
Nome civil: Reimont Luiz Otoni Santa Barbara · 65 anos
Bananômetro
91/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 94% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 781 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 788 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.reimont@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5348
- Gabinete
- Gabinete 348, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 374 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 988 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 57 projetos apresentados (2%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 781 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
452 discursos na tribuna e 3 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2023 a 01/09/2026.
- 13/05/2026
O Deputado registrou a visita de estudantes do nono ano do Colégio Eliezer Max, de Laranjeiras, no Rio de Janeiro (RJ). Destacou a presença de alunos e professores em atividade pedagógica que incluiu a produção de relatório sobre a visita ao Congresso Nacional. Afirmou que a aproximação dos jovens com o Parlamento contribuiu para o entendimento da política como espaço de debate democrático, diversidade e formulação de políticas públicas. Ressaltou que os estudantes representam futuras gerações que poderão atuar na vida pública e na construção do País, e registrou saudação e reconhecimento pela participação no acompanhamento das atividades legislativas em Brasília (DF).
Palavras-chave oficiais: Estudante,Ensino fundamental,Escola privada,Rio de Janeiro (RJ),Saudação
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Hildo Rocha, estou agradecido. Quero aqui registrar a presença, Deputada Jandira Feghali estudantes, garotas e garotos, a Deputada é também lá do Rio de Janeiro , dos alunos do 9º ano do Colégio Eliezer Max, lá de Laranjeiras, que traz esses jovens os professores e professoras os estão acompanhando. Vi ali na mão deles um caderno, onde estão fazendo um relatório sobre a visita deles a Brasília. Eu dizia, Deputado Hildo Rocha e Deputada Jandira Feghali, a eles como é importante a presença deles no Congresso Nacional. É importante este trabalho feito por seus professores para que a gente possa também entender que a atividade política tem que encantar as pessoas. Então, nós que já somos adultos e já estamos há muito tempo nesta lida do Parlamento seremos um dia substituídos por aqueles que hoje são jovens, por alguns de vocês e outros de outras camadas da sociedade, de outros espaços da sociedade, porque aqui é o espaço, de fato, da diversidade, é o espaço do debate democrático, é o espaço da construção das políticas públicas. Deputado Hildo Rocha, que preside a sessão neste momento, apenas quero saudar estes estudantes do 9º ano do ensino fundamental, que daqui a pouquinho vão para o ensino médio, vão para a faculdade, e que têm muito, certamente, a contribuir com as construções do nosso País. Quero parabenizar vocês, agradecer a vocês pela visita e aplaudir vocês aqui. - 28/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do capítulo VIII da Subemenda apresentada ao Projeto de Lei nº 1.315, de 2026, que dispõe sobre as medidas relativas à realização da Copa do Mundo Feminina da Fédération Internationale de Football Association – FIFA 2027 na República Federativa do Brasil e sobre a concessão de prêmio às jogadoras da seleção brasileira do 1988 FIFA Women's Invitation Tournament.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Capítulo (texto legislativo),Subemenda,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero aproveitar a manifestação da MISSÃO, do Deputado Kim Kataguiri, e sugerir que, com este projeto, comecemos a abrir a porta para premiar, inclusive, atletas de outras modalidades. Isso é muito importante. Então, quero aproveitar a ideia de V.Exa. e dizer que ainda ficaremos em falta com outras modalidades, mas, neste momento, vamos tratar da Copa do Mundo. Quero agora me dirigir a algumas senhoras. Vou chamá-las de senhoras, porque já devem ter mais de 40 anos: Dona Lica Laurentino, Simone Carneiro, Marisa Pires Nogueira, Rosilane Fanta, Suzana Cavalheiro, Elane Rego, Suzy Bittencourt, Sandra Duarte, Lúcia Feitosa, Marilza Pelezinha, Marcinha Honório, Fia Paulista, Márcia Russa, Sissi Lima, Lucilene Cebola, Roseli de Belo, Michael Jackson e Flordelis Oliveira. Quero dizer às senhoras que há Deputado neste plenário afirmando que, se receberem uma premiação, deverão devolvê-la. O Deputado que faz essa proposta ganha 45 mil reais por mês, enquanto a senhora, que dedicou a vida ao esporte, certamente como vemos em casos de esportistas como o famoso Garrincha, das pernas tortas, do nosso glorioso Botafogo, e tantos outros que, no fim a vida, morreram na miséria , pode enfrentar dificuldades no fim da vida. São mulheres que, em muitos casos, são pobres. Quero dizer às senhoras que há um Deputado neste plenário, do Partido Novo, sugerindo que devolvam o dinheiro. Imaginem só a desfaçatez do Parlamento brasileiro! Portanto, encaminhamos "sim" ao texto, porque essa é uma reparação histórica, antimisógina e, portanto, de reconhecimento às mulheres pioneiras do esporte brasileiro. - 28/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Capítulo VIII da Subemenda ao Projeto de Lei nº 1.315, de 2026, que dispõe sobre as medidas relativas à realização da Copa do Mundo Feminina da Fédération Internationale de Football Association – FIFA 2027 na República Federativa do Brasil e sobre a concessão de prêmio às jogadoras da seleção brasileira do 1988 FIFA Women's Invitation Tournament.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Capítulo (texto legislativo),Subemenda,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero lembrar que o que a gente está fazendo com este art. 40 é uma reparação histórica a mulheres mulheres pioneiras. Eu quero trazer um exemplo simples. Nós estamos falando de cerca de trinta mulheres que ganharam a Copa do Mundo, que foram bronze nas Olimpíadas de 1988, que participaram da Copa do Mundo Feminina de 1991. Se a gente estivesse falando de homens, estaria tudo certo e ninguém estaria reclamando, mas nós estamos falando de mulheres. Existe uma estatística que mostra que as premiações podem variar em até 196 vezes, considerando-se as premiações dos homens e as premiações das mulheres. Os discursos feitos da tribuna também são, lato sensu, uma afirmação de misoginia. Eu estou usando aqui a expressão "misoginia" porque nós estamos falando de premiação de mulheres. Os homens da Copa de 2014 foram premiados, e não houve ninguém reclamando dessa premiação. Então, isso é muito justo. Volto a dizer que nós estamos falando de premiação de mulheres mulheres pioneiras. - 28/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Artigo 20, da Subemenda ao Projeto de Lei nº 1.315, de 2026, que dispõe sobre as medidas relativas à realização da Copa do Mundo Feminina da Fédération Internationale de Football Association – FIFA 2027 na República Federativa do Brasil e sobre a concessão de prêmio às jogadoras da seleção brasileira do 1988 FIFA Women's Invitation Tournament.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Subemenda,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Nós orientamos pela manutenção do texto e contra o destaque. Sr. Presidente, existe um detalhe muito importante nesses eventos internacionais: a questão do voluntariado, que é importante, pois reúne uma juventude bastante numerosa. Nós sabemos que isso conta para a própria socialização e, inclusive, para o currículo dessa juventude. Hoje, muitas empresas, ao contratarem seus futuros quadros, perguntam, na hora dos testes de avaliação de currículo, de avaliação de perfil, se as pessoas se engajam em trabalhos voluntários. É importante entender isso. Esse evento colocará o nosso País na mídia e nos dará visibilidade. Então, nós encaminhamos pela manutenção do texto e contra o destaque. - 28/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei nº 1.315, de 2026, que dispõe sobre as medidas relativas à realização da Copa do Mundo Feminina da Fédération Internationale de Football Association – FIFA 2027 na República Federativa do Brasil e sobre a concessão de prêmio às jogadoras da seleção brasileira do 1988 FIFA Women's Invitation Tournament. Além disso, rebateu críticas sobre a destinação de recursos, indicando divergência em relação à priorização de investimentos e ressaltando a importância de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento esportivo.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável,Recursos públicos,Política pública,Esporte
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orientamos "sim", Presidente, ao projeto. É importante a Copa do Mundo Feminina, é importante o fomento. Há a impressão de que tudo tem que ter lucro, de que só se fazem as coisas para obter lucro. É claro que não é só para isso. Há uma cultura, há uma valorização. Além disso, é claro que o evento também fomenta e movimenta a economia. Eu quero lembrar um texto bíblico de um encontro de Jesus com seus discípulos. Na hora em que uma mulher lava os pés de Jesus e gasta um perfume, gasta certo dinheiro com aquela lavagem dos seus pés, Judas diz assim: "Esse dinheiro poderia servir para alimentar os pobres". Eu ouvi o Deputado Kim Kataguiri dizer, ali da tribuna: "Com esse dinheiro, poderiam fazer isso, isso e isso". A ladainha é sempre a mesma, desde... (Desligamento do microfone.) - 15/04/2026
O Deputado alertou para riscos de irregularidades na origem do ouro e destacou a importância do Projeto de Lei nº 3,025, de 2023, voltado à rastreabilidade na exploração do minério. Em seguida, explicou que áreas já legalizadas, mas sem produção ativa, podem ser utilizadas para mascarar a procedência do ouro extraído de forma irregular. Também ressaltou impactos ambientais e sociais da atividade, especialmente sobre comunidades ribeirinhas, indígenas e tradicionais. Além disso, reconheceu que o relatório apresentado pelo Deputado Marx Beltrão considera esses desafios e defendeu o diálogo com o Ministério da Justiça e a Casa Civil para aprimorar a proposta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Compra,Venda,Transporte,Ouro,Mineração,rastreabilidade,Grupo indígena,Comunidade ribeirinha,Comunidade tradicional,Impacto ambiental,Parecer (proposição legislativa),Ministério da Justiça e Segurança Pública,Casa Civil da Presidência da República
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, permita-me corroborar a fala de V.Exa. e do Relator sobre a importância desse projeto, para pensarmos na questão da rastreabilidade. É preciso entender, por exemplo, que, em comunidades onde há a exploração e a extração de ouro, muitas vezes, Relator, a gente pode correr o risco de retirar de um determinado lugar e haver outras minas que, inclusive, não mais produzem, mas que ainda estão legalizadas. Essas minas podem, de certa forma, fazer o que a gente poderia chamar de uma "lavagem" porque o ouro já é lavado , mas um ajuste para que ele seja, de certa forma, compreendido como proveniente daquele espaço. E a gente tem uma questão ambiental seríssima, envolvendo comunidades ribeirinhas, comunidades indígenas e comunidades tradicionais. Acho que o relatório de V.Exa. está atento a isso. E acho que o diálogo com o Ministério da Justiça e com a Casa Civil vai, de certa forma, ampliar o debate. Obrigado, Presidente. - 15/04/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.248, de 2024, que altera a redação do § 4º no art. 5º da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, para que seja considerado o custo amazônico em relação às matrículas da região amazônica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "sim", Sr. Presidente. Nós precisamos compreender que, quando estamos falando do País, não temos diversos "paisinhos". São Paulo não é um país, o Sudeste não é um Região independente das outras. Nós também somos muito beneficiados pelos povos da Amazônia. Inclusive, na economia, há um conceito conhecido como "subsídio cruzado", que vale muito bem para a esta discussão. Estou ouvindo alguns Deputados dizerem: "Olha, é injusto tirar dinheiro de São Paulo para acudir a Amazônia". Vejam V.Exas. que somos um País, uma Nação. O Governo Federal e nós como Parlamentares federais temos essa responsabilidade de compreender onde sobra e onde falta. Onde sobra deve cobrir onde falta e assim caminhamos. Portanto, o encaminhamento da Maioria é "sim". - 14/04/2026
O Deputado destacou a mobilização de trabalhadores de aplicativos em Brasília (DF) como responsável pela retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 152, de 2025, que regula os serviços de transporte remunerado privado individual de passageiros e de coleta e entrega de bens prestados pelas empresas operadoras de plataforma digital. Classificou o episódio como uma vitória da participação popular e da pressão legítima da sociedade sobre o Parlamento. Em seguida, abordou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8, de 2025, que dá nova redação ao inciso XIII, do artigo 7° da Constituição Federal para dispor sobre a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana no Brasil. Defendeu o fim da escala 6 por 1, argumentando que a medida é necessária para garantir qualidade de vida aos trabalhadores, especialmente aqueles que enfrentam longas jornadas e deslocamentos diários. Por fim, afirmou que estudos indicam benefícios econômicos para empregadores com a adoção de jornadas mais equilibradas, rebatendo críticas de que a PEC seria populista.
Palavras-chave oficiais: Entregador por aplicativo,Plataforma digital,Projeto de lei complementar,Relatório (processo legislativo),mobilização,Brasília (DF),Serviço de entrega por aplicativo Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,Qualidade de vida,alteração,Constituição Federal (1988)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu queria lembrar que no dia de hoje os trabalhadores de aplicativos tiveram uma vitória histórica aqui em Brasília. Eles se reuniram aqui aos milhares, vindos de todos os cantos do Brasil, e fizeram com que o Relator do PLP que tramitava na Comissão Especial tivesse a sensibilidade de retirar de pauta seu relatório, que, infelizmente, prejudicava muito a classe trabalhadora, os trabalhadores e as trabalhadoras de aplicativos, já que o relatório beneficiava exclusivamente as plataformas de aplicativos, como Uber, 99, etc. A vitória é histórica! Esta vitória se dá pela participação popular, que entende que a pressão popular, que a pressão dos trabalhadores sobre esta Casa é muito importante. Quando se faz pressão, não se está desrespeitando, de maneira alguma, nenhum Parlamentar: apenas se está usando o direito sagrado de defender aquilo em que se acredita. Portanto, pressiona-se o Parlamento brasileiro para que tenha um olhar atento às necessidades do povo brasileiro e, de modo particular, do povo trabalhador. Sr. Presidente, eu também queria falar do tema escala 6 por 1. Algumas pessoas dizem que isso é populismo, mas de populismo não tem nada. Precisamos entender a rotina do trabalhador quando sai de casa. Lembro meus companheiros, meus concidadãos da Baixada Fluminense e da Zona Oeste do Rio de Janeiro, que pegam o trem às 4 horas da manhã, vão para o trabalho e voltam para casa já com a noite muito adiantada, e não têm tempo para curtir sua família nem para praticar alguma atividade que lhes dê qualidade de vida e dignidade. Portanto, é urgente o fim da escala 6 por 1. Hoje eu apresentei à Comissão de Trabalho uma pesquisa feita por uma empresa do Rio de Janeiro que trata dos ganhos de empresários quando for aplicada a escala 5 por 2. Os empresários ganharão com a diminuição do absenteísmo, já que os trabalhadores não faltarão ao trabalho, pois estarão com a saúde mais garantida. Empregadores também ganharão com o vale-transporte e com a alimentação. Por isso, é balela dizer que o fim da escala 6 por 1 é populista. Trata-se de uma necessidade urgente, e ela será aprovada. - 14/04/2026Breves Comunicações
O Deputado manifestou solidariedade à população do Líbano diante de mortes e feridos em conflitos recentes, destacando o impacto humano dos episódios. Comentou a retirada de proposta sobre regulamentação de trabalhadores por aplicativo, após mobilização de entidades e trabalhadores. Em seguida, tratou do debate sobre o fim da escala 6 por 1, defendendo melhores condições de trabalho e qualidade de vida. Também abordou o enfrentamento à violência contra a mulher, com menção a iniciativas do Governo Federal. Por fim, relatou tratativas para obras na BR-393, no Rio de Janeiro, e mencionou desdobramentos envolvendo o Deputado Alexandre Ramagem.
Palavras-chave oficiais: Israel,Líbano,Guerra,Vítima,solidariedade Projeto de lei complementar,Serviço de entrega por aplicativo,Remuneração,Contrato de trabalho,regulamentação,Pauta (processo legislativo) Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução Governo federal,Violência contra a mulher,atuação Rio de Janeiro (Estado),Rodovia federal,Pavimentação asfáltica,Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,Deputado federal,atuação Estados Unidos,Deputado federal,Imigração,Polícia,Prisão
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero cumprimentá-lo, cumprimentar todas as Deputadas e os Deputados. Quero cumprimentar também alguém que está aqui no nosso plenário, o Prefeito Jonas, lá da cidade de Três Rios, a cidade que é a Esquina do Brasil, como dizia JK, não é isso, Jonas? E há também alguns Vereadores de Três Rios. Levantem a mão, só para eu saber, os Vereadores de Três Rios que estão aqui. Há Vereadores aqui? Não há. Cumprimento a equipe da Prefeitura. É bom ter vocês conosco. Há algum Vereador aí? Não há. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu hoje vou me ater aqui a alguns temas que considero muito importantes. O primeiro, quero falar com um sentimento muito nítido, um sentimento de muita preocupação com a humanidade. A nossa responsabilidade aqui só faz sentido quando ela é conectada com a vida concreta das pessoas. Não é sobre discurso vazio, não é sobre formalidade; é sobre pessoas. É sobre quem acorda cedo, quem sofre, sobre quem espera do Estado uma resposta e, muitas vezes, essa resposta não chega. Eu começo falando de uma dor que parece muito distante de nós, e é distante de nós geograficamente, mas que nos atravessa profundamente. Eu quero falar do Estado onde se situa o povo libanês, o estado da vida do povo libanês neste momento. O Líbano passa por um momento muito difícil. No dia 2 de março de 2026, mais de 2 mil pessoas perderam a vida e mais de 6 mil pessoas ficaram feridas. Quando a gente olha esses números, a gente precisa parar e lembrar: não são números, não são estatísticas; são pessoas, são histórias interrompidas, são famílias destruídas. Entre essas vítimas estão mulheres, crianças, profissionais de saúde, pais e mães de família, gente que deveria estar sendo protegida, mas que está sendo atingida. No dia 8 de abril, em apenas 24 horas, mais de 350 pessoas morreram. Isso significa mais de 14 vidas perdidas por hora. É um ritmo de morte que não pode ser tratado com normalidade. Quero me voltar aqui para a comunidade libanesa brasileira. No Brasil, nós temos uma comunidade libanesa muito extensa. E no Rio de Janeiro, quero me dirigir aqui à comunidade libanesa maronita e à comunidade libanesa ortodoxa, com quem me reuni neste final de semana, e manifestar aqui da tribuna da Câmara dos Deputados a minha total solidariedade e o meu repúdio extremo à guerra. Depois, Sr. Presidente, quero falar também sobre outro tema importante, que é o PLP nº 152, de 2025. Quero dizer que nós acertamos, porque os trabalhadores de aplicativo iam ser profundamente prejudicados e massacrados se esse PL fosse hoje aprovado na Comissão Especial sobre Regulamentação dos Trabalhadores por App. Felizmente, pela articulação dos trabalhadores de aplicativo do Brasil inteiro, dos sindicatos, das federações de trabalhadores de aplicativo, essa mobilização sensibilizou o Relator a retirar de maneira definitiva o seu relatório para a gente não sangrar ainda mais os trabalhadores e as trabalhadoras de aplicativo. Quero aqui, Deputado Josenildo, dizer ao senhor que o Governo do Presidente Lula e o nosso Líder Pedro Uczai cumpriram papel fundamental na organização da retirada desse parecer. Mudando de assunto novamente, informo que eu estou vindo agora de uma reunião na Comissão de Trabalho, onde nós estamos discutindo o fim da escala 6 por 1 e a chegada da escala 5 por 2. Na escala 6 por 1, são seis dias de trabalho para um único dia de descanso somente um dia para viver, somente um dia para cuidar da família, somente um dia para descansar o corpo, somente um dia para existir. Eu pergunto: que tipo de sociedade nós queremos construir quando o trabalhador só tem uma migalha do seu tempo para existir? Isso não é digno. Isso adoece. Isso esgota. Isso mata. Quem vive isso, sabe que sente isso no corpo, na mente, na vida. Por isso, o debate do fim da escala 6 por 1 não é um luxo, não é um populismo, não é um capricho. É uma necessidade. É uma urgência. Na verdade, é um passo humanitário, é um passo civilizatório acabar com a escala 6 por 1. Mais uma vez, esse processo precisa ser construído com diálogo. É preciso ouvir o trabalhador, envolver setores, garantir que essa mudança aconteça sem retirada de direitos, sem redução salarial, para que haja mais qualidade de vida. No fundo, o que está em jogo aqui é tempo de vida. Mais do que sobreviver o trabalhador brasileiro merece viver. Nós não vivemos para trabalhar. Nós trabalhamos para viver. Na nossa vida, temos que ter um trabalho digno e não um trabalho que nos assola, que tira a nossa dignidade. Quero falar também de um tema que cabe, de modo particular, a nós homens, que temos provocado no Brasil uma epidemia de feminicídio. O Presidente Lula lançou o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra a Mulher, também o Pacto Nacional contra o Feminicídio. Nós não podemos naturalizar o que está acontecendo no Brasil. As mulheres são assassinadas todos os dias, muitas vezes dentro da própria casa por alguém que deveria ajudar na sua proteção. Isso não pode ser tratado como algo normal. Isso não pode ser relativizado. O pacto brasileiro pelo fim do feminicídio é um passo muito importante, sim. O Presidente Lula tem dito isso em todos os lugares que frequenta. Esse pacto é o reconhecimento de que o problema existe, e nós precisamos enfrentá-lo. Precisamos encontrar de maneira articulada uma solução para ele. Eu quero dizer aqui com toda a franqueza: não basta anunciar um pacto. É preciso fazê-lo acontecer. É preciso garantir investimento. É preciso fortalecer a rede de proteção às mulheres. É preciso haver delegacia especializada funcionando 24 horas por dia, Casa Abrigo disponível, atendimento digno, acesso à Justiça, enfim, condições de vida para a mulher que é violentada por seu companheiro e não pode depender mais dele. É preciso fazer esse pacto chegar à ponta. E, mais do que isso, é preciso enfrentar a raiz do problema: a cultura da violência, a cultura do machismo e da desigualdade. Nenhuma mulher pode viver com medo. Nenhuma vida pode ser descartada. Neste Parlamento, em que a maioria são homens, nós precisamos nos comprometer com esta pauta. Precisamos colocar em pauta e aprovar o projeto que foi aprovado no Senado, sem medo de discutir o tema da misoginia. Sr. Presidente, eu quero falar de um tema que hoje foi objeto de uma audiência pública nesta Casa, na Comissão de Viação e Transportes, e de uma reunião que fizemos, à tarde, no Ministério dos Transportes, com vários Deputados, vários Prefeitos e o Ministro George. Lá, nós falamos sobre a BR-393, que é uma BR importantíssima no Estado do Rio de Janeiro. Na verdade, ela é a passagem para que esta região desenvolva sua indústria, para que essa região desenvolva o seu potencial, desenvolva as suas características econômicas. A BR-393 liga as cidades de Vassouras, Barra do Piraí, Valença, Três Rios, Sapucaia, Volta Redonda. De certa forma, ela impacta a vida de todas essas pessoas. Nós sabemos das dificuldades: problemas de infraestrutura, segurança e manutenção. O Governo de Bolsonaro, o Governo passado, não cuidou das nossas estradas, que ficaram sucateadas. Agora, temos que retomar isso. Hoje, a conversa com o Ministro George foi para nós atendermos essa população do meu Estado do Rio de Janeiro, que está sofrendo com acidentes. Prefeito Jonas, hoje, eu conversei com o Prefeito Canelinha, de Paraíba do Sul. Ele me disse que, na semana passada, perdeu um subsecretário num acidente na BR-393. Deputado João Daniel, nós, Deputado do Rio de Janeiro, a Deputada Talíria, o Deputado Chico, usamos muito essa BR, em que vemos muitos acidentes acontecerem. Saímos da reunião com o Ministro com o compromisso de termos, até o final do ano, a concessionária para a BR. Mas, enquanto não for feito o leilão para a concessionária, nós vamos ter a recuperação da BR-393 pelo Dnit. Já estão contratados os serviços. Já começaram, no dia de hoje, as mudanças na BR-393. Isso foi um pedido meu e de vários Deputados do Rio de Janeiro, para atender a população do nosso Estado. Por fim, Sr. Presidente, queria dizer que hoje nós estamos convivendo com uma notícia que tomou os noticiários de ontem. O Deputado Ramagem, do Rio de Janeiro, foi preso pelo ICE nos Estados Unidos. Deputada Talíria, veja bem que ironia. Ele é um Deputado bolsonarista. Os bolsonaristas, que adoram o Donald Trump, adoram a bandeira americana, hoje, estão chorando, porque o Donald Trump mandou o ICE, a polícia de imigração dos Estados Unidos prender o Deputado Ramagem. O Senador Flávio Bolsonaro beija a bandeira dos Estados Unidos, faz continência e quer, inclusive, entregar os nossos metais raros, as nossas terras raras para os Estados Unidos, quer entregar a nossa Amazônia, quer beijar a mão do Donald Trump. Pois bem. Hoje, nós temos o Deputado Ramagem preso pela polícia de imigração dos Estados Unidos. V.Exas. beijam a mão de quem os esbofeteia. A extrema direita tem beijado a mão dos Estados Unidos. E hoje tiveram mais uma prova. Ramagem, um homem que fugiu do Brasil, um homem condenado pela Justiça brasileira, um Parlamentar que foi cassado, que perdeu seu mandato e que tinha o passaporte anulado, mesmo assim viajou para os Estados Unidos e achou que a vida seria muito fácil. Fujão da política, fujão da polícia, fujão da Justiça brasileira! E o que é que nós temos hoje? Nós temos mais uma vergonha e, infelizmente, mais uma vergonha do nosso Estado do Rio de Janeiro. Eu jamais subi e jamais subirei à tribuna para falar do meu Estado. É o Estado que amo, é o Estado com o qual me comprometo, é o Estado onde vivo, onde construo a minha família, onde construo as minhas relações, de onde o povo me dá o direito de representá-lo no Congresso Nacional. Portanto, eu não falo do meu Estado. Mas o meu Estado, lindo que é, de um povo generoso, de um povo trabalhador, de um povo respeitoso, de um povo amigável, de um povo alegre, de um povo que faz a economia deste País girar, esse Estado está colapsado politicamente. Não temos Governador, não temos Presidente da Assembleia Legislativa. E hoje o Ramagem ainda nos brinda com esta façanha. Depois de fugir da Justiça brasileira, é preso nos Estados Unidos pela polícia que ele aplaude, pela polícia que ele bajula, pela polícia de quem ele beija a mão, que é a polícia de imigração, o ICE, dos Estados Unidos. Nós precisamos compreender os temas de que tratei aqui hoje, seja o tema dos trabalhadores por aplicativo, seja o tema da BR-393, seja o tema da escala 6x1, seja o tema das guerras que acontecem no mundo, provocadas pelos Estados Unidos e por Israel, por Donald Trump e por Netanyahu, que matam pessoas achando que são donos de suas vidas. Falei também, aqui, da minha solidariedade ao meu povo libanês, ao povo do Líbano, que tem sofrido tanto com tantas guerras, com tanto massacre, com tanto desmando dos governos de Donald Trump e de Netanyahu. Viva a democracia! Viva o Brasil Abaixo a ditadura, sempre! - 07/04/2026
O Deputado criticou uma declaração atribuída ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a possibilidade de destruição de uma nação, classificando a fala como grave e desumana. Afirmou que setores da direita brasileira, incluindo Flávio Bolsonaro e outros membros da família Bolsonaro, apoiariam Trump e poderiam adotar posicionamentos semelhantes. Além disso, alertou para riscos de alinhamento do Brasil a esse tipo de postura e defendeu a soberania nacional. Por fim, elogiou o posicionamento do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por não se alinhar às posições dos Estados Unidos em temas internacionais.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Guerra,Irã,destruição,Direita política,Família,Ex-presidente da República,Soberania nacional,Governo federal,Interferência externa,Diplomacia,Princípio da não intervenção
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero cumprimentá-lo e a todos e a todas que acompanham este momento no Plenário da Câmara dos Deputados. Eu trago uma frase muito impactante. Eu vou até lê-la, para não trair o sentido verdadeiro que ela veicula. É muito interessante ouvir esta frase, abro aspas: "Uma civilização inteira morrerá esta noite". Fecho aspas. De quem é esta frase? É de um homem que foi eleito Presidente dos Estados Unidos e que se acha dono do mundo, que se acha rei do mundo. Esse homem é reverenciado, aliás, tem sua mão beijada pelo bolsonarismo brasileiro. Os filhos do ex-Presidente Bolsonaro, notadamente Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Renan Bolsonaro, são adoradores de Donald Trump. Eu quero me dirigir ao povo que, em algum momento, ouvirá esta minha fala, esta minha manifestação, para lembrar o grande risco que nós corremos. O risco que nós corremos é que, se por um acaso, em algum momento da história brasileira, Flávio Bolsonaro for eleito Presidente, o que vai acontecer é que a frase "Uma nação inteira morrerá esta noite" será não apenas uma frase de impacto, mas também a frase política assumida pela extrema direita do Brasil, assumida por aqueles que querem e acham que devem colocar o Brasil de joelhos aos Estados Unidos. Mas, felizmente, nós temos na governança do nosso País o Presidente Lula, que não se dobrou a Donald Trump na questão das taxações, que não se dobrou a Donald Trump na questão do entendimento da guerra no Irã. E o que a gente ouve e vê neste dia, em que a humanidade toda está preocupada, em que nos perguntamos onde nós perdemos o rumo, em que nos perguntamos onde nós deixamos a nossa humanidade, ao ter que ouvir o Presidente dos Estados Unidos que não é rei do mundo? Srs. Deputados da extrema direita, tomem consciência: Donald Trump não foi eleito para governar o mundo. E, neste momento, enquanto o Presidente dos Estados Unidos está sendo aplaudido pelos senhores e pelas senhoras, por Flávio Bolsonaro, ele está prometendo acabar com uma comunidade inteira! Ele diz que uma nação inteira vai ser dizimada! Essa é a fala do Presidente Donald Trump no dia de hoje. Sr. Presidente, nós estamos aqui resistentes. Nós não abrimos mão da nossa humanidade, não abrimos mão de termos um Brasil soberano. Nós nos opomos a isso. - 18/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Recurso nº 6, de 2026, contra parecer terminativo da Comissão de Constituição de Justiça e Cidadania à Emenda de Plenário nº 3, oferecida ao Projeto de Lei nº 3.880, de 2024, que altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), para incluir a violência vicária dentre as definições de violência doméstica e familiar contra a mulher de que trata o respectivo art. 7º.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Recurso (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria vota "não". É muito interessante que todos saibamos que aqui a gente está votando um projeto contra a violência contra as crianças, violência vicária contra a mulher, violência de gênero, a violência dos homens, que são os agressores nesta sociedade que tem uma estrutura machista. É muito interessante que todos saibam que o PL, o Partido Liberal, está apresentando um pedido de recurso para que esse projeto não seja aprovado. Olhem o que está acontecendo aqui. Num momento em que seis mulheres são assassinadas todos os dias, em que várias mulheres estão sendo estupradas, violentadas, a gente quer aprovar um projeto no mês das mulheres, e o PL, o Partido Liberal, o partido do presidiário, está tirando um recurso para tirar o projeto de pauta. Que vergonha! - 18/03/2026
O Deputado relembrou episódio ocorrido em agosto do ano anterior, quando Parlamentares interromperam os trabalhos da Câmara, e citou declaração de uma Deputada sobre a presença da filha durante a situação. Informou que, à época, acionou o Conselho Tutelar por considerar risco à criança e afirmou que adotará a mesma medida em situações semelhantes.
Palavras-chave oficiais: Oposição política,Parlamentar,ocupação,Mesa Diretora da Câmara dos Deputados,utilização,Criança,Escudo humano,Deputado federal,acionamento,Conselho tutelar
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, em agosto do ano passado, alguns Deputados golpistas subiram nesta tribuna e impediram os trabalhos da Câmara Federal. Naquele momento, nós ouvimos de uma Parlamentar, de viva voz, que não sabia se ia cuidar da filha em outra sala ou se a usaria como escudo naquela tragédia que foi a ocupação criminosa da Mesa pelos Deputados. Portanto, Presidente, eu, como Presidente da Comissão de Direitos Humanos, naquele momento, acionei o Conselho Tutelar e acionarei todas as vezes em que houver casos similares. Hoje, eu vi uma Parlamentar aqui trazendo a criança no colo e achei superbonito, porque hoje não há tensão, então, não há problema. Agora, se houver uma criança cuja segurança ou cuja vida esteja, em algum momento, em perigo, eu chamarei o Conselho Tutelar, seja quem for que estiver com ela. - 18/03/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.880, de 2024, que altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), para incluir a violência vicária dentre as definições de violência doméstica e familiar contra a mulher de que trata o respectivo art. 7º.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. e Srs. Deputados, a gente está diante de um projeto importantíssimo, e por isso parabenizo muitíssimo a Deputada Laura Carneiro e a Deputada Silvye Alves, autora e Relatora deste projeto, respectivamente. Acho que vale a pena nós identificarmos ou dizermos o sentido do que seja violência vicária. Eu vou tomar uma definição feita pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Conanda. A violência vicária foi oficialmente reconhecida pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e também pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher como uma forma de violência de gênero e uma grave violação dos direitos humanos no Brasil. É o uso dos filhos e filhas, crianças e adolescentes, ou pessoas amadas pelo agressor, geralmente ex-cônjuge, como instrumento para manter o controle, punição e sofrimento psicológico contra a mulher, configurando uma forma de violência de gênero. Quem ocupa a tribuna, neste momento, é um homem, sou eu, Deputado Reimont, do Rio de Janeiro. Quero me dirigir aos homens e dizer que a violência contra a mulher, seja a violência diretamente à mulher, seja a violência vicária, na verdade, não é um problema da mulher. Esse é um problema dos homens, porque são eles os agressores. Então, quando nós queremos relativizar isso e dizemos "olha, mas a mulher também", parece que nós não lemos sobre o que acontece no nosso País, parece que nós não compreendemos a mensagem que o Brasil tem nos dado, a realidade que tem sido escancarada nos jornais, nas redes sociais, nos boletins que falam da violência contra as mulheres no nosso País. É inadmissível que nós tenhamos um grupo de Parlamentares deste Parlamento que questione, porque diz: "Eu não questiono a lei". Sabem aquela história? "Eu não questiono, eu acho que tem que ser aprovada, mas...". Tem um "mas", "portanto", "entretanto", "no entanto". Sabem por quê? Porque estão relativizando. Volto a dizer que a violência contra as mulheres brasileiras, seja a violência diretamente infringida à mulher, seja a violência vicária, não é um problema das mulheres, é um problema dos homens. São os homens os agressores. São os homens que têm matado mulheres e que têm violentado mulheres diretamente, ou de maneira vicária, todos os dias no nosso País. Nós não podemos passar pano para isso. - 17/03/2026
O Deputado condenou a Extrema Direita por defender os bandidos de colarinho branco ao se opor à votação do Projeto de Lei nº 4.709, de 2025, que dispõe sobre a prevenção e repressão ao “golpe do falso advogado” e outras fraudes processuais eletrônicas; altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal); altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet); altera a Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001; estabelece diretrizes à proteção de dados pessoais nos sistemas judiciais eletrônicos; determina medidas de segurança e auditoria para o acesso a processos eletrônicos; institui o Cadastro Nacional de Condenados por Estelionato Eletrônico e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Extrema direita,Atuação parlamentar,Política de segurança pública,Criminoso,População rica,contrário,Votação,Projeto de lei ordinária,Exercício ilegal da advocacia,Fraude,Falsidade ideológica,Sistema processual eletrônico,Poder Judiciário,Cadastro Nacional de Condenados por Estelionato Eletrônico (CANCEE)
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu volto aqui à mesma tônica. No projeto anterior, nós defendíamos que não devemos caminhar para a barbárie, que não pode haver vingança, que não pode haver linchamento, que tem que haver crivo, que o Brasil tem regras, que o Brasil tem justiça. Agora, olhe o contraditório. Povo brasileiro que, por um acaso, esteja escutando a gente neste momento, olhe a contradição da extrema direita. Eles agora não querem aprovar um projeto por meio do qual a gente quer combater o falso advogado, aquele que vai defender os poderosos, as big techs, os grandes bilionários, a turma do Banco Master que deu recursos ao Tarcísio e ao Bolsonaro. É exatamente isto. Então, a extrema direita não tem compromisso com o Brasil. A extrema direita, que agora está chiando um pouquinho, quer defender os bandidos de colarinho branco. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de votação nominal para o requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 4.709, de 2025, que dispõe sobre a prevenção e repressão ao “golpe do falso advogado” e outras fraudes processuais eletrônicas; altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal); altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet); altera a Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001; estabelece diretrizes à proteção de dados pessoais nos sistemas judiciais eletrônicos; determina medidas de segurança e auditoria para o acesso a processos eletrônicos; institui o Cadastro Nacional de Condenados por Estelionato Eletrônico e dá outras providências. Ademais, criticou a Extrema Direita por defender os bandidos de colarinho branco.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de votação nominal,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário Extrema direita,Criminoso,Política de segurança pública,População rica
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "não", Sr. Presidente, e é muito interessante que a gente reflita sobre isto agora. Há pouquinho, foi votado aqui um projeto, e disseram que nós não queríamos que ele fosse aprovado porque defendíamos bandidos. Estavam falando de gente pobre, gente preta, da mulher que hoje foi retirada de dentro de um carro e morta. Mas agora não; agora eles não querem votar um projeto para combatermos o falso advogado. Sabe por quê? Porque estão a favor de que esses falsos advogados defendam as bets, os poderosos, os financiadores de suas campanhas. Então, onde é que está o bandido? É de acordo com o CEP? Está lá no pequeno comércio ou nas grandes corporações? Então, pau que dá em Chico dá em Francisco. O que a extrema direita está fazendo aqui agora é defender os bandidos de colarinho branco. - 17/03/2026
O Deputado afirmou que a oposição ao Projeto de Lei nº 3.630, de 2025, não representou defesa de criminosos, mas rejeição ao que classificou como risco de práticas de justiça privada. Alertou que a flexibilização de regras relacionadas à proteção de dados poderia abrir espaço para exposição indevida de pessoas e até episódios de violência. Sustentou ainda que a responsabilização deveria seguir os ritos do sistema de Justiça, com garantias legais.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,autorização,divulgação,Imagem,Pessoa,Flagrante delito,Estabelecimento comercial,Riscos (segurança),Linchamento,Violência,responsabilização,Devido processo legal
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, na verdade, quem votou contra este projeto não votou a favor de bandido, é preciso que isso esteja muito claro. Nós votamos contra a barbárie. Nesta flexibilização da LGPD, nós podemos criar uma "justiça com as próprias mãos". E o Parlamento, desculpem-me, não é lugar para isso. Nós temos Justiça, que tem seus ritos. E a gente aqui hoje está votando um projeto para dizer: "Olhe, você pode fazer a justiça sem crivo nenhum. Sem crivo nenhum, você pode, inclusive, linchar uma pessoa na rua". A gente sabe que isso é a barbárie. Nós hoje não votamos para defender bandido, porque nós não fazemos isso. Nós votamos contra a possibilidade da barbárie. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.769, de 2019, que dispõe sobre as definições e características dos produtos derivados de cacau, o percentual mínimo de cacau nos chocolates e a informação do percentual total de cacau nos rótulos desses produtos, nacionais e importados, comercializados em todo o território nacional. Além disso, defendeu o Governo Lula, afirmando que, apesar das críticas da extrema direita, o Presidente segue trabalhando em favor da população. Mencionou também a crise internacional do petróleo, associando-a a ações dos Estados Unidos, e destacou medidas do Governo para enfrentar seus impactos, como o fortalecimento da Petrobras e das empresas públicas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Base de apoio político,Governo,Voto contrário Extrema direita,Crítica,Governo,atuação,Crise,Petróleo,âmbito internacional,Estados Unidos,Guerra,Irã,fortalecimento,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Empresa pública
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orientamos "não", Sr. Presidente. Quero aproveitar esses segundinhos que me sobram para dizer que, enquanto os ataques ao Governo do Presidente Lula acontecem ao microfone da extrema direita, o Presidente Lula segue trabalhando, comprometido com o povo brasileiro, comprometido, inclusive, com aquilo que tem acontecido na relação daqueles que adoram o Presidente dos Estados Unidos, que atacou o Irã e criou essa crise do petróleo internacional. O Governo do Presidente Lula já agiu para resolver essa questão, e a gente está seguindo junto, fortalecendo a Petrobras, fortalecendo as nossas empresas públicas, ao lado do povo brasileiro. Enquanto a extrema direita fica, aos gritos, atacando o Governo do Presidente Lula, ele segue trabalhando pelo povo brasileiro. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.769, de 2019, que dispõe sobre as definições e características dos produtos derivados de cacau, o percentual mínimo de cacau nos chocolates e a informação do percentual total de cacau nos rótulos desses produtos, nacionais e importados, comercializados em todo o território nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto contrário
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Maioria orienta "não", Sr. Presidente. A gente quer, na verdade, que esses processos todos aconteçam e que haja as condições de ter o controle dos produtos que chegam e que saem. - 17/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 1.922, de 2022, que altera a Lei n.º 11.445, de 5 de janeiro de 2007 (Lei de Saneamento Básico), para garantir o acesso à água potável e ao esgotamento sanitário como direitos humanos, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Maioria orienta "sim". O PT tem uma missão. A missão do PT é levar água potável a todos os lares brasileiros. Eu estou vindo agora do noroeste e sul fluminenses. Desde Barra Mansa, Volta Redonda, Barra do Piraí, depois, ao norte fluminense, na região de Campos, Itaperuna, por onde passa o Rio Paraíba, nós sabemos que o povo tem a água que passa no rio, na porta da sua casa, mas água potável não chega lá. Sabe por quê? Porque gente que vota "não", por exemplo, a um projeto desses quer a privatização da água. Quer enriquecer aqueles que buscam privatizar a água e quer dizer que a água não é um direito, que a água é uma mercadoria. A água não é uma mercadoria. A água é um direito humano, a que as pessoas têm direito. Então, nós votamos "sim", Presidente, porque nós temos o compromisso de que a água chegue à torneira na casa de todo o povo brasileiro. - 17/03/2026Breves Comunicações
O Deputado manifestou solidariedade à família da médica Andréa Marins Dias, do Instituto Nacional do Câncer (INCA), assassinada no Rio de Janeiro (RJ). Ademais, criticou a política de segurança pública do Governador Cláudio Castro, do Partido Liberal (PL), e cobrou apuração rigorosa e transparente. Além disso, condenou o Governo Estadual pela morte de pessoas em decorrência de falhas e excessos de operações policiais. Adicionalmente, defendeu a associação E-Nuclear, ressaltando a atuação de profissionais do setor e a importância do papel do Estado no desenvolvimento do Programa Nuclear Brasileiro. Por fim, elogiou o Governo Lula, destacando a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até cinco mil reais e recriminou a atuação da Extrema Direita.
Palavras-chave oficiais: solidariedade,Família,Médico,Vítima,Homicídio,Rio de Janeiro (RJ),Política de segurança pública,Governador,Rio de Janeiro (Estado),Partido Liberal (PL),Operação policial,Instituto Nacional de Câncer (Inca) Programa Nuclear Brasileiro,Setor nuclear,associação,Rio de Janeiro (Estado) Governo federal,Presidente da República,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Política fiscal,Extrema direita,Atuação parlamentar
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O SR. REIMONT (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero cumprimentá-lo e cumprimentar também todos os Deputados e Deputadas, trabalhadores aqui da Câmara. Eu venho aqui falar de Andréa Marins Dias, uma médica do Instituto Nacional do Câncer, do INCA, do Rio de Janeiro, que foi assassinada no Rio de Janeiro por mais uma das trajetórias da segurança pública equivocada do Governador do Partido Liberal, do PL, do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Minha solidariedade à família da médica Andréa Marins. Andréa era uma vida dedicada a salvar outras vidas e foi interrompida pelo Estado do Rio de Janeiro. O Brasil não pode naturalizar que pessoas sejam mortas em operações policiais marcadas por falhas, excessos ou despreparo. Segurança pública, Sr. Governador Cláudio Castro, não pode ser sinônimo de violência descontrolada. É preciso rigor na apuração e transparência acima de tudo. É preciso responsabilização. Nossa solidariedade. Justiça pela médica Andréa Marins Dias! Quero, Sr. Presidente, também, fazer aqui o registro da nossa instituição, lá no Rio de Janeiro, a E-Nuclear. Um portal da Internet publicou uma matéria atacando a criação dessa associação. O meu registro aqui é um registro de preocupação com a forma como vem sendo tratado o debate do setor nuclear brasileiro. A E-Nuclear foi criada por profissionais que atuam diretamente nas instituições públicas do setor engenheiros, pesquisadores, técnicos e trabalhadores que dedicam suas carreiras ao desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. Portanto, desqualificar essas pessoas é desconsiderar justamente quem sustenta, com conhecimento e trabalho, o Programa Nuclear Brasileiro. É importante lembrar que, em todos os países que dominam tecnologia nuclear, o Estado tem papel central na condução dessas capacidades estratégicas. Valorizar nossos profissionais e, portanto, a E-Nuclear, nossas instituições e o conhecimento acumulado no setor nuclear é defender o futuro do Brasil. Vida longa à E-Nuclear! Obrigado pela disposição de luta pela soberania brasileira. Citando o seu Presidente, Edson Machado, cumprimento-os e agradeço a toda a diretoria. Por último, Presidente, queria dizer que, enquanto a extrema direita, aqui no plenário, solta todos os seus arrogos odiosos, o Presidente Lula segue. E quero dizer uma única coisa, para calar no coração do povo brasileiro: você já está vendo no seu contra-cheque que o Presidente Lula isentou quem ganha até 5 mil reais do Imposto de Renda. É mais um décimo quarto salário. Enquanto a extrema direita chora, o Presidente Lula trabalha!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.