
Nome civil: Rosangela Maria Wolff de Quadros Moro · 52 anos
Bananômetro
87/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 85% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 83%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 93%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 72%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 31%das 730 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 56%das 616 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.rosangelamoro@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5434
- Gabinete
- Gabinete 434, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 362 de 391 sessões
Votou nas votações
83%
Registrou voto em 933 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 82 projetos apresentados (1%)
Alinhamento com o governo
31%
Em 730 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
63 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 27/05/2026.
- 29/03/2023Breves Comunicações
Necessidade de apreciação pela Casa de proposições destinadas à redução da violência no ambiente escolar. Solidariedade a professores e familiares de vítimas da violência nas escolas.
Palavras-chave oficiais: Escola,Violência,Bullying,Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE),Universidade Estadual de Campinas (Unicamp),Dados
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A SRA. ROSÂNGELA MORO (UNIÃO - SP. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Presidente, cumprimento V.Exa., bem como os meus pares, colegas Deputados, e pessoas que nos assistem. Hoje eu quero falar de violência nas escolas. Esta semana, houve dois casos de agressão em escolas brasileiras. Em São Paulo, a violência ocasionou a morte de uma professora. Reacende-se, com isso, a discussão que precisamos enfrentar sobre a violência nas escolas. Cada vez que nós vivemos um caso assustador desses, perguntamo-nos onde estamos errando. O Brasil tem índices altos de agressão nas escolas. Segundo a OCDE, o País detém os índices mais altos no mundo no ranking de agressão contra professores, de ambiente propício ao bullying e de maior intimidação do que a média internacional. Outro estudo, feito pela Universidade de Campinas UNICAMP, mostrou que, nos últimos 21 anos, 23 escolas do Brasil registraram ataques a alunos e ex-alunos. Do total de ataques, 7 ocorreram somente no segundo semestre de 2022 e neste ano. Morreram estudantes, professores, outros profissionais da educação, alunos e ex-alunos. É consenso que, para reduzir a violência nas escolas, precisamos de mais ações. Devemos ainda falar de saúde mental. Por que ainda não temos leis que incluem a saúde mental na pauta, no currículo e na agenda das escolas? Eu fiz uma pesquisa sobre projetos que tramitam nesta Casa e pude perceber que há, sim, proposições a respeito desde 2021. Aqui, caros colegas, precisamos fazer um mea-culpa como membros do Legislativo. Precisamos usar mais o nosso tempo nas pautas propositivas e que vão impactar a vida dos cidadãos brasileiros e menos tempo com ofensas, com ataques, com contra-ataques. É hora de deixarmos isso de lado e aproveitarmos o nosso tempo como Parlamentares para a produção dessas pautas. A violência está matando os nossos filhos nas ruas e nas escolas, que é o último lugar em que isso deveria acontecer. Para finalizar, gostaria de, mais uma vez, deixar minha solidariedade às famílias das vítimas, à comunidade escolar e, principalmente, aos educandos. Obrigada, Presidente. - 16/03/2023
Homenagem à Operação Lava-Jato, destinada ao combate à corrupção, ao ensejo do transcurso do 9º aniversário de sua criação.
Palavras-chave oficiais: Operação Lava Jato,Elogio,combate,Corrupção
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A SRA. ROSÂNGELA MORO (UNIÃO - SP. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Sr. Presidente, nobres colegas, há 9 anos nascia a Operação Lava-Jato. Falar da Operação Lava-Jato é falar de uma operação que resgatou bilhões de reais e puniu diversas pessoas que não acreditavam na Justiça deste País, é falar do maior esquema contra a corrupção, que uniu pessoas com um único propósito: a destinação correta dos recursos públicos, o fim da impunidade e mais transparência. A Lava-Jato devolveu bilhões de reais desviados aos cofres. A Lava-Jato mostrou que a impunidade não reina o tempo todo no nosso País. A Lava-Jato expôs um esquema que não deveria existir e começou a combatê-lo. A Lava-Jato mostrou que a transparência é o caminho, não o sigilo. A Lava-Jato pautou novas leis, novos regulamentos, nova forma de fazer as coisas e impulsionou o compliance na coisa pública e privada. A Lava-Jato nos uniu, para lutarmos por um país em que, muitas vezes, faltam recursos na área da saúde. E por que não existem os recursos? Porque eles estão nas malas, nas meias, nas cuecas e nos colchões. Por isso é que, mesmo adormecido em alguns, o sentimento de que se pode fazer diferente está vivo. Quando penso em todas as dificuldades que vivemos dia a dia durante a Operação Lava-Jato, eu não lamento as batalhas perdidas, eu olho para a frente e penso nas batalhas que estão por vir. Temos muito o que fazer por essas bandeiras. Esta "lava-jatista" aqui não descansará um único dia para que cada batalha seja vencida, seja neste Plenário, seja nas Comissões de que farei parte, que vou integrar: a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Saúde. Obrigada, Sr. Presidente. (Palmas.) - 07/02/2023Breves Comunicações
Dedicação da oradora no enfrentamento dos desafios em relação à saúde pública e ao tratamento de pessoas com deficiência e pessoas com doenças raras. Pedido de apoio aos Parlamentares para a criação de frente parlamentar mista sobre inovação e tecnologia em saúde para as doenças raras. Transcurso do Dia Mundial das Doenças Raras durante o mês de fevereiro.
Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Atuação parlamentar,Saúde,Pessoa com deficiência,Pessoa com doença rara Frente parlamentar,Inovação tecnológica,Saúde,Doença rara Dia Mundial da Doença Rara
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A SRA. ROSÂNGELA MORO (Bloco/UNIÃO - SP. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, prezados pares e cada um que nos assiste pela TV Câmara neste momento, compor o colegiado nesta legislatura é uma oportunidade de me dedicar ainda mais a pautas que sempre foram importantes para mim, entre elas, a da saúde, que é essencial para garantir o direito à vida e precisa ser vista como aliada do desenvolvimento do nosso País. O nosso País precisa de cidadãos saudáveis para se desenvolver. Quando falamos em saúde, falamos, necessariamente, em equacionar problemas como alimentação, renda, recursos naturais e ecossistema sustentável, justiça social, equidade e outros aspectos da vida em sociedade, como educação, paz e habitação. Além da saúde, outros dois segmentos do terceiro setor terão os meu olhar e dedicação diária: pessoas com deficiência e pessoas com doenças raras. Srs. Deputados, V.Exas. sabiam que há no Brasil 13 milhões de pessoas portadoras de doenças raras? São pessoas que enfrentam dificuldades enormes todos os dias. Precisamos ter nossos olhos voltados a elas. É fundamental envolvermos no debate legislativo as próprias pessoas com doenças raras, seus familiares e as associações que as representam, para garantir que as necessidades delas serão realmente atendidas. Essas associações conhecem de perto o que é descobrir, tratar e conviver com uma doença rara e suas decorrências. Elas podem sim ser grandes aliadas do poder público. São fontes de informações reais, fidedignas, e acompanham de perto as soluções de outros países. Implementar políticas públicas requer a participação da sociedade civil. Eu trabalharei duro para assegurar que a sociedade participe ativamente disso. As portas do meu gabinete estarão sempre abertas. Nós vamos trabalhar muito para assegurar às pessoas com deficiência e às pessoas com doenças raras e seus representantes a participação efetiva no debate político. Quero aproveitar este momento para pedir apoio aos nobres colegas com a assinatura da proposta de criação da nossa frente parlamentar mista de inovação e tecnologia em saúde para as doenças raras. Fevereiro é o mês em que celebrarmos o Dia Mundial das Doenças Raras, para chamar a atenção de toda a sociedade para essa realidade. Queremos, sim, que esta Casa seja palco desse debate tão importante. Muito obrigada.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.