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Foto de Welter

Deputado · Câmara

Welter

PT · PR

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Elton Carlos Welter · 57 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 76 de 100, Tá no Caminho0406080100

76/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 46% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 95%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 82%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 88%

    discursos na tribuna (percentil)

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E-mail
dep.welter@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5303
Gabinete
Gabinete 303, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

95%

Esteve em 360 de 378 sessões

Melhor que 57% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

82%

Registrou voto em 927 de 1.128 votações nominais

Melhor que 52% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 12 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 12 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 729 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 98% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

170 discursos na tribuna · de 14/03/2023 a 13/10/2026.

  • 13/10/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu sou um agricultor do interior do Paraná e recorro ao Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural — Pronamp para financiar minhas lavouras. O Paraná e o Brasil batem recordes de produção, de financiamento e de exportação, graças às boas articulações do Governo do Presidente Lula com o mundo. Ampliamos mais de seiscentos novos mercados no mundo dos negócios. Tivemos recordes de empregos, de financiamento, de produção e de exportação. Isso a perder de vista. Se pegarmos o setor cooperativo, todas as cooperativas que processam proteína animal ou vegetal no Paraná, especialmente no oeste do Estado, estão atraindo imigrantes para suprir a falta de mão de obra. É o pleno emprego no País, gerando desenvolvimento e distribuição de renda. Mas não é só isso o que o povo quer; também quer outras coisas, como o avanço social. Eu percebi que a nossa agenda do segundo turno, com a mobilização da nossa juventude, está criando grandes atos tanto em cidades grandes quanto pequenas. Quero parabenizar a juventude por isso, porque a sociedade brasileira acordou para o mal que representa um Governo dos Bolsonaro. Não é uma questão da Direita, até porque, da Direita liberal, muitos já vão votar no Lula para ter chance de disputa em 2030, porque sabem que é seguro disputar com o Lula. O projeto popular de Lula, por exemplo, do fim da escala 6 por 1, até já sensibilizou o candidato oponente. Já caiu a ficha. Estão vendo que vão perder a eleição e resolveram votar o fim da escala 6 por 1. Estão prometendo também os programas sociais do Lula, que tanto condenaram: Minha Casa, Minha Vida; Bolsa Família e outros programas. Agora estão vendo que a água está batendo naquele lugar. Sr. Presidente, o Brasil é outro, em termos de emprego. Como falei no início, eu sou da agricultura, sou produtor. Somos recorde de produção, de financiamento e de exportação. Emprego para todo lado. Agora, parece-me que muitos pregam só o medo e o terror para cima do nosso agricultor, que muitas vezes não compreende a mensagem. Mas muitos já acordaram e perceberam que essa aventura na lógica da família Bolsonaro não vai ajudar o futuro do País. Esse projeto a gente já conhece, pois negou as vacinas no passado, promove a ditadura e promove perseguição. Isso o povo brasileiro não aceita. Por isso, o Centro e os setores da Direita estão aderindo. E a juventude está sendo aplaudida pelo Brasil inteiro por mobilizar milhões de pessoas em multidões, como foi em Copacabana ontem e na Avenida Paulista no domingo. Assim está sendo nas outras cidades do Brasil. Viva a democracia! Viva a bela disputa na lógica da verdade, porque, na minha visão, quem vai ser vencedor será a verdade contra a mentira! Viva o dia 25 de outubro, que será o dia da consolidação da democracia! Com a família Bolsonaro, eu não vejo isso. Os setores da Direita também já perceberam isso. Muito obrigado.
  • 12/08/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que o Brasil atravessa um período de estabilidade econômica, com inflação controlada, geração de empregos, aumento da renda e redução das desigualdades, além de destacar a retomada de programas e investimentos públicos. Defendeu a preservação da democracia e criticou a disseminação de fake news e o que classificou como interferência externa no processo político-eleitoral brasileiro. Defendeu também a regulação das redes sociais para combater a circulação de informações falsas e questionou adversários do Governo Lula por priorizarem estratégias de desinformação em vez do debate sobre política e economia. Ao final, destacou investimentos do PAC e a atuação conjunta entre os entes federados.

    Palavras-chave oficiais: Estabilidade econômica,Inflação,controle,Geração de emprego,Renda,desigualdade,Investimento público,Democracia,Notícia falsa (fake news),Interferência externa,Processo eleitoral,Rede social,regulação,Desinformação,Investimento,Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, Srs. e Sras. Deputadas, povo brasileiro, a economia do País está estabilizada. Estamos praticamente em pleno emprego. A inflação está controlada; a renda, mais bem distribuída; o salário, corrigido acima da inflação; o Brasil, respeitado no mundo. Apesar dos tarifaços, negociamos com todo o planeta, ampliamos mercados, geramos emprego, geramos desenvolvimento e diminuição das desigualdades sociais. Saímos do Mapa da Fome. O Governo brasileiro tem feito um esforço hercúleo para transformar este País num país mais justo e democrático. Qual é o nosso grande desafio para esse processo que está começando, vai começar oficialmente a partir do dia 16? Nós, que defendemos a democracia plena... Eu, que defendo intransigentemente a democracia como um todo, sei que isso significa radicalizar o orçamento, colocar para ascender, para fazer com que todos tenham oportunidade, igualdade e oportunidade. Qual é o grande desafio? Como é que nós vamos vencer as fake news que são criadas para desmentir? Quando é que nossos adversários vão começar a discutir política e economia? Quando é que os candidatos concorrentes do Presidente Lula vão discutir para valer, e não vão ficar usando mentiras, usando articulações internacionais para intervirem nas políticas locais? O Brasil é soberano; o Brasil é independente. A democracia é que está em risco. Essas fake news, que são evidentes, que circulam no WhatsApp de todo mundo, precisam ser reguladas. Não é possível termos essas mentiras que contam! Aliás, no pleito de 2018, para o período até 2022, quem ganhou as eleições foram as mentiras, com a estratégia do Steve Bannon, na época. Agora, continua essa estratégia, que tem ingerência externa, para interferir no processo político eleitoral. Nós não podemos admitir isso. O País precisa de democracia, o País precisa continuar crescendo, distribuindo renda, gerando oportunidade para a nossa gente. Eu não tenho dúvida de que o País está no rumo certo. Todos os Municípios brasileiros receberam projetos que pensam primeiro nas pessoas: ou é uma unidade de saúde, ou é uma unidade de educação infantil, ou é um hospital novo, uma escola nova, infraestrutura. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltou para resolver problemas locais. Os entes federados estão dialogando independentemente da visão política. Portanto, vamos defender a democracia, sim, e vamos combater as fake news, porque é isso que está causando distorções nas democracias, tanto na América Latina como no mundo. Presidente, gostaria de que fosse divulgado no programa A Voz do Brasil e nos órgãos de comunicação da Casa o meu pronunciamento. Muito obrigado.
  • 16/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata da redução da jornada de trabalho, argumentando que a medida ampliaria o tempo de descanso e convivência familiar dos trabalhadores. Além disso, destacou iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional por meio da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Citou a criação de uma frente parlamentar sobre o tema e experiências desenvolvidas no Paraná, com apoio da Itaipu e da Sustentec, para incentivar a produção e a prescrição de plantas medicinais já reconhecidas pela Anvisa. Sustentou que a ampliação dessa política no SUS poderia fortalecer a agricultura familiar, reduzir a dependência de importações e estimular cadeias produtivas ligadas aos biomas brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos,Agricultura familiar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros Deputados. O Alcolumbre, nosso Presidente do Senado, deveria pautar logo aquela Proposta de Emenda à Constituição que votamos aqui pelo fim da escala 6x1, está enrolando! Mas nós vamos pautar novamente, pois está na discussão no dia de hoje no Colégio de Líderes a urgência do projeto de lei constitucional que o Lula mandou, o fim da escala 6x1 e a entrada em vigor da escala 5x2. O maior legado de todos os Parlamentares desta Casa será a promulgação desta emenda constitucional, que já foi votada por ampla maioria aqui. A escala 5x2 é relevantíssima! Cada trabalhador vai ter um dia a mais de folga! Isso tem uma importância fenomenal para a saúde e a vida digna do trabalhador, para que o trabalhador, que vai passar a ter um dia a mais de folga, tenha mais tempo com a família, mais tempo para o lazer, tenha mais tempo para ir à missa, rezar, orar, pescar e namorar, o que quiser fazer. O Alcolumbre tem dormido de toca e está empurrando, com a barriga, uma medida que é fundamental para, em especial, os trabalhadores de chão de fábrica, que apelam por esse projeto. Sr. Presidente, eu tenho lutado nesta Casa no seguinte sentido: trabalhar pelo desenvolvimento local e regional. Como induzir o desenvolvimento? Aliás, eu fiz um estudo de mestrado em 2017 e, nesse mestrado, trabalhei com políticas locais de desenvolvimento. Como alguns arranjos se desenvolvem no País? Como é possível desenvolver uma comunidade ou um Estado? Como o Estado entra para desenvolver e o setor privado acaba ajustando-se, trabalhando junto para induzir desenvolvimento? Neste sentido, eu criei aqui, e sou muito grato, 200 Deputados assinaram, a Frente Parlamentar em Defesa da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. No Paraná, temos um convênio. A Itaipu, em parceria com a Sustentec, fomenta a prescrição das plantas medicinais que a Anvisa já conferiu ciência no SUS. Nós temos que desenvolver cadeias de produção de algumas plantas medicinais às quais a Anvisa já conferiu valor, ciência, etc., para induzir o desenvolvimento de algumas cadeias de produção de alguns fitoterápicos. Isso serve para todos os biomas. O Estado brasileiro precisa induzir desenvolvimento a partir disso. No Paraná, mais de 30 Municípios já aderiram a um projeto que está sendo fomentado pela Itaipu em parceria com a Sustentec. Por que isso vai dar certo, tende a dar certo e tem futuro para o País? Primeiro, são plantas nativas. Segundo, a ciência já conferiu valor às plantas, podem ser prescritas, fazem bem à saúde das pessoas. Terceiro, está na natureza, está na cultura do povo. Quem aqui nunca foi tratado por uma planta medicinal, por um chá, o famoso chá, da mãe ou da avó? Esse saber tradicional aliado à ciência tem que ser colocado como instrumento de desenvolvimento. Isso está acontecendo, o País já legislou sobre isso, está na pauta. A nossa agenda, na minha visão, tem que colocar o SUS a serviço disso, trabalhar permanentemente pelo Ministério da Saúde, para haver cada vez mais recurso no SUS, para comprar planta medicinal que a Anvisa já certifica. Isso vai ser mais renda para o agricultor familiar, vai ser mais saúde para o povo do SUS, está na cultura do povo usar planta medicinal desde que seja prescrita. O programa de Governo do Lula 4 tem que ter essa prática como um instrumento de desenvolvimento das plantas medicinais. Nós importamos mais de 98% do que nós usamos no Brasil. Nós temos que ser produtores, nos padrões de ciência e tecnologia, no padrão Anvisa, produzir o suficiente para abastecer toda a rede SUS, desde que os Municípios façam a adesão e passem a prescrever. Isso vai ser um negócio maravilhoso para o País, porque está na cultura, está nos biomas do Brasil e tem que estar, na minha visão, e finalizo, Presidente, no PAA e no PNAE do SUS para comprar a planta medicinal do agricultor e transformar isso em medicamento fitoterápico. Isso será, no médio e longo prazo, uma política, certamente, de desenvolvimento que vai garantir renda para a agricultura familiar, vai fomentar algumas plantas nos biomas que há no País, na Mata Atlântica, na Caatinga, no Pampa, seja onde for. O País precisa debruçar-se sobre isso, transformar as plantas medicinais em medicamentos para serem prescritos no SUS. Isso passa por consequências, pois os profissionais de saúde passam a ter disciplinas, no sentido de também prescreverem esse tipo de planta para o tratamento da saúde por causa da eficácia. Gostaria que meu pronunciamento fosse colocado no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação da Casa. Obrigado, Presidente.
  • 26/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado celebrou o avanço das negociações para a votação do fim da escala 6x1, destacando a agenda legislativa da Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais (CONTAR) para 2026, que traz essa pauta como prioridade. Ressaltou a importância dos trabalhadores rurais assalariados para o campo brasileiro e defendeu a transição para a escala 5x2, com perspectiva futura de 4x3. Criticou o pedido de vistas como manobra protelatória e elogiou a atuação do Presidente Lula, que encaminhou pedido de urgência constitucional para acelerar a votação.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Votação,Confederação,Trabalhador assalariado,Trabalhador rural,prioridade,Pauta (processo legislativo),Presidente da República,urgência

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje é um dia importantíssimo para esta Casa, em que se está produzindo um grande entendimento para a votação do fim da escala 6 por 1. Espero que a gente liquide essa decisão, que vai ajudar, em especial, as mulheres, a juventude e toda a população brasileira. Eu estou aqui com uma agenda legislativa dos trabalhadores assalariados rurais de 2026, da Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais — CONTAR. Essa agenda, caros Parlamentares, pede, em seu primeiro ponto, o fim dessa escala escorchante 6 por 1. Representar a sociedade brasileira é representar e dar mais humanidade ao dia a dia do trabalho. São esses trabalhadores e trabalhadoras que movimentam, em especial, o campo deste País. São os trabalhadores assalariados rurais que operam os maquinários, cortam a cana, preparam o terreno e fazem todo esse grande movimento. Quem financia é o Estado brasileiro, mas quem bota realmente a mão na massa, na enxada, no volante do trator ou na roçada é o trabalhador assalariado rural. Portanto, essa categoria precisa ser atendida. O Congresso precisa dar um presente não só para eles, mas para todos os trabalhadores que ainda estão na escala 6 por 1, que precisa ser transformada em 5 por 2 e quem sabe no futuro em 4 por 3. No mundo moderno, as tecnologias têm que ser usadas não só a serviço patronato. Elas têm que ser usadas para tornar mais saudável a vida das pessoas, das famílias; criar condições mais dignas de trabalho. Vida além do trabalho é o que pedem os trabalhadores. Na Constituição de 88, a gente perdeu a oportunidade de diminuir a jornada de trabalho para 40 horas semanais, que ficou em 44 horas semanais. Agora, até que enfim, este Congresso vai votar a redução da jornada por ampla maioria. Eu espero que o PL ainda se sensibilize, porque pediram vistas no dia de ontem para atrasar o processo, não para discuti-lo com profundidade. É uma pena que ainda tenhamos aqui colegas que têm uma visão atrasada, porque o primeiro mundo — o País caminha para isso — já tem jornadas de trabalho com carga horária de 36 horas semanais ou até menos. Temos que pensar para a frente. Vamos votar esta medida, que é impulsionadora do desenvolvimento. Os trabalhadores ficarão menos doentes; os trabalhadores produzirão mais; os trabalhadores terão mais tempo para ficar com a família, para fazer compras no comércio, para ir à igreja, para fazer aquilo que bem entender neste dia a mais de folga. Parabéns à Comissão que está conduzindo muito bem a proposta. Muito obrigado ao Presidente Lula, que pegou com mão forte este tema na última segunda-feira e mandou para cá uma mensagem pedindo urgência constitucional. As coisas estão andando e, se Deus quiser, amanhã a gente arremata esta fatura. Obrigado.
  • 06/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado relatou sua participação na posse do presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), destacando a retomada dos estoques reguladores como medida de controle de preços de alimentos. Anunciou audiência pública para debater a criação do Fundo Nacional do Leite e apresentou as ações da Frente Parlamentar em Defesa da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, informando que o Ministério da Saúde prepara portaria para incentivar a prescrição dessas plantas nas Unidades Básicas de Saúde, com incremento no Piso da Atenção Primária à Saúde (PAP) para os Municípios participantes. Por fim, destacou os recordes de produção agrícola e de emprego no País, defendeu o fim da jornada de trabalho 6 por 1 e elogiou o programa Desenrola como instrumento de renegociação de dívidas para trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab),Presidente,Posse,Deputado federal,participação Audiência pública,Leite,Cadeia produtiva,fortalecimento Frente parlamentar,Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos,Ministério da Saúde,Unidade Básica de Saúde (UBS),prescrição,Atenção primária à saúde Governo federal,Produção agrícola,Emprego,Programa Extraordinário de Reequilíbrio Financeiro das Famílias (Novo Desenrola Brasil),atuação Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, que honra é poder falar deste Parlamento para o povo brasileiro, para o povo do Paraná, para o povo da cidade de Toledo, onde eu nasci! Como Deputado Federal, neste momento histórico que vive o País, eu estive, no dia de hoje, na posse do Silvio Porto na Presidência da Companhia Nacional de Abastecimento — Conab, que tinha sido abandonada no Governo passado. Tomou posse hoje o Silvio Porto. Com a volta do Governo Lula, a Conab voltou a fazer estoques reguladores. Isso deu previsibilidade aos estoques novamente. O que aconteceu no passado? A Conab foi abandonada no Governo anterior. Cito, por exemplo, o que aconteceu com o milho. Exportaram todo o milho. Com isso, tivemos que importar milho em determinado período. Foi a 100 reais a saca do milho! Isso encareceu a produção de proteína animal, encareceu a carne na prateleira, o que prejudicou o consumidor. Isso que fizeram foi uma irresponsabilidade. Nós somos grandes produtores de milho e de soja, que são os insumos da ração. Agora o Governo retomou essa política de abastecimento, que havia sido abandonada. Já fizemos estoques de milho em tempo de crise. Isso ajudou a abastecer os mercados onde havia preço excessivo ou um preço muito baixo daquilo que foi comprado dos produtores. Parabéns ao Silvio Porto! Vida longa! Bom trabalho! A Companhia Nacional de Abastecimento fez concurso, está chamando gente, está se estruturando e vai orgulhar o País cada vez mais. Sr. Presidente, outro assunto relevantíssimo para o País é a questão do leite. Amanhã, vamos ter uma audiência pública, às 10 horas, que eu convoquei para debatermos a criação do Fundo Nacional do Leite. Assim como temos o fundo do café, o fundo do cacau, nós temos que ter uma política pública para o setor do leite. Já tivemos várias crises. Neste ano, acabamos de passar por uma crise. Agora, graças a Deus, graças às políticas já implementadas, o preço do leite voltou a subir! Já foram feitas duas compras públicas, por meio da Conab: 100 milhões de reais no primeiro momento e mais 100 milhões de reais no segundo momento. Está-se fazendo de tudo para fechar o cerco da importação de leite de péssima qualidade, que, muitas vezes, entra de forma tangenciada pelas fronteiras do Brasil. No Brasil, o Governo Lula e seus Ministros trabalham fortemente para isso. Essa audiência pública que será realizada amanhã, Sr. Presidente, visa discutir a criação desse fundo. Esta Casa terá papel estratégico nesse projeto. Assim, quando houver crise, poderemos socorrer, de modo especial, o pequeno produtor, que muito sofre e que tem no leite a sua principal fonte de renda na pequena propriedade. Sr. Presidente, eu fui Relator de um projeto do Deputado Zé Silva, colega meu aqui, que trata da proibição da reidratação do leite em pó importado. Essa medida muito importante precisa vir para o Plenário. Precisamos garantir que a indústria nacional seja estimulada a fazer mais leite em pó, para não dependermos tanto da importação. Eu sei que existe o Acordo Mercosul, mas nós temos que proteger a nossa indústria e os nossos produtores de leite. Portanto, esse projeto precisa vir para o Plenário. Eu fiz o relatório, que foi aprovado por unanimidade na Comissão de Agricultura recentemente. Sr. Presidente, eu presido a Frente Parlamentar em Defesa da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Eu quero agradecer aos mais de duzentos pares, Deputados Federais, que subscreveram o pedido de criação dessa Frente Parlamentar. Aliás, essa Frente Parlamentar tem uma agenda legislativa muito importante. Ela está caminhando bem. No próximo dia 29, estaremos na cidade de Guarapuava, no Paraná, com o pessoal da Itaipu e da Sustentec, onde já será trabalhado esse tema das plantas medicinais e da prescrição de plantas medicinais pelos profissionais de saúde. O uso de plantas medicinais faz parte da cultura do povo brasileiro. Já temos a autorização da Anvisa, com base na ciência — vejam como isso é relevante! —, para que aproximadamente vinte dessas plantas sejam prescritas na rede pública. Paralelamente a isso, Sr. Presidente, a Frente Parlamentar já teve uma conversa muito boa com o grande parceiro que nós temos no Ministério da Saúde, que é o Ministro Padilha. O Ministro Alckmin, nosso Vice-Presidente, que era do MDIC, também está a par do tema. O Ministro Padilha é sabedor de que temos uma Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, aprovada pelo Decreto nº 5.813, de 2006, que estabelece a integração entre a saúde, a biodiversidade e o desenvolvimento produtivo, e também a Estratégia Nacional de Bioeconomia, instituída por um decreto recente, o Decreto nº 12.044, de 2024, que consolida — vejam só a relevância disso! — os fitoterápicos como parte estratégica do desenvolvimento econômico sustentável, da inovação e da inclusão produtiva. O que é isso, Sr. Presidente e queridos Deputados que subscreveram essa frente? Se observarmos os biomas e as culturas, e se o Estado criar políticas públicas, como já temos no País, poderemos transformar as plantas medicinais e os fitoterápicos em política de desenvolvimento, de geração de riqueza e renda às pequenas propriedades, com o abastecimento do SUS com plantas medicinais. Levando em consideração essa realidade, falamos com o Ministro Padilha, que está formatando — vejam só a relevância do assunto — uma portaria no Ministério da Saúde. Por meio dela, vai ser definido que os Municípios que aderirem ao Plano Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e passarem a prescrever plantas medicinais nas Unidades Básicas de Saúde terão — pasmem, isso é importante! — direito a um incremento no Piso da Atenção Primária à Saúde. De acordo com o bioma, de acordo com o clima, de acordo com o solo, de acordo com a cultura, eles podem ser induzidos localmente ao plantio, ao processamento, à industrialização e, por consequência, ao abastecimento da rede pública e também privada. Essa portaria vai ser, com certeza, um dos maiores indutores de desenvolvimento local, com a geração de riqueza para os agricultores familiares, em benefício das pessoas que são atendidas pelo SUS. O povo brasileiro já consome e usa os famosos chás. E os chás, como são chamadas as plantas medicinais, já têm garantia científica. Vários chás são produzidos no País e podem ser prescritos na rede pública. Aliás, já temos, neste exercício, em torno de 40 milhões de reais ofertados em editais. Com a edição da portaria, saindo em breve, porque o nosso Ministro Padilha encampou essa luta, ela vai ser uma grande indutora de fortalecimento da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O País deixará de ser importador, para, no futuro, ser exportador de plantas medicinais, não tenham dúvida disso! Eu tenho convicção de que a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos será uma grande e forte geradora de desenvolvimento local. Os Municípios que aderirem a ela e treinarem seus profissionais de saúde para prescreverem plantas medicinais terão um incremento no PAP, com a geração de renda para o pequeno agricultor, que vai vender seu produto e abastecer a rede pública da Atenção Primária à Saúde. Quem sair na frente e produzir em quantidade, poderá até ser exportador desses produtos, mas eles precisam ter qualidade e seguir o padrão sanitário internacional. Eu tenho convicção absoluta de que essa política será a alavancadora do desenvolvimento do País. Algumas lavouras de soja, de pequenos produtores, poderão ser, no futuro, lavouras de melissa, de guaco, de espinheira santa, enfim, de plantas que são de interesse da Anvisa, do SUS, no cuidado da saúde do povo brasileiro. No Paraná, já temos uma política estabelecida pela Itaipu Binacional em parceria com a Sustentec. Lá estamos adiantados. Já estamos trabalhando com a capacitação dos profissionais de saúde para a prescrição dessas plantas medicinais. Muito em breve, em parceria com a Itaipu, a cooperativa e a Sustentec, no Município de Rebouças, no Paraná, será instalada uma empresa para comprar as plantas dos produtores, processá-las nos padrões sanitários e deixar o produto pronto para a indústria farmacêutica de fitoterápicos ou de cosméticos, nos quais também podem ser usadas essas plantas. Esse será um mercado bilionário no futuro, que vai gerar riqueza, renda e desenvolvimento local. Sr. Presidente, outro assunto de relevância grandiosa é a produção no País e o PAC. O Brasil bateu recordes de produção de alimentos novamente. Eu sou de Toledo, a região que mais produz alimentos no Paraná e onde estão as maiores cooperativas e agroindústrias de proteína animal do País. Na minha cidade está instalada a Coamo, uma grande cooperativa, com sede em Campo Mourão, também no Paraná. Na minha cidade também temos a BRF, com uma estrutura gigantesca. No entorno regional, estão a Coopavel, a Copacol, a Copagril e tantas outras cooperativas grandiosas, que formam o maior conglomerado de cooperativas produtoras de proteína animal. Trata-se do maior volume de crédito e produção de financiamento de investimento e de custeio. Por isso há esse recorde de produção no País. Por isso há esse recorde de articulação internacional de mais de quinhentos novos mercados. Também por isso há recordes e mais recordes de empregos gerados no País, em todos os lugares. Naquela região, as cooperativas adotaram a política de importar imigrantes para suprir a falta de funcionários, porque estamos com oferta recorde de empregos. Nós, sim, gostamos da agricultura. Nós defendemos a agricultura e estamos achando caminhos para termos cada vez mais sustentabilidade e podermos vender nossos produtos no mercado internacional. Aliás, o Presidente Lula pensa no Brasil, sim. Quando Lula assumiu o Governo — o Deputado Rubens Pereira Júnior, que me antecedeu, disse isso muito bem —, o PAC foi criado para planejar as ações estruturantes e resolver a questão da Atenção Primária à Saúde e da educação infantil, além de criar condições de infraestrutura para Estados e Municípios. Por isso, por onde eu passo no Paraná, vejo canteiros de obra em todos os lugares. Temos uma unidade de educação infantil sendo construída — o Prefeito pediu e foi atendido — e temos unidades básicas de saúde sendo construídas ou já inauguradas, porque o Prefeito pediu e se inscreveu no PAC. O Brasil está no rumo certo, desenvolvendo-se. O Brasil está planejado para ajudar todos os Prefeitos do País, independentemente de partido político. Na eleição de 2022, eu fui candidato e me elegi. Eu fui de fusca vermelho — e acho que vou ter que dobrar essa frota de fuscas — procurar obras do Bolsonaro, e não as achei. O que eu achava? Obras do Lula e da Dilma. Aliás, o Governo anterior foi muito ruim de serviço. Pensem em pessoas que conseguem mentir e enganar o povo! Chegaram às urnas, às eleições de 2018 mentindo no WhatsApp, dizendo que nós iríamos fechar Igrejas, que quem tinha dois apartamentos, um deles seria tomado e doado para o MST ou para os sem-teto do País, botando medo no povo. Agora, o Brasil é outro: o Brasil do pleno emprego, do desenvolvimento, da distribuição de renda. Presidente, para finalizar, digo que o Brasil agora é o do fim da escala 6 por 1, que vai dar mais dignidade às famílias brasileiras. As famílias terão mais tempo para ficar com os filhos, e o homem com a mulher. É o Brasil do desenvolvimento. O Primeiro Mundo já fez isso há muito tempo. Portanto, somos pelo fim da escala 6 por 1, estabelecendo a escala 5 por 2 — trabalha 5 dias e descansa 2 dias. Isso é relevantíssimo para o povo brasileiro, para o povo trabalhador, como já foi feito, inclusive, na Argentina, em que a escala já é de 40 horas semanais. Sr. Presidente, sou muito grato por esta oportunidade e por estar junto com o projeto do Presidente Lula, que tanto quer o bem do povo brasileiro. O Presidente tirou o Brasil do Mapa da Fome, está garantindo renda para os trabalhadores e desafiou o povo a quitar suas dívidas ao criar o Desenrola, porque ele sabe que muita gente tomou empréstimos a juros escorchantes. Na renegociação, a pessoa vai garantir juros baixos para conseguir se organizar nas finanças em casa novamente. Presidente, gostaria muito que fosse divulgado nos órgãos de comunicação da Casa o meu pronunciamento. Obrigado.
  • 05/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado defendeu a Medida Provisória nº 1.355, de 2026, que institui o Programa Extraordinário de Reequilíbrio Financeiro das Famílias (Novo Desenrola Brasil), enviada pelo Presidente Lula, apresentando-a como uma resposta necessária ao endividamento crescente das famílias brasileiras. Argumentou que o problema do endividamento decorre, em parte, da facilidade de acesso ao crédito, por bancos, fintechs e empréstimos consignados, com juros elevados, que comprometeram o orçamento de famílias que ascenderam de classe e buscaram melhorar suas condições de vida. Explicou os principais pontos da medida: a possibilidade de renegociação de dívidas com juros de até 1,99% ao mês, voltada a trabalhadores com renda de até R$ 8 mil, abrangendo tanto o meio urbano quanto o rural, com o objetivo de permitir que os endividados limpem o nome e saiam do cadastro de inadimplentes. Mencionou ainda uma restrição prevista no projeto: quem pratica jogos e aderir ao Desenrola ficará impedido de jogar por pelo menos um ano. Por fim, informou que a medida provisória seria votada em breve pela Câmara e encerrou exaltando a iniciativa como extraordinária e benevolente, com potencial de beneficiar milhões de famílias brasileiras.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil),endividamento,Família,Política econômica,Governo federal,Economia doméstica,renegociação,Financiamento,Política monetária

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero enaltecer a decisão do Presidente Lula de editar a medida provisória do Desenrola para ajudar as famílias brasileiras. O Presidente Lula trabalha com estatística, com dados. Como se facilitou muito o crédito para o trabalhador, de várias formas — via bancária, via fintechs, via empréstimos, com juros altos —, isso comprometeu o orçamento das famílias. As famílias ascenderam de classe e melhoraram a renda, criaram perspectiva de adquirir algum bem, alguma coisa para ajudar em casa, mas, se pegam um juro mais alto, elas se endividam, e isso compromete a renda familiar. Essa renegociação do Desenrola visa atender milhões e milhões de brasileiros que estão endividados. Devem procurar o agente financeiro e pagar, no máximo, 1,99% de juro. Isso vai ajudar muito a pessoa a sair da dívida, vai fazer com que ela se desenrole, saia da Serasa, limpe seu nome, limpe seu CPF. A ideia é que essa medida realmente ajude as famílias a terem uma vida mais tranquila a partir do estabelecimento de acordo por meio deste programa, o Desenrola. Vai alcançar agricultores, produtores, outras pessoas, famílias no meio urbano e no rural. O Desenrola visa ajudar o trabalhador e a trabalhadora brasileira que ganham até 8 mil reais para que paguem um juro menor. As famílias ganharam mais renda, mas se endividaram. Existe muita oferta de crédito para as famílias, e às vezes elas se encantam, elas se iludem e pagam juros muito altos ao pegarem empréstimo consignado, por exemplo. É preciso que haja medidas que contenham esses juros. Quem aposta em certos jogos, se quiser entrar no Desenrola, não poderá mais fazer esse tipo de aposta por pelo menos 1 ano. É isso que está na proposta. Esta Casa vai votar essa medida provisória muito em breve para garantir que o povo brasileiro saia das dívidas, consiga aumentar sua renda, seu poder de compra. Quem achou que estava fazendo um bom negócio e se endividou acabou se comprometendo, porque pegou um empréstimo com juro muito alto. E Lula, com sua benevolência, está dando a essas pessoas oportunidade de que saiam desse endividamento, paguem suas dívidas em suaves prestações, com juros baixos. O trabalhador poderá sair da dívida pagando um juro pequenininho. Aí, sim, ele vai conseguir levar mais coisas para dentro de casa, facilitando sua vida. Por isso, essa medida é extraordinária, é muito boa, vai ajudar milhões e milhões de famílias que estão endividadas. Sr. Presidente, gostaria que este pronunciamento fosse divulgado pelos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 28/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado anunciou o lançamento do Desenrola 2.0 pelo Governo Federal, no Dia do Trabalhador, com previsão de aporte de pelo menos R$ 10 bilhões do Tesouro Nacional e uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para renegociar dívidas de famílias endividadas com juros máximos de 2% ao mês. Além disso, apontou o cartão de crédito, os empréstimos e as apostas esportivas como fatores de endividamento. Ademais, defendeu o acordo para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6 por 1, com jornada máxima de 40 horas semanais, a fim de garantir mais convivência familiar, estudo e lazer aos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Dia do Trabalho,Governo federal,Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil),Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),endividamento,Família,Recursos públicos Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Direito do trabalho,Política trabalhista,acordo,Câmara dos Deputados

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, no dia 1º de maio, o Governo Federal deverá lançar o Desenrola 2.0. Muitas famílias melhoraram de renda, mas, com a oferta de crédito, o juro do cartão de crédito e a sedução do dinheiro fácil das bets, algumas se endividaram. Milhões de brasileiros precisam desse socorro. O Governo Federal, observando isso, o apelo das famílias, vai lançar o Desenrola 2.0, que vai atender a essas famílias endividadas e vai ter um aporte de pelo menos 10 bilhões de reais — é o valor previsto a ser aportado pelo Tesouro. Será usado também recurso do FGTS. As dívidas serão renegociadas. Muitas famílias pagam juros do cartão de crédito, e a maioria, só com as dívidas, paga mais de 31% de juros. Com a renegociação, vão pagar juros máximos de 2%. Então, as famílias vão conseguir sair dessa crise, desse sufoco que tira até a comida da mesa de algumas delas. Muitas vezes, o pessoal quer ganhar dinheiro fácil — a propaganda é grande nas redes sociais — com as bets, e esse é um dos fatores que endividou muitas famílias. As facilidades dos empréstimos e do cartão de crédito também endividaram as famílias. Então, foi importante, sim, a melhoria da renda das famílias. A cada ano que passa, a renda tem melhorado um pouco acima da inflação e houve o aumento do poder de compra. Mas não adianta aumentar o poder de compra se as famílias se endividaram pagando juros altos, na expectativa de terem uma vida melhor. O Governo vai ser sensível e solidário e vai achar um caminho para que essas famílias paguem menos juros, para que essas famílias consigam procrastinar essa dívida pagando juros bem pequenininhos. É algo bem importante para o povo trabalhador, que, certamente, no dia 1º de maio, vai celebrar isso. Outra coisa muito relevante, Presidente, é o fim da escala 6 por 1. Certamente, se esta Câmara já tivesse votado... Hoje, o Presidente da Casa instalou a Comissão Especial e colocou o colega e companheiro de bancada Deputado Alencar na Presidência. Se essa medida for aprovada, vai ser o maior presente que esta Câmara dos Deputados vai dar ao povo brasileiro, ao povo trabalhador do chão de fábrica. O mundo moderno já aplica jornadas de trabalho menores. Eu espero que o acordo desta Casa para a PEC culmine com medidas que determinem o máximo de 40 horas semanais e 5 dias por semana de trabalho, com 2 dias de folga. Se o trabalhador tiver que trabalhar no sábado e no domingo, que consiga negociar com o patrão folga na segunda-feira, na terça-feira ou na quarta-feira. Essa medida é imprescindível para o bem-estar das famílias, para permitir que o marido fique mais tempo com a mulher, a mulher fique mais com o marido e com os filhos, para que as pessoas possam estudar e ter um pouco mais de lazer. Muito obrigado, Presidente.
  • 15/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado defendeu o projeto de lei sobre a redução da jornada de trabalho. Destacou que a proposta busca ampliar o tempo de descanso dos trabalhadores e melhorar a convivência familiar, além de ser apresentada como política de valorização do trabalho. Também relatou a atuação na Frente Parlamentar de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, mencionando reuniões com o Ministério da Saúde sobre a ampliação do uso de plantas medicinais no SUS. Informou que a medida envolve incentivo à agricultura familiar, integração com políticas públicas e possível ampliação de produção e prescrição no sistema de saúde.

    Palavras-chave oficiais: redução,Jornada de trabalho,mobilização,Trabalhador,Projeto de lei ordinária Planta medicinal,Sistema Único de Saúde (SUS),utilização,aumento

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Agora vai! Lula mandou o projeto, com urgência, para acabar com a escala 6 por 1. A escala vai ser 5 por 2. O povo merece mais descanso, ficar 1 dia a mais com a família, ter momentos de lazer, cuidar mais do filho. Isso dá dignidade à família, é vida além do trabalho. Essa medida é o maior presente que este Parlamento pode dar ao povo brasileiro que trabalha no chão de fábrica. Sr. Presidente, eu presido a Frente Parlamentar em Defesa da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, que foi instalada recentemente nesta Casa. Essa Frente Parlamentar está trabalhando para desenvolver essa política de Estado. Nós estivemos em audiência com o Ministro Padilha. O querido Deputado Beto Preto, que é paranaense e foi Secretário de Saúde, conhece muito bem essa política. O Estado brasileiro pode e vai induzir o desenvolvimento dessas plantas na agricultura familiar, para serem vendidas ao sistema SUS. Vai sair uma portaria — o Ministro está convencido disso — para que essa política seja tripartite, com a participação de Estados e Municípios. Os Municípios que aderirem a essa questão das plantas medicinais receberão um plus do fundo a fundo. Isso é muito relevante. Isso vai gerar emprego lá na ponta para a agricultura familiar. Isso vai levar saúde para os usuários do SUS. No currículo para a formação de profissionais, também tem que se colocar a questão das plantas medicinais. Há mais de vinte plantas — a Anvisa já confere ciência — que podem ser prescritas. Isso pode e vai ser, no futuro, um mercado bilionário, que vai atender o povo trabalhador que precisa do SUS e vai gerar renda para a agricultura familiar. Vai ser uma espécie de PAA e PNAE do SUS; os nomes é que vão ser diferentes. O Ministro já determinou a edição de uma portaria para promover o entendimento com Governadores e Prefeitos. Aqueles que começarem com essa política vão ter um plus na transferência do dinheiro público do SUS fundo a fundo, que é o Piso da Atenção Primária à Saúde — PAP, que pode ser prescrito em todas as unidades básicas de saúde. Imaginem o volume que tem que ser produzido para ser processado dentro dos padrões sanitários. Vai ser um mercado gigantesco. Não tenham dúvida disso! Temos que tratar disso como política de desenvolvimento. Está na cultura do povo brasileiro o uso de ervas medicinais. É preciso fazer com que os profissionais de saúde tenham isso em sua mente, para que possam prescrevê-las. Isso vai gerar saúde para o povo que utiliza o SUS e renda para os agricultores que produzirem essas plantas que já são reconhecidas pela ciência. Obrigado, Presidente. Peço a V.Exa. que coloque minha fala nos órgãos de comunicação da Casa.
  • 14/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que o Brasil se encontra em cenário de pleno emprego e destacou a ampliação de mercados para a agricultura brasileira, com mais de 500 destinos comerciais. Mencionou a correção do salário mínimo acima da inflação e a isenção do Imposto de Renda para rendas de até 5 mil reais. Informou que a economia registra crescimento, com geração de empregos, inflação controlada, dólar abaixo de R$ 5 e recordes na Bolsa de Valores. Também declarou que empresas estão recorrendo à contratação de imigrantes para suprir falta de mão de obra em determinados setores. Ao final, criticou posicionamentos da Oposição em relação aos indicadores econômicos apresentados.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Crescimento econômico,Elogio

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o País está praticamente vivendo a situação de pleno emprego. O Brasil se articulou no mundo com mais de 500 mercados da agricultura. Nós votamos aqui, em março de 2023, a correção do salário mínimo acima da inflação. Em decisão recente, isentamos do Imposto de Renda quem ganha até 5 mil reais. A nossa Oposição parece que está no mundo da lua. Não acredita em estatística. O pleno emprego existe em praticamente todos os lugares do País. As empresas estão adotando a estratégia de importar imigrantes para cobrir os turnos; senão, têm que fechar turnos de serviço, porque, realmente, a economia do País está crescendo e gerando empregos, a inflação está controlada, o dólar está abaixo de 5 reais no dia de hoje e a Bolsa está batendo recordes. Só não vê quem não quer! Esta é a política real! Isto é economia; o resto é estupidez!
  • 08/04/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado classificou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, em discussão, como um marco para a assistência social e destacou a articulação realizada por integrantes da Frente Parlamentar em Defesa do SUAS junto a ministérios do Governo Federal. Afirmou que a medida garantiu a criação de um fundo específico para a política de assistência, equiparando sua estrutura a áreas como saúde e educação. Também reconheceu a mobilização de profissionais e entidades do setor ao longo da tramitação e prestou homenagem a uma assistente social pela contribuição à pauta.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Receita corrente líquida,Fonte de recursos,Aprovação,Homenagem

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, este é um dia histórico. Eu sou Vice-Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Suas, sou da Região Sul. Fizemos várias reuniões no Ministério da Fazenda, no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, do Ministro Wellington Dias, fomos ao Ministério do Planejamento, e, graças a Deus, neste dia abençoado, este Parlamento vai dar um presente a toda a rede de assistência. Estou orgulhoso! Faço uma homenagem a esta figura pública: Márcia Lopes. Foi essa assistente social que me incentivou a estar nessa frente e ajudar em relação a essa política. Esta Casa, Presidente, estabelece um marco histórico. Agora existe um fundo para o Suas, um fundo para a política de assistência, como o do SUS, como o da educação. Parabéns a este Parlamento, parabéns a toda a rede que lutou anos e anos para que isso acontecesse. Muito obrigado.
  • 07/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado defendeu o fortalecimento do setor de leite. Também abordou a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição n° 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Informou que a proposta buscou assegurar recursos para melhorar a cooperação entre União, Estados e Municípios. Mencionou diálogo com ministérios e defendeu entendimento entre lideranças para viabilizar a aprovação, com previsão de ampliação gradual do orçamento a partir de 2027, com foco no atendimento à população em situação de vulnerabilidade.

    Palavras-chave oficiais: Leite,Indústria de laticínio,fortalecimento,Defesa Proposta de Emenda à Constituição,Sistema Único de Assistência Social (SUAS),Defesa

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Certamente o parecer será favorável, Deputado. Amanhã este projeto de V.Exa. está na pauta da Comissão da Agricultura. Ele é muito importante exatamente para garantir que o leite que chega ao País seja de absoluta qualidade e que a gente tenha uma Política Nacional do Leite, medida esta que é importante para os produtores de leite do País. Sr. Presidente, venho a esta tribuna ressaltar um tema de tamanha relevância. Eu sou atualmente o Vice-Presidente da Frente Parlamentar do SUAS, da Região Sul. Participei de várias audiências junto com os representantes, o Presidente dessa frente, alguns colegas aqui desta Casa. Queremos criar um grande pleito do SUAS do País, principalmente quem trabalha com a política da assistência. O Presidente da Casa pautou a PEC que trata de garantir o orçamento para melhorar a parceria entre os entes federados — União, Estados e Municípios. Eu vou atuar fortemente para aprovar essa matéria, garantir que haja de forma progressiva o financiamento e a melhoria do orçamento para aprimorar a política da assistência social no País. O Ministro Wellington Dias está a par desse debate. O Ministério da Fazenda foi instado há mais de 1 ano, assim como o Ministério do Planejamento e o Ministério da Assistência Social. A Casa Civil foi comunicada. Quando esta Casa pauta esse tema, é relevante a gente usar o bom senso e aprovar essa matéria com conteúdo de elevação gradativa para melhorar a política da assistência neste País. É a razoabilidade na votação. Pautar a matéria e promover um entendimento entre os líderes acerca dessa temática vai garantir que a política da assistência no País melhore, que mais gente seja assistida para que a gente consiga diminuir os problemas sociais nas cidades dos que estão em situação de vulnerabilidade social. Portanto, com a articulação promovida pela Frente Parlamentar do SUAS para que essa PEC fosse pautada, eu espero que haja um entendimento entre os líderes, que a gente vote essa matéria. Certamente será um alívio, será importante para planejar e melhorar a política de assistência no País. Será uma medida assertiva no sentido de quem promove a atuação local, ou seja, os gestores locais, que poderão planejar melhor, organizar melhor, e nós, quando votarmos o orçamento da União, poderemos prever recursos para melhorar a política da assistência nessa parceria com a União, os Estados e os Municípios. Espero que haja um grande entendimento político, técnico, de acordo com a capacidade de pagamento da União, em função das suas finanças, para que a gente faça de forma gradativa, dentro dos limites, a partir do ano de 2027. Dado o apelo de toda a política nacional de assistência nas conferências da política de assistência, nos Conselhos Municipais da Política de Assistência, nos Conselhos Estaduais da Política de Assistência, eu não tenho dúvida de que esta Casa vai prestar um grande serviço se votar essa PEC. Será um fundo constitucional que vai garantir e ampliar de forma gradativa o financiamento do sistema da política de assistência do País. Era o que tinha a dizer, Sr. Presidente. Peço a V.Exa. que divulgue nos órgãos de comunicação da Casa o meu pronunciamento.
  • 17/03/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado registrou a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, destacando a adesão de mais de duzentos Parlamentares à iniciativa. Ressaltou que a criação da frente representa um avanço na formulação de políticas públicas voltadas ao uso de Plantas medicinais e Fitoterápicos no país, e que a participação de representantes de órgãos do Governo Federal, como o Ministério da Indústria e Comércio, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e o Ministério da Saúde, indicando que a frente deverá impulsionar debates e propostas legislativas sobre o tema. Por fim, agradeceu a presença de convidados ligados à área acadêmica, como a professora Nelci, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), com atuação também na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), além do Vereador Marcos Folador, de Francisco Beltrão (PR).

    Palavras-chave oficiais: Frente parlamentar,Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos,Planta medicinal,Fitoterapia,Política pública,Saúde pública,Governo federal,Política de saúde,Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste),Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA),Francisco Beltrão (PR),Vereador,Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar,Ministério da Saúde

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, queria agradecer de modo especial os mais de duzentos Deputados que assinaram a Frente Parlamentar das Plantas Medicinais e Fitoterápicos, da política nacional da atividade das plantas medicinais. A instalação desta frente foi um sucesso total, com muitos encaminhamentos. Vai haver tarefa para esta Casa! Estou muito feliz, muito grato a cada Parlamentar que assinou. Tivemos presenças marcantes do Ministério da Indústria e Comércio, do MDA e do Ministério da Saúde. Eu queria enaltecer a figura de cada Deputado que assinou e deixar meu muito obrigado. Também queria agradecer a presença da Profa. Nelci, que mora em Toledo, é professora da Unioeste e faz pós-doutorado na Unila — Universidade Latinoamericana, e do Vereador Marcos Folador, que mora na cidade de Francisco Beltrão, também doutorando da Unioeste. Eles também acompanharam a instalação da Frente Parlamentar em Defesa da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.
  • 10/03/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado agradeceu a mais de duzentos Parlamentares pela assinatura da proposta de criação da Frente Parlamentar de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, cuja instalação foi anunciada para a próxima terça-feira, no Salão Nobre da Câmara dos Deputados. Destacou que o uso de plantas medicinais reúne saber tradicional e respaldo científico, com diversas espécies já reconhecidas pela Anvisa para prescrição. Também afirmou que a iniciativa pode estimular o desenvolvimento local, gerar renda para a agricultura familiar e ampliar alternativas terapêuticas no Sistema Único de Saúde. Por fim, ressaltou que o fortalecimento desse setor também pode abrir oportunidades no mercado internacional e contribuir para a valorização de práticas já presentes na cultura brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Frente parlamentar,Planta medicinal,Fitoterapia,instalação Planta medicinal,Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),reconhecimento,Agricultura familiar,Renda,Sistema Único de Saúde (SUS),Comércio internacional

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria agradecer aos mais de duzentos Deputados e Deputadas Federais desta Casa que assinaram a proposta de criação da frente parlamentar de plantas medicinais e fitoterápicos. Essa frente será instalada na próxima terça-feira. Já convido todos a se fazerem presentes. O evento acontecerá no Salão Nobre, a partir das 9 horas da manhã, na próxima terça-feira. As plantas medicinais têm um saber tradicional acumulado. Para a Anvisa, que é o órgão que as regula, mais de vinte plantas já podem ser prescritas. Esse é um amplo mercado, que pode induzir desenvolvimento local, de acordo com a cultura. Vai produzir riqueza para a agricultura familiar e vai fornecer medicamentos, aqueles que a Anvisa já certifica, para o SUS ou para o mercado internacional. Esta Câmara precisa fomentar aquilo que já é da cultura brasileira, aquilo que a ciência já conferiu, aquilo que a ciência já certifica que pode ser prescrito e usado em toda a estrutura pública de saúde do País, para ajudar na renda da agricultura familiar e na saúde do povo que é atendido no SUS, como alternativa de tratamento. Esses fitoterápicos são tão importantes! Fazem bem para a saúde e vão fazer bem para o bolso dos trabalhadores, em especial os da agricultura familiar. Muito obrigado a todos que assinaram a criação dessa frente. Na próxima terça-feira, Sr. Presidente, a partir das 9 horas, aqui no Salão Nobre, vamos criar a frente parlamentar de plantas medicinais e fitoterápicos. Muito obrigado.
  • 03/03/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 4.183, de 2024, que garante o internamento voluntário de menores para tratar dependência química, bem como, a permanência, destes quando estejam sob a tutela de pais ou mães dependentes químicos em tratamento voluntário, de forma a garantir a continuidade do vínculo familiar durante o processo de recuperação, em instituições de tratamento credenciadas pelos órgãos públicos, assegurando ambiente apropriado e recursos especializados.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós orientamos "não" à urgência deste projeto, porque jovens não devem ser internados de forma compulsória, obrigatória. Isso tem que ser feito de forma voluntária, trabalhando-se para recuperar esse jovem com medidas socioeducativas nos Municípios e com políticas públicas que garantam que ele não caia no mundo da droga.
  • 03/03/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado abordou o papel da família como base da sociedade brasileira. Em seguida, destacou ações do Governo Federal voltadas à melhoria das condições de vida da população. Citou a política de valorização do salário mínimo acima da inflação e a aprovação do programa Pé-de-Meia. Além disso, apontou políticas de segurança e iniciativas sociais, como o Fome Zero, ao afirmar que o Brasil saiu do Mapa da Fome. Concluiu defendendo políticas públicas voltadas à proteção e ao fortalecimento da família brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Família,Governo federal,Política pública,Programa Pé-de-Meia,Programa Fome Zero,Salário mínimo,Educação,Segurança pública,Juventude,Crime organizado,Mapa da Fome

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a família é o bem maior de um país. E um presidente chamado Lula sempre cuidou da família. Digo já os assuntos que cuidam da família. Quando ele corrige o salário mínimo acima da inflação é para melhorar a renda das famílias que mais precisam. Quando a gente aprova, neste Parlamento, o Pé-de-Meia é para socorrer os jovens que são vítimas do narcotráfico e para garantir que terminem o ensino médio. Isso é investimento na família, nesse menino, para ele se formar, ter oportunidade de fazer uma faculdade e diminuir o apelo do crime organizado. Nesse sentido, Presidente, cuidar da família é cuidar do Programa Fome Zero. O Brasil saiu do Mapa da Fome. Cuidar da família é asfixiar o sistema financeiro, que banca o crime organizado. Cuidar da família é combater o crime na raiz e apostar nas políticas públicas que cuidam do bem maior, que é a família brasileira. Muito obrigado.
  • 24/02/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado manifestou solidariedade à população de Juiz de Fora (MG) em razão da catástrofe provocada pelas fortes chuvas, mencionando que o Presidente Lula entrou em contato com a Prefeita Margarida Salomão para prestar apoio. Também recordou apoio prestado anteriormente a Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, e defendeu a necessidade de políticas públicas eficazes para atendimento emergencial às vítimas de fenômenos climáticos.

    Palavras-chave oficiais: Juiz de Fora (MG),Catástrofe natural,Chuva,solidariedade,Presidente da República,Prefeita,Política pública,atendimento emergencial,Vítima,Fenômeno meteorológico,Rio Bonito do Iguaçu (PR)

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero registrar minha solidariedade a Juiz de Fora pela catástrofe que aconteceu em decorrência das chuvas. O Presidente Lula já ligou para a Prefeita Margarida Salomão. Nós somos solidários. O Presidente da República foi generoso com Rio Bonito do Iguaçu, quando aconteceu aquela tormenta no Paraná. Toda a nossa solidariedade tem que estar com o povo de Juiz de Fora. Essa chuvarada toda já vitimou muitas pessoas e famílias. Nós temos que ter políticas públicas muito claras para esses socorros emergenciais, para atender quem é vítima dos fenômenos climáticos. Muito obrigado.
  • 03/02/2026outrosBreves Comunicações

    O Deputado destacou a geração de empregos no país e afirmou que a elevação dos salários acima da inflação, motivada pela escassez de mão de obra, refletiu aumento de renda e maior disputa por trabalhadores. Atribuiu o cenário a políticas públicas adotadas desde 2023, citando a retomada da valorização real do salário mínimo como fator de distribuição de renda e ascensão social. Também defendeu a ampliação do auxílio-gás como medida voltada às famílias de baixa renda e ao fortalecimento da proteção social. Em seguida, ao tratar da agenda legislativa de 2026, apontou como prioridade o fim da escala 6x1, a Proposta de Emenda à Constituição nº 8, de 2025, que dá nova redação ao inciso XIII, do artigo 7° da Constituição Federal para dispor sobre a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana no Brasil, argumentando que a mudança seria necessária para humanizar jornadas e ampliar o convívio familiar. Por fim, pediu urgência na tramitação e sugeriu que a votação poderia se tornar um marco da legislatura.

    Palavras-chave oficiais: Geração de emprego,Inflação,Salário,Mão de obra,Política pública,Salário mínimo,Distribuição de renda,Desigualdade social,Auxílio Gás do Povo,Família de baixa renda,Proteção social Jornada de trabalho,Proposta de Emenda à Constituição,Qualidade de vida,Pauta (processo legislativo)

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e Srs. Deputados, para mim é uma grande honra estar aqui falando ao povo brasileiro, falando dos empregos que surgem neste País aos quatro cantos. Minha felicidade é ver estampado nos jornais de grande circulação nacional que as empresas, por si só, já estão aumentando, acima da inflação, o salário dos trabalhadores em função da escassez de mão de obra. Assim, os trabalhadores estão sendo disputados pelas empresas, porque há muita oferta de emprego — o que é maravilhoso — e a renda do povo está subindo. Isso é fruto de política pública. Quando a gente votou aqui, em 2023, a retomada do salário mínimo acima da inflação, isso fez com que houvesse ascensão de classes e distribuição de renda. Paralelamente a isso, ontem, para distribuir renda, o Governo aumentou o número de beneficiários do vale-gás. Será mais gente. Serão milhões e milhões de brasileiros, exatamente aqueles que mais precisam ser assistidos pelo Estado brasileiro. É uma medida acertadíssima que visa atender ainda mais os que mais precisam da atenção do Estado. Isso para nós é motivo de muito orgulho e satisfação. O Brasil, além dos empregos, também tem trabalhado muito para, cada vez mais, ter políticas que consolidam o trabalhador como prioridade. Uma medida que é prioridade para nós neste ano é votar o fim da escala 6 por 1. Essa medida também já está na agenda, é a nossa agenda, é a agenda da minha bancada. Eu defendo isso há muito tempo. O fim da escala 6 por 1 é imprescindível para humanizar o trabalho dos trabalhadores que trabalham de segunda-feira a sábado, que trabalham incansavelmente, que têm muito pouco tempo com a família. A medida do fim da escala 6 por 1 deveria ser votada por unanimidade nesta Casa. Eu acredito que o Governo mandará para cá, e espero que mande, uma proposta com urgência constitucional. Se os Parlamentares desta Casa quiserem deixar um legado que vai marcar o ano de 2026, votarão o fim da escala 6 por 1 para ajudar o povo brasileiro, o povo trabalhador. É isso, Sr. Presidente. Gostaria que fosse divulgado pelos órgãos de comunicação da Casa o meu pronunciamento.
  • 16/12/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado destacou resultados da política econômica e comercial brasileira ao avaliar que o País havia aberto cerca de quinhentos novos mercados para o agronegócio em três anos, com impactos na geração de empregos e na redução do desemprego. Afirmou que a ampliação e diversificação das exportações reduziram efeitos de taxações externas e reforçaram a importância da diplomacia econômica, com atuação de órgãos governamentais e do Presidente da República. Ademais, ressaltou que o crescimento do PIB nos últimos anos ocorreu com inflação controlada, distribuição de renda e investimentos. Por fim, defendeu o diálogo internacional sem barreiras ideológicas e a expansão das vendas externas como fatores de desenvolvimento e melhoria das condições de vida da população.

    Palavras-chave oficiais: Agronegócio,Economia,Comércio exterior,Desenvolvimento econômico,Diplomacia

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, cada vez que venho a esta tribuna, eu perco a contagem. O Brasil alcançou, nesses 3 anos, quinhentos novos mercados de agricultura, do nosso agro. Isso é fantástico! Isso é formidável para o País, que tem a vocação de produzir alimentos, abastecer o mercado interno e o externo. São quinhentos novos mercados, gente! Não é pouca coisa! E isso dá a dimensão dos empregos que são gerados. Temos um recorde histórico de empregos, de menor taxa de desemprego. Isso é extraordinário para o País! Trump botou a taxação, mas ela não impactou praticamente nada no País, porque nós ampliamos nossos negócios, diluímos nossos negócios, nossas vendas com o planeta. Isso é muito relevante para uma República que tem diplomacia, articulação, aqui feita com a ApexBrasil, o Itamaraty, o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o Ministério da Agricultura e Pecuária — Mapa, por meio do Ministro Fávaro e do Presidente Lula. Muitos não sabem, mas o Presidente Lula, quando viaja para o exterior, geralmente leva consigo empresários do setor produtivo brasileiro e conhece os negócios que esses empresários têm. Por isso, esses quinhentos novos mercados! Isso é capacidade política, é diplomacia, é articulação e, por consequência, é emprego, é desenvolvimento. Só não vê quem não quer. O PIB do Brasil, neste terceiro ano, vai fechar em torno de 3%, com geração de emprego, com inflação controlada. No ano anterior, o PIB fechou em 3,4%, e, no primeiro ano do Lula, o mais difícil, em 2,4%. Está havendo crescimento, desenvolvimento, distribuição de renda, geração de emprego e abertura de novos mercados. O Brasil é outro. Vivemos outros tempos, e esses tempos são de prosperidade. É tempo de se agigantar no mundo, de dialogar com o planeta, independentemente da corrente ideológica política. Se é bom para o povo brasileiro, se é bom para os negócios brasileiros, vamos vender, seja para quem for. E é isso que está dando orgulho de ser brasileiro. É isso que está dando essa prosperidade, esse gigantismo que o Brasil é. E é por isso que o Brasil, cada vez mais, vai colocar dinheiro no investimento, na produção e no desenvolvimento. Portanto, um país que cresce, desenvolve e vende seus produtos, tanto no mercado interno como no externo, gera emprego, sim, e gera mais felicidade para o povo brasileiro. Sr. Presidente, gostaria que fosse divulgado o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 10/12/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento de discussão do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Federação orienta "não" ao encerramento pelos seguintes fatos: nós estamos alterando o Código Penal brasileiro em várias ações, diminuindo penas. É um absurdo passar, na madrugada, um projeto como esse. Discutir um tema de tamanha relevância de forma açodada é inadmissível. Este Parlamento está cometendo um pecado mortal contra a democracia. A Suprema Corte está em pleno julgamento acerca do que aconteceu. É uma punhalada, um desrespeito ao Poder Judiciário brasileiro. Estamos alterando o Código Penal na calada da noite, infelizmente. Portanto, somos contra o encerramento da discussão.
  • 03/12/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado relatou que o Governo retomou a investigação sobre possível prática de dumping no setor leiteiro, medida que já gerou reação entre empresas beneficiadas pelas importações. Afirmou que o Executivo deveria anunciar ações emergenciais para permitir medidas preventivas previstas nas normas internacionais de comércio, com impacto direto nos preços. Também destacou a intenção do Governo de adquirir leite para reduzir a oferta no mercado. Acrescentou que um grupo interministerial passaria a atuar permanentemente para antecipar novas crises no setor. Informou que as iniciativas representaram avanço para uma cadeia essencial na geração de empregos e na segurança alimentar.

    Palavras-chave oficiais: Dumping,Leite,Segurança alimentar e nutricional

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    O SR. WELTER (Bloco/PT - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há bom tempo estamos fazendo um grande diálogo e chegamos a uma solução importante para a crise do setor leiteiro. O Governo retomou a investigação do processo antidumping. Com essa medida, os setores que estão sendo beneficiados com leite importado já tomaram um susto. Isso já vai impactar diretamente os preços, na nossa visão. O Governo vai tomar medidas emergenciais — na semana que vem deve anunciá-las — no sentido de garantir aquilo que a lei mundial do comércio já permite. Embora tenha sido admitido que pode haver dumping, a investigação continua, e o Governo pode adotar medidas preventivas para melhorar a situação, para impactar o preço do leite. Outra coisa importantíssima: o Governo também vai comprar leite — logo, logo isso será anunciado —, para esvaziar um pouco o mercado. Outra coisa importante, fundamental, Presidente: em caráter permanente um grupo interministerial vai se organizar para se antecipar a eventuais novas crises. Isso é um avanço que o setor leiteiro brasileiro conquistou, essa cadeia relevantíssima para a geração de empregos e também para a saúde do povo brasileiro. O leite é uma das melhores proteínas para a saúde das pessoas. Obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.