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Foto de Padovani

Deputado · Câmara

Padovani

PP · PR

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Nelson Fernando Padovani · 48 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 66 de 100, Tá no Caminho0406080100

66/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 17% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 80%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 48%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 72%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 48%das 422 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 77%das 369 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.padovani@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5923
Gabinete
Gabinete 923, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

80%

Esteve em 296 de 372 sessões

Melhor que 6% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

48%

Registrou voto em 536 de 1.108 votações nominais

Melhor que 4% dos deputadosMédia do partido: 77%

Iniciativas que viraram lei

0

de 22 projetos apresentados (0%)

4 avançaram · 18 em andamento · 0 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

48%

Em 422 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 23% dos deputadosMédia do partido: 69%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

63 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 17/03/2026.

  • 17/03/2026

    O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 5.031, de 2024, que dispõe sobre os princípios, as diretrizes e o Comitê de Cooperação entre instituições públicas e privadas no âmbito do atendimento a vítimas e a familiares de vítimas de acidentes aéreos. Ademais, destacou que a proposição busca eliminar conflitos normativos relacionados à aeronavegabilidade no Brasil, abrangendo tanto a aviação comercial como a civil. Além disso, lembrou que os pilotos condenados pela colisão entre o voo Legacy e a aeronave da empresa aérea Gol não foram presos devido à prescrição e que há questões de seguro pendentes em relação ao acidente aéreo do ATR 72 da Voepass.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,colaboração,Instituição privada,Instituição pública,Acidente aéreo,Atendimento à vítima,Conflito de normas,Aviação civil,prescrição,Condenação criminal,Piloto de aeronave,Seguro

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sempre que tratamos do tema desastres aéreos é muito complicado. Esse projeto é importante, porque ele visa acabar com conflitos de normas que tratam de aeronavegabilidade no Brasil, tanto na aviação comercial como na aviação civil. Nós vimos no Brasil o caso do voo do Legacy, que bateu no avião da Gol, em que pilotos foram condenados e não foram presos porque o crime prescreveu. E não chegamos a eles que estavam nos Estados Unidos. Nós vimos o voo do ATR 72 do Voepass, e até hoje estão em discussão questões de seguro. Por isso é importante esse projeto. Eu ficaria muito feliz com a sua aprovação. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 03/12/2025

    O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, dos engenheiros Danielison Pinto e Kleber Ramirez, da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), que vieram para reuniões em gabinetes, Ministérios e para participação em seminário. Ademais, afirmou que o Paraná é exemplo de gestão bem-sucedida e destacou que o Município de Cascavel (PR) alcança 99,9% de cobertura de saneamento básico e de coleta de esgoto, enaltecendo o trabalho do Governador Ratinho Júnior e da comunidade local.

    Palavras-chave oficiais: Engenheiro,Companhia de Saneamento do Paraná (SANEPAR),Câmara dos Deputados,Paraná,Governador,Cascavel (PR),Saneamento básico

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje recebemos na Casa a visita dos engenheiros Danielison Pinto e o Kleber Ramirez, da Sanepar, que é a Companhia de Saneamento do Paraná. Eles estão percorrendo gabinetes e Ministérios e estão participando de um seminário aqui em Brasília. Quero destacar que o Paraná é o Brasil que deu certo. No Município de Cascavel, onde o Danielison é o nosso representante da Sanepar, nós temos 99,9% da população atendida pela rede de saneamento básico, pela rede de esgoto, graças a um trabalho do nosso Governador Ratinho Júnior e de toda a nossa comunidade. Obrigado, engenheiros, pela visita a Brasília. Obrigado, Presidente.
  • 14/10/2025

    O Deputado comunicou o falecimento de Ibrahim Faiad, ex-Secretário Nacional de Política Agrícola no Governo Fernando Henrique Cardoso, ex-Chefe de Gabinete do Governador Jaime Lerner e ex-Presidente da Coopavel. Além disso, destacou que Faiad foi o criador do Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas, Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), que revolucionou a agricultura brasileira ao permitir que agricultores com CPF pudessem obter financiamento pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), antes restrito a empresas com CNPJ. Por fim, lamentou a perda e afirmou que a agricultura nacional e o Oeste do Paraná estão de luto por esse pioneiro e inovador do setor agrícola.

    Palavras-chave oficiais: Falecimento,Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas, Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota),Agricultura,Homenagem póstuma,Política agrícola,Secretário Nacional,Ex-presidente da República,Paraná,Chefe de Gabinete,Governo estadual

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria comunicar a todo o Plenário o falecimento do ex-Secretário Nacional de Política Agrícola do Governo Fernando Henrique Cardoso, ex-Chefe de Gabinete do Governador Jaime Lerner e ex-Presidente da Coopavel, do Oeste do Paraná, Sr. Ibrahim Faiad. O Sr. Ibrahim Faiad, entre o grande legado que deixou, foi o criador do Moderfrota, que revolucionou a agricultura brasileira, dando a oportunidade de agricultores com CPF buscarem financiamentos no BNDES, o que, antigamente, antes desse programa, só era possível através do CNPJ. Toda a agricultura brasileira deve muito a esse pioneiro e grande homem, Ibrahim Faiad, que deixa em luto o Oeste do Paraná e o Brasil. Obrigado.
  • 01/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado leu o posicionamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, criticando a criação de um novo imposto sobre dividendos. Explicou que lucros e dividendos já são tributados na pessoa jurídica e na Contribuição Social sobre Lucro Líquido, e que a isenção na pessoa física não constitui privilégio, mas ajuste técnico ao sistema tributário brasileiro. Questionou o Governo Federal sobre a demora na aprovação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, e dá outras providências, impactando trabalhadores, classe média e empreendedores. Afirmou que o empregador no Brasil enfrenta uma das maiores cargas tributárias do mundo e reiterou a oposição ao novo imposto sobre dividendos, defendendo a proteção do setor produtivo e do trabalhador.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),atraso,Aprovação Imposto,Dividendos,criação,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero mencionar o manifesto da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a indústria que mais emprega no Brasil, e revelar por que ela é contra o novo imposto sobre dividendos. Isso acontece porque, desde 1996, lucros e dividendos distribuídos à pessoa física dos empreendedores são isentos de impostos, pois eles já foram integralmente tributados na pessoa jurídica, inclusive com a Contribuição Social sobre Lucro Líquido. Isso não é um privilégio, mas uma resposta técnica a uma conjuntura nacional e a um sistema que impõe uma das maiores cargas tributárias do mundo às empresas. Eu vejo a Esquerda dizer que será concedida agora a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Nós somos favoráveis a essa isenção, e queremos fazer um questionamento ao Governo: por que não fez isso no primeiro ato do Governo? Por que deixou para este mês de outubro — no ano que vem haverá eleição? Por que não fez isso antes e esfolou o trabalhador até agora? O Governo Federal, Governo do PT, lembrou-se de aumentar impostos 37 vezes nos últimos 34 meses. Sim, 37 impostos foram aumentados, e aqui quero relembrar aos amigos que querem taxar os empreendedores os aumentos que ocorreram: reversão da redução de PIS/Cofins sobre as receitas; reoneração de PIS/Cofins sobre a gasolina e o etanol, que o pobre paga; imposto de importação sobre o petróleo bruto; exclusão do ICMS da base do crédito de PIS/Cofins; retorno do voto de qualidade no Carf; tributação das apostas; nova regra para as remessas internacionais — a "taxa das blusinhas"; aumento do IPI sobre armas e munições; aumento da tarifa de exportação sobre painéis solares; retorno do imposto de importação de veículos elétricos; inclusão da subvenção estadual do ICMS; limitação do uso de juros de capital para reduzir a base do Imposto de Renda; tributação dos fundos offshore; reoneração de PIS/Cofins sobre o óleo diesel; reforma tributária do consumo; criação do IPVA para embarcações e veículos; alteração do ITCMD, colocando progressividade; reoneração gradual da folha de 2025 a 2027; ajuste nas tarifas de importação do aço e do ferro, que o trabalhador paga; mudança tributária na aplicação financeira, com encerramento... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR) - Sr. Presidente, ainda faltam vinte impostos que o Governo Federal lascou sobre o trabalhador, sobre a classe média, sobre o empreendedor. Quero dizer, Sr. Presidente, que o empregador no Brasil é um sobrevivente. Ele enfrenta a maior carga tributária do mundo. Nós somos contra esse novo imposto sobre dividendos. Presidente, peço que a minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil. Obrigado.
  • 02/09/2025

    O Deputado criticou o cenário político atual, dizendo imaginar a indignação da população do interior diante de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga sindicatos e associações acusados de roubar aposentados, pensionistas, professores e policiais, ao mesmo tempo em que um ex-Presidente é julgado por um magistrado que já havia atuado como advogado de condenado por corrupção. Por fim, afirmou que esse contraste causa perplexidade ao trabalhador que paga impostos e declarou, na Semana da Pátria, que mantém a esperança em mudanças para redirecionar o Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Sindicato,Aposentado,Pensionista,Professor,Policial,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Ex-presidente da República,julgamento,Corrupção,Advogado,Semana da Pátria

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu fico imaginando o que a população de bem do interior do Brasil pensa de Brasília neste momento. Nós numa CPI investigando sindicatos e associações que roubaram aleijados, pensionistas, aposentados, professores e policiais; e de outro lado um ex-Presidente sendo julgado por um advogado que hoje é o Presidente da sessão, mas que antes advogava para uma pessoa que foi condenada por corrupção. Eu queria entender o que passa pela cabeça do trabalhador, do homem de bem que paga impostos neste País. Nesta Semana da Pátria, eu quero dizer que a esperança ainda é a última que morre. Nós vamos mudar o eixo deste País. Obrigado, Presidente.
  • 13/08/2025

    O Deputado informou a aprovação, por unanimidade, do relatório da Comissão Externa que investigou o acidente com avião da Voepass, no qual 62 pessoas morreram, sendo 35 do Paraná e 22 de Cascavel (PR). Explicou que o objetivo dos trabalhos não foi buscar culpados, mas propor medidas legislativas para aumentar a segurança aérea. Além disso, destacou que dois projetos serão resultantes do relatório: um que institui regime especial de fiscalização da segurança operacional dos voos e outro que cria um comitê de cooperação entre instituições públicas e privadas para atendimento de vítimas e familiares em casos de acidentes. Por fim, reforçou o compromisso de avançar com a aprovação dessas propostas no Congresso.

    Palavras-chave oficiais: Acidente aéreo,Empresa de transporte aéreo,Paraná,Cascavel (PR),Comissão externa,Relatório (processo legislativo),Aprovação,investigação,Segurança aérea,Proposição legislativa,Vítima,elaboração

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, acabamos de aprovar, por unanimidade, o relatório da Comissão Externa sobre o acidente com o avião da Voepass. Infelizmente, 62 vidas foram perdidas — 35 eram paranaenses e 22 eram cascavelenses. A nossa função na Comissão, desde o início, não foi fazer uma caça às bruxas para apontar culpados, foi propor ao Congresso Nacional projetos de lei para melhorar a aeronavegabilidade no Brasil. Serão apresentados dois projetos. Um deles tem como finalidade prever um regime especial de fiscalização de segurança operacional dos voos no Brasil. O outro projeto cria um comitê de cooperação de instituições públicas e privadas no âmbito do atendimento a vítimas e a familiares de vítimas de acidentes aéreos. Foi aprovado o nosso relatório da Comissão Externa sobre a Voepass. Agora nós vamos trabalhar para aprovar os dois projetos. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 12/08/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.856, de 2025, que denomina “Viaduto Papa Francisco” o viaduto rodoviário localizado no Km 2,3 da rodovia BR-488, no Município de Aparecida, Estado de São Paulo.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O União Brasil, Sr. Presidente, orienta "sim". Trata-se de uma justa homenagem a esse Papa, que tanto defendeu as causas sociais e os pobres. O União Brasil orienta "sim".
  • 12/06/2025

    O Deputado prestou solidariedade aos agricultores do Rio Grande do Sul, impactados por enchentes e secas sucessivas, e alertou para o risco de falência generalizada no setor. Cobrou do Governo Federal a securitização urgente das dívidas agrícolas e defendeu um novo Refis para grandes empresas, argumentando que ações judiciais longas e ineficazes impedem a recuperação econômica. Propôs ainda o uso de créditos de ICMS para quitação de tributos federais e compensações pelas perdas causadas pela alta da inflação e da taxa Selic. Encerrou pedindo união do Congresso em apoio aos produtores e empresários.

    Palavras-chave oficiais: Agricultor,Securitização,Seguro rural,Rio Grande do Sul,Calamidade pública,Falência,Enchente,Inundação,Programa de Recuperação Fiscal (Refis),Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Taxa de Juros Selic),Inflação,Congresso Nacional,Setor agrícola,Governo federal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero me solidarizar com os agricultores do Rio Grande do Sul, que, depois da calamidade das chuvas e das calamidades de anos anteriores, como a seca, estão numa situação de falência. Eu quero chamar a atenção do Governo Federal para isto. Agricultor não se faz do dia para a noite. O agricultor resulta de gerações de homens e mulheres que trabalham no campo. Eu quero dizer que precisamos de uma securitização das dívidas, urgentemente, não só para o Rio Grande do Sul, mas também para todo o Brasil, a fim de salvar a agricultura. Hoje, muitas empresas agrícolas estão pedindo falência, recuperação judicial. Nós precisamos salvar esses empreendedores. Mais do que isso, é preciso um novo Refis para as grandes empresas do Brasil. Há dívidas acima de 1 bilhão de reais com o Fisco, e não vão ser pagas. Não adianta rolar ações judiciais que demoram uma eternidade, levar a leilão indústrias, empresas. Elas vão parar de gerar impostos. Precisamos colocar essas empresas de novo nos trilhos, para que elas possam gerar isso. Permitir a utilização de créditos de ICMS, um imposto estadual, para pagamento de tributos federais, a utilização de recursos correspondentes ao prejuízo que tiveram nesses anos ao pagarem taxa Selic de 15% ao ano, ao enfrentarem a maior inflação das últimas décadas, é o mínimo que este Governo Federal pode fazer para salvar o emprego do pobre, para salvar o emprego do trabalhador, para salvar os pensionistas e os aposentados, colocando-se dinheiro no INSS. Por isso, Sr. Presidente, peço que esta Casa se una em defesa dos agricultores e dos empresários. Eu já fiz o pedido na Comissão de Desenvolvimento Econômico. Muito obrigado.
  • 11/06/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Federal, que vem prejudicando o crescimento econômico por meio da burocracia e da falta de investimentos em infraestrutura, logística e transporte. Denunciou a paralisação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e da Receita Federal, apontando impactos negativos sobre a arrecadação e a geração de empregos. Reprovou o aumento de impostos, como o IOF e a tributação sobre Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e Letra de Crédito Imobiliário (LCI), destacando os prejuízos para a agricultura e o setor imobiliário. Condenou a fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e responsabilizou sindicatos. Alertou para o avanço da criminalidade e para a influência do poder do narcotráfico dentro da máquina estatal. Por fim, defendeu a instalação de Comissões Parlamentares de Inquérito e a cassação do Governo do Partido dos Trabalhadores (PT), afirmando que o País chegou ao fundo do poço.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Política econômica,Burocracia,Investimento,Greve,Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan),Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil,Carga tributária,Política fiscal,Letra de Crédito do Agronegócio (LCA),Letra de Crédito Imobiliário (LCI),Tributação,Agricultura Governo federal,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Sindicato,Partido dos Trabalhadores (PT),Corrupção Criminalidade,Crime organizado,Tráfico de droga,Estado (nação),Política de segurança pública Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Impeachment,Governo federal,Presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Uma boa tarde a todos os colegas aqui presentes. Sr. Presidente, não podemos acabar com a capacidade empreendedora do brasileiro. É a capacidade empreendedora do brasileiro a galinha dos ovos de ouro do Brasil, que gera empregos, que gera impostos, que gera resultados. Mas, infelizmente, nós vemos que o Brasil não tem um projeto de crescimento econômico. Infelizmente, o Brasil não defende quem trabalha e quem produz. O Brasil não tem um projeto de investimento logístico, não tem um projeto de infraestrutura. Nós vemos as nossas ferrovias paradas. Nós vemos a Ferrogrão travando o Centro-Oeste. Não temos projetos para portos, para aeroportos, para hidrovias. E, para piorar, Sr. Presidente, vemos hoje o Iphan parado. Essa questão indígena no Brasil fez com que toda movimentação de terras, seja para construção de um prédio, seja para a construção de um loteamento, seja para a construção de uma estrada, seja para fazer uma obra de infraestrutura, precise de licença do Iphan — e o Iphan está em greve desde o dia 25 de abril. É interessante, eu não vejo funcionários do Iphan pleitearem nesta Casa aumento de salário. Não vejo a Esquerda defender os funcionários do Iphan, para que eles sejam atendidos e voltem a trabalhar. Esse Governo boicota o crescimento econômico do Brasil através da burocracia e dos funcionários públicos. Eu vejo hoje os auditores da Receita Federal em greve. Há 190 dias tudo está parado nos portos e nos aeroportos do Brasil. São 50 bilhões de reais que deixamos de arrecadar em impostos. Cadê a Esquerda defendendo aqui os auditores federais, para que eles voltem a trabalhar, para que voltem a prosperar, para que o Brasil volte a girar? Não vejo. Esse é um Governo que boicota o Brasil. Querem quebrar o nosso País. Querem acabar com a capacidade empreendedora do brasileiro. Dificultam a geração de emprego e a geração de renda. Dificultam a arrecadação de recursos de impostos para bancar a saúde e a educação. Não! Querem aumentar a arrecadação no canetaço. Agora vemos o aumento do IOF para quem vai usar um cartão de crédito, para quem precisa descontar um título ou fazer um papagaio no banco, às vezes para salvar um emprego. É isso que esse Governo quer. Vemos agora aumento na LCA e na LCI, o que dificulta a situação para a agricultura e também para o setor imobiliário. Somada a isso, vemos a fraude do INSS. Cadê a Esquerda, que diz que isso começou no Governo Bolsonaro? Foi o Governo Bolsonaro, o da Direita, o anterior, que colocou esses sindicatos? O Brasil é o País que mais tem sindicatos no mundo. Eu não vejo aqui a Esquerda se defender. Roubaram aleijados! Roubaram pensionistas, professores, pobres e miseráveis. Nós temos que tomar tento nesta Casa e defender o pobre, defender quem precisa do Governo, defender as crianças carentes. O Governo boicota o País. O Governo quer a catástrofe. Esse Governo não tem a mínima legitimidade para continuar com a caneta, porque ele não faz nada pela prosperidade da nossa Nação. Aumenta a criminalidade no País. O Brasil não é mais só palco da criminalidade, ele é sede da criminalidade. Temos no País um narcotráfico funcional. O tráfico impõe leis, ostenta fuzis, veste farda de polícia e domina territórios sob o silêncio do Estado. A população está cercada. O Estado não combate mais o crime, o Estado está sendo governado pelo crime. Esse é o Governo Federal que nós temos. Isso é o que nós temos que denunciar neste Parlamento. Eu peço a V.Exas., Deputados Federais, eleitos pelo povo para representar a população carente do nosso País, que nós nos unamos num projeto de Brasil que coloque este País nos eixos e deixe para trás esse marasmo e essa covardia que estão fazendo com a população pobre e carente, que não tem voz. Eu vou continuar lutando pelo direito à propriedade, pela segurança jurídica, pela liberdade religiosa, pela liberdade institucional e pela separação dos nossos problemas e projetos. Senhores, eu vejo que chegou a hora de mudarmos o eixo de poder. Não dá mais para esse Governo corrupto continuar no poder. Não dá mais para o PT continuar administrando as contas públicas, fazendo a gestão pública. Chegamos ao fundo do poço! O Brasil não aguenta mais! Quem trabalha, quem produz neste País, quem tem o mínimo de vergonha na cara não aguenta mais o Governo Federal que nós temos. Vai depender desta Casa a instalação das CPIs e a cassação desse Governo o mais rápido possível, sob pena de nós ficarmos mais de uma década parados no tempo, enquanto as economias mundiais crescem e roubam de nós o minério, roubam de nós o fruto da nossa agricultura, roubam de nós o nosso suor, roubam de nós a nossa esperança. O PT roubou não só o dinheiro do Brasil, roubou também a esperança do povo brasileiro. Peço aos senhores, Deputados Federais que são pais, que são avós, que têm o mínimo de vergonha na cara: vamos nos unir contra esse Governo corrupto que nós temos no Brasil. Muito obrigado. Peço que meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil.
  • 10/06/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do § 5º-A do Art. 2º da Lei n. 13.178, de 2015, que consta do Art. 2º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,União Brasil,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O União Brasil vota "sim". Quero parabenizar o Deputado Pedro Lupion, Presidente da FPA, a Deputada Caroline de Toni, nossa Relatora, o Deputado Tião Medeiros, autor da lei, e todos os paranaenses, que agora têm a oportunidade de, por 15 anos, ratificar os seus títulos. Votamos "sim".
  • 10/06/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O União Brasil, Sr. Presidente, vota "sim". Quero chamar todos os Deputados que estão nos gabinetes, que estão no Infoleg, para votar "sim" a este importante projeto para a agricultura brasileira, que dá segurança jurídica. A Esquerda, quando fala de ser a favor do agronegócio, na verdade é, sim, a favor das ONGs internacionais, que acabam com o nosso agronegócio. Então, eu quero dizer que o União Brasil vota "sim".
  • 10/06/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nossa orientação é o voto "não". Quero dar o testemunho de que, no Município de Cascavel, há milhares de títulos de estudos da cadeia dominial protocolados no Incra, e o Incra não tem funcionários para analisar. Nós estamos pedindo a prorrogação porque o Governo Federal não fez o dever de casa. A verdade é que, quando nós vemos a Esquerda falar, parece que o Brasil está uma maravilha. Para todas as obras hoje — uma movimentação de terra, uma estrada, uma ferrovia — precisa-se do Iphan, e o Iphan está em greve. Hoje, o que nós importamos está parado na Receita Federal, porque os auditores da Receita Federal estão em greve. E agora querem parar também com o agronegócio. Por isso, nós orientamos "não", Sr. Presidente.
  • 10/06/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o União Brasil vota "não" ao requerimento e "sim" ao projeto. Este é um projeto importante para os agricultores estabelecidos no oeste do Paraná, no oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, em toda a faixa de fronteira, que alimentam o Brasil e o mundo. São agricultores ordeiros e produtivos. Temos que estender esse prazo e simplificar a ratificação dos títulos. "Não" à retirada do projeto da pauta!
  • 21/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou o papel fundamental das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) no atendimento a pessoas com deficiência intelectual, síndrome de Down, autismo e outras necessidades especiais, ressaltando sua atuação há 66 anos no Brasil. Em seguida, manifestou preocupação com a possível suspensão de recursos estaduais do Paraná para as Apaes, devido a uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) prestes a ser julgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Repudiou essa ação, afirmando que a retirada dos recursos poderá levar essas instituições à falência, prejudicando crianças e famílias assistidas. Por fim, se comprometeu a apresentar proposta federal caso a lei estadual seja anulada, reforçando o compromisso de defesa das Apaes e apelando à consciência dos Ministros do STF.

    Palavras-chave oficiais: Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae),Pessoa com deficiência,Síndrome de Down,Pessoa com transtorno do espectro autista,Ação Direta de Inconstitucionalidade,Supremo Tribunal Federal (STF),Recursos públicos,Paraná,Educação inclusiva

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o que nos traz hoje à tribuna da Câmara dos Deputados é o que está ocorrendo com as Apaes. Estas instituições sérias trabalham há décadas no Brasil e desempenham papel fundamental em prol de crianças que têm síndrome de Down, de acamados, de autistas, de jovens e adultos que têm algum tipo de deficiência intelectual. Elas dão apoio à educação, ao desenvolvimento de habilidades, à inclusão e à diversidade, assim como apoiam famílias, melhoram a infraestrutura e promovem a cidadania. Há 66 anos, as Apaes trabalham no Brasil, contando com o apoio do Governo do Estado do Paraná para o pagamento de suas despesas e a continuidade de seus investimentos. Porém, está para ser julgada uma Adin no STF para suspender estes recursos, que não são de grande valor para o Estado do Paraná, mas que têm grande importância para estas instituições. Nós repudiamos essa ação de inconstitucionalidade da lei estadual e nos somamos às 343 Apaes do Estado do Paraná. Em nota, a Federação das Apaes do Estado do Paraná e a Federação Nacional das Apaes repudiam a ação que quer tirar recurso das crianças que têm síndrome de Down que estão nas Apaes, querendo levá-las para as escolas normais. As escolas regulares já podem receber as crianças com síndrome de Down, mas, se os recursos forem tirados das Apaes, estas instituições vão quebrar. É preciso lembrar que elas já estão em dificuldade. Todos os dias, nós mandamos recursos para as Apaes. Quando nós nos elegemos, firmamos o compromisso de defender a criança carente, a criança que mais precisa do Estado brasileiro e da mão do Governo. Se for cassada esta lei estadual do Paraná que transfere recursos, eu entrarei imediatamente com uma lei federal para que todos os Estados possam transferir recursos do Tesouro estadual para as Apaes do seu Estado. Peço aos Srs. Ministros do STF que tenham consciência de que não se deve mexer numa instituição séria como esta. O Brasil passa por dificuldades. Tiraram dinheiro dos aposentados, tiram dinheiro do trabalhador, tiram dinheiro do agricultor, e agora querem tirar dinheiro das Apaes. Fica meu repúdio por esta iniciativa. Muito obrigado.
  • 09/04/2025

    O Deputado relatou a aprovação de um requerimento na Comissão de Assuntos Econômicos, solicitando informações ao Ministério da Fazenda sobre um Refis realizado no Brasil, que durou apenas cinco dias, de 17 a 21 de março de 2025. Questionou a falta de transparência sobre o programa, que não foi amplamente divulgado, e pediu a prorrogação do prazo por 30 dias, além da divulgação da lista de empresas beneficiadas. Informou que o objetivo foi garantir isonomia e publicidade nas ações relacionadas ao Refis, para que todas as empresas tivessem acesso igualitário ao programa.

    Palavras-chave oficiais: Programa de Recuperação Fiscal (Refis),Falta,transparência

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje nós aprovamos na Comissão que trata de assuntos econômicos um requerimento de informações ao Ministério da Fazenda, ao Ministro Haddad, acerca de um Refis que houve no Brasil e ninguém ficou sabendo. Imaginem os senhores que a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, no Edital nº 4, de 13 de março de 2025, instituiu e colocou em prática um Refis que durou apenas 5 dias, do dia 17 de março ao dia 21 de março. Nós requeremos a publicidade de tudo o que se faz para que todas as empresas possam ter acesso a esses Refis. E queremos a isonomia da lei. Nesse requerimento de informações, pedimos a prorrogação do prazo desse Refis por mais 30 dias e também a relação das empresas beneficiadas por ele, porque está muito estranha a história desse Refis.
  • 12/03/2025

    O Deputado registrou a visita dos Vereadores Cleverson Sibulski e Valdecir Alcantara, de Cascavel (PR) à Câmara dos Deputados. Destacou o trabalho dos Parlamentares municipais na busca por recursos e investimentos para o Município. Por fim, ressaltou a importância da dedicação desses representantes na defesa da comunidade e expressou satisfação em recebê-los em seu gabinete.

    Palavras-chave oficiais: Presença,Vereador,Cascavel (PR),Câmara dos Deputados,Recursos públicos,Investimento público

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje, na Câmara dos Deputados, recebemos a visita de dois Vereadores do Município de Cascavel: Cleverson Sibulski, que é defensor da causa animal, e Valdecir Alcantara, que representa muito o interior do nosso Município. Os Vereadores visitam os gabinetes e os Ministérios em busca de recursos, em busca de investimentos para o Município de Cascavel. Eu fui Vereador no Município de Cascavel, no Paraná, e sei a importância do trabalho dedicado desses homens, que colocam a vida em defesa da comunidade. Fico muito feliz de recebê-los em nosso gabinete. Eles estão levando recursos para os seus projetos. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 11/03/2025

    O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, do Prefeito França, de Medianeira (PR), e do Prefeito Gileade, de Guaíra (PR).

    Palavras-chave oficiais: Prefeito,Medianeira (PR),Guaíra (PR),Câmara dos Deputados,Saudação

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, recebemos hoje, com muita alegria, o Prefeito França, de Medianeira, no Paraná, o Município com a maior produção de frangos, suínos e leite do Brasil, e também o Prefeito Gileade, do Município de Guaíra, no extremo oeste do Paraná. São um Prefeito reeleito e um Prefeito eleito que orgulham muito o nosso Estado pelas grandes gestões que fazem. Agradeço aos Prefeitos pela visita. Peço que este pronunciamento fique registrado nos Anais da Casa. Obrigado.
  • 11/03/2025

    O Deputado destacou a suspensão das operações da empresa de transporte aéreo Voepass pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), devido a problemas de segurança, lamentando as vidas perdidas em acidente aéreo que vitimou 62 pessoas. Ademais, na condição de Relator da Comissão Externa que apura a legislação de aeronavegabilidade no Brasil, questionou se a ANAC adotou medidas contra a Voepass em razão de ações de fiscalização da Comissão Externa, de problemas surgidos após o acidente aéreo ou devido ao próprio acidente. Por fim, defendeu a urgência para a votação do Projeto de Lei nº 5.033, de 2024, de sua autoria, que dispõe sobre os princípios, as diretrizes e o Comitê de Cooperação entre instituições públicas e privadas no âmbito do atendimento a vítimas e a familiares de vítimas de acidentes aéreos.

    Palavras-chave oficiais: Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC),suspensão,Empresa de transporte aéreo,Acidente aéreo,Relator,Comissão externa,Legislação,Navegação aérea urgência,Projeto de lei ordinária,princípios,diretrizes,Instituição pública,Instituição privada,Vítima,Acidente aéreo

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje a Anac suspendeu as operações da Voepass, devido a problemas de segurança na operação da empresa. Eu sou Relator da Comissão Externa que apura a legislação da aeronavegabilidade no Brasil. Se essa atitude da Anac tivesse sido tomada antes, muitas vidas perdidas de paranaenses usuários da Voepass poderiam ter sido preservadas. Nós queremos saber se a Anac toma essa atitude devido a nossa fiscalização, se a Anac toma essa atitude devido a problemas após o acidente, ou se a Anac toma essa atitude devido ao acidente que levou 62 vidas e causou tristeza a tantos paranaenses e brasileiros. Sr. Presidente, quero pedir urgência para o nosso Projeto de Lei nº 5.033, de 2024, que vem para melhorar o sistema aéreo no Brasil, e quero dizer que o nosso relatório não vem para apontar culpados, e sim para apontar uma melhor situação.
  • 19/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado celebrou a maior feira agropecuária do Brasil, o Show Rural Coopavel, que ocorreu no Município de Cascavel (PR), e criticou o Governo Federal por não ter enviado nenhum representante do primeiro escalão. Ademais, defendeu o impeachment do Presidente Lula.

    Palavras-chave oficiais: Feira (evento),Evento agropecuário,Cascavel (PR),Governo federal,Representante,Paraná Impeachment,Presidente da República

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na última semana, tivemos no Município de Cascavel, no Paraná, a maior feira agropecuária do Brasil, o Show Rural Coopavel, com mais de 500 mil participantes, visitantes, mais de 7 bilhões de reais em vendas, mas uma triste notícia: o Governo Federal não mandou nenhum representante do primeiro escalão. O Paraná, que é grande produtor de trigo, soja, milho, proteína animal, frango e suíno não merece essa desfaçatez do Governo Federal. Mas eu entendo o porquê. Porque os incomodados que se retirem. Lá em Cascavel, no Paraná, é lugar de quem trabalha e produz. E o Governo Federal não se sentiria bem lá. Por isso nós pedimos: Fora, Lula! Impeachment já!
  • 18/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado agradeceu a presença dos representantes da empresa CONSILOS, de Cascavel (PR), destacando sua importância no setor metalmecânico, especialmente no ramo de armazenagem de grãos. Elogiou os empresários Lucas Santori e Rogério Specht pelo trabalho de financiamento à agricultura e pelo impacto positivo da empresa na economia do Paraná e do Brasil, ressaltando o papel deles na criação de empregos e no desenvolvimento regional.

    Palavras-chave oficiais: Empresa,armazenamento,Grão,Cascavel (PR),Financiamento,Agricultura,Desenvolvimento econômico,Geração de emprego,Desenvolvimento regional

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    O SR. PADOVANI (Bloco/UNIÃO - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero agradecer a oportunidade e cumprimentar os representantes da empresa CONSILOS, da região oeste do Estado do Paraná, da cidade de Cascavel. A CONSILOS é uma grande empresa de transformação metalmecânica que trabalha com armazenagem de grãos, que trabalha e vende para toda a América do Sul, para Paraguai, Bolívia e Peru, e para a Região Centro-Oeste, para os Estados de Mato Grosso e Goiás, para Santa Catarina e Paraná, para todo o Brasil. Quero agradecer aos empresários e empreendedores Lucas Santori, o Diretor Executivo, e Rogério Specht, o Diretor Comercial, que estão aqui em busca de financiamentos para a agricultura, que estão aqui na luta e vendo o que está acontecendo com a reforma tributária, que vai fazer este País rodar. Agradeço muito a presença de vocês, que tanto empregam e contribuem para o Paraná e o Brasil. Obrigado, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.