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Foto de Paulo Marinho Jr

Deputado · Câmara

Paulo Marinho Jr

PL · MA

Direitapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Paulo Celso Fonseca Marinho Júnior · 41 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 66 de 100, Tá no Caminho0406080100

66/100

Tá no Caminho

período curto: nota baseada em 216 votações

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 17% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 90%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 70%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 59%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 42%das 118 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 88%das 121 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

90%

Esteve em 70 de 78 sessões

Melhor que 26% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

70%

Registrou voto em 151 de 216 votações nominais

Melhor que 19% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 1 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 1 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

42%

Em 118 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 21% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

56 discursos na tribuna · de 13/02/2020 a 10/06/2026.

  • 10/06/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a situação da educação no Município de Caxias (MA), apontando problemas estruturais em escolas e creches, além de questionar a aplicação de recursos recebidos pelo Município, incluindo verbas oriundas de precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Além disso, relatou preocupações com o fornecimento de merenda escolar, o transporte de estudantes e a condução do processo de escolha de gestores escolares. Também comparou a realidade educacional de Caxias com a do Município de São Luís (MA), mencionando investimentos realizados na capital maranhense. Por fim, cobrou a atuação dos órgãos de fiscalização e controle, citou operações da Polícia Federal (PF) envolvendo contratos públicos e apelou para que as autoridades competentes investiguem as denúncias e adotem medidas para melhorar a qualidade da educação no Município.

    Palavras-chave oficiais: Educação,Caxias (MA),Escola,Creche,Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb),Merenda escolar,Transporte escolar,São Luís (MA),Órgão fiscalizador,Polícia Federal (PF),Contrato público,Autoridade competente,Denúncia,investigação,Administração municipal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, venho hoje aqui falar nesta Casa sobre a situação da educação no Município de Caxias. Tivemos as eleições para gestores escolares, cumprindo a legislação atual, e o que nós temos visto, além das várias interferências no processo eleitoral, são escolas em estado degradante, escolas com problemas estruturais. O que chama a atenção, Presidente, é que nos últimos anos, além do recurso da Educação, que é um recurso substancial, o Município de Caxias recebeu, de precatórios do Fundeb, dezenas de milhões de reais. Já recebeu a primeira parcela, a segunda parcela, tem uma verdadeira fortuna gasta em reformas, e você vê hoje creches destruídas, escolas destruídas, e nos perguntamos: "Onde foi parar o dinheiro?" Aproveitando, eu olho o cenário eleitoral. Na eleição de Governo, nós temos um candidato a Governador, o Eduardo Braide, que, com o recurso ordinário da Educação, conseguiu mudar a realidade educacional de São Luís, com a construção de dezenas de creches, com uma educação que a população aprova, que funciona. Enquanto isso, no interior do Maranhão, você vê o descaso de uma gestão municipal em que a educação é colocada em último lugar, com a constante falta de merenda escolar, transporte escolar que não funciona, de modo que a população se pergunta: "Onde estão as autoridades? Onde está o Ministério Público? Onde está o Judiciário? Por que ninguém faz nada?" A Câmara de Vereadores, com raríssimas exceções, tapa os olhos. Pelo contrário, a Câmara de Vereadores ajuda a atrapalhar o processo eleitoral. Quando aquele órgão que fiscaliza tapa os olhos, a consequência é o desmando. Se a gente não investe e não tem uma educação de qualidade, como a gente consegue mudar uma realidade. Então, eu venho aqui hoje fazer esse apelo para que as autoridades competentes olhem a situação da educação. Na minha cidade, Caxias, infelizmente, tudo está por fazer, por conta daquele grupo que roubou nas eleições. Já ocorreram várias e várias operações da Polícia Federal constatando esse roubo. Tudo que é escândalo, inclusive o de hoje, tem ligações com Caxias. Sim, hoje nós tivemos uma operação da Polícia Federal que atuou em diversos Municípios do Maranhão, em uma empresa chamada Santo Antônio. Você pode ir atrás dessa empresa, que ela está lá, fornecendo a merenda escolar, que a cidade de Caxias não teve nos últimos anos. Então, eu venho aqui fazer essa denúncia, reforçar esse apelo, para que a gente possa, de fato, mudar a realidade daquele povo que precisa. Presidente, eu queria agradecer, pedir que essas palavras sejam colocadas nos Anais da Casa e fossem também divulgadas no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado e uma boa tarde.
  • 10/06/2026

    O Deputado comentou as pesquisas eleitorais no Maranhão e manifestou dúvida sobre a metodologia de alguns levantamentos, especialmente os atribuídos ao INOP, que teriam apresentado oscilações incomuns em relação aos demais institutos. Além disso, apontou que parte das pesquisas ligadas ao grupo do Governador teria mostrado cenários distintos dos demais resultados e afirmou que a definição final ocorreria nas urnas.

    Palavras-chave oficiais: Pesquisa eleitoral,Governo estadual,Maranhão,Instituto de pesquisa,metodologia,Eleição

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, queria fazer um aparte. Tivemos o nobre Deputado Hildo Rocha falando sobre pesquisas no Maranhão, o que me gerou muita curiosidade, com relação ao Governador. Pareceu-me que as pessoas das quais ele falou eram de uma pesquisa — posso estar equivocado, se for do Instituto Inop — que botou, em um dia, o candidato do Governador em cima e, no outro dia, colocou-o embaixo, com uma variação surpreendente. Todos os institutos nacionais dão um parâmetro, mas o Inop, com esse sobe e desce, e a Econométrica parecem fazer de acordo com a intenção do momento. Pelo menos, é assim que aparece. Realmente, há dez pesquisas parecidas no Maranhão, e duas têm ligação com o grupo do Governador, que colocam um cenário diferente. Mas veremos o resultado nas urnas.
  • 09/06/2026

    O Deputado relatou um episódio de violência extrema ocorrido em Caxias (MA), onde um jovem foi executado com vinte tiros em disputa entre facções, e apontou o caso como reflexo da expansão do crime organizado por todo o País, associada à sensação de impunidade. Além disso, descreveu a situação de Caxias como agravada pela cassação do Prefeito desde dezembro, o que teria gerado falência das instituições locais nas áreas de infraestrutura, saúde e educação. Criticou, ainda, a sobreposição de funções entre os Poderes e a ausência de Parlamentares no exercício presencial do mandato. Por fim, cobrou que todas as instituições cumpram o papel constitucional e alertou para o risco de resposta nas urnas caso a situação não se reverta.

    Palavras-chave oficiais: Caxias (MA),Crime organizado,Homicídio,Prefeito,cassação Crime organizado,combate,Poderes da União,Deputado federal,atuação,Eleição

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje venho à tribuna desta Casa para falar sobre a sensação que a gente vive no Brasil como um todo, mas especialmente, Deputado Cabo Gilberto, na cidade de onde eu venho: Caxias, no Maranhão. Este final de semana, como disse o nobre colega Deputado José Rocha há pouco sobre as facções, na minha cidade, executaram um jovem com vinte tiros e degolaram a cabeça dele. Uma execução de vinte 20 tiros por uma briga de facção: isso é o retrato do Brasil como um todo. Passamos da época em que isso acontecia somente no Rio de Janeiro ou em São Paulo. Isso hoje acontece na Paraíba, acontece no Maranhão, acontece no Amazonas, acontece na Bahia. Em todo o Brasil, o que a gente vê é o crime organizado, e isso tudo isso é reflexo da sensação de impunidade, a sensação de que você pode cometer o crime e não vai ser punido à altura. Na minha cidade, a gente vive uma situação mais complicada ainda: a principal autoridade da cidade, que é o Prefeito, está cassado desde dezembro e está aguardando o julgamento do Tribunal Regional Eleitoral. Enquanto isso, o que a gente vê em toda a cidade é a falência das instituições. O crime organizado está se espalhando, a cidade está literalmente se desfazendo: o asfalto, a saúde e até a educação. Hoje tivemos o processo de votação para a eleição dos diretores de escola, e a Prefeitura mais uma vez quis atrapalhar o processo. Foi preciso vários alunos se manifestarem para mostrar que eles querem um outro rumo para a cidade. Está todo mundo cansado dessa sensação de impunidade, dessa sensação de que está tudo jogado, de que está tudo largado. Se os cidadãos não se unirem, e nós, que estamos exercendo mandato, não cobrarmos que todas as instituições cumpram o seu papel constitucional, a nossa sociedade só vai, cada vez mais, definhar. A gente vê cada vez mais uma instituição fazendo o trabalho da outra e deixando de fazer o seu. A gente vê o Judiciário legislando, o Legislativo querendo executar o orçamento, o Executivo dando pitaco em outra coisa. Enquanto isso, o papel constitucional vai ficando de lado. O que a gente precisa, de verdade, é que as instituições façam o seu papel bem feito; que a Câmara de Vereadores exerça seu papel; que a Prefeitura o exerça, assim como o Governo do Estado; enfim, que toda instituição cumpra rigorosamente o seu papel. Que deixe de dar pitaco na vida dos outros, mas faça o seu papel. Que seja motivo de orgulho. A gente vive hoje num País onde o cidadão está cansado: reclama do Judiciário, reclama do Legislativo, reclama do Executivo. De fato, ele hoje reclama da vida. Ele está cansado dessa sensação de impunidade, de que o tempo passa e nada muda, de que entra um lado, entra outro, muda, muda, muda, mas não muda nada na vida dele. A gente precisa estar no mandato e mostrar, de fato. Precisamos parar com o discurso fácil, tocar na ferida, sair daquela coisa de só acompanhar a multidão. Várias e várias vezes a gente vê votações aqui em que poucos Deputados aparecem para falar. Temos, por exemplo, a Deputada Erika, que está sempre aqui, mas quantos Deputados não pisam nesta Casa e votam apenas pelo aplicativo? Está passando da hora, de fato, de a gente dar uma resposta de verdade, porque as urnas, daqui a poucos meses, vão dar uma resposta. E pode não ser a resposta que se quer, porque o povo tem a voz de Deus, mas é o mesmo povo que, mal direcionado, colocou Jesus na cruz. Então, a gente precisa assumir a nossa responsabilidade e cobrar das autoridades que façam, de fato, as coisas acontecerem. Precisamos preservar as instituições, porque elas devem ser estáveis e perenes, para que a gente, de fato, tenha o País que busca e quer, e que não seja só essa degradação que a gente vê acontecendo. Portanto, eu queria agradecer, Presidente. Também queria pedir que este discurso fosse divulgado pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigado e uma ótima noite.
  • 26/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado destacou dados do Atlas da Violência que apontam a cidade de Caxias (MA) como a 28ª mais violenta do Brasil, com cerca de cinquenta homicídios por cem mil habitantes. Ademais, atribuiu a violência ao descaso e à falência do Poder Público e criticou a perda de credibilidade do Poder Judiciário perante a população. Além disso, questionou a demora do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) em confirmar a cassação do Prefeito de Caxias (MA) e denunciou parcialidade na condução de processos judiciais envolvendo candidatos da Oposição e do Governo. Ao final, defendeu atuação imparcial do Poder Judiciário para o fortalecimento da democracia.

    Palavras-chave oficiais: Dados,Violência,Criminalidade,Homicídio,Caxias (MA),Poder Judiciário,Tribunal Regional Eleitoral (TRE),Maranhão,Perda de mandato eletivo,cassação,Prefeito,parcialidade,Processo judicial,Democracia

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente, hoje saiu a edição deste ano do Atlas da Violência, que, infelizmente, continua trazendo indicadores muito preocupantes. Eu venho da cidade de Caxias, que continua aparecendo numa posição muito ruim: da trigésima subiu, infelizmente, para a 28ª posição, Deputado André, com cinquenta homicídios a cada mil habitantes. A violência é fruto do descaso, da falência do poder público, no geral. E a gente está num momento em que um dos Poderes talvez mais fortes e importantes tem sido muito questionado, Deputado Cabo Gilberto, que é o Judiciário. A Justiça precisa ser cega e justa. E a gente tem visto, nos últimos tempos... Eu fui criado por uma pessoa do Judiciário. Minha avó foi desembargadora, numa época em que a gente não conhecia os Ministros do Supremo Tribunal Federal. A gente não conhecia boa parte dos desembargadores. Hoje, o Judiciário se tornou mais conhecido, mas, infelizmente, a população desconfia mais. Nós precisamos mudar isso, e só existe uma forma, Presidente Charles: com atuação correta e imparcial, algo que boa parte da população hoje desconfia que aconteça. Na minha cidade, por exemplo, que é a cidade mais violenta do Maranhão, o Prefeito está cassado. A cassação de vários Prefeitos está sendo confirmada no Tribunal Regional Eleitoral. E o da minha cidade continua aguardando, sem justificativa, que essa cassação seja confirmada, numa espera que não tem nenhuma justificativa. Hoje em dia, infelizmente, às vezes a gente não consegue explicar por que o Judiciário escolhe julgar aquele processo em vez do outro. Não há clareza na condução. E isso é muito ruim para as instituições. Por que o candidato da Oposição é condenado por um ato em praça pública e o candidato do Governo, que usa uma estrutura gigantesca, não é julgado? Por que essa escolha seletiva? São perguntas que ficam na cabeça da população e acabam depondo contra o Judiciário. Eu ainda sou do tempo em que se acredita no Judiciário. Só reforçando essas instituições é que a democracia será forte, e a gente poderá, de fato, viver num país melhor. E eu queria pedir a divulgação do meu discurso pelo programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Presidente.
  • 20/05/2026

    O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, do líder político Hilário Neto, de Lago da Pedra (MA), acompanhado da esposa, que veio a Brasília (DF) para participar da Marcha dos Prefeitos.

    Palavras-chave oficiais: Político,Esposa,Lago da Pedra (MA),Câmara dos Deputados,Brasília (DF),Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Queria só fazer o registro da presença do grande líder político Hilário Neto, da cidade de Lago da Pedra, no Maranhão, que está aqui com a sua esposa, prestigiando a Casa. Veio para a Marcha dos Prefeitos. Queria só deixar isso registrado.
  • 19/05/2026

    O Deputado registrou voto contrário ao Projeto de Lei nº 4.822, de 2025, e criticou a inclusão de projetos na pauta sem prazo adequado para análise pelos Parlamentares. Além disso, apontou que a prática contraria os princípios democráticos, pois impede o conhecimento prévio das proposições votadas.

    Palavras-chave oficiais: Voto contrário,Projeto de lei ordinária,Pauta (processo legislativo),Prazo,análise

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu queria deixar registrado meu voto contrário à matéria anterior. Colocar em votação um projeto em cima da hora, sem dar aos Parlamentares tempo para ler o texto, afronta completamente a democracia. É impensável votar um projeto do qual eu não tenha conhecimento prévio, que veio para a pauta no dia, em cima da hora, sem dar tempo aos colegas de analisá-lo. Isso vai completamente contra a democracia. Quero deixar registrado meu posicionamento contrário ao projeto anterior.
  • 19/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado destacou audiência pública sobre segurança realizada em Caxias (MA). Afirmou que o encontro ocorreu sem a presença de órgãos como Judiciário, Ministério Público e forças federais de segurança. Citou operações policiais realizadas por forças do Piauí e Goiás que resultaram em apreensões de drogas e prisões na região. Também mencionou investigações do Gaeco do Piauí envolvendo possível uso de emendas parlamentares e suposta relação com o PCC, organização criminosa. Questionou a atuação das autoridades e a situação da segurança pública em Caxias.

    Palavras-chave oficiais: Política de segurança pública,Caxias (MA),Crime organizado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente, venho hoje a esta tribuna relatar alguns acontecimentos do Maranhão nos últimos dias. Deputado Hildo Rocha, tivemos em Caxias, na quinta-feira, uma audiência pública sobre segurança, tema mais do que atual e superpertinente, pois Caxias é a cidade mais violenta do Maranhão. Mas, para minha surpresa, sabendo do problema de Caxias, a audiência pública não contou com a presença nem do Judiciário, nem do Ministério Público, muito menos da Polícia Federal ou qualquer órgão de segurança federal. Eu estranhei, porque sabia da ineficiência, e já tinha falado sobre isso no ano passado. E me perguntei: por que algo assim? Só para a eleição? Só para fazer teatro? Talvez, na segunda-feira, tenhamos tido uma resposta. Começou a semana com a Polícia Militar e Civil do Piauí prendendo a Índia do PCC, num bunker, com centenas de toneladas de droga. Milhões de reais foram apreendidos na cidade de Caxias pela Polícia Militar e Civil do Piauí, que já tinha feito outras apreensões. Até a Polícia de Goiás tinha feito apreensões de drogas em Caxias, mas a Polícia do Maranhão... Assim, paramos para pensar. À tarde, veio outra bomba. A bomba da tarde foi um áudio interceptado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas — Gaeco do Piauí sobre uma emenda que o pessoal do Primeiro Comando da Capital — PCC colocou na cidade de Caxias e pagou o Prefeito. A única dúvida é: qual Prefeito que eles pagaram? Foi o atual, que está cassado, ou foi o ex-Prefeito, que saiu da Prefeitura para ser Secretário do Governo Brandão? Seria esse o motivo de as forças de segurança não olharem para cidade de Caxias, a cidade mais violenta do Maranhão? Seria por isso que o Gaeco do Piauí está investigando e olhando a situação? Com a palavra as autoridades, porque a população de Caxias e do Maranhão precisa das respostas. Não podemos ver a segurança pública falindo da forma que está, com as facções dominando o território. Há vários bairros onde hoje já não se pode ir. Com certeza, isso não é à toa. Não podemos ficar calados. A omissão das autoridades talvez seja a resposta, porque nada é à toa. Realmente, às vezes, Deputado Otoni, é dito que o Brasil não é para amadores. Eu tenho certeza de que esse é um ditado muito válido. Você vê o crime organizado crescendo, o PCC chegando, e agora emenda Parlamentar vendida pelo PCC para pagar propina para Prefeito! Presidente, queria pedir que meu pronunciamento fosse colocado nos Anais da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 13/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado fez um apelo às autoridades do Ministério Público e do Judiciário para que adotem providências diante da crise administrativa enfrentada pelo Município de Caxias (MA). Informou que a cidade vive um cenário de caos e abandono, com atrasos no pagamento de médicos, falhas graves na saúde pública, precariedade na infraestrutura urbana, denúncias de desvios de recursos e aumento da violência. Citou ainda nota pública do Conselho Regional de Medicina cobrando regularização de pagamentos, mencionou investigações da Polícia Federal, como a operação Operação Lei do Retorno, e criticou a gestão municipal, afirmando que o Prefeito cassado aguarda apenas decisão definitiva da Justiça Eleitoral.

    Palavras-chave oficiais: Caxias (MA),Crise,natureza administrativa,precariedade,Saúde pública,Infraestrutura,Segurança pública,Ministério público,Poder Judiciário,Prefeito,cassação,Justiça eleitoral

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu venho à tribuna desta Casa, Presidente, para fazer um apelo às autoridades do Ministério Público, do Judiciário, a todas autoridades constituídas. Em Caxias, Maranhão, cidade de onde eu vim, vivemos situação de completo caos e abandono. Chegamos a um ponto em que o Conselho Regional de Medicina emitiu nota pública para fazer cobrança a respeito do pagamento dos médicos. O descaso acontece em todas as áreas. O Secretário de Finanças deu uma entrevista e disse que ele não sabia onde foi parar o dinheiro das taxas municipais da rodoviária. Na cidade foram realizadas grandes apreensões de drogas, há violência extrema, a cidade é a mais violenta do Maranhão, o Prefeito está cassado, aguarda somente o julgamento do Tribunal Regional Eleitoral, que, há várias semanas, está para ir para a pauta. Toda a cidade espera ansiosamente o momento de o Prefeito ser afastado e de a vontade do povo ser feita. É inadmissível que uma cidade tão importante para um Estado como o Maranhão esteja passando por essa situação de caos, de abandono, de descaso. Todas as áreas estão em situação de falência múltipla dos órgãos. Há buracos em todos os locais, grandes escândalos relacionados a desvios na educação. A Operação Lei do Retorno, da Polícia Federal, investigou desvio de dinheiro dos livros escolares. Na saúde, não há remédio em lugar nenhum. Inclusive, existe um termo de ajustamento de conduta firmado com o Ministério Público que vem sendo descumprido. Funcionários não estão sendo pagos, dinheiro está sendo desviado. O descaso que vemos é inclusive um deboche. Este é o slogan utilizado pelo Prefeito: "Viver aqui é bom demais!" E toda a população pergunta: "É bom demais para quem?" É por isso que, politicamente, temos que tomar posições. Eu fico muito feliz quando as pessoas começam a externar isso, principalmente a classe política, porque, por muito tempo, houve omissões. Agora todos estão colocando a boca no trombone para mostrar aquilo de que temos falado há muito tempo. Não podemos ser coniventes com o descaso, com o abandono, em esfera nenhuma, sobretudo no lugar em que vivemos. Eu, como amante da cidade de Caxias, não pude ficar calado em momento nenhum e continuo nessa luta para, de fato, mudarmos a história desse Município, do nosso Estado e do nosso Brasil. Presidente, solicito que estas palavras sejam divulgadas no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 05/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado defendeu mudanças na legislação penal para combater a impunidade no Brasil, citando crimes hediondos como exemplo da necessidade de punições mais eficazes. Argumentou que autores de crimes graves devem ser responsabilizados independentemente da idade, divergindo parcialmente da defesa tradicional da redução geral da maioridade penal ao propor um tratamento específico para crimes hediondos. Também criticou a lentidão e a falta de efetividade do Judiciário, afirmando que a sensação de impunidade estimula a reincidência criminal e atinge inclusive a esfera política, ao mencionar fraudes eleitorais e desinformação. Por fim, fez um apelo para que o Congresso trate o tema como uma pauta nacional, acima de divisões ideológicas entre Direita e Esquerda, em defesa de reformas voltadas ao fortalecimento da responsabilização penal.

    Palavras-chave oficiais: alteração,Legislação penal,combate,Impunidade,Crime hediondo,responsabilização,Menor de idade,Poder Judiciário,Reincidência,Fraude,Eleições,Desinformação,Direita política,Esquerda política

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje eu venho à tribuna para falar sobre a talvez maior chaga do Brasil: a impunidade — ou, pior, a certeza da impunidade. Tem-se visto, de forma assustadora, casos de crimes hediondos, como foi o estupro cometido por um grupo de jovens. Quem é pai consegue ter uma ideia da dor dessas crianças e se preocupa muito com o futuro, ainda mais porque esse crime foi cometido por uma maioria de crianças também. A necessidade de adequarmos as leis do Brasil, de termos a certeza de que a pessoa que cometeu o crime será responsabilizada, pagará a pena devida, precisa virar uma realidade. Hoje, o que a gente sente no Brasil, Deputado Hildo Rocha, é que o crime compensa. E o crime se repete. Várias vezes o bandido volta à cena do crime. No Brasil, infelizmente, o nosso Judiciário tem perdido a credibilidade. São tantos os problemas, que a gente não consegue nem enumerá-los. Talvez a gente precise começar a rever as leis como um todo. Eu tenho escutado meus colegas falarem da redução da maioridade penal. Deputado Bohn Gass, eu acredito que a redução da maioridade penal não é o caso. O que a gente precisa entender é que para crime hediondo não há que se considerar idade. Para aquelas pessoas que cometem crimes hediondos, crimes assustadores, não pode haver um limite de idade. Não é a idade que dará permissão para alguém cometer um crime hediondo por certeza da impunidade, até porque pessoas maiores de idade várias vezes usam menores para cometer crimes. Infelizmente, essa esperteza do bandido não se vê só em casos de crime hediondo. O que a gente vê no Brasil é que o político que frauda uma eleição, quando chega a outra eleição, vai fraudá-la de novo, do mesmo jeito. Ele sabe, Deputado Rodrigo da Zaeli, que não dá tempo de ser punido. Várias vezes ele só muda o nome da pessoa que comete o crime. Solta uma deepfake, a Justiça não tem tempo de cassá-lo, e às vezes ele passa o mandato todo no cargo. Precisamos, urgentemente, que o Judiciário seja eficiente, para que não haja, de maneira nenhuma, essa sensação de impunidade, que é a chaga que hoje vive o Brasil. Eu queria pedir a esta Casa que se unisse urgentemente em torno das causas que são necessárias para o Brasil. Não se trata mais de uma bandeira da Direita ou da Esquerda. Eu tenho certeza de que ninguém vai defender um crime hediondo. Nós precisamos superar essas barreiras ideológicas e pensar naquilo que nos une, que é o Brasil. Presidente, eu queria pedir que meu discurso fosse registrado no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 28/04/2026

    O Deputado registrou a presença de Vereadores de Coelho Neto, no Maranhão, em visita à Câmara dos Deputados durante a Marcha dos Vereadores. Destacou a relevância da atuação dos legisladores municipais, ressaltando o contato direto que mantêm com a população e os desafios enfrentados na articulação de demandas locais. Agradeceu a presença da comitiva e afirmou que a Câmara permanece aberta ao diálogo e à colaboração com representantes municipais.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Coelho Neto (MA),Visita oficial,Câmara dos Deputados,Congresso,Atuação parlamentar,Poder legislativo municipal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Queria aqui registrar a presença de Vereadores de Coelho Neto, que vieram conhecer a Casa, ver o nosso trabalho. Eles vieram a Brasília para participar da Marcha dos Vereadores. Eles estão diretamente na lida com o eleitor. Eu sempre digo que o Vereador exerce a parte mais difícil da política, porque faz o contato mais direto com o povo e vê de fato as maiores dificuldades do dia a dia. Então, queria agradecer ao meu amigo Rafael e a todos os Vereadores de Coelho Neto que vieram se fazer presentes aqui na Marcha dos Vereadores e dizer que a Câmara dos Deputados está sempre à disposição de vocês. Muito obrigado, Presidente.
  • 28/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado relatou participação em audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) para tratar de auditorias no Sistema Único de Saúde (SUS), destacando denúncias envolvendo a rede de saúde em Caxias (MA). Mencionou caso de criança sem acesso a medicação e o descredenciamento de clínica médica do sistema público, atribuído a conflito político local. Além disso, apontou cenário de violência no Município, com registros recentes de homicídios e apreensões de drogas em investigações interestaduais. Também citou a cassação do Prefeito e a expectativa por julgamento de recurso na Justiça Eleitoral. Por fim, cobrou atuação de órgãos públicos diante das denúncias e ressaltou impactos na população, especialmente nas áreas de saúde e segurança.

    Palavras-chave oficiais: Sistema Único de Saúde (SUS),Auditoria,Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC),Audiência pública,Caxias (MA),Denúncia,Medicação,Criança,Clínica médica,descredenciamento,Saúde pública Segurança pública,Violência,Homicídio,Caxias (MA),Entorpecente,Prefeito,cassação,Justiça eleitoral,Recurso judicial,Administração municipal

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente. Caros amigos, hoje começamos o dia aqui na Câmara participando de uma audiência na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, para tratar de auditorias do SUS. As notícias de hoje começaram com o caso de uma criança da minha cidade, Caxias, no Maranhão, sem lugar para receber medicamento no hospital infantil. Em seguida, foi noticiado que a clínica de um grande médico da cidade, o Dr. Helton Mesquita, tinha sido descredenciada pelo SUS, mesmo estando sem receber pagamento da Prefeitura desde dezembro. E a clínica foi descredenciada não por causa de mau atendimento ou por recusa em atender as pessoas, mesmo sem pagamento. Ela foi descredenciada por perseguição política, porque o Dr. Helton Mesquita anunciou que era pré-candidato a Deputado Federal. E eu digo isso apesar de ele ser meu concorrente, talvez. O que vemos em Caxias, no Maranhão, é a politicagem levada ao extremo, é a perseguição. Enquanto isso, a população fica aflita, procurando respostas. Ontem, um jovem de 16 anos foi executado em plena luz do dia. Numa cidade próxima, Dom Pedro, um Vereador, ex-Presidente da Câmara Municipal, foi executado. Parece que as autoridades estão vivendo em um mundo à parte e não estão vendo o descaso em que a população vive no mundo real. O mundo do Instagram é um; o mundo real é outro, completamente diferente. E o pior: no mundo real, quando se faz uma denúncia, fica-se aguardando. O Prefeito de Caxias foi cassado em dezembro. Desde dezembro, o caso está no TRE, aguardando o julgamento de um recurso. O processo está pronto para ir para a pauta. O que está faltando? A Presidência do TRE mudou agora. Saiu uma pessoa muito séria, o Desembargador Paulo Velten, e entrou outra pessoa também séria, a Desembargadora Francisca Galiza. Esperamos que agora o Judiciário dê as respostas que a sociedade espera. Esperamos que o Executivo enfrente a criminalidade. Esperamos que todos os órgãos assumam sua posição. Não faz sentido haver tanta denúncia e não haver auditoria do SUS. Ora, há tanto dinheiro na saúde de Caxias, e o hospital não tem uma cama para receber uma criança?! Caxias é a cidade mais violenta do Maranhão, uma das trinta mais violentas do Brasil. Na semana passada — pasmem! — acharam meia tonelada de cocaína, no valor de aproximadamente 30 milhões de dólares, em um sítio ligado a um político. E essa descoberta se deu a partir de uma investigação da Polícia Civil de Goiás que acabou chegando ao Maranhão. Na semana retrasada, acharam 500 quilos de maconha, a partir de uma investigação da Polícia Civil do Piauí. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA) - Enquanto isso, a sociedade clama por justiça e por respostas. Presidente, eram essas as minhas palavras. Peço a V.Exa. que meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado e uma ótima tarde.
  • 15/04/2026

    O Deputado defendeu o Programa Nacional de Apoio à Inovação e à Pesquisa Científica e Tecnológica no Sistema Único de Saúde (Prompec). Destacou que o programa utiliza mecanismos de incentivo fiscal para fomentar pesquisas científicas, especialmente na área médica, comparando o modelo a instrumentos já aplicados no setor cultural e esportivo. Informou ainda que a iniciativa busca fortalecer a inovação voltada à saúde pública e foi considerada relevante para o País.

    Palavras-chave oficiais: Inovação tecnológica,Pesquisa científica,Sistema Único de Saúde (SUS)

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, hoje é um dia importante. Foi aprovado na Comissão de Ciência e Tecnologia o Programa Nacional de Apoio à Inovação e à Pesquisa Científica e Tecnológica no Sistema Único de Saúde — Prompec, através do relatório da Deputada Luisa Canziani, e eu agradeço a ela esse projeto fundamental para o País. De uma forma bem resumida, Deputado Éder Mauro, é uma Lei Rouanet para a pesquisa científica, principalmente na área médica. Já que a gente pode usar incentivos fiscais para o esporte e para a cultura, por que não usar esse mesmo instrumento, que é conhecido, que é eficiente, para proteger o que nós temos de mais importante, que é a vida. Então, estou muito feliz por esse projeto, o PL 4.060, ter superado mais essa etapa. Esperamos que ele venha, em breve, para o plenário, porque é um projeto importante para todo o País.
  • 15/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado abordou o cenário político do Maranhão e destacou a gestão do ex-Prefeito de São Luís, Eduardo Braide. Afirmou que o gestor deixou a Prefeitura com recursos em caixa, obras em andamento e sem dívidas, além de romper práticas políticas tradicionais no Estado. Relatou que Braide teve alta aprovação mesmo sem maioria na Câmara Municipal e mencionou conversa sobre soluções para problemas estaduais, com ênfase na gestão orçamentária. Declarou apoio ao ex-Prefeito e informou agenda conjunta em Caxias (MA) para diálogo com a população. Por fim, informou que o momento indicou possibilidade de mudança no modelo de gestão no Maranhão.

    Palavras-chave oficiais: Ex-prefeito,São Luís (MA),Apoio político,Gestão pública

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente, venho hoje a esta Casa falar sobre o futuro político do Maranhão. No Maranhão, nós temos um fenômeno acontecendo. Temos um dos Prefeitos mais bem avaliados, ou melhor, tivemos o Prefeito da nossa capital, São Luís, que deixou a Prefeitura como um exemplo de gestor. Deixou em caixa, nobre Deputado pai, 2 bilhões e 300 milhões de reais em caixa. Renunciou à Prefeitura, que estava sanada, com mais de 1 bilhão em obras, sem dever ninguém, com cabeça erguida. Quebrou uma tradição no Maranhão de indicar familiares, de tratar a coisa pública como coisa privada, num movimento de muita coragem. Acho que é sinal dos tempos. Ele é criticado, dizem que ele não tem contato com a classe política. E, realmente, eu sou o primeiro Deputado que declarou apoio a ele. Lançou-se praticamente sozinho. Eduardo Braide foi Deputado nesta Casa e sempre foi um exemplo de coerência, de retidão. Foi um exemplo de gestor, resolvendo os principais problemas que a cidade de São Luís tinha. E não é à toa que ele saiu tão bem avaliado, mesmo governando sem ter a maioria da Câmara, numa gestão que foge ao convencional, principalmente de um Estado atrasado em vários aspectos, como é o Maranhão. Mas falar do atraso do Maranhão é falar do passado. Quem aposta em Eduardo aposta no futuro, aposta na possibilidade de o Maranhão romper essa tradição vergonhosa de ser o Estado menos desenvolvido da Federação. É uma aposta na gestão. Passei mais de 2 horas conversando com o Eduardo Braide. Conversamos sobre o que é possível fazer, sobre como nós vamos resolver os problemas graves que o Maranhão tem. E o que mais me chamou a atenção na conversa foi a afirmação dele: "Paulo, eu estudei todo o orçamento do Estado, eu lhe garanto que tem dinheiro". Ele já mostrou isso na Prefeitura de São Luís, e eu tenho certeza de que ele vai mostrar isso no Governo do Maranhão. Vou ter a honra de recebê-lo na nossa cidade de Caxias nesta sexta-feira, para conversar mais com a população. Que o Maranhão possa de fato começar esse novo tempo, um tempo em que o nosso Estado fale do que vai fazer, não das mazelas do passado! Muito obrigado, Presidente.
  • 08/04/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Proposta de Emenda à Constituição nº 383, de 2017, que altera a Constituição Federal para garantir recursos mínimos para o financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Liberal (PL),Voto contrário

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o PL orienta "não" à retirada de pauta. Num país com os indicadores que o nosso tem hoje em dia, nós precisamos garantir recursos para a assistência social. Por isso, a orientação do PL é de voto "não" à retirada de pauta.
  • 07/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado relatou visita à Secretaria de Segurança Pública do Maranhão e destacou a atuação da Coronel Augusta, ressaltando sua competência e desafios no combate à violência. Apontou o avanço das facções criminosas no Estado, mencionando a presença de grupos como PCC e Comando Vermelho e a utilização de pichações como forma de marcação territorial. Também afirmou que o Maranhão tem se tornado rota do tráfico internacional de drogas. Além disso, criticou a falta de prioridade política para temas como segurança, emprego e combate à pobreza, destacando problemas como violência, desemprego e alta carga tributária. Por fim, defendeu a necessidade de medidas firmes, cooperação institucional e ações concretas para enfrentar a criminalidade, afirmando que a população está cansada da falta de segurança no cotidiano.

    Palavras-chave oficiais: Secretaria estadual,Maranhão,Segurança pública,Violência,Crime organizado,Pichação,Territorialidade,Tráfico transnacional de droga,Tráfico de droga,Desemprego,Carga tributária,Criminalidade

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Presidente. Boa noite, colegas. Ontem eu estive na Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão com a Coronel Augusta, uma mulher que chefia a segurança pública de um Estado onde a violência só cresce, como o Maranhão. Eu já a conhecia, sei da sua competência, da sua boa vontade e do grande trabalho que ela fez para a implantação da Patrulha Maria da Penha. Sei também das dificuldades que a segurança vive e da urgência que a cerca, porque as facções se espalharam pelo Brasil todo. Hoje o Maranhão é um grande entreposto de tráfico de drogas internacional, com facções espalhadas por todos os cantos. Quando trafegamos pelas BRs ou pelas rodovias estaduais do Maranhão, vemos praticamente todas as placas pichadas: "Bonde dos 40", "Comando Vermelho", "PCC". Esta é a clara demonstração da marcação de territórios. Enquanto isso, vemos que o debate sobre o que realmente importa para a segurança pública, para a geração de empregos e para o combate à miséria — digo isso porque o Maranhão é o Estado mais miserável do Brasil, Deputado Sargento Fahur — fica esquecido pela classe política. Impostos altos, desemprego e falta de segurança. Eu fui, então, manifestar apoio e me colocar à disposição da Coronel Augusta, para que, acima de tudo, superemos as divergências políticas e tratemos daquilo de que o povo precisa: solução, entrega, e não respostas fáceis. Para resolver problemas complexos, não há mágica, nada se faz do dia para a noite; é preciso, sim, muito trabalho, seriedade e tempo. Estamos em ano eleitoral. Provavelmente, a Coronel não terá tanto tempo, porque será muito demandada. Ainda assim, coloquei-me à disposição para estar junto, independentemente de posicionamento político, porque a segurança pública precisa ser encarada de frente, com medidas duras, nem sempre as mais populares. O brasileiro, especialmente o maranhense, está cansado de não ter segurança ao sair de casa, de não poder andar na rua com um celular. Nós precisamos mudar esta realidade. Já temos realizado algum trabalho na Câmara e vamos continuar firmes nesta luta, para que possamos, de fato, ter segurança no Brasil. Presidente, eu gostaria de solicitar a V.Exa. a divulgação deste pronunciamento pelo programa A Voz do Brasil. Tenham todos uma ótima noite. Muito obrigado.
  • 25/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado alertou para o aumento de crimes envolvendo deepfake e fraudes virtuais, destacando reportagem do jornal O Globo que indicou baixa taxa de condenação nesses casos. Afirmou que a ausência de mecanismos eficazes dificultou a atuação da Justiça, especialmente em períodos eleitorais. Também criticou a impunidade no Maranhão e mencionou a troca no comando da segurança pública, desejando êxito à nova gestora, Coronel Augusta, na condução das políticas de combate à criminalidade.

    Palavras-chave oficiais: Deepfake,Crime,aumento,Eleição Maranhão,Segurança pública,Mulher,Comandante,Assunção,Congratulação

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente, venho hoje à tribuna desta Casa para falar sobre uma matéria publicada hoje pelo jornal O Globo, que retrata mais um dos absurdos que, infelizmente, vemos acontecer no Brasil. Segundo a reportagem, a cada cinco casos de deepfake, de fraude virtual, em somente um o denunciado é julgado e condenado. Vemos claramente que este problema vem ganhando importância e que, muitas vezes, a Justiça não está tendo mecanismos para combatê-lo. Nós temos visto fraudes de todos os tipos. Aliás, uma das matérias citadas pelo jornal O Globo de hoje é de um episódio ocorrido em Caxias, cidade onde tenho minha base política principal. O Prefeito à época subiu ao palanque e transmitiu uma gravação fraudada, uma fake news, Deputado Otoni de Paula. Quando incitado pelo Judiciário a apresentar as provas, ele alegou que, para não se incriminar, ele não poderia produzir provas. É um direito constitucional a pessoa não produzir provas contra si mesma. Contudo, não faz sentido um agente público ter este comportamento, um Prefeito se recusar a mostrar as provas. É esta a dificuldade hoje que vive a Justiça Eleitoral. O tempo vai passando, e as pessoas que cometem crimes não são punidas. Ocorre que, nas eleições, o mais importante é o tempo. Nós estamos chegando a um novo período eleitoral, e esta situação precisa ser enfrentada de maneira firme, Presidente. A Justiça precisa criar mecanismos para que o infrator, o criminoso, não prevaleça. Hoje, no interior do Maranhão, o que vemos é, infelizmente, o crime: o crime na política, o crime na sociedade, o tráfico de drogas, todo tipo de crime, além da impunidade, que prevalece. Enquanto isso, aqueles que mais precisam são os mais afetados. No Maranhão, tivemos uma mudança significativa. Na semana passada, foi trocado o Secretário de Segurança, e temos agora uma mulher no comando da Secretaria de Segurança. Aproveito para aqui, publicamente, externar meu desejo para que ela possa conduzir um bom trabalho, já que talvez esta seja a maior carência do Maranhão, segurança e justiça, para que um trabalhador possa andar com seu celular na rua sem ser assaltado, e possa, de fato, ter o direito mais sagrado, o direito de ir e vir, preservado. Registro à Coronel Augusta meu sincero desejo de um bom trabalho, para que ela possa continuar dando orgulho ao Município de Caxias, nossa cidade. Desejo-lhe um bom trabalho, porque o trabalho é grande. Muito obrigado. Uma boa tarde a todos.
  • 11/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado relatou participação em um seminário sobre biotecnologia realizado em Campinas (SP), destacando o potencial das pesquisas com Células-tronco para o tratamento de diversas doenças e para avanços na área da longevidade. Afirmou que o Brasil possui pesquisas promissoras e reconhecimento internacional nesse campo, citando como exemplo estudos envolvendo Polilaminina, mas enfrenta limitações devido à falta de políticas públicas, financiamento e marcos legais que ampliem o uso dessas tecnologias. Defendeu maior investimento em ciência e inovação, ressaltando que terapias baseadas em células-tronco podem ampliar o acesso da população de baixa renda a tratamentos mais eficazes. Por fim, informou que está articulando iniciativas com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) para levar essas tecnologias ao Estado e promover ações voltadas ao atendimento de pacientes, incluindo crianças com Lábio leporino.

    Palavras-chave oficiais: Biotecnologia,Seminário,Campinas (SP),Célula-tronco,Polilaminina,Financiamento,Política pública,Ciência e tecnologia,Inovação tecnológica,População de baixa renda,Tratamento de saúde,Tratamento oncológico,Universidade Federal do Maranhão (UFMA),Lábio leporino,Criança com deficiência

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente, ontem eu tive o orgulho de participar de um seminário em Campinas sobre biotecnologia, principalmente a questão das células-tronco. É incrível o trabalho que vem sendo feito no Brasil, infelizmente com pouco apoio, na questão das células-tronco. As células-tronco podem nos ajudar a solucionar vários problemas que nós temos hoje. E o Brasil tem sido referência mundial. Nós temos, por exemplo, o caso da polilaminina, que saiu no Fantástico, mas nós temos várias outras pesquisas, Deputado Silvio, que têm tido resultados muito promissores. Contudo, falta apoio, falta uma política pública, faltam leis que permitam o uso das células-tronco, falta estrutura estatal permitindo que a gente tenha, de fato, a utilização dessa tecnologia, que está sendo referência no mundo, um campo novo da biotecnologia, em que nós temos todas as condições de ser protagonistas. E nós precisamos nos atentar a isso, porque um dos pontos que vão definir os próximos anos é a questão da longevidade. Além de tudo, as células-tronco hoje podem permitir que a população de baixa renda tenha acesso a tratamentos melhores e mais eficientes. Então, num país onde a gente tem uma dificuldade orçamentária tremenda, investir em tecnologia, investir em ciência é melhorar, de fato, a eficácia e permitir que a população mais carente tenha acesso a um bom tratamento. Afinal de contas, aquelas pessoas que têm dinheiro no Brasil, hoje, já têm acesso a esse tratamento. Infelizmente, quem fica prejudicado são as pessoas mais carentes. A gente está, junto da Universidade Federal do Maranhão, trabalhando para levar esses tratamentos para o nosso Estado, para que a população carente também tenha acesso. Nos próximos dias, a gente vai fazer um mutirão para que as crianças que têm lábio leporino possam ter acesso a esse tratamento. Presidente e colegas, a gente precisa de fato ter uma preocupação com a política brasileira de células-tronco. Afinal de contas, boa parte desse conhecimento ou está sendo perdido, ou está sendo utilizado por outros países. Quero agradecer aqui o espaço, Presidente, e pedir que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado e boa tarde.
  • 10/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que a semana de votações incluiu pautas relevantes para as mulheres e assinalou o déficit histórico do País. Além disso, citou experiências pessoais no Maranhão com lideranças femininas, como a avó que presidiu o Tribunal de Justiça, a Governadora Roseana Sarney e a mãe Deputada. Relatou casos recentes de violência contra mulheres no Maranhão, bem como operações da Polícia Federal e a atribuição de “laranjas” a candidatas com baixa votação. Por fim, defendeu a garantia de espaço político para mulheres pobres e fora de famílias tradicionais.

    Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),Proposição legislativa,Mulher Maranhão,Representatividade feminina,Mulher,Governo estadual,Tribunal de Justiça Violência contra a mulher,Operação policial,Polícia federal,Representatividade feminina,Candidata,Representação política

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Boa noite, colegas. Esta é uma semana importante para todos nós nesta Casa. Vários projetos de interesse do País estão sendo votados e, principalmente, os que se incluem nesta pauta voltada para as mulheres. Sabemos sobre o déficit histórico que temos em nosso País. Apesar disso, Deputada, tenho muito orgulho de ter sido criado, no Maranhão, por uma mulher que foi minha avó, que chegou a ser Presidente do Tribunal de Justiça. Trabalhei com a Governadora Roseana Sarney — eu e meu amigo Hildo Rocha. Ela foi outra mulher que teve muito destaque naquele Estado e foi a primeira Governadora do País. Tenho orgulho também de ter tido uma mãe Deputada, que foi uma das primeiras deputadas desta Casa. Então, sabemos das dificuldades históricas das mulheres, mas no Maranhão temos uma história de mulheres fortes. Talvez, o maior quadro do nosso Estado seja a ex-Governadora Roseana Sarney, hoje nossa colega nesta Casa. De fato, as mulheres sofrem violência diariamente no Maranhão. Na minha cidade, hoje, uma mulher, mãe de família, foi degolada. Ela estava sozinha em casa, porque o marido havia viajado para trabalhar. Ela morava com a família no interior de Caxias, enquanto o marido estava trabalhando no Estado de São Paulo. Semana passada, nós tivemos algumas operações da Polícia Federal. Enquanto isso, o grupo que hoje está no Governo partiu para cima das mulheres, acusando várias delas de terem sido laranjas. Na semana passada, nós tivemos algumas operações da Polícia Federal. Enquanto isso, o grupo que hoje está no Governo partiu para cima das mulheres, acusando várias mulheres de terem sido laranjas, mulheres que tiveram sessenta votos, setenta votos para Vereadoras, que lutaram, que foram para a rua, colocando uma pressão psicológica, porque, sim, é difícil para uma mulher pobre e para uma mulher que não é de uma família política ter uma grande votação, mas existe a necessidade de garantirmos o espaço político delas. Que elas possam participar e que não sejam somente as campeãs de votos. Qualquer mulher que queira participar da política tem que ter o direito de participar. Isto é uma coisa que a gente precisa garantir sempre — o espaço de participação das mulheres na política — para que a gente possa ter uma sociedade mais justa, para que a gente possa ter uma sociedade mais igualitária, para que a nossa sociedade, de fato, seja justa e que a Justiça prevaleça. Eu queria agradecer, Presidente, pelo espaço e pedir que este pronunciamento vá para o programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. Boa noite.
  • 04/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado relatou visita à Universidade de Brasília para acompanhar a atualização de supercomputadores e discutir a expansão do ensino de inteligência artificial para o interior do Maranhão. Afirmou que o objetivo do projeto foi levar tecnologia e conhecimento às regiões mais pobres do Nordeste, reduzindo desigualdades sociais e promovendo acesso à ciência e tecnologia. Destacou o trabalho do Instituto Federal do Maranhão e da Universidade Federal do Maranhão, e defendeu investimento em infraestrutura para permitir que estudantes locais tenham acesso à capacitação em inteligência artificial sem precisar se deslocar para outros Estados. Também ressaltou a necessidade de apoio conjunto da bancada maranhense e de ações coordenadas em nível nacional.

    Palavras-chave oficiais: Universidade de Brasília (UnB),Inteligência artificial,Maranhão,Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA)

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    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente, colegas, estive hoje na Universidade de Brasília para a implementação de um upgrade nos supercomputadores que lá existem. O projeto é levar, de fato, para o interior do Maranhão a inteligência artificial, Deputado Silvio Antonio, para ser mais bem propagada. Nós precisamos urgentemente melhorar os indicadores, diminuir as diferenças sociais, propagar conhecimento. Nós temos várias instituições federais no Maranhão — eu cito o grande trabalho que faz o Ifma, a Ufma — que precisam de suporte, de laboratório que tenha capacidade para o ensino da inteligência artificial. A inteligência artificial está muito na moda, mas exige infraestrutura, que, hoje, está concentrada no Sul e no Sudeste. Infelizmente o Nordeste tem muito pouco investimento em ciência e tecnologia. Nós precisamos levar isso aos locais mais pobres do nosso País. Eu venho de uma região que, conforme em estudos, é considerada a mais pobre do Brasil. E essas pessoas precisam ter acesso, ser integradas a esse mundo digital. E para isso a gente precisa de quê? De infraestrutura. Hoje, eu tive a oportunidade de conhecer o trabalho feito pelo Prof. Li na Universidade de Brasília, em contato direto com as fundações que a ajudam a tocar esse projeto. Nós precisamos universalizar o acesso à inteligência artificial e o ensino dela, que está vindo para facilitar a vida das pessoas. Ela não pode ficar restrita aos grandes centros, tem que estar disponível a todos os brasileiros. A gente precisa levar os supercomputadores ao interior do Brasil. Por isso, eu venho fazer esse apelo aos colegas de bancada do Maranhão, para que juntos possamos dar suporte à Universidade Federal do Maranhão, ao Instituto Federal do Maranhão, para que possam adquirir infraestrutura mais robusta e ensinar a inteligência artificial àquelas pessoas que queiram estudar. Assim, elas terão esse acesso, não precisarão se deslocar para Brasília, para São Paulo ou para outros países. Esse trabalho um Deputado só não consegue fazer, Deputado Silvio Antonio. Esse é um trabalho que precisa da bancada. Na verdade, deveria ser uma missão da Presidência da República, deveria ser um projeto de País, para diminuir a desigualdade do Brasil. É preciso investir em capacitação e produtividade das regiões mais pobres do Brasil. Eu digo isso sem nenhum orgulho, porque ninguém gosta de estar nas regiões mais necessitadas. A gente tem que trabalhar muito para mudar essa realidade. Presidente, quero agradecer o espaço e pedir a V.Exa. que autorize a divulgação deste pronunciamento no programa A Voz do Brasil.
  • 03/03/2026

    O Deputado relatou que sua cidade, Caxias do Maranhão, foi alvo de operação da Polícia Federal para apurar crimes eleitorais, especificamente violência contra o direito eleitoral da mulher. Assinalou que, na última eleição, quando foi candidato a Prefeito, houve diversos crimes comprovados, inclusive intimidação de mulheres para que desistissem das candidaturas. Manifestou expectativa de que a Justiça puna os culpados e declarou que o crime organizado está presente na política brasileira, situação que precisa acabar.

    Palavras-chave oficiais: Caxias (MA),Operação policial,Polícia federal,Crime eleitoral,Voto da mulher,Crime organizado,Violência

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PAULO MARINHO JR (PL - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Presidente. Boa noite, colegas de Plenário. Eu venho, Presidente, de uma cidade chamada Caxias do Maranhão, que hoje amanheceu, infelizmente, mais uma vez com a Polícia Federal fazendo seu trabalho. A operação de hoje foi para tratar de crimes eleitorais. É um tema que a gente discute tanto aqui na Casa a questão das mulheres, dos direitos, da violência. E, hoje, a Polícia Federal estava terminando uma investigação sobre violência contra o direito eleitoral da mulher. Na última eleição, eu fui candidato a Prefeito. Essa foi uma das eleições com o maior número de crimes já ocorridos na história da República do Brasil, uma eleição com crimes comprovados de todos os tipos, inclusive o crime de hoje, que foi um crime contra a violência na cota de gênero da mulher. Nossos adversários ofereciam dinheiro, cargos, pressionavam psicologicamente, pressionavam a família, montaram toda uma estratégia para intimidar as mulheres para que elas desistissem. Isso tudo levou às denúncias que hoje terminam de ser comprovadas pela Polícia Federal. Não é à toa que Caxias é a cidade mais violenta do Maranhão. Não é à toa que a gente vive um Estado de caos. Não é à toa que falta tudo: falta educação, falta remédio no posto de saúde, falta qualidade de vida. Mas a gente acredita que, com todas as provas que a Justiça já encontrou, esses dias terríveis estão acabando. Esperamos que a próxima operação não seja somente para levar documentos, mas seja para levar os culpados presos. Hoje, alguns que queriam fugir foram impedidos no aeroporto, porque a polícia estava de olho. Presidente, em breve a gente precisa, de fato, acabar com a impunidade. Não adianta a Justiça Eleitoral comprovar as fraudes, os crimes, e os culpados continuarem a exercer o mandato, continuarem a deturpar o sistema político para se manter no poder e se instalar por toda a República. Hoje, o crime organizado, infelizmente, está na política e está em tudo que a gente vê no Brasil, mas isso precisa acabar. Obrigado, Presidente. Tenha uma ótima noite!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 16/07/2012 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.