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Detector de Bananada
Foto de Vicentinho

Deputado · Câmara

Vicentinho

PT · SP

Esquerdapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Vicente Paulo da Silva · 70 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 84 de 100, Cara Bom0406080100

84/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 76% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 93%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 92%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 99%das 723 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 734 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Redes oficiais de Vicentinho

Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

93%

Esteve em 314 de 338 sessões

Melhor que 41% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 925 de 1.061 votações nominais

Melhor que 69% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 22 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 18 em andamento · 2 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

99%

Em 723 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 98% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

744 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 27/05/2026.

  • 11/03/2025Breves Comunicações

    O Deputado expressou sua admiração pelo trabalho de Leandro Mendes, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Grande ABC (Sintetra), destacando a atuação combativa e harmônica da diretoria do sindicato. Elogiou a forte presença feminina no sindicato, com mulheres motoristas de ônibus e caminhão conquistando espaço na luta por respeito e dignidade. Também apresentou dois projetos de sua autoria, um dos quais visa garantir a presença de cobradores (ou agentes de bordo) nos transportes, assegurando mais segurança para os passageiros, apoio aos motoristas e geração de empregos.

    Palavras-chave oficiais: Sindicato,Condutor de veículo rodoviário,Setor rodoviário,Trabalhador,ABCD Paulista,Diretoria,Representatividade feminina,Mulher,Motorista de ônibus,Caminhão,Projeto de lei ordinária,Cobrador de transporte coletivo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, V.Exas. sabem que eu sou sindicalista. Estou Deputado e sou sindicalista, como sou professor universitário, como sou também advogado. Mas sou sindicalista dos metalúrgicos do ABC, categoria pela qual eu tenho imenso carinho e profundo respeito. Sou altamente comprometido com a nossa categoria, mas também com a classe trabalhadora como um todo, do campo e da cidade. Por esse motivo, gostaria de saudar o nascimento, digamos assim, de uma nova estrela no movimento sindical. Eu me refiro ao querido Leandro Mendes, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Grande ABC — Sintetra. O sindicato tem uma diretoria combativa, lutadora e harmônica. A relação com a base é extraordinária. A entidade realiza congressos e, entre um congresso e outro, plenárias. No congresso mais recente, foi abordada a conjuntura nacional, com apoio ao Presidente Lula e às políticas de desenvolvimento econômico. Houve, ainda, um duro protesto às "deformas" trabalhistas e previdenciária. Nesse sentido, eu quero aqui saudar a diretoria do sindicato e essa militância querida. Cumprimento o jovem Leandro, filho do nosso companheiro Chicão, que foi Prefeito na cidade de Sandovalina. Hoje, Paco, o outro filho, é um grande Prefeito em Sandovalina, e Leandro, no movimento sindical, tem cumprido a meta. O Sintetra, formado em sua maioria absoluta por homens, fez um grande evento em defesa dos direitos e da dignidade das mulheres. E ali apareceram mulheres motoristas de ônibus e de caminhão, mulheres guerreiras e corajosas, mulheres que conquistaram um espaço na luta por respeito, com a sensibilidade que lhes é peculiar. Eu disse, nessa plenária das mulheres, que o sindicato está ficando cada vez mais feminino e, portanto, cada vez mais forte, mais combativo e mais sensível. Parabéns, querido Leandro! Continue assim, fazendo esse trabalho. Como eu já disse e reafirmo aqui, a luta que você desenvolve, a harmonia que consegue em torno de você, com sindicatos que são até de outras centrais sindicais, e o respeito com que acolhe a todos, fazem de você essa estrela a que me refiro. Que Deus ilumine o seu trabalho, Leandro! Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na Casa, há dois projetos de minha autoria para o quais eu gostaria de contar com o voto de V.Exas. Um deles acaba com essa história de motorista ter que dirigir e cobrar. O SR. PRESIDENTE (Cabo Gilberto Silva. Bloco/PL - PB) - Peço que conclua, Deputado. O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP) - Esse projeto já foi aprovado em todas as Comissões e está no Plenário. Motorista deve dirigir. É preciso garantir a existência do cobrador ou, como chamaremos, do agente de bordo, porque um ajuda o outro. Quando há cobrador e motorista — ou agente de bordo —, há segurança para o passageiro, há tranquilidade para o motorista e há emprego para todos. Vamos aprovar esse projeto em homenagem aos motoristas do Brasil. Obrigado, Presidente.
  • 11/03/2025

    O Deputado falou sobre sua experiência pessoal como avô atípico, destacando os desafios enfrentados por sua filha, Luana, e por muitas mães que cuidam de crianças no espectro autista. Criticou a precariedade do atendimento, mencionando dificuldades no acesso a convênios médicos e na rede pública. Defendeu a importância do Projeto de Lei nº 3.124, de 2023, “Cuidando de Quem Cuida”, que busca garantir suporte e atendimento prioritário no SUS para mães e cuidadores. Ressaltou que a aprovação d projeto é essencial, mas é fundamental que os gestores dos públicos assegurem sua implementação. Por fim, homenageou sua filha e todas as mães do Brasil pela luta diária no cuidado de crianças atípicas.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Programa de Atenção e Orientação às Mães Atípicas,atuação,Mãe,Filho,Pessoa com transtorno do espectro autista,atendimento,Sistema Único de Saúde (SUS)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu sou pai de uma mulher que se chama Luana Rocha da Silva Moura. Além de ter problema de saúde, minha filha Luana, que mora comigo, é mãe do nosso Bentinho Moura, meu netinho amado, de 5 anos, que tem transtorno do espectro autista. Eu acompanho todos os dias, todas as manhãs, madrugadas e noites, o que acontece com o nosso Bentinho amado, o que acontece com a Luana, e, de maneira transmitida, o que acontece com o pai, o Adão, e o avô, que está aqui — portanto, avô atípico. Eu sei que se trata de uma guerra cotidiana. Eu sei, para que nós consigamos conviver, proteger e cuidar do Bentinho, como a mãe sofre. E essa experiência, nobre Relatora, não é só dela, é do Brasil inteiro, de muitas mulheres, principalmente — muitas. E o atendimento é precário. Aliás, alguns convênios médicos, como a Amil, estão excluindo aos poucos, dificultando o atendimento numa clínica que depende de convênio médico. Imaginem na atenção pública, em que é necessário mais carinho! Estou contando isso para dizer às senhoras e aos senhores que este projeto é de extrema importância. Este projeto é vital: cuidar de quem cuida. Este é o nome do programa: Cuidando de Quem Cuida. É preciso garantir suporte e atendimento prioritário a essas mães no Sistema Único de Saúde. É claro que, com as emendas, estendeu-se a cuidadores, pais e outros, mas sabemos que 99% são mães que cuidam, muitas vezes mães solo. Por isso, eu quero aqui valorizar a aprovação deste projeto. Evidentemente, não basta aprovarmos; os gestores municipais, estaduais e federais têm que fazer cumprir essa lei. A sociedade tem que entender a importância dela. Não basta ver somente a fitinha com o símbolo, mas dar a atenção devida. Quem convive sabe o que significa cuidar de alguém do espectro autista. Por esse motivo, homenageio minha filha, como homenageio todas as mães do Brasil, pela aprovação deste projeto. Obrigado, Presidente.
  • 26/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou sua participação no Parlamento Internacional para a Tolerância e a Paz e afirmou ser católico, defendendo a liberdade religiosa conforme o artigo 5º, inciso VI da Constituição. Além disso, ressaltou que, apesar de ser católico, aceitou o convite para integrar a Frente Parlamentar Evangélica. Ademais, relatou episódios em que sofreu intolerância religiosa, incluindo críticas recebidas por ter proposto, como Parlamentar não evangélico, uma sessão solene para homenagear dois proeminentes evangélicos. Adicionalmente, lamentou que, durante a eleição para a Presidência da Frente Parlamentar Evangélica, a Senadora Damares tenha gravado um vídeo questionando o seu conhecimento bíblico. Por fim, esclareceu que é estudioso das Escrituras, repudiou o gesto de intolerância religiosa da Senadora e manifestou seu compromisso parlamentar com a defesa de todas as religiões.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Parlamento,Tolerância,Paz,Liberdade de religião,Discriminação religiosa,Autor (proposição legislativa),Sessão solene,Homenagem,Líder religioso,Cristianismo evangélico,Eleição,Frente Parlamentar Evangélica,Presidência,Senadora

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, eu, como membro desta Câmara, represento o Brasil no Parlamento Internacional para a Tolerância e a Paz, do qual participam 101 países. Eu sou católico e participo da minha paróquia, em São Bernardo do Campo, a Paróquia São José, mas faço cumprir a Constituição brasileira, no seu art. 5º, inciso VI, que diz que o Estado é laico e que assegura a qualquer pessoa ou grupo o direito de manifestar a sua fé e o direito de proteção dos locais de culto. Pois bem. Com essa concepção, eu fui convidado a fazer parte da Frente Parlamentar Evangélica. Eu aceitei o convite com muito gosto, porque eu não posso ser intolerante com nenhuma religião. Mas aconteceram dois fatos que quero relatar aqui. Alguns anos atrás, o Pastor Genilson, de São Bernardo, sugeriu-me que eu fizesse uma sessão solene em homenagem a dois proeminentes evangélicos que chegaram aqui, em 1910, para constituir a Igreja Evangélica no nosso País, mais precisamente em Belém, no Pará. Refiro-me a Daniel Berg e a Gunnar Vingren. Quando foi aprovada essa sessão solene, o Presidente da Frente Parlamentar Evangélica à época e mais dois colegas voaram em cima de mim, dizendo: "Você não pode fazer isso, porque não é evangélico!", como se requerer uma sessão como aquela fosse uma coisa somente para quem é evangélico. Pois bem. Eu fui convidado, ontem, como membro da frente parlamentar, a votar. Fui procurado pelos dois candidatos, o Deputado Otoni de Paula e o Deputado Gilberto Nascimento. Eu disse ao Deputado Otoni de Paula que iria votar no Deputado Gilberto Nascimento pela relação, pela confiança, pela tolerância, mas poderia muito bem ter votado no Deputado Otoni de Paula. Aliás, parabenizo os dois Deputados pelo grande nível do debate ocorrido. Eu fui votar. Sr. Presidente, havia uma senhora lá, a Senadora Damares, que fez um vídeo, dizendo que eu não sabia nem da existência da Bíblia e que ia me questionar se eu conhecia o Salmo 23, salmo sobre o qual eu me debruço quando estou angustiado, inclusive. A Sra. Damares — meu Deus do céu! — disse que eu não poderia votar, que eu não deveria votar. E eu votei no Deputado Gilberto Nascimento, que, presumo, era o candidato dela. Sra. Damares, eu não só conheço o Salmo 23, como também conheço Mateus, capítulo 7, versículos 15 a 29; capitulo 24, versículos 11 a 25; e João, capítulo 4, versículo 5. Eu conheço. Eu estudo. Eu faço parte de um grupo de Deputados aqui chamado Fratelli Tutti, que faz encontros periódicos para refletir sobre a Bíblia, sobre os ensinamentos do Papa Francisco, por quem peço oração. Dada a importância do fato, eu quero dizer que não podemos ter uma intolerância tão grande. Até o jornal Metrópoles andou divulgando esse gesto. Quem é ela para questionar se eu conheço ou não a Bíblia? Meu Deus do céu! Não podemos agir assim! Chega de intolerância religiosa! Nenhum de nós é melhor ou pior do que ninguém, independentemente da religião. Por isso eu quero deixar aqui registrado, Sr. Presidente, o meu protesto contra esse gesto, como membro do Parlamento Internacional para a Tolerância e a Paz. Eu luto aqui, inclusive, em defesa das outras religiões, como as religiões de matriz africana, os muçulmanos, os espíritas, os judeus. É assim que construímos um novo tempo, e não com essa intolerância inaceitável. Obrigado, Presidente.
  • 26/02/2025

    O Deputado anunciou a presença da Vereadora Silvinha, do Partido Verde, representante de Piracicaba (SP), que participou de um encontro sobre meio ambiente. Destacou sua atuação em defesa da moradia, da cultura e das causas ambientais. Mencionou ainda sua ligação com o sindicalismo, por ser neta de Philadelpho Braz, liderança histórica de Santo André (SP). Afirmou que ela era uma das principais representantes legislativas de Piracicaba (SP) e da região.

    Palavras-chave oficiais: Vereadora,Piracicaba (SP),Saudação,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Estimado Presidente, Sras. e Srs. Deputados, anuncio a presença de alguém que dignifica esta Casa, nossa querida Vereadora Silvinha, do Município de Piracicaba, do Partido Verde. Ela tem uma luta belíssima em defesa do meio ambiente, com também da moradia e da cultura. Esta companheira, por coincidência, é neta de um histórico sindicalista de Santo André, o saudoso Philadelpho Braz. Ela veio para participar de um encontro sobre meio ambiente, veio visitar nossa Casa. Seja muito bem-vinda, querida Silvinha, uma das melhores Vereadoras, não somente da cidade de Piracicaba, como também da região! Seja bem-vinda, minha querida companheira!
  • 20/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado comentou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro, baseada em provas entregues pela Polícia Federal. Afirmou que as investigações indicam um plano de golpe de Estado, incluindo ameaças a autoridades e tentativa de interferência nas Forças Armadas. Destacou que Bolsonaro terá direito à defesa e julgamento legal. Além disso, rejeitou a proposta de anistia e elogiou o Presidente do Congresso Nacional, Senador Davi Alcolumbre, por não pautar o tema. Por fim, defendeu que a justiça seja aplicada de forma igualitária, sem privilégios, e reforçou a necessidade de julgamento baseado em provas, garantindo que os responsáveis respondam pelos atos cometidos.

    Palavras-chave oficiais: Procuradoria-Geral da República (PGR),Ex-presidente da República,Denúncia,Golpe de Estado (crime),Forças Armadas,Direito à ampla defesa Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,anistia,Presidente do Senado Federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, estamos vivendo este momento de surpresa para alguns, mas de certeza e normalidade constitucional para nós e para todos. Afinal de contas, o Jair Bolsonaro, ex-Presidente, o Presidente do passado, foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República, depois de terem sido entregues todas as provas pela Polícia Federal ao Ministério Público, à Procuradoria-Geral da República, que analisou um extenso relatório com dados, provas, exercendo o papel de defensor do País. Eu tive o cuidado de ler página por página desse documento. A coisa é séria! Diferentemente do que fizeram com o Presidente Lula, quando um juiz mequetrefe, incapaz, parcial, incompetente o condenou à prisão primeiro e depois tentou descobrir quais eram as causas... É o tal do julgamento maldoso, criminoso. Não à toa o próprio Supremo Tribunal desautorizou as ações desse juiz lá em Curitiba. E o Lula, depois de mais de 500 dias preso, inocentemente, ao sair da prisão, poderia ter saído carregado de ódio, como é hábito de muitos aqui, mas disse: "Meu Deus! Eu passei por tudo isso, mas, em vez de ficar me vingando e de ficar com ódio, eu quero cuidar do nosso povo, que está sofrendo cada vez mais". Então o Lula se candidatou à Presidência da República e ganhou as eleições. Neste caso, o Poder Judiciário está usando todos os procedimentos. Eu duvido que os Deputados tenham lido essa exposição do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet. Eu duvido! É muito importante essa leitura. Os senhores que defendem cegamente Bolsonaro vão silenciar. E nós queremos um julgamento. Não vamos condenar ninguém, não! O Bolsonaro vai passar pelo devido processo legal. Ele vai ter direito de defesa, vai apresentar as suas razões. Os advogados terão direito de exposição. É isso que nós queremos. Agora, pelo que eu vi, é condenação pura. O Supremo Tribunal Federal vai tomar essa decisão, e nós desejamos que se faça justiça. Não vou aqui falar das coisas que o Bolsonaro fez, da negação com referência à pandemia, das joias. Já pensou se fosse um filho do Presidente Lula que tivesse comprado uma casa por 6 milhões de reais em dinheiro? Como se explica isso? O Lula já estaria no inferno. Imaginem! É isso está entre outras coisas, como o desprezo à soberania, com o cumprimento militar à bandeira americana, ferindo, inclusive, o princípio de que o Brasil é dos brasileiros. Então, que haja julgamento. Que se dê o direito de defesa e que se julgue. Mas, pelo que eu li, Srs. Deputados, a coisa está feia. Analisem o documento. Vamos verificar isso. Eu desejo que a lei seja igual para todos, e não que seja só para o pobre, que, porque estava com fome, pegou um pedaço de carne ou um chocolate para o seu filho e foi preso imediatamente. Os direitos são para todos, e os deveres também. Que justiça seja feita! É esse o nosso pedido. É por isso que essa conversa de anistia aqui é conversa para boi dormir e para o povo acordar. Está de parabéns o Presidente do Congresso Nacional, o Senador Davi Alcolumbre, que disse que essa história de anistia não é pauta para o povo brasileiro! Tomara que continue assim, sem anistia. Vamos aguardar o julgamento seguro, com provas. Ninguém, nenhum tribunal, nenhum país que olhar a lei e verificar as provas deixará de dizer: "Meu Deus do céu! Isso aqui é grave!" O golpe de Estado estava programado! Eles iam envenenar o Lula, matar um Ministro do Supremo Tribunal Federal, roubar as leis, mudar o papel das Forças Armadas, enfim, está tudo colocado lá e comprovado. Nós queremos justiça! Anistia, não! Obrigado, Presidente.
  • 18/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado registrou a presença de Antônio Pedroza, da construção civil, e José Maria Pedroza, conhecido como Mazzaropi, ex-colega na Mercedes-Benz e atuante na defesa dos trabalhadores. Destacou a trajetória de Mazzaropi como cipeiro e a parceria em lutas sindicais. Além disso, defendeu a limitação o reajuste dos planos de saúde ao valor recebido por aposentados e pensionistas. Por fim, deu as boas-vindas aos visitantes e ressaltou a importância da participação popular no Legislativo.

    Palavras-chave oficiais: Líder sindical,Saudação limite,reajuste,Plano de saúde,Aposentado,Pensionista

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, para minha alegria e também para honra desta Casa, estão aqui presentes dois homens lutadores: Antônio Pedroza, que trabalha na construção civil em São Bernardo do Campo, e o nosso José Maria Pedroza, conhecido por Mazzaropi, meu colega da Mercedes-Benz. Foi cipeiro. Fizemos muitas lutas juntos quando eu era Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos. Ele não desanima, Presidente. Ele me estimulou a apresentar mais um projeto em defesa dos aposentados e dos pensionistas. Que projeto é esse, que já tramita na Casa? É o projeto que limita o reajuste dos convênios médicos ao valor do que recebe o companheiro aposentado e o companheiro pensionista. É uma questão de justiça. Mazzaropi está conhecendo esta Casa de Leis, onde se decide tudo para o bem e, infelizmente, também para o mal. Sejam muito bem-vindos! Vocês dignificam a nossa Casa. Um abraço a vocês, meus queridos Mazzaropi e Antônio, e à companheirada da Mercedes-Benz! O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Muito obrigado, nobre Deputado Vicentinho. V.Exa. representa muito bem o Estado de São Paulo nesta Casa. Parabéns aos senhores que estão acompanhando esse grande Deputado. Sempre que estou aqui presidindo sessão, tenho orgulho de chamar V.Exa. para falar. V.Exa. é um orgulho para o povo de São Paulo. Parabéns, nobre Deputado Vicentinho. O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP) - Obrigado, Presidente.
  • 11/02/2025

    O Deputado destacou os avanços do Governo Lula na recuperação do prestígio internacional do Brasil e na geração de empregos. Reconheceu os desafios econômicos, mas defendeu as medidas de equilíbrio fiscal adotadas pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmando que grandes fortunas devem pagar mais impostos e que a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais será uma conquista. Afirmou que o ano de 2025 será de colheita e que, ao final do mandato, Lula terá ampla aprovação. Por fim, enfatizou a importância do Estado brasileiro como garantidor da estabilidade e do desenvolvimento nacional, conclamando os Parlamentares, independentemente de posição ideológica, a trabalhar pelo crescimento do país.

    Palavras-chave oficiais: Geração de emprego,Isenção tributária,Salário,Política econômica,Ministro de Estado da Fazenda,Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF),Desenvolvimento nacional,Governo federal,Política externa,Equilíbrio fiscal,Tributação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade. Sras. e Srs. Deputados, eu quero lembrar uma coisa que meus pais me diziam, minha mãe principalmente: "O remédio é amargo, mas vai lhe fazer bem". Estamos em uma encruzilhada. É preciso que nos preparemos para este momento do remédio amargo, é preciso que tomemos importantes decisões. O nosso Governo Lula conseguiu recolocar o Brasil no contexto internacional, com alta respeitabilidade. E está trazendo muitos empregos, muitas empresas, muitas grandes empresas. O País tem hoje um índice de empregabilidade que ultrapassa os 92%. Estou dizendo isso porque lido muito com os trabalhadores, vou muito aos bairros, às fábricas, e sinto um clima diferenciado. Quando a empregabilidade chega a 94%, a ONU já considera que existe situação de pleno emprego. Quanto mais o nosso povo trabalha, mais compra. Quanto mais compra, mais cresce a demanda no nosso País. O povo compra, as lojas, para vender mais, pedem mais produção, e as empresas produzem mais. Estamos vivendo momentos difíceis, é verdade, mas são momentos de superação. O Presidente Lula, um dia desses, disse que este será o ano da colheita. Não tenho dúvida de que assim será. As pesquisas dizem uma coisa, e Lula já está melhorando um pouquinho. Eu tenho convicção de que, ao final do mandato do Presidente Lula, ele vai ter uma aprovação de 80%, como teve nos seus mandatos passados. Não concordamos com tudo o que Haddad está fazendo, mas entendemos a necessidade de equilibrarmos as economias para crescermos. É evidente que os grandes poderosos têm que pagar mais impostos, as grandes fortunas têm que ser taxadas. Os trabalhadores que ganham até 5 mil reais não devem pagar o imposto. Já existe esse compromisso. Logo essa proposta será apresentada para a sociedade. São esses os caminhos, os cuidados, as medidas. Há percepção de futuro e cuidado com o Brasil. O Estado brasileiro é o grande porto seguro do nosso País e da nossa gente. O Estado brasileiro não pode, como querem alguns, servir como agente dos interesses internacionais escusos, de quem quer apenas lucro. O Estado brasileiro tem que ter equilíbrio para que possamos, de fato, cantar muitas vitórias. Tenho certeza de que os Srs. Deputados, de direita, de esquerda, todos haverão de comemorar o crescimento e a solidez do nosso País. Por isso, vamos cumprir aqui a nossa responsabilidade enquanto Parlamentares, elaboradores de leis, vamos cumprir a nossa atividade de fiscalização. Quero manifestar a minha inabalável fé no Brasil, que é dos brasileiros. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 04/02/2025

    O Deputado prestou homenagem a Sônia Raimunda, conhecida como Soninha, que integrou sua assessoria e se destacou na luta contra a intolerância religiosa. Ressaltou o papel fundamental que ela desempenhou na defesa do respeito entre diferentes crenças e sua dedicação às causas sociais no ABC paulista. Também destacou que Sônia, praticante do Candomblé de Angola, deixou um legado de fraternidade e união. Por fim, afirmou que sua equipe e todos que conviveram com ela sentirão sua ausência, mas carregarão sua mensagem de tolerância e resistência.

    Palavras-chave oficiais: Mulher,assessoramento,Discriminação religiosa,Homenagem póstuma

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu gostaria de fazer uma fala muito especial hoje, a respeito do nosso mandato, que tem cinco eixos de atuação, como direitos dos trabalhadores e meio ambiente, um mandato participativo, na luta contra todo tipo de preconceito e discriminação. Nesse contexto, eu quero falar da companheira Sônia Raimunda. A Soninha, como eu a chamo, mulher negra de grandes lutas no ABC, era da nossa assessoria, uma companheira que, no contexto da luta contra a intolerância religiosa, cumpriu um papel extraordinário, representando o meu mandato. A Sônia humanizou a nossa equipe e nos ensinou que a religião tem que ser motivo de comunhão entre todos, e não de competição. A Sônia, do Candomblé de Angola, a nossa querida Sônia faleceu há 15 dias, deixando todos nós muito angustiados, pois foi uma surpresa para todos, já que essa mulher nos encantava. Sônia deixou a Dra. Leila e o Prof. Anselmo, seus filhos, e os netos Zuhri, Cairu, Dandara e Ayana. Essa querida companheira se foi, mas deixou o abraço, o carinho e a fraternidade. Foi se encontrar com Zambi. É o que diz a comunidade religiosa dela, liderada pelo Pai Levi. E foi recebida em festa pelos inquices. É fantástico que esta Casa debata o respeito à religião dos outros. E é fantástico termos a Sônia como referência de vida, uma mulher alegre que, aos 70 anos, tinha juventude acumulada. Ela deixou sua mãezinha, a D. Julieta, e deixou todos nós órfãos. Esta modesta homenagem é para dizer, querida Sônia, que o seu legado de tolerância, de respeito, de luta e de resistência ficou entre nós. Eu sou testemunha do quanto a minha assessoria ficou abalada. Ela era respeitada por todas as religiões. Sr. Presidente, na hora do sepultamento, havia pessoas de todas as comunidades religiosas, de católicos e evangélicos a muçulmanos e praticantes da umbanda. Todos e todas a saudavam. Foi uma festa maravilhosa. O sepultamento tinha tristeza pela perda, é verdade, mas havia muita festa. Durante o deslocamento entre o local do velório e o lugar do sepultamento, todos estavam cantando, orando, dizendo "amém", dizendo "axé" e se abraçando. Minha querida Sônia, você está e estará sempre presente em nossas vidas. Sônia Raimunda, presente! Axé! Obrigado, Sr. Presidente.
  • 19/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado fez uma homenagem ao comunicador e influenciador Thiago Reis, destacando sua coragem e compromisso com a democracia. Ressaltou que Thiago, após ser ameaçado de morte, precisou deixar o Brasil, mas continuou a enfrentar a Extrema-Direita para defender o Estado Democrático de Direito. Relembrou um encontro pessoal com Thiago em São José do Rio Preto (SP) e elogiou seu trabalho, baseado em ciência e informação, durante momentos difíceis, como os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Ao final, desejou a Thiago, sua esposa e ao povo brasileiro um Feliz Natal e um próspero Ano-Novo.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Comunicador digital,Influenciador digital,Democracia,Ameaça,Extrema direita,Estado Democrático de Direito,Ato antidemocrático,Brasília (DF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, Sras. e Srs. Deputados, nesta última sessão antes do fim do ano, eu quero fazer uma homenagem a um grande batalhador, a um grande democrata, a um homem corajoso — e eu o conheço pessoalmente. Eu me refiro ao comunicador, ao influencer Thiago Reis. Thiago Reis, brasileiro, teve que sair do Brasil porque foi ameaçado de morte. Até as mídias e os jornais também fizeram ataques ao querido Thiago Reis. Eu o conheço, como disse, pessoalmente. Não foi um momento muito bom quando me encontrei com ele. Foi lá em São José do Rio Preto, na casa do meu companheiro Bolinha, um dos nossos grandes líderes dos Correios. Nós fomos lá acompanhar um jogo entre Palmeiras e São Paulo. Ele é são-paulino roxo; e Bolinha, palmeirense. Eu estava admitido ali como corintiano. É claro que aquele jogo foi tenso, e o Palmeiras ganhou do São Paulo de 4 a 0. Eu nunca vi o Thiago tão nervoso, tão envolvido com a vitória do time dele, que é o São Paulo. Não deu certo. Porém, o Thiago participa do jogo da vida. Ele fala palavras muitas vezes duras, mas com base na ciência, com base na informação. Ele enfrentou o golpe, enfrentou a quebradeira do dia 8 de janeiro, enfrentou os absurdos que este Parlamento, de vez em quando, vota, e enfrenta até hoje os senhores da Direita, os senhores da extrema direita, na defesa do Estado Democrático de Direito. Meu querido Thiago, um abraço para você. Onde quer que você esteja, você está em nossos corações. É de pessoas assim que o Brasil precisa. Por isso, eu lhe faço a minha mais singela homenagem, desejando para você, Thiago, para sua amada esposa, também para o povo brasileiro, um feliz Natal! Que neste Natal, entre perus, vinhos, bebidas e panetones, não nos esqueçamos do aniversariante. E também lhes desejamos um feliz Ano-Novo! Thiago Reis, você está presente entre nós. Nesta Casa, há quem o respeite, há quem ouve e assiste aos seus pronunciamentos. Siga em frente, meu irmão! Um abraço! Obrigado, Presidenta.
  • 18/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado reafirmou seu apoio ao programa do Presidente Lula e ressaltou o compromisso do Governo com a população mais vulnerável, mesmo em um cenário desafiador. Destacou a luta histórica pela redução da jornada de trabalho, mencionando conquistas como as 44 horas semanais garantidas na Constituição de 1988. Elogiou a proposta da Deputada Erika Hilton contra a jornada 6 por 1, classificando-a como desumana e prejudicial à qualidade de vida dos trabalhadores. Defendeu jornadas menores como forma de aumentar a produtividade e permitir mais tempo para a família e o desenvolvimento pessoal. Convocou o movimento sindical e a sociedade a fortalecer essa luta, reiterando que a redução da jornada é uma causa coletiva e urgente para o Brasil.

    Palavras-chave oficiais: alteração,Jornada de trabalho,Defesa

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, Sras. e Srs. Deputados, eu quero manifestar o meu apoio ao programa do Presidente Lula, no que diz respeito a todas as questões que nós estamos discutindo agora. Eu não tenho dúvida de que o Presidente Lula é o mais comprometido com o povo mais pobre. Eu não tenho dúvida de que Lula vai terminar o mandato com o mais alto grau de apoiamento pela sua história, pelo seu compromisso, pois assim foi em outras ocasiões. Agora, o momento é difícil, mas vamos enfrentá-lo para garantir novos passos. Por falar em novos passos, Sra. Presidenta, eu gostaria de tratar de uma pauta que teve a chama acesa através da nossa colega Erika Hilton. Eu tenho feito uma luta intensa pela redução da jornada de trabalho. Fizemos no ABC 82 dias de mobilização, de greves, em 1985. Em 1988, através da liderança do companheiro Jair Meneguelli, nós conseguimos pressionar os Constituintes e garantimos a jornada de 44 horas semanais. A Convenção 148 da OIT — Organização Internacional do Trabalho diz que a jornada de trabalho superior a 40 horas faz mal à saúde dos trabalhadores. Eu fui o Relator da proposta das 40 horas semanais sem redução do salário. O meu relatório foi aprovado por unanimidade nesta Casa e está quarando na gaveta da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Muito bem, com a sensibilidade da nossa querida Erika Hilton, vem a luta contra o 6 por 1, que é uma jornada cruel. Por isso, nós temos que fortalecer essa caminhada. Precisamos garantir que as pessoas sejam tratadas como seres humanos, e não como máquinas, e que elas tenham tempo de ficar com a família, de ficar com os filhos, de estudar e de buscar melhores condições de vida. Nenhuma empresa do mundo — inclusive, a jornada é de 36 horas ou de 30 horas, a depender do país — quebrou por isso, nem quebrará, porque a produtividade é maior. Então, eu quero agradecer à querida Deputada a apresentação da PEC e garantir o nosso apoio. Evidentemente, com apenas esta composição parlamentar, nós vamos ter muita dificuldade, mas não vamos desanimar, até porque nós temos agentes importantes nessa luta: o movimento sindical, o movimento social, as centrais sindicais. As centrais sindicais fizeram uma grande mobilização recentemente, assim como a sociedade e os trabalhadores como um todo, sobretudo, o pessoal da saúde e das categorias comerciais, para garantir o direito à dignidade do nosso povo trabalhador. Aproveito para mandar um abraço à Dra. Shimano, uma influencer fantástica, que nos está apoiando muito nessa causa, que é a causa de todos. É uma causa da Dra. Shimano, é uma causa dos trabalhadores e das trabalhadoras, é uma causa dos Deputados e Deputadas que sabem que a redução da jornada já está atrasada no Brasil e que precisamos avançar. Essa é a causa da sociedade brasileira. Vamos enfrentar todas as dificuldades das votações de hoje. E vamos avançar pelo fim da jornada de 6 por 1. Obrigado.
  • 11/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a importância histórica e social dos Correios, destacando seu papel essencial na crise do Rio Grande do Sul e o compromisso de seus trabalhadores. Criticou a tentativa de privatização da empresa no Governo anterior, alertando contra a pressão de grandes grupos econômicos, como UPS, DHL e FEDEX, para desvalorizar os Correios. Manifestou apoio à gestão atual, ressaltando o empenho para superar os desafios financeiros da empresa e preservar os empregos dos trabalhadores. Enfatizou a necessidade de valorização da instituição e o combate a interesses escusos que ameaçam sua continuidade.

    Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),atuação,gestão,Privatização

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, eu gostaria de falar de uma empresa que já tem 361 anos; uma empresa que, em 2022, tinha 88.535 trabalhadores e, hoje, tem em torno de 85 mil trabalhadores. Estou me referindo aos Correios, instituição brasileira que tem um papel social histórico e que o Governo passado quis privatizar. Pois bem, as notícias, até em tons estrondosos, falam de problemas e de prejuízos dos Correios. Os Correios sofrem assédio de grandes grupos econômicos nacionais e internacionais, de empresas como UPS, DHL, FEDEX, de empresas que usam os Correios para fazerem os seus serviços. Se essa empresa tivesse sido privatizada, jamais teria feito o que fez na época da grande crise do nosso povo irmão do Rio Grande do Sul. Foi emocionante ver os Correios mobilizarem seus servidores de todo o País para ajudar a comunidade gaúcha. Quero me referir a essa empresa e saudar, principalmente, os trabalhadores dessa instituição, homens e mulheres que trabalham por amor. O carteiro, o agente, o gerente, enfim, todos eles trabalham por carinho. Nós não podemos permitir que essa empresa venha à bancarrota. Aqui na Câmara, nós aprovamos o projeto de lei para a fidelização dessa empresa e aprovamos o direito dos Correios de concorrerem com as grandes empresas multinacionais fora do Brasil. Eu percebo que está havendo todo um esforço por parte da gerência e dos gestores para que os Correios enfrentem e superem esse problema — e será superado. Podemos ter problemas, uma crítica aqui, outra acolá, mas não podemos permitir que, neste momento, os nossos Correios sejam entregues à patifaria, sejam entregues aos grupos econômicos. Estou aqui para defender essa instituição, sobretudo porque eu não gostaria de ver pais de família no olho da rua; sobretudo porque eu não gostaria de ver a família "ecetista" ser prejudicada por uma empresa que merece o nosso mais profundo respeito. Por isso, Sr. Presidente, quero dizer às senhoras e aos senhores que não vamos concordar com essa história de CPI. Nós queremos ver a retomada dessa empresa, que é grande e continuará sendo grande. Manifestamos todo o apoio à gestão da empresa, no sentido da recuperação e do zelo aos Correios, da valorização dos trabalhadores e das trabalhadoras. Esse patrimônio, que nós amamos, não pode cair na lata de lixo nem no jogo dos interesses econômicos escusos. O meu desejo é que tudo dê certo. No que couber a nós, vamos ajudar, para voltarmos a contar notícias boas dos nossos Correios. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 04/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou sua participação em evento, realizado pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco (SP) e Região, sobre a luta contra o racismo, o mês da consciência negra e a defesa da igualdade de oportunidades. Ademais, afirmou que debateu temas como a criação da Bancada Negra e a relevância do feriado de Zumbi dos Palmares. Além disso, ressaltou que o feriado da consciência negra não é apenas para celebrar, mas para reflexão sobre a luta contra a escravidão e a discriminação racial. Por fim, defendeu a valorização da Lei nº 10.639, de /2003, que incluiu no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e convocou os educadores a promoverem a discussão sobre igualdade nas escolas, reforçando a necessidade de combate ao racismo.

    Palavras-chave oficiais: Evento,Movimento negro,Igualdade de oportunidade,Racismo,Sindicato,Osasco (SP),Deputado federal,Atuação parlamentar,Bancada Negra,Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra,Escravidão,Discriminação racial,Lei federal,Cultura afro-brasileira,Rede de ensino,Currículo escolar,Escola,Educador

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Obrigado, colegas, também. Sras. e Srs. Deputados, no último dia 23 de novembro, eu participei de um grande evento realizado pelo nosso companheiro Gois, que foi o coordenador de uma atividade protagonizada pelo Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região, presidido pelo nosso querido companheiro Luciano Pereira Leite. Foi um encontro para tratarmos das lutas em defesa da igualdade de oportunidades, contra o racismo, do mês da consciência negra. Estavam lá vários sindicatos. Foi muito importante aquele evento. Lá nós falamos dos acontecimentos aqui da Casa, falamos sobre a criação da Bancada Negra, falamos da conquista do feriado de Zumbi dos Palmares. E lá eu vi também vários técnicos e técnicas presentes, inclusive do Sindicato dos Metalúrgicos. Enfim, eram muitos os que estavam lá presentes. Eu quero agradecer aos meus companheiros por essa oportunidade. Durante o debate, eu presenciei uma fala muito significativa de uma companheira, uma lutadora, uma líder comunitária. Inclusive, ela foi candidata a Vice-Governadora no Estado de São Paulo. O nome dela é Gleides Sodré. Ela falou: "É preciso que nós reflitamos sobre o conteúdo do dia 20 de novembro, do feriado de novembro". A Gleides é esposa do nosso companheiro Ratinho, que também estava presente e é Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região, um dos mais importantes sindicatos dos metalúrgicos do Brasil. Gostaria de dizer que o feriado de Zumbi dos Palmares não pode ser um feriado qualquer. Você aproveita o feriado para passear? Beleza. Aproveita para comer um churrasquinho? Beleza. Fica com a família? Melhor ainda. Aproveita para fazer festa? Melhor ainda. Mas este não é um feriado qualquer. É um feriado que simboliza reflexão profunda. É um feriado que vai lembrar aquele que jamais aceitou a escravidão: Zumbi dos Palmares. É o feriado daqueles e daquelas — como Zumbi dos Palmares, Dandara e tantos outros homens e mulheres — que se compuseram em um quilombo e lá viveram, conviveram, plantaram, produziram e viveram a liberdade num período tão duro como aquele. Zumbi dos Palmares é uma referência. Foi o Presidente Fernando Henrique Cardoso que apresentou a proposta para que Zumbi seja considerado herói nacional. Foi Itamar Franco que criou a Fundação Cultural Palmares, para resguardarmos esta história e a protegermos. A fundação passou por ótimas mãos, agora está na mão do nosso querido João do Olodum. Infelizmente, outros que passaram por lá tentaram destruir essa fundação. Esperamos que, sobretudo, as crianças nas escolas percebam que nós somos iguais, independentemente da cor da pele. É um herói nacional Zumbi dos Palmares, como outros também o são. Esse feriado é para refletir sobre os direitos, relembrar, memorizar. É um feriado tão importante para a causa negra como é a Sexta-Feira da Paixão, quando nós nos lembramos com devoção da paixão de Jesus Cristo. Que o 20 de novembro seja a representação da paixão da luta do povo negro contra a discriminação racial, contra a violência racial, contra a escravidão que ocorreu no nosso País. Vejam o simbolismo deste feriado! Por isso, meus colegas, professoras e professores como eu, façam um debate nas escolas, conversem com seus pares, façam valer a Lei nº 10.639, de 2003; façam garantir que efetivamente se conte a história do nosso povo africano — refiro-me àquela lei que Lula sancionou para contar a história do povo da África no Brasil. Façam com que nossos jovens, brancos e negros, convivam como são e devem ser. Entre as crianças não existe racismo. Entre as crianças existe brincadeira, solidariedade, até que venha um pai doente, envenenado, e diga: "Não fique perto daquele negrinho". Nelson Mandela já dizia: "Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender e, se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar". Como eu já disse, ninguém pode ser julgado pela cor da pele. Fizeram uma camiseta agora horrível, em que estava escrito "Não se contamine!", acima de uma ilustração com uma mão branca tocando uma mão negra. Que coisa horrível! Que pobreza! O preconceituoso é frágil, é incapaz, é medroso. Vamos promover a solidariedade! Vamos promover a harmonia entre os seres humanos! Vamos promover a paz! Por isso, eu quero agradecer ao sindicato dos comerciários e a todos os sindicatos de Osasco. Agradeço à nossa querida Gleides a sugestão. Um grande abraço a todos os movimentos que lutam contra a intolerância religiosa, que lutam contra a intolerância racial. Assim seguimos construindo um novo tempo. Um grande abraço a todos e a todas. Muito obrigado.
  • 29/11/2024Homenagem

    O Deputado discursou na sessão solene em homenagem ao Dia da Consciência Negra. Destacou a importância de celebrar o povo negro e a memória de Zumbi dos Palmares e de Dandara dos Palmares. Ressaltou ainda sua trajetória pessoal de superação e conquistas, desde sua infância no Sertão do Rio Grande do Norte até sua atuação como Deputado Federal. Enfatizou que o dia 20 de novembro, data do feriado em homenagem à luta contra a escravidão, deve ser um dia de reflexão sobre a resistência e os direitos do povo negro. Ademais, saudou diversos representantes da cultura negra e dos movimentos sociais, incluindo a Deputada Reginete Bispo, a Deputada Dandara, o Presidente da Fundação Cultural Palmares, João Jorge, Fernanda do Nascimento Thomaz, representante do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, a Vice-Presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) em São Bernardo do Campo (SP), Iara Bento e a ex-taquígrafa da Câmara dos Deputados, Geane Nascimento. Adicionalmente, criticou atitudes ofensivas à data comemorativa, mencionando um Vereador de São Paulo (SP). Por fim, reafirmou que a luta contra o racismo é uma causa de todos.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Homenagem,Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra,Negros,Deputado federal,Atuação parlamentar,Escravidão,Direitos humanos,Cultura afro-brasileira,Racismo,Vereador,São Paulo (SP),Deputada federal,Presidente,Fundação Cultural Palmares (FCP),Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania,Vice-presidenta,Partido dos Trabalhadores (PT),São Bernardo do Campo (SP),Ex-,Taquígrafo legislativo,Câmara dos Deputados

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Bom dia a todas, todos e "todes" aqui presentes. Bom dia à nossa extraordinária Assessoria da Câmara dos Deputados e também aos profissionais da TV Câmara e da Rádio Câmara, que, neste momento, transmitem ao vivo esta sessão solene. Era inimaginável, no passado, nós fazermos uma sessão para homenagear Zumbi dos Palmares, Dandara dos Palmares e o nosso povo negro. Eu estou aqui como Deputado há muito tempo. Essa meninada que eu vejo aqui ainda não tinha nascido quando fui eleito Deputado. Quero parabenizar a coordenadora e a professora de vocês, que permanecem aqui. Vocês estão em visita, mas a presença de vocês aqui é muito importante. Eu olhava para vocês ali da Mesa, via meninos e meninas e pensava: "Devo estar olhando aqui, quem sabe, para um Presidente da República, para uma Presidenta, para um Ministro, para um Deputado Federal, para um Senador". Na idade de vocês, lá no Sertão do Rio Grande do Norte, eu trabalhava na roça com os meus pais. Eu era analfabeto. Eu não sabia de nada. Depois, aos 14 anos, eu tive que trabalhar na emergência, na grande seca, lá em Acari, no Rio Grande do Norte. Depois, passei a vender pão na rua. Pois é, fui vendedor de pão, fui guia de cego, trabalhei na roça. Hoje estou aqui como Deputado Federal no sexto mandato. Neste ano, fui eleito um dos melhores Deputados Federais do Brasil. Fiquei entre os 50 mais bem votados. Quando cheguei a São Bernardo, ainda semianalfabeto, um camarada chamado Luiz Inácio Lula da Silva era diretor de sindicato. Nós trabalhávamos em turnos de revezamento. Aquele cara chamado Lula, que hoje é o Presidente da República, criou uma escola. Essa escola era para dar garantia a quem não tinha oportunidade de estudar: da manhã, à tarde e à noite, a matéria era a mesma, senão ninguém conseguiria estudar. Depois, eu fui eleito Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos. Posteriormente, fui eleito Presidente Nacional da CUT. Terminei o meu primeiro grau no sindicato. Vocês não sabem o que eu vou falar agora, mas eu fiz o meu segundo grau pelo Telecurso Segundo Grau, que era um curso pela televisão. Depois, fiz um curso de direito. Em seguida, fiz uma pós-graduação na UNICAMP. Sou advogado e sou professor de direito. Agora estou fazendo um doutorado na USP. Eu não estou contando essa história para me valorizar, para me vangloriar, mas, sim, para dizer a vocês que tudo é possível, desde que nós tenhamos oportunidades, desde que nós lutemos. Por isso, quando eu digo que devo estar olhando aqui para uma pessoa proeminente, quero dizer a vocês: não desanimem! Eu tinha preguiça de estudar. Eu comecei a estudar na escola, mas parei, como muita gente para, por causa de um apelido: Vicente Rapadura. A minha mãe botava, num saquinho de pano, um pedaço de rapadura, para eu lanchar, enquanto os outros comiam pão com queijo, pão com não sei o quê, bolacha com não seio o quê. Começaram a me chamar de Vicente Rapadura. Eu comecei a ficar com vergonha e não fui mais para a escola. Tempos depois, descobri que aquilo era assédio. Meninos e meninas, vocês são a esperança para nós, são a esperança para um novo Brasil. Não desanimem! Não desanimem! Parabéns, professora! Eu queria pedir uma salva de palmas a essa garotada que está aqui nos acompanhando e aprendendo conosco. (Palmas.) Eu gostaria de saudar esta Mesa maravilhosa, formada, em sua maioria, por mulheres — perceberam? As mulheres negras estão no centro, botando para quebrar, dominando! Parabéns! (Palmas.) Saúdo, com carinho, a minha companheira Deputada Reginete Bispo, que comigo foi requerente desta sessão. Saúdo a querida companheira Deputada Dandara, que também foi requerente desta sessão. Saúdo o querido João Jorge, Presidente da Fundação Cultural Palmares e líder baiano, um dos grandes líderes daquele grande grupo não só de carnaval, mas de apresentações: Olodum! Todo mundo já ouviu falar do Olodum. Esse é o homem que cuida da nossa cultura. Ele é diferente daquele outro da época do Bolsonaro, que destruiu os símbolos e as histórias do nosso povo negro, porque ele era negro, mas era racista, era contra os direitos do nosso povo. (Palmas.) Quero saudar também a jovem Fernanda do Nascimento Thomaz, Coordenadora-Geral da Memória e Verdade da Escravidão e do Tráfico Transatlântico de Pessoas Escravizadas. Ela está representando o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. Mande um abraço à nossa Ministra! Tenho um imenso carinho por ela. Também está presente a nossa querida Iara Bento, que veio de São Bernardo. Ela é minha colega e Vice-Presidente do nosso partido em São Bernardo. Além disso, ela é Coordenadora do SOS Racismo, serviço implantado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo — ALESP, e Promotora Legal Popular. Obrigado, Iara, por ter atendido o nosso convite. Eu estou contando essa história da Iara porque nós já criamos a Bancada Negra aqui na Câmara dos Deputados, mas queremos criar também — vamos lutar por isso e queremos contar com o apoio de todas as nossas companheiras e de todas as bancadas — uma Secretaria de Igualdade Racial, com profissionais especializados para nos ajudar, cada vez mais, na conquista desse espaço. Eu queria pedir permissão a vocês para saudar essa mulher que está aqui na nossa frente: a nossa querida Geane Nascimento, que vai apresentar o desfile. Ela trabalhava aqui, nesse lugar. Ela já se aposentou. Ela era taquígrafa e escrevia com muita rapidez tudo que nós falávamos, toda a história. Eu me lembro do dia em que fizemos a celebração da lei de minha autoria que criou o Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé, comemorado em 21 de março. Enquanto cantavam aqui o Hino da Umbanda e o Hino do Candomblé, ela estava ali escrevendo e cantando em silêncio, respeitosamente. No ano passado, ela trouxe a esta Casa um ícone da escola de samba Portela, do Rio de Janeiro, a eterna porta-bandeira da Portela, a Sra. Vilma Nascimento. Ela veio aqui, nós saímos dançando, ao som do samba. Havia uma exposição bonita, como a que temos hoje também. Depois de toda aquela festa, a Sra. Vilma, que é uma autoridade reverenciada na Portela, foi a uma loja no aeroporto e foi acusada de estar roubando, por causa da sua condição de negra. Ela passou pelo constrangimento de ter que abrir a bolsa para comprovar que não estava fazendo nada. Querida, mande o meu abraço e a minha solidariedade àquela mulher maravilhosa, que enriqueceu a nossa sessão solene no ano passado. (Palmas.) Esses aplausos são para ela, com imenso carinho! Meus amigos, minhas companheiras, meus companheiros, também quero dizer que fiquei emocionado com o vídeo do Hino à Negritude representado por imagens. Quero pedir permissão à Câmara dos Deputados para ter acesso a esse vídeo. Eu nunca vi uma execução tão bonita desse hino, que nós sempre cantamos aqui. Para que vocês saibam e a nossa juventude saiba também, a letra desse hino foi escrita pelo Prof. Eduardo de Oliveira, um senhor já falecido. E quem foi o Prof. Eduardo? Ele foi um dos fundadores da Frente Negra Nacional, o primeiro grande movimento nos anos 40. Ele, muito bem iluminado, fez esse hino e me procurou: "Vicentinho, eu já tentei transformar em lei, mas não consigo. Eu já fui à Assembleia, já fui não sei aonde. Vicentinho, eu vim aqui lhe pedir socorro". Sabem o que eu fiz? Eu apresentei um projeto de lei, que tramitou e chegou à CCJ, em que pese ter ocorrido uma dificuldade, porque havia Deputado que dizia que votaria contra o projeto porque fala dos orixás, porque fala da origem da África. Mas nós vencemos. Quando o meu projeto foi aprovado aqui e foi para o Senado, mais do que depressa eu fui até lá e articulei nada mais, nada menos do que com o companheiro Senador Paulo Paim, que foi o Relator do projeto, que foi aprovado. A Presidenta Dilma sancionou essa lei. Um fato me deixou triste. Eu quero que São Paulo ouça isto. Refiro-me ao que fez um Vereador de São Paulo — na época, ele não era Vereador — no dia da comemoração dessa lei. Isso está registrado nos Anais desta Casa e todos podem verificar. Um tal Fernando Holiday, no dia da comemoração dessa lei, foi ao microfone e rasgou o hino, em um gesto de profundo desrespeito. E ele é negro! Capitão do mato! Traidor do nosso povo! Que isso fique registrado na história! Fora essa indignação santa, feito esse desabafo, eu quero dizer que, como foi dito pelas minhas companheiras, essa data é muito especial. A conquista do 20 de novembro — vocês estão participando pela primeira vez desta sessão solene — é a primeira conquista. Trata-se de um feriado? Sim. Vamos passear? Vamos. Vamos deitar na grama? Vamos. Vamos descansar em casa? Vamos. Mas a proposta é refletir, porque esse feriado se refere a um negro escravizado e liberto porque não aceitou a escravidão, esse feriado se refere a mulheres como Dandara. Precisamos transformar essa data em um dia de reflexão. Eu estou vendo gente branca aqui entre nós. Peço uma salva de palmas para as pessoas brancas que estão aqui entre nós! (Palmas.) Sabem por quê? Essa luta não é somente nossa, dos negros e das negras. Essa luta é todas e de todos que não concordam com o racismo, com a discriminação, muito menos com a violência, com o preconceito, preconceito por causa da religião, preconceito por causa da cor da pele. Nós não queremos ser julgados pela cor da nossa pele, não! Nós queremos ser julgados pelo nosso caráter. Nós queremos os direitos que nós temos, inclusive de oportunidades. Meus irmãos, saibam que existe um artigo na Constituição, o art. 5º, que diz que é um direito fundamental a manifestação da fé de qualquer jeito. E esse direito tem proteção do Governo, aliás, do Estado brasileiro. Então, nós estamos lutando para ter direitos. Nós queremos ter direitos. O nosso povo irmão italiano, o nosso povo irmão japonês e o nosso povo irmão espanhol, quando vieram para o Brasil, ganharam terra, ganharam todas as condições. O nosso povo, quando chegou o dia 14 de maio, foi para a sarjeta. Não deram absolutamente nada aos nossos ancestrais. Aqui nesta Casa, nós somos minoria. Somos 31 Deputados dos 513 Deputados, mas botamos para quebrar! E vamos continuar lutando. Que na próxima eleição mais mulheres e mais homens negros estejam aqui para garantir o mínimo: a oportunidade de sermos iguais! Se nós somos maioria, por que somos aqui tão minoria? Há gente votando errado. Vamos votar certo na hora das eleições. Um abraço! Viva Zumbi! Viva Dandara! Boa sorte! Estamos aí.
  • 28/11/2024

    O Deputado anunciou a visita de Izidoro Ricci, Prefeito eleito de Taciba (SP), destacando sua trajetória como Vereador e Presidente da Câmara Municipal. Além disso, expressou apoio à sua gestão, desejou sucesso no mandato e reafirmou o compromisso em colaborar com o Município e sua população.

    Palavras-chave oficiais: Prefeito,Candidato eleito,Taciba (SP)

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu gostaria de anunciar a esta Câmara um evento que nos dignifica muito, a presença do Izidoro Ricci, acompanhado do Cadão, que vai ser seu assessor. Quem é Izidoro Ricci? Ele é o Prefeito recém-eleito de uma cidade maravilhosa, que eu adoro, de uma gente acolhedora, trabalhadora, carregada de dignidade, o Município de Taciba. O Izidoro já foi Vereador por vários mandatos, Presidente da Câmara várias vezes e agora vai assumir a responsabilidade de ser Prefeito. Ele vai assumir no lugar do Prefeito Alair, para quem eu mando um abraço. Mando também um abraço para os companheiros do Partido dos Trabalhadores, para a Ivone, para todo o povo bom daquela cidade. Desejo a você, querido Izidoro, muito boa sorte. Eu continuarei ajudando aquela cidade.
  • 28/11/2024Breves Comunicações

    O Deputado homenageou Ana Pereira Leite Coutinho, líder comunitária de São Bernardo do Campo (SP), por sua luta pelos direitos sociais e pela formação de seus filhos, destacando seu legado de dignidade e resistência. Além disso, manifestou solidariedade ao Sindicato ConstruMob, que atua na defesa dos trabalhadores, especialmente após acidentes fatais no polo petroquímico. Criticou a Lei da Terceirização, apontando-a como responsável pela precarização do trabalho. Por fim, enalteceu os Jogos Solidários, evento promovido pelo sindicato para unir e homenagear os trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Líder comunitário,São Bernardo do Campo (SP),Direitos sociais,Homenagem Precarização do trabalho,Terceirização,Lei da Terceirização (2017),Justiça social,Direito do trabalho Sindicato,Evento,Sindicato dos empregados,Petroquímica

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, tenho visto, nesta Casa, muitas homenagens aos grandes fazendeiros deste País, grandes sob o ponto de vista do poder econômico. Porém, eu quero falar de uma grande mulher, sob o ponto de vista da sua capacidade e dignidade. Atenção, povo de São Bernardo do Campo, especialmente, do Jardim Laura, e povo bom do Município de Claro dos Poções, de Minas Gerais. A quem me refiro? Eu me refiro à Ana Pereira Leite Coutinho. Quem era Ana Pereira Leite Coutinho? Quem foi esta querida, a quem eu chamava de Aninha? Ana Pereira Coutinho foi uma militante do nosso partido, casada com nosso querido Toninho do Laura, como o chamávamos carinhosamente. Toninho faleceu em um acidente, mas, antes disso, fez uma grande luta pela regularização daquela comunidade e pelos direitos do seu povo. Sua esposa Ana e seus filhos continuaram aquela luta. Deus levou a nossa querida Ana Coutinho faz poucos dias. Ela deixou filhos, entre eles, o nosso querido Cleiton Coutinho. Eles também tiveram Vanderlei, Kenny e Kleber. Cleiton é um jovem advogado, meu colega de advocacia, como também é Presidente do nosso Diretório no Município de São Bernardo do Campo. Quero aqui prestar as minhas condolências à família. Evidentemente, quero fazer uma singela homenagem a esta mulher. A querida Aninha se foi, mas deixou um legado tão extraordinário. Sozinha, conseguiu formar os seus três filhos. Ela nunca esqueceu a sua origem nem as suas lutas. E é por isso que Aninha vai para o panteão das mulheres que fizeram a luta neste País. Quantas e tantas se foram? Ela foi se encontrar com o nosso saudoso Toninho. A você, meu querido Cleiton, e a seus irmãos, reitero a minha solidariedade, o meu carinho. Eu tenho certeza de que vocês sempre haverão de se lembrar dos conselhos da Aninha, haverão de se lembrar das lutas da Aninha. A nossa querida Ana merece estar nos braços de Deus. Eu não tenho dúvidas de que ela já foi acolhida nas graças de Deus, o Deus da justiça, o Deus da dignidade humana, o Deus misericordioso que sabe reconhecer que quem fez lutas neste País ganha esse presente. Nossa querida Ana Leite Coutinho está presente na nossa vida e nos nossos corações sempre. Sr. Presidente, eu gostaria de me referir ao Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Santo André e Ribeirão Pires, presidido pelo nosso querido companheiro Luizinho, o Luiz Biazi, que faz uma diretoria combativa, lutadora. Trata-se de um sindicato histórico, sendo lá conhecido como ConstruMob. Esse sindicato tem uma história belíssima. Recentemente, no polo petroquímico, houve duas mortes decorrentes de acidentes de trabalho, em duas empresas terceirizadas, cujos trabalhadores são representados por esse sindicato. Mais do que imediatamente, o sindicato entrou em ação. Eu estive lá com eles, fomos à porta da empresa para levar a nossa solidariedade àqueles que lá estão trabalhando. Quanto aos quem já faleceram, só pedimos a Deus para que estejam na graça divina, mas os que lá estão podem perder a vida a qualquer momento. Por isso, Sr. Presidente, registro aqui o meu protesto à terceirização e a minha singela homenagem às vítimas. E eu reverbero daqui do plenário da Câmara para todo o Brasil que a Lei da Terceirização, infelizmente... (Desligamento do microfone.) O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP) - Eu peço um pouco de tolerância ao nosso Presidente em função da importância do que estou dizendo, está bem? Eu lhe agradeço. Então, a Lei da Terceirização, que foi aprovada nesta Casa e corroborada pelo Supremo Tribunal Federal, retira direitos, inclusive retirou a responsabilidade solidária. Essa responsabilidade não tem a mesma responsabilidade subsidiária. Nós poderíamos muito bem processar a Braskem, porque ela é responsável por garantir as melhores condições de trabalho àqueles trabalhadores, mas, não o faremos. Por isso, eu me limito a mandar o meu abraço à diretoria do sindicato, a meus irmãos que lá estiveram, ao Luizinho, que é o Presidente, a toda a família do ConstruMob. E, por falar na família do ConstruMob, como disse o comandante Che Guevara, haveremos de ser duros como eles foram, sem perder a ternura jamais. E nesse contexto, Sr. Presidente, este mesmo sindicato realizou a 19ª edição dos Jogos Solidários, um momento de confraternização entre os trabalhadores associados àquele sindicato. Fizeram um campeonato de futebol, com muita alegria, mas também homenagearam os falecidos. Foi um evento muito bonito. E estes foram os resultados dos jogos: a campeã foi a C3 Engenharia e Soluções, prestadora de serviços da Recap, da PETROBRAS, e a vice-campeã foi a Manserv, empresa de manutenção industrial, que presta serviços à Braskem. Meu abraço a toda a categoria, todos os filiados. De novo reafirmo que é um sindicato combativo, sindicato sério, sindicato que merece o nosso respeito, merece ser lembrado aqui na hora da dor e na hora da alegria. Obrigado, Presidente.
  • 27/11/2024

    O Deputado destacou a visita do Prefeito reeleito de Macaíba (RN), Emídio Júnior, e da Vereadora Erika Emídio, que também está em seu segundo mandato e é irmã do Prefeito. Expressou carinho pela cidade, onde viveu na infância, e elogiou o trabalho e compromisso dos visitantes com Macaíba.

    Palavras-chave oficiais: Macaíba (RN),Prefeito,Candidato reeleito,Vereadora,Saudação

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, temos a honra de receber nesta Casa a visita de um ilustre representante do Rio Grande do Norte, meu Estado, de um ilustre representante de Macaíba, uma belíssima, acolhedora e querida cidade. O nosso querido companheiro, o nosso Prefeito Emídio Júnior, acabou de ser reeleito. Ao seu lado está a Vereadora Erika Emídio, já no segundo mandato, por coincidência irmã do nosso Prefeito. Eles vieram aqui para cumprir missões. Em Macaíba eu tenho amigos, especialmente familiares. Vivi como menino nessa cidade. Macaíba é uma cidade que merece o nosso imenso carinho. Prefeito, seja muito bem-vindo! Vereadora, seja muito bem-vinda à Câmara! Vocês dignificam esta Casa. Obrigado. O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSD - SP) - O.k., Deputado Vicentinho. O Deputado Vicentinho já vi que é um Deputado do Brasil inteiro. Está aqui com o nosso Prefeito Emídio Júnior e com a Erika, uma dupla de irmãos que vai cuidar muito bem, tenho certeza, da nossa querida Macaíba. Parabéns! Aqui vocês têm um representante não só do Estado de São Paulo, mas também do seu Estado, e da cidade de Macaíba, o Deputado Vicentinho. Então vocês têm um Deputado a mais, que é o Deputado Vicentinho. Sintam-se bem nesta Casa! Seja feliz na sua administração, Prefeito! Que Deus os abençoe! O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP) - Obrigado, Presidente. Amém.
  • 27/11/2024Breves Comunicações

    O Deputado homenageou Mozart Lopes dos Santos, trabalhador da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) que faleceu em um acidente no centro de distribuição de Santo André (SP). Manifestou solidariedade à família e aos colegas. Elogiou o sindicato pela mobilização em defesa da segurança no trabalho e sugeriu nomear o centro em homenagem a Mozart, reforçando a importância da prevenção de acidentes.

    Palavras-chave oficiais: Trabalhador,Vítima,Acidente do trabalho,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Santo André (SP),Centro de distribuição,Homenagem póstuma,Falecimento,Segurança do trabalho,Prevenção de acidente do trabalho,Sindicato dos empregados

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. No dia 17 de outubro, um trabalhador dos Correios, o nosso Mozart Lopes dos Santos, em um Centro de Distribuição dos Correios, o CEE de Santo André, foi vítima de um acidente e perdeu a vida. O sindicato, agindo corretamente, fez uma paralisação em solidariedade, para que nunca mais ocorra aquilo que aconteceu. Eu estive lá acompanhando, com os trabalhadores. É muito duro, porque o trabalhador não exerce uma função de risco, como, por exemplo, um militar. Ele trabalha numa empresa com o objetivo de ganhar o pão de cada dia e, depois, voltar para o convívio da sua família. Eu fiquei muito solidário. Fiquei até indignado, triste com esse acontecimento, porque isso pode estar acontecendo em todos os lugares. Entrei em contato com o Presidente dos Correios, o Fabiano, e também conversei com o Flávio, da Gerência, que lá estava presente, no CEE de Santo André, e com o Claudinei, que é coordenador da Gerência, e o Washington, que também é da Gerência. Eles foram muito atenciosos. Todo mundo está muito sensível com os acontecimentos. Diante disso, eu quero manifestar a minha solidariedade, primeiro, aos trabalhadores que o tinham e o têm como irmão. Era um amigo de mais de 20 anos de trabalho. E também quero manifestar a minha solidariedade, minhas condolências à Andreia Lopes e ao Adail Roberto dos Santos, irmãos do nosso querido Mozart. É um momento de muita dureza. Por isso, eu quero manifestar o meu abraço. Eu quero parabenizar os companheiros do sindicato, nas figuras do José Luiz, Diretor do Sindicato, que lá esteve no dia em que eu estava, e do companheiro Diviza, Presidente, que esteve lá no dia anterior. Eu quero saudar também o nosso querido Rony Santos, que é um líder regional dos trabalhadores dos Correios. Eu quero saudar o companheiro Ferrugem, que é cipeiro lá naquela unidade. Eu quero saudar também os nossos companheiros que lá fizeram esse trabalho belíssimo no sentido da recuperação, da garantia de que este exemplo dos Correios cresça em todas as unidades do Brasil! É necessário ter um trabalho seríssimo de prevenção de acidente. Eu quero parabenizar, sim, a gerência e os trabalhadores por essa conquista de, a partir de agora, buscar caminhos, Sr. Presidente, para que nunca mais se repita um caso como esse. Aliás, eu proponho até que o CEE passe a ter o nome do nosso querido Mozart, um exemplo de que essa vida com o seu sangue derramado servirá para proteger a vida dos outros. Mozart, presente! Obrigado, Sr. Presidente.
  • 05/11/2024

    O Deputado homenageou a Vereadora Rai de Almeida, de Piracicaba (SP), que visitou a Câmara em missão oficial. Destacou que Rai, uma das principais representantes do Município, está em seu quarto mandato e obteve crescente apoio popular em sua reeleição pelo PT. Informou que Rai é uma defensora ativa dos direitos das mulheres, do meio ambiente, da cultura e da moradia, causas que fortalecem sua atuação na política local. Celebrou a presença da Vereadora no Parlamento e afirmou que Piracicaba (SP) deve se orgulhar de sua representante, que permanece engajada na defesa do Município e de seu povo.

    Palavras-chave oficiais: Vereadora,Piracicaba (SP),Saudação,Reeleição,Eleição municipal

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, neste momento em que nós prestamos homenagem à nossa querida companheira Deputada Carol Dartora, está aqui entre nós, em missão, uma das melhores Vereadoras deste País, a nossa querida Rai de Almeida, Vereadora de Piracicaba. Ela foi reeleita e obteve uma votação crescente pelo nosso partido. Ela já está no quarto mandato e lá ela enfrenta uma luta em defesa do direito das mulheres, do meio ambiente, da cultura, da moradia. Para nós, querida Rai, você honra este Parlamento com a sua presença. Piracicaba deve ter orgulho desta mulher, porque ela veio aqui não em época de eleição, que já passou, mas para atuar em defesa do Município e do seu povo. Seja bem-vinda, querida companheira Rai!
  • 05/11/2024

    O Deputado agradeceu a presença de uma delegação de mulheres jovens ligadas à cultura, representadas por Kelly Montenegro, Karina Monteiro e Marcela Bossiger, que desenvolveu projetos para valorizar a história e as lutas populares em São Thomé das Letras, Minas Gerais. Destacou a coincidência de Marcela ser filha de Amarildo, antigo companheiro de lutas no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP). Informou que as visitantes também se encontraram com o Deputado Odair Cunha, Líder da bancada, e conheceram o Parlamento brasileiro, onde observaram a Casa em que são decididos os rumos do país.

    Palavras-chave oficiais: delegação,Mulher,São Thomé das Letras (MG),Setor cultural,Saudação

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero agradecer a oportunidade para falar dessa delegação de mulheres, jovens e lutadoras da área da cultura. Elas têm projetos fantásticos de valorização da história do povo, dos lutadores, lá no Município de São Thomé das Letras, Minas Gerais. Ao meu lado estão Kelly Montenegro, Karina Monteiro e a Marcela Bossiger. Olhe que coincidência, Sr. Presidente: a Marcela Bossiger é filha do companheiro Amarildo, que foi um lutador conosco quando eu era Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos lá na Ford, em São Bernardo do Campo. Ela nasceu e morou em São Bernardo e agora mora em São Thomé das Letras. Quero mandar um abraço ao querido Amarildo. Marcela, diga ao Amarildo que o Deputado Vicentinho está mandando um abraço. Nós lutamos muito. Sr. Presidente, eu gostaria de dar as boas-vindas a elas. Elas tiveram agora mesmo um encontro com o nosso Líder da bancada, o nosso querido companheiro Deputado Odair Cunha, estão conhecendo a Casa, e eu falei a elas: "Vamos lá para vocês conhecerem onde se decidem os destinos do Brasil". O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Muito obrigado, nobre Deputado Vicentinho. Sejam bem-vindas ao conhecer o Parlamento brasileiro. Vocês estão muito bem acompanhadas do Deputado Vicentinho, que honra este Parlamento, honra não só o seu Estado de São Paulo, mas todo o Brasil. O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP) - Obrigado, Presidente.
  • 05/11/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou solidariedade à Deputada Carol Dartora, destacando sua coragem diante do preconceito racial. Em seguida, comentou sobre sua participação no XXVI Congresso Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos, em Aracaju (SE), onde mais de 400 representantes discutiram os direitos dos aposentados e pensionistas, criticando a reforma previdenciária e os reajustes insuficientes. Por fim, elogiou o atual Governo pela recuperação do poder aquisitivo do salário mínimo e defendeu reajustes dignos para todos os aposentados, além de propor limites para os aumentos nos convênios médicos.

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Mulher,Racismo,Preconceito racial Aposentado,Pensionista,Reforma previdenciária,Evento,Congresso Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos - CNAPI (26: 2024, Aracaju (SE)) Salário mínimo,Poder aquisitivo,Plano de saúde,Governo federal

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    O SR. VICENTINHO (Bloco/PT - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, primeiro, minha mais profunda solidariedade à nossa querida colega Deputada Carol Dartora, uma mulher negra, corajosa e competente. É isso que incomoda os preconceituosos. Os racistas são frágeis, frágeis de inteligência e temerosos, têm medo de ver o povo crescer. Os racistas, os violentos demonstram a pior das suas fraquezas. Vamos dialogar, vamos debater. Quanto mais democracia tivermos, mais oportunidades nós teremos, inclusive o nosso povo negro, o nosso povo indígena. Querida companheira Deputada Carol Dartora, minha irmãzinha, V.Exa. é o nosso orgulho e não está sozinha. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na semana passada, eu participei do XXVI Congresso Nacional de Aposentados, Pensionistas e Idosos, dirigido pelo nosso companheiro Warley Martins, Presidente da COBAP — Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos. Este Congresso, com mais de 400 pessoas de todo o Brasil, mostrou o sentimento, mostrou a disposição, mostrou a união de aposentados e pensionistas do Brasil. Ali se manifestou preocupação quanto ao que está colocado nessa maldita reforma previdenciária, como a retirada das pensões, a retirada dos direitos, e uma reclamação justa com referência a quem ganha mais do que o salário mínimo. O nosso Governo está de parabéns por ter aprovado aqui a recuperação do poder aquisitivo do salário mínimo de acordo com o crescimento do PIB, como já foi no passado. Isso é maravilhoso. O salário mínimo, no Governo passado, foi abandonado. Agora, começa a haver a recuperação. E quem pagou a mais? Eu quero manifestar o meu apoio aos trabalhadores que construíram a riqueza deste País, homens e mulheres que gritaram, que lutaram por conquistas e que geraram muita riqueza para o nosso Brasil. Esses merecem o nosso respeito. E eu tenho a expectativa de que logo o nosso Governo tomará uma posição em respeito àqueles que pagaram mais e, portanto, têm direito a um reajuste mais dignificado. Eu estou defendendo o retorno do pagamento integral para as pensionistas, através de um projeto meu que tramita aqui. Eu aqui estou lutando também, Sr. Presidente, a garantia de que os trabalhadores que estão aposentados e os pensionistas não tenham que sofrer com os reajustes abusivos dos convênios médicos. O reajuste do convênio tem que ser igual ao reajuste que o aposentado tem no seu provento. Não pode alguém receber 3% de reajuste, e o convênio médico aumentar 22% ou 25%. E há outros projetos mais que apresentei. Sr. Presidente, eu estive no congresso. Foi uma recepção com muita esperança. Eu quero aqui mandar um abraço a todos os presidentes das federações de todo o Brasil, mandar um abraço ao querido Warley, que estava lá com a sua amada esposa, a Irma, outra lutadora em defesa do nosso povo. Aposentados e aposentadas do Brasil, contem comigo, contem conosco nesta jornada em defesa da dignidade dessa categoria que cresce cada vez mais. Obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 18/12/2003 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.