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Foto de Sargento Fahur

Deputado · Câmara

Sargento Fahur

PL · PR

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Gilson Cardoso Fahur · 62 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 88 de 100, Cara Bom0406080100

88/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 87% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 99%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 27%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 91%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 21%das 866 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 47%das 655 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.sargentofahur@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5858
Gabinete
Gabinete 858, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

100%

Esteve em 391 de 391 sessões

Melhor que 94% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

99%

Registrou voto em 1.116 de 1.128 votações nominais

Entre os primeiros de todos os deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 18 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 16 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 866 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

218 discursos na tribuna · de 14/06/2019 a 15/10/2026.

  • 02/07/2026

    O Presidente da Sessão anunciou o encerramento da votação e registrou a aprovação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.898 de 2025 que altera a Lei nº 9.605, de 1998, que dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente, estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações, e dá outras providências, para estabelecer regime especial de sanções para pequenos produtores rurais que produzam para subsistência. Em seguida, agradeceu a presença dos visitantes nas galerias, registrou a presença da Vereadora Giselli Bianchini, de Maringá (PR), e encerrou os trabalhos.

    Palavras-chave oficiais: Maringá (PR),Vereadora,Câmara dos Deputados Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,alteração,Lei dos Crimes Ambientais (1998),Pequeno produtor rural,Agricultura familiar,Infração administrativa,Dano ambiental,Proteção ambiental,Aprovação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PRESIDENTE (Sargento Fahur. PL - PR) - Obrigado, Deputado Marcel van Hattem. Quero agradecer as pessoas que estiveram e já estão saindo das galerias. Obrigado pela visita. A Câmara dos Deputados é a Casa de vocês. Força e honra! Valeu. Todos já votaram? Vou registrar a presença da minha amiga Vereadora Giselli Bianchini, de Maringá, no Paraná, PL. Obrigado pela presença, vereadora. Força e honra! Vamos encerrar a votação. Está encerrada a votação. (Pausa.) APROVADO O REQUERIMENTO DE URGÊNCIA. Pessoal, um bom dia a todos.
  • 01/07/2026

    O Deputado defendeu a atuação das Polícias Militares, criticando Parlamentares da Esquerda por generalizarem episódios isolados para desqualificar as corporações. Além disso, contestou denúncia de agressão atribuída a policiais militares de São Paulo, afirmando que as imagens das câmeras corporais contradizem as acusações. Por fim, alertou para falsas acusações contra agentes de segurança pública e defendeu maior cautela na apuração de denúncias antes do afastamento de policiais.

    Palavras-chave oficiais: Polícia militar,Política de segurança pública,Parlamentar,Esquerda política,Denúncia,São Paulo (Estado),Agressão,Adolescente,Profissional da segurança pública,afastamento,Policial

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu recebi um vídeo estes dias e fiquei preocupado. Eu sempre tenho feito o enfrentamento, principalmente na Comissão de Segurança Pública e também na Creden, contra Deputados de esquerda que pinçam ocorrências entre milhares e milhares de ocorrências que a Polícia Militar atende diariamente. Entre milhares e milhares de ocorrências que a Polícia Militar atende diariamente, eles pinçam uma ou duas que deram algum probleminha para generalizar. São Paulo está sendo vítima desses Deputados de esquerda, inclusive lá de São Paulo. Eles dizem: "A polícia do Derrite", "A polícia do Tarcísio". Inclusive é uma das melhores polícias do Brasil. A Polícia Militar de São Paulo tem feito o enfrentamento ao crime. Eu sou uma voz em defesa das polícias militares do Brasil aqui na Câmara dos Deputados. E agora eu recebi um vídeo de uma senhora, junto com dois filhos adolescentes, um menino de 17 anos e uma menina de 14 anos. Ela diz que eles foram perseguidos e agredidos por policiais militares. Eles estavam em uma bicicleta motorizada, policiais os abordaram e espancaram. E eles têm ferimento. Ele tem ferimento no rosto. O som e as imagens gravados pelas câmeras corporais dos policiais mostram que não houve nada disso, que o jovem fugiu da polícia por estar com um veículo irregular, uma bicicleta motorizada, caiu, se ralou, se machucou e mentiu para a mãe, dizendo que teria sido espancado pelos policiais. Inclusive, é nítido o diálogo entre os policiais e o menino. Os policiais falam: "Você não deve correr", "A última hipótese é fugir", "Você poderia atropelar uma criança, bater num carro e morrer". Aconteceu de eles caírem e se machucarem. E os policiais perguntaram: "Precisa de atendimento médico?" E o menino disse: "Não, eu estou de boa". Então, os policiais disseram: "Vai e fala para a sua mãe, fala para os seus pais, que você fugiu e caiu". Eu não sei se os meninos foram lá e mentiram, disseram que foram espancados por policiais militares, ou se a mãe, querendo fazer drama e prejudicar policiais militares em serviço, foi inventar moda lá. Inclusive ela deu queixa. Sr. Presidente, eu já vi muitos policiais militares serem afastados, gastarem dinheiro com advogados e não terem cometido nada de ilícito. Então, antes de julgarem e de afastarem policiais militares, lembrem-se: há muita gente mentirosa que quer prejudicar policiais militares, policiais civis, guardas municipais. Eu lembro que, em São Paulo, um advogado ligado aos direitos humanos foi preso pelo Gaeco porque orientava pessoas conduzidas por policiais a mentirem, dizendo que haviam sido torturadas para inibir e prejudicar o trabalho de policiais militares. Deputado Sargento Fahur, dentro da Câmara dos Deputados, é a voz da Polícia Militar. Força e Honra!
  • 01/07/2026

    O Deputado contestou as acusações contra a Direita sobre irregularidades relacionadas ao Banco Master, afirmando que os indícios de envolvimento recaem sobre integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT), particularmente sobre o Senador Jaques Wagner. Além disso, criticou a corrupção de políticos do PT, destacando a prisão de um Vereador petista de São Paulo (SP). Por fim, condenou o PT por adotar discurso moralista incompatível com a conduta de seus integrantes.

    Palavras-chave oficiais: Acusação,Direita política,irregularidade,Banco Master,Indício,Corrupção,Senador,Partido dos Trabalhadores (PT),Político,Prisão,Vereador,São Paulo (SP)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu vi bastantes Deputados do PT falando do caso Master, disso e daquilo. Olha, de grandes políticos de renome no Brasil, até agora, quem eu vi encalacrado com o Banco Master, inclusive com dinheiro apreendido, grande quantidade de dólares e euros, foi o Senador Jaques Wagner, do PT. Foi o único que eu vi, de fato, com materialidade que indica, ou pelo menos tem fortes indícios, de que está envolvido na roubalheira do Master. O PT quer acusar a Direita, mas um Vereador do PT, em São Paulo, ladrão também, foi preso. Agora saiu do PT para fazer a sua defesa. Ladrão! O PT, como a gente sempre diz aqui, está infestado de ladrões. Eles querem ser moralistas, mas, na verdade, o até então Líder do Governo no Senado, o Senador Jaques Wagner, foi pego com a boca na botija, com dólares e euros dentro do seu apartamento, e mentiu dizendo que estavam em envelopes do Senado, mentira que foi esclarecida e desmentida pela Polícia Federal. Menos, PT! Menos! Os ladrões estão aí, do lado esquerdo. Obrigado, Sr. Presidente. Força e honra!
  • 01/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Minoria parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Sr. Presidente, entende que o texto é muito ruim, subjetivo, pode causar distorções graves num país em que a Esquerda nem sequer decidiu quem é homem e quem é mulher, quem é menino e quem é menina. Nós orientamos "não". Temos uma preocupação gigante com a criminalização do homem por ser homem. Para proteger as mulheres, nós defendemos bandido na cadeia, porte e posse de arma, e não projeto de texto duvidoso e ruim. A Minoria orienta "não". Força e honra!
  • 01/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a regulamentação das bets e afirmou que votou contra o Projeto de Lei nº 3.626, de 2023, que dispôs sobre a modalidade de loteria denominada apostas de quota fixa, disciplinou a exploração comercial da atividade e alterou a legislação correlata. Além disso, atribuiu ao Governo Federal a iniciativa da proposta e alertou para o endividamento de famílias em decorrência das apostas. Também relatou que recusou oferta para divulgar plataformas de apostas em suas redes sociais e orientou pessoas com dependência em jogos a buscar ajuda profissional. Por fim, defendeu medidas para desestimular a prática e afirmou que as apostas provocaram prejuízos financeiros e sociais.

    Palavras-chave oficiais: Aposta esportiva,Apostas de Quota Fixa,Governo federal,Projeto de lei ordinária,endividamento,Ludopatia,Jogo de azar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero falar sobre as bets, a jogatina. Eu tenho visto vários Parlamentares de esquerda criticarem o fato de as pessoas, as famílias estarem se endividando por causa das bets. Quero lembrar uma coisa: eu votei contra. O projeto veio do Governo Luiz Inácio Lula da Silva e contou com o apoio da Esquerda na época, é claro que com exceções. Esse projeto que legalizou a jogatina no Brasil é do Governo Lula. Eu votei contra. Sr. Presidente, eu tenho redes sociais relativamente fortes e, através de um assessor que cuida de parte das minhas redes, nós recebemos uma oferta de 500 mil para divulgar bets nas redes sociais do Deputado Federal Sargento Fahur. Eu não aceitei. Não aceitei! As minhas redes sociais não estão à venda para o crime. Elas servem para divulgar as bandeiras de Jair Messias Bolsonaro e da Direita. Já que há muita gente ganhando para fazer propaganda das bets e dos jogos, venho aqui para falar com o cidadão. Eu compreendo a situação, porque tenho 62 anos e tenho uma experiência grande de vida. Se você não consegue controlar a sua vontade de jogar e está destruindo o patrimônio da sua família, procure ajuda profissional. Se você não está doente a ponto de não conseguir controlar a vontade de jogar, não jogue. Jogo não dá camisa para ninguém. Jogo de azar destrói o seu patrimônio e o de sua família, e tira o sustento da boca dos seus filhos. Não jogue! Se você não é viciado, não entre. Desde que o jogo foi liberado no Brasil, todas as vezes em que eu entro em sites pelo meu celular, aparece o negocinho rodando para mim, com não sei quantas rodadas grátis. Eu não entro nessa friagem. Se você não está doente a ponto de não se controlar, não jogue. Você vai perder o dinheiro que ganhou com o suor do rosto. Você vai tirar da boca dos filhos. Eu conheço pessoas próximas de mim que estão comendo o pão que o diabo amassou, por causa de jogo, da jogatina. Começa com 10 reais, com 20 reais, com 30 reais. É pior ou igual ao crack. Se você está viciado, procure ajuda profissional. Você não vai recuperar o dinheiro que perdeu. Não caia nessa. Saia fora. Jogo é lixo. Eu votei contra. Este projeto veio do Governo Federal. Tudo bem, Deputados de Esquerda estão criticando a jogatina, estão dizendo que tem que acabar. Concordo com eles, mudar de opinião faz parte. Muitos votaram favoravelmente ao jogo, à liberação do jogo. E hoje isso, como eu já sabia, pela minha experiência de vida, iria tornar-se incontrolável. Não jogue. Não é entretenimento, não é divertimento. É perda de dinheiro e de dignidade. Saia fora de jogatina. Saia fora. O projeto está aqui, é o de nº 3.626, de 2023, mandado para cá por Lula da Silva! Força e honra!
  • 30/06/2026

    O Deputado afirmou que perfis em redes sociais estariam promovendo ataques a Israel, ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a lideranças da direita brasileira, por meio da divulgação de informações que classificou como falsas. Além disso, sustentou que o Governo Federal investiria recursos para impulsionar esse tipo de atuação nas plataformas digitais. Por fim, criticou também manifestações favoráveis a pautas como aborto e descriminalização das drogas.

    Palavras-chave oficiais: Rede social digital,Israel,Estados Unidos,Direita política,Notícia falsa (fake news),Plataforma digital,Perfil de usuário,Aborto,recursos,Impulsionamento de conteúdo,Governo federal,descriminalização,Entorpecente

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O que quero fazer aqui é quase um alerta, uma denúncia. As redes sociais estão infestadas de esquerdistas, de militantes de esquerda postando idiotices, atacando Israel, atacando Donald Trump, atacando nomes expoentes da Direita, como Senador Flávio Bolsonaro, Deputado Nikolas Ferreira, Deputado Sargento Fahur. Atacam com mentiras covardes, tentam propagar tudo que não presta. Defendem drogas, aborto. São contra as escolas cívico-militares. Entendo que o Governo Federal deve estar investindo muito dinheiro nas redes sociais, criando robôs e, além disso, usando idiotas mesmo militantes para atacar a Direita. Só falam bobagem. Vou lá e rebato, Deputado Evair. Aí aparece lá: fulano de tal mencionou você. Quer dizer, o cara me xingou. Só que escrevo embaixo do meu comentário, Deputado Cabo Gilberto: "Não adianta responder me xingando, até porque não vou ler mesmo. Babaca!"
  • 30/06/2026

    O Deputado afirmou que os trabalhos parlamentares prosseguiram durante o período da Copa do Mundo e manifestou apoio à pré-candidatura do Senador Sergio Moro ao Governo do Paraná. Na oportunidade, ressaltou propostas voltadas ao fortalecimento da segurança pública, entre elas a construção de um presídio de segurança máxima inspirado no modelo federal, com regras mais rigorosas para o cumprimento de pena de presos de alta periculosidade.

    Palavras-chave oficiais: Atividade parlamentar,Pré-candidatura,Senador,Copa do Mundo,Governo estadual,Paraná,Segurança pública,Presídio,Preso,Sistema carcerário,Política de segurança pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Estamos no mês da Copa do Mundo. Futebol é entretenimento; temos nos divertido, vibrado com os gols da seleção. Futebol é entretenimento para muitos e geração de emprego e renda para outros também. O trabalho continua. A Copa do Mundo está correndo, e nós estamos trabalhando. Apoiamos a pré-candidatura ao Governo do Paraná do Senador Sergio Moro, que tem como plano de Governo fortalecer ainda mais a segurança pública do Paraná. O Paraná tem bons índices de segurança pública, mas nós queremos que o Paraná seja o Estado mais seguro do Brasil. Sr. Presidente, o Senador Sérgio Moro, pré-candidato a Governador, tem a intenção de, se eleito for, construir um presídio de segurança máxima no Paraná, nos moldes dos presídios federais, sem visita íntima para bandido, sem qualquer tipo de regalia. Criminoso de alta periculosidade faccionado que for puxar cadeia no Paraná vai puxar cadeia no veneno, em um presídio de segurança máxima que nós, do PL do Paraná, com Sergio Moro, vamos construir, se formos vencedores na eleição de 4 de outubro. Sargento Fahur: força e honra!
  • 30/06/2026

    O Deputado manifestou apoio à consulta pública promovida pela Prefeitura de Maringá (PR) sobre a implantação de escolas cívico-militares municipais. Relatou um episódio de violência ocorrido em um colégio da cidade, no qual uma adolescente de 13 anos teria sido espancada por outras alunas e ficado com suspeita de traumatismo craniano, argumentando que a presença de militares em escolas impediria esse tipo de ocorrência. Por fim, convocou a população a votar favoravelmente à proposta e criticou a Esquerda por tentar, segundo ele, obscurecer a votação e por selecionar episódios negativos isolados em colégios militares para desacreditar o modelo.

    Palavras-chave oficiais: Maringá (PR),Prefeitura,Consulta pública,Escola cívico-militar,implantação,Esquerda política,atuação,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero falar sobre Maringá, no Paraná, cidade em que eu resido, onde está havendo uma consulta pela Prefeitura para a implantação das escolas cívico-militares municipais. Trata-se da Prefeitura de Maringá, de escolas de Maringá. Em um colégio em Maringá, uma adolescente de 13 anos foi violentamente espancada por outras meninas maiores que ela e está com suspeita de traumatismo craniano. Eu digo que, se fosse uma escola cívico-militar, ali haveria militares, que não permitiriam que essa menina, essa garota, fosse espancada e, agora, estivesse com suspeita de traumatismo craniano. Ela ainda está em fase de exames clínicos, exames médicos. Nós precisamos que a população vote "sim" para escolas cívico-militares municipais em Maringá. A Esquerda está tentando esconder essa votação. Presidente, a Esquerda não só do Paraná mas também do restante do Brasil tem pinçado, como eles fazem com a Polícia Militar, ocorrências negativas mínimas que acontecem em colégios militares. Eles pinçam uma ou duas situações, para fazerem generalização. Escolas cívico-militares são o caminho para a educação. Força e honra!
  • 17/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou declarações do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva captadas durante a cúpula do G7, na França, em que este teria afirmado não se considerar esquerdista, atribuindo o rótulo a terceiros. Além disso, relembrou a condenação de Lula da Silva por corrupção e lavagem de dinheiro, bem como a posterior anulação das sentenças pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Por fim, exaltou o papel do então Juiz Federal Sérgio Moro na condenação, afirmando ter participado da segurança durante o depoimento do réu.

    Palavras-chave oficiais: Juiz federal,Presidente da República,Corrupção,Condenação criminal,Supremo Tribunal Federal (STF),anulação França,Grupo dos Sete (G7),Presidente da República,Esquerda política,declaração,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente, é uma honra subir a esta tribuna em uma sessão presidida pelo Delegado Caveira, do Pará, homem digno, honrado, de direita, defensor dos valores da família. Muito obrigado. Para mim, uma honra. Presidente, muitas vezes aqui, em discursos dos Deputados de direita, a gente fala e ouve falar que o PT, quando não está mentindo, está roubando. V.Exa. já ouviu? Quando não está mentindo, está roubando. E olha, o líder máximo do PT, Lula da Silva, ex-presidiário do "Xô Cana", no Paraná, uma conversa dele, captada por microfones e câmeras, ele estava na cúpula do G7, na França, conversando com a chanceler alemã e outras autoridades. Olha o que Lula da Silva falou, você, esquerdista, que tem orgulho de ser esquerdista, em conversa captada durante a cúpula do G7, na França, o Presidente Luiz Inácio Lula, ex-presidiário da Silva, afirmou a outros participantes que nunca se considerou um esquerdista. Caveira, ele disse que nunca foi um esquerdista. Segundo o chefe do Governo brasileiro, o rótulo lhe foi atribuído por terceiros e suas vitórias eleitorais ao longo da carreira não representam necessariamente um triunfo político da esquerda. A fala foi dirigida ao chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e à diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Cristalina Georgieva. Os três conversavam informalmente sobre o cenário eleitoral brasileiro, enquanto aguardavam o início da reunião. O diálogo foi registrado pela agência AFP. Lula da Silva renega a esquerda brasileira. Lula da Silva diz que não é esquerdista. Quando não está mentindo, está roubando. Desta vez, mentindo no exterior, renegando que é de esquerda, porque o mundo está defenestrando a esquerda. Vários e vários países estão jogando a esquerda na lata do lixo, local de onde ela nunca deveria ter saído. E ele, vendo e entendendo esse cenário, fala: "Eu não sou de esquerda!" Lula da Silva não é de esquerda. Esquerdista é você, trouxa, que vota em Lula da Silva, um mentiroso, descondenado! E usam narrativas para incriminar a Direita no Brasil, quando os criminosos são eles, mensaleiros que estiveram presos por propina, corrupção e lavagem de dinheiro. O PT foi desmantelado, e, graças aos amigos do STF, muitas sentenças foram anuladas, inclusive a de Lula da Silva, o que possibilitou que ele fosse novamente candidato a Presidente. Não fossem os seus amigos no STF, Lula da Silva estaria, na melhor das hipóteses, Deputado Delegado Caveira, de tornozeleira. Isso se não estivesse trancado numa cela-sala da Polícia Federal no Paraná. Quem meteu Lula da Silva na cadeia foi o mocinho, Juiz Federal Sérgio Moro, pré-candidato ao Governo do Paraná. Esquerdistas lá dizem que Moro é o ladrão, o bandido. Vou concluir, Sr. Presidente. Existe uma confusão aí, esquerdistas do Paraná: Moro não é o juiz ladrão. Moro prendeu o ladrão. Eu, Sargento Fahur, estive fazendo a segurança no dia em que Sergio Moro ouviu o réu criminoso, posteriormente condenado, Luiz Inácio Lula da Silva. Não gostou? (O Deputado bate a mão duas vezes na tribuna.) Então me pegue!
  • 16/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo do Projeto de Lei nº 4.913, 2025, que torna obrigatória a emissão de atestado médico para acompanhante responsável legal de crianças menores de 12 (doze) anos, pelo período em que for recomendado o repouso da criança e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Oposição política,Minoria parlamentar

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Vou orientar pela Minoria, pela Oposição e pelo PL também, Sr. Presidente. Nós orientamos "sim". Entendemos que o projeto tem mecanismos para tentar evitar fraudes. Entendemos também a necessidade da mãe de estar com o filho doente em casa, embora, com certeza, determinados tipos de projetos aqui beneficiem pessoas e criem também certos problemas para o empresário. Não tenho dúvida disso. Mas, no geral, o PL, a Oposição e a Minoria são favoráveis ao projeto. Muito obrigado. Força e honra.
  • 16/06/2026

    O Deputado manifestou apoio às críticas dirigidas à decisão judicial relacionada ao Deputado Eduardo Bolsonaro e contestou a legitimidade do julgamento. Além disso, mencionou publicação feita por um Parlamentar nas redes sociais antes da decisão, argumentando que o resultado já seria esperado. Também afirmou que houve parcialidade por parte dos responsáveis pelo julgamento e comparou o caso a processos envolvendo o ex-Presidente Jair Bolsonaro. Por fim, expressou solidariedade a Eduardo Bolsonaro e reiterou apoio político ao Parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Decisão judicial,Crime contra a soberania nacional,Deputado federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Rede social,Perseguição política,Ex-presidente da República,Condenação judicial

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Só quero continuar a ideia do Deputado Cabo Gilberto, que está falando sobre essa condenação absurda. Hoje pela manhã, o Deputado Lindbergh, do PT, o lindinho, publicou no Facebook que Eduardo seria julgado, condenado e preso, já antevendo a situação. Eu fui lá e comentei: "Julgado: sim." E, entre parênteses: "A mesma farsa do julgamento contra Jair Bolsonaro". "Condenado: sim, porque são parciais e canalhas. Preso: falta combinar com o Donald Trump". (Risos.) Força e honra!
  • 16/06/2026

    O Deputado elogiou operação integrada das forças de segurança do Paraná, coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que envolveu a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Polícia Penal e a Polícia Científica. Além disso, destacou o cumprimento de mais de 550 mandados judiciais nos Estados do Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Ressaltou que parte significativa das ordens judiciais foi executada dentro de estabelecimentos prisionais, o que evidenciou a continuidade de atividades criminosas a partir dos presídios. Por fim, manifestou reconhecimento ao trabalho das forças de segurança e assinalou que o material apreendido poderá contribuir para novas investigações e desdobramentos relacionados ao combate ao crime organizado.

    Palavras-chave oficiais: Paraná,Crime organizado,Operação policial,Polícia militar,Polícia civil,Polícia penal,Polícia técnico-científica,Órgão de segurança pública,São Paulo (Estado),Santa Catarina,Mato Grosso do Sul,Mandado judicial,cumprimento,Criminalidade,Sistema carcerário,Presídio

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero aqui enaltecer uma ação das Forças de Segurança do Paraná, coordenadas pelo Gaeco, do Paraná, que envolveu Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Científica. Olha, uma coisa gigantesca. Cumprimento de mais de 500 mandados judiciais, sendo grande parte deles de prisão e de busca e apreensão. O que chama atenção, Presidente, é que quase duzentos desses mandados judiciais, tanto de prisão como de busca e apreensão, foram cumpridos dentro de presídios. Significa que criminosos presos estão cometendo crime, mas as Forças de Segurança do Paraná e o Gaeco estão indo para cima. Eu fico pensando, celulares apreendidos, o que foi apreendido com presos, com criminosos, com certeza, vai trazer novos desdobramentos de pessoas que estão envolvidas com presos cometendo crime aqui fora. Então, quero parabenizar o Gaeco, do Paraná, policiais militares que participaram, civis, policiais penais e policiais da Polícia Científica com essa brilhante operação que cumpriu — prestem atenção — mais de 550 mandados judiciais, uma mega operação no Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Força e honra. Obrigado, Presidente.
  • 10/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado celebrou a aprovação, na CCJ, da Proposta de Emenda à Constituição nº 32, de 2015, que altera a redação dos artigos 14 e 228 da Constituição Federal, para estabelecer a plena maioridade civil e penal aos dezesseis anos de idade, considerando um avanço em favor do cidadão honesto e trabalhador. Além disso, defendeu a responsabilização de menores envolvidos em crimes, afirmou que não se deveria proteger bandido por causa da idade e mencionou experiência na Polícia Rodoviária do Paraná para ilustrar a necessidade de punição. Por fim, disse que a PEC 32 deveria avançar na comissão especial, no plenário e no Senado Federal.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Maioridade penal,Aprovação,Defesa

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Não chegou um despacho para V.Exa. acrescentar ao meu tempo o da Liderança da Minoria? Eu queria pinçar alguns assuntos, Srs. Deputados, povo brasileiro. Hoje, na CCJ, tivemos uma vitória importante do cidadão brasileiro, daquele cidadão honesto e trabalhador. Nós aprovamos a redução da maioridade penal. Sim, é o primeiro passo para que menores bandidos — nós estamos falando de bandidos — sejam responsabilizados pelos seus crimes. Eu me lembro, Sr. Presidente, de quando eu trabalhava na Polícia Rodoviária do Estado do Paraná e fiz a abordagem de um jovem que transportava maconha. Perguntei a idade dele, ele não portava documentos, e disse que tinha 17 anos. Chegamos à delegacia e, na hora em que o delegado checou os dados, vimos, para a nossa surpresa, que ele estava completando 18 anos naquela data. O delegado perguntou: "A que horas você nasceu?" Ele nasceu na parte da manhã e foi preso na parte da noite, ou seja, tinha 18 anos e algumas horas de idade, e foi responsabilizado por tráfico de drogas. Nós não podemos passar a mão na cabeça de bandido, independentemente da idade. Então, um importantíssimo passo foi dado hoje, com a aprovação, na CCJ, da PEC 32, cujo Relator é o meu amigo Deputado Federal Coronel Assis. Não tenho dúvida nenhuma de que uma Comissão Especial vai analisar, e nós vamos trazer para o Plenário, aprovar e jogar a responsabilidade para o Senado Federal, que, pelo que eu tenho informação, já enterrou uma PEC de redução de maioridade penal naquela Casa. Não podemos permitir que, de novo, o Senado sente em cima de um tema tão importante para o Brasil. Lugar de bandido é na cadeia, independente da idade. A Esquerda hoje falou de jovens que passam em Olimpíadas de Matemática e que se desenvolvem. É para defender esses jovens que nós queremos punir menores criminosos e infratores. Muito obrigado, Sr. Presidente. Força e honra!
  • 09/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado avaliou como produtiva a participação do Ministro da Justiça e Segurança Pública em reunião da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados, embora tenha considerado insuficientes as respostas apresentadas. Questionou a substituição do delegado responsável por investigação envolvendo o filho do Presidente Lula e defendeu maior transparência no caso. Também relatou ter recebido informações de autoridades policiais sobre a atuação de facções criminosas na região de Londrina (PR), com a contratação de escritórios de advocacia para contestar ações policiais.

    Palavras-chave oficiais: Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,participação,Presidente da República,Filho,investigação,transparência Londrina (PR),Organização criminosa,Operação policial,Contestação

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Terça-feira — agora são 19h35min — vai se findando um dia muito produtivo no Parlamento. Tivemos a presença do Ministro da Justiça e Segurança Pública na Comissão de Segurança. O Ministro, um homem bastante educado, ponderado, mas bastante evasivo nas suas respostas. Não tão enrolão como Lewandowski. Aquele era enrolão, aquele é campeão, bonecão de Olinda, além de mentiroso, enrolão. Esse, não. Esse enrola. Na verdade, não responde de acordo com o que os Deputados esperam. Mas, ainda assim, foi produtivo. Perguntamos ao Ministro da Justiça e Segurança Pública sobre a troca do delegado que investigava o Lulinha — no caso Lulinha —, porque, na época de Jair Bolsonaro, a Esquerda o acusava de interferir na Polícia Federal. E nós temos muitas informações de muitos sites informativos de que o Governo Lula — prestem atenção! — está trabalhando firmemente para blindar o Lulinha, filho do Presidente, e uma dessas blindagens é a troca do delegado que estava investigando, que estava fungando no cangote do Lulinha. Nós queremos transparência e sabemos que, se a investigação for séria, o Lulinha vai para a cadeia, porque, tal qual o pai, é ladrão. E eu quero fazer uma denúncia aqui, Presidente. Na região de Londrina, o PCC e outras facções criminosas, o crime organizado, estão contratando bancas de advogados caros para prejudicar policiais em ações legítimas do Estado, criando inclusive um temor ao policial de fazer um enfrentamento, neutralizar bandidos e ficar respondendo a processo, porque bons advogados trabalham para o crime. Nada contra o advogado; a profissão dele é fazer a defesa de direitos. Mas tive acesso à informação de um comandante de Polícia Militar, uma alta autoridade que não vou identificar, de que facções criminosas estão contratando advogados para prejudicar policiais militares em ações legítimas do Estado que estão neutralizando ou mandando para o quinto dos infernos bandidos na região de Londrina. Força e honra!
  • 03/06/2026

    O Deputado defendeu a classificação das facções criminosas como organizações terroristas, argumentando que a medida ampliaria os instrumentos de combate ao crime organizado. Afirmou que o enquadramento permitiria rastrear recursos financeiros utilizados pelas facções, inclusive valores movimentados no exterior, facilitando a identificação de redes de financiamento. Ao concluir, manifestou apoio aos profissionais da segurança pública e destacou a importância de fortalecer os mecanismos de enfrentamento ao crime organizado.

    Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Organização terrorista,classificação,Crime organizado,combate,Defesa,Profissional da segurança pública,Congratulação

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero falar rapidamente sobre a classificação das facções criminosas como organizações terroristas. E quero aqui enaltecer o trabalho das polícias do Brasil em âmbito federal e estadual e das nossas Guardas Municipais. A questão não é que as polícias e as Guardas Municipais do Brasil não estejam trabalhando. Estão trabalhando, sim, e muito. A questão é que, com essa classificação como terroristas, nós teremos acesso para rastrear o dinheiro que está espalhado no mundo e que financia inclusive governos e políticos, dinheiro sujo das facções criminosas. Agora, com essa classificação, será fácil combatê-las e rastrear o dinheiro. Mas as nossas polícias estão, sim, de parabéns! Força e honra!
  • 03/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação no requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 957, de 2024, que altera dispositivos do Decreto-Lei nº 227, de 28 de fevereiro de 1967, o Código de Mineração, da Lei nº 6.567, de 24 de setembro de 1978, e da Lei nº 7.805, de 18 de julho de 1989. Além disso, rebateu a narrativa da Esquerda, do PT e de Lula de que Flávio Bolsonaro e a Direita seriam responsáveis por eventual taxação americana sobre produtos brasileiros, afirmando que essa situação era falsa e uma tentativa de transferir o ônus político às vésperas da eleição.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Bloco parlamentar,Voto favorável,Partido Liberal (PL) Notícia falsa (fake news),Partido dos Trabalhadores (PT),Esquerda política,Responsabilidade,Taxa,Produto nacional,Exportação,Estados Unidos,Direita política

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o PL orienta "sim". E aproveita o momento para novamente rebater a narrativa da Esquerda, do PT, do Lula, de que o Senador Flávio Bolsonaro, de que a Direita é responsável por eventual taxação americana contra produtos brasileiros. É mentira! Lula e Alexandre de Moraes sabem muito bem o motivo de uma eventual taxação: sem-vergonhice do Governo e da Esquerda, que tentam, próximo da eleição, jogar esse ônus para o Senador Flávio Bolsonaro. É mentira, narrativa covarde. O Senador Flávio Bolsonaro enviou uma carta a altas autoridades americanas pedindo a não taxação de produtos brasileiros.
  • 03/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou ataques da Esquerda ao Senador Flávio Bolsonaro e contestou a narrativa de que ele e o ex-Deputado Eduardo Bolsonaro seriam responsáveis por eventual aumento de tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. Além disso, afirmou que o Senador atuou junto a interlocutores do Governo norte-americano para evitar medidas que prejudicassem a economia brasileira e para defender o enquadramento das facções Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como organizações terroristas. Também declarou que o Brasil deveria preservar relações de parceria com os Estados Unidos e direcionou críticas ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por fim, manifestou apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro em 2026 e ao Senador Sergio Moro no Paraná.

    Palavras-chave oficiais: Declaração falsa,Esquerda política,Senador,Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Estados Unidos,Tarifa,Produto nacional,Organização terrorista,Eleição,Governador,Paraná

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Bom dia, Srs. Deputados. Quarta-feira um tanto quanto esvaziada na Câmara dos Deputados, mas nem por isso deixaremos de estar aqui para fazer o enfrentamento. O Senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República, está sendo atacado de forma covarde pela Esquerda, com narrativas que culpam ações desse Senador e de seu irmão Eduardo Bolsonaro sobre um eventual tarifaço que poderia ser imposto pelo Governo americano a produtos brasileiros. É uma mentira, é uma narrativa. Os Estados Unidos, de forma soberana, fizeram algumas análises sobre o Brasil — se nós concordamos ou não concordamos não vem ao caso, não é o mérito — e podem taxar alguns produtos brasileiros. Somos contra. O Senador Flávio Bolsonaro é contra, e mostrou isso ao enviar uma carta a pessoas próximas a Donald Trump em que dizia que o Brasil tem os Estados Unidos como uma nação amiga, parceira, e que não gostaria, porque seria muito ruim para o Brasil, que houvesse qualquer tipo de taxação americana contra os nossos produtos. É uma luta de Flávio Bolsonaro, que foi aos Estados Unidos para trabalhar, sim, para combater o crime organizado, para tentar que os Estados Unidos — e conseguiu — classifiquem as facções criminosas PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. Flávio Bolsonaro não foi aos Estados Unidos atrás de taxação. Não, pelo contrário, foi para tentar convencer o Governo americano a não taxar produtos brasileiros. Somos parceiros dos Estados Unidos. Não queremos ser vistos como inimigos dos Estados Unidos, mas, infelizmente, temos um ex-condenado, descondenado, ladrão e cachaceiro na Presidência da República que fica infernizando, tal qual o Maduro infernizou Donald Trump e, um dia, amanheceu no chilindró. Não sei se é o que vai acontecer no Brasil, mas também não duvido. Não se respeita o chefe da maior nação do mundo. Inclusive, Presidente, pasme V.Exa., Lula da Silva chegou a dizer que Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro merecem ser enforcados. Olhe o tipo de fala do Presidente da República em relação a um pré-candidato a Presidente, Senador Flávio Bolsonaro! Ainda disse que Joaquim Silvério dos Reis foi enforcado, quando, na verdade, não consta isso na história que nós aprendemos. Além de mentiroso, burro! Precisamos, de todas as maneiras, eleger Flávio Bolsonaro em outubro de 2026 e varrer o PT lixo da face da terra. No Paraná, também, estamos com Sergio Moro. Força e honra!
  • 28/05/2026

    O Deputado destacou sua atuação em prol da política de segurança pública do Paraná e ressaltou ser o Parlamentar que mais destinou verbas federais para a área na história do Estado. Ademais, apontou a destinação de recursos de emenda parlamentar para compra de fuzis, pistolas, viaturas semiblindadas e drones. Além disso, defendeu investimentos nas Polícias Militar, Civil e Penal, bem como nas Guardas Municipais, e o fortalecimento do policiamento em rodovias e fronteiras. Por fim, enfatizou sua contribuição para o plano de segurança do Senador Sergio Moro, pré-candidato ao Governo do Estado.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Emenda,Recursos orçamentários,Política de segurança pública,Paraná,Investimento,Polícia,Guarda municipal,Policiamento,Rodovia,Fronteira,Plataforma política,Senador,Pré-candidato a cargo eletivo,Governador

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Quero falar do Paraná, quero falar de segurança pública. O Paraná tem bons índices de segurança pública, mas nós queremos, a partir de 2027, fazer do Paraná o Estado mais seguro do Brasil. Já faz tempo que eu estou trabalhando para isso, seja no enfrentamento operacional nas rodovias e nas cidades, como fiz por 35 anos nas fileiras da Polícia Militar daquele Estado, seja agora como Deputado Federal. Sou o Deputado Federal que mais destinou verbas federais para a segurança pública da história do Paraná: compra de fuzis, pistolas, viaturas semiblindadas com alta tecnologia, drones para o serviço policial. Precisamos também de um Governador que invista na tropa, no homem e na mulher que fazem a linha de frente da segurança pública, tanto na Polícia Militar quanto na Polícia Civil e na Polícia Penal, que são engrenagens importantes para a segurança pública do Paraná, somadas às Guardas Municipais dos Municípios, que também são parte importante dessa engrenagem de segurança. O Paraná faz fronteira com o Paraguai e com outros Estados, e por lá entram drogas, armas ilegais, que vêm para a mão de criminosos e de grandes facções. Nós precisamos intensificar o policiamento em rodovias, fazer esse enfrentamento. Já falei com um dos pré-candidatos ao Governo do Estado, o Senador Sergio Moro. Expliquei para ele e inclusive participei de parte do plano de segurança, e isso passa pelo fortalecimento do policiamento em rodovias: homens e mulheres fortemente armados para darem as boas-vindas para quem chega ao Paraná. O que você quer no Paraná? "Quero produzir, gerar renda, trabalhar." Seja bem-vindo! "Não, eu vim aqui traficar e roubar." Vai ficar no meio do canavial, porque bandido não vai se criar no Paraná. Muito obrigado, Sr. Presidente. Força e honra!
  • 28/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo do Projeto de Lei nº 1.822, de 2024, que garante aos pais ou responsáveis a imediata internação de jovens e adolescentes, viciados em substancias psicoativas, em vulnerabilidade social, ou ameaçados de morte por traficantes e facções criminosas para tratamento da dependência química em entidades que tratem desta doença, legitimadas pelos poderes públicos Municipais, Estaduais e Federais e que comprovem ter em seus quadros profissionais do sistema único de assistência social como: psicólogos, assistentes sociais, e se possível de psiquiatria.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Oposição política

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Esse projeto é de extrema importância. Eu tenho experiência de 35 anos combatendo o tráfico de drogas, desde o grande traficante até o pequeno traficante na ponta da vila que solta a pedra e a bucha na mão do consumidor final, que é o viciado. Esse projeto é importantíssimo. A pior solução é não fazer nada. A Esquerda defende bolsa crack. Nós defendemos o internamento compulsório. Defendemos o direito de os pais pedirem e exigirem o internamento dos filhos que perderam o livre-arbítrio, perderam a dignidade. O crack transforma a pessoa em mentiroso, em ladrão. Nós precisamos tomar providências, e este projeto é uma dessas providências importantíssimas. Parabéns, Deputado Dr. Fernando Máximo! O senhor me representa. Força e honra! A Oposição orienta "sim". Quem leva as pessoas para as ruas, quem joga as pessoas nas ruas não é a miséria, é a droga!
  • 26/05/2026

    O Deputado elogiou o Presidente dos Estados Unidos Donald Trump pela reunião com o Senador Flávio Bolsonaro e destacou que o Presidente Lula foi humilhado quando foi recebido pelo líder norte-americano. Ademais, criticou o Presidente Lula por defender facções criminosas.

    Palavras-chave oficiais: Senador,Partido Liberal (PL),Reunião,Presidente da República,Estados Unidos,Partido dos Trabalhadores (PT),Organização criminosa,Política externa

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    O SR. SARGENTO FAHUR (PL - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Ali está empoçado, cheio de água, mas, na verdade, são lágrimas de petista. Um está correndo lá, vazando. Petista fala e vaza. Voltou! Eu tenho poder aqui na Câmara, eu mando. Volte para cá! (Risos.) O negócio é o seguinte: está uma choradeira danada porque o maior líder do mundo, Donald Trump, recebeu Flávio Bolsonaro. E, pelos boatos que nós ouvimos de lá, ficamos sabendo que Lula foi humilhado quando foi recebido por Trump. Na verdade, Trump sabe com quem está lidando: é um bandido, defensor de facções criminosas. O Deputado que tinha compromisso, que estava correndo, voltou. Será que vai pedir a palavra por 1 minuto agora? Eu não citei o nome dele. Espero que ele tenha paciência para esperar o nobre Deputado que está lá na tribuna para falar. Força e honra! Valeu, Trump!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.