
Nome civil: Rodolfo Oliveira Nogueira · 52 anos
Bananômetro
96/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 96%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 96%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 86%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 21%das 840 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 90%das 675 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.rodolfonogueira@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5776
- Gabinete
- Gabinete 776, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 388 de 391 sessões
Votou nas votações
96%
Registrou voto em 1.083 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 78 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
21%
Em 840 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
139 discursos na tribuna · de 28/02/2023 a 11/08/2026.
- 16/07/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores, em geral, e dá outras providências. Na oportunidade, ressaltou a gravidade do endividamento enfrentado pelos produtores, especialmente após seis safras perdidas devido à estiagem, e afirmou que muitos agricultores não sabem se conseguirão plantar na próxima safra. Agradeceu ao Relator Deputado Afonso Hamm, por ampliar o alcance da proposta — inicialmente restrita ao Rio Grande do Sul — para produtores de todo o Brasil. Também reconheceu o apoio da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Por fim, repudiou declarações que chamaram produtores de “caloteiros”, argumentando que o setor “carrega o Brasil nas costas” e que a crise não se deve à má fé, mas à adversidade climática e econômica.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável,Rio Grande do Sul,Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil),Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA),Crise climática,Crise econômica
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Presidente, subo a esta tribuna hoje com muito orgulho desta Casa. Primeiro, quero agradecer à Mesa e à Presidência por pautarem este projeto de lei muito importante para o Brasil. Digo que é importante para o Brasil porque o agronegócio hoje é a locomotiva deste País. O agronegócio hoje é o que move o PIB, com 40% das exportações e, principalmente, com 30% dos empregos. Hoje, no Brasil, é o agronegócio que carimba a carteira diretamente. Presidente, eu quero me manifestar sobre este momento pelo qual passam o produtor rural e o agronegócio, não só no Rio Grande do Sul, mas também no meu Estado, Mato Grosso do Sul. Há um endividamento jamais visto. Tivemos 4 anos de estiagem, seis safras perdidas. O momento é crítico. Muitos produtores não sabem se, em setembro, vão jogar sementes de soja. É por essa razão que este Parlamento tem o dever, a função e a missão de aprovar hoje este projeto importante, que trata da securitização do campo. Quero agradecer ao nosso Relator, o meu amigo Deputado Afonso Hamm, do Rio Grande do Sul, que nos ouviu. Inicialmente, este projeto era somente para o Estado do Rio Grande do Sul. Nós trabalhamos muito com a Aprosoja. Quero agradecer ao Andre Dobashi, nosso Vice-Presidente da Aprosoja. Quero agradecer ao Marcelo Bertoni, da Famasul, que também trabalhou muito para a construção do relatório, junto com o Relator Afonso Hamm. Obrigado, Deputado Afonso Hamm. V.Exa. salvou os produtores endividados não só do Rio Grande do Sul, mas de todo o Brasil. Hoje a grande maioria desses produtores não sabe como pagará essas contas. E não é por calote, como um Deputado de São Paulo falou aqui, chamando o produtor de caloteiro. Não, meu amigo! Nós levamos este País nas costas! Nós trabalhamos para produzir riqueza! Portanto, a decisão desta Casa vai salvar o produtor rural que hoje se encontra totalmente endividado. Produtores se suicidaram por não saberem como pagariam suas contas. Este projeto veio na hora exata, na hora certa, Deputado Afonso Hamm, para salvar o segmento que alimenta o Brasil e o mundo. O agro tem a missão de proporcionar segurança alimentar para o mundo inteiro. Muito obrigado, Deputado Afonso Hamm. Obrigado, Deputados do Rio Grande do Sul, que muito trabalharam. Obrigado, FPA. Obrigado, Deputado Pedro Lupion, Presidente da FPA. - 16/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do recurso apresentado ao Projeto de Lei nº 702, de 2023, que acrescenta o art. 394-B ao Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 - Código de Processo Penal, para dar prioridade de tramitação nos crimes de redução a condição análoga à de escravo. Além disso, criticou a Esquerda ao comentar o debate sobre trabalho análogo à escravidão. Afirmou que o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) seria um "movimento terrorista" que escraviza seus próprios acampados, sendo usado politicamente por lideranças de Esquerda.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Recurso (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Esquerda política,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Terrorismo,Redução a condição análoga à de escravo,uso político
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, como é difícil escutar a Esquerda defender a sua ideologia aqui nesta Casa. Eles falaram de trabalho escravo, trabalho análogo à escravidão. Na verdade, Presidente, o que a gente vê é o MST trabalhando como escravo para a Esquerda deste País. O MST, que é um movimento terrorista, trata os seus acampados como escravos. Os líderes e os políticos que estão por trás desse movimento aprisionam milhares de acampados nesse movimento. Não recebem salário, trabalham de graça e ficam presos, porque muitas vezes estão a 200 quilômetros de uma cidade e não têm como se deslocar. Então, vê-los defenderem trabalho escravo aqui é uma piada. A Oposição orienta "sim", Presidente. - 16/07/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei (PL) nº 8.262, de 2017, que dispõe sobre a retirada de invasores de propriedade privada.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o direito à propriedade é sagrado, é constitucional. O que estão falando sobre função social não tem nada a ver aqui. Invasão é crime. Invadir uma propriedade privada é crime no Brasil ainda hoje. Se invadirem a casa de algum Parlamentar da Esquerda, ele não terá o direito de reagir? O homem do campo está lá, às vezes, distante 1 hora, 2 horas, da Polícia Militar, que fará seu socorro. Nós temos, sim, de lutar pelo direito à propriedade, pelo homem do campo. O direito à propriedade art. 185, para os defensores da função social é sagrado, a propriedade produtiva. E nós estamos falando aqui de crime de invasão, esbulho possessório. Portanto, Presidente, a Minoria orienta "sim". - 16/07/2025
O Deputado saudou a presença do Deputado Estadual Delegado Caravina, de Mato Grosso do Sul, e de Marcelo Bertoni, Presidente do Sistema Famasul, destacando dois projetos voltados à formação de crianças. Informou que o primeiro projeto, Bombeiros do Amanhã, promove valores e códigos de honra da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros; já o segundo, Piracema, atua na área da sustentabilidade ambiental e envolve os Municípios de Bataguassu (MS), Santa Rita (MS) e Anaurilândia (MS). Parabenizou o Deputado Caravina pelo incentivo às futuras gerações e pela valorização da educação ambiental e cidadã.
Palavras-chave oficiais: Mato Grosso do Sul,Deputado estadual,Plenário,Saudação
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, estamos recebendo hoje o Deputado Estadual Delegado Caravina, de Mato Grosso do Sul, e Marcelo Bertoni, Presidente do Sistema Famasul. O Deputado Caravina traz dois projetos: o Bombeiros do Amanhã, em que às crianças são realmente ensinados os códigos de honra dos Bombeiros e da Polícia Militar; e o Piracema, no qual as crianças participam de projetos de sustentabilidade do meio ambiente, o que envolve os Municípios de Bataguassu, Santa Rita e Anaurilândia. Eu quero parabenizá-lo, Deputado Caravina, pelo seu incentivo às crianças, no que se refere ao meio ambiente. No projeto Bombeiros do Amanhã, também há um incentivo às futuras gerações. Parabéns! Sinta-se em casa, no Plenário da Câmara Federal. Muito obrigado. - 02/07/2025
O Deputado cumprimentou o Deputado Alfredo Gaspar, autor da proposição, e o Relator Alberto Fraga pela aprovação do Projeto de Lei nº 1.112, de 2023, que acrescenta inciso ao art. 112 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 - Lei de Execução Penal, para estabelecer em 80% (oitenta por cento) o cumprimento mínimo da pena para progressão de regime, caso o apenado seja condenado por homicídio na forma do art. 121, § 2º, inciso VII do Código Penal. Ademais, criticou a Esquerda por defender criminosos.
Palavras-chave oficiais: Autor (proposição legislativa),Relator,Projeto de lei ordinária,Progressão de regime prisional,Crime hediondo,Esquerda política,Política de segurança pública,Criminoso
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu gostaria de cumprimentar aqui o autor do projeto, o Deputado Alfredo Gaspar, e o Relator, o Deputado Fraga, por essa aprovação. Cumprimento também os Deputados que votaram contra a bandidagem, colocando a bandidagem na cadeia. E cito, principalmente, a Esquerda, que exalta bandido, que tem como seu ídolo mor, seu chefe, um cara que botou o boné do tráfico no Rio de Janeiro. E esta é a postura da Esquerda aqui: defender bandido e defender pena leve para quem comete crime hediondo. A Oposição votou para botar bandido na cadeia. Obrigado, Presidente. - 11/06/2025
O Deputado criticou a edição da Medida Provisória nº 1.303, de 2025, classificada por ele como “MP da recalibragem”, por considerar que ela impõe novos encargos ao agronegócio. Mencionou que a medida aumenta a tributação ao estabelecer uma alíquota de 5% de IOF sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), impactando diretamente o financiamento do setor. Também afirmou que o agronegócio sustenta a economia brasileira, representa um terço do PIB, gera mais de 30 milhões de empregos formais e responde por 40% das exportações.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Aplicação financeira,Criptoativos,Letra de Crédito do Agronegócio (LCA),Tributação,Crítica,Agronegócio,Defesa
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, acabamos de saber que o Governo Federal editou a MP da recalibragem, a Medida Provisória nº 1.303, uma MP nociva ao agronegócio, nociva ao País, com certeza. Trata-se de um ajuste do IOF que, na verdade, é mais uma tributação desse Governo Federal ao povo brasileiro. Infelizmente, o Governo cria uma taxação de 5% para a LCA, uma linha de crédito do agronegócio. É impossível trabalhar assim. O agronegócio, que sustenta este País, produzindo um terço do PIB; o agronegócio, que emprega pessoas com carteira registrada e registra mais de 30 milhões de carteiras no Brasil; o agronegócio, que é responsável por 40% do volume das exportações, agora, mais uma vez, é sobretaxado. O produtor rural não aguenta mais, neste País, tantos impostos e tanto desajuste para que possa produzir alimento! E ainda é preciso dizer que a segurança alimentar do mundo inteiro depende do nosso Brasil. Presidente, infelizmente... (Desligamento do microfone.) - 11/06/2025
O Deputado criticou a atuação da Esquerda, acusando-a de adotar um discurso demagógico e de defender criminosos. Defendeu os CACs, afirmando que são atiradores legais, e responsabilizou o Governo Federal por não agir com firmeza contra o crime organizado. Também citou o episódio em que o Presidente Lula usou um boné no Complexo do Alemão como exemplo de conivência com o tráfico. Além disso, reforçou que ações efetivas deveriam partir do Ministério da Justiça e cobrou operações em áreas dominadas por facções criminosas.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Crime organizado,Presidente da República,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Segurança pública,CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),Tráfico
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Direita está aqui defendendo os CACs. A Esquerda está aqui com esse discurso demagogo. Parece uma piada ver a Esquerda defender bandidos. Na verdade, Presidente, se eles querem defender e acabar com o tráfico de armas, de fuzil, se querem acabar com o crime organizado, eles deviam pedir ao Ministro da Justiça deles que suba os morros, suba as favelas e faça a operação contra a bandidagem, porque a Esquerda passa pano para a bandidagem. O Presidente deles, Luiz Inácio Lula da Silva, subiu o Complexo do Alemão, colocou o boné do tráfico! E aqui eles dizem que estão defendendo a população de bem. É uma brincadeira o que eles fazem neste plenário! Querem defender? Defendam os CACs, que são atiradores legais. - 10/06/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do § 5º-A do Art. 2º da Lei n. 13.178, de 2015, que consta do Art. 2º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "sim", Presidente. Quero dizer novamente que os cartórios estão negando a ratificação de propriedades que têm estudo demarcatório. Ninguém está dizendo que a propriedade é de índio ou não. Na verdade, o direito de propriedade é de quem tem a posse e de quem tem a escritura. Portanto, a Oposição vota "sim". Muito obrigado. - 10/06/2025
O Deputado agradeceu ao Presidente pela inclusão na pauta Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, considerado crucial pela Comissão de Agricultura e Pecuária, pela Relatora Deputada Caroline de Toni e pela Frente Parlamentar da Agropecuária, liderada pelo Deputado Pedro Lupion. Defendeu a ratificação da medida como essencial para evitar prejuízos a milhares de produtores rurais. Além disso, criticou o Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) por promessas não cumpridas e pelo aumento nos preços dos alimentos, afirmando que votar contra a ratificação seria votar a favor da carestia.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,diretrizes,ratificação,Registro de imóvel,Imóvel rural Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),Plataforma política,Preço,Alimento
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, em nome da Comissão da Agricultura e Pecuária, em nome da Deputada Caroline de Toni, que é Relatora desse projeto, em nome da FPA, liderada pelo Deputado Pedro Lupion, em nome de todos os Parlamentares, quero agradecer a sua postura de pautar esse projeto importante. A ratificação... Sem essa prorrogação, não daria tempo para milhares de produtores poderem ter as suas propriedades de volta, e isso seria realmente um crime contra o agronegócio e contra esses produtores rurais. É preciso dizer também que, durante esse Governo do PT, que tanto prometeu picanha, Presidente, hoje a gente vê os preços dos alimentos batendo recorde a cada dia. Um assalariado não consegue fazer o seu mercado. E hoje eles estão votando a favor do aumento de preços, porque votar contra a ratificação é votar a favor do aumento de preços. Parabéns, PT! - 10/06/2025
O Deputado orientou a bancada da votação do requerimento que solicita o adiamento da votação do Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Oposição política
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Oposição orienta o voto "não". Na verdade, Presidente, o que a gente está vendo é o Governo do PT, como sempre, querer tomar as propriedades das pessoas. O SR. JOSÉ MEDEIROS (Bloco/PL - MT) - É verdade. O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS) - Este movimento que o Governo está fazendo aqui contra a prorrogação da ratificação mostra realmente como o PT age. Vir aqui chamar o agronegócio, o produtor rural de "ogronegócio" é cuspir no prato em que se alimenta, porque esse agronegócio que é chamado de ogro é que coloca o alimento na mesa da Direita e da Esquerda. E não é Deputado, não é partido comunista que vai vir aqui tomar todas essas propriedades da faixa de fronteira. Esta é a segurança jurídica que o agronegócio precisa. Portanto, a Oposição orienta "não". - 10/06/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Queria parabenizar meu colega Deputado Tião Medeiros pela autoria deste projeto, importante para trazer segurança jurídica ao Brasil e aos produtores rurais do campo. Neste momento em que o Brasil passa por uma situação de total insegurança jurídica, com invasões, com demarcações, com estudos antropológicos, enfim, com o MST tomando mais força a cada dia que passa e se empoderando com esse Governo comunista, o direito de propriedade se tornou volátil. Com certeza, essa insegurança jurídica causa um prejuízo enorme para o agronegócio, para os produtores rurais, mas principalmente para o cidadão brasileiro, porque a insegurança jurídica, Deputado Sargento Fahur, também gera aumento de preços na mesa da população brasileira. O produtor não investe. Está todo mundo com medo de investir em terra, por causa da insegurança jurídica. Este projeto, muito bem relatado pela nossa colega Deputada Caroline de Toni, acrescenta uma emenda de minha sugestão no quesito das terras indígenas em estudos demarcatórios. Registro aqui, Presidente, um problema muito sério. Além de haver risco ao direito de propriedade de 128 milhões de hectares e mais de 588 Municípios afetados, também sabemos que em alguns Estados os cartórios de escritura não estão aceitando os projetos de ratificação dos proprietários de área perto de conflito indígena ou em estudo antropológico de terras indígenas. Isso é um absurdo, é um verdadeiro confisco de terra! Em outubro, encerrado o prazo, essas terras voltam automaticamente ao poder da União, e, consequentemente, virarão terras indígenas, porque não terão mais donos, não terão mais proprietários. Então, este projeto realmente vem para sanar uma lacuna da lei. Eu fiz um questionamento à CCJ sobre como fazer as ratificações, haja vista que a Mesa desta Casa ainda não sabe, nem a Mesa do Senado, quais são as diretrizes para que essas propriedades de mais de 2.500 hectares sejam ratificadas por este Congresso Nacional. A CCJ deve nos responder esta semana. Com certeza, este Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, deve passar, porque a prorrogação desse prazo é indiscutível e cabível para a segurança jurídica. Este projeto é importantíssimo para a segurança jurídica dos proprietários de terras, para os produtores rurais, que hoje já sofrem com este Governo Federal, que os colocou como inimigo número 1, e agora têm a chance de ratificar suas propriedades, com a prorrogação do prazo. Muito obrigado, Presidente. - 21/05/2025
O Deputado comentou os resultados de uma pesquisa eleitoral realizada em Mato Grosso do Sul, destacando a liderança do ex-Presidente Jair Bolsonaro com 48% das intenções de voto, o dobro do principal adversário. Relatou apoio popular expressivo a Bolsonaro em diversas regiões do Estado e afirmou que, em 2026, ele poderá alcançar até 80% dos votos locais. Em seguida, elogiou o legado do ex-Presidente, especialmente para o agronegócio e a segurança jurídica no campo. Além disso, mencionou a recepção calorosa a Bolsonaro na Marcha dos Prefeitos, em contraste com vaias dirigidas ao atual Presidente.
Palavras-chave oficiais: Apoio político,popularidade,Ex-presidente da República,Mato Grosso do Sul,Pesquisa de opinião,Voto,Eleições,Legado,Agronegócio,Segurança jurídica,Área rural,Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ontem saiu uma pesquisa, no meu Estado, sobre a próxima eleição para a Presidência da República. Nosso querido ex-Presidente Bolsonaro liderava em todos os cenários, com 48%, contra 24%, o dobro de votos, em relação ao "quatro letras". Eu tenho andado pelo sul e pelo norte do meu Estado, amanhã estarei em Três Lagoas, e o que tenho visto é que esta pesquisa não apresenta, com clareza, a vontade do povo de Mato Grosso do Sul. Por onde eu passo, todos falam apenas um nome: Bolsonaro. Todos falam: "Volta, Bolsonaro". Eu tenho certeza de que nosso querido Presidente Bolsonaro deu um legado a Mato Grosso do Sul, ao agronegócio e, principalmente, à segurança jurídica do homem do campo. Na disputa de 2026, tenho certeza de que, no meu Estado, Mato Grosso do Sul, o Presidente vai alcançar 80% dos votos. Deputado Sargento Fahur, hoje nosso querido Presidente Bolsonaro foi ovacionado na Marcha dos Prefeitos, enquanto o "quatro letras" foi vaiado pelos Prefeitos. Em 2026, volta, Bolsonaro! - 07/05/2025
O Deputado citou o Salmo 89 para defender a justiça e a equidade como princípios divinos. Criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que o órgão prende pessoas inocentes, como manifestantes do 8 de janeiro, enquanto liberta criminosos e políticos condenados. Expressou fé de que a "justiça de Deus" prevalecerá sobre o que considera um tempo de injustiça no Brasil. Por fim, exaltou a manifestação pró-anistia realizada com o ex-Presidente Jair Bolsonaro e o Pastor Silas Malafaia em Brasília (DF), classificando o ato como pacífico e profético, e conclamou: "Anistia já!".
Palavras-chave oficiais: Bíblia,Supremo Tribunal Federal (STF),Ato antidemocrático,Golpe de Estado (crime),Preso,anistia,Ex-presidente da República,Brasília (DF),manifestação
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Bíblia nos fala, no Salmo 89, que a base do trono de Deus é justiça e equidade justiça e equidade, Deputado Pr. Marco Feliciano, justiça de Deus e equidade. Equidade é justiça para todos, igualada, igualitária para todos. Essa é a base do trono do nosso Deus. E eu escuto muita gente dizer, e também é bíblico, que nada se esconde do nosso Deus, nada passa pelos olhos do Senhor sem que Ele não enxergue. Eu fico me perguntando sobre a justiça que hoje está sendo praticada no nosso Brasil: pessoas presas injustamente um Supremo Tribunal Federal que, sem dó, coloca na prisão Déboras, Marcos, Antônios, pessoas que nada cometeram; e, em troca, solta traficantes, devolve helicópteros, solta políticos com 400 anos de condenação. A mesma Bíblia, Deputado Nelson Barbudo, fala que o choro pode durar uma noite, mas que o sorriso vem pela manhã. E é nisto que eu creio: que, nesse tempo de injustiça do Brasil, a justiça de Deus vai chegar vai chegar. E eu não sei a fé de cada Ministro do Supremo Tribunal Federal. Eu sei a minha fé, eu sei o Deus a que eu sirvo, Deputado Nelson. E eu sei que a justiça Dele será feita neste País, quer queiram, quer não queiram. É nisso que eu acredito. Hoje nós fizemos uma caminhada pacífica, junto com o nosso Presidente Bolsonaro. Milhares de pessoas voltaram a usar a camiseta verde e amarela aqui em Brasília, quebrando um medo, um temor do povo de Brasília em sair às ruas. Eu quero falar, Presidente, que esse ato foi marcado pelo Silas Malafaia. No começo até duvidei dele, mas foi um ato profético, como a Primeira-Dama, a D. Michele, nos falou ali em cima. Foi um ato que vai romper as cadeias da injustiça no Brasil. Anistia já! - 06/05/2025
O Deputado levantou questão de ordem com base nos artigos 157, §3º, e 102, §3º, do Regimento Interno da Câmara, indagando se os Líderes dos blocos parlamentares podem representar de forma proporcional e legítima a vontade dos Parlamentares, uma vez que concentram praticamente toda a Casa, anulando o contraditório e o pluralismo político. Argumentou que a atual estrutura de blocos parlamentares compromete a legitimidade do processo de requerimento de encerramento de discussão de projetos em regime de urgência. Por fim, pediu o sobrestamento da tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 177, de 2023, até que se garanta um ambiente de disputa democrática efetiva, com equilíbrio entre as forças políticas representadas.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Bloco parlamentar,Líder,Pluralismo político,Requerimento de encerramento de discussão,Regime de urgência,Sobrestamento de pauta,Projeto de lei complementar
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, levanto questão de ordem sobre o encerramento da discussão, previsto no art. 157, § 3º, combinado com o art. 102, § 3º, para questionar a legitimidade dos Líderes para apresentar requerimento de encerramento de discussão, com base no art. 157, § 3º: Art. 157 .................................................................................... § 3º Na discussão e no encaminhamento de votação de proposição em regime de urgência, somente o Autor, o Relator e os Deputados inscritos poderão usar da palavra, por três minutos cada, alternando-se, quanto possível, os oradores favoráveis e contrários e, após falarem doze Deputados, admitir-se-á requerimento da maioria absoluta da composição da Câmara, ou de Líderes que representem esse número, destinado ao encerramento da discussão e do encaminhamento da votação. Ocorre, Presidente, que o art. 102, § 3º, estabelece: Art. 102 ...................................................................................... § 3º O quórum para a iniciativa coletiva das proposições, exigido pela Constituição Federal ou por este Regimento Interno, pode ser obtido por meio das assinaturas de cada Deputado, apostas por meio eletrônico ou, quando expressamente permitido, de Líder ou Líderes, representando estes últimos exclusivamente o número de Deputados de sua legenda partidária ou parlamentar, na data da apresentação da proposição. Presidente, a situação atual é atípica. Temos, basicamente, apenas seis agremiações, partidos e federações, porém um único bloco está com 489 Deputados. Ora, Sr. Presidente, tal situação é absolutamente inviabilizadora de uma verdadeira disputa democrática. Um único Líder está representando mais de 90% dos Deputados, portanto em clara dissintonia com a representação popular, inviabilizando o contraditório e o embate de forças que devem reger o regime democrático. Pedimos que a tramitação atual do projeto seja sobrestada, para que haja uma verdadeira disputa de forças democráticas antagônicas, típicas de um regime democrático. Sr. Presidente, no jogo de forças políticas típicas, haverá partidos com mais forças e verdadeiras objeções dos demais partidos, e não uma unanimidade irreal, fictícia, que prejudica o embate entre os representantes do povo. - 29/04/2025
O Deputado alterou a orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.469, de 2024, que altera a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 – Código Brasileiro de Aeronáutica, e a Lei nº 7.957, de 20 de dezembro de 1989, para dispor sobre medidas de aumento da capacidade de resposta do Poder Público frente às ocorrências de incêndios florestais e demais hipóteses que especifica. Além disso, defendeu a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a fraude o INSS.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Corrupção
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Oposição vai ter que mudar para "sim" lá no painel, pela formação do bloco da Presidência. Mas, com certeza, vamos votar "sim" à retirada deste projeto, lembrando que o INSS não é banco para ser roubado, não é banco para ser furtado. CPI dos Aposentados já! Muito obrigado, Presidente. - 23/04/2025
O Deputado registrou a presença de Vereadores de Sidrolândia (MS) na Câmara dos Deputados, destacando o trabalho da Vereadora Carol Terra, do Vereador Márcio e do Vereador Zotti, todos do PL. Ressaltou que os três exercem mandatos voltados ao fortalecimento do agronegócio e aos valores conservadores no Mato Grosso do Sul. Também mencionou o Prefeito Rodrigo Basso e afirmou que os visitantes representam o ex-Presidente Bolsonaro na região.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Vereadora,Sidrolândia (MS),Agronegócio,Partido Liberal (PL),Prefeito,Ex-presidente da República
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Presidente, recebo aqui na Casa nossos Vereadores de Sidrolândia, um Município pujante, onde o agronegócio é muito forte. Temos nosso Prefeito Rodrigo Basso lá. Aqui recebo a Vereadora Carol Terra, do PL, o Vereador Márcio, do PL, e o Vereador Zotti. Os três, num mandato novo, estão trabalhando pelo Município de Sidrolândia, pelo Mato Grosso do Sul. Representam os conservadores e o nosso Presidente Bolsonaro em Sidrolândia e no Mato Grosso do Sul. É uma honra recebê-los aqui. Agradeço pelo tempo. Muito obrigado. - 08/04/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou a aprovação de um requerimento na Comissão de Administração e Serviço Público para debater a malha ferroviária no Brasil. Criticou a falta de planejamento estratégico para o setor, apontando a histórica dependência do transporte rodoviário como um entrave ao desenvolvimento nacional e à segurança. Ressaltou que a ferrovia, planejada desde o Império, sofreu desinvestimentos desde a década de 1970, especialmente no Governo Fernando Henrique Cardoso. Defendeu investimentos em infraestrutura ferroviária como caminho para impulsionar a economia, gerar empregos e reduzir a pobreza no País.
Palavras-chave oficiais: Comissão de Administração e Serviço Público (CASP),Malha ferroviária,Modal de transporte,Transporte rodoviário,Economia,Infraestrutura,Geração de emprego
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na Comissão de Administração e Serviço Público, nós aprovamos um requerimento para tratarmos da malha ferroviária no Brasil. O Brasil é um país continental, tem a quinta maior extensão territorial do mundo, e, vejam os senhores, o Brasil não tem um planejamento estratégico para a utilização, o fortalecimento e a expansão dos principais modais de transporte do País. O Brasil depende majoritariamente do transporte rodoviário, e isso, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, compromete muito inclusive a segurança nacional. Não é só o setor produtivo, a produção do nosso País que tem prejuízo com essa dependência de um único modal, mas toda a cadeia de estrutura de desenvolvimento do País padece. Os senhores vejam que, na época do Império, foi feito um desenho da malha ferroviária no Brasil para este país continental. Depois vieram os Governos da República, e, principalmente da década de 70 para cá, esse modal tão importante para o País sofreu duros golpes: em 1972 e no Governo do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. A partir daí, não houve um investimento, não houve um planejamento de expansão do modal ferroviário. Na Comissão de Administração e Serviço Público nós trabalharemos essa questão pensando o Brasil para as próximas gerações. O Brasil tem capacidade produtiva. O Brasil tem condição de ocupar os primeiros lugares do mundo em desenvolvimento, em crescimento da economia para a geração de emprego, que é a melhor ferramenta para se combater a pobreza. Infraestrutura é de fundamental importância. Então, na Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados nós trabalharemos essa questão. Obrigado, Presidente. - 01/04/2025
O Deputado manifestou-se sobre a tragédia ocorrida em Dourados (MS), onde quatro pessoas, duas mulheres, uma senhora e uma criança, foram assassinadas em uma aldeia indígena. Repudiou publicações que atribuíram o crime a produtores rurais, classificando essas alegações como falsas. Afirmou que a autoria já foi esclarecida pelas autoridades, sendo uma mulher indígena a responsável, após uma briga motivada por consumo de álcool. Criticou ainda o Ministério dos Direitos Humanos por ter divulgado nota com informações equivocadas e reforçou seu apoio aos produtores rurais, destacando seu papel essencial para o sustento do País.
Palavras-chave oficiais: Dourados (MS),Aldeia indígena,Crime,Produtor rural,Terras indígenas,Homicídio,Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania,Indígena,Autor (direito penal)
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, ontem, no Mato Grosso do Sul, aconteceu uma tragédia. Uma senhora, duas mulheres e uma criança foram mortas na aldeia em Dourados, Mato Grosso do Sul, na minha cidade. O problema é que alguns sites estão profetizando, estão falando mentiras no sentido de que esse assassinato, esse crime violento, foi praticado por produtores rurais. Até mesmo o Ministério dos Direitos Humanos do Governo Lula publicou uma nota informando que homens armados praticaram esse crime brutal. O crime foi elucidado. Trata-se de uma amiga, uma mulher, também indígena, que, embriagada parece que tomaram muita bebida e brigaram , realmente cometeu crime de assassinato contra outros indígenas. Com isso, o crime bárbaro foi efetuado lá na reserva... (Desligamento do microfone.) O SR. ARNALDO JARDIM (Bloco/CIDADANIA - SP) - Peço 1 minuto para fazer um comunicado, Sr. Presidente. A SRA. ENFERMEIRA ANA PAULA (Bloco/PODE - CE) - Sr. Presidente, eu queria fazer um registro, por favor. O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS) - Para terminar, registro o meu repúdio a esses sites que estão inventando mentiras contra os produtores rurais, querendo colocar a culpa desse crime bárbaro em cima de homens trabalhadores, que levam o sustento para a mesa do povo brasileiro. Fica registrado aqui o meu repúdio. Muito obrigado. - 26/03/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que aceitou denúncia contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro, classificando o julgamento como "teatro armado", "parcial" e "acelerado". Afirmou que se trata de um dia triste para o Brasil e questionou a legitimidade do processo que estaria baseado em uma única delação premiada, obtida sob pressão. Acusou o STF de agir com viés político e apontou que Ministros responsáveis pelo julgamento têm vínculos com o Governo Lula. Disse que não houve tentativa real de golpe, mas sim uma "narrativa forjada". Por fim, comparou a suposta perseguição a Bolsonaro com decisões judiciais favoráveis a políticos envolvidos em corrupção e a criminosos.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,julgamento,Réu,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Supremo Tribunal Federal (STF),Decisão judicial,Denúncia,Delação premiada,Corrupção,Ativismo judicial
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Sem revisão do orador.) - Presidente, este é um dia triste para o Brasil. Hoje, o Supremo encerrou o julgamento e aceitou a denúncia contra o Presidente Jair Bolsonaro. Este é um dia triste, Presidente. E àqueles que alegam a defesa da democracia indago: ora, qual democracia? Democracia, Sargento Fahur, é tirar o líder das pesquisas do pleito da eleição de 2026? Essa é a defesa da democracia? O que acontece é um julgamento com cartas marcadas, como já foi dito aqui; um julgamento que foi feito às pressas, em ritmo acelerado, 14 vezes mais rápido que o do mensalão. Mas será que esse julgamento se justifica porque o Presidente Bolsonaro foi envolvido em casos de corrupções? Foi por ele ter roubado dinheiro da Nação? Não, meus amigos. Será que se justifica porque ele ganhou um sítio em Atibaia, um tríplex de alguma empreiteira? Não, meus amigos. Ele está sendo julgado por uma narrativa de golpe baseada em uma única delação, de uma única pessoa praticamente pressionada, para salvar a família e a sua pele , que é aceita como a única verdade neste País. E essa delação, a única delação, Sargento Fahur, pode colocar o Presidente Bolsonaro na prisão. Trata-se de um teatro armado, meus amigos. E todos nós já sabemos o resultado desse teatro. Vejam quem são os Ministros que julgaram hoje e que julgarão nosso Presidente amanhã: Flávio Dino, abertamente comunista, indicado por Lula; Cristiano Zanin, ex-advogado de Lula, amigo, indicado por Lula; Alexandre de Moraes, Secretário de Segurança do Estado de São Paulo do Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin; Cármen Lúcia, indicada por Lula. Enfim, todos ali no Supremo Tribunal Federal, com uma decisão já decretada contra o nosso Presidente Bolsonaro. Esses foram os responsáveis pelo julgamento de hoje. Falam de um golpe que nunca existiu, um golpe que não teve tanques, não teve Exército, não teve generais, não teve tropa, não teve polícia, não teve mídia, não teve o Parlamento, mas teve mulheres com Bíblias, sim, teve mulheres de batom. E esse é o golpe que querem imputar, jogar nas costas do nosso Presidente. O Judiciário brasileiro se expõe ao vexame. O Supremo vai manchar a história da Justiça no Brasil, inclinado a punir apenas um lado nessa história. Enquanto Bolsonaro é perseguido, Presidente, traficantes são soltos, drogas apreendidas são devolvidas a criminosos, Sargento Fahur. Pior, figuras como Sérgio Cabral, Zé Dirceu e Palocci têm seus processos anulados. O Brasil e o mundo saberão dessa injustiça. Por 4 anos, este País foi um por todos, e agora, Sargento Fahur, será todos por um. Obrigado. - 18/03/2025
O Deputado registrou a presença do Vereador Marcelo Mourão, de Dourados (MS), para discutir a concessão da BR-163 à CCR. Criticou a concessionária por não ter concluído nenhuma das obras previstas, mesmo após mais de dez anos de arrecadação de pedágios. Destacou que a duplicação da via, aguardada pela população de Mato Grosso do Sul, segue inacabada. Por último, anunciou uma audiência na Câmara Municipal de Dourados para cobrar a CCR e defender a suspensão do pagamento do pedágio até a realização de um novo leilão.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Dourados (MS),Discussão,concessão,Rodovia,arrecadação,Pedágio,duplicação,Audiência pública,Câmara Municipal
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O SR. RODOLFO NOGUEIRA (Bloco/PL - MS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, estou recebendo aqui na Casa o Vereador Marcelo Mourão, do PL de Dourados, em Mato Grosso do Sul. Nós estamos debatendo a concessão da BR-163 à CCR, na região de Dourados, no Estado de Mato Grosso do Sul. A CCR até hoje, após mais de 10 anos recebendo pedágio, não concluiu nenhuma das obras que era obrigada a fazer nessa concessão. Não concluiu nada, Vereador, nem a duplicação da via, que é tão sonhada pela população de Mato Grosso do Sul. Nesta sexta-feira, nós teremos uma audiência na Câmara de Vereadores de Dourados, onde estará a base de Vereadores e onde vamos realmente cobrar da CCR as obras e defender o não pagamento do pedágio até o próximo leilão. Obrigado, Presidente. Agradeço também ao nosso Vereador Marcelo Morão. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.