
Nome civil: Nelson Fernando Padovani · 48 anos
Bananômetro
66/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 17% dos deputados · média do partido: 73
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 80%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 48%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 72%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 48%das 422 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 77%das 369 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.padovani@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5923
- Gabinete
- Gabinete 923, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
80%
Esteve em 296 de 372 sessões
Votou nas votações
48%
Registrou voto em 536 de 1.108 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 22 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
48%
Em 422 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
63 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 17/03/2026.
- 04/12/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou felicidade e gratidão por ter sido premiado pela ONG Ranking dos Políticos, que avalia o trabalho dos Deputados e Senadores. Destacou que o prêmio é uma homenagem ao seu compromisso com o Brasil e com o desenvolvimento do País, defendendo princípios como o direito à propriedade, segurança jurídica, liberdade religiosa, e a prosperidade da nação. Mencionou que foi o terceiro mais bem avaliado do Paraná, dedicando o prêmio ao seu Estado e aos seus eleitores, especialmente aos agricultores, trabalhadores, professores e pais de família que buscam um Brasil honesto e próspero.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,premiação,Organização não governamental (ONG),ranking,Político,Atuação parlamentar,Homenagem,Paraná
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Deputados, colegas que nos acompanham, hoje, quase no encerramento dos trabalhos legislativos, fomos agraciados com um prêmio concedido pela ONG chamada Ranking dos Políticos. Essa ONG faz um levantamento do trabalho dos Deputados e Senadores para avaliar se são comprometidos com o Brasil, com o desenvolvimento da nossa Nação. Foram premiados 72 Deputados e 18 Senadores que não têm comprometimento com o erro; que não têm comprometimento com o atraso do Brasil; que defendem o direito à propriedade; que defendem a segurança jurídica; que defendem a liberdade religiosa; que defendem para o filho do outro o que desejam para os próprios filhos; que defendem para a agricultura aquilo que o agricultor deseja; que defendem para os pais do outro o mesmo serviço de saúde que desejam para os próprios pais; que defendem a prosperidade do Brasil. Eu fico muito feliz e grato por ter sido um dos Deputados Federais premiados por essa instituição séria que combate os maus políticos, a demagogia, o populismo e que premia os que querem trazer para o Brasil a prosperidade. Eu fico muito feliz e orgulho de saber, pelo menos nesse momento, com tantas pedras que nos atiraram durante este ano, que foi dessas pedras que construímos a história que nos levou ao reconhecimento do Brasil, da Nação. Quero agradecer às pessoas que fizeram a divulgação, às pessoas que nos apoiam, às pessoas que estão comprometidas com o desenvolvimento do nosso Brasil. Em especial, dedico esse prêmio do Ranking dos Políticos a todo o meu Estado do Paraná, a todos os agricultores, a todos os trabalhadores, a todos os professores, pais de família que querem um país honesto e pujante. Fico feliz, Sr. Presidente, de ter sido o terceiro Deputado Federal mais bem avaliado do Paraná. Isso é motivo de orgulho para mim, para minha família, para os meus eleitores e, principalmente, para aqueles que querem um país decente e que continue no rumo certo! Meu muito obrigado. Felicidades a todos que foram também contemplados com esse prêmio. Muitos bons Deputados não receberam esse título, mas sei que, ano que vem, poderão recebê-lo. E eu vou me esforçar ainda mais para garantir de novo esse local de destaque para o nosso Paraná. Meu muito obrigado. - 27/08/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou sua posição contrária à liberação do cigarro eletrônico no Brasil, destacando a falta de estudos sobre as toxinas e os efeitos desse produto. Na oportunidade, enfatizou que não se deve priorizar a arrecadação de impostos em detrimento da saúde pública e reiterou a importância do Dia Nacional de Combate ao Fumo.
Palavras-chave oficiais: Dia Nacional de Combate ao Fumo,Tabagismo,Cigarro eletrônico,toxicidade,liberação,Fumo,Arrecadação tributária,Saúde pública,Homenagem
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esta semana teremos o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Menciono essa importante data porque está em discussão no Senado a votação da liberação do cigarro eletrônico. Não podemos trocar vidas por impostos, não podemos arrecadar impostos rapidamente para no futuro gastá-los no SUS. Eu quero dizer que nós repudiamos a liberação do cigarro eletrônico no Brasil. Nós não sabemos as toxinas que vêm nesses cigarros, não sabemos as consequências que podem trazer aos usuários. Não há estudos ainda sobre isso. Então, nesta semana de combate ao fumo que nós temos no Brasil, eu quero deixar aqui, veementemente, a nossa posição contrária à liberação do cigarro eletrônico no País. - 04/06/2024
O Deputado registrou a visita de Luiz Ernesto Meyer Pereira, ex-Secretário de Cultura de Cascavel (PR) e colaborador do Governador Ratinho Júnior, à Casa. Manifestou apoio ao Governador Ratinho Júnior após a invasão da Assembleia Legislativa por professores ligados à APP-Sindicato, durante a apresentação de um projeto para modernizar a educação no Paraná. Comparou a invasão ao episódio ocorrido em Brasília em 8 de janeiro e expressou preocupação com a falta de consequências para os responsáveis. Também destacou a contribuição de Luiz Ernesto Meyer Pereira para a cultura do Estado do Paraná.
Palavras-chave oficiais: Escola pública,gestão,Setor privado,Paraná,Governador,invasão,Assembleia Legislativa Militante político,Cascavel (PR),Cultura (artes),Saudação
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero registrar a visita à Casa de Luiz Ernesto Meyer Pereira, ex-Secretário de Cultura do Município Cascavel e diretor responsável pelos projetos estruturantes do Paraná. Ele auxilia muito o Governador Ratinho Júnior. Eu quero declarar o meu apoio ao Governador Ratinho Júnior pelo que passou ontem, com a invasão da Assembleia Legislativa por professores ordenados pela APP-Sindicato. Um grande projeto o Governador do Paraná mandou para a Assembleia Legislativa para modernizar a educação do Paraná. Ontem, houve uma invasão nos mesmos moldes da que ocorreu aqui no dia 8 de janeiro, mas lá foi promovida pela Esquerda. E, pelo que vimos, nada vai acontecer. Registro aqui a presença de Luiz Ernesto Meyer Pereira, que contribui muito para a cultura do Estado do Paraná. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 04/06/2024Breves Comunicações
O Deputado repudiou a liberação de 7,2 bilhões de reais pelo Governo Federal para a compra de arroz da China. Ele argumentou que essa medida prejudica os produtores nacionais, especialmente do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso e Tocantins, que são grandes produtores de arroz. O Parlamentar destacou que o Governo deveria ajudar os produtores locais reduzindo os custos de produção, como o valor do óleo diesel e dos herbicidas, em vez de recorrer à importação. Ele também alertou para os riscos à saúde e ao meio ambiente associados ao arroz importado da China, que utiliza grandes quantidades de agrotóxicos.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Importação,Arroz,China,Prejuízo,Produtor nacional,Agrotóxico,Custo interno de produção,Produtor agrícola
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós queremos, de forma veemente, repudiar a liberação de 7,2 bilhões de reais pelo Governo Federal para a compra de arroz da China. Nós queremos dizer que o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso e o Tocantins são grandes produtores de arroz. O Governo Federal já acabou com a bacia leiteira do Brasil, importando leite em pó da Argentina e do Uruguai, e agora vai importar arroz, dizendo que é por causa dos problemas climáticos que o Estado do Rio Grande do Sul está enfrentando. Isso não é verdade. Se o Governo Federal quiser ajudar o Estado do Rio Grande do Sul e o Brasil, reduza o valor do óleo diesel, reduza o valor dos herbicidas, reduza o custo da produção e da mão de obra, por meio da desoneração da folha. A China não paga encargos trabalhistas. A China usa a maior quantidade de agrotóxicos do mundo na produção de arroz. Querem fazer uma piada, uma brincadeira com os produtores, como se fossem eles os culpados pelo valor do produto. Não são! A culpa é do custo de produção no Brasil. Não temos estradas, não temos ferrovias, não temos portos! Eu quero repudiar essa medida e pedir ao Governo que reveja a sua posição. Além de já ter acabado com a bacia leiteira, ele queria importar tilápia do oriente por causa desse problema. Comprem arroz dos produtores do Rio Grande do Sul! Não comprem arroz importado da China, porque o arroz é de má qualidade e eles utilizam a maior quantidade de agrotóxicos do mundo. Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu lhe peço que esta fala vá para o programa A Voz do Brasil. - 22/05/2024Breves Comunicações
O Deputado saudou a presença na Câmara dos Deputados de comitiva do Município de Catanduvas (PR), representada pelo Presidente da Câmara Municipal Salgueiro, Vereadores e pelo Vice-Prefeito Tio Carlos. Ademais, celebrou o aniversário de 40 anos da Associação de Micro e Pequenas Empresas do Paraná (AMIC).
Palavras-chave oficiais: Catanduvas (PR),Presidente,Câmara Municipal,Vereador,Vice-prefeito Homenagem,Aniversário de fundação,Associação civil,Microempresa,Pequena empresa,Paraná
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero registrar a visita à Casa dos representantes do Município de Catanduvas, no Paraná, representados aqui pelo Presidente da Câmara Municipal do Município, o Salgueiro, que também é policial rodoviário federal, demais Vereadores e o nosso Vice-Prefeito, o Tio Carlos, que também está presente aqui. Quero, nesta oportunidade, fazer o registro do aniversário de 40 anos e da nossa homenagem à Associação de Micro e Pequenas Empresas do Paraná AMIC. Na pessoa do seu Presidente Jovane dos Santos Borges, quero saudar os mais de 2 mil associados e os ex-Presidentes dessa importante entidade que tanto ajuda os pequenos e os microempresários, que são os que mais empregam no Brasil. Obrigado, Sr. Presidente. - 14/05/2024Breves Comunicações
O Deputado agradeceu a solidariedade de todo o povo brasileiro para socorrer o Rio Grande do Sul diante das inundações sofridas pelo Estado, destacando a doação de proteína animal enviada por cooperativas do Estado do Paraná. Ademais, defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 6.173, de 2023, de sua autoria, que inclui automaticamente os Municípios em situação de emergência ou calamidade pública entre beneficiários da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - PNSAN para fortalecimento das ações de defesa civil e combate às calamidades.
Palavras-chave oficiais: Inundação,Enchente,Rio Grande do Sul,solidariedade,Doação,Cooperativa agropecuária,Proteína animal,Paraná Projeto de lei ordinária,Autor (proposição legislativa),Município,Situação de emergência,Calamidade pública,Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN),Defesa civil,Rio Grande do Sul,Alimentação,Direitos humanos
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado pela oportunidade. Eu quero dizer que o Estado do Rio Grande do Sul está recebendo toneladas de solidariedade. O Brasil está de bombachas. O Brasil deu uma aula de civismo. O Brasil deu uma aula de que não precisa de Governo para ser um povo solidário. Os agricultores, os anônimos, que são os verdadeiros heróis, se mobilizaram e salvaram os seus irmãos. Eu quero fazer uma referência às cooperativas do meu Estado do Paraná. A Coopavel, a Copacol, a C. Vale, a Lar, a Frimesa, a Coamo e tantas outras empresas se uniram e mandaram proteína animal para o Estado do Rio Grande do Sul. Eu peço também, Sr. Presidente, atenção para o nosso Projeto de Lei nº 6.173, de 2023, que inclui automaticamente os Municípios em situação de emergência ou calamidade pública entre os beneficiários da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional. Isso ajudará muito a Defesa Civil e as Secretarias de Assistência Social, para que, nesses eventos de calamidade, possam ajudar a população. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 08/05/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento 1.520, de 2024, que requer, com base no art 38 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que a Comissão Externa sobre danos causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul tenha o seu escopo ampliado para abranger, também, os danos causados pelas enchentes de 2024, e tornar a comissão com ônus para Câmara dos Deputados. Ressaltou a importância de estabelecer um fundo nacional para catástrofes, a fim de enfrentar futuros desastres naturais sem sobrecarregar o Tesouro Nacional, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Lembrou a experiência compartilhada com o Deputado Van Hattem durante as enchentes do ano passado no Estado, enfatizando a necessidade de preparo para eventos como enchentes, secas, terremotos e ciclones.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento (proposição legislativa),criação,Comissão externa,Chuva,Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul,Desastre ambiental,Bloco parlamentar,União Brasil,Federação PSDB Cidadania,Voto favorável
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Bloco do União Brasil, PP e demais partidos orienta "sim" e se solidariza com os Deputados gaúchos, com os Prefeitos do Estado do Rio Grande do Sul, com o Governo do Rio Grande do Sul e, mais do que isso, com o Deputado Marcel van Hattem, que fez esta proposição. E não é só isso, o Deputado Marcel van Hattem nos acompanhou, em setembro do ano passado, nas enchentes que acometeram aquele Estado. O mais importante, Sr. Presidente, é que nós criemos um fundo ou abasteçamos o fundo nacional para catástrofes, porque as próximas catástrofes virão, seja com enchentes, seja com secas, que são silenciosas; seja com terremotos, seja com ciclones. Então temos que ter um fundo constitucional com recursos para não sangrarmos o Tesouro Nacional, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. - 07/05/2024Breves Comunicações
O Deputado expressou sua consternação com a situação de calamidade pública no Rio Grande do Sul e propôs uma série de medidas emergenciais para enfrentar a crise. Destacou a necessidade de congelar o preço dos combustíveis na região afetada e propôs a securitização das dívidas agrícolas, prorrogando os pagamentos e refinanciando-os por longos períodos. Pediu a desoneração da folha de pagamento e o acesso dos trabalhadores aos benefícios sociais mesmo quando empregados. Sugeriu o abastecimento do Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil com recursos provenientes de Itaipu, exigindo uma maior transparência nos gastos da instituição.
Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,solidariedade,Combustível,Agricultura,Folha de pagamento,Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil (Funcap)
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente, por esta oportunidade de, consternados, poder falar para o Brasil sobre esta calamidade pública. Além do trabalho que fizemos na Presidência da Comissão de Integração Nacional, agora é hora de ações. Vimos que, além da liberação do Fundo de Garantia e dos recursos que foram disponibilizados para a Defesa Civil, nada mais foi feito pelo Governo Federal naquele momento para o Rio Grande do Sul. Nós precisamos, urgentemente, que a PETROBRAS tome medidas para, primeiro, congelar o valor dos combustíveis nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, porque o Sul é interligado. A gasolina que estava a R$5,50 já é vendida em alguns postos por R$6,50. Precisamos que o Tesouro Nacional encaminhe a esta Casa um projeto de lei para securitizar as dívidas da agricultura, de custeio e de investimentos. Vejam que toda a camada orgânica da terra agricultável do Rio Grande do Sul foi levada embora. Todo o adubo, toda a matéria orgânica, todo o calcário de anos de produção foram levados embora. Agora, o agricultor terá que refazer o perfil do solo do Estado do Rio Grande do Sul, prorrogar as dívidas por 2 anos e refinanciá-las por 10 ou 12 anos. Nós precisamos que sejam feitos um REFIS de impostos para os gaúchos e a securitização de suas dívidas. Espero que o Ministério do Trabalho desonere a folha de pagamento e entenda que agora é a hora de isentar a folha de pagamento dos trabalhadores, para que os empresários não demitam. Mais do que isso, nós precisamos que o empregador garanta o emprego, que o funcionário tenha acesso ao Bolsa Família. Acontece, porém, o contrário no Brasil: se a pessoa está desempregada, tem o Bolsa Família; quando tem a carteira assinada, perde o benefício. Isso joga contra a produção! Nós precisamos que no Rio Grande do Sul, neste momento, o trabalhador que esteja com a carteira assinada possa ter acesso aos benefícios sociais. É preciso, principalmente, que o Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil seja abastecido com recursos da Itaipu. O que Itaipu está fazendo com todo o recurso, para deixar de pagar seu financiamento? Nós estamos falando de 115 milhões de dólares ao mês! Desde fevereiro de 2023, Itaipu não está pagando o financiamento. Este recurso tem que ir para o Fundo Nacional para Calamidades. Nós temos que ter um teto de 3, 4, 5 bilhões de dólares em receita, porque não é apenas o Tesouro Nacional, não é apenas a Caixa Econômica, não é apenas o Banco do Brasil que têm que arcar diante destes momentos de dificuldades. Nós precisamos de um fundo sólido, soberano, para garantir soluções às calamidades, frutos de enchentes e de secas. Itaipu tem este papel primordial. Na discussão do Anexo C da Itaipu, nós temos que abrir esta caixa-preta de Itaipu. Ela virou um Vaticano, um país! Ninguém fiscaliza, ninguém sabe onde gasta, ninguém sabe quanto gasta. Itaipu está financiando o quê? Festas de comunidades apenas? Está levando dinheiro apenas para os amigos do rei? Não pode ser assim! Itaipu tem que bancar o Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil. Sr. Presidente, eu fico dizendo, infelizmente, neste dia de tragédia, que há 1 milhão de desabrigados no Estado do Rio Grande do Sul, com o qual me solidarizo. Mais do que palavras, nós temos que agir. Estas são as cinco ações que eu menciono. Vamos lutar por elas! Muito obrigado. - 09/04/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou sua atuação ao destinar recursos orçamentários, por meio de emenda parlamentar, para compra de um aparelho de Raio X para o Município de Vera Cruz do Oeste (PR), atendendo ao pedido da Vereadora Elaine Farias.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Recursos orçamentários,Emenda,Compra,Raio X,Vera Cruz do Oeste (PR),Vereadora,Saúde pública
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Quero agradecer a presença à Vereadora Elaine Farias, de Vera Cruz do Oeste, que percorreu Ministérios e gabinetes, e encontrou guarida no nosso gabinete para levar àquele Município um aparelho de Raios X. Esse aparelho, que parece ser muito simples para muitos Municípios brasileiros, faz falta ao nosso Município de Vera Cruz do Oeste. Serão atendidas crianças, idosos, enfim, pessoas que procuram atendimento médico em Toledo ou em Cascavel para fazer o raio-x de um braço quebrado, de um osso trincado, de uma perna, de uma prótese que tenha problema. Então, quero dizer à Vereadora Elaine, que representa aqui a força das Vereadoras brasileiras, da mulher brasileira e da política, que você leva hoje essa emenda de 260 mil reais, que será paga até a metade do ano, para atender ao Município de Vera Cruz do Oeste. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 27/03/2024
O Deputado discursou na Comissão Geral para debater os impactos para o setor do turismo, hotéis e eventos com a publicação das Medidas Provisórias nº 1.202, de 2023, e nº 1.208, de 2024, que determinam a extinção do Programa Emergencial da Retomada do Setor de Eventos (PERSE). Saudou representantes do setor hoteleiro e uma comitiva de Foz do Iguaçu (PR). Ressaltou as conquistas do Parlamento, como a reoneração da folha e a reintrodução do PADIS, comprometendo-se a defender o PERSE. Compartilhou a história pessoal de seu pai, um hoteleiro que enfrentou dificuldades durante a pandemia. O Deputado criticou a política de arrecadação tributária do Poder Executivo e lembrou que o PERSE é um programa de Estado.
Palavras-chave oficiais: Comissão geral,Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE),Setor de turismo,Foz do Iguaçu (PR),Setor hoteleiro,Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores (PADIS),Setor de eventos,Impacto econômico,Impacto financeiro
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR) - Sr. Presidente, queria cumprimentá-lo, dando-lhe os parabéns por este evento. Também gostaria de cumprimentar o Manoel Linhares. Quero cumprimentar a Comitiva do Paraná, de Foz do Iguaçu, que está aqui presente. Quero dizer que este Parlamento já segurou a reoneração da folha. O Governo terminou em 31 de dezembro. Nós aprovamos. O Governo vetou, e nós derrubamos o veto da reoneração da folha. Quero dizer que este Parlamento já fez voltar o PADIS, que era um incentivo para a tecnologia da indústria. O Governo Federal vetou o PADIS, através de um decreto no início do ano, e nós, através de atividades como essa, fizemos voltar o PADIS. Agora, nós vamos garantir novamente o PERSE. Digo isso porque meu pai é hoteleiro. E o meu pai, na pandemia, quando viu o hotel fechado, chorou na porta do hotel. Chorou porque sabia que, atrás dele, havia milhares de pessoas, trabalhadores, milhares de pessoas que dependem do turismo. Hoje, não podemos mudar a regra no meio do jogo. As pessoas que contraíram financiamentos para pagar até 2027 não podem ter esse benefício cortado praticamente 2 anos antes. Então, podem contar com este Parlamentar, que estará trabalhando em conjunto com outros Parlamentares e o Senado para sensibilizar esse Ministério, que não é o Ministério da Fazenda, não é o Ministério da Economia, mas tem sido um ministério de arrecadação apenas. Não é pegar dinheiro. (Palmas.) Está sendo uma coletoria o nosso Ministério da Fazenda! É isso que nós temos que dizer para ele: não, gastem melhor, economizem mais, porque o PERSE do turismo é um programa de Estado, não um programa de Governo. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 28/02/2024
O Deputado solicitou a inclusão da biografia do ex-Senador Alvaro Dias na biblioteca da Câmara dos Deputados, destacando sua importância na história do Paraná e do Brasil.
Palavras-chave oficiais: Biografia,Ex-senador,Paraná,inclusão,Biblioteca,Câmara dos Deputados
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O Estado do Paraná comemorou 170 anos de emancipação política, e, talvez, um dos nomes mais conhecidos, mais respeitados do Paraná e do Brasil seja o do ex-Senador Alvaro Dias, ex-Governador, ex-Deputado Federal, ex-Deputado Estadual, ex-Vereador do Município de Londrina. Sua biografia foi escrita e se chama A travessia de Alvaro dias. Eu venho pedir, Sr. Presidente, que ela seja incorporada à biblioteca da Câmara dos Deputados. Por quê? Porque passa a história de toda a República brasileira. E ela tem uma passagem muito interessante: no ano de 1974, Alvaro Dias fez 10% do coeficiente eleitoral e sequer teve suplente para chamar de tanto voto que recebeu. Teve que se fazer uma eleição suplementar de tantos suplentes que ele puxou. Então, eu peço a inclusão na biblioteca da Câmara dos Deputados da biografia do Deputado, Senador e Governador Alvaro Dias, para imortalizar essa grande personalidade paranaense. Muito obrigado. - 15/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, do inciso II, do parágrafo 6º, do art. 153, constante no art 1º da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, que altera o Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Proposta de Emenda à Constituição,Segundo turno,Bloco parlamentar,União Brasil,Partido Progressista (PP) (2003)
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Bloco do União Brasil encaminha "sim", ressalvado o meu voto particular, Sr. Presidente, pois entendo que as armas defendem a vida, a propriedade e a liberdade. Nós temos que dificultar o acesso das armas aos bandidos, e não aos homens de bem. - 14/12/2023Breves Comunicações
O Deputado comemorou a derrubada do veto ao Projeto de Lei nº 490, de 2007, esclarecendo que não se tratou da votação do marco temporal das terras indígenas. Em vez disso, ele explicou que a derrubada do veto se relaciona com a indenização de terras compradas com justo título e que foram transformadas em terras indígenas após o ano de 1988. Enfatizou a importância de proteger os direitos de proprietários de terras produtivas e afirmou que essas terras devem ser indenizadas pelo Governo, em vez de serem expropriadas.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Derrubada de veto,Veto presidencial,Indenização,Terras indígenas,Direito de propriedade,Propriedade produtiva
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Sra. Presidente. Hoje comemoramos a derrubada do veto ao Projeto de Lei nº 490, de 2007. É muito bom que deixemos claro que não derrubamos o veto ao marco temporal. Não foi votado aqui o marco temporal, apesar de todo um teatro que foi feito nesta Casa dizendo que áreas indígenas não podem ser abertas. Não. O que nós derrubamos aqui hoje foi o veto ao que diz que quem comprou de justo título suas terras e produz após o ano de 1988 tem que ser indenizado. Essas terras têm que ser pagas pelo Governo. A Constituição, no seu art. 231, inciso XIX, é muito clara quando menciona as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios. Está aqui o texto da Constituição. O que nós vemos, Sra. Presidente, é que querem, como faz o MST, tirar na mão grande a terra de quem trabalha e produz neste País. Não. Nós dissemos o que através da derrubada do veto? Que áreas produtivas compradas com justo título, se forem transformadas em indígenas, têm que ser pagas, e não expropriadas por Governo nenhum. Muito obrigado, Sra. Presidente. - 13/12/2023Comissão Geral
O Deputado discursou na Comissão Geral reunida para debater os cuidados paliativos no âmbito do sistema brasileiro de saúde, enfatizando a necessidade de UBS geriátricas e direitos dos idosos. Abordou a situação da colheita da soja.
Palavras-chave oficiais: Comissão geral,Cuidado paliativo,Sistema Único de Saúde (SUS),Unidade Básica de Saúde (UBS),Idoso Soja,Colheita
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR) - Primeiramente, quero cumprimentá-la, Deputada Luisa Canziani, sempre tão preocupada com as questões da saúde e com as questões humanas, ambas muito importantes. O Deputado Pompeo de Mattos e eu fazemos parte da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Idosos, na qual apresentamos um importante projeto para termos no Brasil as UBS geriátricas, para cuidar das pessoas que têm acima de 65 anos. É claro que hoje a pessoa da melhor idade não fica na fila nas UBS. Porém, nós vamos criar no Brasil uma legislação para cuidar das pessoas da melhor idade também, tema extremamente importante, Deputado Pompeo de Mattos. Quero aproveitar este momento para registrar a presença na Casa dos presidentes dos sindicatos rurais da região oeste do Paraná: Edmilson Zabott, de Palotina; Nelson, de Toledo; o de Laranjeiras do Sul e o de Céu Azul. Estamos hoje discutindo um tema muito importante. Além de várias questões, como MST e indígenas, tratamos da diminuição do teor de umidade da soja de 14% para 13%. Isso vai trazer um prejuízo muito grande para o produtor rural, principalmente para o pequeno produtor, aquele que não tem silo e, muitas vezes, não tem uma colheitadeira para colher seus produtos, quando precisa terceirizar essa colheita. Então, ser sensível às causas de todos os brasileiros é a nossa função no Parlamento. Parabéns, Deputada Luísa Canziani! - 30/11/2023Breves Comunicações
O Deputado compartilhou a organização da reunião do PARLATINO em Foz do Iguaçu para discutir a ferrovia bioceânica entre Paranaguá e Antofagasta, visando transformar a logística agrícola e reduzir custos.
Palavras-chave oficiais: Parlamento,América Latina,Caribe,Ferrovia,Paranaguá (PR),Chile,escoamento,Produção agrícola
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, acabamos de participar, por via on-line, da reunião do PARLATINO, que é o Parlamento Latino-Americano e do Caribe. Eu sou Presidente da Comissão de Assuntos Econômicos desse importante órgão. Nós organizamos uma visita a Foz do Iguaçu e a realização de uma assembleia lá, nos dias 9 e 10 de maio do próximo ano, em que iremos discutir uma ferrovia bioceânica ligando o Porto de Paranaguá ao Porto de Antofagasta, no Chile. Isso vai revolucionar a nossa agricultura. Isso vai revolucionar a logística do Brasil, diminuindo os custos de produção em toda a nossa agricultura e também na importação de produtos que venham do Oriente Médio, da Ásia e da Rússia, principalmente dos fertilizantes. Repito: nos dias 9 e 10 de maio do ano que vem, em Foz do Iguaçu, será feita uma assembleia extraordinária do PARLATINO, para a qual eu convido todos os representantes dos Parlamentos do Chile, da Argentina, do Paraguai, do Brasil, do Uruguai e dos países latino-americanos. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 08/11/2023
O Deputado anunciou apoio às áreas afetadas por enchentes nos Estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Mencionou o aumento significativo dos rios, a devastação em várias cidades e o desejo de reconstrução das regiões atingidas, contemplando desde resposta a desastres e recuperação de infraestruturas até projetos de desenvolvimento sustentado e suporte à oferta de água, com ênfase na proteção de Estados afetados por enchentes e seca.
Palavras-chave oficiais: Enchente,Inundação,Santa Catarina,Rio Grande do Sul,Paraná,Desastre ambiental
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, a Comissão de Integração Nacional concluiu a votação das emendas à LDO, o que é um grande avanço, um grande passo, haja vista que fez um grande trabalho no último mês de outubro especificamente, acompanhando de perto as enchentes nos Estados de Santa Catarina, do Paraná e do Rio Grande do Sul. No Rio Grande do Sul, no Vale do Taquari, os rios subiram 29 metros, praticamente sete andares, dizimando cidades, bairros, casas, comércios, lavouras, e levando caos à agricultura e aos munícipes. Em Santa Catarina, o Vale do Itajaí também foi castigado com 9 mortes. No Rio Grande do Sul houve 49 mortes. A catástrofe causada pelas chuvas também atingiu, no Estado do Paraná, o Vale do Rio Iguaçu, nos Municípios de União da Vitória, São Mateus do Sul e Porto União. Fico feliz em ter participado hoje da votação das emendas, assim como da segunda reunião anual do Conselho Nacional de Gestores de Proteção e Defesa Civil, com representação de 21 Estados mais o Distrito Federal. As emendas que aprovamos foram todas direcionadas à Defesa Civil para a reconstrução dos Estados afetados. A primeira emenda contempla respostas a desastres, recuperação de infraestruturas destruídas, socorro e assistência à população atingida e restabelecimento dos serviços essenciais e de caráter emergencial. A segunda emenda destina-se ao projeto de desenvolvimento sustentado, que contempla rodovias estaduais e municipais, estradas vicinais, equipamentos, tratores, caminhões, barcos e obras que possibilitam o escoamento da produção. A terceira emenda que nós aprovamos foi de apoio à implantação, à ampliação e a melhorias de infraestrutura para a oferta de água e segurança hídrica. O objetivo é dar proteção aos Estados que estão sofrendo com a enchente e aos Estados que estão sofrendo com a seca, como é o caso do Amazonas. A Comissão de Integração Nacional dá uma resposta à sociedade brasileira através da aprovação dessas emendas. Quero dizer que, como Presidente da Comissão de Integração Nacional, nos dedicamos muito. Agradeço a todos os membros da Comissão, que aprovaram por unanimidade as nossas emendas. Agora vamos atrás da LDO e do PPA, para colocar esses recursos e reconstruir os Estados brasileiros. Muito obrigado. - 08/11/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou gratidão e admiração pelo ex-Deputado Nelson Padovani, seu pai, que atuou como Deputado Federal pelo Paraná de 2010 a 2018 e foi reconhecido como um dos melhores deputados do Brasil em 2011. Destacou seu orgulho em seguir o legado e a trajetória de seu pai e agradeceu por sua presença na Câmara dos Deputados neste dia.
Palavras-chave oficiais: Pai,Deputado federal,Legado,Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje, com muita alegria e satisfação, contamos com a presença do ex-Deputado Federal Nelson Padovani, Deputado Federal pelo Estado do Paraná, de 2010 a 2018, meu pai, uma pessoa que nos inspira, que nos enche de orgulho e de admiração. Além dos ensinamentos que deixou registados nesta Casa ao Brasil, no ano de 2011, foi avaliado pela revista Veja como o 15º mais bem avaliado Deputado Federal do Brasil. Enche-me de orgulho e de admiração seguir o seu legado, pai, seguir seus passos de trabalho, de honestidade e de referência. Feliz é quem pode ter este momento especial que eu estou tendo, neste meu primeiro ano de mandato, de estar ao lado do meu pai e, ainda em vida, poder fazer esta homenagem e dizer que estaremos juntos e seguindo o seu trabalho e a sua trajetória. Muito obrigado pela sua presença na Câmara dos Deputados no dia de hoje. Obrigado, Presidente. - 07/11/2023Homenagem
O Deputado discursou na sessão solene em homenagem aos 200 anos da Assembleia Constituinte de 1823.
Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Assembleia Nacional Constituinte,Homenagem
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR) - Eu quero cumprimentar o Presidente Lafayette de Andrada, Deputado que faz aqui não uma aula de história, mas nos faz refletir sobre isto: a nossa Constituição nos traz as linhas dos nossos direitos e das nossas obrigações, e nós Parlamentares somos os guardiões dos nossos direitos e obrigações. Não devemos deixar cair nunca o direito à propriedade, à segurança jurídica, à liberdade religiosa, à liberdade de expressão, à liberdade de imprensa, já precursora desde a primeira Constituição, a de 1823. E esta é o caminho que nós devemos a seguir. Se nós olharmos para trás, se soubermos do nosso passado, nós teremos um futuro. Diz bem Dom Pedro I, quando diz: "Anarquia não, liberdade sim!". E é a liberdade que nós vamos defender. Deputado Lafayette de Andrada, se eu pudesse... E faço uso da palavra aqui para fazer parte um pouco da história da história que faz V.Exa. dentro do Parlamento brasileiro. Fico muito feliz, fico muito orgulhoso de saber que governos passam, mas o Brasil fica. E nós vamos lutar por um Brasil melhor. Muito obrigado. - 06/11/2023Breves Comunicações
O Deputado homenageou os pioneiros de Cascavel, no Paraná, pelos 72 anos do município em 14 de novembro de 2023. Saudou D. Aurora Baranoski Presley, centenária, desejando saúde e felicidades. Destacou o Sr. Pedro Muffato, ex-prefeito e desportista, recentemente homenageado com a inauguração de um museu que retrata sua trajetória no automobilismo. Expressou seu abraço a esses notáveis pioneiros, reconhecendo suas contribuições para a história e tradição local.
Palavras-chave oficiais: Cascavel (PR),Aniversário de fundação,Cidadão,Ex-prefeito,Homenagem
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, no dia 14 de novembro o Município de Cascavel comemora seus 72 anos, e aqui quero fazer uma homenagem a dois pioneiros muito importantes, uma pioneira e um pioneiro. A pioneira, D. Aurora Baranoski Presley, nascida em 15 de novembro de 1923, é a mais nova centenária do Município de Cascavel. A ela desejamos saúde, paz, muitas felicidades e muitos anos de vida, com saúde e com a alegria que D. Aurora sempre teve. Nosso pioneiro é o Sr. Pedro Muffato. Ele é desportista, todos o conhecem por ser piloto de automóvel. Mas o Sr. Pedro Muffato, além de empreendedor e comerciante, foi Prefeito e Vereador no Município de Cascavel. Recentemente ele inaugurou um museu contando toda sua história, toda sua tradição, toda sua longevidade no automobilismo, tudo imortalizado, agora, num museu no Município de Cascavel. Quero, então, deixar aqui o meu abraço a esses dois pioneiros do Município de Cascavel, a D. Aurora e o Sr. Pedro Muffato. Muito obrigado. - 26/10/2023Breves Comunicações
O Deputado manifestou preocupação com os desdobramentos de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF que extinguiu a tese do marco temporal na demarcação de terras indígenas. Ele mencionou invasões de terras produtivas por indígenas no Município de Tamarana (PR), e criticou a recusa dos indígenas em aceitar a decisão judicial. O Parlamentar alegou que essa situação ameaça o direito de propriedade, cria insegurança jurídica para agricultores e pode levar ao caos no Brasil. Defendeu a necessidade de compensação justa para proprietários se uma área for declarada indígena. Além disso, expressou preocupação com a possibilidade de confronto e acusou a Esquerda de polarizar diferentes grupos na sociedade.
Palavras-chave oficiais: Invasão de terra rural,Marco temporal da ocupação,Terras indígenas,Conflito fundiário,Supremo Tribunal Federal (STF),Direito agrário Esquerda política,Ideologia política,Conflito social
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O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Pompeo de Mattos. Hoje quero fazer um registro a toda a Nação brasileira sobre a questão indígena. Logo após a decisão do STF que praticamente acabou com o marco temporal no Brasil, as invasões de terras produtivas pelos indígenas começaram. Isso aconteceu no Município de Tamarana. Eram 600 hectares de área produtiva, que foram comprados com títulos lícitos e pagos pelos agricultores. Áreas produtivas foram invadidas pela tribo apucaraninha. Isso é um absurdo! A Justiça Federal já concedeu liminar para a reintegração de posse, e os indígenas dizem que não vão aceitar a decisão judicial porque querem o confronto. Os índios querem se vitimizar. Hoje os índios querem jogar o agricultor, o produtor rural, o homem do campo contra a sociedade brasileira. Eu quero dizer que estão deturpando o direito de propriedade no Brasil. Estão levando anarquia ao campo. Estão levando insegurança jurídica aos agricultores. Hoje, os índios já têm 14% de todo o território nacional e irão para 30%, enquanto nossa agricultura e nossa pecuária têm 8%. Esta decisão do STF e esta condição de os indígenas invadirem áreas produtivas vão trazer o caos ao Brasil e à produção nacional e vão trazer insegurança. Que culpa tem o agricultor que comprou, de justo título e de boa-fé, título do Governo Federal ou do Governo do Estado? Hoje, se a FUNAI declara o início de um estudo antropológico, os índios já invadem as terras! Eles não têm esse direito. Eles não têm essa prerrogativa. Eles não são amparados pela lei. Nós somos todos irmãos, há a isonomia da lei para todos. Não pode apenas um início de estudo gerar direito. Está lá uma família no norte do Paraná chorando, vendo seu patrimônio esbulhado pelos indígenas, que sabem que, se a Polícia Militar for até lá cumprir a reintegração de posse, vai haver holofotes. Eles vão se vitimizar e vão jogar a culpa no agricultor, que é quem trabalha e produz para este Brasil. Eu quero me colocar ao lado dos agricultores. Eu quero me colocar ao lado das pessoas de bem. Eu quero me colocar ao lado também dos indígenas, porque, se a área for declarada indígena, que nós votemos aqui e derrubemos o veto do Presidente Lula. É para que o proprietário receba pelo valor da terra a qual ele comprou e pagou com o suor do seu rosto, e não seja esbulhada pelos indígenas e pelo Governo. Esta é a minha indignação. Quero dizer, Presidente, que faltam 5 dias para os indígenas saírem da área produtiva. Senão, haverá confronto, e não é isso que nós queremos. Mas é isso que a Esquerda parece querer. Ela quer jogar brancos contra negros, empregados contra patrões, indígenas contra agricultores e, assim, implantar o caos no nosso Brasil. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.