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Detector de Bananada
Foto de Pr. Marco Feliciano

Deputado · Câmara

Pr. Marco Feliciano

PL · SP

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Marco Antônio Feliciano · 54 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 71 de 100, Tá no Caminho0406080100

71/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 29% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 90%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 78%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 77%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 27%das 669 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 95%das 558 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.pr.marcofeliciano@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5254
Gabinete
Gabinete 254, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

90%

Esteve em 351 de 391 sessões

Melhor que 26% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

78%

Registrou voto em 879 de 1.128 votações nominais

Melhor que 38% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 26 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 20 em andamento · 6 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 669 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 10% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

105 discursos na tribuna e 34 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 13/02/2019 a 29/04/2026.

  • 29/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado comentou a votação, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), do Projeto de Lei nº 90, de 2020, que proíbe a produção e a comercialização de qualquer produto alimentício obtido por meio de método de alimentação forçada de animais; inclusive o foie gras, iguaria francesa produzida a partir do fígado de gansos. Declarou ser contrário a qualquer forma de tortura animal, mas apontou o que considerou contradição na postura de Parlamentares da Esquerda que defendem animais e, ao mesmo tempo, apoiam a assistolia fetal, procedimento que, segundo portaria do Ministério da Saúde, autoriza a aplicação de injeção de cloreto de potássio para interromper os batimentos cardíacos de fetos com mais de 20 semanas. Além disso, assinalou que o País pune com maior rigor crimes contra animais do que crimes contra seres humanos. Por fim, conclamou os brasileiros a refletirem sobre o tema e defendeu o fim do aborto no País.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,proibição,produção,Produto alimentício,Patê de fígado,Alimentação forçada,Animal,Pato,Ganso,Defesa dos direitos animais,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Direitos animais Assistolia fetal,Ministério da Saúde,Portaria ministerial,Aborto,Esquerda política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu venho a esta tribuna para comentar um assunto, no mínimo, inusitado. Ontem, na CCJ, foi votado um projeto que falava sobre a esteatose hepática, ou seja, o fígado com gordura. Isso, relacionado à morte de gansos. O autor do projeto aponta como tortura o procedimento feito para que o animal tenha o seu fígado muito gordo, a fim de que se faça dele uma iguaria, uma comida francesa chamada foie gras. Até aí, tudo bem. Também sou contra qualquer tipo de tortura feita a animal. Parece que o ganso tem que ser submetido a uma dieta muito maior do que a usual, em que ele é obrigado a comer cinco vezes mais. Para isso, abrem a boca do animal e colocam comida lá dentro. Sim, isso é uma tortura; não deixa de ser. Aqui na Casa, Sr. Presidente, nós temos vários projetos que atuam na defesa dos animais, como, por exemplo, proibição de cola para ratos, proibição de fogos de artifício com barulho, guarda compartilhada de pets, proibição de rodeios e vaquejadas, fim de testes em animais e animais como sujeitos de direitos. Até aqui, nada contra. Como eu disse, eu sou a favor de que nenhum ser sofra tortura. O que me fez vir a essa tribuna, entretanto, é que, ontem, uma Deputada que se levantou para defender os gansos disse que fascistas torturam animais. Após a fala dela, me deu um ranço, porque eu fiquei imaginando que essa mesma Deputada apoia nesta Casa não apenas projetos de leis, mas tudo aquilo que envolve o aborto de bebês. A assistolia fetal é uma delas. Imagine o senhor que a assistolia fetal é uma injeção de potássio dada no coração de um bebê que tem mais de 20 semanas de existência. Quando o bebê tem, no mínimo, 5 meses já gestados no ventre da sua mãe, por conta de uma portaria do Ministério da Saúde do Governo Lula, o médico pode dar uma injeção de potássio para paralisar o seu coração e, assim, ser abortado pela mãe. A Deputada que fez uma defesa tão grande do ganso... Há Deputados à minha direita, que é a Esquerda do Parlamento, que apoiam, por exemplo, esse projeto para que ratos não sejam presos em cola, para que não sejam mortos em massa, porque consideram isso tortura. Eu queria que eles tivessem o mesmo sentimento por bebês, porque essas Deputadas que apoiam projetos para defender ratos e gansos não apoiam projetos para defender a vida que ainda está sendo gerada. Isso é um contrassenso. É a Esquerda, como sempre, sendo hipócrita: morte aos bebês no ventre da mãe e vida aos ratos, vida aos gansos e vida aos outros animais! Todo ser vivo tem que ter direito à vida, inclusive o bebê que está sendo formado no ventre da sua mãe. Sr. Presidente, eu gostaria que este pequeno discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil e que os brasileiros começassem a pensar um pouquinho mais. Vivemos num País onde existe mais pena pelo crime de matar uma tartaruga ou um mico-leão-dourado do que por matar um ser humano. E as pessoas que protegem os animais não protegem os bebês que estão no ventre da sua mãe. Chega de cultura da morte! Chega de aborto no nosso País! Menos hipocrisia, Esquerda! Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 11/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado fez críticas ao Carnaval, afirmando que a festa, financiada com recursos públicos, gerou impactos sociais e familiares negativos. Associou o período ao aumento de consumo de álcool e drogas, à erotização de crianças e a casos de gravidez e conflitos conjugais. Também questionou a homenagem ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por escolas de samba em ano eleitoral, apontando possível promoção política com dinheiro público. Em outro momento, pediu ao Supremo Tribunal Federal a concessão de prisão domiciliar ao ex-Presidente Jair Bolsonaro, citando questões de saúde e comparando o caso ao de Fernando Collor. Fez apelo por revisão da medida e por reflexão da sociedade durante o período festivo.

    Palavras-chave oficiais: Carnaval,Escola de samba,Homenagem,Presidente da República,Ano eleitoral,Crítica Prisão domiciliar,Ex-presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobre Deputado Otoni de Paula, meu irmão, meu querido amigo, companheiro de grandes lutas e labutas, que alegria vê-lo presidir esta sessão! Muito obrigado pela oportunidade. Eu me dirijo agora à população brasileira, querido Deputado Otoni, para falar de algo que talvez seja não muito confortável. Estamos chegando às vésperas da maior festa popular brasileira, tão esperada por muitos brasileiros, que é o carnaval. Se fosse apenas uma festa de alegria, se fosse apenas uma festa em que as pessoas expressassem o seu sentimento de liberdade, eu até entenderia. O problema é o reflexo que fica e as consequências pós-carnaval. Basta entrar no Google ou na Netflix, que hoje quase todos os brasileiros assinam, para encontrarmos lá um filme, por exemplo, com o nome Filhos do Carnaval. O carnaval, infelizmente, é uma festa regada a nudez, sexo, drogas, álcool, tudo aquilo de que a maioria dos seres humanos gostam, mas sabem exatamente a consequência do uso excessivo de tudo isso. Do ponto de vista espiritual, para mim isso é uma grande guerra, uma grande batalha. Eu me reporto aqui à grande festa que os judeus fizeram ao pé da montanha, na ausência do líder Moisés, que, quando subiu ao monte para buscar uma orientação divina, de lá descendo com as tábuas da lei, encontrou o povo dançando ao redor de um bezerro de ouro e, por se tratar de um deus pagão, oferecendo a ele sacrifícios de sexo, de libertinagem e coisas mais. O carnaval é uma festa promovida com dinheiro público. E, permitam-me, sei que vai doer o ouvido das pessoas, mas, para mim, é um verdadeiro bacanal a céu aberto, patrocinado com dinheiro público, que vai deixar como consequência filhos do carnaval, meninas que vão engravidar durante esse período, casamentos que vão ser destruídos após esse período, pessoas que estão com a sua fé meio abalada e que vão, na curiosidade, deixar por um momento o altar, deixar a sua igreja e vão conhecer o carnaval; depois, nunca mais voltam, porque acabam se envolvendo com algum tipo de ato, acabam se viciando em algum tipo de coisa ruim. Então, eu gostaria muito que neste momento as pessoas que estão assistindo à TV Câmara, que vão ouvir este discurso, colocassem a mão na sua consciência e pensassem se, de fato, vale a pena tudo isso. Não bastassem as mazelas normais do carnaval, a Internet está aí para nos dizer que algumas escolas de samba farão homenagem ao Presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, em plena época de campanha, em ano eleitoral. Isso é uma desfaçatez, isso é uma falta de vergonha na cara, isso é uma falta de pudor, ainda mais vendo que líderes do Governo, do Governo petista, batem no peito se vangloriando disso. Eu vi inclusive uma Ministra cantando a música que vai ser cantada lá nas avenidas durante o carnaval. Então, não bastassem as mazelas normais do carnaval, que são a destruição da família; a droga, que infelizmente rega o carnaval brasileiro; as bebidas; a nudez; a erotização precoce de crianças, porque elas são levadas para matinês no carnaval, tudo patrocinado com dinheiro público, temos também a antecipação da eleição, a antecipação de uma campanha eleitoral do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, patrocinada também com dinheiro público. Então, é uma vergonha atrás da outra. Num país sério, com certeza, isso não aconteceria. Para finalizar a minha fala, eu não posso deixar de dizer aqui também que já há centenas de dias que nós temos o maior líder da Direita do País preso, preso de maneira injusta, preso por um crime chamado, dentro do Direito, de crime impossível, preso com requintes de crueldade. Infelizmente, não há um pouco de humanidade dentro dos Ministros que lidam com esse caso, porque, se houvesse, teriam feito com o Bolsonaro o que fizeram com o Fernando Collor de Mello, que, por causa de uma enxaqueca, teve a sua prisão domiciliar aprovada. O Presidente Bolsonaro passou por oito cirurgias. O Presidente Bolsonaro está com refluxo. O Presidente Bolsonaro está sendo assistido por vários médicos. O Presidente Bolsonaro não demonstra nenhum tipo de perigo à sociedade brasileira. A metade do Brasil acredita nele, ora por ele. Eu faço aqui um apelo para que os Ministros do Supremo Tribunal Federal usem pelo menos um pouco de humanidade e menos de crueldade e coloquem o Bolsonaro em casa para que ele seja assistido pela família, para que ele seja cuidado pela família, porque, na hora da dor e na hora da dificuldade, só a família não nos abandona, só a família tem, de fato, o cuidado de que a gente precisa. Então, eu faço aqui esse apelo. Primeiro, faço um apelo aos brasileiros: cuidado nesse carnaval! Segundo, faço um apelo ao Ministro do STF que cuida desse caso: tenha um pouco de humanidade, Ministro, um pouco menos de crueldade, coloque o Bolsonaro na casa dele! O senhor já fez o que tinha que fazer. Muito obrigado.
  • 25/11/2025Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que a condenação de Jair Bolsonaro representa, para ele e para seus aliados, uma das maiores injustiças da história recente, criticando o Supremo Tribunal Federal (STF) e descrevendo o ex-Presidente como um líder íntegro, popular e perseguido politicamente. Exaltou Bolsonaro como “o melhor Presidente que o Brasil já teve”, destacou os 58 milhões de votos recebidos em 2022 e disse que o processo que levou à pena de 27 anos foi motivado por vingança. Argumentou que a esquerda teria usado “narrativas” para atacar Bolsonaro, defendeu a aprovação urgente de uma anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e sugeriu que um futuro Governo de direita, em 2027, reverteria decisões e concederia anistia “plena, total e irrestrita”.

    Palavras-chave oficiais: Prisão,Ex-presidente da República,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Perseguição política,anistia,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Brasil que nos acompanha, hoje 58 milhões de brasileiros se veem com o coração sangrando diante de uma das maiores injustiças já praticadas no nosso País, sob a bandeira verde-amarela, contra Jair Messias Bolsonaro, nosso herói, Jair Messias Bolsonaro, o melhor Presidente que o Brasil já teve, Jair Messias Bolsonaro, pai de uma família invejável, Jair Bolsonaro, pai de um partido gigantesco, Jair Bolsonaro, um grande amigo. Desafio este Parlamento — tirando, é claro, a Esquerda, que não se dá com quase ninguém — perguntando: qual Deputado já teve algum tipo de rusga com o Presidente Jair Bolsonaro enquanto ele era Deputado Federal aqui? Repito, tirando a Esquerda, pergunto ao Centro, pergunto à Direita, quantos aqui já tiveram qualquer tipo de rusga com o Presidente Bolsonaro? Por que será que ele é tão amado? Saíram de suas casas 58.206.000 pessoas para votar nele. Nós nunca tivemos um processo tão injusto e tão rápido acontecido no STF. E pior, Sr. Presidente, veja só, 4 dias atrás, 5 dias atrás, a prisão preventiva dele foi decretada; e há cem dias, a prisão domiciliar dele, já com tornozeleira. Tudo isso é um teste. Parece que foram sacrificando aos poucos, torturando aos poucos o Presidente Bolsonaro para agora, justo hoje, sair então a prisão definitiva de 27 anos de condenação de um Presidente que não roubou o País, de um Presidente que não estava em nenhum tipo de escândalo, nenhum tipo de mensalão, nenhum tipo de nada. O Presidente Jair Bolsonaro merece o nosso respeito, merece pelo menos o carinho desta Casa. É claro que a Esquerda, como sempre, trabalha com mentiras, com narrativas, como a de que ele matou, como a de que ele foi um genocida. Pura falácia, pura narrativa maldita de quem não tem coração! A vingança, Sr. Presidente, é um impulso humano que nasce do orgulho ferido. O problema da vingança é que ela transforma aquele que sofre em prisioneiro eterno, ou seja, nada do que se faz está bom para a pessoa. Nós vimos aqui agora a Esquerda falar do que aconteceu lá atrás. Eles mesmos pediram anistia, eles mesmos mataram pessoas. Nós temos a história, que fala o quanto a Esquerda matou pessoas. Eles sequestraram pessoas e pediram anistia. Agora que nós precisamos desse mesmo dispositivo, a anistia não presta, agora não presta também nada do que este Parlamento pensa em fazer. Vejam só: nós não conseguimos pautar aqui o projeto da anistia, que é muito importante. O Natal está chegando. Falta um pouco de sentimento cristão no coração das pessoas. Nós temos centenas de patriotas presos. Precisamos dar a eles pelo menos a alegria de irem para casa e passarem o Natal ao lado das suas famílias. Sr. Presidente, é muito triste o que vivemos... (Desligamento do microfone.) Vou concluir, Sr. Presidente. Muito obrigado. Vivemos hoje um dos momentos mais tristes da história do Parlamento brasileiro, da história do Brasil. Eu imagino como está o coração da Sra. Michelle, dos filhos. Nós que estamos do outro lado estamos sentindo o peso. Então, que Deus possa, neste momento, confortar o coração de toda a família! Quero dizer ao Presidente Bolsonaro que ele não perdeu o nosso carinho, não perdeu a atenção do povo brasileiro. Nós estamos com ele. Escutem: Governos mudam, Governos mudam. Em 2027, permitindo Deus, a Direita voltará ao poder no País, e tudo vai mudar, muda a Casa, mudam as leis. Aprovaremos uma anistia plena, total e irrestrita, se não agora, em 2027. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 05/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências. Além disso, registrou a visita dos Vereadores Clodoaldo e Vitor, de Orlândia (SP), ao plenário da Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Orientação de bancada,Oposição política,Voto favorável Presença,Câmara dos Deputados,Vereador,Orlândia (SP)

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição orienta "sim". E eu queria aproveitar a oportunidade, Sr. Presidente, para dizer que esta Casa recebe hoje a visita de dois ilustres Vereadores da minha cidade: o Vereador Clodoaldo, esta criatura pequena que está aqui do meu lado, e o Vereador Vitor. Eles são lá de Orlândia, a nossa cidade. Inclusive, Sr. Presidente, hoje, o pessoal da Polícia Legislativa disse que eles não podiam entrar no plenário. Eu disse: "Como é que vocês dizem 'não' para um homem deste tamanho aqui?" A polícia recuou, graças a Deus, e os meus amigos puderam visitar a nossa Casa. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 20/08/2025

    O Deputado criticou a condução do depoimento do Pastor Silas Malafaia no Aeroporto do Galeão (RJ), classificando a ação como constrangimento desnecessário a uma liderança religiosa de grande expressão nacional. Afirmou que a medida representa escalada de perseguição, atribuindo responsabilidade ao Ministro Alexandre de Moraes, e declarou solidariedade a Malafaia, sua família e à comunidade da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec).

    Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (RJ),Aeroporto Internacional Galeão Antônio Carlos Jobim,Pastor evangélico,Depoimento,Constrangimento,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Responsabilidade

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, é inadmissível o que acabou de acontecer agora e que está sendo noticiado pela imprensa: o Pastor Silas Malafaia está prestando depoimento no Aeroporto do Galeão. A pergunta que eu faço é: para que constranger uma pessoa pública, em um local público, num horário como este? Isso não poderia acontecer amanhã cedo? A Polícia Federal já é acostumada a bater à porta da casa das pessoas às 6 horas da manhã. Mas expor o Pastor Malafaia, uma liderança religiosa, alguém que tem se movimentado, inclusive fazendo as grandes manifestações neste País, manifestações pacíficas, e que não cometeu nenhum crime? O Pastor Malafaia não é acusado de ter recebido propina, nada disso. Ele apenas se manifestou a favor do Presidente Jair Messias Bolsonaro. Quem país é este? Faço coro aos demais Deputados que aqui estão. Nós não podemos nos calar! O Ministro Alexandre de Moraes está escalando. Até onde vai isso, Sr. Presidente? Registro aqui a minha solidariedade ao Pastor Silas, à sua família e a todo o Ministério da Advec. Muito obrigado.
  • 20/08/2025

    O Deputado relatou que, em audiência na Comissão de Relações Exteriores, o Ministro Celso Amorim afirmou atuar como conselheiro do Presidente Lula. Afirmou que Amorim citou Barack Obama ao dizer que, quando não podia dialogar diretamente com um Chefe de Estado inimigo, recorria a um amigo para intermediar a conversa. Questionou, portanto, quais seriam os interlocutores de Lula em relação a Donald Trump. Por fim, alertou ainda que, se o conselheiro presidencial não atuar de forma eficaz, a Lei Magnitsky poderá trazer graves consequências ao Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Presidência da República. Assessoria Especial do Presidente da República,Conselheiro,Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN),intermediação,Diálogo,Chefe de Estado,Presidente,Estados Unidos,Presidente da República,Lei Magnitsky

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente Pompeo de Mattos. Eu queria fazer apenas um comunicado. Nós tivemos a presença do Ministro Celso Amorim hoje, na Comissão de Relações Exteriores. Quando questionado sobre sua função, ele disse que era um dos secretários, ou melhor, não apenas um secretário, mas um conselheiro do Presidente da República. Na sequência da conversa, ele citou uma frase de Barack Obama. Segundo ele, Obama disse, certa vez, em uma reunião, que, quando precisava falar com algum Chefe de Estado e não podia fazê-lo, porque eram inimigos, ele procurava um amigo para ajudá-lo. Então eu me questionei: quem o Presidente Lula vai procurar como amigo para conversar com Donald Trump? Daniel Ortega? Nicolás Maduro? Algum ditador do continente africano? Sr. Presidente, está escrito na Bíblia que na multidão de conselhos está a sabedoria. Se o conselheiro do Presidente da República não o aconselha — e ele disse que não entrou nessa questão internacional com os Estados Unidos —, a Lei Magnitsky vai ter efeitos terríveis em nossa Nação. Alguém precisa fazer alguma coisa. Muito obrigado.
  • 20/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado relatou episódio ocorrido na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial, onde foi discutido requerimento para realização de audiência pública sobre transmasculinidade e saúde mental na cidade de São Paulo (SP). Explicou que solicitou a inclusão de um convidado com posição divergente, mas a Deputada Erika Hilton recusou, alegando que não queria manifestações contrárias, postura também defendida por uma Vereadora do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Ao final, considerou tal atitude autoritária e imoral, por impedir o contraditório essencial ao debate público, acusando a Esquerda de intransigência e de cercear opiniões divergentes enquanto rotula a Direita de extremista.

    Palavras-chave oficiais: Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial (CDHMIR),Requerimento (proposição legislativa),Audiência pública (processo legislativo),Saúde mental,Transexualidade,São Paulo (SP),Convidado,Deputada federal,Vereadora,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Garantia ao contraditório,Debate,Esquerda política,Direita política,Radicalismo político

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu vivi hoje aqui na Câmara dos Deputados um momento inusitado. Sou um Deputado no quarto mandato e já fui membro de várias Comissões. Em todas as Comissões, quando se apresenta um requerimento de realização de audiência pública, nada mais fácil é do que aprová-lo, até porque é apenas a aprovação de um bom debate. Mas um bom debate numa audiência pública só existe se houver o contraditório àquilo que está sendo debatido, senão assim não pensaria a sociedade toda. É uma audiência pública. É preciso que venham aqueles que aprovam e aqueles que não aprovam, e depois chegar-se a um consenso. Pois bem. Na Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial da Casa hoje havia na pauta um requerimento muito simples, um requerimento de realização de audiência pública para debate do tema Transmasculinidade e saúde mental na cidade de São Paulo. A Deputada Erika Hilton estava lá, e eu questionei a Deputada sobre se seria possível apresentar um nome que fosse divergir do assunto. Ela simplesmente, com todas as letras, disse: "Não, não quero que ninguém fale contrariamente". Ao questioná-la sobre a audiência pública, falei que isso nunca aconteceu nesta Casa. Ela então jogou a culpa numa Vereadora de São Paulo, do PSOL, porque ela disse que é uma audiência pública em conjunto. Eu pedi a ela que ligasse para a Deputada do PSOL de São Paulo, e a Deputada de São Paulo também disse: "Não, não queremos que ninguém contrário esteja na audiência, para não virar bagunça". Ora, só vira bagunça quando existem claques do outro lado, mas não quando alguém vai para debater e expressar um pensamento contrário. Democrata é aquele que está pronto para debater um bom assunto. A pessoa pode não concordar com aquilo que eu penso, mas ela tem que me dar o direito de falar aquilo que eu penso. Quando a Deputada Erika Hilton, do PSOL, nega que, para uma audiência pública, nós Deputados possamos apresentar um nome que fale no sentido contrário, ela simplesmente mostra o autoritarismo que tem, mas não apenas a Deputada Erika Hilton, que expressa bem a extrema esquerda do PSOL, como também o movimento que ela representa. Eu já falei desta tribuna e em entrevistas que o movimento LGBT e todas as siglas que o acompanham são extremamente intransigentes. Eu apenas apresentei, Deputado Orlando Silva, que é um grande democrata e que aqui está, um nome, apenas pedi a ela que aceitasse a inclusão de um nome, de uma pessoa que divergisse do pensamento numa audiência pública. Ela disse: "Não terá outra pessoa para debater". Eu disse: "Então, nós não votaremos o requerimento". Ela disse: "Então, que não se vote o requerimento". Fui questionar o Presidente da Comissão, e o Presidente da Comissão disse: "É, mas ela tem o direito". Tem o direito, de aceitar ou não aceitar. É até legal, mas é imoral. É imoral, para uma audiência pública, um Deputado não poder apresentar um nome que divirja do tema. É assim que pensa a esquerda extremista. Depois, nós de direita é que somos extremistas. Sr. Presidente, peço que seja divulgado o meu discurso nos meios de comunicação da Casa, principalmente no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 13/08/2025entregue por escrito

    O Deputado alertou sobre a aproximação do Governo com regimes totalitários e organizações internacionais que classificou como perigosas. Criticou o controle das mídias sociais e a influência de conteúdos inadequados em materiais escolares voltados à primeira infância. Além disso, defendeu a implementação de escolas cívico-militares, com ênfase em civismo e patriotismo, e reforçou a necessidade de proteger crianças de influências externas que possam comprometer valores tradicionais. Concluiu apelando para que a educação infantil seja preservada de interferências que não condizem com os princípios da família e da sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Ideologia política,Ditadura,Democracia,Educação infantil,Proselitismo político,Escola cívico-militar,Patriotismo,Conteúdo educativo

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO PR. MARCO FELICIANO (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado Pastor Marco Feliciano Nós Confiamos em Deus Senhor presidente Senhores e Senhoras Deputados É com grande honra que mais uma vez faço uso desta douta tribuna. Nesses momentos conturbados por que passa a humanidade com o avanço dos regimes totalitários marxistas ateístas que pelejam para que as democracias judaicas cristãs sejam alijadas do contexto das nações livres, alerto para que observemos as más companhias com que nosso governo flerta e avança para um casamento com total comunhão de bens, ditaduras sanguinário ao redor do mundo, onde autoridades do alto escalão não se constrangem em serem fotografados ao lado da escoria mundial, terroristas de narco estados, como o Hamas Hesbollah e tantos outros. Nosso governo que se autodenomina defensor da democracia usa jargões pré-elaborados com fito de ganhar adeptos entre o povo desinformado, mas teima em controlar as mídias sociais com a desfaçatez de proteger crianças contra a pedofilia e a erotização precoce, sendo que na realidade é o que mais estimulam em seus livros escolares para a primeira infância com textos que não passam no crivo de qualquer país de bons costumes. Se não vigiarmos em breve a aparelhagem de nossas escolas será fato consumado, por isso defendo as escolas cívico militares com ênfase ao civismo e patriotismo desde a mais tenra idade. Este parlamento, a meu ver, deve ensejar todos os esforços no sentido de proteger nossas crianças, sem narrativas de iuenciadores monetizado que são mentes vendidas ao ouro comunista, e apelo, deixem nossas crianças em paz.
  • 18/06/2025Breves Comunicações

    O Deputado celebrou os 114 anos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil, destacando seu papel transformador na vida de milhões de pessoas, inclusive em sua própria trajetória. Ressaltou que a denominação reúne quase 30 milhões de membros, com destaque para três grandes convenções: a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil (Conamad) e a Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB). Enalteceu a fé pentecostal e o papel das igrejas como espaço de acolhimento e mudança de vida. Além disso, criticou partidos de Esquerda por hostilizarem o Cristianismo e afirmou que a fé oferece resistência à ideia de um Estado como substituto de Deus. Ao final, parabenizou os principais líderes das convenções.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Aniversário de fundação,Igreja evangélica,Assembleia de Deus,Convenção,Cristianismo,Esquerda política,Líder religioso

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Brasil que assiste à TV Câmara, com muita alegria, eu subo a esta tribuna neste dia tão especial para nós que somos evangélicos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus. A Igreja Evangélica Assembleia de Deus completa, nesta quarta-feira, 114 anos de existência aqui no Brasil, mais de 1 século fazendo a diferença na vida de centenas, de milhares de pessoas. Eu, de menino drogado, fui alçado, através do Evangelho pregado pela Igreja Evangélica Assembleia de Deus, à condição de pastor reconhecido que já viajou quase cem países do mundo ministrando a palavra de Deus e, no Brasil, mais de 4.700 Municípios — 90% da minha agenda —, sempre pregando o Evangelho dentro das Assembleias de Deus. A Assembleia de Deus é uma igreja gigantesca. Hoje, ela tem vários líderes. Nós temos três grandes convenções, são as mais reconhecidas. Nós temos a CGADB — Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil; a Conamad — Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil; e a CADB — Convenção da Assembleia de Deus no Brasil. A CGADB, segundo informações, possui mais de 100 mil pastores, apenas uma convenção. E ela tem, hoje, quase 20 milhões de membros ao redor de todo o Brasil. A Conamad é presidida pelo Bispo Samuel Ferreira, pelo Bispo Primaz Manoel Ferreira, pelo Bispo Abner, irmão do Bispo Samuel Ferreira, e pelo Bispo Oídes, de Goiânia. Então, é uma igreja interligada e extremamente gigantesca. A CADB é presidida pelo Pastor Samuel Câmara. Elas perfazem um total de mais de 25 milhões de membros ao redor do Brasil e ao redor do mundo. A Igreja Evangélica Assembleia de Deus tem o cunho pentecostal, ou seja, ela acredita nos dons do Espírito Santo. Ela não se envergonha da máxima do Evangelho, que é acreditar em tudo aquilo que está escrito na palavra. Eu ministro a palavra na Assembleia de Deus desde os meus 13 anos de idade. Hoje, com 52 anos, tenho experiência de sobra para dizer que ainda existem igrejas sérias. Fora essas três grandes convenções, nós temos outras pequenas convenções que também são interligadas a essa grande árvore chamada Assembleia de Deus. Existem hoje milhares de igrejas evangélicas da Assembleia de Deus que também são pastoreadas por pastores independentes. Se somarmos tudo isso, são quase 30 milhões de membros apenas dentro de uma única denominação. E aí eu fico imaginando o motivo pelo qual a Esquerda e tantos outros partidos de cunho comunista odeiam o cristianismo, de fato. Lembro-me aqui, Deputado André Fernandes, da máxima de Karl Marx, que a religião é o ópio do povo. Karl Marx compreendeu uma coisa: não dá para brigar com uma pessoa que acredita num poder que transcende, num poder que está além da normalidade da terra. Karl Marx, ao compreender que o Estado deveria ser o deus da população, encontrou, no meio do caminho, um Deus verdadeiro. A diferença entre um cristão genuíno e outro é esta: o cristão genuíno, quando tem um problema sério, em vez de procurar o Estado, em vez de procurar a Prefeitura, procura a igreja; lá na igreja, num canto, ele dobra o seu joelho e começa a fazer suas orações. E, como o milagre não se explica, o milagre acaba acontecendo. Por isso, há o crescimento avassalador do movimento evangélico. Há 2 semanas, nós tomamos conta de toda a mídia nacional que fala em 29% da população em alguns Estados. Em outros Estados, como no Norte, chegamos a 40% da população. O IBGE diz que, dentro de 10 anos, o Brasil será um país de maioria evangélica. Ora, eu prefiro ter uma igreja em cada esquina do que um boteco em cada esquina. Eu prefiro ver um menino com a Bíblia debaixo do braço indo para uma igreja do que portando um fuzil em suas mãos. Eu prefiro ver uma menina ir para a igreja com o seu cabelo longo, com a sua Bíblia a tiracolo, do que ver essa mesma menina ir para os bailes funk da vida. Então, a igreja tem esse poder, o poder de transformação. E a Igreja Evangélica Assembleia de Deus, há 114 anos, tem feito essa diferença. Então, meus parabéns aqui ao Presidente da CGADB, o Pastor José Wellington Costa Junior! Parabéns ao Presidente da Igreja Assembleia de Deus da Conamad, o Bispo Samuel Ferreira! Parabéns ao Bispo Primaz, ao Bispo Abner e ao Bispo Oídes! Meus parabéns ao Presidente da CADB, o Pastor Samuel Câmara! Parabéns a todos os pastores e pastores-presidentes que perfazem esse grande ministério, porque, com certeza, continuam saqueando o inferno para povoar o céu! Sr. Presidente, eu peço gentilmente que este meu pequeno discurso seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil e pelos veículos de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
  • 11/06/2025

    O Deputado manifestou satisfação em ver o Primeiro Vice-Presidente, Deputado Altineu Côrtes, presidindo a sessão e afirmou que, se tivesse clarividência, teria formalizado o pedido para que o projeto de anistia fosse votado em regime de urgência naquele dia.

    Palavras-chave oficiais: Primeiro Vice-Presidente,Câmara dos Deputados,Partido Liberal (PL),Presidência,Sessão deliberativa,Projeto de lei ordinária,anistia,participante,manifestação,Regime de urgência

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é uma alegria vê-lo presidir esta sessão. Eu pedi a palavra para dizer que, se eu tivesse clarividência, eu teria apresentado um pedido para que a gente votasse hoje, em regime de urgência, o projeto da anistia. Como eu não tenho clarividência, deixo aqui apenas registro do meu desejo. É muito bom vê-lo presidir esta sessão. Muito obrigado.
  • 11/06/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a saída do Ministro Fernando Haddad da Comissão de Finanças e Tributação, considerando uma atitude de desrespeito ao debate. Afirmou que o Ministro, em vez de responder às dúvidas da Oposição, preferiu se ausentar, enquanto acusava o ex-Presidente Jair Bolsonaro de covardia, embora ele tenha sido vítima de um atentado. Também relatou que o Deputado Rogério Correia impediu o Deputado Nikolas Ferreira de se manifestar, aumentando a situação de conflito. Por fim, citou problemas na economia, nas contas públicas, nas estatais e nas relações internacionais, exigindo que o Ministro compareça para dar explicações, em vez de se eximir de responsabilidades.

    Palavras-chave oficiais: Comissão de Finanças e Tributação (CFT),Ministro de Estado da Fazenda,ausência,esclarecimento,Defesa,Presidente de Comissão,Deputado federal,Impedimento

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu venho a esta tribuna, nesta tarde, para lamentar o triste fato de o Ministro Haddad ter fugido hoje da nossa Comissão. Eu estava presente lá e assisti a tudo isso in loco. O Ministro Haddad foi de uma deselegância sem tamanho. Em vez de falar dos problemas de fato do Brasil, começou a atacar a honra do Presidente Jair Messias Bolsonaro, dizendo que, em 2018, ele fugiu dos debates. O Ministro esqueceu que o Presidente Jair Bolsonaro sofreu um atentado de assassinato. Ele sofreu um atentado de morte. O Ministro Haddad, ainda carregando em seu coração um sentimento de vingança, um sentimento pequeno, numa revanche, disse que o Bolsonaro foi covarde. Covarde, Sr. Ministro, é quem foge, como o senhor fugiu hoje da Comissão sem responder às perguntas da Oposição. E o pior: sabendo que as perguntas ficariam muito pesadas, o Ministro provocou a Oposição, falou mal de Deputados, colocou nos Deputados adjetivos que eu não tenho coragem de recitar nesta tribuna. Quando o Deputado Nikolas Ferreira pediu a palavra para fazer uma questão de ordem e responder ao Ministro, aquele que presidia a sessão, o Deputado Rogério Correia, de Minas Gerais, que é um antípoda do Deputado Nikolas, que também é de Minas Gerais e que havia feito a questão de ordem, simplesmente cassou sua palavra. Por isso, nós nos insurgimos e dissemos que ele deveria ser, no mínimo, isento. Ali, ele é o Presidente da Comissão, não é um Deputado do PT. Ele deveria honrar aquela Comissão. Nós tínhamos um milhão de perguntas para fazer ao Ministro Haddad, mas, infelizmente, ele, que acusou os Deputados de fugirem, acabou fugindo dali. Vejam só! Tínhamos que falar da instabilidade política no Brasil; dos problemas da economia; do nosso sistema tributário, que hoje é muito complexo; do desequilíbrio fiscal; da fraude no INSS. Poderíamos falar com ele sobre o rombo na Previ, do Banco do Brasil; sobre o rombo nos Correios. Eu queria perguntar ao Ministro por que, em vez de aumentar taxas, ele não faz a cobrança devida ao amigo do Lula da Venezuela, que deve 10 bilhões de reais ao BNDES e está fugindo da cobrança. Quer acabar com esses problemas? Corte na carne. Diminua o número de Ministérios, que foi duplicado no Governo Lula. Ora, jogar isso para a população, fazendo taxação desleal, aumentando o IOF, falando do Pix, causando uma convulsão nacional, não é a postura correta de um Ministro da Fazenda. Numa entrevista, o Ministro da Fazenda — peço desculpas pela palavra que eu vou falar — disse que a Direita escrota do Congresso Nacional tem que ser defenestrada. Perdoem-me pela palavra, repito, mas foram essas as palavras ditas por um Ministro de Estado. Isso não se faz. Ministro Fernando Haddad, V.Exa. veio a convite, mas agora será convocado. Por favor, quando vier, não nos provoque, apenas responda às perguntas. Muito obrigado, Sr. Presidente. Peço que a minha fala seja reproduzida no programa A Voz do Brasil.
  • 08/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado denunciou um suposto esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que teria causado prejuízo de centenas de bilhões de reais a aposentados, especialmente por meio de empréstimos consignados não autorizados. Afirmou que os desvios ocorreram entre 2016 e 2024 e envolveram instituições financeiras, agentes do INSS e falhas na Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DATAPREV). Por fim, defendeu a instalação imediata de uma CPMI para investigar o caso e apresentou o Projeto de Lei nº 2.114, de 2025, que propõe anistiar as dívidas dos aposentados afetados.

    Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),investigação,Defesa,Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DATAPREV) Projeto de lei ordinária,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Crédito consignado,Aposentado,Dívida,Anistia tributária

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Srs. Deputados e Brasil que nos assiste nesta manhã, eu, ontem à noite, fiz um discurso aqui nesta Câmara falando sobre esse megaescândalo que envolve os aposentados do nosso querido Brasil. Infelizmente o nosso Brasil, o país da piada pronta, como já disse certo intelectual, mais uma vez volta às estribeiras de um crime tão cruel. Não há nada mais cruel do que solapar, do que retirar, do que roubar pessoas indefesas, como os velhos, os velhinhos, pessoas que deveriam ser consideradas pela nossa Nação como heróis, porque deram a vida para a construção deste nosso belo Brasil. E agora, no apagar das luzes de suas vidas, esperando um pouquinho mais de conforto, esperando que o País pudesse dar a eles algum tipo de gratificação, dá-se a eles a notícia de roubo. O roubo, segundo notícia inicial, era de 6 bilhões de reais, o que já nos chocou. De repente, assistimos a uma blogueira da Globo News, alguém que raramente dá uma notícia contra o Governo, ser obrigada a falar, porque não dá para esconder um roubo tão grande, em mais de 90 bilhões de reais desviados do INSS, principalmente com questões de empréstimos consignados aos aposentados, que nem sequer fizeram o empréstimo consignado e o receberam em suas contas, sem aviso prévio. E agora estão pagando altos juros para quitar essa dívida. Ontem, ainda vasculhando a Internet, descobri que agora não são apenas 90 bilhões de reais, são centenas de bilhões de reais. Esta Casa e a Casa vizinha, nós devemos nos debruçar agora sobre o assunto mais importante do País, que é esse escândalo do INSS. Nós temos CPI e CPMI já assinadas. Espero que os Presidentes destas duas Casas, o nosso Presidente Hugo Motta e o Presidente Davi Alcolumbre, do Senado, possam abrir essas CPIs o mais rápido possível, porque o Brasil está questionando — não apenas o Brasil, pois já é notícia fora do país. Internacionalmente, também já se fala sobre isso. E não bastasse a CPI, Sra. Presidente, eu apresentei o Projeto de Lei nº 2.114, de 2025, que visa conceder anistia aos aposentados e pensionistas brasileiros quanto às dívidas oriundas de empréstimos consignados contratados entre 2016 e 2024, período sobre o qual vieram à tona esses indícios graves de corrupção, conluio e manipulação no sistema de concessão desses créditos, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional. As estimativas apontam que cerca de 90 bilhões de reais podem ter sido desviados por meio de fraudes estruturais envolvendo instituições financeiras, agentes do INSS e falhas sistêmicas no Dataprev, responsável pela gestão dos dados dos beneficiários. Muitos desses contratos foram feitos sem a devida autorização dos aposentados, com cláusulas abusivas ou com manipulação de dados pessoais. Esses fatos colocam sob suspeição jurídica e administrativa todos os contratos realizados nesse período, o que viola vários princípios constitucionais. Eu apresentei esse projeto, que deve fazer algum tipo de barulho. Eu acho que é o único tipo de projeto justo que podemos fazer agora. Eu vi certo partido aqui da Casa, ali do outro lado, dizer que o Governo deveria repor esse dinheiro, ou seja, tirar do cidadão brasileiro para repor ao cidadão brasileiro que foi roubado por outros cidadãos brasileiros. Melhor do que isso seria agora perdoarmos essas dívidas, de 2016 até 2024, de todos esses aposentados, pessoas que não sabem se foram ou não foram locupletadas. Eu acho que seria a parte mais justa a se fazer agora, para que, então, um mea-culpa seja feito pelo Governo, e que o Governo arque com isso. Se assim não for feito, então eu desafio todos os aposentados do nosso País a entrarem com uma ação contra o Governo Federal, uma ação que possa restituir a todos eles o roubo que foi feito. Já são centenas de bilhões de reais. Isso não é brincadeira, não é uma coisa simples; é um esquema fraudulento. E não me importa em que Governo ocorreu, porque eu ouvi pessoas da Esquerda dizerem que foi no Governo Bolsonaro. No Senado Federal, o Senador Magno Malta buscou os dados e viu que começou em 2016, no Governo do PT, com Dilma; e agora estamos no Governo Lula. Não importa qual é o Governo. O que importa é que os aposentados foram solapados, foram roubados, foram vilipendiados, e nós precisamos dar uma resposta a eles. A CPMI tem que ser instalada. Está aqui o projeto de lei que eu apresento para anistiar, perdoar todas as dívidas desses empréstimos consignados. Que façamos, então, algo justo pelos nossos queridos heróis brasileiros. Sra. Presidente, eu peço que este meu discurso seja divulgado nos órgãos de comunicação desta Casa, em especial no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Sra. Presidente.
  • 08/05/2025

    O Deputado saudou a visita do Pastor Rodrigo Sangelo, líder da Assembleia de Deus Catedral do Avivamento em Portugal, ao plenário da Câmara dos Deputados. Destacou a trajetória do religioso, que saiu do Brasil enfrentando dificuldades e se consolidou como uma figura de destaque no País europeu, chegando a entrevistar o Presidente da República de Portugal.

    Palavras-chave oficiais: Portugal,Assembleia de Deus,Pastor evangélico,Plenário,Saudação

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O.k. Agora, entendi. Muito obrigado, nobre Deputada Benedita da Silva. É uma alegria muito grande a Câmara dos Deputados nesta manhã estar recebendo uma figura ilustre do nosso querido país vizinho Portugal, o Pastor Rodrigo Sangelo, da ADCAV — Assembleia de Deus Catedral do Avivamento, uma linda igreja daquela terra tão abençoada, que veio conhecer o Parlamento. Nós temos a honra de recebê-lo aqui como um brasileiro que foi ao exterior e conseguiu uma vitória naquele país. Ele é pai de seis filhos, saiu daqui com muita dificuldade e, naquele país, fez história. Acabou ficando tão conhecido no país que entrevistou até o Presidente da República de Portugal. Hoje, ele está nos visitando, e eu quero aqui dar-lhe as boas-vindas. Sra. Presidente, peço que fique registrado nos Anais da Casa que este ilustre brasileiro, que saiu do País e venceu, agora volta para uma visita a este Parlamento, onde é recebido. Muito obrigado.
  • 07/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o escândalo dos empréstimos consignados não solicitados a aposentados, que somam R$ 90 bilhões, e denunciou o silêncio do Governo diante do caso. Chamou de “canalhas” os responsáveis por roubar idosos e apresentou o Projeto de Lei nº 2.114, de 2025, que dispõe sobre a anistia das dívidas decorrentes de empréstimos consignados contratados por aposentados e pensionistas do Regime Geral da Previdência Social entre 2016 e 2024, em razão de indícios de irregularidades sistêmicas nos contratos. Defendeu que essa é a única forma de reparar a injustiça com quem trabalhou a vida inteira e agora sofre com dívidas indevidas.

    Palavras-chave oficiais: Aposentado,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DATAPREV),Previdência social,Crédito consignado,Empréstimo,Governo federal Projeto de lei ordinária,Empréstimo,Empréstimo bancário,Anistia tributária,Dívida,Aposentado,Pensionista,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, Brasil que nos assiste, estamos perplexos, mais uma vez, na nossa Nação. Dessa vez, os assaltados foram os aposentados. Eu fico aqui me perguntando qual tipo de reprimenda, que tipo de punição deve ser dada a pessoas que roubam velhos, velhinhas, pessoas, às vezes, abandonadas pela sua própria família. Que nome se dá a essas pessoas? Canalhas? Bandidos? Que tipo de nomenclatura podemos dar a pessoas que fazem isso? Nós nos assustamos quando saiu na imprensa um rombo de 6 bilhões de reais, mas nada é tão ruim que não possa piorar. De repente, eram 90 bilhões de reais. Mais de 35 mil aposentados receberam empréstimos consignados que eles não haviam pedido nas suas contas bancárias. Fizeram reclamações, mas a Dataprev e os outros bancos nada fizeram. Resultado: esses aposentados estão pagando, com altos juros, esse montante. Sr. Presidente, se esse não é o maior escândalo deste Governo, eu não sei qual é o maior escândalo deste Governo. Não, já sei: é o silêncio do Governo. Não houve até agora uma declaração firme. O que é que vai ser feito? É claro que vão dizer que isso começou em 2019, mas o Senador Magno Malta lá no Senado levantou que isso começou em 2016, no Governo petista, no Governo da Dilma. E agora, em 2024, são 90 bilhões de reais — e não fomos nós que falamos isso, foi a Rede Globo, foi a jornalista que é mais blogueira e mais petista do que os próprios petistas que aqui estão, uma ativista. Ela disse isso com a sua voz embargada na garganta. Sras. e Srs. Deputados, nós precisamos dar uma resposta ao Brasil. Houve um partido aqui que tentou criar, através de um decreto, uma maneira para que nós déssemos um financiamento e repuséssemos esses 6 bilhões de reais aos aposentados, ou seja, querem tirar do trabalhador para pagar ao trabalhador aquilo que foi roubado do trabalhador, mas agora já são mais de 90 bilhões de reais. Eu apresentei um projeto de lei ontem aqui na Casa, e ele, graças a Deus, já foi protocolado, para que sejam anistiados todos os empréstimos consignados dos aposentados de 2016 até 2024. É a única forma que temos de reparar quase 100 bilhões de reais que foram tirados de velhos, de velhinhas, de pessoas que trabalharam a vida toda; que, como heróis, deram a sua vida pelo Brasil, e agora estão aí dessa forma, sendo humilhados. Então, o projeto está apresentado. Eu acredito que ele vá começar a tramitar. Você que está me assistindo agora, se puder, divulgue isto: é um projeto para anistia de todos os empréstimos consignados de quem se sentiu locupletado de 2016 até 2024. Peço que o meu pronunciamento seja divulgado, Sr. Presidente. Muito obrigado.
  • 09/04/2025Breves Comunicações

    O Deputado usou a tribuna para rebater notícias veiculadas pela imprensa sobre uma suposta divisão na Direita brasileira. Afirmou que o campo político conservador permanece coeso em torno da pauta da anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Também defendeu o Pastor Silas Malafaia após críticas do Senador General Mourão, que o chamou de "falastrão". Contestou o termo, afirmando que Malafaia é um líder patriótico e religioso, e criticou o silêncio das Forças Armadas diante dos protestos populares.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,Brasília (DF),participação,anistia,Direita política,Defesa Contestação,Senador,Pastor evangélico,declaração manifestação,População,Forças Armadas,atuação,Crítica

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Nobre Presidente Deputado Charles Fernandes, muito obrigado pela oportunidade. Eu venho a esta tribuna agora para desmentir o que a grande imprensa vem sempre falando, tentando mexer, assim, com o imaginário da população brasileira, afirmando que a Direita brasileira está dividida. A Direita brasileira nunca esteve tão unida, unida num propósito de justiça, num propósito de "anistia já!" para aquelas pessoas que foram injustiçadas e seguem injustiçadas pelo fatídico 8 de Janeiro. Sr. Presidente, quando usam a imprensa para dizer, por exemplo, que o Senador General Mourão atacou o Pastor Silas Malafaia, eu fico perturbado. Não significa que a Direita esteja desunida, significa que, de vez em quando, uma ou outra ponta se solta. O Senador General Mourão, por quem tenho profundo respeito, foi infeliz na sua fala. Chamar o Pastor Silas Malafaia de falastrão? Eu procurei saber o que significa a palavra "falastrão". Parece um palavrão, mas o significado é este aqui: pessoa que fala demais, de modo inconveniente e indiscreto. Onde foi que o Pastor Silas Malafaia falou demais? Ele falou sobre algumas pessoas do Exército de Caxias, o glorioso Exército de Caxias, que, infelizmente, nada fizeram, que se calaram no momento em que a população brasileira mais precisava. Eu estava lá na CPMI do 8 do Janeiro, quando o Governo que aí está e outros blindaram o General G. Dias, que foi um dos pivôs daquele acontecimento de 8 de janeiro; quando não permitiram, por exemplo, que o Exército, ou melhor, as Forças Armadas fossem convocadas para prestar depoimento sobre o 8 de Janeiro. Essas coisas trouxeram indignação também ao Pastor Silas Malafaia, que não é um falastrão, é um brasileiro. E mais, General Mourão, por quem eu tenho profundo respeito, o Pr. Silas Malafaia, claro, é um líder, um líder que levou à Avenida Paulista 500 mil pessoas nesse ato, fora os outros atos que ele já fez e em que sempre esteve à frente. Ele é um patriota, e, como pastor, se preocupa com as almas e com o bem-estar daquelas pessoas que estão há anos sem ver os seus filhos, seus pais, seus avós, seus netos, pessoas que estão recebendo penas duríssimas, penas descabidas, penas que deveriam ser arrancadas por trazer vergonha ao Judiciário brasileiro, simplesmente por protestarem. Senhoras e senhores, eu fico indignado quando vejo matérias como essa. Se fosse para eu falar ao General Mourão sobre ser um falastrão, eu poderia aqui me recordar, General Mourão, de quando V.Exa. era Vice-Presidente da República e vez por outra falava demais, de maneira inconveniente, contra o Presidente Bolsonaro. Inclusive, este Deputado que aqui está apresentou um pedido de impeachment contra o Vice-Presidente da República. Àquela época, eu disse que aquilo era apenas um tiro para o alto, ou seja, um aviso. Então, por favor, General Mourão, V.Exa. respeita e está defendendo o Exército brasileiro, e eu estou aqui defendendo um líder religioso, porque também sou um líder religioso. O Pr. Silas Malafaia tem o nosso apoio, tem o carinho do povo brasileiro e tem o apoio dos militantes que foram às ruas. E V.Exa., quando for falar, meça suas palavras, para também não se tornar um falastrão. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 08/04/2025Breves Comunicações

    O Deputado elogiou a manifestação realizada na Avenida Paulista, destacando a presença de famílias e a organização pacífica do ato. Informou que quase 400 mil pessoas participaram, número que teria sido comprovado com registros apresentados pelo Pastor Silas Malafaia. Fez um apelo a colegas de diversos partidos para que apoiem o pedido de anistia humanitária a pessoas envolvidas nos atos de 8 de janeiro, afirmando que a maioria não participou de depredações e apenas buscava um País melhor. Por fim, reforçou a ideia de perdão e misericórdia, pedindo que o debate político se mantenha no campo democrático.

    Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),manifestação,participação Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,Ato antidemocrático,participação,anistia,Defesa

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Nobre Presidente Deputado Charles Fernandes, muito obrigado pela oportunidade. Eu me dirijo à população brasileira e também ao Plenário da nossa Casa para falar sobre o domingo. No domingo, tivemos uma manifestação linda lá em São Paulo, na Avenida Paulista, uma manifestação pacífica, cheia de pais, mães, crianças, vovôs, vovós, pessoas que saíram dos seus lares de graça e deixaram a Avenida Paulista verde e amarela. Foram à manifestação quase 400 mil pessoas — isso foi contabilizado. O Pastor Silas Malafaia fez questão de mostrar em um vídeo, através de números, o erro de outras divulgações. É apenas matemática. E matemática se faz com números, não com divulgações de pesquisas que são, infelizmente, tendenciosas. Eu quero me dirigir aos meus amigos de diversos partidos da Casa — eu até anotei os nomes dos partidos —: UNIÃO, PP, Republicanos, MDB, PSD, Federação PSDB CIDADANIA, Podemos, Avante e PROS. Eu gostaria muito que os Deputados desses partidos pudessem nos ajudar. Estamos aqui lutando por uma anistia humanitária. Estamos aqui lutando por pessoas que, com o coração quebrantado, choraram por um país que elas não encontraram e, no auge da sua emoção, acabaram fazendo coisas que não deveriam, como fizeram, por exemplo, aqueles que, de fato, depredaram órgãos públicos. Na grande maioria, na massacrante maioria, eram cidadãos que estavam ali apenas porque queriam um país melhor. Não houve nada contra a democracia. Os amigos do outro lado, da Esquerda, sabem do que eu estou falando. Coloquem a mão na consciência. Por favor, usem um pouquinho da sua cristandade. Apelo aqui por clemência. Peço aqui perdão, porque anistia é isso, anistia é perdão. Vejo ali do outro lado, à esquerda, um padre sentado me ouvindo. Eu gostaria muito de apelar à misericórdia dele. V.Exa. deve se lembrar do significado da palavra "misericórdia", que é a união de duas palavras do latim: "miseris" e "cordia". Vem de "miseriae", que é alguém que precisa de ajuda naquele momento, e de "cordia", que é coração. "Misericórdia" é pegar aquele que precisa e colocá-lo dentro do coração, sem xingar, sem apelar para nada. A nossa briga tem que ser política. Eu sempre prego, nobre Presidente, que aquele que já precisou de misericórdia sabe aplicar a misericórdia. Muitos Deputados de esquerda que hoje estão contra a anistia precisaram dela um dia. Quantas pessoas já foram anistiadas? Então, eu faço um apelo à consciência de V.Exas. Deixo meu grande abraço ao Pastor Silas Malafaia e o parabenizo por ter feito essa linda manifestação, por ter convocado e levado para a Avenida Paulista quase 500 mil pessoas. Parabéns a todos! Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 26/03/2025

    O Deputado classificou como “um dia muito triste” o julgamento do ex-Presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF), que o tornou réu. Alegou que o processo teve características de “jogo de cartas marcadas” e listou seis razões para considerar o julgamento injusto: falta de acesso integral às provas, politização do julgamento, questionamento da competência do STF, celeridade incomum do processo, contradições nas delações premiadas e suspeição dos Ministros que julgaram o caso. Afirmou que o ex-Presidente está sendo perseguido por ser o maior líder da Direita na América Latina, e demonstrou apoio pessoal a Bolsonaro, afirmando acreditar que ele ainda será candidato em 2026. Em seguida, exaltou a honra dos manifestantes presos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília (DF), que recusaram acordos com a Justiça por não admitirem culpa, destacando que “honra não se negocia”. Além disso, alertou que a suposta injustiça cometida contra Bolsonaro poderia se repetir contra outros Parlamentares. Finalizou pedindo a Deus “piedade do Brasil”.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Réu,julgamento,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Supremo Tribunal Federal (STF),Esquerda política,Perseguição política,Ato antidemocrático,Brasília (DF),Preso,Candidato a cargo eletivo,Direita política

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu inicio o discurso agradecendo ao meu Líder, o Líder da Oposição, o Deputado Zucco, por ter tão gentilmente cedido este período para que eu pudesse falar aqui em nome da Oposição na Câmara dos Deputados. Hoje eu ouvi vários Deputados dizerem que este é um dia especial para o Brasil. Para nós, da Oposição, é um dia muito triste. Não que tenhamos sido pegos de surpresa. Todos nós já esperávamos o que aconteceu: um jogo de cartas marcadas. Numa análise fria, deixando de lado as paixões, deixando de lado os pensamentos e até mesmo as ideologias, eu chamo a atenção tanto dos meus companheiros da Direita como dos Deputados do Centro e dos Deputados da Esquerda para uma análise crítica a respeito de como foi o julgamento de Jair Messias Bolsonaro no STF, ontem e hoje. Eu anotei aqui, Deputado Sargento Fahur, pelo menos seis razões pelas quais o julgamento do Presidente é um julgamento injusto. Primeira razão: falta de acesso integral às provas. Se apenas um advogado tivesse falado nisso, tudo bem, mas todos os advogados, de todos os denunciados, em todos os seus discursos, disseram a mesma coisa, que não tiveram acesso integral às provas que foram apresentadas contra essas pessoas. E como é que você pode se defender se você não tem acesso às provas daquilo de que o estão acusando? Segunda razão: a natureza política do julgamento. Sim, a natureza é política, quando deveria jurídica. Usaram a força do Estado apenas para calar o Presidente Bolsonaro, esta é a verdade que não pode ser escondida. Qualquer pessoa, mesmo que tenha um pensamento desconexo da política, qualquer pessoa que entenda um mínimo de direito sabe que o que está sendo feito com o Presidente Bolsonaro é de uma crueldade sem tamanho, é uma perseguição deslavada. Eu estive com ele agora há pouco no Senado, junto com alguns Deputados e Senadores. O Presidente continua me inspirando. Não esmoreceu em nenhum minuto. Está sempre sorrindo, sempre alegre. É claro, nos momentos em que ele percebe a injustiça, ele fica irado, mas tem uma tranquilidade que só pode ter aquele que nada deve, porque quem não deve não teme. Terceira razão: a competência para o julgamento do caso. A competência do STF pode ser questionada, porque aquele não era o foro para isso. As pessoas que estão sendo julgadas não têm foro privilegiado. Num Estado Democrático de Direito, deveriam, sim, ter a oportunidade de passar por todas as instâncias possíveis, porque, se perdem no STF, acabam-se suas chances de defesa. Nisso há outra crueldade, uma injustiça feita. Quarta razão: a rapidez incomum no andamento do processo. Eu ouvi agora há pouco o Deputado Mauricio Marcon nos falar de um político — ele está entre nós, inclusive — que teve o seu processo parado 16 anos dentro do STF. Um juiz sentou em cima do seu processo por 16 anos, e essa pessoa foi pega com dinheiro na cueca! É uma coisa incrível! Por que alguns casos os Ministros demoram tanto para julgar, por que há uma leniência tão grande para julgá-los, e, no caso do Presidente Bolsonaro e das pessoas que foram hoje tornadas rés com ele, tudo foi acelerado? Já foi dito que não querem que ele acabe criando uma via de esperança para a eleição de 2026. Pois eu estou aqui para afirmar que nós ainda temos crença, que nós temos fé. Eu acredito que em 2026 teremos Jair Bolsonaro como candidato a Presidente da República. Como? Não sei. Se os homens pensam que têm força neste nosso mundo, eles têm que entender que existe uma força extremamente maior, e que move as peças. Deputado Eli Borges, nós conhecemos essa linguagem, nós já vimos coisas incríveis acontecerem. A política é muito dinâmica. Por exemplo, nós temos um Presidente da República que foi descondenado, que estava atrás das grades e de repente foi puxado do nada para se sentar na cadeira da Presidência da República. Então, tudo pode acontecer. Eu peço aos compatriotas brasileiros, aos conservadores, que não desistam do nosso sonho de ver um país livre. Quinta razão: a verdade das delações premiadas, ou a mentira das delações premiadas. Já não sei mais o que falar sobre isso. Nós vimos que alguns dos delatores, como o Coronel Cid, se contradisseram várias vezes. Em qualquer outro processo, as delações dele teriam sido anuladas, não seriam aceitas. Mas, não, porque elas são contra o Presidente Bolsonaro, contra o maior líder da Direita da América Latina, contra um Presidente que não pode ser acusado de desonestidade, contra um homem de bem que atrai e arrasta multidões pelo Brasil, contra um homem que tem fé em nosso Salvador Jesus Cristo. Foi colocado um alvo em suas costas. "É preciso defenestrá-lo", isto é o que pensam as pessoas que não são conservadoras em nosso País. Sexta razão: a suspeição de quem está julgando o caso. Senhoras e senhores, Deputado Otoni de Paula, qualquer um que conhece o mínimo sobre direito sabe disso. Vejam só, nós temos como julgadores dele hoje um ex-Ministro do Governo Lula que inclusive nos negou acesso aos vídeos que o seu Ministério tinha da manifestação de 8 de janeiro. Havia centenas de vídeos, que, de repente... O anúncio foi que eles foram apagados, ou que o contrato com a empresa que cuidava das câmeras tinha terminado. Ninguém acredita nisso, pessoal. Estava lá também o ex-advogado do Presidente Lula, que tem interesse vital em que o Presidente Bolsonaro, tornando-se réu, quiçá acabe sendo preso. E, por último, estava lá julgando o processo um Ministro que é desafeto político do Presidente Bolsonaro e não esconde isso. Tudo isso foi questionado, mas tudo caiu por terra. Por essas seis razões, eu vejo que o Presidente Bolsonaro hoje sofreu uma injustiça. E por último, como saiu agora há pouco na imprensa, imaginem que o Relator que o está acusando traz à tona um vídeo do qual a defesa nem sequer tinha conhecimento e apresenta as imagens no plenário! Qualquer pessoa que conhece um mínimo sobre direito sabe que isso é ilegal. A defesa tinha que ter tido acesso a esse vídeo, mas não teve, foi pega de surpresa, e o vídeo foi apresentado ali como se fosse uma prova fidedigna. Se Bolsonaro não está sofrendo com a crueldade dos Ministros do STF, eu não sei mais quem está. Termino dizendo, Sr. Presidente, que agora há pouco eu ouvi um Deputado da Esquerda, ali na tribuna oposta, dizer que os presos do dia 8 de janeiro tiveram a oportunidade de fazer um acordo e, assim, saírem da prisão. Qual era o acordo? Assumir que eles cometeram um crime, assumir que eles agiram de maneira ilegal, quando, na verdade, isso não aconteceu. A Esquerda difere da Direita nisto. Eu me lembro da Presidente Dilma dizendo assim: "Para chegar ao poder, nós fazemos qualquer coisa, inclusive o diabo, se for preciso". Eu digo isso porque os patriotas não aceitaram aquele acordo com o STF. Isto tem nome: chama-se honra. E honra nós não negociamos — nós não negociamos. Tudo que um homem tem na vida é o seu nome, a sua honra. Aceitar que cometeram um crime?! Como explicar isso para os filhos, para os netos e para as gerações que virão? Termino aqui, Sr. Presidente, deixando um apelo ao Brasil: é tempo de colocarmos a cabeça no lugar e meditarmos. Hoje foi com Bolsonaro e os oito, amanhã pode ser com Deputados da Direita, da Esquerda, do Centro. Que Deus tenha piedade do Brasil! Eu peço que o meu discurso seja veiculado nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 25/02/2025

    O Deputado defendeu o ex-Presidente Jair Bolsonaro, alegando que ele é vítima de perseguição política e negando qualquer tentativa de golpe. Comparou Bolsonaro a ex-Presidentes como Fernando Collor e Dilma Rousseff, que também contestaram suas quedas sem serem punidos. Além disso, criticou a atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2022, afirmando que houve favorecimento a Lula, e justificou os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília (DF), como resultado de um sentimento de injustiça. Por fim, usou referências bíblicas para argumentar que haverá julgamento divino contra os responsáveis por supostas injustiças e encerrou reafirmando apoio a Bolsonaro para 2026.

    Palavras-chave oficiais: Perseguição política,Ex-presidente da República,Golpe de Estado (crime),Tentativa (crime),Ato antidemocrático,Brasília (DF),Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Resultado eleitoral,Bíblia,Eleições

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    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, eu venho a esta tribuna nesta tarde para dizer ao povo brasileiro que estamos diante de um momento crítico para a democracia brasileira. O Presidente Jair Bolsonaro é um homem íntegro, um homem honesto, o maior líder da Direita da América Latina e um dos três maiores líderes da Direita do mundo. Trata-se de alguém que eu conheço muito bem e a quem tive a honra de servir como Vice-Líder do Governo no Congresso Nacional. Eu fui, segundo o jornalista, uma das pessoas que mais frequentaram seu gabinete durante seu perseguido, sofrido, porém abençoado e próspero Governo. Eu uso isso para dizer, diante dos homens, diante do Deus eterno, a quem eu sirvo desde a minha mocidade, que nunca — reafirmo —, nunca ouvi da boca do Presidente Bolsonaro a palavra "golpe", ou a palavra "intervenção", ou algo semelhante, quer seja nas dezenas de vezes em que eu estive no seu gabinete, quer seja nas reuniões das quais pude participar, quer seja nas muitas viagens em que estive ao seu lado dentro e fora do País. Bolsonaro está sendo acusado injustamente de uma tentativa de golpe. E é meu dever denunciar essa perseguição política travestida de justiça. Não é somente o meu dever, mas também é o dever de todos os 58 milhões 206 mil e 354 eleitores que o amam e que assim devem fazê-lo. Na história recente do Brasil, senhoras e senhores, nós vimos, por exemplo, a agência Folha noticiar, no dia 12 de agosto de 1999 — abre aspas: "O ex-Presidente Collor diz que cogitou fechar o Congresso". Na mesma linha, a revista Veja, de 24 de abril de 2017, noticiou que a ex-Presidente Dilma Rousseff cogitou resistir ao seu processo de impeachment. Diz a revista Veja — abre aspas: "Exército foi sondado para decretar estado de defesa, diz general. Segundo o general Eduardo Villas Bôas, políticos de esquerda fizeram a consulta nos dias que antecederam o impeachment de Dilma Rousseff". Collor queria se manter no cargo. Dilma bradou contra o que ela chamou de golpe parlamentar. E eu pergunto: querer ou bradar é crime? É claro que não. Isso é natural. Mas, vejam, nem Collor nem Dilma foram presos por isso, e, se o critério fosse aplicado, mesmo que Bolsonaro tivesse pensado em resistir, ele também não poderia ser tratado como criminoso, como está sendo feito aqui no Brasil. O que estamos vendo não é justiça, mas um espetáculo de vingança contra um líder que representa milhões de brasileiros. E por quê? Porque querem impedir a sua participação no futuro da Nação, querem silenciar a voz conservadora mais poderosa do Brasil e, assim, garantir que nunca mais haja oposição de verdade aqui no Brasil. Acusam Bolsonaro de golpe, mas onde está o decreto assinado por ele? Onde estão os tanques de guerra, que não foram às ruas? Onde está a ação concreta? Simplesmente não existem. Ele não deu ordem alguma para subverter o processo democrático. Sobre o 8 de Janeiro, Bolsonaro já não era mais Presidente e não poderia decretar mais nada. Em 8 de janeiro, ele nem sequer estava aqui no Brasil. Aqui encontramos outro ponto essencial: o que levou os patriotas ao desespero no dia 8 de janeiro? A resposta é simples: foi uma sensação de injustiça. Foi a revolta de milhões de brasileiros que não conseguiram entender como alguém que não reunia multidões, como alguém que não tinha apoio popular visível, pôde vencer uma eleição contra um líder que arrastava, e ainda hoje arrasta, multidões vestidas de verde e amarelo, em total apoio ao seu Governo. Um sentimento de traição tomou conta do povo, Sr. Presidente. O que aconteceu, de fato, foi um ato de desespero, movido por um sentimento de impotência, diante de uma história esquisita, diante de uma história estranha, em que um ex-presidiário, que, por questões técnicas, teve os seus processos cancelados, acabou sendo, com o apoio da elite intelectual brasileira, dos artistas e do Judiciário, eleito Presidente do Brasil. Repito: isso foi desespero e não um golpe organizado. Diga-se de passagem, esses brasileiros, que para mim são patriotas, estão sofrendo até agora punições tão cruéis que não são dadas nem sequer a assassinos no Brasil, punições que não são dadas nem sequer a traficantes no Brasil. Mas a grande questão continua: por que querem criminalizar Jair Messias Bolsonaro? Ora, se há um golpe a ser questionado, ele ocorreu, sim, mas antes das eleições. Todos sabem que o Tribunal Superior Eleitoral tomou decisões que enfraqueceram a campanha de Bolsonaro e beneficiaram a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva. Todos sabem que o TSE proibiu o Presidente de usar imagens de seus próprios eventos na sua campanha. Eles cortaram milhares de inserções de rádio que favoreciam Bolsonaro. Impediram que ele falasse sobre temas essenciais, como, por exemplo, o pensamento de Lula sobre o maldito e desgraçado aborto. Impediram também que ele falasse sobre as relações de Lula com ditadores, como Daniel Ortega, da Nicarágua, que perseguiu e prendeu padres e freiras, que assumiu o Governo fazendo essas coisas; ou Nicolás Maduro, da Venezuela, que prende os seus opositores, nos mesmos moldes aqui do Brasil e, o que é pior, permite que o seu povo morra de fome. Tudo isso contribuiu para um cenário em que Bolsonaro e nós, os seus eleitores, nos sentíssemos amordaçados, impotentes, perseguidos e traídos. Esse processo injusto não é apenas contra Jair Messias Bolsonaro, mas também é contra todos aqueles que acreditam na democracia, na liberdade de expressão e na justiça verdadeira. Eu indago: se ex-Presidentes como Fernando Collor de Melo e Dilma Rousseff puderam questionar seus afastamentos sem serem punidos, sem serem recriminados, sem serem processados, Bolsonaro também não teria esse mesmo direito, se fosse o caso? Nossa luta não é apenas pela liberdade de um homem, mas também pelo princípio fundamental de que todos devem ser tratados com igualdade perante a lei. Se a Justiça se torna seletiva, ela deixa de ser justiça. O Brasil no qual vivemos é um Brasil estranho, e, infelizmente, tudo pelo qual nós passamos hoje nos permite aqui entender que a perseguição contra Jair Bolsonaro é real. O Brasil, repito, não pode permitir que Jair Messias Bolsonaro seja condenado por aquilo que não aconteceu. A história julgará os que tentam usar o poder para calar a Oposição. Também não posso deixar de dizer que, para cada ato injusto cometido pelos poderosos, haverá uma cobrança divina. O sangue do Clezão clama por justiça. O choro das crianças que estiveram aqui semana passada pela ausência dos seus pais sobe aos céus como um grito por justiça. Diz o Profeta Isaías, capítulo 10, versículo 1, no seu livro: "Ai dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que prescrevem a opressão". Saibam, senhoras e senhores, que o termo "ai", na Bíblia, é uma expressão de juízo, lamento ou advertência severa. Sempre que Deus ou os profetas usam o termo "ai" em uma declaração, isso significa que um julgamento divino está prestes a cair sobre uma pessoa, um grupo ou uma nação devido aos seus pecados. Então, eu repito: ai dos que decretam leis injustas, ai daqueles que, como escrivães, prescrevem coisas sobre a opressão. O texto bíblico é tão sério que não deixa dúvidas: haverá punição para quem decreta a lei injusta e para o escrivão que a prescreve, ou seja, todos os envolvidos na tal lei injusta. Eu encerro aqui, Sr. Presidente, dizendo que o povo brasileiro não se calará. Eu encerro aqui repetindo a frase que nós ouvimos e se tornou um mantra dentro dos nossos corações: Deus acima de tudo, e o Brasil acima de todos! E Bolsonaro Presidente do Brasil em 2026! Sr. Presidente, eu peço a divulgação deste meu discurso nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 19/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado celebrou a visita dos Vereadores Juliane e Clodoaldo Santana, de Orlândia (SP), destacando que são conservadores e possuem conexão com a população. Expressou consternação pelo que ocorreu com Bolsonaro, mas afirmou que isso fortalecerá o grupo. Convidou o Presidente da sessão a conhecer sua cidade e elogiou a atuação dos Vereadores na saúde e na comunidade religiosa.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Orlândia (SP),atuação,Saúde,Atividade religiosa,Conservadorismo Ex-presidente da República,Denúncia,Procuradoria-Geral da República (PGR),Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PR. MARCO FELICIANO (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, muito obrigado pela oportunidade. Deputado Delegado Paulo Bilynskyj, estou ansioso para ouvir seu discurso. Estou muito feliz na manhã deste dia, por receber aqui em Brasília figuras ilustres. Estão aqui ao meu lado a Dra. Juliane e o Clodoaldo Santana, ambos Vereadores na cidadezinha onde eu moro, Orlândia, em São Paulo. Eles são do nosso partido, o PL, são conservadores. Estamos todos consternados com o que aconteceu ontem com o Presidente Bolsonaro. Todavia, acreditamos que isso vem para somar. Ninguém pode quebrar a fortaleza que somos nós. Orlândia é uma cidade de 42 mil habitantes, uma cidadezinha muito bonita. V.Exa. está convidado para conhecê-la quando tiver oportunidade, Presidente. Os dois Vereadores que aqui estão representam o povo com uma pujança jamais vista. Fazem parte da nova safra. Conversam com a população. A Dra. Juliane atua na área da saúde, é médica. O Clodoaldo Santana é uma figura pública muito conhecida na cidade e um presbítero da minha igreja. Estou muito feliz de recebê-los aqui. Sejam bem-vindos!
  • 19/02/2025entregue por escrito

    O Deputado manifestou indignação com a denúncia contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro, apresentada ao Supremo Tribunal Federal por suposta tentativa de golpe de Estado. Argumentou que a acusação é infundada, pois não houve armas, organização ou apoio militar. Criticou a existência de um duplo padrão da justiça, mencionando a anulação de processos que permitiram a candidatura do atual Presidente da República. Classificou a denúncia como um malabarismo intelectual e defendeu que o Parlamento preserve a legalidade, impedindo acusações baseadas em suposições.

    Palavras-chave oficiais: Denúncia,Ex-presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),Golpe de Estado (crime),Perseguição política,Falsa acusação,Poder Judiciário,Ambiguidade da lei,Congresso Nacional

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO PR. MARCO FELICIANO (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). Pronunciamento realizado pelo Deputado Pr. Marco Feliciano, em 19/02/2025. Senhor presidente Senhores e Senhoras Deputados É com grande honra, e na mesma proporção com preocupação, que faço uso desta egrégia tribuna, para manifestar minha indignação com os rumos de nossa justiça. Repercute em todo mundo, a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, apresentada ao Supremo Tribunal Federal por suposta tentativa de golpe de Estado. Já foi discutido à exaustão que se trata de crime impossível, elencado por 10 de 10 juristas a impossibilidade de golpe de Estado sem armas, sem organização e apoio militar, sem a mais elementar logística, isto está claro. Uma mesma justiça que desqualifica um processo julgado em três instâncias para descondensar um reiterado corrupto, levando-o a se tornar “ficha limpa“ e candidato ao mais alto cargo da república. A denúncia apresentada pelo Procurador Geral da República, Paulo Gonet, é uma espécie de malabarismo intelectual que não deixa passar sequer uma vírgula da imensa vontade de persecução criminal a qualquer custo, contra o presidente Jair Bolsonaro e inúmeros assessores durante seu período na presidência da república, onde não houve uma mínima notícia de corrupção. Esse parlamento tem a obrigação histórica de preservar a pureza do processo legal, impedindo acusações embasadas em ilações sem a clareza de fatos incontestáveis, não por suposições que não se sustentam ao mais comezinho argumento acusatório. Muito Obrigado!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.