
Nome civil: Reimont Luiz Otoni Santa Barbara · 65 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 94% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 781 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 788 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.reimont@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5348
- Gabinete
- Gabinete 348, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 988 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 57 projetos apresentados (2%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 781 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
452 discursos na tribuna e 3 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 01/09/2026.
- 11/12/2025
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero cumprimentar o João, que hoje, 11 de dezembro, faz aniversário de 18 anos. Quero desejar que ele seja um jovem realizado. Certamente, se não está, deve estar indo para a universidade, tem um futuro pela frente. Presidente, quero lembrar que nós não tripudiamos sobre o sofrimento de ninguém. Nós não tripudiamos sobre entre aspas a "má sorte" de ninguém. João, eu quero usar um termo bíblico para me dirigir a você. Nós precisamos entender que nós não somos responsáveis pelos erros dos outros. Nós não podemos ter a nossa boca embotada, como diz o provérbio bíblico, porque nossos pais comeram uvas amargas. Você é um jovem que tem sua vida pela frente e você precisa entender isso. O Parlamento e a democracia têm disso que está acontecendo com sua mãe. E pode ser até que os juízes não sejam os mais perfeitos, mas é o que se dá neste momento. Nós que somos amantes da democracia não queremos tripudiar sobre sua família. Neste momento é possível pode ser que não, mas é possível que sua mãe seja cassada aqui na Câmara dos Deputados. O que nós avaliamos é que houve verdadeiramente, com provas, pelo menos atestadas pelo STF, invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça. Nós também avaliamos, tristemente, e não é com alegria que falamos isso, é com muita tristeza, que uma Parlamentar que teve mais de 1 milhão de votos, ou talvez 1 milhão de votos... , (Intervenção ininteligível fora do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Julio Lopes. Bloco/PP - RJ) - Por favor! Por favor! O Deputado Reimont está com a palavra. Por favor! O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Às vezes é bom a gente lavar a boca para falar de Deus. Às vezes é bom. Às vezes é bom lavar a boca para falar de Deus. Hipócrita... A gente sabe o que Jesus fez quando entrou no templo que chicoteou aqueles que o amaldiçoavam. Talvez ele aqui faria a mesma coisa. João, eu queria me dirigir... A SRA. BENEDITA DA SILVA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é debate? O SR. PRESIDENTE (Julio Lopes. Bloco/PP - RJ) - Deputado Sargento Gonçalves, nós estamos aqui em debate. Calma! Deputado Cabo Gilberto, por favor. Vamos ouvir o Deputado Reimont. Ele vai concluir. Eu o deixei falar... Por favor, me ajude, Deputado Gaspar. O SR. CAPITÃO ALBERTO NETO (PL - AM) - Já deu quórum. O SR. DIEGO GARCIA (Bloco/REPUBLICANOS - PR) - Vamos encerrar, Presidente. O SR. PRESIDENTE (Julio Lopes. Bloco/PP - RJ) - Peço que conclua, Deputado Reimont. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Claro, claro, claro. Nós não tripudiamos sobre a má sorte de ninguém, mas também ficamos muito tristes quando, entre o primeiro e segundo turno, a Deputada mais votada de São Paulo percorreu algumas ruas de lá, com uma arma em punho, atrás de um jovem negro. Portanto... (Intervenções ininteligíveis fora do microfone.) O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - O senhor está muito nervoso, Deputado. - 10/12/2025
O Deputado discutiu a Representação nº 2, de 2025, em desfavor da Senhora Deputada Carla Zambelli, em razão de condenação criminal transitada em julgado.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Representação contra deputado,favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, nós vivemos hoje um dia de embate muito grande. Felizmente, a Câmara soube compreender que aquilo que estava, de certa forma, desenhado para o Deputado Glauber foi amenizado. Em vez de ser cassado, o Deputado Glauber recebeu uma suspensão. Nós vínhamos dizendo que a junção desses dois processos era muito inadequada, porque o Deputado Glauber não usou de nenhum artifício violento contra aquele que o importunava por várias vezes. Costuma dizer sete vezes, porque sete é um número de completude, isto é, muitas vezes, infinitas vezes, o tempo todo. Todas as vezes que aquele rapaz do MBL encontrava o Deputado Glauber, fazia uma provocação, até que, em determinado momento, o Deputado Glauber estourou, até por conta de sua mãe estar internada, com Alzheimer. Aliás, ela veio a falecer 15 dias depois. Então, foi uma vitória apenas a suspensão. Que bom! Glauber ficou. A junção do projeto de cassação do Deputado Glauber com a cassação da Deputada Carla Zambelli é inadequada, porque a Deputada Carla Zambelli está presa. Ela já deveria ter sido afastada do mandato por decisão do Ministro Alexandre de Moraes e retirada da Câmara dos Deputados, mas ela continua, mesmo presa na Itália. Sobre a Deputada Carla Zambelli, pesa uma denúncia seríssima de invasão do sistema eleitoral para fazer exatamente aquilo que os que perderam a eleição em 2022 não desistiram de fazer o tempo todo, que é dizer: "Olha, nós não aceitamos o resultado das urnas". Pesa sobre a Deputada Carla Zambelli esse fato. Mas também temos que lembrar que a Deputada Carla Zambelli e isso não é menor , de arma em punho, correu atrás de um senhor negro, em São Paulo, e, por pouco, não houve uma fatalidade. Nós apoiamos o relatório do Deputado, que se apresenta favorável à cassação do mandato da Deputada Carla Zambelli, porque isso é importante para a democracia, é importante para o Parlamento, que se configura como órgão que discute os temas como precisam ser discutidos. - 10/12/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que declara a perda do mandato do Deputado Glauber Braga, por procedimento incompatível com o decoro parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sras. Deputadas, Srs. Deputados, que página trágica da história desta Câmara Federal. A Câmara Federal recebeu do povo o apelido de Câmara inimiga do povo brasileiro. Hoje estamos aqui submetidos a esta farsa, a este golpe, à tentativa de barrar um mandato do meu Estado, o mandato do Estado do Rio de Janeiro, o mandato de um companheiro aguerrido, o Deputado Glauber Braga. É muito interessante que, diante de todos os impropérios e de todas as acusações, o Deputado Glauber permaneça ali sereno, porque sabe da importância de sua luta e de que este Congresso não consegue calar a sua voz, não consegue tornar opaca a sua luta. Que vergonha o Congresso Nacional simplesmente avaliar a possibilidade de cassação do nosso mandato, do mandato do Rio de Janeiro, do mandato do Deputado Glauber Braga! Deputado Glauber Braga, eu já vi Deputado que agrediu mulher em cadeia nacional, que bateu na namorada e foi parar no Fantástico, mas que, no Conselho de Ética, virou um cordeirinho, pedindo desculpas, dizendo que ia se emendar. V.Exa. não, Deputado Glauber; V.Exa. se mantém altivo, porque aquilo que defendeu não tem volta: V.Exa. defendeu a honra de sua mãe, defendeu a honra de Saudade, uma mulher honrada, que foi Prefeita de Nova Friburgo. Portanto, essa serenidade nós compreendemos nós compreendemos essa serenidade. Há aqui Deputados que agrediram outros Deputados dentro desta Casa, bateram, chutaram, e, lá no Conselho de Ética, viraram cordeirinhos, pedindo desculpas e fazendo todas as negociações. Mas V.Exa., não, Deputado Glauber. V.Exa. continua insistente em sua luta porque sabe que tem razão na defesa que fez da honra da mãe. Que pena, Deputado Hugo Motta, que V.Exa. tenha conduzido a Câmara dos Deputados a este movimento. V.Exa. está levando esta Casa para a lata de lixo da história brasileira. Que vergonha! Que vergonha! Ontem vivemos aqui um dia obscuro da política brasileira. Nós pisoteamos a democracia. Nós pisoteamos o Estado Democrático de Direito. Nós pisoteamos o desejo do povo brasileiro. Nós pisoteamos as demandas do povo brasileiro. E hoje estamos aqui novamente. Portanto, vamos pensar melhor. Olhem para o Deputado Glauber e não votem por sua cassação. - 10/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da redação final do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. Além disso, declarou que a votação do projeto representou um atentado à defesa da democracia, ao favorecer os responsáveis por depredar a sede do Parlamento. Por fim, criticou a postura do Presidente da Câmara por ser permissivo com a extrema direita, e destacou duas imagens que têm circulado nas redes sociais: uma, em que a extrema direita ocupa a mesa da Presidência, e o Presidente é complacente; e outra, em que a polícia legislativa bate em Deputado.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Redação final,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,obstrução Crítica,Presidente da Câmara dos Deputados,Extrema direita,Apoio político,Imagem,Fotografia,Rede social,Polícia legislativa,Deputado federal Crítica,Votação,Aprovação,Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,anistia,Democracia
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós estamos em obstrução. Presidente, eu quero lembrar que o que a gente fez aqui hoje é um atentado àquilo de mais razoável, que é a defesa da democracia. Nós estamos aqui, hoje, voltados para a defesa daqueles que quebraram a nossa Casa. O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG) - Valeu, Megamente! O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Quero também, Presidente, nesta última fala minha neste microfone, dizer para V.Exa. o que tenho visto nas redes sociais. Estão rodando o mundo duas fotografias: a fotografia da extrema direita, que botou o pé na frente e impediu V.Exa. de sentar na cadeira, a fotografia da extrema direita ocupando essa mesa, e V.Exa. sendo complacente com ela; e a outra fotografia é a fotografia de ontem, da Polícia Legislativa batendo em Deputado. Essas duas fotografias estão rodando o mundo e são uma vergonha para este Plenário. - 10/12/2025
O Deputado afirmou que o discurso da extrema direita sobre “inocentes do 8 de janeiro” ocultou a intenção de beneficiar figuras centrais do bolsonarismo. Declarou que, sob o argumento de defender pequenos envolvidos, buscava-se aliviar a responsabilização de quem teria cometido crimes mais graves, incluindo o ex-Presidente, citado por ele como responsável por milhares de mortes na pandemia e por desvio de joias. Também mencionou o Senador Flávio Bolsonaro, apresentado como articulador político e associado ao caso das rachadinhas. Concluiu que o Projeto de lei nº 2.162, de 2023, em discussão, tinha como objetivo principal proteger a família Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,motivação política,Extinção da punibilidade,participante,anistia,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Família,favorecimento
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - É muito interessante perceber algo: a extrema direita está dizendo que quer liberar os inocentes do dia 8 de janeiro. Ora, bolas, deixem cair a ficha! Vocês querem liberar aquele que roubou joias. Vocês querem liberar o genocida que levou à morte 700 mil pessoas. Olhem como tudo se repete. O Senador Flávio Bolsonaro, agora pseudocandidato, já negociou deve haver até vaga do STF prometida por aí. O Senador Flávio Bolsonaro é o protagonista das rachadinhas repito, rachadinhas! Olhem onde nós estamos. E vocês dizem que estão aqui para aliviar os pequenos, os pobres. Não! Vocês estão preocupados em aliviar a família Bolsonaro. - 10/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do § 9° do Art. 126 da Lei nº 7.210, de 1984, constante do art. 1º do substitutivo apresentado ao Projeto de lei nº 2162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,obstrução
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo orienta "obstrução", Sr. Presidente. Eu fico pensando, Presidente, quando V.Exa. se encontrar com uma criança que tiver quebrado a escola ou quebrado a casa de V.Exa. e pedir uma orientação. V.Exa. vai dizer para ela: "Não, está tudo bem. Não pode quebrar, não". E a criança vai dizer: "Mas como o senhor liberou aquele pessoal que quebrou a casa do senhor, o Congresso Nacional? Como o senhor liberou aquelas pessoas que quebraram o patrimônio da Câmara Federal? É porque o dinheiro não é pessoal? É por isso?" Eu fico pensando naqueles que vão se encontrar com alguma criança, sejam os nossos filhos mesmos, que vai dizer: "Papai, eu posso rabiscar o seu carro? Papai, eu posso quebrar a geladeira?" Eles vão dizer: "Não, meu filho, de maneira nenhuma". A criança vai insistir: "Mas, papai, como o senhor permitiu que aquele pessoal quebrasse o Congresso Nacional e o senhor o perdoou?" Que vergonha! - 09/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da alínea b, do inciso III, do § 2º, do art. 2-A que consta do art. 2º do substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015. Além disso, mencionou a chacina no Rio de Janeiro, sob o Governo de Cláudio Castro, classificando-a como a maior da história do País e atribuindo responsabilidade ao PL. Citou a prisão do Presidente da Assembleia Legislativa fluminense, destacando a gravidade da crise política no Estado. Também protestou contra a inclusão da cassação do Deputado Glauber Braga na pauta, dizendo que ele apenas defendeu a honra de sua mãe.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo Rio de Janeiro (Estado),Crise política,Governo,Chacina,Assembleia Legislativa,Presidente,Prisão Comissão de Ética Pública e Decoro Parlamentar,Deputado federal,Perda de mandato parlamentar,contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Governo orienta "não". Eu acho que é bom trazer à memória que, no Rio de Janeiro, o Governador Cláudio Castro, do PL, levou à morte 125 pessoas numa chacina. O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG) - Vagabundos! O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Foi a maior chacina da história do Brasil, feita pelo PL, pelo PL de Bolsonaro, da extrema direita. O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG) - Vagabundos! O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - O Presidente da Assembleia Legislativa, do União Brasil, foi preso, e a Assembleia Legislativa relaxou a prisão dele. Vai ser preso de novo! Na Câmara dos Deputados, o Presidente Hugo Motta coloca na pauta de votações a cassação do Deputado Glauber Braga. O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG) - Leve para casa... O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Ele defendeu a honra da própria mãe. Só isso! Defendeu a honra da mãe! O mundo está às avessas, e esta Câmara está se configurando, a cada dia mais, como a Câmara inimiga do povo brasileiro. - 09/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação da alínea b, do inciso III, do § 2º, do art. 2-A que consta do art. 2º do substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária Congresso Nacional,atuação,População,Representatividade política,Crítica
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orienta "não", Sr. Presidente. Quero aproveitar este minutinho que tenho para dizer que, na verdade, estamos vivendo aqui uma farsa. É uma farsa. Hoje, deveríamos ter fechado a Câmara dos Deputados, mas não, continuam impondo ao povo brasileiro uma vergonhosa derrota. Depois reclamam. O Senador Davi Alcolumbre disse isto na semana passada: "Eu vou investigar e saber quem inventou a história de que o Congresso é inimigo do povo". O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) - Foi o PT, foi a Secom. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Quero dizer, Presidente, que não fui o autor disso, mas tenho dito isso o tempo todo envergonhadamente, tenho dito isso com vergonha. Tudo que eu mais quero é que o Congresso não seja inimigo do povo. O Dr. Ulysses Guimarães, mencionado por V.Exa. no dia da sua posse, está envergonhado da Câmara Federal neste momento. Está envergonhado, muito envergonhado. O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) - Tem razão, o PT está aqui. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Que pena que estejamos seguindo por esse caminho! - 09/12/2025
O Deputado apresentou uma questão de ordem citando o Regimento Interno para criticar a atuação da Presidência da Câmara, questionando o significado de “dirigir com suprema autoridade” a Polícia da Câmara e denunciando que isso não poderia significar autorizar violência contra Parlamentares. Afirmou que a Polícia Legislativa teria agredido seis Deputados no Plenário e apontou tratamento desigual entre episódios anteriores, quando Parlamentares de Direita ocuparam a Mesa sem sofrer penalidades, e a forma como o Deputado Glauber Braga foi retirado, com truculência. Concluiu dizendo que, diante dos acontecimentos, o Presidente da Câmara não reuniria mais condições de exercer o cargo e deveria convocar novas eleições.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,atuação,Presidência da Câmara dos Deputados,Comandante,Departamento de Polícia Legislativa (DEPOL),Autoridade,Violência,contra,Parlamentar,tratamento,desigualdade,Direita política,Falta,penalidade,Presidente da Câmara dos Deputados,saída,Cargo (direito do trabalho),convocação,Eleição
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, dispõe o art. 17, inciso VI, alínea "h": "dirigir, com suprema autoridade, a Polícia da Câmara". É uma questão de ordem, Presidente. E está colocado apenas 1 minuto no painel. O que é "dirigir com suprema autoridade"? É violar a integridade dos Deputados? O que é "dirigir com suprema autoridade"? É dar autorização à Polícia Legislativa para agredir seis Deputados neste Plenário? O que é "dirigir com suprema autoridade"? É entender-se acima do bem e do mal? O que é "dirigir com suprema autoridade"? É compreender que há Deputados que devem ser "amaciados" e, portanto, podem ocupar a mesa de V.Exa. por 48 horas com toda a maciez, enquanto outro Deputado é retirado com truculência? Eu me lembro, Sr. Presidente, muito bem de quando ocuparam a Mesa Diretora. O senhor nos chamou para ir à sua sala, à sua antessala, para ajudá-lo a vir aqui. Pois bem: lá nós fomos, mas o senhor nos deixou de molho por 2 horas, porque negociou com todos os Deputados da Direita e da extrema direita. Estavam eles lá, um após o outro, entrando na sua sala; e nós, de molho, esperando para dar guarida ao senhor. Pois bem: o senhor veio. Um Deputado botou o pé na frente, outro Deputado não quis sair da cadeira; e nenhuma penalidade foi aplicada a eles. E hoje, com relação ao Deputado Glauber Braga, o que aconteceu? Rasgaram o paletó dele, bateram nele, no Deputado Rogério Correia, na Deputada Célia Xakriabá, na Deputada Sâmia Bomfim, no Deputado Dorinaldo. Portanto, Sr. Presidente, nós estamos tentando desconstruir aquilo que o povo tem dito sobre este Congresso, chamando-nos de Congresso inimigo do povo. Lembro-me de um Deputado do Rio de Janeiro, o Deputado Gabeira, que disse, quando Severino ocupava essa cadeira: "O senhor não pode ocupar mais essa cadeira". Sr. Presidente, eu sou um homem de 64 anos e respeito as autoridades, porque sou um homem que respeita as autoridades e as respeita mesmo. Se eu pudesse dar-lhe um conselho, seria para o senhor declarar vaga a Presidência da Câmara e pedir novas eleições para Presidente da Câmara, porque o senhor não reúne mais condições para fazê-lo a partir dos eventos de hoje. Seis Deputados apanharam na Câmara Federal hoje. Isso é vergonhoso, Sr. Presidente! - 09/12/2025Breves Comunicações
O Deputado repudiou a tentativa de cassar o mandato do Deputado Federal Glauber Braga, classificando a medida como golpe contra a representação do Estado do Rio de Janeiro. Ademais, criticou a deliberação da representação contra o Deputado Glauber juntamente com as representações contra os Parlamentares Alexandre Ramagem, Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli, afirmando que os casos são incomparáveis e que a junção prejudica as votações. Além disso, apelou ao Presidente da Casa, Deputado Hugo Motta, para que retirasse da pauta o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas para beneficiar o ex-Presidente Bolsonaro. Ao final, lamentou que o Congresso reforçasse a imagem de atuar contra os interesses do povo.
Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),cassação,Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rio de Janeiro (Estado),Congresso Nacional,Atuação parlamentar,Representação contra deputado Presidente da Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),Projeto de lei ordinária,anistia,Dosimetria da pena,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Deputado Glauber, que preside a sessão neste momento, Deputadas e Deputados, servidores da Câmara, eu quero inicialmente manifestar a minha solidariedade ao povo do Estado do Rio de Janeiro, que, neste momento, é vítima de um golpe da Câmara Federal, porque querem cassar um mandato popular do Rio de Janeiro. Querem tirar a legitimidade de um dos 46 mandatos do Estado do Rio de Janeiro, Estado onde vivo. Jamais podemos compreender como podem estar numa mesma página figuras como Ramagem, Eduardo Bolsonaro, Carla Zambelli, Bolsonaro e Glauber. Não há compatibilidade, não se pode colocar tudo no mesmo balaio. Isso, na verdade, é um golpe, um golpe daqueles grandes que o Parlamento brasileiro está tentando dar. Está tentando aprofundar a tinta do carimbo que o povo brasileiro colocou nas costas do Congresso Nacional. Nesta semana, o Senador Alcolumbre disse que ia procurar saber, ia investigar quem estabeleceu a expressão "Congresso inimigo do povo". Eu quero dizer que não fui eu quem fez isso, mas também quero dizer que tenho usado essa expressão, porque não podemos compreender, não podemos compreender mesmo que, de uma hora para outra, uma Deputada fugitiva da Justiça brasileira que, antes, com arma em punho, ameaçou um negro na cidade de São Paulo; que um Deputado que foi para os Estados Unidos fugido da Justiça depois de ser condenado a 16 anos de prisão; que um Deputado que fugiu do Brasil e está nos Estados Unidos tramando contra a nossa Pátria e que um ex-Presidente da República genocida, que negou vacina ao povo brasileiro, que tramou a morte do Presidente da República, do Vice-Presidente e de Ministro da STF, possam estar, esses quatro personagens da mais baixa política brasileira, na mesma página em que está o companheiro Deputado Glauber, detentor de um mandato do povo do meu Estado, o Rio de Janeiro. Isso é uma vergonha! Alô, alô, Presidente Hugo Motta, é com V.Exa. que falo neste momento. Alô, alô, Presidente Hugo Motta e Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, coloquem a mão na consciência e pensem no que está para acontecer na tarde de hoje. Além desses desmandos e tentativas de cassar o mandato do companheiro Deputado Glauber, existe a tentativa de se pautar a anistia, existe a tentativa de se pautar a dosimetria para diminuir a pena de Bolsonaro e trazê-lo à baila. Isso é uma vergonha! Eu me dirijo a V.Exa., Deputado Hugo Motta, e digo: pense melhor no que está fazendo, porque isso é golpe. O carimbo de "Congresso inimigo do povo" está ficando mais severo nas costas do Congresso Nacional. - 03/12/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a permanência de três Deputados do Partido Liberal (PL) — Carla Zambelli, Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro — fora do país enquanto mantêm prerrogativas parlamentares e indicam emendas, classificando a situação como inaceitável. Também mencionou o assassinato de duas mulheres em uma escola do Rio de Janeiro por um CAC (Caçador, Atirador e Colecionador), apontando a flexibilização das armas no Governo anterior como elemento que agravou a violência. Destacou a urgência de enfrentar o feminicídio e a violência contra mulheres, defendendo que os homens revejam seu papel social. Em seguida, relatou episódio ocorrido na Comissão de Direitos Humanos (CDHM), em que afirmou ter sido atacado por Deputados do PL com acusações relacionadas ao aborto, às quais respondeu mencionando posicionamentos da liderança bolsonarista durante a pandemia e sobre a ditadura militar. Por fim, pediu o fim da violência e da escalada de agressividade no Parlamento.
Palavras-chave oficiais: Mandato parlamentar,Prerrogativa de função,Afastamento do parlamentar Homicídio,Feminicídio,Rio de Janeiro (Estado),Rio de Janeiro (RJ),CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),flexibilização,Arma,Violência,Violência contra a mulher,Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM),Aborto,Pandemia,Ditadura militar,Decoro parlamentar,Partido Liberal (PL)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, muitíssimo boa noite. Companheiros e companheiras, Deputadas e Deputados, eu estou aqui hoje para dizer que a gente não está vivendo um momento muito tranquilo no Parlamento brasileiro, porque não é possível que a gente ainda continue mantendo três Deputados fora do País tramando contra o País, Deputados do PL a Deputada Carla Zambelli, que está presa na Itália, o Deputado Ramagem e o Deputado Eduardo Bolsonaro , gozando das prerrogativas de Deputado, inclusive aprovando emendas parlamentares para o ano de 2026. É um absurdo! Presidente, eu queria aqui lembrar o meu Rio de Janeiro, que esta semana está muito entristecido por causa de um senhor, um CAC. Aliás, a extrema direita adora elogiar os CACs. Liberaram arma, o que foi possível, no Governo Bolsonaro. E um orientador educacional do Cefet entrou na unidade educacional e atirou na cabeça de duas mulheres, matou duas mulheres dentro da escola. Nós precisamos barrar o feminicídio, precisamos barrar a violência contra as mulheres. E, de modo particular, nós homens precisamos entender o nosso papel neste mundo, que não é de ter a mulher como um objeto ou como alguém inferior a nós, mas como companheira de luta para mudar e transformar o nosso País e o nosso mundo e merecedora de todo o respeito, como qualquer outro ser humano. Presidente, nós precisamos mudar a relação dos homens brasileiros, dos homens mundo afora. A cada dia, no Brasil, duas mulheres são vítimas de feminicídio. A cada 8 minutos, no nosso País, uma pessoa é vítima de estupro. Nós temos aqui no Parlamento a raiva estabelecida. Hoje eu estava presidindo a Comissão de Direitos Humanos, e alguns Deputados do PL usaram da palavra para dizer assim: "É inadmissível que alguém participe de um partido que diga que uma criança pode ser assassinada no ventre da mãe", dirigindo-se a mim, Presidente. V.Exa. é um cirurgião da mais alta competência, que cuida da infância, que cuida do nascimento de novos meninos. Imagine alguém dizer isso para um Parlamentar que preza pela vida, que é defensor da vida! Aí está tudo bem eles falarem isso. Presidente, na hora, eu disse: "Eu, de fato, não admito, não admito mesmo, estar em um partido que orienta que a criança pode ser morta no ventre da mãe. Eu não admito isso. Eu também não admito que a liderança do meu partido, durante a pandemia, ria das pessoas que estão com falta de ar. Eu também não admito que a liderança de um partido diga que, na ditadura militar, deviam ter matado mais 30 mil pessoas. Eu também não admito que, durante a pandemia, a liderança do partido tenha negado vacina e levado 700 mil pessoas à morte, com 400 mil mortes evitáveis". Pois virou um burburinho dentro da Comissão. Eu encerrei a reunião, mas houve muita agressividade. Eles podem falar, podem nos atacar, mas a gente não pode responder? Vamos parar com isso! Chega de violência! O Parlamento não é para isso. Muito obrigado, Presidente. - 03/12/2025
O Deputado relatou a presença, na Comissão de Direitos Humanos, de mães que perderam filhos e familiares em episódios de violência envolvendo agentes do Estado de São Paulo. Mencionou casos de jovens mortos em diferentes circunstâncias, incluindo um recruta do Exército, uma pessoa com deficiência e uma criança de 4 anos. Informou que o grupo buscava respostas e reivindicava a federalização das investigações sobre chacinas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Afirmou que as famílias denunciavam impunidade e pediam justiça, destacando o impacto dessas mortes sobre comunidades atingidas.
Palavras-chave oficiais: Agente de polícia,São Paulo (Estado),Homicídio,Violência policial
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial recebe um grupo de mães que são vítimas da violência em São Paulo, que tiveram seus filhos assassinados. Aqui estão mulheres que tiveram o marido assassinado, pessoa com deficiência acusada de ter corrido com um fuzil na mão e que foi abatida pela polícia de São Paulo. Temos aqui mães que perderam filho com um tiro na cabeça dentro do Exército, servindo. Temos aqui pai e mãe que tiveram filho assassinado às 2 horas da manhã pela polícia o rapaz usava chinelo, calça e estava sem camisa. Temos aqui mãe que perdeu o filho de 4 anos de idade. Este movimento de mães, Sr. Presidente, está aqui para clamar contra a impunidade, para clamar por justiça. Elas vieram até aqui, Deputado Zeca Dirceu, Deputada Benedita da Silva, Deputada Jack Rocha, Deputada Juliana Cardoso, Deputados e Deputadas do campo democrático e popular, reivindicar que as chacinas de São Paulo e do Rio de Janeiro tenham a investigação federalizada. É um absurdo que o Estado brasileiro continue produzindo tantas mortes, tanto sofrimento, tanto choro, tanta injustiça para as mães brasileiras. Nossa Comissão de Direitos Humanos as acolheu e vai dar seguimento à causa. Obrigado, Sr. Presidente. - 02/12/2025
O Deputado registrou a aprovação, no Senado, do Projeto de Lei nº 1.791, de 2019, que garantiu o reaproveitamento de trabalhadores da Eletrobras demitidos após a privatização no Governo Bolsonaro. Afirmou ainda que a medida representou uma vitória para os empregados da empresa. Em seguida, declarou que seria negativo para a Câmara não cassar o mandato da Deputada Carla Zambelli, presa e ainda com prerrogativas parlamentares, apontando que a Comissão de Constituição e Justiça precisava agir para evitar constrangimentos institucionais.
Palavras-chave oficiais: Aprovação,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,garantia,direitos,Empregado,Programa Nacional de Desestatização (PND),Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras) Perda de mandato parlamentar,Deputada federal,Presa,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero aqui fazer menção a uma vitória dos trabalhadores da Eletrobras, que aconteceu agora no Senado Federal. O Projeto de Lei nº 1.791, de 2019, que havia passado aqui pela Câmara, acabou de ser aprovado no Senado Federal, para o reaproveitamento daqueles trabalhadores que foram injustamente demitidos, fruto daquela vergonha que foi a privatização da Eletrobras, uma privatização covarde, irresponsável, do Governo Bolsonaro. Neste segundo momento da minha fala, Presidente, eu quero dizer que vai pegar muito mal, olha só, pessoal, vai pegar muito mal para a Câmara Federal não cassar a Deputada Carla Zambelli, que está presa e gozando dos seus direitos de Deputada Federal. Que vergonha será, se a Comissão de Constituição e Justiça não cassar hoje a Deputada Carla Zambelli. Uma vergonha! - 26/11/2025
O Deputado destacou o caso do Prof. Gustavo Henrique, do Rio de Janeiro, que luta por sua reintegração ao trabalho após processo de demissão no Colégio Brigadeiro Newton Paiva, administrado pela Força Aérea Brasileira (FAB). Explicou que o docente, servidor público com mais de 40 anos de magistério e dirigente sindical, enfrentou perseguição administrativa e política. Concluiu manifestando o apoio à sua defesa, mencionando sua atuação em entidades representativas e reafirmando solidariedade ao professor.
Palavras-chave oficiais: Apoio político,Professor,Servidor público,Dirigente sindical,Força Aérea Brasileira (FAB),Reintegração no emprego,Perseguição política
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero aqui fazer apenas um registro, muito rapidamente, falar do Prof. Gustavo Henrique, do Rio de Janeiro. Ele está lutando muito pela sua reintegração ao trabalho, e nós estamos muito ao lado dele. Nós queremos repudiar aqui a perseguição administrativa e política que o Prof. Gustavo vem sofrendo. Ele é um servidor público e vem sofrendo com a determinação de sua demissão do Colégio Brigadeiro Newton Paiva, localizado na Ilha do Governador e administrado pela Força Aérea Brasileira FAB. A gente apoia muito a luta pela reintegração ao trabalho do Prof. Gustavo, que tem mais de 40 anos de magistério e é reconhecido dirigente sindical, Diretor do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro, entidade filiada à FETERG, ao SINASEF, ao Sindicato Nacional de Servidores Públicos Federais em Educação SINASEFE. Prof. Gustavo, toda a nossa solidariedade e todo o nosso empenho! - 25/11/2025
Palavras-chave oficiais: Ofensa,Partido dos Trabalhadores (PT),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Oposição política,Droga ilícita
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Veja só, eles estão usando a nossa sigla PT para nós chamar de "Partido dos Traficantes". Aí, eu quero fazer uma alegoria com isso. Quem é que tinha 37 quilos de cocaína no avião presidencial na Espanha? Bolsonaro. Quem é que tem um primo que foi pego lá com muita maconha? Um Deputado de Minas Gerais. (Apupos.) Eu espero, Presidente. V.Exa. poderia repor o meu tempo? O SR. PRESIDENTE (Dr. Zacharias Calil. Bloco/UNIÃO - GO) - Eu vou ter que repor o tempo. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Reponha o meu tempo por favor, Presidente. Presidente, então, quem foi preso com 37 quilos de cocaína no avião presidencial? Bolsonaro. Quem é que tem um primo lá cheio de maconha? Um Deputado de Minas Gerais. Quem foi a Senadora cujo parente estava em um avião cheio de drogas? A Senadora do PL. Qual Deputado foi hoje preso em São João do Meriti? Um Deputado do Partido Liberal. Eu podia fazer uma mudança. Falaram de PT como "Partido dos Traficantes". Eu podia dizer algo, mas não vou dizer, porque há muito companheiro do PL que não é, mas podia dizer lembrando Bolsonaro, que roubou as joias, lembrando Bolsonaro, que é um ladrão que o PL é "Partido dos Ladrões", mas eu não vou dizer, até porque não costumo tratar com a mesma moeda. Porém, isso é muito desrespeitoso e de muito baixo calão. Por favor, pessoal, vão estudar e ler um pouquinho. - 25/11/2025
O Deputado se dirigiu ao Deputado Cabo Gilberto Silva, afirmando que uma decisão judicial havia transitado em julgado e que deveria ser cumprida. Esclareceu também que o caso do Deputado Alexandre Ramagem dizia respeito a crimes atribuídos a período anterior ao exercício do mandato, e que a atuação de um Ministro do Supremo Tribunal Federal no caso seguiu determinação da própria Câmara. Além disso, criticou reiteradas manifestações da Oposição e afirmou que parte dos Parlamentares deveria direcionar apoio a suas lideranças fora do Parlamento, mencionando Bolsonaro e Anderson Torres. Concluiu pedindo que cessassem as reclamações no Plenário.
Palavras-chave oficiais: Processo judicial,Ex-presidente da República,Deputado federal,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Decisão judicial,Oposição política
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Presidente, o Deputado Cabo Gilberto Silva usa toda hora a palavra para falar mal do Presidente Lula. Quero lembrar que hoje houve o trânsito em julgado, Deputado Cabo Gilberto. Portanto, não adianta ficar chorando. Agora se trata de cumprir a medida judicial. Quanto ao Deputado Alexandre Ramagem, quero lembrar que o Ministro do STF cumpriu a determinação da Câmara dos Deputados. Alexandre Ramagem não está condenado pelos crimes que cometeu depois de eleito Deputado, está condenado pelos crimes que cometeu anteriormente ao seu mandato parlamentar. É preciso que entendam isso. Parem com esse choro, com esse mi-mi-mi, com essa choradeira toda. Parem com isso, pelo amor de Deus! Vão lá na Polícia Federal prestar solidariedade a Bolsonaro! Vão lá na Papuda ver o Anderson Torres. Parem de ficar com esse mi-mi-mi na Câmara dos Deputados, no Congresso! - 25/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 1.496, de 2021, que altera a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), e a Lei nº 12.037, de 1º de outubro de 2009, para dispor sobre a obtenção do perfil genético na identificação criminal.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria orienta "sim". Nós somos muito favoráveis a que mais processos de reconhecimento sejam estabelecidos. Nós compreendemos, e aqui falo também como Presidente da Comissão de Direitos Humanos, que violações de direitos humanos muitas vezes acontecem também pelo fato de não haver tantos parâmetros comparativos. Esta é mais uma possibilidade de aumentar a assertividade no reconhecimento de pessoas. Nesse sentido, queremos que este projeto seja aprovado. Pelo entendimento, parece-me que será aprovado por unanimidade. Ganha força na Câmara dos Deputados este projeto. É muito importante que ele seja aprovado. Portanto, pela Maioria, indicamos o voto "sim". - 18/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do destaque de preferência para texto original do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de destaque de preferência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável,Texto legislativo
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a federação orienta "sim" ao destaque. É bom que a população brasileira saiba que, embora seja correto, embora seja regimental o Deputado Derrite ser o Relator deste projeto, isso é uma vergonha. É uma vergonha o Deputado Derrite estar relatando esse projeto. Na verdade, quando ele fala de organização criminosa ultraviolenta, ao fim e ao cabo, ele quer liberar os criminosos de colarinho branco. Ele quer liberar aqueles que são o que vocês, de certa forma, sempre chamam de cidadão de bem, que de cidadão de bem não tem absolutamente nada. O projeto enviado pelo Governo é infinitamente superior e verdadeiramente combate as organizações criminosas. Esse é o nosso compromisso com a Polícia Federal. "Sim" ao destaque. - 05/11/2025
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - É muito amor reunido nesta noite. Há um ditado que diz que não é o fato de você trabalhar até tarde que você faz coisas boas. Hoje, a Câmara trabalhou até tarde, mas fez coisas muito ruins, pois aprovou um projeto que libera geral e permite que a propriedade deixe de cumprir sua função social. Presidente, estou aqui, Deputado do Rio de Janeiro, nascido nas Minas Gerais, relatando um projeto do Estado do Mato Grosso, cumprindo o meu papel de Parlamentar, colaborando com este projeto. Eu peço permissão, Presidente, para ir direto ao voto, visto que já estamos todos com o horário muito adiantado. V.Exa. permite, Presidente? O SR. PRESIDENTE (Tarcísio Motta. Bloco/PSOL - RJ) - Pode dar prosseguimento à leitura, Deputado. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Muito obrigado, Presidente. "II - Voto do Relator O Regimento Interno da Câmara dos Deputados e a Norma Interna da Comissão de Finanças e Tributação definem que o exame de compatibilidade ou adequação se fará por meio da análise da conformidade da proposição com o Plano Plurianual, a Lei de Diretrizes Orçamentárias e o orçamento anual. Além disso, a NI/CFT prescreve que também nortearão a análise outras normas pertinentes à receita e despesa públicas. São consideradas como outras normas, especialmente, a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal LRF. O art. 1º, § 1º, da NI/CFT define como compatível 'a proposição que não conflite com as normas do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias, da Lei Orçamentária Anual e das demais disposições legais em vigor' e como adequada 'a proposição que se adapte, se ajuste ou esteja abrangida pelo Plano Plurianual, pela Lei de Diretrizes Orçamentárias e pela Lei Orçamentária Anual". Há os pressupostos de constitucionalidade, o mérito, e passo a ler a conclusão do voto. "II.4. Conclusão do voto Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Administração e Serviço Público, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 3.292, de 2025. Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela não implicação em aumento da despesa ou diminuição das receitas públicas, não cabendo pronunciamento quanto à adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 3.292, de 2025. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 3.292, de 2025, e, no mérito, pela aprovação do Projeto de Lei n° 3.292, de 2025. Sala das sessões, em 2025." É o voto, Sr. Presidente. - 05/11/2025
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu vou orientar daqui de baixo mesmo. Não pretendo nem usar o tempo todo. Eu queria lembrar que alguns itens neste projeto falam sobre desmatamento, crimes ambientais são as condicionantes , improdutividade ou produtividade. A terra tem que ser produtiva e tem também que promover o bem-estar social dos trabalhadores e dos empregadores, o bem-estar da sociedade. Não se pode produzir alimentos que matam. Alimentos têm que gerar vida. Outra condicionante é o trabalho indigno, o trabalho degradante, o trabalho escravo. Este § 8º diz que tem que haver uma combinação de tudo isso. Se um desses elementos for contemplado, não pode haver desapropriação se só um for contemplado. Portanto, o que o dispositivo está dizendo é o seguinte: se a terra for produtiva olhem só e, porém, ali o proprietário mantiver trabalho escravo, desmatar, cometer crimes ambientais ou não produzir alimentos que cuidem do bem-estar da sociedade, está tudo certo. E não pode estar tudo certo, não pode estar tudo certo. Não pode estar certa uma propriedade que desmata, que atrapalha a relação social, que produz alimentos que vão trazer adoecimento. Então, nós queremos este destaque e pedimos o apoio dos companheiros e companheiras para sua aprovação. Portanto, Sr. Presidente, a gente vota "não" ao texto, "sim" ao destaque.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.