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Foto de Sargento Fahur

Deputado · Câmara

Sargento Fahur

PL · PR

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Gilson Cardoso Fahur · 62 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 88 de 100, Cara Bom0406080100

88/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 87% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 99%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 90%

    discursos na tribuna (percentil)

Fale com Sargento Fahur

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.sargentofahur@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5858
Gabinete
Gabinete 858, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

100%

Esteve em 391 de 391 sessões

Melhor que 94% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

99%

Registrou voto em 1.116 de 1.128 votações nominais

Entre os primeiros de todos os deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 18 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 16 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 866 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

211 discursos na tribuna · de 14/06/2019 a 13/10/2026.

  • 13/10/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Primeiro, quero agradecer ao povo do Paraná por ter me reconduzido à Câmara dos Deputados. O novo mandato começará em 2027 e será um espelho desse enfrentamento contra criminosos e contra quem defende criminosos: a Esquerda. Nós demos um recado no Paraná, um recado ao descondenado, ex-presidiário, Lula da Silva. Elegemos Sergio Moro, os Senadores Deltan Dallagnol e Filipe Barros, e os três Deputados mais votados do Paraná são anti-Lula, anti-PT e anticorrupção. O Paraná deu o recado, o Brasil também deu o recado, dando a vitória no primeiro turno a Flávio Bolsonaro, que vai se confirmar no segundo turno, não tenho dúvida nenhuma disso. O Brasil quer mudança. Chega de defensores de criminosos! Pousam aqui de defensores do povo, mas defendem criminosos. Faz 8 anos que eu trabalho na Comissão de Segurança Pública junto com Deputados de Direita contra projetos da Esquerda que beneficiam criminosos. Se nós não estivéssemos atentos na Comissão de Segurança Pública, o Brasil seria um caos. A Esquerda defende menor bandido, a Esquerda defende o desencarceramento de criminosos, a Esquerda não vota nada que endureça a vida de bandidos. Mas o Paraná deu o recado. O Paraná vai aposentar definitivamente a Deputada Gleisi Hoffmann, que saiu candidata ao Senado e foi expurgada, excomungada nas urnas. Elegemos dois Senadores de Direita, anti-PT, anti-Lula, anticrime. O recado foi dado nas urnas, mesmo com alguns candidatos "sabor" Direita querendo atrapalhar, mas não conseguiram. Elegemos no Paraná o Sérgio Moro no primeiro turno, elegemos Deltan Dallagnol e Filipe Barros, e os três Deputados mais votados do Paraná, incluindo este que vos fala, são de Direita, anti-Lula. E agora vamos acabar a faxina, dia 25, elegendo Flávio Bolsonaro Presidente do Brasil.
  • 02/09/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que o Ministro André Mendonça foi atacado pela Esquerda por avançar sobre um suposto esquema criminoso e mencionou que Daniel Vorcaro alegou ameaças e tortura psicológica para não delatar. Além disso, acusou o PT de omissão diante de supostos abusos atribuídos a Alexandre de Moraes e a outros Ministros contra aliados de Bolsonaro, e afirmou que novas revelações surgiriam em breve. Ao final, manifestou apoio a André Mendonça e defendeu punição aos envolvidos.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master,Esquerda política,Partido dos Trabalhadores (PT),investigação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Olhem: o André Mendonça, Ministro do STF, está sendo atacado de forma covarde pela Esquerda no Brasil. Inclusive, ele está temendo pela sua própria vida, está usando colete balístico ou, como dizem, à prova de balas, porque está indo para cima de um esquema criminoso que envolve, inclusive, Ministro do STF. Eu acredito que mais de um. Nós já vimos o caso do Dias Toffoli. O que me chama a atenção é que Daniel Vorcaro deu um depoimento para a equipe do Ministro André Mendonça e alegou que foi ameaçado e sofreu tortura psicológica para não delatar. Com certeza, se fosse eu que estivesse interrogando Daniel Vorcaro, eu iria lhe perguntar quem o ameaçou, quem o torturou psicologicamente. Acredito, claro, que a equipe do Ministro André Mendonça perguntou isso e deve ter uma resposta. Então, as coisas serão esclarecidas e vão aparecer em doses homeopáticas, de pouquinho em pouquinho. Nós vamos ver quem tem interesse na não delação do criminoso Daniel Vorcaro. Isso vai aparecer, é claro. Ele vai ter que falar, é muito simples: "Fui ameaçado". Quem o ameaçou? Quem o torturou psicologicamente? Então, teremos, Sr. Presidente, novidades em breve, doa a quem doer. O Deputado do PT, que já se ausentou, estava passando pano para o Alexandre de Moraes e passa pano para a ladroagem da Esquerda. Ele fala em André Mendonça e em Flávio Bolsonaro, mas não corta da própria carne. Quando Alexandre de Moraes e outros atropelaram o rito, usaram de tortura psicológica também contra Mauro Cid e outros, para prender Bolsonaro, prender generais que tinham uma carreira brilhante nas Forças Armadas, eu não vi ninguém do PT aqui reclamar. Agora o André Mendonça é o vilão? Para cima deles, André Mendonça! Meta todos na cadeia, esse bando de vagabundos! Força e honra!
  • 02/09/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado manifestou indignação com o escândalo envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, o Ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet. Questionou a validade de um contrato de R$ 129 milhões firmado pelo escritório de advocacia ligado ao Ministro, rejeitando a justificativa apresentada pela defesa. Além disso, cobrou o afastamento imediato de Alexandre de Moraes e de Paulo Gonet para que fossem investigados, dado o envolvimento dos nomes de ambos no caso. Por fim, defendeu Jair Bolsonaro e criticou a perseguição política por parte do STF.

    Palavras-chave oficiais: Denúncia,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Procurador-Geral da República,Banqueiro,Banco Master,Contrato,Escritório de advogados sócios,afastamento,investigação,Perseguição política,Ex-presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Olha, eu estava acompanhando, como todos os brasileiros, ontem e hoje, as notícias sobre esse escândalo, esse verdadeiro escândalo dessa organização criminosa de Daniel Vorcaro, envolvendo, inclusive, Ministro do STF e o próprio Procurador-Geral da República. Ontem, o escritório Barci de Moraes, da Vivi, Viviane Barci de Moraes, emitiu uma notinha, Presidente. Pense numa notinha de dar ânsia em porco, nojenta, mentirosa: "Ai, o compliance...” — eu não sei nem que porcaria é essa — "o compliance do escritório mandou um documento para o Ministro, perguntando se ele não estava julgando ou se tinha julgado algum caso relacionado ao banco e, como ele disse que não, nós fechamos o contrato”. É mentira! Vocês são mentirosos e canalhas! Processem-me, mentirosos, canalhas. Não existe contrato de 129 milhões de reais para fazer duas, três audiências virtuais e para fazer dois, três relatorinhos mequetrefes e mentirosos. Vocês sabem muito bem. Vocês pensam que o povo é tonto, vocês pensam que todo mundo é petista, que acredita em baboseira e em mentirada. Nós não acreditamos, não! Mentirosos! Todo mundo sabe quem Daniel Vorcaro quis contratar com esse contrato de 129 milhões de reais. Outro omisso, covarde e omisso: Paulo Gonet. Eu pergunto, Presidente, eu pergunto, Srs. Deputados, povo brasileiro: qual o mecanismo para a gente impedir que uma pessoa que teve o seu nome envolvido, o nome do seu filho envolvido, seja o responsável por aceitar ou não uma denúncia, uma investigação? E agora Paulo Gonet opina pela anulação do relatório e da ação da Polícia Federal. O cara que foi citado tem que ser afastado imediatamente, tal qual tem que ser afastado o Ministro Alexandre de Moraes. Alexandre de Moraes, brabão, herói do Brasil, diz: “Eu tenho muita gente para prender e muita multa para aplicar”. Mas agora se esconde, se omite. Cadê V.Exa., Ministro? O Senado quer falar com V.Exa. V.Exa. vai vir aqui dar explicações sobre o que está acontecendo ou vai se esconder debaixo da mesa do STF? V.Exa. é bom para perseguir, é forte para perseguir adversários, para perseguir a Direita, enquanto que Ministros do STF não poderiam ter adversários. Adversário de Ministro tinha que ser os chefes de facções criminosas, os banqueiros criminosos, bandidos, não a Direita. Vocês perseguiram e condenaram um homem inocente. Jair Bolsonaro enfrentou o sistema, está preso, foi humilhado, esfaqueado. E agora vocês, com seus nomes envolvidos em falcatrua de milhões e milhões e milhões, nada falam, se escondem. Estava havendo um diálogo ontem entre um advogado e Vorcaro, quando ele falou se poderia o filho de Gonet ir junto para a Inglaterra. Óbvio, claro que pode. Depois uma resposta, que foi creditada a Paulo Gonet: "Você é uma máquina". Paulo Gonet disse que Vorcaro é uma máquina. Ei, beleza, hein? Cadê a lei e a Constituição? Cadê o Ministro Fachin, que se diz defensor da democracia defensor da Constituição. Nós queremos o afastamento do Ministro Alexandre de Moraes e queremos o afastamento e Paulo Gonet, pelo menos para que sejam investigados. Se for provada a sua inocência, nós viremos aqui e falaremos, mas precisamos investigar. Muito obrigado, Sra. Presidente. Força e honra!
  • 01/09/2026parecerOrdem do Dia

    O Deputado apresentou o parecer favorável ao Projeto de Lei nº 3.652, de 2025, que institui instrumento facultativo de orientação educacional e profissional para estudantes da 3ª série do ensino médio. Destacou que a proposta visa ampliar o acesso a informações sobre aptidões e trajetórias formativas, especialmente para alunos da rede pública. Além disso, ressaltou que o substitutivo desvincula o instrumento do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), assegura caráter exclusivamente orientador, protege dados pessoais e prevê implementação gradual. Por fim, concluiu pela constitucionalidade e adequação orçamentária da matéria.

    Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),favorável,Projeto de lei ordinária,Orientação educacional,Estudante,Ensino médio,Orientação vocacional,Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. "II - Voto do Relator O Projeto de Lei nº 3.652, de 2025, busca fortalecer o apoio oferecido aos estudantes do ensino médio na definição de seus percursos acadêmicos e profissionais, propósito que dialoga diretamente com um dos desafios dessa etapa da educação básica: criar condições para que os jovens realizem escolhas mais conscientes quanto à continuidade dos estudos e à futura inserção profissional. A escolha dos percursos educacionais e profissionais pode produzir efeitos duradouros sobre a continuidade dos estudos, a inserção produtiva e o desenvolvimento pessoal dos estudantes. Embora jovens de famílias com maior poder aquisitivo frequentemente tenham acesso a serviços privados de orientação profissional, essa oportunidade permanece distante da realidade de parcela significativa dos estudantes brasileiros, especialmente daqueles matriculados na rede pública de ensino. Nesse contexto, é meritória a preocupação do autor em ampliar o acesso a mecanismos capazes de auxiliar os estudantes na reflexão sobre suas aptidões, interesses e possibilidades de formação. Não se trata de estabelecer mecanismos de direcionamento compulsório das escolhas individuais, mas de disponibilizar recurso de caráter exclusivamente informativo e orientador, destinado a ampliar o conhecimento do estudante acerca das alternativas educacionais e profissionais ao seu alcance. Quanto maior a qualidade das informações disponíveis, maiores tendem a ser as condições para que cada jovem construa, com liberdade e consciência, seu próprio percurso formativo. A iniciativa também se harmoniza com os objetivos da legislação educacional brasileira para o ensino médio, que atribui especial importância à preparação dos estudantes para a continuidade dos estudos e para o mundo do trabalho. Nesse contexto, a orientação educacional e profissional pode constituir importante apoio à reflexão dos jovens sobre seus interesses, aptidões e possibilidades futuras, sem substituir sua liberdade de escolha nem restringir a pluralidade de trajetórias possíveis. No curso da apreciação da matéria, mostrou-se conveniente aperfeiçoar alguns aspectos da solução originalmente proposta, preservando-se, contudo, seu objetivo central. O substitutivo ora apresentado deixa de vincular o instrumento especificamente ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e passa a discipliná-lo de forma autônoma, destinado aos estudantes da 3ª série do ensino médio. A alteração evita condicionar a política a avaliações nacionais específicas, cujas finalidades, organização e metodologias possuem dinâmica própria, sem afastar o propósito fundamental da proposição de ampliar o acesso dos jovens à orientação educacional e profissional. O substitutivo explicita, ainda, o caráter facultativo, informativo, orientativo e não conclusivo do instrumento; assegura o acesso restrito do estudante ao resultado individual; estabelece salvaguardas contra sua utilização para classificação, seleção, certificação, avaliação de desempenho, perfilamento ou outras finalidades estranhas à devolutiva individual; e prevê parâmetros destinados a conferir segurança e consistência técnica à sua implementação. Também preserva a consideração dos interesses, preferências, experiências e projetos formativos e profissionais dos estudantes e a utilização de instrumentos cientificamente validados para identificação de aptidões e competências relevantes à orientação educacional e profissional. A nova redação contempla, ademais, cuidados relacionados à acessibilidade, à proteção de dados pessoais, à mitigação de vieses e à clareza da devolutiva, vedando notas, percentis, ranqueamentos, comparações com médias populacionais ou indicações determinísticas de carreira. A implementação gradual e a previsão de monitoramento, avaliação e aperfeiçoamento permitem que a medida seja desenvolvida com a necessária cautela e possa incorporar os resultados da experiência acumulada em sua execução. No âmbito da Comissão de Finanças e Tributação, não se vislumbram óbices à adequação financeira e orçamentária da matéria. A proposição não determina a criação de estrutura administrativa específica nem estabelece valores, transferências ou despesas obrigatórias de execução previamente definida. O substitutivo remete à regulamentação federal aspectos relativos à governança, metodologia e implementação do instrumento e estabelece expressamente que sua execução deverá observar a disponibilidade orçamentária e financeira. Nessas condições, não se identifica incompatibilidade com as normas que regem as finanças públicas. No plano da constitucionalidade, igualmente não se identificam óbices. Compete privativamente à União legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional, nos termos do art. 22, inciso XXIV, da Constituição Federal, e a matéria não se insere em hipótese de iniciativa legislativa reservada. Tampouco se verifica violação à separação dos Poderes, uma vez que a proposição estabelece disciplina geral para o instrumento e reserva à regulamentação os aspectos necessários à sua implementação. Quanto à juridicidade, a proposição mostra-se coerente com o ordenamento jurídico e com os objetivos de formação e desenvolvimento dos estudantes estabelecidos pela legislação educacional. Sob o ângulo da técnica legislativa, o substitutivo apresenta objeto determinado, disciplina de forma sistemática os elementos essenciais da medida e remete à regulamentação os aspectos técnicos e operacionais necessários à sua execução, em conformidade com os padrões estabelecidos pela Lei Complementar nº 95, de 1998. Em suma, o substitutivo preserva a finalidade essencial da proposição e aperfeiçoa sua disciplina, oferecendo aos estudantes da 3ª série do ensino médio instrumento facultativo de apoio à reflexão sobre seus percursos formativos e profissionais, cercado das salvaguardas necessárias para assegurar seu caráter exclusivamente orientador e não conclusivo." Presidente, eu fiz questão de ler o relatório completo, porque eu acho importantíssimo esse tipo de projeto. Muito obrigado, Srs. Deputados. Força e honra!
  • 11/08/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que a Polícia Civil e a Polícia Militar do Paraná receberam fuzis fabricados em Israel, adquiridos em grande parte com emendas parlamentares de sua autoria, e disse que o armamento reforçaria o combate ao PCC, ao Comando Vermelho e ao “domínio de cidades”. Além disso, declarou apoio a Sergio Moro, defendeu o fortalecimento das rodovias com efetivo armado e anunciou a intenção de construir presídio estadual de segurança máxima nos moldes federais, sem visita íntima, para intimidar criminosos e proteger o Estado.

    Palavras-chave oficiais: Paraná,Polícia militar,Israel,Fuzil,Crime organizado,combate,Senador,Candidato a cargo eletivo,Presídio,Deputado federal,Emenda

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O Paraná, a Polícia do Paraná — a Polícia Civil e a Polícia Militar —, possui fuzis made in Israel. São fuzis fabricados em Israel e preparados para terrenos inóspitos, comprados, em grande parte, com emendas deste Deputado Federal, Sargento Fahur. Por motivos alheios à minha vontade, não pude participar da entrega desses fuzis para a tropa, mas estive em um batalhão da Polícia Militar dias atrás e pude manusear uma máquina dessas, um fuzil fabricado em Israel para que as forças de segurança façam o enfrentamento ao PCC, ao Comando Vermelho e àqueles criminosos que promovem o chamado "domínio de cidades". Para você, bandido: o Paraná tem fuzil de Israel. Vá lá, vá se meter a besta! Estou conversando com o candidato Sergio Moro, e nós vamos fortalecer as nossas rodovias com homens e mulheres fortemente armados, com fuzis de Israel. Quando você chegar ao Paraná para gerar emprego, renda e trabalho, será bem-vindo; mas, se for ao Paraná para cometer crimes, vai topar com um fuzil na sua cara! Nós vamos construir um presídio estadual de segurança máxima nos mesmos moldes dos presídios federais. Sim, sem visita íntima! Lá o filho vai chorar, e a mãe não vai ver. Então, você, criminoso que pensa em cometer crimes no Paraná, caia fora, está bem? O Paraná de Sergio Moro e do Sargento Fahur tem fuzil de Israel! Força e honra!
  • 15/07/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado defendeu o endurecimento da legislação penal, apoiando a instituição da pena de morte e da prisão perpétua para determinados crimes. Além disso, destacou o caso do estupro e homicídio de uma bebê de 10 meses, ocorrido em Fortaleza (CE), para sustentar que as penas atualmente previstas não desestimulam a criminalidade. Ademais, criticou pautas parlamentares relacionadas à misoginia e à população LGBT. Por fim, condenou os Parlamentares de Esquerda que se opõem ao endurecimento das penas para crimes hediondos.

    Palavras-chave oficiais: Aumento da pena,Legislação penal,Pena de morte,Prisão perpétua,Direito penal,Crime hediondo,Estupro,Lactente,Fortaleza (CE),Criminalidade,Pauta (processo legislativo),Esquerda política,Misoginia,Movimento LGBT,Atuação parlamentar,Política de segurança pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Quem conhece a minha trajetória de vida, inclusive na Polícia Militar e no Parlamento, sabe que eu sou defensor de punições e penas rigorosas para criminosos, e não essas balelas que aparecem aqui no plenário em forma de projeto, como o da misoginia, essas porcarias, que, na verdade, são narrativas da Esquerda. Eu quero dizer aqui que eu sempre trabalhei, e vou continuar trabalhando — embora eu conheça os limites constitucionais —, pela pena de morte e pela prisão perpétua. Eu quero saber até quando o Parlamento vai ficar inerte e imóvel para discutir penas que, de fato, desestimulem o crime. Tivemos um caso, Sr. Presidente, que é muito triste de citar. Em Fortaleza, na manhã de segunda-feira, uma bebê de 10 meses foi estuprada e morta por dois degenerados, desgraçados, amaldiçoados. Foi estuprada e morta. É isso que vocês estão ouvindo. Até quando o Parlamento vai ficar inerte, com baboseira de misoginia, com baboseira de LGBT sei lá o quê? Nós temos que enfiar bandido na cadeia para sempre, e temos que ter pena de morte para esse tipo de criminoso. Pensem como seria se, daqui a 20 anos, 30 anos, vocês encontrassem um estrume desses em uma lanchonete, e ele falasse: "Eu estava puxando cadeia porque eu estuprei e matei uma menina de 10 meses". Eu não aceito, não aceito! Até quando o Parlamento vai ficar inerte em relação a esse tipo de criminoso? A Esquerda vem com narrativa de defender mulher, de defender criança, quando nós temos aqui votações para que o criminoso que praticar crime hediondo, ou semelhante, puxe no mínimo 80% da cadeia. E como eles votam, Presidente? Eles votam contra. São canalhas e hipócritas. A Esquerda é canalha e hipócrita. A Esquerda é canalha e hipócrita e defende bandidos no Parlamento. Eu, Sargento Fahur, sou a favor da pena de morte para determinado tipo de criminoso, e quem estupra e mata uma bebê de 10 meses tem que ser executado em praça pública. Força e honra!
  • 08/07/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado criticou a atuação da Polícia Federal ao afirmar que o órgão inicialmente negou ligações de pessoas sancionadas pelo governo dos Estados Unidos com o PCC, mas posteriormente realizou uma operação contra esses mesmos investigados, apontando vínculos com a facção criminosa. Questionou a atuação do Diretor-Geral da Polícia Federal e sugeriu que ele não teria conhecimento prévio da operação. Alegou ainda que investigações envolvendo Lulinha estariam sendo adiadas até após as eleições, atribuindo essa decisão a uma suposta motivação política para evitar impactos eleitorais sobre o Presidente Lula.

    Palavras-chave oficiais: Polícia Federal (PF),Diretor-Geral,atuação,Crítica,Estados Unidos,sanção,Pessoa,Organização criminosa,adiamento,investigação,Filho,Presidente da República,Eleições

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Acompanhei atentamente a fala do Deputado Marcel, e ele mostrou um fato. O Governo americano sancionou brasileiros ligados ao PCC. A inteligência americana identificou que aqueles brasileiros seriam ligados ao Primeiro Comando da Capital, facção criminosa hoje classificada pelos Estados Unidos, pelo Governo americano, como organização terrorista. O Diretor-Geral da Polícia Federal negou que as pessoas sancionadas pelo Governo americano fossem membros ou tivessem ligação com o PCC. Olhem que surpresa! Dois dias depois, a própria Polícia Federal, que o Delegado Andrei chefia, deflagrou uma operação contra essas mesmas pessoas que o Governo americano tinha sancionado. Ele deflagrou a operação e disse que essas pessoas eram, sim, do Primeiro Comando da Capital, o PCC. Isso mostra duas coisas. Primeiro, os delegados da Polícia Federal não estão confiando tudo o que sabem ou confiando o andamento das operações ao Diretor-Geral da Polícia Federal, tanto é que Andrei não sabia dessa operação e não sabia que essas pessoas seriam pertencentes à facção criminosa PCC. Outra coisa que me chama a atenção, Presidente, é o fato de a Polícia Federal — e eu respeito muito essa instituição — colocar panos quentes na investigação contra Lulinha. Dizem que, por falta de efetivo, vão esperar as eleições. Para mim, este é um sinal claro de que Lulinha está envolvido na roubalheira do INSS e que uma eventual prisão ou o aparecimento de fortes indícios deste envolvimento pode prejudicar Lula da Silva nas eleições. Por isso, setores dentro da Polícia Federal estão trabalhando para que essa investigação não aconteça antes das eleições. Lulinha, mais cedo ou mais tarde, você vai para a cadeia! Força e honra!
  • 08/07/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado elogiou as forças de segurança do Paraná, em especial a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Rodoviária Estadual, pelas apreensões de drogas, fuzis e pistolas, incluindo a maior apreensão de fuzis da história do Brasil. Além disso, destacou a gravidade do crack e defendeu projeto de lei para aumentar a pena do tráfico dessa substância, afirmando que não se poderia equipará-la à maconha.

    Palavras-chave oficiais: Órgão de segurança pública,Paraná,Polícia Rodoviária Federal (PRF),apreensão,Entorpecente,Fuzil,Pistola,Projeto de lei ordinária,Aumento da pena,Traficante,Crack

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Olhe, eu quero aproveitar para elogiar as forças de segurança do Paraná, em especial a PRF e a Polícia Rodoviária Estadual. A PRF tem feito grandes apreensões de drogas e, nos últimos dias, fez uma grande apreensão de fuzis e pistolas, a maior apreensão de fuzis da história do Brasil. E a Polícia Rodoviária Estadual apreendeu 74 quilos de crack em uma ação e mais 10 quilos de crack em outra ação, uma droga mortífera que tem jogado as pessoas na rua. O crack joga pessoas na rua. E eu tenho um projeto de lei que aumenta a pena para quem trafica crack. Não se pode comparar o crack com a maconha. Parabéns, TRF! Parabéns, Polícia Rodoviária do Estado do Paraná! Vocês me representam. Força e honra!
  • 08/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado criticou a situação do País, citando que os preços altos e as restrições à liberdade de expressão mostravam agravamento geral. Em seguida, defendeu que eventuais ofensas ou calúnias deveriam gerar ação civil, e não por meio da criminalização de manifestações. Além disso, contestou declarações do Presidente da República e do Ministro das Relações Exteriores sobre soberania nacional e relações com os Estados Unidos, sustentando que o Governo utilizou esses temas para fins políticos.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Custo de vida,Liberdade de expressão,Soberania nacional,Segurança pública,Presidente da República,Ministro de Estado das Relações Exteriores,Estados Unidos,Relações internacionais,uso político

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Como disse o Deputado Gilson, o Brasil, no meu entendimento e no entendimento de muitas pessoas com quem eu convivo e converso, vai de mal a pior, em todos os sentidos. Se você analisar preços no mercado, se você analisar liberdade de expressão no Brasil, estão conseguindo acabar com a liberdade de expressão. Eu fico indignado, Presidente, quando eu vejo algumas pessoas, principalmente do espectro esquerdista: "Ah, a liberdade de expressão não pode falar isso". Que cacete de liberdade de expressão, que não tem liberdade de expressão? Você fala alguma coisa que você pensa, que você entende, e vai preso. Eu acho o seguinte: se alguém caluniar uma pessoa, imputar crimes a uma pessoa inocente, cabe uma ação civil, indenização. Esse seria o caminho. Agora, você prender ou criminalizar uma frase, uma expressão... Isso tudo nós devemos a Luiz Inácio Lula da Silva, Presidente que foi tirado da cadeia, pelo sistema, para governar o Brasil. Nós conversamos bastante sobre isso hoje na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. O Presidente Lula da Silva não tem legitimidade nenhuma para falar em soberania nacional. Que soberania nós temos no Brasil que, dependendo do lugar em que você estiver, se errar o caminho, você é metralhado, você não pode andar na rua tranquilamente? Então, não há soberania nenhuma. Isso é só conversa eleitoreira de um Presidente, de um Governo que não tem o que mostrar de positivo e fica arrumando picuinhas com nações estrangeiras para se reeleger e dizer que o País é soberano. Agora vem esse debiloide desse Ministro das Relações Exteriores para dizer que os Estados Unidos vão invadir o Brasil! É, daqui a pouco, vocês vão ver helicópteros Apache, vocês vão ver bombardeios, com os Estados Unidos invadindo o Brasil. Ah, vá dormir, Ministro! Vá caçar sapo! Muito obrigado, Presidente. Força e honra!
  • 07/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado afirmou integrar o grupo que defendeu leis mais duras contra o crime, o porte e a posse de arma para cidadãos de bem e a valorização da segurança pública. Além disso, declarou que quem defendeu criminosos não deveria ter espaço no Parlamento e criticou o Governo Lula por favorecer criminosos.

    Palavras-chave oficiais: Política de segurança pública,melhoria,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Estava vendo o Facebook e me chamou atenção uma postagem com a seguinte manchete: "A bancada trans enfrentará a poderosa bancada da bala". A bancada da bala a que nós chamamos aqui dentro da Câmara, da qual eu faço parte, é a bancada que defende criminoso na cadeia, criminoso no cemitério, se for para um enfrentamento, defende leis duras contra o crime, defende o porte e a posse de arma para pessoas de bem, para o cidadão de bem. Então, se essa bancada trans está pensando em vir aqui para enfrentar a bancada da bala — "a bancada trans enfrentará a poderosa bancada da bala" —, ela virá aqui para defender criminoso? Será? Quem enfrenta a bancada da bala aqui dentro defende criminoso. Nós somos a bancada da bala — a chamada bancada da bala —, que, além de policiais, conta com pessoas que militam na segurança pública, que entendem de segurança pública, que querem uma segurança pública digna do povo brasileiro. E e a bancada trans diz que vem aqui para enfrentar a poderosa bancada da bala. Que venha! Se for para defender bandido, nós estamos aqui para enfrentar também essa bancada trans. Quem defende bandido, para nós, não pode ter espaço aqui dentro do Parlamento. orque quem defende bandido Para nós, não pode ter espaço aqui dentro do Parlamento. Já chega o Governo Lula, que no nosso entendimento é defensor de criminosos, porque passa a mão na cabeça de criminosos. Então, está aqui: "A bancada trans" — ui! — "enfrentará a poderosa bancada da bala". Nós estamos preparados para esse enfrentamento. Muito obrigado. Força e honra!
  • 07/07/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado comentou a prisão de Deolane Bezerra e criticou o pedido de prisão domiciliar ou Sala de Estado-Maior, afirmando que quem comete crimes deve cumprir pena na cadeia. Além disso, sustentou que a prisão não deveria oferecer conforto e citou visita à Penitenciária Estadual de Londrina (PR) como exemplo de organização, limpeza e separação entre presos de diferentes graus de periculosidade. Por fim, questionou benefícios como visita íntima e associou o caso à atuação de facções criminosas e à reincidência penal.

    Palavras-chave oficiais: Prisão,Influenciador digital,Mulher,Direito penal,Presídio,Londrina (PR),Execução penal,Visita íntima,Segurança pública

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Ontem, eu estava acompanhando notícias sobre a advogada e influenciadora Deolane Bezerra, que está presa. A defesa está pedindo a transferência dela para prisão domiciliar ou Sala de Estado-Maior, alegando condições ruins na cadeia, na penitenciária: diz que a água é ruim, diz que a comida é ruim, diz que ela está com síndrome do pânico. E eu me questiono, porque quem não quer puxar cadeia, quem não quer sofrer na cadeia, não deve cometer crimes. Deolane lavava dinheiro para o PCC e, uma vez, ela disse — isso está nas redes sociais no Brasil inteiro — que ela gostava de bandido: "Eu gosto de bandido". E está morando com eles, gostava de bandido, agora, mora com eles na mesma residência. (Risos.) Deolane, você acha que a comida da penitenciária vai ser igual à comida que você comia aqui fora, financiada pelo dinheiro que você lavava do PCC? Você acha que a água vai ser igual à aguinha aqui de fora, aguinha saborizada, aguinha mineral? Não! Cadeia é para cumprir pena! Se não houver sofrimento, não é cadeia! Nós temos um alto índice de criminosos que reincidem no crime mesmo a cadeia sendo ruim. Se a cadeia tivesse ar-condicionado, aguinha mineral, picanha e outros benefícios, ninguém ia querer sair da cadeia. Seria muito simples cometer crime e ir para o SPA. Deolane, o pedido de transferência que a sua defesa fez para prisão domiciliar ou Sala de Estado-Maior foi negado! Você vai continuar na cadeia! Tempos atrás, eu estive visitando a Penitenciária Estadual de Londrina, que é muito bem gerenciada pela Polícia Penal do Paraná. Eu fiquei espantado, de forma positiva, com a limpeza, a organização do local, os presos todos trabalhando na faxina, na manutenção da limpeza, inclusive faccionados. Há uma conversa por aí de que criminosos de menor periculosidade, quando presos, são cooptados pelas facções criminosas. Pelo menos na Penitenciária Estadual de Londrina, não. Eu tenho certeza que não. Lá, o presídio é dividido em alas: da primeira até a sétima. Na primeira, ficam pessoas que cometeram crimes de menor gravidade, os menos perigosos, e assim vai se graduando até a ala sete, que é para faccionados. Isso mesmo. Não se misturam o pé de chinelo, aquele criminoso que furta uma peça de roupa na loja, com faccionados. Isso é mentira da Esquerda. Isso é converseiro da Esquerda para liberar bandido. Lá no Paraná não, é tudo separadinho, limpinho. Houve uma coisa que eu fiquei descontente lá, mas eles devem ter os seus motivos: eles têm visitinha íntima lá, me mostraram até a salinha da visita íntima, um colchãozinho macio, um kit de higiene para visita íntima. Olhem que absurdo! Enquanto as vítimas, muitas delas, estão no cemitério. Então, Deolane, puxe a sua cadeia. Psiu! Quietinha. Vai ficar "pesa", vai continuar "pesa". Ai, "tadinha"! Deolane, está "pesa"? "Tadinha"!
  • 07/07/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado defendeu o fortalecimento da segurança pública no Paraná, com aumento do efetivo da Polícia Militar, reajustes salariais e valorização dos profissionais da área. Além disso, apoiou a candidatura do Senador Sergio Moro ao Governo do Estado e propôs reforço armado nas rodovias e fronteiras, com viaturas blindadas e abordagem rigorosa a criminosos. Por fim, apoiou a proposta de construção de um presídio estadual de segurança máxima, nos moldes federais, para endurecer o combate ao crime e tornar o Paraná o Estado mais seguro do Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Paraná,Apoio político,Pré-candidato a cargo eletivo,Senador,Governador,Efetivo militar,Polícia militar,valorização,Profissional da segurança pública,Rodovia,Fronteira,Presídio

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Sou Deputado Federal pelo Estado do Paraná, onde estamos construindo a candidatura ou a pré-candidatura do Senador Sergio Moro ao Governo do Paraná. Esperamos que ele seja eleito para tornar o Paraná o Estado mais seguro do Brasil. Nós temos bons índices de segurança — isso não pode ser negado —, mas precisamos melhorá-los para tornar o Paraná o Estado mais seguro do Brasil. Para isso, precisamos aumentar o efetivo das forças de segurança, principalmente o da Polícia Militar, que está defasado. Precisamos também valorizar os operadores de segurança pública, com reajustes salariais e incentivo, para que eles continuem fazendo o enfrentamento. Eu conversei com o Senador Sergio Moro, o nosso pré-candidato ao Governo do Paraná, sobre as rodovias que ligam o Paraná a outros Estados e outros países, como o Paraguai. Nós precisamos de homens e mulheres fortemente armados fazendo a segurança das rodovias nas nossas fronteiras. Esses tempos eu vim a Brasília de carro e retornei para o Paraná também de carro. Entrei na rodovia na divisa entre Paraná e São Paulo, trafeguei por cento e tantos quilômetros até chegar à porta da minha casa em Maringá, e não vi uma única viatura de polícia durante a madrugada. Isso não pode acontecer. Precisamos de viaturas, de preferência blindadas, e caminhonetes com mulheres e homens fortemente armados para dar as boas-vindas a quem entra no Paraná, fazer abordagem: "O que você veio fazer no Paraná?" "Ah, eu vim gerar emprego, eu vim gerar renda, eu vim investir, eu vim trabalhar." "Seja bem-vindo ao Paraná da prosperidade." Agora, se disser: "Eu vim aqui para dar uns golpes, para traficar uma droguinha, para cometer crime", vai ficar no meio do canavial. Nós não vamos passar a mão na cabeça de bandidos no Paraná. Conversei com o Senador Sergio Moro, o nosso pré-candidato ao Governo do Paraná, e ele foi muito enfático: "Fahur, eu quero construir um presídio no Paraná nos moldes dos presídios federais, onde não se vai passar a mão na cabeça de bandido". Não à visita íntima! Bandido de alta periculosidade e chefe de facção que for puxar cadeia no Paraná, vai puxar, com se diz na linguagem que eles entendem, no veneno. Você vai puxar cadeia no veneno, na seca! Nós vamos construir no Paraná um presídio estadual de segurança máxima, para enfiar criminoso de alta periculosidade. Pensem duas vezes antes de ir cometer crime no Paraná. Faço aqui um elogio atual à ação ou ações das forças de segurança no Paraná, que têm mostrado o caminho do cemitério para criminosos. Mas nós podemos e vamos melhorar ainda mais a segurança pública do Paraná, transformando o Paraná no Estado mais seguro do Brasil e valorizando o operador de segurança pública do Estado do Paraná. Bandido no Paraná ó, ó, ó, ó, ó!
  • 07/07/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado atribuiu o elevado número de pessoas em situação de rua, nas Regiões Sul e Sudeste, ao consumo de drogas e de álcool. Além disso, parabenizou a equipe de Rondas Ostensivas Tático Móvel — Rotam da Polícia Rodoviária do Paraná pela apreensão de 10 quilos de crack, em Maringá (PR), e defendeu o fortalecimento das ações de combate ao tráfico de drogas.

    Palavras-chave oficiais: População em situação de rua,Região Sul,Região Sudeste,Consumo,Entorpecente,Álcool,Polícia rodoviária federal,Paraná,apreensão,Crack,Política de segurança pública,Tráfico de droga

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu tenho o entendimento de que nos Estados do Sul, do Sudeste, o que joga as pessoas nas ruas não é a miséria, é a droga. A droga e o álcool jogam as pessoas nas ruas. Eu quero parabenizar a Polícia Rodoviária do Estado do Paraná, a Rotam, da 4ª Companhia de Maringá, pela apreensão de 10 quilos de crack, uma droga extremamente viciante e mortífera. O crack joga as pessoas nas ruas. Repito: parabenizo a Rotam, da Polícia Rodoviária, pela apreensão de 10 quilos de crack em um ônibus de linha dentro da cidade de Maringá. A droga foi apreendida em Maringá e seria levada para Presidente Prudente. Presidente, esse tipo de apreensão serve de incentivo para que as forças de segurança trabalhem com afinco e vão para cima do crack, para cima do traficante de crack. Esse, sem dúvida, é um dos piores criminosos que habita a face da terra. Parabéns, Rotam! Vocês me representam! Força e honra!
  • 02/07/2026fala do presidente ou no exercício da presidênciaOrdem do Dia

    O Presidente da Sessão anunciou o encerramento da votação e registrou a aprovação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.898 de 2025 que altera a Lei nº 9.605, de 1998, que dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações, e dá outras providências, para estabelecer regime especial de sanções para pequenos produtores rurais que produzam para subsistência. Em seguida, agradeceu a presença dos visitantes nas galerias, registrou a presença da Vereadora Giselli Bianchini, de Maringá (PR), e encerrou os trabalhos.

    Palavras-chave oficiais: Maringá (PR),Vereadora,Câmara dos Deputados Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,alteração,Lei dos Crimes Ambientais (1998),Pequeno produtor rural,Agricultura familiar,Infração administrativa,Dano ambiental,Proteção ambiental,Aprovação

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    O SR. PRESIDENTE (Sargento Fahur. PL - PR) - Obrigado, Deputado Marcel van Hattem. Quero agradecer as pessoas que estiveram e já estão saindo das galerias. Obrigado pela visita. A Câmara dos Deputados é a Casa de vocês. Força e honra! Valeu. Todos já votaram? Vou registrar a presença da minha amiga Vereadora Giselli Bianchini, de Maringá, no Paraná, PL. Obrigado pela presença, vereadora. Força e honra! Vamos encerrar a votação. Está encerrada a votação. (Pausa.) APROVADO O REQUERIMENTO DE URGÊNCIA. Pessoal, um bom dia a todos.
  • 01/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado defendeu a atuação das Polícias Militares, criticando Parlamentares da Esquerda por generalizarem episódios isolados para desqualificar as corporações. Além disso, contestou denúncia de agressão atribuída a policiais militares de São Paulo, afirmando que as imagens das câmeras corporais contradizem as acusações. Por fim, alertou para falsas acusações contra agentes de segurança pública e defendeu maior cautela na apuração de denúncias antes do afastamento de policiais.

    Palavras-chave oficiais: Polícia militar,Política de segurança pública,Parlamentar,Esquerda política,Denúncia,São Paulo (Estado),Agressão,Adolescente,Profissional da segurança pública,afastamento,Policial

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu recebi um vídeo estes dias e fiquei preocupado. Eu sempre tenho feito o enfrentamento, principalmente na Comissão de Segurança Pública e também na Creden, contra Deputados de esquerda que pinçam ocorrências entre milhares e milhares de ocorrências que a Polícia Militar atende diariamente. Entre milhares e milhares de ocorrências que a Polícia Militar atende diariamente, eles pinçam uma ou duas que deram algum probleminha para generalizar. São Paulo está sendo vítima desses Deputados de esquerda, inclusive lá de São Paulo. Eles dizem: "A polícia do Derrite", "A polícia do Tarcísio". Inclusive é uma das melhores polícias do Brasil. A Polícia Militar de São Paulo tem feito o enfrentamento ao crime. Eu sou uma voz em defesa das polícias militares do Brasil aqui na Câmara dos Deputados. E agora eu recebi um vídeo de uma senhora, junto com dois filhos adolescentes, um menino de 17 anos e uma menina de 14 anos. Ela diz que eles foram perseguidos e agredidos por policiais militares. Eles estavam em uma bicicleta motorizada, policiais os abordaram e espancaram. E eles têm ferimento. Ele tem ferimento no rosto. O som e as imagens gravados pelas câmeras corporais dos policiais mostram que não houve nada disso, que o jovem fugiu da polícia por estar com um veículo irregular, uma bicicleta motorizada, caiu, se ralou, se machucou e mentiu para a mãe, dizendo que teria sido espancado pelos policiais. Inclusive, é nítido o diálogo entre os policiais e o menino. Os policiais falam: "Você não deve correr", "A última hipótese é fugir", "Você poderia atropelar uma criança, bater num carro e morrer". Aconteceu de eles caírem e se machucarem. E os policiais perguntaram: "Precisa de atendimento médico?" E o menino disse: "Não, eu estou de boa". Então, os policiais disseram: "Vai e fala para a sua mãe, fala para os seus pais, que você fugiu e caiu". Eu não sei se os meninos foram lá e mentiram, disseram que foram espancados por policiais militares, ou se a mãe, querendo fazer drama e prejudicar policiais militares em serviço, foi inventar moda lá. Inclusive ela deu queixa. Sr. Presidente, eu já vi muitos policiais militares serem afastados, gastarem dinheiro com advogados e não terem cometido nada de ilícito. Então, antes de julgarem e de afastarem policiais militares, lembrem-se: há muita gente mentirosa que quer prejudicar policiais militares, policiais civis, guardas municipais. Eu lembro que, em São Paulo, um advogado ligado aos direitos humanos foi preso pelo Gaeco porque orientava pessoas conduzidas por policiais a mentirem, dizendo que haviam sido torturadas para inibir e prejudicar o trabalho de policiais militares. Deputado Sargento Fahur, dentro da Câmara dos Deputados, é a voz da Polícia Militar. Força e Honra!
  • 01/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado contestou as acusações contra a Direita sobre irregularidades relacionadas ao Banco Master, afirmando que os indícios de envolvimento recaem sobre integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT), particularmente sobre o Senador Jaques Wagner. Além disso, criticou a corrupção de políticos do PT, destacando a prisão de um Vereador petista de São Paulo (SP). Por fim, condenou o PT por adotar discurso moralista incompatível com a conduta de seus integrantes.

    Palavras-chave oficiais: Acusação,Direita política,irregularidade,Banco Master,Indício,Corrupção,Senador,Partido dos Trabalhadores (PT),Político,Prisão,Vereador,São Paulo (SP)

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu vi bastantes Deputados do PT falando do caso Master, disso e daquilo. Olha, de grandes políticos de renome no Brasil, até agora, quem eu vi encalacrado com o Banco Master, inclusive com dinheiro apreendido, grande quantidade de dólares e euros, foi o Senador Jaques Wagner, do PT. Foi o único que eu vi, de fato, com materialidade que indica, ou pelo menos tem fortes indícios, de que está envolvido na roubalheira do Master. O PT quer acusar a Direita, mas um Vereador do PT, em São Paulo, ladrão também, foi preso. Agora saiu do PT para fazer a sua defesa. Ladrão! O PT, como a gente sempre diz aqui, está infestado de ladrões. Eles querem ser moralistas, mas, na verdade, o até então Líder do Governo no Senado, o Senador Jaques Wagner, foi pego com a boca na botija, com dólares e euros dentro do seu apartamento, e mentiu dizendo que estavam em envelopes do Senado, mentira que foi esclarecida e desmentida pela Polícia Federal. Menos, PT! Menos! Os ladrões estão aí, do lado esquerdo. Obrigado, Sr. Presidente. Força e honra!
  • 01/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Minoria parlamentar

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Sr. Presidente, entende que o texto é muito ruim, subjetivo, pode causar distorções graves num país em que a Esquerda nem sequer decidiu quem é homem e quem é mulher, quem é menino e quem é menina. Nós orientamos "não". Temos uma preocupação gigante com a criminalização do homem por ser homem. Para proteger as mulheres, nós defendemos bandido na cadeia, porte e posse de arma, e não projeto de texto duvidoso e ruim. A Minoria orienta "não". Força e honra!
  • 01/07/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou a regulamentação das bets e afirmou que votou contra o Projeto de Lei nº 3.626, de 2023, que dispôs sobre a modalidade de loteria denominada apostas de quota fixa, disciplinou a exploração comercial da atividade e alterou a legislação correlata. Além disso, atribuiu ao Governo Federal a iniciativa da proposta e alertou para o endividamento de famílias em decorrência das apostas. Também relatou que recusou oferta para divulgar plataformas de apostas em suas redes sociais e orientou pessoas com dependência em jogos a buscar ajuda profissional. Por fim, defendeu medidas para desestimular a prática e afirmou que as apostas provocaram prejuízos financeiros e sociais.

    Palavras-chave oficiais: Aposta esportiva,Apostas de Quota Fixa,Governo federal,Projeto de lei ordinária,endividamento,Ludopatia,Jogo de azar

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero falar sobre as bets, a jogatina. Eu tenho visto vários Parlamentares de esquerda criticarem o fato de as pessoas, as famílias estarem se endividando por causa das bets. Quero lembrar uma coisa: eu votei contra. O projeto veio do Governo Luiz Inácio Lula da Silva e contou com o apoio da Esquerda na época, é claro que com exceções. Esse projeto que legalizou a jogatina no Brasil é do Governo Lula. Eu votei contra. Sr. Presidente, eu tenho redes sociais relativamente fortes e, através de um assessor que cuida de parte das minhas redes, nós recebemos uma oferta de 500 mil para divulgar bets nas redes sociais do Deputado Federal Sargento Fahur. Eu não aceitei. Não aceitei! As minhas redes sociais não estão à venda para o crime. Elas servem para divulgar as bandeiras de Jair Messias Bolsonaro e da Direita. Já que há muita gente ganhando para fazer propaganda das bets e dos jogos, venho aqui para falar com o cidadão. Eu compreendo a situação, porque tenho 62 anos e tenho uma experiência grande de vida. Se você não consegue controlar a sua vontade de jogar e está destruindo o patrimônio da sua família, procure ajuda profissional. Se você não está doente a ponto de não conseguir controlar a vontade de jogar, não jogue. Jogo não dá camisa para ninguém. Jogo de azar destrói o seu patrimônio e o de sua família, e tira o sustento da boca dos seus filhos. Não jogue! Se você não é viciado, não entre. Desde que o jogo foi liberado no Brasil, todas as vezes em que eu entro em sites pelo meu celular, aparece o negocinho rodando para mim, com não sei quantas rodadas grátis. Eu não entro nessa friagem. Se você não está doente a ponto de não se controlar, não jogue. Você vai perder o dinheiro que ganhou com o suor do rosto. Você vai tirar da boca dos filhos. Eu conheço pessoas próximas de mim que estão comendo o pão que o diabo amassou, por causa de jogo, da jogatina. Começa com 10 reais, com 20 reais, com 30 reais. É pior ou igual ao crack. Se você está viciado, procure ajuda profissional. Você não vai recuperar o dinheiro que perdeu. Não caia nessa. Saia fora. Jogo é lixo. Eu votei contra. Este projeto veio do Governo Federal. Tudo bem, Deputados de Esquerda estão criticando a jogatina, estão dizendo que tem que acabar. Concordo com eles, mudar de opinião faz parte. Muitos votaram favoravelmente ao jogo, à liberação do jogo. E hoje isso, como eu já sabia, pela minha experiência de vida, iria tornar-se incontrolável. Não jogue. Não é entretenimento, não é divertimento. É perda de dinheiro e de dignidade. Saia fora de jogatina. Saia fora. O projeto está aqui, é o de nº 3.626, de 2023, mandado para cá por Lula da Silva! Força e honra!
  • 30/06/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que perfis em redes sociais estariam promovendo ataques a Israel, ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a lideranças da direita brasileira, por meio da divulgação de informações que classificou como falsas. Além disso, sustentou que o Governo Federal investiria recursos para impulsionar esse tipo de atuação nas plataformas digitais. Por fim, criticou também manifestações favoráveis a pautas como aborto e descriminalização das drogas.

    Palavras-chave oficiais: Rede social digital,Israel,Estados Unidos,Direita política,Notícia falsa (fake news),Plataforma digital,Perfil de usuário,Aborto,recursos,Impulsionamento de conteúdo,Governo federal,descriminalização,Entorpecente

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O que quero fazer aqui é quase um alerta, uma denúncia. As redes sociais estão infestadas de esquerdistas, de militantes de esquerda postando idiotices, atacando Israel, atacando Donald Trump, atacando nomes expoentes da Direita, como Senador Flávio Bolsonaro, Deputado Nikolas Ferreira, Deputado Sargento Fahur. Atacam com mentiras covardes, tentam propagar tudo que não presta. Defendem drogas, aborto. São contra as escolas cívico-militares. Entendo que o Governo Federal deve estar investindo muito dinheiro nas redes sociais, criando robôs e, além disso, usando idiotas mesmo militantes para atacar a Direita. Só falam bobagem. Vou lá e rebato, Deputado Evair. Aí aparece lá: fulano de tal mencionou você. Quer dizer, o cara me xingou. Só que escrevo embaixo do meu comentário, Deputado Cabo Gilberto: "Não adianta responder me xingando, até porque não vou ler mesmo. Babaca!"
  • 30/06/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que os trabalhos parlamentares prosseguiram durante o período da Copa do Mundo e manifestou apoio à pré-candidatura do Senador Sergio Moro ao Governo do Paraná. Na oportunidade, ressaltou propostas voltadas ao fortalecimento da segurança pública, entre elas a construção de um presídio de segurança máxima inspirado no modelo federal, com regras mais rigorosas para o cumprimento de pena de presos de alta periculosidade.

    Palavras-chave oficiais: Atividade parlamentar,Pré-candidatura,Senador,Copa do Mundo,Governo estadual,Paraná,Segurança pública,Presídio,Preso,Sistema carcerário,Política de segurança pública

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Estamos no mês da Copa do Mundo. Futebol é entretenimento; temos nos divertido, vibrado com os gols da seleção. Futebol é entretenimento para muitos e geração de emprego e renda para outros também. O trabalho continua. A Copa do Mundo está correndo, e nós estamos trabalhando. Apoiamos a pré-candidatura ao Governo do Paraná do Senador Sergio Moro, que tem como plano de Governo fortalecer ainda mais a segurança pública do Paraná. O Paraná tem bons índices de segurança pública, mas nós queremos que o Paraná seja o Estado mais seguro do Brasil. Sr. Presidente, o Senador Sérgio Moro, pré-candidato a Governador, tem a intenção de, se eleito for, construir um presídio de segurança máxima no Paraná, nos moldes dos presídios federais, sem visita íntima para bandido, sem qualquer tipo de regalia. Criminoso de alta periculosidade faccionado que for puxar cadeia no Paraná vai puxar cadeia no veneno, em um presídio de segurança máxima que nós, do PL do Paraná, com Sergio Moro, vamos construir, se formos vencedores na eleição de 4 de outubro. Sargento Fahur: força e honra!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 17/12/2019. Como calculamos: metodologia.