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Detector de Bananada
Foto de Prof. Reginaldo Veras

Deputado · Câmara

Prof. Reginaldo Veras

PV · DF

Centro-esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Reginaldo Veras Coelho · 53 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 83 de 100, Cara Bom0406080100

83/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 73% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 95%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 87%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 72%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 96%das 769 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 783 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.prof.reginaldoveras@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5293
Gabinete
Gabinete 293, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

95%

Esteve em 373 de 391 sessões

Melhor que 57% dos deputadosMédia do partido: 94%

Votou nas votações

87%

Registrou voto em 983 de 1.128 votações nominais

Melhor que 68% dos deputadosMédia do partido: 82%

Iniciativas que viraram lei

0

de 52 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 45 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

96%

Em 769 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 85% dos deputadosMédia do partido: 96%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

63 discursos na tribuna · de 08/02/2023 a 07/04/2026.

  • 15/10/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou, no Dia do Professor, as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da educação no Brasil. Criticou as condições de trabalho em salas superlotadas, os baixos salários e o desrespeito enfrentado pelos professores, tanto por parte de alunos e pais quanto do Estado. Além disso, mencionou tentativas de criminalização dos professores no Parlamento, prometendo firme defesa da categoria.

    Palavras-chave oficiais: Dia do Professor,Professor,Salário,Condições de trabalho,Categoria profissional,criminalização

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, boa tarde. Boa tarde, Srs. Deputados. Hoje, 15 de outubro, comemora-se o Dia do Professor. O professor é o pai de todas as profissões, é o que educa a todos. Isso é constantemente lembrado nesta data. O professor nesta data recebe congratulações, recebe os parabéns de todos, Sr. Presidente, mas a realidade que se mostra por trás dessas felicitações pelo dia do mestre é outra. Os professores trabalham, Brasil afora, em geral em salas superlotadas de alunos, são desvalorizados nos seus rendimentos, são desvalorizados nas condições de trabalho, são desrespeitados pelos alunos, são desrespeitados pelos pais dos alunos, que querem saber mais do que os professores. Ninguém orienta um médico sobre a forma como tem que medicar, mas pais e qualquer um quer orientar o professor sobre a forma como ele deve ensinar. Os professores são desrespeitados pelo Estado, que não oferece salários dignos, que não oferece boas condições de trabalho. Os professores são desrespeitados, Sr. Presidente, neste Parlamento. O tempo todo aparece aqui Deputado que criminaliza ou tenta criminalizar o professor. Isso nós não admitiremos. Sempre estaremos aqui na defesa dos professores e dos profissionais de educação. Não permitiremos que ninguém tente criminalizar esse importante profissional, não permitiremos que ninguém tente criminalizar os professores. Sr. Presidente, todo o restante diz: "Parabéns!". "O professor é o único profissional que não tem que se curvar diante do imperador, no Japão." "O professor tem que ser valorizado." Se só se fala, e não se toma nenhuma atitude para respeitar a profissão, para valorizar a profissão, para melhorar as suas condições de trabalho, para melhorar o seu salário, tudo o que se diz é hipocrisia. Se se fala e nada se faz para que haja respeito pelo professor ou para que haja mudanças, tudo o que se diz é hipocrisia. Nós estaremos aqui, firmes e fortes, na defesa dos professores, na defesa dos profissionais de educação e na defesa da educação deste País. Não se faz educação de qualidade nem transformação social e econômica no País sem se valorizar o professor. Agora, sim, de coração e com respeito, com história e com atitude, eu posso dizer: "Parabéns aos professores do Brasil!". Obrigado, Sr. Presidente.
  • 14/08/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, ressaltando que sua desaprovação pela população aumentou de 41% em 2023 para 61% em 2024, conforme pesquisa recente. Além disso, recriminou a omissão do Governador nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro, o colapso na saúde pública, as mortes por dengue e a falta de atendimento adequado, bem como a precariedade do transporte público e da educação no Distrito Federal. Por fim, afirmou que o Governador Ibaneis foi considerado o segundo pior do Brasil e sugeriu a sua renúncia.

    Palavras-chave oficiais: Governador,Distrito Federal (Brasil),Governo do Distrito Federal,Pesquisa de opinião,reprovação,Administração pública,Saúde pública,Ato antidemocrático,Transporte público,Educação,Dengue,Política de saúde,renúncia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, está reprovado pela população brasiliense. A pesquisa Atlas do Ranking de Aprovação de Governadores mostra que a desaprovação do Governador, que, em 2023, era de 41%, subiu para 61%, em 2024. Ibaneis Rocha é considerado o segundo pior Governador do Brasil. Se ser Governador ruim fosse uma modalidade olímpica, Ibaneis Rocha era medalha de prata na ruindade, o segundo pior Governador do Brasil. Eu fui às ruas para saber por que é tão ruim, e o povo disse que continua com a sensação de omissão do Governador nos atos de 8 de janeiro. O povo brasiliense também percebe que a saúde está absolutamente colapsada. Há centenas de mortes por dengue, crianças morrendo sem atendimento, filas intermináveis para conseguir um exame ou marcar uma cirurgia eletiva, faltam ainda médicos. A situação pode piorar, porque haverá hoje uma assembleia dos médicos do Distrito Federal, e eles podem declarar greve. A mobilidade urbana no Distrito Federal é considerada uma das piores do Brasil. Não há ônibus, há poucas linhas, eles quebram, e o metrô, que é o transporte de massa, está sucateado. Frequentemente, os vagões pegam fogo, colocando em risca a vida dos usuários. Eu disse para a população: "Ah, mas o Governador faz obras". E o povo respondeu: "O Governador só sabe fazer viadutos que ligam nada a lugar nenhum, com obras mal planejadas, que trazem transtornos para a população do Distrito Federal". Na educação, o DF ficou abaixo da meta em três indicadores do IDEB. As salas de aulas estão lotadas, faltam professores e há precarização do trabalho. Governador Ibaneis Rocha, se não dá conta de gerir, pede para sair! O senhor está reprovado pela população brasiliense. É o segundo pior Governador do Brasil. É prata em ruindade! Peça para sair, Governador! Obrigado, Presidente.
  • 11/07/2024

    O Deputado destacou a importância da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 44, de 2023, que destina parte das emendas parlamentares para um fundo de combate a desastres climáticos. No entanto, ele criticou a falta de respeito à legislação ambiental e a degradação contínua do meio ambiente, afirmando que a proposta é uma medida paliativa. Denunciou a tramitação de 30 projetos de lei prejudiciais ao meio ambiente e acusou os Deputados de hipocrisia ao votarem a favor da PEC enquanto apoiam tais projetos. Ele defendeu a adoção do conceito de desenvolvimento sustentável como solução real para proteger o meio ambiente.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Desastre ambiental,recuperação,prevenção,Desenvolvimento sustentável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, é muito importante a aprovação desta PEC que reserva parte das emendas parlamentares para um fundo de combate a desastres climáticos, mas é importante falarmos a verdade também. Só existem esses desastres, porque temos feito ações danosas ao meio ambiente. Esta PEC é importante, mas é paliativa, Presidente. Se nós não tivermos respeito com a legislação ambiental, se continuarmos degradando, se continuarmos ocupando áreas ribeirinhas, este tipo de PEC será absolutamente paliativa, Presidente. Nesta Casa, tramitam 30 projetos de lei altamente danosos ao meio ambiente. E os Deputados que estão votando a favor desta PEC e louvando a aprovação dela são os mesmos Deputados que aprovam projetos de lei que trarão outros desastres ambientais. Então, não dá para sermos contraditórios e hipócritas, não. Se os Deputados querem realmente preservar o meio ambiente e que as populações não sofram impactos climáticos, arquivem os 30 projetos de lei que são danosos ao meio ambiente que estão tramitando nesta Casa. Chega de hipocrisia e de contradição, Sr. Presidente! Se queremos gerar riqueza e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente, assumamos e pratiquemos o conceito de desenvolvimento sustentável. Obrigado, Presidente.
  • 03/07/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a importância do Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial, enfatizando que o racismo estrutural é uma herança do colonialismo, da escravidão e do patriarcado. Ressaltou que não existe "racismo recreativo", termo usado para minimizar um crime previsto em lei. Ademais, mencionou um recente episódio de discriminação contra a Deputada Benedita da Silva e atos racistas cometidos por adolescentes em escolas privadas do Distrito Federal. Informou, ainda, que propôs o Projeto de Lei nº 1.974, de 2024, que institui a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Racismo nas Escolas, promovendo a valorização da contribuição dos afrodescendentes à cultura brasileira e incentivando o debate e a conscientização. Por fim, afirmou que a erradicação do racismo depende de ações conjuntas do Estado e da sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Discriminação racial,Racismo estrutural,Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Prevenção e Combate ao Racismo nas Escolas,Medida de prevenção,Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Presidente, hoje comemoramos o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial. Por que datas como esta são importantes? Porque a sociedade brasileira continua com hábitos, práticas e falas que promovem o preconceito racial. Esse é o chamado racismo estrutural. É uma herança do colonialismo, da escravidão e do patriarcalismo que continua de forma perversa na nossa sociedade. O que muitos entendem como brincadeira, na verdade, é crime, é racismo. Ressalto que não há racismo recreativo. Essa expressão é usada para eufemizar, para minimizar esse crime, previsto na legislação. Ontem mesmo, uma Parlamentar desta Casa reproduziu a discriminação e usou de preconceito contra a Deputada Benedita da Silva. Em escolas privadas daqui do Distrito Federal, adolescentes cometeram atos racistas contra jovens negros. Essa realidade me levou a propor o Projeto de Lei nº 1.974, de 2024, que institui a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Racismo nas Escolas, para estimular práticas pedagógicas que deem destaque à biografia e à obra de afrodescendentes, à contribuição dos negros para a cultura do Brasil, e que promovam o debate, o diálogo, a fim de que a conscientização seja a marca do pluralismo étnico-racial que existe na nossa sociedade. A Constituição Federal condena todas as formas de preconceito e discriminação. A LDB — Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional determina que o ensino deve considerar a diversidade étnico-racial. O PNE — Plano Nacional de Educação prevê o acompanhamento de situações de preconceito e violência nas escolas. O fundamento do PL 1.974 é que somente por meio de ações conjuntas do Estado e da sociedade, baseadas na educação e na conscientização, é que extirparemos o racismo da sociedade brasileira. Viva a Deputada Benedita da Silva! Viva o Vini Jr.! Vivam todos aqueles que combatem o racismo no Brasil! Obrigado, Presidente.
  • 05/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado denunciou o colapso na saúde pública do Distrito Federal, evidenciado pelo sofrimento da população, a falta de atendimento nos hospitais e as condições precárias de trabalho dos profissionais de saúde. Responsabilizou o Governo local pelo caos e criticou a postura do Governador em desconsiderar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Destacou seu compromisso com a destinação de recursos para a saúde e sua fiscalização, rejeitando a exploração do sofrimento das pessoas por razões políticas. Concluiu com um apelo ao Governador para que respeite a população e tome medidas para melhorar a situação da saúde no Distrito Federal.

    Palavras-chave oficiais: Distrito Federal (Brasil),Saúde pública,precariedade,Condições de trabalho,Governador,destinação,Recursos públicos,fiscalização,Atendimento médico

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, povo brasileiro, povo brasiliense, é sabido que a saúde pública do Distrito Federal está um caos, está colapsada. E quem diz isso não é o Deputado Reginaldo Veras. Quem diz isso diariamente é a população, que sofre com a falta de atendimento nos hospitais, nas UPAs e nas UBSs. Quem diz isso é a imprensa, que divulga o tempo todo esse caos. Inclusive, cidadãos perderam a paciência e chegaram a quebrar unidades de saúde. Esse caos, certamente, não é culpa dos profissionais de saúde, que se empenham, que trabalham em condições indignas. Esse caos não é culpa da equipe da Secretaria de Saúde, que acompanho e sei que se empenha bastante. Quem é o culpado por esse caos? Certamente, o mandatário do Distrito Federal, o Governo do Distrito Federal. Alguns Deputados Distritais conseguiram assinaturas para abrir uma CPI, uma Comissão Parlamentar de Inquérito, para investigar o caos, o colapso, o desmando, e o Governador, que não apresenta qualquer plano para melhorar o atendimento, disse que a tentativa de abrir uma CPI é uma questão política. Não é questão política. É falta de política pública do Sr. Governador, que não apresenta qualquer medida para solucionar o problema. Presidente, eu tenho visitado muitos hospitais, vou de madrugada, vejo a situação. E por que eu não publicizo isso? Eu me recuso a publicizar nas minhas redes sociais o caos que já está instalado, o caos que todo mundo vê. Eu me recuso a fazer pirotecnia e ficar explorando o sofrimento do povo brasiliense com uma saúde absolutamente precária e deficitária, mas visito, identifico os problemas e os comunico à Secretaria de Saúde. Eu não fico só na comunicação, não. Não sei quantos outros Parlamentares do Distrito Federal já destinaram recursos para a saúde pública, mas sei o quanto eu destinei. Está aqui: 20 milhões e 600 mil para a saúde pública do Distrito Federal. E acompanho o investimento. Eu fiscalizo onde está sendo aplicado, porque não basta ficar vendo o problema e não apresentar soluções. Eu não sou o gestor da saúde, não tenho como solucionar o problema, mas eu posso contribuir encaminhando os recursos, fiscalizando e exigindo melhorias. Eu concluo dizendo: Governador, não adianta ficar colocando a culpa na Oposição. Vou usar um chavão famoso do Deputado Alberto Fraga, que está aqui na minha frente: "Governador, respeite o povo e melhore a saúde do DF".
  • 27/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado cobrou a aprovação de projetos de lei que isentam os professores do Imposto de Renda. Argumentou que os professores recebem baixos salários, o que desestimula a profissão, conforme relatórios da OCDE que mostram um interesse mínimo dos estudantes em seguir a carreira docente. Destacou que a isenção beneficiaria cerca de 2,5 milhões de professores e teria um impacto de menos de 5% na arrecadação total do imposto.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Professor,isenção Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Faixa de isenção,atualização

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, dia 31 de maio é o prazo final para a entrega da declaração do Imposto de Renda para todos os brasileiros que têm que fazer essa declaração. Eu aproveito que esta pauta relativa ao Imposto de Renda está no auge, para cobrar a aprovação de vários projetos de lei que tramitam na Câmara dos Deputados e que isentam desse tributo professores — repito: isentam professores — em efetivo exercício da docência, coordenação, orientação ou atividade pedagógica, nas redes públicas e privadas do ensino básico e do ensino superior. É preciso que aprovemos esse projeto de lei, para que os professores fiquem isentos de pagar o Imposto de Renda. Os professores brasileiros, em geral, recebem baixos salários, o que é um desestímulo absoluto à profissão. Para os senhores terem uma ideia, relatório da OCDE mostra que o percentual de estudantes que querem ser professores é baixíssimo. De cada 100 estudantes questionados sobre o que eles querem fazer como profissão, menos de 5% querem ser professores, porque o salário é baixo, o desrespeito é grande, e as condições de trabalho são indignas. A isenção do Imposto de Renda para cerca de 2,5 milhões de professores geraria um impacto de menos de 5% do total que é arrecadado com a cobrança desse imposto. E esse recurso poderia ser utilizado na valorização e capacitação continuada desses professores. O Presidente Lula mandou para esta Casa e conseguir aprovar um projeto de lei que isenta do Imposto de Renda os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos. Sras. e Srs. Parlamentares, é hora de provarmos que o Congresso Nacional é capaz de concretamente valorizar a profissão de professor. Em vez de ficar com falácias, em vez de ficar dizendo que isso é importante, tem que mostrar essa intenção na prática. Precisamos pedir urgência para a aprovação desse projeto de lei. Eu tenho certeza de que a maioria absoluta dos brasileiros é favorável a que professores não paguem Imposto de Renda e que isso seja utilizado como forma de capacitação continuada e de valorização dessa tão importante e tão sofrida categoria profissional no Brasil. Pela isenção do Imposto de Renda aos professores e profissionais de educação! Muito obrigado, Presidente.
  • 24/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado defendeu acordo para a derrubada do Veto Parcial nº 35, de 2023, aposto ao Projeto de Lei nº 4.426, de 2023, que trata de vantagens e benefícios para Militares e Policiais Civis do Distrito Federal. Além disso, solicitou ao Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, que encaminhe Mensagem ao Governo Federal autorizando a nomeação dos candidatos aprovados no concurso para Polícia Civil e Polícia Militar do Distrito Federal, considerando o grave quadro deficitário dessas forças policiais.

    Palavras-chave oficiais: acordo,Derrubada de veto,Projeto de lei ordinária,benefício,reajuste,Vantagem pecuniária,Polícia civil,Polícia militar,Governo do Distrito Federal Governador,Governo do Distrito Federal,Mensagem,Governo federal,autorização,Nomeação,Candidato aprovado,Concurso público,Polícia civil,Polícia militar,Quadro de pessoal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, para esta noite está marcada uma sessão do Congresso Nacional, para analisarmos a manutenção ou a derrubada de vetos presidenciais. Um dos vetos que constam da pauta é o referente a alguns benefícios para a Polícia Civil e a Polícia Militar do Distrito Federal, e tenho certeza, considerando que elas são pagas com recursos do Fundo Constitucional do Distrito Federal e que nós temos um financeiro pronto, de que haverá acordo para a derrubada desse veto, o que é muito importante para as forças de segurança desta cidade. Por outro lado, Sr. Presidente, nós temos um concurso da Polícia Civil e um concurso da Polícia Militar do Distrito Federal em andamento e nós temos que nomear os candidatos que foram aprovados, considerando o grande quadro deficitário nessas duas forças policiais. No entanto, para que façamos a nomeação, para que 1.600 policiais militares iniciem o seu curso de formação e para que cerca de 600 policiais civis sejam nomeados, nós precisamos da autorização do Congresso Nacional, porque o dinheiro é oriundo do fundo constitucional. O procedimento legal para que isso aconteça é este: o Governo do Distrito Federal encaminha para o Governo Federal uma mensagem e pede autorização para nomear; essa mensagem deve ser encaminhada ao Congresso Nacional em forma de PLN — Projeto de Lei do Congresso Nacional. Eu tenho certeza de que o Congresso aprovará isso com a maior rapidez possível. O que me causa estranhamento é a demora do Governo do Distrito Federal em encaminhar essa mensagem para o Congresso. Então, eu vou daqui fazer um pedido direcionado ao Governador Ibaneis Rocha, com quem estive hoje de manhã tratando da nomeação dos candidatos aprovados: por favor, encaminhe ao Governo Federal a mensagem, para que nós, aqui no Congresso Nacional, possamos aprovar o PLN que garantirá tanto o curso de formação de cerca de 1.600 policiais militares quanto a nomeação dos policiais civis. Governador Ibaneis, encaminhe para o Governo Federal a mensagem, a fim de garantirmos essas nomeações. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 09/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado alertou sobre os graves problemas de saúde mental enfrentados pelos servidores públicos do Governo do Distrito Federal, lamentando o suicídio de sete policiais militares em 2024. Além disso, destacou o afastamento de mais de 14.000 professores da sala de aula em quatro anos e de servidores da área de saúde por adoecimento mental decorrente das condições de trabalho. Criticou a falta de estrutura dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) para atendimento da população. Responsabilizou o Governo do Distrito Federal pelos problemas de saúde mental dos servidores e da população, especialmente por não realizar concursos públicos. Por fim, ressaltou sua atuação parlamentar, principalmente a destinação de recursos orçamentários ao Projeto de Prevenção e Promoção de Saúde Mental na Educação e na Saúde da Professora Josenaide, da Universidade de Brasília (UNB).

    Palavras-chave oficiais: Governo do Distrito Federal,Saúde mental,Transtorno mental,Suicídio,Policial militar,afastamento,Professor,Profissional de saúde,Condições de trabalho,Centro de Atenção Psicossocial (CAPS),Atuação parlamentar,Recursos orçamentários,Universidade de Brasília (UnB),Campus avançado,Ceilândia (DF),Educação,Saúde

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Parlamentares, boa tarde. Sr. Presidente, o quadro de saúde mental dos servidores públicos do Distrito Federal é estarrecedor. Ansiedade, depressão, surtos psicóticos e suicídio são a marca do cotidiano dos trabalhadores e dos noticiários. O portal Metrópoles publicou a seguinte manchete: Crise na saúde mental: 7 PMs do DF tiraram a própria vida em 2024. Houve 7 suicídios de policiais militares só este ano. Policiais militares chegam a esperar 4 meses por consulta com psiquiatra pelo plano de saúde da polícia. Famílias de policiais não conseguem acesso a tratamentos de saúde pelo plano de saúde da corporação. Eu questiono: a quem interessa esse cenário de omissão em relação aos policiais militares? O jornal Correio Braziliense publicou que pesquisa com policiais civis revelou que 74% dos entrevistados têm sintomas de ansiedade e depressão e que somente 42% buscaram tratamento psicológico ou psiquiátrico. O portal G1 publicou a seguinte manchete: Dia do Professor: em 4 anos, mais de 14 mil servidores da educação foram afastados por problemas de saúde mental no DF. As condições de trabalho são a causa do adoecimento mental: salas de aula lotadas, alunos que não respeitam os professores, falta de materiais pedagógicos, remuneração incompatível com o trabalho, violência no ambiente escolar. O jornal Metrópoles também publicou a seguinte manchete: A cada dia, DF tem 12 servidores afastados por transtornos mentais. São servidores da área da saúde que trabalham na linha de frente do colapsado sistema de saúde do Distrito Federal, que são submetidos a jornadas exaustivas e até agredidos, física e verbalmente, pelos desesperados pacientes que buscam atendimento e não encontram. O portal R7 publicou: "Se para o servidor está ruim, para a população está pior. Dos 18 Centros de Atenção Psicossocial — CAPS, 17 atendem acima do recomendado pelo Ministério da Saúde. A sobrecarga chega a 400% em algumas unidades. Falta infraestrutura, faltam profissionais, faltam recursos, e tudo isso agrava esse cenário". Diante desse relato, Sr. Presidente, observa-se o total desrespeito aos pacientes de saúde mental na Capital. E o GDF, como sempre, é omisso. Uma das formas de minimizar esse cenário na saúde, na educação e nas forças de segurança seria com a convocação de novos servidores. Há concurso pronto na Polícia Militar, na Polícia Civil, na Secretaria de Educação. Há 3 mil candidatos no cadastro de reserva aguardando para ser nomeados. São 5 mil remanescentes, e a nomeação não sai. Há concurso homologado na Secretaria de Saúde, mas o Governo do Distrito Federal não nomeia ninguém. Nosso mandato, além de fiscalizar e cobrar do Governo, atua de forma concreta. Exemplo disso é a destinação de 1 milhão e 150 mil de reais para o Projeto de Prevenção e Promoção de Saúde Mental na Educação e na Saúde, da Profa. Josenaide, da Universidade de Brasília, no Campus Ceilândia. Seja denunciando, seja fiscalizando, seja fazendo audiência pública, seja destinando recursos, eu, Reginaldo Veras, estou fazendo a minha parte. Mas questiono, para findar: o que está fazendo o Governo do Distrito Federal pela saúde dos servidores públicos e pela saúde mental da população do DF? Está fazendo o quê? Eu espero a resposta, Sr. Presidente. Muito obrigado.
  • 26/03/2024Breves Comunicações

    O Deputado elogiou o Programa Pé de Meia, destacando sua importância na redução da evasão escolar e no apoio aos estudantes mais vulneráveis. Citou dados que mostram a desigualdade educacional no Brasil, ressaltando que o programa é crucial para combater essa exclusão, especialmente entre estudantes negros e de baixa renda. Criticou aqueles que contestam o programa, que não compreendem a realidade enfrentada pelos estudantes mais pobres. Concluiu parabenizando o Governo pela iniciativa, considerada vital para o desenvolvimento socioeconômico do país.

    Palavras-chave oficiais: Programa Pé de Meia,Evasão escolar,Desigualdade educacional,Aluno carente,População de baixa renda,Negros,Desenvolvimento socioeconômico,Governo federal

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Presidente, hoje começa concretamente o Programa Pé-de-Meia, introduzido pelo Governo Federal, que é um importante programa social de permanência do estudante na escola, importante para evitar a evasão escolar. E hoje é feito o primeiro pagamento para os nossos estudantes, que, até a conclusão do ensino médio, poderão, caso acumulem, sacar cerca de 9.200 reais, o que, para aqueles do segmento mais vulnerável da nossa sociedade, acaba sendo uma quantia significativa. Sr. Presidente, entendamos a importância desse programa para manter o estudante na escola. Segundo dados da Fundação Itaú divulgados recentemente pelo Indicador de Regularidade das Trajetórias Educacionais — o menino que entra na escola na idade certa e sai da escola na idade certa —, apenas 59% dos estudantes brasileiros finalizam o ensino médio na idade certa. Portanto, 41% dos nossos estudantes não finalizam a sua trajetória educacional na idade certa, por algum motivo, ficam retidos no meio do caminho. Peguemos os socialmente mais vulneráveis para fazer uma comparação: 69% dos estudantes ricos ou da classe média concluem o ensino médio, a educação básica, na idade certa, e, entre os estudantes pobres, são apenas 38%, o que mostra que a escola acaba sendo excludente para os mais vulneráveis. Se analisarmos a questão de raça e cor, a situação é mais gritante ainda: 4 em cada 10 estudantes negros concluem o ensino fundamental no tempo esperado, e, no ensino médio, apenas 3 em cada 10. Façamos a comparação: os estudantes brancos apresentam vantagem, sendo 6 em cada 10, no ensino fundamental, e 5 em cada 10, no ensino médio, entre os que concluem essas etapas na idade certa. Isso mostra que o estudante negro, além de ser discriminado por ser negro, também é discriminado por ser pobre. Sendo assim, ele é duplamente impactado por essa exclusão educacional que também leva a uma exclusão social. Então, Sr. Presidente, esse programa é extremamente importante, mas há quem o critique. E quem o critica? Os que não têm compreensão da realidade social brasileira, os que são socialmente insensíveis ou aqueles que querem manter os seus privilégios, os que pagaram escolas particulares para seus filhos, que levavam o filho à escola de carro ou que mandavam um motorista e nunca tiveram que pegar um ônibus lotado para chegar à escola, muito menos ir a pé. Quem é que critica o programa? Aqueles que nunca tiveram que abandonar a escola para trabalhar e complementar a renda familiar ou simplesmente ficar em casa, cuidando do irmão mais novo, porque a mãe não tinha com quem deixá-lo, por falta de creche, e tinha que ir trabalhar; aqueles que nunca perderam aula porque a casa inundou numa enchente, porque a casa desabou numa enchente. A elite brasileira, de forma hipócrita, ainda tem coragem de criticar um programa socialmente tão importante, que contribuirá para a permanência do estudante mais pobre na escola e que, com certeza, contribuirá para o desenvolvimento social e econômico deste País. Parabéns ao Governo por introduzir esse programa social tão importante para a educação e para os estudantes brasileiros! Obrigado, Presidente.
  • 19/03/2024Breves Comunicações

    O Deputado questionou a realização de um novo concurso público para a Secretaria de Desenvolvimento Social do Governo do Distrito Federal, quando candidatos aprovados aguardam nomeação de um concurso anterior. Ele destacou a importância de nomear os candidatos habilitados antes de abrir novos concursos, enfatizando o princípio da eficiência na administração pública. Ao concluir, pediu que o Governo do Distrito Federal preste esclarecimentos sobre a viabilidade jurídica dessa decisão.

    Palavras-chave oficiais: Governo do Distrito Federal,Secretaria de Estado,Desenvolvimento social,Concurso público,Nomeação,Candidato aprovado,Princípio da eficiência,Administração pública

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Boa tarde a todos os Parlamentares. Sr. Presidente, o Governo do Distrito Federal anunciou recentemente autorização para a realização de um novo concurso para a Secretaria de Desenvolvimento Social, aquela que cuida da população mais vulnerável do Distrito Federal. Aparentemente, a abertura de um concurso público é algo muito bom, mas nós temos que fazer alguns questionamentos sobre esse caso. Esse mesmo órgão tem um concurso já realizado, com candidatos habilitados e que inclusive já fizeram o curso de formação. O Governo não os nomeia. A administração pública trabalha com alguns princípios, entre eles o da economicidade e o da eficiência. Será que não é mais eficiente e mais econômico nomear aqueles que já estão aprovados, em vez de realizar um novo concurso? E isso acende um alerta, porque a Secretaria de Educação do Distrito Federal tem um concurso em andamento, com cerca de 3 mil pessoas no cadastro de reserva, para serem nomeadas, e outras 5 mil habilitadas, que, de acordo com a nomenclatura utilizada, são os excedentes. Eu volto a perguntar, porque o Governo, por meio da Secretaria de Educação, da Secretaria de Economia e até mesmo da Procuradoria-Geral do DF, não se manifestou a respeito da questão jurídica, não disse se pode ou não pode nomear esses candidatos habilitados, classificados como excedentes. Entendo que, se há carências, e elas são muitas, se há um concurso homologado, se há pessoas habilitadas, elas devem ser nomeadas, em vez de se abrir um novo concurso, o que, volto a afirmar, fere o princípio da eficiência e fere o princípio da economicidade. É necessário e urgente que o Governo do Distrito Federal se manifeste e diga se há ou não há imbróglio jurídico na nomeação desses excedentes. É possível chamá-los? Se é possível chamá-los, se não há questionamento jurídico, se não há insegurança jurídica, eles devem ser nomeados, em vez de se abrir um novo concurso. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 06/02/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou a gestão administrativa do Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Destacou a ausência de ações preventivas contra a dengue, salientando o aumento alarmante de casos na região. Criticou a gestão de transporte p, mencionando ônibus lotados e quebrados, além de um incidente no metrô. Apontou a falta de investimentos em infraestrutura para lidar com enchentes, exemplificando um incidente recente em Ceilândia. Concluiu sugerindo a renúncia do Governador Ibaneis Rocha.

    Palavras-chave oficiais: Governador,Distrito Federal (Brasil),Dengue,Transporte,Infraestrutura,Enchente,Ceilândia (DF),Governo do Distrito Federal,renúncia,Metrô,Planejamento urbano,Gestão administrativa,Saúde

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, governar é o ato de dirigir, de ter mando, de administrar. Com base nesse conceito, eu pergunto: quem governa o Distrito Federal? Onde está o Governador do Distrito Federal, visto que a cidade está sem rumo, sem mandatário, sem administrador? O Distrito Federal é o recordista nacional de casos de dengue. A nossa população é ínfima quando comparada à população brasileira, mas concentramos quase 20% dos casos de dengue no Brasil. Significa que não houve ação preventiva. Significa que o Governo do Distrito Federal deixou vencer o contrato dos agentes comunitários de saúde — ACS e agentes de vigilância ambiental em saúde — AVAS e não tem pessoas da área da saúde para combater a endemia. Significa que é um governo que não tem planejamento e que não tem gestão. O sistema de transporte do DF é piada nacional. Os ônibus estão lotados e quebrados. No metrô, que deveria ser referência, um vagão pegou fogo, Sr. Presidente. A área de infraestrutura não recebe investimento para combater efeitos de enchentes. Ontem mesmo, na minha amada Ceilândia, a enxurrada carregou uma cidadã para baixo de um ônibus, mas, graças a Deus, ela não foi a óbito nem se feriu. Esse é o Governo do descaso. Como nós fazíamos antigamente no jogo do livro intitulado Onde está Wally? — todos os Parlamentares se lembram disto —, a população do DF se questiona onde está Ibaneis Rocha. Onde está o Governador, que não aparece para dar explicação, que não tem mando no Distrito Federal, que não tem comando, que não tem gestão, que não tem planejamento? E a regra é a seguinte: se não der conta de gerir, peça para sair. Eu tenho certeza de que essa é a vontade do povo do Distrito Federal. Obrigado, Presidente.
  • 18/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado cobrou a nomeação dos aprovados nos concursos da Secretaria de Educação e da Polícia Civil do Distrito Federal. Ele enfatizou que essas nomeações são um direito conquistado pelos candidatos por meio de esforço e dedicação. O Parlamentar expressou a frustração dos concursados diante de sucessivas promessas não cumpridas pelo Governo do Distrito Federal e destacou que o prazo estabelecido para a nomeação estava se esgotando. Ele pediu ao Governador que respeite os servidores públicos, assinando as nomeações.

    Palavras-chave oficiais: Concurso público,Educação,Polícia civil,Distrito Federal (Brasil),Nomeação,Governo do Distrito Federal

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje é segunda-feira, dia 18 de dezembro. Temos apenas 9 dias úteis até a virada do ano. Hoje, milhares de aprovados nos concursos da Secretaria de Educação e da Polícia Civil do Distrito Federal aguardam nomeação. Essas nomeações não são um presente de Natal, elas são um direito. Enfatizo: são um direito. Esses jovens se esforçaram, estudaram, abdicaram de lazer e do convívio familiar para alcançar a tão sonhada aprovação no concurso que eles escolheram. Alguns abriram mão até do emprego para tomar posse, pois houve sucessivas promessas de que eles seriam nomeados. Mas foi uma frustração atrás da outra. A tão sonhada nomeação não chegou. Por fim, Sr. Presidente, a promessa do Governo do Distrito Federal é que nomearia esses servidores até o mês de dezembro. Mas, volto a lembrar, faltam apenas 9 dias úteis para concluirmos o ano, o mês de dezembro, e até agora a tal nomeação não saiu. Esses jovens esperam. Suas famílias, angustiadas, esperam. Eu lembro ao Governo do Distrito Federal que as pessoas que se preparam para concursos não são números. Pessoas têm sentimentos, têm sonhos, Sr. Presidente. Infelizmente, eu não sou Governador, não tenho a caneta na mão para fazer esta nomeação. Sou apenas um Deputado Federal, com o poder de usar esta tribuna para cobrar a nomeação dos novos servidores, que irão contribuir sensivelmente para a melhoria da qualidade da educação e da segurança pública da nossa cidade. Felizmente, sou cristão. Portanto, aproveito este período natalino e torço para que o espírito natalino passe a habitar o coração e a mente do Governador do Distrito Federal. Torço para que o espírito natalino o sensibilize, e ele, de posse da caneta, assine a tão prometida e tão sonhada nomeação destes servidores. Chega de reuniões infrutíferas! Ninguém aguenta mais participar de reunião. Chega de promessas vazias e de palavras ao vento! Governador, assine a nomeação! Respeite os aprovados em concursos públicos. Governador, respeite os servidores públicos! Obrigado.
  • 12/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado denunciou a situação dos concursados no Distrito Federal, apontando a falta de nomeações pelo Governo local, prejudicando serviços essenciais e promessas não cumpridas, afetando a população.

    Palavras-chave oficiais: Candidato aprovado,Concurso público,Distrito Federal (Brasil),Nomeação,atraso

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Presidente, boa tarde. Boa tarde a todos. Sr. Presidente, Brasília é conhecida nacionalmente como a capital dos concursos, e, naturalmente, a capital dos concurseiros. Isso é absolutamente normal, considerando a função político-administrativa da nossa cidade. O que não é normal, Sr. Presidente, é a via-crúcis pela qual passam os concurseiros do Distrito Federal. Permitam-me citar: Secretaria de Educação do Distrito Federal, concurso realizado, homologado, com tudo certo, mas temos 14 mil contratos temporários, e o Governo do DF até hoje não nomeou ninguém; concurso da Polícia Civil do DF, o mais longo da história, que já tem 4 anos, e temos hoje menos efetivo na Polícia Civil do que há 10 anos, e o Governo do DF não nomeou ninguém; Procuradoria-Geral do Distrito Federal, concurso concluído, e o Governo não nomeou ninguém; Secretaria de Saúde do Distrito Federal, para agente de vigilância ambiental em saúde, agente comunitário de saúde e enfermeiro, concurso feito, e o Governo não nomeou ninguém, em contraponto ao caos que vive a saúde do DF, e um dos fatores é justamente a falta de servidores para cuidar da nossa população; PPGG; Secretaria de Agricultura; Departamento Penitenciário; Secretaria de Desenvolvimento Social, de assistente social à população mais vulnerável. Essa é a via-crúcis. O concurseiro do DF tem uma vida exaustiva de estudo. Ele se prepara, gasta dinheiro, abdica da vida social e familiar. E aí ele é aprovado em um concurso. Quando ele acha que vai colher os louros e a glória do seu esforço e seu suor, simplesmente é esquecido pelo Governo do Distrito Federal, que vive prometendo a nomeação, que diz ter orçamento, mas não faz, precarizando ainda mais o serviço público e o atendimento à população do Distrito Federal. Via de regra, o serviço público do DF é de péssima qualidade, e, em boa medida, isso se deve à carência de servidores públicos. Sr. Governador, honre sua palavra, nomeie os professores, cumpra o acordo da greve; nomeie os policiais civis, os servidores da Procuradoria, os servidores da assistência social. A população do Distrito Federal não aguenta mais as promessas do Governo que não são cumpridas. Esse é o Governador que promete, promete, promete, mente, mente, mente, e continua enganando a população do Distrito Federal. Nós continuaremos aqui, fiscalizando, cobrando um serviço público de qualidade e pela meritocracia do concurso público. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 04/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado discorreu sobre sua reunião produtiva com o Ministro da Educação Camilo Santana. Defendeu a expansão dos Institutos Federais para a Região Administrativa do Sol Nascente e Pôr do Sol, no Distrito Federal, ressaltando seu potencial transformador na comunidade carente. Além disso, lamentou a falta de alimentação escolar para os alunos de ensino médio dos Institutos Federais, destacando que o Ministro planeja encaminhar um projeto de lei para sanar essa questão. Ademais, anunciou a abertura de vagas para os aprovados no último concurso para o cargo de técnico educacional administrativo nos Institutos Federais. Por fim, reforçou seu compromisso de melhorar a educação não apenas no Distrito Federal, mas em todo o Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Reunião,Ministro de Estado da Educação,Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Instituto Federal),Região administrativa,Distrito Federal (Brasil),Alimentação escolar,Aluno,Ensino médio,Projeto de lei ordinária,Cargo público,Vaga,Política educacional,Educação pública

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Presidente Paulo Fernando, Deputados aqui presentes, acabamos de sair do Ministério da Educação, de uma reunião muito produtiva com o Ministro Camilo Santana. Eu, junto com a Magnífica Reitora Veruska, do Instituto Federal de Brasília, fui tratar de vários temas relacionados aos institutos federais. Também houve muitos pedidos da Confederação Nacional dos Institutos Federais — CONIF. Primeiro, Deputado Prof. Paulo Fernando, apresentei ao Ministro Camilo Santana a possibilidade e a necessidade de abrirmos, fazermos a expansão dos institutos federais para a Região Administrativa do Sol Nascente e Pôr do Sol. O Ministro ficou encantado com a ideia, principalmente quando eu lhe falei que notícias dizem que essa região, Deputado Pedro Uczai, é a maior favela do Brasil, superando inclusive a Rocinha. Independentemente da nomenclatura, é uma região econômica e socialmente vulnerável, e o IFB faria uma transformação na oferta de educação técnico-profissional para aquela comunidade tão carente. Ele gostou da ideia. O Deputado Gilvan Maximo já levou essa ideia comigo também. Eu tenho certeza de que a bancada do Distrito Federal levará isso adiante se o Ministério da Educação abraçar de fato. Outra cobrança que fizemos é que os alunos de ensino médio dos Institutos Federais — pouca gente sabe disso — não são enquadrados no Programa Nacional de Alimentação Escolar. Em outras palavras, nossos estudantes de ensino médio dos IFs não têm merenda. Boa parte dos nossos estudantes são da camada mais vulnerável da sociedade. Muitos passam o dia inteiro nos Institutos Federais e não são contemplados com a importante alimentação escolar. O Ministro nos disse que a ideia é encaminhar para a Casa um projeto de lei para regulamentar isso. Só para V.Exas. terem ideia, coloquei agora, como emenda parlamentar de bancada — fiz a abertura da emenda —, 10 milhões de reais em custeio, para que os 13 campi de IFB do Distrito Federal ofertem alimentação aos estudantes. Mas isso tem que ser uma política pública continuada. Isso não pode sobreviver de emenda parlamentar. Ninguém sabe até quanto haverá Parlamentares para abraçar essa ideia. Por fim, uma importante notícia para aqueles que fizeram o último concurso dos Institutos Federais para o cargo de técnico educacional administrativo. O concurso está lá feito, mas não há vagas. Então, o Ministro vai encaminhar para a Câmara dos Deputados um projeto de lei para abrir vagas para os novos concursados daqueles cargos que foram extintos. Ou seja, para os cargos que foram extintos, abrem-se novas vagas, novos códigos de vagas, para chamar a galera do último concurso. É uma demanda daqueles que se preparam para o concurso, daqueles que foram aprovados, daqueles muitos que foram meus alunos nos cursos preparatórios para isso. Então, estamos sempre conversando, dialogando e trabalhando para melhorar não só a educação do Distrito Federal, como também toda a educação brasileira. Presidente Paulo Fernando, gostaria que esse comunicado fosse veiculado nas mídias oficiais da Casa e, entre elas, o programa A Voz do Brasil. Obrigado, Presidente.
  • 30/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado parabenizou a Bancada Negra da Câmara pela aprovação do Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Também abordou a proposta de construção do bairro Centro Metropolitano, no Distrito Federal, expressando preocupações com impactos ambientais, problemas de trânsito e falta de investimento no metrô. Ele denunciou a falta de transparência em uma audiência pública sobre o tema promovida pelo Instituto Brasília Ambiental (IBRAM) e reafirmou seu compromisso de fiscalizar o cumprimento da lei, assegurando que a população não aceitará a construção do novo bairro sem a devida conformidade legal.

    Palavras-chave oficiais: Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra,Bancada Negra,Projeto de lei ordinária Expansão urbana,Distrito Federal (Brasil),Impacto ambiental,Transporte,Planejamento urbano,Investimento público,Audiência pública,Governo do Distrito Federal

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Presidente, bom dia. Bom dia a todos os presentes. Sra. Presidente Benedita da Silva, primeiro, quero parabenizar V.Exa. e toda a Bancada Negra da Câmara por ontem terem aprovado o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra. Agora, voltando à temática do Distrito Federal, unidade em que fui generosamente escolhido pela população para representá-la, ontem, Sra. Presidente, eu estive na Região Administrativa de Ceilândia, minha cidade, a maior periferia aqui do Distrito Federal, para uma audiência pública. Qual era o objeto dela, Sra. Presidente? O Governo do Distrito Federal pretende construir um novo bairro entre as cidades de Ceilândia, Taguatinga e Samambaia, que, juntas, têm praticamente metade da população do Distrito Federal. Esse novo bairro, chamado de Centro Metropolitano, ao longo da Avenida Elmo Serejo, estender-se-á do CENTRAD, que é um centro administrativo que nunca foi inaugurado — e já se vão 7 anos ou mais nessa brincadeira — à Universidade de Brasília, Campus Ceilândia. O problema, Sra. Presidente, é que este novo bairro vai comportar habitações com até 12 prédios. E, segundo as estimativas governamentais, 45 mil pessoas irão morar lá. E, aí, é inevitável que tragamos alguns questionamentos ao Governo do Distrito Federal. Esse novo bairro está próximo à Área de Relevante Interesse Ecológico Parque Juscelino Kubitschek — ARIE-JK, que já sofre bastante com a expansão urbana sem o devido controle do Estado. Esse novo bairro pode comprometer ainda mais o Rio Melchior, importante rio do Distrito Federal, que frequentemente está na mídia por casos de poluição, que também não são averiguados devidamente pelo Estado. Um outro gravíssimo problema é o impacto no trânsito. A Avenida Elmo Serejo, todo o dia, no horário de pico, está extremamente engarrafada. Mesmo com a construção do metrô em Taguatinga, não se minimizou o problema. Imaginem 45 mil novas pessoas transitando pela região, o que pode piorar se algum dia o Centro Administrativo for inaugurado. Serão mais de cem mil pessoas usando aquela via. Onde está o estudo de impacto no trânsito? Onde estão os projetos para se construir novos meios de circulação e de mobilidade urbana ali na região? Ressalto ainda que uma solução para minimizar o problema do trânsito ali seria a modernização e expansão do metrô. E pasmem! O Governo do Distrito Federal, acabou de anunciar um investimento de 2 bilhões de reais em obras de infraestrutura nos próximos 2 anos. E sabem quanto foi destinado para melhorar o metrô em termos de manutenção e expansão? Zero! Zero, senhoras e senhores! O Governo quer sufocar a população da região oeste, ao não fazer o devido investimento na área de mobilidade urbana — zero para o Metrô. A chamada "audiência pública" que o IBRAM — Instituto Brasília Ambiental tentou fazer ontem, Sra. Presidente, foi uma vergonha, porque mostrou total incompetência ou que queria fazer uma audiência pública sem a presença do público. Eu estive lá no Centro de Ensino Fundamental 04, de Ceilândia, para onde o Governo chamou. O primeiro problema foi este: a audiência pública foi realizada no dia 29, e o órgão convocou para o dia 27 — era para que ninguém participasse? Quando chegamos lá, havia algumas poucas pessoas da comunidade, boas lideranças, mas não havia uma autoridade. O pessoal estava participando de forma virtual, de forma remota. Não estavam lá o Presidente do IBRAM e o administrador, não havia ninguém da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal, não estavam os grandes interessados, ou seja, está na cara que foi uma audiência pública fake, para ninguém ir, e eles aprovarem, às escondidas, a possibilidade de construção de um novo bairro, sem o devido estudo ambiental, sem o Estudo de Impacto Ambiental, sem o Relatório de Impacto Ambiental. Fizeram um conluio para tentar enganar a população do Distrito Federal. Ressalto ao Governo do Distrito Federal que eu, Prof. Reginaldo Veras, Deputado Federal, que foi por 8 anos Deputado Distrital, sempre atuei na fiscalização e vou continuar atuando na fiscalização. É esse o meu papel. Não me interessa se é o Governo A ou B, eu vou fiscalizar o cumprimento da lei. O Governador Ibaneis e sua equipe não estão cumprindo a lei. A população de Ceilândia e de Taguatinga está de olho. Nós não admitiremos a construção de um novo bairro sem o devido cumprimento da legislação. O povo de Ceilândia, de Taguatinga e de Samambaia não é otário! Não somos otários. Ninguém passará a perna em nós. Fica registrado o recado. Estaremos de olho nas ações governamentais. Muito obrigado, Sra. Presidenta, Deputada Benedita da Silva.
  • 23/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado exaltou o povo trabalhador da periferia do Distrito Federal, que tem sido negligenciado pelo Poder Público, com destaque para a região administrativa de Sol Nascente. Além disso, criticou a prolongada paralisação da obra de pavimentação e urbanização pela empresa Hytec Construções na chácara 34, trecho 1 da região de Sol Nascente. Por fim, alertou para os graves problemas enfrentados pela população durante a época de chuvas, devido à falta de pavimentação asfáltica, e cobrou providências do Governador Ibaneis Rocha.

    Palavras-chave oficiais: Periferia urbana,Distrito Federal (Brasil),Região administrativa,Empresa,Pavimentação asfáltica,Governador,Governo do Distrito Federal,Obra pública paralisada,Urbanização,irregularidade

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Sr. Presidente, aqui no Distrito Federal, muitos só conhecem a Brasília Plano Piloto, mas nós temos uma periferia gigantesca, onde mora um povo trabalhador e que nunca recebeu o devido cuidado do poder público, dos diferentes governantes que por aqui passaram. O Sol Nascente Pôr do Sol é uma região administrativa periférica que já foi até classificada por alguns órgãos de imprensa como a maior favela do Brasil. O que interessa é que lá há um povo trabalhador, um povo sofrido e um povo esquecido pelas autoridades, Presidente. No setor habitacional Sol Nascente, no trecho 1, na chácara 34, principalmente, a obra de urbanização e de pavimentação teve início há mais de 1 ano e meio. Desde agosto deste ano, a obra está completamente paralisada, trazendo transtornos significativos para aquela comunidade. E o pior é que a empresa responsável, Hytec Construções, Terraplanagem e Incorporação Ltda., não dá qualquer justificativa para aquela população. Agora que está começando o período de chuva, todo o bairro, toda a cidade vira um rio, e isso vai trazer graves problemas para aquela comunidade. Então, o Governador Ibaneis Rocha tem que cobrar a empresa, que não termina a obra e não dá justificativa. Tem que multar. Se não entregou a obra, está com o pagamento em dia, é porque é incompetente, ou tem alguma coisa por trás disso. Sr. Presidente, respeito ao povo do Sol Nascente Pôr do Sol, ao povo da periferia do Distrito Federal! Muito obrigado.
  • 08/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado discorreu sobre a situação do transporte público em Brasília, destacando os problemas recentes enfrentados pelo metrô, como explosões, roubos de cabos de energia e falhas nos trens. Ademais, enfatizou a falta de investimento na modernização e expansão do metrô durante a gestão do Governador Ibaneis, contrariando suas promessas de campanha. Além disso, criticou a tendência de sucatear serviços públicos para justificar futuras privatizações, citando o exemplo negativo da privatização da Companhia Energética de Brasília (CEB). Adicionalmente, abordou as deficiências do sistema de transporte rodoviário, ilustradas pela greve dos rodoviários e pela baixa qualidade dos serviços prestados. Por fim, defendeu investimentos no metrô, a valorização dos servidores, a expansão do sistema e a aquisição de novos trens, visando melhorar a mobilidade urbana e contribuir para um meio ambiente mais sustentável em Brasília.

    Palavras-chave oficiais: Transporte público,Brasília (DF),Governador,Governo do Distrito Federal,Privatização,Greve,Motorista de ônibus,Metrô,Investimento público,Companhia Energética de Brasília (CEB),Transporte rodoviário,Transporte coletivo,Servidor público

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, senhoras e senhores, na segunda-feira, a semana em Brasília começou com um verdadeiro caos, em virtude da justa greve dos rodoviários da cidade. A cidade parou e muita gente, naturalmente, teve que recorrer ao metrô, que, como todos sabemos, é um dos melhores meios de transporte de massa sustentável e que desafoga o trânsito da cidade. Cada carro do metrô representa, no mínimo, 50 carros a menos nas rodovias. Mas me permitam trazer aqui algumas manchetes jornalísticas a respeito do metrô nos últimos tempos. Dia 27/10: Explosão em equipamento da estação central paralisa o metrô. Dia 1º/11: Na véspera de feriado do Dia de Finados, várias estações não funcionam devido a roubo de cabos de energia. Dia 7/11: Trem ficou sem energia, parou e quebrou. Passageiros descem antes do destino. Todas essas notícias negativas a respeito do metrô não são à toa. Existe o contraponto disso. Vamos lá: nos últimos 5 anos do atual Governo, da administração do Governador Ibaneis: Investimento em modernização do metrô: zero; Investimentos em expansão: zero. E, durante a campanha, uma promessa do atual Governador é a de que levaria o metrô até a Asa Norte e expandiria o metrô em Ceilândia e Samambaia. Pergunto à população brasiliense: vocês viram essa expansão, senhoras e senhores? Pergunto ao Governador: cadê a prometida expansão? É claro que por trás disso está a máxima: é preciso sucatear para depois privatizar. O Governador, que já privatizou a Companhia Energética de Brasília, e o serviço piorou, tem como sonho privatizar o metrô. E aí eu pergunto novamente à população brasiliense: o sistema de transporte rodoviário é privatizado. Ele funciona? Não. Está aí a greve, que mostrou isso, estão aí os constantes ônibus quebrados, estão aí os sucessivos repasses de verbas para essas empresas que prestam um serviço de péssima qualidade. Então, nós precisamos investir no metrô, valorizar os servidores públicos do metrô, expandi-lo para outras regiões do DF, comprar mais trens, modernizar o sistema. Somente com o transporte coletivo de massa é que nós vamos desafogar o trânsito dessa cidade e, é claro, contribuir para um meio ambiente mais limpo, mais sustentável e trazer mais conforto para os usuários do sistema de transporte. Vamos investir no metrô para melhorar a mobilidade urbana do Distrito Federal. É essa a salvação! É essa a máxima! Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 07/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado expressou seus cumprimentos pelo Dia do Radialista, celebrando a contribuição desses profissionais na disseminação de informações e cultura de maneira democrática em todo o Brasil. Ele mencionou alguns radialistas, como Marcelo Ramos, Brunno Melo, Mílton Jung, Wigberto Tartuce e Roberta Tartuce, a quem enviou abraços. Reconheceu o papel vital do rádio, mesmo em meio às transformações tecnológicas, como uma forma democrática de comunicação.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Dia do Radialista,Rádio

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado, falarei rapidamente. Hoje, dia 7 de novembro, é comemorado o Dia do Radialista. Muitos radialistas já passaram por esta Casa, seja como profissionais, seja como Parlamentares. Queria aqui deixar uma saudação a esses importantes comunicadores, que levam as mais diversas informações, as mais diversas formas de cultura para os cantos mais distantes deste País nesse meio de comunicação extremamente democrático. Mesmo com toda a modernização tecnológica, com redes sociais, com mídias, o rádio ainda é uma das coisas mais democráticas da população brasileira. Aproveito para mandar um abraço para alguns radialistas amigos: o finado amigo Marcelo Ramos, o Brunno Melo, o Mílton Jung, que eu tanto admiro, o Wigberto Tartuce, a Roberta Tartuce e tantos outros que contribuem para informar e para levar cultura para o povo brasileiro. Parabéns aos radialistas brasileiros! Obrigado, Presidente.
  • 31/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado tratou da péssima qualidade do transporte público coletivo no Distrito Federal, tecendo críticas ao Governador Ibaneis Rocha.

    Palavras-chave oficiais: Transporte público coletivo,Distrito Federal (Brasil),Governador,Crítica

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    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado pelo espaço. Como sou professor, é muito comum eu trabalhar aqui na tribuna as temáticas ligadas à educação, mas hoje, Presidente, eu vou falar do transporte aqui no Distrito Federal. Durante os últimos 4 anos, período em que fui Deputado Distrital, combati com afinco as constantes suplementações orçamentárias que o Governo do Distrito Federal fazia para as empresas de ônibus. Só no ano passado, o Governo do DF repassou para as empresas de transporte coletivo cerca de 1 bilhão de reais — 1 bilhão! — para prestarem um dos piores serviços de transporte público do Brasil. A passagem de ônibus no DF é uma das mais caras do País, e o serviço prestado é um dos piores, é um dos mais precários. Há ônibus superlotados, ônibus que, quando chove, molha mais dentro do que fora, e isso não sou eu quem diz, é a população. Eu e o portal Ceilândia Muita Treta exercemos um trabalho de fiscalização, porque parece que os demais não o fazem, já que constantes suplementações orçamentárias foram aprovadas. E a coisa não acabou não! Só este ano já foram aprovados dois créditos suplementares para os ricos donos de empresa de ônibus, totalizando 492 milhões de reais. Esse povo tem uma sede por dinheiro infinita. E, neste momento, o Secretário de Transporte e Mobilidade do DF está lá na Câmara Legislativa, tentando convencer os Deputados Distritais a aprovarem mais um crédito suplementar de 142 milhões de reais para o transporte público. É muito dinheiro para os já ricos donos de empresas de ônibus prestarem um serviço de péssima qualidade. E é péssima mesmo! Eu ando de ônibus nesta cidade. Eu convido os Deputados a andarem de ônibus nesta cidade. V.Exas. ficariam envergonhados com a péssima qualidade do serviço que aqui é ofertado. O Governador Ibaneis Rocha deveria ter vergonha de prestar um serviço de péssima qualidade e ainda assim passar dinheiro para as empresas do setor. Eu pergunto aos estudantes que estão nas galerias: depois de assinarem um contrato, se o contratado fizer um serviço ruim, vocês renovam o contrato, vocês repassam mais dinheiro para esse que não honrou o contrato? Vocês não fazem isso porque vocês são inteligentes. Mas o Governo do Distrito Federal faz. E não é por falta de inteligência. Há algo obscuro por trás disso. Alguém está ganhando por trás disso. Alguém está levando dinheiro por trás disso, e esse alguém, Sr. Presidente, não é a sofrida população do DF que tanto depende do transporte coletivo. Presidente, já que o Deputado Fraga está aqui presente, eu vou pedir licença a S.Exa. e usar a máxima que marcou história política dele: Governador, respeite o povo! E pare de passar dinheiro para os ricos donos de empresas de ônibus. Obrigado, Presidente. Obrigado, Deputado Fraga.
  • 25/10/2023

    O Deputado destacou, na semana do servidor público, a recente decretação de greve pela carreira pública da assistência social no Distrito Federal. A greve foi a resposta da categoria após o Governo do Distrito Federal (GDF) recusar transformar em projeto de lei a minuta conjunta elaborada pelo sindicato e várias secretarias. Ressalta que estes servidores atendem diretamente 372 mil famílias e que a falta de reconhecimento pelo governo local prejudica ainda mais a assistência social. Por fim, expressa seu total apoio à paralisação dos profissionais que assistem a população mais vulnerável.

    Palavras-chave oficiais: Greve,Assistência social,Servidor público,Governo do Distrito Federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PROF. REGINALDO VERAS (Bloco/PV - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, como nós estamos na semana do servidor público, é muito importante fazermos uma abordagem sobre o Distrito Federal. A carreira pública da assistência social, formada por aqueles que cuidam da população mais vulnerável do Distrito Federal, acaba de decretar greve hoje. Esta greve não é boa para ninguém, mas este foi o único caminho encontrado pela categoria, depois que o GDF se recusou a transformar em projeto de lei a minuta produzida pelo sindicato em conjunto com a Secretaria de Planejamento, de Desenvolvimento Social, a Secretaria de Justiça e a Secretaria da Mulher. Esta categoria atende diretamente a 372 mil famílias, por meio do POP, CRAS e CREAS, mas esses servidores, que cuidam dos mais carentes, não são respeitados pelo Governo do Distrito Federal, o que precariza ainda mais a área de assistência social. Portanto, todo o meu apoio à greve daqueles que cuidam dos mais carentes. Obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.