
Nome civil: Rogério Correia de Moura Baptista · 68 anos
Bananômetro
84/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 76% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 87%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 94%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 779 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 798 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.rogeriocorreia@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5614
- Gabinete
- Gabinete 614, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
87%
Registrou voto em 982 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 21 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 779 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
882 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 02/09/2026.
- 02/09/2026
O Deputado apresentou parecer favorável ao Projeto de Lei nº 4.952, de 2026, para transformar os Centros Federais de Educação Tecnológica - Cefets de Minas Gerais e do Rio de Janeiro em universidades federais. Desse modo, explicou que a mudança visava garantir autonomia institucional e ampliar o ensino superior, sem causar impacto orçamentário. Ademais, ressaltou o cumprimento dos requisitos acadêmicos pelas instituições.
Palavras-chave oficiais: Parecer favorável,Projeto de lei ordinária,Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG),Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ),Universidade federal,transformação,Educação superior,ampliação
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Hildo Rocha. Um prazer poder relatar este projeto com V.Exa. presidindo a nossa sessão. Cumprimento os Deputados e as Deputadas. Agradeço ao Presidente Hugo Motta pela designação para a relatoria de um projeto de tamanha importância. Como V.Exa. já anunciou, esse projeto vai transformar os atuais Centros Federais de Educação Tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro na Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais e na Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro, ou universidades tecnológicas, como aqui têm sido chamadas comumente, alterando a Lei nº 11.892, que é de 29 de dezembro de 2008. A proposição lista os objetivos das instituições e reafirma o compromisso de atuar no nível superior, mas também na formação profissional técnica de nível médio. É importante relatar que este projeto já tinha sido anteriormente aprovado pelo Congresso Nacional e era de autoria do Deputado Patrus Ananias, nosso Colega e agora candidato, inclusive, em Minas Gerais ao Governo do Estado. Havia sido aprovado neste Congresso Nacional, mas houve por parte do Presidente da República um veto total ao projeto, não por discordância do mérito, mas sim por vício de iniciativa, visto que teria que vir do próprio Poder Executivo. Então, este é o relatório que faço em relação ao projeto. Posteriormente a isso, então, o Presidente Lula enviou o Projeto de Lei nº 5.102, cujo objetivo é exatamente transformar os CEFETs em universidades tecnológicas. Então, Presidente, eu vou passar direto ao voto do Relator, para que a gente tenha um tempo mais curto de leitura. "II - Voto do Relator (...) A identidade institucional atribuída às novas universidades guarda a vocação das instituições originárias: educação superior, nível de graduação e pós-graduação; e educação profissional técnica e tecnológica, em nível médio e superior. Como explicita a Exposição de Motivos n° 1816, de 2026, que acompanha o projeto em exame: O Cefet/MG e o Cefet/RJ têm como traços definidores de sua identidade a atuação em áreas tecnológicas, a estrutura multicampi e a educação profissional verticalizada. Esta última é consequência dos planos de desenvolvimento das duas Instituições, que promoveram forte expansão da graduação e da pós-graduação durante as últimas décadas, associada à manutenção da oferta de cursos técnicos. (...) A transformação dos Cefets em universidades federais permitirá ampliar a oferta de vagas em cursos de graduação e pós-graduação, democratizando o acesso ao ensino superior gratuito e de qualidade, especialmente nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro. O status universitário tende a ampliar o acesso a editais de fomento, parcerias institucionais e programas de pós-graduação, potencializando a produção científica e tecnológica, áreas em que ambos os Cefets já se destacam nacionalmente. As universidades federais gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira, garantida pelo art. 207 da Constituição Federal. Os Cefets, pela natureza de centros federais, possuem autonomia mais restrita, o que limita sua capacidade de expandir programas, criar cursos e gerir recursos com maior flexibilidade. Assim, a transformação em universidades federais garantiria aos Cefets autonomia universitária plena, consistindo, portanto, em uma questão que equilibra reconhecimento de sua capacidade institucional real com a preservação de uma identidade educacional singular e valiosa para o País. A transformação em universidades significa o reconhecimento de que os dois Cefets já cumprem, com excelência, os requisitos para tanto, estabelecidos pelo art. 52 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB): produção intelectual institucionalizada; um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica de mestrado ou doutorado; e um terço do corpo docente em regime de tempo integral. A produção intelectual dos dois atuais centros é elevada e consolidada, possuindo destaque no desenvolvimento tecnológico e nas ciências aplicadas. Tal produção reflete a solidificação e a expansão da pesquisa e da pós-graduação em ambas as instituições, tendo alcançado patamares consideráveis. Quanto à qualificação de seus docentes, o Cefet-MG possui, atualmente, 99% de seus docentes com mestrado ou doutorado; 64% dos docentes possuem doutorado. O Cefet/RJ, por sua vez, possui 94% de seus docentes com mestrado ou doutorado; 50% dos docentes possuem doutorado. Quanto ao regime de trabalho, 99% dos docentes do Cefet-MG e 94% dos docentes do Cefet/RJ trabalham em regime de dedicação exclusiva. As demais disposições do projeto são as usuais em proposições dessa natureza, referindo-se à estrutura organizacional e funcionamento (...). (...) Relativamente à compatibilidade e adequação financeira e orçamentária (...), o Regimento Interno da Câmara dos Deputados (...) define que o exame de compatibilidade ou adequação se fará por meio da análise da conformidade da proposição com o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o Orçamento anual." Cabe lembrar que o projeto originário, do Deputado Patrus Ananias, já tinha também sido aprovado, pela adequação orçamentária, na Comissão de Finanças e Tributação CFT. "A Exposição n°1.816, de 2026, esclarece que será possível assegurar a implementação das novas universidades sem qualquer incremento de despesa ou impacto orçamentário-financeiro imediato relativos à despesa com pessoal. (...) A Exposição de Motivos informa ainda que do ponto de vista orçamentário, registra-se que o pleito tem compatibilidade com o Plano Plurianual PPA, no Programa 5113 (...). A proposição e o Substitutivo da Comissão de Administração e Serviço Público não evidenciam ampliação de despesas em 2026 (...). Quanto à constitucionalidade do projeto, a matéria em apreço é da competência concorrente da União, Estados e Distrito Federal (art. 24, IX; 211, §1º - CF), cabendo ao Congresso Nacional dispor sobre normas gerais (...)." Por isso, o Presidente da República enviou este projeto que agora analisamos. "A proposição e o Substitutivo da Comissão de Administração e Serviço Público obedecem aos requisitos constitucionais formais para a espécie normativa (...). Quanto à técnica legislativa, não há qualquer restrição ao texto (...). II.1 - Conclusão do voto Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Administração e Serviço Público, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 4.952, de 2026, nos termos do Substitutivo anexo. No âmbito da Comissão de Educação, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 4.952, de 2026, nos termos do Substitutivo da Comissão de Administração e Serviço Público. Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela adequação orçamentária e financeira do Projeto de Lei nº 4.952, de 2026 e do Substitutivo da Comissão de Administração e Serviço Público. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 4.952, de 2026, e do Substitutivo da Comissão de Administração e Serviço Público." Por fim, Sr. Presidente, este projeto de lei, ao ser aprovado, nos dará condições, no Rio de Janeiro, de termos oito campi de universidades tecnológicas: em Angra dos Reis; Itaguaí; Maria da Graça; Nova Friburgo; Nova Iguaçu; Petrópolis; Rio de Janeiro, no Maracanã (sede); e Valença. Eu queria aqui fazer um agradecimento especial ao futuro reitor, Maurício Saldanha Motta, que, junto conosco e com o MEC, conseguiu construir um consenso em torno deste substitutivo e deste relatório. Quero agradecer aos Deputados e Deputadas do Rio de Janeiro, que também contribuíram a Deputada Jandira, a Deputada Laura, que não pôde ficar aqui para a votação final, o Deputado Lindbergh Farias, o Deputado Tarcísio Motta, enfim, todos os Deputados e Deputadas do Rio de Janeiro. Queria também cumprimentar a futura Reitora da Universidade Tecnológica de Minas Gerais, a Carla Simone Chamon, que reiteradamente nos fez o apelo e construiu esta possibilidade. Aliás, estão aqui presentes os dois futuros Magníficos Reitor e Reitora, e também o Prof. Conrado, Diretor do nosso CEFET, que muito nos ajudou. Agradeço especialmente ao Deputado Patrus Ananias, que foi o autor inicial desse projeto, que eu também tive a honra de relatar na ocasião na Comissão de Finanças e Tributação. Também quero agradecer à Deputada Beatriz Cerqueira, Presidente da Comissão da Assembleia Legislativa, que me ajudou muito e entusiasmou para que isso pudesse tornar realidade. Agradeço especialmente ao Presidente Lula, e ao Ministério da Educação e Cultura, mas agradecendo ao Presidente Lula, agradeço a todos os Ministérios. Esse Presidente é o que mais universidades e Institutos Federais fez neste País. Portanto, eu diria que o Presidente Lula é o Presidente da educação pública, à frente de todos os Presidentes que tivemos. Em Minas Gerais, nós teremos 11 campis. Nos Municípios de Belo Horizonte, são dois campis e um polo de inovação: em Araxá, no Triângulo Mineiro; Contagem, na região metropolitana; Curvelo, na região central de Minas; Divinópolis, no centro-oeste de Minas; Leopoldina, na nossa querida Zona da Mata; Nepomuceno, no sul de Minas, Timóteo, no Vale do Aço, e Varginha, no sul de Minas. Portanto, é uma universidade que alcançará as várias regiões das muitas Minas Gerais que nós temos. Com base nisso, Presidente, não havendo emendas também, eu acabo a leitura e peço a aprovação do Projeto de Lei nº 4.952, de autoria do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Muito obrigado. - 02/09/2026
O Deputado manifestou apoio ao Projeto de Decreto Legislativo nº 995, de 2026, que escolhe o Senador Rodrigo Otávio Soares Pacheco para o cargo de Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Ressaltou as qualidades técnicas e, sobretudo, a relevância política de seu nome. Além disso, afirmou que Pacheco foi decisivo para a defesa do processo democrático no País, especialmente diante dos riscos de golpe de Estado em 8 de janeiro, ao reconhecer o resultado das eleições e rejeitar qualquer ruptura institucional.
Palavras-chave oficiais: Projeto de decreto legislativo,indicação,Senador,Ministro do Tribunal de Contas da União,Governo,Base de apoio político,Democracia,Golpe de Estado (crime),Apoio político
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Embora não seja uma matéria do Governo, como Vice-Líder de Minas Gerais, eu não poderia deixar de me posicionar, é claro, favoravelmente à indicação do Senador Rodrigo Pacheco ao Tribunal de Contas da União. Ele tem várias qualidades para isso, que já foram aqui enumeradas, como qualidades técnicas, mas é preciso ressaltar a qualidade política. O Senador Rodrigo Pacheco foi fundamental para a garantia do processo democrático no Brasil quando presidiu o Senado. Nós realmente corremos um sério risco, em especial no dia 8 de janeiro, de um golpe de Estado no Brasil, de um golpe que pudesse quebrar a democracia brasileira. Naquela ocasião, ele e também o Presidente Arthur Lira aqui na Câmara foram fundamentais tanto para reconhecer o resultado das eleições, mas também para firmar uma posição contrária a qualquer tipo de golpe. Só isso já é credencial o bastante. - 09/06/2026Breves Comunicações
O Deputado repercutiu reportagem publicada pelo The Intercept Brasil sobre transferências financeiras envolvendo Daniel Vorcaro, o Banco Master, o fundo Revengate, e o ex-Deputado Eduardo Bolsonaro. Além disso, citou documentos que registraram um cronograma de financiamento de 24 milhões de dólares e desembolsos que somariam 61 milhões de reais. Ao desenvolver o tema, relacionou os valores ao Rio Previdência, ao Senador Flávio Bolsonaro e a um suposto filme usado como álibi, sustentando que a documentação mostraria a circulação de recursos e possíveis propinas.
Palavras-chave oficiais: Reportagem,Denúncia,Movimentação financeira,Banco Master,Ex-deputado federal,Senador,Filme cinematográfico,Propina
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, mais uma bomba, hoje, do Intecept. Costumo dizer que o Intercept mata a cobra e mostra o pau. Hoje, ele apresentou vários documentos que comprovam pagamentos imaginem isso do Vorcaro, do Banco Master, para o fundo regulamentado e controlado pelo advogado de Eduardo Bolsonaro. Aliás, o próprio Eduardo Bolsonaro controlava esse fundo. Hoje, o Intercept apresenta toda a documentação, que revela um cronograma de financiamento de 24 milhões de dólares, que, à época, equivalia exatamente aos 134 milhões de reais prometidos, segundo eles, para a produção do tal filme. Esses 134 milhões de reais estão, portanto, num cronograma de financiamento. Catorze desembolsos, de janeiro de 2025 a janeiro de 2026: duas primeiras de 2 milhões de dólares e, depois, doze parcelas de 1.660 mil dólares. Isso corresponde exatamente ao que foi pago: 10,6 milhões de dólares ou 61 milhões de reais. V.Exas. se lembram, Deputados e Deputadas, de que o Senador Flávio Bolsonaro cobrava 134 milhões de reais de Vorcaro. Ele disse que o valor seria para o filme, mas, ao que tudo indica vou falar depois , trata-se de propina. Ele já havia recebido aqui está exatamente a escala de pagamento 61 milhões de reais. A primeira parcela, Presidente, foi paga ao Havengate, no dia 13 de fevereiro de 2025. Quando Eduardo fugiu do Brasil, dizendo que foi para lá para fugir da toga? Ele não foi para fugir da toga. Ele foi para lá controlar os recursos decorrentes das negociatas feitas com Vorcaro. Está lá até hoje para isso, com o advogado dele. Não é coincidência. Ele foi para lá para gerenciar o fundo e as propinas que estavam recebendo, oriundos do bolo que significou o inchaço dos recursos do Banco Master. Temos mais coincidência. Observe os pagamentos, V.Exa. que é do Rio de Janeiro, faça esse exercício, olhe o que saiu do Rio Previdência e foi para o Banco Master e o que saiu do Banco Master para ir exatamente ao fundo Havengate. Sr. Presidente, peço mais 30 segundos para terminar, porque é importante. Outra questão que não é coincidência é a propina que veio neste caso do Rioprevidência, que envolve o ex-Governador do Rio e tudo o que ele passou para o Vorcaro. Havia a parte do Vorcaro que ia para Flávio Bolsonaro, que ia para Eduardo Bolsonaro e para um filme que é apenas um álibi. Hoje o The Intercept mostrou ponto a ponto. Tenho aqui, inclusive, Deputados e Deputadas, algo muito interessante, que é um recibo. Eles conseguiram um recibo de 2 milhões de reais, que foi o primeiro deles. Flávio Bolsonaro foi para o Rio de Janeiro para ver e fazer ciência do recebido 2 milhões de reais, exatamente, para o fundo Havengate de Eduardo Bolsonaro, posteriormente, para o advogado dele. Hoje o The Intercept matou a cobra e mostrou o pau. - 27/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1 apresentada à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º inciso XII da Constituição Federal, para reduzir a duração máxima semanal do trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Proposta de Emenda à Constituição,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Partido dos Trabalhadores orienta "sim". Nós queremos, e o Presidente Lula também, a jornada de 40 horas semanais, 5 por 2, sem redução de salário. Eu digo que este é, também, um presente para o Presidente Lula, que esteve nesta Casa em 1988, como Constituinte, e, desde aquela época, já lutava pela jornada de 40 horas semanais. Quis agora que o próprio Presidente Lula fosse o Presidente a aprovar a jornada de 40 horas semanais 38 anos depois. Este é um presente ao Lula e é um presente a todos os Constituintes. É claro, o fato de que esta jornada seja estabelecida a partir deste ano, com o fim da escala 6 por 1, é fruto também da luta e da consciência do povo brasileiro. Parabéns aos trabalhadores e às trabalhadoras de todo o nosso País! Viva o Brasil! - 27/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o PL e associou o pré-candidato do partido a denúncias de corrupção e pedidos de recursos ao empresário Daniel Vorcaro. Afirmou que integrantes da legenda permaneceram em silêncio diante das acusações e cobrou posicionamento sobre a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a duração máxima semanal do trabalho. Acusou o partido de apresentar emendas que ampliariam a carga de trabalho sem pagamento de horas extras e citou proposta apelidada de “bolsa patrão”, que destinaria recursos públicos a empregadores. Também questionou emenda apoiada por parlamentares do PL que previa transição de 10 anos para redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Emenda,Partido Liberal (PL),transição Partido Liberal (PL),Pré-candidato,Presidente da República,Senador,Banqueiro,Banco Master
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Crime de verdade é o que estamos vendo agora com o pré-candidato do PL. Ele era conhecido, antes de começar a campanha, como "Flávio Rachadinha". Agora está sendo conhecido como "Flavinho da Propina". Aumentou a roubalheira. Ele pediu 143 milhões a Vorcaro. "Ô Vorcaro, me dê um dinheiro aí. Está faltando dinheiro. Você me deu só 65 milhões". Valdemar Costa Neto confessou, disse que Flávio foi buscar o restante do dinheiro. Façam a conta. Não é pouco, não, hein? Ganhou 65 milhões de reais e foi buscar o restante, para completar 143 milhões. Isso é para fazer filme, Deputada Erika? Eu garanto que isso é rachadinha. Aliás, é propina. Rachadinha é pouco. Agora o PL está ali, caladinho. Como "Flavinho Propina" vai votar, no Senado, a respeito do fim da jornada 6 por 1? O que vimos aqui foi o PL apresentar um monte de emendas terríveis em relação aos trabalhadores. Uma dessas emendas permite que o patrão faça acordo com o trabalhador, um acordo em que, se o trabalhador não o aceitar, é demitido. O trabalhador poderá trabalhar a mais o equivalente a 30% da jornada, e sem receber hora extra. Se a jornada for de 40 horas, seriam mais de 50 horas trabalhadas. Essa é uma emenda que o PL fez hoje, que foi derrotada pelo Relator na Comissão Especial. Há mais. O PL tem até Deputado sorridente que fez a emenda sobre o bolsa-patrão. Queria encher os bolsos dos patrões com dinheiro público. Está caladinho. Será que vai fazer a emenda sobre o bolsa-patrão? Em Minas Gerais está todo mundo perguntando: "Como é que é? O Deputado quer tirar dinheiro do povo para dar para o patrão?" Eu respondi: "É isso mesmo, porque ele acha que o patrão vai perder dinheiro se o trabalhador trabalhar um pouco menos. Então, dá o dinheiro para o patrão. Chamou isso de bolsa-patrão". Esse Deputado é mineiro. Está caladinho. Quero ver se ele vai apresentar a emenda agora. Todo esse bolsonarismo está calado. Mas existe coisa pior. Assinaram emenda para que haja transição de 10 anos. Já não bastam os 38 anos, de 1988 até hoje, eles querem mais 10 anos de transição. Sabem quantos Deputados do PL assinaram isso? Sessenta e dois Deputados. Dois terços do PL assinaram emenda para que passe a ser de 10 anos o escalonamento relativo à jornada de 40 horas, e agora vêm aqui fazer demagogia. Nós estamos de olho. Queremos saber como esse pessoal vai votar e o que vai acontecer com o "Flavinho Propina". - 26/05/2026Breves Comunicações
O Deputado associou o Governo Bolsonaro ao Banco Master e afirmou que a instituição financeira teria recebido apoio político e regulatório durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central. Além disso, relacionou o empresário Daniel Vorcaro ao Senador Flávio Bolsonaro e citou áudios como indícios de cobranças financeiras ligadas ao caso. Também afirmou que recursos do RioPrevidência — fundo previdenciário dos servidores do Estado do Rio de Janeiro — teriam sido direcionados ao Banco Master com influência política do Senador. Ainda alegou a existência de pagamentos de propina e afirmou que os fatos deveriam ser aprofundados em investigações sobre possíveis irregularidades financeiras e políticas.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Banco Master,Banco Central do Brasil (Bacen),Senador,Banqueiro,Propina,influência,investigação
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, o meu assunto é o mesmo do Deputado Otoni de Paula. Eu realmente, ontem, escutando o Valdemar Costa Neto numa entrevista na GloboNews, primeiramente fiquei meio absurdado, Deputado Patrus Ananias, com o que eu vi, pelo senso de "sincericídio" do Valdemar Costa Neto, mas depois eu fui ligando os pontos também. Hoje, esse caso do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro Rioprevidência nos deu condições de entender melhor o que está acontecendo. É o "BolsoMaster", e isso nós já sabíamos desde a CPMI do INSS. Aliás, foi o Deputado Paulo Pimenta quem cravou esse nome "BolsoMaster" como um conceito. Não é apenas uma palavra; é um conceito: é um banco, o Master, que foi concedido ao Vorcaro em 2019 por Campos Neto, indicado por Jair Bolsonaro. E Campos Neto permitiu que tudo pudesse o Master fazer durante a sua gestão no Banco Central: crédito consignado de aposentado, crédito consignado de Bolsa Família, fundos de previdência colocando bilhões e bilhões de reais lá dentro , títulos podres. Tudo valia. O banco estava falido, mas o banco não era liquidado. Esta era a regra: obedeça ao Vorcaro, porque o Vorcaro está abençoado pelo bolsonarismo. Por isso, é o banco "BolsoMaster". Até aí nós sabíamos do que acontecia, mas não sabíamos do volume e do envolvimento das pessoas diretamente no caso. E agora me veio o envolvimento direto do Flávio Bolsonaro. Primeiro, é com aquele áudio, em que ele diz: "Meu irmão, olhe, está faltando dinheiro. Não foi tudo ainda. Você pode colocar, meu irmão?" E, com isso, o dinheiro foi jorrando lá dentro, porque o Vorcaro ia colocando num fundo internacional nos Estados Unidos, do qual seu irmão, o Eduardo Bolsonaro, já tinha sido gestor, e agora era um advogado amigo deles, ou seja, tudo com um cheiro de propina muito grande. O dinheiro sai do Banco Master que foi abençoado, criado à imagem e semelhança de Jair Bolsonaro e vai diretamente para um fundo dos bolsonaristas, da família Bolsonaro. Mas agora veio a cereja do bolo: o Senador Flávio Bolsonaro, com toda a sua influência no Rioprevidência, simplesmente mandou colocar 3 bilhões de reais nesse banco. Ele pediu que o Rioprevidência não deixasse o Vorcaro na mão, que depositasse lá singelos 3 bilhões de reais dos aposentados. E foram depositados. O Vorcaro sorriu! Mas ele agora devia alguma coisa a quem fez todo esse movimento. E quem era esse? O Senador Flávio Bolsonaro. Deputado Patrus, faça as contas: 5% de 3 bilhões de reais são 150 milhões de reais. Ele já recebeu 67 milhões de reais, mas faltava um tanto. Então, o Valdemar Costa Neto estava certo. O Senador Flávio Bolsonaro foi visitar Vorcaro, pois o moço estava com tornozeleira, e foi lá pedir o quê? Pedir exatamente o restante da propina. São 150 milhões de reais, mas foram pagos 67 milhões de reais. Valdemar Costa Neto, no seu "sincericídio", na forma mais simples de dizer, afirmou: "Ele foi lá ver se recebia o resto". O resto do quê? Da propina. Eu não sei como esse sujeito está livre até hoje. Assim que ele chegar ao Brasil, tem que ir para a Papudinha fazer companhia para o pai. Muito obrigado. - 20/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 4, de 2026, que altera a Lei nº 11.738, de 2008, para dispor sobre o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. Além disso, relembrou a atuação sindical junto ao Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sindiute) e à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), destacando as mobilizações realizadas ao longo dos anos em defesa da categoria. Por fim, atribuiu a conquista ao Governo Lula e afirmou que a gestão federal priorizava a educação pública.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Voto favorável,Governo,Base de apoio político Sindicato,Trabalhador,Profissional da educação,Minas Gerais,Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE),Governo federal,Política educacional Projeto de lei ordinária,Piso salarial,Educação básica,Quadro de pessoal,Senado Federal,Cargo técnico,Pauta (processo legislativo),Cargo administrativo
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, tenho a honra de orientar, pelo Governo, "sim" a um piso salarial em que os trabalhadores de educação e os professores não mais receberão nenhum ano abaixo da inflação. Pelo contrário, receberão a inflação mais um ganho salarial anualmente. Eu tenho a honra de fazer isso. Como fundador que fui do Sindiute, em 1979, pude acompanhar com a Confederação Nacional dos Trabalhadores de Educação CNTE está aqui a Profa. Fátima essa luta que se deu por todo o País. Não foi uma luta fácil. Houve muitas greves, muitos movimentos, muitas reivindicações, muitas incompreensões. Mas hoje, através de um Governo popular, de um Governo que olha para a educação, nós estamos comemorando o piso salarial com reajuste acima da inflação. - 13/05/2026
O Deputado apresentou o Sr. Carlos Silva, integrante da Pastoral dos Sem-Casa e do movimento nacional dos sem-casa em Belo Horizonte (MG). Destacou o trabalho desenvolvido junto a famílias da Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG) que vivem sem moradia própria ou dependem de aluguel. Informou que representantes do movimento participaram de reuniões no Ministério das Cidades para discutir a ampliação de unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida. Afirmou que a iniciativa buscou fortalecer políticas públicas de habitação e ampliar o acesso à moradia para famílias em situação de vulnerabilidade social.
Palavras-chave oficiais: Habitação de interesse social,Belo Horizonte (MG),Região metropolitana,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Vulnerabilidade social
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu queria apenas apresentar aqui o Carlos Silva, o nosso Carlinhos, que está aqui conosco hoje. Ele é de Belo Horizonte e tem um trabalho junto aos sem-casa na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Trata-se de um trabalho muito importante com vários núcleos de pessoas que ainda não têm moradia ou moram de aluguel, enfim, ainda não têm casa própria. Ele é da Pastoral dos Sem-Casa, em Belo Horizonte, e também do movimento nacional dos sem-casa. Ele veio até aqui hoje e já teve conversas no Ministério das Cidades. Estamos buscando implementar ainda mais unidades do Minha Casa, Minha Vida para sanar esse problema que é muito grande, o problema da moradia. Então, eu fiz questão de trazer o Carlinhos aqui, porque é um representante que vem dos movimentos sociais e agora tem a oportunidade também de ter esse conhecimento na nossa Câmara dos Deputados, que aliás fez a Lei do Minha Casa, Minha Vida. Obrigado, Presidente. - 30/04/2026
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Para discutir. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero lhe dar parabéns, Presidente Davi. V.Exa. foi ovacionado pela extrema-direita, mas também V.Exa. adivinhou a votação: oito votos. Acertou em cheio! Eu fiquei pensando, não deve ser tão difícil. Tem que saber mexer bem o caldeirão. Tem que fazer muito acordão. Tem que estar ciente daquele ditado: trair e coçar é só começar. É fácil! Se mexer o caldeirão, faz direitinho, consegue fazer um bom acordo. Trinta votos de golpistas. É só tirar o Banco Master e votar a anistia para Bolsonaro e para os generais. Agradou trinta golpistas. Só aí são trinta votos, não é tão difícil. Basta dar a eles isto: a continuidade do golpe permanente. Mais dez votos. Ah, o Supremo está com muita gente pendurada lá. Eu cheguei a ver na sala-cofre muita gente lá com o Vorcaro, fazendo coisas que vocês nem imaginam. Eu vi isso na sala-cofre, o "Bolso Master". Há outros que estão na rachadinha, outros que compraram mansão para lavar dinheiro. Todo mundo encrencado no Supremo Tribunal Federal. Dez votos. Trinta mais dez: quarenta. Há mais outros ingredientes de corrupção, gente que viaja, e a mala não passa na alfândega, há tudo isso. Fez isso, trinta mais dez: quarenta. Mas quarenta lembra muito a fábula, Deputada Gleisi, do Ali Babá. Então quarenta não é bom. Arruma mais dois com emenda parlamentar, pode ser secreta, de Comissão, dá 42. V.Exa. fez a conta certinha. Acordo feito muito bem, não só V.Exa., mas o Centrão todo e a extrema direita. É claro, põe o mercado junto. V.Exa. conhece o mercado? As elites brasileiras também entram. Escala 6 por 1, de jeito nenhum, não passa. Para cobrar imposto de muito rico, de jeito nenhum, não passa no Congresso. Fazer salário aumentar na educação, na saúde, também não. Põe na conta do mercado para que ele apoie, inclusive financeiramente, e abençoe todo mundo. Está feito um grande acordão, com todos, para a continuidade de um processo golpista futuro e a perda de direito dos trabalhadores. Acordão feito. Bate palma! A extrema direita aplaude, a extrema direita e todos que fizeram o acordão. Isso foi o que aconteceu ontem, e hoje aqui tem que sacramentar, dar anistia para o ex-Presidente Jair Bolsonaro e todos aqueles que entraram e quebraram isso tudo aqui, Presidente. Não sei se V.Exa. lembra, quebraram isso tudo aqui, quebraram o Senado, quebraram o Palácio. Só não quebraram uma coisa que vão quebrar em outubro: a cara. Sabe por quê, Presidente? Vão quebrar a cara porque vocês fizeram um acordo por cima, mas não fizeram um acordo com o povo brasileiro. O povo brasileiro está enjoado de ver esse tipo de acordão da extrema direita com a Direita. Não adianta a Direita tapar o nariz e falar: "O neofascismo fede, mas eu vou com eles mesmo". Foi isso que o Centrão fez ontem. E parabéns a vocês por explicitarem isso ao povo brasileiro. O problema é que o Presidente Lula vai se dirigir a nós, ao povo brasileiro. E quem define a eleição não são os Senadores, é o povo brasileiro que define a eleição. Sabe como é que o povo brasileiro vai definir a eleição? Ele não quer jornada 6 por 1, ele não quer reforma trabalhista para acabar com a CLT, como vocês querem e como o "Rachadinha" já prometeu às elites brasileiras. O povo brasileiro não quer reforma da Previdência para acabar com a previdência pública e fazer previdência privada, como o "Rachadinha" já propôs e já prometeu ao mercado. O povo brasileiro não quer reforma administrativa para privatizar a saúde e a educação, como o "Rachadinha" prometeu ao mercado. Portanto, as eleições serão decididas pelo povo. O povo brasileiro não quer o arbítrio e não quer essa turma de extrema direita acabando com a democracia e o direito do voto. O povo brasileiro vai votar na democracia. O acordão, golpe 2026, que vocês fizeram, cheira muito a Eduardo Cunha, mas cheira mais ao Presidente Lula, que, em outubro, junto com o povo, vai dar uma resposta a essa vergonha que vocês fizeram ontem e estão fazendo hoje. Abaixo a extrema direita! Viva o Presidente Lula! Fora... - 29/04/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 5.967, de 2023, que acrescenta os parágrafos 1º a 5º ao art. 24 do Decreto-Lei nº 667, de 1969, para assegurar aos policiais militares e bombeiros militares a carga horária de 144 horas mensais, bem como a remuneração extraordinária no trabalho realizado que extrapole a carga horária vigente, remuneração em dobro nos feriados e dá outras providências. Aproveitou para fazer críticas à oposição e ao que chamou de incoerência política, questionando por que a oposição apoia essa medida para as forças de segurança e resiste a estendê-la ao conjunto dos trabalhadores brasileiros, que aguardam a aprovação da jornada de 40 horas semanais no regime 5 por 2. Em seguida, sobre a rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), recusou-se a encarar o episódio como vitória, classificando o Senado como "Congresso inimigo do povo" e afirmando que os Parlamentares que votaram contra a indicação o fizeram por interesse próprio, com medo das investigações relacionadas ao caso Banco Master, que teria financiado campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas e desviado recursos de aposentados. Também mencionou a destinação de recursos para falsos pastores de igrejas evangélicas. Por fim, previu a derrota da oposição nas eleições de outubro, com a reeleição do Presidente Lula, e alertou que o "Congresso inimigo do povo" será cobrado por suas escolhas.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável incoerência,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Oposição política indicação,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Senado Federal,Rejeição,Banco Master,Campanha eleitoral,Financiamento eleitoral,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,investigação Eleições,Reeleição,Presidente da República recursos,Igreja evangélica,Pastor evangélico,Corrupção
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Sem revisão do orador.) - Deputada Laura Carneiro, é um prazer ter a palavra com V.Exa. presidindo a nossa sessão. Deputados e Deputadas, quero falar favoravelmente à matéria. Eu sou a favor de que haja, pelos motivos já expostos, uma redução da jornada para os policiais militares. Essa redução seria de 144 horas ao mês, o que significa 36 horas por semana. É menos do que a jornada que está sendo proposta para o conjunto dos trabalhadores de 40 horas semanais que, infelizmente, a extrema direita está resistindo a apoiar para os trabalhadores. Então, eu chamo a atenção de V.Exas. para essa incoerência. E, claro, eu não poderia deixar de fazer um vínculo. Por que o Congresso, às vezes, é chamado de "Congresso inimigo do povo"? E como se enganam aqueles que acham que um "Congresso inimigo do povo", que derrota o Presidente Lula, dará a vitória para Flávio Bolsonaro nas eleições de outubro. É muita falta de visão política porque o "Congresso inimigo do povo" será cobrado por tudo. E se preparem para votar favorável ao fim da jornada 6 por 1 e votar favorável ao projeto do Presidente Lula e às emendas constitucionais da Esquerda, que propõem a diminuição da jornada de trabalho ao povo brasileiro e não apenas aos policiais militares e, portanto, colocam 40 horas semanais, 5 por 2, ou seja, trabalham 5 dias e descansam 2 dias, sem redução do trabalho. Por que não defendem isso? Por que defendem essa proposta apenas para as forças de segurança pública? Eu tenho coerência e defendo isso para todos. Hoje, o Senado Federal teve mais um ímpeto de "Congresso inimigo do povo". Não há nada a comemorar. O que eles fizeram, na verdade, foi apenas se defender de momentos em que as cobranças virão daqueles inimigos do povo que estão inclusive metidos em corrupção. Muitos votaram com medo das apurações do Banco Master, que é o "Bolso Master". E nós vimos isso na CPMI do INSS. Através de um banco, à imagem e semelhança dos Bolsonaros, roubaram os aposentados à vontade. E, com isso, ao fazer todo esse roubo, pagaram, pela campanha de Jair Bolsonaro, 5 milhões de reais: 3 milhões de reais para ele e 2 milhões de reais para a campanha de Tarcísio de Freitas. E tudo isso fora o Pastor Zettel, que mandou para a igreja dele 40 milhões de reais para falsos pastores e igrejas que não podem ser chamadas de evangélicas. O povo vai cobrar essa conta e está vendo tudo. Lula vai ganhar em outubro, e vocês ficarão, mais uma vez, derrotados e equivocados na análise política. Não comemorem a vitória que o "Senado inimigo do povo" lhes deu hoje. Em breve vocês estarão comemorando a derrota de vocês. E no âmbito deste projeto tenham o mínimo de coerência e defendam, pelo menos, para todos os trabalhadores, a redução da jornada e o fim da jornada 6 por 1. Muito obrigado. - 29/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de lei nº 2.841, de 2024, que institui o Programa Nacional de Fomento às Escolas Resilientes e dá outras providências. Além disso, classificou a rejeição da indicação ao STF no Senado como mais uma manifestação do que chamou de "ímpeto golpista" da extrema direita, traçando um paralelo com os eventos do 8 de Janeiro. Criticou a oposição por ser contrária à redução da jornada 6 por 1, ao corte de impostos para quem ganha até R$ 5 mil e por defender a privatização da saúde e da educação públicas. Também alertou para o que descreveu como uma aliança entre a extrema direita e setores do Centrão em torno de um projeto autoritário, e encerrou afirmando que o ex-Presidente Bolsonaro permanecerá preso enquanto houver democracia no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto favorável Presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),indicação,Senado Federal,Rejeição,Brasília (DF),manifestação,Golpe de Estado,continuidade Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução Projeto de lei ordinária,Imposto,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Contribuinte de alta renda,Rendimento tributável Saúde,Educação pública,Privatização,Extrema direita,favorável Extrema direita,Centrão,Ditadura,vinculação
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo vota "sim". Nós sempre defendemos as causas da educação, especialmente da educação pública. O que vimos hoje no Senado Federal foi mais uma tensão golpista, que existe no Brasil, que vem sempre da extrema direita. Golpes que eles preparam... (Manifestação no plenário.) (A Sra. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG) - V.Exa. pode repor o meu tempo, Presidenta? A SRA. PRESIDENTE (Laura Carneiro. Bloco/PSD - RJ) - Continue. O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG) - Reponha o meu tempo. A SRA. PRESIDENTE (Laura Carneiro. Bloco/PSD - RJ) - Eu já prorroguei o seu tempo. Eu prorrogo. O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG) - Presidenta, é óbvio que esse é mais um ímpeto golpista dessa extrema direita neofascista que só pensa em golpes permanentes. Portanto, quem se une a eles nessa expectativa se une para fazer um Estado autoritário, como eles tentaram fazer no 8 de Janeiro, quando quebraram isto tudo aqui e quiseram impor ao sistema democrático brasileiro a não democracia e acabar com o nosso direito de voto. Mas, o que é pior, além disso, eles o fazem para cortar direitos dos trabalhadores. Falam em cortar direitos porque são contra o fim da jornada de trabalho 6 por 1, são contra a diminuição de impostos para quem ganha até 5 mil reais, são a favor de privatizar a saúde pública e a educação pública, são privatistas e antipovo e se unem, infelizmente, com o apoio de setores do Centrão. A Direita e a extrema direita se unem no Brasil em torno de um regime autoritário. É triste ver partidos que têm histórico democrático fingirem que acham que fede o neofascismo, mas seguirem a política do autoritarismo. Então, o que vemos no Senado é simplesmente isto: a unidade entre o fascismo e a Direita, imposta pelo Centrão. (Manifestação no plenário.) A SRA. PRESIDENTE (Laura Carneiro. Bloco/PSD - RJ) - Em votação. O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG) - É isto: não escutam... (Manifestação no plenário: "Lula, ladrão, seu lugar é na prisão! Lula, ladrão, seu lugar é na prisão! Lula, ladrão, seu lugar é na prisão!") (A Sra. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG) - Não escutam porque fazem parte desse setor autoritário. Bolsonaro continua preso e ficará preso enquanto houver democracia no Brasil. Eu sei que vão querer dar anistia para golpistas, mas aqui certamente vemos o que eles são. Não escutam... (Desligamento do microfone.) - 15/04/2026
O Deputado criticou adversários políticos ao compará-los a uma “neblina” que, segundo ele, busca confundir a população e ocultar posições contrárias a pautas sociais. Afirmou que esse grupo se opõe ao fim da jornada de trabalho 6 por 1 e defende medidas como reformas que, em sua avaliação, reduziriam direitos trabalhistas, privatizariam a Previdência e enfraqueceriam o serviço público. Também mencionou críticas ao posicionamento desses setores em relação ao Supremo Tribunal Federal (STF), associando-os a posturas contrárias à democracia. Por fim, relatou que está sendo alvo de ações judiciais movidas pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro e pelo Senador Flávio Bolsonaro em razão de declarações feitas no exercício do mandato.
Palavras-chave oficiais: Jornada de trabalho,Oposição política,Direito do trabalho,Privatização,Previdência social,Setor público,Supremo Tribunal Federal (STF),Democracia Ação judicial,Ex-presidente da República,Senador,Atuação parlamentar,Perseguição política
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, V.Exa. trabalha muito lá na nossa querida Bahia, pega o veículo para rodar o Estado, para levar as coisas para o povo. A Deputada Meire, lá do Norte sabe bem disso. Deputada, V.Exa. já ouviu falar em neblina? Todo mundo que viaja por essas estradas vê neblina. Bolsonarista é mais ou menos como neblina. Eles querem confundir o povo. Então, eles criam fumaça, neblina, para que o povo não enxergue aquilo que está na sua frente. É assim que eles atuam. Quando a neblina vai se desfazendo, o motorista consegue enxergar lá na frente, e o povo também. Então, essa fumaceira que eles fazem vai desaparecendo aos poucos. Por exemplo, hoje ficou claro que, quando a gente discute o fim da jornada 6 por 1, os bolsonaristas são contra. Pediram vista e já estão fazendo uma hora danada lá na CCJ para não aprovarem a jornada 6 por 1. Um Deputado bolsonarista desses estridentes, que grita muito, já falou que não tem problema o povo trabalhar 12 horas por dia. Disse também que o Bolsa Família tem que ser só exceção. Na verdade, eles são contra o Bolsa Família, mas não têm coragem de dizer. Mas a fumaça vai saindo. Se um dia eles assumirem de novo o Governo, nós não teremos o fim da jornada 6 por 1, e eles vão atuar como fez o Milei, na Argentina, para colocar o trabalhador trabalhando 12 horas por dia. Essa fumaça vai saindo, Deputada Heloísa Helena, e a gente vai vendo o que são os bolsonaristas. Eles fazem ainda mais fumaça. E se bolsonaristas ganhassem as eleições? Noutro dia o Senador Rogerio Marinho disse que faria de novo outra reforma da Previdência. Por quê? Essa que já fizeram não foi o suficiente? Ele diz que não, porque, para ele, a Previdência tem que ser privada e não pública, e, portanto, vão privatizar a Previdência. Ele disse também que quer fazer uma reforma administrativa, uma PEC 32, para liquidar com o serviço público. Que Brasil querem os bolsonaristas construir? O Brasil do sistema privado, do mercado. Para usar a palavra clara, da burguesia, das elites. É isso o que eles querem fazer no Brasil. A fumaça vai saindo e o povo vai enxergando o que eles são. Peço ao Presidente mais 30 segundos. É a mesma coisa em relação ao Supremo Tribunal Federal. Eles não querem reformar o Supremo. Eles querem acabar com o Supremo, o que, aliás, foi o que o irmão do Senador Flávio Bolsonaro, aquele que está foragido lá nos Estados Unidos, disse: "Bastam um soldado e um cabo para fechar o STF". Não conseguiram fechar e não conseguiram porque são contra a democracia e a favor do autoritarismo. É isso que fazem. Tanto é assim que Flávio Bolsonaro e Jair Bolsonaro, que se dizem democratas, estão me processando, e me processando pelo direito à palavra. Isso, sim, é direito à palavra. Sabem por quê? Porque eu disse que Jair Bolsonaro e Daniel Vorcaro são unha e carne. Eu repito aqui: são unha e carne. Ele fez o Banco Master, disse que Flávio Bolsonaro é o rei das mansões e que o dinheiro que ele tem não daria para comprar mansões. Digo aqui de novo: estou sendo processado pelo Jair Bolsonaro e pelo Flávio. Quanta honra ser processado por bolsonaristas! - 15/04/2026Breves Comunicações
O Deputado fez duras críticas ao bolsonarismo, classificando-o como uma vertente ideológica extremista e acusando seus representantes de disseminarem informações falsas. Citou declarações do Senador Flávio Bolsonaro contra o Presidente Lula para defender que tais acusações deveriam ser questionadas judicialmente. Por fim, mencionou ações judiciais movidas contra ele por Jair Bolsonaro e pelo próprio Flávio Bolsonaro, afirmando que as críticas fazem parte de sua atuação política e reiterando suas acusações contra adversários.
Palavras-chave oficiais: Extrema direita,Senador,Ex-presidente da República,Ação judicial,Atuação parlamentar
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, se tem um povo que a gente não pode tratar como se fosse democrata, é esse povo da extrema direita, aqui representado pelos bolsonarismos. Eu já disse e tenho realmente essa certeza, essa convicção. É uma convicção ideológica, uma convicção calcada na análise científica e histórica dos fatos. O bolsonarismo é a vertente fascista no Brasil, e é impressionante como falam mentira descarada. Se esses microfones fossem um detector de mentira, já tinha liquidado com esses bolsonaristas todos. E me vem um agora, um mentiroso, e diz que Alexandre de Moraes está processando Bolsonaro apenas por perseguição. Veja bem o que Flávio Bolsonaro disse, na verdade, em relação ao Presidente Lula no Twitter: Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas. Foi isso que esse canalha do Flávio Bolsonaro escreveu no Twitter. Comigo não tem moleza para fascista. Eu mostro, mato a cobra e mostro o pau. Olha o que ele falou: eleições fraudadas, tráfico de drogas, tráfico de influência, tráfico de armas, denunciando que o Presidente Lula fazia isso. Esse canalha merece ou não ir para a Justiça? São tão mentirosos, tão canalhas... Eu não dou moleza para fascista, muito menos para bolsonarista, quanto mais esses que acham que são valentes para chamar os outros de ladrão, achando que estão abafando. Comigo não. Eu tenho um processo contra mim de Jair Bolsonaro. Sabe por quê? Porque eu disse que ele e o Vorcaro são unha e carne. Mas quem indicou Roberto Campos Neto para o Banco Central? Bolsonaro. Quem colocou o Vorcaro para roubar? Roberto Campos Neto indicado por Bolsonaro. Ele e o Vorcaro são unha e carne mesmo. Agora sou processado também, Deputado Patrus Ananias, por Flávio Bolsonaro. Olha como é que eu estou chique: processado por Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro. Estou parecendo o terror dos bolsonaristas. Agrada-me ser processado por eles. E o Flávio Bolsonaro me fez um processo agora, completamente ridículo, porque eu o vinculei à compra de mansões sem ter fonte real para comprar as mansões. E eu digo: "Flávio Bolsonaro não tem fonte para comprar mansões". É de dinheiro roubado. E nós vimos isso na CPMI. Bolsonarista comigo não. Aqui não. Bando de ladrão. - 14/04/2026
O Deputado ressaltou que o Presidente Lula governava o Brasil enquanto a extrema direita promovia guerra no cenário internacional. Informou o envio de proposta do Governo Federal para reduzir a jornada de trabalho e regulamentar o descanso semanal remunerado. Além disso, destacou o fim do modelo 6 por 1 como medida de justiça no mundo do trabalho, com impacto na qualidade de vida dos trabalhadores. Acrescentou também que a iniciativa ocorreu em contexto de crescimento econômico e alta do PIB. Concluiu afirmando que ações do Governo Federal buscavam melhorar as condições sociais, enquanto opositores mantinham críticas à gestão.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Extrema direita,Jornada de trabalho,Repouso semanal,Produto Interno Bruto (PIB),Economia,Direitos do trabalhador,Presidente da República
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Enquanto a extrema direita perde na Hungria, enquanto a extrema direita joga bombas no Irã, enquanto a extrema direita faz guerra, o Presidente Lula governa o Brasil. Obrigado, Presidente Lula! A Mensagem de Solicitação de urgência nº 300, de 2026, dispõe sobre a redução da duração normal do trabalho e sobre o descanso semanal remunerado dos trabalhadores que especifica. O Presidente Lula anuncia que está chegando a esta Casa projeto de lei que termina com a jornada 6 por 1. Agora, sim, inicia-se um processo de justiça no mundo do trabalho, tão importante para que o trabalhador não precise trabalhar de sol a sol, de segunda a segunda, mas tenha direito a descanso. O Presidente Lula agora vai colocando as coisas nos devidos lugares, o que só é possível em um país quando a economia está crescendo, com o PIB em alta. Enquanto a extrema direita grita, chora, esperneia, choraminga, blasfema, a Esquerda vai governando e, assim, melhorando a vida do povo. Enquanto Trump joga bombas, enquanto a Hungria grita de alegria com o fim da extrema direita, vem aí o fim da jornada 6 por 1. Viva Lula! - 14/04/2026Breves Comunicações
O Deputado destacou a sanção do novo Plano Nacional de Educação, com metas para os próximos dez anos, incluindo a ampliação do investimento público em educação para 10% do Produto Interno Bruto. Também mencionou a previsão de expansão do ensino em tempo integral e a garantia de reajuste anual para profissionais da educação básica, com reposição da inflação e ganho real. Ao final, criticou o relatório apresentado no Senado no âmbito da CPI do Crime Organizado, ao questionar a ausência de investigados ligados ao crime organizado.
Palavras-chave oficiais: Produto Interno Bruto (PIB),Investimento público,Plano Nacional de Educação (PNE),Educação em tempo integral,ampliação,Profissional da educação,Reajuste salarial Senado Federal,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Crime organizado,Relatório (processo legislativo),investigação,Crítica
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. O Presidente Lula acaba de sancionar o novo Plano Nacional de Educação. O Presidente Lula, o Congresso Nacional, que aprovou o plano, e também os trabalhadores e as trabalhadoras da educação, que fizeram conferências para que o plano fosse democrático, merecem uma salva de palmas deste País. O Plano Nacional da Educação contém metas para os próximos 10 anos, e nós vamos ter metas ousadas, porque o plano já começa com uma meta ousada: daqui a 10 anos, o Brasil estará disponibilizando para a educação pública 10% do nosso Produto Interno Bruto. Aí, sim, nós elevaremos o nosso investimento em educação ao patamar do que têm os mais desenvolvidos países do mundo. Esse é um índice ousado, é uma meta ousada, mas é a meta que a juventude, os estudantes, os trabalhadores da educação e o povo brasileiro merecem. Com essa nova meta, nós também vamos ter, no final do decênio, todas as crianças estudando em tempo integral, desde a educação infantil até a universidade pública brasileira. Essa é outra meta ousada, mas é disso que o Brasil precisa, porque para se desenvolver um país não precisa de armas, como pensam o Governo Trump e os bolsonaristas, precisa, isto sim, de uma educação pública digna. E nós temos outra meta para a educação: garantir o novo reajuste anual para todo trabalhador e trabalhadora da educação básica brasileira. O Presidente Lula já editou a medida provisória, que a gente espera que o Congresso Nacional aprove. Todo ano, o professorado terá o reajuste da inflação mais um ganho real do Produto Interno Bruto. Nós começamos a dizer "Educação", com "E" maiúsculo, o que só foi possível depois de acabar o Governo Bolsonaro, que teve cinco "desministros", e de assumir um Ministro como Camilo Santana, que, junto com o Presidente Lula, deu um rumo para a educação brasileira. Por fim, quero repudiar esse Senador Alessandro Vieira, que fez um relatório que não é o relatório da CPI do Crime Organizado, é o relatório do crime organizado, o relatório que o crime organizado queria. Simplesmente não citou Vorcaro, Zettel, não citou nenhum criminoso. Fez luta política da pior qualidade. Vou te contar, viu?! Que Senador é esse? Lava-jatista! - 08/04/2026
O Deputado afirmou que circularam informações sobre movimentações financeiras envolvendo o empresário Vorcaro e o caso do Banco Master. Declarou que teriam sido registrados repasses de cerca de 3 milhões de reais ligados ao ex-Presidente Jair Bolsonaro e mencionou investigações em curso. Também citou a atuação do Banco Central na autorização de funcionamento da instituição, sob comando de Roberto Campos Neto no Governo anterior. Afirmou que relatório de comissão parlamentar apontou conclusões preliminares e que documentos foram encaminhados ao Ministério da Justiça e à Polícia Federal. Disse que novas informações poderiam surgir a partir das apurações.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Banqueiro,Ex-presidente da República,Banco Central do Brasil (Bacen),Ex-,Presidente
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu escutei aqui muitas inverdades, e é preciso a gente colocar os pingos nos is. O Vorcaro, que está preso junto com o Zettel, deu 3 milhões na conta de Jair Bolsonaro são bolsonaristas. Não deram dinheiro na conta do Lula para fazer campanha, deram na conta do Bolsonaro. Quem vocês acham que Vorcaro e Zettel apoiam? Bolsonaro. Foi Campos Neto, Presidente do Banco Central, quem deu autorização para o funcionamento do Banco Master. Quem era Roberto Campos Neto? Indicado por Jair Bolsonaro. E, por isso, na CPMI, o relatório da maioria apontou claro: o que existe é o "Bolso Master". Isso está ficando mais claro a cada dia. Portanto, quando Vorcaro e Zettel abrirem a boca, vai ter bolsonarista correndo para todo lado, inclusive o candidato a presidente, que era muito amigo e tinha empresas exatamente com quem? Com os amigos do careca do INSS. Isso tudo está no nosso relatório, que nós entregaremos agora ao Ministro Mendonça e já entregamos à Polícia Federal. Vai ter muita gente correndo em breve da Polícia Federal. - 08/04/2026
O Deputado apresentou a Vereadora e Secretária de Assistência Social de Juatuba (MG) e informou que a representante do Município acompanhava a votação da Proposta de Emenda Constitucional nº 383, de 2017, que assegura 1% da receita corrente líquida dos Entes Federados ao Sistema Único de Assistência Social (Suas). Destacou que a proposta reforça a política de assistência social voltada à melhoria das condições de vida da população. Por fim, afirmou que, no Governo do Presidente Lula, o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome, e destacou o Bolsa Família como programa de grande relevância.
Palavras-chave oficiais: Presença,Câmara dos Deputados,Vereadora,Secretaria de Município,Assistência social,Juatuba (MG),Proposta de Emenda à Constituição,Receita corrente líquida,Sistema Único de Assistência Social (SUAS) Elogio,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Mapa da Fome,Bolsa Família
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, agradeço a V.Exa. este minuto. Eu queria apresentar a V.Exa., aos Deputados e às Deputadas a nossa Vereadora e também Secretária de Assistência Social da cidade de Juatuba, que fica na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ela está aqui hoje também para acompanhar uma proposta de emenda à Constituição muito importante que nós vamos votar para garantir 1% à assistência social no Brasil. Isso reforça toda essa ideia de assistência social que nós temos para melhorar a vida do povo. Felizmente, nós conseguimos agora, Joelisia, no Governo do Presidente Lula, novamente tirar o Brasil do Mapa da Fome e fazer com que o Bolsa Família, um programa extraordinário, seja o mais apoiado no mundo. E, com certeza, muito mais coisas vamos poder fazer com a assistência social. Eu lhe agradeço, Joelisia. Mande um abraço ao Prefeito e também a toda a população da nossa querida Juatuba. Obrigado, Presidente. - 08/04/2026Comissão Geral
O Deputado discursou na Comissão Geral sobre o feminicídio e defendeu a inclusão na pauta do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que criminaliza a misoginia, sustentando que sua aprovação depende de mobilização e pressão política. Ademais, relatou caso ocorrido em Belo Horizonte (MG), no qual um guarda civil municipal tentou matar a ex-companheira, sendo impedido e preso pelas agentes de um grupamento especializado de proteção à mulher. Informou ainda que o agressor foi posteriormente liberado e retornou à corporação, passando a representar risco às próprias agentes responsáveis pela sua prisão. Além disso, elogiou a atuação do grupamento e apresentou diversas reivindicações para garantir estrutura física adequada, protocolos específicos de proteção às agentes e a reavaliação da permanência do agressor na Guarda Municipal. Por fim, cobrou providências da Prefeitura de Belo Horizonte (MG) para assegurar a proteção das agentes.
Palavras-chave oficiais: Comissão geral,Feminicídio,Projeto de lei ordinária,criminalização,Misoginia,Pauta (processo legislativo),mobilização,Política de segurança pública Guarda municipal,Belo Horizonte (MG),Tentativa (crime),Feminicídio,Prisão,Agressor,proteção,Profissional da segurança pública,Deputado federal,Atuação parlamentar,Prefeitura
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG) - Ministra Márcia Lopes, é um prazer tê-la aqui. Agradecemos muito a sua vinda e a parabenizamos pelo trabalho belíssimo que tem feito no Ministério das Mulheres, que é essencial para a gente. Quero cumprimentar a Deputada Lídice da Mata, nossa Presidenta, e dizer que concordo com a Deputada Maria Arraes, porque, se não houver pressão, o Projeto de Lei da Misoginia não será votado. Não há consenso, o consenso custa a ser construído já vimos pessoas aqui falarem contra o projeto , e, se não houver muita pressão, o Projeto de Lei da Misoginia não entrará em pauta. Ele precisa entrar, porque é um marco fundamental na luta das mulheres e vai dar outro contorno a essa luta, colocando-a em um patamar superior. Então, ficam aqui a minha solidariedade, o meu apoio a todos e todas que estão aqui e, principalmente, a minha luta para que o Presidente paute o Projeto de Lei da Misoginia. (Palmas.) Presidenta, visto que eu também estive presente no lançamento do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, eu queria trazer um assunto que parece específico, mas é geral. No mês passado, um guarda civil municipal de Belo Horizonte tentou matar a ex-companheira com gasolina e, posteriormente, ameaçou as guardas do Grupamento de Proteção à Mulher Guardiã Maria da Penha da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte, que foram responsáveis pela sua prisão. Esse grupamento chegou e, antes que o agressor pudesse colocar fogo na ex-companheira, prendeu-o ele também era guarda municipal. Só que agora ele foi solto e voltou a trabalhar na Guarda Municipal, expondo, evidentemente, as agentes que o prenderam e que agora correm risco diante desse agressor. Esse grupamento exerce um papel muito importante, e, por isso, junto com o Vereador Bruno Pedralva, eu apresentei uma série de reivindicações, às quais peço o apoio desta Presidência, das companheiras e também do Ministério: que haja um espaço físico exclusivo, adequado e seguro para esse grupamento; que haja protocolo específico de proteção a essas agentes, especialmente em casos que envolvam membros da própria corporação, como foi o caso; e, por fim, que seja feita uma avaliação rigorosa sobre a permanência e a circulação do agressor. Queria parabenizar esse grupamento pelo seu trabalho e dizer que agora é hora de a Prefeitura de Belo Horizonte garantir proteção a quem protege. Esse é o apelo que a gente faz. Eu não poderia deixar de colocar isso aqui publicamente, para que esse grupamento seja protegido e continue com a sua função de prevenção ao feminicídio e de segurança para a mulher. Obrigado. - 25/03/2026
O Deputado rebateu críticas feitas ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, defendendo sua condição de saúde e sua atuação à frente do Governo. Ironizou acusações de problemas cognitivos feitas por adversários, contrapondo com críticas a episódios envolvendo outros Parlamentares. Também afirmou que o Governo apresenta bons resultados, especialmente na economia, e classificou as críticas da oposição como motivadas por disputa política. Por fim, reiterou apoio ao Presidente e criticou adversários ligados ao ex-Presidente Jair Bolsonaro, destacando o contexto político atual.
Palavras-chave oficiais: Cognição,Presidente da República,Oposição política,Ex-presidente da República,Administração federal,Política econômica
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, um Deputado vem lá do gabinete e entra aqui correndo para dizer que o Presidente Lula tem problema cognitivo. Mas esse é o Deputado que esqueceu que tinha uma mala de dinheiro dentro de casa. Disse que tinha vendido um apartamento. Ficou 4 anos esquecendo o dinheiro. Isso é que é problema cognitivo. Ele tinha uma mala de dinheiro dentro do apartamento, em casa, e não sabia quando havia vendido o apartamento. Tinha 470 mil reais em casa. Essa foi a desculpa que ele deu. Isso é problema cognitivo. O Presidente Lula é o melhor Presidente que o Brasil já teve. Tem saúde de ferro. O Brasil vai bem, a economia vai bem. A dor de cotovelo dos bolsonaristas é muito grande. O Bolsonaro agora está na prisão. Não aguenta sequer uma prisão há um mi-mi-mi, uma choradeira danada , é completamente diferente de uma pessoa valente, como o Presidente Lula. Tem problema cognitivo quem esquece uma mala de dinheiro em casa. - 25/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 77, de 2026, que dispõe sobre regras relativas a benefícios tributários e despesas obrigatórias no exercício de 2026; ressalvados os destaques. Na oportunidade, afirmou que a proposição prioriza direitos trabalhistas e o fortalecimento de políticas sociais, com destaque para a ampliação da licença-paternidade como medida de apoio às famílias. Por fim, contrapôs essa iniciativa a propostas atribuídas a lideranças da oposição, como o Senador Rogério Marinho que defenderia reformas administrativa, trabalhista e previdenciária com foco em redução do papel do Estado; e também citou o Senador Flávio Bolsonaro no contexto de articulações políticas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Governo,Base de apoio político,Voto favorável,Direito do trabalho,Política social,Licença-paternidade Reforma administrativa,Reforma trabalhista,Reforma previdenciária,Oposição política
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O SR. ROGÉRIO CORREIA (Bloco/PT - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Governo vota "sim". O Presidente Lula está esperando exatamente a aprovação deste projeto para que a gente possa ampliar a licença-paternidade. Eu vi outro dia Rogério Marinho, Senador, que disse que vai coordenar o programa de Flávio Bolsonaro, candidato a Presidente da República, dizendo que quer fazer três reformas. Primeiro, quer fazer a reforma administrativa, provavelmente para privatizar todos os serviços públicos. Quer fazer a reforma trabalhista, para acabar com a CLT, inclusive com a licença-maternidade e a licença-paternidade, que é a única coisa que os ultraneoliberais sabem fazer. E foi assim que agiu o Governo anterior. O Presidente Lula, portanto, está ansioso para que isto aconteça. A outra reforma que ele mencionou é a reforma da Previdência. Ele disse que foi pouco ainda. Eles precisam privatizar a Previdência. Nós vamos na linha contrária. Vamos aprovar este projeto e ampliar a licença-paternidade. Obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.