
Nome civil: Washington Luiz Cardoso Siqueira · 55 anos
Bananômetro
52/100
Faz o básico, mas deixa a desejar.
Nota maior que a de 2% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 74%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 54%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 28%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 257 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 308 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Redes oficiais de Washington Quaquá
Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
74%
Esteve em 147 de 198 sessões
Votou nas votações
54%
Registrou voto em 312 de 573 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 7 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 257 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
8 discursos na tribuna · de 16/05/2023 a 28/02/2024.
- 28/02/2024
O Deputado fez um desagravo em nome do Dr. Marcelo Velho, respeitado infectologista, vítima de uma operação policial questionável que resultou em sua casa invadida e afastamento do serviço público.
Palavras-chave oficiais: Médico infectologista,Maricá (RJ),Polícia Federal (PF),Abuso de autoridade,Operação policial
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu fiquei 16 dias com COVID no Hospital Dr. Ernesto Che Guevara, que construí em Maricá, e fui salvo pelo Dr. Marcelo Velho, um professor e doutor em infectologia pela UNIRIO. Ele tem doutorado pela UNIRIO. É uma das pessoas mais respeitadas no meio acadêmico. Se você botar um dinheiro na mesa, esse homem sai correndo com medo de se envolver em qualquer coisa. O Dr. Marcelo Velho teve a casa invadida pela Polícia Federal, teve o carro apreendido pela Polícia Federal e foi afastado do serviço público nessa operação tabajara da Polícia Federal. Aqui na Câmara, eu quero fazer esse desagravo. Ontem, eu liguei para ele, porque estava com medo de que ele se suicidasse, como fez o Reitor da Universidade Federal de Santa Catarina. A irresponsabilidade dessa gente que usa um distintivo e um mandado que o Estado lhe dá, que deveria servir para defender a cidadania, é uma tragédia com o homem de bem. Então, eu exijo que sejam tomadas providências contra essa operação. - 28/02/2024
O Deputado denunciou a ação da Polícia Federal em Maricá (RJ), criticando uma suposta politização. Pediu investigação sobre o delegado do caso e defendeu ampliação da lei contra abuso de autoridade.
Palavras-chave oficiais: Polícia Federal (PF),Maricá (RJ),Delegado de Polícia Federal,Abuso de autoridade,Operação policial,Ideologia política
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu estive hoje pela manhã na casa do Presidente Arthur Lira para discutir sobre o tema que vou expor aqui. Há muitos anos, em todos os cantos do mundo, ocorre uma tentativa de desmoralização da atividade política, sobretudo daqueles que são eleitos pelo povo. A democracia é feita por quem é eleito pelo povo. É preciso respeito aos eleitos. O que há hoje, no Brasil e no mundo, é uma tentativa de fazer com que os setores burocráticos do Estado se apoderem do Estado contra os eleitos. Quero dizer inclusive que dialogo com a bancada do meu partido para aprovarmos o projeto de lei que garante as prerrogativas dos Parlamentares contra os processos que são abertos sem nenhum cabimento. Independentemente de filiação partidária e de filiação ideológica, nós temos que defender os mandatos dos eleitos e temos que defender a atividade política. Eu venho absolutamente indignado a esta tribuna hoje porque ontem a Polícia Federal a mesma Polícia Federal que invadiu a casa do Presidente Lula, que tomou o laptop do seu neto e que lhe impôs mais de 500 dias de prisão ilegal e injusta esteve em Maricá fazendo política. Com base em uma denúncia anônima de um relatório do Tribunal de Contas do Estado, que a Prefeitura vem respondendo e resolvendo portanto, sem nenhuma materialidade , a Polícia Federal pediu a prisão de oito agentes públicos da cidade. O MPF negou. O juiz negou. É uma Polícia Federal irresponsável! Amanhã, eu vou pedir à Corregedoria da Polícia Federal que investigue o delegado desse caso, que atuou politicamente. Ele esperou 20 minutos, até a TV Globo chegar, para começar uma operação no hospital, quando a denúncia nem sequer tratava do hospital. Nós que fomos vítimas da Lava-Jato não podemos permitir que, no Brasil, a polícia seja utilizada para fins políticos, seja contra o PT, seja contra qualquer outro partido. Nós não podemos permitir que agentes do Estado sejam utilizados para fazer política. Esta Casa precisa tratar de novos marcos legais de fiscalização da atividade do Ministério Público, da Polícia Federal... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Cabo Gilberto Silva. PL - PB) - Peço que conclua, Deputado. O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ) - Vou concluir, Presidente. É preciso ampliar a lei que responsabiliza o abuso de autoridade. É preciso fazer o controle de quem controla, mas não tem nenhum controle neste País. Nós temos também que garantir as prerrogativas dos Deputados. Isso serve para Chico e serve para Francisco; serve para a Esquerda e serve para a Direita. Esta Casa tem que se fazer respeitar. Esta Casa é a maior guardiã da democracia no Brasil. Se esta Casa não agir, ninguém agirá em defesa da democracia e do povo brasileiro. - 27/02/2024
O Deputado destacou a baixa qualidade das discussões na Câmara e anunciou que este será seu último ano na Casa, pois planeja concorrer novamente ao cargo de Prefeito de Maricá (RJ).. Apresentou um projeto de lei para a criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo, visando desatar os nós do desenvolvimento do Brasil. Propôs a criação de uma frente parlamentar para discutir a liderança do Brasil na América Latina, no Caribe e na África; e abordou a necessidade de discutir o Estado Democrático de Direito e os exageros cometidos pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.
Palavras-chave oficiais: Atuação parlamentar,Discurso parlamentar Disputa eleitoral,Eleição municipal,Prefeito,Maricá (RJ),Candidato a cargo eletivo Projeto de lei ordinária,criação,Conselho Nacional de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo Frente parlamentar,Protagonismo político,Brasil,criação,América Latina,Caribe,África Estado Democrático de Direito,Ministério público,Polícia Federal (PF),Abuso de autoridade
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, meu querido Deputado Sóstenes Cavalcante, no ano passado, no primeiro ano da legislatura, eu subi pouco a esta tribuna, falei pouco. Fiquei observando, às vezes, um pouco triste, a baixa qualidade da discussão sobre o País que fazemos aqui na Câmara. Confesso que este vai ser meu último ano aqui na Câmara, porque, se Deus quiser, serei novamente Prefeito de Maricá. Voltarei para Maricá a fim de construir o maior projeto de Município da história deste País, estou pronto para fazer isso. Este esse ano vou subir mais vezes a esta tribuna, sobretudo, para discutir uma coisa que eu ouvia de meu avô há muitos anos, um getulista convicto, sobre a vocação do desenvolvimento deste País. Este País é uma das maiores nações do mundo, é uma nação que tem todos os recursos naturais para ser uma grande potência. E eu apresentei aqui, Presidente, um projeto de lei para a criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo. Este País tem muitas amarras que não o deixam se desenvolver. Algumas dessas amarras são o excesso de burocracia e o excesso de poder nas mãos de alguns órgãos que nós próprios criamos. Esta Casa deve discutir este ano que ela tem que ser o farol do desenvolvimento do País. Esta Casa precisa criar instrumentos para desatar os nós do desenvolvimento do Brasil. Eu estou propondo um conselho em que os projetos acima de 3 bilhões de reais sejam aprovados por ele mesmo. Não pode ser um promotor, não pode ser um agente de um órgão de controle, seja ambiental, seja qualquer um, que impeça o desenvolvimento do País. Então, eu quero discutir esse projeto com a Casa e com todos os Líderes, Presidente, independentemente da ideologia, com aqueles que querem de fato o desenvolvimento do País. A questão do desenvolvimento inclusivo, com distribuição de renda e riqueza, é um clamor do nosso País. Estou criando ainda uma frente parlamentar para discutir a liderança do Brasil na América Latina, no Caribe e na África. Nesse mundo multipolar, ou o Brasil lidera uma parte dele ou seremos sempre capacho dos interesses internacionais. E, por último, quero discutir uma coisa de que vou falar amanhã aqui: o Estado Democrático de Direito e os exageros que se cometem neste País, sobretudo pelo Ministério Público e pela Polícia Federal. Amanhã eu quero falar sobre isso. Democracia, soberania e desenvolvimento são três questões que têm que entrar na ordem do dia deste Parlamento. - 29/11/2023Breves Comunicações
O Deputado saudou a presença na Câmara dos Deputados do Vereador Aldair, Presidente da Câmara Municipal de Maricá, Rio de Janeiro. Ademais, elogiou o Governo Lula pela retomada do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ), atual GasLub, e a recuperação da PETROBRAS como um sinal positivo para a soberania e a economia do Brasil, em contraste com o Governo Bolsonaro. Enalteceu o investimento de 11 bilhões de reais no turismo do Rio de Janeiro (RJ) por empresários espanhóis, Projeto Maraey, debatido em audiência pública na Comissão de Turismo. Destacou os investimentos em agronegócio durante o Governo Lula. Além disso, anunciou a apresentação de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para destravar grandes projetos e contribuir para o desenvolvimento do País. Por fim, exaltou a reforma tributária, a política econômica e a inclusão social promovidas pelo Governo Federal.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Presidente,Câmara Municipal,Maricá (RJ) Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (COMPERJ),Petróleo Brasileiro (Petrobras),Governo federal,Combustível Investimento estrangeiro,Empresário,Espanha,Turismo,Rio de Janeiro (RJ),Comissão de Turismo (CTUR) Governo federal,Investimento,Agronegócio,Política econômica,Economia Proposta de Emenda à Constituição,desenvolvimento,Autor (proposição legislativa)
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, meus queridos colegas, queridas colegas, quero saudar o Presidente da Câmara de Vereadores de Maricá, o Vereador Aldair. Digo o seguinte: eu não entendo a Direita, Deputado Zé Neto, porque antigamente diziam que o comunismo acabou; agora eles dizem que o comunismo vai tomar conta do Brasil. De fato, evito vir à tribuna para falar bobagem, fazer lacração para rede de Internet e falar bobagem. Eu vim aqui para dizer o seguinte: o Presidente Lula e a PETROBRAS que, aliás, deixou de ser como era no Governo passado, lacaio dos interesses dos acionistas, e voltou a ser uma empresa que defende os interesses nacionais; não é à toa que o combustível abaixou na bomba para quem põe sua gasolina e seu óleo diesel anunciam a retomada do COMPERJ, em Itaboraí que agora se chama GasLub, mas terá outro nome , refinando o petróleo, já que o Governo Bolsonaro estava acabando com a PETROBRAS e destruindo o Brasil. Agora nós retomamos a nossa soberania, numa questão estratégica, que é a energia e a produção de combustíveis para o Brasil. Também quero dizer, ao mesmo tempo, que eu fiz hoje uma audiência pública na Comissão de Turismo da Câmara com o projeto Maraey e os empresários espanhóis que fazem o maior investimento em turismo no Brasil. Assim como hoje o agronegócio é parte importante do PIB e é valorizado pelo Presidente Lula, porque nunca na história deste País tantos investimentos foram feitos no agronegócio como estão sendo feitos nesta safra, também é preciso retomar e ampliar os investimentos no setor do turismo. Então, esse projeto Maraey é essencial para o desenvolvimento do turismo no Brasil. É um projeto de 11 bilhões de reais, no Rio de Janeiro. Na semana que vem, ainda nesta legislatura, vou apresentar uma proposta de lei geral de desenvolvimento, aliás, uma PEC, para que os grandes projetos deste País sejam destravados. O Governo Lula, com a reforma tributária do Haddad, com as medidas de saneamento da economia que o Presidente Lula vem tomando, vai agora entrar na agenda do desenvolvimento, seja na agenda da indústria, seja na agenda do agronegócio ou na agenda do turismo. O Presidente Lula é mais emprego! É rumo para o Brasil! Por isso a Oposição fica tão desesperada. Ela sabe que este País tem rumo, gera emprego, gera crescimento e gera inclusão social. - 06/07/2023
Discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, sobre a reformulação do Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,favorável
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, meus queridos Deputados e Deputadas, zero problema em estar na tribuna da direita ou da esquerda, porque este Parlamento, sobretudo, discute hoje um problema que está muito além da disputa ideológica. Este Parlamento discute hoje uma questão que é fundamental para o Brasil. E eu espero, inclusive, que nossos colegas da direita tenham a sensibilidade de entender que a matéria que esta Casa vota hoje é uma matéria histórica. A matéria que esta Casa vota hoje deveria ter sido tratada na Constituinte de 1988. A última vez em que se mexeu na estrutura tributária brasileira foi ainda durante a ditadura militar. Esta matéria que nós votamos hoje é uma matéria de interesse não só do Governo Lula, embora tenhamos que registrar a importância que o Governo Lula tem para este País, em acordo com esta Casa, em acordo com este Congresso, ao colocar esta matéria em votação. Então, quero destacar a importância disto; a importância do trabalho feito pelo Ministro Fernando Haddad, em toda a articulação política que realizou aqui nesta Casa; a importância do Presidente Lira, ao colocar esta matéria em votação; do nosso Relator e do Presidente da Comissão, que conversaram com o País inteiro para discutir esta reforma tributária. Esta é uma reforma importante para o País. Essa singela brincadeira do nosso Presidente enseja esta questão. Esta não é uma matéria de interesse do Governo; esta é uma matéria de interesse do País. Quero instar os Deputados do campo mais à direita a que, pelo menos nesta matéria, não fiquemos de disputa para a rede social. Nesta matéria, vamos pensar no Brasil. Ela simplifica todo o arcabouço fiscal do Brasil. Não é à toa que, na reunião dos Governadores do Sudeste, todos os Governadores se pronunciaram. Inclusive, o Governador Tarcísio, registre-se, teve uma boa posição em relação à reforma tributária. Todos registraram apoio à reforma tributária no seu mérito, salvo uma questão ou outra, um ajuste, no qual os Governadores, inclusive, tinham razão. Todos apoiaram a reforma tributária. Esta reforma tributária fará o Brasil crescer, fará crescerem os investimentos estrangeiros no País, fará, meus queridos colegas da direita neste Parlamento, o capitalismo avançar no Brasil. É uma loucura o que as pessoas falam de comunismo, comunismo, comunismo. Há 10 anos, diziam que o comunismo acabou, e agora dizem que o comunismo vai bater a nossa porta. O que vai bater a nossa porta com a reforma tributária é o avanço do capitalismo no Brasil, é a facilitação dos investimentos, é a prioridade na produção contra a especulação, e é a uniformização do Brasil como Federação, acabando com a política de incentivos fiscais que cada Estado dá, perdendo dinheiro do Estado, perdendo dinheiro de investimento na saúde, na educação, no desenvolvimento, para que possamos ter um País com uma política fiscal unificada, que sirva a todo o País, e não a pequenos interesses. Vejam o caso da Ford na Bahia! Ela foi para lá, obteve por mais de décadas benefícios fiscais e depois foi embora. Precisamos ter uma política industrial que possa investir no agronegócio, na região do agronegócio, na indústria, na região mais propícia à indústria. Enfim, nós precisamos dessa reforma tributária. Portanto, eu conclamo a todos os Deputados, a todas as Deputadas, independentemente de posição ideológica, que votem hoje essa reforma tributária. Essa é uma reforma tributária do Lula, no Governo Lula, mas é, sobretudo, uma reforma tributária que o Brasil deve a si mesmo. A partir de hoje, o nosso País receberá investimentos e será um novo Brasil. - 03/07/2023Breves Comunicações
Falta de compromisso de Parlamentares com o País, retratada em discursos proferidos no plenário. Defesa de criação da Frente Parlamentar das Relações do Brasil com a América Latina, o Caribe e a África.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Pronunciamento parlamentar Foro de São Paulo,Integração econômica,Integração política,América Latina,Relações internacionais,Frente parlamentar
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, membros da Mesa, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, eu estava conversando com o meu querido amigo Deputado General Pazuello sobre o triste espetáculo que vemos neste plenário da Câmara dos Deputados. Estávamos discutindo coisas importantes. O Deputado General Pazuello criou uma frente da energia, para discutir a energia no Brasil, para discutir fontes renováveis, para discutir exploração do petróleo. Eu acho que o Deputado pode ser de direita, pode ser de esquerda, pode ter sua posição ideológica, mas esse espetáculo deprimente que alguns colegas fazem, de olho na rede social vêm aqui para fazer graça para rede social , sem nenhum compromisso com a verdade, sem nenhum compromisso com o País, realmente enche a nossa paciência. Eu, de fato, já não tenho mais paciência com este Plenário. Mas eu queria falar sobre o Foro de São Paulo, que foi realizado nesta semana. Eu queria não apenas defender a realização do Foro de São Paulo, mas também falar da integração latino-americana. O Brasil, retomando a ideia de Pedro II, de Getúlio Vargas, precisa fazer parar a sua síndrome de vira-lata e assumir a vocação que tem para ser o líder da América Latina e do Caribe e trazer os nossos irmãos africanos para a constituição de um bloco econômico-cultural para disputar a hegemonia do mundo. Nós não podemos nos contentar em ser a colônia da vez, nem a colônia de Portugal, nem a colônia da Inglaterra, nem a colônia dos Estados Unidos. Nós temos que liderar a América Latina, o Caribe e a África, num bloco econômico deste mundo. Eu queria convidar os Deputados, coisa que já fiz ao meu amigo Deputado Pazuello, porque o Exército Brasileiro tem know-how, tem capacidade, tem competência para ajudar o País nesta tarefa logística, política e técnica, para criarmos a Frente Parlamentar das Relações do Brasil com a América Latina, com o Caribe e com a África. Vamos neste Parlamento pensar grande, em vez de ficarmos, igual o golfinho, dando cambalhotas para ganhar as sardinhas da rede social! - 23/05/2023
Discussão do Projeto de Lei Complementar nº 93, de 2023, sobre a instituição do regime fiscal sustentável para garantia da estabilidade macroeconômica do País; e a criação de condições adequadas ao crescimento socioeconômico, nos termos do disposto no art. 6º da Emenda Constitucional nº 126, de 2022, (novo arcabouço fiscal).
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, estou no PT desde os 14 anos de idade. Saí de uma favela. Foi esse partido que me deu condições de estar hoje nesta tribuna e que deu ao povo brasileiro condições de mudar de vida, durante os Governos Lula e Dilma. Quando entrei para o PT, eu acreditava numa sociedade diferente, numa sociedade com justiça, com igualdade, onde o povo pudesse comer, tomar café da manhã, estudar. Confesso que hoje, aos 51 anos de idade, eu acredito nas mesmíssimas coisas. A diferença para o tempo de estudante é que eu já não acredito que isso se dê num passe de mágica. Acredito que isso se dá na democracia, não por vontade, doutrina ou literatura. Isso se dá na vida real, na concretude real da política. Eu queria dizer ao Relator, o Deputado Claudio Cajado, que ele fez um belo trabalho e queria dizer a esta Câmara e ao Presidente Arthur Lira que eles estão estendendo a mão para o Governo e estão pensando no País. Vemos todo dia nesta tribuna, e por isso não me animo a subir aqui, Deputados que parecem golfinhos dar cambalhota em busca de uma sardinha na sua rede social ou na sua base eleitoral. A maioria desta Câmara tem pensado no Brasil, tem pensado na média do Brasil. Muitos Deputados de centro estão dando um voto de confiança ao Governo. Espero que o nosso Governo, o Governo do PT, possa fazer o mesmo gesto por esta Câmara: conformar a maioria de que o Brasil precisa, tratar o Presidente Arthur Lira e os Deputados como parceiros de um projeto nacional que mude concretamente a vida do povo, isolar a direita raivosa que prega aquilo que não faz e construir uma maioria que vai mudar o Brasil. Este arcabouço fiscal é um gesto que o Congresso faz para o Governo. Chegou a hora de o Governo se irmanar com o Congresso, para mudar de vez o Brasil. - 16/05/2023Breves Comunicações
Importância do Projeto de Lei Complementar nº 93, de 2023, sobre a instituição do regime fiscal sustentável para garantia da estabilidade macroeconômica do País; e a criação de condições adequadas ao crescimento socioeconômico, nos termos do disposto no art. 6º da Emenda Constitucional nº 126, de 2022, (novo arcabouço fiscal). Extinção da política de Preço de Paridade de Importação - PPI adotada pela PETROBRAS. Redução dos preços de combustíveis do gás de cozinha.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Sistema tributário,Lei de Responsabilidade Fiscal,alteração,Poder Executivo,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Arcabouço fiscal Operação Lava Jato,Judicialização da política,Mandato parlamentar,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Rio de Janeiro (Estado) Combustível,Gasolina,Óleo diesel,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Preços de Paridade de Importação (PPI),extinção,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
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O SR. WASHINGTON QUAQUÁ (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Deputadas, eu confesso que é a primeira vez que subo à tribuna. Eu não tenho me animado a falar aqui, porque esta tribuna tem virado, na verdade, um palco, um espetáculo para quem quer dar cambalhota e aparecer nas redes sociais. Eu vim para a Câmara, aliás, atrasado, porque a Justiça brasileira na Operação Lava-Jato, na toada da politização da Justiça, tirou meu mandato ilegalmente, injustamente. Eu vim para este Congresso discutir o desenvolvimento do País. Eu só subi a esta tribuna porque nós estamos tratando esta semana chegou à Casa dos novos marcos fiscais do Brasil, trazidos pelo Presidente Lula e pelo Ministro Haddad. Quero dizer que esse marco fiscal, que já foi muito bem feito pelo Ministro Haddad, contempla a média do pensamento nacional e traz o recado que o povo quis dar nas urnas: desenvolvimento econômico, distribuição de renda e riqueza e soberania nacional. Aliás, até o Presidente Bolsonaro, nos últimos 6 meses, teve que se render, para não tomar uma surra nas eleições, e mudar sua própria política econômica. E o povo brasileiro chancelou um projeto de país de desenvolvimento econômico, com distribuição de renda e com justiça social. Esse marco fiscal que o Haddad traz à Casa é o marco possível, já negociado, já com a média da Casa. E esta Casa, pode-se gostar ou não gostar dela, representa todo o Brasil. As matérias que chegam aqui passam pelo crivo da Casa. Isso é fundamental. E quando a ultradireita reclama e alguns dos nossos companheiros reclamam é porque a matéria está no rumo certo. Então, eu não tenho dúvida de que ela é o marco fiscal possível e que ela vai colocar o Brasil no rumo do desenvolvimento. Não é à toa que o Presidente Jean Paul Prates, da PETROBRAS, mandado pelo Lula, já transformou a política de preço da PETROBRAS, diminuindo na bomba o preço da gasolina e do diesel em cerca de 13% e o do gás de cozinha em mais de 20%. Não é à toa que este Brasil, a partir de outubro, com esta Casa aprovando o novo marco fiscal, vai voltar a voar, distribuir renda e riqueza e melhorar a vida do povo. É isso que importa na Casa, e não o malabarismo que alguns fazem nas televisões. Presidente, queria que colocasse nas mídias da Casa. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 21/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.