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Detector de Bananada
Foto de Reimont

Deputado · Câmara

Reimont

PT · RJ

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Reimont Luiz Otoni Santa Barbara · 65 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 91 de 100, Cara Bom0406080100

91/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 94% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 97%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 781 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 788 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.reimont@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5348
Gabinete
Gabinete 348, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 374 de 391 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 988 de 1.128 votações nominais

Melhor que 71% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

1

de 57 projetos apresentados (2%)

5 avançaram · 47 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 781 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 93% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

452 discursos na tribuna e 3 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 01/09/2026.

  • 04/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública. Ademais, enalteceu o Governo Lula pela iniciativa da PEC da segurança pública e pelo combate às organizações criminosas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Segundo turno,Proposta de Emenda à Constituição,Maioria parlamentar,Voto favorável Governo federal,Presidente da República,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Organização criminosa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A maioria, Sr. Presidente, orienta "sim". Presidente, amanhã, nós vamos ter os jornais anunciando que o Congresso Nacional aprovou a PEC da Segurança Pública. Isso é muito bom para nós. V.Exa. está de parabéns! O Relator, o Deputado Mendonça, está de parabéns! Vai ser passada uma mensagem que é muito importante para nós: o Governo do Presidente Lula é o único Governo, desse período de democracia, que teve coragem de enfrentar e mandar para a Câmara dos Deputados uma PEC desta dimensão. Tem coragem o Governo do Presidente Lula, porque não se esconde e nem esconde as organizações criminosas e quer verdadeiramente que as organizações criminosas paguem pelos seus crimes, que sejam julgadas e condenadas. Portanto, a gente vai ter esta notícia amanhã: o Governo do Presidente Lula... (Desligamento do microfone.)
  • 04/03/2026

    O Deputado discutiu a Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, nós precisamos iniciar a conversa aqui, este debate, dizendo que há muito, há muito, nós precisávamos discutir a realidade e, com muita firmeza, o tema da segurança pública. Eu sou defensor de direitos humanos e por isso mesmo compreendo que um defensor de direitos humanos tem que estar alinhado com a defesa da segurança pública com cidadania, com a defesa da segurança pública que compreende que todos os cidadãos brasileiros e todas as cidadãs brasileiras devem ser respeitados na sua dignidade e nos seus direitos constitucionais. Nós não podemos esquecer — e jamais deixaremos de falar isto — que é o Presidente Lula, é o Governo do Presidente Lula que encaminha a proposta de emenda à Constituição da segurança pública para esta Casa. É o Governo do Presidente Lula o único governo que tem a coragem de colocar este debate no Parlamento, para que este debate seja feito à exaustão e, feito à exaustão, traga alguma consequência prática e positiva para a vida do cidadão brasileiro, para a vida da cidadã brasileira. Temos que compreender os processos de descentralização na segurança pública. Temos que compreender que a segurança pública é uma pauta dos Governos dos Estados, é verdade, mas é também uma pauta do Governo Federal. Temos que compreender que todo cidadão brasileiro e toda cidadã brasileira são responsáveis por discutir a segurança pública e por militar nela, compreendendo que há alguns profissionais que são especializados no tema, mas que todo cidadão brasileiro e toda cidadã brasileira tem que se envolver no debate dele. Portanto, o mérito é do Governo do Presidente Lula. O Governo do Presidente Lula, com coragem, com firmeza, com altivez, diz para a sociedade brasileira: "Olha, nós promovemos um debate sobre segurança pública. Se não avançamos o tanto que queríamos, é porque isso é do debate democrático. Se não avançamos o tanto que queríamos, o tanto que desejávamos, o tanto de que a sociedade brasileira precisava, é porque isso é do debate democrático, é porque isso é das discussões do Parlamento". Devemos compreender que hoje é um avanço discutir aqui segurança pública e que, por exemplo, para crianças e adolescentes, a segurança pública e os seus direitos não estão nos presídios, estão na possibilidade de ressocialização deles. Ontem, em debate com o Relator, o Deputado Mendonça Filho, eu dizia para ele: "Olha, nós do Parlamento temos uma grande oportunidade, a oportunidade de fazer com que nossos adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, que esses meninos e meninas tenham a oportunidade, de fato — no caso do Rio de Janeiro, é o Degase, e no caso de outros Estados, são as instituições que cuidam das medidas socioeducativas —, de ficarem em espaços verdadeiramente de socioeducação, verdadeiramente de ressocialização". O tema da redução da maioridade penal já foi um ganho no relatório do Deputado Mendonça Filho, que entende também a importância dele. O Relator, com esse sentimento, com esse entendimento, acaba compreendendo também que há uma oportunidade, quando falamos, por exemplo, nos recursos para o Governo e nos recursos para os Estados, de avançarmos no sentido de melhorar os recursos para esta área. Por fim, Sr. Presidente, eu queria falar dos trabalhadores policiais ferroviários federais. Há um destaque em atenção a eles. Temos que compreender que esses profissionais são de fato muito importantes. No momento certo, na hora da apreciação dos destaques, estaremos juntos fazendo o debate para garantir a proteção dessa mão de obra especializada que são os policiais ferroviários federais e a sua agregação à PRF, a Polícia Rodoviária Federal, para avançarem também no tema da segurança pública. Portanto, louvo o Presidente Lula. Ele, neste momento, dá o seguinte recado para a sociedade brasileira: a segurança pública é direito de todos.
  • 03/03/2026

    O Deputado homenageou Amir Haddad, mestre do teatro brasileiro e um dos fundadores do Teatro Oficina, destacando sua contribuição para a arte pública, conceituada como manifestação artística que ocorre no espaço público de forma direta, gratuita e sem distinção de público. Ressaltou que Amir recuperou o sentido de festa do teatro e a dramaticidade dos festejos populares, além de instrumentalizar o ator a responder ao contemporâneo e ao eterno. Celebrou a essência do teatro de rua defendido por Amir, que busca levar o teatro às pessoas, e concluiu afirmando que o Rio de Janeiro o ama.

    Palavras-chave oficiais: Ator,Teatro,Rio de Janeiro (Estado),Expressão artística,Homenagem,Teatro de rua

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, eu vim aqui fazer um relato de algo que, para mim, é muito importante. Eu vou falar de um grande amigo: Amir Haddad. Amir é um querido, um mestre que nos concedeu a honra de tê-lo como autor da justificativa de uma lei que eu aprovei na Câmara Municipal, a Lei nº 5.429, de 2012, em vigor na cidade do Rio de Janeiro e defendida por nós, quando eu exerci a função de Vereador naquela cidade. Conceituou a arte pública, manifestação artística que ocorre no espaço público de forma direta, gratuita e sem distinção de público, priorizando o encontro genuíno entre o artista e a população, uma arte que não se vende, uma arte que não se compra. Em sua biografia Amir Haddad — a utopia representada, o autor, Thiago Bechara, nos conta que Amir Haddad é um dos fundadores do Teatro Oficina, expansor inato de caminhos para o teatro de seu país, investigador de linguagens, rompedor de paredes sobre o qual muito se falou e escreveu dispersamente, mas nunca em forma de documentação bibliográfica profunda e reunida, como hiperlink. Por meio de Amir, recuperou-se o sentido de festa do teatro, a dramaticidade colorida dos festejos populares, ressaltando os aspectos da pesquisa e da educação. Trata-se de um tipo de trabalho que instrumentaliza o ator a responder a um sentimento do contemporâneo e do eterno a um só tempo, a efetuar uma leitura aguda da trajetória humana vista em perspectiva, a reagir rápida e intuitivamente com sua mais profunda verdade ao momento presente, a conscientizar-se do instrumento ideológico que ele apresenta, a desmontar a couraça ideológica das elites, já que nos lembra de que ética e estética jamais estiveram ou estarão separadas. Alma pública deste mestre de todos nós que amamos o teatro, receba em forma de livro o carinho de uma homenagem que nada fez além de registrar o óbvio, o quão necessário, Amir, você foi e seguirá sendo, num país onde somos o tempo inteiro estimulados, por vezes coagidos, a desvalorizar a bondade, a educação, a arte, a cultura. Ainda assim, amamos profundamente o ser humano e sua sagrada diversidade com compaixão, doçura e poesia. E acreditamos no teatro como instrumento de seu aperfeiçoamento. Amamos profundamente o teatro, que é você Amir Haddad, que completa agora mais 1 ano de vida e que é a essência do teatro de rua, que diz: "Eu não quero levar as pessoas para o teatro; eu quero levar o teatro para as pessoas". Amir Haddad, nós do Rio de Janeiro amamos você. Evoé!
  • 03/03/2026

    O Deputado, no âmbito da votação do Projeto de Lei nº 591, de 2026, relatou a leitura da obra Brasil: Nunca Mais, que reúne depoimentos apresentados à Justiça Militar até 1979 sobre violações ocorridas durante a ditadura. Em seguida, afirmou que há Parlamentares que defendem a tortura e citou declarações atribuídas ao ex-Presidente Jair Bolsonaro favoráveis a essa prática e elogiosas a agentes do regime militar. Por fim, utilizou o episódio para criticar posicionamentos que relativizam violações de direitos humanos ocorridas no período.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,criação,Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Departamento de Monitoramento e Fiscalização das Decisões dos Sistemas Internacionais de Direitos Humanos (DDH),Livro,Tortura,Ditadura militar,Direitos humanos,Justiça militar,Ex-presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero dizer que há algumas palavras de baixo calão que, a meu ver, a própria Secretaria-Geral da Mesa poderia retirar. Não estou aqui reivindicando isso, mas acho que, para o bem do Parlamento, palavras de baixo calão deveriam ser retiradas. O SR. DELEGADO CAVEIRA (PL - PA) - Não é para tirar, não, Presidente! Esse povo fala (texto escoimado de expressão, conforme arts. 17, inciso V, alínea “b”, 73, inciso XII, e 98, § 6º, do Regimento Interno) o dia inteiro, e ninguém tira. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Presidente, V.Exa. poderia recompor o meu tempo, por favor? Muito obrigado. Presidente, estou relendo Brasil: Nunca Mais. São relatos inquestionáveis, depoimentos prestados à Justiça Militar até 1979. É um relato tremendo. Quando fui à tribuna, disse que há pessoas... Que há Parlamentares que são adeptos da tortura. E quero lembrar aqui um ex-Deputado que se chama Bolsonaro. Ele disse assim: "Eu sou favorável à tortura". Disse ele também: "Você sabe disso". Ele ainda afirmou: "As pessoas iriam bater palmas para a tortura". E ele continuou dizendo: "Ela funciona, e a população iria bater palmas para ela". Ele elogiou um torturador da ditadura e criticou a punição ao regime militar... (Desligamento do microfone.)
  • 03/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 591, de 2026, que cria, no âmbito do Conselho Nacional de Justiça, o Departamento de Monitoramento e Fiscalização das Decisões dos Sistemas Internacionais de Direitos Humanos – DDH.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós não podemos generalizar, é claro que não, mas há Deputados que são contrários a este projeto porque estão alinhados aos atos de tortura que aconteceram no Brasil durante a ditadura de 1964, portanto não querem que investigações de violação de direitos humanos aconteçam. Eu disse no início da minha fala que não podemos generalizar, mas há Deputados que gozam com a tortura, que leem Brasil: nunca mais degustando aqueles depoimentos à Justiça Militar, por isso não querem o controle, por isso não querem que o CNJ seja forte, por isso não querem que haja lá monitoramento e fiscalização das decisões dos sistemas internacionais de direitos humanos. Membros da Comissão de Direitos Humanos, presidida hoje pela Deputada Alice Portugal, no ano passado estiveram no sul do Pará. Eu e o Deputado Tarcísio Motta estivemos lá para acompanhar uma ação contra a Volkswagen, que durante muito tempo praticou trabalho escravo em fazendas do sul do Estado. Pois bem, a Justiça do Trabalho do Pará, em primeira instância, condenou a Volkswagen a pagar 165 milhões de reais ao Estado brasileiro e a pedir desculpas públicas. A Volkswagen recorreu, e a Justiça do Pará, em segunda instância, no Tribunal Regional do Trabalho, condenou novamente a Volkswagen. Isso que está acontecendo é na verdade o desejo da democracia de que não haja mais violações de direitos humanos. Violações de direitos humanos nunca mais! Tortura nunca mais! O que a gente quer com a aprovação deste projeto é exatamente fortalecer o papel do Conselho Nacional de Justiça no cumprimento das decisões internacionais sobre direitos humanos. No Brasil, há muita violação de direitos humanos, muitas! Precisamos coibir isso como uma prática humanitária, que não deveria ser algo do campo da Esquerda ou de outro campo, deveria ser responsabilidade de todos os homens e mulheres que se dispõem a representar uma parcela significativa da sociedade e receberam votos para vir para o Congresso Nacional. Então, fortalecer o CNJ com organismos que vigiem a violação de direitos humanos, para que possamos bani-la do nosso País, é muito importante. É por isso que nós votamos "sim" a este projeto. É por isso que nós pedimos aos Deputados que não estão defendendo o projeto, mas que não são favoráveis às torturas e às violações, que repensem o seu voto, porque isto aqui vai coibir as violações de direitos humanos e vai fazer o Brasil cumprir protocolos internacionais.
  • 03/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 5.490, de 2025, que dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ademais, criticou o discurso de Deputados contrários à proposição, sustentando que os recursos deveriam ser investidos em gás para a população, mas votaram contrariamente à Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável Discurso parlamentar,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Investimento,Medida provisória,Auxílio Gás do Povo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A orientação, Sr. Presidente, é "sim". A gente precisa entender algumas coisas bastante simples. Se estivéssemos aqui votando penduricalhos, nós estaríamos dizendo "não". Nós estamos votando para fortalecer uma instituição de controle, uma instituição que é importante para a democracia, para a Justiça e para a soberania. Essa história de dizer assim: "Ah, tinha que ir para o gás..." É bom a gente lembrar, não sei se o Deputado que acabou de falar — e não vou falar isso porque não vou ser leviano — votou conosco, mas a maioria dos Deputados que estão dizendo "Ah, esse dinheiro devia ir para o gás, devia ir para a educação, devia ir para a saúde" votou contra a medida provisória para dar gás a 15 milhões de brasileiros. Essa história já aconteceu há 2 mil anos, quando Judas disse para Jesus assim: "Esse dinheiro podia servir aos pobres", mas não podemos... (Desligamento do microfone.)
  • 03/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 5.490, de 2025, que dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Conselho Nacional de Justiça.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Governo orienta "não". Eu quero aqui lembrar de uma frase célebre na política brasileira que ouvimos uns 5 anos atrás. Um certo Presidente da República, olhando para seu filho que fazia rachadinha lá no Rio de Janeiro, disse o seguinte: "Olhe, eu mexo com o Secretário, eu tiro ele, se perseguir meu filho, eu tiro até o Ministro, se perseguir meu filho. Não venham para cima dos meus filhos, não". Quem disse isso? O então Presidente da República, tentando livrar a cara de Flávio Bolsonaro, o Rachadinha, o que fazia rachadinha no gabinete na Alerj e que participou inclusive da compra de loja da Kopenhagen e de mais de cem apartamentos em dinheiro vivo. Portanto, quem defende filho que comete crime é o ex-Presidente.
  • 03/03/2026

    O Deputado criticou manifestações com a frase “Acorda, Brasil!” e citou declarações do Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e do Deputado Nikolas Ferreira. Afirmou que a população mineira enfrentava consequências de chuvas e lama em cidades do Estado, situação que atribuiu à negligência do Governo Estadual. Por fim, citou suspeitas relacionadas ao Deputado Nikolas envolvendo o Banco Master e o empresário Vorcaro.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Governador,Minas Gerais,Hipocrisia,Corrupção,gestão,População,Vítima,Enchente,deslizamento,Negligência,Governo estadual,Banco Master

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Altineu Côrtes, estamos vendo o pessoal escrever em algumas camisas os seguintes dizeres: "Acorda, Brasil!" Que vergonha! Vimos o Governador de Minas Gerais, o Sr. Zema, e o Deputado Nikolas Ferreira, em São Paulo, escreverem "Acorda, Brasil!". Olhem, Governador Zema, Deputado Nikolas Ferreira, políticos de Minas Gerais, o povo de Minas Gerais está não só acordado, mas acordado com lama cobrindo a perna toda, tirando a lama de dentro de casa por conta da negligência deste Governo de extrema direita do Zema, acobertado pelo Deputado Nikolas Ferreira. Aliás, Presidente, o Deputado Nikolas ganhou muitos advogados aqui hoje. Vejo que o povo já está trocando aquela expressão "caça-níquel" por "caça Nikolas", que estava no avião do Vorcaro e deve estar envolvido até o pescoço com a corrupção do Banco Master.
  • 26/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado manifestou-se sobre a tramitação do Projeto de Lei antifacção, afirmando que a proposta enviada pelo Governo do Presidente Lula tinha como objetivo fortalecer o combate ao crime organizado. Afirmou que o relatório apresentado pelo Deputado Delegado Guilherme Derrite teria alterado substancialmente o conteúdo original, o que motivou voto contrário de sua bancada. Relatou também que o Senado promoveu mudanças aproximando o texto da versão inicial do Executivo, mas que, ao retornar à Câmara, as alterações não teriam sido acolhidas. Ademais, criticou posicionamentos de lideranças partidárias contrárias à apreciação de proposta relacionada à jornada de trabalho, defendendo o fim da escala 6 por 1 e argumentando que a medida busca garantir melhores condições de vida e convivência familiar aos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,combate,Crime organizado,Governo,Presidente da República,Relator,Câmara dos Deputados,alteração,Texto legislativo Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,alteração,Repouso semanal,Qualidade de vida,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidenta Benedita da Silva, quero cumprimentá-la, cumprimentar todos os Deputados e Deputadas e cumprimentar também os servidores aqui da Câmara Federal. Quero dizer algo que é muito importante para nós, porque não podemos esquecer o que aconteceu nesta Casa esta semana. Nós tivemos aqui a votação do projeto de lei antifacção. O Governo do Presidente Lula verdadeiramente quer combater o crime organizado quando manda esse projeto para cá. Com esse projeto a gente iria combater de maneira muito firme as grandes organizações criminosas. O Deputado Guilherme Derrite, que é o Relator desse projeto, desmanchou toda a ideia de combate à corrupção, de combate ao crime organizado. Nós aprovamos o projeto aqui, com voto contrário nosso, é claro. Depois o projeto foi ao Senado, que o melhorou e voltou quase ao que era o projeto do Presidente Lula, que é o Governo que quer combater as organizações criminosas. Pois bem, o projeto voltou aqui para a Câmara, e o Deputado Derrite de novo não acolheu as mudanças e, pasmem, protegeu as organizações criminosas. A extrema direita está aqui no plenário, está aqui na Câmara dos Deputados para proteger as organizações criminosas, mas diz que luta para combater o crime, que luta pela segurança pública. O Governo do Presidente Lula, sim, luta pela segurança pública. Queria dizer também, Presidenta, que é estarrecedor o que a gente está vivendo, que é a luta para voltar a escala 5 por 2 e para combater a escala 6 por 1. O Valdemar Costa Neto, Presidente do PL, e o Rueda, Presidente do União Brasil, em conversa com empresários — está em todas as redes — disseram: "Se esse projeto passar na Câmara, os Deputados, que disputarão este ano a eleição, não conseguirão votar contra. Qual é o nosso papel? O nosso papel é não deixá-lo ser apreciado, não deixá-lo ser votado". A extrema direita quer que o trabalhador trabalhe de segunda-feira a segunda-feira, que não tenha direito de ver a sua família, de brincar com seus filhos, direito a lazer, direito a nada. O Governo do Presidente Lula está empenhado em derrubar a escala 6 por 1, para que a gente tenha vida além do trabalho. Vida além do trabalho significa os trabalhadores e trabalhadoras brasileiros terem sua dignidade restabelecida, terem tempo para sua família. A extrema direita diz que é defensora da família, mas não é. Ela quer que o trabalhador trabalhe exaustivamente os 7 dias da semana e não tenha tempo para curtir os filhos. A gente vai levar adiante esse debate. A sociedade precisa se mobilizar.
  • 24/02/2026

    O Deputado discutiu o Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que trata do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado e altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário,Substitutivo,Senado Federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós estamos aqui numa noite muito importante para a sociedade brasileira. Há uma falácia, há uma mentira, há fake news da extrema direita quando ela diz que nós do campo da Esquerda não gostamos de trabalhar o tema da segurança pública. É bom ficar bem consignado que foi o Governo do Presidente Lula que colocou a Polícia Federal para trabalhar. É bom que fique consignado que o Governo passado, o Governo da extrema direita que governou o País de 2019 a 2022, fez calar a Polícia Federal. O seu chefe maior disse assim: "Se mexer com a minha família, eu mudo o secretário, eu mudo o diretor, eu mudo o gerente, eu mudo até o Ministro". É esta a extrema direita que governou o País. O Governo do Presidente Lula tem compromisso com a segurança pública. Eu queria lembrar que o art. 2º deste projeto diz "organização criminosa ultraviolenta" e repete esta expressão "organização criminosa ultraviolenta". O Relator Derrite fez seis relatórios, vergonhosos seis relatórios. E o sexto relatório ainda continuava sendo ruim. Mas, no Senado Federal, o Senador Alessandro Vieira fez uma depuração e melhorou muito o texto. Com isto, o projeto que veio do Senado para cá se aproximou do projeto do Presidente Lula. O que o Deputado Derrite está querendo dizer quando fala em "organização criminosa ultraviolenta"? Ele está querendo dizer que não quer combater o crime de colarinho branco, porque o criminoso de colarinho branco rouba, mata e estropia as pessoas com um sorriso no rosto. Ele não quer, como a extrema direita não quer, combater os crimes do Banco Master, no qual o Governo do Rio de Janeiro, do PL, investiu 1 bilhão de reais. Ele não quer combater, por exemplo, a Faria Lima, de que a gente desbaratou todo um crime orquestrado pelo andar de cima. Então, vocês da extrema direita não têm compromisso com o Brasil, não têm compromisso com a segurança pública. Eu queria dizer que será uma vergonha se a gente, hoje aqui, sair com este projeto aliviando as bets. Vocês também da extrema direita estão nas mãos das bets e, por isto, querem aliviá-las e certamente apresentarão um destaque para tirá-las das taxações. O projeto inicial, do Presidente Lula, era rico, mas foi deteriorado.
  • 11/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado rebateu críticas da Oposição sobre o caso do Banco Master, defendendo que o atual Governo permite e fortalece as investigações da Polícia Federal. Criticou Parlamentares do PL, mencionou irregularidades envolvendo políticos do partido e defendeu a responsabilização de militares e aliados do ex-Presidente Jair Bolsonaro, afirmando que a Justiça deve agir para punir crimes e preservar a imagem das Forças Armadas.

    Palavras-chave oficiais: Resposta,Crítica,Parlamentar,Oposição política,Banco Master,investigação,Polícia Federal (PF),Governo,Político,Partido Liberal (PL),irregularidade responsabilização,Militar,Aliança política,Ex-presidente da República,Justiça militar,julgamento,punição,Crime,Forças Armadas

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Muito boa tarde a todas e a todos. São muito interessantes os discursos de alguns Deputados aqui no plenário. Eles, na verdade, estão envolvidos até o pescoço na história do Banco Master, e vêm dizer que este Governo rouba. Olhem, este Governo é que bota a Polícia Federal para investigar. É engraçado, não é? A Polícia Federal era impedida de trabalhar no Governo do hoje senhor presidiário Jair Messias Bolsonaro, e Deputados do campo bolsonarista vêm dizer: "Ah, agora descobriram isso em Balneário Camboriú". Aliás, é bom dizer que, em Santa Catarina, há quase 1 centena de Prefeitos presos, todos por falcatrua. A maioria deles é do PL. A maioria deles é do PL, senão todos. E o Deputado vai à tribuna e diz: "Ah, jogaram dinheiro pela janela. Esse Governo é assim". Este Governo é que bota a Polícia Federal no encalço daqueles que roubaram no caso do Banco Master. Quero lembrar que, no nosso Estado, o Governador Cláudio Castro, do PL, colocou 1 bilhão de reais no Banco Master. Colocou 1 bilhão de reais no Banco Master. Dinheiro de quem? De aposentados e pensionistas. O Governador do Rio de Janeiro, do PL, o Governador Cláudio Castro, colocou 1 bilhão de reais no Banco Master, dinheiro de aposentados e pensionistas, e Deputados vêm aqui dizer: "Ah, mas é isso, é aquilo, este Governo é assim". Este Governo investiga. Este Governo não deixa nada debaixo do tapete. Neste Governo, doa a quem doer, a Polícia Federal faz as investigações. Um Deputado que me antecedeu na tribuna disse que está acontecendo no Superior Tribunal Militar um julgamento de exceção contra militares. Ora, Deputado general que falou há pouco, exceção foi o que a sua turma, na ditadura militar de 1964, fez contra os militantes políticos: torturou, matou, exilou, separou famílias, destruiu a democracia. Isso é tribunal de exceção. Agora, Bolsonaro, Braga Netto, Heleno, essas pessoas vão ser expulsas das forças militares, vão perder suas patentes porque envergonham as forças militares, envergonham o Exército, a Aeronáutica e a Marinha. Por isso, vão perder suas patentes. Bem feito! Que percam! Sabem por quê? Porque se trata de um exemplo. As nossas Forças Armadas não podem ser manchadas. Elas têm o seu valor. Aqueles que torturaram, aqueles que invadiram, aqueles que quebraram, aqueles que mataram, aqueles que perseguiram estão hoje no banco dos réus. Doa a quem doer, a justiça tem que ser feita. Antes de concluir, quero mais uma vez lembrar, Presidente, que a maioria absoluta dos Prefeitos do PL de Santa Catarina, senão a totalidade, está presa. E hoje, em Santa Catarina, mais de 400 mil reais foram jogados por uma janela de um prédio. Mas a Polícia Federal, porque este Governo não a impede de agir, está no encalço de quem pratica crime. Olhem, a polícia vai continuar agindo. Aguardem.
  • 11/02/2026

    O Deputado manifestou solidariedade à amiga e professora Bianca, do Rio de Janeiro, pela morte do filho Matteo Souza Belfiori, de 23 anos. Destacou a trajetória da homenageada como educadora comprometida com a democracia e com a luta social no Estado. Por fim, reiterou as condolências oferecendo apoio, oração e reconhecimento à dor da mãe enlutada.

    Palavras-chave oficiais: Filho,Professora,Rio de Janeiro (RJ),Rio de Janeiro (Estado),Homenagem póstuma,Pêsames

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu tenho, no Rio de Janeiro, uma grande amiga, a Profa. Bianca. Eu quero, neste momento, do plenário da Câmara dos Deputados, manifestar minha solidariedade a essa mulher de muita luta, comprometida com a educação, comprometida com a democracia, comprometida com a luta do povo do nosso Estado. Profa. Bianca, receba o nosso abraço. A senhora, neste momento, está passando pelo sofrimento de ter perdido o filho de 23 anos, Matteo Souza Belfiori, falecido de domingo para segunda. Deixo o nosso abraço carinhoso, a nossa solidariedade e a nossa oração para que Deus console o coração dessa mãe que sofre pela morte do Matteo.
  • 10/02/2026

    O Deputado afirmou que o Projeto de Lei nº 6.132, de 2025, que cria a Universidade Federal Indígena, representa reparação a povos originários e criticou Parlamentares que votaram contra demarcações e o marco temporal. Manifestou solidariedade às vítimas das chuvas no Rio de Janeiro e relacionou tragédias ambientais à falta de compromisso com a preservação. Também destacou o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, citando casos recentes de violência no Rio, em Rondônia e em instituições de ensino, além de episódio envolvendo familiar. Defendeu que o combate ao feminicídio fosse tratado como prioridade do Estado e associou a pauta da universidade indígena à promoção de direitos humanos, democracia e enfrentamento à violência estrutural.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,criação,Universidade Federal Indígena (Unind),Defesa Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios,Violência contra a mulher

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero cumprimentá-lo, quero cumprimentar também todas as Deputadas e os Deputados, cumprimentar os servidores da Câmara Federal e os que nos acompanham neste momento histórico, em que a gente passa a limpo uma injustiça histórica, um desrespeito histórico contra os povos originários. Os Deputados que hoje falam contra esse requerimento são os que votaram contra a demarcação das terras dos povos indígenas, são os que votaram pelo marco temporal e são, portanto, aqueles que compreendem que este País tem que extirpar não somente a cultura, mas também os povos originários e tem que deixar de ler a sua história, uma história de massacres, uma história de abandono, uma história de desrespeito a estes que são os primeiros donos da Terra Brasilis. Eu quero aproveitar este momento, Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, para me dirigir ao meu povo do Estado do Rio de Janeiro e dizer da nossa solidariedade. Estamos acompanhando passo a passo o que estamos vivendo no nosso Estado com as chuvas fortes que caem sobre a Baixada Fluminense, sobre a Zona Norte e a Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, deixando inclusive vítimas. Nós estamos acompanhando não só com solidariedade, mas também com presença nas ruas, nos espaços onde o nosso povo do Estado de Rio de Janeiro tem sofrido com as chuvas torrenciais. É muito bom nós entendermos que, quando eventos como esses acontecem, também é responsabilidade nossa. Se nós compreendêssemos — e aí vale também fazer uma referência e uma deferência aos povos originários — como os povos indígenas olham para a natureza, olham para a criação de Deus, olham para o meio ambiente, talvez nós hoje tivéssemos diminuídas essas tragédias, esses eventos fortes que têm tirado vidas e abandonado os direitos do nosso povo do Rio de Janeiro e de tantos outros espaços. Então, a nossa solidariedade ao povo do Rio de Janeiro. Quero também lembrar a vocês que nos acompanham neste momento que nós estamos vivendo um momento histórico, que também tem referência com os povos originários por conta do massacre que eles viveram durante tanto tempo. Quero lembrar aqui o massacre às mulheres e, portanto, lembrar o pacto promovido pelo Presidente Lula, que é o pacto de combate ao feminicídio, o pacto de respeito às mulheres. Alguns de vocês talvez lembrem que eu relatei aqui desta tribuna, em 2023, que uma sobrinha, filha de minha irmã, de cerca de 30, 32 anos, foi atacada por seu companheiro, que nela desferiu cinco tiros — tiros pela frente e pelas costas — e ainda alegou, diante da Justiça, legítima defesa. O feminicídio, a violência contra as mulheres, tem precedente, e uma das precedências, Deputada Célia Xakriabá, é também a violência que se estabeleceu, historicamente, no Brasil contra os povos originários. Pois bem, eu quero lembrar alguns casos muito recentes, de modo particular, às Deputadas e aos Deputados do Rio de Janeiro que nos acompanham. Na cidade de São Gonçalo, uma jovem de 20 anos foi atacada dentro da própria casa. Recebeu mais de quinze facadas após recusar um pedido de namoro. O agressor, segundo relatos, já vinha perseguindo a vítima, que hoje segue internada em estado grave lutando pela própria vida. Nós precisamos dar um basta a isso. E lutar pelos povos originários, lutar pela nossa Universidade Indígena é também lutar contra o desfecho de violência contra as mulheres, contra as meninas. Quero lembrar também aqui o que ocorreu no Estado de Rondônia. A Profa. de Direito Juliana Santiago, de 41 anos, foi assassinada a facadas dentro de uma faculdade por um aluno. Quero lembrar aqui também o que ocorreu no Cefet, Unidade Maracanã, no Rio de Janeiro, um local muito próximo da minha residência, duas ou três ruas além da minha casa. Duas professoras foram assassinadas por um pedagogo dentro da instituição de ensino. E a gente vive aqui olhando alguns Deputados e Deputadas que estão agora contra esse projeto, contra tudo isso que a gente tem delineado e discutido. Esse é o espelho que muitos, não só Deputados mas também setores da sociedade brasileira e da sociedade mundial, têm, que reflete aquilo que, por exemplo, promove o Presidente dos Estados Unidos: desrespeito aos negros, desrespeito às mulheres, desrespeito aos migrantes, desrespeito aos latinos. E nós precisamos dar um basta a tudo isso. É fundamental destacar, então, o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios. Essa é uma iniciativa que articula ações integradas entre a União, os Estados, os Municípios e a sociedade civil para enfrentar essa violência contra as mulheres, fortalecer políticas públicas, ampliar a proteção e atuar na prevenção desses crimes que destroem famílias e comunidades inteiras. E nós precisamos seguir juntos e juntas, homens e mulheres, pela humanidade. O pacto contra o feminicídio é um pacto de humanidade, um pacto por uma nova estrutura de humanidade, para percebermos como podemos caminhar e como homens e mulheres têm que se responsabilizar por esse pacto. Seguiremos defendendo que o combate ao feminicídio seja tratado como prioridade absoluta do Estado brasileiro. Nós não podemos, não devemos e não temos o direito de naturalizar a violência, de aceitar que mulheres continuem tendo suas vidas interrompidas por uma cultura de ódio, de posse e de intolerância. Quero lembrar aqui falas importantíssimas, que precisamos sempre relembrar: aqueles e aquelas que lutam contra a democracia, contra as mulheres, contra os empobrecidos, contra os migrantes, contra os negros, contra os povos originários, contra os trabalhadores empobrecidos nas nossas cidades e nos campos são os mesmos que alardeiam aos quatro ventos a possibilidade de construir uma sociedade do horror. Mas nós queremos, pela política, construir uma sociedade do respeito, uma sociedade da fraternidade e uma sociedade do amor. Viva a luta dos povos originários! Vamos aprovar esse requerimento de urgência, porque isso é justiça com a Deputada Célia Xakriabá e com todas as indígenas e todos os indígenas do Brasil inteiro.
  • 10/02/2026

    O Deputado informou que o Partido dos Trabalhadores completou 46 anos. Afirmou que a legenda surgiu da mobilização de milhões de brasileiros que buscaram intervir na vida social e política do País para promover transformações. Ressaltou que a trajetória do Partido esteve ligada à compreensão de que a democracia resultou da organização e da ação direta da população trabalhadora. Associou o aniversário da sigla ao debate sobre direitos dos povos originários e indígenas e destacou a importância da participação popular na construção de políticas públicas.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Aniversário de fundação,Homenagem

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só queria dizer que, neste 10 de fevereiro, dia em que a gente avança na questão indígena, com a universidade indígena, o Partido dos Trabalhadores completa 46 anos. O Partido dos Trabalhadores surge da necessidade, sentida por milhões de brasileiros, de intervir na vida social e política do País, para transformá-la. A mais importante lição que o trabalhador brasileiro aprendeu em suas lutas é a de que a democracia é uma conquista que ou se constrói pelas próprias mãos ou, então, não virá. Viva a luta do Partido das Trabalhadoras e dos Trabalhadores! Viva a luta dos povos originários e dos povos indígenas!
  • 03/02/2026

    O Deputado informou que assinou a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master. Ademais, justificou seu apoio ao apontar que o Governador do Estado do Rio de Janeiro investiu cerca de R$ 1 bilhão no Banco Master, colocando em risco recursos da previdência estadual. Por fim, destacou a prisão do ex-Presidente do Fundo Único de Previdência Social do Rio de Janeiro como indício da gravidade do caso e defendeu a apuração de responsabilidades e punição dos culpados.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Apoiamento,Assinatura,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,Governador,Rio de Janeiro (Estado),Investimento,Previdência social,Prisão,Ex-,Presidente,investigação

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu também quero falar sobre a CPI e a CPMI do Banco Master, sobre as duas Comissões. A CPI proposta pelo Deputado Rodrigo Rollemberg eu assinei assim que ele a propôs, e hoje eu assinei a das Deputadas Fernanda Melchionna e Heloísa Helena. Acho fundamental que se faça toda e qualquer investigação. E tenho um motivo muito especial, muito particular, para estar nessa CPI e lutar para que ela de fato faça as investigações devidas, para que ela faça o inquérito correto: o Governador Cláudio Castro, do Estado do Rio de Janeiro, o Estado onde eu moro, o Estado que eu represento, colocou 1 bilhão de reais no Banco Master, nesse banco de moeda podre, nesse banco que estava falido, nesse banco que não tem compromisso com aquilo que deve ser o compromisso de um banco. A CPI do Banco Master tem que dar frutos. Hoje, um ex-Presidente do Fundo Único de Previdência Social do Rio de Janeiro foi preso pela Polícia Federal. Então, o Governador Cláudio Castro, do PL, está enterrado até o pescoço com os compromissos que desfez com o povo aposentado do Rio de Janeiro quando investiu no Banco Master. A CPI é muito importante e vai avançar, para que os culpados paguem pelo que fizeram.
  • 03/02/2026

    O Deputado apresentou uma poesia em homenagem ao Presidente Lula e à trajetória de superação associada à sua história pessoal e política. O texto destacou temas como pobreza, migração, luta sindical, soberania nacional e conquistas sociais, incluindo acesso à educação e combate à fome.

    Palavras-chave oficiais: Poesia,Presidente da República,Homenagem

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero ler uma poesia. Eu vi brilhar a estrela de um país No choro de Luiz, a luz de Garanhuns Lugar onde a pobreza e o pranto Se dividem para tantos E a riqueza multiplica para alguns Me via nos olhares dos meus filhos Assombrados e vazios Com o peito em pedaços Parti atrás do amor e dos meus sonhos Peguei os meus meninos pelos braços Brilhou um Sol da pátria incessante Pro destino retirante Te levei, Luiz Inácio Por ironia, treze noites, treze dias Me guiou Santa Luzia, São José alumiou Da esquerda de Deus Pai, da luta sindical À liderança mundial Vi a esperança crescer E o povo seguir sua voz Revolucionário é saber Escolher os seus heróis Zuzu Angel, Henfil, Vladimir Que pagaram o preço da raiva Nós ainda estamos aqui No Brasil de Rubens Paiva Lute pra vencer Aceite se perder Se o ideal valer Nunca desista Não é digno fugir Nem tão pouco permitir Leiloarem isso aqui A prazo, à vista É, tem filho de pobre virando doutor Comida na mesa do trabalhador A fome tem pressa, Betinho dizia É, teu legado é o espelho das minhas lições Sem temer tarifas e sanções Assim que se firma a soberania Sem mitos falsos, sem anistia Quanto custa a fome? Quanto importa a vida? Nosso sobrenome é Brasil da Silva Vale uma nação, vale um grande enredo Em Niterói, o amor venceu o medo Olê, olê, olê, olá Vai passar nessa avenida mais um samba popular Olê, olê, olê, olá Lula, Lula Viva a Acadêmicos de Niterói, do meu Rio de Janeiro!
  • 02/02/2026

    O Deputado defendeu a atuação do Governo Lula ao destacar a aprovação da medida provisória “Gás do Povo”, que garantiu a distribuição gratuita de gás para cerca de 15 milhões de brasileiros, ressaltando o compromisso do Governo e da maioria dos Deputados com o combate à fome e com a segurança das famílias mais pobres. Criticou o Governo anterior, lembrando o período em que a população voltou a cozinhar com lenha ou querosene, viveu insegurança alimentar e enfrentou mortes evitáveis, inclusive durante a pandemia. Mencionou também a expectativa de votação do acordo entre Mercosul e União Europeia após o carnaval, apontando-o como avanço econômico, e concluiu afirmando que o início do novo ano legislativo exigiria mobilização popular para defender direitos e sustentar a continuidade do atual Governo.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Auxílio Gás do Povo,Aprovação,Governo federal,benefício,População,comparação,gestão,Ex-presidente da República,combate,Fome Acordo internacional,Mercado Comum do Sul (Mercosul),União Europeia (UE),Votação,Economia

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula da Fonte, Sras. Deputadas, Srs. Deputados, nós estamos iniciando mais um ano. E neste dia de trabalho, vejam como é o compromisso do Presidente Lula, como é o compromisso do Governo do Presidente Lula e como é também o compromisso de mais de 400 Deputadas e Deputados que votaram a favor de que o povo pobre brasileiro tenha o direito ao gás. A nossa medida provisória chamada Gás do povo. Nós queremos deixar não só no retrovisor da história, mas queremos deixar muito distante, para que isso nunca mais volte a acontecer. Por isso, nós fazemos memória de um tempo muito recente, quando presidia o Brasil o que agora está preso na Papuda, o Bolsonaro, quando nosso povo cozinhava com lenha, quando nosso povo se queimava com querosene, quando nosso povo não tinha o direito a ter gás para cozinhar sua comida e alimentar seus filhos. Pois bem. Hoje, neste primeiro dia de trabalho da Câmara Federal, nós aprovamos aqui, quase por maioria absoluta, esta medida provisória. Alguns poucos Deputados votaram contra esta medida, mas ela foi vitoriosa, e teremos distribuição de gás gratuitamente. Vamos atingir cerca de 15 milhões de brasileiras e brasileiros. Isso é muito bom, é um sinal de que caminhamos a passos bons, não digo a passos largos, para garantir um direito fundamental das famílias, que é o direito de, em segurança, cozinhar o alimento para seus filhos e trabalhar no combate à fome. Ninguém, ninguém neste País precisa passar fome. Ninguém neste País precisará mais cozinhar com lenha ou com álcool, padecendo ou correndo risco de ter queimaduras ou acidentes com as pessoas, especialmente crianças e idosos. Depois, Presidente, eu queria também lembrar que a mensagem do Presidente Lula hoje foi uma mensagem muito clara. O próprio Presidente da Casa, o Presidente Hugo Motta, antes de se retirar da Mesa Diretora hoje, sinalizou que, logo depois do carnaval, nós votaremos o acordo — mensagem do Presidente Lula hoje — do Mercosul com a União Europeia. Será um grande ganho para a nossa sociedade, será um grande ganho para a sociedade brasileira. Esse é um avanço de um Governo que tem responsabilidade com o povo brasileiro, diferentemente do Governo passado, que não se preocupou com a vida do povo, que levou o povo à morte, que levou o povo à fila do osso, e alguns Deputados desta Casa continuam defendendo o indefensável, continuam defendendo aqueles que promoveram — promoveram, não só pensaram — a morte do nosso povo, a morte do povo brasileiro. Portanto, nós estamos aqui hoje neste processo de início dos trabalhos. Deputados, por mais que venham à tribuna falar, eu imagino ficam envergonhados de pensar no passado recente quando o ex-Presidente da República promoveu, com o auxílio desses Deputados, a morte do povo brasileiro, e não só pelas 700 mil vidas ceifadas durante a pandemia, mas também pelas 33 milhões de pessoas que estavam na fila do osso, que estavam passando fome em nosso País, que estavam em insegurança alimentar. Eram 119 milhões de brasileiros em insegurança alimentar, isto é, que não sabiam se teriam como colocar a próxima refeição na mesa para os seus filhos. E, portanto, nós começamos um ano novo. Neste ano novo, eu quero aqui dizer às pessoas que me ouvem, às pessoas que me assistem, em algum momento, pela televisão, pelo smartphone, pelo computador: estejam cientes de que é importante a gente se mobilizar, é importante a gente não esperar somente do Parlamento, é importante se mobilizar. Ano passado, tentaram aprovar aqui a PEC da blindagem, para que nenhum Deputado fosse inclusive investigado. O povo brasileiro está acordado, e a gente vai continuar com o Lula no Governo.
  • 02/02/2026

    O Deputado encaminhou a votação do inciso II do artigo 1º-A da Lei nº 14.237, de 2021, alterada pelo artigo 3º do Projeto de Lei de Conversão nº 12, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo, e criar modalidades de operacionalização do auxílio e instituir o Programa de Acesso ao Cozimento Limpo.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Lei,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,contrário

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - De fato, a compreensão do Partido Novo, a compreensão de alguns Deputados... E falo com muita tristeza, porque são Deputados do meu Estado, o Rio de Janeiro, e sabem a realidade da nossa cidade, a realidade do nosso Estado. Esta medida provisória nós aprovamos aqui com mais de 400 votos. Apenas meia dúzia de Deputados — se não me engano, 28 ou 29 — votaram contra ela. Mas, olha só, é preciso dar o recado claro: os Deputados que votaram contra são Deputados que não admitem melhorar a vida do povo pobre brasileiro. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ. Sem revisão do orador.) - Mentira! Mentira! Mentira! (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Deputado Luiz Lima, V.Exa. esteve na tribuna por diversas vezes, e todos os Parlamentares respeitaram o seu ponto de vista. Nós temos um orador na tribuna. Eu peço a V.Exa. que o respeite. O Deputado Reimont está com a palavra. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Eu peço a recomposição do meu tempo, Presidente. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Será recomposto, Deputado. Pode seguir falando. O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ) - Muito obrigado. O Deputado que me interrompe é um mal-educado, é um mal-educado. Isso não se faz num Parlamento. O senhor, se não tem compostura, não devia se candidatar a uma vaga neste Congresso. Nós estamos aqui defendendo pontos de vista. Eu volto a dizer: pelo meu conhecimento político, pelo meu entendimento político, é preciso deixar muito claro e evidente que os Deputados que votam contra esta medida provisória não querem o progresso do povo pobre, não compreendem a necessidade do povo pobre. Eles não se compadeceram, no Governo passado, quando o povo pobre cozinhava a lenha. Não se compadeceram do povo pobre, no Governo passado, quando nós tínhamos 33 milhões de pessoas passando fome. O que a gente está fazendo aqui hoje é um pouco — um pouco! — de distribuição daquilo que é do povo brasileiro, entregando para o povo brasileiro mais empobrecido. Então, o Deputado que me interrompe, além de mal-educado, não gosta do povo pobre. É preciso dizer isso. Veja o que é que eles estão querendo suprimir com este destaque. Está simples para você entender, você que nos acompanha de alguma forma neste momento ou que, em outro momento, verá este meu pronunciamento. O que eles querem tirar da medida provisória, na verdade, é isto: gratuidade, nos termos do disposto no Capítulo III, no âmbito do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e do Ministério de Minas e Energia. Eles querem excluir o inciso II do artigo. É isso que eles querem. Então, no fundo, no fundo, quando nós estamos aqui votando... Atenção, povo brasileiro, meu povo brasileiro: mais de 400 Deputados e Deputadas votaram a favor da medida provisória para garantir que o gás chegue à vida, à mesa, à cozinha do povo empobrecido! Agora, eu peço, inclusive, que façam isto: pesquisem quem são os 29 Deputados que votaram contra, porque esses 29 Deputados não têm apreço pelo povo pobre, não têm complacência, não têm compaixão, não têm compreensão das necessidades do povo pobre brasileiro.
  • 16/12/2025

    O Deputado manifestou apoio aos servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, com destaque para professores da capital, após a ampliação da carga de trabalho definida pela Prefeitura. Afirmou que a medida gerou instabilidade e reiterou sua posição histórica em defesa da valorização do magistério. Declarou que, se estivesse na Câmara Municipal, teria se posicionado contra o aumento da carga horária. Informou ainda que a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição nº 38, de 2025, não tinha avançado na Câmara em 2025, avaliando a decisão como uma vitória para os servidores públicos. Por fim, sustentou que a proposta de reforma administrativa afetaria principalmente trabalhadores de menor renda e defendeu respeito e valorização do funcionalismo público.

    Palavras-chave oficiais: Apoio político,Servidor público,Professor,Rio de Janeiro (RJ),aumento,Jornada de trabalho,Carga horária,Proposta de Emenda à Constituição,Reforma Administrativa (2025)

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero cumprimentar os servidores públicos do Estado do Rio de Janeiro, de modo particular os professores e as professoras da cidade do Rio de Janeiro. No início deste ano, a Prefeitura aumentou a carga de trabalho desses trabalhadores, de professores e professoras, o que gerou muita instabilidade. Nós, aqui no Congresso Nacional, temos lutado muito para defender o servidor público. E vocês, professores do Rio de Janeiro, saibam que, se eu estivesse lá na Câmara Municipal como Vereador, eu teria votado com vocês, dizendo não ao aumento da carga de trabalho de vocês, para valorizar o professor da cidade do Rio de Janeiro. Vocês sabem disso. Quando fui Vereador, sempre estive do lado da educação. Eu quero dar uma notícia boa demais. Este ano, a Proposta de Emenda à Constituição nº 38, de 2025, não vai vigorar. Nós enterramos, espero que definitivamente, essa proposta de reforma administrativa, que na verdade iria mexer muito com os pequenos e muito pouco com o andar de cima. Que bom que a enterramos! Essa é uma vitória parcial, mas nós caminhamos para que ela seja uma vitória definitiva. O servidor público precisa ser valorizado e respeitado. E nós estamos dando essa contribuição aqui. Um abraço aos professores e às professoras da cidade do Rio de Janeiro!
  • 16/12/2025Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que a semana anterior foi uma das mais tristes de seus 17 anos de atuação parlamentar, ao relembrar a retirada do Deputado Glauber Braga do plenário pela Polícia Legislativa, fato que classificou como inédito na história da Câmara. Declarou respeito aos policiais legislativos, ao atribuir a responsabilidade à Presidência da Casa. Também criticou a Mesa Diretora por não cumprir decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a cassação do mandato da Deputada Carla Zambelli, defendendo que a perda do mandato ocorresse por cassação, e não por renúncia.

    Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Plenário,Violência,Supremo Tribunal Federal (STF),Deputada federal,Partido Liberal (PL),Perda de mandato eletivo,Mesa Diretora,Decisão,Crítica

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    O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero cumprimentá-lo e cumprimentar também as Deputadas e os Deputados presentes no plenário, os servidores da Câmara, os trabalhadores do plenário. A todos e todas, muito boa tarde. Eu tenho feito memória da semana passada e tenho dito aos meus amigos que, nos meus 17 anos de Parlamento, a semana passada foi uma das mais tristes que vivi, uma das que mais me adoeceram, porque na semana passada nós tivemos aqui o fatídico evento em que a Polícia Legislativa retirou, de maneira muito truculenta, o Deputado Glauber Braga do plenário, trazendo, na verdade, um fato inédito. Nem na ditadura militar isso tinha acontecido entre nós. Quero também fazer uma fala em relação aos policiais legislativos, e uma fala muito respeitosa. Compreendo a posição dos senhores, porque foram ordenados pelo Presidente da Câmara, infelizmente. Portanto, expresso o nosso maior respeito aos servidores desta Casa, incluindo, claro, os policiais legislativos. Quero também, Presidente, dizer que a semana passada foi uma semana muito triste para nós porque a atual Presidência da Mesa Diretora se negou a cumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal. A Deputada Carla Zambelli tem que ser cassada pela Mesa Diretora, tem que ser cassada. Não adianta essa história de renúncia ao próprio mandato. Nós não podemos concordar com isso. Nós esperamos, ansiosamente, que o Presidente Hugo Motta casse o mandato dela, conforme determinado pelo Supremo Tribunal Federal, para que Carla Zambelli perca o seu mandato não por renunciar a ele, mas por ter sido cassada, por ter cometido os crimes que cometeu, por não ter respeitado as prerrogativas do seu próprio mandato. Nós precisamos ter seriedade. O povo brasileiro não aguenta mais que este Parlamento continue se constituindo como um Parlamento inimigo do povo brasileiro. A nossa tarefa, a nossa luta é fazer o contrário disso. A nossa luta é fazer com que o povo olhe para nós e diga: "Esses homens e mulheres defendem os nossos direitos. Esses homens e mulheres não empunham uma arma e correm atrás de outras pessoas nas ruas de São Paulo. Esses homens e mulheres que estão no Parlamento brasileiro não estão desonrando aquilo que nós demos a eles, o mandato para nos representar. Esses homens e mulheres eleitos honram o mandato que receberam". Portanto, Sr. Presidente, quero dizer aqui, mais uma vez — mais uma vez —, que a semana passada foi vergonhosa, vergonhosa! Nós precisamos voltar a esse tema, e Carla Zambelli tem que ser cassada pela Mesa Diretora!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.