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Foto de Sargento Fahur

Deputado · Câmara

Sargento Fahur

PL · PR

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Gilson Cardoso Fahur · 62 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 88 de 100, Cara Bom0406080100

88/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 87% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 99%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 27%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 91%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 21%das 866 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 47%das 655 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Sargento Fahur

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.sargentofahur@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5858
Gabinete
Gabinete 858, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

100%

Esteve em 391 de 391 sessões

Melhor que 94% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

99%

Registrou voto em 1.116 de 1.128 votações nominais

Entre os primeiros de todos os deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 18 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 16 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 866 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

218 discursos na tribuna · de 14/06/2019 a 15/10/2026.

  • 21/05/2026

    O Deputado destacou a Operação Vérnix, deflagrada pelo Ministério Público e pela Polícia Civil de São Paulo, que resultou na prisão de Deolane Bezerra por lavagem de dinheiro. Apontou como paradoxal o fato de Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, preso ininterruptamente há mais de 27 anos e recolhido em presídio federal, ter sido alvo de novo mandado de prisão na mesma operação. Questionou como Marcola pode continuar chefiando o Primeiro Comando da Capital (PCC) de dentro de uma unidade prisional federal.

    Palavras-chave oficiais: Operação policial,Opala,São Paulo (Estado),Ministério público estadual,Lavagem de dinheiro,Criminoso,Prisão,Presídio,Mandado de prisão,Organização criminosa

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero chamar a atenção para a Operação Vérnix, do Ministério Público e da Polícia Civil de São Paulo, que prenderam hoje aquela pilantra da Deolane Bezerra. Está novamente em cana aquela vagabunda, por lavagem de dinheiro. E olhe que surpresa, que interessante: o criminoso Marcola está preso de forma ininterrupta há mais de 27 anos, está em tranca há mais de 27 anos, no momento puxando cadeia em um presídio federal. Imaginem V.Exas. que ele também foi alvo de um mandado de prisão hoje. Então, um cara que está puxando cana há mais de 27 anos foi preso hoje por força de um mandado de prisão. Seria cômico se não fosse trágico. Marcola está cometendo crimes, chefiando o PCC de dentro de um presídio federal. É isso que eu entendi? Se ele foi alvo de um mandado de prisão junto com a pilantra da Deolane, alguma coisa está errada. Muito obrigado. Força e honra!
  • 21/05/2026

    O Deputado alertou a população brasileira sobre a tentativa do Governo Lula de cercear a liberdade de expressão por meio de decreto que regulamenta as redes sociais e a internet. Além disso, criticou o que chamou de "sigilos criminosos" e fez referências ao histórico judicial do Presidente da República. Por fim, declarou oposição à visita íntima em presídios e conclamou a população a reagir.

    Palavras-chave oficiais: Governo,regulamentação,Rede social digital,Internet,Liberdade de expressão,Condenação criminal,Presidente da República Visita íntima,Presídio

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu só quero fazer aqui um alerta ao povo brasileiro. O Governo Lula é mentiroso e quer esconder a verdade do povo, tanto que está regulando as redes sociais, a Internet. O Governo Lula tem medo de que o povo saiba a verdade. Além desses sigilos criminosos que ele tem imposto, ele tem tentando, sim, de todas as maneiras — agora através de um decreto — cercear a liberdade de expressão do cidadão brasileiro nas redes sociais. Então, você, cidadão que defende esse descondenado, ladrão, que puxou cadeia no Paraná... E vou falar mais uma coisa, Presidente. Eu sou terminantemente contra visita íntima para presos, porque, se não fosse a visita íntima, a Janja não estaria gastando o dinheiro do povo brasileiro no Brasil e no mundo. Isso porque ela visitava esse maldito condenado — e agora descondenado — lá na cela da Polícia Federal em Curitiba. Quer regular as redes, tirar a voz do cidadão. Reaja, Brasil, reaja! Lula é um bandido!
  • 21/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 3.240, de 2025, que altera a Lei nº 12.527, de 2011 (Lei de Acesso à Informação), e a Lei nº 8.429, de 1992 (Lei da Improbidade Administrativa), para vedar a imposição de sigilo sobre informações relativas a gastos da Administração Pública Federal, nos termos que especifica. Em seguida, criticou o Governo Lula e integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT) sobre transparência e investigações relacionadas ao Banco Master. Além disso, mencionou gastos atribuídos à primeira-dama Janja e cobrou divulgação de informações sobre encontros envolvendo o Presidente Lula e o empresário Daniel Vorcaro. Por fim, rebateu críticas dirigidas ao ex-Presidente Jair Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Transparência pública,Despesa pública,Primeira-dama Banco Master,Corrupção,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT) Ex-presidente da República,Administração federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu não sei como é que os Deputados do PT não têm vergonha na cara de colocar Bolsonaro no meio de um rolo que é deles, Janja passeando pelo mundo inteiro, gastando dinheiro do contribuinte, e não querem derrubar o sigilo, querem colocar sigilo. Vocês vão ver o que vai acontecer à hora que quebrar o sigilo do que o Lula conversou com o Vorcaro dentro do Palácio. Ele vai para a cadeia de novo, só espero que não seja no Paraná, porque no Paraná quem vai ser Governador vai ser Sergio Moro. Sergio Moro não quer ver Lula nem pintado de ouro. A Oposição orienta "sim". Deputados do PT não têm vergonha na cara. Tudo que falam na tribuna querem jogar a culpa em Bolsonaro. Nós estamos falando do Governo do descondenado Lula, que nunca foi absolvido ou inocentado. Ladrão!
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 2, apresentada ao Projeto de lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Oposição orienta "sim" ao destaque. Entendemos que o destaque reduz essa loucura, essa intervenção do Governo no mercado de preços. Então, é "sim" ao destaque e "não" ao texto, para redução de danos.
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva ao Projeto de lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "não", Sr. Presidente. Nós entendemos que, neste ano eleitoral, o Governo quer fazer cortesia com o chapéu dos outros. O PT, quando não está mentindo, está roubando. Dessa vez, está mentindo. Quem vai pagar o preço é o próprio povo. É mentira do PT! Querem interferir na economia de uma forma velada — na verdade, é descarada! —, mas nós estamos aqui para mostrar a verdade. A Oposição orienta "não".
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.564, de 2025, que altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais), para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Sr. Presidente, orienta "sim". Nós temos o entendimento de que o agro é o carro-chefe da economia, o carro-chefe do Brasil. Chore, Marina (expressão retirada por determinação da Presidência)! Chore, "esquerdalha"! Força e honra!
  • 19/05/2026

    O Deputado defendeu a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Banco Master durante futura sessão do Congresso Nacional e afirmou que o Presidente do Congresso, Senador Davi Alcolumbre, teria obrigação de autorizar o funcionamento da comissão. Em seguida, declarou que a investigação deveria identificar responsabilidades e separar inocentes de envolvidos em irregularidades. Além disso, afirmou acreditar que as apurações poderiam alcançar integrantes do Partido dos Trabalhadores e pessoas próximas ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Palavras-chave oficiais: instalação,Presidente do Congresso Nacional,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,investigação,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Na quinta-feira, pelo que eu tenho conhecimento, nós teremos uma sessão do Congresso Nacional, e eu digo que o Presidente do Congresso, o Senador Davi Alcolumbre, tem obrigação moral de instalar a CPMI do Banco Master. Nós precisamos separar inocentes de bandidos. A verdade precisa prevalecer. Eu tenho convicção, com a minha experiência de vida, pelo que eu tenho vivido aqui dentro da Câmara dos Deputados, de que a CPMI do Banco Master chegará ao PT, chegará muito próximo ao Presidente da República, que é um descondenado e nunca foi inocentado ou absolvido. Lula é ladrão!
  • 19/05/2026

    O Deputado registrou voto contrário ao Projeto de Lei nº 4.822, de 2025, com base nos debates e manifestações apresentados durante a discussão.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Voto contrário

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só quero registrar meu voto contrário ao projeto que acabou de ser discutido aqui, o Projeto de Lei nº 4.822, de 2025. Pelas manifestações que ouvi aqui, sou totalmente contrário ao projeto. Muito obrigado.
  • 12/05/2026

    O Deputado parabenizou policiais federais de Guaíra (PR), Naviraí (MS) e Maringá (PR), bem como policiais militares da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar, pela apreensão de 5.100 kg de maconha e um fuzil em Planaltina (PR). Ao finalizar, ressaltou que a ação conjunta impediu que a droga chegasse ao País e prejudicasse crianças e adolescentes.

    Palavras-chave oficiais: Congratulação,Policial federal,Guaíra (PR),Naviraí (MS),Maringá (PR),Policial militar,Operação policial,Planaltina do Paraná (PR),apreensão,Maconha,Fuzil,Criança,Adolescente

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero publicamente, neste plenário, parabenizar os policiais federais dos Municípios de Guaíra, Naviraí, em Mato Grosso do Sul, e de Maringá. Em uma ação conjunta com policiais militares da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar, eles apreenderam 5.100 quilos de maconha e um fuzil em Planaltina, no Paraná. Policiais federais, em conjunto com policiais militares, tiraram de circulação drogas que viriam para o Brasil empestear nossas crianças e nossos adolescentes. Parabéns, policiais federais e policiais militares, por este brilhante trabalho! Vocês me representam. Força e honra!
  • 12/05/2026

    O Deputado manifestou apoio ao Projeto de Lei nº 488, de 2019, que trata da imposição de penas restritivas de direitos a condenados por crimes de pedofilia. Parabenizou o autor da proposta, Deputado Capitão Wagner, e o Relator, Deputado Kim Kataguiri, destacando a importância de medidas voltadas ao endurecimento das punições para esse tipo de crime.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Pedofilia,Condenado,Pena restritiva de direitos,Defesa,Congratulação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só quero reforçar que o Projeto de Lei nº 488, de 2019, determina a obrigatoriedade da imposição de pena restritiva de direitos aos condenados por crime de pedofilia. Autor: Deputado Capitão Wagner. Relator: Deputado Kim Kataguiri. Quero parabenizar o autor e o Relator e frisar que tudo que for para endurecer a vida de criminoso, principalmente desse criminoso nojento que é o pedófilo, tem o apoio do Deputado Federal Sargento Fahur. Eu sou a favor de penas ainda mais graves, como a pena de morte e a pena de prisão perpétua para esses pedófilos nojentos. Força e honra! Valeu, Deputado Kim! Muito obrigado.
  • 07/05/2026

    O Deputado tratou da operação da Polícia Federal contra o Senador Ciro Nogueira, relacionada ao Banco Master, e afirmou que, caso sejam comprovados crimes, os envolvidos devem ser punidos. Ademais, destacou esquema de propina envolvendo o Senador Ciro Nogueira e o empresário Daniel Vorcaro no caso Banco Master, além de criticar o ex-Presidente do Banco de Brasília (BRB) por pareceres favoráveis à instituição. Além disso, defendeu que as investigações alcancem integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou a anulação dos processos do Presidente Lula na Operação Lava Jato pelo STF e manifestou expectativa sobre as apurações relativas à fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e a participação de Lulinha, filho do Presidente da República. Ao final, defendeu os Deputados Marcel van Hattem, Zé Trovão e Marcos Pollon diante da suspensão de seus mandatos pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Operação policial,Senador,Banco Master,Investigação criminal,Polícia Federal (PF),punição,Crime,Propina,Empresário,Ex-,Presidente,Banco de Brasília (BRB),Ministro do Supremo Tribunal Federal anulação,Processo penal,Supremo Tribunal Federal (STF),Operação Lava Jato,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Eleições Investigação criminal,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Filho,Presidente da República Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Decisão,Suspensão (penalidade),Deputado federal,Mandato parlamentar,Atuação parlamentar

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Hoje pela manhã começamos a receber informações de mais uma fase da operação da Polícia Federal que mira a situação do Banco Master, essa roubalheira, esse desvio de dinheiro, a influência de políticos. Ciro Nogueira, um dos expoentes do Centrão, sofreu busca e apreensão em sua residência, nos seus endereços. Já o primo de Daniel Vorcaro foi preso. Algumas matérias mencionam uma mesada para o líder do PP, Ciro Nogueira, de 300 mil reais, e parece que depois subiu para 500 mil reais. Qual é a diferença entre Direita e Esquerda? O Líder da Esquerda disse há pouco que não tem quem venha falar aqui sobre Ciro Nogueira. Eu venho falar sim, são notícias que estão saindo agora. A operação da Polícia Federal é uma realidade, não é mentira ou brincadeira. A diferença é que nós queremos que quem deva, pague. Se alguém cometeu crime, tem que pagar. Há provas? Tem que pagar. Vamos aguardar o Lulinha, que também recebia 300 mil reais. Acho que esse valor de 300 mil reais virou padrão em Brasília: Lulinha, 300 mil reais; Ciro Nogueira, 300 mil reais, e subiu para 500 mil reais. Vamos aguardar! Quem deve tem que pagar! Esse assunto não pode ser proibido. Claro que todo mundo tem direito à defesa, não podemos fazer prejulgamentos. Mas a partir do momento que a Polícia Federal foi para cima de um Senador, de um líder do Centrão, indícios ela tem, não tenho dúvida nenhuma. Há muito mais pessoas, podem ter certeza, e influentes — e nós esperamos que se bata à porta também do STF —, envolvidas com o Banco Master. O banqueiro criminoso, mafioso, bandido Daniel Vorcaro, para sobreviver e continuar transitando na alta elite de Brasília, do Brasil e do mundo, precisava de apoio de pessoas fortes, influentes, tanto no Legislativo, quanto no Judiciário e, não duvido nada, no Governo Federal. São pessoas influentes que lideram a sustentação a troco de milhões e milhões de reais. O próprio ex-Presidente do Banco de Brasília, ladrão, recebeu apartamentos de valores milionários para poder dar pareceres favoráveis ao Banco Master e injetar dinheiro do povo de Brasília, do povo brasileiro, em uma instituição quebrada. Esse pilantra que era o ex-Presidente do Banco de Brasília também vai fazer delação. O Camisotti, que também esteve aqui e ainda está preso, e o filho dele fizeram denúncias, mas a PGR mandou refazê-las. Tudo bem, vamos fazer o negócio certinho, para depois não acontecer como ocorreu com Lula, que é ladrão, foi condenado em várias instâncias e teve os processos anulados porque a competência da Vara Federal de Curitiba foi questionada. Então, doa a quem doer! Jamais os senhores verão pessoas igual a mim, Sargento Fahur, vir à tribuna defender vagabundo ou se omitir. Eu poderia ficar quieto, mas não. A Polícia Federal esteve em endereços ligados ao Senador Ciro Nogueira. O que eu quero? Se ele deve, que pague, não só ele como os outros! A delação de Daniel Vorcaro está praticamente pronta. Vai estar em mãos da PGR, da Polícia Federal e, com certeza, do Ministro André Mendonça. Nós queremos saber se alguém vai bater à porta do STF. Eu quero ver se eles vão se proteger ou se vão investigar. Este assunto vai tomar as notícias de hoje e do fim de semana: busca e apreensão em endereços ligados ao Senador Ciro Nogueira. Espero mais desdobramentos, espero graúdos de Brasília na cadeia. Nós começamos lá atrás, com a Lava-Jato, que prendeu criminosos da política, inclusive o atual Presidente da República. Ele se safou por uma brecha na lei. O STF livrou-o para enfrentar Jair Bolsonaro. A verdade é esta: qualquer pessoa que tenha o mínimo de inteligência sabe que Lula foi tirado da cadeia pelo sistema para ser colocado na Presidência da República. E hoje se encontra com o Presidente Donald Trump. Tomara que fique preso por lá, junto com o Maduro! Imaginem, preso! Aí nós vamos festejar o resto da semana! Que coisa boa! Aí vai ficar bom: o "laranjão" meter o grampo no defensor de facções criminosas, criminoso, condenado em várias instâncias, por corrupção e lavagem de dinheiro. Enfim, vamos esperar os desdobramentos em relação a essa roubalheira do Banco Master, sem deixar cair no esquecimento a roubalheira do INSS, para a qual também teremos novidades. Estes dias, Sr. Presidente, estava lendo uma matéria — era matéria jornalística, não me venham encher o saco! —, em que se dizia que, apesar de todos os esforços de Lula, do Presidente da República, para blindar o filho Lulinha, ele não tem conseguido amenizar a situação. E a Polícia Federal está fungando o cangote do filho do Presidente da República, o Lulinha. Teremos novidades em breve. É ladrão! O fruto não cai longe do pé. Para finalizar a minha fala, Sr. Presidente, quero deixar aqui, até porque já o fiz, minha solidariedade aos Deputados Marcel van Hattem, Zé Trovão e Marcos Pollon, que tiveram, pelo Conselho de Ética, o mandato suspenso por 2 meses, por defenderem a democracia e cobrarem uma promessa do Presidente Hugo Motta, que era pautar a anistia, o que não foi feito. Nós fizemos aqui um movimento pacífico. Eu participei dele, assim como dezenas e dezenas de Deputados. Presidente, eu vou analisar as imagens e quero ver se algum Deputado que participou desse movimento votou a favor da suspensão desses três guerreiros. Para concluir, digo: Deputados Marcel van Hattem, Zé Trovão e Marcos Pollon, V.Exas. são heróis do Parlamento, heróis do povo brasileiro! Força e honra!
  • 04/05/2026

    O Deputado comentou ocorrências policiais envolvendo integrantes de partidos políticos da Esquerda no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em Goiás. Em seguida, afirmou que houve confrontos durante abordagens dos agentes e atribuiu as situações a interferências nas ações das forças de segurança. Por fim, reforçou apoio à Polícia Militar, ao destacar a importância do respeito às intervenções realizadas no exercício da função.

    Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Polícia militar,Abordagem policial,Partido político,Esquerda política,Autoridade policial

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Quero fazer uma observação aqui. Ontem vi uma postagem do PSOL, esse partideco, sobre um Vereador do Rio de Janeiro que teria sido espancado pela PM e por bolsonaristas, um negócio bem vago. No mínimo, estava badernando depois do show da Shakira. No Distrito Federal, um Deputado Distrital do PSOL também levou uns baculejos da polícia, porque quis se intrometer no trabalho da polícia e fazer baderna. Em Goiás, um Vereador do PT de Goiânia, também encheu o saco da polícia e levou uns tabefes. Não sei por que a Esquerda não gosta da polícia, mas dou um conselho a ela: não mexa com a polícia em ocorrência, porque vai levar cacete no lombo e bala no rabo. Força e honra! Viva a Polícia Militar no Brasil!
  • 04/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado abordou a impunidade no Brasil, com foco em crimes praticados por menores de idade, e defendeu a responsabilização mais rígida desses casos. Relatou experiências na Polícia Militar, ao mencionar ocorrências em que adolescentes envolvidos em crimes graves não permaneceram detidos. Citou episódios recentes de violência para sustentar a necessidade de mudanças na legislação, incluindo a redução da maioridade penal. Também tratou de crimes contra mulheres, destacando casos de feminicídio. Em seguida, reafirmou seu posicionamento pela adoção da prisão perpétua e pela redução da maioridade penal, e apontou divergências com o Governo Federal e setores da Esquerda sobre o tema.

    Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Direito penal,Impunidade,Maioridade penal,Pena de morte,Criminalidade,Polícia militar,Feminicídio,Esquerda política

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero falar agora sobre impunidade de criminosos no Brasil, tanto adultos como menores de idade. Nós temos recebido inúmeras matérias com informações e notícias sobre bandidos mirins, menores de idade que estão matando, estuprando crianças, traficando drogas, roubando, e não são punidos conforme a gravidade dos seus crimes. Nós precisamos, urgentemente, no Brasil, reduzir a maioridade penal. Vejam que eu não falo nem em discutir o tema. Precisamos reduzir a maioridade penal para que esses minicriminosos, esses adolescentes de má índole, pessoas ruins, perversas, criminosas, sejam responsabilizadas. Servi por 35 anos nas fileiras da Polícia Militar do Paraná e vi inúmeros casos de crimes graves praticados por menores de idade. Tive o desprazer de deter menores de idade no cometimento de crimes graves e vê-los sair da delegacia antes de mim. Sim, o Conselho Tutelar levava esses menores para a casa da mamãe. Chega de impunidade para menor criminoso! Nós tivemos, em São Paulo, o caso grave de duas crianças estupradas, violentadas por um adulto e quatro menores. E a gente pôde observar que, no depoimento, os menores jogavam a culpa para cima do adulto. Com certeza, o adulto deve ter jogado a culpa para cima dos menores. O que eu quero dizer com isso? Que os menores sabem que a lei os protege. "Ah, foi culpa do adulto, que nos induziu, que nos chamou!" É mentira! São bandidos perversos. Acabaram com a vida de duas crianças. Não as mataram, graças a Deus, mas, com certeza, essas crianças carregarão um trauma pelo resto da vida. Esses bandidos precisam ser responsabilizados. Matam e roubam impunemente, são usados como mulas do tráfico, e muitos portam fuzis nas comunidades. É preciso que eles sejam responsabilizados. Sr. Presidente, Srs. Deputados, a Esquerda já se manifestou sobre o tema: é contra. Eu vi o Líder do PT dizer que é contra a redução da maioridade penal. Eu gostaria que eles explicassem publicamente o porquê dessa posição. Ser contra é um direito deles. Nós vivemos em uma democracia. Mas eles precisam explicar ao cidadão por que são contra, e eu, por que sou a favor. Eu sou a favor porque a impunidade é fator preponderante para o aumento da criminalidade. Um crime que tem me preocupado, Sr. Presidente, é o assassinato de mulheres praticado por ex-maridos, ex-namorados, ex-conviventes covardes, os chamados "machões de cozinha". Num caso recente, o criminoso entrou na casa da ex-mulher, que estava com um novo namorado — é um direito dela —, e a assassinou na frente de quatro crianças. O Relator da PEC da Segurança Pública tinha me prometido que iria colocar a pena de prisão perpétua na PEC para esse tipo de criminoso. Ele também colocou na PEC a previsão de um plebiscito para o povo decidir sobre a redução da maioridade penal. Por pressões da Esquerda e do Governo Lula, ele retirou esses dois trechos da PEC. Nós precisamos da prisão perpétua e da redução da maioridade penal no Brasil. Eu, Deputado Federal Sargento Fahur, sou a favor da pena de morte, mas essa é uma discussão para a qual muitos aqui ainda não estão preparados. Podem ter certeza: para frear o alto índice de criminalidade no Brasil, precisamos de prisão perpétua, pena de morte e redução da maioridade penal já! Força e honra!
  • 04/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado citou derrotas recentes do Governo Federal em votações no Congresso Nacional e contestou acusações de acordos para barrar investigações. Afirmou que Parlamentares de Esquerda disseminaram versões inverídicas sobre a existência de articulações para interromper as investigações relacionadas ao Banco Master. Em seguida, associou o Governo Federal a casos de corrupção e rejeitou discursos que tentavam imputar crimes à Direita. Por fim, declarou que novas disputas eleitorais serão decisivas para avaliar o cenário político.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Congresso Nacional,Esquerda política,Direita política,investigação,Banco Master,Corrupção,Eleição,Notícia falsa (fake news)

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, eu queria falar sobre as derrotas fragorosas do Governo Lula na semana passada — e vem mais por aí. Porém, o que eu queria frisar aqui é a choradeira da Esquerda, Parlamentares esquerdistas principalmente, mas, no geral, o cidadão esquerdista: "É porque o Brasil perdeu, porque o Messias, porque não sei o quê". Agora, o Deputado do PT Lindbergh Farias não tem moral nenhuma, viu? Está em lista de Odebrecht, está sob liminar aqui, cumprindo o mandato de Deputado Federal dele — dizem que houve um acordão. É muito fácil falar bobagem, difícil é provar. Dizem que houve um acordão para essas derrotas do Lula, um acordão de frear as investigações contra os ladrões do Banco Master. É mentira! Mentira do Lindinho. Eu não vou dizer que não acontece isso aqui na Câmara, no Congresso, não. A gente sabe que acontece, sim, mas não é esse o caso. Não tenho dúvida nenhuma, não é esse o caso. O que acontece é o seguinte: quem não quer investigar o Banco Master é a Esquerda. O próprio Presidente do PT falou que foi um erro do PT não assinar a CPI do Banco Master. Eles não querem investigar, não têm interesse nenhum. Há muito tempo, Alckmin, que hoje é Vice-Presidente da República, disse que Lula queria voltar à cena do crime. Lula voltou à cena do crime e o Alckmin veio junto. Corrupção desenfreada para todos os lados, mas esse Governo de canalhas — canalhas — quer imputar ao Bolsonaro, quer imputar à Direita. Há gente da Direita envolvida? Há. Bandido existe em todo lugar: Centrão, Direita, Esquerda. E eu quero que investigue, doa a quem doer. Agora, é mentira, mentira deslavada de sem-vergonhas da Esquerda que estão dizendo que houve acordão aqui. O que aconteceu foi que vocês levaram ferro duas vezes na semana, duas vezes na sequência. Não se recuperaram ainda, estão atordoados, e, para justificar para o seu eleitor, para os seus apoiadores, a grande maioria bandidos, vocês vêm com essa conversa de acordão. É mentira, mentira! Vocês levaram ferro. O Governo Lula está derretendo, Lula está derretendo, e nós daremos a resposta final, o golpe final, agora nas eleições de outubro. Sargento Fahur, sem medo da verdade. Esquerda, lixo! Força e honra!
  • 29/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 5.967, de 2023, que acrescenta os parágrafos 1º a 5º ao art. 24 do Decreto-Lei nº 667, de 1969, para assegurar aos policiais militares e bombeiros militares a carga horária de 144 horas mensais, bem como a remuneração extraordinária no trabalho realizado que extrapole a carga horária vigente, remuneração em dobro nos feriados e dá outras providências. Na oportunidade, relembrou sua trajetória de 35 anos de serviço ativo na Polícia Militar do Paraná.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável Polícia militar,Paraná,Serviço ativo militar,Deputado federal,Segurança pública

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu adentrei as fileiras da Polícia Militar do Paraná em 28 de junho de 1983. Servi por 35 anos no serviço ativo da Polícia Militar, sempre tive horário para assumir o serviço, mas nunca tive hora para sair do serviço. Dentro da Polícia Militar, um atraso de 5 minutos gera medidas ou punições administrativas. Cansei de ser escalado das 19 horas às 7 horas da manhã, às 6 horas ou às 6h30min da manhã pegar ocorrências graves, roubos, homicídios, tráfico de drogas, e ficar até às 12, 13 ou 14 horas. Nunca recebi hora extra — nada! Sei que, no Brasil, homens e mulheres dignos que servem nas fileiras das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares têm horário para assumir o serviço, mas não têm horário para largá-lo. Por isso, nós, na Câmara dos Deputados, representantes desses trabalhadores e desses profissionais, estamos trabalhando este projeto de 144 horas mensais de serviço. O que passar disso vai para um banco de horas para que, posteriormente, o policial possa gozar da folga junto com a família. Se quiser, o Governador pode pagar financeiramente — isso dependerá do Governador. É importante estar junto do Deputado Cabo Gilberto, do Deputado Sargento Gonçalves, do Deputado Coronel Meira, entre outros, como nossos grandes amigos Deputados Igor Timo e Sargento Portugal, cabeças disso tudo. Nós somos coautores. É importante dizer: chega de explorar o policial militar, chega de explorar o bombeiro militar!Chega! Uma expressão pesada: chega de escravizar o profissional da segurança pública! Hoje nós arrebentamos esta corrente! Força e honra! O PL orienta "sim".
  • 26/03/2026

    O Deputado informou que o Plenário do Supremo Tribunal Federal analisaria a prorrogação da CPMI do INSS. Destacou que o Ministro André Mendonça havia decidido pela continuidade da comissão em decisão individual, posteriormente submetida ao colegiado. Informou que a votação indicaria o posicionamento dos ministros em relação à continuidade das investigações e também o grau de apoio à decisão do magistrado no âmbito da Corte. Afirmou que acompanharia o resultado como indicativo do andamento das apurações e da atuação institucional no caso.

    Palavras-chave oficiais: prorrogação,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Supremo Tribunal Federal (STF)

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Quero só lembrar que hoje será decidida pelo Pleno do STF a prorrogação ou não da CPMI do INSS. André Mendonça votou de maneira monocrática pela prorrogação, determinou a prorrogação da CPMI, mas resolveu submeter a sua decisão ao Plenário do STF. Então, hoje os Ministros terão que mostrar a sua cara, dizer se querem o combate ao crime ou não. Isso vai mostrar também uma coisa importante, Sr. Presidente, vai mostrar se André Mendonça está isolado ou está fortalecido no STF. Vamos prestar atenção à votação de hoje. Os Ministros vão mostrar a sua cara, dizer se querem ou não que continue a investigação na CPMI do INSS. Força e honra!
  • 26/03/2026

    O Deputado elogiou o Deputado Alberto Fraga por sua atuação pela aprovação da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos. Ademais, defendeu a valorização dos profissionais de segurança pública do Distrito Federal, especialmente da Polícia Penal. Além disso, cobrou melhores condições de trabalho para os profissionais de segurança pública nos Estados e em nível federal. Adicionalmente, reconheceu avanços na segurança pública do Paraná durante o Governo Ratinho Júnior, mas criticou falhas na reestruturação da Polícia Militar. Repudiou ainda a extradição da Deputada Carla Zambelli e a condenação criminal do ex-Presidente Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF), denunciando a "ditadura do Poder Judiciário" e a perseguição política à Direita. Ao final, recriminou a aprovação pelo Senado Federal do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que dispõe sobre o crime de misoginia, e sustentou a retirada da Esquerda do poder.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Reajuste salarial,Remuneração,Política salarial,Política de segurança pública,Governo do Distrito Federal,Polícia militar,Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF),Atuação parlamentar,Deputado federal,Condições de trabalho,Distrito Federal (Brasil),valorização Política de segurança pública,Governador,Paraná,Polícia militar Supremo Tribunal Federal (STF),Extradição,Deputada federal,Itália,Condenação criminal,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Perseguição política,Direita política,Ditadura,Poder Judiciário Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Crime,Misoginia,Esquerda política,Eleições

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Parabenizo V.Exa. pela sua participação efetiva em relação a essa proposta, que beneficia de forma justíssima os operadores de segurança pública do Distrito Federal, os integrantes da Polícia Militar, da Polícia Civil, da Polícia Penal. Como bem disse Deputado que me antecedeu, a Polícia Penal é importantíssima. O SR. PRESIDENTE (Alberto Fraga. PL - DF) - Deputado Fahur, peço que me dê um segundo apenas, porque eu quero anunciar a presença de estudantes nas galerias deste plenário. Eles estão nos visitando. É uma honra tê-los na Casa do Povo. Sejam bem-vindos. O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR) - Bacana! Sejam bem-vindos. Força e honra! A Polícia Penal é parte importantíssima dessa engrenagem de segurança pública em todo o Brasil, tanto a Polícia Penal Federal como as Polícias Penais dos Estados e a do Distrito Federal. Eu costumo dizer, Coronel, que o policial penal praticamente cumpre pena junto com o criminoso dentro da cadeia. Por isso, ele, muitas vezes, à exceção de alguns momentos de escolta, de transporte de presos, quase não é visto. Ele trabalha dentro da cadeia, faz a contenção. Trabalha também com inteligência. Portanto, a valorização do policial penal do Distrito Federal é importantíssima. Nós precisamos, Srs. Governadores, valorizar os operadores de segurança pública dos Estados. Muitos estão largados à própria sorte. O Distrito Federal dá hoje um passo importante para a valorização dos seus profissionais de segurança pública, mas é preciso que a valorização desses profissionais ocorra em todos os Estados e também em âmbito federal. Contratações, salário digno, carga horária digna são importantes. No Estado do Paraná a situação não é diferente. Nós tivemos avanços na segurança pública com o Governo Ratinho Junior — isso eu não posso negar —, com aquisição de viaturas, de armamentos, que inclusive ajudei a comprar com recursos de emendas impositivas de minha autoria. Tivemos uma reestruturação que beneficiou algumas categorias, mas deixou a desejar principalmente em relação a policiais que estavam aposentados, estavam na reserva, profissionais que fizeram a sua parte na segurança pública do Paraná. Nós precisamos rever pontos da reestruturação da Polícia Militar do Paraná. O Governador Ratinho Junior tem uma grande aprovação no Estado, eu não nego. Eu apoio inúmeras ações do Governador, defendi inúmeras ações do Governador, mas ele deixou a desejar em relação à base da Polícia Militar, principalmente quanto aos aposentados. Ele ainda é Governador, tem tempo de consertar essa situação, sobretudo no que tange à data-base do funcionário público, em especial dos operadores de segurança pública. Parabéns, Coronel, pelo empenho na aprovação dessa matéria. Agora eu quero falar sobre a minha amiga Carla Zambelli. Há pouco, noticiaram que a Justiça italiana vai extraditá-la. Nós no Brasil vivemos sob uma "ditadura" — entre aspas — do Judiciário. Condenam-se pessoas a 14 anos de cadeia por picharem uma estátua. Condena-se um ex-Presidente a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe, sendo que ele não estava no Brasil e não se tem nenhuma prova robusta de golpe, a não ser uma minuta do Google. Condena-se uma então Deputada Federal a 15 anos de prisão, por invasão a sistema informatizado da Justiça, e a 5 anos, por perseguição a um homem negro. Ela perseguiu com uma arma esse homem, que a havia ofendido, que a havia atacado em um restaurante. E a Justiça italiana, que pensávamos que poderia tentar corrigir esses abusos do STF, assina embaixo e vai extraditar Zambelli. Estão agora tratando de que forma isso será feito. É revoltante! É revoltante o que a Direita está passando no Brasil: perseguições injustas, perseguições políticas. Nós não podemos mais falar! A cada dia, Coronel, aprovam-se coisas absurdas neste Parlamento. Foi aprovada anteontem no Senado matéria que trata do crime de misoginia. Inclusive o PL orientou a favor e votou a favor. Alguns Senadores que se dizem de direita votaram a favor, outros nem votaram. Ganham um salário gordo, e não votaram, nem apertaram o botão, foram omissos. Agora o projeto vem para a Câmara. Teremos aqui uma dificuldade desgraçada para tentar barrar esse projeto. Eu duvido muito que isso aconteça. Seremos chamados de machistas, de não sei o quê, dirão que somos contra as mulheres. Na verdade, nós precisamos trabalhar muito aqui dentro. A Direita precisa trabalhar e mostrar sua cara dentro da Câmara dos Deputados, dentro do Senado Federal, senão seremos engolidos. Já estamos sendo. Precisamos reagir. Precisamos reagir. Precisamos tirar do poder a Esquerda. Precisamos trabalhar aqui dentro, trabalhar nas ruas para tirar do poder a Esquerda nefasta, senão seremos engolidos. Primeiro, vai sobrar para nós aqui dentro, iremos para a cadeia. Depois, vai sobrar para você, cidadão que está aí fora, você, pai de família, chefe de família. Aprovaram um projeto sobre crime de misoginia, sendo que a Esquerda nem definiu ainda quem é homem e quem é mulher no Brasil. Estamos ferrados. Estamos ferrados! Obrigado, Sr. Coronel. Força e honra!
  • 26/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de destaque de preferência para votação do texto original da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de destaque de preferência,Texto legislativo,Medida provisória,Oposição política,Minoria parlamentar,Voto contrário

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, seguindo a mesma lógica da valorização do operador de segurança pública, que é importantíssima, nós orientamos "não" ao destaque. A Deputada que me antecedeu disse que segurança não se faz com arminha. E se faz com flor, então? Tem que ser feita com arma também, mas com valorização salarial, com carga horária digna, etc. Então, é "não". Força e honra!
  • 26/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de destaque de preferência para votação do texto original da Medida Provisória nº 1.326, de 2025, que dispõe sobre o reajuste da remuneração das forças de segurança pública do Distrito Federal, da remuneração da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar dos ex-Territórios Federais e do antigo Distrito Federal e do valor do auxílio-moradia dos militares que especifica e sobre a extinção de cargos efetivos vagos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de destaque de preferência,Texto legislativo,Medida provisória,Partido Liberal (PL),Voto contrário

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, considerando que, aqui dentro da Câmara, nós sempre pregamos a valorização do operador de segurança pública no Brasil nos âmbitos municipal, federal, estadual e, no caso agora, distrital, orientamos "não" ao destaque. Precisamos valorizar os policiais militares, policiais civis e policiais penais do Distrito Federal. Então, orientamos "não". Força e honra!
  • 25/03/2026

    O Deputado abordou um caso ocorrido em Curitiba (PR), relatando a decisão da Vara da Infância e Juventude que condenou um casal ao pagamento de multa superior a R$ 500 mil por não vacinar os filhos contra a Covid-19. Disse que o ponto mais controverso da decisão seria o fato de existir um laudo médico indicando que as crianças tinham problemas respiratórios. Por fim, argumentou que esse laudo teria sido desconsiderado pela Justiça, classificando a situação como absurda.

    Palavras-chave oficiais: Vara da Infância e da Juventude,Casal,Condenação judicial,Curitiba (PR),Multa,Vacinação,Filhos,Pandemia do Coronavírus,Coronavírus,Laudo médico,Criança

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero trazer aqui uma notícia da Gazeta do Povo, do Paraná. Eu achei um tanto absurdo o fato em si, mas há uma particularidade ainda mais absurda. Deputado General Girão, olhe aqui: "Pais são condenados por não vacinar filhos contra Covid". A multa passa de 500 mil reais. É isto mesmo: a Vara da Infância e Juventude de Curitiba, no Paraná, condenou um casal a pagar uma multa de 500 mil reais porque não vacinou as crianças contra a Covid. Mas há ainda algo mais absurdo: essas crianças tinham um laudo médico dizendo que tinham problemas respiratórios, e a vacina não era indicada. Vejam o absurdo: esse laudo médico foi desconsiderado, e essa família, esse casal foi multado em 500 mil reais!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.