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Detector de Bananada
Foto de Welter

Deputado · Câmara

Welter

PT · PR

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elton Carlos Welter · 57 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 76 de 100, Tá no Caminho0406080100

76/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 46% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 95%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 82%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 88%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 729 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 100%das 736 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.welter@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5303
Gabinete
Gabinete 303, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

95%

Esteve em 360 de 378 sessões

Melhor que 57% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

82%

Registrou voto em 927 de 1.128 votações nominais

Melhor que 52% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 12 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 12 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 729 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 98% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

170 discursos na tribuna · de 14/03/2023 a 13/10/2026.

  • 01/07/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou indicadores positivos da economia brasileira, como inflação controlada, queda nos preços dos alimentos, geração de empregos e aumento do poder de compra da população. Ademais, comparou o Congresso a um grande avião em pleno voo, criticando os que tentam desestabilizá-lo por interesses eleitorais. Defendeu que a política deve ser feita com diálogo e responsabilidade institucional. Além disso, comentou a judicialização da suspensão do decreto do IOF, afirmando que a prerrogativa sobre alíquotas é do Presidente da República, e lembrou que Governos anteriores também usaram esse instrumento sem questionamentos do Parlamento.

    Palavras-chave oficiais: Economia,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Oposição política,Governo federal,Judicialização da política,Prerrogativa legal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, para mim, é uma honra estar aqui. Economistas como Míriam Leitão, que não têm lado político, dizem — e eu vejo desta forma também — que, quando há crise econômica, crise política, às vezes ocorrem golpes e aquilo que acontece nos Parlamentos, mas não é o caso do País hoje. O Brasil vive uma situação econômica boa. A inflação está controlada, o preço dos alimentos caiu, o mundo respeita o País. Nós ampliamos para mais de 380 os novos mercados, só da agricultura. Todos os Municípios, todos os entes federados estão gerando empregos. Aumentou o poder de compra, o poder de consumo do povo. Eu comparo o Congresso Nacional a um grande avião, a um grande Boeing, que voa a todo vapor. Boa parte dele parece querer chacoalhar o Boeing. A economia está indo bem. Como é que está indo mal, se conseguimos negociar bem com o mundo, se conseguimos aumentar renda e distribuir renda, se conseguimos manter o salário acima da inflação? A quem interessa ficar balançando o Parlamento, esse grande Boeing, para que caia? Se o Brasil tivesse um "problemaço", eu até pensaria de forma diferente, mas esse problema não existe. Quem está falando que a economia está indo bem, que os empregos estão surgindo não são nossos aliados, são economistas reconhecidos no País. Então, se esse avião cai, quem vai cair junto é o povo brasileiro, inclusive os eleitores de quem está querendo balançar esse avião, para que ele não funcione. Por que será que querem fazer balançar esse avião? Por quê? Por causa das eleições do ano que vem? Vamos disputar no voto, vamos fazer a política acontecer! A boa política tem que ser feita com diálogo. O Poder Legislativo, que é esse grande Boeing, precisa voar em céu de brigadeiro, precisa questionar, sim, quando as coisas não estão indo bem, mas também fazer aquilo que é o seu dever constitucional, sem entrar em desarmonia com aquilo que não é real. Hoje o Presidente da República acionou o Supremo Tribunal Federal para que seja cassada a medida tomada aqui. Eu acho que foi um erro do Parlamento, mas respeito a decisão do Parlamento. Se for um dever constitucional do Presidente da República, é bem possível que a Suprema Corte a valide, ou seja, que a atribuição de definir alíquota do IOF é do Presidente, como o próprio ex-Presidente da República fazia, lá atrás, quando a alíquota era muito maior, e este Parlamento ficava quietinho. Muito obrigado, Sr. Presidente. Gostaria que fosse divulgada nos órgãos de comunicação da Casa a minha fala.
  • 17/06/2025

    O Deputado defendeu as políticas estruturantes do Governo Lula e destacou avanços em áreas como habitação, salário mínimo, geração de empregos, saúde e educação. Citou o crescimento do PIB, a ampliação de programas como o Minha Casa, Minha Vida, o Samu e os Institutos Federais, além da recuperação das campanhas de vacinação e do fortalecimento da agricultura familiar. Criticou a derrubada do decreto do IOF, alegando que beneficia os mais ricos. Por fim, tratou da CPI do INSS, afirmou que a maioria das fraudes teria origem no Governo Bolsonaro e garantiu que o PT participará ativamente da apuração, com foco na punição dos responsáveis.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Política pública,Habitação,Saúde,Educação,Crescimento econômico,Produto Interno Bruto (PIB),Programa social,Agricultura familiar,Campanha de vacinação Projeto de decreto legislativo,sustação,Decreto,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),benefício,População rica Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,procedência,gestão,Ex-presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),apuração,punição

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, para mim, é uma honra falar aqui em nome da Liderança do PT. O Brasil é um país gigantesco e muito rico do ponto de vista da natureza, do seu solo, da sua gente, das suas riquezas naturais. O Brasil cresce e pode se desenvolver, desde que tenha políticas com continuidade, políticas afirmativas, políticas públicas que incluam a nossa gente. Eu fui visitar o exterior. Lá se fala de primeiro mundo. Esses são países desenvolvidos porque têm universidades consolidadas há mil anos, 500 anos. Eles se articulam com todo o setor produtivo e com a sociedade organizada, aprofundando o processo democrático nesses países mais desenvolvidos. O Brasil tem tudo para se tornar uma nação desenvolvida, mas, para isso, precisa haver continuidade das ações estruturantes. E eu vou falar de algumas ações que já aconteceram nesse período em que estou aqui e que acompanhei em minha bancada. A maioria dos Parlamentares também votaram medidas importantes e estruturantes e que criam condições para o País ser uma nação desenvolvida com o tempo. Por exemplo, Sr. Presidente, foi votada aqui recentemente, no ano de 2023, a retomada do Programa Minha Casa, Minha Vida, com toda a força. Só no Minha Casa, Minha Vida, foram mais de 1 milhão e 200 mil contratos. Para quê? Para sanear o déficit habitacional da população brasileira. Outro projeto importantíssimo que votamos aqui, que não pode ter descontinuidade, é a retomada da política de correção do salário mínimo acima da inflação, o que garante a melhoria da renda das famílias ano após ano. Nos Governos Lula 1 e 2 e nos Governos Dilma, o salário mínimo cresceu 76% acima da inflação e, agora, com a retomada desta política, voltou a crescer de novo. Isso faz com que os trabalhadores de todas as categorias tenham um ganho real nas negociações coletivas. É isso que, muitas vezes, assusta a Oposição. É isso que talvez assuste o mercado, que se surpreende com o PIB, que em 2023 cresceu perto de 3% — ficou entre 2,9% e 3,1%. O mercado apostava que o PIB seria menos de 1%. Foi por isso que todo mundo se surpreendeu com o PIB de 2024, que foi de 3,4%. O salário mínimo, cabe lembrar, cresce com o PIB. Por esta razão, ele tem tido um ganho real todos os anos. Como o PIB cresceu, os empregos estão voltando: foram mais de 3,2 milhões de empregos com carteira assinada! Isso é desenvolvimento! Este é o Governo que se coloca a serviço do povo brasileiro. Eu vou citar as ações estruturantes que são relevantes. Na saúde, o Samu foi modernizado. Que cidade do interior do Estado de V.Exas. não recebeu ambulâncias? Até o fim do Governo Lula, todas as cidades que se inscreverem no programa receberão ambulâncias do Samu vinculadas ao Consamu — Consórcio de Saúde dos Municípios do Oeste. Na educação, foi retomado, com muita força, o ensino superior, com a criação de dez campi e 102 institutos federais. As vacinações também foram retomadas com força, o que nos dá muito orgulho. O Brasil tinha entrado no ranking de países que tinham diminuído muito a média de vacinação. Graças à política de vacinação de crianças, nós entramos no ranking dos países que mais vacinam! O Brasil também tem recorde de financiamento na plantação de alimentos no agro. Eu sou agricultor. Nós temos um recorde de dinheiro e de produção, fruto do diálogo do Governo Lula com a sociedade. Para continuarmos este processo de ampliação, temos que continuar negociando com todo o mundo, promovendo políticas afirmativas para o Brasil ser uma nação desenvolvida. No País, 10 milhões de pessoas já foram beneficiados com a isenção do Imposto de Renda, no caso daqueles que ganham até dois salários mínimos. Esta medida, que ajudou muito, foi votada nesta Casa. A aprovação da medida que isenta de Imposto de Renda quem ganha até 5 mil reais depende apenas deste Congresso. Um professor que recebe cerca de 5 mil reais vai ganhar, se aprovada esta medida, um 14º salário. Trata-se de uma iniciativa muito relevante. É óbvio que, se esta medida for aprovada, será preciso taxar aqueles que estão no andar de cima, os mais ricos. Esta desproporcionalidade, nós a sentimos nesta Casa. O Governo Lula, sim, combate a fome, diminui a miséria e promove políticas afirmativas. Aumentou significativamente o PAA, o Programa de Aquisição de Alimentos, de modo que o povo se alimente da comida comprada dos agricultores familiares. É possível ampliarmos muito mais. Este Congresso pode fazer isso, mas precisa colocar no orçamento medidas como estas. O povo brasileiro certamente reconhece, e continuará reconhecendo, o que o Governo está pautando. Nós estamos gerando um número recorde de empregos. Temos o melhor número de empregos gerados numa série de 12 anos. Isso é muito relevante! Cito os setores da alimentação. Eu trabalho e moro na região oeste do Paraná, onde centenas e centenas de vagas de emprego não eram ocupadas. Não fossem os imigrantes que foram e os que estão indo para lá, turnos para a transformação da proteína animal estariam fechados. O Brasil é um país pujante, um país muito rico, mas tem a renda muito mal distribuída. Alguns se arvoram no sentido de que derrotaram o Governo no dia de ontem, com relação ao IOF. Grande equívoco! Estes estão conseguindo proteger o andar de cima, os super-ricos. Isso não ajuda a melhorar a distribuição de renda e a taxar os mais ricos. Quem faz mais movimentações financeiras é gente rica! O IOF, neste caso, dever ser proporcional. É isso que precisamos dizer. Nós temos que achar caminhos para continuarmos melhorando o protagonismo das políticas que colocam o povo em primeiro lugar. Sr. Presidente, é relevante promover políticas afirmativas continuadas, para que o povo possa melhorar sua renda e sua vida. Antes de finalizar, digo que esta questão da CPI do INSS vai estourar nas costas de quem a assinou. A apuração está sendo feita pela Procuradoria-Geral da República. Foi feita pelos órgãos de controle do Governo, pela Polícia Federal e pela AGU. Tudo está sendo apurado. Os culpados serão claramente identificados e punidos pelo que fizeram. Se houve fraude, os fraudadores serão punidos. Nós vamos participar ativamente desta CPI. Estaremos muito atentos a cada centavo que foi desviado dos aposentados — cada centavo será devolvido. Existem relatórios. Eu mesmo já tive informações de que a maioria das entidades que engordaram seus cofres sugando recursos dos idosos surgiram no período do Governo Bolsonaro, do qual tiveram aval. Tudo isso ficará às claras. Aliás, há doações do "Careca" do INSS para o ex-Presidente. Ele não doou para o Lula; doou para Bolsonaro, o que mostra que ele tinha sinal verde dentro do INSS para fazer estas operações. Vamos apurar e identificar todo mundo! Quem fraudou o INSS deve ser punido, o que certamente vai acontecer. Muito obrigado.
  • 17/06/2025

    O Deputado defendeu a taxação dos super-ricos por meio do IOF, afirmando que a medida visa tributar quem tem maior capacidade contributiva. Criticou os Parlamentares que votaram contra a proposta, especialmente parte da bancada do PL, por se oporem à taxação dos super-ricos e à isenção de impostos sobre a cesta básica. Argumentou que essas ações beneficiariam diretamente o povo trabalhador. Também cobrou urgência na votação de uma proposta que zere impostos para quem ganha até cinco mil reais, alertando que há resistência por parte dos que representam interesses da minoria mais abastada do País.

    Palavras-chave oficiais: Tributação,População rica,Contribuinte de alta renda,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Partido Liberal (PL),Cesta básica,Projeto de lei ordinária,isenção,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O IOF era para taxar o andar de cima, a cobertura. Quem não votou e não quer ajudar nessa medida, está ajudando os ricaços deste País, não está ajudando o povo trabalhador. Eu sei que parte da bancada do PL votou contra para não zerar os impostos na cesta básica, na reforma tributária. A nossa bancada votou para que se taxassem os super-ricos. O IOF é para taxar mais quem ganha mais com abundância. Essa é uma medida melhor, acertada. Outra medida que precisa ser votada com urgência é a que zera imposto para quem ganha até 5 mil reais. Eu não vejo um movimento nesse sentido. E quem votou para não taxar os super-ricos não me surpreende porque representa, de fato, essa minoria de super-ricaços, mas faz de conta que... (Desligamento do microfone.)
  • 17/06/2025

    O Deputado afirmou que acompanhará a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de modo a não permitir que ela seja instrumentalizada pela Oposição como instrumento de demagogia e de disseminação de mentiras. Ademais, destacou que as investigações já estão em andamento pela Polícia Federal e pelos órgãos de controle, com autonomia, ao contrário do que ocorria no Governo anterior, que afastava delegados durante as apurações.

    Palavras-chave oficiais: Atuação parlamentar,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Oposição política,Demagogia,Notícia falsa (fake news),Investigação criminal,Polícia Federal (PF),Órgão de controle,autonomia,Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Delegado de Polícia Federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a CPI é um instrumento da Oposição. Ela foi instalada, e será apurado tudo o que for necessário, e isso será feito com imensa satisfação — na verdade, já está sendo feito pela Polícia Federal e pelos órgãos de controle. Quem afastava delegados da Polícia Federal quando investigavam alguma coisa era o Governo anterior. Agora não se afasta mais, mas se dá autonomia para os órgãos de controle e se fiscaliza. Para mim, esta CPI já está com o relatório pronto, inclusive, porque as investigações já estão sendo feitas. Então, nós vamos estar juntos nessa CPI, vamos acompanhá-la, não vamos deixar que ela seja pautada pela demagogia e pela mentira características da nossa Oposição.
  • 11/06/2025Breves Comunicações

    O Deputado relatou a visita do Ministro Camilo Santana ao Paraná para a retomada das obras da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), paralisadas desde o impeachment de Dilma Rousseff.  Informou que os recursos virão do PAC, com apoio da Itaipu Binacional, e que a retomada ocorreu no aniversário de 111 anos de Foz do Iguaçu, presenteando simbolicamente a cidade. Também destacou o papel estratégico da Unila na articulação geopolítica latino-americana e o convênio de R$ 100 milhões para instalação de placas fotovoltaicas em universidades públicas do Estado. Além disso, criticou o ex-Presidente Bolsonaro, a quem acusou de covardia e abandono de seus apoiadores.

    Palavras-chave oficiais: Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA),Foz do Iguaçu (PR),Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Itaipu Binacional,Ministro de Estado da Educação,Energia solar fotovoltaica,Obra civil,Educação julgamento,Ex-presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, querido povo brasileiro, estive ontem numa agenda muito importante: recebemos, no Estado do Paraná, o Ministro Camilo Santana. Ele esteve lá para participar da cerimônia que deu início à retomada das obras da Universidade Federal da Integração Latino-Americana — Unila, que estavam paradas há 8 anos. As obras pararam quando houve o impeachment da Dilma. Lula autorizou o Ministro a retomar essas obras. Os recursos virão do PAC. A Itaipu vai ajudar a financiar essas obras. Na Universidade Federal da Integração Latino-Americana — Unila, vão estudar brasileiros e cidadãos de países vizinhos ligados à América Latina e ao Caribe. Essa integração é algo que o povo brasileiro quer para criar uma articulação geopolítica regional entre os países da América Latina, o Brasil, o Caribe, para conseguirmos, através da educação, formar estudantes, formar professores, formar gente, para termos mais articulação com o planeta. Na geopolítica regional, a Unila certamente terá um papel estratégico. As obras ocorrerão na cidade de Foz do Iguaçu, que ontem fez 111 anos. Foi um dos maiores presentes que a cidade recebeu. Serão feitos investimentos vultosos nessa universidade, que será uma das mais importantes do País. Também lá, Presidente, foi assinado um convênio muito importante. Todas as universidades federais e estaduais — algumas são de Municípios — receberão placas fotovoltaicas. Será zerado o custeio de energia elétrica com esse convênio no valor de 100 milhões de reais, que contará com a ajuda da Itaipu Binacional. Estão de parabéns todos os reitores que articularam, junto com a Itaipu, essa parceria para diminuir o custeio das nossas universidades no Estado do Paraná. Isso é muito importante. Sr. Presidente, para finalizar, eu quero falar sobre uma notícia que circulou ontem nos jornais em todo o País. Refiro-me ao depoimento do ex-Presidente. Ele é valente nos palanques, mas, na frente do Ministro Alexandre, amarelou. Inclusive, eu quero ser solidário àqueles que foram instrumentalizados para pedir o golpe. Ontem, ele os chamou de malucos. Vejam só como é covarde! É uma covardia sem precedentes. Bolsonaro abandona os seus. Bolsonaro não tem projeto de País. Virou Presidente, mas criticou as urnas o tempo todo. Está inelegível por duvidar das urnas e logo será preso. Ele, que está tendo todo o direito de defesa respeitado, mostrou ontem que é um baita de um covarde.
  • 21/05/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 1.466, de 2025, que cria a Carreira de Desenvolvimento Socioeconômico, a Carreira de Desenvolvimento das Políticas de Justiça e Defesa e a Carreira de Fiscalização da Comissão de Valores Mobiliários, altera a remuneração de servidores e empregados públicos do Poder Executivo federal, altera a remuneração de cargos em comissão, de funções de confiança e de gratificações do Poder Executivo federal, reestrutura cargos efetivos, planos de cargos e carreiras, padroniza e unifica regras de incorporação de gratificações de desempenho, altera as regras do Sistema de Desenvolvimento na Carreira, transforma cargos efetivos vagos em outros cargos efetivos, em cargos em comissão e em funções de confiança, altera a regra de designação dos membros dos conselhos deliberativos e fiscais das entidades fechadas de previdência complementar e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria vota "sim", Presidente. Quem está votando contra — e eu respeito — está votando contra a ampliação das vagas dos Institutos Federais em seus Estados. Um cargo de diretor tem um cargo em comissão, que é de confiança do Ministério da Educação. Então, esse projeto permite a ampliação da formação e capacitação da nossa juventude nas áreas afins do desenvolvimento local, de acordo com as vocações de cada instituto onde ele será instalado. Portanto, votar contra esse projeto não é inteligente porque não permite a formação da nossa juventude. Obrigado.
  • 21/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado relatou sua recente visita à Polônia, onde conheceu arranjos produtivos e tecnologias voltadas ao cultivo de plantas medicinais. Destacou que o Brasil, com tradição nesse tipo de cultivo, especialmente no Paraná, que possui mais de 1 milhão de descendentes de poloneses, tem grande potencial para desenvolver esse setor de forma estruturada. Explicou que o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) já permite a compra de produtos naturais, como chás e condimentos, e o Ministério da Saúde destinou R$ 30 milhões para a aquisição de produtos fitoterápicos para programas como o PNAE. Defendeu, assim, a criação de uma política nacional para as plantas medicinais, com mecanização do cultivo, padrões sanitários da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e beneficiamento adequado, visando à geração de renda para agricultores familiares e ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) com alternativas naturais e acessíveis. Por fim, propôs a articulação entre Ministérios da Saúde, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e outros órgãos para fomentar editais e ampliar o orçamento para o setor.

    Palavras-chave oficiais: Alimento,Programa de Aquisição de Alimentos (PAA),Agricultura familiar,Planta medicinal,Governo federal,Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar,Ministério da Saúde,Sistema Único de Saúde (SUS),Polônia,Orçamento,Política de saúde,Medicamento fitoterápico

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, tive a honra de representar o povo brasileiro na Polônia. O que eu fui fazer lá? Estive na semana passada naquele país, para uma agenda intensa. Esta Casa votou, no primeiro ano do Governo Lula, o PAA. Aqui se colocou a compra de produtos naturais no Programa de Aquisição de Alimentos. Podem ser chás, ervas e condimentos. Na Polônia, fomos visitar como funcionam os arranjos produtivos para gerar renda e riqueza para os agricultores que plantam plantas medicinais. Lá, eu vi coisas fantásticas, além da tecnologia que eles têm. Aqui no Brasil, nós temos a cultura do plantio de plantas medicinais — temos um espaço extraordinário, um espaço grande. No Paraná, que tem mais de 1 milhão de descendentes de poloneses, nas suas hortas, já cultivam plantas medicinais. Esta Casa pode trabalhar — e nós vamos trabalhar! — com as tecnologias que vimos e conhecemos na Polônia. Podemos fazer uma parceria para a troca de tecnologias e articulações com o povo brasileiro na área de equipamentos, para que seja mecanizado o processo de cultivo de plantas medicinais. A Anvisa já certifica que estas plantas podem ser prescritas pelos profissionais de saúde. Imaginem o tamanho deste mercado se nós trabalharmos uma política efetiva! Já existe mercado. A compra direta já está permitida. O Ministério da Saúde já destinou 30 milhões de reais para a compra de produtos ligados às plantas medicinais, fitoterápicas e condimentares para a alimentação das nossas crianças e para o abastecimento do PNAE e do PAA. No Ministério da Saúde, que tem este recurso, nós podemos ampliar este orçamento, articulados com o MDA e com outros Ministérios. Nós podemos ter, já no ano que vem, quem sabe, um edital grande para estimularmos os gestores locais a realizarem o plantio de ervas medicinais, com o aval da Anvisa, com segurança científica, de modo a produzir um efeito legal para cuidarem, curarem, prevenirem doenças que afetam o povo brasileiro. Imaginem colocar plantas medicinais no balcão de todas as unidades básicas de saúde do País com o tempo! Para isso, nós temos que criar uma política nacional e formas de beneficiar estas plantas medicinais de acordo com as normativas sanitárias necessárias, para que haja um padrão de entrega, beneficiamento e transformação para o consumo pelas famílias, para o consumo pelo povo brasileiro, para que este realmente seja um grande mercado, que beneficie não apenas os agricultores familiares, aumentando-lhes a renda, mas também a saúde do povo brasileiro. Esta certamente será uma grande política, que pode andar, porque está na cultura do povo brasileiro cultivar e usar ervas medicinais. Quem aqui não teve um chá fornecido pela mãe para cuidar da doença de um filho ou de cada um de nós, do povo brasileiro? Presidente, para finalizar, peço que meu pronunciamento seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil, considerando que esta política de plantas medicinais, de médio e de longo prazo, vai trazer grandes resultados para o povo brasileiro, em especial para a agricultura familiar e para a saúde do povo brasileiro, que precisa do SUS. Obrigado.
  • 20/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou indicadores positivos da economia brasileira, como o crescimento do PIB e a geração de empregos, atribuindo os resultados à retomada das políticas implementadas nos Governos anteriores do PT. Defendeu o Presidente Lula diante das acusações sobre o escândalo no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), afirmando que foi o próprio Governo quem iniciou as investigações e que os órgãos de controle atuam com autonomia. Também criticou a atuação da ultradireita, acusando-a de disseminar fake news e moralismos ineficazes. Por fim, reforçou que o Governo atual combate a corrupção com seriedade e transparência.

    Palavras-chave oficiais: Economia,Produto Interno Bruto (PIB),Geração de emprego,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal Presidente da República,Falsa acusação,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),investigação,autonomia,transparência,Direita política,Notícia falsa (fake news),Corrupção

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o País vive um momento emblemático. Os dados, que são de hoje, mostram que o PIB de abril foi de 0,8%; os empregos estão surgindo em todo o País; a renda está sendo mais bem distribuída, porque voltou a aumentar o salário mínimo. Eu preciso dizer uma coisa aqui: as narrativas da ultradireita são baseadas em fake news, naquilo que viraliza nas redes sociais de alguns Parlamentares de ultradireita. Quando o PT foi Governo — entre 2003 e 2010, ano em que finalizou o mandato do Lula, e depois tivemos o mandato da Dilma —, nós criamos empregos, colocamos a política de correção dos salários do povo brasileiro, houve no Brasil ascensão de classes, chegamos a ser a sexta economia do mundo. Essa política do Lula voltou. Quanto às narrativas sobre o escândalo do INSS, temos que dizer com clareza: quem mandou investigar foi o Presidente Lula, tão logo soube das denúncias. Foi já no segundo mês de Governo do Presidente Lula que os órgãos de fiscalização e controle começaram a investigar as mazelas que aconteciam dentro do INSS. É bom que se diga: o INSS tem servidores extraordinários, mas houve alguns deles que realmente se mancomunaram com alguns setores que praticam corrupção. E tem que ser dito aqui que há quem tenha sido Deputado e recebeu na campanha eleitoral doação de servidores corruptos do INSS. Isso está nos registros de doação oficial da campanha. Isso é um absurdo! A ultradireita veio para o Governo, no tempo do Bolsonaro, com mentiras, com fake news, na farra do WhatsApp, sendo esparramadas e viralizadas para todo lado, assim como moralismos absurdos, que muitas vezes não ajudam em nada a família brasileira. Agora nós, do PT e dos partidos que nos ajudam, estamos gerando emprego, dando dignidade para o povo e combatendo a corrupção. A Polícia Federal está fazendo as apurações e chegará a todos aqueles que mexeram com os benefícios dos aposentados. Isso está sendo apurado com muita maestria, com muita determinação. O que a Oposição quer é atrapalhar o processo de investigação da Polícia Federal, é atrapalhar os processos de investigação dos órgãos de controle que receberam essa determinação do Presidente Lula. O Brasil é outro. No Brasil, agora há apuração. No passado, quando havia uma investigação, trocava-se o Delegado da Polícia Federal. Agora não se troca mais. Agora os órgãos de controle têm autonomia, e é isso que é importante, é isso que ajuda, de fato, o combate à corrupção. Sr. Presidente, eu gostaria que fosse divulgado no programa A Voz do Brasil o meu pronunciamento.
  • 07/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a abertura de edital do programa Mais Médicos, com mais de 3 mil vagas disponíveis para Municípios de todo o Brasil, com prazo de inscrição até o fim de semana. Ressaltou a importância da iniciativa para ampliar o acesso à saúde e reduzir filas no Sistema Único de Saúde (SUS), citando cidades do Paraná que serão beneficiadas, como Colombo, Cascavel, Toledo, Cianorte e Guarapuava. Além disso, enfatizou o valor do SUS como patrimônio nacional e defendeu seu financiamento contínuo. Também alertou os Prefeitos para não perderem o prazo de habilitação no sistema do Ministério da Saúde.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Programa Mais Médicos,Sistema Único de Saúde (SUS),Edital,Saúde pública,Município,Prefeito,Financiamento,Ministério da Saúde,Colombo (PR),Cascavel (PR),Toledo (PR),Cianorte (PR),Guarapuava (PR)

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, viva o SUS! Há um edital aberto para os Municípios brasileiros. São mais de três mil e cento e poucas vagas para o Mais Médicos nos Municípios brasileiros. O Mais Médicos é um programa estruturante, que atende o SUS e que faz chegar médico aonde ainda não há médico, para diminuir as filas do SUS. Então, o edital está aberto, e o prazo de inscrição se encerra no fim de semana. Com isso, o Município tem a oportunidade de receber o médico do Mais Médicos e, dependendo do tamanho do Município, recebe até mais de um médico, dois ou três. Por exemplo, na cidade de Colombo, no Paraná, até nove podem se inscrever e se habilitar. Cascavel vai receber mais médicos, Toledo vai receber mais médicos, Cianorte vai receber mais médicos, Guarapuava vai receber mais médicos. No Paraná, 168 médicos estão nessa etapa, nessa repartição com todos os entes federados. Então, o SUS precisa ser muito celebrado. O SUS é o maior programa universal que atende o povo brasileiro. O SUS precisa ser financiado cada vez mais. Não à toa que metade das emendas dos Parlamentares, mais de 50%, temos que indicar para o SUS, para os serviços de atenção básica e de alta complexidade, para os hospitais, para as Santas Casas, para ajudar o custeio dos Municípios. O SUS é uma bênção, com toda a certeza. O SUS é um patrimônio do povo brasileiro. O SUS precisa ser de fato, cada vez mais, financiado, melhorado, para que o povo brasileiro tenha mais atenção em saúde. E o Mais Médicos é um exemplo disso. Srs. Prefeitos, atentem-se para esse edital, não percam o prazo, que é até o fim de semana. Quem está habilitado, tem que acessar o edital e, no sistema do Ministério da Saúde, se habilitar, para receber o Mais Médicos na sua cidade. Sr. Presidente, eu queria que V.Exa. autorizasse a divulgação do meu pronunciamento nos órgãos de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 05/05/2025

    O Deputado saudou a nomeação de Márcia Lopes como Ministra das Mulheres, destacando sua trajetória como assistente social e ex-Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Ressaltou sua contribuição na formulação da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e afirmou que, com sua experiência, a nova Ministra atuará com dedicação na promoção da igualdade de gênero. Além disso, celebrou a aprovação, pela Câmara dos Deputados, de projetos que asseguram igualdade de condições entre mulheres e homens que exercem a mesma função. Ao final, desejou sucesso à nova Ministra, enfatizando que o fortalecimento do papel das mulheres contribui para o avanço da democracia.

    Palavras-chave oficiais: Ministra de Estado,Ministério das Mulheres,Igualdade entre os sexos,Proposição legislativa,Câmara dos Deputados,Representatividade feminina,Democracia

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, queria saudar a nova Ministra das Mulheres, a companheira paranaense Márcia Lopes, uma assistente social que ajudou a formular boa parte da Loas. Mulher muito competente, já foi Ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome deste País e agora é Ministra das Mulheres. Precisamos saudar, sim, Presidente, as conquistas que alcançamos ao votar nesta Casa projetos que garantem a igualdade de condições entre mulheres e homens que ocupam a mesma função, inclusive com fiscalização e controle disso. Mulheres iguais aos homens — foi isso que nós votamos aqui. E a Márcia, como Ministra, certamente vai trabalhar muito pela igualdade de gênero, para as mulheres terem cada vez mais espaço e poder, o que cria condições para que a democracia se fortaleça ainda mais. Sucesso à companheira Márcia, nossa nova Ministra das Mulheres! Obrigado.
  • 24/04/2025Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a continuidade das investigações sobre fraudes no INSS, inclusive envolvendo figuras próximas ao Presidente Lula, e afirmou que todos os casos devem ser apurados sem prejuízo aos pensionistas. Criticou gestões anteriores por interferências na Polícia Federal e afirmou que hoje há autonomia para investigações. Além disso, destacou avanços econômicos, como o aumento da circulação nas estradas, a geração de empregos e o papel das cooperativas e imigrantes na economia do Paraná. Defendeu ainda medidas do Governo Federal, como a correção do salário mínimo acima da inflação e a isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil. Também ressaltou o impacto positivo do Minha Casa, Minha Vida e do PAC nos Municípios. Por fim, criticou o impeachment de Dilma Rousseff, classificando-o como golpe, e repudiou os atos golpistas de 8 de janeiro e os ataques às urnas eletrônicas por parte de Parlamentares da oposição.

    Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,investigação,Corrupção,Polícia Federal (PF) Governo federal,Política econômica,Economia,Gestão pública Ex-presidenta da República,Impeachment,Golpe de Estado (crime),Ato antidemocrático,Oposição política

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é uma honra muito grande estar neste Parlamento e poder falar ao povo brasileiro. Pelo que eu sei, quando a coisa apertava no passado, quando a Polícia Federal começava a investigar e a apurar a família do ex-Presidente, eles trocavam o chefe da Polícia Federal. Quem não dava autonomia à Polícia Federal era o Governo anterior. Agora, tudo vai ser apurado e vai estourar no colo dessa turma aí! Estão falando no nome do irmão do Presidente Lula, mas parece que ele assumiu a Vice-Presidência daquela entidade no ano passado. Então, que se investigue tudo, que se apure tudo. Nenhum pensionista pode ser lesado ou prejudicado. As investigações estão sendo feitas. Eu acho importante que tudo seja apurado para que não haja prejuízo para nenhum pensionista no País. O Brasil, gente, está no caminho certo, e só não vê quem não quer. Quem andou pelas estradas do País, no fim de semana, viu o congestionamento que havia. O povo está viajando, o povo está rodando, o povo está conseguindo passear mais, a renda está sendo mais distribuída. Houve a inflação dos alimentos, isso é real, mas o Governo está agindo para intervir nisso, e já está havendo resultados, porque, no último mês, já baixou o preço de alguns produtos. O Brasil está caminhando para o pleno emprego — para o pleno emprego, gente! Na região do Paraná, onde eu moro, há muita oferta de emprego. Lá está sendo feita uma articulação entre empresas e cooperativas. Estamos atraindo muitos imigrantes. Se não fossem os imigrantes, o turno da noite nas fábricas do ramo de alimentos não estaria funcionando. O setor em que eu atuo, que é ligado à agricultura, lá no Paraná, num raio de mais de 100 quilômetros da cidade onde eu moro, Toledo, estão as maiores cooperativas de produção de alimentos. Ali há empregos e empregos, gerando divisas para o País, para o Estado e para os Municípios onde essas cooperativas ou essas indústrias operam. No caso da BRF, trata-se de uma indústria privada, mas cooperativas como a LAR, a Copagril, a Copacol, a Coopavel, a CVALE, a Coamo geram muitos e muitos empregos. Nunca faltou dinheiro para financiar o desenvolvimento desses grandes conglomerados, e estão sendo geradas muitas oportunidades. E isso, como eu disse antes, está dando segurança a empresas que funcionam em três turnos, querido Presidente. Os turnos da noite teriam sido fechados, se não fossem os imigrantes que foram para lá, porque realmente há muita oferta de emprego. Então, o País está no rumo certo. A pauta que nos interessa aqui, e interessa muito, tem que ser votada logo, para continuarmos distribuindo renda para o povo, que é o que o Lula faz. O Lula voltou com a correção do salário mínimo acima da inflação, mandou para cá a medida que vai isentar do Imposto de Renda quem ganha até 5 mil reais. Isso significa dinheiro no bolso do trabalhador que tem menos renda, para ele consumir mais, viver melhor, gastar mais nas lojas de qualquer cidade do País, comprar mais comida. É isso que está acontecendo no País, e isso gera bem-estar para as famílias. Agora, existe problema de segurança? Existe. Mas está aqui a PEC da segurança para ser debatida. Existem outros problemas? Claro que sim, mas existe um planejamento federal junto a Estados e Municípios. Temos o PAC, em que os Municípios se habilitam para construir uma creche, uma unidade de educação infantil, uma unidade de saúde, casas populares do Minha Casa, Minha Vida, tanto no meio rural como no meio urbano. E o setor privado, na área da construção civil, com o Minha Casa, Minha Vida, está bombando! Falta trabalhador em tudo que é setor. Por que está faltando trabalhador? Porque existe política de geração de emprego. Os órgãos de fomento, a Caixa Econômica, as empresas perceberam isso. O Brasil, infelizmente, está com juro alto. O juro precisa cair. Não tenho dúvida de que o País vai se transformar numa Nação desenvolvida com o tempo, se não houver descontinuidade da democracia, se não houver descontinuidade nessas políticas, como aconteceu com o impeachment da Presidente Dilma, que foi um grande golpe na época. Agora, tentaram, na mão grande, ganhar o Governo com o golpe que quiseram fazer no dia 8 de janeiro aqui. Programaram tudo, e agora estão todos denunciados. Por fim, Presidente, quiseram golpear os votos do povo brasileiro. A mesma bancada do PL, eleita pelo povo que digitou na urna o número dos Deputados, e que se transformou na maior bancada eleita para a Câmara, duvidou das urnas. Isso é um absurdo! Duvidam das instituições. Não querem democracia. Aliás, a democracia que eles usam nas palavras não é com D maiúsculo, porque democracia com o D maiúsculo tem que fortalecer as instituições e fazer um País voltado para as políticas públicas que melhorem a vida do povo brasileiro. Presidente, peço a divulgação do meu pronunciamento nos órgãos de comunicação da Casa. Obrigado.
  • 02/04/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a extrema direita, apontando a contradição de supostamente defender a democracia enquanto incita a violência e ameaça as instituições do Brasil. Enfatizou que a anistia só se justifica diante de injustiças, não sendo aplicável aos envolvidos nos atos antidemocráticos que visaram subverter a vontade popular nas urnas. Além disso, repudiou a tentativa de questionar a legitimidade das eleições de 2022, pois as mesmas urnas que elegeram o Presidente Lula, elegeram Jair Bolsonaro e a bancada parlamentar do Partido Liberal (PL). Ademais, afirmou que os acusados de golpe de Estado devem buscar provar sua inocência e não aprovar a anistia antes do julgamento. Por fim, alertou para o risco de desmoralização do Parlamento caso a anistia seja votada antes do deslinde do processo penal.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Extrema direita,Democracia,Golpe de Estado (crime),Ato antidemocrático,anistia,Eleições,Urna eletrônica,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Parlamento,Atuação parlamentar,julgamento,Processo penal

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu sei que a extrema direita está preocupada. Muitos financiaram a vinda de gente para cá. Eles também estão correndo risco. A anistia que pedem é admissão da culpa. É isso que tem que ficar claro para o povo brasileiro. A anistia se dá quando ocorre injustiça. O que se tramou neste País foi tirar a vontade popular que foi outorgada nas urnas. Vieram aqui e estimularam a quebradeira deste Poder, do Poder Judiciário e do Poder Executivo. O que fizeram é uma afronta à democracia brasileira. Pasmem, senhores: eles falam de democracia! Que democracia é essa se os líderes deles sempre defenderam a ditadura, a perseguição? O próprio ex-Presidente Bolsonaro homenageava aqui o Brilhante Ustra. Ora, gente, vejam só o destino que estão tomando! Ganharam as eleições em 2008 usando o WhatsApp para esparramar mentiras, pautas morais e assim por diante. Perderam a reeleição em 2022, anunciando, antes de perderem, que iriam duvidar das urnas, cuja apuração no País nunca apontou fraude. Eles brincam com as instituições da República. É um absurdo! Existe uma onda internacional da ultradireita que tenta passar um ar de democracia, mas no fundo não admite perder a eleição nos modelos democráticos. Aliás, a bancada do PL, que foi a maior eleita, é a mesma cujo número o eleitor brasileiro indicou e é a mesma que elegeu o Presidente Lula. É a mesma que deu os votos do Bolsonaro! É um absurdo! O que vocês fazem aqui é um desserviço à democracia. É inadmissível defender a democracia e pedir anistia antes do julgamento. Vão lá e provem a inocência. Vão lá e provem que o que o Mauro Cid delatou não é verdade. É hora da defesa. Está no prazo da defesa. Já estão pedindo benção antes de serem julgados? Já estão admitindo culpa? Se este Parlamento pautar a anistia antes do julgamento, ele se desmoraliza. Obrigado, Presidente.
  • 01/04/2025Breves Comunicações

    O Deputado relembrou os 61 anos do golpe que instaurou a ditadura militar no Brasil e condenou os crimes cometidos durante o regime, como perseguições, torturas e assassinatos. Ademais, criticou aqueles que hoje defendem anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, classificando-os como traidores da Pátria assim como os articuladores do golpe de 1964. Além disso, enalteceu a atuação da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal (STF) na condução das investigações surgidas a partir da delação de Mauro Cid. Ao final, afirmou que a Justiça deve prevalecer e que os responsáveis pelos ataques à democracia precisam ser exemplarmente punidos para que os horrores do passado não se repitam.

    Palavras-chave oficiais: Golpe de Estado (1964),Ditadura militar,Homicídio,Tortura,perseguição,Ato antidemocrático,anistia,Polícia federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Investigação criminal,Delação,Ex-,Ajudante de ordens,Democracia,punição

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ontem, o golpe que resultou na ditadura completou 61 anos. Hoje, dia seguinte, eu quero lembrar que, na ditadura, perseguiram estudantes, mataram trabalhadores, torturaram opositores políticos. Criou-se um ambiente de medo. Muita gente teve que sair do País por causa da insegurança do regime ditatorial que se instalou há 61 anos. As pessoas da ditadura naquela época são traidoras da Pátria. Hoje, aqueles que articulam para que haja anistia também são traidores do País. Quem não conhece a história não pode opinar com a segurança devida. Nós temos que colocar os pingos nos is. Os ditadores de ontem, na minha visão, são os mesmos de hoje. Tentaram usurpar o poder desta Casa na mão grande. O que o Supremo Tribunal Federal está fazendo e o que a Polícia Federal fez, depois da delação do Mauro Cid, foi apenas apurar os fatos e resguardar os valores da Constituição. Quem hoje fala de democracia e quer anistia está falando bobagem, não está respeitando as regras democráticas do País, está usando a Constituição conforme sua conveniência. As pessoas deste País querem mais justiça, mais dignidade, um julgamento justo, sim, para quem cometeu crimes. Isso precisa ser praticado pelas mãos de quem é guardião da Constituição. Tentaram usurpar o poder. Criticam aqui todos os Poderes, inclusive a Suprema Corte, e não querem um julgamento justo. Aqueles que pedem anistia hoje estão admitindo a culpa. Defendam-se! Provem a inocência! Provem que aquilo que o Mauro Cid disse é uma inverdade! Quem levantou e apurou os fatos foi uma instituição da República: a Polícia Federal. Ela desvendou os fatos e passou o caso para o Ministério Público Federal, que propôs a denúncia, que foi acatada, tornando-os réus. Portanto, a justiça tem que ser feita. O povo brasileiro quer justiça. Punição para os traidores da Pátria! Quem é traidor da Pátria precisa ser punido exemplarmente, para que não voltem os dissabores de 64! Presidente, eu gostaria que fosse divulgado no programa A Voz do Brasil o meu pronunciamento.
  • 27/03/2025

    O Deputado relatou sua participação em ação no Paraná voltada à resolução de conflito envolvendo comunidades indígenas deslocadas após o fechamento das represas de Itaipu. Ademais, destacou a presença no referido evento do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e celebrou o acordo firmado entre Itaipu e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) para a aquisição de 3 mil hectares destinados à realocação dos indígenas. Além disso, criticou a Oposição e elogiou os avanços do Governo Lula como a entrega de ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em diversos Municípios, em contraste com o Governo Bolsonaro. Adicionalmente, relatou o questionamento de um indígena sobre a ausência de obras relevantes da gestão Bolsonaro e afirmou que os investimentos retornaram por meio de políticas públicas como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Programa Minha Casa, Minha Vida, atendendo as necessidades das Prefeituras. Por fim, condenou o uso de notícias falsas pela Oposição e enalteceu os projetos estruturantes do Governo.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Paraná,Conflito fundiário,Indígenas,Itaipu Binacional,Ministro do Supremo Tribunal Federal,acordo,Terras indígenas,realocação Governo federal,Presidente da República,Ambulância,Município,Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU),Prefeito,Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC),Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Notícia falsa (fake news),Oposição política

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu estive numa ação muito importante no Paraná, na segunda-feira. Um conflito existe lá desde que Itaipu fechou as suas represas e deixaram à própria sorte as comunidades indígenas que lá viviam. Itaipu decidiu fazer um acordo com a FUNAI — o Ministro Dias Toffoli, nosso Ministro do Supremo Tribunal Federal, esteve presente — e vai comprar 3 mil hectares de áreas para alocar esses indígenas e resolver esse problema. Sr. Presidente, essa é uma ação muito importante. Aliás, eu sei por que a nossa Oposição está irada. Além do fato de Bolsonaro ter-se tornado réu, o Brasil hoje negocia com o mundo todo, com mercados abertos, o Brasil hoje entrega ambulâncias para todos os Municípios do País, para o Samu. Eles não entregaram uma ambulância em 7 anos. Um indígena, Deputado Helder Salomão, lá na cidade de Itaipulândia, perguntou: "Welter, você já achou alguma obra importante do Bolsonaro? Eu não vi ainda. Eu procurava obras do Bolsonaro e só via as da Dilma e do Lula". As obras no País voltaram com muita força. Agora existe programa, existe projeto que atende os Prefeitos. Um exemplo disso é o Programa de Aceleração do Crescimento — PAC. O Prefeito cadastra Unidade Básica de Saúde — UBS, o Prefeito cadastra unidade de educação infantil, o Prefeito cadastra casa popular, do Programa Minha Casa, Minha Vida, e tudo o mais. Então, o Brasil entrou no rumo. No que eles ganham de nós? Nas mentiras. Eles são campões em fake news. É nisso que temos que trabalhar, para neutralizar isso, porque nós temos projeto estruturante, pensamos no País e criamos condições para o povo viver bem e melhor. Obrigado.
  • 26/03/2025Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a democracia e criticou a tentativa de golpe atribuída ao ex-Presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. Lembrou a trajetória histórica de luta pela redemocratização e destacou que os envolvidos no caso foram denunciados e se tornaram réus com base em provas levantadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal. Afirmou que a inelegibilidade de Bolsonaro se deu por ataques às urnas e que agora se inicia o direito à ampla defesa. Rejeitou a ideia de anistia para os envolvidos e pediu responsabilização dos que atentaram contra o Estado Democrático de Direito. Encerrou afirmando que justiça precisa ser feita com base em provas e dentro da legalidade.

    Palavras-chave oficiais: Democracia,Ex-presidente da República,julgamento,Golpe de Estado (crime),Polícia Federal (PF),Ministério Público Federal (MPF),Inelegibilidade,Réu,anistia,Devido processo legal,Direito à ampla defesa

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, todos estão aqui pelo voto democrático e escolha de cada brasileiro que livremente foi à urna, votou e escolheu o seu Parlamentar. A bancada do PL elegeu 90 Parlamentares. O crime que tornou inelegível o Bolsonaro foi duvidar das urnas. Nós, que sempre defendemos a democracia, brigávamos lá atrás por ela no movimento Diretas Já. O grupo e o líder de V.Exas. defendiam a ditadura, defendiam o Coronel Ustra, que era torturador no tempo da ditadura. O velho MDB de guerra, que surgiu antes do PT, foi que lutou pela abertura democrática fortemente. A história conta isso. Quem conhece um pouco a história precisa defender a democracia para valer, e não fazer de conta que defende. Eu vejo que V.Exas. fazem de conta que defendem a democracia. A democracia é a liberdade irrestrita para cada um falar e apontar sua opinião. Se tivesse ocorrido o golpe que tramaram, eu não estaria aqui falando, não estaria mesmo. Teria acontecido o golpe. Tramaram para dar um golpe, mas ele não aconteceu porque houve setores dos militares não entraram nessa sanha golpista. Os crimes que tornaram réus Bolsonaro e outros que estavam logo abaixo dele são crimes que estão previstos na Constituição. Aliás, quem os denunciou foi o delator, o ajudante de ordens de Bolsonaro, o Mauro Cid. Quem conferiu que aquilo tudo tinha procedência foi a Polícia Federal; foi o Ministério Público Federal, que levantou provas, relatou fatos, elucidou o caso. Eu não vi nenhum Deputado do PL refutar os argumentos do Ministério Público Federal que hoje culminaram, por unanimidade dos Ministros, na decisão de tornar Bolsonaro réu. Agora se abre o amplo direito de defesa. Isso, sim, é democracia! Com o amplo direito de defesa, ele vai poder se defender, vai se pronunciar nos autos. V.Exas. deveriam falem sobre a razão por que as denúncias foram feitas. V.Exas. não estão dizendo que eles atentaram contra o Estado Democrático de Direito, não estão dizendo que tentaram assassinar o Presidente da República, não estão falando daquilo que o Gonet e a Polícia Federal apuraram, investigaram e colocaram na denúncia, o que permitiu que o Judiciário brasileiro tornasse réus os investigados. E eles vão ser julgados. Convençam-nos! Usem a estratégia dos advogados para mostrar que eles são inocentes nos crimes cuja autoria está sendo atribuída a eles. É preciso provar a inocência. O SR. PRESIDENTE (Cabo Gilberto Silva. Bloco/PL - PB) - Deputado Welter, peço que conclua, por gentileza. O SR. WELTER (Bloco/PT - PR) - A democracia dá a garantia da presunção de inocência, sim. Isso é democracia! Agora, fundamentem os argumentos. E eu espero que justiça seja feita. Portanto, não dá para dar anistia. E quem conspirou contra a democracia precisa ser preso, sim. Gostaria que o meu discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente.
  • 18/03/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Deputado Eduardo Bolsonaro por sua fuga para os Estados Unidos, alegando que ele e outros membros do Governo Bolsonaro estão fugindo das investigações e conspirando contra o Brasil. Questionou a postura de quem se diz patriota, mas evita enfrentar a Justiça, e destacou a delação de Mauro Cid como evidência das denúncias. Também expressou apoio à Suprema Corte e ao Tribunal Superior Eleitoral, ressaltando que, embora houvesse erros no passado, o processo legal agora será cumprido rigorosamente.

    Palavras-chave oficiais: manifestação,Brasília (DF),Deputado federal,Estados Unidos,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),investigação,Supremo Tribunal Federal (STF),Tribunal Superior Eleitoral (TSE),atuação

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, querido povo brasileiro, o Deputado Eduardo Bolsonaro anunciou que está fugindo do País, está lá nos Estados Unidos, conspirando contra o Brasil. Que tipo de patriota é esse que não enfrenta a Justiça? Se o cagueta Mauro Cid está mentindo, por que estão fugindo? Quem vai ser o próximo que vai fugir? Olha, o que conspiraram contra este País! Aliás, o ex-Presidente Bolsonaro está inelegível porque duvidaram das urnas, duvidaram das instituições. Eu quero ser totalmente solidário à Suprema Corte e ao Tribunal Superior Eleitoral. Podem cometer equívocos — e, na minha visão, cometeram, sim, lá atrás, quando foram omissos, quando não deram habeas corpus quando prenderam Lula de forma injusta, naquela perseguição. Lá não havia rito sumário. Agora vai haver. Vai haver cumprimento de todos os prazos do processo legal, do julgamento de quem foi indiciado. Se o filho do Bolsonaro fugiu do País já, é porque a coisa está feia para o lado deles — falo das denúncias. Eu digo o seguinte: bolsonarista radical deveria ter vergonha de dizer que é patriota. Para mim, é patriota de araque, porque não enfrentar a justiça dizendo que é autêntico o que fala é ter medo da verdade. Ou duvidam das investigações da Polícia Federal? Ou duvidam das falas do Mauro Cid, que foi o primeiro alcagueta que falou? Repito: se o alcagueta está mentindo, como dizem, por que estão fugindo? Ele delatou porque aconteceu, porque a Polícia Federal investigou e denunciou, no dia 25. Todos os denunciados podem virar réus. Está programado direito de defesa. Vão ter, posteriormente a isso, todos os prazos. O devido processo legal será respeitado, diferentemente do que aconteceu com o nosso Presidente Lula. Agora, na minha visão, a Suprema Corte, lá trás, permitiu que um único juiz pintasse e bordasse na República e ficou quieta. Agora estão discutindo em harmonia os Poderes, com o próprio Presidente Lula. Esta Casa dialoga em harmonia com os Três Poderes. A Suprema Corte não pode ser vítima de uma ação do Parlamento, do Senado ou da Câmara dos Deputados. A Suprema Corte é a guardiã da Constituição. Se ela falhou em determinado momento, ela pode ser aperfeiçoada e melhorada. Então, quem tem razão? Se o cagueta Mauro Cid mentiu, se está mentindo o Mauro Cid, por que estão fugindo? Quem será o próximo a fugir? Muito obrigado. Gostaria que este discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil.
  • 12/03/2025

    O Deputado criticou parlamentares que se dizem patriotas, mas não defendem os interesses nacionais. Acusou a Oposição de não reagir à taxação de minérios brasileiros no exterior, o que prejudica a indústria e os empregos no País. Mencionou o Deputado Eduardo Bolsonaro, que estaria nos Estados Unidos conspirando contra o Brasil, e questionou o silêncio do PL diante das tarifas impostas pelo Presidente Donald Trump.

    Palavras-chave oficiais: Patriotismo,incoerência,Partido Liberal (PL),Taxa,Tributação,Imposto de Importação,Minério,Estados Unidos,Setor industrial,Economia

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há Deputado nesta Casa que é patriota de araque — patriota de araque. Estou falando que batem continência para o Mr. Donald, não o pato. Eles agem como patos e idiotas, porque não se posicionam contra essa taxação dos nossos minérios para exportação, para chegar lá fora. Isso depõe contra a indústria nacional, depõe contra a Federação inteira. É uma visão retrógrada, é uma visão que realmente incomoda toda a República, quando não se tem uma visão soberana de independência. Estou falando do filho do Bolsonaro que vive nos Estados Unidos conspirando contra o povo brasileiro. Eu não vejo o PL se pronunciando duramente contra a taxação que o Trump está impondo ao País. Isso prejudica os empregos e prejudica a República. Essa é uma visão mesquinha, miúda. São patriotas de araque, patriotas de araque, sim.
  • 11/03/2025

    O Deputado destacou a abertura de mais de 300 novos mercados para a agricultura brasileira nos últimos dois anos e a previsão recorde de 320 milhões de toneladas na produção de grãos, segundo a CONAB. Criticou o sucateamento da CONAB no Governo anterior e afirmou que a atual Gestão retomou os estoques públicos de milho, beneficiando especialmente o Nordeste. Também elogiou a política do Presidente Lula de fomentar a produção agropecuária e de reduzir impostos de importação para baixar os preços dos alimentos. Por fim, reconheceu a inflação sobre os alimentos e cobrou dos governadores a isenção do ICMS sobre a cesta básica, argumentando que os estados deveriam seguir a iniciativa do Governo Federal de reduzir tributos para aliviar o custo dos alimentos para a população.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Presidente da República,Cesta básica,Imposto de Importação,Produção agropecuária,fomento,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),isenção,Município Companhia Nacional de Abastecimento (Conab),Produção agrícola,Exportação

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Brasil abriu, nos últimos 2 anos, mais de trezentos novos mercados para a nossa agricultura, exportando, atingindo o recorde de exportação. Será recorde da produção de grãos. É de 320 milhões de toneladas a previsão da CONAB. O Governo anterior sucateou a CONAB. Nós retomamos os estoques públicos de milho, o que já ajudou muito o povo lá do Nordeste. O Governo do Presidente Lula tem sensibilidade, aplica recursos abundantes para fomentar a produção agropecuária no País tanto para pequeno como para o médio e o grande, assim como intervém na economia tirando os impostos de importação, para baixar o preço dos alimentos. Aqui não se está negando que há inflação sobre os alimentos. Agora, os Governadores deveriam antecipar a decisão que foi tomada por esta Casa e já tirar o ICMS e os impostos da cesta básica. Já que o ICMS é um imposto dos Estados, os Governadores do País deveriam tirá-lo da cesta básica, como foi a iniciativa do Presidente Lula. Sr. Presidente, eu queria solicitar a divulgação, nos meios de comunicação da Casa, do meu pronunciamento.
  • 27/02/2025

    O Deputado destacou programas do Governo voltados à segurança e prosperidade das famílias brasileiras. Mencionou o Pé-de-Meia, que busca reduzir a evasão escolar no ensino médio, garantindo um incentivo financeiro aos jovens de baixa renda. Também citou a ampliação do Farmácia Popular, que passou a oferecer 41 medicamentos gratuitos, além de fraldas geriátricas e absorventes. Além disso, afirmou que o Brasil tem fortalecido sua produção de alimentos e ampliado mercados internacionais, ressaltando a importância da relação comercial com a China. Comparou índices de desemprego e afirmou que o País está em recuperação econômica, com distribuição de renda e valorização do salário acima da inflação. Por fim, defendeu que decisões estratégicas garantem o crescimento e afirmou que o Brasil está no caminho certo.

    Palavras-chave oficiais: Programa Pé-de-Meia,Evasão escolar,combate,Ensino médio,Programa Farmácia Popular do Brasil,Política externa,China,Política econômica,Medicamento,Desenvolvimento socioeconômico

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas Deputados, povo brasileiro, família brasileira que nos acompanha aqui da Câmara dos Deputados, para mim é motivo de muita satisfação enunciar aquilo que de fato dá segurança para as famílias brasileiras para que elas possam prosperar mais. Eu vou falar de dois programas que estão imbuídos de estatística e que melhoram a vida do nosso povo, da nossa família brasileira e por meio dos quais a família prospera. Um é o programa Pé-de-Meia. Por que surgiu o Pé-de-Meia? Por que ele tem orçamento e existe gente que conspirou para derrubar esse projeto? O Pé-de-Meia surgiu porque o IBGE identificou que milhões e milhões de jovens brasileiros, em especial os que moram nos bairros, nas periferias das cidades, abandonam o estudo no ensino médio. Isso é ruim para a família. Por que abandonam? Para trabalhar, para que a família tenha mais renda. Então, o Pé-de-Meia surge e atende hoje 4 milhões de brasileiros jovens, que, se concluírem o ensino médio, terão um pé-de-meia, terão um dinheiro na conta para começar o seu negócio, depois que terminarem o ensino médio. Esse jovem pode ser o arrimo da família. Ele pode ser o grande protagonista daquela família que está no CadÚnico hoje e que vai sair dessa situação lá na frente. Se ele concluir os estudos, ele melhora. Isso, sim, é prosperar uma família. Isso, sim, é decisão política de um Governo que olha para o seu povo que sofre e que tem dificuldades. Isso, sim, é decisão de um Governo que vê as políticas para afirmar e consolidar a vida das famílias que mais precisam da atenção do Estado. O Brasil, como eu já disse em outro pronunciamento, voltou ao Mapa da Fome no Governo anterior. O Brasil está saindo do Mapa da Fome. O programa Pé-de-Meia, aliado ao programa Farmácia Popular, que ampliou a oferta para 41 medicamentos gratuitos — incluíram-se até fralda geriátrica e absorvente feminino, para atender quem mais precisa —, são ações com visão planejada, porque as famílias gastam muito com medicamento, com remédio. Isso é para distribuir renda de forma indireta para quem mais precisa. Isso é visão estratégica de governo. O povo brasileiro, se começar a prestar atenção nas grandes mentiras que são contadas, vai saber que o Brasil está caminhando no rumo certo, sim. O Brasil está no rumo que não bate continência para os americanos. O Brasil está no rumo em que se abrem mercados para ele mundo afora para vender os nossos produtos ligados ao ramo de alimentos e outros também. O Brasil prospera, cresce, desenvolve e olha para as famílias. O Brasil tem isso, certamente, por causa do Presidente Lula. Quem dá sustentação a isso aqui, tão logo seja votado, é o orçamento. Assim, haverá recorde de dinheiro novamente para se financiar a produção de alimentos. Todo mundo sabe que o orçamento do ano passado deveria ter sido votado, o que não foi feito. E agora, sim, com os recordes de mercados que criamos, dos 320 novos mercados, o Brasil oferece alimentos para o mundo. Nós do Paraná somos o supermercado do mundo. Nossa vocação, realmente, Deputado Airton Faleiro, é produzir muito alimento. O Brasil produz muito alimento, e nós somos muito especializados nisso. Nós temos tecnologia suficiente para isso. Isso dá emprego e desenvolvimento. Isso dá prosperidade para as famílias. Toda ação estruturante para abrir canais de negociações com o mundo, para vender os produtos brasileiros, é decisão política. Deve-se fazer essa articulação. Brigar com os chineses, como foi feito no ano passado, não ajuda os negócios internacionais. Os chineses compram, para se ter uma ideia, 70% da nossa soja. Vocês já imaginaram se eles parassem de comprá-la? Quem é do Centro-Oeste e quem é do Sul — nós produzimos bastante soja — sabe que isso criaria um grande problema para o País. Nós temos que achar caminhos estratégicos no processamento dos alimentos que nos tornem menos dependentes das exportações. Hoje esse é o caminho, mas nós temos que achar caminhos alternativos que possam fazer mais movimento no mercado interno, para gerar mais riqueza e mais emprego. O Brasil prospera, sim, família brasileira. O Brasil está com 6,6% de desempregados. No Governo anterior, eram 14% e um pouco mais de desempregados. Então, nós estamos voltando, sim, a ser uma nação desenvolvida com o tempo, com a distribuição de renda e com a garantia real de salário acima da inflação todos os anos. Muito obrigado, Presidente.
  • 27/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a importância do planejamento para a prosperidade do Brasil. Ressaltou que a retomada do PAC pelo Governo Lula permitiu investimentos estruturantes em infraestrutura, saúde e educação. Criticou a subserviência a interesses estrangeiros e defendeu a soberania nacional como caminho para o desenvolvimento. Além disso, mencionou a redução da inflação dos alimentos e o impacto positivo da compra direta da agricultura familiar na segurança alimentar. Também cobrou a votação do Orçamento, essencial para ampliar investimentos no setor agropecuário e garantir crescimento econômico. Informou que a prosperidade depende de políticas públicas que distribuam renda, fortaleçam a economia e promovam o bem-estar da população.

    Palavras-chave oficiais: Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Política externa,Política econômica,Política agrícola,Segurança alimentar e nutricional

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, povo brasileiro, eu sou um humilde agricultor do interior do Paraná. Moro na cidade de Toledo, que pelo 11º ano consecutivo detém o maior valor bruto da produção agropecuária do Estado. Lá é o celeiro da produção de alimentos: frango, suíno, peixe, leite. É o entorno regional envolvendo Cascavel e Toledo. A região oeste é a terra que jorra leite e mel. O que é prosperidade para um país? Quero falar de prosperidade. Como um país pode prosperar como nação desenvolvida? Como um país prospera e tem respeito no planeta? O país pode fazer isso induzindo desenvolvimento, planejando, orientando políticas públicas que não sejam subservientes a americanos, como eu vejo aqui alguns baterem continência à ultradireita, porque não têm visão de soberania, não têm visão de Estado. Bastou Lula voltar à Presidência da República para retomar o PAC. Por quê? Para planejar as ações estruturantes e ajudar Estados e Municípios na infraestrutura rodoviária das cidades, assim como para melhorar a atenção básica em saúde. O Prefeito que quiser cadastrar no PAC uma nova unidade de educação infantil pode fazê-lo, se planejar, porque é ele quem sabe se falta criança para colocar na escola. Se o Prefeito quiser, pode fazer mais uma unidade de saúde, porque estaria faltando, de acordo com os programas federais do Ministério da Saúde. Aí, sim, cria-se prosperidade para a cidade, porque ele faz a unidade de saúde e consegue universalizar o acesso à atenção básica. Esse raciocínio serve para todos os projetos nos quais os entes federados podem participar do bolo de distribuição. Hoje há um planejamento para o Brasil prosperar em todas as esferas. O planejamento é extraordinário. Tão logo o Governo e a bancada de 513 Deputados assumiram, o Presidente Lula mandou uma mensagem para cá. O povo brasileiro tinha uma visão de retrocesso do ponto de vista da alimentação. Voltamos para o Mapa da Fome. Em 2014 éramos a sexta economia do mundo e retrocedemos para a 11ª posição até 2022. Foi vergonhoso! Lula voltou para prosperar, para dar comida ao povo brasileiro. Ele retomou a política da compra direta da agricultura familiar. No Governo anterior, para compra direta, havia um recurso ínfimo, pequeno. Havia 33 milhões de brasileiros no Mapa da Fome, e bastou Lula voltar para baixar isso significativamente, porque há o PAA. Mais de 1 bilhão de reais foi destinado para comprar comida dos agricultores. Falando de prosperidade, a inflação dos alimentos, no período de 2021 a 2022, foi de 14%. No período de Lula, 2023 e 2024, a inflação foi de apenas 4,4%. O Presidente Lula planeja e a prosperidade acontece, porque há um planejamento de desenvolvimento. Quando se distribui renda, corrigindo o salário acima da inflação — e essa também foi uma ação estruturante, neste Parlamento —, o povo prospera, o povo compra mais e pode, sim, de vez em quando, no momento em que aumenta o consumo, haver um pouco de inflação. Quando há uma política que corrige o salário mínimo acima da inflação, o povo prospera, sim. Agora, não é batendo continência para americano que se vai dar soberania e prosperidade para a nossa República. A República terá prosperidade quando nós todos, imbuídos de boa vontade, não sabotarmos a votação do Orçamento. Eu sou do agro, faço custeio de lavoura, faço produção de alimento, sim, na minha propriedade. Agora, o Orçamento elaborado no ano passado, que deve ser executado este ano, não foi votado. Há um boicote aqui, o Orçamento devia ser votado! Isso é recorde — finalizo, Presidente —, é recorde de investimento de custeio, para produzir alimentos. O Brasil ampliou para 320 novos mercados a exportação de alimentos. Isso, sim, é soberania. Isso, sim, é prosperidade, inclusive para a agricultura. Quem não está vendo isso é cego, não olha os números e não vê as ações estruturantes da República que objetivam a prosperidade para as famílias brasileiras, para a agricultura brasileira e para o bem do povo brasileiro. O Brasil merece respeito; o Brasil merece ser soberano. E ser soberano significa olhar com altivez para todo o povo brasileiro e fazer com que cheguem, de modo especial para quem mais precisa, as ações estruturantes da República: o Bolsa Família, o combate à insegurança alimentar e o PAC, para atender os Municípios, para que o povo prospere ainda mais. O SR. PRESIDENTE (Hildo Rocha. Bloco/MDB - MA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. WELTER (Bloco/PT - PR) - Finalizo, Presidente. É com a política que se definem as políticas públicas que eu enunciei aqui: PAC, compra direta da agricultura familiar, fazer de tudo para que o povo tenha mais renda, com a correção do salário mínimo, e seja mais próspero e feliz, e as famílias também. Sr. Presidente, eu gostaria que meu pronunciamento fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.