
Nome civil: Reimont Luiz Otoni Santa Barbara · 65 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 94% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 781 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 788 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.reimont@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5348
- Gabinete
- Gabinete 348, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 988 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 57 projetos apresentados (2%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 781 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
452 discursos na tribuna e 3 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 01/09/2026.
- 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do § 5º do art. 9º da Lei nº 8.629/1993, contido no art. 3º da Subemenda Substitutiva, apresentado ao Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei da Reforma Agrária, impossibilitando a desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária de propriedade produtiva por descumprimento da função social.
Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Base de apoio político,Governo
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo orienta "não", Sr. Presidente. Salve D. Pedro Casaldáliga! Ouçam o que ele escreveu para vocês: Por onde vocês passaram, sempre plantaram a cerca. Por onde vocês passaram, sempre plantaram a morte matada. Por onde vocês passaram, sempre mataram a tribo calada, a colheita suada, a terra esperada. Por onde vocês passaram, sempre plantaram o nada, o nada, o nada. Nós, Presidente, votamos contra. Portanto, orientamos "não". Eu quero reafirmar o seguinte: nós somos o Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras com muito orgulho. Nós somos o partido que trabalha na perspectiva de fortalecer os pequenos agricultores. Portanto, o nosso trabalho é digno. O nosso trabalho não tem relação com o de vocês do trabalho escravo. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera o art. 2º da Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 para garantir que não será possível a desapropriação por interesse social, para fim da reforma agrária, da propriedade produtiva que não cumprir sua função social de terras produtivas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, orientamos "não" ao projeto. É preciso dizer, talvez para fazer música aos ouvidos da extrema direita: "MST, a luta é para valer!". Aqui é luta de verdade, luta de verdade: comida na mesa do povo brasileiro, produção de alimento saudável, produção de alimento sem agrotóxicos, produção de alimento que se distribui aos mais pobres. O MST, durante os problemas climáticos, durante as enchentes no Rio Grande do Sul, socorreu o povo gaúcho com alimento saudável. "MST, a luta é para valer, sem trabalho escravo!". O que vemos aqui hoje, infelizmente, é muito vergonhoso, muito vergonhoso. Os partidos da extrema direita o NOVO, o PL estão dizendo o seguinte: "Nós estamos aprovando um projeto que permite que o dono da terra tenha trabalho escravo". Isso é muito vergonhoso! O voto é "não" ao projeto, Presidente. - 05/11/2025
O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera o art. 2º da Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 para garantir que não será possível a desapropriação por interesse social, para fim da reforma agrária, da propriedade produtiva que não cumprir sua função social de terras produtivas.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero retomar a conversa com as pessoas que estão acompanhando a sessão neste momento. O que está acontecendo na Câmara hoje é uma vergonha. Estão aprovando um projeto que autoriza o cometimento de crimes na propriedade. Pode-se ter uma propriedade e passar por cima dos outros. Eu estou me lembrando daquelas ocupações de terras em que alguns fazendeiros chegavam e diziam ao meeiro: "Olha, comprei esta terra aqui, ouviu?" "Como o senhor comprou? Eu já moro aqui há 50 anos, 60 anos." "Amanhã à tarde, eu vou passar aqui. Se você estiver aqui ainda, eu toco fogo na sua casa". Isso acontecia no Sertão e em muitas regiões do País. Os proprietários, hoje, estão sendo autorizados pela extrema direita a fazer isso. Alô, extrema direita, vocês não têm vergonha, não? Vocês não têm brio, não? Estão aprovando um projeto e dizendo que ele autoriza os proprietários... Eu estou debatendo, estou demarcando a questão do trabalho escravo porque nós temos aqui na Câmara a luta pelo fim da escala de 6 por 1, a luta pelo trabalho digno, a luta pela vida além do trabalho. E o outro lado, a extrema direita, está dizendo que não precisa de nada disso; que a propriedade é um bem absoluto, é um bem acima de todas as coisas, acima de todas as pessoas, acima da dignidade humana, acima do trabalho digno, acima do trabalho que edifica. O que a gente está votando aqui, hoje, é muito vergonhoso. Por isso, a gente está encaminhando contra esse projeto. Na verdade, com esse projeto, o Congresso Nacional está dizendo à sociedade brasileira não é a Câmara toda, não! , através da extrema direita: "Nós somos inimigos do povo". V.Exas., Parlamentares da extrema direita, são inimigos do povo brasileiro que querem autorizar aqueles que cometem crimes nas suas propriedades, aqueles que submetem os trabalhadores a trabalho escravo... E eu demarco este ponto: é trabalho escravo na veia o que está se votando aqui hoje. É vergonhoso o que a gente está fazendo aqui na Câmara Federal hoje. Portanto, o nosso encaminhamento é para que esse projeto não prossiga, não seja aprovado. Trabalho escravo é trabalho degradante, e nenhum ser humano merece passar por isso. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento de votação do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera o art. 2º da Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 para garantir que não será possível a desapropriação por interesse social, para fim da reforma agrária, da propriedade produtiva que não cumprir sua função social de terras produtivas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o § 8º do art. 9º da Lei nº 8.629, de 1993, conforme a alteração proposta, dirá o seguinte: Art. 9º ........................................................................................................................................... ....................................................................................................................................................... § 8º Nos termos do art. 185, parágrafo único, da Constituição Federal, o descumprimento da função social da propriedade produtiva somente ocorre quando houver o descumprimento simultâneo de todos os incisos previstos no caput deste artigo (...)". Atenção, atenção, meu amigo Padre Ricardo Rezende, que luta tanto contra o trabalho escravo! Atenção, meus amigos da Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo Coetrae! Atenção, meus amigos da Justiça do Trabalho! Vejam vocês o que a extrema direita está votando aqui. Eles estão dizendo que, se um proprietário de terra produzir algo no seu território, no seu terreno, com trabalho escravo, está tudo bem. Atenção! A extrema direita está hoje votando um projeto criminoso criminoso! Ela está dizendo que pode haver trabalho escravo. A orientação é "não", Presidente. O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. PL - RJ) - Tem a palavra o Deputado Tarcísio Motta, por 1 minuto. (Pausa.) O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Registrou que a orientação é "não", Presidente? O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. PL - RJ) - Está escrito lá: "não". O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Desculpe-me, Presidente. A orientação é "sim". Perdão. Eu me enganei. O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. PL - RJ) - O Governo orienta "sim". O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - O Governo orienta "sim", claro. - 05/11/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993, para delimitar os critérios de verificação do cumprimento da função social da propriedade produtiva.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero cumprimentá-lo, cumprimentar os outros Deputados e Deputadas, cumprimentar também os trabalhadores aqui da Câmara, a quem nós devemos muito respeito. E é exatamente por isto, porque devemos respeitar os trabalhadores da Câmara, que também respeitamos todos os servidores públicos do Brasil e não vamos votar aqui a reforma administrativa. Este projeto aqui, na verdade, é fora de qualquer possibilidade de uma mínima inteligência. O que a gente vê e é muito bom a gente falar com o povo brasileiro, com as pessoas que estão nos acompanhando neste momento ou que vierem a ouvir ou a assistir a este momento da sessão é que a extrema direita perdeu todos os limites. Esse pessoal defende a propriedade privada num tom que é fora de qualquer consideração razoável. Então, eu vou me dirigir a você, para você entender o que eles estão dizendo. Olhem o que eles estão propondo: que o Governo só pode desapropriar a terra se ela reunir todos os agravantes todos, todos. Ao aprovar este projeto, eles estão dizendo que, se a terra for improdutiva improdutiva , mas, se nela não houver, por exemplo, trabalho escravo, ela não poderá ser desapropriada. E tem mais: se a terra for produtiva, se eles estiverem produzindo feijão, milho, arroz, soja, se eles estiverem produzindo, o que está dito aqui é que eles podem utilizar trabalho escravo... O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) - Mentira! O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Se estiver utilizando trabalho escravo, mas estiver produzindo, não pode ser desapropriada. Existe uma coisa chamada "lista suja" do trabalho escravo. Eu e o Deputado Tarcísio acompanhamos, recentemente, lá no sul do Pará, o trabalho escravo feito pela empresa Volkswagen. A Justiça do Trabalho condenou a Volkswagen a pagar 165 milhões de reais ao povo brasileiro por prática de trabalho escravo. Atenção, povo brasileiro, olhe o que a extrema direita está falando: o trabalho escravo, segundo eles, está permitido, basta produzir. Se produzir milho e for com trabalho escravo, está tudo bem, não pode desapropriar a terra. Portanto, a gente está aqui para defender que este projeto não seja aprovado. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Capítulo VI, "Das Atividades Reguladas", e do art. 19 do substitutivo do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências. Além disso, afirmou ser favorável à cultura e declarou que Deputados da extrema direita também são favoráveis à cultura, porém à cultura do ódio, da chacina, do massacre no Morro do Alemão, à cultura que resulta na morte de trabalhadores e que nega o direito ao cinema e à convivência digna. Por fim, destacou que já não necessita ouvir a orientação da própria bancada, pois somente o fato de ouvir a orientação da bancada oposta já o faz compreender a sua orientação. Por fim, evocou Leonel Brizola para reforçar seu distanciamento político em relação à extrema direita, à qual atribuiu a defesa da cultura da morte.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável Crítica,Extrema esquerda,Ódio,Chacina,Homicídio,Violência
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. A Maioria orienta "sim". Queremos dizer que somos favoráveis à cultura, mas é muito bom ouvirmos que os Deputados da extrema direita também são favoráveis à cultura, mas à cultura do ódio, à cultura do massacre, à cultura da chacina no Morro do Alemão, à cultura que leva à morte trabalhadores a cada dia, à cultura que nega o direito ao cinema, à cultura que nega às pessoas o direito de conviverem dignamente. É muito bom! Eu já estou parando de ouvir a orientação da minha bancada: só de ouvir a orientação da outra bancada, eu já sei como eu me posiciono. Quero lembrar um Governador do Rio de Janeiro, Leonel de Moura Brizola, que dizia assim: "Se essa turma vai para o lado de lá, eu vou para o lado de cá". É isso! Eles são da cultura da morte. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1, apresentada ao Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria orienta "sim", em nome do audiovisual, e lembra que o Governo brasileiro, o Governo do Presidente Lula tem preocupação, sim, com o audiovisual e quer protegê-lo. É claro que nós poderíamos ter um projeto muito mais avançado do que o hoje apresentado e aprovado. Tivemos uma grande discussão. Essa é uma discussão muito antiga, mas, na verdade, existe uma patacoada dos partidos que sempre dizem: "Olhe, é mais imposto!" Na verdade, são partidos que não estão preocupados com isso. Na realidade, estamos aqui fazendo justiça aos streamings, para que eles possam ter seus caminhos abertos aqui no Brasil, com responsabilidade. Portanto, em defesa do audiovisual, que é o desejo do Governo do Presidente Lula e deste Congresso neste momento, nosso voto é "sim" ao projeto. - 05/11/2025
O Deputado celebrou a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo nº 934, de 2025, sobre o Acordo de Escazú, destacando sua importância às vésperas da COP 30 e em meio à lembrança das tragédias ambientais provocadas pela Vale em Brumadinho (MG) e Mariana (MG). Afirmou que o acordo representa uma resposta às comunidades ribeirinhas e aos defensores do meio ambiente, reforçando que o Brasil enfrenta não apenas uma crise social, mas também uma crise socioambiental.
Palavras-chave oficiais: Projeto de decreto legislativo,Acordo Regional sobre Acesso à Informação, Participação Pública e Acesso à Justiça em Assuntos Ambientais na América Latina e no Caribe (2018),Aprovação,Brumadinho (MG),Desastre ambiental,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA))
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós estamos, de fato, celebrando este acordo, que é importantíssimo, às vésperas da COP 30. E é muito importante celebrar este acordo no dia em que a gente se lembra da tragédia provocada pela Vale, com o derramamento ocorrido nas regiões de Brumadinho e Mariana. Celebrar este acordo, Presidente, é dar uma resposta, por exemplo, às comunidades ribeirinhas, àqueles e àquelas que defendem e nós precisamos entender , que não há apenas uma crise social, há uma crise socioambiental. Cuidar do ambiente, cuidar da criação, é papel de todos nós. Parabéns ao Congresso Nacional! - 04/11/2025
O Deputado afirmou sua convicção humanitária, declarando que não permitiria que críticas de Parlamentares da extrema direita apagassem seus valores, fundamentados na fé cristã e no respeito aos marginalizados. Além disso, elogiou a apreciação do Projeto de Lei (PL) nº 3.935, de 2008, sobre licença-paternidade, ressaltando que tal medida já era realidade em alguns Municípios brasileiros, como em Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais, onde a Vereadora Ivete Otoni havia implementado a política. Destacou que a sintonia entre a Câmara Federal e as demandas do Brasil acelera o progresso legislativo. Enfatizou também a relevância da proteção familiar e do reconhecimento da paternidade como responsabilidade compartilhada entre pais e mães no cuidado com os filhos. Por fim, parabenizou a Câmara Federal, os autores do PL e a Vereadora Ivete Otoni pela iniciativa que amplia direitos relacionados à paternidade.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar Projeto de lei ordinária,Licença-paternidade,Vereadora,Conceição do Mato Dentro (MG),implementação
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidenta, quero dizer, em alto e bom som, que os Deputados da extrema direita não vão apagar a minha humanidade. Eu sou seguidor de Jesus de Nazaré, que morreu aos 33 anos e viveu com as prostitutas, com as meretrizes, com os pecadores e com os cobradores de impostos. Não vão apagar em mim a humanidade. Não vão mesmo! Eu queria, Presidenta, dizer que hoje nós votamos um projeto de lei muito bacana aqui na Câmara Federal, sobre a licença-paternidade, que já é realidade em algumas cidades brasileiras. Quero lembrar o caso de Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais. A Vereadora Ivete Otoni aprovou naquela cidade a licença-paternidade para os funcionários da Câmara Municipal. Então, hoje aprovamos esse projeto, mas ele já é realidade, tem sintonia com o Brasil. Quando a Câmara Federal está em sintonia com o Brasil, as coisas avançam com muito mais velocidade. E como é importante a proteção das famílias, o respeito à paternidade e à maternidade, o cuidado com os filhos, que não é um cuidado exclusivo da mãe. Que bacana! Parabéns à Câmara Federal e aos autores desse projeto! Parabéns à Vereadora Ivete Otoni, que, em Conceição do Mato Dentro, já havia aprovado isso na Câmara Municipal. - 04/11/2025
O Deputado relatou visita ao Complexo da Penha no Rio de Janeiro (RJ), onde acompanhou o sofrimento das famílias. Informou que procurará as famílias dos quatro policiais falecidos para alertá-las sobre o direito de reivindicar reparação do Governo do Estado do Rio de Janeiro e afirmou que o Governador abandonará essas famílias sem oferecer indenização. Ressaltou que não hierarquiza dor e que as famílias dos policiais merecem solidariedade, porém destacou o sofrimento na comunidade da Penha e do Alemão, onde acompanhou a liberação de 121 corpos no Instituto Médico Legal, caracterizando o ocorrido como a maior chacina do País, superando os 111 mortos do Carandiru. Além disso, apontou que a extrema direita tentou mudar o discurso nacional, que era de avanço econômico e recuperação das relações internacionais como os Estados Unidos, desviando a atenção para segurança pública mediante a chacina. Enfatizou que o Brasil avançava no encerramento de tarifas quando a extrema direita alterou o discurso, levando mais de 120 pessoas a morte. Por fim, questionou como aqueles que patrocinaram a chacina encaram seus filhos e reafirmou que continuará designando o ocorrido como chacina, independentemente de pesquisas ou consenso.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Rio de Janeiro (RJ),Chacina,Família,Policial,Assassino,Indenização,Extrema direita,Discurso político,Segurança pública,Responsabilidade,Falecimento
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero cumprimentá-lo e cumprimentar também os Deputados e as Deputadas. Cumprimento ainda os trabalhadores da Câmara dos Deputados e todos os que nos assistem neste momento ou em outro momento, mais à frente. Eu estive, Presidente, na última semana, na quinta e na sexta-feira, no Complexo da Penha, acompanhando de perto o sofrimento das famílias. E vou me comprometer, aliás, já me comprometi, na Comissão de Direitos Humanos, em, daqui a uns 2 ou 3 meses, quando amenizar esse clima, procurar as famílias dos quatro policiais para dizer que elas têm direito de ser minimamente reparadas pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Quero afirmar aqui e não é profecia, é visão de futuro que o Governador do Estado do Rio de Janeiro abandonará as famílias dos quatro policiais. Não dará nenhuma reparação. Eu sei do que eu estou falando. Aqui nós não hierarquizamos dor. Nós sabemos que as famílias dos policiais estão sofrendo e merecem a nossa solidariedade, mas o que eu vi na comunidade da Penha e do Alemão... Eu acompanhei por 2 dias inteiros a liberação dos corpos no Instituto Médico Legal. Eu estive pessoalmente, na quinta-feira inteira e na sexta-feira inteira, na liberação dos 121 corpos de pessoas que foram assassinadas e vou dizer aqui uma palavra que deixa a extrema direita apavorada em outra chacina, a mais nova chacina que a extrema direita produziu no Brasil, a maior chacina que já houve no País. Na chacina do Carandiru, houve 111 mortos; e, agora, nós passamos dos 130 mortos. A violência que se estabeleceu sobre aquela comunidade é ímpar. A gente não pode achar que isso é natural, não se pode naturalizar isso. Um Deputado de Minas Gerais, que inclusive tem primo comprometido com o tráfico de drogas, estava pedindo há pouco a anistia. "Ah, sobre a anistia, temos que ter humanidade pelas pessoas." Ele usou a expressão: "Foi feita uma faxina no Morro do Alemão e no Morro da Penha". É que ele não sabe o tamanho do sofrimento de uma mãe que perde o filho, porque filho não deixa de ser filho porque faz coisas certas ou faz coisas erradas. Filho é sempre filho. E o que aconteceu e nós precisamos entender isto , de fato, foi uma tentativa de aparecer nas redes sociais. O que a extrema direita fez foi tentar mudar o discurso que estava na boca e no coração de todos os brasileiros, que era o discurso do avanço econômico, o discurso da recuperação econômica do Brasil, o discurso da recuperação da relação do Brasil com Donald Trump e os Estados Unidos, as relações internacionais. O Brasil avançava para acabar com as tarifas que vocês e o fujão do Eduardo Bolsonaro, que está lá nos Estados Unidos, pediram que o Governo americano implantasse sobre os produtos brasileiros. Quando isso estava avançando, vocês estavam apavorados, apavorados porque não tinham mais discurso para fazer. O Brasil só avançava! O que vocês resolveram fazer? Vocês resolveram mudar o discurso para a segurança pública, que não é segurança pública, é chacina. E vocês não se incomodaram, levaram mais de 120 pessoas à morte naturalmente. Eu fico imaginando como é que vocês encaram o olhar de seus filhos, como é que vocês se sentam à mesa para comer o alimento com suas famílias, lembrando que patrocinaram a chacina, a morte de mais de cem pessoas na semana passada. E há uma coisa que precisa ser dita. "Ah, as pesquisas estão dizendo isso." Pouco importam as pesquisas! A gente precisa tratar as pessoas com humanidade. Se nenhum cidadão do planeta achar que aquilo estava errado, eu continuarei dizendo que foi uma chacina. - 04/11/2025
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou usar o tempo de Liderança, conforme comunicado que já chegou a sua mesa. Eu queria, em 30 segundos, dizer que no avião do Bolsonaro havia mais droga do que o que foi apreendido no Morro do Alemão. Eu vou usar o tempo de Liderança. - 29/10/2025
O Deputado manifestou consternação com as mortes ocorridas na operação policial no Complexo da Penha e no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Defendeu que os moradores das favelas não fossem tratados como criminosos e ressaltou que a violência urbana resulta de múltiplos fatores, incluindo desigualdades sociais e falta de planejamento. Citando a exortação Dilexi Te, do Papa Leão XIV, apelou por humanidade e solidariedade às famílias das vítimas, inclusive dos policiais mortos. Informou também sobre o encontro entre o Ministro Ricardo Lewandowski, o Diretor-Geral da Polícia Federal e o Governador Cláudio Castro, destacando a busca por soluções conjuntas. Concluiu pedindo reflexão sobre a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública para fortalecer políticas cidadãs.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Rio de Janeiro (Estado),Pessoa falecida,Habitante,Favela,Criminoso,Violência urbana,Desigualdade social,Papa,solidariedade,Família,Vítima,Reunião,Ministro de Estado,Ministério da Justiça e Segurança Pública,Diretor-Geral,Polícia Federal (PF),Governador,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente, agradeço a V.Exa. Neste momento, a discussão é sobre o Estado onde eu vivo. Eu posso dizer que é o Estado mais bonito da Federação. É um Estado onde o povo é generoso; é um Estado onde o povo é muito bom; é um Estado onde o povo é trabalhador; é um Estado onde a inovação e as tecnologias sociais são muito desenvolvidas nas nossas comunidades de periferia. Eu estou falando do Estado do Rio de Janeiro, tão machucado, tão vilipendiado, tão fraturado nos últimos dias. Sr. Presidente, antes até de começar a minha fala sobre o assunto e tem relação com isso também , vou pedir a V.Exa., Presidente Altineu Côrtes, que acate a minha proposição de publicar nos Anais da Câmara dos Deputados o inteiro teor desta exortação do Papa Leão XIV. O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. PL - RJ) - Está deferido, Deputado Reimont. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Muito obrigado, Presidente. A exortação do Papa Leão XIV chama-se Dilexi Te, dedicada ao tema do amor para com os pobres. Eu cito um trecho dessa carta. Diz o Papa Leão XIV no parágrafo 14 desse documento: 14. Os pobres não existem por acaso ou por um cego e amargo destino. Muito menos a pobreza é uma escolha, para a maioria deles. No entanto, ainda há quem ouse afirmá-lo, demonstrando cegueira e crueldade. Entre os pobres há também, obviamente, aqueles que não querem trabalhar, talvez porque os seus antepassados, que trabalharam toda a vida, morreram pobres. Mas há muitos homens e mulheres que trabalham de manhã à noite, recolhendo papelão, por exemplo, ou realizando outras atividades semelhantes, embora saibam que este esforço servirá apenas para sobreviver e nunca para melhorar verdadeiramente as suas vidas. Não podemos dizer que a maioria dos pobres estão nessa situação porque não obtiveram méritos, de acordo com a falsa visão da meritocracia, segundo a qual parece que só têm mérito aqueles que tiveram sucesso na vida. Exortação Dilexi Te, parágrafo 14, do Papa Leão XIV. Com esse texto eu abro a minha conversa sobre o Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, nós temos cerca de setecentas favelas. Na cidade do Rio de Janeiro, são certamente em torno de 2,2 milhões de pessoas que moram nas favelas. Posso dizer aos senhores, sem a menor sombra de dúvida, sem o menor risco de errar, que nas comunidades periféricas do Rio de Janeiro há pessoas honradas, há pessoas trabalhadoras, tanto quanto existem nas outras regiões da cidade. Posso também afirmar que nas regiões periféricas do Rio de Janeiro também há pessoas comprometidas com o crime tanto quanto há em outras regiões da nossa cidade. Na verdade, poderíamos até dizer que muitas das elucubrações e das construções criminosas que ocorrem na cidade do Rio de Janeiro não têm origem nas favelas. Lá não temos fabricação de armas, não temos fabricação e purificação de drogas. Nós temos uma comunidade submetida a uma realidade muito dura, muito cruel. Pois bem, nosso coração está sangrando. Nós cariocas, nós que moramos no Rio de Janeiro estamos muito consternados. Eu queria, pela humanidade que cabe no coração de cada um de nós, pedir aos Deputados e Deputadas que não façam desse ocorrido no Rio de Janeiro um palanque eleitoral para lacrar nas redes sociais. Tenham misericórdia da dor, do sofrimento daquelas mulheres que são mães, que são esposas, que são filhas dos homens e das mulheres assassinados no Complexo da Penha e no Complexo do Alemão. Eu estou falando não para atiçar a desigualdade entre nós. Eu estou clamando por humanidade, estou clamando por sensibilidade humana. Eu estou dizendo aos senhores que estão neste plenário da Câmara dos Deputados que, quando se dirigirem aos moradores das favelas do Rio de Janeiro, não os coloquem no mesmo balaio, dizendo que são todos criminosos, porque isso não é verdade, e os senhores sabem disso. Os senhores sabem disso, não é novidade! Eu não preciso ensinar isto para os senhores e para as senhoras: não são todos criminosos. Também não posso dizer que, na Vieira Souto, na Barra da Tijuca, nos condomínios do Leblon, nos condomínios do Jardim Botânico, na elite carioca, todas as pessoas têm ótima índole e que de fato estão contribuindo para a construção da nossa cidade, pois ali também há malversação das necessidades e imbróglios para construir a violência vista no Rio de Janeiro. Eu clamo pela humanidade dos senhores, e clamo mesmo. Clamo pela humanidade porque o coração de uma mãe que perdeu um filho hoje está sangrando, mesmo que esse filho estivesse envolvido em alguma criminalidade. Quando os senhores usam o microfone para dizer que todos os que morreram, com exceção dos policiais, são bandidos e criminosos, os senhores sabem que não é verdade! Os senhores sabem que isso não está pautado com a verdade! Nós sabemos muito bem disso. Eu apresento a nossa solidariedade mais profunda a todos que perderam os entes queridos e às mães dos policiais. Se a gente tivesse que avaliar isso, pensaria em como pode um policial, com 20 dias de trabalho e 30 anos de idade, ir a uma comunidade enfrentar uma operação que, era sabido era sabido! , ia dar no que deu. Nós sabemos que há também uma engrenagem que organizou, de maneira equivocada, a operação no Complexo da Penha e no Complexo do Alemão. Todos nós sabemos disso. O meu clamor desta tribuna não é um clamor para me opor aos senhores, não é um clamor que diz que os senhores estão errados ou que eu estou certo. Aqui, não tem ninguém certo, não tem ninguém errado. O que há são mais de 150 corpos estendidos no Complexo da Penha e no Complexo do Alemão. Isso tem que calar no coração da gente, porque, se nos resta um pingo de humanidade, nós temos que compreender que precisamos construir uma sociedade diferente dessa que existe e com a qual estamos convivendo. Nós não queremos aqui, de maneira nenhuma, dizer que a culpa é de cá ou de lá, embora saibamos que houve falta de planejamento. Tivemos hoje, no Rio de Janeiro, a presença do Ministro Lewandowski e do Diretor-Geral da Polícia Federal em reunião com o Governador Cláudio Castro. Eles selaram um pacto de diálogo para encontrar saídas para o ocorrido. Eu termino os meus últimos segundos de fala nesta tribuna da Câmara dos Deputados dizendo aos senhores: pensem nesta noite, de hoje até amanhã, e nos próximos dias sobre a possibilidade de aprovarmos na Câmara Federal a PEC da Segurança Pública, para que possamos dar contorno de maior cidadania àquilo que consideramos como segurança pública. Nós não queremos que mais armas tirem a vida da nossa juventude nem dos nossos policiais. Nós queremos uma sociedade que fuja da barbárie. - 29/10/2025
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu queria só lembrar que existe um desejo dos Deputados da extrema direita. São Deputados que não têm compromisso com a educação, Deputados que estão votando contra o Pé-de-Meia, Deputados que estão defendendo aqui os super-ricos, Deputados que estão defendendo que os super-ricos, os bilionários, os bancos, as bets não sejam taxados. Então, é preciso lembrar que eles estão nervosos, muito nervosos. Quero lembrar que o Governo do Presidente Lula hoje esteve no Rio de Janeiro. Manchete do jornal O Globo: "Após reunião com Lewandowski, Castro anuncia parceria para enfrentar o crime". Segundo a manchete, "Castro e Lewandowski anunciam criação de escritório emergencial contra o crime organizado". Enquanto vocês ficam aos gritos, a gente está trabalhando para devolver a dignidade ao povo do Rio de Janeiro. - 29/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 34 do substitutivo apresentado ao Projeto de lei nº 458, de 2021, que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp) para atualização, por pessoa física, do valor de bens móveis e imóveis adquiridos com recursos de origem lícita e localizados no território nacional, e regularização, por pessoa física ou jurídica, de bens ou direitos de origem lícita que não tenham sido declarados ou tenham sido declarados com omissão ou incorreção em relação a dados essenciais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós orientamos "sim" ao texto e "não" ao destaque. Quero fazer um destaque, quero destacar que o motivo que leva o PSOL a apresentar o destaque não é o mesmo motivo que leva o PL a votar com o PSOL. Na verdade, o PL é contra o Programa Pé-de-Meia, o PL não quer que os estudantes recebam o benefício do Pé-de-Meia. Já o PSOL fala de uma questão constitucional, que é compreensível. Nós votamos pela manutenção porque compreendemos que essa é a forma, é a maneira, é o jeito de garantirmos esse importante programa. Quando eu viajo pelo Estado do Rio de Janeiro e encontro a juventude, a primeira pergunta que eu faço é esta: "Vocês estão recebendo o Pé-de-Meia?". Os jovens respondem: "Estamos recebendo o Pé-de-Meia". Isso está arrebentando de alegria a vida dos nossos estudantes. Então, essa é a forma de mantê-lo. Portanto, o voto é "sim" ao texto e "não" ao destaque. - 29/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do parágrafo 3º do artigo 17 da Lei 9.430/96, constante no artigo 32 do substitutivo apresentado ao Projeto de lei nº 458, de 2021, que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp) para atualização, por pessoa física, do valor de bens móveis e imóveis adquiridos com recursos de origem lícita e localizados no território nacional, e regularização, por pessoa física ou jurídica, de bens ou direitos de origem lícita que não tenham sido declarados ou tenham sido declarados com omissão ou incorreção em relação a dados essenciais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria, Presidente, orienta "sim" ao texto. Este é um dispositivo antifraude, Sr. Presidente, e nós estamos aqui preocupados em conduzir o País por caminhos seguros. Quando dizemos "sim" ao texto e "não" ao destaque, estamos dizendo: "Há um dispositivo muito concreto e real para que não haja fraude". A gente precisa entender isso. E aqueles que estão votando pelo destaque e "não" ao texto precisam, talvez, ler um pouco melhor o que está colocado no dispositivo, porque a gente precisa aumentar o processo de fiscalização para que não haja espaço para fraudadores nessas operações. Portanto, orientamos "sim" ao texto e "não" ao destaque. - 29/10/2025
O Deputado manifestou indignação diante das reações de alguns colegas Parlamentares às mortes ocorridas durante a operação policial no Rio de Janeiro. Representando o Estado, afirmou sentir vergonha ao ver Deputados comemorando o que chamou de “chacina”, que resultou em mais de 150 mortos. Além disso, classificou a ação como “desastrosa”, criticou o Governador Cláudio Castro por considerar a operação um sucesso, e ressaltou que o episódio representa “muita desumanidade”. Por fim, afirmou que a política deve se pautar pela defesa da vida e que a comemoração de tragédias como essa envergonha o Parlamento e o país.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Favela,Tráfico de droga,Chacina,Rio de Janeiro (Estado),Governador,Humanitarismo,Direito à vida,Segurança pública
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sou um Deputado do Rio de Janeiro, um dos Estados mais bonitos da Federação, onde há um povo muito generoso, muito trabalhador. E fico aqui, infelizmente, condoído com a fala de alguns Deputados que estão se vangloriando de terem, hoje, a notícia de mais de 150 mortes causadas por uma segurança pública que não segura ninguém, nem mesmo o Governador. É uma segurança pública desastrosa. O Governador disse que foi um sucesso. Ora, Governador Cláudio Castro, que sucesso é uma operação que mata mais de 150 pessoas? É muita desumanidade. Eu tenho vergonha dos Deputados desta Casa que estão comemorando a chacina no Rio de Janeiro. Tenho vergonha dos senhores. Os senhores são uma vergonha para a política brasileira. A chacina no Rio de Janeiro é uma covardia. - 28/10/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do art.7º, com fins de supressão, do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.307, de 2007, que inclui o inciso VIII na Lei dos Crimes Hediondos, Lei nº 8.072, de 25 de julho 1990, classificando como crime hediondo a adulteração de alimentos como especifica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orientamos, na verdade, o voto "sim" ao texto, Presidente. E quero aqui lembrar que o Presidente Lula sancionou a Lei nº 13.097. Essa lei criava o Sistema de Controle de Produção de Bebidas Sicobe, que era organizado pela Casa da Moeda do Brasil. É bom lembrar, e vejam como um golpe atrapalha a vida das pessoas, que, quando a Dilma foi golpeada e Temer chega ao Governo central o que faz Temer? , ele flexibiliza a lei de controle de produção de bebidas. E, quando Bolsonaro assume, sabe o que ele faz? Faz a abolição dessa lei e diz: "Não precisa ter controle nenhum". Quando diz isso, o que acontece? Acontece o que aconteceu: morte de pessoas, porque irresponsáveis usam metanol nas bebidas. Presidente, nós precisamos sempre nos lembrar de que a democracia não pode ser golpeada. O voto é "sim" ao texto. - 28/10/2025
O Deputado acusou o Governador do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, de mentir ao afirmar que solicitou ajuda ao Governo Federal na operação policial que resultou na morte de cinco policiais e 55 civis. Ainda, reprovou o uso político-eleitoral do ocorrido e ressaltou que o caos está instaurado na capital fluminense. Além disso, afirmou saber que o Governador se opõe à PEC Segurança Pública (Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025) e não quer parceria com o Governo Federal. Por fim, citou que, das cinco chacinas mais ferozes do Rio de Janeiro, quatro ocorreram no Governo do PL.
Palavras-chave oficiais: Governador,Rio de Janeiro (Estado),Fato inverídico,Governo federal,Operação policial,Falecimento,Policial,Civil,Pessoa,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Chacina,Governo estadual,Partido Liberal (PL)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu não vou chamar o Deputado que me antecedeu de mentiroso, mas chamo de mentiroso o Governador do Estado. O Governador Cláudio Castro mente! Ele não fez pedido algum ao Governo Federal, e ainda comemora. Sabe o que disse o Governador Cláudio Castro? "A operação foi um sucesso." Deputados policiais, hoje, no Dia do Servidor Público, o Governador do Estado do Rio de Janeiro disse que foi um sucesso a operação em que morreram cinco policiais e outros 55 cidadãos civis. A cidade do Rio de Janeiro hoje está verdadeiramente um caos, e o Governador Cláudio Castro, volto a dizer, mente, ele mente. O que ele está fazendo, na verdade, é uma grande tentativa de jogada eleitoral, mas é muita covardia fazer jogada eleitoral levando à morte, só até agora, sessenta pessoas. Sr. Presidente, o que nós sabemos é que Governador Cláudio Castro disse "não" àquilo que estamos trabalhando aqui, que é a PEC da Segurança Pública. Nós entendemos que o Governador Cláudio Castro na verdade não quer a parceria do Governo Federal. Ele não pediu a parceria do Governo Federal, e agora se compromete, está com as mãos sujas de sangue. Governador Cláudio Castro, das cinco chacinas mais ferozes do Rio de Janeiro, quatro estão no Governo do PL. - 08/10/2025Breves Comunicações
O Deputado lamentou a rejeição da Medida Provisória nº 1.303, de 2025, que dispõe sobre a tributação de aplicações financeiras e ativos virtuais no País, afirmando que o Congresso ignorou as vozes das ruas e se colocou contra o povo brasileiro. Explicou que a extrema direita, especialmente Partido Liberal (PL) e Partido Novo (NOVO), impediu a taxação dos super-ricos, bancos e casas de apostas (bets), preferindo proteger bilionários e grandes interesses. Além disso, afirmou que a derrota da medida significou perda de recursos para educação, saúde e políticas sociais, e classificou a decisão como “covardia com o povo brasileiro”. Por fim, disse acreditar que a população cobrará dos Parlamentares nas urnas em 2026, reforçando que a política deve servir para melhorar a vida do povo, especialmente dos mais pobres, e não para favorecer elites econômicas.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Tributação,Aplicação financeira,Aposta esportiva,Partido Liberal (PL),Partido Novo (NOVO),Extrema direita,Política social,recursos,População rica,Distribuição de renda,Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF),Política fiscal
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado. Boa noite a todos os Deputados e Deputadas, às pessoas que nos acompanham, aos trabalhadores aqui da Câmara Federal. Hoje foi um dia muito importante para o Parlamento. Hoje foi um dia em que o Parlamento brasileiro não atendeu às vozes das ruas. No dia 21 de setembro, as ruas brasileiras se encheram de pessoas que diziam que o Congresso não pode ser inimigo do povo. As ruas do Brasil inteiro se encheram, com a população dizendo que o Congresso Nacional deveria pautar projetos que melhorassem a vida do povo brasileiro. Pois bem, hoje tínhamos na pauta uma medida provisória que precisava ser votada hoje, senão caducaria. Os Deputados da extrema direita, do Partido Liberal, do Partido Novo, Deputados da Direita e da extrema direita disseram: "Nós não vamos tributar os super-ricos. Nós achamos que os super-ricos não precisam pagar impostos. Os bancos, os bilionários, as bets não precisam pagar imposto. Nós queremos liberá-los". Então, hoje foi um dia muito triste. O povo disse nas ruas que o Congresso tem que ser amigo do povo, que o Congresso tem que votar pautas importantes para o povo, mas, infelizmente, o Congresso, de novo, colocou-se de costas para as necessidades da nossa população. É bom entender que o que perdemos hoje foi a possibilidade de fortalecer o orçamento da educação, o orçamento da saúde, o orçamento das políticas sociais. O povo saberá notificar cada Deputado que votou pela retirada de pauta da MP que iríamos votar hoje. Na verdade, na minha leitura essa foi uma covardia com o povo brasileiro. Os Deputados da extrema direita, em especial os Deputados do Partido Liberal e do Partido Novo, disseram que, não, não vamos taxar as bets, não vamos taxar os bancos, não vamos taxar os bilionários, porque eles têm que ganhar muito dinheiro mesmo. Esses Deputados disseram que o povo brasileiro é que tem que pagar imposto, que o povo pobre é que tem que pagar imposto. Eles são contrários a que os ricos que os patrocinam paguem imposto. E votaram contra. Então, hoje foi um dia triste neste Parlamento. Precisamos reagir. Eu tenho a convicção de que o povo brasileiro colocará em cima da mesa o nome de todos os Deputados que votaram contra a taxação dos super-ricos e que em 2026 vai cobrar a conta. Espero que cobrem a conta. É preciso entender que a política só tem sentido quando se volta para ajudar o nosso povo, de modo particular o povo mais pobre. A extrema direita está a serviço dos ricos e dos muito ricos. - 08/10/2025
O Deputado criticou a rejeição da Medida Provisória nº 1.303, de 2025, que dispõe sobre a tributação de aplicações financeiras e ativos virtuais no País, afirmando que a extrema direita atuou em defesa dos poderosos e contra os interesses do Brasil. Acusou os Parlamentares de retirarem recursos que poderiam reduzir a desigualdade, favorecendo bancos, big techs, bets e bilionários. Por fim, disse que os responsáveis serão cobrados pela sociedade.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Aplicação financeira,Aposta esportiva,Bolsa de valores,Tributação,Retirada de proposição,Big techs,favorecimento,Política pública,Prejuízo
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero agradecer e dizer que a extrema direita hoje enterrou a MP. Na verdade, a extrema direita hoje fez o que ela sabe fazer: defender os poderosos que a mantêm. A extrema direita hoje votou contra o Brasil. Vocês que estão aí, em alto e bom som, aos gritos nesta tribuna sabem muito bem que o povo brasileiro lhes cobrará o que vocês fizeram no dia de hoje: tiraram recurso que era para diminuir a desigualdade no País. Sabem o que vocês fazem? Vocês defendem os poderosos. Vocês não têm a mínima condição de fazer aquela política que transforma a vida do povo, porque estão a serviço das big techs, estão a serviço das bets, estão a serviço dos bancos, dos poderosos e dos bilionários. Não passarão!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.