
Nome civil: Ricardo Martins David · 54 anos
Bananômetro
70/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 25% dos deputados · média do partido: 71
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 90%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 68%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 29%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 79%das 377 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 94%das 237 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.ricardoabrao@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5507
- Gabinete
- Gabinete 507, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
90%
Esteve em 223 de 247 sessões
Votou nas votações
68%
Registrou voto em 493 de 730 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 34 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
79%
Em 377 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
9 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 15/04/2026.
- 15/04/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou episódio político em Nova Iguaçu (RJ) envolvendo a saída do Deputado Juninho do Pneu da gestão municipal. Relatou que a decisão teria ocorrido sob pressão relacionada a repasses para a área da saúde e mencionou alegações atribuídas a outro Parlamentar sobre condicionamento de recursos. Questionou a conduta e afirmou que a prática configuraria irregularidade eleitoral. Também destacou a trajetória política de Juninho do Pneu e sua atuação no Município. Por fim, citou repasses estaduais destinados ao hospital de Nilópolis (RJ) e alertou para a possibilidade de recorrer à Justiça caso houvesse interrupção desses recursos, defendendo transparência e regularidade na gestão pública.
Palavras-chave oficiais: Prefeito,Nova Iguaçu (RJ),saída,atuação Recursos orçamentários,Hospital,Nilópolis (RJ)
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/PSDB - RJ. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente. Boa tarde, demais pares dessa Casa. Eu subo a esta tribuna hoje muito indignado, vamos dizer assim, com algo que aconteceu no Estado do Rio de Janeiro dentro da política. A minha família faz política há mais de 40 anos. Então, eu venho de uma política onde todos se respeitam. E, nesta semana agora, ocorreu um episódio muito ruim no Município de Nova Iguaçu, onde o Prefeito Dudu Reina, que é um cara que eu admiro, um cara sério, foi praticamente obrigado a tirar o Deputado Federal Juninho do Pneu do seu Governo. E eu considero esse ato um ato totalmente indigno, porque o Deputado Juninho do Pneu foi Vereador, foi Presidente da Câmara Municipal no Governo do Rogério Lisboa, apoiou a sucessão do Rogério, apoiou o Dudu Reina para Prefeito, fez o seu papel e é um Deputado que trabalha, um Deputado sério, que ama Nova Iguaçu. Eu queria fazer uma pergunta a você, Prefeito Dudu, que é um cara do bem: por que essa atitude? Nos bastidores, afirmam que o Deputado Doutor Luizinho, que se diz dono da saúde do Estado de Rio de Janeiro, que tem um orçamento de 12 bilhões de reais, exigiu que você fizesse isso, porque, caso contrário, ia deixar de repassar 50 a 60 bilhões para a saúde do Município de Nova Iguaçu. Se isso é verdade, Dudu, você tem que vir falar, porque isso é crime eleitoral. Na verdade, ele está usando a saúde do Estado, que são 12 bilhões de reais, para tentar ser o Deputado Federal mais votado do Estado do Rio de Janeiro. Nós, Deputados, não podemos e não vamos admitir isso, Deputado Juninho. Pode contar comigo, porque aqui nesta Casa se faz política com seriedade e com trabalho. E usar a máquina do Estado para ser o mais votado, eu volto a dizer aqui, isso é crime eleitoral. Eu já quero deixar aqui claro também que o Governo do Estado repassa R$ 5,6 milhões para o meu Município, para o Hospital de Nilópolis. Foi um acordo feito com o Governador Cláudio Castro para salvar vidas na nossa cidade. Eu espero que este repasse também não seja cancelado. Já estou dizendo aqui que, se for cancelado, eu vou às últimas consequências na Justiça para processar, de fato, esse Deputado que se diz dono da saúde do Estado do Rio de Janeiro. Muito obrigado. - 25/03/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu que a gestão do Cristo Redentor seja integralmente conduzida pela Igreja Católica. Ressaltou que a construção do santuário foi idealizada e financiada pela Igreja com apoio de doações populares, o que justificaria a condução administrativa pela instituição religiosa. Também informou ter apresentado indicação à Presidência da República para reconhecer formalmente o caráter religioso, cultural e histórico do local.
Palavras-chave oficiais: Cristo Redentor (Rio de Janeiro, RJ),Igreja católica,gestão,Deputado federal,Presidência da República,Indicação (proposição legislativa)
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente e demais pares desta Casa. Eu subo a esta tribuna hoje com a responsabilidade de quem nasceu e vive sob o olhar do Redentor. Falo como carioca, como brasileiro e, acima de tudo, como membro da Comissão de Turismo desta Casa. O Cristo Redentor não é apenas uma estrutura de concreto e pedra-sabão: é uma das sete maravilhas do mundo moderno, o maior cartão-postal do nosso Brasil e o símbolo máximo da nossa hospitalidade. Mas, para além da beleza que encanta o mundo, precisamos falar de justiça e eficiência. É um fato histórico incontestável que o Cristo Redentor só está no alto do Corcovado porque a Igreja Católica o idealizou, o projetou, o financiou e o construiu através de doações do povo brasileiro. Se hoje o Brasil é reconhecido por este ícone, devemos esta honra ao esforço e à gestão eclesiástica que o mantêm há quase um século. Srs. Parlamentares, sejamos justos. Defendo, com a convicção de quem busca a melhor gestão para nosso patrimônio, que o santuário tenha sua gestão integral realizada pela Igreja. Não se trata apenas de questão religiosa, mas sim de segurança jurídica e de eficiência administrativa. O santuário é um local de fé. Misturar sua gestão com burocracias que ignorem sua natureza sagrada é um erro estratégico para o turismo e para a cultura nacional. Por isso, apresentei uma indicação à Presidência da República para que sejam adotadas medidas que reconheçam, em definitivo, o caráter religioso, cultural e histórico do santuário Cristo Redentor. Precisamos blindar este monumento contra instabilidades administrativas e garantir que quem o construiu e o preservou continue a guiá-lo com a mesma excelência. Quero registrar, ainda, minha profunda admiração pelo Padre Omar, reitor do Cristo Redentor, que brilhantemente faz um trabalho de gestão impecável deste monumento tão fundamental para o nosso País. Por fim, Sr. Presidente, solicito que este pronunciamento seja aceito como lido e receba a devida divulgação nos órgãos de comunicação da Casa, em especial no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 29/10/2025Breves Comunicações
O Deputado pediu união entre Parlamentares, Governadores e o Governo Federal para enfrentar a escalada da violência no Rio de Janeiro. Afirmou que o problema da segurança pública não deve ser tratado como uma disputa entre esquerda e direita, mas como uma questão nacional que exige ação conjunta. Descreveu a atuação das facções criminosas como “terrorismo”, afirmando que esses grupos dominam comunidades, expulsam moradores, cobram aluguel de casas do Programa Minha Casa, Minha Vida e controlam serviços como gás, água, transporte e internet clandestina. Além disso, destacou o poder bélico das facções, superior ao das forças policiais, e defendeu a valorização dos agentes de segurança que arriscam a vida diariamente. Concluiu pedindo um pacto político e institucional para combater o crime organizado e devolver tranquilidade à população das comunidades fluminenses.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Tráfico de droga,Favela,Rio de Janeiro (RJ),Governador,Rio de Janeiro (Estado),Governo federal,Política de segurança pública,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Crime organizado,Suprapartidarismo,Política urbana,Terrorismo,Armamento
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Sem revisão do orador.) - Meu bom-dia a todos. Presidente e demais pares desta Casa, venho a esta tribuna para chamar a atenção para o fato ocorrido ontem no Estado do Rio de Janeiro, ao qual pertenço. Realmente, o crime no Estado do Rio cresceu de uma forma muito grande, difícil de controlar, mas eu quero deixar claro que essa não é uma questão de esquerda ou de direita, de Lula ou de Bolsonaro. Hoje, neste momento, o Estado do Rio não só o Estado do Rio, mas também outros Estados do nosso País precisa do entendimento de todos os Parlamentares da Câmara dos Deputados e do Senado, de todos os Governadores e do Presidente da República, através do Ministério da Justiça, porque muitos ainda defendem traficantes. Não são mais traficantes, porque traficantes são aqueles que vendem droga. Hoje, as facções são terroristas, porque elas tomam o território; elas invadem, por exemplo, as moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida, pois o morador paga o seu apartamento, a sua moradia própria, e ainda tem que pagar aluguel para os terroristas que ali estão presentes, senão são expulsos de suas casas. Em muitas comunidades, mesmo tendo casa própria, o morador tem que pagar aluguel aos traficantes, aos terroristas que estão dominando aquele território. Hoje eles querem vender o gás, a água, a NET, o "gatonet"; querem controlar os mototáxis, as vans tem que pagar. Hoje tudo passa por aquelas facções. Não podemos mais tolerar isso. Muitas vezes, o poder bélico deles é muito maior do que o da nossa polícia. Temos, sim, que valorizar nossos policiais, que, com muita coragem, ainda vão lá enfrentá-los, expondo a vida, a família. Muitas vezes, não voltam vivos. Precisamos ter consciência de que não se trata de esquerda ou de direita, e sim do combate a essas facções, que se tornaram terroristas, porque amedrontam o tempo todo a nossa população. Se você for a cada comunidade dessas e entrevistar a maioria dos moradores que são do bem, que trabalham , eles vão dizer que não aguentam mais viver naquele ambiente, com tanto medo, com tanto terror. Num dia, acordam, ainda estão vivos; no outro dia, podem não acordar, pois estão mortos. Então, essa é a minha colocação. Que possamos unir forças para realmente tratar do tema da segurança pública, para, sim, traçar uma linha de entendimento. - 02/09/2025
O Deputado proferiu parecer à emenda de plenário apresentadas ao Projeto de Lei nº 1.482, de 2019, que dispõe sobre a tipificação do crime de furto de derivados de petróleo em dutos e afins.
Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Emenda de plenário,Tipicidade penal,Furto,Crime,Petróleo,Dutovia
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Passo a ler o voto. "II Voto do Relator Preliminarmente, louvamos a iniciativa do nobre colega Deputado Alfredo Gaspar, uma vez que a emenda trata de matéria meritória, buscando reprimir com maior afinco os delitos de receptação qualificada e presumida, quando o produto do crime envolver petróleo e derivados, gás natural e suas frações recuperáveis, bem como álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes. Não obstante a iniciativa, ressaltamos que a emenda apresentada já fora integralmente acatada no Parecer Preliminar de Plenário nº 1, já apresentado. Dessa maneira, como a emenda já se encontra integrada ao substitutivo proposto, cabe-nos apenas rejeitá-la. Ante o exposto, votamos: no âmbito da Comissão de Minas e Energia, pela rejeição da Emenda de Plenário nº 1; e, no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da Emenda de Plenário nº 1 e, no mérito, pela sua rejeição." PARECER ESCRITO ENCAMINHADO À MESA PELO SR. DEPUTADO RICARDO ABRÃO. [[CONTEÚDO DO DISCURSO ENCAMINHADO NÃO ENCONTRADO]] - 02/09/2025
O Deputado proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 1.482, de 2019, que dispõe sobre a tipificação do crime de furto de derivados de petróleo em dutos e afins.
Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Tipicidade penal,Furto,Crime,Petróleo,Dutovia
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Presidente, demais pares desta Casa. Passo à leitura do voto do Relator. "II - Voto do Relator O Projeto de Lei nº 1.482, de 2019, de autoria do nobre Deputado Juninho do Pneu, do União Brasil do Rio de Janeiro, promove a inserção de qualificadora e causas de aumento de pena para o delito de furto, que se encontra previsto no art. 155 do Código Penal, quando o produto do crime é composto por petróleo e derivados, gás natural e afins. Cumpre inicialmente pontuar que a contribuição exposta no Projeto de Lei nº 1.482, de 2019, embora louvável, representa iniciativa mais restrita, já que trata exclusivamente do crime de furto. Desse modo, pretendemos ampliar o escopo da proposição, punindo não só o furto, mas também o roubo, e inserindo novas condutas na Lei nº 8.176, de 1991, propondo penas mais rigorosas para os delitos de receptação qualificada e de receptação presumida, quando o produto do crime envolver petróleo e derivados, gás natural e suas frações recuperáveis, álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes, distinguindo-as das penas fixadas para condutas similares envolvendo outros produtos de crime já estabelecidas no Código Penal. A distinção é necessária, considerando-se que tais delitos oferecem riscos de diversas magnitudes à sociedade, como explosões, contaminação ambiental, contaminação de corpos hídricos, desabastecimento de centros urbanos, interrupção do fornecimento de combustíveis e até mortes. Cabe ressaltar que a atividade econômica relacionada aos derivados de petróleo repercute de modo expressivo na economia brasileira. Práticas ilícitas nessa seara são capazes de distorcer o mercado e criar graves riscos à incolumidade pública. Considerando esse contexto, tem-se que, assim como o delito de furto, os crimes de receptação qualificada e de receptação presumida devem ser sancionados com penas mais elevadas, quando o produto do crime envolver petróleo e derivados; gás natural e suas frações recuperáveis; e álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes. Verifica-se, também, que as condutas atualmente tipificadas na lei que trata dos crimes contra a ordem econômica envolvendo derivados de petróleo, abarcadas pela Lei nº 8.176, de 1991, apesar de sua especificidade, são insuficientes para apresentar resposta penal adequada às situações fáticas que atentam contra o sistema de combustíveis. (...) Ressalte-se que as condutas relacionadas à subtração, transporte e exposição à venda não encontram amparo na legislação especial, que precisa ser revisada, considerando a especificidade do bem jurídico tutelado e as consequências do crime, o que tornam a remissão à legislação geral (Código Penal) inapropriada. O furto de combustíveis é uma operação extremamente perigosa devido às altas pressões envolvidas e às propriedades químicas dos produtos (inflamáveis, tóxicos e explosivos). Essas subtrações são realizadas de forma amadora, o que eleva o potencial de risco da ação, expondo as comunidades próximas a possíveis explosões e mortes, o meio ambiente aos impactos decorrentes de vazamentos e a sociedade consumidora ao desabastecimento. (...) Também pretendemos estabelecer, no substitutivo, que, para o caso da receptação qualificada, considerando que o delito é praticado no exercício de atividade comercial ou industrial, o estabelecimento deverá ser interditado pelo dobro do prazo da pena aplicada, como efeito da condenação. Entendemos que a medida é adequada e desestimula a adesão à cadeia delitiva, dificultando a obtenção de proveito do crime. Na receptação presumida, sugerimos que a pena seja aplicada ainda que desconhecido ou isento de pena o autor do crime de que proveio a coisa. Essa proposta valoriza a prudência, exigindo que o indivíduo redobre a cautela para evitar que se vincule ao produto do crime, proposta com a qual também concordamos. No mesmo sentido, sugerimos a perda do cargo, emprego ou função pública eventualmente exercida pelo delinquente, como consequência da condenação, com inabilitação para o seu exercício, pelo dobro do prazo da pena aplicada. Acreditamos que a iniciativa é oportuna, considerando a complexidade dos sistemas violados, o que pode demandar o aliciamento de pessoas que integrem a estrutura da Petrobrás ou de suas subsidiárias. Quanto às alterações no Código de Processo Penal, inserimos norma para que o juiz determine a alienação antecipada do produto do crime, na forma do art. 144-A do Código de Processo Penal, para preservação do valor dos bens, considerando o grau de deterioração ou depreciação, ou quando houver dificuldade para sua manutenção. A medida reduz riscos e custos, já que o combustível eventualmente apreendido nas operações destinadas a combater esses crimes poderá ser alienado de forma mais célere, amenizando inclusive os prejuízos para os lesados. Assim, trata-se de medida relevante e que contribui para a preservação do Sistema Nacional de Estoques de Combustíveis, instituído pela Lei nº 8.176, de 1991. (...) Feitas tais digressões, rendemos homenagens ao Deputado Felipe Francischini, Relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Projeto de Lei nº 8.455, de 2017, que continha proposta similar, oportunidade em que ofereceu substitutivo bastante robusto, consolidando sugestões para instituir figuras típicas específicas para os delitos de furto e de receptação, quando o produto do crime envolve petróleo e derivados, gás natural e suas frações recuperáveis, e álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes, as quais foram incorporadas ao texto do substitutivo que ora apresentamos. Nesse mesmo contexto, louvamos as propostas apresentadas pelo ex-Deputado Christino Aureo e pelo Deputado Helio Lopes, que se encontram apensadas a esta proposição e se assemelham à proposta original, acrescidas de outras alterações que consubstanciamos no substitutivo apresentado. Assim, no âmbito da Comissão de Minas e Energia, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 1.482, de 2019, principal, e dos apensados, PL 5.138/2019 e PL 131/2021, na forma do substitutivo em anexo." PARECER ESCRITO ENCAMINHADO À MESA PELO SR. DEPUTADO RICARDO ABRÃO. [[CONTEÚDO DO DISCURSO ENCAMINHADO NÃO ENCONTRADO]] - 26/08/2025
O Deputado manifestou repúdio às práticas políticas em Itaguaí (RJ), criticando Comissões Especiais sem fundamento, uso de inteligência artificial para pareceres artificiais, tentativas de plantar drogas no carro do Prefeito Rubão e acusações falsas contra o Vereador Sandro da Hermínio. Enfatizou que tais ações atentam contra a democracia, a honra e a vida, defendendo a política baseada no diálogo, na transparência e no respeito à população, reiterando seu apoio ao Prefeito, ao Vereador e ao povo de Itaguaí.
Palavras-chave oficiais: Itaguaí (RJ),Participação política,Corrupção,Falsa acusação,Prefeito,Vereador
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Querido Presidente, vou ler aqui uma nota de repúdio em relação ao Município de Itaguaí, localizado no Estado do Rio de Janeiro. Quero aqui agradecer ao Sr. Presidente, às Sras. e aos Srs. Deputados por este momento. Venho a esta tribuna manifestar, em nome da democracia e do respeito às instituições, o meu mais profundo repúdio aos acontecimentos recentes na cidade de Itaguaí. Não podemos tolerar práticas políticas obscuras e antidemocráticas que têm como único objetivo manipular a opinião pública e atacar adversários de forma covarde. É inadmissível que Comissões Especiais sobre processos sejam instauradas sem fundamentos concretos, baseadas em pareceres artificiais produzidos por inteligência artificial, conforme amplamente divulgado pela imprensa local. Tal expediente não apenas deslegitima o trabalho legislativo, mas também coloca em xeque... (Desligamento do microfone.) De igual gravidade são os áudios que vieram a público revelando tentativas criminosas de plantar drogas no carro do Prefeito Rubão, de Itaguaí. Isso não é apenas perseguição política, mas também é um atentado à vida, à honra e à democracia. Da mesma forma, preocupa-nos a adoção de táticas de intimidação contra Vereadores do Município de Itaguaí, como no caso do meu amigo Vereador Sandro da Hermínio, que vem sofrendo pressões indevidas e agora, de forma ainda mais covarde, é alvo de falsas acusações de assédio sexual. É preciso dizer com clareza que a política não pode se tornar um campo de guerra suja, onde prevalecem a mentira, a difamação e a violência sobre o diálogo e o debate democrático. Reitero aqui meu total apoio ao Vereador Sandro da Hermínio, ao Prefeito Rubão e sobretudo ao povo de Itaguaí, que não pode ser vítima disso, que merece uma política séria, transparente e comprometida com o desenvolvimento da cidade e o bem-estar da população. Que prevaleçam a verdade, a justiça e o respeito ao povo brasileiro. Muito obrigado, Presidente. - 21/05/2025Breves Comunicações
O Deputado prestou solidariedade ao Governo Federal diante do escândalo da fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que vitimou aposentados e pensionistas com descontos e empréstimos indevidos. Defendeu punição rigorosa aos responsáveis e sugeriu que Ministérios técnicos, como o da Previdência, não devem ser ocupados por indicações políticas, mas sim por profissionais com perfil técnico para garantir maior fiscalização. Em seguida, destacou a importância do Hospital Municipal Juscelino Kubitschek, em Nilópolis (RJ), reinaugurado em agosto de 2024 após 11 anos fechado. Relatou que o hospital, construído em homenagem ao seu pai, Farid Abrão, já realizou mais de 350 partos e atende não só Nilópolis, mas também os Municípios de Mesquita (RJ), São João de Meriti (RJ) e o Rio de Janeiro (RJ), tornando-se uma unidade estratégica para a Baixada Fluminense.Por fim, informou que se reuniu com o Ministro da Saúde para solicitar recursos federais com o objetivo de ampliar os serviços do hospital, com novas especialidades e cirurgias, reforçando a expectativa de apoio do Governo Lula para consolidar o hospital como referência regional em saúde pública.
Palavras-chave oficiais: São Fidélis (RJ),Vereador,Câmara dos Deputados Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Aposentado Nilópolis (RJ),Hospital,Ministério da Saúde,Mesquita (RJ),São João de Meriti (RJ),Rio de Janeiro (RJ),Baixada Fluminense,recursos,Ministro de Estado da Saúde,Governo federal,Associação de Empresas do Setor Eletroeletrônico de Base Tecnológica Nacional (P&D Brasil),Política de saúde
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Sem revisão do orador.) - Meu boa tarde a todos. Boa tarde, Presidente. Quero registrar a presença do meu amigo, irmão, Vereador de São Fidélis, cidade poema do Estado do Rio de Janeiro, o grande Zé, que está aqui presente. Venho à tribuna para me solidarizar com o Governo por conta desse problema triste que foi essa fraude horrível no INSS, que atingiu os aposentados. Eles pegaram os salários dos nossos velhinhos, dos aposentados, que muitas das vezes não têm o básico para passar suas vidas durante o mês, para comer, para comprar remédio, etc. E ainda há pessoas que montam entidades para realmente tirar proveito dessas pessoas, que tanto se doaram pelo nosso País e que precisam ter uma forma digna de viver. Então, eu tenho a convicção de que isso tem que ser apurado, sim, e que se tem que responsabilizar realmente os verdadeiros culpados, com as condenações de cada um. É o mínimo que nós, aqui em Brasília, temos que fazer para que possamos apagar esse momento muito triste do nosso País. Não estou aqui acusando o Presidente, nada disso. Eu penso que esse é um Ministério que tinha que ser técnico, e não político. Penso que, na vida pública, há certos Ministérios que podem ser políticos e outros que devem ser técnicos, porque assim teria havido uma fiscalização muito mais rigorosa, já que existe uma lei desde 1999 que estabelece que é proibido se descontarem contribuições de aposentadorias sem a permissão de aposentados e pensionistas. Já foi também revelado que foram feitos vários empréstimos sem permissão. E quero também aqui citar um problema da minha cidade, Nilópolis, no Estado do Rio de Janeiro, que acontece no nosso hospital. O nosso hospital municipal ficou 13 anos fechado. Foi demolido depois pelo Prefeito à época, o Alessandro Calazans, em 2013. Na verdade, ficou fechado por 11 anos, porque nós reinauguramos o Hospital Municipal Juscelino Kubitschek e a maternidade no dia 21 de agosto de 2024. Esse era o sonho e a luta constante de meu pai, Farid Abrão, que teve três mandatos de Prefeito na cidade, cinco mandatos de Deputado Estadual e realmente deixou um legado muito grande naquele Município. Hoje o hospital funciona como emergência, maternidade, com mais de 350 partos já realizados, e como unidade de porta de entrada na saúde para os Municípios vizinhos. Eu vou citar os dados de cada Município que é atendido hoje pelo Hospital Municipal Juscelino Kubitschek, de Nilópolis. Atualmente, a média de atendimento é assim composta: 58,57% são pacientes da própria cidade de Nilópolis; 20,06% são moradores de Mesquita, Município vizinho; 10,92%, de São João de Meriti; 7,02%, do Município do Rio de Janeiro. Isso reforça a importância estratégica desse hospital para a Baixada Fluminense e o potencial dele para se tornar um hospital referência na região. Nessa luta, eu estive recentemente com o Ministro da Saúde para buscar recursos para fortalecer o pleno funcionamento do hospital, com cirurgias, com mais especialidades e para seguir com um atendimento de qualidade e digno para a nossa população. Eu não tenho dúvida, Presidente, de que o Governo do Presidente Lula irá se sensibilizar com os dados que eu acabei de citar aqui, pela importância desse hospital não só para Nilópolis, mas para a região da Baixada Fluminense, já que a marca do Governo, eles dizem sempre, é cuidar das pessoas. E não há nada melhor do que a saúde para cuidar das pessoas. Então, eu estou confiante nesse pleito. O Ministro deu a palavra de que irá realmente fazer algo para que a vida das pessoas possa melhorar de verdade. Essa é a minha fala, o meu agradecimento. Um abraço a todos aqui. Fiquem com Deus! - 09/10/2023Breves Comunicações
O Deputado denunciou a situação de guerra civil no Estado do Rio de Janeiro, destacando os recentes confrontos entre o crime organizado e a polícia em áreas como a Cidade de Deus e o Complexo da Penha. Expressou indignação com a execução de três médicos na Barra da Tijuca e manifestou sentimentos ao Deputados Glauber Braga e Sâmia Bomfim, cunhado e irmã de uma das vítimas, e a todos os familiares dos demais médicos. Pediu ação imediata do Ministro da Justiça para reunir as Forças Armadas, o Governador do Estado e a polícia em um plano de ação para restaurar a ordem no Rio de Janeiro. O orador enfatizou a falta de recursos e equipamentos adequados para a polícia e fez um apelo para que os agentes da segurança pública sejam valorizados por seu destemor no combate ao crime organizado.
Palavras-chave oficiais: Homicídio,Médico,Irmão,Deputada federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rio de Janeiro (Estado),Milícia,Crime organizado,aumento,Violência
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Sem revisão do orador.) - Exmo. Sr. Presidente, Deputados e Deputadas, subo a esta tribuna hoje para falar realmente da guerra civil em que vive o Estado do Rio de Janeiro. É uma guerra que já vem há anos, não é de hoje, e chega ao limite, porque foi preciso a tragédia da execução dos três médicos há um no hospital. Aproveito para deixar também meus sinceros sentimentos ao Deputado Glauber Braga, à Deputada Sâmia Bomfim e a todos os familiares dos outros médicos pelos entes queridos que perderam. Quero dizer desse grande absurdo. Hoje acordamos com as operações na Cidade de Deus, no Complexo da Penha, onde o crime organizado confronta abertamente o Estado legal, que é a Polícia Estadual. Não existe mais o respeito. É um absurdo! Chegaram a quase derrubar hoje o helicóptero da polícia, que pousou para não ser derrubado e não morrerem mais policiais. Há uma guerra civil diária, e a população fica aflita. Muitas balas perdidas, como todos nós sabemos, atingem crianças, mulheres, trabalhadores, homens, e, neste caso, houve a covardia de executarem pelas costas quatro profissionais da saúde, porque foram confundidos com milicianos. Até quando vai ser preciso isso acontecer? Até quando vai ser novamente confundido um homem de bem, um profissional formado, com um miliciano ou com um bandido e ser executado? Isso aconteceu na Barra da Tijuca, na praia onde o metro quadrado é um dos mais caros do Estado do Rio de Janeiro! Isso é um grande absurdo! E eu faço aqui um grande apelo ao Ministro da Justiça para que possa reunir as Forças Armadas e colocá-las, junto com o Governador do Estado, com a nossa polícia, e fazer um plano de ação para, na prática, trazer de volta a ordem ao nosso Estado, porque, a cada dia que passa, o crime avança e ganha mais força. Eu vou citar aqui o que aconteceu há uns dias na minha cidade, no Município de Nilópolis, perto de onde nós temos o bairro Anchieta, que é da capital do Rio e faz divisa com Nilópolis, no bairro Cabral. Existe uma comunidade, que é o Az de Ouro, onde também houve um confronto que durou 2 dias, quando duas facções confrontaram-se para se apoderar daquele bairro, daquela comunidade do Az de Ouro. Foram disparados mais de 200 tiros! Nunca havia acontecido isso na divisa de Nilópolis! Houve pânico em Nilópolis! Os moradores todos nos ligaram e pediram, pelo amor de Deus, ajuda. Nós ligamos para o Coronel Ângelo, que estava no comando à época, foi trocado recentemente, e fez um grande trabalho. E nós temos que ver também que o 20º Batalhão, por exemplo, Presidente, toma conta de três cidades da Baixada Fluminense: Nova Iguaçu, Nilópolis e Mesquita, com quase 1 milhão e 500 mil habitantes. E existe um Caveirão só para 1 milhão e 500 mil habitantes, um Caveirão só para tomar conta de toda essa área. Isso é um grande absurdo! Sabendo disso, eu quero pedir ao Governador Cláudio Castro que possa também equipar de verdade a polícia. Nós temos que dar mérito ao policial que ainda tem coragem de combater o crime organizado do jeito que está, fortemente armado, porque a polícia, muitas vezes, não tem a condição que eles têm de enfrentamento. Eu também quero aqui ressaltar o valor de cada policial e fazer um apelo a esta Casa para que pare de querer incriminar o policial nas suas ações. O SR. PRESIDENTE (Airton Faleiro. Bloco/PT - PA) - Eu peço a V.Exa. que conclua, Deputado. O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ) - O único direito que nós temos ainda é de pedir ao policial que garanta o nosso direito de ir e vir como cidadão, Presidente. Muito obrigado a todos. - 03/02/2023Breves Comunicações
Agradecimento aos eleitores do Estado do Rio de Janeiro pela eleição do orador. Compromisso de atuação parlamentar em defesa de políticas públicas de fortalecimento da economia municipal e da melhoria da qualidade de vida da população.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Posse,compromisso,Atuação parlamentar
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O SR. RICARDO ABRÃO (Bloco/UNIÃO - RJ. Sem revisão do orador.) - Bom dia a todos. Primeiro, como eu sempre faço, quero agradecer a Deus. Se estamos aqui, é porque Ele o permitiu. Quero dizer a V.Exa., Presidente desta sessão, e a meus pares que é uma emoção muito grande estar aqui hoje, após tomar posse como Deputado Federal. Agradeço aos mais de 43 mil eleitores que depositaram em mim confiança para chegar até aqui. Chego com uma enorme responsabilidade, a de dar continuidade ao legado de trabalho ao povo deixado por dois grandes homens públicos do Estado do Rio de Janeiro: o meu pai, Farid Abraão, que, ao longo de cinco mandatos, legislou no Estado do Rio de Janeiro e foi três vezes Prefeito da cidade de Nilópolis, que nós tanto amamos; e o meu tio que muitos aqui conhecem, o Deputado Federal Simão Sessim, que, por dez legislaturas consecutivas, legislou nesta Casa com muita dignidade e transparência. Trabalharemos muito, podem ter certeza disso. O nosso mandato será fonte de incentivo a políticas públicas que deem mais dignidade à população e incentivem a economia dos Municípios de forma que venha a propiciar qualidade de vida para a nossa população através de educação de qualidade, acesso à cultura, trabalho em defesa da nossa terceira idade e busca por um salário mínimo mais justo para o nosso povo brasileiro. Eu finalizo pedindo a Deus que possa nos dar discernimento, muito equilíbrio e sabedoria neste mandato. É isso que também desejo a todos que tomaram posse aqui hoje. Muito obrigado, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 21/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.