
Nome civil: Taliria Petrone Soares · 41 anos
Bananômetro
75/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 45% dos deputados · média do partido: 82
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 77%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 65%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 95%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 84%das 584 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 98%das 637 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.taliriapetrone@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5193
- Gabinete
- Gabinete 193, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
77%
Esteve em 300 de 391 sessões
Votou nas votações
65%
Registrou voto em 731 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 44 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
84%
Em 584 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.064 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 14/10/2026.
- 02/09/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Recurso nº 7, de 2024, contra a tramitação conclusiva do Projeto de Lei nº 10.273, de 2018, que altera a Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências, para adequar a incidência da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental — TCFA.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Recurso (proposição legislativa),Apreciação conclusiva,Comissão,Projeto de lei ordinária,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Nossa orientação é "sim" ao recurso, Presidente. Esta matéria tem que ser votada em plenário, porque esta taxa é fundamental para o funcionamento do Ibama. Aqueles que querem não votar aqui, que querem deixar o projeto como conclusivo, atacam o meio ambiente num cenário de emergência climática e, assim, enfraquecem uma instituição tão importante como o Ibama. - 26/08/2025
A Deputada parabenizou a Parlamentar Professora Luciene Cavalcante e a Parlamentar Socorro Neri pela articulação que garantiu a inclusão na pauta do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 143, de 2020, que altera a Lei Complementar nº 173, de 27 de maio de 2020, para prever a autorização de pagamentos retroativos de anuênio, triênio, quinquênio, sexta-parte, licença-prêmio e demais mecanismos equivalentes a servidores públicos de entes federativos que decretaram estado de calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19. Ademais, recordou que, durante a pandemia, muitas famílias sofreram perdas e que os servidores públicos estiveram na linha de frente, assegurando saúde, educação e assistência. Além disso, defendeu o descongelamento das carreiras equivocadamente congeladas no período. Por fim, exaltou a importância dos servidores públicos brasileiros.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,autorização,Pagamento devido,retroatividade,Adicional por tempo de serviço,direitos,Servidor público,Calamidade pública,Pandemia do Coronavírus,Deputada federal,Atuação parlamentar,Pauta (processo legislativo)
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu queria parabenizar a Deputada Professora Luciene Cavalcante, da nossa bancada, e a Deputada Socorro Neri, do PP, que, juntas, conseguiram articular a entrada na pauta deste projeto de lei complementar. Elas, de forma incansável, trabalharam muito para que todos os Líderes dessem acordo a esta matéria. Na pandemia, muitas famílias choraram a morte dos seus, e ali na ponta havia servidores públicos garantindo o direito à saúde, o direito de morrer, de ser enterrado. Os servidores fazem a roda das cidades girar: o acesso à educação, à saúde, à assistência. Então, nada é mais fundamental do que descongelar as carreiras equivocadamente congeladas durante a pandemia. Parabéns, Deputada Professora Luciene! Parabéns, Deputadas! Vivam os servidores públicos brasileiros! - 21/08/2025
A Deputada defendeu o Projeto de Lei nº 2.000, de 2021, que reconhece o sítio arqueológico Cais do Valongo, na região portuária do Município do Rio de Janeiro, como patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro essencial à formação da identidade nacional e estabelece diretrizes para a sua especial proteção em decorrência do título de Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,reconhecimento,Sítio Arqueológico Cais do Valongo,História afro-brasileira,Cultura afro-brasileira
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Vou falar rapidamente. Fiz questão de pedir que este projeto fosse votado. Essa foi uma indicação da nossa bancada. Quero parabenizar o Senador Paulo Paim e as Deputadas Laura Carneiro e Benedita da Silva, que relataram esse projeto nas Comissões. Quero dizer da importância do passo que estamos dando aqui. O Cais do Valongo foi o porto no mundo que mais recebeu pessoas escravizadas do continente africano. Mais de um milhão de pessoas foram escravizadas. O Brasil teve quase 4 séculos de escravidão, uma abolição inconclusa. E o racismo ainda persiste no nosso País. É preciso reconhecer esse local, onde há também a Pequena África, um território um pouco maior no entorno do Cais do Valongo, na região portuária, não só como um local de dor, mas também como berço de resistência e cultura, com a Casa da Tia Ciata e a Pedra do Sal. Ao falar de memória, a gente fala de justiça. Sem memória, não se produz justiça. Sem memória, não se produz verdade nem justiça justiça para a população negra e para enfrentar o racismo no Brasil. Então, parabéns a este Parlamento! Parabéns a todos os Parlamentares envolvidos na aprovação desta matéria tão fundamental para a memória e reparação! - 21/08/2025
A Deputada elogiou a atuação da Câmara na semana, destacando a aprovação da proposta do Presidente Lula que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, beneficiando 20 milhões de pessoas. Ressaltou que o Brasil, apesar de ter a décima maior economia do mundo, mantém forte concentração de renda e um sistema tributário regressivo. Concluiu que a medida representa um passo essencial no enfrentamento das desigualdades e simboliza a unidade do Parlamento em prol da população mais pobre.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Presidente da República,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Renda,Concentração de renda,Desigualdade social,Sistema tributário
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, esta está sendo uma semana e eu queria parabenizar V.Exa. em que este Parlamento está, de fato, atendendo às demandas deste nosso País, um país tão potente, que tem a décima maior economia do mundo, que movimenta pelo menos 14 trilhões de reais de PIB, mas que tem ainda uma riqueza muito concentrada, que tem um sistema tributário regressivo, sendo um País ainda desigual. Por isso, estamos dando um passo fundamental a parte do projeto enviado pelo Presidente Lula, finalmente, para garantir que 20 milhões de pessoas possam ser beneficiadas. A isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais é um passo fundamental para enfrentar uma situação em que temos 0,1% dos mais ricos ganhando a renda de 80 milhões de brasileiros. Então, parabéns a este Parlamento por esta unidade em torno do Brasil e da população mais pobre brasileira! - 20/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 2.628, de 2022, sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, com muita alegria e orgulho, a nossa federação orienta "sim", "sim" à proteção absoluta, também no ambiente digital, das nossas crianças, "sim" à derrubada de conteúdos que configuram abuso, "sim" à proibição da monetização da exploração sexual de crianças no ambiente digital. Sr. Presidente e colegas, criança não é produto. E é papel deste Parlamento priorizar, como já diz a lei, cada menino e cada menina deste País. Criança tem que brincar, criança tem que correr, criança tem que ter a sua saúde mental protegida. E esta Casa está dando um passo fundamental para cuidar de cada criança brasileira. Com muita alegria, votamos "sim", Sr. Presidente. - 20/08/2025
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 2.628, de 2022, que dispõe sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Na oportunidade, relatou a exposição precoce ao ambiente virtual, incluindo sua filha de 5 anos, e afirmou que a defesa da infância é pauta democrática, não ideológica. Por fim, destacou a mobilização da sociedade civil e o trabalho do Relator, ressaltando que o projeto combate pedofilia e exploração sexual online, garantindo mais segurança às novas gerações.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável,Ambiente virtual,Infância,Filha,Sociedade civil,Pedofilia,Exploração sexual,Democracia,Relator,Atuação parlamentar
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu já fiz uma fala pela Liderança do PSOL, mas faço questão de retornar aqui para me reportar a cada entidade que se mobilizou muito para chegarmos a este texto final, para conseguirmos ter o Estatuto da Criança e do Adolescente... para conseguirmos na Constituição todo um arcabouço legal de proteção dos nossos meninos e meninas. Foi preciso muita organização popular, muita organização da sociedade civil, para que as leis mudassem e estivessem à altura do seu tempo. Este é um novo tempo. Temos uma nova geração que sequer consegue diferenciar o mundo virtual do mundo real. E temos o mundo real regulado, mas o mundo virtual desprotegido. A minha filha tem 5 anos, como eu já tinha dito aqui. Eu sou muito controladora quando se trata de impedir que ela fique muito tempo na tela, que acesse celular... Mas o mundo ao redor dela já vê Youtube todo dia, já acessa a Internet todos os dias. Ela chega da escola falando de coisas que eu... Como é que eu vou saber onde ela aprendeu aquilo? E ela aprendeu com um coleguinha da escola que viu aquilo no mundo virtual. Vejam, eu quero que a gente tenha uma certeza. Na minha primeira fala, eu disse: "Queria dizer que a Esquerda sempre defendeu as crianças". Acho que é isso mesmo, mas a defesa das crianças e dos adolescentes não é uma pauta nem da Esquerda nem da Direita, ela é uma pauta da democracia, e não há democracia possível, não há democracia que sobreviva sem uma proteção contundente das nossas crianças e dos nossos adolescentes. Eu queria muito parabenizar o Relator, que fez uma escuta muito atenta de cada entidade que está aí ansiosa para ver esta matéria avançar. A partir de hoje, daqui a pouco, nós vamos ter mais um marco regulatório à altura deste tempo, um marco regulatório que vai enfrentar o drama da pedofilia no ambiente virtual, o drama da exploração sexual no ambiente virtual. Sem dúvida, nossas crianças, depois que este projeto passar no Senado e for sancionado pelo Presidente Lula, vão estar mais protegidas no ambiente virtual, que também faz parte da vida delas. Que este seja o primeiro passo! Parabéns ao Congresso Nacional! Parabéns ao Presidente Hugo Motta e a todos nós que estamos correspondendo à demanda popular, à demanda real de proteção dos meninos e meninas brasileiros! - 20/08/2025
A Deputada celebrou a aprovação do Projeto de Lei nº 2.628 de 2022, que dispõe sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais, destacando o papel do Relator e lembrando sua motivação pessoal como mãe. Em seguida, criticou o ex-Presidente Bolsonaro por ataques ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), incentivo ao trabalho infantil, apologia à violência e falas que estimulam a pedofilia, além do desmonte de políticas públicas voltadas à infância. Defendeu que a extrema direita historicamente desprotegeu crianças e que o avanço atual só ocorreu pela mobilização social diante de dados alarmantes sobre pedofilia, assédio online e cyberbullying. Por fim, reforçou que o projeto garante a remoção de conteúdos abusivos, comunicação às autoridades e fim da monetização da exploração sexual infantil, passos essenciais para que as redes sociais deixem de ser uma “terra sem lei” que ameaça o futuro do Brasil.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Pedofilia,Ambiente virtual,Assédio sexual,Criança,Ciberbullying,Plataforma digital,Rede social digital,proteção,Ex-presidente da República,Direitos da criança e do adolescente,Extrema direita,Adolescente,Aprovação,Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (1990),Trabalho infantil
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Primeiro quero dizer da minha alegria de a gente ter conseguido compor um texto que vai avançar nesta Casa para proteger crianças, como a minha filha, que tem 5 anos; como o meu filho, que tem 2 anos e meio, no ambiente virtual, hoje extremamente desprotegido. Que bom! Parabenizo o Relator por conseguir fazer essa composição. É preciso, depois de algumas falas que eu escutei aqui, lembrar que há uma discussão de um projeto de País expressa em quem sempre defendeu as crianças e em quem sempre desprotegeu as crianças. Nós ouvimos do ex-Presidente, na sua campanha lá atrás, que o Estatuto da Criança e do Adolescente tinha que ser rasgado e jogado na latrina, porque ele estimulava a malandragem e a vagabundagem infantil. Perdoem-me o termo. Foram palavras do ex-Presidente. Nós vimos o ex-Presidente estimular o armamento ao lado de crianças, fazer apologia à violência ao reproduzir cenas que envolviam crianças fardadas que seguravam armas de brinquedo. Inclusive, ao lado de uma criança vestida de forma militarizada, o ex-Presidente simulou junto com ela o disparo de um tiro, o que fere duramente o Estatuto da Criança e do Adolescente. Nós o ouvimos dizer: "Eu trabalhei com 9 anos, 10 anos, e isso não me causou nenhum problema", o que é estímulo ao trabalho infantil. Nós ouvimos o ex-Presidente se referir a meninas venezuelanas de 14 anos e 15 anos de idade com a absurda expressão que estimula a pedofilia "pintou um clima". Nós vimos também o desmonte de políticas públicas para as crianças, vimos o Conanda ser destruído, a Rede Cegonha, o Programa Brasil Carinhoso e outras políticas. Eu digo isso porque é inadmissível que subam a esta tribuna para dizer que a Esquerda desprotege as crianças, enquanto o que sempre vimos da extrema direita foi ataque ao ECA e ataque a crianças e adolescentes. Que bom que agora recuaram, que tiveram que dar um passo atrás porque o Brasil inteiro se mobilizou diante da gravidade dos dados, dados esses que até então eles estavam ignorando, de que no Brasil cinco crianças são vítimas de pedofilia virtual por dia, de que 77% das meninas brasileiras são vítimas de assédio on-line, de que um terço dos jovens do mundo sofrem cyberbullying. Isso tem a ver com o algoritmo que entrega pedofilia, isso tem a ver com o ambiente virtual, em que há lucro exagerado, absurdo, inadmissível a partir da monetização do corpo das crianças. O passo dado por esta Casa é o primeiro ainda, mas ele é fundamental para que crianças como a Momô, minha filha, e como o Kalu, meu filho, estejam protegidas no ambiente virtual. Garantir a remoção de conteúdo que viola os direitos de crianças e adolescentes, a comunicação a autoridades nacionais e internacionais sobre conteúdos de exploração e abuso sexual, o impedimento de monetização de exploração sexual, esses são passos fundamentais para que as redes sociais não sejam terras sem lei. Hoje elas são terras sem lei e desprotegem meninos e meninas. Com isso, não há futuro para o Brasil. - 19/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 41, de 2025, que autoriza a criação da Carteira Nacional de Docente no Brasil (CNDB). Ademais, parabenizou o Ministro da Educação, Camilo Santana, e a Relatora Ana Pimentel. Além disso, lembrou sua trajetória pessoal como professora na favela da Maré. Por fim, criticou o Governo anterior pela destruição da educação pública e pela perseguição aos profissionais da educação.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável Autor (proposição legislativa),Ministro de Estado da Educação,Relatora,Deputada federal,Projeto de lei ordinária,Carteira Nacional de Docente no Brasil (CNDB) Professora,Deputada federal,Favela,Rio de Janeiro (RJ) Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Perseguição política,Profissional da educação,Educação pública,Política educacional
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Federação PSOL REDE orienta "sim", Sr. Presidente. Parabenizo a Deputada Ana Pimentel pela relatoria, assim como parabenizo o nosso Ministro Camilo pela autoria do projeto. Eu sou professora do chão da escola pública. Antes de me eleger Vereadora lá na minha cidade e, depois, Deputada, trabalhei por muitos anos na sala de aula. Por muitos anos, trabalhei na Maré, num conjunto de favelas. Sei bem a importância do educador, da educadora, do professor, para o futuro do País. Vimos que houve, no Governo anterior, pelo menos quatro Ministros da Educação. Vimos a destruição da educação pública e a perseguição aos profissionais de educação pelo que eles falavam dentro de sala de aula. Hoje, vemos aqui mais esse passo de construção de uma identidade de classe, mesmo, dessa categoria da qual eu faço parte, que é fundamental para o futuro e para o desenvolvimento do nosso País. Portanto, orientamos o voto "sim", Sr. Presidente. - 19/08/2025
A Deputada afirmou que, se fosse proposta uma “carteirinha anti-Brasil e antipovo”, a Oposição a aprovaria. Ademais, criticou o posicionamento contrário à realização da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) no Brasil em meio à emergência climática que afeta sobretudo as periferias. Além disso, condenou a ação da Oposição no exterior contra a soberania nacional, a economia e o Poder Judiciário. Ressaltou ainda ser professora da rede pública e conhecer as dificuldades da sala de aula, lamentando que a Oposição seja contra o Projeto de Lei nº 41, de 2025, que autoriza a criação da Carteira Nacional de Docente no Brasil (CNDB). Condenou também o Governo anterior pelo legado de 33 milhões de famintos e pela insegurança alimentar de metade da população. Por fim, previu nova derrota eleitoral da Direita em 2026.
Palavras-chave oficiais: Oposição política,Atuação parlamentar,Carteira Nacional de Docente no Brasil (CNDB),Projeto de lei ordinária,Professor,Emergência climática,País estrangeiro,Soberania nacional,Economia,Poder Judiciário,Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP) (30:2025, Belém (PA)). Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Fome,Insegurança alimentar e nutricional,Direita política,Eleições Deputada federal,Professora,Rede pública de ensino
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, se apresentarmos aqui um projeto sobre uma carteirinha anti-Brasil e antipovo, pode ser que eles aprovem, porque vão ter uma carteirinha para eles mesmos. Eles são contra estruturarmos a COP no Brasil, num cenário de emergência climática, que atinge, nas cidades, nas periferias, o povo brasileiro. Eles se articulam no estrangeiro para atacar a soberania nacional, impactar a nossa economia, atacar o nosso Judiciário. Eles são contra que os professores tenham uma carteirinha. Eu sou professora do chão de escola pública. Quem está na sala de aula sabe quais são os desafios de se lecionar no nosso País. Eles são contra tudo o que faz o Brasil avançar. E, quando governaram, deixaram 33 milhões de famintos, deixaram metade da população com algum grau de insegurança alimentar. Preparem-se. No próximo ano, vão perder de novo, porque o povo brasileiro não é bobo. E ganhem a carteirinha de vocês! - 19/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 615, de 2025, que aprova o Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, do Protocolo de Quioto e do Acordo de Paris sobre a Trigésima Sessão da Conferência das Partes na Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Vigésima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Protocolo de Quioto, a Sétima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Acordo de Paris, das Sessões dos Órgãos Subsidiários e Outras Reuniões da UNFCCC, também chamado de Acordo de Sede da COP30, assinado em Bonn, Alemanha, em 20 de junho de 2025. Ademais, repudiou o Governo anterior pela exportação ilegal de madeira, desmonte dos órgãos ambientais, recordes de desmatamento, 33 milhões de famintos, insegurança alimentar generalizada, ataques à soberania e apoio a golpes e interesses estrangeiros. Além disso, elogiou o Governo Lula, destacando a defesa da soberania, a valorização dos povos originários e o enfrentamento da crise climática. Por fim, enalteceu a atuação da Ministra do Meio Ambiente e Mudança de Clima, Marina Silva, responsável por reduzir em 59% os focos de incêndio e ampliar o combate ao desmatamento.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Exportação,Ilegalidade,Madeira,Fome,Gestão ambiental,Política ambiental,Insegurança alimentar e nutricional,Golpe de Estado (crime),Política externa Governo federal,Presidente da República,Soberania nacional,Indígenas,Crise climática,Ministra de Estado,Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima,Desmatamento,Incêndio florestal,Política ambiental
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O Governo orienta "sim", Sr. Presidente. Estão explícitos aqui dois projetos de Brasil: de um lado, destruição expressa quando era Ministro do Meio Ambiente alguém acusado de exportação de madeira ilegal, que destruiu os órgãos ambientais, que promoveu recordes de desmatamento; destruição expressa que resultou em 33 milhões de famintos, em metade da população convivendo com algum grau de insegurança alimentar; destruição expressa que resultou em ataques à soberania nacional, apreço e amor a golpe e a estrangeiros; e, do outro lado, um projeto de Brasil de defesa da soberania, dos nossos povos e também de enfrentamento do dramático cenário de emergência climática. A Ministra Marina conseguiu reduzir em 59% os focos de incêndio no último mês, ampliou essa redução, com recordes de enfrentamento do desmatamento. Este é o Governo da vida e da defesa da agenda climática. - 19/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Mensagem do Poder Executivo nº 914, de 2025, que submete à Consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, do Protocolo de Quioto e do Acordo de Paris sobre a Trigésima Sessão da Conferência das Partes na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Vigésima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Protocolo de Quioto, a Sétima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Acordo de Paris, das Sessões dos Órgãos Subsidiários e Outras Reuniões da UNFCCC, também chamado de Acordo de Sede da COP 30, assinado em Bonn, Alemanha, em 2025. Em seguida, reforçou a denúncia sobre o avião não identificado que pousou em Porto Alegre (RS), possivelmente ligado à Agência Central de Inteligência (CIA), e informou que já estão acionando os órgãos competentes para apurar o caso. Por fim, criticou Parlamentares que defendem Trump e ataques à soberania brasileira em detrimento do povo do País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Mensagem do Poder Executivo,Federação PSOL REDE,Voto contrário Avião,Agência Central de Inteligência (CIA) (Estados Unidos),Porto Alegre (RS),Soberania nacional
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, obviamente, a nossa federação é contra a retirada desta matéria da pauta. Registro para quem está assistindo à sessão que a Oposição e o PL querem impedir que se vote uma mensagem para viabilizar que a COP aconteça, embora tenhamos um cenário dramático de emergência climática. Na cidade de cada um de vocês, existe gente que sofre com o calor extremo e com as cheias. Por isso, há uma necessidade global de se enfrentar o drama da emergência climática. Presidente, aproveito para reforçar a fala do Deputado Túlio Gadêlha. Pousou em Porto Alegre um avião sem identificação, usado em geral pela CIA, para transportar diplomatas, militares de elite, agentes da inteligência. A gente já está agindo em conjunto para acionar os órgãos responsáveis e pedir informações sobre isso. É inacreditável que, nessa escalada de ataques à nossa soberania, haja Deputados Federais que defendem esses ataques e que defendem Trump, em detrimento do Brasil e do povo brasileiro. Obrigada pela gentileza, Presidente. - 19/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência apresentado ao Projeto de Resolução nº 63, de 2025, que altera o Código de Ética e Decoro Parlamentar e o Regimento Interno da Câmara dos Deputados para prever as condutas de agressão física e de obstaculização física do funcionamento das atividades legislativas, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o motim ocorrido dentro desta Casa é a continuidade de uma tentativa de golpe que se manifesta, infelizmente, em nosso País. A tentativa de impedir o andamento dos trabalhos, com a invasão deste plenário, é a defesa de um golpe que é um ataque às liberdades democráticas em nosso País. Por isso, nós defendemos responsabilizar, sim, esses golpistas. Portanto, o PSOL vota "sim" à urgência, mas manifestamos que, na orientação do mérito, vamos analisar com calma o conteúdo do texto, porque também não concordamos com a concentração de poder que possa estar, porventura estamos analisando aqui , nas mãos do Presidente da Casa. Portanto, votamos "sim" à urgência. E a nossa bancada vai avaliar o mérito. - 13/08/2025
A Deputada afirmou que a defesa do Brasil se media por ações concretas e acusou o Deputado Eduardo Bolsonaro de articular, nos Estados Unidos, sanções contra a economia brasileira, incluindo taxação de 50% sobre produtos nacionais. informou que essa postura representava ataque à soberania, ao Judiciário e à democracia, além de integrar a continuidade de um golpe iniciado com os atos de 8 de janeiro. Destacou que Eduardo Bolsonaro celebrou publicamente as medidas que poderiam gerar perda de empregos e prejudicar setores produtivos. Mencionou o lançamento do Plano Brasil Soberano, anunciado pelo Presidente Lula, com R$ 30 bilhões em crédito para apoiar empresas e trabalhadores. Defendeu que a Câmara cassasse o mandato de Eduardo Bolsonaro como forma de responsabilização por traição à Pátria e por ameaças às instituições democráticas.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,contra,Brasil,Estados Unidos,Perda de mandato parlamentar,Defesa Plano Brasil Soberano,combate,Tarifa,Importação,Estados Unidos
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada pela gentileza. Presidente, há quem defenda o Brasil e há quem odeie o Brasil, e medimos isso não porque alguém usa a bandeira do Brasil pendurada ou porque alguém tem o slogan Deus, pátria e família, medimos isso por ações concretas. É muito fácil comparar quem defende o Brasil e a democracia e quem odeia o Brasil e as liberdades democráticas. Eduardo Bolsonaro, representando o campo político da extrema direita, que perdeu as eleições, fugiu para os Estados Unidos e fez lobby junto da Casa Branca e do Congresso estadunidense para atacar o Brasil, para articular sanções contra o Brasil. Estamos falando, colegas, de 50% de taxação sobre os nossos produtos, de um ataque duríssimo à nossa economia. Eduardo Bolsonaro, articulando-se em outro país, Deputado eleito pelo Brasil, pelos brasileiros, membro desta Casa, articulou para atacar o nosso Judiciário, para atacar a nossa soberania. A nossa soberania, como disse o Presidente Lula hoje, é inegociável. Ele ainda celebrou nas redes sociais, publicamente, a taxação de 50% sobre os nossos produtos, o que vai destruir empregos, o que vai atacar fortemente o setor produtivo. Aliás, isso atinge setores que são base dos senhores. Os senhores precisam enfrentar essa contradição. É preciso dizer que o ataque de Eduardo Bolsonaro, traidor do Brasil, que representa o campo político de parte desta Casa, é parte da tentativa de manter um golpe em curso, o golpe que tentou ignorar o resultado das urnas, que levou à derrota de Jair Bolsonaro, o golpe expresso no 8 de Janeiro, é parte da tentativa de atacar as instituições. Aliás, Eduardo Bolsonaro se organizou lá fora para tentar livrar aqueles que hoje estão em julgamento, inclusive o seu pai, acusado de atentado violento ao Estado Democrático de Direito, acusado de organização criminosa, acusado de dano ao patrimônio com violência. O golpe em curso se manifestou quando bolsonaristas se sentaram à Mesa Diretora, na cadeira do Presidente desta Casa, o Deputado Hugo Motta, e tentaram impedir que os trabalhos avançassem nesta Casa. Traidores da Pátria! Quando se trai a Pátria se trai todo o povo brasileiro. Vamos, então, comparar o nosso campo, que defende a democracia. Hoje o Presidente Lula lançou o Plano Brasil Soberano, que vai salvar os setores destruídos pela extrema direita brasileira com 30 bilhões de reais em crédito. Estou falando dos milhares de trabalhadores, ali na ponta, que serão impactados. Estou falando de milhões que saíram da fome. Finalmente, o Brasil, depois de anos de destruição, de derretimento da democracia, saiu mais uma vez do Mapa da Fome. Vamos comparar, colegas: Bolsonaro deixou o Brasil com 33 milhões de famintos, com metade da população vivendo com algum grau de insegurança alimentar, e nós temos hoje o menor índice de desemprego das últimas décadas. Na última década, a "década perdida", o crescimento estava lá embaixo. Nós crescemos mais de 3%. Vamos comparar quem defende o Brasil e quem odeia o povo brasileiro! Esta Casa não pode se calar. É mais do que esquerda e direita, é liberdade democrática ou não, é democracia ou não. E quem defende a democracia precisa cassar o mandato de Eduardo Bolsonaro, para que esse traidor seja responsabilizado pelos ataques à nossa soberania, pelos ataques ao Brasil e ao povo brasileiro. Vamos usar o slogan dos senhores: Pela Pátria, pelas famílias brasileiras, por Deus. Eu entendo inclusive que o cristianismo que os senhores defendem tem a ver com matar a fome do povo, cassar Eduardo Bolsonaro e prender o seu pai, porque lá é o lugar dele. Obrigada, Presidente. - 13/08/2025
A Deputada apresentou questão de ordem para cobrar andamento de representação contra o Deputado Eduardo Bolsonaro, protocolada em julho de 2025 pelo PSOL no Conselho de Ética. Afirmou que o deputado se articulou com um Presidente estrangeiro para prejudicar a economia brasileira, apoiando taxação de 50% sobre exportações, medida que afetaria empregos e setores produtivos. Criticou a demora da Mesa da Câmara em despachar representações da bancada, que, segundo ela, permaneciam engavetadas, inclusive as relativas aos atos de 8 de janeiro. Defendeu que a conduta do parlamentar configurava ataque à soberania nacional, ao Judiciário e ao povo brasileiro. Reforçou o pedido de cassação imediata e exigiu que o processo fosse encaminhado ao Conselho de Ética para apreciação.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,agilização,Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,contra,Brasil,Estados Unidos,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. A minha questão de ordem é baseada nos arts. 95 e 137 do Regimento Interno da Câmara e no art. 9º do Código de Ética e Decoro Parlamentar. Sr. Presidente, no dia 11 de julho de 2025, o PSOL entrou no Conselho de Ética representando contra o Deputado fujão Eduardo Bolsonaro. Se ele fosse só fujão, estava bom, porque é melhor ele lá do que ele aqui. Ele foi para lá com todo o respeito bancado pelo papai. É playboy filhinho de papai. Mas ele se articulou com um Presidente de outro país para atacar a soberania nacional. Ele se articulou com um Presidente de outro país para atacar a economia brasileira, construindo junto com aquele Presidente uma taxação de 50% da nossa exportação, que vai atacar o nosso setor produtivo, que vai impactar empregos brasileiros. Ainda bem que temos um Presidente que hoje lançou um plano com um nome espetacular: Brasil Soberano! Ele anunciou um crédito de mais de 30 bilhões de reais para salvar esses setores atacados pela extrema direita brasileira, a partir de uma articulação de Eduardo Bolsonaro, eleito pelo povo brasileiro para esta Casa, mas que está fora do País. Essa representação segue parada com o Presidente Hugo Motta, na Mesa, assim como várias outras representações apresentadas pela nossa bancada. As representações do PSOL nunca chegaram ao Conselho de Ética, o que é inadmissível. São várias, mais de dez, inclusive as representações contra aqueles que, no 8 de Janeiro, articularam-se contra o Brasil. O que acontece hoje é um golpe em curso, Sr. Presidente. Nesse sentido, sabemos que o artigo mencionado diz que toda proposição recebida pela Mesa tem que ser numerada, datada e despachada às Comissões competentes, que darão encaminhamento a ela. Não é possível que tantas representações fiquem engavetadas, ainda mais essa que trata de um ataque à soberania brasileira, de um ataque ao nosso Judiciário, de um ataque à nossa economia e, por consequência, de um ataque a todo o povo brasileiro. Por isso, peço cassação já para Eduardo Bolsonaro. Que essa representação seja encaminhada ao Conselho de Ética para ser apreciada, Sr. Presidente! - 13/08/2025
A Deputada encaminhou a votação das Emendas de Plenário do Projeto de Lei nº 582, de 2015, que acrescenta o art. 232-A ao Decreto-Lei 1.001, de 21 de outubro de 1969, Código Penal Militar, tipificando o assédio sexual.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão da oradora.) - Colegas, quero manifestar minha alegria com o avanço desta matéria e agradecer à Deputada Coronel Fernanda pelo relatório. Agradeço também a todos os trabalhadores envolvidos na elaboração deste projeto, em especial às trabalhadoras da nossa Secretaria de Mulheres, que se dedicaram muito a ele, e também à assessoria da Deputada Coronel Fernanda e à do nosso mandato, e principalmente ao nosso consultor Sergio Senna, que nos apresentou uma proposta de substitutivo que foi incorporada pelo conjunto de partidos e melhorou significativamente o projeto. Eu tenho certeza de que nós estamos entregando para a sociedade uma matéria muito importante, porque assédio sexual é assédio sexual em qualquer lugar. Nenhuma mulher em geral são as mulheres as vítimas de assédio sexual pode ser vítima de qualquer violência sem que o agressor seja responsabilizado. Por fim, é preciso que o local de trabalho seja um lugar de tranquilidade, a fim de cheguemos para trabalhar, seja com política, seja no ambiente militar, seja em qualquer lugar, sem sermos importunadas. Acontece que o Código Penal Militar ainda não tinha a tipificação do assédio sexual. Então, este projeto, primeiro, institui essa tipificação e estabelece uma série de medidas de proteção às vítimas de assédio, que em especial somos nós mulheres. A gente está falando de suporte psicológico por profissionais especializados; da possibilidade de transferência funcional, para evitar a revitimização da vítima de assédio; do acesso seguro e sigiloso à ouvidoria militar, com agentes capacitados; da aplicação, minha gente, de medidas protetivas. Assim, se uma pessoa for vítima de assédio no ambiente militar, ela terá a possibilidade de trabalhar tranquilamente, porque o suposto agressor não vai poder ficar perto dela. Isso é garantir dignidade, em especial para as mulheres militares brasileiras. Nós vivemos em um País em que a violência contra a mulher ainda é muito grande. Somos o quinto País com maior índice de feminicídio. Quem é mulher sabe que o ambiente de trabalho é um lugar onde a violência fica com força, seja para nós políticas, seja para outras mulheres, em outros locais. O ambiente militar é muito hierarquizado por essência, e, muitas vezes, essa hierarquia pode acarretar o silenciamento da violência. Por isso a importância dessa tipificação no Código Penal Militar para a garantia dos direitos de todos os militares, mas, em especial, das mulheres militares, que hoje são silenciadas, não têm um espaço seguro para fazer a denúncia, o que faz com que o local de trabalho acabe sendo inseguro para elas. Agradeço muito a unidade desta Casa em torno do enfrentamento da violência contra as mulheres, em especial, as militares. - 12/08/2025
A Deputada afirmou que a democracia exige proteção à infância e denunciou tanto a violência de um Estado militarizado, que vitima crianças no Rio de Janeiro, quanto os riscos das plataformas digitais, que expõem menores à exploração, à sexualização e à pedofilia. Ressaltou que a adultização precoce e algoritmos orientados ao lucro roubavam o direito de brincar e afetavam a saúde mental de crianças e adolescentes. Além disso, apontou que a ausência de regulação permitia a circulação e a monetização de imagens infantis e defendeu leis que responsabilizassem as plataformas. Ademais, referiu-se à própria experiência como mãe de duas crianças. Por fim, conclamou a Casa a aprovar uma legislação eficiente para proteger as famílias e o futuro do País.
Palavras-chave oficiais: proteção,Infância,Democracia,Violência,Estado (nação),Vítima,Criança,Rio de Janeiro (Estado),Plataforma digital,Rede social digital,Pedofilia,Exploração sexual,Adultização de crianças e adolescentes,Saúde mental,regulação,Proposição legislativa,responsabilização,Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,Deputada federal,Mãe
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu vim aqui, mais uma vez, falar sobre democracia. E é impossível falar de democracia sem falar das nossas crianças. Democracia não é só, colegas, votar de 4 em 4 anos. Democracia é proteger a vida. E não se protege a vida sem proteger a infância, seja do risco de morrer devido ao avanço de um Estado militarizado, como acontece no Rio de Janeiro o tempo todo mães perdem seus filhos baleados , seja dos riscos que oferecem as plataformas e redes sociais, que desprotegem nossos filhos e filhas. É nosso papel, na condição de políticos eleitos pelo povo, democraticamente, ajudar a proteger quem ainda não tem voz para se defender. A gente sabe que a nossa legislação diz que crianças e adolescentes são prioridade no nosso País. Eu sou mãe de duas crianças, um menino de 2 anos e uma menina de 5 anos. O tempo todo eu tento controlar, em especial, a minha menina no que diz respeito ao acesso às redes, ao acesso ao celular. Eu vejo, entretanto, que, infelizmente, meninas da idade dela já acessam a Internet, já acessam o celular. Infelizmente, nossas crianças estão tendo o seu direito à infância roubado o direito de brincar, o direito de viver coisas típicas da sua idade, num tempo que não volta mais. Quando tem a infância roubada, essa criança não vai mais poder voltar a esse tempo. Isso tem impacto na sua saúde mental e na sua vida adulta, no desenvolvimento dessa pessoa como adulto e no desenvolvimento, portanto, do Brasil inteiro. A infância é roubada pela adultização precoce, que, muitas vezes, é estimulada no ambiente virtual. Para crianças e adolescentes, geralmente não há separação entre a vida real e o ambiente virtual. A infância lhes é roubada por algoritmos que colocam o lucro acima da vida e deixam nossas meninas e nossos meninos expostos à exploração, à sexualização, à pedofilia. Minha gente, não há como proteger nossos filhos e nossas filhas, as famílias brasileiras, as crianças brasileiras numa terra sem lei! E eu ouvi Parlamentares dizerem: "Se houver censura no projeto que vai proteger as crianças no ambiente virtual, nós vamos obstruir". O que V.Exas. chamam de censura nós chamamos de colocar lei onde não há. A ausência de leis permite que fotos de crianças sejam entregues para pedófilos; permite que os algoritmos estimulem exploradores sexuais a pegarem as fotos dos seus filhos e venderem como produto nas redes sociais. V.Exas. imaginam isso? Eu repito: eu tenho um filho de 2 anos e uma filha de 5 anos. Corpo de criança não pode ser monetizado! Não pode! Criança não é produto. E quem se responsabiliza por isso? Ninguém! É fundamental, neste debate que estamos fazendo neste momento, que encaremos também a necessidade da regulação das redes sociais. A quem interessa essa terra não ter lei? Com todo o respeito a V.Exas., que agora dizem proteger as crianças, mas não querem regulamentar as redes, isso interessa aos que ganham com desinformação, com ódio, com mentira, com fake news, que chegam ao corpo da mulher, das pessoas negras, das pessoas LGBTs, das pessoas que entendem que o ambiente virtual precisa ser controlado nestes nem tão novos tempos. O que eu peço àqueles que querem proteger as crianças é que deem um passo importante nesta Casa para responsabilizar as plataformas e garantir proteção a cada criança brasileira e, com isso, a cada família brasileira e ao Brasil inteiro. - 12/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a Mensagem do Poder Executivo (MSC) nº 914, de 2025, que submete à Consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, do Protocolo de Quioto e do Acordo de Paris sobre a Trigésima Sessão da Conferência das Partes na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, a Vigésima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Protocolo de Quioto, a Sétima Sessão da Conferência das Partes servindo como Reunião das Partes no Acordo de Paris, das Sessões dos Órgãos Subsidiários e Outras Reuniões da UNFCCC, também chamado de Acordo de Sede da COP30, assinado em Bonn, Alemanha, em 20 de junho de 2025. Ademais, criticou o Ministro do Meio Ambiente do Governo anterior, condenando o negacionismo, as queimadas, a exportação ilegal de madeira, o desmatamento.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Mensagem do Poder Executivo,Federação PSOL REDE,Voto favorável Ministro de Estado,Ministério do Meio Ambiente (1999-2023),Política ambiental,Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL)
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é claro que a nossa Federação orienta o voto "sim", porque estamos falando de um evento global para enfrentar a emergência climática, que é uma realidade que chega às cidades brasileiras, inclusive cidades onde os senhores têm Prefeitos. As pessoas perdem suas casas, vivem sob calor extremo. E os senhores fecham os olhos para essa realidade porque são negacionistas. Votar "não" a um acordo que vai viabilizar a COP significa que os senhores dizem "sim" ao negacionismo; dizem "sim" às queimadas; dizem "sim", como foi protagonizado pelo Ministro do Meio Ambiente na época dos senhores, à exportação ilegal de madeira; dizem "sim" a passar a boiada no meio da pandemia; dizem "sim" ao desmatamento. E nós dizemos "sim" à transição energética; dizemos "sim" a garantir, nas cidades, no cotidiano da vida, dignidade frente à emergência climática. - 12/08/2025
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 2.859, de 2023, que altera o Decreto-lei nº 1.001, de 21 de Outubro de 1969 e o Decreto-lei nº 1.002 de 21 de Outubro de 1969, visando atualizar o tipo penal de estupro no Código Penal Militar e transferir o foro de julgamento, nos casos cometidos por militares, para a justiça comum.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão da oradora.) - Colegas, esta é uma matéria muito importante que, assim esperamos, vai unir este Plenário. É um projeto de minha autoria com vários apensados, relatado pela Deputada Coronel Fernanda, que propõe uma alteração no Código Penal Militar para fazer uma reparação: tipificar o assédio sexual. Este projeto tem como objetivo garantir o atendimento humanizado, célere e eficaz a todas as vítimas de assédio sexual no ambiente militar, reconhecendo inclusive as especificidades desse contexto institucional, com hierarquias rígidas que muitas vezes impõem um silenciamento às vítimas de assédio sexual. E ele tem várias propostas muito inovadoras e muito importantes para todos aqueles que hoje estão no ambiente militar, em especial as mulheres, que, em geral, são as vítimas de assédio. Ele garante, por exemplo, suporte psicológico e social por profissionais especializados; possibilidade de transferência funcional, para evitar a revitimização da vítima de assédio sexual; acesso seguro e sigiloso à Ouvidoria Militar, com agentes capacitados; aplicação de medidas protetivas, ou seja, o afastamento daquele militar acusado de assédio; prioridade na apuração dos fatos, com escuta qualificada, sem revitimização. Também, o que é bastante importante, ele garante que haja uma formação contínua para capacitar os agentes que são encarregados de acolher e encaminhar as denúncias. Assédio sexual é assédio sexual em qualquer lugar, e nenhuma mulher e eu digo "mulher" porque, em especial, somos nós mulheres as vítimas de assédio , seja aqui no espaço político, seja em qualquer trabalho e seja também no ambiente militar, deve ser vítima de assédio sexual. Portanto, eu tenho certeza de que este Plenário irá se unir para enfrentar, Deputada Coronel Fernanda, o assédio que muitas vivenciam no ambiente militar. Essa lei vai dar um passo importantíssimo para a garantia dos direitos das mulheres militares brasileiras. Por isso, eu peço que a gente aprove essa urgência. Agradeço à Consultoria da Casa, que aperfeiçoou muito o projeto original, e espero que a gente vote o mérito o mais breve possível. Obrigada, Presidente. - 12/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 1.707, de 2024, que altera a Lei nº 12.087, de 11 de novembro de 2009, para incluir cooperativas solares entre as entidades elegíveis para a garantia de risco às operações de crédito do Fundo de Garantia de Operações - FGO, nas condições que especifica. Ademais, defendeu a prisão domiciliar do ex-Presidente Jair Bolsonaro em razão de ter atentado de forma violenta contra o Estado Democrático de Direito, entre outros crimes.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Prisão domiciliar,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Estado Democrático de Direito
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A nossa federação vota "sim", Presidente. É fundamental garantir que as cooperativas tenham acesso a crédito para conseguirem avançar na transição energética e para terem acesso à energia solar. Aproveito a oportunidade, Presidente, para dizer ao colega bolsonarista que me antecedeu que Bolsonaro está com uma tornozeleira eletrônica, mas já, já ele estará preso. E vai estar preso porque atentou de forma violenta contra o Estado Democrático de Direito; vai estar preso porque é acusado de estimular organização criminosa; vai estar preso porque provocou danos ao patrimônio público a partir de violência. A gente podia falar de vários crimes que ele tem nas costas, porque ele é um bandido contundente e contumaz: defendeu o Ustra neste plenário e é responsável pela morte de mais de 700 mil pessoas durante a maior crise sanitária que o Brasil já viveu. Por isso, o lugar dele é, de fato, na cadeia. - 12/08/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.664, de 2003, que estabelece períodos para realização de concursos destinados a provimento de cargos públicos e exames vestibulares e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nossa federação orienta "sim", primeiro, porque é fundamental garantir a liberdade religiosa; segundo, porque é muito importante a emenda do Deputado Túlio Gadêlha, da nossa federação, que garante que as pessoas que vivem em áreas atingidas por extremos climáticos possam, num cenário de emergência climática, realizar o concurso em outra data. Presidente, agora, mudaram a orientação, e lamento, porque, mais uma vez, o Líder do PL, o Deputado Sóstenes, disse que estava em obstrução porque queria a agenda da anistia e do foro, enquanto o Brasil quer uma agenda que interesse ao povo brasileiro. Teríamos que estar votando hoje, por exemplo, a isenção de Imposto de Renda para quem recebe até 5 mil reais, teríamos que estar avançando no debate sobre o fim da escala 6 por 1, na agenda do trabalhador brasileiro.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 11/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.