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Detector de Bananada
Foto de Roberto Duarte

Deputado · Câmara

Roberto Duarte

REPUBLICANOS · AC

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Roberto Duarte Junior · 51 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 89 de 100, Cara Bom0406080100

89/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 89% dos deputados · média do partido: 76

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 96%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 43%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 54%das 841 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 75%das 427 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.robertoduarte@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5827
Gabinete
Gabinete 827, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 374 de 391 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 94%

Votou nas votações

96%

Registrou voto em 1.085 de 1.128 votações nominais

Melhor que 97% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 66 projetos apresentados (0%)

8 avançaram · 50 em andamento · 8 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

54%

Em 841 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 26% dos deputadosMédia do partido: 75%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

20 discursos na tribuna e 249 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 17/12/2025.

  • 21/10/2025entregue por escrito

    O Deputado alertou para o agravamento da crise de abastecimento de água no Acre, destacando que, no terceiro ano do Governo Lula, a situação atingiu níveis de caos com bairros inteiros sem água por até nove dias. Citou ainda que o Rio Acre apresenta níveis elevados de turbidez, comprometendo o funcionamento das Estações de Tratamento de Água (ETAs) e afetando cerca de 500 mil pessoas. Criticou também a falta de investimentos prometidos no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), acusando o Governo Federal de priorizar obras eleitoreiras e negligenciar soluções modernas de tratamento e monitoramento hídrico. Ao final, cobrou investimentos efetivos em infraestrutura e condenou a omissão como traição política ao povo acreano.

    Palavras-chave oficiais: Crise hídrica,Abastecimento de água,Acre,Governo federal,Presidente da República,Estação de tratamento de esgoto,Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC),Investimento,Monitoramento ambiental

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Parlamentares, venho a esta tribuna hoje para tratar sobre a crise no abastecimento de água que se repete como uma maldição anual, mas que agora, sob o terceiro ano do mandato de Lula, atinge níveis de caos absoluto – nove dias de interrupções, bairros inteiros sem uma gota nas torneiras, famílias desesperadas correndo atrás de caminhões-pipa. E quem é o culpado por essa tragédia anunciada? O governo federal petista, que prometeu mundos e fundos, mas entrega apenas miséria e descaso, abandonando o Norte à própria sorte enquanto enche os cofres de aliados em outras regiões! Vamos aos fatos: O Rio Acre, nossa artéria vital, está turvo como nunca: níveis de turbidez acima de 1.000 NTU, picos que quadruplicam a média histórica, graças a chuvas que arrastam sedimentos de margens devastadas pelo desmatamento predatório que o PT tanto finge combater. As ETAs do Saerb, obsoletas e subfinanciadas, não aguentam o tranco – coagulação falha, filtros entupidos, produção cortada em quase 10%, chegando a cerca de 30% em alguns momentos, pois as Estações de Tratamento (ETAs) não conseguem operar em capacidade máxima sob essas condições, deixando 500 mil acreanos, 60% da população estadual, à mercê de um racionamento humilhante. Isso não é acidente da natureza; é crime de omissão! Crises como essa assombram Rio Branco desde 2022, quando o PT reassumiu o Planalto, e o que mudou? Nada! Em junho de 2022, turbidez quatro vezes maior colapsou o sistema; em 2023 e 2024, repetições que duravam dias agora se estendem por semanas, agravadas por mudanças climáticas que o governo Lula ignora enquanto posa de ambientalista global. Esse é o legado do lulopetismo: promessas vazias e bolsos cheios para os de sempre. Lula veio ao Acre em agosto de 2025, com pompa e circunstância, anunciando R$ 1 bilhão no novo PAC para a Amazônia – R$ 16,8 milhões para reformar a ETA 2, R$ 9,5 milhões para bombas em Rio Branco, R$ 9 milhões para o interior. "Quero cuidar do meu querido Acre", disse ele, assinando papéis que viraram fumaça. Onde está o dinheiro? Evaporou como a água que falta nas nossas casas, ou chega com uma lentidão criminosa! Em vez de investir em tecnologias modernas – decantadores lamelares, ultrafiltração, monitoramento preditivo via satélite – o PT prioriza obras eleitoreiras, pontes e energia para os grandes, enquanto o povo bebe água barrenta ou nada. R$ 33 milhões repassados ao Acre em 2025? Sim, mas para quê? Não para combater a turbidez recorrente, não para integrar o estado ao Programa Água Brasil de forma efetiva. É descaso seletivo: o Norte, historicamente esquecido, continua como curral eleitoral, recebido com migalhas humanitárias – R$ 6 milhões para secas, como se isso resolvesse cheias e turbidez! Isso é mais que falha técnica; é traição política! O governo Lula, que se elegeu prometendo justiça social, perpetua a desigualdade regional. O Acre agoniza – saúde pública em colapso com surtos de doenças hídricas, economia paralisada, crianças sem banho digno. Essa crise, que em anos anteriores durava três dias, agora se alastra por nove porque o PT não prioriza o povo. Onde está a "pátria educadora" quando famílias não têm água para cozinhar? Onde está o "Brasil de todos" quando o Norte é tratado como colônia? Chega de enganação! Lula precisa ser cobrado para que cumpra o básico – investimentos reais em infraestrutura hídrica, não propaganda. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja difundido na Voz do Brasil e demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 15/10/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou a gestão do Governo Lula e afirmou que os Correios enfrentavam uma crise provocada por má administração. Disse que a “taxa das blusinhas” prejudicava consumidores, empreendedores e o próprio serviço de encomendas da estatal, considerado o setor mais rentável da empresa. Informou que, ao reduzir a receita dos Correios, o Governo teria contribuído para o enfraquecimento da instituição e agora recorria a um empréstimo bilionário para cobrir o déficit. Classificou a medida como resultado de ineficiência e aparelhamento, destacando que o custo do endividamento recairia sobre a população. Ressaltou que a situação simbolizava a falta de gestão e o aumento da carga tributária no País.

    Palavras-chave oficiais: Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Corrupção,Deficit,gestão,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Parlamentares, venho a esta tribuna para falar sobre o desmonte de um dos maiores patrimônios do Brasil: os Correios. E que fique claro: este desmonte não está sendo feito por "privatistas malvadões", como a esquerda gosta de gritar. Este desmonte está sendo operado pela mais pura e absoluta incompetência do governo Lula. Vamos aos fatos. Este é o governo que declarou guerra ao cidadão comum, ao pequeno empreendedor, à mãe de família que busca um produto mais em conta na internet. A famosa e vergonhosa "taxa das blusinhas" não é apenas um imposto. É um atestado da voracidade arrecadatória de um governo que pune quem produz e quem consome. E qual a maior ironia, Senhor Presidente? Ao taxar as compras internacionais, o governo ataca diretamente o coração do serviço mais rentável dos Correios: a entrega de encomendas do e-commerce. Com uma mão, o governo asfixia a principal fonte de receita da estatal; com a outra, aponta o dedo e fala em crise. É o governo canibalizando a própria estatal! E como eles pretendem resolver a crise que eles mesmos criaram? Com gestão? Com eficiência? Com o corte de privilégios e cabides de emprego? Não! A solução mágica do governo Lula é pedir um empréstimo bilionário para cobrir o rombo. Vejam a esquizofrenia deste governo! Uma empresa que, até pouco tempo atrás, dava lucro, agora está de pires na mão, pedindo dinheiro ao mercado. E quem vai pagar essa conta? Quem vai arcar com os juros desse empréstimo fruto da má gestão? O povo brasileiro, é claro! O mesmo povo que já está pagando mais caro em suas encomendas por causa da "taxa das blusinhas". É o socialismo de compadres em sua forma mais explícita: pune-se o indivíduo para sustentar o peso ineficiente e o aparelhamento do Estado. Eles criam a doença e depois querem nos vender o remédio, um remédio amargo que será pago com o suor de cada brasileiro. Este governo prometeu união e reconstrução, mas o que entrega é divisão e destruição. Destrói o poder de compra do cidadão, destrói a saúde financeira de uma empresa estratégica e, o pior, destrói a esperança de um Brasil mais eficiente e menos pesado. A situação dos Correios é o retrato fiel do governo Lula: mais impostos para o povo, mais incompetência na gestão e, no fim do dia, a conta do rombo sendo empurrada para o pagador de impostos. O Brasil não merece isso. Os Correios não merecem isso. É hora de dar um basta a essa gestão ruinosa! Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja difundido na Voz do Brasil e demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 14/10/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou o Decreto nº 12.604, de 2025, que institucionaliza um “gabinete paralelo” da Primeira-Dama Janja Lula da Silva na Presidência da República, com a criação de 189 cargos e despesas mensais superiores a R$ 160 mil. Afirmou que o ato normativo afronta os princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade da Administração Pública ao conceder estrutura e poder a quem não possui mandato. Além disso, repudiou o uso de recursos da Organização das Nações Unidas (ONU), por meio de contrato de US$ 835 mil com a agência Edelman, para promover a Primeira-Dama como “voz central” da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30), classificando o ato como autopromoção e personalismo administrativo. Ao final, defendeu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 826, de 2025, de sua autoria, para sustar os efeitos do Decreto e reafirmar os princípios constitucionais da Administração Pública.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de decreto legislativo,sustação,Decreto federal,Primeira-dama,Organização administrativa,Órgão administrativo,Despesa pública,Princípio constitucional,Administração pública,recursos,Organização das Nações Unidas (ONU),Contrato,Promoção,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP) (30:2025, Belém (PA)).

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Parlamentares, venho a esta tribuna para tratar sobre o brilho ofuscante do deslumbramento com o poder demonstrado pelo núcleo central do governo Lula. O recente Decreto nº 12.604/2025, assinado por Lula em 28 de agosto, é mais do que uma afronta à boa gestão — é uma agressão direta aos princípios mais elementares da Administração Pública. Sob o disfarce de “organizar funções” e “garantir transparência”, o governo cria 189 novos cargos para sustentar o deslumbramento e a expansão de influência da primeira-dama Janja Lula da Silva, uma figura sem mandato, sem voto e, sobretudo, sem limites institucionais claros. Esse decreto, que formaliza o chamado “gabinete paralelo” de Janja dentro da Presidência, com equipe dedicada incluindo assessores de imprensa, fotógrafos, especialistas em redes sociais e até um militar, custa aos cofres públicos salários mensais na ordem de R$ 160 mil, além de R$ 1,2 milhão em viagens desde 2023. Esse decreto institucionaliza o que a Constituição repudia: o personalismo administrativo. O Estado deixa de servir à coletividade e passa a se moldar à vontade de uma pessoa — que não foi eleita, não responde ao escrutínio popular e não se submete às regras do serviço público. Janja, com este decreto, passa a operar dentro da estrutura do Gabinete Pessoal da Presidência, com orçamento, equipe e poder de decisão, como se fosse uma ministra sem ministério. Isso não é avanço institucional — é retrocesso monárquico. E o pior: essa expansão não se limita ao âmbito nacional. Um e-mail oficial, registrado no Departamento de Justiça dos EUA, revela que a agência de relações públicas Edelman, contratada pela presidência da COP30 com US$ 835 mil financiados pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) a pedido do governo brasileiro, promoveu Janja como “voz central” da conferência internacional. Enviado em 22 de setembro de 2025, o documento a posiciona como porta-voz para temas como violência de gênero, insegurança alimentar e participação feminina na política, usando recursos da ONU para projetá-la no centro da narrativa global da COP30, apesar de ela não ocupar cargo técnico no evento. A primeira-dama, que deveria exercer um papel social de representação simbólica, agora é tratada como autoridade de fato, com aparato público e prerrogativas funcionais — inclusive em eventos internacionais como a Climate Week NYC 2025, onde foi destacada em painéis financiados por parcerias governamentais. Isso fere o princípio da impessoalidade, pois a máquina administrativa passa a servir a um indivíduo, e não ao interesse público. Viola também a moralidade administrativa, ao criar cargos e estruturas sem necessidade técnica comprovada, apenas para reforçar o prestígio de quem se encanta com o palco do poder — e agora, com verbas da ONU, eleva esse estrelismo a um patamar global. É o retrato de uma gestão que confunde o Estado com um camarim — onde as luzes e os holofotes importam mais do que os resultados, e onde recursos internacionais são usados para autopromoção pessoal. O mesmo governo que tenta impor a MP 1303/2025 para aumentar tributos e exigir mais sacrifícios do cidadão é o que se permite criar quase duzentos cargos para sustentar o estrelismo da primeira-dama, inclusive com contratos como o da Edelman que distorcem a agenda climática em favor de sua imagem. Como justificar o peso dos impostos sobre o povo enquanto se multiplica a estrutura de poder no topo, inclusive com fundos da ONU para promover Janja como símbolo de inclusão feminina e equidade? Como exigir austeridade da população quando o próprio Planalto se entrega ao luxo burocrático, e a primeira-dama acumula 33 viagens a 35 países em 145 dias fora do Brasil desde a posse, com despesas exorbitantes como R$ 182,3 mil só para seu fotógrafo pessoal? Esse decreto escancara o abismo entre o discurso e a prática. O governo que fala em “republicanismo” entrega, na verdade, um espetáculo de vaidades, onde o poder é usado como espelho — e não como instrumento de transformação. O nepotismo político, travestido de “apoio institucional”, torna-se norma, agora ampliado por estratégias de comunicação global financiadas pela ONU. A eficiência, princípio básico da administração, é substituída pelo improviso e pela conveniência. A legalidade é distorcida para caber no figurino do poder pessoal, ignorando críticas de juristas que apontam violações aos princípios constitucionais de impessoalidade, moralidade e eficiência. Não há justificativa técnica, moral ou jurídica para essa ampliação de poder, especialmente quando envolve recursos internacionais da ONU para posicionar Janja no centro de eventos como a COP30, sem cargo formal. Nenhum decreto pode conceder autoridade pública a quem não foi investido legitimamente nela. Quando o Estado começa a servir às vontades particulares, ele deixa de ser público e passa a ser patrimonial — e é exatamente isso que está acontecendo, com o “gabinete paralelo” de Janja se estendendo até parcerias com agências estrangeiras. O Brasil volta a ser governado como se fosse uma casa particular, onde o poder se distribui entre quem tem prestígio, não entre quem tem legitimidade. É preciso dizer com todas as letras: a República não é palco para deslumbramentos, nem vitrine para consortes presidenciais — muito menos com verbas da ONU transformando a primeira-dama em porta-voz global. O dinheiro do contribuinte não pode sustentar ambições pessoais, nem financiar o estrelato de quem confunde militância com gestão pública, inclusive em contratos questionáveis para a COP30. A Constituição não foi escrita para servir de adereço político. Ela foi feita para proteger o povo — especialmente contra o abuso disfarçado de glamour. Por todos esses absurdos é que apresentei um Projeto de Decreto Legislativo, sustando os efeitos desse Decreto 12.604/2025, construído desrespeitando os princípios básicos que regem a administração pública. Se o governo quer demonstrar grandeza, que o faça respeitando os princípios da administração: legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. E se a primeira-dama deseja servir ao país, que o faça pelo caminho correto: estudando políticas públicas, participando de projetos sociais, mas sem transformar o Estado em cenário e o cargo em coroação, nem usando fundos internacionais para autopromoção. O Brasil não precisa de uma “rainha social” dentro do Planalto, promovida por agências contratadas com recursos da ONU. Precisa de líderes com senso de limite, com respeito às instituições e com consciência de que o poder é transitório — e deve sempre se curvar à lei, não ao espelho. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja difundido na Voz do Brasil e demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 09/10/2025outros
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    Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a esta tribuna hoje parra celebrar uma vitória maiúscula. Uma vitória da responsabilidade contra a demagogia. Falo da retirada da Medida Provisória 1303/2025. Esta não foi uma derrota qualquer para o governo. Foi a derrota de um modelo, de uma mentalidade que enxerga o cidadão e o setor produtivo como uma fonte inesgotável de recursos para cobrir o rombo de sua própria ineficiência. E eu, com a consciência tranquila, votei pela retirada da matéria da pauta, fazendo a medida perder a validade. E quero usar este tempo para explicar, em detalhes, o porquê do meu voto. Para que não reste dúvida sobre o que estava em jogo. O governo, com sua habilidade de criar narrativas, tentou vender esta Medida Provisória como uma "modernização", uma "readequação tributária". Que grande falácia! A verdade, nua e crua, é que a MP 1303 era um cavalo de Troia. Por fora, um discurso de justiça fiscal; por dentro, um aumento brutal e covarde da carga de impostos, que atingiria em cheio o coração da nossa economia. Mas vamos aos fatos. Quem seriam os alvos desta voracidade arrecadatória? Primeiro, miravam no setor de serviços, o maior empregador do país. Empresas de tecnologia, de educação, de saúde, de comunicação, de logística... todas seriam atingidas por um aumento disfarçado de contribuições. O resultado? O encarecimento do software que sua empresa usa, da mensalidade da escola de seu filho, do plano de saúde, da entrega da sua encomenda. Era um tiro no pé da modernidade, um freio na economia do conhecimento. Em segundo lugar, a MP avançava sobre o agronegócio brasileiro. O campo, que tem sustentado a balança comercial, que alimenta o Brasil e o mundo, seria punido com a retirada de incentivos e a reoneração de insumos. Na prática, isso significaria aumentar o custo de produção "da porteira para dentro", tornando nosso produto mais caro e menos competitivo no mercado internacional, em um momento difícil para a exportação dos nossos produtos. E aqui dentro, no supermercado, o preço dos alimentos subiria ainda mais, penalizando, como sempre, as famílias mais pobres. Não parava por aí. A indústria de transformação, que já luta bravamente contra o "Custo Brasil", a concorrência desleal e a infraestrutura precária, receberia mais um golpe. A MP previa o fim de créditos tributários essenciais, o que, na prática, é um aumento de imposto na produção. O resultado seria mais desindustrialização, mais desemprego e um país cada vez mais dependente de produtos importados. E, talvez o mais perverso de tudo, era o ataque silencioso aos pequenos e médios empresários. A padaria da esquina, a oficina mecânica, o salão de beleza, a startup de tecnologia que sonha em crescer. Mudanças complexas no regime de tributação tornariam a vida de quem empreende um inferno ainda maior, desestimulando a formalização e a geração de novos postos de trabalho. Senhoras e senhores, o que esta Medida Provisória propunha era um verdadeiro desastre econômico. Era um atestado de incompetência na gestão dos gastos públicos. Em vez de cortar na própria carne, de enxugar a máquina pública, de combater os privilégios e o desperdício, o governo escolheu, mais uma vez, o caminho mais fácil: enfiar a mão no bolso do contribuinte. O Brasil não aguenta mais! Já pagamos uma das cargas tributárias mais altas do planeta para recebermos, em troca, serviços públicos de péssima qualidade. O caminho para o desenvolvimento, para a prosperidade, é exatamente o oposto do que esta MP propunha. Precisamos de simplificação, de segurança jurídica, de um ambiente de negócios favorável, de menos burocracia e, acima de tudo, de menos impostos! A derrota do governo hoje é, portanto, um recado sonoro deste Parlamento: Basta! Não daremos um cheque em branco para a gastança descontrolada. Não seremos cúmplices do sufocamento da economia brasileira. Que esta vitória sirva de lição para que o governo abandone a arrogância e se abra ao diálogo, buscando soluções que não penalizem a sociedade. Nós, da oposição, mostramos que somos firmes, responsáveis e estamos vigilantes. A mentalidade que gerou esta MP nefasta ainda reside no Palácio do Planalto. Mas o parlamento estará firme, para defender o Brasil e o povo brasileiro. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 08/10/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou o Governo Lula pelo recorde histórico de R$ 3 trilhões arrecadados em impostos até 7 de outubro de 2025 — 25 dias antes do mesmo marco em 2024. Acusou o Governo de não garantir equilíbrio fiscal, já que, mesmo com alta arrecadação, o déficit previsto é de R$ 31 bilhões e os gastos extras superam R$ 300 bilhões. Além disso, afirmou que o Brasil arrecada como nunca, mas gasta de forma descontrolada, elevando a dívida pública e mantendo os juros altos. Também criticou tentativa do Governo de taxar as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) em 5%, classificando a proposta como um golpe no crédito rural e imobiliário e exemplo da “voracidade tributária sem limites”. Concluiu dizendo que o Impostômetro é um alerta de desgoverno, e defendeu corte de privilégios, austeridade e uma carga tributária mais justa, afirmando que o Governo bate recordes de arrecadação, mas empurra o país para o abismo fiscal.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Governo federal,Imposto,Política fiscal,Equilíbrio fiscal,Dívida pública,Responsabilidade fiscal,Carga tributária,Agronegócio,Letra de Crédito Imobiliário (LCI),Letra de Crédito do Agronegócio (LCA),Taxa,Crédito rural,Crédito imobiliário

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a esta tribuna para tratar sobre um marco que deveria nos envergonhar: ontem, 7 de outubro de 2025, o Impostômetro, ferramenta criada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em parceria com o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) que contabiliza, em tempo real, o total de impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros aos governos federal, estadual e municipal desde o início do ano, atingiu a marca histórica de R$ 3 trilhões em impostos arrecadados neste ano – 25 dias antes do que em 2024, quando essa cifra foi alcançada apenas em novembro. Isso significa que o governo federal, sob a batuta de Lula, está sugando o suor do povo brasileiro a uma velocidade inédita, batendo recordes de arrecadação enquanto o país afunda em um poço sem fundo de desequilíbrio fiscal. Vamos aos fatos: em 2025, a arrecadação já ultrapassou níveis históricos. Apenas com o IOF, o governo Lula embolsou mais de R$ 50 bilhões até agosto, um aumento de 13% em relação ao ano anterior. As projeções indicam que a receita total atingirá o maior patamar em 15 anos, superando até os anos de bonança do segundo mandato de Lula no passado. Mas para quê? Esse excesso de arrecadação não se traduz em equilíbrio nas contas públicas. Pelo contrário: apesar de todo esse dinheiro entrando nos cofres, o governo prevê um déficit de R$ 31 bilhões para 2025, mesmo após congelamentos bilionários no Orçamento. Gastos extras fora da meta fiscal já somam mais de R$ 300 bilhões desde o início do mandato, em 2023. Analisando mais a fundo esse excesso de arrecadação versus o desequilíbrio fiscal, vemos um quadro alarmante. O Brasil coleta impostos como nunca, mas gasta de forma descontrolada. A dívida pública está fora de controle, com uma trajetória insustentável que mantém os juros elevados e afasta investimentos. As despesas primárias ultrapassam 19% do PIB em 2025, contra 17,9% em 2022, mesmo com o crescimento econômico – o que mostra uma expansão irresponsável dos gastos. Esse desequilíbrio é uma bomba-relógio: ele eleva o custo de vida, inibe o crescimento e deixa o país vulnerável a crises. Enquanto o povo paga mais impostos sobre consumo e renda, o governo Lula ignora a raiz do problema: o inchaço da máquina pública e a falta de reformas estruturais para conter o rombo. E o que dizer da tentativa descarada de tributar as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Imobiliário (LCI)? O governo enviou a MP 1303/2025 propondo uma alíquota de 5% sobre esses investimentos, que historicamente são isentos para incentivar setores vitais como agricultura e habitação. Essa medida seria um golpe mortal no crédito rural e imobiliário, aumentando custos para produtores e famílias, tudo para compensar a redução do IOF – uma compensação que, no fundo, é só mais um pretexto para meter a mão no bolso do contribuinte. Graças à pressão que estamos fazendo, aqui no Congresso, o relator recuou e manteve a isenção, mas o simples fato de o governo Lula tentar isso revela sua voracidade tributária sem limites. É inaceitável! Em vez de cortar gastos supérfluos, preferem taxar investimentos produtivos, penalizando quem gera emprego e riqueza. Precisamos de seriedade e responsabilidade fiscal, corte de privilégios e uma carga tributária justa. O Impostômetro não é troféu, é alerta: o governo Lula arrecada recordes, mas nos leva ao abismo. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 07/10/2025entregue por escrito

    O Deputado abordou o colapso da operadora Oi, classificando-o como um marco negativo da política econômica que criou as chamadas “campeãs nacionais”. Citou a decisão da Justiça do Rio de Janeiro que antecipou efeitos da falência da empresa, suspendendo dívidas e afastando a diretoria, como símbolo do fracasso de políticas estatais adotadas nos Governos Lula e Dilma Rousseff. Recordou que a Oi acumulou dívidas bilionárias desde sua criação, resultado de fusões incentivadas por recursos do BNDES e fundos de pensão. Também criticou o retorno de propostas que retomariam práticas semelhantes e defendeu que o caso da Oi sirva de lição sobre os riscos do intervencionismo estatal e da falta de fiscalização no uso de recursos públicos.

    Palavras-chave oficiais: Operadora de telefonia móvel,precariedade,Prestação de serviços

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a esta tribuna para tratar de um assunto sério e paradigmático para a história econômica do Brasil: o colapso da Oi, a outrora proclamada "supertele nacional". Essa empresa, que já foi símbolo de ambições grandiosas, agora agoniza sob o peso de decisões equivocadas, dívidas bilionárias e intervenções estatais que prometiam glória, mas entregaram apenas ruína. A decisão da Justiça do Rio de Janeiro, em 30 de setembro de 2025, de antecipar os efeitos parciais da falência da Oi – suspendendo pagamentos de dívidas, destituindo o conselho de administração e a diretoria, e nomeando interventores para gerir serviços essenciais – não é apenas o fim de uma companhia. É o retrato fiel do fracasso das políticas delirantes do lulopetismo, que insistiram em fabricar "campeãs nacionais" com o dinheiro do contribuinte. Mas, para entender como chegamos a esse estado de coisas, precisamos voltar no tempo. Tudo começou na privatização do Sistema Telebras, em 1998, sob o governo Fernando Henrique Cardoso. O consórcio que comprou a Telemar recorreu a empréstimos bilionários do BNDES para financiar a aquisição, com o aval do governo para evitar um leilão fracassado. Já ali, o endividamento crônico se instalou como uma marca indelével. Mas o golpe de misericórdia veio em 2008, no segundo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. Por decreto, Lula alterou o Plano Geral de Outorgas, permitindo a fusão da Telemar com a Brasil Telecom – duas operadoras já endividadas – para criar uma gigante de capital nacional. O objetivo? Barrar o que ele via como "invasão estrangeira" no setor de telecomunicações. Fundos de pensão de estatais, como Previ e Petros, injetaram bilhões, tudo sob a bandeira das "campeãs nacionais". Essa política, que durou entre 2007 e 2014, durante os governos Lula e Dilma Rousseff, direcionou centenas de bilhões de reais do BNDES para empresas "companheiras" – não por mérito ou inovação, mas por proximidade ideológica. O resultado? Um festival de fracassos. A Oi, por exemplo, entrou em recuperação judicial pela primeira vez em 2016, com dívidas de R$ 65,4 bilhões – a maior da história do Brasil na época. Em 2023, veio o segundo pedido, com R$ 44,3 bilhões em débitos. E agora, em 2025, a Justiça identifica sinais de esvaziamento patrimonial: vendas de ativos como imóveis e infraestrutura, autorizadas pelo novo marco regulatório de 2019, que permitiu a migração de concessões para autorizações. A juíza da 7ª Vara Empresarial do Rio expressou preocupação com o "esvaziamento patrimonial" da empresa, que coloca em risco serviços essenciais para milhões de brasileiros. Mas a Oi não é um caso isolado. A política das campeãs nacionais gerou um rastro de destruição. Empresas como JBS, Odebrecht e a OGX do Eike Batista, receberam injeções maciças de recursos públicos, mas sucumbiram a escândalos de corrupção, má gestão e dívidas impagáveis. Estudos mostram que a maioria dessas "campeãs" fracassou, apesar do apoio estatal. Para o professor Sergio Lazzarini, do Insper, faltou fiscalização rigorosa – e sobraram subsídios generosos que beneficiaram poucos e custaram caro ao erário público. A Lava Jato expôs as entranhas dessa rede: propinas, superfaturamentos e favorecimentos que drenaram os cofres da nação. E o que vemos hoje? Mesmo com lições amargas, há sinais de que o BNDES pode reabrir a torneira, despertando fantasmas do passado. Em julho de 2025, reportagens alertaram para o risco de um retorno às políticas de outrora, sob o pretexto de desenvolvimento industrial. Mas pergunto: quantos bilhões mais os contribuintes terão de pagar por sonhos megalômanos? A Oi, com suas ações despencando 26% após a decisão judicial, e credores pedindo a falência plena por descumprimento de planos, é um alerta vivo. Seis anos após alertas da Anatel sobre intervenção, o calvário só piorou, com disputas bilionárias por ativos como fios de cobre legados. O fracasso das campeãs nacionais não é acidente; é consequência inevitável de um modelo que prioriza o Estado sobre o mercado, o compadrio sobre a competência. Que o fim agonizante da Oi sirva de lição aos que ainda sonham com intervenções estatais miraculosas. Precisamos de empresas fortes, sim – mas construídas por inovação, eficiência e liberdade econômica, não por decretos presidenciais e bilhões do BNDES. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 02/10/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou a narrativa do Governo Federal sobre a saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU), apontando que, embora o relatório sobre o Estado da Segurança Alimentar e Nutricional do Mundo (SOFI), de 2025, indique redução da subnutrição para menos de 2,5% da população e queda da insegurança alimentar grave para 3,4%, ainda há 28,5 milhões de brasileiros sem acesso regular à alimentação adequada. Ademais, denunciou que o Governo Lula ignora causas estruturais, como a inflação dos alimentos, a concentração fundiária e a fragilidade da agricultura familiar. Reprovou ainda a decisão do Presidente Lula de enviar Ministros a Cuba para cooperar na produção de alimentos, classificando-a como gesto ideológico que desconsidera as carências do Brasil. Ao final, defendeu investimentos massivos na agricultura familiar e combate à especulação de preços como prioridades para enfrentar a fome no País.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Mapa da Fome,Organização das Nações Unidas (ONU),Segurança alimentar e nutricional,Inflação,Alimento,concentração,Estrutura fundiária,Agricultura familiar,Ministro de Estado,Cuba,Produção agrícola,Política agrícola,Presidente da República

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, permitam-me trazer uma verdade incômoda, respaldada por dados irrefutáveis: em 2025, o Brasil celebra uma suposta vitória ao sair do Mapa da Fome da ONU, com a prevalência de subnutrição caindo abaixo de 2,5% da população, conforme o relatório SOFI 2025. Uma redução notável da insegurança alimentar grave, de 6,6% no triênio 2021-2023 para 3,4% em 2022-2024, resgatando milhões da borda do abismo. Mas essa narrativa de triunfo, propagada pelo governo, mascara uma realidade sombria: 28,5 milhões de brasileiros ainda vivem em insegurança alimentar, privados de acesso consistente a refeições adequadas e nutritivas. Não se trata de mera estatística; é uma falha estrutural que perpetua ciclos de pobreza, desnutrição e desigualdade, afetando desproporcionalmente as regiões Norte e Nordeste, onde mais de 50% da população luta para colocar comida na mesa. Essa insegurança não é abstrata. Ela se manifesta em crianças com déficits cognitivos por falta de nutrientes essenciais, em adultos com produtividade reduzida devido à fraqueza crônica, e em famílias que sacrificam saúde por sobrevivência. Enquanto o mundo registra uma queda global na fome – de 8,5% para 8,2% da população em 2024, afetando 673 milhões de pessoas – o Brasil, apesar dos avanços, permanece atolado em ineficiências sistêmicas. Políticas como o Bolsa Família e o Plano Safra expandiram o acesso, mas falham em abordar raízes profundas: a inflação galopante nos preços dos alimentos, a dependência de importações voláteis e a concentração fundiária que marginaliza a agricultura familiar, responsável por 70% da produção nacional de alimentos básicos. Agora, contrastem essa crise interna com a decisão surreal do presidente Lula, anunciada em 30 de setembro de 2025: enviar ministros a Cuba para auxiliar na produção de alimentos, promovendo parcerias em soberania alimentar, agricultura familiar e aquicultura. Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário, e outros representantes viajaram a Havana para firmar acordos bilaterais, em meio ao bloqueio econômico imposto à ilha. Essa iniciativa, que ecoa envios anteriores como as 125 toneladas de leite em pó em fevereiro de 2024, é apresentada como ato de solidariedade internacional. Mas, em um país onde milhões enfrentam a disparada nos preços da comida – arroz, feijão e carne subindo além da inflação geral – essa priorização é não apenas questionável, mas escandalosa. Aqui reside a hipocrisia flagrante: enquanto o governo aloca recursos humanos e diplomáticos para impulsionar a produção cubana, ignora o clamor doméstico por reformas urgentes. Cuba, sob um regime centralizado que destruiu a iniciativa privada agrícola desde a Revolução de 1959, enfrenta escassez crônica – mas por que o Brasil, com suas próprias feridas abertas, deve assumir o papel de salvador? Essa ação não é solidariedade; é distração de falhas internas, como a lentidão na execução do Plano Safra 2025-2026, que promete estímulos mas entrega burocracia. Expandamos a análise: as consequências dessa negligência são multifacetadas. Economicamente, a insegurança alimentar custa bilhões em perda de produtividade e gastos com saúde pública – desnutrição leva a doenças crônicas, sobrecarregando o SUS. Socialmente, perpetua desigualdades raciais e regionais, com populações indígenas e quilombolas desproporcionalmente afetadas. Educacionalmente, crianças famintas não aprendem; o futuro da nação é comprometido. E politicamente? Essa escolha revela uma administração desconectada, priorizando alianças ideológicas sobre necessidades concretas. É preciso ter claro que "a fome no Brasil não acabou". O governo deve investir maciçamente na agricultura familiar brasileira, expandir bancos de alimentos, combater a especulação de preços e criar um ambiente adequado para o produtor. Em vez de voos para Havana, direcionem esforços para as favelas de São Paulo, as roças do Nordeste, as comunidades ribeirinhas da Amazônia. Essa inversão de prioridades não é mero erro; é uma traição aos princípios de equidade que o próprio Lula diz professar. Em um momento em que o mundo luta contra a fome global, o Brasil poderia liderar pelo exemplo interno, não por gestos simbólicos externos. Lula e sua equipe devem ser cobrados: responda pela fome que ainda assola 28,5 milhões, antes de posar como benfeitor internacional. A verdadeira soberania alimentar começa em casa – e falhar nisso é condenar gerações à miséria evitável. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 01/10/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou o desempenho da indústria brasileira sob o Governo Lula, destacando dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que indicaram queda na produção industrial para 47,2 pontos em agosto de 2025, abaixo da linha de crescimento, e recuo no emprego industrial para 48,4 pontos. Informou que a Utilização da Capacidade Instalada também caiu para 70%, revelando ociosidade nas fábricas. Comparou o cenário atual com agosto de 2020, durante a pandemia, quando os índices indicavam crescimento, e apontou falhas nas políticas econômicas, alta inflação e risco fiscal como causas da crise. Ressaltou a necessidade de medidas urgentes, incluindo redução de carga tributária, desburocratização, investimento em inovação e políticas que priorizem o crescimento sustentável da indústria brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Indústria nacional,desempenho,Política industrial,Crítica

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a esta tribuna para abordar a grave crise que assola a indústria brasileira sob a atual administração do governo Lula. Os números recentes, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pintam um quadro alarmante de estagnação e retrocesso econômico, revelando não apenas uma desaceleração, mas uma incompetência sistêmica na gestão das políticas públicas que deveriam fomentar o crescimento e a competitividade do nosso setor produtivo. Vamos aos fatos. Em agosto de 2025, o índice de evolução da produção industrial despencou para 47,2 pontos, abaixo da linha de 50 pontos que separa o crescimento da contração. Esse é o pior resultado para o mês em uma década, desde 2015, quando o indicador marcou 42,7 pontos. Mais chocante ainda é o recuo no emprego, com o índice caindo para 48,4 pontos, sinalizando demissões em um período que historicamente registra expansão. A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) também encolheu para 70%, inferior ao observado em anos anteriores e refletindo uma ociosidade preocupante nas fábricas. Mas o que torna essa situação ainda mais inaceitável é a comparação com o período da pandemia de COVID-19. Em agosto de 2020, no auge da crise sanitária global, quando o mundo inteiro enfrentava paralisações, quarentenas e incertezas sem precedentes, o índice de evolução da produção industrial brasileira registrou 58,7 pontos – um valor acima de 50, indicando crescimento e recuperação em meio ao caos. Naquele momento, o emprego industrial também avançava, com índice de 53,8 pontos, e a UCI atingia 71%. Hoje, sem o fardo de uma pandemia, sem lockdowns ou interrupções globais na cadeia de suprimentos, estamos pior: uma contração mais profunda, demissões aceleradas e uma economia que patina em direção ao abismo. Como explicar que, em tempos de "normalidade", o desempenho seja inferior ao de uma era de calamidade mundial? A resposta é clara: incompetência governamental. Esse retrocesso não é isolado. Ele reflete um padrão de falhas crônicas no governo Lula, marcado por políticas econômicas equivocadas, inflação descontrolada que erode o poder de compra e investimentos, e uma gestão fiscal que caminha para o colapso das contas públicas já em 2027, como admitido pelo próprio governo. A inflação anual ultrapassou 5%, expondo o fracasso em controlar os preços e impulsionar o crescimento sustentável. Enquanto o agronegócio e outros setores clamam por reformas, o que vemos é um governo encalacrado em ideologias ultrapassadas, incapaz de atrair investimentos estrangeiros e de modernizar a infraestrutura. Lula prometeu um "novo Brasil", mas entregou o oposto: uma tragédia econômica, com o PT repetindo erros que já conhecemos de mandatos anteriores. Possivelmente, este é o governo mais incompetente da história da República, um deserto de ideias e ações eficazes. Não podemos aceitar isso passivamente. A indústria brasileira, motor da nossa economia, emprega milhões e gera riqueza para o país. Exigimos medidas urgentes: redução da carga tributária asfixiante, desburocratização, investimentos em inovação e uma política monetária que priorize o crescimento real, não ilusões populistas. O Brasil merece mais do que promessas vazias; merece competência e visão estratégica. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 30/09/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou o Governo do Presidente Lula, alegando incompetência na gestão da fila de benefícios do INSS. Lembrou que, em janeiro de 2023, havia 1,5 milhão de pessoas na fila, e Lula havia prometido zerá-la. Informou que, após quase três anos, a fila dobrou, atingindo 2,6 milhões de pessoas. Enfatizou ainda as consequências humanas desse fracasso, citando aposentados sem benefícios, mães sem auxílio-maternidade e trabalhadores doentes sem renda, o que classificou como "tragédia social" e "humilhação". Também mencionou a descoberta de fraudes bilionárias na Previdência, que teriam desviado recursos que poderiam ter encurtado a fila. Por fim, caracterizou o Governo como de "promessas fáceis, resultados desastrosos", que "virou as costas ao seu povo" e falhou em respeitar os direitos dos cidadãos.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Presidente da República,gestão,precariedade,Atendimento ao público,Fila de atendimento,Aposentado,Pensionista,Benefício previdenciário,Fraude,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para tratar sobre mais um exemplo da incompetência do governo do Sr. Lula da Silva. Quando Lula subiu a rampa do Planalto em janeiro de 2023, 1,5 milhão de brasileiros aguardavam a análise de pedidos de benefícios na fila do INSS. E aquele já era um cenário ruim, mas explicado pela pandemia da COVID, que mudou dinâmicas, principalmente para o setor público. O presidente eleito prometeu ao país que iria zerar a fila. Disse que já havia provado no passado que era possível. E mais: garantiu transparência, eficiência, solução rápida. Hoje, quase três anos depois, a realidade é brutal: a fila não só não diminuiu — ela dobrou! São 2,6 milhões de pessoas empilhadas na burocracia, na desumanidade, no descaso. Esse fracasso tem rosto, tem nome e tem consequência: É o aposentado que espera meses para receber o benefício e acaba tendo de pedir ajuda a filhos e vizinhos para comprar remédio. É a mãe que, em pleno período de amamentação, não recebe o auxílio-maternidade e se vê obrigada a voltar ao trabalho precocemente, sacrificando a saúde do bebê. É o trabalhador adoecido, afastado, sem renda, dependendo da boa vontade de conhecidos para colocar comida na mesa. Não estamos falando de estatísticas frias: estamos falando de vidas interrompidas, famílias humilhadas e cidadãos que contribuíram para a previdência tratados como números descartáveis. E diante desse quadro, o que o governo fez? Nada! Nesse ínterim, por conta de denúncias jornalísticas, se descobriu fraudes bilionárias na Previdência, fraudes alimentadas por sindicatos corruptos, que roubaram até de aposentados. Resultado: o Estado precisou gastar bilhões apenas para devolver o que nunca deveria ter sido retirado. Dinheiro que poderia ter encurtado a fila, mas foi sugado pela incompetência e pela corrupção tolerada. Esse é o retrato do governo Lula: promessas fáceis, resultados desastrosos. Um governo que se esconde da realidade porque não tem coragem de enfrentá-la. Um governo que, em vez de devolver dignidade, entrega humilhação. Senhoras e senhores, não se trata de um detalhe administrativo. Trata-se de uma tragédia social, de uma afronta aos que construíram este país com o suor do próprio rosto. Cada dia de espera na fila do INSS é um direito negado, é um brasileiro empurrado para a miséria, é a face cruel de um Estado que virou as costas ao seu povo. É preciso ter coragem de dizer: o governo fracassou. Fracassou com os aposentados, com os trabalhadores, com as mães e com os idosos. Fracassou porque não cumpriu o básico: respeitar a vida e o direito de cada cidadão. E a pergunta que ecoa, senhoras e senhores, é simples: até quando o Brasil aceitará ser governado pela lógica da promessa não cumprida e do abandono silencioso? Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 25/09/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou a abertura de 80 vagas de Medicina na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para quilombolas e sem-terra via Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), sem Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Afirmou que a medida, apresentada como inclusão, na prática gera segregação e um “vestibular de segunda categoria”, alimentando preconceito e fragilizando a permanência estudantil. Além disso, defendeu que a verdadeira reparação seria garantir igualdade real de condições — com ensino básico de qualidade, bolsas, moradia e apoio — e não atalhos paliativos que reforçam estigmas. Concluiu que a política não é vitória, mas armadilha que maquila desigualdades em vez de superá-las.

    Palavras-chave oficiais: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE),Medicina,Quilombolas,Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera),Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),Sistema de Seleção Unificada (Sisu),Política educacional,Inclusão educacional

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para tratar sobre a política adotada pela Universidade Federal de Pernambuco que anunciou, com pompa, a abertura de 80 vagas de Medicina destinadas a quilombolas e sem-terra. A manchete parece progressista, soa como justiça histórica, mas a realidade é bem outra: trata-se de um mecanismo perverso, que sob o manto da inclusão, impõe um modelo de segregação e reforça desigualdades que deveriam ser combatidas. Explico. O edital restringe a seleção a beneficiários do Pronera, afastando o Enem e o Sisu, que são critérios nacionais, universais, reconhecidos como instrumentos de isonomia. Em seu lugar, cria-se um processo seletivo paralelo, baseado em uma prova de redação e no histórico escolar. Ora, que justiça há em avaliar filhos de trabalhadores rurais, que estudaram em escolas sem laboratórios, sem professores fixos de Ciências, sem bibliotecas, pelos mesmos critérios de desempenho escolar que nunca lhes foram garantidos? Isso não é equidade, isso é cinismo institucionalizado. Estamos criando um vestibular de segunda categoria, um caminho lateral, que no futuro será usado como argumento contra esses estudantes. E o mais grave: será dito, amanhã, que os quilombolas e os sem-terra só conseguiram chegar à Medicina porque tiveram “facilidades”, porque foram “poupados” da competição. Não perceberam que esse modelo não emancipa mas alimenta preconceitos? Não é inclusão real. Inclusão real seria garantir que esses jovens pudessem disputar o Enem em condições justas: com cursinhos gratuitos, reforço pedagógico, bolsas de permanência, moradia estudantil, laboratórios de apoio. Inclusão real seria corrigir as falhas históricas do Estado brasileiro que negou a esses jovens o direito ao ensino básico de qualidade. Mas o que vemos é um atalho ilusório, uma política de vitrine que transforma a exceção em regra e dá munição aos conservadores que sempre combateram as cotas e as ações afirmativas. Pergunto: que tipo de igualdade é essa que isola os filhos do campo em um processo seletivo próprio, como se não fossem capazes de enfrentar o mesmo caminho que outros estudantes percorrem? Que mensagem passamos a esses jovens? A mensagem de que eles não são bons o bastante, de que só podem entrar pela “porta dos fundos” da universidade. É cruel. É desumano. É um falso presente embrulhado para ser aplaudido. E aqui reside o perigo maior: esse modelo não apenas enfraquece a legitimidade dos quilombolas e sem-terra dentro da universidade, como compromete sua permanência. Porque não basta abrir a porta — é preciso garantir permanência estudantil, suporte acadêmico, apoio psicológico, combate ao preconceito. O edital, tal como está, joga esses jovens para dentro de uma fogueira, expostos a acusações, a estigmas e a olhares de desconfiança, sem dar-lhes as armas necessárias para resistir. E quanto aos milhares de brasileiros que, sem vagas nas universidades federais, precisa ir para países vizinhos para cursar medicina? Eles se sentem contemplados por essa “entrada lateral” criada pela UFPE? Repito: esta não é uma política de reparação histórica, é um simulacro. É uma política que isola ao invés de integrar, que segrega ao invés de incluir, que fragiliza ao invés de fortalecer. É paternalismo travestido de conquista. E o que mais me indigna é perceber que, enquanto a universidade se orgulha de criar um processo seletivo paralelo, esquece-se de que a verdadeira justiça social se constrói no acesso universal com condições reais de igualdade. O que se fez aqui foi trocar a luta legítima pela vitrine fácil. Foi sacrificar a dignidade em nome de manchetes. Senhoras e senhores, os sem-terra e os quilombolas não precisam de atalhos que amanhã serão usados contra eles — precisam de estradas largas, bem pavimentadas, para disputar de igual para igual. Não precisam de um vestibular paralelo — precisam de escolas de qualidade, de professores valorizados, de políticas sérias de permanência. Portanto, este modelo não deve ser comemorado. Deve ser denunciado. Porque não corrige desigualdades, apenas as maquila. Não combate o racismo e o elitismo, apenas os adia. E não emancipa, apenas aprisiona numa narrativa que reforça o preconceito. O que precisamos é de coragem para afirmar: quilombolas e sem-terra têm direito a estar na Medicina, sim. Mas não como exceção, não como vitrine, não como concessão. Eles têm direito a estar na Medicina porque são parte deste país, porque são cidadãos plenos, porque sua luta e sua história lhes conferem legitimidade. E isso só se conquista com igualdade real, não com paliativos que enfraquecem a causa. Eis o recado: esta política, do jeito que está, não é vitória. É armadilha. E não podemos aplaudir armadilhas. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 24/09/2025entregue por escrito

    O Deputado alertou para mais um golpe contra a responsabilidade fiscal, acusando o Governo Lula de transformar o Orçamento em “peça de ficção”, repleto de exceções e brechas. Ademais, criticou o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 168, de 2025, aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que autoriza créditos extraordinários e renúncias fiscais para mitigar efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos, além de aportes em fundos garantidores. Além disso, ressaltou que R$ 9,5 bilhões deixarão de ser contabilizados nas metas fiscais de 2025 e 2026. Condenou ainda a flexibilização do arcabouço fiscal, as sucessivas alterações de metas e o uso recorrente de “emergências” para excluir gastos. Ao final, reprovou o Governo Federal por violar a Lei de Responsabilidade Fiscal e exigiu transparência, equilíbrio e respeito ao dinheiro dos brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Política orçamentária,Orçamento federal,Projeto de lei complementar,Comissão permanente,Senado Federal,Crédito extraordinário,Renúncia fiscal,Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Meta fiscal,Arcabouço fiscal,Lei de Responsabilidade Fiscal (2000),transparência

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para fazer um alerta sobre o mais recente golpe contra a responsabilidade fiscal do nosso país. O governo petista de Lula, que se elegeu prometendo equilíbrio e transparência, transforma o Orçamento federal em uma verdadeira peça de ficção, onde exceções viram regra e a austeridade é apenas uma palavra vazia. Agora mesmo, R$ 9,5 bilhões deixarão de ser contabilizados no cálculo das metas fiscais de 2025 e de 2026. Trata-se de créditos extraordinários e renúncias fiscais que integram o pacote de R$ 30 bilhões para mitigar danos do tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A aprovação do PLP 168/25, por unanimidade, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado indica que a votação em plenário, para onde seguiu em regime de urgência, seguirá sem percalços. E assim se abre mais uma exceção num Orçamento que, ao ser apresentado ao Congresso, há cerca de um mês, já permitia descontar R$ 57,8 bilhões em despesas que não entrarão no cálculo fiscal, como uma parcela dos precatórios, com o aval do Supremo Tribunal Federal. E agora, mais essa brecha? Isso é uma afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal, que exige que novas despesas sejam compensadas por receitas. Onde está a compensação aqui? O PLP 168/25, aprovado na CAE do Senado, prevê crédito extra às companhias que aderiram ao Reintegra, programa que oferece redução de tributos como incentivo às exportações, exclui da meta fiscal créditos extraordinários e renúncias fiscais para combater o tarifaço de Trump e abre brechas para mais gastos ou renúncias fiscais à margem do resultado primário do governo. Além disso, autoriza a União a aumentar suas participações no Fundo Garantidor de Operações (em até R$ 1 bilhão), no Fundo Garantidor de Operações de Crédito Exterior (até R$ 1,5 bilhão) e no Fundo Garantidor para Investimentos (R$ 2 bilhões), aportes que irão financiar o apoio a exportadores. Não há argumento que justifique manter essas despesas e renúncias fiscais fora das metas do resultado primário, como prevê a Lei de Responsabilidade Fiscal, em sua visão mais básica: tem de haver receita para compensar novas despesas. O que estamos vendo não é planejamento, é drible! O Orçamento, que deveria ser o instrumento sagrado para priorizar as necessidades do povo – saúde, educação, segurança – se torna inútil, repleto de desvios que impossibilitam qualquer controle real sobre os gastos. A PEC da Transição, uma proposta da equipe do sr. Lula aprovada ainda antes de sua posse, permitiu ao governo petista abrir uma claraboia de R$ 145 bilhões no teto de gastos em 2023 para bancar políticas públicas como o Auxílio Brasil, que voltou a se chamar Bolsa Família, mas manteve o valor. Neste mês, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o benefício médio ficou em R$ 682,22. O arcabouço fiscal, criado pelo governo petista com regras mais facilitadas – com aumento das despesas condicionado ao crescimento da arrecadação –, é contínua e descaradamente lesado, ora com mudança de metas, ora com previsões de receitas orçamentárias que não se confirmam, ou, como é ainda mais comum, com a retirada de despesas do cálculo, geralmente sob a justificativa de sua excepcionalidade. O leque de “emergências” é amplo e abriga eventos climáticos, investimentos de estatais no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pagamentos de precatórios e pacote de ajuda aos exportadores. As consequências de gastos públicos acima da arrecadação são amplamente conhecidas. Para evitar o prejuízo certo, que chega na forma de aumento de déficit, de endividamento e, no limite, da incapacidade do governo de arcar com as despesas mais corriqueiras, existe a meta fiscal, que visa a equilibrar receitas e despesas. Mas o governo petista trata a meta como peça de decoração. Senhor Lula da Silva, chega de dribles! O povo não elegeu um ilusionista fiscal. Exigimos transparência, equilíbrio e respeito ao dinheiro suado dos brasileiros. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 23/09/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou a proposta do Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, de reduzir de 30 para 2 dias úteis o prazo de reembolso do vale-alimentação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Afirmou que a medida prejudicaria 2.500 prefeituras e 4,5 milhões de servidores municipais, além de pequenas e médias empresas que operam o programa, podendo levar à falência desses negócios e à concentração do mercado nas mãos de grandes empresas. Ressaltou ainda que a Confederação Nacional de Municípios já alertou sobre os impactos negativos da mudança e pediu diálogo, mas que o Ministro insiste na medida. Por fim, classificou a proposta como um retrocesso que ameaça a segurança alimentar, o equilíbrio fiscal e a economia local, defendendo que seja rejeitada.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado do Trabalho, Indústria e Comércio,sugestão,redução,Prazo,ressarcimento,Vale-alimentação,Trabalhador,Prejuízo,Prefeitura,Pequena empresa,Média empresa,Confederação Nacional de Municípios (CNM),Segurança alimentar e nutricional,Equilíbrio fiscal

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para denunciar a mais recente proposta descabida do ministro do Trabalho, Luiz Marinho, um dinossauro do sindicalismo que insiste em ideias que ameaçam o equilíbrio fiscal e a segurança de milhões de trabalhadores. Refiro-me à sua intenção de reduzir, por decreto, o prazo de reembolso do vale-alimentação no Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) de 30 para apenas dois dias úteis. Uma medida que, sob o véu de beneficiar lojistas, pode causar prejuízos irreversíveis a 2.500 prefeituras e 4,5 milhões de servidores municipais, como alerta a Confederação Nacional dos Municípios (CNM)! O PAT, criado em 1976, é um pilar da segurança alimentar, atendendo 24 milhões de trabalhadores e movimentando até R$ 200 bilhões por ano, beneficiando 470 mil empresas e 1 milhão de estabelecimentos, muitos deles pequenos negócios. Hoje, os contratos municipais com empresas de benefícios respeitam prazos de 30 a 90 dias para pagamento, compatíveis com a realidade financeira das prefeituras, que muitas vezes lutam para fechar as contas. Mas Marinho, com sua visão desconectada, quer impor um reembolso em dois dias, ignorando que isso vai asfixiar as finanças municipais e as pequenas operadoras regionais. A CNM, em ofício enviado a Marinho, Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann, deixou claro: essa mudança trará “disfuncionalidades e prejuízos significativos”. Pequenas e médias empresas emissoras de vales, que operam com margens apertadas, não têm fluxo de caixa para pagar estabelecimentos em dois dias enquanto aguardam até 90 dias pelos repasses municipais. O resultado? Falência dessas empresas, concentração de mercado nas mãos de gigantes como Alelo e Sodexo, e aumento de taxas que recairão sobre os trabalhadores. Pior: as prefeituras, sem recursos para cumprir prazos tão curtos, podem ser forçadas a cortar o vale-alimentação, um benefício vital para servidores que já enfrentam dificuldades. Marinho parece acreditar que um decreto mágico resolverá tudo, sem diálogo ou planejamento. A CNM suplica por debate, oferecendo dados e estudos para construir uma solução viável, mas o ministro insiste em sua cruzada sindicalista, que ignora a realidade de municípios que dependem de repasses federais para sobreviver. Essa ideia mirabolante não é progresso, é retrocesso! É um ataque ao PAT, aos servidores e à economia local, que depende desses pequenos negócios. Senhoras e senhores, exigimos responsabilidade! O Brasil não pode ser refém de devaneios de um ministro preso a um passado estatizante. Que Marinho ouça a CNM, dialogue com os municípios e abandone essa proposta absurda. Pelo equilíbrio fiscal, pelos servidores, pela sustentabilidade do PAT, dizemos não a mais esse delírio! Pelo Brasil, pela razão, pela realidade! Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 18/09/2025entregue por escrito

    O Deputado alertou para o avanço da violência doméstica no Acre, que registrou 3.544 casos entre janeiro e julho de 2025, aumento de 111% em relação ao mesmo período de 2021, segundo o Ministério Público. Defendeu o fortalecimento de políticas públicas de prevenção, com programas educacionais, campanhas de conscientização e capacitação de profissionais. Ressaltou a necessidade de ampliar o acesso das vítimas a abrigos, apoio psicológico, assistência jurídica e canais de denúncia, inclusive em áreas remotas. Defendeu também rigor na aplicação da lei, responsabilização dos agressores e programas de reabilitação. Destacou que o enfrentamento do problema exige articulação entre governos e sociedade civil para garantir um futuro mais seguro e igualitário.

    Palavras-chave oficiais: Violência doméstica,Acre

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para discutir uma questão que, infelizmente, tem se tornado cada vez mais alarmante no estado do Acre: a violência doméstica. Dados recentes do Ministério Público do Acre revelam que, entre janeiro e julho de 2025, foram registrados 3.544 casos de violência doméstica, representando um aumento de 111% em relação ao mesmo período de 2021. Esse crescimento constante, mês após mês, é um reflexo de uma realidade que não podemos mais ignorar. A cada novo caso, vidas são destruídas, famílias são desestruturadas e nossa sociedade como um todo sofre as consequências. É imperativo que, como governo, como representantes do povo e como cidadãos comprometidos com o bem-estar coletivo, busquemos soluções eficazes e imediatas para reverter esse quadro. Primeiramente, é essencial que ampliemos e fortaleçamos as políticas públicas de prevenção à violência doméstica. Isso inclui programas educacionais que promovam o respeito à mulher desde a infância, campanhas de conscientização que desnaturalizem comportamentos violentos e a capacitação contínua de profissionais que lidam diretamente com vítimas e agressores. Além disso, devemos garantir que as vítimas tenham acesso rápido e seguro a serviços de apoio, como abrigos temporários, assistência psicológica e jurídica, e linhas diretas de denúncia. É fundamental que essas estruturas estejam presentes em todas as regiões do estado, incluindo as áreas mais remotas, para que nenhuma vítima fique desamparada. Outro ponto crucial é a implementação de medidas que promovam a responsabilização dos agressores. Isso envolve a aplicação rigorosa da legislação existente, bem como a criação de programas de reabilitação que abordem as causas subjacentes da violência e incentivem a mudança de comportamento, sem descuidar do aprisionamento, em casos de evidente risco. Por fim, é necessário que haja uma articulação eficaz entre os diferentes níveis de governo — municipal, estadual e federal — e a sociedade civil organizada. Somente por meio de um esforço conjunto, coordenado e comprometido conseguiremos enfrentar e superar essa epidemia de violência que assola nosso estado. Senhoras e senhores, a violência doméstica não é um problema isolado; é um reflexo de falhas estruturais em nossa sociedade. É nossa responsabilidade coletiva agir para erradicar essa violência e construir um futuro mais justo, seguro e igualitário para todos os cidadãos do Acre. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 17/09/2025entregue por escrito
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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). PK!$.?R?c[Content_Types].xml ?(?E?N?0E?H?C?-j\X ????$???'??_??@??q?FZ?(?H????N?.?)^ &?]O?!+?I???U?qr38cEB?0?AR?????`4YH?]??1?s???H??R?h?m?? ??O???????? ???=nH??????Q?6??s?U??O??R ???S??k?????4?!QÎ?\?????dF???o??.?????%e???N_?ZB??n!z )?*YS?+???o???>Y?5???>??qZ??5?s?s.??N!??OFk? ?pi ?=A???$?`??? ??(>?w??????j???TO ?N?9q?o? Ac?????)r"??x??H?4??Wbe?]$u?6b:?/??9òz~???d??? ? ?l??E???PK!???N _rels/.rels ?(????j?0 @????Q???N/c???[IL??j???<??]?aG????zs?Fu??]??U ?? ??^?[??x????1x?p? ???f??#I)??Y?????????*D?? i")??c$???qU???~3??1??jH[{?=E????~ f???3-????]?T?2?j)?,l0/%??b? ???z?????, ? ?/?|f\Z????6?!Y?_?o?]A???PK!I?i?GNword/_rels/document.xml.rels ?(???KO?0??H???w?4@y?I/?WW'? #?,??]???????K?Y ????(K????8?z?6*\??$?:_o??\???p?? o (?;?/????4?a???OW?(?????7Ms???R??,?????y ?pd^? ?????o???BZy??? 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  • 16/09/2025entregue por escrito

    O Deputado denunciou a situação do transporte público de Rio Branco (AC) como caótica e insustentável, cobrando transparência, modernização da frota, licitação competitiva e uso de tecnologia para melhorar o serviço sem aumentar a tarifa. Propôs auditorias, renovação da frota com veículos elétricos ou híbridos, aplicativo de rastreamento em tempo real, manutenção preventiva, integração com modais sustentáveis e tarifa zero aos domingos financiada por multas e taxas de estacionamento. Por fim, fez um chamado à ação imediata, com união entre Prefeitura, Câmara, empresas e sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Transporte público coletivo,Preâmbulo (texto legislativo),Rio Branco (AC)

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para tratar sobre o sistema de transporte público de Rio Branco. É um sistema caótico, ineficiente e que não podemos mais tolerar. Esse é um problema que denuncio desde que ocupei o cargo de Vereador da Capital, lutando pela manutenção da tarifa para os estudantes e denunciando as renovações de contratos sem a devida análise técnica. A tarifa de R$ 3,50, na capital do Acre, embora tida como a mais baixa entre as capitais, é um fardo para quem vive com um salário mínimo, enquanto o serviço é um retrato de abandono: ônibus sucateados, frota reduzida de 141 para apenas 115 veículos, incapaz de atender a demanda, e incidentes como quebras frequentes – como o recente colapso da linha 501 na Avenida Ceará – ou até incêndios, que deixam passageiros à mercê do caos. O aumento do diesel, que passou de R$ 3,50 para mais de R$ 7,00, inflou os custos, porém, os mais de R$ 200 milhões em subsídios não se convertem em qualidade, apenas em dúvidas sobre transparência. Superlotação, falta de acessibilidade e pontos sem infraestrutura humilham diariamente o cidadão. Não se pode aceitar continuar administrando esse caos, pois quem perde é quem mais precisa: o trabalhador, o estudante, o idoso, o cidadão comum de Rio Branco. Chega de paliativos! Medidas concretas e urgentes precisam ser tomadas para transformar o sistema sem onerar o usuário. A transparência é inegociável: auditorias independentes, com o Tribunal de Contas e o Ministério Público, devem esclarecer cada centavo dos subsídios e das planilhas de custos. O contrato precário com a atual operadora deve ser substituído por uma licitação competitiva, trazendo novas empresas para reduzir custos e melhorar o serviço, sem tocar na tarifa. A frota precisa ser modernizada já. Redirecionar os subsídios atuais, utilizando o PAC da Mobilidade Urbana, para adquirir ônibus elétricos ou híbridos é essencial. Esses veículos cortam custos com combustível a longo prazo, oferecem conforto e confiabilidade, e eliminam qualquer justificativa para aumentos tarifários, criando empregos locais na manutenção. A tecnologia deve ser usada com inteligência. Um aplicativo municipal gratuito, que funcione de forma contínua e confiável, aproveitando o GPS obrigatório nos ônibus, permitirá rastreamento em tempo real, acabando com esperas e superlotação. Rotas otimizadas com base em dados e a integração com ciclovias e sistema de partilhas de bicicletas nos terminais vão melhorar a mobilidade sem custo extra para o passageiro. A economia de Rio Branco também pode lucrar com a integração de modais sustentáveis. Redirecionar parte dos subsídios para manutenção preventiva da frota evita quebras, economizando recursos e garantindo confiabilidade, o que beneficia trabalhadores e pequenos comerciantes que dependem do transporte. Por fim, a tarifa zero aos domingos pode ser financiada por multas de trânsito e taxas de estacionamento em áreas centrais, sem impactar o orçamento municipal. Essa medida estimula a economia local, aumentando o fluxo de pessoas no comércio aos fins de semana, e dá alívio financeiro a quem mais precisa, como estudantes, idosos e desempregados. A fiscalização não pode falhar. A RBTrans precisa de mais agentes para garantir horários, acessibilidade e manutenção, enquanto conselhos comunitários nos bairros devem empoderar os usuários para definir prioridades. Negociações justas com sindicatos evitarão greves, valorizando os trabalhadores sem penalizar o passageiro. Precisamos ter coragem para inovar. A lógica de que “tudo é caro, tudo é impossível", não pode prevalecer. Não se pode aceitar continuar administrando o caos. Cada dia de inação é um dia de sofrimento para o cidadão de Rio Branco, que merece um transporte público digno, eficiente e acessível. O modal de transportes precisa ser pensado com racionalidade e ousadia, pois Rio Branco merece mais. Essas medidas são viáveis, mas exigem coragem política e mobilização coletiva. Prefeitura, Vereadores, Empresas e, acima de tudo, a população precisam se unir para definir prioridades e escolher novas soluções. Criar soluções de curto prazo só aumenta a nossa dívida com o futuro. Quem mais precisa não pode seguir perdendo. O momento de agir é agora! Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 10/09/2025entregue por escrito

    O Deputado manifestou preocupação com o Ofício SEI Circular nº 53, de 2025, do INSS, que estabeleceu novas diretrizes para os requerimentos do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), especialmente quanto ao cadastro biométrico e ao sobrestamento de novos requerimentos a partir de 26/06/2025. Argumentou que o cumprimento de novas exigências em 30 dias quando o cadastro biométrico do requerente ou de seu representante legal não seja localizado nas bases do INSS e o risco de desistência automática, penaliza idosos e pessoas com deficiência diante de falhas sistêmicas e exclusão digital. Criticou também o sobrestamento, sem prazo de retomada, de todos os novos requerimentos de BPC/Loas, sob pretexto de ajustes de renda e de sistemas do INSS. Por fim, cobrou a revogação do sobrestamento, a revisão das regras, a garantia de acesso ao direito e criticou a postura do Governo.

    Palavras-chave oficiais: Ofício,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Benefício de Prestação Continuada (BPC),Identificação biométrica,sobrestamento,requerimento,Pessoa com deficiência,Beneficiário

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para para expressar minha profunda preocupação com o Ofício SEI Circular nº 53/2025, emitido pelo INSS, que estabelece novas diretrizes para os requerimentos do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), especialmente no que tange à obrigatoriedade do cadastro biométrico e ao sobrestamento de novos processos a partir de 26 de junho de 2025. Este documento, aliado às políticas do governo Lula, reflete uma abordagem que, longe de facilitar o acesso à assistência social, impõe barreiras desnecessárias e penaliza os mais vulneráveis. Primeiramente, o ofício determina que, caso o cadastro biométrico do requerente ou de seu representante legal não seja localizado nas bases do INSS, mesmo após a apresentação de comprovantes como o título de eleitor, o cidadão deverá cumprir nova exigência em até 30 dias. Essa exigência inclui comparecer à Justiça Eleitoral para ajustes ou realizar novo cadastro biométrico em bases de identificação civil, como a Carteira de Identidade Nacional ou a CNH. Pergunto: como pode o governo exigir tamanha burocracia de pessoas em situação de vulnerabilidade, muitas das quais idosas ou com deficiência, que enfrentam dificuldades de locomoção, acesso à informação ou recursos financeiros para cumprir tais demandas? Essa medida é, no mínimo, insensível e descolada da realidade de milhões de brasileiros. Além disso, o ofício prevê a desistência automática dos pedidos caso a biometria não seja localizada após o prazo estipulado. Isso significa que cidadãos que, por falhas sistêmicas ou dificuldades pessoais, não conseguirem cumprir essas exigências terão seus direitos sumariamente negados. Estamos falando de um benefício assistencial, garantido pela Constituição, destinado aos mais pobres e desamparados. Negar acesso ao BPC por questões técnicas, como a ausência de biometria em bases governamentais, é uma afronta à dignidade humana e ao princípio da proteção social. O ponto mais grave, no entanto, é o item 7 do ofício, que determina o sobrestamento de todos os requerimentos de BPC/Loas com data de entrada a partir de 26 de junho de 2025, sob a justificativa de alterações nas regras de cômputo de renda familiar e da necessidade de adequação nos sistemas do INSS. Esse sobrestamento, sem prazo definido para retomada, é um golpe direto contra os mais necessitados. Como pode o governo Lula, que se diz defensor dos pobres, suspender indefinidamente o processamento de um benefício essencial para a sobrevivência de idosos e pessoas com deficiência? Essa decisão não apenas agrava a situação de miséria de milhares de famílias, mas também evidencia a ineficiência administrativa e a falta de planejamento do atual governo. Sob o pretexto de modernização e combate a fraudes, o governo Lula impõe medidas que, na prática, dificultam o acesso a direitos fundamentais. A exigência de biometria, que deveria ser um mecanismo de facilitação, transforma-se em um obstáculo, especialmente em um país onde a exclusão digital e a precariedade dos serviços públicos em regiões afastadas são uma realidade. E coloca esses obstáculos sem comunicar à sociedade, faz através de um ofício circular para consumo interno. No final, os que buscam o BPC a partir de 26 de junho não sabem que seus processos ficarão paralisados por tempo indeterminado. Onde está o compromisso com a inclusão social? Onde está a sensibilidade para com aqueles que dependem do BPC para comer, pagar remédios ou simplesmente sobreviver? Não podemos ignorar o contexto político. Este governo, que se vangloria de ser progressista, demonstra, com medidas como essa, uma preocupante desconexão com as necessidades do povo. A suspensão de novos requerimentos de BPC, sem oferecer alternativas ou prazos claros, é uma demonstração de descaso. Enquanto isso, o INSS segue com sistemas defasados, filas de espera intermináveis e servidores sobrecarregados, sem que o governo apresente soluções concretas para modernizar a gestão previdenciária. Exigimos a revogação imediata do sobrestamento dos processos de BPC e a revisão das exigências biométricas, que se mostram desproporcionais e excludentes. É inadmissível que o governo Lula, em vez de ampliar o acesso à assistência social, crie barreiras que punem os mais pobres. O BPC não é um favor, é um direito. E esse direito não pode ser negado por falhas administrativas ou decisões arbitrárias. Conclamo a sociedade civil, os movimentos sociais e os defensores dos direitos humanos a se unirem contra essa política excludente. Que o governo Lula reveja suas prioridades e coloque o bem-estar dos mais vulneráveis acima de interesses burocráticos ou políticos. O povo brasileiro merece respeito, dignidade e acesso irrestrito aos seus direitos. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 09/09/2025entregue por escrito

    O Deputado manifestou insatisfação com o Governo Lula em 2025, apontando uma crise de confiança e promessas vazias. Destacou a insegurança fiscal, marcada por uma dívida pública crescente e inflação. Além disso, assinalou a insegurança nas relações exteriores, que isolou o Brasil, e criticou a ausência de controle de gastos e o populismo. Ademais, utilizou o Vale-Gás como exemplo da incoerência do Governo e da persistência da pobreza no País.

    Palavras-chave oficiais: Governo,confiabilidade,Plataforma política,Política fiscal,Dívida pública,Economia,Relação internacional,Relações diplomáticas,Pobreza,Política social,Auxílio Gás do Povo

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para denunciar o que se tornou o governo do presidente Lula da Silva: um regime de promessas vazias, de descontrole e de riscos que ameaçam o futuro do nosso país. Em 2025, no terceiro ano desse mandato, o Brasil enfrenta não apenas desafios econômicos, mas uma verdadeira crise de confiança. Vou abordar três frentes que definem o fracasso dessa administração: a insegurança fiscal, que explode nossa dívida e alimenta a inflação; a insegurança nas relações exteriores, que isola o Brasil no mundo e compromete nossa soberania; e o controle de gastos, ou melhor, a ausência dele, que transforma o orçamento público em um poço sem fundo de desperdícios e populismo. Esses problemas não são acidentes; são escolhas deliberadas de um governo que prioriza o imediatismo eleitoral sobre a estabilidade nacional. Comecemos pela insegurança fiscal, o calcanhar de Aquiles dessa gestão. Desde que o sr. Lula da Silva assumiu em 2023, o endividamento público saltou de 71,4% para 75,9% do PIB, e projeções indicam que, sem ajustes profundos, poderemos enfrentar um colapso orçamentário já em 2027. Analistas alertam para uma "bomba-relógio" fiscal: mais de R$ 300 bilhões em gastos extras foram excluídos das regras fiscais nos três anos de mandato, somando cerca de R$ 324 bilhões entre 2023 e 2025. Isso inclui precatórios, apoio a setores e renúncias de receita que mascaram o rombo real. O arcabouço fiscal, que o governo tanto alardeia, é uma ilusão: o déficit primário para 2025 foi revisado de superávit para um rombo de R$ 31 bilhões, no limite da meta de zero, exigindo congelamentos e bloqueios que paralisam investimentos essenciais. A dívida bruta atingiu 77,7% do PIB em novembro de 2024, e o descontrole alimenta a inflação projetada em 4,99% para este ano, com o dólar subindo 27% no ano passado. Lula fala em "estabilidade fiscal", mas suas ações gritam irresponsabilidade: o governo abandonou o centro da meta fiscal, optando por manobras que empurram o ajuste para o próximo presidente. Isso não é governar; é hipotecar o futuro dos brasileiros, elevando juros, pressionando o câmbio e inibindo o crescimento. A população sente na carne: preços altos, desemprego persistente e uma economia que patina enquanto o governo gasta sem freios. Agora, vamos olhar para o exterior, onde a política externa de Lula semeia insegurança e isolamento. O que era para ser uma diplomacia "ativa e altiva" virou um festival de incoerências e alinhamentos ideológicos que prejudicam o Brasil. Críticas de veículos como a The Economist classificam Lula como "incoerente no exterior e impopular em casa", e com razão: o apoio incondicional a regimes autoritários, como na Venezuela, e o distanciamento da Argentina sob Javier Milei enfraqueceram o Mercosul e nossa liderança regional. Em 2025, com a presidência do BRICS e a COP-30 em Belém, o governo já enfrenta ceticismo internacional devido a declarações impulsivas de Lula, que desgastam a imagem do Itamaraty e posicionam o Brasil como "parceiro" de ditaduras, em vez de mediador neutro. A recusa em dialogar com líderes como Milei expõe um cacoete ideológico que ignora o cenário global: diluição das relações com os EUA, resistência em recompor laços com Israel e uma postura que favorece blocos como o BRICS dominado por regimes autoritários. Isso gera insegurança nas relações exteriores, afugentando investimentos e oportunidades comerciais. Onde está a altivez? Em vez de unir o mundo em torno de temas como clima e paz, Lula toma partido em conflitos, como na Ucrânia e no Oriente Médio, criando atritos desnecessários. O resultado? Um Brasil isolado, com diplomacia presidencial intensa mas ineficaz, que prioriza afinidades pessoais sobre interesses nacionais. Essa insegurança externa não só compromete nossa economia, mas ameaça nossa posição como potência emergente. E como se não bastasse o caos interno e externo, o controle de gastos – ou a falta dele – é o terceiro pilar dessa torre de Babel governamental. O governo Lula congelou R$ 31,3 bilhões no Orçamento de 2025, com bloqueios em áreas como Cidades (R$ 4,3 bilhões) e Defesa (R$ 2,6 bilhões), para tentar cumprir metas que ele mesmo sabotou. Mas isso é paliativo: consultores da Câmara alertam para uma "paralisia" da máquina pública a partir de 2027 se não houver cortes estruturais nos gastos obrigatórios, que crescem acima da receita e comprimem investimentos discricionários. Lula diz que "não há outra medida fiscal prevista para 2025" e que o povo pobre não deve pagar por "cortes desnecessários", mas quem paga a conta é o contribuinte: inflação alta, juros reais de 9,18% e uma dívida que explode. É um governo inapto e ineficaz, mas, acima de tudo, é um governo contraditório. Vejamos o exemplo do programa Vale-Gás, lançado por Lula da Silva nos últimos dias. Esse é um auxílio que atenderá 5,9 milhões de lares, dando um pouco de alívio no orçamento doméstico daqueles que vivem em extrema pobreza, diante da alta de 30% no preço do gás. Mas aqui reside a contradição: Lula e seus aliados alardeiam que estão "tirando milhões da pobreza", enquanto o próprio Vale-Gás prova que a miséria persiste. Se a pobreza estivesse de fato sendo erradicada, por que 6 milhões de famílias ainda dependem de um auxílio para algo tão básico? Dados mostram que 10 milhões de brasileiros vivem com menos de R$ 105 por mês, e 29 milhões estão abaixo da linha da pobreza. Programas como o Vale-Gás e o Bolsa Família, que consomem R$ 180 bilhões anuais, são paliativos, não soluções. Tirar alguém da pobreza exige empregos, educação, saúde e crescimento econômico, não apenas transferências que mantêm as famílias no limiar da sobrevivência. O governo vangloria-se de números, mas a realidade é clara: a dependência de auxílios sociais refuta a narrativa de superação da pobreza. Em resumo, o governo Lula nos entrega insegurança fiscal que explode a dívida, relações exteriores que nos isolam e um descontrole de gastos que sacrifica o futuro. O Vale-Gás, embora necessário, é um espelho da incoerência: ajuda os mais pobres, mas prova que a pobreza não foi vencida, apenas maquiada. O Brasil merece um governo que entregue resultados, não promessas. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 04/09/2025entregue por escrito

    O Deputado destacou a aprovação do Projeto de Lei nº 2.850, de 2025, enfatizando sua importância para a agricultura do Acre. Explicou que a proposição busca resolver a grave insegurança jurídica causada por embargos, multas desproporcionais e apreensões realizadas pelo IBAMA e ICMBio, que afetam milhares de produtores rurais e comprometem a economia local. Ressaltou ainda que a proposta prevê anistia de infrações administrativas ambientais até 31 de dezembro de 2024, condicionada à adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), suspendendo embargos durante o processo e revisando sanções excessivas. Por fim, relatou que a medida promove equilíbrio entre preservação ambiental, justiça social e viabilidade econômica, fortalecendo o setor rural e a sustentabilidade na Amazônia Legal.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,anistia,Penalidade administrativa,Suspensão (penalidade),Embargo ambiental,Multa,Agricultura,Acre,Insegurança jurídica,Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio),Produtor rural,Cadastro Ambiental Rural (CAR),Programa de Regularização Ambiental (PRA),Preservação ambiental,Justiça social,viabilidade econômica,sustentabilidade,Amazônia Legal

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para tratar sobre um evento importante para a agricultura do Acre. Tive a honra de ser o relator do Projeto de Lei nº 2.850, de 2025, de autoria dos ilustres deputados Coronel Ulysses, do UNIÃO-AC, e Rodolfo Nogueira, do PL-MS, na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. E posso afirmar, com toda a convicção, que essa aprovação é um marco de justiça, equilíbrio e esperança para os produtores rurais do Acre e para o Brasil como um todo. Este projeto, agora aprovado na comissão, é uma resposta direta à grave instabilidade jurídica que assola o setor rural no Acre, decorrente de ações administrativas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Essas ações, frequentemente caracterizadas por embargos em massa, multas desproporcionais e apreensões sem adequado contraditório, têm gerado insegurança para milhares de produtores rurais, comprometendo a subsistência familiar, a economia local e o acesso a políticas públicas. Recentemente, o IBAMA publicou editais de notificação resultando em embargos coletivos de 4.200 propriedades rurais na Amazônia Legal, incluindo o Acre, causando forte comoção social e uma enorme insegurança jurídica. Operações conjuntas do ICMBio e forças de segurança, incluindo o uso de helicópteros, Exército e Força Nacional, têm levado à expulsão de produtores rurais da Reserva Extrativista Chico Mendes, com apreensões de rebanhos e paralisações de atividades produtivas essenciais. Em municípios como Xapuri, produtores relatam impactos devastadores na saúde e na economia, com bloqueios de CPF, restrição a crédito e perda de bens essenciais, configurando violações ao princípio da proporcionalidade. Diante desse cenário, o Projeto de Lei nº 2.850/2025 propõe uma solução equilibrada e justa. Ele dispõe sobre a anistia de infrações administrativas ambientais aplicadas até 31 de dezembro de 2024 em imóveis rurais no Acre, condicionada à inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR), à adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) e à apresentação de termo de compromisso para recuperação ou compensação ambiental. Isso significa que, ao invés de punir indiscriminadamente, oferecemos um caminho para a regularização, incentivando a recuperação de áreas degradadas sem anistiar crimes permanentes. Além disso, o projeto suspende embargos ambientais durante o processo de adesão ao PRA, especialmente aqueles que impedem atividades de subsistência, emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA) ou acesso a crédito rural, restaurando a dignidade e a viabilidade econômica dos produtores. Mas não paramos por aí. O projeto também prevê a revisão de sanções desproporcionais, declarando nulas ou revisáveis multas que ultrapassem em 10 vezes o valor venal do imóvel ou afetem bens essenciais à produção, observados os princípios constitucionais de razoabilidade, proporcionalidade e vedação ao confisco. Essa medida alinha-se a precedentes judiciais que reduzem multas por razoabilidade, promovendo justiça social e sustentabilidade. É uma resposta direta às notícias que chegam de produtores rurais no Acre enfrentando multas que ultrapassam o valor venal das propriedades ou implicam na perda de rebanhos, tratores e maquinário, muitas vezes sem observância do devido processo legal. Além disso, ações da Advocacia-Geral da União (AGU) contra supostos infratores ambientais, embora se declarem como ações de reparação de danos, apenas intensificam o conflito ao cobrar valores elevados sem mecanismos de regularização acessíveis. Resta claro que as atuais operações geram violência inédita e prejuízos a pequenos produtores consolidados. Ser autor de um relatório que aprova um projeto como este não é apenas um dever parlamentar; é um privilégio que carrega consigo a responsabilidade de transformar ideias em realidade, de dar voz às demandas do produtor rural e de pavimentar o caminho para um Brasil mais justo, mais competitivo e mais sustentável. Agradeço aos deputados Coronel Ulysses e Rodolfo Nogueira pela visão e pela coragem de apresentar um projeto que enfrenta de frente os desafios do Acre, equilibrando a preservação ambiental com o direito ao trabalho e a função social da propriedade rural, conforme os artigos 5º, 170 e 225 da Constituição Federal. E, acima de tudo, agradeço aos milhares de produtores rurais do Acre que, dia após dia, enfrentam desafios climáticos, econômicos e burocráticos, e seguem acreditando no potencial do nosso campo. Esta aprovação não é apenas uma vitória legislativa; é um sinal de que estamos no caminho certo. É um reconhecimento de que a agricultura é o motor do nosso desenvolvimento, gerando empregos, segurança alimentar e riqueza para o Brasil. É um compromisso com a justiça, com a proporcionalidade e com a sustentabilidade, valores que devem guiar nossas ações no campo e na cidade. O presente Projeto de Lei é, portanto, uma solução justa que resolve a insegurança jurídica no Acre, ao permitir a regularização de produtores rurais, desde que cumpram requisitos ambientais. A revisão de sanções desproporcionais segue precedentes legais, garantindo equidade e viabilidade, especialmente em uma região tão complexa como a Amazônia Legal. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 03/09/2025entregue por escrito

    O Deputado acusou o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva de transformar o Palácio do Planalto em “palanque eleitoral permanente”. Afirmou que, em vez de governar, Lula teria priorizado disputas políticas, citando a reunião ministerial de agosto de 2025 como exemplo de “abuso de poder”. Também questionou a ausência de rigor das instituições diante de condutas que, segundo ele, seriam semelhantes às que tornaram Jair Bolsonaro inelegível. Por fim, defendeu a atuação imparcial do TSE e cobrou que Lula governe para todos os brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,gestão,Eleição,interesse,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),atuação

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para denunciar um abuso que corrói as fundações da nossa República. O Sr. Lula da Silva está abusando do seu poder, transformando o Palácio do Planalto em um palanque eleitoral permanente, traindo a liturgia do cargo e as expectativas do povo brasileiro. Lula da Silva, em seu terceiro mandato, não governa – ele faz campanha, ignorando os graves problemas que afligem nossa nação, como o avanço do crime organizado revelado na recente Operação Carbono Oculto, e priorizando sua própria perpetuação no poder. Vejam só o que ocorreu na mais recente reunião ministerial, em agosto de 2025: um evento que deveria ser dedicado a discutir políticas públicas e soluções para o Brasil foi convertido em uma arena eleitoral descarada. Lula citou nominalmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como seu principal adversário, apontando o dedo como se estivesse em um comício, e obrigou seus ministros a vestirem bonés com slogans de campanha, como "O Brasil é dos brasileiros", evocando táticas populistas inspiradas em figuras estrangeiras como Donald Trump. Isso não é governança; é abuso de poder puro e simples, convocando auxiliares para tarefas partidárias em pleno horário oficial, enquanto o país clama por ações concretas contra a inflação, a violência e a infiltração de facções criminosas no sistema financeiro. E isso não é um incidente isolado! Não há dia ou evento oficial em que Lula não se posicione como candidato eterno, fingindo desinteresse pela reeleição enquanto passa os últimos 40 anos obcecado por disputas eleitorais – até mesmo quando era um presidiário condenado por corrupção. Nos atos públicos, ele desanca adversários, repisa motes patrióticos vazios e difunde supostas realizações como se tivesse reinventado o Brasil, ignorando o vazio programático que marcou seu mandato e o condenou a meses de amarga impopularidade. Enquanto o PCC controla bilhões em fundos de investimento e sonega impostos bilionários, como exposto na Operação Carbono Oculto, Lula prefere disputar a "paternidade" de vitórias alheias, como se o combate ao crime fosse um troféu eleitoral em vez de uma prioridade nacional. Pior ainda: Lula se enxerga acima da lei, comparando-se a enviados de Deus, messias ou heróis como Tiradentes e Getúlio Vargas, como se fosse a personificação do povo. Esse delírio narcisista agrava-se com o fim iminente de sua carreira, aos 81 anos em 2026, quando o PT terá que sobreviver sem seu "campeão de votos". Mas recordemos: Jair Bolsonaro foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral exatamente por abuso de poder semelhante, ao usar uma reunião oficial para deslegitimar o sistema eleitoral. Hoje, Lula faz o mesmo, deslegitimando a própria Presidência e as leis eleitorais que deveriam coibir esses delírios palanqueiros. Por que o mesmo critério não se aplica? Essa seletividade é uma afronta à democracia! Não podemos aceitar que o governo do Sr. Lula transforme o Brasil em um palco para egos inflados, enquanto problemas reais – como a sonegação fiscal que custa bilhões aos cofres públicos e a concorrência desleal que arruína empresários honestos – são negligenciados. É hora de exigir responsabilidade! Exigir que o presidente governe para todos, não para sua reeleição. Exigir que o TSE e as instituições atuem com imparcialidade, combatendo abusos independentemente de partidos. O Brasil merece mais do que polarizações estéreis; merece líderes que priorizem o povo, como vimos em ações efetivas contra o crime organizado capitaneado pelo Governador Tarcísio de Freitas em São Paulo, no último final de semana. Que esta minha denúncia ecoe como um chamado às instituições. Não podemos permitir que o abuso de poder se normalize, não podemos considerar republicano esse circo eleitoral disfarçado de governo! Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.
  • 02/09/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou o Governo Lula, acusando-o de incompetência e descaso na condução dos Correios, que cumulam prejuízos bilionários. Citou números do balanço do primeiro semestre de 2025, que registraram perdas bilionárias que ultrapassam o triplo dos prejuízos do mesmo período do ano anterior, atribuídas à queda de receitas provocadas por políticas equivocadas e uma administração que prioriza ideologias ultrapassadas em detrimento da eficiência e da responsabilidade fiscal. Ainda, apontou como agravante a chamada "taxa das blusinhas", imposto sobre compras internacionais de até 50 dólares, que reduziu o volume de encomendas, impactando negativamente a estatal. Além disso, relatou a carta de demissão apresentada pelo Presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, que alegou dificuldades em implementar cortes de despesas. Por fim, o Parlamentar destacou que o Governo Lula promove prejuízos não somente nos Correios, mas também ao Banco do Brasil, outra estatal, e cobrou responsabilidade e explicações por parte do Governo, a fim de quebrar o ciclo vicioso de má gestão e impostos disfarçados de proteção.

    Palavras-chave oficiais: Correios do Brasil (Correios),Empresa estatal,Prejuízo,Política pública,Ideologia,eficiência,Responsabilidade fiscal,Taxa das Blusinhas (2024),Demissão,Presidente,Governo federal,Banco do Brasil (BB),Imposto de Importação,Tributação

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO ROBERTO DUARTE (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, venho a estra tribuna para denunciar mais um capítulo da incompetência e do descaso do governo Lula com as instituições públicas e com o bolso do cidadão comum. Os Correios, outrora um orgulho nacional, uma estatal que conectava o Brasil de ponta a ponta, agora afunda em um mar de prejuízos astronômicos, e tudo isso sob a batuta de um administração que prioriza ideologias ultrapassadas em detrimento da eficiência e da responsabilidade fiscal. Vejam só os números, frios e implacáveis, revelados no balanço do primeiro semestre deste ano: um prejuízo que mais que triplicou, alcançando a absurda marca de R$ 4,37 bilhões! No mesmo período do ano passado, o rombo era de "apenas" R$ 1,35 bilhão. Isso não é um acidente; é o resultado direto de uma gestão desastrosa. No primeiro trimestre, já tínhamos R$ 1,72 bilhão de perdas, e no segundo, o buraco aprofundou para R$ 2,64 bilhões. E o que faz o governo? Cogita injetar mais dinheiro público, dinheiro do contribuinte, para tapar esse fosso sem fim. Mas o que está por trás dessa catástrofe? Gastos com pessoal e despesas administrativas que explodem, investimentos ampliados sem critério, e uma receita que despenca 11,8%, caindo de R$ 9,283 bilhões em 2024 para R$ 8,185 bilhões agora. E a justificativa oficial da direção dos Correios? A famigerada "taxa das blusinhas"! Sim, senhores, esse imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, implementado a partir de 1º de agosto de 2024, é apontado como culpado pela perda de receitas. Uma política do governo Lula que, em nome de proteger a indústria nacional – ou seria proteger interesses corporativos? –, taxa as pequenas compras do povo, aquelas blusinhas baratas vindas do exterior que aliviam o orçamento das famílias humildes. Ora, vejam a ironia: o governo cria uma taxa que supostamente beneficia o país, mas na prática, ela asfixia os Correios, reduz o volume de encomendas internacionais – que eram uma fonte vital de receita para a estatal – e agrava a crise financeira. Resultado? O presidente dos Correios, Fabiano Silva dos Santos, entrega sua carta de demissão ao presidente Lula no início de julho, alegando dificuldades em implementar cortes de despesas. Mas ele ainda está no cargo, aguardando uma "solução" que nunca vem, enquanto a empresa sangra e o povo paga a conta. Isso é o retrato fiel do governo Lula: promessas vazias, intervencionismo estatal que só gera ineficiência, e políticas populistas que, no fim das contas, penalizam o trabalhador. A "taxa das blusinhas" não é só um imposto; é um símbolo do quanto esse governo desconhece a realidade econômica. Em vez de modernizar os Correios, reduzir burocracia e atrair investimentos privados, optam por mais impostos e mais controle, levando a estatal à beira do colapso. E quem sofre? Nós, os brasileiros, com serviços postais cada vez mais caros e ineficientes, e um erário público drenado para sustentar essa bagunça. A grande realização do governo Lula é promover o prejuízo em uma estatal de logística e em um Banco, o Banco do Brasil. O prejuízo e a corrupção são as marcas do Sr Lula da Silva. É hora de cobrar responsabilidade. Lula e sua equipe precisam explicar por que permitem que os Correios acumulem prejuízos bilionários enquanto o povo luta para sobreviver à inflação e ao desemprego. Não aceitaremos mais esse ciclo vicioso de má gestão e impostos disfarçados de proteção. Era o que tinha a dizer. Solicito que meu pronunciamento seja divulgado na Voz do Brasil e nos demais órgãos de comunicação desta Casa.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.