
Nome civil: Reimont Luiz Otoni Santa Barbara · 65 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 94% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa?
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
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- dep.reimont@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5348
- Gabinete
- Gabinete 348, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 988 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 57 projetos apresentados (2%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 781 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
452 discursos na tribuna e 3 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 01/09/2026.
- 01/09/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado criticou o discurso de ódio da Extrema Direita e defendeu a prisão por apologia ao crime de candidato à Presidência da República que afirmou que promoveria um “banho de sangue” no País. Além disso, destacou que o Senador Flávio Bolsonaro recebeu do empresário Daniel Vorcaro valores superiores a 61 milhões de reais e vinculou a família Bolsonaro a casos de corrupção.
Palavras-chave oficiais: Discurso de ódio,Extrema direita,Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Prisão,Apologia de crime Senador,Partido Liberal (PL),Empresário,Banco Master,recursos,Corrupção
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu falei aqui hoje, Presidente, na discussão do Plano Nacional de Cultura, sobre o ódio estabelecido pela extrema direita. É um absurdo que um candidato à Presidência da República possa dizer que vai fazer no Brasil um banho de sangue. Esse cara tinha que ser preso, porque apologia ao crime não é permitido nos nossos marcos legais. Mas eu queria lembrar também do Senador Flávio Bolsonaro. Gente, ele está cada vez mais encalacrado, cada vez se descobre uma coisinha a mais. Eita, família complicada essa família Bolsonaro, meu povo! O camarada descobriu de novo que agora não são mais 61 milhões de reais, não; ele recebeu muito mais do Vorcaro. E a gente precisa estar de olho nisso. A família Bolsonaro é uma família que está encalacrada em todo tipo de corrupção, e o povo brasileiro está de olho arregalado. - 01/09/2026discussãoOrdem do Dia
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 5.894, de 2025, que institui o Plano Nacional de Cultura para o decênio 2025-2035. Cumprimentou a Ministra Margareth Menezes e o Relator Pedro Uczai, e, em seguida, contrastou as propostas do Partido Missão com as do PT ao afirmar que, enquanto aquele prega violência, este defende a cultura como direito, política de Estado e instrumento de democracia, transformação social e fraternidade universal. Além disso, ressaltou a importância de valorizar trabalhadores e artistas, destacando que a cultura deve alcançar a população negra, as periferias, os povos originários, as mulheres e a juventude. Por fim, comprometeu-se a lutar pela destinação de 2% do Orçamento federal à cultura.
Palavras-chave oficiais: Discussão,favorável,Projeto de lei ordinária,Plano Nacional de Cultura (PNC),Ministério da Cultura,Ministra de Estado,Relator,Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),Cultura (artes),Política,Democracia,comparação,Partido Missão (MISSÃO),Violência,percentual,Orçamento federal
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero cumprimentá-lo, cumprimentar todos os Deputados e Deputadas, cumprimentar a Ministra Margareth Menezes, que disse para nós, com todas as letras, que o Governo do Presidente Lula valoriza a cultura em todos os rincões deste País. Quero cumprimentar o Deputado Pedro Uczai, nosso Relator. Quero agradecer a Deus o dom da vida dele, esse homem maravilhoso que se recuperou e está aqui conosco firme e forte. Presidente, primeiro eu quero trazer uma lembrança de algo muito trágico que aconteceu na sociedade brasileira. Sabe o candidato do Partido Missão à Presidência? Foi à televisão e disse que quer construir uma bomba atômica. O PT está dizendo que quer construir cultura. O candidato do Partido Missão à Presidência disse que vai promover no Brasil um banho de sangue. Nós vamos produzir uma cultura que modifica, que transforma e que dá sentido à vida do povo brasileiro. Olha só a diferença do Missão, que tem a missão de matar, e do PT, que tem a missão de organizar a vida do povo brasileiro com cultura como direito e política de Estado; cultura como aquela ferramenta humana que me permite olhar para o outro e revelar ao outro quem eu sou, e pedir ao outro que o outro me ajude, revelando-se a mim, a me entender neste mundo; cultura como instrumento de democracia, como transformação social; cultura como processo de democratização; cultura como perspectiva de nós construirmos uma sociedade que não esteja alicerçada apenas na tolerância, mas que esteja alicerçada na fraternidade universal. Muito mais do que tolerar o outro é entender que o outro faz parte da construção que eu quero fazer neste nosso mundo. É preciso valorizar os trabalhadores da cultura, os artistas e os fazedores de cultura cultura, educação, memória e identidade do povo brasileiro. Cultura que fala para o povo negro, cultura que fala para as periferias, cultura que fala para os povos originários, cultura que fala com as mulheres, cultura que fala com a juventude, cultura que fala com as infâncias, cultura que fala com todas as artes. E aí é preciso a gente também lembrar e não se esquecer de que, para além de tudo isso que estamos fazendo e eu quero dizer isso aos fazedores de cultura deste País , nós não descansaremos enquanto não tivermos 2% do Orçamento para a cultura neste País. - 15/07/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado saudou Noel Francisco, editor-chefe do jornal O Companheiro, de Porciúncula (RJ), destacando a atuação do veículo em defesa do jornalismo e enviando homenagem do Parlamento Brasileiro. Por fim, afirmou que a sociedade deveria acompanhar fatos recentes da política nacional e mencionou a divulgação de fotografia do Senador Flávio Bolsonaro ao lado de pessoa identificada como Sicário, utilizando o episódio para fazer crítica ao Parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Editor-chefe,Jornal,Porciúncula (RJ),Jornalismo,Pessoa homenageada Política,Fotografia,Senador,Criminoso,Crime organizado,divulgação,Notícia jornalística
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero aqui fazer uma saudação especial ao amigo Noel Francisco, editor-chefe do jornal O Companheiro, de Porciúncula, no Noroeste Fluminense. O Noel é ancião da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Esse jornal tem compromisso com o jornalismo sério, atua no Norte e no noroeste, na divisa de Minas Gerais, na Zona da Mata de Minas Gerais. Deixo um abraço do Parlamento Brasileiro ao companheiro Noel. Presidente, eu queria também aproveitar e lembrar que nós estamos num momento importante de ter os olhos abertos para o que tem acontecido na sociedade brasileira. Hoje, saiu mais uma fotografia do Senador Flávio Bolsonaro, ao lado do Sicário, aquele cara que dizem que tirou a própria vida na prisão. Olhem onde está o Senador Flávio Bolsonaro! - 15/07/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 3.839, de 2023, que autoriza o uso de fotografia de identificação com elemento de indumentária tradicional que exprime a identidade da pessoa, bem como altera as leis nº 7.116, de 29 de agosto de 1983, nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro) e o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A federação, Presidente, orienta "sim". É muito bom entendermos, aliás, é sempre pedagógico nós compreendermos e aprendermos. Dizem que há o jovem aprendiz, mas pode também haver o velho aprendiz, ou até o eterno aprendiz. É bom lembrar que, quando um Deputado da extrema direita fala dos povos originários, ele não usa a expressão "índio". Índio é um elemento químico da categoria atômica 49. A expressão é "indígena". Os povos originários são os indígenas. Portanto, quando nós estamos falando dos símbolos, das vestimentas, nós estamos afirmando uma identidade que é do povo brasileiro, uma identidade da nossa originalidade, uma identidade daqueles que nos precederam. Então, é uma riqueza esse projeto. Por isso, a federação o aprova. Nosso voto é "sim". - 15/07/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou declarações do Senador Flávio Bolsonaro sobre uma eventual eleição presidencial e contestou a possibilidade de participação do ex-Presidente Jair Bolsonaro em uma cerimônia de transmissão de faixa presidencial. Também mencionou notícias sobre o patrimônio atribuído ao Senador e cobrou esclarecimentos sobre sua evolução patrimonial. Além disso, associou o tema a denúncias e investigações envolvendo diferentes setores e afirmou que o momento político exigia o fortalecimento das instituições democráticas, a ampliação da participação cidadã e o aprimoramento da democracia brasileira.
Palavras-chave oficiais: Pré-candidato,Ex-presidente da República,Senador,Partido Liberal (PL),Eleição,Faixa presidencial,Crítica,Evolução patrimonial,esclarecimento,Milícia,articulação
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Eu lhe agradeço, Sr. Presidente, e o cumprimento. Cumprimento os colegas Deputados que estão aqui no plenário, as assessorias, todas e todos. Presidente, eu estou imaginando que esta extrema direita perdeu o senso do razoável o senso do razoável. Imagine que o Senador Flávio Bolsonaro disse que, se ele ganhar a eleição, quem vai passar a faixa presidencial a ele é Jair Bolsonaro. Primeiro, Jair Bolsonaro não é Presidente da República; segundo, Jair Bolsonaro está preso; terceiro, Jair Bolsonaro não tem direito. Alô, Flávio Bolsonaro! Mesmo se o senhor ganhasse as eleições e o povo brasileiro não lhe dará isso o senhor não poderia indultar o pai do senhor, o presidiário Jair Bolsonaro, porque, para crime de tentativa de golpe de Estado, não cabe indulto constitucional. Então, o seu pai não irá lhe passar a faixa em hipótese alguma: primeiro, porque o senhor não vai ganhar a eleição; segundo, porque, se por acaso o senhor ganhe, o seu pai está preso, está na prisão. Mas hoje, Deputado Otoni de Paula, saiu uma notícia gravíssima, de que o patrimônio do Senador Flávio Bolsonaro passa de 600 milhões de reais. Eu, que sou Parlamentar há 19 anos, olho para o meu patrimônio e me pergunto: como é que o patrimônio chega a esse valor de 600 milhões de reais? E aí a gente começa a entender as articulações: articulações com a milícia, articulações com o Comando Vermelho, articulações com o tráfico de armas, articulações com o tráfico de drogas, articulações com o banco do Vorcaro, articulações com corrupções as mais diversificadas. É esse o caso. Eu fico pensando que a extrema direita, na verdade, perdeu o senso da mínima razoabilidade, da mínima razoabilidade. Nós estamos vivendo uma quadra da história, e eu fico imaginando que nós temos que aproveitá-la ao máximo para a gente entender o capital político que este momento nos dá, para entendermos que não há outro caminho para a gente conduzir o nosso País senão o caminho de ratificação da nossa democracia, de aprimoramento da nossa democracia, de democratização do nosso Estado e do nosso espaço para todas as pessoas, para todas as brasileiras e brasileiros. Alô, alô, Sr. Flávio Bolsonaro! Explique-nos que história é essa de patrimônio de 600 milhões de reais! - 14/07/2026discussãoOrdem do Dia
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.085, de 2026, que regulamenta o regime de relevância das questões de direito federal infraconstitucional para admissão dos recursos especiais no Superior Tribunal de Justiça e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, ao ler esta matéria, eu me lembrei de um texto escrito por José Saramago e apresentado no Fórum Social Mundial lá da sua cidade, no ano de 2002. Eu também estava lá. José Saramago fala da morte da justiça. Ele diz sobre um fato acontecido nos arredores da cidade de Florença com um camponês, que viu a sua propriedade sendo diminuída pelo avanço das cercas de um grande latifundiário. Esse camponês reclamou na primeira, na segunda e na terceira instância. Não conseguiu obter retorno favorável à sua causa, até que ele sobe ao campanário de uma capelinha no centro dessa cidade e toca o sino fúnebre, numa manhã de sexta-feira. Ao ser tocado o sino fúnebre, a cidade se reúne em torno daquela capelinha. Ninguém sabia quem havia morrido: "A que defunto vamos chorar? A que defunto esse sino fúnebre toca?" A igreja, fechada. De repente, o sino para de tocar. O camponês desce e, na praça cheia, diz: "A justiça está morta, porque venho reclamando em todos os espaços e não atendem a minha demanda, porque minha condição de homem camponês pobre é a condição de um explorado que não encontra respaldo nem sequer naqueles que deveriam julgar a minha causa com justiça. A justiça está morta". Quando nós estamos tratando desse projeto, eu fico aqui pensando que é claro que todos nós queremos que haja celeridade, que o STJ e as instâncias superiores estejam mais desafogadas. Mas nós também sabemos que, lá nos Tribunais Estaduais ou nos Tribunais Regionais Federais, o que temos muitas vezes é a negação da justiça, verdadeiramente, àqueles que a procuram. Portanto, o direito sagrado do recurso, nós o estamos vendo diminuído. Por isso, Sr. Presidente, em honra a essa leitura do texto de José Saramago em que, nos arredores da cidade de Florença, a justiça é declarada morta, assim declarada por alguém a quem foi negada a justiça , este é o momento que nos faz ser contrários ao projeto, porque o direito ao recurso deve ser um direito sagrado. - 01/07/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado abordou o tema das áreas de preservação ambiental, citando a Floresta da Cicuta, em Volta Redonda (RJ), e a Reserva Biológica do Tinguá, em Nova Iguaçu (RJ), como exemplos de iniciativas de regularização fundiária em curso no Rio de Janeiro. Afirmou que iniciativas conduzidas em parceria com o ICMBio buscaram ampliar áreas protegidas e promover a regularização de ocupações existentes, sem a retirada das famílias residentes. Ao relacionar o tema ao Projeto de lei nº 849, de 2025, em discussão, sobre a Reserva da Baleia Franca, em Santa Catarina, sustentou que o processo de regularização encontrava-se em andamento e defendeu a continuidade das medidas para garantir proteção ambiental e segurança às comunidades envolvidas. Por fim, informou que orientou voto contrário à proposta em discussão.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Santa Catarina,Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca,Limite geográfico,redução,contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, sobre este tema, é muito importante a gente lembrar isso. Eu acompanho lá no Rio de Janeiro duas áreas de preservação ambiental: a Floresta da Cicuta, em Volta Redonda, uma área com 100 hectares de preservação. Nós temos um trabalho junto com a ICMBio, que vai aumentar essa área para 1.200 hectares. Estou acompanhando também a Rebio do Tinguá, na região de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ali, nessa região, tem um caso muito parecido com essa história da Reserva da Baleia Franca, da Área de Proteção Ambiental. Ali existem muitos pequenos grupos que ocuparam a Rebio do Tinguá. E há uma intenção de o ICMBio manter essas pessoas ali, desde que nós consigamos ampliar para Miguel Pereira, para outros espaços, o espaço da Rebio do Tinguá. Portanto, o que a gente tem nessa relação agora com Santa Catarina é esse entendimento de que a regularização já está acontecendo. Nós não estamos expulsando ninguém. Se essas pessoas estão sob ameaça de expulsão, é preciso dizer a elas que o Governo, o ICMBio e as autoridades têm trabalhado para que a regularização aconteça, para que elas sejam protegidas. Por isso nós estamos encaminhando contrariamente a alguns dos nossos grupos. - 09/06/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou o PL e atribuiu ao partido uma série de articulações políticas ocorridas no Rio de Janeiro desde a eleição de Wilson Witzel ao governo estadual. Relembrou a saída de Witzel do cargo e afirmou que a Gestão de Cláudio Castro realizou aportes bilionários no Banco Master com recursos de aposentados e pensionistas. Também mencionou mudanças envolvendo a vice-governadoria, o Tribunal de Contas e a presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, classificando os episódios como resultado de sucessivas manobras políticas. Por fim, sustentou que essas ações evidenciaram problemas na condução política do Estado por lideranças ligadas ao PL e à direita.
Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (Estado),Ex-governador,Perda de mandato eletivo,Banco Master,Fundo previdenciário,destinação,Assembleia Legislativa,Eleição,irregularidade,Partido Liberal (PL),Gestão administrativa,Crítica
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero dizer que o Deputado da Paraíba certamente conhece o Rio de Janeiro muito mais do que eu conheço a Paraíba, mas eu quero lembrá-lo do que aconteceu no Rio de Janeiro, porque ele sabe, mas ele está omitindo. Foi o seguinte: no Rio de Janeiro, foi eleito o Wilson Witzel na chapa do Bolsonaro. Dai o Wilson Witzel botou as manguinhas de fora e disse assim: "Vou ser Presidente da República!" Bolsonaro o cassou. Perdeu o mandato e assumiu o Cláudio Castro, do PL. Cláudio Castro assumiu, fez uma lambança, botou quase 4 bilhões de reais no Banco Master dinheiro de aposentados e pensionistas. Depois, Cláudio Castro disse o seguinte: "Vamos fazer uma arrumação aqui para a gente ter mais 4 anos de Governo". O que ele fez? Mandou o vice dele para o Tribunal de Contas. Aí o vice dele foi para o Tribunal de Contas eu estou falando porque eu sou do Rio de Janeiro, eu conheço. Foi para o Tribunal de Contas e ficou sem vice. Quando ele ficou sem vice, o que aconteceu? Ele renunciou. Quando ele renunciou, a cadeira da Alerj ficou vazia. Então, o que eles fizeram? O Ricardo Couto assumiu como Presidente do Tribunal de Justiça. Em uma manobra do PL que só faz manobras no Rio de Janeiro elegeram, numa sessão que começou ao meio-dia e foi até às 2 horas da tarde, o Douglas Ruas. A Justiça o fez cair. Depois, houve mais uma manobra. Então, é muita manobra! O PL e a extrema direita só fazem manobra. É lambança, lambança e lambança! - 09/06/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado elogiou a política de saúde pública do Governo Federal, destacando o programa Agora Tem Especialistas, a entrega de ambulâncias para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e a distribuição de micro-ônibus para o transporte de pacientes em Municípios do Estado do Rio de Janeiro. Ademais, sustentou que todas as cidades brasileiras foram atendidas pelas ações do Governo. Por fim, criticou irregularidades na tentativa de compra de vacinas contra a COVID-19 durante o Governo anterior.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Saúde pública,Política de saúde,Programa Agora Tem Especialistas,Ambulância,Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU),Micro-ônibus,Transporte,Paciente,Rio de Janeiro (Estado),Município Compra,Vacina,Coronavírus,irregularidade,Propina,Governo,Partido Liberal (PL),Ex-presidente da República,Política de saúde
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu estive acompanhando as caravanas da saúde do programa Agora Tem Especialistas, que realizaram mais de 14 milhões de cirurgias durante esse período de gestão do Ministro Padilha e da Ministra Nísia, ambos Ministros do Governo do Presidente Lula. Acompanhei a entrega de ambulâncias do SAMU, que estão distribuídas no Brasil inteiro. Nenhuma cidade, dentre as 5.500 cidades brasileiras, deixou de ser atendida pelo Governo do Presidente Lula. Acompanhei agora a entrega de micro-ônibus em 58 Municípios do Rio de Janeiro para transportar pacientes aos hospitais polos. A saúde no Brasil ainda precisa melhorar muito, mas já avançou bastante. Cito como exemplo a compra de doses da vacina contra a COVID no Governo passado, quando tentaram emplacar a propina de 1 dólar por dose em 500 milhões de vacinas. Isso acabou. - 09/06/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado comemorou a aprovação pelo Senado Federal do Projeto de Lei nº 5.760, de 2023, de sua autoria, que estabelece medidas de proteção e acolhimento de trabalhadoras e trabalhadores resgatados de condição análoga à de escravo. Explicou que a proposição garante proteção de renda a trabalhadoras domésticas resgatadas de condições análogas à escravidão. Ademais, elogiou o trabalho dos Relatores Deputada Benedita da Silva e Senador Paulo Paim.
Palavras-chave oficiais: Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Trabalhador doméstico,Redução a condição análoga à de escravo,Mulher,Benefício de Prestação Continuada (BPC),Relator,Deputada federal,Senador,Atuação parlamentar,Autor (proposição legislativa)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero trazer aqui uma notícia alvissareira. Agora, o Senado Federal acabou de aprovar o Projeto de Lei n° 5.760, de minha autoria, que foi aprovado nesta Casa por unanimidade. Esse projeto de lei fala sobre o resgate do trabalho escravo de empregadas domésticas e trata da proteção de renda para essas trabalhadoras domésticas resgatadas do trabalho escravo. Foi uma luta grande da Secretaria de Mulheres desta Casa, uma luta grande do nosso mandato, uma luta grande do Sindicato das Empregadas Domésticas do Rio de Janeiro e de vários sindicatos do Brasil inteiro. Esse projeto foi relatado pela Deputada Benedita da Silva, aqui na Câmara dos Deputados, e relatado lá no Plenário do Senado Federal, na tarde de hoje, pelo Senador Paulo Paim. Vitória, vitória, vitória das empregadas domésticas, do trabalho digno, contra o trabalho precarizado, o trabalho desumano e o trabalho escravo doméstico! - 09/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou declarações do Senador Flávio Bolsonaro contra o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e associou o Parlamentar a denúncias e reportagens envolvendo Daniel Vorcaro, o Banco Master e supostas movimentações financeiras relacionadas a recursos de fundos de previdência. Além disso, mencionou informações divulgadas pela imprensa sobre transferências de recursos ao exterior e questionou a atuação do Senador em temas ligados à política nacional e às relações com os Estados Unidos. Também criticou decisão judicial que teria impedido a divulgação de pesquisa eleitoral desfavorável ao Parlamentar, classificando a medida como censura. Por fim, defendeu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) avalie os fatos mencionados e adote as providências que considerar cabíveis diante das declarações e denúncias citadas.
Palavras-chave oficiais: Senador,Banco Master,Movimentação financeira,Fraude bancária,Fundo previdenciário,Corrupção,Imprensa,Paraíso fiscal,Estados Unidos,Soberania nacional,Crime contra a segurança nacional Decisão judicial,Impedimento,Censura,Pesquisa eleitoral,Procuradoria-Geral da República (PGR),Denúncia,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Ministro do Tribunal Superior Eleitoral
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, Deputado Hildo Rocha, muito boa tarde. Cumprimento também os outros Deputados presentes aqui no Plenário, os que estão acompanhando à distância. Cumprimento os trabalhadores e trabalhadoras da Câmara Federal. Presidente, há algumas coisas que soam praticamente como piada. O Senador Flávio Bolsonaro disse em entrevista, certamente acuado pelo seu declínio nas pesquisas, que o Presidente Lula é o chefe do PCC imaginem , logo o Flávio Bolsonaro, que empregou milicianos, traficantes, criminosos no seu gabinete na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro é muito interessante. Eu estava conversando com umas pessoas lá no Rio de Janeiro, e elas começaram a numerar. Eu tenho uma certa dúvida do número dos filhos do Bolsonaro, porque são numerados. Aí, me disseram: "É assim, o Flávio é o nº 1, é o 01; o Carlos é o 02; o Eduardo é o 03; o Renan é o 04 e o Vorcaro é o 05". Porém, na verdade, o Vorcaro está virando o 00, porque ele é o cara que financia tudo isso, articulado pelo Flávio Bolsonaro. Na verdade, o que disse hoje o Intercept? Vorcaro está falando hoje, dia 9 de junho, que participou de uma operação financeira para enviar recursos para os Estados Unidos nós estamos falando de quase 11 milhões de dólares, portanto, evasão de divisas. Recurso de quem? Recurso que foi pensado e elaborado pelo Flávio Bolsonaro junto ao ex-Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, tirando dinheiro dos aposentados e dos pensionistas do Fundo de Previdência do Rio de Janeiro. Vejam só: o Vorcaro disse que estava enviando quase 11 milhões de dólares para os Estados Unidos, comandado pelo Flávio Bolsonaro. Eu quero aqui dizer que esse dinheiro era para financiar o filme chamado Dark Horse, ou Cavalo Azarão, aquele cavalo em quem ninguém aposta, que é exatamente o ex-Presidente da República e o seu filho, que está indo ladeira abaixo. Lembro que o Senador Flávio Bolsonaro pediu e o Presidente do TSE, Ministro Nunes Marques, atendeu a que uma pesquisa que o mostra ladeira abaixo não seja divulgada. Isso é censura! A pesquisa interessa quando é favorável, quando ela é desfavorável, vai-se à cúpula do STF e diz: "Olha, meu pai que indicou você para o STF. Portanto, breca a divulgação dessa pesquisa". Eu tenho para mim que a PGR tem todos os elementos, depois do que o próprio Senador Flávio Bolsonaro disse. Ele disse: "Fui eu quem enviou para os Estados Unidos um relatório confidencial sobre o Brasil". Aliás, luta contra o Brasil. Eu não tenho dúvida, dúvida nenhuma, dúvida zero, a PGR tem todos os elementos, para prender o Senador Flávio Bolsonaro. A PGR tem todos os elementos, porque o Senador Flávio Bolsonaro disse com as próprias palavras, de viva voz: "Eu entreguei o Brasil na bandeja para os Estados Unidos". Isso é crime de lesa-pátria, não é patriotismo. Pelo contrário, entregar o Brasil é crime. Portanto, eu quero dizer: PGR, essa instituição tem todos os elementos para prender o Senador Flávio Bolsonaro. - 27/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, altera o Art. 7º da Constituição Federal, reduzindo a jornada de trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta sim, Sr. Presidente. "Sim", em respeito à classe trabalhadora; "sim", parabenizando V.Exa.; "sim", parabenizando o Relator; "sim", parabenizando os autores das PECs; "sim", parabenizando o Presidente Lula; "sim", parabenizando os sindicatos e as centrais de trabalhadores. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o que nós vivemos hoje é histórico, porque nós estamos dando uma resposta para a classe trabalhadora, que nos diz, todos os dias, que ela quer viver além de trabalhar. Ninguém nasce para trabalhar exclusivamente. Nós não vivemos para trabalhar; nós trabalhamos para viver. E a vida que nós temos tem que ser digna, tem que ser abundante, tem que ser plena. Por isso, a Maioria orienta sim, para que nós possamos, ao acabar com a escala 6 por 1, estar ao lado da classe trabalhadora e dar a ela a possibilidade de ter vida em abundância. - 26/05/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou a posição de Parlamentares da direita no debate sobre o fim da escala de trabalho 6 por 1, acusando a oposição de agir com incoerência ao defender mudanças mais amplas após ter se posicionado anteriormente contra a redução da jornada. Também fez críticas ao senador Flávio Bolsonaro e mencionou investigações envolvendo o ex-Governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, citando operações da Polícia Federal relacionadas ao caso do Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Direita política,incoerência,Crítica Banco Master,Fraude,Rio de Janeiro (Estado),Ex-governador,Polícia federal,investigação,Senador,Partido Liberal (PL),Estados Unidos
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero dizer que estou muito impressionado impressionado com a cara de pau da extrema direita sobre a PEC contra a escala 6 por 1. Eles sempre disseram: "A gente é favorável aos empresários. Nós não queremos saber de trabalhador! Nós queremos que o trabalhador trabalhe 52 horas por semana". Essa extrema direita é uma vergonha. Agora estão dizendo: "Já que é isso, agora queremos a escala 4 por 3". Que desfaçatez! Que hipocrisia! Nos meus outros 30 segundos, vou fazer uma pergunta: será que o Flávio Bolsonaro volta? Eu acho que ele fugiu. Quem disse isso foi o Valdemar Costa Neto. Ele foi pegar o troco lá no Rio de Janeiro, mas o Cláudio Castro está por aqui, e a Polícia Federal está à porta: toc, toc, toc. Acho que o Flávio fugiu, porque vazou que a Polícia Federal ia bater à porta dele. - 26/05/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado relatou a operação da Polícia Federal contra o ex-Governador Cláudio Castro e criticou a ausência de Deputados da direita no Plenário. Além disso, afirmou ter solicitado ao Ministério Público e à Polícia Federal a retenção dos passaportes de membros da família Bolsonaro e de aliados, em razão de suposto desvio de três bilhões de reais do fundo de previdência de aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro. Por fim, questionou a viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos e a possível ligação deste com o ex-Governador investigado.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Polícia Federal (PF),Ex-governador,Rio de Janeiro (Estado),desvio,recursos,Fundo previdenciário,Aposentado,Pensionista,Deputado federal,Direita política,ausência,Plenário,retenção,Passaporte,Senador,Viagem,Estados Unidos
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente, pela generosidade. Presidente, nós hoje acordamos lá no Rio de Janeiro com a Polícia Federal batendo na porta do ex-Governador Cláudio Castro. E é muito interessante que não vemos o pessoal aqui da Direita. Não tem ninguém aí? Deputado Welter, bota a lupa aí. Procura o povo. O povo foi embora. O povo sumiu aqui do Plenário. O PL está chafurdado numa corrupção muito grande, meu Deus do céu! Eu pedi ao Ministério Público e à Polícia Federal que retivessem os passaportes do Senador Flávio Bolsonaro, do Carlos Bolsonaro, do Jair Renan Bolsonaro, do Eduardo Bolsonaro, do Cláudio Castro e do Deputado Mário Frias. E por quê? Porque lá, no Rio de Janeiro, nós achávamos que era 1 bilhão de reais que tinham sido tirados do Fundo de Previdência, de pensionistas e aposentados, mas não é, são 3 bilhões de reais! Então, esse dinheiro deve estar dividido na malinha de um, na malinha de outro. Portanto, a Polícia Federal e o Ministério Público precisam, na verdade, entender que esse caminho do dinheiro dos aposentados e dos pensionistas precisa ser descoberto. E nós soubemos da saída do Senador Flávio Bolsonaro ontem para os Estados Unidos. A minha pergunta é uma só: ele voltará, ou ele teve alguma informação privilegiada de que a Polícia Federal ia bater na porta dele também? Porque certamente o Governador do PL lá do Rio de Janeiro estará, esteve e está mancomunado com ele. - 20/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado defendeu o Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis). Ademais, lembrou que postos com a marca BR não pertencem mais à Petrobras em razão da privatização da BR Distribuidora pelo Governo Bolsonaro. Além disso, sustentou que a proposição busca coibir aumentos abusivos e criminosos nos postos de combustível. Ao final, associou denúncias envolvendo a Refinaria de Manguinhos, o ex-Governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, o Senador Flávio Bolsonaro e o empresário Ricardo à obtenção de riqueza ilícita no setor de combustíveis.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,criminalização,aumento,Preço,Combustível,Crime contra a ordem econômica,Bens,Utilidade pública,Posto de combustível Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Privatização,Petrobras Distribuidora S.A Denúncia,Refinaria,Rio de Janeiro (Estado),Ex-,Governador,Empresário,Senador,Partido Liberal (PL),Enriquecimento ilícito,Combustível
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu queria me dirigir às pessoas que me ouvem agora e às pessoas que, em outro momento, por acaso, escutarão a minha fala: quando você abastece o carro num posto em que está escrito "BR", saiba que aquilo ali não é Petrobras, porque o Bolsonaro privatizou, criminosamente, a BR Distribuidora. Nós estamos dizendo isso para mostrar que o Governo está querendo coibir o aumento abusivo, o aumento criminoso. Não é qualquer aumento; é o aumento direto na bomba, inclusive em postos que fazem cartel. Nós estamos querendo aprovar este projeto para acabar com isso. O interessante é que, lá no Rio de Janeiro, onde fica a Refinaria de Manguinhos, surgiu agora mais uma denúncia envolvendo o ex-Governador Cláudio Castro, do Partido Liberal, que está junto com Senador Flávio Bolsonaro, junto com Ricardo Magro. É a velha história da gasolina que gera riqueza ilícita. - 20/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós votamos "não" à retirada de pauta. O que a gente está fazendo aqui é, na verdade, defender o consumidor. É preciso o consumidor brasileiro saber que o Governo nefasto de Bolsonaro privatizou a BR Distribuidora. A BR Distribuidora era a possibilidade de a gente garantir que, lá na ponta, nós não teríamos o abuso dos postos de gasolina. E, olhe, os Deputados do PL estão defendendo que está tudo bem majorarem criminosamente o preço. Estão defendendo o crime. Os Deputados do PL estão dizendo que está tudo bem aumentar à revelia, lá na ponta, o preço do combustível. Este projeto, na verdade, corrige isso. Bolsonaro privatizou covardemente e criminosamente a BR Distribuidora. - 19/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou Parlamentares da extrema direita e acusou o Senador Flávio Bolsonaro de manter relações com investigados no caso Banco Master. Em seguida, afirmou que o Senador teria solicitado 134 milhões de reais ao empresário Daniel Vorcaro e citou visitas feitas por Flávio Bolsonaro a Adriano da Nóbrega, Fabrício Queiroz e ao próprio Vorcaro durante prisão domiciliar. Além disso, defendeu o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao destacar programas de financiamento para taxistas e ações da Companhia Nacional de Abastecimento para recomposição de estoques públicos de alimentos. Também declarou ter solicitado à Procuradoria-Geral da República a prisão do Senador Flávio Bolsonaro e afirmou que integrantes do Partido dos Trabalhadores assinaram a Comissão Parlamentar de Inquérito do Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Extrema direita,Senador,Banqueiro,Banco Master,Presidente da República,Companhia Nacional de Abastecimento (Conab),Mapa da Fome,Taxista,Procuradoria-Geral da República (PGR),Prisão,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Partido dos Trabalhadores (PT)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidenta, muito obrigado pelo espaço. Quero dizer a V.Exa. que não tem medida a falta de vergonha na cara dos Deputados da extrema direita; não tem medida. Ele fala em jogo sujo, mas jogo sujo é Flávio Bolsonaro pedir 134 milhões de reais ao Vorcaro. Aliás, parece que ele quer participar da Pastoral Carcerária. Vejam! Ele foi visitar o Adriano da Nóbrega em Bangu e levou até um título da Assembleia Legislativa para premiá-lo. Ele também foi visitar o Queiroz e, agora, foi visitar o Vorcaro na casa dele. O Vorcaro estava usando tornozeleira eletrônica, em prisão domiciliar, e ele foi lá visitar o cara. Então, esse moço eu não vou chamá-lo de moleque em respeito às crianças, porque ele já é um adulto pediu 134 milhões de reais. Meus amigos, contra o fato não há argumento. Não adianta dizer que o Presidente Lula é isso ou aquilo. O Presidente Lula sabem quem é? É aquele que hoje, em São Paulo, destinou bilhões de reais para os taxistas comprarem os automóveis financiados a preços e a juros baixos. O Presidente Lula sabem quem é? É aquele que abasteceu os armazéns da Conab, que o Governo Bolsonaro esvaziou até o limite, levando 33 milhões de brasileiros para a fila do osso e para o Mapa da Fome. O Presidente Lula foi aquele que tirou o Brasil do Mapa da Fome e que está organizando o nosso País. Agora vêm dizer: "É uma vergonha o Presidente Lula!" Esses caras não sabem falar. Parece que não entendem, não leem o mundo, não leem a realidade. Vergonha é o Senador Flávio Bolsonaro se dirigir ao Vorcaro assim: "Ô, meu irmão, estou contigo. Aqui é para sempre. Aqui não tem conversa, não. Eu sou seu amigo". Isso depois de ter dito que nem o conhecia. Flávio Bolsonaro é uma vergonha! E o povo brasileiro está vendo isso, tanto é que hoje o Flávio Bolsonaro despencou cinco pontos na pesquisa. Eu pedi à PGR a prisão do Flávio Bolsonaro, pedi ao PGR a cassação do seu passaporte; senão, ele vai fugir. É preciso tirar o passaporte do Flávio Bolsonaro. Olhem, o Ramagem fugiu. O Eduardo Bolsonaro fugiu. O Frias não sei se fugiu parece que fugiu. O pessoal está dizendo que fugiu, que não fugiu. Não sei onde é que está o Mario Frias. Daqui a pouquinho, o Flávio Bolsonaro vai embora também. Daqui a pouquinho, os Deputados da extrema direita vão dar linha. Daqui a pouquinho, vai aparecer coisa que nem Deus imagina. O Deputado que estava na tribuna é um mentiroso. Sabem por quê? Diz que nós não assinamos a CPI do Master. Todos nós do PT a assinamos. - 19/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 262, de 2019, que altera a Medida Provisória nº 2.156-5, de 24 de agosto de 2001, a Medida Provisória nº 2.157-5, de 24 de agosto de 2001, e a Lei Complementar nº 129, de 8 de janeiro de 2009, para permitir que as cooperativas sejam beneficiárias dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). Ademais, apontou ligações entre o Senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, citando valores de R$ 134 milhões solicitados e R$ 61 milhões recebidos. Por fim, mencionou os ex-Deputados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem e o Deputado Mário Frias ao afirmar que integrantes do bolsonarismo enfrentariam dificuldades políticas e jurídicas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Direita política,Ex-presidente da República,Senador,Banqueiro,Banco Master,Ex-deputado federal,Deputado federal,Poder Judiciário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidenta, nós orientamos sim, é claro, pela proteção das nossas regiões, seja do Centro-Oeste, seja do Nordeste, seja da Amazônia. Eu quero dizer que compreendo muito o alarme, o desespero dos bolsonaristas e compreendo mesmo! Toda vez em que falam mal do Presidente Lula, eu compreendo mas compreendo mesmo o desespero deles. Sabe por quê? Porque o Flávio Bolsonaro, que eles querem levar para a Presidência da República, pediu 134 milhões ao Vorcaro; ganhou 61 milhões. Depois de o Vorcaro sair da cadeia, ele foi a São Paulo encontrar com o Vorcaro. Ele chama o Vorcaro de meu irmão. Entraram numa fria. Nenhuma alegoria, nenhuma analogia com Mario Frias, que parece que fugiu. Os bolsonaristas estão desesperados. Eduardo Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Mario Frias... Vai ser uma debandada geral. Vocês estão perdidos! - 19/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a votação do Projeto de Lei Complementar nº 262, de 2019, que permite que as cooperativas sejam beneficiárias dos recursos do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). Além disso, criticou Deputados da extrema-direita por usar o tempo da tribuna para atacar o Presidente Lula sem nexo com a pauta. Também ironizou a relação entre Vorcaro e Flávio Bolsonaro ao notar que este se referiu àquele como "irmão".
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável Deputado federal,Extrema direita,Crítica,Presidente da República Senador,Empresário,Relações afetivas
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidenta, a Federação do PT, PCdoB e PV vota "sim". Presidenta, eu procuro sempre me ater ao assunto em debate. Deputados que me antecederam aqui aliás, o que me antecedeu puxam assuntos sem nexo. Dá a impressão de que é apenas para fazer "videozinho". O tempo todo falam mal do Presidente Lula, que inclusive tem feito investimentos pesados no agronegócio, para ajudar os pequenos agricultores, por meio do Plano Safra. Na verdade, é uma desfaçatez o que fazem esses Deputados do campo da extrema direita. Como ele abriu uma janela para falar sobre isso, quero aproveitar, dizendo "sim" a este projeto, para dizer que descobri hoje que o Vorcaro é filho do Bolsonaro, porque o Flávio o chamou de irmão: "Ô, meu irmão!". Então, o Vorcaro é filho do Bolsonaro, porque é irmão do Flávio Bolsonaro, o Flávio "Rachadinha". - 13/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou Parlamentares que atribuíram ao Presidente Lula a criação da chamada “taxa das blusinhas” e afirmou que a tributação foi incluída pela Câmara dos Deputados em proposição enviada pelo Governo para combater contrabando e extravios. Ademais, destacou que o Governo Federal retirou a taxação por meio da Medida Provisória nº 1.357, de 2026, que altera o Decreto-Lei nº 1.804, de 3 de setembro de 1980, que dispõe sobre tributação simplificada das remessas postais internacionais. Repudiou ainda a aprovação, na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei nº 3.824, de 2024, de autoria do Deputado Marcos Pollon, que autoriza o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para compra de armas. Ao final, defendeu a continuidade do projeto democrático representado pelo Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Medida provisória,Política fiscal,Tributação simplificada,Remessa postal internacional,Proposição legislativa,Contrabando,extravio,Câmara dos Deputados Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Projeto de lei ordinária,Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),Compra,Arma de fogo,Política de segurança pública Democracia,Reeleição,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Ato antidemocrático
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero cumprimentá-lo, bem como os Deputados presentes aqui no plenário, os acadêmicos de Direito, as alunas e os alunos de Direito, futuros advogados, lá do Rio de Janeiro, apresentados pelo Deputado Luiz Lima. Quero cumprimentar todos e todas. Eu estou muito preocupado com os rumos da política. Hoje, o Presidente Lula retira a "taxa das blusinhas". E alguns estão dizendo: "Ah, foi ele que criou a "taxa das blusinhas", e eu quero recolocar o tema. O Presidente Lula, quando mandou o projeto para esta Casa, mandou um projeto para combater o contrabando, para combater o processo, às vezes, de extravios. Mas foi o Congresso Nacional, foi a Câmara dos Deputados que colocou a "taxa das blusinhas". O Presidente Lula, hoje, retira, por medida provisória, a "taxa das blusinhas". Já existe Deputado do PL dizendo que vai lutar para ela voltar, porque isso não pode acontecer. Onde nós estamos? Mas o que é mais estarrecedor, Presidente Deputado Ricardo Maia, é que, ontem, a Comissão de Segurança Pública aprovou o PL 3.824, do Deputado Marcos Pollon. Sabe o que diz esse projeto? Escutem, pelo amor de Deus, escutem o que diz esse projeto: libera o Fundo de Garantia para a pessoa poder comprar arma. Acreditem, esta é proposta do Deputado Marcos Pollon, Deputado que foi suspenso por 2 meses pela Comissão de Ética. Ele está apresentando um projeto dizendo que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, que é usado para trabalhar a questão da habitação, para a aposentadoria daqueles que se dedicam por 30 anos, 35 anos ao trabalho, 40 anos. Ele está dizendo: "Olha, agora, com esse projeto, se ele for aprovado..." E ele vai ser barrado, porque é impossível que a CCJ deixe passar um projeto como esse! Assim tem agido o PL, assim tem agido a extrema direita nesta Casa. A extrema direita, nesta Casa, está dizendo: "Olha, é a barbárie. E, como é barbárie, cada um tem a sua arma". E, para cada um ter a sua arma, o Deputado Marcos Pollon está dizendo: "Olha, libera o Fundo de Garantia para que o cara possa comprar a sua arma". O que nós estamos vivendo é o caminho da barbárie. É por isso que, neste ano de 2026, nós vamos ter outra oportunidade de dizer o que nós queremos para o Brasil. Nós queremos democracia ou nós queremos barbárie? Barbárie é o que fizeram na Praça dos Três Poderes, quebrando tudo em Brasília. Isso é barbárie. Democracia é o que houve, no dia 1º de janeiro de 2023, com o Presidente Lula subindo a rampa do Palácio do Planalto com o povo e dizendo: "Vamos governar para melhorar a vida do nosso povo".
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.