
Nome civil: Marco Antônio Feliciano · 54 anos
Bananômetro
71/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 29% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 90%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 78%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 77%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 27%das 669 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 558 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5254
- Gabinete
- Gabinete 254, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
90%
Esteve em 351 de 391 sessões
Votou nas votações
78%
Registrou voto em 879 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 26 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
27%
Em 669 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
105 discursos na tribuna e 34 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 13/02/2019 a 29/04/2026.
- 05/02/2025entregue por escrito
O Deputado parabenizou o Parlamentar Hugo Motta pela eleição à Presidência da Câmara, destacando sua expressiva votação e habilidade política. Além disso, reconheceu a articulação das oposições na composição das comissões e agradeceu a Deus pela condução pacífica do processo, desejando bênçãos aos colegas Parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Eleição,Presidente da Câmara dos Deputados,Congratulação
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO PR. MARCO FELICIANO (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor presidente Senhores e Senhoras Deputados É com muita honra que faço uso desta douta Tribuna para parabenizar o novo Presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Hugo Motta eleito com expressiva maioria de votos 444 ,confirmando sua preferência. Para se chegar à presidência de uma casa de leis, deve-se ter forte articulação política e trânsito em todas as correntes de opinião políticas partidárias. Com muita habilidade e sabedoria os partidos de oposição conseguiram espaço nas comissões temáticas, confirmando as escolhas entre os melhores articulados para desenvolverem trabalho de escol em benefício do bem comum, e aprovação de leis que sejam do interesse coletivo. Finalizo agradecendo a Deus pela paz que tomou conta desta casa durante as eleições da mesa e a meticulosa escolha de seus membros titulares e suplentes. Que derrame as mais escolhidas bênçãos celestiais a todos os parlamentares desta casa. Muito Obrigado! - 12/12/2024entregue por escrito
O Deputado expressou profundo respeito e gratidão aos voluntários que atuaram durante as enchentes que afetaram o Estado do Rio Grande do Sul. Destacou o espírito solidário que marcou a mobilização de voluntários, vindos de diversas regiões, que prestaram assistência essencial às famílias afetadas. Ressaltou que esses voluntários não apenas resgataram e apoiaram psicologicamente, mas também deram esperança às vítimas, ajudando-as a recomeçar suas vidas.
Palavras-chave oficiais: Voluntário,atuação,Inundação,Enchente,Rio Grande do Sul
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO PR. MARCO FELICIANO (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Senhor presidente Senhores e Senhoras Deputados É com profundo respeito e gratidão que nos reunimos para prestar uma justa homenagem aos voluntários que, com coragem e dedicação, estiveram presentes durante os momentos mais difíceis das enchentes que atingiram o estado do Rio Grande do Sul. Quando as águas subiram e muitas comunidades se viram em situações extremas, foi a força do espirito solidário que fez a diferença. Voluntários de todas as idades, de diferentes partes do estado e até de outras regiões, se mobilizaram para prestar assistência às famílias atingidas, oferecendo não apenas os serviços essenciais, como o resgate e o apoio psicológico, mas também o gesto mais simples, porém mais importante: a esperança. A ajuda voluntária foi o alicerce sobre o qual muitas pessoas puderam reconstruir suas vidas, muitas vezes começando do zero. Cada uma das mãos que estenderam um auxilio, cada um dos corações que se dedicaram a ajudar o próximo, representa a força de um povo unido, capaz de superar as adversidades mais difíceis com o poder da solidariedade. Este pronunciamento é uma forma simbólica de reconhecimento, mas também um chamado para que todos nós sigamos o exemplo dos voluntários, cultivando a empatia, a cooperação e o compromisso com o bem estar coletivo. Eles demonstraram que a verdadeira grandeza não está apenas na força física ou nos recursos materiais, mas no poder de cuidar e estar ao lado do outro no momento de necessidade. Agradecemos, a cada um dos voluntários que contribuíram para o alívio e a recuperação das vitimas das enchentes. Que o esforço de todos seja lembrado não só nas palavras, mas nas ações diárias, para que continuemos a construir, juntos, uma sociedade mais justa e solidária. Muito Obrigado! - 03/12/2024
O Deputado prestou homenagem póstuma pelo falecimento de D. Leila Caran Costa, mãe do Presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, aos 99 anos. Solicitou um minuto de silêncio em memória de D. Leila Costa.
Palavras-chave oficiais: Mãe,Presidente,Partido Liberal (PL),Falecimento,Homenagem póstuma
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, a imprensa nacional divulgou hoje, para nossa grande tristeza, o falecimento da D. Leila Caran Costa, mãe do nosso querido Presidente do PL, o Deputado Valdemar Costa Neto. Muitos Deputados e Senadores do partido estão neste momento com o Deputado Valdemar, entre eles o 2º Vice-Presidente da Casa, o Deputado Sóstenes Cavalcante. Em respeito à memória de D. Leila, Sr. Presidente, eu gostaria que fizéssemos 1 minuto de silêncio pelo passamento dessa senhora que nos deixa aos 99 anos. A terra fica mais triste, e o céu ganha de presente essa linda alma. - 13/08/2024Breves Comunicações
O Deputado indicou a leitura da matéria intitulada John Money e o menino que não virou menina, de Paula Schmitt, publicada no jornal A Gazeta, sobre a transição de sexo em crianças, destacando a importância do debate sobre o tema. Ele expressou consternação pelo fato de que, na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial, um pedido de audiência pública sobre a mudança de sexo de crianças foi vetado por membros do PT. Criticou a decisão, afirmando que o debate é crucial para esclarecer os pais e discutir casos semelhantes ao do menino que cometeu suicídio após a transição.
Palavras-chave oficiais: Artigo de jornal,Transição de gênero,Criança,Audiência pública (processo legislativo),Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial (CDHMIR),Partido dos Trabalhadores (PT),Suicídio
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu gostaria muito de deixar a indicação de uma leitura para todos os Deputados, para todos os brasileiros, de uma matéria, do dia 8 de agosto de 2024, de Paula Schmitt no jornal A Gazeta, sob o título: John Money e o menino que não virou menina. Nessa matéria, a jornalista traz um assunto que hoje mexe com a cabeça de todas as pessoas, principalmente dos pais do mundo inteiro, sobre a transição de sexo em crianças. Eu queria deixar aqui, Sr. Presidente, uma fala minha muito consternada, porque hoje, na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial, havia um pedido de audiência pública para debater, com autoridades competentes, sobre a mudança de sexo de crianças. Infelizmente, o PT e todos aqueles que estão a favor deles votaram contra. Só quiseram votar a pauta se nós retirássemos um pedido de audiência pública pasmem, senhoras e senhores! , um pedido de audiência pública tão importante para que os pais fossem esclarecidos, para falarmos com autoridades que pensam acerca desse assunto, falarmos sobre esse caso que aconteceu nos Estados Unidos, porque quem criou toda essa história viu que o primeiro menino que fez essa mudança de sexo cometeu suicídio. A Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial, a Comissão da Casa, e o PT governando a Casa simplesmente não deixaram que fizéssemos a audiência pública. Fica aqui o meu registro, para o Brasil aprender que com o PT não se brinca. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 09/07/2024
O Deputado abordou questões políticas e ideológicas vigentes no Brasil. Referenciou Clausewitz para ilustrar como a política se assemelha à guerra, onde reputações são atacadas e indivíduos são penalizados por suas palavras. Criticou a prisão do então Deputado Daniel Silveira, destacando que ele foi detido por suas declarações, não por crimes de corrupção ou violência. Também lamentou a situação de polarização no País, apontando a condenação de pessoas por expressarem suas opiniões. Referindo-se ao ex-Presidente Bolsonaro, defendeu que ele é alvo de ataques sistemáticos pela imprensa e comparou o tratamento dado a ele com o dado ao Presidente Lula em situações similares. Concluiu seu discurso expressando preocupação com o futuro da democracia brasileira.
Palavras-chave oficiais: Preso,Ex-deputado federal,Partido Liberal (PL),Democracia,Ideologia,Política
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Gilson Daniel, é uma honra falar neste momento em que V.Exa. preside a sessão da Câmara dos Deputados. Senhoras e senhores brasileiros, Sras. e Srs. Parlamentares que assistem à sessão, através dos veículos de comunicação da Câmara, eu queria trazer ao pensamento de todos a lembrança de uma fala dita por Clausewitz, um germânico, um grande estrategista de guerra que falou assim certa vez: "A política é a continuação da guerra por outros meios". Ou seja, em uma guerra, luta-se por poderes, luta-se por nações. Em uma guerra comum, tradicional, há derramamento de sangue nós estamos vendo isso ao redor do mundo. Porém, Clausewitz disse que os homens mais civilizados criaram a política, para que a política substituísse a morte das pessoas com sangue. Todavia, não deixa de ser uma guerra. A guerra política brasileira está entranhada dentro do brasileiro. A polarização chegou, e eu acho que ela veio para ficar. Em nome da política, em nome das ideologias, matam-se reputações, matam-se sonhos, prendem-se pessoas, como o caso de Daniel Silveira, um grande Deputado Federal aqui do nosso Parlamento, que, com aquiescência deste Parlamento, acabou sendo preso por falar. Trata-se de alguém que não roubou, alguém que não matou, alguém que não se corrompeu, mas simplesmente falou. Pode até ter se excedido na fala, mas isso não deveria ter culminado na sua cassação. Estamos num Brasil em guerra. Nós temos patriotas presos no dia 8 de janeiro. Houve crimes? Sim, houve crimes de depredação, mas tudo isso já está previsto no Código Penal. Todavia, temos pessoas que nunca pisaram em uma prisão que receberam pena de 17 anos de cadeia, simplesmente, por expressarem a sua indignação, por estarem no lugar errado, na hora errada, segundo pensam os juristas brasileiros. Imaginem V.Exas. que, às vésperas da CPAC Conservative Political Action Conference, maior congresso conservador na Nação brasileira e um dos maiores da América Latina, o nosso grande líder Presidente Jair Messias Bolsonaro acabou tendo a sua vida mais uma vez devastada pela imprensa, através daquilo que foi divulgado sobre as questões das joias. Agora há pouco, eu ouvi aqui um Deputado da Esquerda, naquela outra tribuna, falando indignado: "Como eles são hipócritas e cínicos", falando sobre a venda de uma joia ou de outra. Até a própria Polícia Federal teve que voltar atrás nos valores que falou. Esquecem que o Presidente Lula levou para casa 11 contêineres de presentes recebidos. Eu não disse um contêiner, onde já caberiam milhares de presentes. Eu disse 11 contêineres de presente, de joias, objetos de arte. Ele mesmo em suas declarações usa um relógio que custa uma fortuna. Esse relógio veio da mesma fonte de onde veio o relógio do Presidente Jair Messias Bolsonaro. Todavia, é Bolsonaro. E, sendo Bolsonaro, tem que ser punido. O sistema não gosta dele. O sistema o odeia. O PT tem medo dele. As pessoas têm raiva dele. Então, se é Bolsonaro, que seja extirpado. Mas a Nação brasileira hoje tem a Internet. Através da Internet, temos informações. O povo não é mais comandado por falácias, por microfones e por pessoas que mentem descaradamente. Eu só temo pelo futuro. E a democracia brasileira está sim abalada. Sr. Presidente, eu peço que a minha fala seja divulgada pelos veículos de comunicação da Casa. Sonho com um País livre, sonho com a liberdade de fala, sonho com o dia em que eu, como Deputado Federal, no meu quarto mandato, não tenha mais medo de subir a esta tribuna e expor meus pensamentos. Por causa de pensamentos ditos aqui nesta tribuna, eu fui condenado em primeira instância. Estou apelando em segunda e terceira instâncias por falas. Nunca peguei em armas. Nunca ameacei ninguém. Eu apenas expus o meu pensamento. Não existe no Brasil crime de opinião. Ou melhor, será que existe e está institucionalizado? Você em casa defina isso. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 09/07/2024Breves Comunicações
O Deputado recebeu no plenário a esposa de Daniel Silveira, Paola da Silva, afirmando que Silveira é um preso político e um exemplo do que uma democracia não pode permitir: um Deputado preso por suas palavras. Ele criticou a violação do art. 53 da Constituição Federal e relatou suas próprias experiências de processos judiciais por discursos na tribuna. Expressou solidariedade a Silveira e convidou os Deputados do PL e da Oposição para ouvir uma carta escrita por Daniel Silveira no Salão Verde. Ao encerrar, classificou a atual situação como ditadura e prometeu responder às críticas dirigidas ao ex-Presidente Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Preso,Ex-deputado federal,Partido Liberal (PL),Esposa,Plenário,Dispositivo constitucional,Democracia
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Brasil que nos assiste, nós recebemos aqui, neste momento, no plenário, a Paola da Silva, esposa do nosso grande amigo Daniel Silveira. Daniel Silveira é um preso político. Daniel Silveira é o exemplo daquilo que uma democracia não pode ter: um Deputado preso por falar. Não importa o que foi que ele falou, nem como falou. Ele apenas falou. O art. 53 da Constituição Federal foi rasgado. Inúmeras vezes, muitos de nós temos sido aqui alvo de ações por pura politicagem. Eu só não fui preso, mas fui processado e condenado em primeira instância por usar esta tribuna e fazer denúncia aqui contra o movimento LGBT, por exemplo. Se nós não podemos ser protegidos pelo manto parlamentar, que esta Casa o faça. Daniel Silveira tem a nossa solidariedade. Agora nós vamos para o Salão Verde para ouvir da boca da Paola uma carta escrita pelo próprio Daniel. E eu espero que essa carta venha a sensibilizar o Parlamento todo. Todos os Deputados do PL, todos os Deputados que são da Oposição estão convidados. Na verdade, eu queria convocar, mas não tenho esse poder. Se pudesse, eu convocaria todos. Estaremos ali no Salão Verde ouvindo as falas do Daniel Silveira. Eu gostaria que o Brasil que está nos assistindo entendesse o que acontece neste momento. Vivemos uma ditadura que, até então, era velada, agora já não é mais velada. Daqui a pouco, eu quero responder ao Deputado que foi àquela tribuna para falar do Presidente Bolsonaro. O Brasil todo sabe que é perseguição política. E não vamos aceitar isso. Daniel Silveira, livre! Ele nos representa. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 03/07/2024Breves Comunicações
O Deputado abordou um incidente envolvendo a Deputada Carla Zambelli e a Deputada Benedita da Silva, onde Zambelli chamou Benedita de "Chica da Silva". Destacou que Chica da Silva foi uma ex-escrava que conquistou sua liberdade e prosperidade, e não deveria ser vista como uma ofensa. Criticou a falta de defesa do Deputado Helio Lopes, chamado de "capitão do mato" na Comissão de Direitos Humanos na semana anterior.
Palavras-chave oficiais: Deputada federal,declaração,interpretação
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, eu venho a este microfone para falar de algo que aconteceu aqui na Câmara. Durante todo o dia, eu vi Parlamentares saírem na defesa da Deputada Benedita da Silva e fui tentar entender o motivo. Parece que a Deputada Carla Zambelli trocou o nome e a chamou de Chica da Silva. Chica da Silva é uma personagem brasileira, uma ex-escrava que conseguiu a carta de alforria e se tornou uma grande mulher, inclusive, ficou rica. Há livros que contam a sua história. Para mim, isso não é demérito, pelo contrário, é ser aplaudida. Em contrapartida, na semana passada, na Comissão de Direitos Humanos, o Deputado Helio Lopes foi chamado de capitão do mato, e nenhum Deputado, incluindo a Presidente da Comissão de Direitos Humanos, que estava presente, in loco, saiu em sua defesa. Ser chamado de capitão do mato, sim, é racismo, porque o capitão do mato era um negro que perseguia negros. Existe uma inversão de valores muito grande. Há o negro de esquerda e o negro de direita: se ele é de esquerda, tudo para ele; se ele é de direita, nada para ele. Isso é hipocrisia! Muito obrigado, Sra. Presidente. - 02/07/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com a polarização política crescente no Brasil, que tem destruído amizades e laços familiares. Relembrou um tempo em que os brasileiros eram mais unidos e amistosos, destacando que a divisão atual é uma estratégia de manipulação política. Criticou a Esquerda por fomentar conflitos entre diversas classes e grupos sociais, afetando inclusive a comunidade evangélica. Defendeu a família tradicional como base da sociedade e manifestou incredulidade com evangélicos que apoiam questões como aborto e descriminalização das drogas. Finalizou apelando à conscientização nas igrejas e confiando em um milagre para restaurar a unidade.
Palavras-chave oficiais: Crise política,Esquerda política,Igreja evangélica
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Pompeo de Mattos. É sempre uma honra falar durante a presidência de V.Exa., que tem um equilíbrio invejável. Senhoras e senhores brasileiros que nos assistem pela TV Câmara e pelos meios de comunicação desta Casa, eu comecei a pensar no meu País, dia desses, e comecei a imaginar como seria o futuro. Confesso que fiquei apreensivo. Houve um tempo em que nós brasileiros éramos amigos, éramos amistosos. Nós podíamos ir a festinhas de aniversário, à igreja, ao jogo de bola, e ali todos conversavam, brincavam. Só se falava em novela, só se falava em futebol. De repente, de alguns anos para cá, a polarização política simplesmente está nos destruindo. Isso tem um nome, é uma arte, é a arte da guerra: dividir para governar. Tudo começou quando começaram a colocar no nosso País a grande luta de classes entre pobres e ricos. Viram que deu certo e estenderam para negros contra brancos. Viram que deu certo e estenderam, então, para ateus contra religiosos. Viram que deu certo e, então, colocaram héteros contra homossexuais. Percebendo que deu certo, começaram a colocar outras raças. Então, houve a briga dos brancos com os índios. E, de repente, agora não há mais briga entre hétero e homossexuais. Agora o número de nomenclaturas que é dado é tão gigante que nós mal conseguimos pensar e imaginar. O País está dividido. Como o País está dividido, não há mais segurança em nada. A Esquerda, com o seu pensamento mesquinho, com a sua mão podre, com o seu pensamento leproso, conseguiu, de fato, tocar nas nossas famílias, conseguiu tocar na amizade, conseguiu tocar na irmandade da igreja. Pasmem: até o movimento evangélico hoje está dividido, porque temos os evangélicos progressistas e os evangélicos conservadores. Eu não consigo conceber a ideia de um evangélico apoiar o aborto, por exemplo, de apoiar a saidinha do presidiário. Não consigo conceber a ideia de um evangélico apoiar a descriminalização das drogas, mas isso aconteceu, e aconteceu porque simplesmente destruíram aquilo que chamamos de alicerce da sociedade, que é a família. A família tradicional é antes do Estado. A família tradicional é antes da existência da sociedade. Aliás, não haveria sociedade sem a família tradicional. As outras famílias, Deputado, nós reconhecemos. O nome delas já diz tudo: arranjos familiares. Nada que é feito em uma Nação próspera como a nossa parte daquilo que é exceção para a regra, e, sim, da regra para a exceção. Se não houver hoje uma conscientização dos nossos filhos nas igrejas, eu não sei o que será do amanhã. Já não podemos mais sentar com a família num aniversário, já não podemos mais conversar numa boa com os amigos da igreja. Estamos divididos, e isso tem que acabar. Não sei como. Mas eu acredito em milagre, porque sou pastor. Deus abençoe todos os senhores! - 26/06/2024
O Deputado criticou a liberação, pelo STF, do porte de drogas em pequenas quantidades, argumentando que isso aumentará o tráfico e comprometerá a segurança. Lamentou o Projeto de Lei nº 2.522, de 2024, que visa criminalizar médicos que se recusam a realizar abortos tardios. Enfatizou a importância dos valores judaico-cristãos na civilização ocidental e defendeu um retorno a princípios de ordem e moralidade para garantir o futuro do País.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Entorpecente,Porte de droga para consumo próprio,descriminalização,Tráfico de droga Projeto de lei ordinária,Omissão de socorro,Crime,Médico,Aborto
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Nação brasileira que nos acompanha, amigos, irmãos, irmãos de fé, irmãos católicos, irmãos evangélicos, pessoas de todas as diversidades religiosas do nosso País, eu queria fazer uma pergunta emblemática nesta tarde: para onde caminha nosso Brasil, o Brasil civilizado, o Brasil do Ocidente? O Ocidente foi fundado sobre um tripé, tripé que nós herdamos das civilizações mais antigas, como o direito romano, a filosofia dos gregos e a moral judaico-cristã. Quando se fala na moral judaico-cristã, fala-se de limites, fala-se de disciplina, fala-se de tudo aquilo de que um ser humano precisa na vida para ser uma pessoa ordeira, uma pessoa que cresça como ser humano, principalmente dentro da sua humanidade. O Brasil conservador, o Brasil que tem mais de 80% da sua população cristã, tem sido apunhalado pelas costas por um Poder que não é o legítimo. O Poder que constrói leis é esta Casa de Leis, é o Congresso Nacional, isto é, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. De repente, por meio de assinaturas, de canetas e de homens togados, extremamente investidos de muita autoridade no nosso País, não há, como diz Montesquieu na tripartição de Poderes, o equilíbrio ou a harmonia. Estamos em desarmonia plena. Ontem, o próprio Ministro Fux levantou a voz e disse, a todo vapor, aos seus pares que aquele lugar não era o lugar para criar leis. Mas, ainda ontem, para a surpresa dos pais dos brasileiros, drogas em pequenas quantidades foram liberadas no nosso País. Eu fico imaginando quem é que vai ter o controle sobre o tráfico destas drogas. Fico imaginando o coração de uma mãe ou de um pai que, em vez de ver a definição de limites para que seu filho não conheça as drogas, vê esta flexibilização. Fico imaginando como fica o coração dos médicos. Nesta Casa, já existem projetos de lei para criminalizar os médicos que deixarem de fazer ou que não quiserem fazer o aborto de um bebê com quase 6 meses de idade. Com o assassinato de crianças e com a liberação das drogas, qual futuro terá nossa Nação? Nós precisamos começar a repensar tudo isso. A Nação brasileira enviou para esta Casa 513 Deputados e, para o Senado Federal, 81 Senadores. Mas, ainda que somemos todos nós mais de 600 pessoas eleitas pelo voto popular , não conseguiremos desfazer aquilo que algumas pessoas investidas de autoridade no Supremo Tribunal Federal têm feito. Parece que nós estamos chegando ao fim de uma dispensação, ou pior, ao fim de uma civilização ordeira, porque se liberam as drogas. Nós já temos, pelo País, um monte de lugares que mais parecem centros de zumbis, ou "zumbilândias". Agora, há o assassinato de bebês. Chega disso! Sr. Presidente, solicito a V.Exa. que esta minha fala seja divulgada pelo programa A Voz do Brasil, para que as pessoas comecem a pensar. Muito obrigado. - 26/06/2024
O Deputado celebrou os 30 anos de pastorado do Pastor Obadias Lima, da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, em Porto Ferreira (SP). Destacou a participação no evento e o prestígio do Pastor Obadias na comunidade local, desejando-lhe saúde e sucesso contínuo em seu ministério pastoral.
Palavras-chave oficiais: Porto Ferreira (SP),Assembleia de Deus,Pastor evangélico,Aniversário,atuação
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a cidade interiorana Porto Ferreira, em São Paulo, está em festa. A Igreja Evangélica Assembleia de Deus comemorou, no último fim de semana, 30 anos de pastorado do Pastor Obadias Lima, que é casado com a irmã Neide Lima. Ele tem 83 anos de idade, 50 anos de ministério pastoral, e completou, na cidade de Porto Ferreira, 30 anos de pastorado na mesma cidade, na mesma igreja. Tivemos uma festa linda, com milhares de pessoas! Pena é que não couberam todas as pessoas no evento. Muitas caravanas tiveram que ir embora. Daí, vemos o tamanho do prestígio que tem o Pastor Obadias. Louvo a Deus pela vida dele, pela vida da cidade, pela vida do ministério! Que Deus continue dando ao Pastor Obadias saúde, paz e um ministério longevo! Que Porto Ferreira continue sendo abençoada pelo ministério da Igreja Evangélica Assembleia de Deus, o Ministério Missão ou Belém! Muito obrigado. - 18/06/2024
O Deputado esclareceu mal-entendidos sobre o Projeto de Lei nº 1.904, de 2024, que acresce dois parágrafos ao art. 124, um parágrafo único ao artigo 125, um segundo parágrafo ao artigo 126 e um parágrafo único ao artigo 128, todos do Código Penal Brasileiro, o qual pretende alterar a legislação que permite o aborto em casos de estupro. Reiterou que crianças são inimputáveis perante a lei brasileira, enfatizando que o aborto é crime. Criticou a associação feita pela Esquerda entre o aborto e casos de estupro, argumentando que o debate se concentra na proteção da vida desde o ventre. Detalhou procedimentos como a assistolia fetal, descrevendo a aplicação de cloreto de potássio no coração de um feto de quase seis meses como o foco central da discussão.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,penalidade,Aborto legal,Estupro,Esquerda política,Assistolia fetal,Feto
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado pela oportunidade. Quero apenas restabelecer a verdade para as pessoas que estão acompanhando os discursos na Câmara dos Deputados. Eu ouvi uma Deputada falar neste momento sobre a criminalização de crianças e de meninas. O Código Penal já prevê isso e diz que isso é impossível. Crianças são inimputáveis. Portanto, não há nada que fira as crianças neste sentido. O aborto é crime. Nós estamos falando aqui de assistolia fetal, uma injeção de cloreto de potássio aplicada no coração de um bebê que tem quase 6 meses de idade. É disso que se trata aqui, Sr. Presidente. Isso nada tem a ver com estupro, nada tem a ver com esta falácia que a Esquerda usa. Nós queremos proteger a vida desde o ventre. É um bebê de 6 meses que será sacrificado por meio de uma injeção de cloreto de potássio dentro do seu coração. É disso que se trata, e somente disso. Esta é a verdade. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 18/06/2024Breves Comunicações
O Deputado elogiou o Presidente Arthur Lira por manter sua palavra sobre a votação do Projeto de Lei nº 1.904, de 2024, que acresce dois parágrafos ao art. 124, um parágrafo único ao artigo 125, um segundo parágrafo ao artigo 126 e um parágrafo único ao artigo 128, todos do Código Penal Brasileiro, o qual pretende alterar a legislação que permite o aborto em casos de estupro, destacando o apoio das comunidades evangélica, católica e espírita à proteção da vida desde a concepção. Criticou a Esquerda por rotular projetos de forma enganosa e condenou a ideia de que o projeto favoreceria estupradores. Ressaltou a importância de proteger bebês de 5 a 6 meses de gestação, citando o exemplo bíblico de João Batista. Reafirmou sua posição contra o aborto e a cultura da morte.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,penalidade,Aborto legal,Idade gestacional,Estupro,Esquerda política,Ata
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, semana passada, esta Casa entrou em polvorosa por causa da votação da urgência do projeto a respeito do aborto, que levou nomes horríveis no Brasil. Eu quero parabenizar o nosso Presidente Arthur Lira por ser um homem que cumpre palavras e dizer a ele que a comunidade evangélica nacional, a comunidade católica nacional e os espíritas de todo o Brasil estão ao lado dele, porque a vida precisa ser protegida desde a sua concepção. A Esquerda é maestrina em mudar nomes. Eu passei por isso quando falaram sobre a cura gay, que não sei se vocês lembram. Nunca houve cura para aquilo que não é doença. Semana atrás, o Senador Flávio passou pela mesma coisa com aquele projeto chamado de projeto de privatização das praias. E, agora, coloca nome em um projeto que é contra o aborto, como se ele fosse favorecer estupradores. Isso é lamentável. É uma crueldade sem tamanho. Bebês de 5, 6 meses, Sr. Presidente, precisam ser protegidos. Para concluir, eu quero aqui pedir a V.Exa. e a todo o Brasil que está nos acompanhando para lembrarem, principalmente os que são cristãos, de um texto bíblico do Evangelho de Lucas que fala sobre um bebê que tinha 6 meses que, dentro da barriga da mãe, foi cheio do Espírito Santo, o Profeta João Batista. Se uma criança pode ser cheia do Espírito Santo com 6 meses, ela tem vida e precisa ser protegida. Não ao aborto! Aborto é crime. Não à cultura da morte! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 04/06/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com a exposição de crianças a manifestações públicas de natureza sexual. Criticou a participação infantil em eventos que considera inapropriados e citou o art. 247, inciso II, do Código Penal, que protege crianças contra esse tipo de exposição. Questionou o silêncio das autoridades e da sociedade diante dessas situações e pediu ação do Ministério Público. Defendeu a liberdade dos adultos sobre suas escolhas pessoais, mas enfatizou a necessidade de proteger as crianças e preservar sua inocência. Finalizou pedindo reflexão sobre o impacto dessas práticas no futuro das crianças.
Palavras-chave oficiais: Criança,Manifestação pública,Apelo sexual
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Brasil, todos que assistem à TV Câmara neste dia. Sr. Presidente, causa-me muito espanto saber que, no nosso País, existem pessoas, adultos, que gostam de se aventurar nos seus pensamentos, nos seus devaneios, que têm as suas preferências, sejam elas de que área for. Um adulto que pensa em se automutilar, sexualmente falando, para se transformar em outro ser, faz o que quer, e isso é um problema dele, porque se trata de um adulto. Um adulto resolver escolher a sua opção sexual, ou aquilo que a ciência chama de fenômeno comportamental, é um problema dele. Agora, quando esse mesmo adulto arrasta para o meio da rua, para uma manifestação no mínimo estranha, crianças inocentes, e as expõe ao ridículo, à vulgaridade, à sexualidade, precocemente falando, Sr. Presidente, isso chega a doer os ouvidos e a mente, e, por que não dizer, o coração de quem pensa sobre isso. O art. 247, inciso II, do Código Penal fala que nenhuma criança pode ser exposta a esse tipo de coisa. Eu fico imaginando o que o Ministério Público pensa sobre isso. Eu fico imaginando o que os pais e as mães brasileiras pensam sobre isso. Eu fico imaginando por que as pessoas se calam diante de uma atrocidade como essa. Quando crianças são colocadas, por exemplo, usando uniforme, para marchar no 7 de Setembro, o outro lado, a Esquerda, vem e diz que isso é alienação. Quando crianças eram colocadas à porta dos quartéis, como aconteceu antes do 8 de janeiro, diziam que aquilo era alienação e não podia se dar. Agora crianças são colocadas no meio da rua, diante de pessoas que andam seminuas, com seu sexo aparecendo, algumas praticando sexo ao ar livre. Isso é normal? É uma naturalidade? Onde é que nós vamos parar? Veja que eu estou me contendo, medindo as palavras, para não tomar mais um processo. Eu já respondo a processo por conta de um desabafo e uma denúncia que fiz, nesta mesma tribuna, em outras reuniões parecidas com essa. Imagine V.Exa., Presidente, que o Ministério Público de São Paulo inverteu o processo e me condenou por ter usado esta tribuna, falando que aquilo que aconteceu não é uma naturalidade e também não pode ser chamado de normalidade. Estou chamando aqui de fenômeno de comportamento. Então, deixo uma mensagem aos adultos: façam o que vocês quiserem, o que bem acharem do seu corpo, a respeito desse fenômeno sexual, desse fenômeno comportamental, mas, por favor, poupem nossas crianças, poupem os nossos filhos, deixem as nossas crianças em paz. Jesus Cristo, quando passou por aqui, disse que da boca dos pequeninos sai o perfeito louvor. Se nós não protegemos as nossas crianças, na sua inocência, momento em que a sua mente está sendo formada, em que o seu cérebro está sendo construído, o que teremos no futuro? Então, aqui fica essa reflexão. Eu gostaria muito, Sr. Presidente, que V.Exa. divulgasse esse meu pequeno discurso nos órgãos de comunicação da Casa. Que os brasileiros coloquem um pouquinho mais a mão na consciência! Vamos pensar um pouquinho mais nas nossas crianças. Quanto ao adulto, esse assunto é um problema dele, mas as nossas crianças devem e precisam ser protegidas. Espero que o Ministério Público tome conhecimento desse fato. Há um grupo de Deputados da Oposição que irá entrar com um requerimento na PGR sobre isso. Queremos saber se o Código Penal, no art. 247, inciso II, foi ou não ferido. Se foi ferido, quem é que vai pagar essa conta, Sr. Presidente? Muito obrigado. - 23/04/2024Breves Comunicações
O Deputado defendeu o Pastor Silas Malafaia em seu discurso, rebatendo críticas da Esquerda sobre o envolvimento de líderes religiosos na política. Ele citou figuras históricas como exemplos de influência religiosa na política, destacando a importância de Malafaia como uma figura contemporânea relevante, tanto na esfera religiosa quanto política. Comparou Malafaia a João Batista, elogiando sua atuação corajosa e retórica durante as recentes manifestações no Rio de Janeiro e São Paulo. Também mencionou o destaque midiático das manifestações e a entrada de Elon Musk na discussão sobre liberdade no Brasil. Ele encerrou seu discurso enfatizando o respeito e apoio a Malafaia, considerando-o um patriota digno de reconhecimento.
Palavras-chave oficiais: Religião,Líder religioso,Política,Pastor evangélico,Movimento político,Rio de Janeiro (RJ),São Paulo (SP),Mídia,Proprietário,Twitter,Autoritarismo
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Gilberto Nascimento, que muito orgulha o Estado de São Paulo presidindo esta sessão mais uma vez, eu estava aqui ouvindo alguns debates e ouvi o pessoal da Esquerda falar sobre a manifestação que houve no Rio de Janeiro, domingo, e citar uma palavra que me incomodou muito. Falaram sobre falsos profetas que usam a Bíblia ou falam sobre Deus. Essas pessoas desconhecem, e muito, a questão política e a questão religiosa que move o mundo. Se conhecessem um pouco de história, saberiam que o Dr. Billy Graham, uma das maiores autoridades eclesiásticas que o mundo conheceu, sempre foi um fator determinante na política americana. O Pastor David Yonggi Cho, que também já dorme no Senhor, foi um dos grandes homens que ajudaram a mover a Coreia do Sul logo após a guerra mundial e transformou a Coreia do Sul naquela potência, através da sua fé e dos seus pensamentos cristãos, porque o cristianismo vai além de uma religião, é uma filosofia também. O que falar aqui de João Calvino, que, através da sua influência, do protestantismo, moveu não apenas a fé cristã, mas também o país inteiro onde ele habitava, que era a Suíça? Poderia aqui falar ainda de Zwínglio, que também foi seu contemporâneo, que, através da fé e da política, moveu o pensamento do seu país e o transformou em um dos países mais prósperos e ricos de todo o planeta Terra. O que falar também de Daniel, que moveu o pensamento de Babilônia? E lá, dentro de um país extremamente pagão, na antiga Mesopotâmia, consegue dar norte, dar diretriz para três grandes imperadores que fizeram daquela nação, no seu tempo, a mais poderosa de todas. Quanto a José do Egito, seu pensamento fez com que todo o império, à época, nas mãos de faraó, pudesse não padecer de fome, e sim sobreviver a um tempo de cataclismo. Ora, quando as pessoas falam de falsos profetas que se envolvem com a política, elas deveriam lavar a boca para falar, porque estão fazendo direcionamento. Porém, não têm coragem de falar o nome, porque sabem que o profeta do qual elas falam tem a voz forte, e, se pegar contra elas, não sobreviverão moralmente, quiçá politicamente. Estou falando aqui do Pastor Silas Malafaia. A meu ver, o Pastor Silas Malafaia é um profeta do nosso tempo, da nossa geração, é quem Deus usa tanto na esfera religiosa quanto na esfera política. O Pastor Silas Malafaia é uma espécie de João Batista, que, no seu tempo, colocou o dedo no nariz de Herodes, um governante, trazendo-o à realidade, porque vivia uma vida imoral e fazia com que toda a nação de Israel também padecesse assim. A Bíblia Sagrada diz no livro de Romanos, capítulo 13, versículo 7, que nós temos que dar honra a quem tem honra. E aqui, em nome senão de todos, mas da grande maioria do povo evangélico brasileiro, eu quero agradecer e louvar a Deus pela vida do Pastor Silas Malafaia, que, nessas últimas manifestações que tivemos em São Paulo e no Rio de Janeiro, foi um fator determinante, foi corajoso, usou da sua verborragia, da sua retórica. E, com uma sabedoria única, foi professor de ciência política nos seus dois discursos, trouxe à memória tudo aquilo que está acontecendo no nosso País. Não quero ser leviano, mas acredito que já houve mudança. Não sei se V.Exa. assistiu, Deputado Gilberto Nascimento, ao programa Fantástico no domingo, que mostrou a manifestação em detalhes e em momento nenhum citou a palavra "golpe", em momento nenhum citou as palavras "ato antidemocrático". Agora há pouco, no programa Globonews, o jornalista Merval Pereira começou a dizer que o Supremo Tribunal Federal tem problema com a pessoa do Sr. Alexandre de Moraes, que, segundo ele, traz para si algo que deveria ser levado para a instituição. Parece que os ventos estão começando a soprar de outra forma, parece que as pessoas começaram a entender que, como se diz no interior de São Paulo, o buraco é um pouquinho mais embaixo. Com a entrada de Elon Musk nessa história toda sobre a liberdade brasileira, sobre a censura por que estamos aqui passando, o mundo começou a olhar para o Brasil agora com lupa. Então, espero que as pessoas comecem a entender que há brasileiros que são patriotas e lutam pelo seu patriotismo. Ver o Rio de Janeiro tomado de verde e amarelo foi muito lindo. Pode não ter sido a multidão que vimos em São Paulo, mas desafio qualquer um que for à tribuna do outro lado para criticar isso a colocar pelo menos 10% daquele público que estava no Rio de Janeiro na rua com o seu Presidente, o Luiz Inácio Lula da Silva, que não consegue juntar 10, 15, 20 pessoas aonde vai. Aliás, ele consegue juntar pessoas apenas quando está nas suas viagens ao exterior, gastando o dinheiro do Erário público, do brasileiro. Sr. Presidente, termino a minha fala dizendo que não há falso profeta. Pelo contrário. O Pastor Silas Malafaia merece o nosso respeito, merece o nosso aplauso e é um grande patriota. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 17/04/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou sua preocupação com ideologias partidárias durante seu discurso na Câmara dos Deputados. Destacou transformações negativas em colegas Parlamentares, citando casos de comportamento agressivo e mudanças de posicionamento político. Criticou a falta de civilidade e respeito, especialmente entre os membros de um determinado partido, acusando-os de hipocrisia ao falarem em democracia, mas agirem de forma autoritária. Condenou a contradição de políticos que apoiam a soltura de criminosos, mas são favoráveis ao aborto. Conclamou a revisão das práticas políticas e alertou os eleitores para que avaliem cuidadosamente as propostas dos partidos antes de se filiarem, visando proteger a integridade mental e moral da sociedade.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Ideologia política
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a política é importante, mas algumas ideologias partidárias são perigosíssimas. Por exemplo, aqui na Casa, nós temos um partido que consegue transformar pessoas ou despertar o que há de pior nas pessoas. Eu conheci um Deputado aqui com quem conversávamos no início. Agora, ele chuta as pessoas e as expulsa daqui. Outro batia papo conosco no Cafezinho, mas, de repente, passou a cuspir nas pessoas aqui dentro. De repente, essas pessoas se transformam, e isso é muito perigoso. São Deputados que provocam as pessoas, mas não aceitam ser provocados; são Deputados que vivem para achincalhar e xingar as pessoas; são Deputados que conseguem transformar um pastor cristão num pastor que apoia o aborto. Agora há pouco, eu estava em uma Comissão e uma Deputada desse partido questionou se apenas mulheres podem gestar ou gerar filhos. Claro, a Comissão foi tomada por gargalhadas. Eu acho que algumas coisas têm que ser repensadas. Fica aqui o meu repúdio a esse Deputado que agora chuta as pessoas e as expulsa do Parlamento, Sr. Presidente. Há que se ter um pouquinho de civilidade. Há que se ter um pouquinho de respeito ao próximo. E, pior, esses mesmos Deputados que falam tanto em democracia e em liberdade, a cada cinco palavras, quatro são "prendam as pessoas", "tirem de circulação", "tem que calar as pessoas". Só é democracia aquilo que eles pensam que é democracia ou quando se está ao lado deles. Fora isso, não há apoio a ninguém. Votamos agora uma moção contra o aborto. E esses mesmos Deputados que eram a favor do aborto começaram a falar. Porém, são eles que apoiam a saidinha dos presos, são eles que apoiam a flexibilização da cadeia para os presos, ou seja, eles apoiam o estuprador e não querem apoiar o filho que nasce de um estuprador. Isso é uma coisa de maluco. Que esta Casa e o País repensem a política. Você que vai se filiar a algum partido nessa eleição, tome cuidado com a proposta do partido. Veja o que ele faz com a mente das pessoas. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/04/2024entregue por escrito
O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 155, de 2015, que susta atos normativos do Poder Judiciário, que exorbitem do poder regulamentar.. Ele criticou tentativas de influência externa no processo legislativo e enfatizou a legitimidade dos parlamentares como representantes eleitos do povo, ressaltando a necessidade de respeitar as prerrogativas de cada poder.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,sustação,Ato normativo,Poder Judiciário,Competência exclusiva,Congresso Nacional
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO PR. MARCO FELICIANO (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Pronunciamento realizado pelo Deputado Pr. Marco Feliciano, em 10/04/2024. Senhor presidente Senhores e Senhoras Deputados É com inominável honra que mais uma vez faço uso desta egrégia Tribuna. Nós deputados conservadores e mais amiúde os cristãos evangélicos, temos o condão de analisar o mundo do jeito que ele é, profetizando o que está porvir. Em 2015, apresentei uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), para alterar o art. 49 da Constituição Federal, para sustar atos normativos do Poder Judiciário, que exorbitem do poder regulamentar. Essa emenda visa assegurar a função fiscalizatória do poder legislativo, afim de que não ocorra exorbitância do poder regulamentar sobre a atividade legiferante do poder legislativo, mantendo assim a independência e harmonia entre os poderes. Nossa arma em defesa da harmonia entre os poderes se mostrou atual e necessária, temos visto, cada vez as tentativas de interferência no mister de legislar, competência irrestrita dos legítimos e diretos representantes do povo, os parlamentares das duas Casas do Congresso, qualquer outra opção é usurpação de prerrogativa. Ministros do Supremo Tribunal Federal tentam justificar sua sanha de legislar com o pífio argumento da lentidão do legislativo, esquecendo que o parlamento faz parlamentar e não existe prazo para o consenso, não deveria ser o tempo medido por quem está fora dos debates e desconhecem a legítima vontade dos representantes do povo. Todos querem dar pitacos na atuação do legislativo, mas esses mesmos donos da razão ,não se sujeitam a de 4 em 4 anos apresentar uma candidatura e enfrentar o sufrágio nas urnas e conquistar uma legitima procuração em branco para representar uma parcela significativa da sociedade. Finalizo pedindo a Deus que mantenha cada qual no seu quadrado, respeitando as prerrogativas do próximo. Que derrame as mais especiais bênçãos celestiais a todos. Pr. Marco Feliciano Deputado Federal PL / SP - 09/04/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com a negação de uma audiência pública pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) para ouvir jornalista que, ao lado de Elon Musk, tem feito denúncias gravíssimas, não apenas no Brasil, mas ao redor do mundo, de irregularidades que vêm acontecendo sucessivamente. Criticou membros da Esquerda por defenderem o Supremo Tribunal Federal (STF), citando casos passados de corrupção. Expressou preocupação com a liberdade de expressão no Brasil, mencionando o caso envolvendo Elon Musk e o STF. Ele argumentou que o País enfrenta censura prévia e destacou a importância de proteger os direitos constitucionais dos parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Proprietário,Rede social digital,Twitter,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Audiência pública,Denúncia,Censura prévia,Liberdade de expressão,Imunidade parlamentar
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Brasil que nos assiste através dos meios de comunicação da Câmara dos Deputados, eu vivi neste Parlamento estou agora no meu quarto mandato para ver, acho que pela primeira vez, a CCJC, a Comissão mais importante desta Casa, negar a realização de uma audiência pública. Presidente, era uma audiência pública, não era a votação de projetos. A maioria dos Deputados ali presentes votamos a favor, porém não atingimos o quórum necessário. Então, infelizmente, não vamos poder ouvir aqui amanhã o jornalista que, ao lado de Elon Musk, tem feito denúncias gravíssimas, não apenas no Brasil, mas ao redor do mundo, de irregularidades que vêm acontecendo sucessivamente. Deputados da Esquerda defenderem o STF chega a ser uma piada. Eu me lembro do processo do mensalão e do petrolão. Quantas vezes eles mesmos disseram que tinha que ser regulado o STF? Cassação de Ministros do STF... Agora os Ministros são heróis deles. Eu ouvi aqui agora há pouco um Deputado da Esquerda dizer que política não é pirotecnia. Acho que ele errou. Hoje, política é, sim, entretenimento. Falava-se antigamente nos bares apenas de novela e futebol. Hoje, além de novela e futebol, fala-se de política. A política virou entretenimento, sim. As pessoas pararam para nos ouvir. O que não pode acontecer é vivermos num Estado de Direito da forma como estamos vivendo. Estamos sufocados. Eu, Deputado Federal moderado que sou as pessoas que me conhecem sabem disso , para falar eu preciso antes pensar, com medo de retaliação, com medo de ser proibido, com medo de amanhecer com a Polícia Federal na porta da minha casa por eu ter manifestado um posicionamento conservador, por eu ter um posicionamento à direita. A denúncia que o bilionário Elon Musk fez e, detalhe, foi a pessoa Elon Musk quem fez a denúncia, não foi o X, não foram as suas empresas, ele nem é CEO da mídia social que ele detém criou de repente uma convulsão. Parece que o Elon Musk joga uma casca de banana, o Ministro do STF escorrega nela e dá uma resposta à altura, incluindo Elon Musk num inquérito que nunca acaba, Deputado Bohn Gass, o inquérito das fake news, o inquérito chamado de "inquérito do fim do mundo". Qualquer um pode estar lá. E, detalhe, quem está à frente do inquérito é quem denuncia, é quem investiga, é quem executa, é quem prende, é quem solta. Ele pode fazer tudo. Dá até medo dizer isto, porque parece que o STF tem algoritmos que nos vasculham aqui, Deputado Otoni V.Exa. sofreu na pele o que eu estou dizendo. Nós estamos vivendo, sim, um momento estranho no Parlamento. O Parlamento não pode ficar de joelhos para o STF. A harmonia entre os Poderes tem que ser real. Quando um dos Poderes não está harmônico, ele acaba crescendo. E, quando ele cresce, os demais ficam amedrontados. Graças a Deus, o Senado fez o trabalho de casa e vai ouvir lá o Elon Musk e o jornalista que não teve o comparecimento aqui aprovado pela na CCJ. Olha, eu fico extremamente pensativo, porque a audiência pública era para debater a liberdade de expressão. Um Deputado propôs isso num requerimento extrapauta, e a Comissão mais importante da Casa recusou. Os partidos do Governo, os partidos que apoiam o Governo, que cirandam com o Governo, usaram um milhão de argumentos, menos o principal: que o Brasil virou uma república de bananas. Nós estamos ouvindo isso a torto e a direito, pelo mundo todo. Viramos página de jornal. Estamos nos principais jornais. Um jornal na Austrália publicou, com todas as letras: "Existe censura prévia no Brasil". Estamos vivendo uma censura prévia. Eu, como Deputado Federal, não posso ter medo de falar. A Constituição Federal me garante o direito. Fizemos uma audiência pública sobre o art. 53. Ouvimos juristas que disseram que o manto da imunidade parlamentar me acompanha aonde eu for, mas a interpretação de um juiz do STF pode me jogar à bancarrota, num limbo do esquecimento. Sr. Presidente, vou concluir. Obrigado pela paciência. Aproveito para pedir que este meu discurso seja divulgado nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. É preciso que os brasileiros que estão nos assistindo agora parem para pensar no que está acontecendo. Imaginem um americano ser colocado num inquérito no Brasil por ter questionado o Ministro Alexandre de Moraes com estas perguntas: "Por que isso? Por que tanta censura?" E o Ministro, em vez de responder, simplesmente coloca-o dentro do inquérito. Agora começou uma confusão global. É o mundo todo discutindo esse assunto. Estamos vivendo algo muito estranho. Que o Brasil acorde! E que Deus tenha piedade da nossa Nação! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 13/03/2024Breves Comunicações
O Deputado denunciou ataques contra os evangélicos no Brasil, destacando incidentes na Câmara dos Deputados. Ele criticou o suposto apoio do Governo a esses ataques e pediu respeito e bom senso ao se referirem à comunidade evangélica, ressaltando seu papel positivo na sociedade.
Palavras-chave oficiais: Igreja evangélica,Discriminação religiosa,Câmara dos Deputados
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Brasil que nos assiste, parece que voltamos de fato à Idade Média. Perseguição religiosa! Intolerância religiosa! Eu me somo aqui às falas da nobre Deputada que me antecedeu e de vários Deputados que já vieram a esta tribuna no dia de hoje para falar sobre os ataques que parecem ser coordenados contra nós evangélicos aqui no Brasil. Eu acabei de ler uma nota emitida pelo Ministro André Mendonça, do STF, esclarecendo o fato de que o Ministro Gilmar Mendes parece ter apenas recitado algo que alguém falou lá dentro do STF, e essa pessoa que falou deve dar nomes. Hoje, na Câmara dos Deputados, na Comissão de Cultura, os evangélicos foram atacados por Deputados do PT. Saí agora da Comissão de Direitos Humanos, e lá um Líder do Governo atacou os evangélicos deste nosso País. O Presidente Lula simplesmente está com a sua moralidade derretendo, ele perdeu o apoio popular e vem perdendo principalmente entre nós evangélicos. Eu já fiz um apelo, do alto desta tribuna, ao Líder do Governo, o Deputado José Guimarães. Eu não sei mais a quem falar. Como é que um Líder do Governo nos ataca sabendo que essa é a base em que Lula está derretendo? Duas coisas: ou ele não está nem aí para isso, ou ele está comandando lacaios para atacar a comunidade evangélica. Para falar de evangélicos, a pessoa tem que ter pelo menos bom senso. E pior: esses Deputados que andam nos atacando aqui na Casa se dizem evangélicos, mas dizer que é crente qualquer um diz. A Bíblia Sagrada diz que até o diabo é crente, mas o diabo crê e treme. Usar a carcaça, usar uma veste de evangélico é muito fácil, quero ver atuar, quero ver fazer aquilo que nós fazemos. A esses Deputados que estão atacando a comunidade evangélica aqui, eu quero pedir bom senso. Respeitem-nos. Nós não tocamos na religião de ninguém, não falamos aqui da religião de ninguém. Aí vêm eles e nos atacam diariamente aqui do alto desta tribuna. As Comissões se iniciaram hoje. Eu estive em duas Comissões, e nas duas atacaram a comunidade evangélica. Até quando isso? Presidente, isso é intolerância religiosa praticada pela Esquerda. A Esquerda que diz defender tanto aqueles que são de religiões que acabam sendo atacadas, e eles praticam isso contra nós? E vão continuar fazendo isso? Eu quero perguntar ao PT se vão continuar aprovando isso, e vão apoiar que pessoas que fazem parte da sua liderança continuem a atacar os evangélicos. Deputados que são do PT vão continuar falando da comunidade evangélica brasileira? É verdade isso? Se é isso, estão declarando guerra. E esse tipo de guerra não é boa, porque a tal da Guerra Santa nunca prestou em lugar nenhum. Eu peço respeito por parte do PT! Que ao falar, esses Deputados falem por si mesmos. O Líder do Governo e o Vice-Líder do Governo, quando falam dos evangélicos, falam pelo Governo Lula. Então, por favor, tenham respeito. Lavem a boca para falar da comunidade evangélica, que presta a este País um serviço tão grande, quer seja buscando pessoas que estão lá no alto do tráfico e os trazendo para uma vida ordeira, quer devolvendo às suas famílias homens que outrora eram cachaceiros e que agora são pais de família. Respeitem a comunidade evangélica! Sr. Presidente, peço que este meu simples pronunciamento seja divulgado pelos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 06/03/2024
O Deputado criticou a inexperiência parlamentar demonstrada por um Vice-Líder do Governo, que, segundo ele, atacou pastores conservadores representativos da grande massa evangélica e a ex-Primeira-Dama do Brasil. Fez um apelo ao Governo para que converse com esse Deputado e o oriente sobre o significado da vida parlamentar, destacando que os comentários desrespeitosos prejudicam a imagem do Governo, especialmente entre os evangélicos.
Palavras-chave oficiais: Vice-líder do Governo na Câmara dos Deputados,comportamento,Pastor evangélico,Atuação parlamentar
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobre Deputado Pompeo de Mattos, V.Exa. é o exemplo de experiência, mas veja o que é a inexperiência parlamentar. No dia em que as pesquisas mostram que o Presidente Lula tem uma péssima avaliação entre os evangélicos, vem um Vice-Líder do Governo, que é evangélico progressista, e ataca pastores conservadores que representam a grande massa evangélica. A inexperiência parlamentar faz isso. Eu gostaria de fazer um apelo ao Governo para que conversasse com esse Deputado, que é um evangélico progressista, para que ele tivesse um pouco mais de juízo, ou na verdade, não sei se ele vai aceitar conselho que desse a ele um ensino do significado a vida parlamentar de verdade. Na semana em que nós aplaudimos as mulheres, ele ataca a Primeira-Dama do Brasil Michelle Bolsonaro. Na semana em que os evangélicos acabam triturando a avaliação daquilo que o Governo representa, vem ele e diz que o nosso Deus não é o mesmo. Alguém precisa ensinar a esse rapaz o que é ser um Parlamentar de verdade. - 06/03/2024
O Deputado defendeu a ex-Primeira-Dama Michelle Bolsonaro e o Pastor Silas Malafaia, criticando os ataques feitos a eles. O Parlamentar reafirmou seu apoio aos valores patrióticos representados pelas cores verde e amarela da bandeira nacional.
Palavras-chave oficiais: Pastor evangélico,Patriotismo,ex-primeira-dama
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O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o orador que me antecedeu me chama para dançar sempre, mas eu não danço com qualquer um, não me rebaixo a esse nível. Imagine V.Exa. que ele pertence a um partido que protege as minorias, principalmente as mulheres, mas na Semana da Mulher ele ataca a mulher mais amada do Brasil hoje, que é a nossa eterna primeira-dama Michelle Bolsonaro, associando a imagem dela à violência e ao genocídio. Ele simplesmente presta um desserviço ao seu partido, à população brasileira e a todos nós aqui, porque o nosso ouvido, Sr. Presidente, não é latrina para ouvir tanta coisa ruim. Ele ataca pastores, como o Pastor Silas Malafaia. Eu não sou advogado do Pastor Silas Malafaia, mas pediria ao orador que me antecedeu para lavar a boca antes de falar de um homem que lidera milhões de pessoas, que hoje é uma das vozes mais potentes desta Nação e que ajudou a colocar na Paulista, no dia 25, mais de 1 milhão de pessoas de bem, sem nenhuma bandeira vermelha, porque a nossa bandeira jamais será vermelha. Ela é verde e amarela. Muito obrigado. O SR. PRESIDENTE (Pompeo de Mattos. Bloco/PDT - RS) - Muito obrigado, Deputado Pr. Marco Feliciano. Foi garantido o direito de resposta e o equilíbrio no debate. A Câmara dos Deputados tem essa prerrogativa, embora eu tenha dito aqui ao nosso Luiz Carlos Busato que as guerras no mundo foram por dinheiro, por poder, por ideologia e por religião. As religiões fizeram muitas guerras no mundo, a ideologia por ódio e o dinheiro por ganância. Essas três coisas infelicitaram o mundo. Eu tenho certeza de que nós vamos ajudar a trabalhar com a posição clara de V.Exa., com a maturidade desta Casa, no sentido de minorar esses problemas, diminuir essas guerras, porque guerra é uma coisa que cada um tem motivo, mas nenhum tem razão. Todos têm motivo para fazer a guerra, motivo é o que não falta. O que falta é razão. Não tem razão de ser a guerra onde um irmão mata o outro, porque na essência, em nome de Cristo, todos nós somos irmãos. O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP) - Raramente, Sr. Presidente, eu ou qualquer outro Deputado da Direita cita religião de alguém, mas a Esquerda, por quem V.Exa. tem um apreço grande, deveria simplesmente ignorar, deixar de lado, parar de falar de pastor, de religião. Em todos os momentos somos atacados aqui. Hoje, peço até desculpas a V.Exa., usei esse 1 minuto, porque ele usou o meu nome. Eu não uso o nome de ninguém aqui. Muito obrigado. Sr. Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.