
Nome civil: Antonio Carlos Nicoletti · 45 anos
Bananômetro
77/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 49% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 89%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 80%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 81%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 10%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 24%das 714 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 54%das 567 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.nicoletti@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5746
- Gabinete
- Gabinete 746, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
89%
Esteve em 348 de 391 sessões
Votou nas votações
80%
Registrou voto em 901 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 57 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
24%
Em 714 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
15 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 07/02/2019 a 20/05/2025.
- 20/05/2025Breves Comunicações
O Deputado defendeu a aprovação de emendas ao Projeto de Lei nº 1.466, de 2025, que reajusta a remuneração dos servidores. Destacou a necessidade de corrigir a falta de regulamentação do adicional de fronteira entre 2013 e 2017, que gerou ações judiciais e cobranças de devolução de valores aos servidores. Propôs ainda estender a indenização aos professores e técnicos das universidades e institutos federais em áreas de fronteira. Por fim, defendeu a derrubada do Veto nº 14, aposto ao Projeto de Lei nº 1213, de 2024, permitindo a relativização da dedicação exclusiva para que policiais possam exercer outras funções, como na saúde e educação.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Reajuste salarial,Servidor público civil federal,Emenda,Adicional (vantagem pecuniária),Fronteira terrestre Veto presidencial,Projeto de lei ordinária,Dedicação exclusiva,Policial
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O SR. NICOLETTI (Bloco/UNIÃO - RR. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente. Boa tarde a todos os colegas presentes. Eu gostaria de falar um pouquinho sobre o projeto de lei do reajuste dos servidores. Nós conseguimos protocolar algumas emendas que fazem justiça aos nossos policiais da União, sejam os policiais rodoviários federais, sejam os policiais penais federais, sejam os nossos policiais federais e todos que trabalham em região de fronteira ou de difícil fixação. Além destes, os servidores técnicos administrativos e técnicos agropecuários. Uma das emendas visa corrigir uma injustiça, porque nós tivemos aprovada, em 2012, a lei da regulamentação do adicional de fronteira. Nós ficamos em um liame, de 2013 a 2017, sem decreto de regulamentação com os Municípios. Porém, muitas entidades entraram com processo judicial, muitos servidores ganharam indenização de fronteira na Justiça, e hoje a AGU está recorrendo e ganhando, fazendo que muitos servidores tenham de devolver 40 mil, 50 mil reais do seu salário deste período. Já faziam jus, mas, por omissão do Governo Federal, não estavam recebendo indenização de fronteira. O Relator, Deputado Federal Luiz Gastão, vai acolher, no texto. Estamos fazendo essa articulação junto com a assessoria da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Podemos colocar em votação as emendas, também, para que possamos fazer um reajuste neste adicional de fronteira, que não é reajustado desde 2017. Estes servidores estão nas nossas fronteiras garantindo principalmente a nossa segurança, a segurança da nossa sociedade. Temos também a questão dos professores, dos técnicos federais dos nossos Institutos Federais e das universidades federais, que deveriam ter tido a complementação, e não foram contemplados na legislação. Nós estamos colocando os professores e os técnicos em uma emenda para que possam fazer jus à indenização de fronteira, porque estão nos mesmos Municípios em que estão os policiais da União. Portanto, se a Receita ganha, se o policial federal ganha, se o auditor fiscal do trabalho ganha, se o técnico agropecuário ganha, por que não os nossos professores e os nossos técnicos? Por isso, temos essas emendas aqui. Na semana que vem, teremos também o Veto nº 14. Peço a atenção dos Deputados para que digam "não" ao Veto nº 14. Vamos derrubar esse veto e fazer justiça aos nossos policiais. Há muitos policiais que hoje são médicos, enfermeiros, arquitetos, e não podem dar aula em cursinho ou em universidades. Nós precisamos relativizar, sim, essa dedicação exclusiva prevista na Constituição Federal. Digamos "não" ao Veto nº 14, para que possamos deixar, dentro dos nossos quadros, profissionais que são policiais, mas também querem ajudar na saúde e na educação! Obrigado, Sr. Presidente. - 15/04/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública proposta pelo Governo Federal, acusando-a de enfraquecer as polícias estaduais e municipais, além de desvalorizar a Polícia Rodoviária Federal ao tentar mudar seu nome. Denunciou a falta de medidas para reforçar a segurança nas fronteiras, especialmente frente à atuação do grupo criminoso Tren de Aragua em Roraima, e defendeu um projeto de lei para deportar imediatamente estrangeiros que cometam crimes no Brasil. Além disso, acusou o Supremo Tribunal Federal de parcialidade e cobrou uma atuação mais firme do Congresso Nacional no combate ao crime organizado e na proteção das forças policiais.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Governo federal,Polícia,âmbito estadual,âmbito municipal,Polícia rodoviária federal,alteração,Nome,segurança,Fronteira,Organização criminosa,Roraima,Projeto de lei ordinária,Expulsão de estrangeiro,Crime doloso,Território nacional,Supremo Tribunal Federal (STF),parcialidade
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O SR. NICOLETTI (Bloco/UNIÃO - RR. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente. Boa tarde a todos os colegas aqui presentes. Eu vou falar um pouquinho hoje sobre aquela PEC da maldade e da insegurança pública que este Governo petista está propondo e colocando aqui no Congresso Nacional. É uma PEC que não visa modernizar, não visa garantir direitos aos nossos agentes de polícia, Deputado Sargento Fahur. É uma PEC que vem para concentrar o poder cada vez mais no Governo Federal. Vem tirar atribuições das nossas polícias do Estado, as polícias do Município, que hoje não são reconhecidas. Essa PEC poderia reconhecer a Guarda Civil Municipal como Polícia Municipal. Eles colocam apenas uma atribuição de segurança pública nas áreas urbanas para a Guarda Civil Municipal. Isso quer dizer que, na área rural do Município, a PEC não garante a elas o patrulhamento. A nossa Polícia Rodoviária Federal, um nome centenário, a polícia que mais apreende drogas neste País, a polícia que combate o trabalho escravo, a polícia que combate os crimes sexuais contra crianças e adolescentes, essa polícia está sendo desvalorizada pelo Ministro. O Ministro fez uma fala, Deputado Fahur, dizendo: "Chamem essa polícia do que vocês quiserem". E está trocando o nome da Polícia Rodoviária Federal para Polícia Viária Federal. Há outras maldades também na corregedoria. Estão aqui os Deputados Coronel Assis, Coronel Ulysses, e também os nossos colegas da Polícia Federal, e todos sabem que não podemos colocar ninguém estranho à corporação dentro da corregedoria. A corregedoria hoje não pode ter alguém de uma ONG trabalhando para tentar punir o nosso policial, que hoje não tem uma legítima defesa regulamentada em lei. O policial sai de casa assombrado, sem saber se retorna ou não para o seu lar, e sua família fica agoniada. E, hoje, uma PEC prevê uma corregedoria para devastar mais o serviço dos nossos policiais. Em mais uma fala desastrosa, o Ministro diz que a polícia prende mal, e a Justiça tem que soltar. Ora, a Justiça solta a todo momento. Houve o caso de um desembargador e um juiz lá no Amazonas, onde prenderam um traficante colombiano com mais de 1 quilo de cocaína e o soltaram na audiência de custódia. Isso é um absurdo! Disseram que ele não tinha antecedentes criminais. Enquanto isso, pais e mães de família... Vou fazer um paradoxo com os manifestantes do dia 8 de janeiro. A Débora, com um batom, escreveu "Perdeu, mané" e foi condenada a 14 anos de prisão. O líder do Comando Vermelho recebeu 39 anos de prisão, com liberdade provisória. A Débora, prisão. Depois da pressão aqui no Congresso Nacional, ela recebeu prisão domiciliar. Clezão, que clamou por justiça, estava doente, com vários laudos médicos que solicitavam sua liberdade, ficou preso na Papuda, onde morreu. São presos perseguidos politicamente. O STF está cometendo cada vez mais abusos. Nós estamos vendo aqui o Acampamento Terra Livre, com 8 mil indígenas. Mil indígenas vieram de encontro ao Congresso Nacional e invadiram as dependências da Câmara Federal. Cadê o noticiário? Cadê a Globo? Cadê os demais jornais? Alguém falou alguma coisa? Cadê o STF? Cadê os Ministros do STF? Isso é depredação do patrimônio público? É afronta à nossa polícia? Ou é tentativa de golpe também? Havia Deputada do PSOL lá no meio. Eles invadiram o Congresso Nacional, e o STF não falou nada. Pelo visto, não vai dar em nada. Será que é mera coincidência a Esquerda junto com o Executivo Federal? Há um jogo combinado entre essas partes? Eu acredito que sim, e a anistia é uma prova disso. Hoje, o Governo Federal está mandando Ministros e Líderes ligarem para saber se você tem um cargo, ou não, indicado no seu Estado para poder retirar essa assinatura e fazer pressão sobre os Parlamentares. Lá em Roraima, já houve pressão, e deu resultado. Uma Deputada já retirou a assinatura dela da urgência da anistia. E a gente sabe que há ainda um tempo, Deputado Aluisio, para retirar a assinatura, e vai vir pressão. Agora, você eleitor em casa tem que pressionar o seu Deputado e pressionar o seu Senador também. Não vamos deixar o Senado omisso do jeito como está. Cadê os nossos Senadores, que estão vendo tudo o que o STF tem feito? Constitucionalmente, eles podem fazer, sim, pessoal, e não têm feito nada! Então, cabe ao caro eleitor também cobrar do seu Parlamentar, seja Deputado Federal, seja Senador da República. Eu queria falar um pouquinho sobre a insegurança em Roraima. Eu estou lá na divisa com a Venezuela vendo o Tren de Aragua, uma organização criminosa que, cada vez mais, toma conta do meu Estado, e vejo uma PEC da segurança que não fala nada sobre fronteira, não fala nada sobre o aumento de efetivo da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Inteligência e de mais estrutura para o combate ao crime organizado. O Tren de Aragua foi tratado como deve ser tratado lá nos Estados Unidos. Trump colocou todo mundo dentro de uma aeronave e mandou para o Bukele. Está todo mundo preso lá, tirou do país dele. Aqui, no Brasil, a gente leva para o presídio, dá alimentação e sustenta esse povo todo. Por isso, eu apresentei um projeto de lei que visa a mandar para fora do País, devolver para o país de origem aquele estrangeiro que cometer qualquer tipo de crime doloso. Isso é para acabar com a burocracia e não esperar trânsito em julgado coisa alguma. Só assim a gente poderá limpar o que é ruim dentro do nosso País. Mas a gente vê um Governo petista, que é amigo do Maduro, cada vez mais incentivando a entrada de organizações criminosas em nosso País. Para finalizar, eu quero dizer que, ontem, estive em São Paulo, na Câmara de Vereadores, para participar do lançamento da Frente Nacional Contra o Crime Organizado. Nós precisamos juntar forças o Legislativo e o Executivo e contar com o Judiciário também, porque as leis são aprovadas aqui. Mas, quando a gente vê, numa audiência de custódia, o juiz decidir se livra ou não aquele condenado, a gente fica na mão do Judiciário também. Cabe a nós, Parlamentares, cobrar do Judiciário, sim. Nós precisamos cobrar que seja aplicada a lei, e cada vez leis mais rigorosas aqui dentro do Congresso Nacional: rigorosas para o bandido e protetivas para o nosso policial, para que ele possa atuar. Lá em São Paulo, é o seguinte: cada um anda com dois celulares agora. E não é só São Paulo, não. O cara tem que ter um backupzinho, Deputado Aluisio, para, quando o bandido vier, ele entregar o backupzinho e ficar com o próprio celular. Hoje, quem está dentro das grades somos nós, o povo brasileiro, não é bandido, não. A gente tem medo de ir para a rua. Hoje, a gente passa 80% do nosso dia preocupado em não ser assaltado, em não ser roubado. É um presídio ao ar livre em que nós estamos vivendo hoje. Então, nós precisamos mudar a mentalidade de alguns colegas da Câmara dos Deputados para que possamos endurecer contra o crime. E que, realmente, a gente possa botar o bandido no lugar dele, que é na cadeia! Obrigado, Presidente. - 14/12/2022
Encaminhamento da votação do requerimento de destaque para votação em separado da Emenda de Plenário nº 13 apresentada ao Projeto de Lei nº 4.363, de 2001, sobre o estabelecimento de normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de destaque de votação em separado,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. NICOLETTI (UNIÃO - RR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Boa noite a todos. Já aprovamos o texto da Lei Orgânica das Polícias Militares e do Corpo de Bombeiros Militares. Quero parabenizar o nosso Relator, o Deputado Capitão Augusto, e toda a sua equipe pela aprovação desse projeto, os nossos Deputados que acreditaram numa lei que era necessária para a valorização dos nossos policiais militares e também bombeiros militares. Eu estou aqui apresentando este destaque. É uma emenda que visa a corrigir algumas interpretações dúbias dentro do texto. É importante destacar aqui a importância do policiamento ostensivo. Nós já temos a previsão, na Constituição Federal, de que cabe à Polícia Militar fazer esse policiamento ostensivo, mas aqui ficou o "privativamente", o que dá uma interpretação muitas vezes errônea acerca dos outros órgãos de segurança pública do art. 144. Nós temos a Polícia Federal, que também faz policiamento ostensivo, nós temos a Polícia Rodoviária Federal e também a Guarda Civil Municipal. O primeiro ponto importante do destaque são as competências da Polícia Militar nos Estados na fiscalização de trânsito, arroladas no CTB. O projeto nos remete ao art. 20, que diz que as competências são da PRF, e o artigo correto é o art. 23 do CTB. O segundo ponto importante trata das perícias administrativas com relação aos incêndios, que devem ser privativas do Corpo de Bombeiros Militar. Ele faz a prevenção, ele faz a vistoria, ele dá a licença, e temos, depois, a perícia no caso de um acidente, que deve ser privativamente dessa corporação. O último ponto importante acatado pelo Relator é a questão de o policial não poder fazer manifestação fardado e armado. Tiramos o termo "armado". Se houver um policial de folga armado, silenciosamente, numa manifestação política, ele poderá estar lá portando seu armamento, porque o armamento é para a defesa pessoal do policial. Em momento algum, podemos desarmar os nossos agentes de segurança pública. Então, dou meus parabéns ao Relator por ter acatado esse ponto. Peço a vocês que aprovem esta emenda. Eu sei que o Republicanos, o PP, o PSD e o PSB estão todos apoiando esta emenda, que faz jus a uma correção deste belo texto que aprovamos, a Lei Orgânica das Polícias Militares e do Corpo de Bombeiros Militares. Obrigado. - 14/12/2022
Orientação de bancada na votação da subemenda substitutiva global apresentada ao Projeto de Lei nº 4.363, de 2001, sobre o estabelecimento de normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios, ressalvados os destaques.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Subemenda substitutiva global,União Brasil,Voto favorável
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O SR. NICOLETTI (UNIÃO - RR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O União Brasil orienta "sim" ao texto do nosso Relator Capitão Augusto e o parabeniza, bem como a toda a sua equipe é um texto bom. É claro que nós temos um destaque depois relativo a uma emenda, pois queremos alterar alguns pontos específicos do texto, mas ele não vai alterar o mérito do que foi elaborado pela equipe do Deputado Capitão Augusto. Nós sabemos da importância da Polícia Militar nos Estados. No meu Estado de Roraima, temos uma polícia muito atuante, homens e mulheres que, faça sol, faça chuva, estão ali, defendendo a sociedade. Isso é muito importante. Depois de 20 anos, teremos a Lei Orgânica. Nós orientamos "sim" ao relatório. - 06/04/2022Breves Comunicações
Imediata deliberação pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, do processo de convocação de candidatos aprovados em concurso público para preenchimento de vagas na Polícia Federal e na Polícia Rodoviária Federal. Pedido ao Presidente Arthur Lira de indicação dos membros do Grupo de Trabalho destinado ao exame do Projeto de Lei nº 191, de 2020, sobre a exploração de recursos minerais, hídricos e orgânicos em terras indígenas. Compromisso do Governador do Estado do Paraná, Ratinho Junior, de convocação de candidatos aprovados em concurso público para a Polícia Penal e a Polícia Militar. Imediata votação pelo Plenário de projeto de decreto legislativo para sustação dos efeitos da Ação Penal nº 1.044, de 2021, instaurada pelo Supremo Tribunal Federal contra o Deputado Daniel Silveira.
Palavras-chave oficiais: PAULO GUEDES, MINISTRO DE ESTADO DA ECONOMIA, CONCURSO PÚBLICO, POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL, POLÍCIA FEDERAL, CANDIDATO APROVADO, REESTRUTURAÇÃO, CARREIRA POLICIAL. GRUPO DE TRABALHO, PL 191/2020, PROJETO DE LEI ORDINÁRIA, MINERAÇÃO, TERRAS INDÍGENAS, FAVORÁVEL. CONCURSO PÚBLICO, POLICIAL PENAL, POLICIAL MILITAR, GOVERNADOR, CANDIDATO APROVADO, SEGURANÇA PÚBLICA. APOIO POLÍTICO, DANIEL SILVEIRA, DEPUTADO FEDERAL, LIBERDADE DE EXPRESSÃO, VOTAÇÃO, AÇÃO PENAL, CÂMARA DOS DEPUTADOS.
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O SR. NICOLETTI (UNIÃO - RR. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente e todos aqui da Câmara dos Deputados. Hoje eu venho aqui fazer uma cobrança ao nosso Ministro Paulo Guedes. Nós precisamos, Ministro, que V.Exa. coloque para frente a questão dos aprovados da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal, que esperam pelo chamamento ao concurso público. O Ministro da Justiça, Anderson Torres, e o nosso Presidente da República fizeram a parte deles, encaminharam o projeto de lei de reestruturação da carreira da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Federal e também da Polícia Penal Federal. Mas hoje está encalhada no Ministério da Economia a questão da criação de novos cargos na Polícia Rodoviária Federal. E isso impede, juntamente com o Decreto nº 9.739, de 2019, que sejam chamados todos os aprovados no concurso da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal. Então, nós precisamos que o Governo tome uma atitude, que o nosso Presidente converse com o Ministro da Economia. São milhares e milhares de agentes da segurança pública que precisam não só da reestruturação que foi prometida pelo nosso Presidente da República e pelo nosso Ministro, mas também da criação desses novos cargos e da retirada desse decreto que impede o chamamento de todos os aprovados. Eu creio que o nosso Presidente, juntamente com os Ministros, pode dar seguimento à questão dos aprovados nesses concursos da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal e também à regulamentação da nossa Polícia Penal Federal. Gostaria de falar sobre um tema sensível no meu Estado, que é a mineração em terras indígenas. Hoje eu gostaria aqui de cobrar também do nosso Presidente da Câmara que acelere a composição do Grupo de Trabalho do PL 191. Nós precisamos tratar desse tema com urgência. Hoje o nosso Estado tem a questão do ouro, do diamante, da cassiterita e de vários outros minerais que saem do Estado, e que, por não haver regulamentação, são "esquentados" em outros Estados. Com isso, há perda no recolhimento de impostos para os nossos Municípios e para o Estado. Temos que preservar sempre o meio ambiente. É uma mineração de modo sustentável que precisamos ter. E para que isso ocorra, para que tenhamos essa regulamentação - e a maioria dos povos indígenas querem sim fazer a exploração de recursos hídricos e de diversos minerais -, nós precisamos ter esse grupo de trabalho, esse grupo de estudo e colocar a questão em discussão aqui na Câmara dos Deputados. Temos também a questão dos aprovados em concursos estaduais, os policiais penais lá do Estado, os policiais militares. Mando um abraço a todos eles. O Governador, com compromisso, vai chamá-los para o curso de formação. Assim, nós teremos mais polícia nas ruas, porque a população precisa de segurança pública. V.Exa. me concede mais 30 segundos para que eu possa concluir? O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. PSD - BA) - Pois não, Deputado, pode concluir. O SR. NICOLETTI (UNIÃO - RR) - Eu vi aqui o Deputado Daniel Silveira, nosso colega. Deputado Daniel, conte com o meu apoio. Nós estamos aqui sensibilizando o nosso Presidente da Câmara dos Deputados para que paute o mais breve possível a questão do seu processo. Liberdade de expressão já! Pode contar com o meu apoio, Deputado Daniel Silveira. - 17/11/2021
Improcedência do vídeo divulgado pelo Deputado Kim Kataguiri sobre a alocação pelo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para o Distrito Federal.
Palavras-chave oficiais: CONTESTAÇÃO, CRÍTICA, VÍDEO, KIM KATAGUIRI, DEPUTADO FEDERAL, DEFESA, ANDERSON TORRES, MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA, FUNDO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA (FNSP), DISTRITO FEDERAL (BRASIL), PORTARIA.
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O SR. NICOLETTI (PSL - RR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria falar sobre um vídeo mentiroso do Deputado Kim Kataguiri com relação ao Ministro da Justiça, Anderson Torres. O Deputado Kim está dizendo que o Ministro está alocando mais recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para o Distrito Federal. Isso é uma mentira. Deputado Kim Kataguiri, V.Exa. não leu nem a portaria que define os critérios do rateio. O critério fala em população, em extensão territorial, em portos e aeroportos, em fronteira. São Paulo está em primeiro nesse rateio, com 4,3% desse fundo. O Distrito Federal está em último, com apenas 3%. O Ministro tem feito um excelente trabalho, e não há distribuição a mais para o Distrito Federal. Isso é uma inverdade, é uma mentira. Leia a portaria realmente, procure entender de segurança pública, Deputado Kim. V.Exa. não entende nada de segurança pública. É muito blá-blá-blá e pouca efetividade. O Ministro tem alocado recursos nas polícias, tem feito apreensões de drogas e de armamentos na nossa fronteira. Hoje há recurso porque o Ministro olha para a segurança pública. Deputado Kim Kataguiri, leia a portaria para aprender um pouquinho sobre segurança pública. Obrigado. - 16/11/2021
Encaminhamento, à Assembleia Legislativa do Estado de Roraima, de Representação contra o Deputado Jalser Renier, com vista à cassação do seu mandato. Pedido, ao Presidente da Casa Legislativa, de rejeição do requerimento de retirada da Deputada Catarina Guerra da Comissão de Ética Parlamentar. Pedido aos membros da Assembleia Legislativa de cassação do mandato do Deputado Jalser Renier.
Palavras-chave oficiais: REPRESENTAÇÃO CONTRA DEPUTADO, PERDA DE MANDATO ELETIVO, JALSE RENIER, DEPUTADO ESTADUAL, ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, RORAIMA, TORTURA, JORNALISTA, COMISSÃO, ÉTICA PARLAMENTAR, SOLIDARIEDADE, APOIO POLÍTICO, CATARINA GUERRA.
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O SR. NICOLETTI (PSL - RR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu estou aqui hoje para falar um pouquinho sobre um caso que tem acontecido no meu Estado, Roraima, na Assembleia Legislativa. Recentemente, eu protocolei uma representação pela cassação do Deputado Estadual Jalser Renier, porque há fortes indícios de autoria e fatos que comprovam que ele é o mentor do crime de tortura contra um jornalista. Nós fizemos uma representamos pela cassação dele, e ele, covardemente, tem atacado uma Deputada que faz um excelente trabalho no mesmo partido, a Deputada Catarina Guerra. Hoje ele está solicitando a retirada dela da Comissão de Ética da Assembleia, porque o julgamento dessa representação está na Comissão de Ética. Então, ele, covardemente, tem atacado essa Deputada. Eu estou aqui para me solidarizar com a Deputada Catarina. Quero dizer a ela que o mal não vai vencer o bem. Esperamos que o Presidente da Assembleia Legislativa não aceite o requerimento de retirada dessa Deputada da Comissão de Ética, porque ele não é Líder do partido e não pode fazer isso. E mais que isso: ele não pode cometer esse crime de violência política contra as mulheres. É inadmissível essa pressão, esse assédio moral contra a Deputada Catarina, que tem feito um excelente trabalho dentro do Estado. Ela não pode sair do partido neste momento, porque não há janela de transferência, mas está sofrendo essa coação. Então, eu peço ao Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Roraima que não aceite o requerimento de retirada da Deputada Catarina Guerra da Comissão de Ética e peço aos nobres Deputados que votem pela cassação do Deputado Jalser, que já presidiu essa Assembleia Legislativa usando tornozeleira e também de dentro da cadeia. Obrigado, Presidente. - 06/10/2021entregue por escrito
Encaminhamento pelo PSL de Representação à Assembleia Legislativa do Estado de Roraima, para cassação do mandato parlamentar do Deputado Estadual Jalser Renier, envolvido no sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos.
Palavras-chave oficiais: PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), DIRETÓRIO REGIONAL, REPRESENTAÇÃO, ASSEMBLEIA LEGISLATIVA, RORAIMA, CASSAÇÃO, JALSER RENIER, DEPUTADO ESTADUAL, CRIME, CONTRA, ROMANO DOS ANJOS, JORNALISTA.
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DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO NICOLETTI. Através do Diretório Regional do PSL-RR - Partido Social Liberal em Roraima, entrei ontem, dia 5, com representação para cassar o mandato do Deputado Estadual Jalser Renier, preso na última sexta-feira, acusado de ser o mandante do sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos. A representação foi protocolada na manhã desta terça, por mim, como Presidente Regional do PSL-RR e pelo advogado do partido, Alex Ladislau. Em Sessão Extraordinária ocorrida na segunda-feira, dia 4, a Assembleia Legislativa decidiu, por unanimidade de votos, manter a prisão de Jalser, após um relatório minucioso lido pelo Relator do caso, o Deputado Cel. Chagas. A representação com pedido de cassação de Parlamentares através de partido político está legitimada no Código de Ética da Assembleia Legislativa, em seu art. 42. Jalser quebrou o decoro parlamentar e causou grave prejuízo à imagem do Poder Legislativo de Roraima, não apenas pela acusação de ser mandante do sequestro do jornalista, mas também pela apuração de outros crimes imputados a ele, como de organização criminosa (art. 2º da Lei nº 12.850); violação de sigilo funcional (art. 154 do CP); peculato (art. 312, CP); exercício ilegal da profissão (art. 47 do DL 3.688/41); obstrução de investigação (art. 2º, § 1º da Lei nº 12.850) e lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei nº 9.613/98). Segundo consta na representação, Jalser Renier infringiu o Código de Ética da Assembleia Legislativa em seus arts. 27 e 28, que descrevem qual deve ser a postura do Parlamentar: agir de acordo com a boa-fé, exercer a atividade com zelo e probidade, recusar o patrocínio de proposição ou pleito que considere imoral ou ilícito e ainda evitar causar dano à imagem da Assembleia Legislativa de Roraima. O art. 37 do mesmo Código diz ainda que perde o mandato o Deputado que infringir qualquer das proibições dispostas nos incisos III, V, VI, VII, IX e XIII do art. 27, citados acima, em conduta ofensiva à imagem da Assembleia Legislativa. De acordo com o documento, o art. 103 do Regimento Interno da Casa também foi desrespeitado por Jalser Renier quando diz que o Deputado que descumprir os deveres decorrentes do mandato ou praticar ato que afete a dignidade da investidura estará sujeito a processo e a penalidades como a perda do mandato. Ainda segundo o § 3º do art. 103, é incompatível com o decoro parlamentar a prática de irregularidades graves no desempenho do mandato ou de encargos dele decorrentes. A representação pede tutela antecipada para afastamento imediato de Jalser Renier do mandato de Deputado Estadual até que se julgue o mérito do pedido de cassação. Para mim, é dever da pessoa pública zelar pela moralidade das instituições. A sociedade roraimense espera uma atitude enérgica com relação ao Deputado Jalser, que está envolvido em vários escândalos de repercussão nacional e responde a vários processos criminais na Justiça. - 30/06/2020
Orientação de bancada na votação da Emenda Substitutiva oferecida pela Relatora da Comissão Mista à Medida Provisória nº 934, de 2020, sobre o estabelecimento de normas excepcionais relativas ao ano letivo da educação básica e do ensino superior, decorrentes das medidas de enfrentamento da situação de emergência de saúde pública constantes na Lei nº 13.979, de 2020, ressalvados os destaques. Acatamento, pela Relatora Luisa Canziani, da Emenda de Plenário nº 15 destinada à inclusão de odontólogos no texto da proposição.
Palavras-chave oficiais: ORIENTAÇÃO DE BANCADA, SUBEMENDA SUBSTITUTIVA, MPV 934/2020, MEDIDA PROVISÓRIA, PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), VOTO FAVORÁVEL. MPV 934/2020, MEDIDA PROVISÓRIA,I ANTECIPAÇÃO, COLAÇÃO DE GRAU, GRADUAÇÃO, MEDICINA, FARMÁCIA (CIÊNCIAS DA SAÚDE), ENFERMAGEM, FISIOTERAPIA, EMENDA, INCLUSÃO, ODONTOLOGIA, EMERGÊNCIA DE SAÚDE PÚBLICA, PANDEMIA, CORONAVÍRUS
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O SR. NICOLETTI (PSL - RR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Olá, Presidente. O PSL orienta "sim" ao texto do substitutivo da MP 934. Eu gostaria de registrar que fui procurado por formandos do curso de odontologia - pela Ana Claudia e demais colegas - que estudam na Universidade Cathedral, aqui de Boa Vista, em Roraima. Procuraram-me para dar apoiamento à emenda de V.Exa., Presidente, a Emenda nº 15, sobre a inclusão da odontologia também na antecipação da formação. Já estavam a medicina, a enfermagem, a farmácia e a fisioterapia, e esses guerreiros da odontologia precisavam, sim, da aprovação dessa emenda. Nós conseguimos colocar um destaque, que não foi necessário. Foi acatado, então, pela Relatora Luisa Canziani. Nós vamos votar favoravelmente a esta medida provisória muito bem elaborada pelo Governo Federal. - 16/06/2020
Orientação de bancada na votação do parecer da Comissão Mista quanto ao atendimento dos pressupostos constitucionais de relevância e urgência e de sua adequação financeira e orçamentária, à Medida Provisória nº 932, de 2020, sobre a alteração das alíquotas de contribuição aos serviços sociais autônomos especificados.
Palavras-chave oficiais: ORIENTAÇÃO DE BANCADA, PARECER, COMISSÃO MISTA, PRESSUPOSTO CONSTITUCIONAL, MPV 932/2020, MEDIDA PROVISÓRIA, PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), VOTO FAVORÁVEL.
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O SR. NICOLETTI (PSL - RR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Deputado Rodrigo Maia, o PSL orienta "sim", dada a importância da urgência desta medida provisória. Sabemos da importância do Sistema S. É o caso, durante essa pandemia, de todos aqueles que puderam contribuir de uma forma ou outra ter reivindicado alguma receita. Agora, nós estamos querendo dar prosseguimento a esta medida provisória, orientando "sim", quanto aos pressupostos constitucionais. - 20/08/2019Homenagem
Transcurso do 91º aniversário de criação da Polícia Rodoviária Federal.
Palavras-chave oficiais: SESSÃO SOLENE, HOMENAGEM, POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL, ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO.
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O SR. NICOLETTI (PSL - RR. Sem revisão do orador.) - Bom dia a todos. Gostaria de cumprimentar o Deputado Hugo Leal e de parabenizá-lo por esta iniciativa, com os demais Deputados. Cumprimento o Carniel, Presidente da nossa Federação. Estou vendo aqui o Cavalcante também. Por falar em Federação, não podemos deixar de salientar a luta intensa da instituição e também de cumprimentar os demais colegas que fazer parte da Diretoria. Estão aqui o Neto e outros companheiros, como o Azevedo e o Ricardo. Os dois são meus assessores e têm feito um excelente trabalho na Câmara dos Deputados. Esta é a importância da FENAPRF, que temos que valorizar. Fiz parte da Diretoria também. Eu andava pelos corredores daqui com agendas, com calendários, para conversar, para articular nos gabinetes, e esse trabalho traz resultados, sim. Muitas vezes, quem está na ponta da linha não valoriza o trabalho da Federação, mas nós temos que multiplicar essa informação, passá-la para os nossos colegas e tentar fortalecer, cada vez mais, os sindicatos dentro dos Estados e também a Federação. Gostaria de cumprimentar o Deputado José Medeiros e o nosso colega Deputado Fábio também. Todos, juntamente com o Deputado Mauro Lopes, têm feito um excelente trabalho aqui dentro. É claro que a articulação nos gabinetes é importante, mas nós precisamos de representantes dentro da Câmara dos Deputados e dentro do Senado Federal, porque, se nós não tivermos a voz da Polícia Rodoviária Federal aqui dentro, nada será aprovado. Então, essa é a importância da nossa representação aqui. Transmitam isso para os nossos colegas. Nós precisamos fortalecer o nosso sistema, para que nós possamos, nas próximas eleições, colocar aqui mais políticos policiais que entendam as nossas demandas, profissionais que tenham estado na pista, para depois estar aqui dentro e poder lutar por melhorias para a nossa instituição. Entrei na PRF por meio do concurso de 2014, depois de ter passado 15 anos no Exército Brasileiro. Gostei muito da Academia de Polícia e queria parabenizar a estrutura da Polícia Rodoviária Federal e a excelência dos educadores que nós temos lá, aqueles que transmitem o conhecimento. Nós precisamos, sim, mandar cada vez mais recursos para que a Polícia Rodoviária Federal possa aprimorar toda a sua estrutura e formar bem os seus alunos. Vejo aqui os 686 aprovados que lutam pela convocação. Sou um dos Parlamentares que lutam para que vocês possam entrar no nosso quadro. Nós precisamos de mais efetivo. Conseguimos 500 a mais, e a nossa luta, até o fim do ano, é, sim, trazer para a corporação cada um de vocês, cada um dos 686 aprovados. Já estamos articulando isso no Ministério da Justiça e também na Presidência da República. Venho da fronteira. Trabalhei em Santarém, em Boa Vista e em Pacaraima. Sabemos das deficiências que existem lá. Precisamos ter olhos para a fronteira também. Houve um resultado excelente na Operação Égide, feita no ano passado, uma operação em que a PRF se colocou no cenário nacional com excelência. Conseguimos fazer um cinturão nas fronteiras do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná e do Mato Grosso, para impedir que drogas e armas do tráfico chegassem ao Rio de Janeiro. E lá também fizemos um policiamento ostensivo. Isso tem de ser mostrado. Precisamos de mais investimentos e de mais operações nesse sentido, porque a nossa polícia tem se destacado, sim, e nós precisamos desse reconhecimento dentro do Congresso Nacional também. Digo que a educação no trânsito também é importantíssima dentro da instituição. Eu sou um educador, gosto dessa disciplina. Nós precisamos atingir mais alunos, atingir mais jovens, para mudar a cultura do trânsito. Com certeza reduziremos em altos índices os acidentes com essa prática dentro das escolas. Tudo isso passa pela Câmara dos Deputados, na hora da aprovação do orçamento. Daí a importância do que eu falei aqui quanto à necessidade de termos cada vez mais representantes da nossa categoria inseridos no cenário político. Eu gostaria de parabenizar, então, os policiais pelos 91 anos da Polícia Rodoviária Federal, porque quem faz a PRF forte é cada um de vocês, é cada um de nós. Obrigado e bom dia a todos. - 02/07/2019
Resultados positivos da atuação do orador junto ao Governo do Estado de Roraima para continuidade do concurso público destinado ao provimento de cargos na Polícia Militar. Apoio ao Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e à Operação Lava-Jato.
Palavras-chave oficiais: NICOLETTI, DEPUTADO FEDERAL, ATUAÇÃO, GOVERNO, RORAIMA, CONTINUIDADE, CONCURSO PÚBLICO, POLÍCIA MILITAR. SERGIO MORO, MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA, ATUAÇÃO, DEFESA, OPERAÇÃO LAVA JATO.
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O SR. NICOLETTI (PSL - RR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Gostaria hoje de falar para você, que foi aprovado no concurso da Polícia Militar do Estado de Roraima, que eu estou com você desde o início nesta luta, para que pudéssemos destravar esse concurso nas próximas etapas. Na segunda-feira, o nosso Governador Denarium anunciou o cancelamento da suspensão do concurso e o prosseguimento dele, mas não fomos contemplados com 100% das nossas exigências, que seria a divulgação do cronograma com as próximas etapas. Concurseiros, estamos firmes nessa luta! Estou articulando junto ao Governo do Estado de Roraima, articulando junto ao reitor da UERR para que, o mais breve possível, nesta semana ainda, saiam as datas previstas das próximas etapas. Essa conquista não é apenas para você, aprovado, é para a sociedade toda do Estado de Roraima, que clama por segurança. Segurança essa que está cada vez pior devido à falta de efetivo de policiais militares. A crise da Venezuela também está corroborando para o aumento dessa violência. Gostaria também de deixar registrado aqui o apoio ao Ministro Sergio Mouro. Neste domingo, vários atos pelo Brasil mostraram o apoio da população para que continuemos combatendo a corrupção em nosso País. A Operação Lava-Jato foi um marco na história do País. Ela veio com os escândalos da PETROBRAS, da Odebrecht, da JBS. Mais de 300 políticos foram investigados. Precisamos manter coeso e firme o nosso Ministério da Justiça, na pessoa do Sergio Moro, no combate à corrupção. Quem não deve não teme. Nós queremos um país limpo da corrupção. Que nosso Governo Federal possa fazer um trabalho brilhante junto ao Ministério da Justiça. Um grande abraço a todos. - 25/02/2019Breves Comunicações
Preocupação com o impacto socioeconômico da imigração de venezuelanos para o Estado de Roraima. Apresentação de requerimento de criação de Comissão Externa destinada ao acompanhamento da crise na Venezuela, em especial na fronteira com Roraima.
Palavras-chave oficiais: NICOLETTI, DEPUTADO FEDERAL, ATUAÇÃO PARLAMENTAR, REQ 596/2019, REQUERIMENTO (PROPOSIÇÃO LEGISLATIVA), COMISSÃO EXTERNA, CRISE POLÍTICA, VENEZUELA, RORAIMA, IMIGRAÇÃO, CRISE HUMANITÁRIA, CRISE FINANCEIRA, ANTONIO DENARIUM, GOVERNADOR, PRESENÇA, EXÉRCITO BRASILEIRO, FRONTEIRA, SEGURANÇA PÚBLICA, ASSISTÊNCIA À SAÚDE, REFUGIADO.
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O SR. NICOLETTI (Bloco/PSL - RR. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, nobres Deputados. Hoje estou aqui para falar um pouquinho sobre a crise da Venezuela. Estive lá na sexta-feira. Saí daqui na quinta à noite e pude acompanhar, de perto, o sofrimento não só dos venezuelanos, mas também da população brasileira. É importante ressaltar que a população brasileira, principalmente a do meu Estado, Roraima, sofre com essa crise. Essa crise começou em 2015. Não começou no atual Governo. Então, o Governo passado, do PT, já sabia dessa invasão venezuelana no nosso Estado, e nada fez. Em 2015, como policial rodoviário federal, eu estava naquela fronteira trabalhando: passaram 50, 60 pessoas nesse ano. Nós relatamos ao Governo Estadual e ao Governo Federal também. Em 2016, começaram a passar centenas de pessoas e, em 2017, veio a maior crise, que atinge a educação, a saúde e a segurança pública do nosso Estado. Sabemos que pela fronteira hoje passam mais de 400 venezuelanos por dia. Nós, no Estado, ajudamos os irmãos venezuelanos, sabemos que eles precisam dessa ajuda, mas a minha preocupação hoje aqui é com o povo de Roraima. Nós estamos com uma calamidade financeira decretada pelo Governador Antonio Denarium. Não está fácil o Governo dele, pois nós não temos recursos no nosso Estado. Temos uma população de cerca de 500 mil habitantes e uma renda que não permite sustentar mais de 40 mil venezuelanos dentro do nosso Estado. A missão acolhida é uma missão nobre do nosso Exército Brasileiro, que veio para coordenar muito bem as ações na nossa fronteira, mas, na sexta-feira, observamos que também precisamos colocar o nosso Exército Brasileiro para garantir a soberania do nosso País. Não é admissível que o exército de outro país jogue bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo no território brasileiro, tendo lá pouco efetivo tanto da Polícia Federal, com cerca de 10 homens, quanto da Polícia Rodoviária Federal, com apenas dois policiais. Nós precisamos, sim, do Exército na fronteira, que ele esteja ali guarnecendo e dando uma sensação de segurança ao povo de Roraima. Peço ao Governo Federal, por meio de um requerimento, que criemos uma Comissão Externa para olharmos, sim, para as deficiências que nós temos na saúde, na educação e na segurança do nosso Estado. Mais de 20 feridos da Venezuela vieram ao nosso Hospital Geral. Se nós não estamos dando conta de atender nem os venezuelanos refugiados, que dirá esses que estão agora, no caso de violência, vindo ao Brasil. Nobre Presidente Rodrigo Maia, preciso do seu apoio para que criemos essa Comissão e que possamos olhar com carinho para o nosso povo de Roraima. Muito obrigado a todos. - 21/02/2019Pequeno Expediente
Apresentação de projetos de lei relativos ao setor de mineração.
Palavras-chave oficiais: PL 846/2019, PROJETO DE LEI ORDINÁRIA, LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO, ÓRGÃO PÚBLICO, FISCALIZAÇÃO, DANO AMBIENTAL, CARACTERIZAÇÃO, CRIME. PLP 37/2019, PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR, LICENCIAMENTO AMBIENTAL, RECURSOS MINERAIS, COMPETÊNCIA, UNIÃO.
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O SR. NICOLETTI (Bloco/PSL - RR. Sem revisão do orador.) - Nobres colegas Deputados, nesta semana, eu apresentei dois projetos de lei sobre mineração. O primeiro deles inclui a imposição da realização de um laudo técnico pelo órgão fiscalizador, para que possamos tipificar o crime ambiental sem licença e com degradação do meio ambiente. Há vários processos lá em Roraima que não possuem esse laudo, e vários garimpeiros estão sendo prejudicados por fazerem garimpo de forma artesanal e não degradarem o meio ambiente. Esse projeto também visa a garantir que aqueles que degradam o meio ambiente terão penas mais severas e receberão multas impostas pelo Judiciário. O segundo é um projeto de lei para uniformizar a licença, que passaria a ser de competência da União, para que não haja influência de grandes mineradoras, influência política de empresários, pois muitas vezes as nossas cooperativas de garimpeiros são esquecidas e prejudicadas. Então, ficaria a cargo da União essa competência, visando a garantir a preservação do meio ambiente e dar segurança jurídica para nossos pequenos garimpeiros. - 14/02/2019Pequeno Expediente
Empenho do orador na realização de concurso público para recomposição dos quadros das Polícias Civil e Militar do Estado de Roraima.
Palavras-chave oficiais: CONCURSO PÚBLICO, POLÍCIAL CIVIL, POLÍTICA MILITAR, MANUTENÇÃO, ATUAÇÃO, NICOLETTI, DEPUTADO FEDERAL.
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O SR. NICOLETTI (Bloco/PSL - RR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, estou aqui hoje para reafirmar o meu compromisso com você, concurseiro do Estado de Roraima. Já vencemos a primeira batalha, que foi manter o concurso da Polícia Militar. Hoje nós temos uma segunda batalha muito difícil. Temos já as provas sábado e domingo. São mais de 30 mil inscritos. Na manhã de ontem houve a decisão do juiz da Vara da Fazenda cancelando a liminar que dava prosseguimento a esse concurso. Milhares de pessoas que já se dirigiram ao Estado de Roraima estão com seus sonhos interrompidos. Esta manhã eu liguei para o Promotor de Justiça que vai fazer um recurso ao Tribunal de Justiça. Amanhã o meu compromisso é conversar com o relator dessa decisão, falar sobre a importância de termos mais policiais civis no nosso Estado. Há mais de 15 anos não temos concurso público. Eu estou aqui para garantir que a segurança pública seja prioridade no Estado de Roraima. Estou com você, concurseiro. Mais de 30 mil concurseiros... (Desligamento automático do microfone.) - 07/02/2019
Posicionamento do orador contrário ao cancelamento de concursos públicos no Estado de Roraima, especialmente para a área de segurança pública. Empenho na reversão da crise financeira de Roraima.
Palavras-chave oficiais: CONCURSO PÚBLICO, RORAIMA, CANCELAMENTO, CONTRÁRIO. SEGURANÇA PÚBLICA, RORAIMA, CONCURSO PÚBLICO, NECESSIDADE. CRISE FINANCEIRA, RORAIMA. CLAUDIO CAJADO, DEPUTADO FEDERAL, ORADOR, PLATAFORMA POLÍTICA.
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O SR. NICOLETTI (Bloco/PSL - RR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, nobres Deputados do PSL aqui presentes! Hoje venho para reafirmar meu compromisso com cada concurseiro do Estado de Roraima. Fiquei sabendo, no sábado passado, da decisão do Governo do Estado, que ainda não é definitiva. Conversei com nosso Governador, que é também do mesmo partido, na terça-feira, em Brasília. S.Exa. vai tentar rever a decisão de cancelamento dos concursos. Digo aos concurseiros do Estado de Roraima que estou com vocês. Durante a campanha eleitoral, estive pedindo o apoio de cada um de vocês, porque sei a importância que farão dentro da Polícia Militar e da Polícia Civil. Sei também, Governador, da crise financeira por que o Estado passa, o que não justifica, porém, a não contratação de servidores, o não prosseguimento das próximas etapas de concursos para a segurança pública. Dessa forma, o Deputado Federal Nicoletti hoje está aqui em Brasília! Estamos tentando articular algo que realmente tire o Estado do fundo do poço, a crise financeira. O principal objetivo, senhores, é dar suporte aos nossos concurseiros, porque nossa fronteira está aberta, não temos segurança nem no Estado de Roraima, nem no Brasil como um todo. Nicoletti está com cada um de vocês, concurseiros! Um grande abraço!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 04/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.