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Detector de Bananada
Foto de Silvia Waiãpi

Deputada · Câmara

Silvia Waiãpi

PL · AP

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Silvia Nobre Lopes · 51 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 72 de 100, Tá no Caminho0406080100

72/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 32% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 90%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 71%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 63%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 21%das 427 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 94%das 366 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

Redes oficiais de Silvia Waiãpi

Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

90%

Esteve em 236 de 262 sessões

Melhor que 28% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

71%

Registrou voto em 553 de 776 votações nominais

Melhor que 23% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 46 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 40 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 427 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

43 discursos na tribuna e 5 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 15/04/2025.

  • 16/03/2023

    Anúncio da apresentação de proposta de imprescritibilidade de crimes sexuais praticados contra crianças. Compromisso de luta pelo encarceramento de estupradores.

    Palavras-chave oficiais: Homicídio,Criança,Mazagão (AP),Crime sexual contra vulnerável,Projeto de lei ordinária,prescrição

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero falar sobre a Sarah, uma criança de 9 anos que ontem foi estuprada, estrangulada e afogada no Amapá, assim como Estephani, em 2020, no Município de Mazagão, também no Amapá. Senhores, nós vamos entrar com uma proposta para que nós, jamais — jamais! —, venhamos a permitir que crimes sexuais praticados contra crianças prescrevam. Senhores, eu posso escutar, porque um dia fui estuprada, o gemido e o grito dessa criança pedindo por socorro. O algoz, o assassino, um dia, poderá ser solto. Ele terá uma segunda chance, e nós continuaremos amordaçando e silenciando nossas crianças. Até quando, senhores, meninas serão violadas e nós estaremos defendendo bandidos ao dizer que eles merecem uma segunda chance, que esses malditos — malditos! — merecem sair da cadeia, e tantos e tantos em comissões de direitos humanos estarão pedindo o desencarceramento em penitenciárias para favorecer homens que silenciaram, amordaçaram, estupraram e jogaram crianças num matagal? Até quando nós deixaremos nossas crianças serem violadas? Eu não permitirei, como Parlamentar, que crianças continuem sendo esquecidas, tenham o grito abafado e a boca amordaçada. Obrigada.
  • 16/03/2023Breves Comunicações

    Participação da oradora nas Comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e da Amazônia, dos Povos Originários e Tradicionais. Apresentação do Projeto de Lei nº 1.183, de 2023, sobre a obrigatoriedade do uso do Fundo Amazônia em ações de prevenção, controle, monitoramento e fiscalização de fronteiras e combate ao desmatamento. Realização de investimentos na área de segurança pública para intensificação do combate à criminalidade nas regiões fronteiriças do País

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Membro,Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais Projeto de lei ordinária,recursos,Fundo Amazônia,Segurança pública,Fronteira,combate,Criminalidade

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero deixar claro aqui que nós estamos participando de várias Comissões, dentre elas a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e a Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais. Pensando nisso e observando o aumento da criminalidade e o tráfico de drogas sendo produzido nas nossas fronteiras, nós demos entrada a um projeto de lei para pedir que 15% do Fundo Amazônia sejam destinados para a segurança pública dos Estados da Região Norte que fazem fronteira com outros países. Somente incentivando e fazendo investimento financeiro na segurança pública poderemos controlar e ajudar a monitorar o tráfico de drogas e o tráfico humano nessas regiões de fronteira. Obrigada.
  • 14/03/2023Breves Comunicações

    Relato da vida da oradora como atleta profissional. Maior amparo governamental às mulheres no esporte.

    Palavras-chave oficiais: Mulher,Esporte,Atleta profissional,Deputada federal,Partido Liberal (PL),Amapá (AP),Vítima,Estupro

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP. Sem revisão da oradora.) - Senhores, este não é um discurso, é um depoimento. Eu fui estuprada. Naquela noite, tentei correr do meu agressor, mas eu não sabia correr, e ele me pegou. Eu prometi a mim mesma que nunca mais — nunca mais! — me tocariam como eu fui tocada. (A oradora se emociona.) No outro dia, eu calcei um tênis e tentei correr. Corri. Corri. Corri até que eu me transformei em uma atleta profissional. No esporte, eu consegui todas as minhas qualificações. Foi a força das minhas pernas que pagou os meus estudos. Eu sabia que, se eu não corresse, se eu não ganhasse provas, os meus filhos não comeriam. Por várias vezes, enquanto eu corria uma prova que eu precisava ganhar, eu passava mal e desmaiava. Para meu maior desespero, quando eu voltava, dentro de um pronto-socorro, eu descobria que eu não havia ganhado a prova e que os meus filhos iriam passar fome. Eu fui uma das melhores atletas corredoras do Brasil. Todas as vezes que eu corria, o fazia entre homens e mulheres, com vários atletas profissionais. E geralmente eu era uma das 300 primeiras pessoas a cruzar a linha de chegada e a primeira mulher. Mas, se hoje eu tivesse que concorrer com homens, os meus filhos não comeriam. Então, eu quero falar para o Brasil, para vocês atletas: protejam as nossas mulheres atletas. Não deixem que seus filhos passem fome, como tantas e tantas vezes os meus passaram. Eu precisava ganhar uma prova para poder comer. As mulheres atletas precisam continuar produzindo. Eu corria de 200 a 300 quilômetros por semana para poder comer, para poder pagar os meus estudos e alimentar os meus filhos. Não deixem que mulheres atletas percam a possibilidade de continuar alimentando os seus filhos e de lutar pelas suas vidas. Protejam as nossas mulheres atletas! Obrigada.
  • 07/03/2023entregue por escrito

    Transcurso do Dia Internacional da Mulher. Baixa representatividade feminina na Casa, não obstante a eleição de grande número de Deputadas no último pleito eleitoral. Enfrentamento à violência contra a mulher no País. Ingresso da oradora no Exército brasileiro. Compromisso de atuação parlamentar em defesa dos cidadãos, em especial das mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Dia Internacional da Mulher,Deputada federal,Indígena,Mulher,Representatividade feminina,Representatividade política,Violência contra a mulher,Violência doméstica,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELA SRA. DEPUTADA SILVIA WAIÃPI. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a importância do dia 8 de março para as mulheres impõe sobre mim a obrigação de me expressar e de me dirigir aos eleitores que represento, bem como a todo o povo brasileiro, para celebrar as conquistas e reforçar as lutas de todas as mulheres por mais respeito e reconhecimento na sociedade. Iniciamos no dia 1º de fevereiro uma nova legislatura nesta Casa, a de maior presença feminina da história, e ainda assim as Deputadas ocupam apenas 17% das cadeiras. Não cheguei aqui para ser só mais uma parte dessa fração. Trago comigo a vivência de uma mulher indígena, mãe e avó que conhece as agruras da vida, tanto as experimentadas por quem habita áreas isoladas quanto as das grandes cidades. Minhas vivências e conquistas são as credenciais que exibo para me colocar, hoje, como representante de uma parcela importante da população brasileira e defensora, nesta Casa, da emancipação e da liberdade dos cidadãos, indistintamente. A celebração do Dia da Mulher tem tudo a ver com emancipação e liberdade, Sr. Presidente. Essa data proporciona grandes e profundas reflexões sobre o papel da mulher na sociedade, as evoluções e os obstáculos a serem superados para caminharmos rumo a uma realidade mais justa, pacífica e segura. Sim, evoluímos ao longo do tempo e conquistamos espaços que historicamente nos eram vedados, mas temos muito que conquistar ainda, por exemplo, no que se refere às oportunidades de ascensão no mercado de trabalho e à igualdade de salários. Todavia, é no que diz respeito à violência sofrida pelas mulheres que deposito minhas maiores preocupações. O enfrentamento à violência doméstica e à violência a que estamos sujeitas nas ruas ou nos nossos ambientes de trabalho é, sem dúvida, um desafio que precisa ser encarado com determinação e ações efetivas por parte dos governos, por este Parlamento, pelo Judiciário, na aplicação de penas, e pela sociedade mobilizada e conscientizada em prol da segurança e da paz. É imperioso que os canais para recebimento de denúncias de casos de violência contra a mulher sejam mais eficazes e cheguem ao conhecimento de toda a população. Igualmente urgente é a oferta de bons serviços de assistência social e jurídica às vítimas de violência e a valorização do aparato policial designado à proteção e defesa das mulheres. Senhoras e Senhores, tenho a honra de ter sido a primeira mulher indígena a ingressar no Exército Brasileiro. Como membro daquela Força, abracei a missão de defender o meu País em sua soberania e integridade. Agora, como parlamentar, reforço esse compromisso no âmbito humano, na defesa dos cidadãos e, de modo especial, na defesa das cidadãs brasileiras. O dia 8 de março nos traz a possibilidade de sonhar a sociedade em que gostaríamos de viver. Podemos projetar o futuro que queremos para nós, nossas filhas, nossas netas. E estou certa de que a atuação parlamentar pode resultar em medidas que nos posicionem numa trajetória vencedora em direção à equidade, à autonomia e à liberdade. Desde 1871, com a vigência da Lei do Ventre Livre, nenhuma pessoa nascida sobre o solo brasileiro poderia ser escravizada. Posteriormente, em 1888, da pena da Princesa Isabel saiu a assinatura da Lei Áurea, que libertaria da escravidão, de modo definitivo, todos os brasileiros e brasileiras. Simbolicamente, é deleitante que nossa liberdade tenha sido avalizada por uma mulher. E é, pois, com enorme satisfação que faço essa menção a uma grande expoente da nossa história, para incluí-la nesta homenagem às mulheres. Lutarei sempre para que as cidadãs deste País sejam livres da escravidão das ideologias. A liberdade é o nosso maior poder, e é com liberdade que nos tornamos legítimas detentoras do direito de defender e de transmitir para as novas gerações valores essenciais, como o da vida, o da dignidade humana e o da proteção da família. Inspirada por Maria Quitéria, Heroína da Pátria e primeira mulher a fazer parte das Forças Armadas, coloco-me a serviço da busca por liberdade, justiça e paz. Ela, que se tornou um símbolo da valentia da mulher brasileira para que este País se tornasse independente e reconhecidamente soberano, deve ser sempre lembrada como guia na nossa luta de todos os dias por reconhecimento e consolidação das nossas garantias e liberdades. A mulher brasileira pode tudo! Assim como Maria Quitéria, derrubando as barreiras do seu tempo, seguiremos adiante nas nossas batalhas, para que nossos sonhos se tornem realidade. Esta é a mensagem que quero deixar na celebração do Dia Internacional da Mulher. Viva a mulher! Viva o Brasil! Muito obrigada.
  • 15/02/2023

    Prática de infanticídio por indígenas ianomâmis. Inadmissibilidade da exploração de aspectos culturais para realização de proselitismo político.

    Palavras-chave oficiais: Ianomâmis,Infanticídio,Crise humanitária,Esquerda política,interesse,Crítica,Indígena

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Excelência, eu tenho mais de 30 minutos de vídeos, com relatos e depoimentos de indígenas ianomâmis falando sobre o sacrifício de crianças, o infanticídio. Eu fui para dentro da aldeia sanumá ianomâmi, em 2019, para resgatar crianças que seriam assassinadas pelos próprios pais. Então, não se pode utilizar como palco político o infanticídio praticado dentro da aldeia pelo nosso próprio povo, por falta de esperança e por controle e preservação de uma cultura que destrói pessoas. Não quero que isso seja utilizado como palco político e desviado para a acusação de genocídio. Vamos acabar com o infanticídio nas aldeias, levando possibilidade e dignidade para os nossos povos. Não vamos utilizar isso. Eu resgatei crianças e não admito que isso seja usado como palco político.
  • 15/02/2023Breves Comunicações

    Caráter histórico do descaso governamental com a população indígena. Inadmissibilidade da exploração política do sofrimento do povo ianomâmi. Necessidade de proteção do País contra os interesses internacionais atuantes na Região Amazônica.

    Palavras-chave oficiais: Indígena,Crise humanitária,Governo federal,interesse,Crítica,Soberania nacional,Floresta Amazônica,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP. Sem revisão da oradora.) - (Manifestação em língua indígena.) Primeiro eu falo na minha língua, para que V.Exas. saibam que eu existo, porque um povo que não preserva a sua identidade, nem guarda a memória dos seus mortos, não sabe de onde veio, nem sabe para onde vai. Eu sou uma mulher do Norte, uma filha do Amapá, uma mulher da Amazônia brasileira. Vivo e vivenciei todas as atrocidades que ocorrem no Norte do Brasil. Se nós tivermos que aderir a essa proposição que acusa pessoas de genocídio, nós devemos arrolar os Governos dos últimos 40 anos. Eu fui Secretária Nacional de Saúde. Quando assumi a Pasta da saúde indígena no Brasil, coordenando 34 distritos federais de saúde, observamos que o acesso a essas regiões era precário, e isso ocorre há mais de 40 anos. Então, nós reunimos uma grande comissão com ANAC, CINDACTA, FUNAI, SESAI, Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e Aeronáutica, para que juntos pudéssemos homologar pistas de pouso no Brasil e oferecer suporte, transporte e saúde com segurança a essas regiões. Hoje, eu vejo pessoas querendo usar a questão dos nossos antepassados e querendo usar a questão ianomâmi como palco político, para dançar e fazer festa em cima dos corpos e da memória dos nossos mortos. Isso é inadmissível. Nós temos que levar dignidade. Nós temos uma reserva contínua que se estende até o território venezuelano, e aquele país passa, justamente em função do Governo que tem, por uma extrema pobreza. Quando estive dentro da reserva ianomâmi no Posto Indígena de Auaris, os enfermeiros nos informaram que venezuelanos indígenas atravessavam para o lado brasileiro para pedirem comida e suporte de saúde, porque nós somos o único país na América do Sul que dá atendimento a povos indígenas. Então, vamos parar de dançar em cima do sofrimento do nosso povo e de usar o sofrimento para fazer palco político! Vamos nos reunir para resolver o problema, e assim acabaremos com essa celeuma dando dignidade aos povos indígenas! Nós temos que viver no século XXI e não mais no ano de 1500! Todos aqueles que fazem de tudo para que eu viva em 1500 não querem me aceitar nesta Casa. Então, aqueles que não me aceitam nesta Casa, ou que não querem que eu participe do PIB do País, ou que não aceitam que eu participe das decisões desta Nação, querem que eu viva em 1500, para controlar o que eu penso e o que eu sinto. Mas eu devo defender a soberania do meu País. E é isso que nós devemos fazer, proteger o nosso País de interesses internacionais que querem abocanhar a Amazônia brasileira, utilizando a questão ianomâmi, a questão indígena, para usurpar de nós, povo brasileiro. E nós, povos do Norte... O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSC - SP) - Concluído o tempo, concedo mais 10 segundos. A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP) - Querem usurpar de nós, filhos da Amazônia brasileira, o direito que nós temos sobre as nossas próprias terras. Então, chega de palco político! Obrigada.
  • 08/02/2023Breves Comunicações

    Assinatura pela oradora do requerimento de instalação da CPMI destinada à investigação da invasão e vandalismo praticados contra as sedes dos Poderes da República.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),manifestação,Vandalismo,Poderes da União,Brasília (DF)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP. Sem revisão da oradora.) - Excelência, eu quero deixar aqui registrada a minha assinatura concordando com o pedido para a instalação dessa CPMI, justamente porque o Governador do Estado do Amapá e um Senador também disseram que me viram em cima do prédio, descendo de rapel, ou sabe-se lá o quê, talvez, até voando de vassoura, não sei, mas disseram que eu estava aqui durante esses atos. No entanto, eu estava no Rio de Janeiro. Depois de 1 ano sem ver a minha família, eu estava no Rio de Janeiro, com câmeras de monitoração, inclusive, mostrando onde eu estava. Então, por conta disso, nós queremos que seja realmente instalada uma Comissão mista para apurar esse caso.
  • 07/02/2023Breves Comunicações

    Defesa da integridade e dos valores dos povos indígenas da Região Norte. Transcurso do Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas. Defesa do acesso ao conforto oferecido pela tecnologia e ao direito de desenvolvimento econômico pelas populações originárias.

    Palavras-chave oficiais: Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas,Homenagem,Indígena,Defesa,Identidade cultural

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. SILVIA WAIÃPI (Bloco/PL - AP. Sem revisão da oradora.) - (Manifestação em língua indígena.) Primeiro, eu falo na minha língua, para que V.Exas. saibam que eu existo. Um povo que não preserva sua identidade nem guarda a memória dos seus mortos não sabe de onde veio, nem para onde vai. Eu sou uma filha do Amapá, uma mulher da Amazônia brasileira, uma mulher do Norte, uma filha do Norte brasileiro, e venho a esta tribuna defender a integridade e os valores do povo do Norte, juntamente com o Deputado Coronel Chrisóstomo. (Palmas.) Hoje nós comemoramos o Dia Nacional de Luta dos Povos Indígenas. É preciso que nós entendamos que existe um grupo que quer que nós ainda vivamos em 1500, mas eles continuarão bebendo água gelada, tomando banho de água quente e pedindo comida pelo iFood, enquanto nós, os povos do Norte, somos condenados a viver em 1500! Isso é inadmissível! Por que nós povos do Norte não podemos ser tão bons quanto V.Exas. e ter o direito de nos desenvolvermos economicamente? (Palmas.)

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 21/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.