
Nome civil: Taliria Petrone Soares · 41 anos
Bananômetro
75/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 45% dos deputados · média do partido: 82
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 77%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 65%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 95%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 84%das 584 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 98%das 637 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.taliriapetrone@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5193
- Gabinete
- Gabinete 193, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
77%
Esteve em 300 de 391 sessões
Votou nas votações
65%
Registrou voto em 731 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 44 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
84%
Em 584 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.062 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 02/09/2026.
- 17/12/2025
A Deputada fez um apelo aos Parlamentares para que encerrassem a obstrução e permitissem a votação do Art. 8 do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, destacando a importância do tema para o País. Argumentou que a abertura de espaço no Orçamento seria fundamental para garantir direitos sociais, como saúde, educação e assistência, beneficiando toda a população, inclusive os eleitores dos próprios Deputados. Por último, afirmou que a votação não deveria ser tratada como disputa entre Governo e Oposição, mas como uma decisão em favor dos direitos do povo brasileiro, e conclamou os colegas a votarem “sim” para alcançar o quórum necessário.
Palavras-chave oficiais: Obstrução parlamentar,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Orçamento público,Direitos sociais,Eleitor,Deputado federal,Governo,Oposição política,Voto favorável,Quórum
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Quero fazer um apelo, Presidente. Esta é a penúltima sessão do ano. É mais de 1 hora da manhã. Faço um apelo para os colegas que estão orientando a não votarmos esta matéria e que anteriormente orientaram "obstrução". Esta matéria é muito importante para o País. Eu queria fazer um apelo para que os colegas coloquem a mão da consciência e entendam que o recurso que se vai abrir no Orçamento brasileiro é para, ali na ponta, garantir direitos para todo mundo, inclusive para os eleitores de V.Exas., para a saúde, para a educação, para a assistência. Hoje temos a necessidade de compor o Orçamento para garantir direitos. Isso não tem a ver com governo, com oposição, com esquerda, com direita, tem a ver com os direitos do povo brasileiro. Portanto, faço um apelo, colegas, para que votem "sim". Temos que atingir 257 votos para que o Orçamento esteja a serviço do nosso povo. Então, eu precisava fazer este apelo. Obrigada, Presidente, pela garantia da minha palavra. - 17/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Art. 8 do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a nossa federação vota "sim". Este instrumento é um dos mais elitistas do nosso sistema tributário. Como já foi dito, ele só existe no Brasil. Eu parabenizo o Relator pela responsabilidade de olhar para o nosso sistema tributário e fazer o que tinha que ser feito. Ao decidir, nesta matéria, ampliar a taxação de bets, de fintechs e de juros sobre capital próprio, nós vamos ter uma arrecadação da ordem de 20 bilhões de reais. Isso, somado à redução dos benefícios fiscais, significa dinheiro para o povo brasileiro. Significa dinheiro para direitos sociais, para ampliação do acesso à educação, à saúde, à renda, ao trabalho. Então, eu não consigo compreender que um Parlamentar, eleito pelo povo, não entenda que o Orçamento tem que estar voltado ao povo. A nossa federação orienta "sim". - 17/12/2025
A Deputada, falando em nome da Bancada Negra, afirmou que o debate sobre o orçamento público está diretamente ligado ao enfrentamento das desigualdades raciais no Brasil, destacando que a população negra é a mais afetada pela pobreza e pela falta de acesso a políticas públicas como saúde, educação e creches. Defendeu a redução e revisão periódica dos benefícios e isenções fiscais, que classificou como excessivos, para ampliar o espaço fiscal destinado a investimentos sociais, e sustentou a ampliação da taxação sobre bets, fintechs e rendimentos do capital financeiro. Por fim, criticou setores da Câmara que priorizam interesses financeiros em detrimento do povo brasileiro e fez um apelo para que fosse encerrada a obstrução e aprovada a matéria (Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025), argumentando que votar a proposta significaria direcionar o orçamento para quem mais precisa e combater desigualdades históricas, especialmente as de caráter racial.
Palavras-chave oficiais: Bancada Negra,Orçamento público,combate,Desigualdade étnico-racial,População negra,Pobreza,Política pública,Saúde,Educação,Creche,redução,Benefício fiscal,Isenção tributária,ampliação,Tributação,Aposta esportiva,Fintech,Rendimento,Obstrução parlamentar,Aprovação,Projeto de lei complementar
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, discutir a questão racial no País tem tudo a ver com o tema que nós estamos debatendo agora. O nosso País é um país lindo, potente, com uma gente trabalhadora, com uma cultura diversa, mas ainda é um país profundamente desigual. Essa desigualdade, sem dúvida, tem um elemento racial importante. Este é o País que, apesar de tantas coisas boas, teve quase 4 séculos de escravidão e tem uma desigualdade racial que permanece evidente, quando olhamos, ali na ponta, quem sofre porque não consegue vaga num hospital, quem por exemplo não consegue vaga numa creche. A pobreza é também predominante na população negra. Há o impacto da desigualdade, Deputado Rogério, na população negra. Então, eu faço questão de, neste tema, falar também pela Bancada Negra, porque, quando olhamos para o orçamento público e batalhamos aqui, que é o que estamos fazendo e infelizmente há um setor desta Casa que não quer batalhar por isto , para ampliar o espaço fiscal para investimento social, estamos falando de enfrentar também o racismo no País, estamos falando de garantir acesso a creches, estamos falando de garantir acesso a exames, estamos falando de garantir acesso à saúde pública para a população negra, estamos falando de mais renda nas famílias, estamos falando de fortalecer a geração de emprego e renda nas famílias brasileiras. Quando você pensa o País e os desafios que ainda nós temos para enfrentar a desigualdade do nosso País, que tem um viés racial, eu não consigo compreender que haja uma parte desta Casa que ainda compreende que tem que defender fintech, que tem que defender as bets, que tem que defender os bancos e tem que ignorar o povo brasileiro. Querem obstruir uma votação que pretende o quê? Para quem está nos escutando, quero falar que esta votação pretende, por um lado, garantir que tenhamos um corte, na verdade uma redução, de benefícios e isenções fiscais. Hoje, se não me falha a memória e minha Assessoria está aí , são mais de 500 bilhões de reais. Se juntar com os dos Estados, o valor pode chegar a quase 1 trilhão de reais. São 800 bilhões de reais. É menos dinheiro no orçamento público. Temos que olhar para isso e cortar o que temos que cortar. Tem que olhar para isso e rever esses benefícios de 5 anos em 5 anos. Está correto o texto. Então, por um lado, é isso que a matéria propõe e que vai gerar uma maior folga no nosso orçamento. E é chocante, porque mostra isso e também desmascara. Por outro lado, há, corretamente, a ampliação da taxação. Taxação de quê? Das bets. A gente ouve o tempo todo que se trata de uma questão de saúde pública. Então, vamos ampliar a taxação das bets. Quanto às fintechs, a proposta inicial, que era correta, era equiparar as fintechs aos bancos. A gente fez o acordo possível. A taxação das fintechs vai ampliar o orçamento para chegar ali na população negra, pobre. A gente está falando dos juros sobre capital próprio, capital financeiro. Hoje, eu ouvi isto no Colégio de Líderes: "Ah, a gente vai atacar os empreendedores". São menos de 2% dos impactados. Então, não estamos falando aqui do Governo, da Oposição, da Direita ou da Esquerda. Nós estamos falando de quê? Estamos falando de quem está ao lado do Brasil e quem não está. Estamos falando de quem entende que, ainda mais com o arcabouço fiscal, com os limites que a nossa bancada inclusive já foi explicitamente contra, a gente precisa garantir que o orçamento público se volte para o povo, para o povo pobre, para o povo que vive a desigualdade, que é majoritariamente a população negra. E, para isso, a gente precisa taxar quem tem que ser taxado. Para isso, nós precisamos cortar benefícios, isenções fiscais, olhar para essas isenções e ver o que serve ao povo e o que não serve. Então, o apelo que eu faço aos colegas que estão aqui é que pensem no povo brasileiro, tirem a sua obstrução, votem pelo Brasil. E votar pelo Brasil é fazer esta matéria avançar, Sr. Presidente. Esta é a minha fala, em nome da Bancada Negra, com este apelo aos meus colegas. - 17/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Federação orienta "sim", Presidente, porque nós achamos fundamental taxar bets, fintechs, capital financeiro. Além disso, Sr. Presidente, diante de um cenário de mais de 500 bilhões em isenções fiscais, em benefícios fiscais, reduzir esses benefícios é fundamental para a ampliação da arrecadação, para a ampliação do espaço orçamentário no País, para investimentos em direitos sociais. - 16/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do inciso II, § 2º, do art. 422, inserido pelo art. 174 do substitutivo do Senado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o que se está querendo aqui é, resumidamente, limitar a taxação de refrigerantes a 2%. Vejam a loucura da alegação: isso prejudicaria as famílias mais pobres, que acessariam um refrigerante mais caro. Ora, para que serve o Imposto Seletivo, senão para que uma taxação maior desincentive o consumo de coisas ruins, hábitos ruins, como, por exemplo, o tabagismo? O cigarro é mais taxado porque ele mata. Vamos ver quem quer prejudicar os mais pobres. No Brasil, temos 16 milhões de pessoas diabéticas. No Brasil, 13 mil pessoas são mortas por ano por causa de consumo de refrigerantes. No Brasil, mais de 700 mil crianças são obesas por conta do consumo de bebidas açucaradas. Nas nossas escolas, em pleno século XXI, ainda são os refrigerantes os ultraprocessados mais consumidos. Isso é chocante! Isso é anticiência e é antissaúde. Sim, eu digo que é antissaúde. Vamos ver o impacto econômico disso. O nosso SUS gasta 3 bilhões de reais por ano com tratamento de doenças causadas pelo consumo... De quê? De refrigerantes! Não é possível! "Ah, a gente agora vai taxar os refrigerantes, mas não vai taxar os outros produtos?" Então, se você erra numa coisa e libera geral, você vai liberar os refrigerantes? Vamos olhar para a Zona Franca de Manaus. Já existe um incentivo, benefícios de mais de 2 bilhões de reais para as indústrias de refrigerantes. A gente tinha que estar aqui pensando na população mais pobre, tinha que estar aprovando imposto zero para alimentos orgânicos, imposto zero para a cesta básica teve gente que votou contra. Quem é que está defendendo o mais pobre? Quem é que está querendo que veneno vá para a mesa da população mais pobre? Sim, isso é o refrigerante. Quem votou contra zerarmos o imposto da cesta básica? Eu quero ver defenderem que zere o imposto da cesta básica. Os senhores votaram contra! Então, eu peço que coloquemos a mão na consciência. Este não é um debate sobre esquerda ou direita, é um debate sobre saúde pública e também sobre economia, pois, quando prevenimos doenças como diabetes e obesidade, economizamos o gasto que o SUS tem com o tratamento dessas doenças. É o apelo que eu faço, colegas: coloquem a mão na consciência. Os senhores dariam refrigerante como perguntou aqui o Deputado Túlio Gadêlha para o seu filho de 3 anos, de 4 anos? Como os senhores podem querer um "libera geral" para as famílias mais pobres, e ainda dizer que elas estão sendo beneficiadas? Vamos votar "sim" ao texto, para sobretaxar esse produto que faz tão mal para as famílias brasileiras e garantir alimentos saudáveis para a população brasileira mais pobre. Nossa orientação é "não". - 16/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do artigo 293, sobre o Regime de Tributação Específica do Futebol (TEF) das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), da Lei Complementar nº 214, de 2025, alterada pelo artigo 174 do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Lei complementar,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Nossa federação vai orientar "sim". Nosso voto inicial era "não", mas foi feito um acordo que combinamos no Colégio de Líderes relativo ao destaque dos medicamentos e ao próximo destaque também, da SAF, que a gente vai rejeitar. Portanto, eu oriento que mantenhamos o acordo, porque são dois destaques que nós conquistamos nesse acordo. Oriento "sim", ressalvada aqui alguma posição de divergência que possa haver na bancada na hora da votação. Obrigada, Presidente. A orientação da federação é "sim". - 16/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do art. 146 da Lei Complementar nº 214, de 2025, alterada pelo art. 174 do Substitutivo do Senado, apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Substitutivo,Senado Federal,Dispositivo legal,Projeto de lei complementar,Orientação de bancada,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A nossa federação orienta "sim", Sr. Presidente. Aproveito apenas para dar boas-vindas à nossa Deputada Heloísa Helena, que se soma à nossa bancada neste período de afastamento do nosso combativo Glauber. Nós temos muito orgulho da companheira que retorna a esta Casa. Então, desejo boas-vindas. Vai ser uma honra caminhar contigo, querida Heloísa. - 16/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do inciso II do § 14 no art. 22 da Lei Complementar nº 214, de 16 de janeiro de 2025, alterada pelo art. 174 do Substitutivo do Senado, apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Substitutivo,Senado Federal,Dispositivo legal,Projeto de lei complementar,Orientação de bancada,Federação PSOL REDE
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. A nossa federação orienta "não". Mais uma vez, o NOVO trabalha contra o Brasil. É o libera geral. Eles querem que as plataformas não cumpram a lei, não sejam obrigadas a emitir nota fiscal em determinados momentos. Então, nossa federação vota com o texto do Relator e vota obviamente "não" a esse destaque. - 16/12/2025
A Deputada rebateu falas sobre segurança pública, criticando setores que celebraram ações policiais letais em comunidades do Rio de Janeiro, incluindo mortes de jovens. Afirmou que esses mesmos grupos não reconhecem operações da Polícia Federal que resultaram na prisão de políticos de Direita, magistrados e autoridades ligados ao crime organizado, em especial ao Comando Vermelho. Por fim, defendeu o enfrentamento de quem financia, sustenta e dá apoio político às organizações criminosas e afirmou que esse tipo de atuação da Polícia Federal deveria ser valorizado no plenário.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Direita política,celebração,Operação policial,Falecimento,Favela,Rio de Janeiro (Estado),Polícia Federal (PF),atuação,Prisão,Político,Magistrado,Crime organizado,Apoio político,Financiamento,Organização criminosa
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu ouvi o colega falar sobre segurança pública e me senti provocada a vir aqui fazer um breve comentário. Ele é parte da turma que celebrou a execução de 121 pessoas pela polícia nos Complexos da Penha e do Alemão, com cabeça cortada, com meninos de 14 anos executados. Entretanto, eu não ouvi uma palavra para celebrar a operação da Polícia Federal que prendeu Deputado da Direita que tem relação com o Comando Vermelho, que prendeu Desembargador aliado da Direita que tem relação com o Comando Vermelho, que prendeu o Presidente da Assembleia Legislativa, acusado de vazar informações para "liberar geral" para o Comando Vermelho. É preciso enfrentar aqueles que sustentam o crime, que financiam o crime, que sustentam politicamente o crime é o que a PF está fazendo e é o que eu gostaria que fosse celebrado neste plenário. Obrigada, Presidente. - 10/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Representação nº 2, de 2025, que representa em desfavor da Senhora Deputada Carla Zambelli, em razão de condenação criminal transitada em julgado.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Representação contra deputado,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nossa federação também orienta "não" à retirada de pauta. Já há duas condenações transitadas em julgado, com a orientação de que a Mesa Diretora tome a decisão sobre a situação da Deputada. Portanto, não há outro caminho senão a deliberação desta cassação no dia de hoje. Nesse sentido, o PSOL e a REDE orientam "não". - 10/12/2025
A Deputada agradeceu aos Parlamentares e partidos que compreenderam que a reação do Deputado Glauber Braga, após provocações envolvendo sua mãe doente, não poderia justificar a cassação de seu mandato. Afirmou ainda que a cassação seria uma injustiça que enfraqueceria o Parlamento e a democracia, anulando os votos de milhares de eleitores do Rio de Janeiro, e destacou que a solução construída, objeto da Emenda de Plenário nº 1 ao Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que comuta a penalidade de cassação do mandato pela penalidade de suspensão do exercício do mandato, permitiria preservar a representação popular. Por fim, ressaltou que, quando a política se sobrepõe aos excessos, o Parlamento e o povo brasileiro ganham, e encerrou agradecendo o apoio recebido em nome do PSOL.
Palavras-chave oficiais: agradecimento,Parlamentar,Partido político,compreensão,comportamento,Deputado federal,Emenda de plenário,Suspensão (penalidade),Mandato parlamentar,Representação política,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Colegas, neste momento, como Líder da Federação PSOL REDE, como Líder da bancada que tem, com muito orgulho, o Deputado Glauber, eu quero vir aqui agradecer. Por muitas vezes, este Plenário é palco de dissenso, a gente discute, a gente, às vezes, inclusive, extrapola, o que eu entendo que seja o razoável na política. O que está se encaminhando, pelo que parece, é a política se sobrepondo. Sempre que a política se sobrepõe, o Brasil ganha. O Deputado se alterou depois de um provocador, que já o havia provocado sete vezes, falar de sua mãe, que estava doente. Ele reagiu. A reação dele jamais poderia ser motivo de cassação. Caso se encaminhasse para uma cassação e todos os Deputados entenderam isso , a Casa perderia, a democracia perderia. Na pessoa do Deputado Pedro Paulo, do PSD, que defendeu aqui o nosso destaque, eu quero agradecer a cada Deputado do União Brasil, do PSD, do MDB, do nosso campo político, obviamente, e de outros partidos que olharam para essa situação e compreenderam que havia uma injustiça colocada e que, a partir dessa injustiça, que levaria à cassação do Deputado, nós todos perderíamos enquanto Parlamento. Quando o Parlamento perde, o povo brasileiro perde. O povo brasileiro depositou 78 mil votos, no meu Rio de Janeiro, no Deputado Glauber. Esses votos seriam anulados por uma cassação injusta. Neste momento, este Parlamento está entendendo que o possível é a punição, que se entende coletivamente aqui que é o razoável e que permite que, depois, o nosso Deputado retome o seu mandato, delegado a ele pelo povo. A minha fala aqui fiz esta escolha agora é unicamente para agradecer a cada partido, a cada Deputado que escutou nosso apelo, votou e que, espero, seguirá votando pela justiça, pelo compromisso com o povo brasileiro, que elegeu o nosso Deputado Glauber. Em nome do PSOL, agradeço a cada um e cada uma. - 10/12/2025
A Deputada explicou ao Plenário o conteúdo do Destaque de Preferência para votação da Emenda de Plenário nº 1, apresentada ao Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que declara a perda do mandato do Deputado Glauber Braga por procedimento incompatível com o decoro parlamentar. Esclareceu que a emenda propôs substituir a cassação do mandato, com efeito de inelegibilidade, por uma suspensão de seis meses. Afirmou ainda que a orientação da bancada do PSOL era favorável à aplicação da suspensão pelo período proposto.
Palavras-chave oficiais: esclarecimento,Destaque de preferência,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Emenda de plenário,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Suspensão (penalidade),Perda de mandato parlamentar,Deputado federal
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Posso fazer um pedido a V.Exa.? Muita gente aqui não está entendendo direito o que está sendo votado agora. Eu posso explicar ou V.Exa. pode explicar, como preferir. Posso falar? O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - V.Exa. pode explicar. Com certeza vai explicar muito melhor que eu. A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ) - Obrigada, Presidente. Agora nós estamos votando um destaque de preferência que o PSOL apresentou, defendido pelo Deputado Pedro Paulo, do PSD, no qual propomos a substituição da cassação que torna o Deputado inelegível por suspensão de 6 meses. Inclusive, o compromisso da nossa bancada do PSOL é o de votar pela suspensão de 6 meses. Quem vota "sim" a este destaque defende a suspensão do mandato do Deputado por 6 meses, em vez da cassação. Obrigada, Presidente. - 10/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão do Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que declara a perda do mandato do Deputado Glauber Braga, por procedimento incompatível com o decoro parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, colegas, primeiro, por dever da minha Liderança, eu preciso corrigir uma fala do Deputado do PL no sentido de que não houve vídeos que comprovassem se tratar de uma agressão à mãe do Deputado Glauber Braga. Esse vídeo circulou amplamente. Foi uma agressão à mãe do Deputado Glauber, que, na semana seguinte, lamentavelmente, faleceu. Mas eu queria me concentrar aqui em um apelo para que nós consolidemos uma conversa que estamos tendo acerca de uma punição alternativa que corresponda ao equívoco que foi a reação um pouco exacerbada do companheiro da nossa bancada. Isso é bom para a Casa, isso é bom para a democracia e isso vai preservar todos nós e este Parlamento e impedir uma cassação injusta do nosso combativo Deputado. Orientamos "não". - 10/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Representação nº 5, de 2024, de autoria do Partido NOVO, em desfavor do Deputado Glauber Braga, por alegação de quebra de decoro parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Representação (processo legislativo),Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,contra,Deputado federal,Federação PSOL REDE,Voto favorável,Representação contra deputado
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A nossa federação orienta pela retirada de pauta, Sr. Presidente. Acima de tudo, para nós, a democracia é inegociável. Eu chamo a atenção dos colegas, inclusive dos colegas que não gostam do Deputado da minha bancada, o Deputado Glauber. A decisão de cassar o Deputado porque reagiu a uma provocação pode abrir um precedente inenarrável nesta Casa e, ali na frente, levar à cassação dos senhores. Colegas, coloquem a mão na consciência. O mandato de um parlamentar, eleito pelo povo, é uma preciosidade da democracia. A cassação é a última medida, quando há algo muito grave. Os senhores vão punir um Deputado que reagiu a uma provocação com uma cassação? Isso vai ferir de morte a democracia nesta Casa. Eu peço aos senhores que coloquem a mão na consciência e votem "não" à cassação. - 10/12/2025
A Deputada, ao tratar da Representação nº 5, de 2024, em desfavor do Deputado Glauber Braga, por alegação de quebra de decoro parlamentar, argumentou que o processo foi conduzido de forma remota, o que compromete a seriedade da decisão, considerando que o mandato em questão foi conferido por mais de 75 mil eleitores. Ademais, afirmou que o Deputado reagiu fisicamente a uma provocação reiterada dirigida à sua mãe, que faleceu na semana seguinte, e criticou a penalidade de cassação por considerá-la desproporcional frente às demais sanções previstas no Regimento e no Código de Ética. Por fim, sustentou que a punição representa não apenas um ataque político ao Deputado e ao PSOL, mas também à Esquerda brasileira e à democracia, e alertou que um precedente como esse deixa o Parlamento vulnerável a decisões arbitrárias.
Palavras-chave oficiais: cassação,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Perseguição política,desproporcionalidade,Penalidade disciplinar,Código de Ética e Decoro Parlamentar,Democracia,Agressão,Mãe,Violência física,provocação,quebra,Representação contra deputado,Decoro parlamentar
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão da oradora.) - Eu vou, então, vocalizar o que os meus colegas estão trazendo. Eu queria a atenção dos Deputados, das Deputadas, da imprensa, de quem está nos assistindo pela TV Câmara. Estamos prestes a votar a cassação de um Deputado, no meu entendimento, injustamente. Estamos fazendo isso de forma remota remota! Os Deputados nas suas casas vão votar a perda de um mandato que recebeu mais de 75 mil votos do povo do Rio de Janeiro. O precedente que isso abre é gravíssimo. Essa é a primeira consideração. A segunda é o perigo do que está acontecendo aqui. O Deputado Glauber reagiu fisicamente na minha opinião, equivocadamente a uma provocação reiterada de uma figura que transita aqui para provocar a gente, atacar a gente. Essa figura atacou a mãe dele. A mãe do Deputado faleceu, inclusive, na semana seguinte. E o Deputado reagiu. Vamos supor que isso tenha sido quebra de decoro. O nosso Regimento prevê, colegas, várias punições para a quebra de decoro. Prevê que haja notificação verbal ou escrita. Perda de mandato é a última coisa. Prevê que haja afastamento, suspensão do mandato. E o que foi aplicado nessa reação a uma provocação à mãe, que morreu na semana seguinte? Cassação do mandato. Isso é uma loucura! Isso vai deixar todos os senhores vulneráveis. Isso deixa o Parlamento vulnerável. Eu falei, na minha questão de ordem, e repito: este é um ataque ao mandato combativo do Deputado Glauber, pelo que esse mandato expressou de denúncia dos esquemas de orçamento, de defesa do povo brasileiro. Mas é mais do que isso, é um ataque ao meu partido, partido que eu tenho a honra de liderar, o Partido Socialismo e Liberdade. Ainda é mais: é um ataque à Esquerda brasileira; é um ataque dos senhores à Esquerda brasileira, que agora governa este País e devolve direitos para o povo. Não se enganem os senhores que estão rindo, é um ataque aos próprios senhores, porque, quando tiram um mandato eleito pelo povo injustamente, atacam o conjunto da democracia. Não se pode tirar mandato de Parlamentar eleito sem um motivo grave, sem um motivo justificável. Eu chamo os colegas à reflexão. Nós estamos prestes a dar um passo do qual não se volta atrás. E, ali na frente, os senhores podem ser alvo dessa injustiça antidemocrática, que ataca o conjunto do povo brasileiro. - 10/12/2025
A Deputada apresentou questão de ordem com base no art. 95 do Regimento Interno e no art. 10 do Código de Ética e Decoro Parlamentar, alegando que o processo de cassação do Deputado Glauber Braga representa uma penalidade desproporcional diante da conduta do Parlamentar. Argumentou que o Deputado reagiu, de forma física, contra reiteradas perseguições e ofensas verbais graves contra sua mãe, que estava doente e veio a falecer na semana seguinte. Além disso, defendeu que, mesmo que considerada inadequada, a conduta não caracteriza quebra de decoro, mas, se assim fosse entendida, existem outras penalidades previstas antes da cassação, como censura ou suspensão. Ademais, sustentou que a punição máxima ignora o contexto dos fatos e configura perseguição política contra um mandato combativo, comprometido com o povo e a transparência orçamentária. Por fim, reafirmou que a cassação atinge não apenas o Deputado, mas o PSOL, a bancada de esquerda e o próprio princípio da representação popular.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,cassação,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Perseguição política,desproporcionalidade,Penalidade disciplinar,Censura ao parlamentar,quebra,Suspensão (penalidade),Código de Ética e Decoro Parlamentar,provocação,Agressão,Violência física,Decoro parlamentar,Representação contra deputado
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Apresento questão de ordem com base no art. 95 do nosso Regimento e no art. 10 do Código de Ética e Decoro Parlamentar. Sr. Presidente, colegas, como é de conhecimento de todos, o Deputado da nossa bancada Glauber Braga foi representado por um fato, o fato de ter reagido fisicamente a uma reiterada perseguição e a agressões verbais de forma violenta à sua mãe. Ele reagiu fisicamente a isso que aconteceu dentro do seu local de trabalho. A nosso ver, esse fato sequer deveria representar quebra de decoro a mãe do Deputado veio a falecer na semana seguinte, é importante registrar. Para nós, não é quebra de decoro, porque se tratou da defesa do seu mandato. Mas, ainda que tal atitude seja entendida como quebra de decoro, Deputado Chico Alencar eu queria a atenção do Sr. Presidente, a atenção dos colegas, a atenção da imprensa , o Código de Ética prevê várias punições em seu art. 10: I - censura verbal ou escrita ele não foi censurado verbalmente, nem de forma escrita ; II - suspensão de prerrogativas regimentais por até 6 meses; III - suspensão do exercício do mandato por até 6 meses; e IV - perda de mandato a última, a gravíssima. Está colocada a desproporcionalidade da pena. Isso fere princípios constitucionais. Não é possível! O Parlamentar reage fisicamente. Ele está errado, na minha opinião, mas agrediram a mãe dele, que estava doente, e fizeram isso num contexto de ambiente de trabalho. Ele reage. E a punição é a pior de todas: a cassação do mandato. O que isso significa? Que o fato está sendo ignorado. Os senhores querem cassar o mandato do Deputado Glauber por perseguição política, por esse ser um mandato que defende os interesses do povo, um mandato que defende transparência no orçamento público. Esse é um ataque ao nosso Deputado, mas não só, é um ataque ao Partido Socialismo e Liberdade, a toda a nossa bancada. Mais do que isso, é um ataque à Esquerda brasileira. Colegas, não se iludam, é um ataque também aos senhores, porque, ao cassarem injustamente o Deputado Glauber, os senhores, todos, estarão sujeitos, no futuro, a um julgamento injusto, que ataca o conjunto do povo brasileiro, pois depositou o seu voto para nos eleger. Eu peço que reconsiderem o grave erro que estão prestes a cometer. - 10/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto contrário
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Federação PSOL REDE orienta "não"! Nós temos convicção de que democracia não se negocia. Nós temos convicção de que o autoritarismo e o golpe nunca podem ser um caminho, nunca podem ser uma via escolhida por políticos eleitos pelo povo brasileiro. Nós já vivemos o trauma de uma ditadura. E os militares, que lá atrás não foram responsabilizados, se acharam no direito de tentarem dar um novo golpe de Estado, liderado pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro. Agora estão todos condenados! Isso também é em memória dos mortos, torturados e desaparecidos da ditadura. Seguirão presos e condenados! E, no próximo ano, reelegeremos Lula e mudaremos este Congresso golpista! - 10/12/2025
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão da oradora.) - Muito já foi dito, mas, primeiro, eu queria, Presidente Hugo Motta, lamentar que esse seja o preço que o senhor topou pagar para antecipar as eleições e defender Tarcísio de Freitas, do seu partido. Saiba que cada vez que o Congresso se mostra inimigo do povo, como está fazendo agora, a nossa força cresce. Eu não tenho dúvida de que o povo brasileiro vai mudar a cara deste Congresso e reeleger o Presidente Lula. Primeiro, essa é a consideração que eu ainda não tinha feito, falei algumas vezes aqui. Segundo, este País é lindo e potente, com uma gente trabalhadora, com uma cultura diversa, mas é um país que ainda está caminhando rumo à consolidação da democracia. Foram quase 4 séculos de escravidão, uma abolição inconclusa, algumas ditaduras e uma ditadura civil militar que torturou Deputados, como o Deputado Ivan Valente, e meu avô. O que acontece é que o pós-ditadura não responsabilizou ninguém. Nós vimos os fardados que torturaram, fizeram desaparecer e mataram anistiados. Isso possibilitou o estado de coisas que nós vivemos hoje, possibilitou novas tentativas de golpe, como nós vivenciamos no último período do Brasil. E eu tinha expectativa, Presidente Hugo Motta, de que V.Exa. ia escolher outro caminho, o caminho de defesa da democracia, que foi o que V.Exa. expressou quando exaltou Ulysses Guimarães. Eu vou repetir o que eu já disse aqui algumas vezes quando exaltou a Constituição brasileira. Infelizmente, V.Exa. fez uma escolha uma escolha! , ao avançar com uma matéria que fere uma decisão histórica do Supremo, que é a condenação do ex-Presidente Jair Bolsonaro e da alta cúpula das Forças Armadas por tentarem dar um golpe de Estado no nosso País. Isso não é brincadeira. Atacar o Estado Democrático de Direito não é brincadeira. Lá atrás a ditadura fechou este Congresso do qual os senhores fazem parte. Não é possível que agora os senhores, eleitos pelo povo, membros do Congresso Nacional, queiram anistiar aqueles que querem lembrar a ditadura, algo que nós não aceitamos que volte mais. Tentaram matar o Presidente da República no plano Punhal Verde e Amarelo e matar o Ministro do Supremo. E o que o senhor, Presidente Hugo Motta, e parte deste Plenário dizem? "Está tudo bem. A democracia a gente negocia". O povo lá fora já disse que a democracia não é negociável. E, por isso, este Congresso tem sido encarado como inimigo do povo. É por isso também que a gente tem que tirar aqueles que não defendem a democracia na próxima eleição e reeleger o Presidente Lula. - 10/12/2025
A Deputada apresentou questão de ordem afirmando que o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, em análise, é inconstitucional por violar a separação dos Poderes, interferir em decisões do Supremo Tribunal Federal, desrespeitar a individualização da pena e ferir os princípios da isonomia, impessoalidade e moralidade ao beneficiar um grupo politicamente identificado. Criticou também o Presidente da Câmara por “escolher o lado do golpe”, dizendo que isso afronta a memória de vítimas da ditadura e de Ulysses Guimarães, cujo nome batiza o plenário. Concluiu, dizendo que o texto fragiliza o sistema penal ao tornar mais brandas as punições para crimes contra o Estado Democrático de Direito, representando um retrocesso e um ataque à democracia.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Questão de ordem,Inconstitucionalidade,violação,Princípio da separação dos Poderes,interferência,Decisão,Supremo Tribunal Federal (STF),desrespeito,individualização,Pena,Princípio da isonomia,Princípio da impessoalidade,Moralidade administrativa,Presidente da Câmara dos Deputados,parcialidade,Golpe de Estado (crime),Vítima,Ditadura militar,Crime contra o Estado Democrático de Direito,Democracia
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, apresento questão de ordem com base nos art. 95 do Regimento Interno, bem como nos arts. 2º; 5º, caput e inciso XLVI; e 37, caput, da Constituição Federal. Primeiro, Sr. Presidente, com todo o respeito que tenho por V.Exa., Ulysses Guimarães dá nome a este plenário e, lá atrás, foi uma das maiores vozes opositoras à ditadura civil-militar. Eu pergunto ao senhor: de que lado ele estaria aqui? Do lado daqueles que ousaram, de novo, tentar dar um golpe de Estado ou do nosso lado, que defendemos com unhas e dentes a democracia? Olhe para mim, Sr. Presidente, e responda! De que lado estaria Ulysses Guimarães? (Manifestação no plenário.) Eu lamento! Eu lamento, porque respeitei muito V.Exa. quando citou Ulysses Guimarães e a nossa Constituição, repito, no seu discurso de posse. E agora, infelizmente, V.Exa. escolheu um lado, que é o lado do golpe de Estado, que, infelizmente, atenta contra a memória do meu avô, torturado na ditadura; do Deputado Ivan Valente, da minha bancada, torturado na ditadura; e de tantos tantos! que veem no julgamento de Bolsonaro e da cúpula das Forças Armadas quase um alento diante desse passado que nos assombra. O senhor tinha a oportunidade de mudar essa história e escolheu um lado. E eu não estou feliz com isso. Eu estou olhando para o senhor, embora o senhor não esteja olhando para mim, para dizer que apenas lamento. E, ao lamentar, digo que este projeto é inconstitucional, porque viola a separação dos Poderes. O substitutivo aqui apresentado interfere diretamente nas decisões do Supremo Tribunal Federal, que é protagonista do maior julgamento da história do nosso País, ajudando a consolidar a democracia, diferentemente do senhor. O projeto também viola o princípio da individualização da pena. Além disso, Sr. Presidente, o projeto viola o princípio da isonomia e da impessoalidade, quando atende a réus politicamente identificáveis, e também desvia a finalidade legislativa e afronta a moralidade administrativa, que o senhor deveria proteger, quando revisa condenações políticas específicas de um grupo político golpista. Por fim, oferece risco à coerência e à estabilidade do sistema penal, porque introduz dispositivos que punem de modo mais brando crimes graves contra o Estado Democrático de Direito. Com a aprovação deste projeto, será branda a pena par quem atacar o Estado Democrático de Direito! Isso será considerado mais brando do que praticar crimes patrimoniais. O senhor está atentando contra a democracia e, lamentavelmente, atentando contra a memória de Ulysses Guimarães. - 09/12/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Federação PSOL REDE,Voto favorável
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A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente Hugo Motta, eu gostaria que o senhor prestasse atenção na minha fala. Eu não votei no senhor para Presidente, mas fui a primeira a elogiá-lo, porque o seu discurso defendeu de forma inegociável a nossa Constituição. O seu discurso, Presidente Hugo Motta, citou Ulysses Guimarães, que nos convoca a uma defesa inegociável da democracia. Mas eu queria dizer da minha decepção de, neste momento, votarmos aqui uma anistia, ou redução de penas como queiram chamar para aqueles que ousaram dar um golpe, de novo, no mesmo Brasil que viveu uma ditadura civil-militar que torturou pessoas como o meu avô e como o Deputado Ivan Valente. Anistiar aqueles que ousaram dar um golpe de novo é ir contra o discurso de V.Exa. Nós votamos "sim" à retirada de pauta.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 11/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.