
Nome civil: Marcos Antonio Pereira Gomes · 38 anos
Bananômetro
88/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 86% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 97%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 92%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 20%das 779 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 89%das 645 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5921
- Gabinete
- Gabinete 921, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
97%
Esteve em 381 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 991 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 50 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
20%
Em 779 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
240 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 17/06/2026.
- 17/06/2026
O Deputado, na condição de Relator, celebrou a aprovação da Medida Provisória nº 1.343, de 2026, que altera a Lei nº 13.703, de 2018, para criar a obrigatoriedade de cadastramento da operação de transporte e a geração do Código Identificador da Operação de Transporte - CIOT, e para dispor sobre medidas administrativas para o cumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Ademais, recordou sua trajetória como caminhoneiro, enalteceu as medidas aprovadas em favor do transporte rodoviário de cargas e destacou ter cumprido o compromisso assumido com a categoria no Congresso Nacional. Por fim, reforçou que seu mandato está a serviço da categoria e defendeu o reconhecimento dos caminhoneiros como heróis que sustentam o Brasil.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Mandato parlamentar,Relator,Medida provisória,Código de Identificação de Operação de Transporte (CIOT),Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas,Motorista de caminhão
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, existem momentos na vida em que nós temos que decidir o que queremos fazer, para onde queremos ir e aonde queremos chegar. Quando comecei em cima do volante de um caminhão, eu nunca imaginei chegar aqui. (O orador se emociona.) Eu nunca imaginei que um caminhão me traria ao Congresso Nacional, onde a vida do caminhoneiro sempre foi decidida, e decidida de maneira errada ou de maneira, às vezes, rasa! Mas eu cheguei aqui e não sei, até hoje, como. Quando me perguntam como eu cheguei, eu digo: "Não sei". Eu só lutei, lutei, e lutei todos os dias, para que a minha categoria deixasse de ser pano de chão na mão dos outros! Hoje, Sr. Presidente, é um dia muito especial na minha vida, porque posso dizer que completei aquilo que eu me propus a fazer no Congresso Nacional, de maneira íntegra, pelo transporte. Desde o início, desde o primeiro dia de mandato, a gente vinha apresentando proposições, lutando nas Comissões, aprovando projetos, mas tudo parecia que não ia chegar a lugar nenhum. E eu lutei e continuei lutando ao lado desses bravos homens que estão aqui hoje. Eu não quero falar de mim, não, Sr. Presidente. Aqueles ali no fundo deveriam estar aqui em cima junto comigo! Ali no fundo estão os homens que continuam sangrando nas estradas todos os dias! (Palmas.) Esses homens é que deveriam estar aqui, porque a verdadeira autoridade do transporte não é quem fala pelo transporte, é quem vive o transporte! Hoje eu sou um instrumento, um instrumento que nunca vai desonrar nenhum caminhoneiro neste País. Muito pelo contrário. Nós fizemos hoje algo que ninguém jamais imaginou ser capaz de fazer ou ser possível fazer, mas é apenas o começo. E, com alegria em meu coração, eu quero dizer a todos V.Exas. para juntos fazermos do caminhoneiro aquilo que ele realmente é: o herói que sustenta o Brasil todos os dias! Parabéns a V.Exas. e obrigado por estarem aqui! Obrigado, Sr. Presidente. - 17/06/2026
O Deputado encaminhou a votação do artigo 8º do Projeto de Lei de Conversão nº 6, de 2026, apresentado à Medida Provisória nº 1.343, de 2026, que altera a Lei nº 13.703, de 8 de agosto de 2018, para criar a obrigatoriedade de cadastramento da operação de transporte e a geração do Código Identificador da Operação de Transporte - CIOT, e para dispor sobre medidas administrativas para o cumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,contrário
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Sem revisão do orador.) - Veja só, Presidente. Este não foi um texto de simples construção. Para chegar a uma proposta que pretende mudar a vida do caminhoneiro, a primeira premissa é ouvir o caminhoneiro. E foi isso que nós fizemos, foi assim que nós atuamos ao longo de quase 3 meses de trabalho sobre a MP 1.343. Hoje nós estamos votando nesta Casa algo que definitivamente tira o caminhoneiro autônomo da escravidão, do jugo daqueles que sempre o roubaram na cara dura. De quem eu estou falando? Do famoso transovaco: o homem que não tem um caminhão, que nunca dirigiu um caminhão, mas leva 30%, 40%, 50% do frete do caminhoneiro. Hoje nós estamos pondo um fim a essa prática. Estamos levando dignidade para aqueles homens que, aos 70 anos de vida, continuam na boleia de um caminhão, trabalhando dia após dia, porque não conseguem se aposentar por terem uma renda miserável. Por que nós somos contrários a esses destaques? Porque visam atrapalhar o bom andamento da proposta, com atrasos em sua apreciação, e, principalmente, tirar direitos do caminhoneiro. E por que nós somos contra esses destaques? Porque esses destaques visam atrapalhar, prejudicar, fazer com que este bom andamento tenha atrasos e, principalmente, tirar direitos do caminhoneiro. Nós vimos, Sr. Presidente, em 2022, caminhoneiros que foram obrigados a parar e, depois, foram multados por estarem parados e que receberam multas milionárias: 3 milhões, 4 milhões, 5 milhões, 6 milhões de reais. Então, Sr. Presidente, nós estamos aqui defendendo esses guerreiros, para que essas pessoas não vivam mais sob esse jugo. É por isso que o PL, a Oposição, é contra esse destaque. Nós somos favoráveis a uma única coisa, Sr. Presidente: que seja feita a maior festa de todos os tempos hoje, em todo o Brasil, porque estamos dando dignidade a quem transporta o Brasil nas costas com muito suor, garra e força de vontade. Obrigado. - 12/05/2026
O Deputado declarou que o Governo Federal não adota medidas efetivas para a segurança pública e que o plano apresentado nessa área não teria validade. Além disso, afirmou não ser contrário ao fim da escala 6x1, mas ressaltou que os direitos dos trabalhadores não podem ser tratados como instrumento político, pois a viabilidade das empresas é condição para a existência dos próprios empregos. Por fim, informou que coleta assinaturas para uma proposta alternativa sobre o tema e convidou Parlamentares da esquerda a aderir à iniciativa.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Política de segurança pública,Crítica Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Eleição,interesse
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu gosto de estar no plenário e ouvir discursos, principalmente discursos que vêm sem nenhuma fundamentação lógica, real e que não traz nenhum dado. É como falar para a sua turminha que vota e está tudo certo. Duas coisas me incomodam neste País. A primeira é que nós estamos falando de um desgoverno que realmente não faz nada pela segurança pública e que este plano de segurança pública dele não passa de balela. Ponto. A segunda é o fim da escala 6 por 1. Eu não sou contra ela. Eu sou um cara a favor de que o povo brasileiro tenha, sim, direitos, mas que esses direitos deles não sejam roubados e não sejam destruídos através de politicagem. A escala 6 por 1 não é simplesmente você dar direito ao funcionário. Você tem que pensar que, para existir o funcionário, uma empresa ainda tem que estar naquele local. O que nós precisamos tratar nessa escala é o que eu estou fazendo. Estou coletando assinaturas e convido os amigos da Esquerda a assinarem algo que vai realmente funcionar para a escala 6 por 1. Não podemos permitir que este seja um tema eleitoreiro para um descondenado. - 05/05/2026Breves Comunicações
O Deputado repercutiu caso de violência sexual contra duas crianças e defendeu mudanças na legislação penal, com foco na redução da maioridade penal. Afirmou que o episódio expôs fragilidades no sistema de responsabilização de adolescentes envolvidos em crimes graves . Também cobrou posicionamento do Governo Federal sobre o caso e associou o debate à necessidade de revisão das políticas de segurança pública e de endurecimento das penas para crimes dessa natureza.
Palavras-chave oficiais: Violência sexual,Criança,Legislação penal,redução,Maioridade penal,responsabilização,Adolescente,Crime,Governo federal,Segurança pública
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu estou tentando encontrar as palavras mais adequadas neste meu pronunciamento de hoje, mas juro que eu não sei de que maneira me expressar. O Brasil está acostumado a viver sob a criminalidade, mas prestem atenção! essa criminalidade e a impunidade cresceram desordenadamente no Governo Lula. E quero entrar num ponto que está me incomodando desde a manhã, quando eu ouvi pela primeira vez o áudio daquelas duas crianças, uma de 7 anos e outra de 10 anos, que foram estupradas por cinco bandidos, vagabundos. O grito daquela criança pedindo: "Pare, porque está doendo!", o grito está aqui dentro. Vou falar uma coisa neste Plenário, porque aqui ninguém me conhece. Acham que me conhecem na rede social. Se fosse um filho meu ou um parente meu, a polícia não ia ter tempo, porque eu ia picar os pedaços daqueles vagabundos. Eu ia cortar com uma faca cega os pedaços deles, porque os gritos daquelas crianças estão entranhados dentro de mim! "Para! Está doendo!" era o que eu escutava naquele áudio. Isso tudo ocorre porque esta Casa não tem a coragem de discutir algo que é urgente: a redução da maioridade penal! Os filhos de uma égua que cometeram essa atrocidade são menores de idade e vão ficar 3 anos presos em uma fundação socioeducativa. O outro, o maior, vai ficar na cadeia e vai pagar muito mais caro por esse crime. Mas eu quero saber se esta Casa, se este Congresso Nacional, se a Esquerda, se o Centro, se o Governo Lula... Porque o Lula fez campanha para o cachorro Orelha, o Lula fez campanha por os traficantes que morreram lá no Complexo do Alemão, mas até agora não abriu a boca para falar de duas crianças que foram estupradas por cinco pessoas. O Governo Lula não falou nada, mas eu quero aqui chamar a atenção deste Plenário e peço 30 segundos para completar o meu pronunciamento, Sr. Presidente: ou a gente vota a diminuição da maioridade penal, ou esses bandidos vão continuar fazendo, e fazendo pior, porque a impunidade está cada vez maior. Juiz está soltando bandido, com a complacência de muita gente que vai lá à favela dizer: "Coitadinhos dos traficantes que morreram", mas não apareceram para falar dessas crianças. Que fique registrado que, se fosse um filho meu ou um parente meu, eu picaria os pedaços desses vagabundos antes de a polícia botar a mão. - 30/04/2026
O Deputado celebrou a derrota do Governo Lula mediante a rejeição da indicação do Advogado-Geral da União Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, argumentou que a derrubada do Veto Total nº 3, de 2026, aposto ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que trata da dosimetria da pena, não beneficia traficantes, homicidas e outros criminosos, mas apenas os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Ademais, defendeu o Senador Flávio Bolsonaro contra as acusações da Esquerda, negando o envolvimento do Parlamentar em corrupção e outros crimes. Reivindicou ainda a instauração da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master. Ao final, afirmou que a morte de Clezão não foi em vão e que a democracia será restaurada no Brasil com a eleição de Flávio Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: indicação,Advogado-Geral da União,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Presidente da República,Rejeição,Senado Federal,Governo federal Derrubada de veto,Veto total,Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,Condenado,Ato antidemocrático,Criminoso,Progressão de regime prisional Senador,Partido Liberal (PL),Acusação,Esquerda política,Pré-candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Eleições,Corrupção,Crime,Democracia Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,instalação
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente, pela Liderança, são 5 minutos? Só para recapitular aqui. O SR. PRESIDENTE (Davi Alcolumbre. UNIÃO - AP) - Exatamente. O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC) - Presidente, pediria que V.Exa. restabelecesse meu tempo. Hoje eu consigo entender a histeria que está acontecendo nesta Casa. É muito difícil acordar em uma quinta-feira em que o Governo e essa turma da "lacrolândia" foram massacrados no Plenário ontem. Vocês perderam não só a indicação de um Ministro que queria sentar na Suprema Corte, vocês perderam a dignidade. Agora eu fiquei confuso, porque há pouco eles estavam levantando questão de ordem dizendo que nós queríamos soltar bandidos, traficantes, homicidas. Aí foi esclarecido que isso não está no texto, que isso foi removido. Mas eles continuam criticando. Eles não querem liberar é o povo. Na verdade, se este projeto fosse para defender bandido, vocês votariam "sim", porque é o que vocês fazem. Agora, vamos colocar um ponto de reflexão a tudo o que está acontecendo no Congresso Nacional? Vocês estão à beira da loucura, porque vocês já estão derrotados no dia 4 de outubro. Vocês perderão as eleições para Flávio Bolsonaro, que vocês adoram chamar de bandido. Mas eu nunca vi o Flávio Bolsonaro ser condenado em três, quatro instâncias por lavagem de dinheiro, por corrupção ativa, passiva. O Flávio não andou com dinheiro na cueca, senhores. O Flávio não tinha sítio em Atibaia, nem triplex no Guarujá. O Flávio não roubou os aposentados do INSS. O Flávio não fez reunião com Daniel Vorcaro às escondidas no Palácio. Então, senhores, o discurso de V.Exas. é completamente "hospicioso". Acho até que, se levassem vocês a um hospício, vocês ficariam, e eles teriam que soltar os que estão lá, porque vocês conseguem ser piores. A democracia que vocês defendem é a democracia do suco de laranja: espremeu, se estiver doce, estou dentro; se estiver azedo, faço cara feia. A grande verdade, senhores, é que o Brasil está mudando. E o Brasil está mudando porque nós temos liderança que não tem o rabo preso. Esta sessão, hoje, é pela memória de um homem que morreu na cadeia. A nossa sessão é pelo Clezão, que foi assassinado. (Palmas.) A dosimetria não é o que nós gostaríamos. Nós queríamos era que esse povo não tivesse que ficar um dia na prisão. Mas o sistema é bruto, o sistema é violento. Ele engole pessoas; ele as derruba para conseguir o que bem entende. Mas o fim da era da escravidão está chegando. Quero lembrar a V.Exas. que esta sessão não está certa, não está completa, porque aqui, hoje, pelo Regimento, também teria que ser lida a nossa CPMI do Banco Master. Nós tínhamos que ter essa CPMI instaurada para que colocássemos na cadeia os políticos que estavam viajando e curtindo, Ministros, Ministros com 129 milhões de reais de contratos, senhores. Mas, é claro, nem tudo é perfeito, e eu não vou ficar falando disso, porque nós já tivemos grandes vitórias ontem, Senador Rogerio Marinho, graças à Oposição, graças ao trabalho que V.Exa. fez e, principalmente, graças ao nosso Presidente Davi Alcolumbre, que fez a sua parte. (Palmas.) A democracia se escreve com seriedade. E, olhando nos olhos das filhas e da esposa do Clezão, eu vou falar uma coisa para vocês: a morte do Clezão não foi em vão. O Brasil está mudando porque um homem foi morto pela ditadura que está instaurada neste País, e nós restabeleceremos a democracia brasileira. Viva o nosso pré-candidato Flávio Bolsonaro! E, para encerrar, eu vou cantar assim: "Chora, petista, bolivariano, a roubalheira do PT tá acabando..." Muito obrigado, Sr. Presidente. - 29/04/2026
O Deputado criticou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal, abordando sua atuação em cargos públicos e posicionamentos em temas recentes. Mencionou a sabatina no Senado e fez referência ao processo de votação pelos Senadores, destacando a relevância da decisão para a composição da Corte.
Palavras-chave oficiais: Senado Federal,Sabatina,Supremo Tribunal Federal (STF),indicação,Ministro do Supremo Tribunal Federal
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje o Brasil tem a oportunidade de olhar no fundo dos olhos de cada Senador da República que votar favoravelmente à indicação de um dos maiores covardes da história deste País, chamado Jorge Messias. E por que eu chamo Jorge Messias de covarde? Porque, quando ele viu, diante dos seus olhos, homens e mulheres aposentados serem roubados pelo desgoverno e pela militância, ele simplesmente cruzou os braços e ficou calado. Srs. Senadores da República Federativa do Brasil, àquele que votar favoravelmente a essa indicação eu espero que o povo brasileiro dê "tchau, querido". Assim como nós fizemos nesta Casa em 2016, quando tiramos do poder uma mulher que não conseguia governar este País, nós iremos fazer com a carinha de cada Senador. "Ah, Deputado, mas o voto é secreto." A gente sabe que o voto é secreto e a gente sabe que 12 bilhões de reais estão comprando uma cadeira na mais alta Corte brasileira hoje. E tudo isso para servir a quem? Ao PT, ao Lula e aos seus caprichos. Muito obrigado. - 28/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de regime de urgência do Projeto de Lei nº 1.944, de 2026, que altera o artigo 112 da Lei de Execução Penal para repristinar as alterações que lhe haviam sido feitas pela Lei n.º 15.358, de 24 de março de 2026 – Lei Raul Jungmann.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Oposição política
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu fico me perguntando todos os dias por que a Esquerda sempre é contrária a projetos que endurecem penas, por que a Esquerda está sempre com um discurso, mas, na prática, age completamente diferente. Eles querem criminalizar quem vai receber uma anistia humanitária na quinta-feira, mas esquecem que foram beneficiados por uma anistia para bandidos, para sequestradores, para homens-bomba, que explodiram bombas em São Paulo. Agora, senhores, façam-me o favor, o maior bandido deste País está sentado na cadeira presidencial, depois de ser condenado por três instâncias e ter o seu processo arrolado pela Suprema Corte, da qual ele se vê beneficiado todos os dias. Então, Sr. Presidente, a democracia deles é diferente. - 28/04/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que seu mandato não se curvava ao sistema político brasileiro e denunciou a compra de votos para a aprovação da indicação do Advogado-Geral da União Jorge Messias ao cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ademais, criticou o Presidente Lula por deixar o País com dívida pública superior a R$ 12 trilhões até 2026 e inflação de 15,5%, além de perseguir adversários políticos. Além disso, contestou a campanha contra o Senador Flávio Bolsonaro e defendeu o legado do ex-Presidente Bolsonaro, apontando redução do endividamento público, corte de impostos, superávit superior a R$ 54 bilhões e preservação de 11 milhões de empregos durante a pandemia do coronavírus. Por fim, afirmou que a eleição de 2026 será decisiva para o futuro do Brasil.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Compra de voto,Aprovação,indicação,Advogado-Geral da União,Ministro do Supremo Tribunal Federal Governo federal,Presidente da República,Dívida pública,Inflação,Perseguição política,Política econômica,Política fiscal Eleições,Senador,Partido Liberal (PL),Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Ex-presidente da República,Governo
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu tenho neste mandato a responsabilidade de não me curvar ao sistema político brasileiro. E essa responsabilidade é que faz com que eu honre Santa Catarina todos os dias, não só com meus votos nesta Casa, mas também com meus pronunciamentos duros e firmes contra o sistema político brasileiro. A compra de votos, que está sendo descarada, para que haja votos suficientes ao ingresso de Jorge Messias é o reflexo da podridão de Luiz Inácio Lula da Silva. E quem é Luiz Inácio Lula da Silva? O homem que vai deixar o País com mais de 12 trilhões de reais em dívidas até ao final de 2026, com a pior inflação de todos os tempos, que chega a mais de 15% hoje, 15,5%. E o que este mesmo descondenado, pessoa pequena na Presidência, faz até o momento? Persegue aqueles que ele odeia. Começaram uma campanha contra o Flávio Bolsonaro. É uma das piadas mais ridículas que eu já vi, até porque os números não fecham. O roubo começou com Bolsonaro, mas foi aprimorado no Governo Lula. Eu acho que esse discurso ameno já passou da hora de cair por terra. Mas eu quero, em 1 minuto e 20 segundos, falar do que é o Governo Bolsonaro e do que será o Governo de Flávio Bolsonaro. Bolsonaro pegou o País com um endividamento público de 75%, um número bom, porque Michel Temer fez milagre em 2 anos. O mais impressionante é que, contra todos os estudiosos do mundo que diziam que o endividamento iria subir 10%, ele conseguiu, no final do seu mandato, entregar o País com 71% de endividamento, com menos endividamento do que quando pegou, além de ter tirado IPIs, reduzido impostos, feito com que o brasileiro tivesse novamente o direito de comprar o básico para sua casa. E você vai dizer: "Mas no Governo Bolsonaro as coisas estavam caras". Poderia ser muito pior se fosse o Lula. Lembro a todos que nós tivemos a maior recessão por conta da guerra da Rússia e da Ucrânia, a maior recessão por conta de uma das maiores pragas que foi a Covid-19, e, mesmo assim, além de entregar o País com o maior superávit da história, de mais de 54 bilhões de reais, nós preservamos, Sr. Presidente, 11 milhões de empregos durante o período pandêmico. Senhores, não há dúvida de que esta eleição de 2026 será a eleição mais acirrada, porque é a decisão de reconstruir o Brasil ou de deixá-lo acabar, afundando com o Lula. - 14/04/2026
O Deputado abordou a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, sobre a redução da jornada de trabalho. Criticou propostas de mudança na jornada de trabalho, como o fim da escala 6 por 1, argumentando que o tema tem sido tratado de forma populista. Afirmou, entretanto, ser favorável à flexibilização das relações de trabalho, defendendo que os próprios trabalhadores tenham liberdade para decidir como vender sua força de trabalho, em vez de regras impostas por lei. Por fim, destacou a importância de melhorar a qualidade de vida e o convívio familiar, mas defendeu que qualquer mudança seja debatida com responsabilidade econômica, alertando que propostas mal estruturadas podem agravar dificuldades já enfrentadas pela população, como alta carga tributária e insegurança em relação aos direitos trabalhistas.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,alteração,Constituição Federal (1988),Jornada de trabalho,Qualidade de vida,Relações trabalhistas,Carga tributária,Direito do trabalho,Populismo
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quando nós ouvimos o outro lado falar sobre a escala 6 por 1, eu fico me perguntando se realmente eles querem construir uma melhor viabilidade para o povo brasileiro, ou se querem um projeto político populista. A verdade é a seguinte: nós realmente temos que mudar a escala de trabalho do povo brasileiro. Eu sou 100% favorável a que o povo brasileiro escolha como quer trabalhar e como quer vender suas horas de trabalho. Não se deve empurrar mais um projeto populista goela abaixo de quem já não consegue subsistir, de quem já paga altas cargas tributárias. É isso que não dá para entender. Defender que a família brasileira esteja sempre mais próxima dos seus é importante, mas façam isso com responsabilidade, sem utilizar o povo como massa de manobra, sem mentir, sem criar uma situação inviável para o País. Nós precisamos discutir esta matéria com muita seriedade, sem paixões políticas e sem populismo barato, senão nós vamos continuar jogando o povo naquilo em que o povo já vive: na desgraça de nunca ter seus direitos assegurados de verdade. O que se vê são apenas mentira e enganação. - 08/04/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação do Congresso Nacional ao tratar da anistia a pessoas presas após atos políticos e cobrou a convocação de sessão para análise de veto presidencial. Direcionou críticas ao Senador Davi Alcolumbre, ao associar a ausência de deliberação a fatores políticos e institucionais. Questionou decisões do Supremo Tribunal Federal e mencionou casos que, segundo ele, indicariam desproporcionalidade em punições. Também defendeu mudança na composição do Senado por meio das eleições e citou nomes que, em sua avaliação, poderiam adotar postura diferente.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,motivação política,participante,anistia,Derrubada de veto,Congresso Nacional,Presidente do Senado Federal,atuação,Crítica Senado Federal,composição,Eleição,renovação Supremo Tribunal Federal (STF),Decisão,punição,desproporcionalidade,Crítica
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres colegas, Deputado Luiz Lima, a quem expresso meu respeito e admiração, hoje é a primeira vez que eu subo a esta tribuna depois do fechamento das janelas partidárias. E venho a esta tribuna falar sobre a incompetência do Congresso Nacional, mais uma vez. Nós estamos há 2 anos lutando aqui pela anistia dos presos políticos, injustiçados por um Supremo Tribunal Federal que não respeita as leis, de que eles deveriam ser os guardiões. E por que eu estou falando sobre isso? Porque nós temos um covarde de um Presidente do Congresso Nacional, chamado Davi Alcolumbre, que, não sei se por medo da Suprema Corte ou se por rabo preso em diversas ações que temos visto no Brasil, como a CPMI do INSS, que ele ajudou a enterrar junto com seus amigos da Suprema Corte, simplesmente não convoca a sessão do Congresso em que nós iremos derrubar o veto e devolver a liberdade ao povo que está na cadeia por causa de uma decisão injusta e arbitrária, Sr. Presidente! Eu quero deixar um recado a Davi Alcolumbre: dia 4 de outubro, se não me engano, é o dia em que o povo vai às urnas votar, e eu espero que ele o escorrace deste Congresso Nacional! Chega de Senadores covardes nesta Casa, de Senadores que se ajoelham diante de uma Suprema Corte que já passou de todos os limites! Sr. Presidente, o senhor acredita que a Suprema Corte multou em 10 bilhões de reais caminhoneiros que já nem conseguem mais subsistir? A mesma Suprema Corte condenou a 14 anos de prisão um catarinense porque ele fez um Pix de 500 reais para ajudar a pagar um ônibus que veio para Brasília. Sr. Presidente, a covardia do Congresso Nacional me enoja! Mas eu vim para cá, porque eu não tenho medo dessa raça de mau caráter. Eu gostaria que muitos fossem igual a V.Exa., Sr. Presidente, que muitos fossem igual ao Deputado Luiz Lima e tantos outros Deputados que têm colhão para defender este País. Eu posso ir para a cadeia, mas eu não abaixo a crista para bandido, muito menos para uma Suprema Corte que já passou de todos os limites e inclusive beneficiou bandidos que roubaram os velhinhos, aposentados no Brasil. Sr. Presidente, fica a minha revolta contra tudo isso e o meu apelo para que o povo brasileiro, nestas eleições, eleja homens como José Medeiros para o Senado, eleja homens como Gustavo Gayer para o Senado, eleja tantos outros bons Senadores, que terão a coragem de botar em pauta o impeachment de Alexandre de Moraes e de outros Ministros que vêm cometendo crimes em cima de crimes. - 18/03/2026
O Deputado criticou o Governo Lula quanto à aplicação da Lei nº 9.605, de 1998, a qual, com a interpretação dada, caso haja denúncia relacionada à emissão de fumaça, incidir-se-á multa de 10 mil reais a quem utilizar fogão a lenha. Sustentou que a medida atinge especialmente produtores rurais e famílias do campo e questionou a razoabilidade dessa interpretação da legislação. Por fim, defendeu que o fogão a lenha constitui patrimônio histórico e cultural das famílias brasileiras e afirmou que a iniciativa é irrazoável e cria mais problemas para o País.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),interpretação,Lei dos Crimes Ambientais (1998),emissão,Fumaça tóxica,Multa,Fogão,Lenha,Lareira,Fiscalização ambiental
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quando eu acho que já vi de tudo no Brasil, eu me surpreendo com o Governo Lula. O Governo Lula quer multar em 10 mil reais em 10 mil reais! quem cozinhar no fogão a lenha. Você vai falar: "Está ficando maluco". Não estou ficando maluco. Eu achei que era maluquice, mas não é. Simplesmente pegam a Lei nº 9.605, de 1998, e dizem que, se alguém denunciar, se um vizinho denunciar que há muita fumaça num fogão a lenha, o produtor rural porque, normalmente, é nas roças que se faz isso vai receber uma multa de 10 mil reais. Parece piada, mas não é. Agora, a pergunta que eu quero fazer é a seguinte: o Governo é maluco, doido, retardado, ou quer só arrumar um problema para o Brasil? Fogão a lenha é patrimônio histórico, patrimônio histórico e cultural das famílias! - 18/03/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que os caminhoneiros farão paralisação em protesto contra a impunidade e a ausência de leis que assegurem direitos mínimos à categoria. Declarou estar à disposição para dialogar com o Presidente Hugo Motta, o Presidente Davi Alcolumbre e lideranças do setor sobre medidas destinadas a garantir segurança jurídica ao transporte rodoviário de cargas. Ademais, cobrou o respeito à lei do piso mínimo, ao vale-pedágio e ao pagamento de diárias por esperas nas portas de empresas, bem como criticou resolução da ANTT que passou a exigir seguro de carga de caminhoneiro autônomo com CNPJ. Por fim, ressaltou que a Refinaria de Abreu e Lima está destruída devido a corrupção e sustentou que o Brasil deve buscar autossuficiência em combustível para reduzir a dependência do dólar.
Palavras-chave oficiais: paralisação,Greve,Motorista de caminhão,Transporte rodoviário,Lei do Piso Salarial (2008),Lei do Caminhoneiro (2015),Vale-Pedágio,Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT),Seguro,Diálogo político,Presidente da Câmara dos Deputados,Presidente do Senado Federal Crítica,Refinaria Abreu e Lima (RNEST),Corrupção
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, amanhã, quinta-feira, o Brasil provavelmente amanhecerá com as rodovias todas paradas. Os caminhoneiros estão cruzando os braços para dizer: "Chega de tanta impunidade na nossa categoria!" Isso não é algo que me deixa feliz, não, até porque, em todos os momentos em que paramos, nós o fizemos justamente para brigar por direitos que deveriam ser assegurados pela lei. Mas a lei não funciona para o caminhoneiro. A lei não tem nenhuma complacência com quem deixa sua família por 30, 60, 90 dias. E eu vou dizer para V.Exa. que isso é inaceitável. Mas quero chamar a atenção desta Casa para algo que podemos fazer agora. Quero chamar a atenção do Presidente Hugo Motta, Presidente da Câmara dos Deputados, e do Presidente Davi Alcolumbre. Estou à inteira disposição para, junto com as lideranças que estão se mobilizando para parar o Brasil, tratarmos de assuntos extremamente importantes que estão parados no Congresso Nacional. Estou à inteira disposição para criarmos um cenário de segurança jurídica para quem transporta o Brasil nas costas, sendo, muitas vezes, desvalorizado. O Brasil não precisa de uma paralisação, mas o Brasil terá uma paralisação. O Brasil não aguenta uma paralisação, mas, infelizmente, terá que suportar uma paralisação por falta de responsabilidade. Hoje, Sr. Presidente, nós estamos reivindicando o básico do básico: que a lei do piso mínimo seja respeitada; que a lei que obriga as empresas a pagarem o vale-pedágio seja respeitada. Mas nós também temos que falar sobre o caminhão que fica parado por 10, 15, 20, até 30 dias na porta de uma empresa e, muitas vezes, não recebe a sua diária. Nós temos que falar do maior absurdo que a ANTT fez semana passada: emitiu uma resolução dizendo que o caminhoneiro autônomo que tem CNPJ precisa fazer um seguro de carga. A carga já sai segurada da transportadora, e eles querem um segundo seguro. Para quê? Qual o motivo? Dois seguros protegem mais que um? Ou essa carga que vale 100 mil vai receber 200 mil de indenização? Eu peço 30 segundos para concluir, Sr. Presidente, porque esse assunto é muito importante. Então, eu estou convocando o Presidente Hugo Motta e o Presidente Davi Alcolumbre para que a gente sente, converse. E eu direi a eles o que realmente precisa ser feito. Vamos acabar com toda essa impunidade que está acontecendo no transporte rodoviário de cargas. A gente precisa de leis que deem segurança ao nosso País. A gente precisa de leis que realmente assegurem medidas para o transporte rodoviário de cargas. Nós precisamos de leis e de refinarias no Brasil. Eu quero lembrar aos senhores que a Refinaria Abreu e Lima está simplesmente destruída, porque houve corrupção. Senhores, ou o Brasil começa a ser autossuficiente em combustível ou a gente viverá sempre sob o jugo do dólar. E isso é um dos maiores absurdos. Muito obrigado. - 17/03/2026
O Deputado apelou para que não houvesse mais morosidade na tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 108, de 2021, que altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, para permitir o enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) de pessoa com receita bruta anual igual ou inferior a 130 mil reais, bem como para permitir que o MEI contrate até dois empregados. Defendeu que a proposta seja votada já na semana seguinte e encaminhada com urgência ao Senado Federal. Ademais, destacou que acompanha o tema desde o início do seu mandato, quando protocolou projetos (PLP nº 38/2023 e PLP nº 56/2023) que foram apensados ao referido PLP. Por fim, afirmou que a aprovação urgente da proposta trará dignidade ao povo brasileiro, pois poderá retirar pessoas da informalidade e combater o desvio de recursos, ao reduzir distorções tributárias que levam contribuintes a sonegar por não conseguirem pagar impostos sobre impostos.
Palavras-chave oficiais: solicitação,urgência,tramitação,Votação,Aprovação,Projeto de lei complementar,Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (SIMPLES NACIONAL),Microempreendedor Individual (MEI)
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu gostaria de fazer um apelo ao senhor para que não houvesse mais morosidade na tramitação dessa matéria. Gostaria que a gente, ao retorno na próxima semana, havendo consenso, possa votar essa matéria e encaminhá-la de maneira urgente ao Senado Federal. Nós estamos, Sr. Presidente, desde o início do mandato, desde o primeiro dia, em 2023, quando eu protocolei o projeto que foi apensado ao que está sendo votado hoje. A gente está trazendo hoje para esta Casa a discussão que pode tirar pessoas da informalidade e combater o desvio de recursos, porque muitas pessoas sonegam por não conseguirem pagar impostos sobre impostos. E, se a gente aprovar essa matéria com urgência, nós vamos trazer dignidade ao povo brasileiro. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2021, que altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, para permitir o enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) de pessoa com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais), bem como para permitir que o MEI contrate até 2 (dois) empregados.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Orientação de bancada,Voto favorável,Partido Liberal (PL)
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, que dia importante para o Brasil quando a gente está votando uma matéria que traz dignidade a quem empreende no nosso País. Eu estou muito feliz com esta matéria, porque este projeto está apensado a um projeto que eu apresentei no início do meu mandato. Este projeto traz liberdade econômica para quem quer empreender. Eu quero aqui, publicamente, pedir a todos que apoiem a emenda que eu apresentei, para darmos mais celeridade a esse processo, que aumenta de 130 mil reais para 240 mil reais. É uma emenda que está apresentada para que a gente vote hoje em Plenário. Então, eu peço a todos os partidos que apoiem esta emenda. Vamos dar a quem produz neste Brasil o mínimo de dignidade possível. Muito obrigado. - 17/03/2026
O Deputado alertou para a possibilidade de paralisação nacional do transporte rodoviário de cargas e manifestou apoio aos caminhoneiros. Ademais, criticou a ausência de fiscalização por parte do Governo Federal e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) quanto ao cumprimento do piso mínimo de frete e do vale-pedágio. Além disso, contestou parecer da ANTT que prevê a cobrança de seguro adicional do caminhoneiro autônomo, equiparando-o a transportadoras. Por fim, enfatizou seu apoio a eventual mobilização da categoria até que haja solução para as demandas apresentadas.
Palavras-chave oficiais: Paralisação do trabalho,Greve,Motorista de caminhão,Transporte rodoviário,Carga,fiscalização,Governo federal,Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT),Piso mínimo de frete,Vale-Pedágio,Parecer,Seguro,Motorista profissional autônomo (MPA)
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Brasil hoje está à beira de uma paralisação nacional do transporte rodoviário de cargas. Primeiramente, eu venho aqui prestar a minha solidariedade e o meu apoio a todo motorista, a todo homem que leva sobre suas costas o futuro do Brasil. O absurdo é cada vez pior. Hoje nós não temos do Governo Federal, junto à ANTT e aos órgãos competentes, a fiscalização de empresas que estão descumprindo o piso mínimo de frete. Hoje, nós não temos a fiscalização da ANTT e dos órgãos em empresas que também estão descumprindo o vale-pedágio. E, esta semana, a ANTT emitiu um parecer no sentido de cobrar um segundo seguro de carga do caminhoneiro autônomo. O caminhoneiro autônomo não pode ter um CNPJ. Eles querem enquadrar o caminhoneiro autônomo como se fosse uma grande transportadora. Peço 30 segundos para complementar, Sr. Presidente. Então, eu vim a esta Casa prestar o meu apoio e falar da minha indignação. Caminhoneiro está sendo tratado como lixo a vida inteira. Eu cansei de ser tratado como lixo nas estradas. E, hoje, a gente tenta resolver isso aqui no Parlamento através de leis e diálogo e não consegue. O Governo Federal está cagando e andando para o transporte. Então, eu presto aqui a minha solidariedade e o meu apoio. E digo: se os meus irmãos pararem, eu estarei em cima da pista com eles até que a gente tenha a resolução. - 25/02/2026
O Deputado comentou declarações relacionadas a investigações sobre fraudes envolvendo aposentados e afirmou que relatos recentes mencionariam o filho do Presidente da República. Disse que as informações teriam surgido a partir de depoimentos de investigados e defendeu que os fatos fossem apurados. Também criticou posicionamentos anteriores de Parlamentares que negavam qualquer envolvimento e afirmou que o caso exigiria esclarecimentos públicos. Por fim, ressaltou a importância de investigação e responsabilização, caso comprovadas irregularidades, e cobrou respostas das autoridades competentes diante das denúncias apresentadas.
Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado,investigação,Filho,Presidente da República
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, dia 25 de fevereiro de 2026 não poderia ser uma data tão especial como é esta. O Virgílio simplesmente decidiu abrir a boca e entregou o Lulinha, o filho do Lula. Escancaradamente, o filho do Lula está envolvido até o pescoço com o roubo dos aposentados. A gente fica feliz, não porque eles roubaram o povo brasileiro, mas porque muitos da Esquerda ficaram aqui ladrando, dizendo que o filho de Lula não tinha nada a ver com isso, e ele está hoje sendo delatado por dois homens que têm o pescoço cheio de lama nesse crime. O cabeça do roubo disse que o rabo se chama Lulinha da Silva. Ele tem muito a se explicar. - 24/02/2026
O Deputado criticou a condução econômica e a situação da segurança pública no país, mencionando aumento do endividamento e elevada carga de pagamentos relacionados à dívida. Também afirmou que o cenário atual refletiria crescimento da violência e insegurança. Rebateu acusações dirigidas à oposição sobre apoio a medidas tarifárias internacionais, negando essa posição e alegando ter se manifestado contra tais iniciativas. Atribuiu responsabilidade por dificuldades econômicas e tensões externas ao Governo Federal e ao Judiciário. Ao final, reiterou críticas ao cenário político e econômico, classificando informações apresentadas por adversários como incorretas.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Política econômica,Política de segurança pública,Política tarifária,Poder Judiciário,Oposição política,Estados Unidos
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a gente fica aqui escutando e tem que escutar só mentiras. E as mentiras, além de terem perna curta, têm prazo de validade. Vamos falar sobre o Brasil real. O Brasil real do Lula atingiu 10 trilhões de reais de endividamento, paga apenas a bagatela de 1 trilhão de reais em impostos. O Brasil real do Lula é o Brasil que está vivendo com o maior índice de criminalidade do País, violência escancarada. Aí vem dizer que nós bolsonaristas estávamos defendendo a taxação de Trump. Essa é a maior mentira deslavada. Eu fui o primeiro a me levantar e dizer aqui que eu era contra a taxação, mas ela estava acontecendo pelos absurdos de Luiz Inácio Lula da Silva e do Judiciário brasileiro, que não têm vergonha na cara. - 24/02/2026
O Deputado criticou gastos do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com cartão corporativo, ao mencionar o valor de R$ 1,4 bilhão, e comparou com despesas do Governo anterior. Afirmou que há excessos na condução econômica e acusou o Governo de prejudicar trabalhadores. Também anunciou mobilização para o dia 1º de março com críticas também a ministros do Supremo Tribunal Federal, incluindo Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF),excesso Ministro do Supremo Tribunal Federal,atuação,Crítica,Manifestação pública
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, 1,4 bilhão de reais é a quantia que Luiz Inácio Lula da Silva gastou com seu cartão corporativo. Para que Bolsonaro conseguisse gastar esse dinheiro, teria que ficar 100 anos na Presidência. Teria que ficar 100 anos na Presidência para conseguir gastar essa quantia. A grande verdade é que o desgoverno da gastança, além de gastar todo o dinheiro do povo brasileiro, tira do brasileiro o direito de trabalhar e ter o seu sustento. Não podemos mais aceitar essas aberrações. É por isso que, no próximo dia 1º de março, nós estaremos na rua, mais uma vez, para dizer "fora, Lula!", "fora, Alexandre de Moraes!", "fora, Toffoli!, "fora, todos esses que tiraram o Brasil da decência e enterraram o Brasil na sua destruição!" Ser chamado de vagabundo por petista é um elogio para mim. - 09/02/2026
O Deputado afirmou que o ano eleitoral de 2026 fortalecerá a cobrança popular sobre os Parlamentares e criticou votos favoráveis a proposições que ampliaram o gasto público e favoreceram o Governo Lula, como o Auxílio Gás. Além disso, defendeu a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Secretaria de Comunicação Social (Secom) para apurar a destinação de cerca de R$ 1 bilhão em publicidade oficial, apontando o uso político desses recursos. Ademais, denunciou a falta de transparência do Governo Lula e condenou a atuação da Esquerda no Congresso. Adicionalmente, condenou os Parlamentares que votam por benefícios e cargos no Governo, ressaltando que serão punidos pelas urnas. Citou ainda denúncias envolvendo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o filho do Presidente Lula. Por fim, manifestou apoio à candidatura do Senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Palavras-chave oficiais: Atuação parlamentar,Congresso Nacional,Votação,Proposição legislativa,Despesa pública,Auxílio Gás do Povo,Governo federal,Clientelismo político,Eleições Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República,Publicidade,Despesa pública Denúncia,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Filho,Presidente da República,Fraude Senador,Partido Liberal (PL),Eleições,Presidente da República,Candidatura,Candidato a cargo eletivo
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Como Líder. Sem revisão do orador.) - O ano é 2026. Este é o ano em que o Brasil inteiro vai acompanhar os passos de cada Parlamentar. De maneira recorrente, nós assistimos homens e mulheres que ganham salários absurdos, com diversos benefícios, votarem contra o Brasil. Senhores, começamos muito mal. Começamos ajudando o Governo petista, por exemplo, a fantasiar um benefício que já existe, como o auxílio-gás. É claro que eu votei contra e não votei contra o povo brasileiro. Votei contra a desordem que Luiz Inácio Lula da Silva, junto com cada Parlamentar que tem coragem de colocar a digital em coisas aberratórias nesta Casa, tem promovido no Brasil. Esta Casa votou, de maneira simbólica, aumento de gasto público fora do teto. Escutei aqui até alguns discursos de Parlamentares atacando diretamente o Partido Liberal, dizendo que o Partido Liberal fez parte disso. Não. Eu sou do Partido Liberal, assim como muitos outros, e não fui, de maneira nenhuma, complacente com essa matéria extremamente vergonhosa para o Brasil. Hoje, numa segunda-feira, nós estamos novamente no Congresso Nacional, na Câmara dos Deputados, em vez de trabalhar em favor do Brasil, criando mais um precipício para o povo brasileiro pagar essa conta. Senhores, eu também quero falar sobre a CPMI da Secom. Deputado Carlos Jordy, essa é a CPMI mais importante desta Casa. Vejam, 1 bilhão de reais é o valor que Lula separou para gastar com a imprensa, para contratar influenciadores que não influenciam muito, mas bagunçam, para apresentar dados mentirosos construídos com a máquina pública nacional. Esta CPMI precisa acontecer nesta Casa, senhores, porque nós temos que saber onde foi parar tanto dinheiro destinado a publicidade nos últimos 3 anos. Já se pode falar em compra de votos escancarada, mas existem muito mais compras por aí. Temos também que tratar de maneira urgente nesta Casa da famosa blindagem de alguns Poderes. Qualquer um pode entrar no Portal da Transparência e conhecer todos os gastos dos Deputados Federais, todos os nossos gastos. Mas isso não acontece no Governo Lula. Lá é sigilo para tudo quanto é coisa: sigilo para a Janja, sigilo para o Vorcaro, sigilo para o "Careca do INSS", sigilo para tudo o que não presta. E os senhores ficam com cara de espantalho, imbecilizados, fazendo de conta que tudo isso não está diante dos seus olhos, mas os senhores fazem parte disso. A Esquerda construiu um império no Brasil. Isso não é de agora, aconteceu lá atrás. Em 3 anos, os senhores deram aula de como enganar o povo brasileiro, os senhores deram aula de como aprimorar a corrupção. O filho do Lula parece um inocente no meio de todos os senhores, mas recebia mesadinha de 300 mil reais do Carequinha do INSS. Eu tenho nojo de dois carecas no Brasil: um é o do INSS; o outro trabalha num setor aqui em Brasília mesmo, mas não é bom falar disso, porque senão a gente vai preso, já que as prerrogativas parlamentares acabaram no País. Vou repetir o que eu disse no começo da minha fala, senhores. Este recado não é para a Esquerda, que conta com doentes que votam em seus candidatos, porque são iguais a eles. Eu vou falar para quem não é de esquerda. Vou falar para quem é do Centro. Continuem pisando na cara do brasileiro, e eu tenho certeza de que as urnas eletrônicas vão dar a V.Exas. a resposta em 2026. Nós precisamos limpar este Parlamento e colocar aqui pessoas que não tenham compromisso com a mentira, com o erro e muito menos com a desgraça do povo brasileiro. V.Exas. trabalharam diuturnamente em busca de benefícios, acordos, cargos. E isso tudo será cobrado. Assim, eu espero que o povo que nos cobra se lembre de cobrar a conta de quem realmente fez algo e fez muito pela destruição do Brasil. O Governo Lula já admite que, em 2027, não haverá dinheiro sequer para pagar as contas públicas nacionais. E deu mais um benefício de mais de 1 bilhão de reais para uma estatal que já se acostumou a quebrar o Brasil, destruir vidas e passar por cima de tanta gente, como a Braskem. Senhores, 2026 começou muito mal, muito mal mesmo, para o Governo Lula e para quem coloca sua digital em ações tão aberratórias contra o povo brasileiro. Nós iremos vencer essas eleições, e não será através do ódio, como é expelido pelo descondenado, como fez em um evento anteontem, será pela esperança não apenas de transformar o Senador Flávio Bolsonaro em Presidente do Brasil, mas de expulsar de vez um bandido da cadeira presidencial. - 09/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 6.601, de 2025, que dispõe sobre a regulamentação da profissão de Trabalhador em Refeições Coletivas e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. ZÉ TROVÃO (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a gente mal sai de um buraco e cai num precipício nesta Casa. Isto aqui parece um circo, mas não é um circo de palhaço, é o circo dos horrores. É inaceitável, é inacreditável que, na segunda semana depois de um recesso parlamentar, nós venhamos a gastar dinheiro público para tomar mais dinheiro deste povo, principalmente trazendo a esta Casa matérias absurdas que só criam espaço para que o PT e a quadrilha que os acompanha tenham espaço para roubar e roubar mais o Brasil. Eu vou usar o tempo de Liderança para continuar esta conversa, mas o voto é "não".
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.