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Detector de Bananada
Foto de Rafael Simoes

Deputado · Câmara

Rafael Simoes

UNIÃO · MG

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Rafael Tadeu Simões · 61 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 83 de 100, Cara Bom0406080100

83/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 73% dos deputados · média do partido: 74

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 92%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 84%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 64%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 63%das 734 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 82%das 634 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.rafaelsimoes@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5806
Gabinete
Gabinete 806, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

92%

Esteve em 361 de 391 sessões

Melhor que 37% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

84%

Registrou voto em 945 de 1.128 votações nominais

Melhor que 58% dos deputadosMédia do partido: 79%

Iniciativas que viraram lei

2

de 8 projetos apresentados (25%)

0 avançaram · 5 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

63%

Em 734 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 29% dos deputadosMédia do partido: 75%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

44 discursos na tribuna · de 02/05/2023 a 09/06/2026.

  • 17/05/2023Breves Comunicações

    Repúdio ao tratamento dispensado pelo governo petista aos produtores rurais. Declarações do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofensivas aos agricultores brasileiros. Dificuldades enfrentadas pelos produtores nacionais de leite, em face das importações exacerbadas de produtos lácteos. Defesa da implementação de políticas públicas de fortalecimento do setor agrícola e redução dos preços dos alimentos.

    Palavras-chave oficiais: Produtor rural,abandono,Governo,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República,Agricultor Produtor rural,Leite,Importação,Prejuízo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RAFAEL SIMOES (Bloco/UNIÃO - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ilustres Deputados e Deputadas, eu subo a esta tribuna para trazer a minha indignação, o meu repúdio à forma que esse Governo vem tratando os produtores rurais. E inicio pela fala do Presidente da República lá na Bahia, quando ele chamou os produtores de mau caráter, de fascistas. Eu chego à conclusão de que o Presidente, lamentavelmente, não sabe o que é o produtor rural, não sabe que esse produtor rural se levanta da cama às 4 horas, às 5 horas da manhã e trabalha de sol a sol, o quanto ele enfrenta dificuldades para produzir, para gerar riqueza neste País, para pôr comida na mesa do nosso povo. Mas essa indignação não é só à fala do Presidente da República. Ela vai muito além. Falo das ações do Governo contra o produtor rural de leite, o tirador de leite, que neste País supera a casa de 1 milhão e 100 mil produtores. Muito se fala isto aqui: "Nunca antes neste País". E é verdade. Nunca antes neste País se importou tanto leite. No último mês, nós importamos 83 mil toneladas de leite e exportamos 9 toneladas, ou seja, nós temos um saldo negativo de 74 toneladas para o nosso produtor. Sabe o que significa isso? Significa que nós estamos matando o nosso produtor de leite. E não é o produtor de leite grande, não, Presidente, porque 90% da cadeia é formada por pequenos e médios produtores, que estão lá na roça sofrendo. E nós escutamos falarem assim: "Nós queremos comida barata". Todos nós aqui queremos comida barata, mas quem não pode pagar por essa comida barata é o produtor, esse produtor sofrido. Nós precisamos de políticas públicas se queremos comida barata lá na roça. Nós precisamos de um Plano Safra imediatamente, com juros baixos. E é isso o que eu venho dizer aqui. Nós queremos que o Governo saia do discurso — saia do discurso. Eu acabei de ouvir aqui que é o melhor governo do mundo, mas eu não estou vendo isso acontecer lá onde deve acontecer, que é junto ao nosso povo. Então, deixo aqui a minha fala de repúdio a esse Governo, que deve descer do palanque, que deve olhar para frente e esquecer as eleições que já passaram. Nós precisamos que as coisas aconteçam no nosso País. Muito obrigado, Presidente.
  • 11/05/2023

    Orientação de bancada na votação do requerimento de apreciação em regime de urgência do Projeto de Lei nº 920, de 2023, sobre a destinação, ao Fundo Nacional de Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil - FUNCAP, de recursos advindos de multas por crimes e infrações ambientais; de compensações ambientais e de acordos judiciais/extrajudiciais de reparação de danos socioambientais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Bloco parlamentar,União Brasil,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RAFAEL SIMOES (Bloco/UNIÃO - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Bloco do União Brasil reitera aqui o "sim". Sabemos da importância desse projeto, mas esperamos, com a aprovação dele logo em seguida, que haja de fato, quando esse dinheiro for utilizado, uma forte atuação do Governo para que vidas possam ser salvas.
  • 11/05/2023Breves Comunicações

    Nota encaminhada ao orador por associação de agricultores da região do Baixo Jequitinhonha, do Município de Almenara, no Estado de Minas Gerais, a respeito das invasões criminosas de propriedades rurais produtivas. Empenho na instalação da CPI do MST.

    Palavras-chave oficiais: Produtor rural,Vítima,Invasão de terra rural,Mensagem,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RAFAEL SIMOES (Bloco/UNIÃO - MG. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Presidente. Bom dia, ilustres Deputados e Deputadas. Eu subo a esta tribuna para replicar um pedido de socorro que vem do campo, que vem deste segmento tão importante que põe o pão de cada dia nas nossas mesas: o segmento dos produtores rurais. Além de se preocuparem em produzir alimentos, eles têm, hoje, que se preocupar com a segurança, eles têm que se preocupar com a manutenção da validade a Constituição, para que o direito de propriedade seja preservado. Aqui, quero reproduzir um texto, Presidente, que me foi encaminhado por uma associação de produtores do Baixo Jequitinhonha, localizado na minha querida Almenara, em Minas Gerais. Esse texto demonstra a angústia do nosso produtor rural hoje. Começa a surgir no Brasil um movimento social legítimo que se revela como um antídoto contra as criminosas invasões de propriedades rurais com graves danos materiais e econômicos ao produtor, sem contar, contudo, a apreensão que gera no campo. O produtor rural, que deveria estar no campo lutando contra as intempéries climáticas, cuidando do penoso trabalho de produzir alimentos para o povo brasileiro e para o mundo, gerando enriquecimento do País, tem que gastar parte de seu tempo vigilante sobre as ameaças de invasão, culpa de um Estado ineficiente, que dificulta e emite decisões retardando as desocupações de terras ilegais invadidas. Esse grito de socorro dos produtores rurais às autoridades brasileiras para que cumpram o seu dever institucional de impedir as injustas invasões e os danos causados aos proprietários pelos invasores deve ser atendido com urgência. Caso não seja atendido, certamente os produtores deste País, por si sós, se organizarão em grupos, associações e até em grande federação para defender as suas terras, de forma ordeira, pacífica e com respeito à legalidade, daqueles que insistem em violar o direito à propriedade. O Brasil não necessita de nenhuma desordem no campo. O território nacional é extenso. Milhares de hectares de terras devolutas e improdutivas podem abrigar aqueles pequenos trabalhadores rurais. Uma pergunta fica no ar: por que invadir fazendas produtivas, destruir equipamentos agrícolas, casas e plantios? Não. A reforma agrária não se faz na bruta, com o olhar complacente de muitas de nossas autoridades, a reforma agrária se faz com ordem e muito trabalho. Se desejarem reforma agrária na beira de rodovias asfaltadas e com toda a infraestrutura, que o Governo compre as terras e faça o desenvolvimento social que lhes aprouver. Entretanto, não deixem a desordem, o medo e o terror se instalarem no campo. No fazer do campo, não existe o "nós" contra "eles". Basta a bandidagem que assola as cidades brasileiras. SOS é o grito eloquente de pedido de socorro para que, no campo, tenhamos paz e harmonia. Quero dizer aos produtores rurais que estamos trabalhando para instalar a CPI sobre as invasões, para que apuremos aqui a responsabilidade de quem está por trás disso. Há muitos interesses ocultos, que vamos apurar. Obrigado a todos. Presidente, eu peço que esta mensagem seja divulgada pelos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil.
  • 02/05/2023

    Apoio ao pronunciamento da Deputada Bia Kics a respeito da votação do Projeto de Lei nº 1.085, de 2023, sobre o estabelecimento de igualdade salarial e remuneratória entre homens e mulheres no exercício da mesma função; e a alteração da CLT - Consolidação das Leis do Trabalho.

    Palavras-chave oficiais: acordo,União Brasil,Partido Liberal (PL),Relatora,Projeto de lei ordinária,Equiparação salarial,Homem,Mulher

    Ler a transcrição oficial
    O SR. RAFAEL SIMOES (Bloco/UNIÃO - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, só por uma questão de lealdade, aquilo que foi proposto pelo União Brasil foi acordado, mas nós concordamos com a Deputada Bia Kicis que as mesmas propostas do PL também seriam aceitas. E agora nós constatamos que não foram. Eu quero deixar claro que aquilo que foi proposto pelo União Brasil foi acolhido pela Relatora. No frigir dos ovos, nós fizemos uma negociação conjunta ali e retiramos tudo.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.