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Detector de Bananada
Foto de Nikolas Ferreira

Deputado · Câmara

Nikolas Ferreira

PL · MG

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Nikolas Ferreira de Oliveira · 30 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 93 de 100, Cara Bom0406080100

93/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 96% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 92%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 93%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 87%

    discursos na tribuna (percentil)

Fale com Nikolas Ferreira

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.nikolasferreira@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5743
Gabinete
Gabinete 743, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 374 de 391 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

92%

Registrou voto em 1.034 de 1.128 votações nominais

Melhor que 86% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 48 projetos apresentados (0%)

12 avançaram · 31 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 814 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

149 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 14/07/2026.

  • 14/07/2026como líderBreves Comunicações

    O Deputado criticou o Projeto de Lei nº 896, de 2023, que criminaliza a misoginia, afirmando que a proposta servia para controlar críticas ao Governo e à Primeira-Dama Rosângela da Silva, especialmente sobre gastos públicos e viagens internacionais. Além disso, sustentou que a prioridade da Câmara deveria ser o combate à violência real contra mulheres, com endurecimento de penas, redução da maioridade penal e enfrentamento ao crime organizado, e não a punição de piadas ou opiniões. Por fim, declarou votar contra a matéria e pediu que o Plenário não a apreciasse.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,Misoginia,Governo federal,Primeira-dama,Despesa pública,Viagem internacional,Violência contra a mulher,Segurança pública,Aumento da pena,redução,Maioridade penal,Crime organizado,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Nosso Deus! Não vou usar isso tudo, não. Vou usar menos. Nossa 10 e faixa ataca novamente. A Janja agora disse que o apelido "gastadeira", para ela, é misoginia. Se você, trabalhador brasileiro, acorda cedo e dorme tarde, sente-se desrespeitado por alguém que não tem cargo público, mas que usa da estrutura pública para poder ter até um gabinete paralelo que já custou 1,2 milhão do seu dinheiro, e quer criticá-la por ficar gastando o dinheiro das pessoas em viagens internacionais de luxo, você é misógino. É isso mesmo, senhores. E qual é o contexto em que ela está dizendo isso? Eu não sei se você sabe que, enquanto paga mais caro por viagens e gasolina, enquanto os alimentos são reduzidos em suas embalagens — agora na caixa de Bis não vem mais um em cima do outro, não; é só uma camada —, enquanto você está trabalhando, o Congresso está preocupado sabe em quê? Em criminalizar misoginia, com a falácia de que isso é para proteger as mulheres. Olha que interessante: a Janja entra em campo para poder dizer que você não pode criticá-la porque seria misoginia. Uma pessoa que faz viagens para a Itália, Paris, Londres, Abu Dhabi, e um Governo que já gastou em viagens internacionais 7 bilhões... Vocês têm ideia do que são 7 bilhões? O que daria para se construir com 7 bilhões? Sabem quantas escolas poderiam ser construídas, quantas rodovias poderiam ser estruturadas, quantos hospitais poderiam ser reformados e quantas coisas poderiam ser feitas com esse dinheiro? Mas, não. Aqui no Brasil, como eu sempre costumo dizer, não falta dinheiro, falta vergonha na cara, falta caráter, falta uma boa administração. Ainda assim a Janja vem falar que, se você questionar isso, você é misógino. Para vocês terem ideia, a Janja passou mais tempo fora do Brasil do que o próprio Presidente da República. Vejam se tem condições isso! E, se falarem qualquer coisa contra ela, isso é misoginia. E não para por aí. O Lula, não satisfeito em ter uma pessoa ali usufruindo do dinheiro público, ainda colocou em sigilo as informações sobre gastos da viagem da Janja a Nova York em 2024. Então, de um lado, você tem pessoas trabalhando para sobreviver em um país que não tem segurança, não tem educação, não tem saúde — até o futebol, que nos dava alegria, agora já não está dando mais — e, de outro lado, você tem a Janja dançando no iate da COP 30, sustentada também com o seu dinheiro. Então vamos lá! Você não pode criticar homem biológico que é Presidente da Comissão da Mulher, porque isso é misoginia. Você não pode "impeachmar" a Dilma, que cometeu crime de responsabilidade fiscal, porque isso também é misoginia. Você não pode criticar os gastos absurdos da Janja, porque isso é misoginia. Você não pode criticar o projeto sobre misoginia, porque isso é misoginia. Meus senhores, qual é o perigo disso? É que as pessoas não estão entendendo que a equiparação da misoginia com o racismo leva à classificação desses atos que citei como crimes. A Relatora desse projeto vai à Internet se gabar: "Ah, eu tenho produção legislativa! Eu já aprovei tantas leis!" Quando você vai ver as leis que ela aprovou, é lei do dia de não sei o quê, lei da semana de não sei o quê. Ela está querendo, literalmente, criminalizar — para vocês terem uma ideia — as crianças que, umas com as outras, usam termos como "betinha". A gente deve estar mesmo sem preocupação hoje no Brasil, não é? A gente deve estar sem preocupação hoje no Brasil, para o Congresso ter que aprovar, em regime de urgência, um projeto que quer criminalizar a misoginia. Vamos deixar algo bem claro. A Esquerda agora quer se preocupar com as mulheres? Opa! É verdade? Mas descobriram as mulheres agora, não é, porque, quando o Silvio Almeida, ex-Ministro dos Direitos Humanos, no Governo Lula, assediou outra Ministra do Governo Lula, a Esquerda ficou como está este Plenário agora: em silêncio total. Ninguém disse nada. Não vi nota de repúdio, não vi artistas revoltadas, não vi discursos inflamados na tribuna, dizendo: "Isso é um caso de misoginia, é um ataque à mulher". Agora, é mais perigoso dar cadeia para alguém que chamar o outro de "betinha" do que para um Ministro que assediar outra Ministra. Recentemente, uma mulher da favela recusou-se a ficar com um bandido e teve a sua cabeça raspada. Vocês viram, nas redes sociais da Esquerda, nas redes do PT, alguém dizendo: "Contra isso aqui, sim, a gente precisa lutar?" Não! Sabem contra que medida essa mesma galerinha do PT e do PSOL votou? Votou contra o aumento de penas para crimes hediondos. Sabem o que são crimes hediondos? Pedofilia, estupro. Mulheres não são vítimas de estupro nem de pedofilia não? E o que eles fizeram? Votaram contra essa medida. Quantas mulheres foram vítimas desses crimes? Quantas mulheres são vítimas, por exemplo, do crime organizado, que eles não querem classificar como organização terrorista? Porém, fazer uma piada não pode, é preciso criminalizar. A Relatora desse projeto quer criminalizar a piada, porque há lugar nas cadeias para humorista, para quem bota peruca aqui no plenário... Agora, para menor criminoso, vagabundo, que rouba, estupra e mata, a cadeia está superlotada. "Não se pode colocar esses menores vítimas lá dentro." Se a gente que diz que a Janja é uma pessoa que gasta o dinheiro público, apesar de ela mesma dizer que nenhuma outra Primeira-Dama trabalhou, inclusive ofendendo as ex-Primeiras-Damas, isso é misoginia, e quem fizer isso tem que ir para a cadeia. Meus senhores, esta é a maior prioridade do nosso País? É isso mesmo que a gente tem que discutir aqui, gastando recursos do Erário com iluminação, com toda a estrutura para esta Casa funcionar? Esses gastos todos são para ficarmos discutindo esse assunto? Realmente, isso é inacreditável. A mesma Esquerda que quer criminalizar a piada, que quer criminalizar a crítica a alguém que está torrando o seu dinheiro é contra a redução da maioridade penal. Eu pergunto: quantos menores já fizeram mulheres de vítimas? Recentemente, meninos, menores de idade, criminosos, vagabundos, abusaram de duas crianças de 7 e de 10 anos. Qual foi a revolta que houve? O Presidente da República é ávido para falar do Neymar, é ávido para falar do Trump, mas, em casos que realmente importam, como esse que envolveu essas meninas, houve silêncio total. A Secretaria de Comunicação do Governo não disse nada, não vi nenhum discurso inflamado, não vi nada. Sabe qual é a solução deles para essa situação? Nenhuma! Eu pergunto: esse projeto quer realmente proteger as mulheres? Claro que não! No fim das contas, tudo deságua em uma mesma coisa: "Então, a gente precisa regularizar as redes". O que uma coisa tem a ver com a outra? Eles querem controlar o que você vai fazer e o que você não vai fazer, o que você vai dizer e o que você não vai dizer. E ainda querem fazer isso antes das eleições, obviamente, para que, se alguém fizer um vídeo com fundo preto, para mostrar os gastos do Governo Lula e os gastos da Janja, para mostrar como várias mulheres da Esquerda são hipócritas quanto às suas votações e o seu discurso, isso vai ser misoginia. Vejam o que o nosso País virou! É isto que você, brasileiro, espera do Congresso, de Deputados e Senadores: que a gente perca tempo com esse assunto? E qual é a narrativa? Vão dizer: "Olhem, o Nikolas é contra o projeto de misoginia que protege as mulheres". Protege as mulheres o caramba! O que protege as mulheres, por exemplo, é a redução da maioridade penal. O que protege a mulher é não deixar estuprador e pedófilo sair da cadeia. O que protege as mulheres não é uma caderneta, um livro da Simone de Beauvoir, não. O que protege a mulher, diante de um vagabundo, é uma PT, é um fuzil. É isso! Mas vai dizer isso aqui para você ver. "Ah, não! Não pode. Não pode. Isso é extremismo." Extremismo é a quantidade de mulheres sofrendo abuso de verdade, sofrendo um monte de retaliações, tanto dentro quanto fora de casa, no ambiente de trabalho. E as pessoas que promovem esses abusos e retaliações ficam impunes. Por quê? Porque a Justiça é conivente com isso. Quem tem peito para chegar aqui e dizer que a Justiça está sendo conivente com essas pessoas que estão cometendo crimes? Então, qual é a solução que a Esquerda tem oferecido para essa situação durante todos esses anos? Inclusive, a gente bateu o recorde de feminicídio no País. Eu não gosto muito dessa palavra, porque, para mim, quem mata não mata por gênero, mata porque é um criminoso. Mas o fato é que batemos o recorde de feminicídios neste Governo. O que eles têm apresentado como solução para vocês? Absolutamente nada. Então, quero deixar aqui algo bem claro. Eu disse anteriormente que eu ia não somente votar contra, como de fato votei contra esse projeto na Comissão, mas também trabalhar para que esse projeto não fosse votado no Plenário. Afinal de contas, ele é um desserviço para a sociedade brasileira. E eu não vou, de forma alguma, me sentir oprimido pelas narrativas que virão até nós, porque eu sei o que vai acontecer. Qualquer notícia que mostrar agressão a uma mulher ou algo ruim como um crime contra uma mulher, vão dizer que, se tivéssemos aprovado o PL da Misoginia, isso não teria acontecido. Ou vão dizer: "O Nikolas votou contra a proteção dessa mulher". Meu amigo, narrativa por narrativa a gente está enfrentando, mostrando a verdade para as pessoas. O fato é que, se um projeto está sendo apoiado pela Janja, pode ter certeza que agora ficou muito mais fácil de votar. Se isso vier ao Plenário, obviamente a gente vai votar "não". Espero que não venha, porque, além de ser uma perda de tempo, é realmente uma enganação e uma mentira para as mulheres deste Brasil. Graças a Deus, elas nos ouvem muito mais do que ouvem vocês, que as usam para fazer palanque político. Misoginia é o caramba! Isso é mais uma coisa para poder controlar o que as pessoas dizem ou não. Querem fazer algo real para as mulheres? Comecem tendo coerência nos votos aqui. Até lá, tudo o que fizerem não passa de narrativa. Mais uma vez, muito obrigado, Janja, por mais esse golaço! Obrigado, Presidente.
  • 09/06/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado relatou visita ao Estado do Acre e afirmou ter encontrado uma realidade marcada por pobreza, dificuldades de infraestrutura e atuação de organizações criminosas em Municípios da região amazônica. Além disso, contestou a política ambiental conduzida pelo Governo Federal e criticou a atuação de órgãos de fiscalização, sustentando que moradores e indígenas enfrentaram restrições para desenvolver atividades de subsistência e receberam multas elevadas por intervenções em áreas protegidas. Ademais, defendeu a exploração responsável das riquezas da Amazônia como alternativa para geração de emprego, renda, turismo e desenvolvimento econômico. Por fim, manifestou apoio à população acreana, declarou que a região permaneceu esquecida pelo poder público e cobrou soluções para os problemas sociais e econômicos observados durante a visita.

    Palavras-chave oficiais: Floresta Amazônica,Acre,Governo federal,Esquerda política,Pobreza,Infraestrutura,Organização criminosa,Indígena,Desenvolvimento econômico,Preservação ambiental,Turismo,Emprego,Renda

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero hoje cumprir a promessa que fiz ao povo acreano de que o próximo discurso que faria nesta Casa seria para expor aquilo que vi com os meus próprios olhos no Estado. A Amazônia que a Esquerda pinta é completamente diferente da realidade. Eu fiquei estarrecido com a cara de pau da Deputada Marina Silva de vender uma Amazônia que só está na cabeça dela e na visão de ONGs da Esquerda. O que eu vi foi miséria. As pessoas precisam de uma ponte para ir para as suas casas todos os dias. A balsa demora muito, a ponto de uma mãe ter o seu filho dentro dela. É um local aonde só se chega de avião ou de barco. As lojas da região estão tomadas por organizações criminosas — para abrir um comércio, é preciso pagar uma taxa para esses criminosos. Foi assim que a Esquerda deixou a Amazônia. Se o indígena ou uma outra pessoa que mora ali quiser, para a sua própria sobrevivência, cortar algumas árvores para plantar uma batata, uma beterraba, o que quer que seja, é multado por isso, porque 95% da região são áreas de preservação. Vale a pena ter, entre aspas, "tudo preservado" se o povo está na miséria? Nós não estamos falando de degradação, de desmatamento, nós estamos falando de algo responsável. E não é o que acontece. É uma irresponsabilidade a não exploração responsável quando há tantas riquezas assim. ICMBio, Funai e Ibama têm feito os indígenas serem escravos na sua própria terra. Eu conversei com pessoas que haviam recebido multas de 100 mil reais, de 150 mil reais porque tiveram que desmatar para sobreviver. E não pode! Vão para o túmulo com as multas, porque não têm condições de pagá-las. Quero deixar um abraço para o pessoal de Thaumaturgo e de todas as cidades que visitei no Acre. Já posso falar que visitei mais o Estado do que a Deputada Marina Silva — não tenho dúvidas. Eu vi uma realidade que, infelizmente... Todo o mundo quer o que a Amazônia tem, e o Brasil fica com essa palhaçada, com essa vagabundagem. Permite que o crime organizado explore a Amazônia, impede que pessoas de bem gerem turismo, emprego, renda e profissionalização e deixa aquele local esquecido e as pessoas na miséria. Então, povo do Acre e povo da Amazônia, saibam que vocês não estão sozinhos. Eu não tenho dúvida de que vocês serão lembrados e a situação será resolvida, porque a Amazônia é nossa. Um abraço para o Márcio Bittar, para o João Bittar e para todos daquele Estado. Obrigado, Presidente.
  • 27/05/2026como líderOrdem do Dia

    O Deputado criticou a Proposta de Emenda á Constituição nº 221, de 2019, sobre redução da jornada de trabalho, e afirmou que o debate deveria priorizar produtividade, geração de renda e condições econômicas dos trabalhadores. Além disso, acusou o Governo Federal e partidos de Esquerda de utilizarem a pauta com objetivos eleitorais e de promoverem uma manobra regimental para impedir a apreciação de alternativa que previa escala de quatro dias de trabalho por três de descanso. Também argumentou que a medida poderia provocar aumento de custos, demissões, fechamento de empresas e elevação de preços ao consumidor. Ademais, relacionou dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores à carga tributária, à segurança pública, à saúde e à educação. Por fim, declarou apoio à votação da matéria, mas atribuiu aos defensores da proposta eventual responsabilidade por seus impactos econômicos.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Produtividade,Esquerda política,Governo federal,Eleição,motivação política,Economia,Trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, hoje é um dia histórico. É o dia em que a Esquerda está me permitindo explicar para todo o Brasil o que ela fez com os trabalhadores. Esses são os mesmos que, daqui a pouco, vão completar 20 anos no poder; que foram os responsáveis pelos maiores escândalos de corrupção do País; que literalmente deixaram o Brasil com a maior carga tributária dos últimos 15 anos. Nesse Governo, 33% do PIB refere-se somente a tributos. O Governo Lula bateu recorde em arrecadação — somente em 2026 já arrecadou 1,5 trilhão de reais em impostos —, já gastou em viagens internacionais mais de 7 bilhões de reais. Esses que deixaram o País com queimadas, com 50 milhões de pessoas vivendo em áreas sob domínio do crime organizado, e que deixaram o País sem saúde, sem educação, são os mesmos que hoje se dizem baluartes da defesa do trabalhador. Quero lembrar aos senhores que a defesa ou não da escala, e toda a discussão, nunca deveria ter sido somente pela escala. Como em outros países que de fato servem de exemplo para o mundo, deveríamos discutir produtividade. É muito fácil querer mudar a realidade com uma canetada. Ora! Esta foi a proposta que nós fizemos: "Vamos alterar, então, em vez de 5 por 2, para 4 por 3." Um dia a mais, um dia a menos não faz diferença. O que aconteceu, meus senhores? A Esquerda fez uma manobra hoje. Ela enterrou a possibilidade de votar e mostrar ao Brasil quem seria contra a escala 4 por 3, impedindo que a vigência começasse amanhã. Eu digo mais: se as coisas e a realidade fossem tão fáceis de se resolver na canetada, por que não fizeram isso 20 anos atrás? Por que não se muda o salário mínimo para 10 mil reais? Meus senhores, olhem a pachorra que eles fizeram com você, trabalhador, que realmente tem que trabalhar não somente numa escala que não lhe permite ir à igreja ou ter lazer. O entorno não é somente a escala, mas o seu salário, que é cortado em volta de você pelo Estado. Afinal de contas, o alimento está cada vez mais caro, a gasolina está cada vez mais cara. Se você está num ponto de ônibus, esperando para ir ao trabalho, e é roubado, isso também diz respeito ao seu salário. É falta de segurança. Diz respeito ao seu salário a falta de um sistema de saúde que realmente gere um atendimento bom. A pessoa tem que recorrer à rede privada, e o salário vai embora. A escola precisa ser paga também com o dinheiro do seu salário, que vai embora, porque você tem que colocar o filho na escola privada. E assim o seu salário vai indo embora. Quem de fato está preocupado com os trabalhadores? Aqueles que literalmente deixaram o País no estado em que está? Meus senhores, eu nunca governei este País, eu nunca fui Presidente da República. Os nossos Deputados aqui também não estiveram em Ministérios. Então, qual era a jogada? "Já sei! Vamos fazer o seguinte: vamos colocar a 5 por 2 e fazer com que eles votem contra, e a gente os deixa como inimigos do povo". Quem propôs esse projeto tem mais faltas do que presenças. A pessoa que propôs esse projeto não disse se há um estudo de impacto econômico. A pessoa que propôs esse projeto simplesmente errou o cálculo matemático no projeto, colocou que oito vezes quatro são 36. Quanto é oito vezes quatro, senhores? A Esquerda não sabe. São 32, e não 36. Essas são as pessoas que hoje dizem: "Trabalhador, depois de 20 anos de Governo eu descobri você. Agora eu quero cuidar de você, eu quero te dar uma folga a mais, enquanto esses malvados não querem isso para você". Mas posso falar? Eles se lascaram. Sabem por quê? Porque votamos "sim", está lá. Quer jogar o jogo? Eu sei jogar o jogo também. A narrativa vai cair. Vão dizer o que agora? Que a gente votou contra, que a gente é contra o trabalhador? Não. Mas sabe o que eu vou falar, e vou falar exaustivamente? Quando houver demissão em massa, quando aumentar o preço dos produtos, quando o empreendedor não conseguir mais e tiver que demitir uma pessoa para contratar outra, aí, meus amigos, esse dia vai ser maravilhoso. Vocês queriam colocar algo e fugir das consequências, mas não. Quando isso acontecer, eu estarei pronto para falar que os responsáveis por isso são vocês, que literalmente querem enganar as pessoas. Olhem que interessante: queriam colocar a vigência desse projeto sabem quando, senhores? Sabem quando? Eu queria para agora, para amanhã, a escala 4 por 3, mas não. Sabe o que eles fizeram? Estipularam o início da vigência para 60 dias, diminuindo 2 horas, e, depois, 1 ano para poder ter o fim da escala 6 por 1. Ora, por que não colocaram agora, meus senhores? Sabem por quê? Porque sabem que haveria o efeito econômico. E sabem o que iria avacalhar? Não teríamos mais a eleição de Lula. Sabem o que é isso? O desespero para ter voto. Mas posso falar? Eu não tenho medo de dizer a verdade. Sabem por quê? Só existe uma coisa capaz de destruir a mentira. A mentira pode enganar alguns por um tempo, pode chegar à alma das pessoas que estão em situação ruim no País — e que vocês deixaram —, mas a mentira não perdura por muito tempo. Eles quiseram colocar como se tivéssemos proposto que os trabalhadores trabalhassem 52 horas, com uma transição de 10 anos, sendo que os 10 anos estavam no projeto do relatório do PT, e as 52 horas nunca foram sobre carga horária, mas sobre 12 horas a mais que o trabalhador pode ou não fazer de hora extra. Meus senhores, há 20 anos as pessoas fazem a mesma escolha esperando resultados diferentes. Eles, literalmente, colocaram uma pessoa condenada em três instâncias na Presidência. Há brasileiros que realmente estavam acreditando por um tempo que vocês estavam preocupados com eles. Eu digo aqui com muita tranquilidade: graças a Deus ainda temos muito tempo de vida para poder alcançar as pessoas e dizer a verdade. Não tenho medo de dizer neste plenário que, de minha parte, eu nunca votei em aumento de imposto, e vocês, sim. Eu, neste plenário, jamais coloquei o meu dedo para poder aumentar cargos dentro de gabinete de Ministro do STF, e vocês votaram. Eu nunca aumentei, a cada 34 dias do Governo, um imposto — e criaram um novo imposto —, como Lula fez. Eu nunca gastei 7 bilhões de reais do povo brasileiro. Inclusive, eu digo isto com muita tranquilidade: eu nunca usei dinheiro público para poder fazer campanha política. Nunca! (Manifestação no plenário.) Podem chorar! Eu nunca usei. Então, meus senhores, eu não quero ser lembrado somente pelos que estão comigo. É muito importante ter vocês contra mim, porque é um sinal de que eu estou certo. Eu não quero ter bandido, ladrão, corrupto do meu lado. Eu quero gente honesta! Eu quero gente que faça algo diferente pelo Brasil. Então, hoje, muito obrigado por me darem a oportunidade de explicar para todo o Brasil o quanto vocês são canalhas! Muito obrigado.
  • 27/05/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado criticou a condução da votação sobre a jornada de trabalho na Câmara. Afirmou que o Regimento Interno não foi respeitado ao não priorizar o projeto do Deputado Marcon, que tratava de matéria correlata sobre horas trabalhadas e remuneração. Também questionou o pedido de votação nominal feito pelo PT, afirmando que a estratégia teria relação com a futura discussão sobre a proposta de escala 4 por 3. Por fim, acrescentou que em uma eventual votação simbólica dessa matéria, não ficaria registrado o posicionamento individual dos Deputados, o que, segundo ele, dificultaria a identificação dos votos de cada bancada e Parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,Hora,Trabalho,Pauta (processo legislativo),prioridade,Votação nominal,Proposição legislativa,Prejuízo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós temos dois pontos importantes aqui. Primeiro, não se respeitou o Regimento Interno desta Casa para colocar o projeto do Deputado Marcon em prioridade, de forma, na verdade, apensada, porque era matéria correlata, e ele simplesmente tratava de horas trabalhadas e horas recebidas. Essa é a primeira manobra. Segunda manobra. Quem pediu a votação nominal aqui? Foi o PT, não é? Só quero tirar a dúvida. O PT pediu votação nominal nesta matéria não foi à toa, meus senhores. Pediu porque, quando for discutir a escala 4 por 3, já não será mais possível pedir votação nominal. Então, vai ser simbólica, e não vai ser possível deixar a digitalzinha deles. Depois faça o corte no vídeo e coloque que foi derrubando a 4 por 3, por não poder ter votação nominal. Essa é a verdade, Sr. Presidente.
  • 08/04/2026como líderOrdem do Dia

    O Deputado destacou a aprovação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 1.123, de 2025, de sua autoria, que permite o uso de exames da rede privada no SUS, mediante critérios de qualidade, com o objetivo de dar mais agilidade ao atendimento. Em seguida, rebateu críticas à proposta e afirmou que a medida atendia demandas reais da população. Além disso, citou a apresentação do Projeto de Lei nº 3.652, de 2025, voltado à aplicação de teste vocacional para estudantes do ensino médio, visando orientar escolhas acadêmicas. Por fim, solicitou apoio dos Parlamentares para a aprovação das propostas.

    Palavras-chave oficiais: Aprovação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,recebimento,Exame médico,Rede privada de saúde,Sistema Único de Saúde (SUS),Saúde Projeto de lei ordinária,inclusão,Orientação vocacional,Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB),Exame Nacional do Ensino Médio (Enem),Aluno,Ensino médio,Educação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, boa noite. Obrigado. Eu quero agradecer aos Deputados que votaram a favor do projeto de minha autoria que dá agilidade ao atendimento no SUS, ao permitir que os exames feitos na rede privada também possam ser utilizados nas consultas, desde que, obviamente, passem por um critério de qualidade. Ouvi alguns burburinhos, com alguns dizendo que isso poderia ajudar algum tipo de lobby. Infelizmente, quando o outro lado quer travar bons projetos, inventa qualquer coisa. Quero deixar bem claro que esse é um projeto técnico, que veio de uma demanda de pessoas que precisam de agilidade no atendimento no SUS, em relação a tempo e a recursos. Essas pessoas serão realmente beneficiadas, porque poderão fazer o exame em um serviço privado e já chegar ao atendimento no SUS com esse exame. Isso pode ajudar nesse atendimento. Então, isso é, realmente, a união entre o SUS e a rede privada, para melhorar a atenção à saúde no nosso País. O outro projeto de minha autoria que também está aqui é sobre o teste vocacional para alunos do 3º ano e do Saeb. Esse projeto visa fazer com que alunos do 3º ano tenham à disposição um teste vocacional opcional. O resultado desse teste será dado de forma confidencial somente ao aluno, para que ele tenha um norte. Nem todo aluno sai do 3º ano sabendo para onde deve ir, que curso deve fazer. Então, esse projeto é literalmente para ajudar os nossos alunos com um teste vocacional, para que eles tenham a possibilidade de acertar na escolha da profissão. O que nós não queremos é que esse aluno ingresse em uma faculdade e depois desista dela ou vá para algum outro curso e perca o seu tempo, porque, na verdade, ele é vocacionado para outro tipo de atividade. Então, são dois projetos muito importantes, Presidente Hugo. Eu lhe agradeço por tê-los colocado na pauta, em regime de urgência. Coletei as assinaturas para isso. Estamos fazendo aqui o nosso trabalho legislativo. Peço que os Deputados que por algum motivo sejam contrários ao projeto — talvez por ser eu o autor — entendam que esse é um projeto técnico, voltado à juventude deste País que precisa ter um norte melhor quanto aos cursos que irão fazer na graduação. O meu primeiro projeto já foi aprovado hoje. Peço a V.Exa., Presidente, que coloque na pauta de amanhã o projeto que não foi votado hoje. Que esses projetos virem lei para ajudar tanto a saúde quanto a educação no nosso País! Obrigado, Presidente.
  • 17/03/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2021, que altera a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, para permitir o enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) de pessoa com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 130.000,00 (cento e trinta mil reais), bem como para permitir que o MEI contrate até 2 (dois) empregados.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, finalmente, hoje, o requerimento de urgência faz jus a um tema que realmente é urgente: ajudar o trabalhador, o microempreendedor, aquele que, durante anos, teve um teto que não se adequou ao longo dos anos, de 81 mil reais de faturamento. Graças a Deus, aqui o Congresso está unido para aumentar esse limite para 130 mil reais. E digo mais: deveria aumentar ainda para 240 mil reais, que é a emenda do Deputado Zé Trovão. Afinal de contas, isso ajuda a evitar a informalidade, permitindo que aqueles microempreendedores que representam 95%, juntamente com as pequenas empresas, tenham a condição de contratar outra pessoa, expandir, ampliar o seu trabalho, e não ficar com a corda no pescoço, como está acontecendo agora. Então, mais uma vez, parabéns! O nosso voto, da Oposição, é "sim".
  • 10/12/2025como líderOrdem do Dia

    O Deputado afirmou que a cassação de um Parlamentar eleito, objeto do Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que declara a perda do mandato do Deputado Glauber Braga, por procedimento incompatível com o decoro parlamentar, representava uma medida grave e disse não considerar Glauber Braga corrupto, mas o acusou de mentir em sua defesa. Sustentou ainda que não houve comprovação de agressão à mãe de Glauber e classificou a justificativa como tentativa de sensibilização. Também apontou contradição entre pedidos de clemência atuais e posições passadas de Glauber Braga contra adversários políticos.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Deputado federal,Perda de mandato parlamentar,justificativa,Atuação parlamentar

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Senhoras e senhores, boa noite. Retirar o mandato de um Parlamentar eleito pela população, com votos — todos nós aqui somos políticos e sabemos da dificuldade que é ser eleito —, é algo muito grave. E não tenho dúvida de que nenhum Deputado aqui fica satisfeito por, no momento em que deveríamos estar trabalhando pelo povo, ter que literalmente perder tempo para discutir essas questões. Pelo discurso do Deputado Glauber Braga, eu fiquei convencido de que corrupto ele não é; mas mentiroso, eu tenho certeza. Por quê? A argumentação que ele apresentou a respeito de por que deu os pontapés numa pessoa que estava perguntando, provocando — como vários de nós somos provocados aqui, todos os dias —, é mentirosa. Ele disse que a mãe foi agredida e que, por isso, reagiu. Isso não consta, em momento algum, provado em sua defesa, quero deixar bem claro. Então, é um álibi criado para nos sensibilizar. Por que eu digo isso? Porque, se ele estivesse, Deputado Chico, defendendo a sua dignidade perante um ataque à sua família, à sua esposa ou ao seu pai, eu confesso que ele estaria correto. Se eu estou andando aqui nestes corredores, e alguém ataca a minha filha, a minha esposa, a minha mãe ou o meu pai, um homem defende a sua dignidade. Oras! Ele vai ver a pessoa com quem casou sendo, talvez, escorraçada, caluniada e difamada e vai ficar passivo? Não! Somos pacíficos, mas não passivos. O próprio Jesus, quando viu os fariseus fazendo comércio com o nome do Pai dele, levantou e falou: "Fariseus, raça de víboras!" Se, hoje, alguém tivesse essa atitude, esse ímpeto, talvez fosse chamado de alguma outra coisa. Ou seja, o que eu estou querendo dizer? Que a mentira do Glauber o levou a não alcançar a verdade. E qual é a verdade? A verdade é que, em situações bem parecidas e realmente piores, não houve a misericórdia por que tanto estão clamando aqui neste momento. Quero dar aqui alguns exemplos. O Deputado Jean Wyllys, aqui neste plenário, cuspiu na cara do então Deputado Jair Bolsonaro, cuspiu também na cara do Eduardo Bolsonaro. A Deputada Camila Jara, aqui neste plenário, me agrediu. Se fosse o contrário, pergunto aos senhores o que teria acontecido comigo. Um Deputado do PT deu um tapa na cara do Deputado Messias, que está aqui. Isto foi na minha frente, eu vi, ninguém me contou. E nada aconteceu também. Há outra Deputada do PT — cujo nome eu não vou citar, mas está aqui há bastante tempo e já teve algumas confusões com Jair Bolsonaro —, está num vídeo, quando andando, por si própria, esbarra no Daniel Silveira e se coloca como se tivesse sido agredida pelo Daniel Silveira, senhores. O vídeo é surreal! E o Daniel Silveira está preso há 4 anos. Eu quero deixar isto claro para os senhores: quem bate e faz injustiça e covardia esquece, porque, no outro dia, foi para sua casa, viu seus filhos e comemorou, como o Glauber comemorou. E eu quero lembrar aos senhores — abre aspas, pois é Glauber Braga falando: "(...) que o sujeito seja cassado pelas suas ações fascistas. A sua atuação pelo fechamento de regime está associado a uma política nefasta de extrema direita. É tirando o mandato que ele perde fôlego nas suas pretensões". Sr. Glauber, como o senhor está requerendo que eu seja algo diferente do que você mesmo agora? Por que você quer misericórdia, sendo que você não a teve com quem simplesmente está preso há 4 anos, por palavras. Discordo do que Daniel Silveira disse? Discordo! Inclusive já disse isso para ele — discordo. Não acho que tais palavras irão fazer o Brasil frutificar algo próspero. Mas a sua falta de clemência o trouxe até aqui. Quero citar outro exemplo — abre aspas, fala do Deputado Glauber Braga: "O Deputado de extrema direita de Minas Gerais já tinha sido blindado em relação às práticas que incentivaram a tentativa do golpe de 8 de janeiro". Pausa. Mentira! Nunca passei nenhum tipo de pano, nem ajudei, tampouco apoiei os atos do dia 8 de janeiro. E continua o Deputado Glauber Braga: "Agora, a transfobia, 2 meses depois. Que seja devidamente responsabilizado, e" — prestem atenção — "que a turma do 'deixa disso' não prevaleça. É sem passada de pano". Essas são as palavras ditas pelo senhor que está do outro lado pedindo clemência porque tirou um rapaz desta Casa a pontapés por provocações, coisas que todos nós enfrentamos aqui diariamente. E por que eu estou dizendo que ele é um mentiroso? Ele não é corrupto. Não acho realmente que ele seja um corrupto. Mas mentiroso é. Por quê? Primeiro, utilizou a mãe para nos sensibilizar e não provou que o cara que o estava provocando usou a mãe dele, do Deputado, para poder provocá-lo. Se fosse assim, eu jamais votaria contra um homem que defende a sua dignidade. Deem só uma olhada neste post. Disse o Glauber Braga: “Um homem começa a falar alto comigo e Sâmia no aeroporto: 'A cassação vem aí'. Voltei e perguntei calmamente: 'Você defende o orçamento secreto?' Ele respondeu: 'Não'. E eu falei: 'Defende a família?' E ele respondeu: 'Sim'. E eu disse: 'O que faria se atacassem sua mãe doente?' Ele estendeu a mão e me cumprimentou". Eu era o rapaz ali. Gente, sinceramente, quer se defender? O.k. Mas um ponto eu aprendi com pessoas que levantam um símbolo, pois, se pudessem, colocariam a Oposição em campos de concentração e nos fuzilariam. Seus heróis inspiradores matam pessoas e as perseguem por divergências ideológicas. Vocês queriam me cassar e me prender por divulgação de post na Internet. Vocês jamais teriam a clemência que estão requisitando se fosse com qualquer um de nós. E é aí que está o devido ponto. Quando você não combate, você é vencido. À Esquerda — escutem os senhores — você não pode ceder. É como o Churchill disse: “Um apaziguador é aquele que alimenta o crocodilo, esperando ser o último a ser engolido”. Eu sei quem vocês são. Eu sei o que vocês fariam se fosse comigo ou com qualquer um de nós. Por isso, hoje, pela mentira, pela falta de clemência — vocês não a têm —, de nós não terão nenhum tipo de misericórdia.
  • 10/12/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado afirmou que a defesa da dignidade pessoal justificaria reações diante de ataques a familiares, mas disse que o contexto tratado no debate parlamentar foi distinto. Citou episódios de agressões físicas e ofensas ocorridas na Câmara, envolvendo integrantes da Esquerda, incluindo casos atribuídos a Jean Wyllys e a Deputados do PT, além de relatar ter sido alvo de agressão sem consequências institucionais. Mencionou o caso de Daniel Silveira, que teria sido preso por opiniões com concordância de outros Parlamentares. Criticou a ausência de reações a esses episódios e comparou a postura de conciliação a um risco político diante de adversários ideológicos.

    Palavras-chave oficiais: Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,Agressão

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero que prestem bastante atenção no que eu vou falar aqui. Em momentos honestos, confesso que um homem defende sua dignidade. Se alguém atacasse a minha esposa, a minha mãe ou a minha filha, não tenho dúvida do que eu faria, porque um homem defende sua dignidade, e eu não defenderia cassação alguma. Mas a gente não está lidando com pessoas honestas. Aqui dentro desta Casa, o Jean Wyllys, da Esquerda, já cuspiu na cara do Eduardo e do Jair Bolsonaro. Eu vi, na minha frente, um Deputado do PT dar um tapa na cara do Deputado Messias, que está aqui ao meu lado. Uma Deputada me agrediu ali, atrás da cadeira do Deputado Hugo Motta, e nada aconteceu. O Daniel Silveira, com o aval de vocês, ficou preso durante 4 anos por expressar sua opinião. E vocês não dão um pio! O apaziguador alimenta um jacaré esperando ser o último a ser comido. Com comunista, não se pode dar brecha.
  • 10/12/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da redação final do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. Além disso, criticou a insistência dos que responsabilizam o ex-Presidente Jair Bolsonaro por problemas atuais, mesmo após 3 anos de seu mandato ter terminado e ele se encontrar preso. Ironizou essa postura, afirmando que tudo continua sendo atribuído a Bolsonaro, independentemente da situação. Ademais, afirmou que o contexto atual do País, em que nada está funcionando, deve-se a quem está dominando o Brasil há 16 anos. Ainda, questionou o discurso de golpe, quando as armas utilizadas são algodão doce, batom e estilingue, e comparou com o que se vê de resultados quando digita-se na pesquisa do Google "golpe na África". Por fim, solicitou que o Deputado Lindbergh melhorasse seus argumentos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Redação final,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Crítica,Esquerda política,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),argumentação,Culpabilidade,Ex-presidente da República,Google (empresa),Arma,Armamento,Golpe de Estado

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta o voto "sim". Sinceramente, tirem o nome do Bolsonaro da boca de vocês. Pelo amor de Deus! Já faz 3 anos que o Bolsonaro não é Presidente. O Bolsonaro está preso, e a culpa do mundo continua sendo dele. Daqui a pouco, o cara chega à casa, a mulher dele está com outro, e a culpa vai ser do Bolsonaro. Pelo amor de Deus, é inacreditável como vocês não mudam! É um samba de uma nota só! A culpa de tudo é do Bolsonaro? Por favor! Não há nada neste País que esteja funcionando sob o Governo de vocês. Não é ninguém aqui que está dominando o País há 16 anos. Querem falar em golpe? Estão de sacanagem! Que golpe é esse em que há um cara vendendo algodão doce? Que golpe é esse em que a arma de fogo encontrada foi um estilingue? Coloquem "golpe na África" no Google que vocês vão ver o que acontece. Não vão achar alguém com batom, não. Melhore esses argumentos aí, Deputado Lindbergh! Coloque uns caras melhores aí! Só bota Série B?
  • 10/12/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "previstos nos Títulos I e II da Parte Especial do Código Penal", constante do inciso I do art. 112 da Lei de Execução Penal, contido no art. 1º do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Oposição política,Voto favorável

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria e a Oposição, Presidente, deixam bem claro que mais de 1.600 famílias hoje têm um sopro de esperança de esta Casa fazer o seu papel corretamente e libertar esses reféns. Orientam "sim", Sr. Presidente. (Pausa.) Se a Esquerda quer que vá mais rápido, é só retirar os destaques. Obrigado.
  • 10/12/2025como líderOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. Em seguida, criticou partidos de esquerda por, segundo ele, não terem autoridade moral para falar de democracia, citando regimes e lideranças históricas ligados ao socialismo. Concluiu afirmando apoio à redução das penas como forma de aliviar o sofrimento das famílias dos condenados.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável,Esquerda política,Democracia,Socialismo

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, nós sabemos que o projeto, mesmo que não seja o ideal, é o possível, mas o sinal que ele pode gerar um bom efeito para aqueles que estão presos agora é a oposição da Esquerda. Um dia, Jair Bolsonaro, ainda aqui, nesta Casa, deu uma dica para todos nós: "Quer saber como votar? Olhe o painel. Se o voto do PT está 'sim', você vota 'não'; se o voto do PT está 'não', você vota 'sim'". E posso falar que, na maioria das vezes, de fato, isso daí dá muito certo. Que moral vocês têm para falar em democracia, gente? Estão de sacanagem! Literalmente, vocês exaltam seus inspiradores ideológicos, a foice e o martelo, que mataram cristãos. Vejam a história de Richard Wurmbrand, deem uma olhada no que Pol Pot fez no Camboja, deem uma olhada no que Mao Tsé-Tung fez na China, deem uma olhada no que Che Guevara fez em Cuba, ou até mesmo, e mais recentemente, o que Maduro fez ao passar tanques de guerra — e aí é literalmente um golpe — em cima de civis. Ah, não está acreditando no Nikolas, não? Pegue, então, uma entrevista que Fidel Castro deu à Folha de S.Paulo, em que disse que eles perseguiram e mataram homossexuais. Vocês não têm a mínima — a mínima — moral para subir nesta tribuna e falar a respeito de democracia e liberdade. Isso só existe no incrível mundo do PSOL, que conseguiu juntar socialismo e liberdade na mesma frase porque é o nome do partido, mas na realidade é impossível, é impossível! Olhem o que nós estamos vivendo hoje. Se tirar a palavra "golpe" da boca de vocês, vocês ficam mudos. Se tirar Bolsonaro, vocês não têm sobrevivência mais, porque já há quantos anos o Bolsonaro não é mais Presidente? Vai fazer 3 anos que ele não é mais Presidente, e vocês continuam falando como se toda a culpa dos problemas do Brasil fosse dele. Houve todo um processo constitucional que esta Casa fez para cassar por crime de responsabilidade a então Presidente Dilma. E como, Sr. Deputado Crivella, a Esquerda chamou esse processo? De golpe. Então, quer dizer que Temer é um golpista? Temer, golpista, indicou um Ministro para o STF, que é Alexandre de Moraes. Então, Alexandre Moraes é fruto do golpismo? É isso que vocês estão querendo dizer? Percebam que vocês não se sustentam, porque, de fato, não há coerência nas suas falas. Sobre o projeto que está aqui hoje, eu quero deixar algo bem claro. Primeiro ponto: para os nossos, o Presidente Bolsonaro hoje, conversando com o Senador Flávio, deu a orientação bem clara para dar o voto "sim" a este projeto. Na política, você tem o ideal e tem o possível. Nós, como oposição — e eu quero exaltar o trabalho dos Deputados Zucco e Sóstenes, em nome de toda a Oposição, juntamente com o PL, o NOVO e todos os demais partidos —, não estamos fazendo o mínimo para essas pessoas, nós estamos fazendo o máximo. Eu explico o porquê. Nós não temos o STF, não temos um Ministro para chamar, digamos, de nosso, como eles têm Alexandre de Moraes, não temos a mídia, não temos a PGR, nós não temos praticamente nada. E, ainda assim, nós conseguimos adequar um texto, que, mesmo não sendo o ideal, é o possível para fazer essas pessoas reduzirem não somente a pena, mas também o sofrimento. Se meia dúzia de famílias — que não é meia dúzia, é mais — forem para casa e puderem dormir em suas camas, verem os filhos, estarem novamente com a família, já valeu a pena. O mais interessante disso tudo é que a Esquerda já fez o mesmo nesta Casa. Em hora alguma eu estou dizendo para passar pano para quem fez algo aqui que nós nunca defendemos. O que nós estamos buscando aqui é o princípio da isonomia, que é: igualdade para os iguais, desigualdade para os desiguais. Não é mesmo? Se todos de esquerda que já entraram aqui e quebraram, que já quebraram no Masp, que já fizeram tudo pagarem também com 17 anos, eu digo que está o.k. Mas sabe quando isso vai acontecer? Nunca, porque a verdade é que, se estivessem de vermelho, estava todo mundo solto, se estivessem de vermelho, estava todo mundo livre e pronto, como todo bandido neste País acaba sendo — e vira até Presidente. O que eu estou querendo dizer é que é inacreditável quando uma Casa não consegue... E muitos de vocês que arrotam democracia e arrotam tolerância não têm o mínimo de capacidade cognitiva para ver o seguinte: "Precisamos passar essa página no nosso País". O que está acontecendo? Não estamos falando de gente que tacou bomba, deu tiro aqui, não. Estamos falando de uma pessoa — parem de esquecer essas pessoas — como a Débora, que pegou um batom. Estamos falando da Aline, de Minas Gerais, de Montes Claros, que não cometeu crime algum, entrou aqui e pegou 15 anos de cadeia. Estamos falando do Rubens, que pegou uma bola assinada pelo Neymar, entregou aos policiais e está preso, foi condenado a 17 anos de prisão. É dessas pessoas. É pela Aline, é pelo Rubens, é pelo Clezão, que foi morto, que vocês ignoram. Usam mortos como Marielle só para palanque político, mas quando um verdadeiro morre, vocês se calam. Então, o voto é "sim". Vamos aprovar a... (Desligamento do microfone.)
  • 09/12/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do inciso IX do art. 1º da Lei nº 13.178, de 2015, alterada pelo art. 2º do Substitutivo do Senado Federal apresentado ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015. Ademais, defendeu aumento salarial para os policiais legislativos da Casa.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável aumento,Remuneração,Câmara dos Deputados,Policial legislativo federal

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Minoria, Presidente, orienta "sim" e orienta "sim" também para o aumento do salário dos policiais legislativos desta Casa.
  • 09/12/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão e do encaminhamento do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 2015. Em seguida, criticou o Deputado Glauber Braga por usar indevidamente a cadeira da Presidência para travar a sessão em protesto contra a Representação nº 5, de 2024, que alega sua quebra de decoro parlamentar. Elogiou a atuação dos policiais legislativos e acusou Deputados de esquerda de quebrarem a tribuna. Por fim, pediu a votação do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Encaminhamento de votação,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Perda de mandato parlamentar,Representação (processo legislativo),Deputado federal,Polícia legislativa,Decoro parlamentar,Cadeira,Presidência da Câmara dos Deputados,Departamento de Polícia Legislativa (DEPOL),Esquerda política Projeto de lei ordinária,anistia,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime)

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta "sim", porque o tema mais importante hoje é a redução de penas. A gente precisa votar esse projeto de lei para libertar esses reféns. Sobre a patacoada que o Glauber Braga fez hoje, é muito simples. Em hora alguma, nenhum Deputado que ocupou essa mesa anteriormente se valeu da cadeira do Presidente para poder tocar a sessão como se fosse o Presidente, impedir os demais colegas de discursar e ficar aqui por uma pauta egoísta e única. Nós estávamos aqui, em mais de cem Deputados, de forma pacífica. É isso que eles não aguentam. Quero deixar aqui registrado a boa atuação do Depol. Os policiais foram profissionais no que fizeram, no seu trabalho, enquanto os Deputados de esquerda estavam aqui quebrando a tribuna. Vamos votar! Libertem os reféns!
  • 25/11/2025como líderBreves Comunicações

    O Deputado afirmou que o Parlamento se distanciou da população e declarou que grande parte dos problemas enfrentados pelo País decorreu das escolhas do eleitorado. Criticou o PT, o Presidente Lula e o STF, citando a perda de mandato de um Deputado por decisão judicial e a prisão de militares. Disse que seus processos tinham origem em declarações públicas e rejeitou acusações contra familiares. Defendeu que a mudança necessária no Brasil depende da responsabilidade individual, não apenas de reformas institucionais. Também questionou a ausência de pautas como a anistia e alegou que a Câmara estaria sob pressão de outro Poder.

    Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,Distanciamento social,Pauta (processo legislativo),anistia,Usurpação de competência Supremo Tribunal Federal (STF),Decisão,Deputado federal,Perda de mandato parlamentar,Militar,Prisão,Crítica Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),atuação,Crítica

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e todos que estão nesta Casa, primeiro, quero dizer que eu gostaria que, nas sessões, houvesse sempre a presença das pessoas, porque aqui é a Casa do Povo, mas parece que o povo nunca pode entrar. Infelizmente, quando eu me candidatei a Vereador e a Deputado Federal, foi como um policial da força de segurança pública que imagina que vai entrar e alterar a realidade da segurança pública somente com sua própria força. Entretanto, o que nós percebemos é que, hoje, muito do que o Brasil está enfrentando é o que o brasileiro merece. Esta é a realidade. Se um País não se preocupa minimamente com o próximo, até mesmo com a sua liberdade, é porque, de fato, merece isso mesmo. Vocês merecem aplaudir a Deputada Maria do Rosário. Vocês merecem aplaudir alguém que literalmente está aqui há mais de 20 anos — ou, às vezes, por mais tempo do que eu tenho de vida — e sempre usa como técnica — toda a Esquerda faz isso — acusar os outros. A culpa nunca é deles. Eu nunca fui Presidente da República; ninguém aqui nunca foi, assim como nunca foi responsável por uma diretriz real do Brasil em termos executivos. Quem esteve à frente do País por 14 anos foi o PT, o Partido dos Trabalhadores. Então, se o povo escolhe isso, merece colher o Governo que ele elegeu. Eles precisam de tanto subterfúgio para me atacar que usam familiares, mas o imbecil não sabe que cada um tem seu CPF, cada um responde pelos seus atos. Se cada um aqui for responder pelos atos dos familiares, todo mundo vai ser preso. Quem foi responsável pelos maiores escândalos de corrupção deste País? Eu tenho 29 anos de vida e nos meus cem processos não tenho nenhum por corrupção, por lavagem de dinheiro, por rachadinha, por desvio de emenda. Nada! Só tenho processos por falar a verdade — ontem, eu tomei uma multa de 40 mil reais por ter dito que uma mulher trans é um homem biológico. Muitos podem dizer: "O que tem a ver, Deputado Nikolas Ferreira? Por que você quer ficar interferindo na sexualidade do outro?" É muito mais profundo do que isso, porque, quando a realidade não é mais a realidade, tudo se torna tudo e, portanto, não existe mais nada concreto; a verdade só se tornou uma palavra cujo significado a gente nem sabe mais. Qual é a verdade disso para nós? Quando nós estávamos entregando panfletinhos para as pessoas votarem em nós, ou quando vocês votaram em nós, o que vocês pensaram? Queremos que isto aqui seja um local de debate, que seja um local para convencermos um ao outro e tratarmos de pautas que realmente mudem a vida do povo. E o que acontece? Nada! Por incompetência das pessoas que estão aqui? Pelo contrário. Este é o meu penúltimo discurso antes de eu arrebentar a corda com o Deputado Hugo Motta. Por isso, vou tentar ser extremamente respeitoso, até eu fazer o último — e isto não é uma ameaça, mas simplesmente fazer aquilo para o qual fui eleito: eu estou no Parlamento para parlar, mas nem isso eles querem que eu faça. Hoje, foram presos três generais, algo que nunca aconteceu na história do nós País. Hoje, um Deputado Federal eleito perdeu o mandato, por causa da canetada de um Ministro do STF, o que fere a Constituição, o Regimento Interno e esta Casa. E sabem com o que muitos estão preocupados? Só com o próprio umbigo. Portanto, maioria do Brasil merece a merda do Lula, merece o Ministro Alexandre de Moraes, merece o STF que tem. Boa parte da população continua apoiando o PT, mas o Presidente da República não se solidarizou com os policiais que foram mortos defendendo nossos cidadãos. Esse é o cara que está comandando o País. Muitos não conseguem dar um passo para trás e dizer: "Errei no voto." ou "Não posso mais fazer isso". Sabem por quê? Porque estão afundados num lamaçal ideológico tão grande, com um orgulho tão grande, que não conseguem mais viver pela verdade e dizer: "Tudo bem, não gosto do Bolsonaro". Não estou discutindo quem votou 22 ou 13, mas não admitir que hoje nós temos um partido político que é aliado ao crime, àquilo de ruim que existe no nosso País, é literalmente ignorar a realidade. Ignorem, então, a realidade, mas não dá para ignorar as suas consequências. Isso é o que gente precisa viver. Aqui ficamos discutindo durante anos qual é a reforma que precisamos fazer nas instituições, qual é o melhor modelo, se é o social-democrata, o comunismo, o capitalismo, o socialismo fabiano, sendo que, na verdade, a reforma de que nós precisamos é a individual. Essa é que é a reforma. O que eu sinto é que muitas pessoas, tanto da Direita quanto da Esquerda, querem depositar sua confiança somente em um ser — e aqui eu não falo dos dois maiores líderes. Eu me refiro a um ato, a uma coisa, como se houvesse alguma bala de prata para salvar este País, a não ser a responsabilidade individual. Meus senhores, se esta Casa for investigar, realmente, passar a limpo cada um aqui, vai sobrar muito pouco. Por que será? Quem os colocou aqui? Quem colocou o Lula na Presidência, depois de condenado em três instâncias por dezenas de juízes, com mais de dez mil provas? Quem? Quem?! Foi a maioria do povo brasileiro, não foi? Querem, então, que nós alteremos a realidade de um País sem alterarem sua própria realidade? Se eu for falar de tudo o que acontece nesses corredores, é capaz de eu nunca mais ter boas relações com vários dos que estão aqui. Por que isso acontece, Sr. Presidente? Porque isto aqui é um mero... A democracia virou um falso deus. Isto aqui é uma mentira. Sabem por que a anistia, meus senhores, não foi pautada ainda, mesmo podendo ser aprovada com mais de trezentos votos? Porque, infelizmente, há um Poder, hoje, no País, que colocou esta Casa de joelhos e, inclusive, infelizmente, o Presidente dela também, que eu acredito que deve estar sofrendo ameaças por conta dos seus familiares e de grandes processos. Não estou pedindo que aprove nada. Eu aqui jamais falaria assim: "Ou você aprova, ou você é um merda". Eu jamais seria leviano desse jeito. O que eu estou pedindo é meramente que paute uma matéria importante, porque, por muito mais, por muito... Mesmo que o pai do Hugo Motta esteja sob pressão, houve um pai que morreu na Papuda, o Clezão; há um pai agora — mesmo que você discorde dele —, com 70 anos de idade, com uma tornozeleira injustamente colocada, com uma prisão fruto de fraude, e ninguém liga. Como eu vou mudar um País através de um projeto de lei? Você acha que um projeto de lei vai mudar sua vida? Acorde! O que vai alterá-la, de fato, é a mudança individual; é a responsabilidade de cada um de fazer o que é certo. O problema é que, quando chegam aqui, muitos não buscam pela verdade por conta de várias coisas: emendas, poder, acesso. Distorcem-se para poderem ocupar cargos. Bando de canalhas! Vão responder por isso não a mim, não às pessoas que estão nas galerias! Aqui eu não posso deixar de falar sobre quem realmente tem o controle — e eu não digo isto da boca para fora, Sr. Presidente. Eu digo porque não tenho dúvidas. E eu não estou aqui politizando minha fé, porque estou político e sou cristão. Eu não tenho dúvida de que todos aqui prestarão contas. Aí sim, é bom eles temerem. Este é que é o meu compromisso: o de que, muito embora — muito embora! — nós tenhamos um cenário extremamente desesperançoso, a esperança neste País não passa — não passa! —, por mais que seja importante, por meras eleições. Ela passa pela mudança de espírito, de alma, de capacidade da gente de fazer o que é certo. Esse é que é o meu, praticamente, clamor aqui hoje, o de alguém que sofre na pele — tenho sacrifícios visíveis e invisíveis com minha família, com minhas duas filhas — e está aqui disposto para poder mudar este País. Obrigado, Presidente.
  • 05/11/2025pela ordemOrdem do Dia
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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero só fazer um apelo a esta Casa, porque mais uma mãe está chorando. Um soldado, o Cabo Vinícius de Castro, morreu em Minas Gerais pelas mãos de um bandido. Isso tem sido recorrente no nosso País, inclusive com a morte dos quatro policiais no Rio de Janeiro. Suas mães estão chorando, seus familiares, suas esposas, seus filhos. E nós precisamos apoiar e aprovar o Projeto de Lei nº 4.176, de 2025, do Deputado Coronel Ulysses, que aumenta a pena para quem comete homicídio contra agentes públicos de segurança. Nós não podemos fazer com que esses soldados, pessoas que trabalham na segurança pública, heróis de farda que saem de casa sem saber se vão voltar, simplesmente sejam tratados como um dado, um número no jornal. As pessoas sentem a dor, mas não existe uma punição rigorosa para esses vagabundos que exterminam a vida de pais de família, de pessoas que tinham um futuro brilhante pela frente. Hoje eu conversei com a mãe do Cabo Vinícius, emocionei-me com ela, e peço o apoio desta Casa para que a gente aprove esse projeto, para que as vidas dos nossos heróis neste País não sejam descartadas como lixo e para que eles sejam tratados como heróis que, de fato, o são. Peço ainda o apoio para uma petição pública, um abaixo-assinado, para juntar uma quantidade boa de pessoas, para que a gente pressione esta Casa, o Presidente Hugo Motta, e o Senador Davi Alcolumbre a pautarem o PL 4.176 e o aprovarmos. É uma pauta urgente porque os nossos heróis estão morrendo no nosso País. E quem tem, de fato, de morrer em combate não é o policial, mas, sim, o bandido. Obrigado, Presidente.
  • 05/11/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado reagiu às declarações da Deputada Enfermeira Rejane sobre o Projeto de Decreto Legislativo nº 3 de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), classificando-as como “acusações assombrosas e irracionais”. Repudiou a fala que associava o Partido Liberal (PL) e Parlamentares da direita à máfia de tráfico de órgãos de crianças, afirmando que isso ultrapassa qualquer limite de debate político. Ressaltou que defende a liberdade de expressão no Plenário, mas cobrou responsabilidade e coerência nas falas. Disse que nenhuma manchete ou prova jamais indicou envolvimento de membros do PL em crimes dessa natureza, e que o partido defende o direito à vida das crianças, não o contrário. Por fim, pediu que o debate parlamentar mantivesse um nível mínimo de racionalidade e respeito, mesmo com divergências ideológicas.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de decreto legislativo,sustação,Resolução,Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda),Aborto,Estupro,Violência sexual,Gravidez na adolescência,Criança,Direita política,Partido Liberal (PL),Tráfico de órgão ou tecido,Direitos da criança e do adolescente,Gravidez,Mulher,Liberdade de expressão

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Só vou usar 1 minuto, Deputado Marcel. Sr. Presidente, todo mundo aqui é livre para poder falar o que quiser nesta Casa, mas existem algumas acusações que chegam a ser assombrosas. Falar que o PL está querendo derrubar este projeto para poder vender os órgãos das crianças, porque estamos envolvidos em máfia de venda de órgãos? Pelo amor de Deus! É preciso ter um mínimo de racionalidade para poder acusar alguém. Eu sou um defensor de que a pessoa fale o que quiser aqui nesta Casa. Pode continuar falando. Mas vamos ter um mínimo de argumentação plausível aqui no debate. Essas acusações, se fossem contrárias, não seriam aceitas como meras acusações, seriam aceitas como acusações graves, como de fato o são, e que colocam um partido inteiro em uma posição de criminosos — e nós não somos. Eu nunca vi uma manchete, Deputado Marcel van Hattem, de que alguém aqui estaria envolvido em tráfico de órgãos de bebês. Pelo contrário, nós queremos que essas crianças nasçam para que elas tenham direito à vida. Sinceramente, vamos nivelar aqui, ter um denominador comum para que tenhamos uma multiplicidade de ideias, mas que elas tenham um mínimo de racionalidade, Sr. Presidente. É só isso que eu peço.
  • 04/11/2025pela ordemBreves Comunicações
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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero fazer um apelo ao senhor, é coisa rápida. Falo não somente como Parlamentar, mas também como representante de milhões de vozes, para fazer três apelos. O primeiro tem relação com Projeto de Decreto Legislativo nº 846, de 2025. Tentamos uma conversa com Camilo Santana mas, infelizmente, o feedback foi horrível. A gente precisa dar um recado para as Apaes e derrubar essa decisão do Governo Federal. O segundo apelo tem relação com a nossa impossibilidade de participar das Comissões nas quais estava em pauta o PL Antifacção, do qual eu sou o Relator, para enquadrar organizações criminosas como terroristas. Isso é muito importante, e amanhã, como não vai haver trabalho das Comissões, peço que a gente dê uma resposta ao povo brasileiro, principalmente neste momento. Eu já coloco em forma de urgência. Com muita honra eu passei ao Derrite, que trabalha há anos combatendo o crime organizado, para relatar aqui no Plenário. Por fim, apelo para que se paute a anistia. Eu acredito que esse é um clamor não somente da base, não somente da Oposição. Eu me coloco na posição de filhos, de mães, de pais que estão vendo seus familiares sendo condenados a 17 anos de cadeia. Isso não é proporcional. A justiça tem pressa, e justiça fora de tempo é injustiça. Presidente, eu lhe faço essa cobrança de uma forma extremamente respeitosa, como é a nossa relação, para mostrar um posicionamento que não é somente meu. A Oposição está imbuída do propósito de que a anistia passe ainda este mês. Obrigado, Presidente.
  • 04/11/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado registrou a data de 4 de novembro de 2025 para que, quando as plataformas repassarem o valor aos consumidores, fosse lembrado o voto ao Projeto de Lei (PL) nº 8.889, e 2017, comparando a situação à taxa sobre compras internacionais, que supostamente incidiria sobre a empresa mas recaiu sobre o consumidor. Argumentou que o mercado não se altera por decisão administrativa, pois os legisladores ignoram princípios de oferta e demanda, e que a cota de 10% para filme brasileiro representa interferência estatal inadequada. Apontou ainda que as consequências do PL não podem ser ignoradas pela simples negação da realidade, deixando registrado que nova taxa será repassada ao consumidor pela intervenção do Estado até na interface dos aplicativos de televisão.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Imposto,Tributação,Plataforma de streaming,Produção nacional,Filme,repasse,Consumidor

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje é dia 4 de novembro de 2025. Quero deixar este dia aqui registrado para que, quando acontecer de as plataformas passarem este valor para os consumidores, eles lembrem o que a gente votou. Aconteceu exatamente a mesma coisa com a taxa das blusinhas. Diziam que ela iria incidir sobre a empresa e não sobre o consumidor. E o que aconteceu? Aconteceu o que todo mundo, obviamente, sabe: que o mercado não é uma coisa que, simplesmente se você der uma canetada aqui, vai alterar a vontade das pessoas. Não. V.Exas. estão ignorando oferta e demanda. Esta cota de 10% para filme brasileiro basicamente significa ignorar o que é o mercado. Mas querem simplesmente ignorar as consequências ignorando a realidade, o que, é claro, não é possível. Então, deixo aqui registrado o 4 de novembro como o dia em que, mais uma vez, uma taxa vai ser repassada para o consumidor pela interferência do Estado até na interface dos aplicativos de televisão. Obviamente, depois a culpa vai ser de quem? Do Bolsonaro.
  • 04/11/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado defendeu o direito de cada um expressar seu ponto de vista e criticou o tratamento dado às empresas de streaming, como Netflix, HBO, Disney+ e Amazon Prime, durante a discussão do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, apontando que os consumidores brasileiros pagam por esses serviços regularmente. Além disso, argumentou que o subsídio governamental à produção artística comprometeria a autonomia do artista, transformando-o em servidor público, e sugeriu que esses recursos poderiam ser mais bem utilizados em outras áreas, reafirmando a clareza e honestidade de sua posição.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Plataforma de streaming,Consumidor,Pagamento,Incentivo fiscal,Produção nacional

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, cada um aqui tem o direito de defender o próprio ponto de vista da forma que quiser. O que não dá é a cara de pau. Estão tratando aqui Netflix, HBO e outros streamings como empresas estrangeiras, um descrédito total. Agora são empresas estrangeiras. Eu duvido alguém mostrar a fatura de cartão de crédito. Vai estar lá, com certeza, o valor que estão pagando para a Netflix, para a HBO, para a Disney+, para a Amazon Prime. Eles são consumidores disso. Agora eles tratam as empresas estrangeiras como se fossem algo negativo. Como assim, gente? Ninguém aqui está querendo depreciar a produção brasileira, mas é aquilo que o Milei diz: quando o artista precisa da ajuda do Governo, ele não é um artista, mas se torna um servidor público. Hoje, esse dinheiro pode ser muito bem utilizado em outros locais. É simples assim. Nós deixamos bem clara a nossa posição. Nossa argumentação agora foi bem honesta. Quem está vendo sabe a verdade. Obrigado, Presidente.
  • 04/11/2025encaminhamento de votaçãoOrdem do Dia

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de encerramento da discussão do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. NIKOLAS FERREIRA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Boa noite a todos. Sr. Presidente, eu sei que, muitas vezes, quando vamos discutir esse tipo de matéria em plenário, surgem diversas ideias. E é bom ter essa troca de opiniões a respeito de um tema que, obviamente, vai impactar, no fim das contas, o trabalhador brasileiro. Eu ouvi alguns argumentos da Esquerda que, sinceramente, ou não leram o texto ou estão se lixando para o consumidor final. "Ah, vão taxar as empresas estrangeiras." Mas essas empresas estrangeiras não vão perder dinheiro, porque vão repassar todo esse custo para o consumidor final. A Netflix agora tomou uma canetada do STF, que fez incidir um imposto de 10%, fazendo as ações da empresa cair. Obviamente, isso resulta em aumento da mensalidade. Na Amazon Prime, agora, é necessário pagar um valor a mais para não ver, no meio do filme, trailers e anúncios. Então, a coisa só vai escalonando. Especificamente, fizemos um destaque ao art. 8º, § 1º, que trata do seguinte: ao abrir o Disney+, a HBO Max, a Netflix, Deputado Sargento Gonçalves, vai ser necessário disponibilizar canais como TV Câmara e TV Senado e um canal de programação dedicado à saúde mantidos pelo poder público. Isso é sacanagem, gente! Eu pago streaming para poder fugir dessas patacoadas que, muitas vezes, têm conteúdo político. O cara não quer saber disso. O consumidor deve ter a liberdade de pagar algo para não ter um conteúdo público nele. Além dos pontos que foram apontados pelo Deputado Gayer, como estipular uma cota de 10% de conteúdo brasileiro, mesmo havendo ótimos filmes produzidos, como O Auto da Compadecida, Dois Filhos de Francisco, Tropa de Elite e Tropa de Elite 2, que são excelentes, por outro lado, sabemos que essa produção será utilizada com muito dinheiro de impostos para servir de base ideológica à Esquerda. Esse dinheiro, inclusive — na casa dos 20 bilhões de reais —, poderia ser destinado à segurança pública, para o Fundo Nacional de Segurança Pública, do qual Lula usou 10% dos recursos no ano passado ou retrasado. A votação da destinação desse dinheiro requer muita responsabilidade. Não é simplesmente ouvir o que está sendo dito nos corredores e votar de qualquer jeito. Tenham responsabilidade! O Congresso precisa parar de votar somente aumento de impostos e começar a se conscientizar de que quem está sendo prejudicado com isso é o consumidor final. Para a empresa, pouco vai importar, porque ela vai repassar essa cobrança ao consumidor final. Portanto, o encaminhamento é "não". Obrigado, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.