
Nome civil: Sergio Bergonsi Turra · 54 anos
Bananômetro
83/100
período curto: nota baseada em 56 votações
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 74% dos deputados · média do partido: 73
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 100%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 41%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 35%das 40 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 64%das 47 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 41 de 41 sessões
Votou nas votações
100%
Registrou voto em 56 de 56 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 1 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
35%
Em 40 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
18 discursos na tribuna · de 07/04/2026 a 08/07/2026.
- 08/07/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a decisão do Ministro Alexandre de Moraes de autorizar busca e apreensão na casa do ex-Presidente Jair Bolsonaro, classificando a medida como desnecessária, desproporcional e marcada por perseguição e seletividade. Além disso, manifestou solidariedade a Bolsonaro, afirmou que houve abuso de poder e cobrou limites à atuação do Judiciário, inclusive em processos ligados ao 8 de janeiro e ao Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Perseguição política,Ex-presidente da República
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, quem concentra poder demais acaba achando que tudo pode, acaba achando que não existem limites. Eu quero me referir à decisão do Ministro Alexandre de Moraes, que, hoje de manhã, determinou uma busca e apreensão na casa do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Foi uma medida extremamente desnecessária, que demonstra apenas o seu cunho persecutório. Ele está perseguindo o Presidente Bolsonaro. Por quê? Porque determinou uma busca e apreensão para saber se havia armas escondidas na casa do ex-Presidente. Ora, bolas! Os advogados já demonstraram o paradeiro de todas elas, não havia por que fazer isso a não ser para demonstrar um poder exagerado de alguém que, efetivamente, persegue e pretende humilhar, faltando, inclusive, com respeito a um ex-Presidente da República. Isso é seletividade, isso não é justiça, isso não é imparcialidade. Aliás, imparcialidade passa longe do Ministro Alexandre de Moraes, reconhecido até internacionalmente, por várias cortes, o seu modus operandi, o modo parcial de ser e agir. Repito: foi uma medida desnecessária, desproporcional e de espetacularização da Justiça, se é que assim podemos chamá-la. Eu quero aqui manifestar a minha solidariedade ao ex-Presidente Jair Bolsonaro, que está enfermo, que está cumprindo prisão domiciliar, que respondeu tão logo fora chamado nos autos do processo sobre o paradeiro das armas. Ora, por que determinar uma busca e apreensão senão para constranger, para, efetivamente, demonstrar o poder, o abuso do poder, aliás, que é característico do Ministro Alexandre de Moraes? O ex-Presidente tem uma filha menor, tem família, para que isso? Para acirrar os ânimos? Não é para fazer justiça, e muito menos é para demonstrar que há imparcialidade na condução desse processo. Fica cada vez mais claro que o Brasil tem, sim, um grande perseguido político. Aliás, vários estão na cadeia, e não deveriam estar, porque foram julgados por um juiz imparcial que persegue aqueles que ele imagina que são seus algozes, enquanto o algoz é ele. Precisa haver limite. Essa atitude vai contra, inclusive, o próprio Poder Judiciário, uma instituição forte, uma instituição que requer respeito, que precisa se dar ao respeito. Ele não pode jamais admitir que um dos seus membros siga usando e abusando do poder que detém, que é o caso do Ministro Alexandre de Moraes. Inclusive o próprio Poder Judiciário, uma instituição forte, uma instituição que requer respeito, precisa se dar o respeito; não pode jamais admitir que um dos seus membros siga usando e abusando do poder que detém. É o caso do Ministro Alexandre de Moraes. Chega! Basta! Está mais do que na hora está mais do que na hora! de se colocar um freio a tudo isso. O Ministro Alexandre de Moraes, inclusive, não deveria sequer mais estar no comando de qualquer processo relativo a tudo o que aconteceu no 8 de janeiro e muito menos aos casos que envolvem o Banco Master. Parece-me, aliás, que essas decisões são uma cortina de fumaça para não explicar 129 milhões de contratos de advocacia da sua esposa. Isso, sim, é um absurdo; isso, sim, deveria ser uma medida de busca e apreensão para saber se houve trabalho, se houve, de fato, remuneração. Aliás, foram divulgadas as imagens da troca de mensagens por WhatsApp. Como, então, nós podemos conviver com isso? Basta! Chega! O Brasil justo que nós queremos quero seguir defendendo e defenderei sempre isso não passa pela seletividade do Poder Judiciário. Aqui fica, mais uma vez, expressada e externada a minha solidariedade ao ex-Presidente Jair Bolsonaro. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 02/07/2026
O Deputado celebrou a aprovação do relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 231, de 2019, que criou o Fundo Constitucional do Sul e do Sudeste e afirmou que a proposta representou avanço em direção a um novo pacto federativo, com justiça tributária e equilíbrio regional. Além disso, sustentou que Sul e Sudeste contribuíram mais ao País do que receberam e que a medida não retiraria recursos de outras regiões nem dos fundos já existentes. Por fim, pediu apoio da Casa e do Presidente Hugo Motta para levar a PEC ao Plenário.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,criação,Fundo constitucional,Região Sul,Região Sudeste,Pacto federativo
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na verdade, quero fazer uso da palavra para celebrar hoje a vitória de uma batalha, não de uma guerra ainda. Nós conseguimos a aprovação do relatório que trata do Fundo Constitucional do Sul e do Sudeste. É um importante avanço, uma questão de justiça, de efetivamente olharmos para um novo pacto federativo, sem dizer que Norte, Nordeste, Centro-Oeste justamente têm seus fundos e não perderão nada, nem um centavo. Na verdade, essa ânsia centralizadora da União é que acabará, evidentemente, tendo que compartilhar recursos de maneira a fazer justiça, porque os Estados do Sul e do Sudeste entregam muito para o Brasil, vão continuar a entregar muito e mais ainda, porém, recebem muito pouco relativamente ao tanto que contribuem. Portanto, nós, todo o Congresso e este é o apelo que eu faço aos Deputados de todos os Estados temos que pensar de maneira igual. Temos que pensar que isso é algo que fará bem para o desenvolvimento do Brasil. E não pensem aqui alguns colegas que, no Sul e no Sudeste, não existe pobreza, pelo contrário. E não preciso nem falar sobre tudo o que o Rio Grande do Sul sofreu nos últimos anos, com sucessivas secas, com a enxurrada que devastou boa parte do nosso Estado. Aqui é uma questão de justiça, de justiça tributária. É uma questão de desenvolvimento regional equilibrado e que, sem dúvida alguma, Regiões que têm como marco o empreendedorismo, a produção, tendo melhores condições, e os Municípios também se beneficiando com isso, poderão entregar ainda mais à Nação brasileira, ao Brasil. Portanto, além desta batalha vencida hoje na Comissão Especial aliás, um brilhante relatório do Deputado Arnaldo Jardim, que precisa aqui também ser valorizado e parabenizado , nós precisamos nos unir e fazer pressão para que o Presidente Hugo Motta coloque em votação. Em primeiro lugar, especialmente, eu peço aqui aos Deputados da esquerda e aos Deputados do Rio Grande do Sul da esquerda: isso não é uma questão ideológica; é uma questão de justiça, de reparação, aliás, de uma grande injustiça de uma federação que, infelizmente, do ponto de vista tributário, não se organizou de maneira equilibrada. Nós não estamos aqui pedindo privilégio algum. Nós estamos pedindo equilíbrio, equilíbrio. Não queremos tirar recursos de ninguém e, aliás, não tiraremos recursos de ninguém, muito menos dos fundos regionais já existentes em todas as outras Regiões do Brasil, à exceção do Sul e do Sudeste. Então, nós estamos defendendo, sim, a construção de um novo pacto federativo para que cada Região do Brasil tenha condições mais justas de contribuir para o todo, para o Estado brasileiro, de maneira equânime e justa. Era isso, Sr. Presidente. Era este o registro que eu gostaria de fazer e reitero aqui o apelo a todos os Deputados desta Casa para que, juntos, possamos trazer ao Plenário, o quanto antes, esta que é uma matéria fundamental e decisiva para as Regiões Sul e Sudeste, mas também para o Brasil. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 30/06/2026
O Deputado criticou o Governo Lula e a esquerda por tratarem o agronegócio com preconceito e ingratidão, apesar da contribuição do setor para o País. Além disso, apontou incoerência entre o anúncio do Plano Safra de 525 bilhões de reais e a falta de votação da securitização, defendendo condições para que produtores rurais, afetados por secas e enchentes, pudessem pagar dívidas. Por fim, afirmou que o agro servia à pátria e não deveria ser tratado como inimigo.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Esquerda política,tratamento,Agronegócio,Preconceito,incoerência,Plano Safra,ausência,Votação,Securitização,Produtor rural,Seca,Enchente,Pagamento,Dívida agrária
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, impossível ficar calado aqui após ouvir um Deputado dizer que o agronegócio é ingrato ao Governo Lula. Ora, isso é desconhecimento da realidade, absoluto desconhecimento. Lamento que esse desgoverno, inclusive, aja preconceituosamente contra o agro, chamando-o de direitista, de fascista. É um Governo incompetente e que não reconhece quem entrega tanto para o País. Aliás, anuncia um Plano Safra de 525 bilhões e esquece de votar aqui nesta Casa a securitização. Os produtores rurais não estão pedindo piedade nem clemência; querem condições de pagar a dívida, vítimas que foram de sucessivas secas, de enchentes. Ora, não dá mais para a gente ficar calado diante de tamanha hipocrisia por parte do Governo e da esquerda, que não reconhece quem entrega tanto ao Brasil. Cultivar o solo é servir à pátria, e é assim que o agro deveria ser tratado por este Governo, que, na verdade, o tem como inimigo. Isso é uma barbaridade, Sr. Presidente! - 30/06/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o anúncio do Plano Safra pelo Governo Federal, ao argumentar que o volume recorde de recursos não atenderia produtores rurais endividados, especialmente no Estado do Rio Grande do Sul, afetados por sucessivas estiagens e enchentes. Além disso, afirmou que agricultores permaneceriam sem acesso ao crédito e defendeu a votação da proposta de securitização das dívidas rurais como alternativa para restabelecer a capacidade de financiamento do setor. Por fim, cobrou do Governo Federal e da Câmara dos Deputados prioridade na apreciação da medida, ao sustentar que a iniciativa seria essencial para a continuidade da atividade agropecuária e para a preservação das economias regionais.
Palavras-chave oficiais: Plano Safra,Governo federal,Crédito rural,Votação,Câmara dos Deputados,Projeto de lei ordinária,Securitização,Dívida agrária,Produtor rural,Rio Grande do Sul,Estiagem,Enchente,Inundação,Agronegócio
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, assistimos, há pouco, ao Governo anunciar, com pompa e circunstância, mais recursos, recursos bilionários, para o Plano Safra 525 bilhões de reais. Isso é muito bom. Obviamente, Deputado Luiz Lima, esse anúncio veio regado de muito marketing, com muito recurso dispendido para divulgar o valor desse crédito que, repito, é recorde na história. Do que adianta anunciar recursos recordes para quem já não consegue mais acessar o crédito? O Governo comemora um Plano Safra recorde, enquanto milhares de produtores rurais, especialmente do Rio Grande do Sul, que foram afetados por secas sucessivas e por enchentes, não têm condições de acessar o crédito. Aqui está a grande hipocrisia deste Governo, que anuncia recursos para o futuro, mas não se preocupa com aqueles que estão lutando, hoje, no presente, pela sua sobrevivência. E os produtores rurais, vou repetir isto aqui, não estão pedindo isenção ou clemência; eles querem a possibilidade de pagar as suas dívidas. E é isso que o Governo não vê ou não quer ver, e trata esse tema como se fosse uma pauta-bomba. Ora, pauta-bomba é ver o agro se destruindo, é ver economias regionais se destruindo, é ver o campo sendo abandonado, é ver milhares de produtores rurais sem perspectiva alguma que não seja a de acessar a securitização para poderem tocar adiante as suas vidas. Aliás, quantos produtores rurais, especialmente gaúchos, poderão amanhã entrar no banco e pedir os recursos do plano anunciado? Poucos ou nenhum, talvez. Eles vão ficar do lado de fora, apenas vendo mais um plano sendo anunciado, porém, sem condições de ser executado. A securitização precisa urgentemente voltar a esta Câmara, ser votada, para que os produtores rurais, repito, tenham condições de acessar o crédito, de se organizar e pagar a sua dívida. E me admira muito esse Governo, que salva grandes empresas, que sempre busca uma solução para manter a companheirada salva, que não se preocupa nem com o roubo do INSS, mas nele, quando o assunto é o agro, a securitização foge. E chamo mais uma vez a atenção do Líder do Governo, que é gaúcho, é pré-candidato ao Senado pelo Estado do Rio Grande do Sul, o Deputado Paulo Pimenta: às 15 horas haverá reunião da Liderança, e V.Exa. deveria ser o primeiro a insistir para que o projeto da securitização seja colocado em pauta. Chega de tratar a securitização como pauta-bomba! Não é pauta-bomba, é pauta de sobrevivência de produtores rurais e da economia, especialmente do Rio Grande do Sul. O agro não está pedindo privilégio algum. Isso é importante enfatizar. O agro, especialmente o agro gaúcho, está pedindo apenas uma chance de permanecer vivo. É isso que nós precisamos repetir. E precisamos insistir para que a Câmara aprecie com urgência a securitização. Não há mais tempo para esperar. O campo sofre, e o crédito anunciado não vai poder sequer ser acessado, meu caro Presidente. Muito obrigado. - 17/06/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal e o Partido dos Trabalhadores (PT) por se oporem ao Projeto de Lei (PL) nº 5.122, de 2023, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural e dá outras providências. Sustentou que a proposta é necessária para viabilizar a recuperação econômica dos produtores rurais afetados por estiagens e enchentes no Rio Grande do Sul e rejeitou a classificação da matéria como "pauta-bomba". Ademais, argumentou que o projeto não prevê perdão de dívidas, mas condições para seu pagamento, e defendeu sua viabilidade financeira e jurídica. Por fim, reprovou o Líder do Governo na Câmara dos Deputados, Deputado Paulo Pimenta, por seu posicionamento contrário e defendeu a agilização da votação da matéria.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Líder do governo,Câmara dos Deputados,Projeto de lei ordinária,Securitização,Dívida agrária,anistia,renegociação,Rebate financeiro,Crédito rural,Produtor rural,Enchente,Estiagem,Rio Grande do Sul,Votação,Política agrícola
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. O lobo pode perder os dentes, mas a sua natureza jamais. Eu me valho desse adagio popular para demonstrar a forma traiçoeira com que o PT, com que esse desgoverno trata os produtores rurais. Agora, o PL da securitização virou pauta-bomba, virou ruim. O Líder do Governo, gaúcho, Deputado Paulo Pimenta, pré-candidato ao Senado do Rio Grande do Sul, que deveria importar-se com os interesses do Estado do Rio Grande do Sul, priorizá-los, está, ao contrário, encampando a narrativa do Governo, chegando a afirmar que o PL 5122 é uma bola de neve para resolver os problemas de quem não precisa. Ora bolas, meu caro Líder do Governo, Deputado Paulo Pimenta, eu tenho uma montanha de motivos para lhe dizer da necessidade desse projeto voltar a essa Casa e ser votado com urgência, a começar por tudo o que aconteceu no nosso Estado, as frustrações em função da estiagem, a enxurrada que afetou mais de 500 mil hectares no Rio Grande do Sul. Os produtores rurais não estão pedindo perdão, não estão querendo não pagar a dívida. Querem, sim, condição para pagá-la. Eu vou adiante, eu vou usar argumentos técnicos também para demonstrar que de bomba não há nada, muito antes pelo contrário, há necessidade da aprovação para que as medidas sejam implementadas o quanto antes. A fonte dos recursos, meu caro Deputado Luiz Lima, ao lado de quem eu tenho a honra de estar aqui, neste plenário, a fonte dos recursos são os fundos sociais, são poupanças destinadas justamente para esses fins, para efeitos relevantes. É o mesmo mecanismo do Desenrola Brasil, por exemplo, medida populista que o Governo apoiou. O projeto é autorizativo, não é impositivo, ou seja, não fixa um valor global, o Governo vai determinar o tamanho. O risco do crédito não é do Tesouro, é das instituições financeiras. E mais: os grandes produtores rurais, que são sempre atacados, precisam demonstrar o prejuízo de pelo menos 30% em duas safras. Enquanto se fala nos grandes, se prejudicam os pequenos, os médios e os grandes, obviamente. Portanto, está na hora de parar de atacar o agronegócio! Está na hora, Deputado Paulo Pimenta, de parar de trabalhar contra o agro, contra os produtores rurais, os produtores de soja, contra a agroindústria, especialmente do nosso Estado, o Estado do Rio Grande do Sul. Chega! Basta! V.Exa. sempre foi contra. Agora está na hora de agilizarmos a votação para que a decisão do Congresso Nacional, da Câmara e do Senado tenha valia e que os produtores rurais possam fazer aquilo que eles mais sabem: produzir! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 16/06/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu a imparcialidade do Poder Judiciário como princípio essencial da democracia. Ademais, destacou que decisões da Corte Suprema de Cassação da Itália, no processo de extradição da ex-Deputada Carla Zambelli, e das Justiças espanhola e americana questionaram a imparcialidade objetiva do Supremo Tribunal Federal (STF). Por fim, declarou que não estava atacando o Poder Judiciário, mas preservando sua autoridade moral.
Palavras-chave oficiais: imparcialidade,Poder Judiciário,Democracia,Decisão judicial,Itália,Extradição,Processo judicial,Ex-deputada federal,Estados Unidos,Espanha,Ministro do Supremo Tribunal Federal
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Nós precisamos falar sobre o Supremo Tribunal Federal, sobre segurança jurídica e, obviamente, sobre democracia. O Direito Romano é base do direito ocidental e, obviamente, do direito brasileiro também. E há um princípio inegociável no Direito: ninguém pode ser privado de um julgamento imparcial. A imparcialidade não é um detalhe, mas a essência da justiça. Por isso, causa muita preocupação a decisão da Corte Suprema de Cassação da Itália o berço de influência do direito ocidental e do direito brasileiro envolvendo a Deputada Carla Zambelli. A mais alta Corte italiana entendeu que existem dúvidas seriíssimas com relação à imparcialidade objetiva no processo que culminou com o pedido de extradição da Deputada. Há, no caso, dúvida sobre a imparcialidade do Ministro Alexandre de Moraes. E eu faço aqui uma pergunta muito simples: qual o interesse da Justiça italiana em se envolver na política brasileira? Qual o interesse da Justiça italiana em proteger uma Parlamentar de oposição? Não há interesse nenhum. Alguns podem dizer que a Justiça italiana é bolsonarista, que é golpista, que está tramando algo contra o Brasil, o que é, obviamente, uma bobagem. É óbvio que não é esta a realidade. A Justiça italiana julgou de acordo com os seus princípios, os princípios do Direito, e viu que, de fato, não há imparcialidade no caso concreto. E o que é pior, senhoras e senhores: a Suprema Corte, por intermédio do Sr. Presidente, não reagiu, não respondeu, simplesmente manteve uma reação corporativa. Mas instituições fortes não se colocam acima do debate público. Instituições fortes respondem com argumentos, além de transparência e respeito à lei. E não é isso o que nós vemos. E o problema não está apenas na decisão da Corte italiana. Está em decisões de outras Cortes, como a espanhola e a americana, que estão evidenciando a falta de imparcialidade nos julgamentos pelo STF. E aqui, meu caro Presidente, parece-me haver a exata confirmação do adágio popular que diz: se tem dente de jacaré, tem rabo de jacaré, anda como jacaré, é jacaré. E isso é muito preocupante para o Brasil. A insegurança jurídica causa vários problemas a um país. Defender a imparcialidade judicial não é atacar o Judiciário. Defender a imparcialidade judicial é defender a própria Justiça, porque, sem confiança, não existe autoridade moral; sem imparcialidade, não existe Justiça; e, sem Justiça, obviamente, não existe a verdadeira democracia. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/06/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que a CCJ avançou no combate à impunidade ao discutir a Proposta de Emenda à Constituição nº 32, de 2015, que altera a redação dos artigos 14 e 228 da Constituição Federal, para estabelecer a plena maioridade civil e penal aos dezesseis anos de idade. Além disso, criticou a Esquerda por defender criminosos e obstruir pautas como o fim da saídinha, a castração química de pedófilos e o cumprimento de 80% da pena em regime fechado. Também condenou a inversão de valores do Governo e cobrou celeridade para votar a PEC da redução da maioridade penal, alegando apoio da maioria da população.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Maioridade penal,Aprovação,Defesa
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, chega de transformar a idade em salvo-conduto para barbárie! Hoje a CCJ deu um importante passo no sentido da justiça, do fim da impunidade e da proteção às vítimas e, ao mesmo tempo, meu caro colega Deputado Sargento Fahur, deu uma lapada na Esquerda, protetora de bandidos de todas as idades, Esquerda essa que, nesta Câmara, sempre votou a favor da bandidagem, contra o fim da saidinha, contra a castração química de pedófilos, contra a exigência do cumprimento de 80% da pena em regime fechado para os criminosos que cometem crimes hediondos, e que estava também, mais uma vez, na CCJ, fazendo de tudo para que o povo brasileiro não pudesse ao menos discutir a respeito da redução da maioridade penal. Nós não queremos aqui catar jovens estudiosos e colocá-los na cadeia. Não! Nós estamos tratando de criminosos, de gente que assassina, que estupra estupra inclusive menores de idade , tudo isso por causa da impunidade, tudo isso porque, no comando do País, está um Governo que faz minuto de silêncio para bandido narcoterrorista morto em operação policial, como aconteceu na posse do Ministro Boulos, em que fizeram minuto de silêncio para os narcoterroristas mortos, mas não fizeram nem 1 segundo de silêncio para os cinco policiais que tombaram nessa operação. É essa inversão de valores que não dá mais para aceitar no nosso País. E eu espero que o Presidente desta Casa imprima a velocidade que imprimiu para colocar em votação do Plenário a PEC do fim da escala 6 por 1. Agora nós precisamos dar celeridade à PEC que trata da redução da maioridade penal, porque 90% da população brasileira quer isso. Ela não aguenta mais este prevalecimento, não aguenta a cobertura da idade do menor que, repito, comete estupro, assassina. É para punir criminosos que cometem crimes hediondos que a CCJ deu hoje este importante passo. Obviamente, a Esquerda não gostou. Se a Esquerda não gostou, é porque isto é para o bem do povo brasileiro. Vamos baixar a maioridade penal, porque ela é um desejo e uma luta do povo brasileiro. Muito obrigado. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado cobrou do Governo Federal medidas para enfrentar a crise vivida pelos produtores rurais do Rio Grande do Sul, afetados por anos de estiagem e pelas enchentes no Estado. Destacou a mobilização do setor agropecuário e defendeu a aprovação do PL nº 5.122, de 2023, pelo Senado, classificando a proposta como uma medida de justiça para produtores endividados. Também afirmou que o fortalecimento do agronegócio era fundamental para a geração de empregos, a segurança alimentar e o desenvolvimento econômico do País.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Agricultor,Fenômeno meteorológico adverso,Crédito rural,Dívida,renegociação,Senado Federal,Aprovação,Governo federal,atuação,Agronegócio,fortalecimento,Defesa
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, cultivar o solo é servir à Pátria. Se essa frase, se esse lema estivesse na cabeça do Presidente da República, do Ministro da Fazenda, enfim, do atual Governo, produtores gaúchos não estariam aqui de camisa preta, chamando atenção, em luto pelo agro, buscando uma solução para vários anos de seca, para uma enchente devastadora no nosso Estado. E o Governo Federal, insensível ao tamanho da crise, vem postergando com a barriga uma solução. Os produtores rurais gaúchos e brasileiros acordam cedo, trabalham, geram emprego, produzem, garantem a segurança alimentar do País. O agro não pode ser comemorado só quando dá frutos, quando dá resultado. Ele precisa ser auxiliado em momentos de crise, como a que estamos vivos. E eu quero aqui chamar atenção, porque muito provavelmente amanhã o Senado deverá, eu espero que assim o faça, aprovar o PL 5.122, que não é um favor, é uma medida de justiça a produtores rurais honrados. Alguns inclusive estão tirando a própria vida. Mais de 43 produtores rurais fizeram isso no Rio Grande do Sul, infelizmente. Eu espero que o Senado aprove, sem ponto e vírgula, sem nenhuma pegadinha, sem nenhuma mudança, que o Governo Federal não venha com mais nenhuma tentativa de enxertar algo no projeto, que está pronto e que, repito, é o plano A, é o único plano possível, para que os produtores rurais gaúchos e brasileiros possam seguir na sua atividade. Defender o agro, meu caro Presidente, é defender a economia, é defender empregos, é defender o desenvolvimento, é defender o futuro do País. Defender o agro, auxiliar o agro, é defender quem serve à Pátria. E é isso que o Congresso Nacional precisa fazer amanhã, e nem um dia a mais, para que os produtores rurais voltem aos campos para produzir e que não vistam mais o preto, mas, sim, que possam colorir os nossos campos com o ardor do seu trabalho e a produção. Muito obrigado, Sr. Presidente, e peço também que este pronunciamento possa ser divulgado no programa A Voz do Brasil. Obrigado. - 27/05/2026
O Deputado discutiu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 221, de 2019, que reduz a jornada de trabalho e extingue a escala 6 por 1. Ademais, criticou o Presidente Lula pelo uso eleitoreiro da PEC e pela disseminação de notícias falsas que dividem o povo.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,contrário Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Eleições,Notícia falsa (fake news)
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, este é um tema extremamente sensível, que nós temos que debater com muita responsabilidade. Afinal, estamos tratando do futuro do País e da dignidade dos trabalhadores. E aqui vem o primeiro problema. Se o Presidente Lula tivesse a convicção de que isso seria bom para o Brasil, no primeiro dia do seu Governo, ele teria colocado esta proposta em discussão, e não em um ano eleitoral, em cima da eleição. Isso revela que estamos tratando aqui de um projeto eleitoreiro, fruto da hipocrisia da extrema esquerda. E o pior é que ele vem carregado do modo lulopetista de ser: confundir para dividir; colocar brasileiros contra brasileiros; disseminar fake news, ódio e mentiras. Fui vítima disso e o Presidente sabe. Minha família foi ameaçada. A primeira fake news diz respeito ao prazo de transição. O Deputado Reginaldo Lopes, aqui presente, foi o autor da primeira PEC. E tenho convicção de que ele próprio não está tranquilo em relação a isso. Ele estabeleceu o prazo de 10 anos para a transição porque, em um País tão grande, com tamanha dimensão, não se pode tratar uma grande empresa de São Paulo da mesma forma que uma pequena padaria do interior do Rio Grande do Sul. É necessário um tempo, talvez não de 10 anos. Mas é preciso haver tempo de maturação, para que o ônus dessa irresponsabilidade não recaia sobre o bolso de quem ganha menos: os trabalhadores. Vou citar dois exemplos. Nos Municípios, serão necessários 35 bilhões de reais para manter os serviços. Isso corresponde à metade de toda a arrecadação de IPTU do País. Vai sobrar para quem? Para o pagador de impostos. E os Deputados que se dizem defensores do agro dos pequenos, médios e grandes agricultores e da agroindústria não pensaram no problema sanitário que essa votação pode causar? Existem 2 bilhões e meio de aves vivas no campo. Não será de uma hora para outra que a indústria frigorífica conseguirá se reorganizar. Haverá queda na produção e aumento de preços. Cerca de 2 milhões e meio de aves deixarão de ser abatidas por dia. E o que faremos? Vamos trazê-las para Brasília? A Janja vai dar milho para elas? É isso que vocês querem? Isso é uma irresponsabilidade! Isso é uma irresponsabilidade! Aventuras populistas como essa costumam ser ruins e perversas, especialmente, Deputado Kim, para aqueles que elas dizem proteger neste caso, os trabalhadores brasileiros, que vão pagar mais caro. Precisamos discutir, debater e nos organizar para que o Brasil não retroceda, para que a economia brasileira não caia e para que o emprego informal não seja o resultado do que V.Exas. estão construindo aqui. Precisamos garantir o emprego formal. Isso é segurança. Isso é responsabilidade. Portanto, meus caros, responsabilidade nesta hora. Não é a eleição que está em jogo, é o futuro do País e a dignidade dos trabalhadores. Por isso, com convicção, coragem e respeito para falar diretamente aos trabalhadores, olho no olho: "não", neste momento; "não" à PEC do fim da escala 6 por 1. Muito obrigado, Presidente. - 27/05/2026
O Deputado rebateu as críticas da extrema esquerda, afirmando que a proposta de transição de dez anos constava da PEC original do Deputado Reginaldo Lopes. Além disso, questionou a motivação do Governo ao apresentar a proposta de fim da escala 6 por 1, no ano eleitoral, e não no início do mandato, classificando a iniciativa como eleitoreira e atribuindo à Esquerda postura hipócrita e desonesta.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,transição,Governo federal,Eleição,interesse
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a extrema esquerda mente, é hipócrita, enfim, é o modelo lulopetista de confundir para dividir. O prazo de 10 anos estava na PEC original, do Deputado Reginaldo Lopes. E mais, se tivesse a convicção de que isso é bom para o Brasil e para os trabalhadores, Lula teria proposto isso no início do seu mandato, e não no ano da eleição. É uma medida eleitoreira. Hipócrita, mentirosa, é isso que a Esquerda é! - 26/05/2026
O Deputado registrou a presença dos Vereadores João, Cassio, Profe Lisi e Potrich, do Município de Sarandi (RS), e ressaltou a importância do trabalho desempenhado pelos representantes municipais. Além disso, afirmou que os Vereadores recebem as primeiras demandas e reclamações da população, por estarem mais próximos da realidade enfrentada nos Municípios.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Vereadora,Sarandi (RS),Poder legislativo municipal
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Faço um registro, como nós sempre fazemos aqui, de valorização dos nossos Vereadores. Eu tenho a honra de estar acompanhado aqui pelos Vereadores de Sarandi: João, Cassio, Profe Lisi e Potrich. Sarandi é vizinha à sua terra natal, Deputado Marcon, Rondinha. Queremos fazer esse registro, demonstrando aqui todo o respeito que temos pelo trabalho dos Vereadores, que, afinal de contas, são quem suporta as primeiras queixas da população, porque é nos Municípios que a vida acontece. Era isso, Presidente. Muito obrigado pela oportunidade. - 26/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a proposta defendida pelo Governo Lula de redução da jornada de trabalho, classificando-a como medida demagógica adotada em ano eleitoral. Argumentou que a mudança pode prejudicar trabalhadores de menor renda e aumentar a informalidade. Além disso, defendeu um período de transição mais longo, com diálogo e maturidade do Congresso Nacional, e ressaltou que o Brasil não pode tratar de forma uniforme realidades econômicas tão distintas, como grandes multinacionais e pequenos negócios do interior.
Palavras-chave oficiais: Demagogia,Governo federal,redução,Jornada de trabalho,motivação política,Eleição,Trabalhador,informalidade,Economia,Congresso Nacional
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Presidente, os brasileiros estão vacinados contra o modelo lulopetista de confundir para dividir, de iludir para reinar, de colocar brasileiros contra brasileiros. Essa frase não é minha, é do atual Vice-Presidente da República. Parece-me que o Congresso Nacional não está vacinado contra essas práticas demagógicas e, por incrível que pareça, a toque de caixa, está querendo implantar algo que pode ser a derrocada fatal da economia brasileira e que pode prejudicar especialmente os trabalhadores, os que ganham menos, e não os empresários. O Congresso Nacional precisa, em primeiro lugar, pensar o porquê de, se essa medida é tão fundamental para o Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva não a ter implementado desde seu primeiro mandato. Por que não a implementou no primeiro ano de Governo e quer implementá-la agora na época da eleição? Porque é demagogia, meus caros, é pura demagogia. É mais uma demagogia que vai voltar-se, repito, justamente contra os trabalhadores, justamente contra quem ganha menos, que vai pagar mais caro. Vamos, sim, evoluir. Não precisamos ficar na escala 6 por 1, mas vamos ter uma transição lúcida que permita que isso aconteça sem afetar setores e, principalmente, a população. É preciso ter muita coragem para falar isso, aqui, desta tribuna, e também para enfrentar esse problema, porque as aventuras populistas acabam destruindo exatamente aquilo que elas mais dizem defender, no caso, o trabalhador brasileiro. Não é aumentando a informalidade que nós vamos garantir segurança, emprego e bem-estar para os trabalhadores. Não! Nós precisamos discutir isso. É muito, mas muito importante que se tenha um período maior de transição, que haja diálogo. Enfim, é preciso que o Congresso amadureça para que nós possamos falar em escala 5 por 2 ou até mesmo na liberdade do trabalhador: hora trabalhada, hora paga. Acho que isso seria uma evolução, mas, com calma. O Brasil não é um país rico. Nós não podemos tratar uma multinacional em São Paulo como uma padaria lá no interior do meu Rio Grande do Sul. Essas diferenças precisam ser bem avaliadas, porque quem será o maior prejudicado será o próprio trabalhador. Emprego protegido vale mais, muito mais, do que uma medida demagógica em ano eleitoral como essa que o Governo Lula puxou da cartola com medo de perder a eleição. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 12/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou decisões do Ministro Alexandre de Moraes e afirmou que o Congresso Nacional sofreu interferência do Judiciário após a suspensão da Lei da Dosimetria. Argumentou que a medida desrespeitou deliberações da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, após a derrubada do veto presidencial à proposta. Acusou o Ministro de abuso de autoridade e questionou o apoio de setores da esquerda às decisões do Supremo Tribunal Federal. Também cobrou do Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a abertura de processo de impeachment contra Alexandre de Moraes, citando pedidos já protocolados e mencionando pesquisas de opinião sobre o tema. Ressaltou que a situação comprometeu a independência entre os Poderes.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Suspensão cautelar,Abuso de autoridade,Impeachment,Lei da Dosimetria (2026)
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Charles. O Congresso Nacional está sendo constantemente atropelado por decisões autoritárias e monocráticas do Ministro Alexandre de Moraes. Na última vez, ele simplesmente suspendeu a Lei da Dosimetria. A matéria foi votada, foi vetada, e depois o veto caiu. Ao suspendê-la, ele desrespeita o Congresso Nacional a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. Pasmem, ele não fez isso por meio de uma decisão liminar nos autos da ação com que se pretende que seja declarada a inconstitucionalidade da Lei da Dosimetria. Ele fez isso como se fosse um juiz de execução de penas, o que revela o seu autoritarismo. Revela que ele tem um direito particular! O pior, Deputado Luiz Lima, é que ele é aplaudido pela Esquerda e por seus puxadinhos! O PT e seus puxadinhos aplaudem Alexandre de Moraes. Ora, bolas, Alexandre de Moraes nem deveria mais estar no exercício de suas funções, haja vista o abuso de autoridade e mais 129 milhões de motivos. Meu caro Presidente, eu quero questionar o Presidente do Senado. Senador Alcolumbre, V.Exa. vai agir como Pôncio Pilatos, lavando as mãos, mais uma vez, diante de tantas evidências, de tantos fatos? V.Exa. não vai atentar para o que está acontecendo? Não podemos viver sob o regime autoritário do Judiciário. V.Exa. tem o dever de abrir um dos tantos pedidos de impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes. Até o povo brasileiro, as ruas clamam por isso. Mais de 57% da população é a favor da abertura, pelo menos, do pedido de impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes, que efetivamente tem usado e abusado da sua pesada caneta. Isso não é mais crível, não é mais admissível, porque vai contra a independência e a harmonia que deveria existir entre os três Poderes. Senador Alcolumbre, a história costuma não se lembrar dos covardes. Abra o processo de impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes imediatamente. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 12/05/2026
O Deputado homenageou os 100 anos da Sociedade Brasileira de Urologia. Ademais, destacou que o ex-Presidente Juscelino Kubitschek, médico urologista, tornou-se patrono da entidade em 2005. Além disso, ressaltou o avanço tecnológico da urologia, especialmente com o uso da cirurgia robótica, e apontou a relevância da Sociedade na formação de profissionais e nas campanhas de prevenção da saúde do homem, como o Novembro Azul.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Urologia,Instituição,Aniversário de fundação,Patrono da Urologia no Brasil,Ex-presidente da República,Cirurgia assistida por robô,Novembro Azul,Associação civil
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Venho a esta tribuna para fazer uma homenagem à Sociedade Brasileira de Urologia, que neste dia 13 de maio completa 100 anos de existência. E, dentre tantas curiosidades, Presidente, o ex-Presidente Juscelino Kubitshek, que era médico urologista, desde 2005 é o patrono da Sociedade Brasileira de Urologia. Ao longo da história, obviamente, com as transformações, o desenvolvimento da tecnologia, a sociedade foi se aperfeiçoando e, hoje, a urologia é uma das especializações da Medicina que mais utiliza a tecnologia, com a cirurgia robótica, por exemplo. Então, meu caro Presidente, eu acredito que prestarmos essa homenagem a uma sociedade centenária, que participa muito do ponto de vista da formação de novos profissionais e também do ponto de vista social, com campanhas para a prevenção da saúde do homem, como o Novembro Azul, por exemplo, seja algo que efetivamente nós, do Congresso Nacional, devamos fazer e reconhecer. É o centenário de uma grande entidade que nos orgulha e que tem mais de 5 mil associados pelo País. Presidente, eu gostaria de fazer esse registro. Muito obrigado. - 06/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a decisão do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados que puniu os Deputados Marcos Pollon, Zé Trovão e Marcel van Hattem após obstrução parlamentar no plenário. Além disso, afirmou que a medida representou intimidação contra Parlamentares de oposição e classificou a punição como desproporcional. Além disso, declarou que os Deputados defendiam o cumprimento de acordo firmado na Casa e questionou o fato de apenas três integrantes do grupo terem sido penalizados. Também comparou as sanções aplicadas pelo Supremo Tribunal Federal em casos relacionados aos atos de 8 de janeiro e alegou ausência de precedentes semelhantes no Parlamento. Por fim, afirmou que a Câmara dos Deputados precisaria rever a decisão em plenário para preservar a democracia e a atuação parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Pena injusta,Deputado federal,Obstrução parlamentar,Democracia,Supremo Tribunal Federal (STF),Precedência,Parlamento
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. O que vimos ontem não foi justiça, tampouco foi defesa do decoro parlamentar. Foi o uso indevido e exagerado de uma punição, para tentar intimidar Parlamentares que têm coragem de se opor ao sistema e de enfrentá-lo. O Deputado Pollon, o Deputado Zé Trovão e o Deputado gaúcho Marcel van Hattem foram punidos exatamente por terem coragem, por estarem defendendo e representando milhares de brasileiros que acreditam em justiça. Estavam aqui, caro Presidente, em obstrução para que um acordo fosse cumprido. O Parlamento, os Parlamentares precisam ter zelo e palavra, e, mais do que isso, cumprir a palavra empenhada. Era isso que esses três Deputados estavam aqui defendendo. Mas não só eles: mais de uma centena estavam juntos. Por que só eles foram pinçados para serem exemplos perante o Conselho de Ética? Aliás, foi uma pena "sabor Xandão", uma pena exagerada, eu repito, como a que Xandão impôs a uma mulher que pintou com batom uma estátua, condenada a 14 anos de cadeia; como a pena que impôs a um senhor que fez um Pix de 500 reais, condenado a 14 anos de cadeia. Será que isso é justiça? Isso é democracia? É isso que nós queremos que as crianças que estavam aqui vejam? Não, não é. Aliás, a pena nem cabia aqui, porque a Esquerda, que fala tanto, usou e abusou desse instrumento milhares de vezes, aqui se colocou impedindo o andamento dos trabalhos, e nada foi feito. Portanto, não há sequer jurisprudência que possa impor ao Deputado Pollon, ao Deputado Zé Trovão e ao Deputado Marcel van Hattem tamanha pena. Não há jurisprudência, meu caro Deputado Daniel da TV. É um absurdo! Mas saibam que nós seguiremos tendo coragem, todos nós. E, aqui, neste plenário, haveremos de consertar tamanha injustiça, porque ontem o que houve não foi a imposição de uma pena, foi, sim, a confirmação de uma injustiça. Isso depõe contra o Parlamento e contra a democracia, meu caro Presidente. Muito obrigado. - 29/04/2026Breves Comunicações
O Deputado abordou a sabatina de Messias Mello no Senado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Resgatou o episódio em que o mesmo Messias, então assessor, teria sido convocado pela ex-Presidente Dilma Rousseff para intermediar a nomeação do ex-Presidente Lula como Chefe da Casa Civil, com o objetivo de garantir-lhe foro privilegiado. Criticou o que classificou como politização do STF e a atuação conjunta da Corte com o Partido dos Trabalhadores (PT) para intimidar Parlamentares, citando o caso do Deputado Marcel van Hattem. Por fim, alertou os Senadores de que, independentemente do voto secreto, aqueles que aprovarem a indicação serão identificados e sofrerão consequências eleitorais.
Palavras-chave oficiais: Sabatina,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Senado Federal,Voto secreto,indicação,Presidente da República,Eleições
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Colegas, estão chamando o "Bessias" novamente. Messias está sendo sabatinado agora no Senado Federal. Vale lembrar que, quando "Bessias" foi convocado e assim ele se tornou conhecido , estava em curso, para aqueles da Esquerda que gostam de falar em golpe, um golpe, porque o Messias fora convocado pela Dilma para tentar nomear Lula como Chefe da Casa Civil, para que ele escapasse da Justiça Comum, passando a ter foro privilegiado. Todos nós sabemos o que teria acontecido. Desde o início, o Supremo Tribunal Federal iria dar sequência ao seu processo, e, obviamente, ele não seria condenado. Tanto isso é verdade que ele acabou sendo descondenado pelo STF depois, mesmo diante de todos os crimes que cometeu e que foram comprovados, um por um. Eu espero que o Senado da República tenha decência e cumpra o seu papel, ainda mais neste momento, em que nós vemos o STF tão politizado e vemos o "consórcio STF-PT" ser utilizado inclusive para intimidar Parlamentares desta Casa, especialmente aqueles que levantam a voz contra o sistema, como é o caso, por exemplo, do Deputado Marcel van Hattem. Deputado Marcon, há um ditado popular que diz: "Onde tem fumaça tem torrada". Obviamente, onde há "Bessias", o Messias, há algo que não é muito bom para a República brasileira. O que vai acontecer, se houver a nomeação de Messias, o "Bessias", como Ministro do STF, sem dúvida alguma, é o aumento da ação política por parte de uma instituição que deveria se limitar a ser a guardiã da Constituição Federal. Eu não tenho dúvida alguma de que os Senadores que imaginam estar cobertos pelo voto secreto sabem que, um por um dos que votarem a favor de Messias, o "Bessias", serão desmascarados. Sem dúvida alguma, Messias, o "Bessias", pode até entrar no STF, mas os Senadores que o levarem para lá não voltarão ao Senado Federal. Fica a dica. Está em tempo ainda. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 14/04/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação do PT e de Ministros do Supremo Tribunal Federal ao mencionar ação que poderia limitar os efeitos das delações premiadas. Afirmou que o instrumento foi relevante no combate à corrupção e questionou o julgamento da matéria. Também citou declarações de dirigentes partidários e apontou motivações políticas na condução de processos judiciais, incluindo decisões envolvendo o ex-Presidente Jair Bolsonaro. Por fim, defendeu reação do Congresso Nacional diante do cenário apresentado, ao alegar tratamento desigual na aplicação da lei.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Partido dos Trabalhadores (PT),associação,Delação premiada,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Decisão,Congresso Nacional,atuação
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Sem revisão do orador.) - Caro Presidente, meus queridos colegas, há uma dúvida que está atormentando os brasileiros: afinal de contas, até onde vai a falta de escrúpulos, até onde vai o escárnio e o conluio entre o PT e os supremos blindadores da República? Esta resposta, meus caros, nós teremos em breve, quando irá a julgamento uma ação proposta pelo PT que visa diminuir ou, quem sabe, até acabar com os efeitos das delações premiadas, que foram um grande instrumento no combate à corrupção. Ainda por cima, diante de tudo isso, o Presidente do PT teve a pachorra de dizer que o Ministro Alexandre de Moraes tinha seus motivos para desengavetar essa ação que foi movida, se não me engano, em 2021. E ele tem seus motivos, sim, tem, no mínimo, 129 milhões de motivos. O mesmo Ministro Alexandre de Moraes se aqui estamos falando de golpe, vamos falar de um golpe que está acontecendo na nossa cara se utilizou de uma delação, e todos viram a maneira como ela se deu. Houve ameaça à família do delator, condenação de centenas de brasileiros e fez do ex-Presidente Jair Bolsonaro um preso político. Agora, esse instrumento que está sendo utilizado foi buscado debaixo do baú para salvar Alexandre de Moraes e seus comparsas, que adoram apreciar uísque caro. Meus caros, nós não podemos admitir isso. Se tivesse o PT, que é autor dessa ação, vergonha e quisesse limpar o Brasil, retiraria essa ação imediatamente. Quando a lei vale para uns e não vale para outros, perde a democracia e a injustiça prospera. E cabe a nós, ao Congresso Nacional, reagir e não permitir que isso aconteça. Eu não estou aqui para assistir a tudo isso em silêncio. O Brasil, meus caros, pede coragem. Nós não podemos ser a República dos intocáveis. A farra dos intocáveis precisa acabar. E é isso, Sr. Presidente, que eu vim denunciar desta tribuna. Não podemos aceitar que o nosso País seja a República dos intocáveis. E, para isso, nós vamos "despetizar" o Brasil. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 07/04/2026
O Deputado registrou agradecimentos pela assunção ao mandato, destacando apoio do PP, da bancada gaúcha e de eleitores que o elegeram. Por conseguinte, ressaltou a responsabilidade de representar o Rio Grande do Sul em momento considerado decisivo para o País. Além disso, afirmou trajetória política anterior e proximidade com demandas da população. Ademais, declarou atuação como Parlamentar de oposição, com foco em pautas ligadas ao desenvolvimento nacional. Na sequência, enfatizou a defesa do agronegócio e criticou a ausência de representantes do Governo Federal na feira de agronegócio Expodireto Cotrijal. Por fim, reafirmou compromisso com o mandato e com a representação dos eleitores.
Palavras-chave oficiais: Assunção,Mandato parlamentar,Deputado federal,agradecimento,Progressistas (PP),Bancada estadual,Rio Grande do Sul,Oposição política,Agronegócio,Participação política
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O SR. SÉRGIO TURRA (Bloco/PP - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, preciso inicialmente fazer agradecimentos. Em primeiro lugar e sempre, agradeço a Deus, especialmente por me permitir estar aqui num momento tão importante e histórico para a vida do nosso País. Quero agradecer também ao Progressistas, meu partido do Rio Grande do Sul, especialmente ao Deputado Federal Covatti Filho, que me dá esta oportunidade. Ele é o titular da cadeira. Em respeito, Deputado Covatti Filho, a quase 90 mil gaúchos que confiaram em mim, quero agradecer-lhes e sei da responsabilidade que terei de representá-los. Agradeço à bancada gaúcha, aos meus colegas de bancada do Progressistas do Rio Grande do Sul, ao Deputado Pedro Westphalen, que foi meu colega Deputado Estadual, à Deputada Any Ortiz, igualmente minha colega Deputada Estadual, e ao Deputado Afonso Hamm. É óbvio que preciso agradecer também à minha família, especialmente pelos momentos difíceis e de angústia. Como eu disse no início, vivemos um momento histórico e decisivo para os rumos da Nação brasileira. Estamos numa encruzilhada: ou resgatamos a esperança de um país pujante e livre ou mantemos um projeto de poder autoritário conectado às piores ditaduras do planeta, conhecido e reconhecido por ser um sistema corrupto e que, lastimavelmente, tanto mal tem feito ao nosso País. Fui Deputado Estadual por dois mandatos e, ultimamente, estava no exercício da minha atividade privada, mas jamais deixei de estar nas ruas deste País, de ouvir o povo brasileiro, que clama por resgatarmos o Brasil. É por isso, senhoras e senhores, que eu estou aqui. Tenho muita honra e muita satisfação de poder, a partir de agora, lutar ao lado de grandes Parlamentares que eu vejo defender o Brasil, como o meu querido amigo e colega de bancada, quando era Deputado Estadual, Marcel van Hattem, o Deputado Zucco, o Deputado Sanderson. Há tantos outros que eu poderia citar, mas não quero aqui me estender. Eu tenho e sempre tive lado. Quero ajudar o meu País, o Estado do Rio Grande do Sul, mas o farei como Deputado de oposição, para me somar a esses que estão combatendo o bom combate. Presidente, eu peço licença para fazer uma referência muito especial a meu pai, Francisco Turra. Eu quero lutar por aquela que sempre foi a tua, a nossa, a principal bandeira deste País, o agro, que, lamentavelmente, em 2026 se é que é possível acreditar nisso não tem o respeito do atual Governo. Ao contrário, é mal falado, enquanto é respeitado mundo afora, mundo que precisa do nosso agro, do nosso alimento. Eu quero valorizar, ajudar o agro, fazer a minha parte por ele. Como eu disse, o Governo atual dá as costas ao agro. Tivemos um exemplo muito claro disso na abertura de uma das maiores feiras do agronegócio da América, do mundo, a Expodireto Cotrijal, em que não houve um representante do primeiro escalão do Governo Federal. Isso é emblemático. Portanto, meus caros, contem comigo. Quero me dirigir ao povo para dizer que nós precisamos manter a fé, a crença, porque eu não tenho dúvida alguma de que vale a pena o bom combate. Encerro utilizando uma frase de Churchill, que acredito que vem a calhar com o momento que o nosso País vive. E Churchill a usou para incentivar, para motivar a resiliência do seu povo quando parecia que o inimigo, os nazistas, era invencível. Disse Churchill: "Nunca desista, nunca, nunca, nunca, nunca". Meus amigos, nós não vamos desistir do Brasil, nós não vamos desistir deste País. Eu estou aqui para fazer, humildemente, a minha parte nesse sentido. Muito obrigado a todos.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/07/2026 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.