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Detector de Bananada
Foto de Mario Frias

Deputado · Câmara

Mario Frias

PL · SP

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Mario Luis Frias · 55 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 75 de 100, Tá no Caminho0406080100

75/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 43% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 87%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 76%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 46%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 21%das 661 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 92%das 528 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Mario Frias

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.mariofrias@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5826
Gabinete
Gabinete 826, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

87%

Esteve em 341 de 391 sessões

Melhor que 17% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

76%

Registrou voto em 859 de 1.128 votações nominais

Melhor que 33% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 25 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 18 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 661 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

22 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 28/05/2025.

  • 09/02/2023

    Constatação do rompo de 13 bilhões de reais na área cultural em gestões anteriores a do Presidente Jair Bolsonaro. Importância da gestão responsável dos recursos destinados à cultura brasileira. Defesa de fiscalização dos investimentos realizados no setor. Inadmissibilidade de utilização da área cultural como palanque de cunho político-ideológico. Alteração da Lei de Incentivo à Cultura.

    Palavras-chave oficiais: Corrupção,Cultura (artes),Recursos orçamentários,fiscalização,Defesa,Ideologia política,alteração,Lei Rouanet

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Bom dia, senhores. Saúdo o Presidente e os componentes da Mesa. Saúdo todos que nos acompanham. Saúdo os Deputados presentes. Eu, na condição de Secretário Especial de Cultura do Governo Bolsonaro, enfrentei diversos problemas, questões sérias, principalmente no que diz respeito a investimentos na cultura, com o devido retorno para a população. Não sou contrário a nenhum projeto que beneficie a população, no âmbito internacional também, fazendo essa cooperação cultural, que é importante sim para o Brasil. O fato é que não podemos, de forma nenhuma, deixar de fazer uma administração responsável desses recursos, com zelo pelos recursos do pagador de impostos. Não foi ao que assistimos em Governos anteriores ao do Presidente Bolsonaro. Nós encontramos um furo, um rombo de 13 bilhões de reais não auditados. Isso não pode repetir-se. No Governo Bolsonaro, nós demos prioridade a patrimônios culturais, museus, festas tradicionais e, principalmente, um retorno do investimento desses recursos para o pequeno artista, para o artista em início de carreira. Eu me coloco aqui, Sr. Presidente, demais Deputados, à disposição do Governo e da nossa Oposição para que possamos fiscalizar todos os investimentos feitos em relação à cultura. A cultura não pode servir de palanque político e ideológico. A cultura tem que ser fonte de geração de empregos, de riqueza, de profissionalização. Todos aqui sabemos o problema que a juventude enfrenta hoje em relação à criminalização, às drogas. É preciso a consciência deste Congresso, desta Casa, para que nós tenhamos a responsabilidade de gerar novos empregos e oportunidades para que o jovem tenha a chance de começar a sua vida. Muitas vezes, nessas análises de gastos da cultura, nós percebemos muito claramente a centralização desses recursos, o que é um absurdo. Desse montante de 13 bilhões de reais, Sr. Presidente, nós sabemos que 80% desses recursos ficaram na posse de apenas 10% de empresas. Isso jamais pode ser considerado uma política pública. Nós fizemos alterações importantes na Lei de Incentivo à Cultura, visando o artista em início de carreira nos rincões mais distantes do Brasil, como, por exemplo, que a cada 1 milhão de reais investido num grande projeto, 10% desses recursos fossem destinados a um projeto nunca antes financiado. Aqui fica, Sr. Presidente, Srs. Deputados, a minha manifestação para que, sim, nós possamos fazer acordos bilaterais, acordos internacionais, mas com equilíbrio e responsabilidade com o dinheiro público e que o Brasil não sirva apenas para financiar essa política cultural que chega, no final das contas, para servir de apoio a grupos ideológicos. Muito obrigado, Sr. Presidente. Bom dia, senhores.
  • 03/02/2023Breves Comunicações

    Saudações aos Parlamentares e aos membros da Mesa Diretora. Contrariedade à aprovação do Projeto de Decreto Legislativo nº 31-D, de 2015, sobre a criação do Fundo Mercosul Cultural. Agradecimento ao ex-Presidente Jair Bolsonaro pela investidura do orador no cargo de Secretário Especial da Cultura. Oposição do Parlamentar ao governo petista.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Deputado federal,Mesa Diretora Deputado federal,Ex-secretário de Estado,Ministério do Turismo. Secretaria Especial de Cultura (2019-2023),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL) Deputado federal,Oposição política,Governo,Partido dos Trabalhadores (PT) Projeto de decreto legislativo,Fundo de financiamento,Cultura (artes),Mercado Comum do Sul (Mercosul)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputada Chris Tonietto. Quero cumprimentar todos os Deputados da Mesa, saudar os meus amigos Deputados aqui presentes e cumprimentar os demais Parlamentares. A minha reverência aos técnicos e servidores do Parlamento e a quem nos assiste pelas plataformas da Casa. Deputada Chris, no meu primeiro discurso, eu queria discutir com os meus colegas, com os brasileiros, acerca de ações propositivas. Deus sempre escreve certo por linhas mais certas ainda em minha vida. Logo na minha primeira manifestação neste sagrado púlpito da Casa, eu sou levado a falar, Deputada Chris, sobre a cultura. Aproveito para agradecer ao Presidente Bolsonaro a oportunidade que me deu de trabalhar pela cultura do Brasil, aquela real cultura, a das tradições atemporais, aquela que comunga os simples homens do campo com o mais alto executivo dos grandes centros urbanos. Meu muito obrigado pela confiança, meu eterno Presidente Bolsonaro. Pois bem, subi à tribuna para tratar do projeto de decreto legislativo que cria o Fundo Cultural do MERCOSUL, Deputada, um projeto que já foi apresentado aqui pela então Presidente e muito comemorado pela Esquerda latino-americana, pois o projeto era tido como o "pai financeiro" — veja bem: o "pai financeiro" — da composição cultural de países que foram base para a formação da UNASUL, antigo bloco sul-americano de países, já extinto, que remonta aos ideais do Foro de São Paulo e, agora, à tal Pátria Grande — mas vou falar disso numa outra oportunidade. O fato é que o projeto é tão maléfico para o Brasil que, mesmo na gestão do primeiro mandato da então Presidente, isso não andou aqui no Parlamento. É fato, é fato que o projeto — agora pasmem —, o tal projeto aparece no susto, Deputada, com o abrir das cortinas, bem assim como costumamos dizer: "Com o pé na porta". Vejam que tenho mil críticas ao projeto, olhei os eixos bases e realmente não acreditei no que vi. O tal fundo que se pretende criar, Deputados, prevê investimentos em produtos que possuam o tal Selo MERCOSUL Cultural, como se a cultura fosse finita e se colocasse numa caixinha, envolta num rótulo, e, pronto, a cultura seria servida. Pelo amor de Deus, isso jamais será pela cultura! Mas, enfim, lendo os tais eixos bases, as coisas só pioram. Só quero deixar clara, Deputada, uma pergunta: você Parlamentar, você cidadão brasileiro, você sabia que em 100% dos fundos, com a junção de quatro países, o Brasil entra, investe e participa com 70% do valor total? Para quem esteve à frente da Secretaria Especial da Cultura, como eu, e viu um rombo de 13 bilhões de reais, sem sequer ter acesso a prestação de contas, que jamais foi... (Desligamento automático do microfone.) O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP) - A preocupação minha é fundamental na divulgação dos nossos valores, dos nossos princípios. Sou grato ao Presidente Bolsonaro por ter devolvido ao povo brasileiro o orgulho pela nossa bandeira, o orgulho pela nossa Pátria. Coloco-me como oposição a este Governo, com sensibilidade, para que tudo que nós avançamos nos últimos 4 anos se mantenha, e possamos levar este País de volta ao lugar a que ele pertence, como um país de primeiro mundo. Fora, Lula!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.