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Detector de Bananada
Foto de Zucco

Deputado · Câmara

Zucco

PL · RS

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luciano Lorenzini Zucco · 52 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 95 de 100, Cara Bom0406080100

95/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 98% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 99%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 96%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 85%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 26%das 841 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 76%das 702 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.zucco@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5962
Gabinete
Gabinete 962, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

99%

Esteve em 387 de 391 sessões

Melhor que 87% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

96%

Registrou voto em 1.087 de 1.128 votações nominais

Melhor que 97% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 48 projetos apresentados (2%)

6 avançaram · 30 em andamento · 11 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

26%

Em 841 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 9% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

130 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 09/06/2026.

  • 28/04/2025

    O Deputado criticou a alocação de recursos do Governo Federal, destacando a ausência de investimentos robustos em saúde e segurança. Tratou da falta de verba para essas áreas e sugeriu que, com os recursos disponíveis, seria possível construir quinhentos hospitais regionais, mil maternidades e equipar mil hospitais com tomógrafos. Também mencionou a possibilidade de contratar 20 mil equipes médicas e criar um programa nacional de combate ao câncer. Questionou quais são as prioridades do Governo e ressaltou a diferença entre o que é priorizado na gestão federal e o que considera ser a real demanda da população brasileira.

    Palavras-chave oficiais: gestão,Governo federal,Política de saúde

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu estou achando engraçado faltar dinheiro para saúde e segurança que, pelo jeito, não é prioridade deste Governo. Só para V.Exas. terem uma ideia, meus colegas governistas, nós poderíamos construir quinhentos hospitais regionais; teríamos mutirão nacional de cirurgia eletiva; ampliação da saúde por meio de contratação de 20 mil equipes médicas; nós poderíamos equipar mil hospitais com tomógrafos; nós poderíamos construir mil maternidades; nós poderíamos ter um programa nacional de combate ao câncer, mas não. Falta dinheiro para a cultura, mas sobra para a saúde e segurança, pelo jeito. Qual é a prioridade de V.Exas.? Essa é a questão. Qual é a prioridade do brasileiro?
  • 28/04/2025

    O Deputado criticou o Projeto de Lei nº 363, de 2025, que destina R$ 15 bilhões em recursos públicos à cultura, alegando falta de critérios e cobrando maior sensibilidade diante da crise vivida pelo Rio Grande do Sul. Afirmou que o valor poderia ser investido em moradias populares, postos de saúde, cestas básicas e apoio ao setor agrícola, beneficiando diretamente famílias que perderam tudo. Ao final, acusou o Governo de não cumprir promessas e questionou a prioridade da medida em meio à tragédia vivida pelo Estado.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,Governo federal,Recursos orçamentários,Investimento,Crítica

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, são 15 bilhões de reais, sem critério algum. Eu quero dizer para os Deputados que estão falando, em alto e bom som, em educação, em segurança: o meu Estado está quebrado, porque este Governo, não cumpridor de palavra, está votando 15 bilhões de reais, que poderiam ser gastos em 190 mil casas populares para quem perdeu tudo, em 10 mil postos de saúde para quem perdeu tudo. Dez milhões de famílias gaúchas poderiam ter cestas básicas durante 1 ano com esse 15 bilhões de reais. Tratores poderiam ser comprados para os agricultores que perderam tudo. E vêm falar que esse é o critério correto neste momento de dor do Estado? São 15 bilhões de reais!
  • 09/04/2025Breves Comunicações

    O Deputado denunciou na tribuna um suposto esquema de uso indevido de recursos públicos pelo Governo Federal por meio de contratos sem licitação com a Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), que já somariam mais de meio bilhão de reais. Esses contratos envolvem serviços simples que poderiam ser feitos pelo próprio Governo, com pagamento de até 10% de taxa administrativa à OEI. Apontou possíveis irregularidades envolvendo a Primeira-Dama e o Presidente Lula, além de mencionar o nome de Leonardo Barchini como peça-chave no esquema. Por fim, informou que a Oposição já acionou o Tribunal de Contas da União (TCU), está recolhendo assinaturas para uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e ingressou com ação popular na Justiça, exigindo transparência, suspensão dos contratos e responsabilização dos envolvidos.

    Palavras-chave oficiais: Denúncia,Governo federal,Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI),Contrato,ausência,Licitação,Recursos públicos,Tráfico de influência,Primeira-dama,Presidente da República,Oposição política,Tribunal de Contas da União (TCU),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Ação popular,transparência

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, temos uma denúncia gravíssima. Quero também falar para a imprensa presente, para todo povo brasileiro. Vou ler, para não esquecer um ponto, Deputado Mauricio Marcon, dessa denúncia gravíssima que temos contra este Governo historicamente corrupto. Subo a esta tribuna hoje não para fazer um discurso político trivial, mas para denunciar um dos mais graves esquemas de uso indevido de dinheiro público, o que cabe sim investigação. Por isso, já encaminhamos a denúncia para o Tribunal de Contas da União. Nós estamos diante de um possível uso de tráfico de influência que este Governo tenta implantar sob o manto de uma falsa legalidade. Talvez, estejamos diante de um novo escândalo do mensalão, uma reprise do petrolão, só que com muito mais engenhosidade. Quem sabe possamos estar diante de um "janjão". Sim, desde ontem, o jornal O Estado de S.Paulo vem publicando uma série de reportagens que revelam um grande escândalo em curso no Brasil. Estamos falando de centenas de milhões de reais, dinheiro que deveria ir para a saúde, educação, segurança, mas que, segundo fortes indícios, está sendo direcionado de forma suspeita. O Governo Federal tem fechado contratos gigantescos com uma entidade internacional chamada Organização dos Estados Ibero-Americanos — OEI. Só para a realização da COP 30, um evento sobre o clima, foram feitos dois contratos que somam quase 500 milhões de reais. E o mais grave: esses contratos foram feitos sem licitação. O que significa isso? Licitação é regra de ouro para o Governo contratar. Significa pesquisar preços antes de comprar algo caro, garante a melhor proposta e evita desperdício, mas o Governo criou regras próprias, por meio de decretos, para driblar essa obrigação. A investigação aponta que a OEI estaria agindo apenas como intermediária. Ela recebe uma taxa de administração de até 10% só para fazer o que o próprio Governo deveria realizar: contratação de serviços comuns — pasmem Deputados, pasme Brasil! —, como montagem de estruturas, aluguel de equipamentos, tendas, banheiros químicos, compra de papel higiênico, e até mesmo a contratação de consultores para tarefas que nossos servidores públicos poderiam realizar, Deputado Messias Donato. Imagine você pagar 10% a mais para outra pessoa só para ela contratar um pedreiro que você mesmo poderia chamar! É um desperdício absurdo do seu dinheiro. E quem está facilitando tudo isso? Não estamos falando de um caso isolado, Sr. Presidente. Sob o guarda-chuva desses decretos ilegais, a farra com o dinheiro público espalhou-se pela Esplanada, Deputado Mario Frias. Vejam alguns exemplos dos pagamentos realizados à OEI por diversos órgãos do Governo Federal, Deputado Príncipe, documentados em nossa representação ao Tribunal de Contas da União, apenas nos contratos firmados sob esses decretos suspeitos. Vamos, lá! Prestem atenção. Deputado Coronel Assis, preste atenção. O Ministério da Educação — pasmem! — pagou integralmente o seu contrato de mais de 3 milhões e meio de reais à OEI. O Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos já desembolsou mais de 312 mil reais. O Ministério da Cultura pagou mais de 3 milhões e 300 mil reais. A Secretaria Extraordinária para a COP 30, ligada à Casa Civil, pagou mais de 20 milhões de reais referentes ao primeiro contrato e tem outro gigantesco de quase meio bilhão de reais assinado. O Ministério da Igualdade Racial já transferiu mais de 6,7 milhões de reais à OEI. Isso é absurdo! A Empresa Brasil de Comunicação — EBC, nossa TV estatal, pagou quase 4,9 milhões de reais. O Ministério dos Povos Indígenas repassou 2 milhões de reais. A Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República pagou quase 190 mil reais. E até a Companhia Docas do Rio de Janeiro, vinculada ao Ministério de Portos e Aeroportos, entrou na dança com um contrato de 2,5 milhões de reais com a OEI. Nobres colegas, são dezenas de milhões de reais já pagos, saídos dos cofres públicos diretamente para a OEI por meio de contratos que driblam a licitação e as regras básicas de controle. Coronel Fraga, estamos falando apenas dos pagamentos já efetuados sob esses decretos específicos. Agora eu quero que todo o Brasil pare para escutar. O montante total contratado ultrapassa meio bilhão de reais. Some-se a isso, acreditem, quase 100 milhões que o Governo doou voluntariamente à OEI em 2024, dinheiro que saiu, por exemplo, de programas como o Pé-de-Meia, que ampara estudantes de baixa renda. Falta dinheiro para a educação dos nossos jovens, mas sobra para doações generosas a uma organização internacional que já está nadando em contratos sem licitação. Isso é um escárnio, um absurdo, um desrespeito! As evidências que reunimos são preocupantes e apontam para o coração do Governo — está chegando a Janja, esperem um pouco. A investigação sugere uma possível participação direta do Presidente Lula, que assinou os decretos que abriram caminho para essas contratações sem o devido controle. Além disso, há indícios graves, vejam aí, envolvendo a Primeira-Dama, que ocupa um cargo próprio — onde esse cargo próprio? — na OEI e, ao mesmo tempo, circula livremente pelo Governo, levantando suspeitas de tráfico de influência. Temos também o caso do Sr. Leonardo Barchini — gravem esse nome —, que já está no Estadão, na Folha de S.Paulo, em vários jornais. Leonardo Barchini, figura central nesse esquema, transitou, Deputado príncipe, entre um cargo de alto escalão no Ministério da Educação e a Diretoria da OEI no Brasil, chegando a assinar contratos pela OEI quando estava nomeado para voltar ao Ministério. Vejam o absurdo! É como jogar em dois times ao mesmo tempo, E quem paga a conta é você, cidadão. Diante desses graves indícios de irregularidades, nós da Oposição não ficamos parados. Apresentamos uma denúncia ao Tribunal de Contas da União exigindo a suspensão imediata desses contratos, a devolução do dinheiro e o afastamento dos envolvidos. Já iniciamos a coleta de assinaturas para abrir uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito e ingressamos com uma ação popular na Justiça para que responsáveis sejam chamados à responsabilidade. Exigimos transparência total! Exigimos que cada centavo do seu dinheiro, contribuinte, seja respeitado! A Oposição está fazendo a sua parte, está fiscalizando e denunciando. O dinheiro público é seu, e nós vamos defendê-lo. Meus senhores, esse caso é grave. Podem ter certeza de que não vamos esmorecer, de que não vamos nos cansar. Vamos atrás dos responsáveis pelo uso indevido do dinheiro público.
  • 01/04/2025

    O Deputado denunciou o caso de Adalgiza, mulher de 65 anos, condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 16 anos e 6 meses de prisão, sem antecedentes criminais. Informou que ela está detida em cela superlotada, sem acesso a atendimento médico ou psicológico, apesar de apresentar pensamentos suicidas. Além disso, comparou a pena de Adalgiza a casos de corrupção e crimes graves com penas mais brandas ou arquivadas, questionando o tratamento desigual da Justiça. Por fim, reforçou o pedido por anistia e cobrou do Plenário a responsabilidade de votar a pauta, anunciando a continuidade da obstrução pela Oposição e a realização de manifestação nacional no dia 6 de abril.

    Palavras-chave oficiais: manifestação,Ato antidemocrático,Mulher,Supremo Tribunal Federal (STF),Condenação,Prisão,Pena,Atendimento médico,anistia Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,Ato antidemocrático,anistia,Obstrução parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Adalgiza, Sra. Adalgiza, Adalgiza, 65 anos. Vou repetir: 65 anos. Condenada a 16 anos e 6 meses. D. Adalgiza, duas filhas, quatro netas, um bisneto, sem passagem pela polícia. Não é do mensalão, não é do petrolão, não é traficante, não é do PT. A D. Adalgiza está presa, condenada a 16 anos, numa cela de 3 metros por 3 metros, com mais oito presas, dentre elas, traficantes e homicidas. Isso não é uma história, um filme, isso é a realidade. Sr. Presidente, a família só pode visitá-la de 15 em 15 dias. Ela não teve atendimento médico e psicológico, mesmo tendo diagnóstico de pensamentos de autoextermínio, ou seja, de suicídio. É impressionante como nós estamos relativizando uma pauta tão importante! É impressionante que um estuprador pegue 8 anos de prisão, e que o Sérgio Cabral esteja em pleno gozo de sua liberdade, fazendo pré-campanha para vir para esta Casa! Para quem não sabe, ele é pré-candidato a Deputado. Qual é a imagem que este Parlamento está passando? Cabe a este Plenário se expor ao ônus da votação. Deputado Sargento Fahur, Deputado Gustavo Gayer, Deputado Mario Frias, vamos mostrar como cada Parlamentar vota. O André do Rap foi solto, foram arquivados os inquéritos dos crimes do Palocci e do Deputado Zeca Dirceu, mas a Adalgiza, sem antecedentes criminais, neste momento está presa. Isto é surreal! Eu não tenho dúvida de que, em breve, nós vamos pautar essa matéria, Deputado Delegado Caveira, porque a imagem que a sociedade tem deste Parlamento refere-se ao que cada um diz da tribuna, mas também a como cada um vota. Eu não tenho dúvida de que nós temos a maioria dos votos. Eu não tenho dúvida de que cada Parlamentar aqui quer colocar a sua digital para votar contra esses absurdos. E eu poderia falar, Sr. Presidente, do jogo dos sete erros que envolveu a questão relacionada aos cinco envolvidos que foram considerados réus: falta do foro privilegiado; conflito de interesses — Cristiano Zanin, Flávio Dino, Alexandre de Moraes; delação do Cid —, e aí, um capítulo à parte, as onze delações distintas, baseadas na pressão; celeridade processual anormal, quatorze vezes mais rápida que a do mensalão; penas desproporcionais. Sr. Presidente, nós confiamos em V.Exa., entendemos que temos a maioria e pedimos que este Plenário seja o responsável pela votação da anistia. Por isso, a Oposição, a Minoria, o Partido Liberal irão permanecer em obstrução, e, com certeza, teremos, no dia 6 de abril, a maior manifestação pró-anistia, para que a gente faça justiça para com os brasileiros que estão presos hoje, condenados a 14 anos, 16 anos, 17 anos de prisão. Era isso, Sr. Presidente.
  • 18/03/2025

    O Deputado destacou o momento crucial na luta pela liberdade e democracia no Brasil, ressaltando a importância do gesto do Deputado Eduardo Bolsonaro de se licenciar do mandato e permanecer nos Estados Unidos. Ademais, afirmou que a Oposição se solidariza com o Parlamentar, apoiando sua missão histórica de denunciar os abusos do Supremo Tribunal Federal (STF) e a perseguição à Direita. Além disso, condenou o ativismo judicial, especialmente do Ministro Alexandre de Moraes, e a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR), lamentando que a decisão pelo arquivamento do pedido de cassação do passaporte parlamentar só tenha ocorrido após a decisão do Deputado Eduardo Bolsonaro deixar o País. Por fim, reforçou o compromisso da Oposição com a liberdade de expressão, a autonomia dos mandatos parlamentares e o respeito à Constituição, e defendeu a restauração do Estado Democrático de Direito no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal licenciado,Estados Unidos,Atuação parlamentar,Oposição política,Supremo Tribunal Federal (STF),Perseguição política,Direita política,Ativismo judicial,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Procuradoria-Geral da República (PGR),Arquivamento,cassação,Passaporte,Direitos humanos,Estado Democrático de Direito,Liberdade de expressão,Prerrogativa constitucional,Parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, povo brasileiro que nos acompanha, hoje me dirijo a esta Casa e a todos vocês para falar de um momento crucial na nossa luta pela liberdade e pelo restabelecimento da verdadeira democracia no Brasil. A Oposição na Câmara dos Deputados, mais do que apoiar a decisão do Deputado Eduardo Bolsonaro de se licenciar do mandato para permanecer nos Estados Unidos, reconhece a importância desse gesto e se solidariza com esse bravo Parlamentar, cuja dedicação à causa da liberdade tem sido inabalável. O Deputado Eduardo Bolsonaro não está apenas tomando uma decisão pessoal, mas também assumindo uma missão histórica: levar ao mundo a verdade sobre o estado de exceção imposto no Brasil, onde a Direita tem sido perseguida e tratada com desmedida parcialidade. Seu trabalho no exterior será fundamental para denunciar os abusos e garantir que os valores democráticos sejam preservados. Vivemos tempos sombrios. O Supremo Tribunal Federal, especialmente sob a condução do Ministro Alexandre de Moraes, tem reiteradamente ignorado os princípios constitucionais e até mesmo as orientações da PGR. O ativismo judicial tem ultrapassado os limites do aceitável, impondo uma estabilidade institucional que ameaça não apenas um Deputado, mas também a liberdade de todos aqueles que ousam divergir do pensamento único imposto por aqueles que deveriam garantir a justiça imparcial. Causa-nos estranheza que a decisão da PGR ocorra somente após o Deputado Eduardo Bolsonaro manifestar sua intenção de permanecer nos Estados Unidos. Essa coincidência reforça ainda mais as suspeitas de que há um movimento coordenado para intimidar e perseguir aqueles que defendem ideias conservadoras e se opõem às atuais no Brasil. É importante destacar que não é a primeira vez que o Ministro Alexandre de Moraes desconsidera pareceres da PGR. Lembro que, em setembro de 2023, a PGR emitiu um parecer pela soltura do Clezão, preso em decorrência dos eventos de 8 de Janeiro. Infelizmente, o Ministro Alexandre de Moraes não analisou o pedido, e o Clezão faleceu no Complexo Penitenciário da Papuda, em novembro de 2023, após um mal súbito. Diante do cenário, entendemos o peso da decisão do Deputado Eduardo Bolsonaro. Deixar para trás sua Pátria, sua família, seus amigos e o convívio com aqueles que compartilham da causa não é algo trivial, mas, quando a democracia está em risco, quando os direitos são violados, sim, pelo STF e quando a perseguição se torna norma, atos de coragem são necessários. Estamos diante de um acontecimento inédito nos tempos modernos: um Parlamentar brasileiro sendo forçado a buscar segurança no exterior para poder continuar sua luta política. Esse episódio não pode ser tratado com indiferença. Ele exige uma profunda reflexão da sociedade brasileira, o respeito ao princípio constitucional da separação dos Poderes e à Constituição e a urgente necessidade de restaurar as garantias fundamentais que foram paulatinamente subtraídas dos brasileiros que defendem valores conservadores e patrióticos. Nós da Oposição reafirmamos o nosso compromisso inabalável com a liberdade de expressão, a autonomia dos mandatos parlamentares e o respeito irrestrito à Constituição Federal. Não nos calaremos diante de medidas arbitrárias e autoritárias. O Brasil precisa retomar o caminho do pleno Estado Democrático de Direito. Nossa esperança é que este momento de trevas seja superado, que os excessos sejam corrigidos e que o Deputado Eduardo Bolsonaro possa retornar de cabeça erguida à sua Pátria. Que Deus abençoe o Brasil e todos os que lutam pela verdade e pela liberdade! Nós da Oposição, nós brasileiros estamos com Eduardo Bolsonaro.
  • 12/03/2025

    O Deputado contestou Parlamentares que, sem conhecer a realidade do Rio Grande do Sul, alegam que estão contribuindo para o Estado. Ademais, alertou que dos 118 milhões de reais liberados pelo Governo, apenas dois milhões foram empenhados. Além disso, reprovou a ausência do Governo Federal na feira do agronegócio gaúcha e a visita do Presidente Lula a um evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST). Por fim, criticou o Presidente Lula por não ajudar o Rio Grande do Sul e comparecer ao Estado com o intuito de lançar seu pré-candidato.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Rio Grande do Sul,Governo federal,Presidente da República,Recursos públicos,Agronegócio,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST)

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Chega a ser uma piada ver Deputados que não sabem da realidade do Rio Grande do Sul virem aqui dizer que estão ajudando! Vão para o meu Estado! Vão lá falar com os Prefeitos! Liberaram 118 milhões. V.Exa. sabe quanto eles empenharam até agora, Presidente? Dois milhões. Isso é inadmissível, é um desrespeito com o povo gaúcho! Vejam se o Governo Federal foi à feira do agronegócio no Rio Grande. Ela clama por ajuda. Ele não foi! Mas o Sr. Lula foi a um evento do MST. Cara de pau! Irresponsável! Não venham dizer que ele ajudou, porque não ajudou. Ele foi lá fazer politicagem, foi lançar seu pré-candidato.
  • 12/03/2025

    O Deputado criticou a Medida Provisória nº 1.265, de 2024, voltada para o Rio Grande do Sul, considerando-a uma "migalha" e um desrespeito por parte do Governo Federal. Citou críticas de Prefeitos de cidades como Porto Alegre (RS), São Leopoldo (RS) e Novo Hamburgo (RS), e afirmou que o Governo trouxe mais problemas ao Estado, como a maior inflação dos últimos 20 anos.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Recursos orçamentários,Rio Grande do Sul,Prefeito,reclamação,Inflação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. É lógico que qualquer medida provisória que venha a ajudar o Rio Grande do Sul será muito bem-vinda, mas essa migalha, esse desrespeito que o Governo Federal faz conosco é inadmissível. Podem perguntar isso ao Prefeito de Porto Alegre, ao Prefeito de São Leopoldo, ao Prefeito de Novo Hamburgo. Prefeitos não faltam para criticar essa medida. E agora, depois de todos esses problemas, eles ganham mais um troféu: a maior inflação dos últimos 20 anos. Está cara a carne, o arroz, o café, a laranja. Sr. Presidente, este Governo Federal tem que acabar amanhã, senão ele vai acabar com o País! E não me venham dizer que ajudaram o Rio Grande do Sul. Fizeram politicagem! Levaram para lá pré-candidatos.
  • 12/03/2025

    O Deputado contestou um discurso de um Parlamentar da Esquerda, mencionando a eleição de Eduardo Bolsonaro como o Deputado mais votado da história do Brasil. Questionou as acusações sobre crimes envolvendo Eduardo Bolsonaro, lembrando que o Presidente Lula foi condenado em diversas instâncias. Além disso, apontou a alta inflação nos últimos anos, alertando sobre o impacto no custo de vida da população. Também criticou a abordagem da Esquerda sobre temas como passaporte, enquanto o Governo atual enfrenta múltiplos escândalos, especialmente em relação a políticas de apoio a movimentos como o MST.

    Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Deputado federal,Passaporte,Presidente da República,Condenação judicial,Economia,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST)

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, um Deputado da Esquerda, cujo nome eu nem sei, falou do Deputado Eduardo Bolsonaro. Lembro que Eduardo Bolsonaro é o Deputado mais votado da história do Brasil. Eu fico admirado de ver esse Deputado ficar falando em crime, sendo que o Presidente dele foi condenado em todas as instâncias! Fico também admirado de ver a Esquerda ficar falando de passaporte, enquanto temos a maior inflação nos últimos 20 anos — é café, é carne, é laranja. Vocês estão tirando o alimento do povo brasileiro! Parem de falar de passaporte! Falem de economia! É escândalo atrás de escândalo! É Ministério da Cultura, é Ministério da Educação, é Ministério da Agricultura, que favorece e visita MST, enquanto não vai às feiras no Rio Grande do Sul! Esse Governo tem que sair! Se... (Desligamento do microfone.)
  • 11/03/2025

    O Deputado criticou a ausência de representantes do Governo Federal na Expodireto Cotrijal, uma das principais feiras do agronegócio no Rio Grande do Sul. Comparou essa postura com a participação do Governo em um evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Também questionou a decisão de zerar a importação de produtos como café, laranja e carne, enquanto temas como a securitização, essencial para os agricultores gaúchos, não avançam.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Rio Grande do Sul,Exposição (evento),Agronegócio,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) Governo federal,Tributação,Importação,Produto agrícola,Securitização,Agricultor

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero deixar claro aqui um fato muito negativo que aconteceu esta semana. A Expodireto Cotrijal, evento do agro e do agricultor do Rio Grande do Sul, do Brasil, ocorreu esta semana, mas nenhum integrante do Governo Federal esteve lá para prestigiar o evento. No entanto, esse mesmo Governo Federal, na semana passada, participou de um evento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, movimento criminoso. Enquanto eles querem zerar a importação de café, laranja, carne, sabendo que nós somos os maiores produtores, eles estão deixando de trabalhar a securitização, tão necessária para o agricultor do Rio Grande do Sul. Gaúchos, este Governo Federal desrespeita o agronegócio, o pequeno, o médio e o grande produtor.
  • 25/02/2025

    O Deputado defendeu a demissão do Ministro da Agricultura e Pecuária por ter reduzido os recursos públicos destinados ao Plano Safra e da Primeira-dama, Janja, devido ao excesso de gastos.

    Palavras-chave oficiais: Demissão,Ministro de Estado,Ministério da Agricultura e Pecuária,Recursos públicos,Plano Safra,Agronegócio Demissão,Primeira-dama,Despesa pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, foi demitido o Ministro dos Direitos Humanos, foi demitido o Ministro das Comunicações, foi demitido o Ministro do GSI, foi demitida a Ministra da Saúde, e tem que ser demitido o Ministro da Agricultura. Vejam o absurdo que se fez com o agro: o plano safra tinha previsão de 400 bilhões de reais, e eles deram 4 bilhões de reais. Vejam só a irresponsabilidade, a maldade com o agro. Que fique registrado que a próxima demissão será da Janja, porque ela está gastando muito, gastando mal e não ajuda em nada o País! Fora, Janja!
  • 25/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Lula, especialmente o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Ademais, alegou que o Ministro Carlos Fávaro desrespeita o agronegócio e condenou o valor irrisório destinado ao Plano Safra por meio da Medida Provisória nº 1.289, de 2025, que abre crédito extraordinário, em favor de Operações Oficiais de Crédito, no valor de R$ 4.177.883.185,00, para os fins que especifica. Além disso, reprovou a elevada inflação dos alimentos, que onera o valor da cesta básica e exaltou o Governo Bolsonaro. Adicionalmente, repudiou os gastos públicos do Governo Lula com a Lei Rouanet, com viagens da Primeira-dama e a escassez de recursos destinados ao agronegócio. Por fim, pediu a exoneração do Ministro Carlos Fávaro, lembrou a derrota do Governo nas eleições municipais e afirmou que a Oposição sairá vitoriosa em 2026.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Ministro de Estado,Ministério da Agricultura e Pecuária,Agronegócio,Plano Safra,Medida provisória,Crédito extraordinário,Inflação,Alimento,Cesta básica,Despesa pública,Lei Rouanet (1991),Primeira-dama,Exoneração,Eleição municipal,Eleições,Oposição política

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Meu Presidente, ou nós paramos o Lula, ou o Lula para o Brasil, ou o Lula quebra o Brasil, ou o Lula destrói o Brasil. Foi uma barbeiragem o que esse Ministro Fávaro fez com o agronegócio, foi desrespeito o ele fez com o agronegócio, justamente quando o café está caro, a laranja está cara, o ovo está caro, a carne está cara. Vocês estão vendo o desrespeito com o pequeno, o médio e o grande produtor. Aí, vem com uma medida provisória de 1% do Plano Safra, 1%. Nós não queremos esmola, não, Ministro. Nós queremos respeito. Vocês, que gostam de falar que somos o celeiro do mundo, não estão respeitando o agronegócio. Já caiu o Ministro das Comunicações. Já caiu o Ministro dos Direitos Humanos. Vai cair o Ministro da Agricultura e Pecuária. Ele tem que cair. O nosso Brasil precisa acordar. Estão quebrando o nosso País. Olhem a cesta básica! Vamos parar de mi-mi-mi, vamos parar de ficar só olhando. Façamos um exercício. Peguem a lista dos produtos da cesta básica de 2022 e de 2025 e vejam o que vocês compram hoje e o que podiam comprar em 2022, com Bolsonaro. Isto não é narrativa, é a realidade. Deputado, o senhor está me olhando. Falo com todo o respeito. Sei que o senhor é um agricultor. Não deixe fazerem isso com o agro! Não deixe fazerem isso com o pequeno, com o médio, com o grande produtor. Nós estamos vendo um desserviço desse Ministério, um desrespeito, um crime! Gastar dinheiro com a Janja em Roma pode, mas dar dinheiro para o agro não pode. Gastar com o "Janjapalooza" pode. Gastar com a Lei Rouanet, com festinhas, com eventos, pode. Foram 17 bilhões para a Lei Rouanet e só 1% do Plano Safra, através de medida provisória. Isso é um desrespeito! Presidente, o senhor já perdeu em 2024, na eleição para Vereadores e Prefeitos. Levou uma surra! Em 2026, aguarde, porque vamos eleger mais Deputados Federais, mais Senadores da República, mais Governadores. Esse projeto de vingança e de poder do Lula não vai passar.
  • 19/02/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 124, de 2022, que estabelece medida excepcional para suspender lançamento de cobrança adicional à remuneração por fornecimento de água e/ou energia elétrica durante situação de Emergência ou Estado de Calamidade Pública decretada por ente da federação em virtude de desastre natural ou provocada por ação humana.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, é importante salientar que, no caso do Rio Grande do Sul, as enchentes não tiraram só casas, trabalho, mas também vidas. E, no momento em que este Congresso finalmente apresenta um projeto que vem ao encontro da preocupação com aqueles que perderam tudo, num simples gesto, que seja a suspensão da cobrança das contas de água e luz, por ocasião da catástrofe, sim, amadurecemos e paramos de fazer politicagem para realizar políticas públicas para o bem comum. Deixamos marcado também, de nossa iniciativa, que a suspensão desta cobrança de água e luz não caia no colo do contribuinte depois, nem mesmo no das empresas que fornecem esses serviços. Cabe ao Governo Federal absorver esses gastos. Por isso, somos favoráveis ao projeto, que, ao menos, diminui um pouco a dor dos gaúchos. No entanto, declaro que falta ainda muito, por parte deste Governo, para que possamos avançar, seja no agro, seja no comércio, seja na infraestrutura. Era isso, Sra. Presidente.
  • 18/02/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 3.875, de 2024, que altera a Lei de Saneamento Básico, para prever a possibilidade de emprego de recursos públicos em serviços de drenagem e manejo de águas urbanas em condições emergenciais. Na oportunidade, destacou a importância de transparência, fiscalização e controle por parte do Governo para evitar o mau uso do dinheiro público.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Recursos públicos,Transparência pública,fiscalização,Governo federal

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, logicamente, esse projeto é extremamente importante para o Estado do Rio Grande do Sul. Nós podemos agilizar a resposta às emergências trazendo uma redução da burocracia e a prevenção dos desastres. Enfim, ter o uso imediato de recurso para a drenagem e o manejo de águas é muito importante. Mas fica também destacado que o Governo poderia nos auxiliar com transparência, fiscalização e controle, para que pudéssemos evitar o mau uso do dinheiro público. A Oposição, de forma responsável, é favorável ao projeto, que vai beneficiar os gaúchos e todos os Estados que passam por esse tipo de necessidade.
  • 18/02/2025

    O Deputado prestou homenagem ao Deputado Osmar Terra, pelo transcurso de seu aniversário de 75 anos.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Aniversário de nascimento,Homenagem

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, peço a palavra apenas para fazer uma homenagem. Queria informar que o nosso querido Deputado Osmar Terra faz hoje 75 anos. Parabéns, Deputado Osmar Terra, pelo transcurso de seu aniversário!
  • 18/02/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 223, de 2023, que altera a Lei Complementar nº 123, de 2006, para dispor sobre a prorrogação do prazo para o recolhimento de impostos para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, em situação de decretação de estado de calamidade pública estadual ou distrital. Ademais, criticou a Esquerda, lembrando que o Presidente Lula já foi condenado criminalmente em todas as instâncias.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto favorável Esquerda política,Presidente da República,Condenação criminal

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, isso é uma piada. Mais uma vez, a Esquerda vem comentar sobre cadeia. O cara foi condenado em todas as instâncias, por dez juízes. O cara foi descondenado por um problema de CEP. Mas querem falar sobre cadeia. Sr. Presidente, a Minoria, de forma responsável, de forma técnica e não ideológica, orienta "sim". Fora, Lula!
  • 18/02/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 223, de 2023, que altera a Lei Complementar nº 123, de 2006, para dispor sobre a prorrogação do prazo para o recolhimento de impostos para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, em situação de decretação de estado de calamidade pública estadual ou distrital.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Este projeto, que trata da prorrogação do prazo para a cobrança de tributos de empresas de pequeno porte por ocasião das catástrofes, precisa ser aprovado. É inadmissível que, após o momento de dor pelo qual passou o Estado do Rio Grande do Sul, queiram atrapalhar, queiram criar burocracia, além de todo o sofrimento pelo qual passaram os pequenos empresários. Nesse sentido, é muito importante que este Plenário vote favoravelmente ao projeto, pela saúde financeira das pequenas empresas do Rio Grande do Sul.
  • 18/02/2025

    O Deputado criticou a atuação da Esquerda, acusando-a de ignorar os problemas reais do povo brasileiro, como o alto preço da cesta básica e do café. Classificou como "inadmissível" a votação em regime de urgência de um projeto que não condiz com as necessidades urgentes da população. Defendeu que o foco deveria estar em medidas que aliviem a crise econômica e o custo de vida dos brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Dia nacional,Axé music,Regime de urgência,Esquerda política,Crise econômica,População,Custo de vida,Inflação,Alimento

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Esquerda é uma piada! Eles estão dançando em cima da fome dos brasileiros, com todo o respeito à cultura, ao estilo musical. Cesta básica cara, café impagável, e eles vêm, numa pouca-vergonha, com um projeto desses neste momento. É inadmissível que nós estejamos votando em regime de urgência uma pauta como esta. O Brasil é contra isso!
  • 12/02/2025

    O Deputado criticou a alta dos preços de diversos produtos nos últimos dois anos, associando diretamente esses aumentos ao Governo do Presidente Lula. Listou itens como cenoura, tomate, picanha e combustíveis, perguntando aos presentes quem seria o responsável. Argumentou que o custo de vida aumentou consideravelmente e que promessas de campanha não foram cumpridas, prejudicando a população, especialmente os mais carentes. Encerrou afirmando que a Oposição voltará ao poder em 2026, mencionando a possível candidatura de Jair Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Inflação,Preço,Alimento,Responsabilidade,Governo federal,Presidente da República,Custo de vida,descumprimento,Plataforma política,Oposição política,Eleições,Candidatura,Ex-presidente da República

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Nos últimos 2 anos, diversos produtos registraram aumentos significativos de preço no Brasil, o que impactou o orçamento das famílias. Vou citar alguns de forma aleatória e eu vou perguntar para o Plenário quem é o responsável pelo aumento do preço. Item 1: cenoura, 178% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Item 2: tomate, 103% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Item 3: abobrinha, 103% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Item 4: melão, 82,46% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Item 5: morango, 70,4% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Item 6: café moído, 67% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) (Manifestação no plenário: Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula!) Sr. Presidente, assegure o meu tempo. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Por favor, eu peço que acalmem os ânimos aqui. (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) (Manifestação no plenário: Lula, ladrão, seu lugar é na prisão!) Tem a palavra o orador, por favor, até terminar o seu tempo de Liderança. O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS) - Pessoal, deixe-me falar! Quando vocês forem falar, nós vamos escutar. Vamos voltar para a abobrinha: 102,99% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Café moído: 67,53% de aumento. Quem é o responsável pelo aumento? (Manifestação no plenário: Lula!) Transporte por aplicativo: 67,18% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) São vocês que estão falando, viu? Batata inglesa: 63,40% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Repolho: 54,72% de aumento. Quem é o responsável pelo aumento? (Manifestação no plenário: Lula!) Pimentão: 51,33% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Óleo diesel: 53,58% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Gás veicular: 45,18% de aumento. Quem é o responsável pelo aumento? (Manifestação no plenário: Lula.) Não perca o gás aí, pessoal! Alface: 45% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Etanol: 42% de aumento. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula!) Pepino: 38,26% de aumento. Quem é o responsável pelo aumento? (Manifestação no plenário: Lula!) Melancia: 37,30% de aumento. Quem é o responsável pelo aumento do preço da melancia? (Manifestação no plenário: Lula!) Brócolis: 35,70%. Quem é o responsável pelo aumento? (Manifestação no plenário: Lula!) Açúcar refinado: 37% de aumento. Quem é o responsável pelo aumento? (Manifestação no plenário: Lula!) Gás encanado: 35,21% de aumento. Quem é o responsável pelo aumento? (Manifestação no plenário: Lula!) O preço da mandioca subiu 30%. Quem é o responsável pela mandioca? (Manifestação no plenário: Lula! Paulo Pimenta!) O preço da revista que lemos aumentou 29,65%. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Lula! Haddad!) O preço da laranja aumentou 28,77%. Quem é o responsável? (Manifestação no plenário: Haddad!) O preço da couve aumentou 27,10%. Quem é o responsável pela couve? (Manifestação no plenário: Haddad!) O preço do filé-mignon aumentou 26,54%. Quem é o responsável? Quem? (Manifestação no plenário: Lula! Haddad!) Esperem aí, que faltam mais 40 itens. (Manifestação no plenário.) Deixem-me achar a picanha, então. Esperem. (Pausa.) Vamos partir para a picanha: 70% de aumento! Quem é o responsável!? (Manifestação no plenário: Lula! Haddad!) Sr. Presidente, eu sei que o que falamos aqui mobilizou a Oposição, mas, na verdade, é muito triste, porque, na mesa do brasileiro, depois das narrativas de campanha, aquelas que foram usadas de forma baixa, irresponsável, para atingir os mais carentes, agora, na prática, não tem picanha, não tem cerveja. Então, que fique bem claro que o responsável pelos itens da cesta básica mais caros, pelo imposto mais caro do mundo é, sim, o Governo Lula. Pode ter certeza de que isso o brasileiro está vendo. Em 2026 nós vamos estar de volta. Ganhamos em 2024, com Vereadores e Prefeitos. Em 2026, teremos Deputados Federais, Senadores, Governadores e o nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro de volta! Dá-lhe, Presidente!
  • 04/02/2025

    O Deputado criticou o Governo Federal, afirmando que os últimos dois anos foram marcados por retrocessos e promessas vazias. Acusou a gestão de priorizar a perseguição política e ideológica, mencionando os eventos de 8 de janeiro e defendendo a votação da anistia. Também criticou a crise econômica, citando inflação, perda de poder de compra e dificuldades enfrentadas pela população. Além disso, cobrou investigação contra o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por irregularidades no programa Pé de Meia e comparou a atual gestão a escândalos de corrupção passados. Por fim, defendeu o impeachment como medida necessária para proteger a Nação e encerrou seu discurso pedindo união da Oposição e a saída de Lula do cargo.

    Palavras-chave oficiais: Programa Pé de Meia,Crise econômica,Corrupção,Impeachment,Presidente da República,Governo federal,Perseguição política anistia,Ato antidemocrático,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Brasília (DF)

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Altineu, do Partido Liberal, do partido do Presidente Bolsonaro, patriotas, Sras. e Srs. Parlamentares, imprensa e demais audiência, estamos aqui na Oposição. Falo com o coração cheio de compromisso para os milhões de brasileiros que, assim como eu, assim como nós, não aceitam mais o desgoverno que tomou conta da nossa pátria nos últimos anos. Dois anos que deveriam ter sido marcados por avanços da dignidade e da valorização do povo brasileiro, mas, infelizmente, esses 2 anos foram perdidos. O slogan — acreditem que eles falam isso — desse projeto de poder, união e reconstrução, tão propagado, não passa de uma narrativa. Como dizia o Presidente Ronald Reagan, o Governo não é a solução para o problema. Esse Governo é o problema. O Brasil que vemos hoje está abandonado, imerso em uma crise profunda, e o Governo se mostra mais preocupado em silenciar seus opositores do que em solucionar os problemas que atrapalham a população. Essa perseguição política e ideológica, como vimos nos episódios do 8 de janeiro, apenas semeia a divisão em nosso País. Agora, sim, precisamos trazer o projeto de lei da anistia à votação. A Casa do Povo é que tem que decidir. Fomos um país forjado na luta pela liberdade, pela família e pelos valores cristãos. Não podemos esquecer que, desde a nossa independência, o Brasil tem buscado alicerçar seu futuro na defesa da democracia, na valorização da família e na busca incessante por justiça, sem abrir mão da ordem e do progresso. Enquanto o Governo se perde em promessas vazias, o povo sofre as consequências da falta de responsabilidade desse desgoverno. O trabalhador brasileiro está sendo esmagado pela inflação, pelo aumento dos preços e pela perda do poder de compra vivenciado todos os dias nos supermercados. A cada dia, mais famílias enfrentam dificuldade par garantir o básico. Quando eu falo o básico, é carne, é feijão, não é a picanha. Nós precisamos, sim, que as leis não sejam ignoradas. Quando o Erário público é tratado com desdém, é nosso dever como representantes do povo garantir a justiça. Assim como Dilma Rousseff foi responsabilizada pelas pedaladas fiscais, o Presidente Lula deve ser investigado pelas graves irregularidades no programa Pé de Meia, apontado pelo Tribunal de Contas da União. Não somos nós da Oposição; é o Tribunal de Contas da União, um órgão de controle e fiscalização. O Brasil não pode continuar sendo governado à margem da lei e da irresponsabilidade. Este mesmo Governo do mensalão, dos sanguessugas, das corrupções na PETROBRAS. Chega do desgoverno! Chega de irresponsabilidade! O povo brasileiro não aguenta mais! Por isso, a Oposição faz um apelo: vamos unir nossas forças em nome da justiça, da liberdade, do futuro do nosso País. O impeachment de Lula é uma medida necessária, não apenas pela incompetência evidente, mas pela proteção da nossa Nação contra aqueles que querem nos arrastar para o abismo. Estamos com o povo brasileiro. Pela liberdade dos presos do 8 de janeiro! Pela liberdade de expressão! Pela dignidade do povo brasileiro, que honra a história e seus valores cristãos, eu digo à Nação, estamos juntos, vamos em frente com coragem, com fé e à vitória do povo, e não daqueles que querem poder. Sim, eu me junto a vozes, e nós falamos: Fora Lula! (Manifestação conjunta: Fora Lula!) O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS) - Anistia! (Manifestação conjunta: Anistia!) O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS) - Não à censura! (Manifestação conjunta: Não à censura!) O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS) - Bolsonaro, Presidente do Brasil em 26!
  • 04/02/2025

    O Deputado destacou a importância de recursos para o Rio Grande do Sul, afirmando que qualquer ajuda é bem-vinda, mas insuficiente diante das promessas feitas. Criticou a utilização da crise para discursos políticos e cobrou ações concretas. Enfatizou a necessidade de maior compromisso no repasse de recursos e na efetivação das medidas anunciadas. Finalizou parabenizando o Presidente Altineu e reafirmando o apoio da Direita.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Recursos orçamentários Direita política,Apoio político,Vice-presidente,Câmara dos Deputados

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    O SR. ZUCCO (Bloco/PL - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Altineu, antes de mais nada, eu quero parabenizar o senhor. É um orgulho ver o senhor sentado nessa cadeira! (Palmas.) Por isso, a Direita se uniu, para fazer o que é certo. Presidente, eu quero deixar claro que todo e qualquer recurso que vier para o Estado do Rio Grande do Sul será muito bem-vindo. No entanto, não tenhamos nesta Casa uma narrativa baixa para dizer que eles ajudaram o suficiente — não chegou a 10%, Presidente, do que nós precisamos. As casas prometidas estão no papel até agora. Então, toda e qualquer ajuda será bem-vinda, mas falta muito, muito do que eles prometeram, porque foram lá para fazer discurso político de pré-campanha. Parabéns, Presidente Altineu! O senhor está aí com todo o apoio da Direita!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.