuo e alto custo, que são fundamentais para quem tem autismo, tuberculose, esclerose, neoplasia, câncer, enfim, doenças que exigem terapias avançadas e caras prolongadas, o que causa grande impacto financeiro em famílias carentes. A cobrança desses tributos, Sr. Presidente, penaliza. Entendemos a relatoria e vamos trazer a V.Exas. um projeto de lei que contemple as pessoas que hoje sofrem para pagar esses remédios para os seus dependentes. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 17/09/2025como líderOrdem do Dia

    O Deputado defendeu a aprovação do projeto sobre a anistia aos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro e agradeceu ao ex-Presidente Jair Bolsonaro, a quem atribuiu o resgate do civismo e do patriotismo no País. Também afirmou que não houve devido processo legal no julgamento do ex-Presidente e citou o Ministro Luiz Fux para sustentar que não pode haver punição sem governo deposto. Nesse sentido, criticou a atuação da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, classificando-a como parcial, e disse que o processo contra Bolsonaro teve motivação política para retirá-lo das eleições de 2026. Ademais, agradeceu partidos e Líderes da Oposição que apoiaram a inclusão do projeto na pauta, classificando a anistia como um passo rumo à democracia e à justiça.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,anistia,Manifestação pública,Golpe de Estado (crime),Ex-presidente da República,julgamento,Supremo Tribunal Federal (STF),motivação política,Devido processo legal,Democracia,Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, antes de mais nada, nós queríamos dedicar este momento a pessoas muito importantes, a começar pelo nosso querido e saudoso Clezão (palmas), morto e injustiçado, e, simbolicamente, à Débora do batom, que demonstra claramente tudo que se envolveu nesse grande teatro. Quero agradecer às centenas de pessoas que estão, até hoje, presas e injustiçadas, e, principalmente, ao nosso líder Jair Messias Bolsonaro. (Palmas.) (Manifestação no plenário: Muito bom!) Presidente Bolsonaro, que cometeu o único crime de lutar contra o sistema. Sim, Bolsonaro, que trouxe o civismo e o patriotismo. (Manifestação no plenário: Golpistas, fascistas não passarão!) (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Peço ao Deputado Zucco que interrompa o discurso e só o retome quando o Plenário estiver em silêncio. Vou retornar o tempo de 6 minutos e 50 segundos ao Deputado Zucco, para que S.Exa. possa retomar a fala. O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS) - Agradeço ao Presidente Bolsonaro, que trouxe a esta Nação o civismo, o patriotismo, os princípios e valores de Deus, Pátria, família e liberdade. Todos nós sabemos que não existiu, em momento algum, o devido processo legal, a ampla defesa. Como muito bem disse o Ministro Luiz Fux, não há golpe sem governo deposto, não há punição por cogitação. Infelizmente, sabemos da incompetência absoluta de uma Primeira Turma parcial, uma Primeira Turma com um Ministro do atual Governo, com um advogado do atual Governo, com indicação do atual Governo e, lógico, com um Ministro que se diz vítima, que acusa e que condena. O Ministro Luiz Fux marca a história jurídica de um erro que, sim, demonstra que todo esse processo não se baseou em justiça, mas em política, em tirar o Presidente Bolsonaro das eleições de 2026. Nós sabemos que era impossível entender um processo com mais de 73 mil gigabytes sem o devido processo legal. Nós também vimos uma delação que, para punir várias pessoas, se baseou em apenas um delator. Mas, para se prender o ex-presidiário, foram 293 delações. Hoje, a anistia para a Débora do batom e para as pessoas injustiçadas é clara, inclusive para o nosso Presidente Bolsonaro. Não é a mesma anistia pedida para assaltante de banco ou para a mulher assaltante de banco! Não era para sequestrador de embaixadores, muito menos para assassinos. Essas pessoas estão presas injustamente, e esta Casa dá um grande passo rumo à democracia. Sr. Presidente, quero agradecer a todos os partidos que entendem que devemos enfrentar essa questão: Progressistas, PSD, Republicanos, Podemos, Avante, Solidariedade, União Brasil, Cidadania e, logicamente, os guerreiros do nosso Partido Liberal. Sabemos também que há Deputados de outros partidos, como o próprio MDB, e não poderíamos nos esquecer também do Partido Novo. Enfim, Sr. Presidente, quero deixar clara a nossa luta e a nossa união, agradecendo também a todos os envolvidos na noite de hoje. O Plenário será o retrato e o desejo de justiça. Quero agradecer ao Sr. Presidente por cumprir com a palavra de pautar a anistia. (Palmas.) Quero agradecer aos Líderes Sóstenes Cavalcante e Caroline de Toni, e a todos os Líderes da Oposição. Foram dias e noites de muito trabalho. Chegamos à data de hoje convictos dessa grande mudança. O Brasil precisa virar a página, mas, para isso, a justiça tem que estar presente. Por isso, termino a minha fala com esta frase simples, mas que retrata no que acreditamos: pensaram que nos tinham enterrado; só se esqueceram de que somos sementes. Anistia já! Anistia já!
  • 16/09/2025como líderOrdem do Dia

    O Deputado defendeu a anistia a presos dos atos de 8 de janeiro e afirmou que o termo correto seria “justiça”. Comparou o tratamento dado a esses detidos com a anistia concedida a militantes políticos no passado, citando nomes como Dilma Rousseff, José Dirceu e Rui Falcão. Criticou a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, que classificou como política, e elogiou o voto do Ministro Luiz Fux, que considerou técnico e fundamentado em jurisprudência. Afirmou que Bolsonaro foi condenado por lutar contra o sistema, enquanto Lula teria sido condenado por corrupção em várias instâncias. Declarou que a Oposição seguirá mobilizada pela anistia e concluiu projetando a volta de seu grupo político em 2026.

    Palavras-chave oficiais: anistia,Golpe de Estado,julgamento,Voto,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Condenação,Ex-presidente da República,Perseguição política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero dizer a V.Exa. que escutamos aqui gritaria, vemos desequilíbrio, mas isso tudo está em torno do que aconteceu semana passada. O desespero da Esquerda existe porque é diferente da anistia que eles defendiam, de criminosos, de assaltantes de bancos, de sequestradores, e eles não falam nada. Olhe para mim, Deputado. E a Dilma? Sequestradora, ou melhor, assaltante de banco. E o Zé Dirceu? Sequestrador de embaixadores. E o Rui Costa? Guerrilheiro. Eu quero saber por que não falam sobre isso quando tratam de anistia. Aqueles criminosos e assassinos pediram a anistia e tiveram. Qual é o problema de uma senhora chamada Ilma, com mais de 70 anos, sem passagem em delegacia nenhuma, presa numa cela de 3 metros por 3 metros, com traficantes, com homicidas e com faccionadas, pedir anistia? É injusto? Eu vejo que há mães aqui que gostam de falar. Então, eu vou falar da Débora do batom, aquela arma perigosa do "perdeu, mané", que só repetiu o que o Ministro disse. O desespero é porque tiveram uma aula de Direito na semana passada, quando um Ministro, magistrado de carreira, autor de livros, autor do Código de Processo Civil, baseou-se em jurisprudência, em juristas técnicos, e não em politicagem. O Ministro declarou, alto e bom som, a incompetência absoluta daquela Turma para julgar o ex-Presidente Bolsonaro e os outros. Por que incompetência? Se é Presidente, tem que ir para o Pleno; se é cidadão comum, tem que ir para a primeira instância, como foi o ex-presidiário. Só que a diferença é que o ex-presidiário foi preso por corrupção. Digo isso para quem mencionou anteriormente que golpe sem governo deposto não existe. Vai estudar. Não existe golpe sem governo deposto. Isso quem disse foi um Ministro, mas vocês devem saber mais do que um Ministro de carreira. Claro que devem saber mais do que um Ministro de carreira. Vocês devem aprender outras coisas. Vão estudar! Vão fazer faculdade de Direito! Vocês não sabem que também não existe punição por cogitação. O Ministro deu uma aula. O ex-PGR Janot falou certa vez para a imprensa que iria armado matar o Ministro Gilmar Mendes no STF. Ele foi armado, cogitou e desistiu. Ele foi punido? Ele foi investigado? Não. A diferença é que o Ministro Luiz Fux deu uma aula, enquanto alguns Ministros são parciais, suspeitos. Suspeitos por quê? Um Ministro é comunista, do Lula; outro Ministro, advogado, recebeu como prêmio ser Ministro do STF; outro Ministro é vítima, acusador, promotor, delegado, investigador, é tudo. Foi algo muito bizarro o que aconteceu na semana passada. Foi feito um teatro, que simplesmente caiu pela manobra do voto técnico de 12 horas do Ministro Luiz Fux, que é Ministro de carreira, que foi o primeiro colocado no concurso para promotor, que foi o primeiro colocado no concurso para juiz, que é autor de livros. O desespero deles é que foi comprovado que os quatro Ministros da Primeira Turma votaram de forma política. Ou vocês têm dúvida de que aquela votação não foi política? A quem me olha aqui, eu vou propor fazer algo diferente: vamos imaginar que Lula estivesse sendo condenado, e havia três Ministros, Deputados. Um deles seria Ministro indicado por Bolsonaro, o outro, advogado indicado por Bolsonaro. Vocês iam dizer o quê? Que isso seria normal? Vocês vão ter a cara de pau de dizer que achariam isso normal, que isso não seria político, que isso seria jurídico? É claro que não! Sabem por quê? Porque vocês são cara de pau. A diferença é que o ex-Presidente Bolsonaro está sendo condenado por lutar contra o sistema, diferentemente dos senhores. Lula foi condenado por corrupção. Essa é a diferença. Ele foi condenado em todas as instâncias: primeira, segunda, terceira. Ele foi condenado em diversas instâncias, por todos os juízes. Aqui, não. Aqui eles simplesmente fizeram uma manobra que tornou essa ação uma incompetência absoluta. Isso foi dito pelo Ministro Luiz Fux, que é o único Ministro de carreira. Ali, vimos cenas bizarras. Havia até um Power Point pronto, com vídeo e com foto. Ali, um mencionava o Pateta; o outro, o Mickey; um dizia que não tinha medo de Twitter. Enquanto isso, o Ministro Fux trouxe 12 horas de jurisprudência, de peças jurídicas. Isso está claro e também foi visto não só no Brasil, como também no mundo. Sr. Presidente, o pedido da anistia deve-se à justiça. Infelizmente, o termo "anistia" é totalmente errado. O termo deveria ser "justiça". Neste momento, há pessoas presas — mães, pais, avós —, que nunca tiveram passagem pela polícia, diferentemente de corruptos deste Governo, que foram condenados a dezenas de anos. Sabem quantas delações foram usadas no caso do Bolsonaro? Houve um delator! Sabem quantas delações foram usadas para prender o ex-presidiário? Foram 293! Expliquem-me se um é justiça e o outro não é teatro. É por isso que nós vamos lutar até o fim por uma anistia justa para essas pessoas. É por isso que vocês podem ter certeza de que esta frase não é só bonita: "Pensam que nos enterraram, só que se esqueceram de que somos sementes". Em 2026, a gente se vê. Podem ter certeza de que a gente vai estar de volta. O SR. BOHN GASS (Bloco/PT - RS) - Sr. Presidente, peço para orientar pelo Governo. O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS) - Quero fazer uma correção, Presidente: não é Rui Costa, é Rui Falcão.
  • 20/08/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado comemorou a aprovação de medidas consideradas como vitórias para a transparência no Brasil, destacando a derrubada de indicações para a presidência e relatoria da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) destinada à investigação de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Também ressaltou a aprovação, no Senado, do voto impresso, apontando-o como instrumento necessário para garantir correção e transparência nas eleições.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Presidência,Relatoria Aprovação,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Voto impresso,transparência

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, vitória do Brasil. Hoje derrubamos indicações da presidência e relatoria da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito — CPMI que não iam investigar nada, que não queriam saber de transparência, naquele que pode ser o maior golpe já dado no nosso País. São cifras que chegam a 90 bilhões de reais. Mas eu não tenho dúvida de que esta maré está mudando. Inclusive, aprovamos no Senado o voto impresso, que é um pleito do Brasil necessário, correto e transparente. Então, Sr. Presidente, fica aqui registrada a vitória do Brasil.
  • 13/08/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Lula pela falta de diálogo diante da taxação imposta pelos Estados Unidos. Informou que dezenas de países foram atingidos, mas apenas o Brasil respondeu de forma ineficaz, prejudicando agro, comércio e indústria. Também acusou o Presidente de priorizar viagens luxuosas em vez de buscar soluções diplomáticas e afirmou que Lula estaria em pré-campanha, apostando na ruptura política.

    Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Presidente da República,Diplomacia,Campanha eleitoral,interesse,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esses Deputados do PT são uma piada. Eles vêm falar em soberania! É a da Venezuela, da Coreia do Norte, de Cuba, do Irã? Olhe a irresponsabilidade desse Presidente, ex-presidiário, que não busca o diálogo. Diplomacia zero! A culpa da taxação é do Governo Lula! Dezenas de nações foram taxadas. O único Governo que deu como resposta "comer jabuticaba" foi esse, que está trazendo malefícios para o agro, para o comércio, para a indústria. Mas isso tem tempo de validade. A população está acordando. Presidente Lula, pegue o telefone. Pare de gastar dinheiro com essas viagens luxuosas e vá para os Estados Unidos dialogar, conversar. Se bem que eu acho que ele tem o objetivo muito claro da ruptura. Ele já está em pré-campanha. Ele acha que isso vai dar voto. Mas pode ter certeza de que a Nação brasileira sabe que a culpa da taxação é do PT. E vamos cobrar a conta.
  • 16/07/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores, em geral, e dá outras providências. Na oportunidade, agradeceu aos agricultores gaúchos pela confiança e celebrou a aprovação do projeto, que, segundo ele, representa um ato de justiça. Por fim, apelou ao Senado para que vote com urgência a proposta de securitização, afirmando que o momento exige ação imediata em apoio aos produtores rurais, sem mais delongas ou negociações.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a gente gostaria de agradecer a todos os gaúchos, a todos os agricultores que acreditaram. Demorou bastante, mas, enfim, se fez justiça. Pedimos, mais uma vez, ao Senado da República, na esteira da Câmara dos Deputados, que vote de forma urgente a securitização. Não há mais tempo para negociação. Agora é hora de agir e de ajudar os produtores rurais.
  • 16/07/2025discussãoOrdem do Dia

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores, em geral, e dá outras providências. Na oportunidade, criticou o Governo Federal por possíveis tentativas de judicialização no Supremo Tribunal Federal (STF) e por supostos gastos excessivos, como viagens e eventos. Por fim, enfatizou que o agronegócio gaúcho não está pedindo esmola, mas apenas reconhecimento e apoio diante de uma crise.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável,Agronegócio Judicialização da política,Supremo Tribunal Federal (STF),Despesa pública,Viagem oficial,Evento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero, na verdade, agradecer a todos os agricultores que estão assistindo a esta sessão ao vivo. Nós estamos vendo nos grupos de WhatsApp do Rio Grande do Sul a esperança de dias melhores. São pessoas que sofreram, que perderam a safra, que perderam tudo. Muitos, inclusive, perderam a vida. Eu fui um dos coautores do projeto, mas quero parabenizar o Deputado Pedro Westphalen, o Senador Luis Carlos Heinze, o nosso Relator, Deputado Afonso Hamm, o Coordenador da nossa bancada, Deputado Marcelo Moraes, e toda a bancada gaúcha. Quero deixar claro que nós vamos trabalhar incansavelmente para que o Senado não se omita e também avance, e para que este Governo não judicialize, já que está acostumado, ao perder nos votos, a acionar o Supremo Tribunal Federal. O agro gaúcho não está pedindo esmola. O agro gaúcho dá muito dinheiro para este Governo — muito dinheiro! —, produzindo soja, arroz, milho e com a pecuária. E agora que precisamos, após as enchentes e uma grave estiagem, fica o Governo gastando dinheiro em "Janjapalooza" e em viagens luxuosas, enquanto vem falar de negociata. Este Governo não tem moral. Por isso, nós precisamos votar e dar exemplo ao Brasil de que, sim, a nossa vocação para o agro precisa ser respeitada e valorizada. Nesse sentido, pedimos que todos votem a favor, pelo agro gaúcho e pelo agro brasileiro.
  • 16/07/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores, em geral, e dá outras providências, bem como altera a Lei nº 14.554, de 2023, que altera as Leis nºs 13.999, de 2020, 14.166, de 2021, 11.540, de 2007, e 14.042, de 2020, para tratar do refinanciamento de dívidas e altera a Lei nº 7.827, de 1989, a fim de sanar omissão legislativa. Também defendeu os agricultores gaúchos e criticou Parlamentares que, segundo ele, ofenderam o agro. Destacou os suicídios no campo e afirmou que o setor merece respeito e apoio urgente do Congresso.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário Agricultor,Produtor rural,Rio Grande do Sul,Suicídio

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição também orienta "não" ao requerimento de adiamento. Chama-me a atenção um Deputado que se diz gaúcho ficar contra o agro e os agricultores e, o pior, outro Parlamentar, que fugiu, ofender um Estado onde dezenove agricultores tiraram a própria vida. Falo de um Estado que tem como característica pagar suas contas em dia, onde há valorosos agricultores. Fica registrado que não apenas nós precisamos aprovar esta matéria nesta Casa, mas também o Senado da República, que igualmente precisa votá-la de forma urgente. Não se trata de pedir favor. Trata-se de um direito do agro gaúcho, um direito do produtor rural, que sofre e dá muito mais dinheiro para este Governo corrupto do que recebe.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.