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Foto de Ricardo Salles

Deputado · Câmara

Ricardo Salles

NOVO · SP

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Ricardo de Aquino Salles · 51 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 70 de 100, Tá no Caminho0406080100

70/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 28% dos deputados · média do partido: 90

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 85%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 65%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 69%

    discursos na tribuna (percentil)

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.ricardosalles@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5458
Gabinete
Gabinete 458, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

85%

Esteve em 331 de 391 sessões

Melhor que 11% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

65%

Registrou voto em 735 de 1.128 votações nominais

Melhor que 14% dos deputadosMédia do partido: 90%

Iniciativas que viraram lei

0

de 10 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 5 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

17%

Em 582 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 0% dos deputadosMédia do partido: 19%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

55 discursos na tribuna · de 08/02/2023 a 25/02/2026.

  • 25/02/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou a condução econômica do Governo Federal, apontando aumento de gastos, políticas fiscais que classificou como expansivas e riscos de desequilíbrio das contas públicas. Avaliou que medidas adotadas poderiam gerar impactos negativos no médio prazo, especialmente sobre inflação, juros e confiança de investidores. Também mencionou programas governamentais e propostas em debate no Congresso, argumentando que careceriam de base técnica e poderiam comprometer a sustentabilidade fiscal. Além disso, citou episódios recentes envolvendo instituições e políticas públicas para sustentar críticas à gestão. Ao final, projetou cenário econômico adverso e defendeu mudança de rumo político nas próximas eleições como alternativa para o país.

    Palavras-chave oficiais: Política fiscal,Despesa pública,Política econômica,Contas públicas,Inflação,Juros,Sustentabilidade econômica,Política pública,Gestão pública,Eleições,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Brasil vive, talvez, o ápice da sua crise moral e antessala da crise econômica. Aqueles que desconhecem, ou escondem de propósito, a expectativa de que o próximo ano, 2027, seja um ano muito perigoso para a economia o fazem apenas por motivo eleitoreiro. O Brasil seguiu o pior caminho que poderia, com excesso de gasto, irresponsabilidade fiscal, toda uma série de programas que não têm fundamento, tampouco geram produtividade. O Governo Lula, no afã de se reeleger, vem adotando diversas bandeiras e programas que são de aprofundamento da irresponsabilidade fiscal, haja vista inclusive esse projeto, sem o menor cálculo e o menor cuidado, que vai trazer a mudança da escala 6 por 1 e tantos outros que se pretende implementar, que refletem o pensamento da cortesia com chapéu dos outros. Esse Governo faz cortesia com chapéu dos outros, vai criando uma tempestade fiscal que, no ano de 2027, vai explodir no colo dos brasileiros. Obviamente, isso explode sempre no colo dos mais pobres e da classe média. É um Governo que elege — na sua história sempre foi assim — os campeões nacionais que, não por coincidência, em geral, têm rolo de financiamento de campanha dos políticos de esquerda, aliás, ligados inclusive a filhos, esposas de políticos de esquerda. Nós estamos vendo recentemente, no caso do Banco Master e do INSS, envolvimento até do filho do Presidente da República, que, aliás, se mandou para a Europa para não ser responsabilizado. E o Brasil vai assistindo ao escândalo do INSS, dos velhinhos, à quebra dos Correios novamente, ao desvio em todos os fundos de pensão, ao desequilíbrio completo das contas públicas, aos juros na estratosfera, porque ninguém quer emprestar para um Governo com risco de insolvência, ao dólar lá nas alturas — embora, por uma questão conjuntural internacional, tenha reduzido um pouco, mas ainda há uma grande desconfiança sobre a capacidade de pagamento do Brasil. O Governo Lula está seguindo a fórmula de todos os países que deram errado, exatamente a mesma cartilha que levou o Brasil a explodir no colo da Dilma. Só que quem fez o Brasil explodir no colo da Dilma foi a má gestão, o desequilíbrio e a irresponsabilidade do Presidente Lula nos seus dois primeiros mandatos. Esse filme está se repetindo só que em uma situação em que o Brasil está muito mais perigoso do ponto de vista de segurança, explodindo jogo, bets, liberação de droga. Tudo o que não presta no Brasil está fazendo essa tempestade perfeita. E a única maneira efetiva de nós nos livrarmos disso é nos livrarmos do Presidente Lula e do PT nessas próximas eleições. Obrigado.
  • 10/12/2025pela ordemOrdem do Dia
    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a noite de hoje é uma lição para a parte mais carnívora do PSOL. Em respeito aos Deputados do PSOL que sempre pregaram e atuaram de forma raivosa, nós devemos destacar aqui o que eles hoje veem, como vê a Deputada Talíria, a Deputada Jandira Feghali e outros, inclusive a própria Deputada Sâmia Bomfim, que chorou aqui, relatando os problemas da família dela, com os quais nós somos solidários. Mas não nos esquecemos de todos os episódios de desrespeito, agressão e uma série de atitudes que esse pessoal teve. E não se diga que nós estamos criticando a Esquerda. Está aqui ao meu lado o Deputado Tarcísio, o Deputado Arlindo Chinaglia, o Deputado Renildo Calheiros, o Deputado Chico Alencar, que sempre agiram com a mais absoluta cortesia com todos. Agora nós nos vemos diante de um pedido daqueles que sempre atacam... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Como orienta a Maioria? (Pausa.) O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP) - Posso concluir a orientação, Presidente? O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Concedo 10 segundos a V.Exa. O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP) - Por essa razão, o Partido Novo, em respeito ao relatório do Deputado Paulo Magalhães, orienta "não".
  • 15/10/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou a gestão do Governo Lula, afirmando que o País regrediu nos últimos três anos, com estatais como os Correios enfrentando rombos e a administração pública marcada por corrupção e má gestão. Comparou a situação com o governo anterior, que, apesar de crises como a pandemia e a guerra na Ucrânia, manteve as estatais equilibradas e reduziu a relação entre custo do funcionalismo e dívida pública. Denunciou também a presença de máfias em diversos setores, incluindo INSS, combustível e apostas, afirmando que o País está caminhando para trás e pedindo que a classe política dê respostas à sociedade.

    Palavras-chave oficiais: gestão,Governo federal,comparação,Governo,Ex-presidente da República,Administração pública,Empresa estatal,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Dívida pública,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Combustível,Aposta

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje pela manhã, lendo as notícias — inclusive a que talvez seja a mais chocante delas, trazida há pouco pelo Deputado Jordy, que dá conta do rombo nos Correios e, portanto, do grande prejuízo que terá que ser, mais uma vez, reparado pelo contribuinte —, veio-me à mente o quanto nós estamos andando para trás nesses últimos 3 anos, praticamente, do atual Governo. O Governo anterior passou pela dificuldade da pandemia, muito grave, pelos primeiros e mais duradouros efeitos da guerra entre Ucrânia e Rússia e, ainda assim, entregou um País em que todas as estatais estavam no azul — todas, sem exceção — e todos os programas governamentais estavam no azul. Apesar de todos esses problemas — pandemia e guerra —, o Governo conseguiu alcançar um nível surpreendente de desenvolvimento e de estabilidade da dívida pública. Foi a primeira vez na história em que se reduziu, inclusive, a relação entre o custo do funcionalismo e o custo de carregamento da dívida, vis-à-vis o PIB. O que nós estamos vendo hoje? Um País dominado pela imoralidade e pelo crime organizado — que, por sua vez, utiliza vários expedientes para lavar dinheiro, entre eles, essa jogatina que se tornou o Brasil, um grande cassino a céu aberto, com ligações espúrias entre bancos picaretas, máfia do combustível, máfia de bets, máfia de tudo quanto é tipo, inclusive aquelas que agora estão sendo investigadas na CPMI do INSS, que trata do roubo aos velhinhos. Que País é esse que nós vamos entregar aos nossos filhos e netos? Um País que, em vez de andar para frente, consegue restabelecer todos os escândalos e todos os procedimentos de má administração e corrupção que nós imaginávamos estar em franca decadência — ou seja, em extinção — e foram todos reavivados nesses últimos 3 anos. Que País é este que, em vez de avançar, só anda para trás? Que, em vez de moralizar as coisas, escancara o descalabro e a falta de consideração com o contribuinte, com o brasileiro, com a família? Nós estamos passando o pior recado possível à sociedade brasileira: o de que vale tudo, da máfia do INSS à quebradeira dos Correios, de empresas públicas sucateadas à existência de gente desqualificada em cargos públicos, passando pela máfia do combustível e por bancos picaretas. Enfim, que País é este? A classe política precisa, independentemente da filiação partidária, dar uma resposta à sociedade, e tenho certeza de que esta Casa o fará. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação da Casa, em especial no programa A Voz do Brasil.
  • 20/08/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou a votação simbólica ocorrida recentemente sobre a proteção de crianças e jovens, alegando que o tema foi usado como pretexto pelo Governo, pela Esquerda e por integrantes do Centrão para restringir o debate e a liberdade de expressão nas redes sociais. Defendeu a retomada do diálogo e do bom senso na discussão do assunto. Além disso, celebrou a eleição do Senador Carlos Viana para a CPMI do roubo de aposentadorias, destacando a indicação do Deputado Alfredo Gaspar como relator, enfatizando a importância de investigar a fraude que atingiu aposentados, considerados pessoas vulneráveis.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,proteção,Criança,Adolescente,Ambiente virtual,Votação simbólica,Governo,Esquerda política,Centrão,Liberdade de expressão,Rede social,Debate Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Fraude,Aposentado,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Relatoria

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na data de ontem, nesta Casa, nós assistimos ao mais evidente atropelo do Regimento e das prerrogativas parlamentares, quando, de forma súbita, se fez uma votação simbólica num tema tão importante, que diz respeito ao cuidado das crianças, dos jovens, a chamada adultização ou sexualização. Embora relevantíssimo, o tema tem sido usado como pretexto pelo Governo, pela Esquerda e por alguns integrantes do Centrão, para reduzir o alcance das redes sociais e da liberdade de expressão, porque aquele que não tem o que falar teme os que falam e, consequentemente, quer reduzir a capacidade de falar. Ganham eleições com dinheiro e com cargos e não querem voto de opinião na política brasileira. Esse mesmo grupo, ao promover uma votação simbólica em tema tão importante, faz exatamente o contrário do que apregoa, ou seja, reduz a discussão, reduz o campo de debate. Espero que, na data de hoje, prevaleça o bom senso e possam ser construídos, como tenho visto aqui, alguns esforços para que um acordo que realmente reflita o espírito de debate desta Casa restabeleça as boas condições neste assunto. Na parte da manhã, hoje, o Governo tomou um susto com a eleição do Senador Carlos Viana para a CPMI do roubo dos velhinhos do INSS. O Senador, por sua vez, teve a grandeza de indicar nosso colega, o grande Deputado Alfredo Gaspar, para Relator. O Deputado Alfredo Gaspar, que foi Procurador-Geral de Justiça no seu Estado de Alagoas, fará um trabalho técnico brilhante, de aprofundamento, de esclarecimento de todo esse escândalo vergonhoso de roubo de aposentadorias, de roubo de aposentados no Brasil. Não pode um País, sobretudo um Governo que diz defender os mais fracos, os pobres, permitir que, debaixo das suas barbas, dentro da sua estrutura governamental, tenha-se promovido uma roubalheira tão grande em cima de pessoas tão frágeis quanto os aposentados. Então, é de se comemorar que hoje, ao contrário do que se encaminhava, não se constituiu um grupo para engavetar as investigações na CPMI, mas, pelo contrário, uma boa Presidência, a do Senador Carlos Viana e uma excelente relatoria, com o nosso colega Deputado Alfredo Gaspar. Agradeço, Sr. Presidente.
  • 10/06/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que o crime organizado se espalhou pelas instâncias de poder, pelas polícias e pelas universidades, enquanto o País atravessa uma crise moral. Citou como problemas a liberação das drogas, o enfraquecimento da família, o crescimento das apostas on-line, escândalos no INSS, a presença do MST nas fazendas e a violência. Informou que, neste momento, o ex-Presidente Jair Bolsonaro presta depoimento ao STF sobre um golpe que, na visão dele, não aconteceu, junto com outros ex-membros do Governo, como o General Heleno.

    Palavras-chave oficiais: Brasil,degradação,Crime organizado,Entorpecente,liberação,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Aposta esportiva Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Depoimento,Golpe de Estado,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, esta semana eu tive a oportunidade de assistir a uma série — é até engraçado que ela tenha já duas temporadas — chamada DNA do Crime, que está na Netflix. Essa série DNA do Crime é uma pequena amostra de como o crime organizado se espalhou e se infiltrou no Brasil. Mostra a quantidade de criminosos em braços do Poder Executivo e do Poder Legislativo, e até com acobertamento, em certos casos, como diz a série, do Poder Judiciário, imiscuindo-se também nas polícias. Trata-se de um sintoma dessa degradação moral por que passa o nosso País. O crime organizado se espalhou para dentro da política, espalhou-se para as instituições, espalhou-se para as universidades. Somos um país que, infelizmente, durante muitos anos, criminalizou o trabalho policial e infantilizou o bandido. Por outro lado, temos a degradação moral que permeia o nosso País com a liberação das drogas — o que alguns tentam aprovar —, o enfraquecimento da família, o crescimento vertiginoso das chamadas bets, essas apostas on-line que estão destruindo o nosso País também, tirando dinheiro das pessoas e mandando-o sabe-se lá para onde, para qual paraíso fiscal. Temos ainda o escândalo do INSS, que este Governo protagonizou, roubando o dinheiro dos velhinhos através dos sindicatos. Há inclusive um que tem como membro dirigente o irmão do Presidente da República. E isto sem falar no acossamento do agronegócio para dentro da porteira, com o MST, a invasão de terras, a criminalidade de todo tipo. Enfim, o Brasil vive uma crise moral muito grave. Se nós não pudermos, neste momento, colocar as coisas no seu devido lugar, nós não vamos conseguir mais viver neste País, do jeito que as coisas estão acontecendo. Neste exato momento em que eu profiro este discurso aqui na Câmara dos Deputados, está depondo no Supremo Tribunal Federal o ex-Presidente Jair Bolsonaro, sobre um golpe que não existiu. E também vários Ministros, muitos dos quais foram meus colegas de Governo, gente muito honrada. E vi ontem o General Heleno, que é uma pessoa excepcional, sendo obrigado a depor sobre fatos absolutamente inverídicos ou distorcidos. Eu espero realmente que o Brasil passe rápido deste momento triste e se livre dessa chaga da esquerda latino-americana, que hoje é representada pelo atual Presidente Lula, faz com que o Brasil vá para trás e se inspire nos piores exemplos do mundo. Espero que nós consigamos nos livrar disso a partir de 2026. Peço a V.Exa. a veiculação deste discurso nos Anais da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 28/05/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou o que chamou de “promiscuidade institucional” no Brasil. Denunciou a suposta infiltração de interesses ilegítimos, como grupos de lobby, crime organizado e esquemas de lavagem de dinheiro, em diferentes esferas do poder, incluindo o Legislativo e órgãos de controle e fiscalização. Afirmou que essa contaminação compromete o avanço do país em áreas essenciais como educação, saúde e transporte. Também criticou a atual gestão federal, que classificou como incompetente e envolvida em escândalos de corrupção, citando como exemplo recente o caso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Também condenou o crescimento das plataformas de apostas online ("bets"). Por fim, defendeu um retorno a valores como respeito à propriedade privada, valorização da família e incentivo à produção como caminho para tirar o Brasil do que chamou de “beira do abismo”.

    Palavras-chave oficiais: Lobby,Crime organizado,Lavagem de dinheiro,Gestão pública,Administração pública,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Governo federal Aposta esportiva,Crime contra a economia popular Propriedade particular,Família,valorização

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, é impressionante assistir aos jornais, ler as reportagens que têm permeado o noticiário brasileiro nos últimos tempos e, infelizmente, tristemente, averiguar o nível de promiscuidade da relação existente entre grupos de lobby, grupos de interesse, crime organizado, lavagem de dinheiro, autoridades das mais diversas esferas, Legislativo nas mais diversas esferas, contaminado em maior ou menor escala. O que nós estamos vendo no Brasil de hoje é, efetivamente, a tomada do crime sobre a população, sobre a sociedade. Crime esse que tem as mais variadas facetas e modalidades de atuação. A bem da verdade, a cada dia, está ficando mais difícil para os brasileiros que trabalham, que querem criar seus filhos, dar bons exemplos, assimilar, constatar o nível deste aparelhamento que as mais variadas formas de crime tomaram no nosso País. A gente vê controle sobre agências, controle sobre órgãos de verificação, controle sobre órgãos de controle de contas. Quer dizer, é um nível de aparelhamento, de infiltração sem precedentes. É preciso que a sociedade tome ciência disso e que a classe política, por sua vez, que representa a sociedade brasileira, adote uma postura de absoluta intransigência com essa situação a que chegamos. Nós não vamos conseguir fazer este País avançar, seja na educação, seja na saúde, seja no transporte, seja qualquer área, enquanto houver este nível de contaminação das instituições, das autoridades. Nós estamos vendo isso a cada dia. Paralelo a isso, para piorar, o País está afundando com uma gestão executiva incompetente, já com inúmeros casos de corrupção, como esse do INSS que vimos recentemente, mas há muitos outros. Nós estamos vendo, por outro lado, a riqueza nacional se esvair nessas bets que tomaram conta do País, dinheiro fácil que é dragado do povo brasileiro sem gerar um único emprego aqui dentro, ou seja, o Brasil está à beira do abismo. É preciso recolocar as coisas nos trilhos, restabelecer os padrões de conduta, de respeito à propriedade privada, a quem produz, à família, enfim, todas as questões que estão presentes nos países que conseguiram prosperar e que têm sido deixadas de lado no Brasil. Peço a V.Exa. a veiculação desta fala nas redes da Câmara e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 27/05/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado fundamentou sua posição contrária ao Substitutivo ao Projeto de Lei nº 6.969, de 2013, que institui a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar). Ressaltou que o grupo do Partido Liberal (PL) ligado ao ex-Presidente Bolsonaro rejeitou o texto por considerá-lo como instrumento de restrição ao desenvolvimento econômico, sob o pretexto de proteção ambiental. Adicionalmente, criticou o texto oriundo do ex-Ministro Sarney Filho, a quem responsabilizou por um sistema ambiental que inviabiliza o progresso regional e contribui para a pobreza na Amazônia e no Nordeste. Por fim, reiterou sua oposição a metodologias que prejudicam o crescimento econômico do País.

    Palavras-chave oficiais: Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar),Partido Liberal (PL),Ex-presidente da República,Desenvolvimento econômico,Política ambiental,Ex-ministro de Estado,Ministério do Meio Ambiente (1999-2023),Desenvolvimento regional,Região Nordeste,Região Amazônica,Pobreza,Crescimento econômico

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Agradeço o comentário do nobre colega. Primeiro, eu queria dizer que foi graças a esses posicionamentos que eu saí do partido, mas não é só isso. Aqui há uma ala do Partido Liberal que realmente é Governo. A parte do nosso Partido Liberal que é Bolsonaro obviamente não concorda com esse texto e não concordaria, porque entende a importância do desenvolvimento econômico e conhece as manobras do setor ambiental para colocar, em meio a boas ideias, muitas restrições. Isso não seria exceção num texto vindo justamente de Sarney Filho, que foi um dos Ministros que mais colaborou para esse sistema brasileiro que impede o desenvolvimento. Graças a isso, jogam-se regiões do Brasil como um todo, inclusive Amazônia e Nordeste, na pobreza. Portanto, jamais estaríamos favoráveis a esse tipo de metodologia. Obrigado.
  • 27/05/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do inciso XVIII, do art. 5º do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 6.969, de 2013, que institui a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar) e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Assim como foi dito há pouco, esse é um projeto que conflita claramente com a Lei do Licenciamento Ambiental. Se, por um lado, nós queremos que o País tenha um avanço equilibrado, de bom senso entre a economia, a geração de emprego e riqueza, etc., nós não podemos ter, por outro lado, uma legislação que congela o País, uma legislação que tem por objetivo transformar o Brasil num grande parque e com imobilidade. Isso vem da demarcação de terra indígena, de áreas quilombolas, de unidades de conservação. Se nós queremos desenvolvimento, não podemos travar o País dessa forma. Essa regra, em tese, muito boa, traz consigo uma série de restrições camufladas de bons conceitos. Portanto, a nossa orientação é "não".
  • 27/05/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 6.969, de 2013, que institui a Política Nacional para a Conservação e o Uso Sustentável do Bioma Marinho Brasileiro (PNCMar) e dá outras providências. Ademais, ponderou que a proposição em apreço entra em choque com o Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, conhecido como Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que acabou de ser aprovado no Senado e será apreciado brevemente pela Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário Projeto de lei ordinária,Lei geral,Licenciamento ambiental,Senado Federal,Câmara dos Deputados,Deliberação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Partido Novo gostaria de chamar a atenção de todos os Deputados para um aspecto: a aprovação deste projeto é claramente uma esquizofrenia legislativa em relação ao licenciamento ambiental que acaba de ser aprovado em regime de urgência no Senado. Esta Casa aprovou, em caráter originário, o licenciamento ambiental, que, por sua vez, dormiu em berço esplêndido no Senado, até que, finalmente, em razão de vários interesses, sobretudo do Amapá, fosse aprovado naquela Casa. Muito bem. Este projeto voltará para ser aprovado aqui. Só que o projeto que foi aprovado no Senado e voltará para cá será parcialmente anulado pelo que se vota hoje, porque hoje se impõe restrição ao direito de legislar, conselhos, uma série de conceitos que, ao fim e ao cabo, atrapalham o licenciamento ambiental. Portanto, o Partido Novo vota "não" a este projeto.
  • 06/05/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou o projeto que propõe o aumento do número de Deputados Federais, classificando-o como um desrespeito à população em meio a uma crise moral que atinge diversas esferas de Poder. Alertou que a aprovação da proposta representaria mais gastos públicos com assessores, gabinetes e benefícios parlamentares. Embora tenha reconhecido que São Paulo, Estado que representa, é sub-representado na Câmara, defendeu que este não é o momento para mudanças que ampliem despesas. Ademais, afirmou que os Parlamentares que apoiarem a proposta serão cobrados nas eleições.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,aumento,número,Deputado federal,Representatividade política,Câmara dos Deputados,Despesa pública,contrariedade,Eleição,São Paulo (Estado)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, no Brasil, nós vivemos uma crise moral, que afeta membros do Poder Legislativo, nas suas três esferas; membros das áreas jurídicas; membros das áreas policiais; e assim por diante. A sociedade tem assistido à degradação moral das suas lideranças. Em meio a essa degradação moral, nós nos deparamos hoje com um PLP que nos traz a discussão sobre aumento da quantidade de Deputados Federais nesta Casa, supostamente para fazer justiça quanto à proporcionalidade, à representatividade de Estados. Eu queria dizer aos nobres colegas, independentemente de partido ou Estado que aqui representem, que o voto favorável a esse projeto é um tapa na cara da sociedade brasileira. Em meio a tudo a que estamos assistindo, ver alguém votar para aumentar a quantidade de Deputados, assessores, gabinetes, apartamentos funcionais e todas as despesas inerentes ao exercício do mandato parlamentar é caçoar da sociedade brasileira. Espero que Deputados e Deputadas que aqui estão, independentemente do Estado que representem e dos partidos que integrem, tenham a dignidade e o respeito ao eleitor brasileiro de votar "não" a esta excrescência, a alteração da quantidade de Deputados na Câmara Federal. Haverá eleições no próximo ano, e tenho certeza de que aqueles que votarem a favor desta proposta indecorosa serão duramente cobrados pelos seus eleitores nos seus Estados. Aqui não se trata só de defender a proporcionalidade do seu ou de outro Estado. Eu posso falar isso tranquilamente porque São Paulo, que honrosamente represento com 640 mil votos, é o Estado mais prejudicado de todo o País do ponto de vista de sub-representação. Pela atual quantidade de habitantes do nosso País, São Paulo deveria ter, entre os 513, 111 Deputados, mas tem apenas setenta, e territórios que se converteram em Estados, que deveriam ter dois Deputados, têm oito. Portanto, São Paulo e os paulistas têm toda a legitimidade para tratar desse assunto, porque somos, como eu já disse, os mais prejudicados. Ainda assim, nada justifica, neste momento, que se aumente o número de Deputados Federais, repassando-se esse custo para a sociedade. Sr. Presidente, agradeço a oportunidade e peço que este pronunciamento seja veiculado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 23/04/2025discussãoOrdem do Dia

    O Deputado discutiu o Projeto de lei nº 3.469, de 2024, que altera a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 – Código Brasileiro de Aeronáutica, e a Lei nº 7.957, de 20 de dezembro de 1989, para dispor sobre medidas de aumento da capacidade de resposta do Poder Público frente às ocorrências de incêndios florestais e demais hipóteses que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, este assunto de combate às queimadas e proteção florestal é um assunto de relevância no mundo e, obviamente, no Brasil também, sobretudo neste momento em que, em pleno Governo Lula, sob a administração da Marina Silva no Ministério do Meio Ambiente, batem-se recordes, em todos os biomas brasileiros, de queimadas e focos de incêndio. A ideia de trazer pilotos e permitir a flexibilização de tripulações é uma ideia boa. O problema é que, em toda ideia boa de origem deste Governo ou da base, o Governo acaba inserindo alguma coisa que não é boa. O que nós estamos vendo desta vez, de inserção de coisas que não são boas? Insere-se um fundo fora do Orçamento num país que já está com a sua credibilidade fiscal bastante abalada justamente pelo malabarismo que está sendo feito sob o ponto de vista contábil. É mais um fundo extraorçamento para ser gerenciado, por sua vez, por um conselho que não tem legitimidade. Este é o mal dessas políticas propagadas pela Esquerda: é conselho, conselho e conselho de gente que não tem voto, não tem representatividade e quer ter a gestão não só do Orçamento, mas também da regulamentação, da normatização do nosso País. Isso trabalha, meus Srs. Deputados e minhas Sras. Deputadas, em detrimento desta Casa. Os senhores e as senhoras se elegem Parlamentares, buscam voto e legitimam o seu mandato, e vem um burocrata que não tem um voto e vai decidir para onde vai o dinheiro e que norma vai ser aplicada. Nós temos que combater esse mal de conselhos e fundos autônomos, geridos por grupos autônomos, que se sentem fora da tutela estatal. Isso é recorrente e acontece em várias áreas, mas, na área ambiental, infelizmente, é algo ainda mais frequente, quer seja porque querem escapar, muitas vezes, da fiscalização dos órgãos de controle, quer seja porque não querem prestar contas à sociedade. E sabe-se lá quais outros malabarismos são feitos. O aprendizado com essas questões é importante. Esta Casa é composta por Deputados, que, independentemente dos partidos e dos Estados por que são eleitos, vêm para cá com legitimidade e votam normas que entregam essa legitimidade e uma autonomia a burocratas que não têm um voto sequer. Espero que a Casa aprenda o que está votando e entenda que nós estamos perdendo, cada vez mais, as nossas funções de Parlamentares e de representantes do povo para uma burocracia que se sente acima do bem e do mal. Muito obrigado.
  • 25/02/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado criticou o Governo atual ao apontar o aumento do preço dos alimentos, como ovos e picanha, o elevado nível dos juros e a alta do dólar. Também lamentou a situação da saúde no País, destacando a falta de vacinas contra a dengue. Fez um questionamento à Oposição, sugerindo que a "turma da maconha" deveria refletir sobre o estado do País que estará sendo entregue em 2026. Finalizou destacando a atual situação econômica e social como um reflexo das políticas do Governo.

    Palavras-chave oficiais: aumento,Preço,Alimento,Política econômica,Crítica Vacina,Dengue,Falta,Saúde pública

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esta minha fala é só em razão da citação que recebi aqui da turma da maconha. Eu queria dizer o seguinte: este Governo jogou o preço do ovo e da picanha para cima; os juros estão lá em cima; o dólar está lá em cima. O País está indo absolutamente para a ruína. A saúde está jogada às traças. Não há nem vacina contra a dengue. Aí vem a turma da maconha criticar o Governo Bolsonaro? Essa turma está precisando olhar no espelho, de fato, e ver o País que eles vão entregar na hora em que eles saírem em 2026. Muito obrigado.
  • 12/02/2025encaminhamento de votaçãoOrdem do Dia

    O Deputado encaminhou a votação do Projeto de lei n° 2.215, de 2024, que institui o Dia Nacional para a Ação Climática. Também criticou a realização da COP em Belém (PA), chamando-a de “COP da Mentira” e alegando que o evento esconderia problemas socioambientais da região. Defendeu que prioridade do País deveria ser a adaptação às mudanças climáticas com investimentos em infraestrutura, em vez de discursos e conferências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,contrário Belém (PA),Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança de Clima (COP),Crítica,Mudança climática,Infraestrutura,Defesa

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, esta propositura tem a pior origem que pode haver dentro da área ambiental internacionalmente. A origem desta propositura está nos maiores "ecoxiitas" do planeta, que é o Greenpeace. Entretanto, não bastasse a sua origem ser nos "ecoxiitas", nós estamos ouvindo aqui falas atrás de falas nestas tribunas fazendo menção à história da boiada, justamente por aqueles que, já há 2 anos, sabemos, envolvem-se com ONGs, com recursos de ONGs, amigos do MST, exploradores do MST. A pior fatia da classe política brasileira vem aqui defender as piores ideias. Esta propositura sobre o dia da mudança climática só vai servir para esses grupos organizados tirarem cada vez mais dinheiro do contribuinte brasileiro. É esquema de ONG, é esquema de pesquisa que nunca termina, é esquema de superfaturamento de salário de funcionário da área de pesquisa, é tudo quanto é estratégia que usa pesquisas e trabalhos que nada mais são do que simplesmente um pretexto para enriquecer e financiar tudo o que não presta no nosso País. Esse estudo que foi feito lá fora sobre o que a USAID financiou, inclusive com recurso de George Soros, demonstrou bem quem vem recebendo milhões e milhões de reais para usar esses temas bonitinhos, colocar dinheiro no bolso, financiar o que não presta e deixar o brasileiro isolado, iludido, desacreditado. Não será com o dia da mudança climática que nós vamos resolver o problema. Aliás, o problema da mudança climática propriamente dito tem que ter o empenho dos países ricos. O Brasil deveria usar os parcos recursos que tem para fazer adaptação, para melhorar a infraestrutura, e melhorar com coisas tangíveis, não com essa eterna farra de palestra, de estudo, de discurso e de viagens, de se preparar para essa "COP da Mentira", que o Presidente Lula está criando para fazer lá em Belém no final do ano. Essa vai ser a verdadeira "COP da Mentira". Se as pessoas quiserem saber de verdade qual é a condição ambiental dessa COP, vão antes dela e visitem as favelas, as comunidades, as palafitas, e vejam a falta de saneamento, a má coleta de lixo e tantos problemas, tantas mazelas que aquele Estado tem e que serão escondidas nessa "COP da Mentira". Por essa razão, Sr. Presidente, quem tiver verdadeiro compromisso com o meio ambiente, e não com a demagogia e com a hipocrisia, vota contra essa iniciativa dos "ecoxiitas". Obrigado.
  • 12/02/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado recebeu o Prefeito eleito de Araçatuba (SP), Lucas Zanatta, destacando sua trajetória política e o trabalho realizado na cidade. Informou que Zanatta foi Vereador e é reconhecido por sua atuação na área de saúde, especialmente no apoio à Santa Casa de Araçatuba (SP). Também mencionou o apoio financeiro destinado à saúde, com um repasse de 15 bilhões de reais no ano anterior. Por fim, expressou confiança no trabalho que o Prefeito realizará à frente da cidade, reconhecendo seu compromisso com a população e o agronegócio local.

    Palavras-chave oficiais: Prefeito,Araçatuba (SP),Saudação,Saúde pública

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu tenho o prazer de receber aqui, hoje, o Prefeito eleito de Araçatuba, Lucas Zanatta, que já era Vereador na cidade, graças ao bom trabalho que fez na importante cidade de Araçatuba, que é um polo de agronegócio no Estado de São Paulo. Nosso Prefeito Lucas Zanatta vai fazer um excelente trabalho. Ele e seu pai, médico conhecido na região, Dr. Zanatta, já ajudaram fazendo um trabalho excepcional na saúde, em especial na Santa Casa de Araçatuba, para onde nós destinamos, no ano passado, 15 bilhões de reais. Então, o Prefeito Zanatta nos dá a honra de estar aqui na Câmara dos Deputados. Muito obrigado.
  • 18/12/2024pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda aglutinativa substitutiva à Proposta de Emenda à constituição nº 31, de 2007, que altera o Sistema Tributário Nacional, unifica a legislação do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, dentre outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa substitutiva global,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Novo (NOVO),Voto contrário

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a notícia que circula nos jornais já é uma temperatura do que se tenta armar nesta Casa hoje: Câmara desidrata pacote de Haddad e permite bloqueio só de parte das emendas parlamentares. Essa é a narrativa do Governo. O Governo diz que tenta fazer o equilíbrio e que apresenta um pacote e, assim, joga nas costas da Câmara dos Deputados, na verdade, aquilo que ele mesmo quer, que é não ter controle nenhum. Ficamos nós com o ônus de dizer que o pacote está emagrecido, e o Governo, com a narrativa de que tentou efetivamente fazer um pacote para valer. Portanto, para que não haja mentiras nem hipocrisias, evidentemente, a nossa orientação é "não".
  • 17/12/2024pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 210, de 2024, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, que institui regime fiscal sustentável para garantir a estabilidade macroeconômica do País e criar as condições adequadas ao crescimento socioeconômico, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Voto contrário,Partido Novo (NOVO)

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós estamos assistindo à crônica da morte anunciada. No início deste Governo do Lula, do PT, assim como em seus outros mandatos, começou o desequilíbrio fiscal, a irresponsabilidade fiscal, o aumento desmedido de gastos, e gastos de má qualidade. Todo mundo sabia que isso iria dar problema. Não é à toa que o dólar chegou a 6,20 reais e que os juros estão voltando à casa dos 12%, dos 13%. Isso é resultado de uma política que já se previa. Está no DNA do PT a irresponsabilidade fiscal. Como nós não temos o DNA da irresponsabilidade, em que pese a culpa ser deles, da irresponsabilidade deles, nós não podemos deixar de dar a nossa contribuição para os brasileiros, sobretudo para os mais pobres, razão pela qual o NOVO recomenda "não" à retirada de pauta.
  • 17/12/2024pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva global oferecida ao Projeto de Lei nº 4.870, de 2024, que institui a Política Nacional de Visitação a Unidades de Conservação, dispõe sobre a visitação a unidades de conservação e autoriza o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - Instituto Chico Mendes e os órgãos estaduais e municipais executores do Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC a contratar instituição financeira oficial para criar e gerir fundo privado com objetivo de financiar e apoiar a visitação a unidades de conservação.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a orientação do Partido Novo é: acatada, como foi, pelo Relator a norma que traz melhor condição de compliance, regras, de participação do ente federativo para a gestão desse recurso, acatada essa emenda, conforme foi dito pelo Relator, nós orientamos "sim". Mas é importante deixar claro o porquê desta orientação. O recurso que vai para esse fundo é uma parcela do licenciamento ambiental, portanto, é dinheiro público. Quando esse licenciamento provém de órgão federal — IBAMA —, ele deve ter a representação dos três entes federativos: a União, o Estado onde está inserida a unidade de conservação e o Município onde ela está inserida ou os Municípios, porque há inúmeras unidades que envolvem mais de um Município. Se o recurso, entretanto, é de origem estadual, a União já não participa desse assento, ficam apenas o Estado e o Município. E, se o recurso é de licenciamento municipal — o que é raro, apenas poucos Municípios fazem, eles próprios, diretamente o licenciamento, nos termos da Lei Complementar nº 140 —, aí só o Município onde se localiza o licenciamento é que ocupa esse espaço dado ao setor público. Essa é a forma de o setor público dar a destinação correta aos recursos. Fica mantida a gestão do recurso no fundo privado, mas os assentos no conselho do fundo devem obedecer à origem do recurso público.
  • 17/12/2024pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado apresentou sugestão ao Relator Hugo Motta sobre o art. 16 do Projeto de lei nº 4.870, de 2024, em discussão. Propôs a inclusão da expressão “equitativa à razão de um terço para membros da União, Estados e Municípios” após a palavra “representação” no inciso II, que trata da governança do fundo. Argumentou que a medida garantiria uma distribuição equilibrada nos órgãos decisórios, respeitando os interesses reais das unidades federativas. Destacou que a alteração evitaria que decisões majoritárias de terceiros prevalecessem sobre os interesses públicos legítimos.

    Palavras-chave oficiais: inclusão,Expressão textual,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Meu caro Relator, nosso Deputado Hugo Motta, peço atenção só a uma sugestão de quem esteve à frente desse assunto, dele participou e o conhece por ter com ele lidado no dia a dia. O art. 16 trata do regulamento e do regimento interno do fundo, e o inciso II desse artigo está redigido da seguinte forma: "Estrutura de governança participativa que assegure a representação e o poder de decisão da União, Estados, Distrito Federal e Municípios na composição dos órgãos decisórios do fundo". Sr. Relator, eu gostaria de sugerir que se coloque depois da palavra "representação" a expressão "equitativa à razão de um terço para membros da União, Estados e Municípios". Explico por que. A representação quanto a esses recursos deve obedecer, quando se tratar de União, Estados e Municípios, a essa proporção, de tal sorte que a representação seja, de fato, do interesse da unidade federativa e não simplesmente mera representação pro forma, que depois vai legitimar uma decisão tomada por maioria de terceiros, em detrimento do verdadeiro interesse público. O SR. HUGO MOTTA (Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Eu acato a sugestão de V.Exa. O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP) - Obrigado, Sr. Relator.
  • 04/12/2024breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou a condução econômica do Governo Lula, comparando-a a um “voo da galinha” e responsabilizando o Governo por desequilíbrios fiscais. Afirmou que o Governo herdou contas públicas equilibradas e estatais no azul, mas adotou uma gestão perdulária e ineficiente, resultando em inflação, juros elevados e desvalorização do real. Apontou que a população mais pobre sofre as consequências dessas políticas e classificou as medidas fiscais anunciadas pelo Ministro Haddad como vazias e insuficientes para recuperar a credibilidade. Também destacou a crise econômica enfrentada por países com políticas semelhantes e mencionou o exemplo de ajuste adotado pelo Presidente Milei na Argentina como contraste.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Política econômica,Inflação,Juros,Dólar,Crise econômica,Argentina,gestão

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    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, nesta semana, o Brasil assiste, mais uma vez, a uma demonstração do que é a especialidade da administração pública nos Governos de esquerda, em especial do PT. É o Governo do voo da galinha, do chicken fly. Aliás, daqui para frente, o Governo poderia ser chamado de chicken government. Nos dois primeiros mandatos do Lula, nos mandatos da Dilma — felizmente, o segundo acabou mais cedo — e neste mandato do Presidente Lula, que francamente é um erro para a história do nosso País, promoveu-se um crescimento artificial em cima do gasto público, gerando um brutal desequilíbrio das contas públicas, um brutal desequilíbrio fiscal. Logo em seguida, o Governo é obrigado a fazer o que teve que fazer no passado: dizer que vai cortar custos para reequilibrar a economia após um desperdício que ele próprio causou, por uma visão perdulária, por irresponsabilidade. Este Governo recebeu as contas públicas no azul, todas as estatais no azul, tudo equilibrado, não obstante a pandemia e a guerra entre a Ucrânia e a Rússia. Este Governo ineficiente e incompetente, com uma visão totalmente equivocada de mundo, está conseguindo destruir o saneamento das contas feito durante os 4 anos do Governo do Presidente Bolsonaro. A irresponsabilidade, a incompetência e a visão equivocada deste Governo vão fazer com que os brasileiros paguem, não só nos últimos 2 anos deste mandato, mas durante muito tempo, o preço para reequilibrar a economia. Isso é resultado da irresponsabilidade do Governo Lula. Não é à toa que os juros estão sendo mantidos altos, é pelo risco de insolvência de um Governo gastador e incompetente. Não é à toa que o dólar está batendo acima dos 6 reais, o maior valor histórico de todos os momentos do Brasil. Este Governo dá um mau exemplo, desequilibra a economia, desarranja todo o setor produtivo e prejudica justamente aqueles que ele diz defender. Os mais pobres é que vão pagar, ou melhor, já estão pagando o preço da inflação, dos juros altos e do câmbio elevado. É importante lembrar que falta credibilidade a este Governo e falta substância às medidas anunciadas pelo Ministro Haddad. As medidas são absolutamente vazias. O discurso é vazio. É um corte de gastos para inglês ver. Ainda por cima, vem acompanhado de uma diminuição do contingenciamento, para mostrar de uma vez que não há compromisso deste Governo com o equilíbrio fiscal, com as contas públicas e com os mais pobres. Essa ciranda de desrespeito às contas públicas, de desrespeito ao equilíbrio fiscal é paga pelos pobres. Quem paga não é o Governo, tampouco a classe política. A população brasileira, sobretudo a mais pobre, é que vai pagar, nos 2 anos que faltam para terminar o mandato de Lula, que certamente não será reeleito. Toda a população brasileira pagará por todos esses atos de incompetência, ineficiência e visão equivocada. É lamentável que o Brasil não tenha aprendido. É lamentável que este Governo e este partido não tenham aprendido com os próprios erros e com os erros dos países que seguiram a mesma fórmula e foram à bancarrota. Agora nós vemos o Presidente Milei colocando ordem na Argentina, depois de 70 anos ou 80 anos de peronismo, a escola que o PT está colocando de novo no Brasil. Peço a veiculação desta fala nos órgãos de comunicação da Câmara e no programa A Voz do Brasil. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 03/12/2024breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado registrou a presença de sua filha, Anna Luiza, que estava visitando a Câmara dos Deputados. Ressaltou que ela representa o futuro do Brasil, destacando a importância do trabalho dos Parlamentares para construir um País melhor para as próximas gerações.

    Palavras-chave oficiais: Filha,Deputado federal,Presença,Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RICARDO SALLES (NOVO - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Pompeo de Mattos, pela gentileza em ceder a vez. Nobre Presidente, Sras. e Srs. Deputados, nós temos sempre a honra de trazer a esta Casa os Deputados, os Prefeitos, enfim, nossos representantes dos Estados, mas na data de hoje eu trago uma alegria ainda maior para mim: minha filha Anna Luiza, que hoje nos visita na Câmara dos Deputados e representa, como os filhos e os netos de cada um dos Parlamentares aqui presentes, o futuro do nosso País, futuro que nós trabalhamos arduamente para construir, para melhorar, para implementar. Este, tenho certeza, é o sentimento de todos os Deputados e de todas as Deputadas desta Casa. Portanto, faço, neste ato, uma homenagem aos nossos descendentes, aqui representados pela minha filha Anna Luiza. Muito obrigado, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 21/12/2023. Como calculamos: metodologia.