
Nome civil: Silvio Antonio Guimaraes Machado · 57 anos
Bananômetro
80/100
período curto: nota baseada em 216 votações
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 62% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 97%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 96%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 74%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 30%das 161 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 160 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Redes oficiais de Silvio Antonio
Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
97%
Esteve em 76 de 78 sessões
Votou nas votações
96%
Registrou voto em 207 de 216 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 5 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
30%
Em 161 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
67 discursos na tribuna · de 05/12/2023 a 09/06/2026.
- 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado denunciou as más condições das BRs 222 e 135 no Estado do Maranhão e informou ter protocolado requerimento de informação ao Ministério dos Transportes e ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) sobre as providências adotadas para a recuperação das rodovias. Ademais, alertou para a situação das pontes de acesso à Ilha de São Luís (MA), que têm causado congestionamentos e dificuldades de deslocamento. Por fim, cobrou medidas urgentes para solucionar os problemas de infraestrutura viária no Estado.
Palavras-chave oficiais: Rodovia federal,Maranhão,Requerimento de informação a Ministro de Estado,Atuação parlamentar,Ministério dos Transportes,Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT),Ponte,São Luís (MA),Congestionamento (trânsito),Infraestrutura viária
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Cabo Gilberto, o Maranhão pede socorro. Estive, este final de semana, na cidade de Chapadinha, e a BR-222 está um caos. Crítico! Protocolei hoje um requerimento de informação ao Ministério dos Transportes, ao DNIT, solicitando que esclareçam que providências estão tomando. Nenhuma obra está sendo feita! Srs. Parlamentares, São Luís é uma capital que é uma ilha. Sr. Presidente, São Luís só tem uma ponte uma ponte para a entrada e outra para a saída. A ponte que dá entrada à ilha está interditada, porque está prestes a cair, como aconteceu no sul do Maranhão, na cidade de Estreito, que teve até mortes. Ainda bem que a interditaram antes. Agora só temos a ponte que sai, na qual se está fazendo via dupla, mas essa é uma ponte que precisa de reparos, cheia de buracos. Eu, voltando para São Luís, fiquei 1 hora e meia no Pare e Siga. Estamos tendo ali 5 quilômetros de congestionamento, ou mais, para entrarmos e para sairmos de São Luís. Estamos quase ilhados, literalmente. Nós estamos falando da capital do Estado do Maranhão, a Região Metropolitana. São quatro Municípios na ilha. É um universo de mais de 2 milhões de pessoas ilhadas. E este desgoverno não faz nada. E a BR-135, que dá acesso a São Luís, depois que se passa a ponte, é buraco, cratera. A situação está crítica. O Maranhão pede socorro. Alguma coisa precisa ser feita. Nós temos, em média, por dia, uma entrada de 8 mil veículos, caminhões em São Luís. Agora vocês imaginem essa situação. E não temos nem previsão de quando começa a construção da nova ponte. Essa é a situação do povo maranhense, dos ludovicenses, da BR-222, da BR-135. O Maranhão pede socorro. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 09/06/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 571, de 2026, que aprova o texto do Acordo de Livre Comércio entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e a República de Singapura, assinado no Rio de Janeiro, em 7 de dezembro de 2023.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Voto favorável,Partido Liberal (PL)
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Partido Liberal vota "sim". Sr. Presidente, eu quero, neste momento, agradecer a V.Exa. a confiança. Estou encerrando, esta semana, mais um período de mandato, tirando a licença da Deputada Detinha. Tive a oportunidade de servir a esta Casa, presidi alguns períodos de Ordem do Dia. Agradeço a V.Exa. a confiança. Pode contar comigo. Assim que eu puder, estarei sempre à disposição da Câmara Federal e dessa Mesa. Muito obrigado. - 02/06/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou declarações do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos, afirmando que a medida poderia contribuir para ampliar o combate ao crime organizado por meio de sanções financeiras, restrições migratórias e cooperação internacional. Além disso, apontou o avanço da atuação de facções criminosas em diferentes regiões do País e associou esse cenário ao agravamento da insegurança pública. Na continuidade, ressaltou os impactos da violência sobre as famílias brasileiras e defendeu que o enfrentamento ao crime deve ser tratado como prioridade nacional. Por fim, elogiou a atuação do Senador Flávio Bolsonaro em relação ao tema e criticou a condução do Governo Federal na área da segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Crime organizado,Organização terrorista,Estados Unidos,classificação,Sanção financeira,Migração,Cooperação internacional,Organização criminosa,Segurança pública,Violência,Família,Política de segurança pública,Governo federal,Senador,Atuação parlamentar
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. e Sras. Parlamentares, povo brasileiro, o PCC e o Comando Vermelho foram classificados como organizações terroristas pelos Estados Unidos, e o Presidente Lula, depois disso, apareceu visivelmente chateado, revoltado. Vejamos o que ele disse: "Estou muito triste. Os Estados Unidos disseram que os nossos criminosos são terroristas". Nossos criminosos? Criminosos dele. Isso é uma afronta ao povo brasileiro, que sofre com a falta de segurança pública. E não é a primeira vez em que ele defende criminosos das suas facções. Ele disse certa vez que os traficantes são vítimas dos usuários. Ele alega que essa declaração afeta a soberania nacional e que vai acontecer uma intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil. Que mentira! O povo precisa saber da verdade. Vão acontecer sanções financeiras. Deveria acontecer cooperação internacional mais agressiva, restrições migratórias, pressões sobre as empresas ligadas ao tráfico. Mas, depois disso, vimos nas redes sociais uma cena de um jovem em Rondônia sendo executado praticamente ao vivo; depois, matérias no Ceará de vilas inteiras abandonadas por ordem do tráfico. Enfim, todos nós brasileiros sabemos como o tráfico, esses traficantes, essas facções têm dominado. O Governo não tem dado conta de resolver o problema interno. E é claro que a gente precisa de ajuda externa. Quantas famílias estão sofrendo, mães chorando pelos seus filhos mortos, quantos jovens estão com seus futuros destruídos. Não adiantam medidas populares, não adianta mais folga para o trabalhador, não adianta nada disso se o povo não tem segurança. Vai sair com a família para onde? Vai passear onde? O que vai fazer? Todo mundo está trancado em casa com medo, porque os traficantes, os bandidos estão tomando conta das cidades. Eu quero dizer que esta é a preocupação hoje número um do brasileiro, a segurança pública. E nós temos um presidente com uma atitude dessas. O Senador Flávio Bolsonaro, em uma visita ao Presidente Trump, fez mais pela segurança pública do que o Presidente Lula em 3 anos e meio de mandato, que não consegue fazer nada em relação a este assunto. Com essas declarações, com essa posição do atual Presidente, acabou para ele. O povo brasileiro está sofrendo, está cansado e não pode mais esperar. Chega. Ele mesmo deu um fim à sua carreira política. Acabou. E o povo brasileiro vai dar a resposta que realmente precisa dar, a solução que nós temos que ter para ver o nosso Brasil com mais segurança. Muito obrigado, Presidente - 12/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, por sua declaração com viés ideológico e militante incompatível com a magistratura. Ademais, destacou que a Constituição veda a atuação política de magistrados e apontou risco de parcialidade no Poder Judiciário. Por fim, defendeu a Proposta de Emenda à Constituição da imparcialidade do Poder Judiciário, de sua autoria, para exigir quarentena a ocupantes de cargos políticos antes do ingresso na magistratura.
Palavras-chave oficiais: Presidente,Tribunal Superior do Trabalho (TST),declaração,Militância política,Magistratura,imparcialidade,Poder Judiciário,Constituição Federal (1988),Proposta de Emenda à Constituição,Autor (proposição legislativa),Quarentena (administração pública)
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero repetir uma frase abro aspas: "Nós vermelhos temos uma causa, não temos interesse". Isso não veio de nenhum Deputado da Esquerda, isso não veio de nenhum militante em uma passeata ou em um palanque político. Essa fala veio do Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, no encerramento do maior congresso de magistrados do País, o Sr. Luiz Philippe Vieira de Mello Filho. Traduzindo para o português claro, Srs. Parlamentares, o homem que preside o mais alto tribunal trabalhista do Brasil admitiu que tem uma agenda, uma causa, uma cor, uma bandeira política. Agora, pensem no trabalhador brasileiro, aquele que acorda às 5 horas da manhã e paga seus impostos, que um dia venha precisar da Justiça do Trabalho para garantir seu direito, que foi conquistado com suor. Esse trabalhador tem o direito de saber que quem o estará julgando é um juiz que aplica a lei com militância, que está à disposição de uma causa. A Constituição, no art. 95, é direta ao dizer que magistrado não faz política. O Presidente do TST disse, ao vivo, que ele faz isso. Até quando vamos ver a nossa Constituição ser desrespeitada? E o pior, por Ministros das Cortes, porque não é só ele que a desrespeita, há outros também. É por distorções como essa que, antes desse episódio mesmo, eu apresentei a PEC da Imparcialidade do Judiciário. A proposta é simples e necessária. Quem vem do mundo político, do Executivo, não pode ocupar uma cadeira no Judiciário sem cumprir uma quarentena, para não levar ao cargo suas bandeiras políticas e fazer do Judiciário um Poder político. Chega de toga como prêmio partidário. A toga precisa voltar a ter peso no Brasil, precisa voltar a significar imparcialidade. Eu conto com os meus pares Parlamentares para que possamos levar essa PEC à frente. Muito obrigado, Sr. Presidente. Peço que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. - 05/05/2026Breves Comunicações
O Deputado denunciou o estupro coletivo de duas crianças em São Paulo (SP) e criticou a desproporção na repercussão do caso em comparação com episódios de violência contra animais. Ademais, defendeu o endurecimento das punições para adolescentes envolvidos em crimes graves e a redução da maioridade penal. Além disso, afirmou que quatro dos cinco envolvidos no crime eram adolescentes e considerou insuficiente a internação de três anos em programa socioeducativo diante da gravidade do crime.
Palavras-chave oficiais: Estupro compartilhado de vulnerável,São Paulo (SP),Violência,Animal,Repercussão social,Aumento da pena,Adolescente,Maioridade penal,redução
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, no último dia 3, domingo, aconteceu um crime hediondo em São Paulo. Duas crianças, uma de 7 anos e outra de 10 anos meninos, da periferia, negros, pobres , sofreram estupro coletivo. Eu fico observando a desproporção entre a discussão nesta Casa e na mídia de temas como este e de outros temas. Quando o Cão Orelha foi agredido, levantaram bandeiras, pressionaram por leis, falaram em endurecer punições, mas, agora, diante de crianças violentadas, o que se vê é uma certa indiferença. Mas por que essa indiferença? Porque esse fato coloca em discussão a redução da maioridade penal. Eu fico indignado quando matam uma criatura de Deus, um cachorro, mas muito mais quando crianças são abusadas, violentadas. Eu vejo uma inversão de valores, uma distorção moral gigante. Quero pedir, nesta tribuna, que não mexam com as nossas crianças, não mexam com os inocentes. Chega de hipocrisia seletiva! A defesa da vida não pode ser feita de modo conveniente, de acordo com as pautas que a gente defende; ou vale para todos, ou não vale para ninguém. Quem age de modo conveniente tem um discurso barato, precisa de punição. Por isso, nós devemos defender nesta Casa esta campanha: redução da maioridade penal já! Digo isso porque, dos cinco infratores, quatro são adolescentes. E sabem qual será a punição para eles? Três anos de internação em programa socioeducativo. Depois, estarão livres para cometer mais crimes. Eles são delinquentes e precisam pagar, ser punidos, mas, na hora de cometerem crime, são menores... Sr. Presidente, esta Casa tem que se comprometer com a pauta da redução da maioridade penal já! Obrigado, Presidente. Solicito a V.Exa. que meu discurso seja divulgado pelas redes sociais desta Casa. - 29/04/2026Breves Comunicações
O Deputado levou à tribuna demandas apresentadas por entidades ligadas à educação superior e à pesquisa científica. Relatou apelo da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil, que representa 37 entidades em greve desde 23 de fevereiro de 2026, e solicitou negociação do Governo Federal para encerrar a paralisação nas universidades federais. Também destacou manifestação da Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular sobre sucessivas reduções na cota de importação do CNPq, apontadas como fator de risco à continuidade de pesquisas científicas. Concluiu, defendendo providências para garantir o funcionamento das instituições e preservar o desenvolvimento científico nacional.
Palavras-chave oficiais: Educação superior,Pesquisa científica,Federação,Sindicato,Técnico-administrativo em educação,Greve,Instituição de Ensino Superior (IES),Universidade pública,Governo federal,negociação,Sociedade (pessoa jurídica),Bioquímica,Biologia,redução,Cota,Importação,Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq),Desenvolvimento científico
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero dar voz, nesta tribuna, a duas entidades que me procuraram: a primeira é a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil. Eles se encontram em greve desde o dia 23 de fevereiro de 2026. São representados por 37 entidades e estão fazendo um apelo ao Governo do PT, Partido dos Trabalhadores, para que atenda a reivindicação dos sindicatos e eles possam terminar a greve que está prejudicando as universidades federais. A outra entidade é a Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular, que faz um apelo profundo. Esta entidade está preocupada com a situação atual da cota de importação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Essa cota tem sofrido reduções sucessivas e graduais nos últimos anos e chegou a um patamar em que fica inviável o prosseguimento dos trabalhos científicos realizados por essa entidade, inclusive ligados às universidades federais. Eles fazem um apelo ao Governo do PT para que atenda essa demanda e não parem as pesquisas científicas que estão sendo realizadas. Sem essa cota, fica impossível dar continuidade aos trabalhos, e o nosso Brasil precisa realizar pesquisas científicas relevantes para o desenvolvimento da nossa Nação e do nosso povo. Fica aqui o nosso apelo ao Governo Federal para que atenda a Federação dos Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior para que a greve termine, e também atenda a Sociedade Brasileira de Bioquímica e Biologia Molecular na questão das cotas que garantem o desenvolvimento científico da Nação. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 28/04/2026
O Deputado fez uma correção à fala de uma Deputada de Esquerda, dizendo que o Partido Liberal não votou contra a matéria, mas sim a favor, como poderia ser visto no painel. Afirmou que o PL faz oposição ao Governo, mas não ao povo, e que vota “sim” em projetos de interesse popular.
Palavras-chave oficiais: correção,Discurso parlamentar,Deputada federal,Esquerda política,Voto,Partido Liberal (PL)
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Parlamentar da Esquerda disse que o Partido Liberal foi contra, mas, se ela olhar para o painel eletrônico, verá que o voto do Partido Liberal é "sim", é a favor. O Partido Liberal pode fazer oposição ao Governo, mas não oposição ao povo. A todos os projetos que são de interesse do povo o Partido Liberal vota "sim". Eu queria só fazer essa correção. Muito obrigado. - 28/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Esta é uma PEC, uma proposta que assegura proteção social, amplia os direitos e também contempla os profissionais do serviço social em todo o Brasil. Eu quero fazer uma homenagem à minha filha, a Thalita Raquel, que é assistente social. O meu voto é "sim", mas a Minoria libera a bancada. Obrigado. - 23/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 580, de 2022, que altera a Lei 12.305, de 2010, que Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de dispor sobre penalidade para quem joga lixo em via ou qualquer tipo de logradouro.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, por coincidência, eu acabei de receber, antes da votação, uma mensagem do cidadão João Carlos, que é morador do Bairro Cohatrac, onde eu moro, em São Luís, no Maranhão. Lá existe uma reserva ambiental chamada Itapiracó. Lá a Prefeitura fez o Ecoponto, local onde os moradores devem descartar o lixo, mas, por falta de educação, o povo descarta o lixo dentro da reserva. Este projeto vai suprir essas necessidades que nós temos em todo o Brasil. O povo precisa de educação, mas este projeto já vai ajudar a coibir esse tipo de situação. Eu quero parabenizar o Deputado Kim Kataguiri pela autoria e o Deputado Marcelo Queiroz pela relatoria do projeto. O voto é "sim". - 23/04/2026
O Deputado ressaltou a importância do Projeto de Lei nº 580, de 2022, que altera a Lei 12.305, de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a fim de dispor sobre penalidade para quem joga lixo em via ou qualquer tipo de logradouro. Ademais, defendeu que a proposição também contemplasse política educacional sobre meio ambiente e descarte de lixo, em vez de priorizar apenas a cobrança de multa.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Resíduos Sólidos,penalidade,Lixo,Via pública,Logradouro público,Política educacional,Política ambiental,Meio ambiente,descarte,Multa
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, sobre o projeto, quero dizer que é importante e gostaria que o Deputado Kim Kataguiri prestasse atenção ao que vou dizer , mas ele poderia contemplar uma política educacional, e não apenas cobrar multa. O nosso povo precisa de educação em relação ao meio ambiente, em relação ao descarte de lixo, não só de multa. Nós temos que ter uma política, um programa de educação que oriente o povo e que informe que a partir dali haverá multa. Que esse programa venha a trazer educação. Não queremos multa, queremos o meio ambiente limpo, as cidades limpas. Então, eu acho que este projeto poderia contemplar isso. - 23/04/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a carga tributária nacional ao comparar os impostos atuais com a cobrança de cerca de 20% atribuída à Coroa Portuguesa no contexto da morte de Tiradentes. Denunciou que o Governo Lula adotou 37 medidas de aumento de impostos, entre elas a tributação sobre receitas financeiras, gasolina, etanol, petróleo, apostas esportivas, compras de pequeno porte, armas, munições, painéis solares e veículos elétricos. Por fim, defendeu protestos e mobilizações contra a política tributária do Governo Federal.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Carga tributária,Política fiscal,aumento,Imposto,Movimento de protesto
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós tivemos agora, recentemente, no dia 21, um feriado nacional. Um homem foi enforcado, esquartejado. Ele pagou com a própria vida, porque protestou contra a Coroa Portuguesa cobranças de impostos, cerca de 20%. Ele é mais conhecido como Tiradentes. Sr. Presidente, Tiradentes morreu porque foi contra 20% de impostos. Hoje nós vivemos numa República, numa democracia em que o povo, o cidadão brasileiro paga o dobro, cerca de 40%, quando se somam todos os impostos. Sr. Presidente, será que Tiradentes morreu em vão? Se a gente fosse analisar, eu acho que a gente veria que o povo brasileiro teria saudade da Coroa Portuguesa, porque a República está explorando o povo muito mais do que a Coroa. O atual Governo Lula adotou 37 medidas de aumento de impostos. São 37 iniciativas! Cito aqui algumas delas: PIS/Cofins sobre receitas financeiras; PIS/Cofins sobre gasolina e etanol; imposto sobre exportação de petróleo; ICMS fora da base de cálculo de créditos de PIS/Cofins; voto de qualidade no Carf; tributação das apostas esportivas em bets essas merecem mesmo ; "taxa das blusinhas", que se refere a compras de pequeno porte, e, mesmo assim, esse Governo cruel taxou; IPI sobre armas de fogo e munições; imposto de importação sobre painéis solares o povo vai ter que pagar pela luz solar, pela luz do sol, porque o Governo aumentou os impostos para quem vai colocar painéis solares ; tributação de veículos elétricos, e por aí vai. Sr. Presidente, é tanto imposto, a lista é tão grande, que a gente ia passar a manhã aqui lendo. Mas certo é que o povo brasileiro, o cidadão da República Federativa do Brasil, está vivendo dias terríveis, com uma carga tributária horrível. Isso nos faz lembrar de que Tiradentes morreu reclamando de 20% que a Coroa Portuguesa cobrava. É isso, Sr. Presidente. Eu queria deixar aqui este meu discurso para que o povo brasileiro pudesse refletir, porque podemos até não ir mais para a forca, mas nós temos que protestar e ir para as ruas. Estamos cansados de tantos impostos. Obrigado, Sr. Presidente. - 22/04/2026Breves Comunicações
O Deputado registrou homenagem aos 78 anos da criação do Estado de Israel, destacando o processo histórico de reconhecimento internacional em 1948 e os desafios enfrentados desde então. Mencionou a Resolução 181 da ONU e a participação do brasileiro Oswaldo Aranha no contexto da formação do País. Ressaltou ainda características institucionais de Israel e citou tensões na região, incluindo a atuação de grupos e governos contrários à sua existência. Manifestou também expectativa por convivência pacífica entre os povos e destacou a relevância simbólica da data para a população israelense.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Data comemorativa,criação,Israel,Resolução,Organização das Nações Unidas (ONU),Conflito,Oriente Médio
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, mais uma vez, feliz aniversário! Parabéns, Deputado Hildo Rocha, por esta data importante na sua vida! Subo a esta tribuna para fazer uma homenagem aos 78 anos de independência do Estado de Israel. Na verdade, Israel tem hoje 5.786 anos, mas comemora 78 anos da sua recondução à condição de Nação, reconhecida por todas as nações da Terra. Foi uma conquista marcada por esforço, dor, sacrifício e que ainda reflete nos dias de hoje estes desafios, pois temos grupos terroristas e governos fundamentalistas que defendem o fim do Estado de Israel. Vale lembrar que Israel é o único país democrático do Oriente Médio. Nós que defendemos a democracia deveríamos apoiar as nações que são também democráticas. O país acolhe hoje cerca de 10 milhões de cidadãos, garantindo liberdade de expressão e representatividade no Parlamento, desmentindo mentiras propagadas por aqueles que atacam a nação de Israel. Ser um israelense é um desafio que precisa de coragem, inovação e que abrange não apenas cidadãos judeus, mas também árabes. Apesar de acolher todos os povos da Terra, o ódio contra Israel ainda é grande. Há pessoas que pregam a sua destruição. Isso torna impossível o diálogo, para manter a paz naquele território. Nós sabemos que Israel, como Nação, tem direito e dever. E vale a pena lembrar que, em 1948, quando foi reconhecido como Nação, houve a aprovação da Resolução nº 181, da ONU, cuja proposta era a partilha, dividir o território entre judeus e árabes. Os árabes não aceitaram a resolução. Os judeus, sim, a aceitaram. Então, em 1948, o brasileiro Oswaldo Aranha, então Secretário da ONU, decretou, juntamente com outras nações, a Nação de Israel e o direito do povo judeu voltar à sua terra. Desejamos ao povo de Israel força, fé e esperança e que possa haver dias melhores de justiça e convivência de paz entre todos os povos. Am Yisrael chai, ou seja, o povo de Israel vive. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 09/04/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a incoerência na atuação da Justiça no País. Em seguida afirmou que há tratamento desigual na aplicação da lei, o que comprometeria a confiança da população nas instituições. Nesse sentido, citou denúncias envolvendo o sistema bancário e mencionou suspeitas relacionadas a membros do Supremo Tribunal Federal (STF), além de decisões judiciais que considerou desproporcionais. Também abordou a interrupção de investigações sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ao concluir, defendeu a necessidade de restaurar a credibilidade do Judiciário e fez apelo ao Presidente do STF por providências.
Palavras-chave oficiais: Poder Judiciário,Supremo Tribunal Federal (STF),Ministro do Supremo Tribunal Federal,incoerência,Aplicação da lei,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Banco Master,credibilidade
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero falar sobre a incoerência da Justiça. Vivemos um tempo em que a palavra "justiça" tem sido repetida com frequência, mas, infelizmente, praticada com incoerência. A Justiça deveria ser o alicerce da Nação. Ela deveria ser cega para os interesses, surda para pressões e firme diante da verdade, mas o que vemos, muitas vezes, é uma Justiça seletiva, dura com alguns, complacente com outros; rápida para uns, lenta para outros. Isso não é justiça, isso é distorção. Uma sociedade não se sustenta quando o cidadão comum começa a sentir que há dois pesos e duas medidas na Justiça. Precisamos de coragem para dizer o óbvio. Não existe democracia forte sem Justiça coerente. Não existe liberdade real quando a aplicação da lei depende de quem você é, de quem você conhece ou de que lado você está. Nós estamos diante do maior escândalo no sistema bancário do País, com o caso do Banco Master. E há o envolvimento de Ministros do STF, a Suprema Corte da Justiça do nosso País, responsável pela segurança jurídica do Brasil e pela guarda da Constituição. Esta semana, a Receita Federal confirmou que a esposa do Ministro Alexandre de Moraes recebeu 80 milhões de reais do Banco Master. E o mesmo Ministro condenou um idoso de 71 anos, de Santa Catarina, a uma pena de 14 anos, porque deu uma contribuição de 500 reais aos manifestantes dos atos de 8 de janeiro de 2023, e ele nem esteve em Brasília. Nós precisamos de justiça. O Brasil clama por uma resposta. Tivemos recentemente a interrupção dos trabalhos da CPMI do INSS, que daria uma resposta aos aposentados que foram roubados. Ela não pôde ser prorrogada, em razão de uma decisão da Justiça, proferida por uma Corte de Justiça em que os seus membros são suspeitos. Como colocar nas mãos desses homens a Suprema Corte de Justiça do País? Eu faço um apelo ao Exmo. Sr. Ministro Fachin, Presidente do STF: por favor, o senhor precisa fazer algo. Eu não preciso dizer aqui o que o senhor tem que fazer. O senhor sabe. Resgate a imagem, a credibilidade do STF. O Supremo hoje está em descrédito. A população está com os olhos voltados para esta Casa, esperando o que vai acontecer. E o povo clama por justiça, nas ruas, nas redes sociais, nas mídias. O que nós queremos, hoje, é clamar por justiça nesta Casa, para que a justiça seja feita neste País, e não essa incoerência judicial que nós estamos acompanhando. Sr. Presidente, eu peço que a minha fala seja divulgada nas mídias sociais da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 09/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda do Senado Federal ao Projeto de Lei de Conversão nº 1, de 2026 (Medida Provisória nº 1.323, de 2025), que altera a Lei nº 10.779, de 25 de novembro de 2003, que dispõe sobre a concessão do benefício de seguro-desemprego, durante o período de defeso, ao pescador profissional que exerce a atividade pesqueira de forma artesanal.
Palavras-chave oficiais: Emenda,Senado Federal,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Orientação de bancada,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta "sim". Faço, no entanto, uma observação sobre a fiscalização e o controle de quem, de fato, vai receber o seguro-desemprego. Presidente, V.Exa. bem sabe, já que também é do Maranhão, das fraudes que ocorrem em relação ao auxílio-defeso. Em um Município do Maranhão, Raposa, chegou a haver mais pessoas cadastradas como pescadores do que a própria população do Município. V.Exa. bem sabe que políticos que detêm a Pasta da pesca no Maranhão usam e controlam, para se elegerem, este recurso federal dos pescadores. Nossa preocupação é com a fiscalização dos recursos deste seguro, para garantir que ele, de fato, chegue aos pescadores e que ele não seja usado para fraudes e benefícios próprios de alguns políticos no Maranhão. Esta é a minha observação. - 08/04/2026
O Deputado registrou homenagem ao Deputado Cabo Gilberto pela passagem de seu aniversário. Destacou a atuação do colega como líder da Oposição, descrevendo sua presença no Parlamento como marcada pela defesa de pautas políticas e pela participação nos debates legislativos. Também mencionou reconhecimento à trajetória do aniversariante e fez votos de bênçãos e continuidade em sua atuação pública. Utilizou o espaço para reforçar o cumprimento institucional e o registro da data nos trabalhos da Casa.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Aniversário de nascimento,Congratulação
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós queremos registrar que hoje é o aniversário do Deputado Cabo Gilberto, nosso Líder da Oposição. Um Deputado aguerrido, combativo, que nos inspira neste Parlamento a continuar a lutar pelo nosso Brasil. Nós queremos parabenizá-lo e pedir a Deus que o abençoe ainda mais. Muito obrigado. - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 77, de 2026, que dispõe sobre regras relativas a benefícios tributários e despesas obrigatórias no exercício de 2026; ressalvados os destaques.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Oposição política,Voto favorável
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, este é um projeto interessante, que garante recursos para a licença-paternidade, prestigiando, assim, a presença do pai na família, e também contempla benefícios para o livre comércio. Então, a Oposição orienta o voto "sim". - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul. Ademais, criticou o Governo Federal pelo déficit nominal de 1 trilhão de reais ao ano.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Oposição política,Voto favorável Dívida pública,Despesa pública,Governo federal,Deficit
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Pela Minoria e pela Oposição, Sr. Presidente, quero dizer que o rombo da dívida pública, quando entram os juros da dívida, o déficit nominal é de cerca de 1 trilhão de reais ao ano. O Governo gasta mais do que arrecada. O Estado cresce cada vez mais. Por esse motivo, nós indicamos "sim". - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul. Ademais, alertou para os gastos públicos do Governo Federal e para o recorde histórico do endividamento das famílias brasileiras.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável Despesa pública,Governo federal,Dados,endividamento,Família
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, estamos tratando da criação de 302 cargos, com um custo a mais de 200 milhões de reais. Nós estamos preocupados com os gastos públicos que o Governo continua fazendo. Recentemente saiu mais um dado, que é um recorde histórico: 80,2% das famílias brasileiras estão endividadas, ou seja, a cada dez brasileiros, oito estão endividados. E se quer criar mais uma conta para eles pagarem, sendo que 29,6% das famílias estão inadimplentes, estão com dívidas em atraso, pendências. Então, a situação do Brasil, economicamente falando, é séria. A situação das famílias é séria! E nós estamos discutindo criação de cargos, mais custos. A orientação é "sim". - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 6.359, de 2025, que dispõe sobre a criação de duas varas federais no Estado do Amazonas e de seis varas federais no Estado de Mato Grosso do Sul.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Oposição política,Voto favorável
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, de fato, este projeto interessa ao contribuinte, porque ele vai ter que pagar mais impostos. Eu acho que, com um projeto como esse, o Governo deveria dizer onde cortar gastos, para cobrir a criação de outros cargos. Por isso, voto "sim", pela retirada de pauta. - 18/03/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu a classificação das facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, uma vez que já representam ameaça internacional e exigem enfrentamento mais rigoroso. Criticou a posição do Governo Lula contrária à medida, afirmando que tal entendimento dificulta o combate ao crime organizado. Destacou que os Estados Unidos buscam essa classificação diante da presença dessas facções em seu território e que outros países, como Bolívia e Paraguai, também demonstram a mesma preocupação. Ao final, sugeriu que os Parlamentares da base governista se antecipem e adotem essa classificação no Brasil, sem depender de iniciativas externas.
Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Organização terrorista,Terrorismo,classificação,Governo federal,Presidente da República,Política de segurança pública,Crime organizado,Estados Unidos,Bolívia,Paraguai,Base de apoio político,Governo,Parlamentar
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O SR. SILVIO ANTONIO (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero falar sobre a classificação das facções criminosas PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas, porque já são criminosos. Os Estados Unidos, por já se sentirem ameaçados pela presença dessas facções em seu território, querem fazer tal classificação, mas o Governo Lula não concorda com isso, alegando que se trata de uma ameaça à segurança nacional e à soberania do Brasil. Como pode ser uma ameaça classificar como terroristas facções que nós precisamos combater? E isso o Brasil não está conseguindo fazer. O que os Estados Unidos querem é ajudar a combater o crime organizado, que já chegou, com essas facções, a 28 países. Agora não são só os Estados Unidos que querem esse reconhecimento. O Presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, disse recentemente que o Brasil exporta violência ao seu País. O Presidente do Paraguai pede ao Presidente Trump que o PCC e o Comando Vermelho sejam classificados como grupos terroristas. Portanto, meu povo, eu quero aqui dar uma sugestão aos Parlamentares da base do Governo Lula para que se adiantem e classifiquem essas facções como grupos terroristas. Não precisam esperar os Estados Unidos, a Bolívia, o Paraguai. Vamos fazer logo isso, enquadrar esses grupos e combatê-los. É isso que nós precisamos fazer. Fica aqui a sugestão.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.