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Foto de Mario Frias

Deputado · Câmara

Mario Frias

PL · SP

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Mario Luis Frias · 55 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 75 de 100, Tá no Caminho0406080100

75/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 44% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 87%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 76%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 47%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 21%das 661 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 92%das 528 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.mariofrias@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5826
Gabinete
Gabinete 826, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

87%

Esteve em 341 de 391 sessões

Melhor que 17% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

76%

Registrou voto em 859 de 1.128 votações nominais

Melhor que 33% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 25 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 18 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

21%

Em 661 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 3% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

22 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 28/05/2025.

  • 28/05/2025

    O Deputado declarou voto contrário ao Projeto de Lei nº 3.224, de 2024, alegando que sua proposta real seria restringir a liberdade de expressão nas redes sociais. Criticou os defensores da medida por utilizarem a proteção de crianças e adolescentes como justificativa, enquanto apoiariam pautas como ideologia de gênero, sexualização infantil e penas brandas para crimes graves. Afirmou que o Estado não pode substituir a responsabilidade dos pais na criação dos filhos e alertou para o risco de projetos com aparência benéfica ocultarem intenções de censura.

    Palavras-chave oficiais: Voto contrário,Projeto de lei ordinária,Campanha Nacional de Utilização Consciente da Tecnologia Digital,Campanha educativa,uso responsável,Jogo eletrônico,Liberdade de expressão,Rede social digital,Criança,Adolescente,Internet,Ideologia de gênero,Censura,Responsabilidade,Pais

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    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Seria cômico, se não fosse trágico, ver pessoas que estão defendendo este projeto dizerem que isso tem alguma coisa a ver com preocupação com as nossas crianças e os nossos adolescentes. O Estado não substitui, em momento algum, a responsabilidade dos pais. Crianças são responsabilidade dos pais. E esses são os mesmos que aqui defendem abertamente ideologia de gênero, sexualização infantil, penas brandas e relativização da pedofilia. O meu posicionamento é pelo voto "não", por completo, a este projeto, cujo único objetivo, no fundo, todos nós sabemos, é colocar mais uma pedrinha nessa máquina que quer, de qualquer forma, calar quem pensa de forma diferente, calar as vozes da Internet. Todos nós aqui temos a obrigação de ficar atentos a esse movimento, que virá sempre disfarçado de algo bom, como neste projeto, que dizem refletir uma preocupação com as crianças e os adolescentes. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 21/05/2025

    O Deputado destacou a importância do esporte como instrumento de inclusão social, especialmente para crianças e adolescentes, com foco na prevenção contra o crime, o ócio e as drogas. Parabenizou o Presidente da Federação Paulista de Basquete, Enyo Correia, e o Vereador Costa Júnior, de Limeira (SP), pelos projetos desenvolvidos na área esportiva, que, segundo ele, promovem saúde física, mental e cidadania. Por fim, reforçou seu compromisso com o incentivo ao esporte como caminho para um Brasil melhor e mais justo para os jovens.

    Palavras-chave oficiais: Esporte,Criança,Juventude,São Paulo (Estado),Basquetebol,Saúde mental,Inclusão social,Adolescente,Limeira (SP),Vereador,Presidente,Clube esportivo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Estou nesta Casa hoje para falar um pouquinho sobre a importância do esporte para a inclusão de crianças, para retirá-las do ócio, das drogas e do crime. Quero dar parabéns ao Presidente da Federação Paulista de Basquete, Enyo Correia, que tem um projeto muito importante para gerar a inclusão. Está aqui, também, o Vereador Costa Júnior, que faz um trabalho incrível com o esporte na cidade de Limeira, para promover inclusão social. Presidente, agradeço o espaço e ressalto, mais uma vez, a importância de investirmos no esporte para a vida das crianças, para evitar que elas entrem para o crime e se percam na vida. Precisamos usar o esporte como ferramenta em benefício da saúde física e da saúde mental dos jovens de São Paulo. Parabéns, Enyo Correia! Parabéns, Costa Júnior, pelo incentivo! Juntos, vamos construir um Brasil melhor, através do esporte e, neste caso, através do basquete e da Federação Paulista de Basquete. Obrigado.
  • 23/04/2025

    O Deputado criticou o Projeto de Lei nº 363, de 2025, que torna permanente a política de repasses federais para a cultura, originalmente criada como medida emergencial durante a pandemia. Ressaltou que a proposta representa desperdício de recursos públicos e favorecimento ideológico, com repasses a artistas, ONGs e gestores locais sem critérios claros ou mecanismos de controle. Finalizou afirmando que o projeto desmonta a responsabilidade fiscal e converte a cultura em instrumento de aparelhamento político, enquanto a população enfrenta dificuldades econômicas.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Recursos públicos,Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura,caráter permanente,Responsabilidade fiscal

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    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, enquanto o povo brasileiro está aconselhado a trocar arroz por miojo e carne por osso, o Governo Lula prepara mais um espetáculo grotesco de desperdício estatal. São 15 bilhões de reais para bancar burocratas, militantes travestidos de artistas, ONGs aparelhadas. O mais absurdo é transformar em política permanente aquilo que nasceu como emergencial durante a pandemia. Trata-se de passar um cheque em branco eterno para Prefeitos e Governadores gastarem sem meta, sem retorno e sem controle. Este Projeto de Lei nº 363, de 2025, é a institucionalização da gastança inconsequente, de fundos paralelos que escapam das regras orçamentárias, a institucionalização de metas frouxas, de critérios afrouxados e de nenhuma punição para maus gestores. Ele representa o desmonte da responsabilidade fiscal em nome da arte, como se cultura se fizesse... (Desligamento do microfone.) O SR. ALENCAR SANTANA (Bloco/PT - SP) - Sr. Presidente, pela ordem. O SR. PRESIDENTE (Elmar Nascimento. Bloco/UNIÃO - BA) - Conclua, Deputado. O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP) - Transformaram a cultura em um balcão de favores ideológicos. Enquanto o cidadão comum reza para pagar o aluguel, o Estado sustenta o cabaré dos companheiros. Isso não é política! Isso é um projeto de poder disfarçado de política.
  • 08/04/2025

    O Deputado elogiou as manifestações realizadas no dia 6 de abril, em São Paulo (SP), convocadas pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro, classificando o ato como pacífico e de grande representatividade. Defendeu a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, alegando que muitos foram punidos de forma desproporcional por delitos menores, como depredação do patrimônio público. Disse que o atual cenário não se compara à época da ditadura, quando houve confrontos armados. Por fim, pediu que o Congresso Nacional se sensibilize com o tema e promova a pacificação do País, reiterando que a política deve se manter no campo das ideias.

    Palavras-chave oficiais: anistia,manifestação,São Paulo (SP),Ex-presidente da República,Ditadura,Patrimônio público,depredação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero mencionar a grandeza das manifestações do último dia 6, convocadas pelo Presidente Bolsonaro. Milhares de brasileiros estavam nas ruas pedindo por anistia, um mecanismo que já fez parte da história do Brasil em situação completamente diferente, quando havia, sim, uma guerrilha armada, explosões e roubos a banco. Agora é uma situação completamente diferente. Temos manifestantes presos, que cometeram, sim, delitos pequenos, como depredação de patrimônio público, e que devem ser julgados apenas por seus crimes, não da forma como está sendo feito. Peço, Sr. Presidente, que esta Casa se sensibilize e entenda que a política deve permanecer no campo das ideias e não ser transformada numa guerra entre brasileiros. Parabéns ao povo que compareceu à Avenida Paulista no último domingo, dia 6! Foi uma manifestação gigantesca, pacífica, que mostrou que este é o único caminho para o povo brasileiro. Presidente, é necessário, sim, que as pessoas coloquem a mão na cabeça, façam uma reflexão, vejam que os que estão presos foram condenados a penas absurdas, são inocentes, são pessoas humildes, que estavam ali unicamente lutando, acreditando que o Brasil podia se tornar um País livre. Então, peço apoio a todos, em nome do povo brasileiro, para a pacificação deste País e para que possamos construir um futuro melhor para os nossos filhos e netos. Obrigado, Presidente.
  • 19/02/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.821, de 2024, que altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei das Eleições), para tipificar o crime de manipulação digital de imagens por inteligência artificial, e agravar a pena em casos de crimes contra mulheres e candidaturas em período eleitoral, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sra. Presidente. Boa tarde a todos. Uma ditadura não se instaura de uma vez só, ela é como um conta-gotas. Esse projeto, que tem a intenção de proteger, na verdade, está dando poderes a mais a um burocrata não eleito para perseguir. Não há sentido nisso, desde que, nos sentindo ofendidos, podemos recorrer cível e criminalmente, apoiados pela Constituição. É muito fraco o argumento de proteção à mulher. Todos nós no ambiente digital corremos algum tipo de risco. Por isso, somos uma democracia e temos como nos defender. Pensem bem: não é uma questão de me proteger, ou de proteger uma mulher, ou de proteger qualquer outra pessoa... Posso falar, Deputada? A senhora já falou. Então, com licença. Esse projeto, em conta-gotas, aplica mais um pouquinho da ditadura no Brasil. Prestem atenção! Esse projeto abre mais um precedente para que, daqui a pouco, mais pessoas sejam perseguidas e presas no País por crime de opinião. Nem sequer temos conhecimento suficiente para criticar a inteligência artificial. Daqui a 100 anos, talvez, nós possamos ter a compreensão e a dimensão do que seja a inteligência artificial. Cercear pelo medo de crítica, pelo medo de produções que venham a nos ofender, há mecanismos no Brasil, cível e criminalmente, para isso. A Constituição nos garante. Se alguém se sentir ofendido, procure um advogado, procure seus direitos. É muito fraco, é muito frágil o argumento de que se está protegendo alguém, porque uma imagem vai ser construída por inteligência artificial. Ora, o caráter de uma pessoa deve ser forte o suficiente para que não seja de vidro, para que não se ofenda por um vídeo. Se for mentira, a única forma de combater a mentira é com a verdade, e não criando mais leis, em que burocratas não eleitos se aproveitam desse poder para cercear. Todos nós aqui sabemos que o cerceamento é somente para um lado. Eu não vejo como alguém que hoje participa dos debates públicos nas redes sociais pode, em sã consciência, apoiar um projeto como esse. Isso é um absurdo! Quem está na vida pública está sujeito a críticas. Nós não temos condições de impedi-las, pois, hoje, há a televisão, o celular, e está chegando a inteligência artificial. E nós estamos pensando em censurá-la, justificando, de maneira muito frágil, que temos que criar mais uma lei para facilitar mais um burocrata não eleito a nos retirar do ambiente digital. Sabemos que isso vai muito além, como citou o Deputado Marcos Pollon. Há o caso do Allan dos Santos, do Constantino, do Paulo Figueiredo, de outros brasileiros, que por emitirem suas opiniões, em preto e branco, no Twitter ou no X, tiveram as contas cassadas, os passaportes retidos. É muito perigoso que cheguemos aqui com um argumento pífio como esse. Obrigado, Presidente.
  • 18/02/2025

    O Deputado criticou a celebração da axé-music no atual contexto econômico, afirmando que muitos que defendem a economia criativa hoje apoiaram o lockdown severo na pandemia para liberar bilhões a grandes artistas, sem considerar os pequenos. Destacou que a prioridade deve ser a fome da população e acusou artistas de fazerem política ideológica enquanto recebem recursos do Governo.

    Palavras-chave oficiais: Axé music,celebração,Situação econômica,Economia criativa,Lockdown,Pandemia do Coronavírus,Artista,Recursos públicos,manifestação,caráter ideológico,Fome,População

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, muitos estão falando aqui sobre economia criativa, mas essas mesmas pessoas, durante a pandemia, simplesmente apoiaram o lockdown severo para liberar 3 bilhões de reais em favor de artistas gigantes, nunca com preocupação com o pequeno artista, o iniciante. A questão que se levanta aqui, Presidente, não é uma questão cultural, muito menos há aqui posicionamento nosso contra o axé. O axé é uma importante manifestação cultural brasileira. Porém, celebrar isso nos dias de hoje, quando a população não tem o que comer, é simplesmente pisotear a cara da população que passa fome. Então, vamos acabar com a hipocrisia e lembrar que esses artistas fazem o trabalhozinho sujo de política ideológica, recebem milhões deste Governo, justamente no momento em que as pessoas não têm condição de comprar um café, muito menos uma abóbora no lugar da picanha.
  • 11/02/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou as declarações do Presidente Lula sobre a inflação de alimentos, alegando que se trata de uma estratégia da Esquerda para manipular a população por meio da fome. Ademais, denunciou o "escândalo das quentinhas" e os discursos vazios dos Governos do Partido dos Trabalhadores (PT).

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Inflação,Alimento,Fome,Discurso político,Esquerda política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Venho aqui esclarecer dúvidas. Quem pesquisa um pouquinho já sabe do que se trata. Vou me referir ao ouro de Stalin, o ídolo da Esquerda. Quem ouve as declarações do atual mandatário do País, Lula, imagina que ele se importa ao dizer isto: "Se um alimento está caro, compre outro". Mas ele não diz que esse alimento que está caro é o feijão, é o arroz. Não se enganem em nenhum momento, isso é uma estratégia. Esse povo que defende o Presidente sabe muito bem que os seus ídolos mataram a população de fome, e não foi à toa. Então, não se enganem nem por 1 minuto, não pensem que esse Presidente tem alguma preocupação com as declarações irresponsáveis que ele dá a todo momento relativas à falta de alimentos na mesa da população. Isso é proposital. Uma população faminta é muito mais fácil de ser manobrada. Hoje vamos fazer um movimento com as quentinhas. Mais uma vez, descaradamente, este Governo justifica a ausência de alimento no prato da população, como se isso fosse algo com que se pudesse brincar. O escândalo das quentinhas é mais um. Hoje vamos mostrar, mais uma vez, que este Governo não tem preocupação alguma com a população. Preocupa-se apenas com discursos vazios que mostram tão somente o que foram todos os Governos do PT ao longo dos anos.
  • 19/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo por gestão financeira irresponsável, acusando-o de gastos excessivos, como viagens presidenciais, e de repetir erros que quebraram o país anteriormente. Defendeu a independência do Banco Central como essencial para a estabilidade econômica e alertou para o risco de retrocessos caso essa autonomia seja comprometida.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Política fiscal,Governo federal,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. O Governo é como a casa da gente. Nós não podemos gastar mais do que temos. Se gastar com viagem, se não tiver uma previsão orçamentária, qualquer um pode ver a casa quebrar. Ouvindo a Deputada que me antecedeu falar, eu me lembrei muito bem de tudo o que fez este Governo com o Brasil em todos os seus mandatos. Há quem não tenha memória, mas eu tenho. Ele quebrou o Brasil uma vez e está quebrando o Brasil outra vez, de maneira irresponsável. Este é um governo historicamente perdulário, gastador, que tem uma primeira-dama e um presidente que passam o ano inteiro viajando, gastando bilhões do contribuinte. E há quem tenha a cara de pau de vir aqui dizer que a culpa é do Banco Central do Brasil, um banco central independente. Enquanto ele for independente, o Brasil ainda tem alguma chance. Quando não for mais, já era o Brasil, porque na mão deste Governo não temos futuro.
  • 03/12/2024Breves Comunicações

    O Deputado criticou as falas do Deputado Otoni de Paula sobre o ex-Presidente Bolsonaro, destacando que o Presidente jamais apoiou as manifestações em frente aos quartéis e que sua saída do Brasil foi uma medida correta. Acusou a mídia e alguns Deputados de tentarem deslegitimar o Governo de Bolsonaro, ignorando os problemas econômicos do Brasil e atacando o ex-Presidente de forma injusta. Também condenou a regulamentação das redes sociais, a taxação do povo e defendeu que Bolsonaro trouxe respeito à população. Finalizou criticando a postura da mídia, especialmente a Rede Globo, e a elite política.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Integridade moral,Idoneidade,Mídia,regulamentação,Rede social,Economia,Rede Globo de Televisão,Deputado federal,Pronunciamento parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Muito obrigado, Deputada Dra. Mayra Pinheiro. Parece que hoje a mídia e alguns Deputados vivem exclusivamente para falar do Presidente Jair Bolsonaro. Como o Deputado Otoni de Paula se deu o direito de falar uma série de coisas sobre o Presidente, inclusive porque estava no Governo, estava na sala, junto com ele, quero dizer que o Presidente Bolsonaro jamais apoiou essas manifestações em frente aos quartéis, porque temia pelos brasileiros. O Presidente Bolsonaro saiu do Brasil numa atitude correta, porque ele seria incriminado mais uma vez por pessoas que não estão interessadas na justiça, de forma nenhuma. Trata-se de pessoas que única e exclusivamente estão usando esses fatos para se vingar de um Presidente que de fato fez alguma coisa pelo povo. Escuto Deputados do PT subirem aqui à tribuna para justificar uma economia que decai a cada dia, que tira o poder de compra da população, e um Governo que só está interessado em regular as redes sociais, porque é irrelevante nas redes sociais e, portanto, entende que as redes sociais não possam de fato contribuir para as suas campanhas. E, paralelamente a isso, assistimos a um julgamento sobre um governo que fez o melhor pelo povo. Diariamente, vê-se a mídia apoiando a regulamentação das redes sociais, porque também não é beneficiada pela liberdade de expressão neste País. Essa mídia passa por cima de todos os problemas econômicos pelos quais o Brasil passa, problemas que estão influindo, sim, diretamente, na mesa do povo. Então, eu peço encarecidamente: parem de usar o nome do Presidente Bolsonaro levianamente, como fez agora aqui o Deputado Otoni de Paula! Esqueça o Presidente Bolsonaro! Parece que dorme, acorda e sonha com o Presidente Bolsonaro! Fizemos, sim, um governo honesto, probo, preocupado com a população. Bolsonaro é um homem de respeito, que trouxe de volta o brio da população, a paixão do brasileiro pelo Brasil, pela nossa Pátria, que há muito vem sendo vilipendiada por este Governo que está aí hoje, mais uma vez, pronto para taxar o povo. E a mídia quer o quê? Que batamos palmas para mais taxas, taxas, taxas, com este Ministro da Fazenda que não entende nada de economia? Que ele vá tocar violão, vá falar sobre cultura, no que ele é bom, ele entende. Agora, subir aqui hoje, levianamente, para descer o pau num homem que levou uma facada, que está inelegível por causa de uma reunião com embaixadores... Ele não roubou, não tem dinheiro na cueca, não bateu em ninguém. O que é isso? Vou falar sobre um Deputado que se chama Valente, mas não sei que tipo de valente, porque a mim parece um baita de um frouxo, quando sobe à tribuna para ameaçar uma Deputada mulher. Imaginem, senhores, se isso fosse feito por um Deputado de direita, se um Deputado de direita tivesse subido aqui, apontado para uma Deputada de esquerda e dito que ela deveria ser tirada de circulação. Peço que esta fala seja exibida na TV Câmara. Povo que me ouve, os absurdos estão sendo a cada dia transformados no novo normal. Não engulam a narrativa que a Globo planta minuto a minuto todos os dias, porque a Globo não é uma empresa que hoje tem nenhuma vontade de revelar a verdade. A única coisa em que a Globo está interessada é nos milhões que este Governo paga a ela. E a revolta é contra o Presidente Bolsonaro, sim, porque ele cortou a mamata e acabou com o dinheiro fácil e a vida fácil. E essa gente que fica falando de taxar os mais ricos vive dessa riqueza. Todo mundo aqui usa terno caro. Todo mundo aqui tem segurança. Todo mundo aqui voa de avião para cima e para baixo, passa férias na Europa. Enquanto isso, vê-se que o único cara que representa de fato a população, que, na rua, se senta para comer pastel com caldo de cana, é o atacado, é esmiuçado, é o tempo inteiro atacado pelos Poderes. É isso, Presidente. Obrigado.
  • 09/09/2024

    O Deputado criticou o atual Governo e defendeu o legado do ex-Presidente Jair Bolsonaro, afirmando que foi o Governo Bolsonaro o responsável pela compra de todas as vacinas distribuídas à população. Destacou que, ao contrário do Governo atual, que busca a obrigatoriedade da vacinação, Bolsonaro defende a liberdade de escolha dos cidadãos sobre a imunização.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Governo,Vacina,Vacinação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - É melhor ouvir essas coisas do que ser surdo, realmente, meu Presidente, porque este Governo tem um histórico completamente oposto ao que estamos ouvindo as pessoas afirmarem aqui. O Governo Bolsonaro, sim, tinha preocupação e foi o responsável pela compra de todas as vacinas que a população recebeu. E, diferentemente deste Governo, que quer obrigar a vacinação, a única coisa que o Presidente Bolsonaro dizia era que a pessoa tinha que ter a liberdade de escolher. Eu não sei como esses caras não ficam nem vermelhos mentindo. É isso aí. Governo do taradão. É o taradão do planalto.
  • 09/09/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou o desequilíbrio entre os Poderes no Brasil, que, segundo ele, prejudica a todos e pode afetar a vida dos cidadãos. Ressaltou a importância do pedido de impeachment do Ministro Alexandre de Moraes, apresentado no Senado, e fez um apelo para que a população pressione os Senadores de seus Estados. Criticou a resposta do Senador Rodrigo Pacheco e classificou o atual momento como uma “ditadura”. Enfatizou, ainda, a necessidade de eleger representantes comprometidos com a democracia nas próximas eleições municipais e reforçou o papel dos cidadãos na defesa de seus direitos.

    Palavras-chave oficiais: Princípio da separação dos Poderes,desequilíbrio,Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Senador,Presidente do Senado Federal,Ditadura,Eleição municipal,Democracia,Direitos coletivos

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Excelência. Venho a esta tribuna hoje para fazer um desabafo. É muito difícil ver a situação que o Brasil está vivendo. Este desequilíbrio entre os Poderes é algo prejudicial para todos nós, não nos enganemos. Hoje ele está batendo à nossa porta, mas amanhã vai bater à porta de todos os brasileiros. É preciso manter o equilíbrio entre os Poderes. Nós fizemos há pouco uma reunião no Senado e entregamos nosso pedido de impeachment contra o Ministro Alexandre de Moraes, mas isso não é o suficiente. Eu tenho recebido muitas reclamações, pelas redes sociais, de eleitores que votaram em nós. Hoje, não somos Deputados, somos representantes das pessoas que saíram de suas casas e depositaram sua confiança em nós como agentes públicos. Portanto, hoje, minha gente, pessoas que estão nos acompanhando, nós precisamos cobrar dos Senadores de cada Estado. Não adianta achar que os Deputados vão resolver este problema. Repito: nós vivemos um problema no Brasil hoje. Na reunião, eu ouvi, sim, as palavras do Senador Rodrigo Pacheco, mas elas não me satisfazem em absolutamente nada, porque não sanam esta doença que se chama ditadura hoje no Brasil. Portanto, é preciso que cada um de nós cobre, mas que cobre de verdade de cada Parlamentar e, principalmente, dos Senadores. Nós viemos de uma manifestação muito importante na Avenida Paulista, na qual mais uma vez a população mostrou sua força. Vamos todos, minha gente, nos imbuir da luta de hoje, porque a luta de hoje não é por nós. A luta de hoje é pela volta da nossa democracia, pelos nossos filhos e pelos nossos netos. Não há luta mais importante. Este é o momento, sim, de nos Municípios elegermos pessoas que tenham os mesmos pensamentos que nós, mas é o momento, principalmente, de cobrarmos dos Senadores. Muito obrigado.
  • 04/06/2024Breves Comunicações

    O Deputado abordou a preocupação com a exposição de crianças a eventos como a Parada do Orgulho LGBT em São Paulo (SP), onde são expostos a conteúdos inadequados para suas idades. Destacou a apresentação do Projeto de Lei nº 3.022, de 2023, que propõe proibir a presença de menores de 18 anos em ambientes que promovam pornografia, atos libidinosos e outras práticas inconvenientes para crianças. Enfatizou a necessidade de proteger as crianças e apelou aos colegas Parlamentares pela aprovação do projeto.

    Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Parada do Orgulho LGBT,Criança,Presença Projeto de lei ordinária,Menor de idade,Evento,Sexualização precoce,Faixa etária,Crime,Aprovação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. É uma honra estar aqui com V.Exa. Estava conversando com a minha colega Deputada Geovania de Sá. Nós falávamos do mesmo tema abordado pelo Deputado Messias Donato, falávamos do que aconteceu na Parada do Orgulho LGBT na cidade de São Paulo, falávamos da presença de crianças no evento, Sr. Presidente. Mais uma vez as crianças foram usadas como massa de manobra. É claro que uma criança de tenra idade não tem consciência do que está acontecendo ao seu redor. Há uma influência irresponsável dos adultos e dessa minoria que quer impor goela abaixo a sua ideologia. Nós precisamos ter consciência, Sr. Presidente. Apresentei o Projeto de Lei nº 3.022, de 2023, para o qual eu peço a atenção de todos os meus companheiros, em especial do Presidente da Casa, o Deputado Arthur Lira, para que o aprovemos de uma vez por todas e encerremos esse absurdo que é expor crianças a pornografia, a atos libidinosos, muitas vezes acompanhadas, infelizmente, pelos pais. Nós precisamos de uma lei que proteja as nossas crianças. O PL 3.022 proíbe, Deputada Geovania de Sá, a presença ou a permanência de menores de 18 anos nesses ambientes, nessas passeatas que citei. Vou deixar bem claro, Sr. Presidente: adultos têm consciência e devem fazer aquilo que os faça felizes. Agora, influenciar crianças em idade tenra, menores impúberes ainda, incentivar essas crianças dessa maneira, levar menores de idade a passeatas como essa que citei, Deputado Messias Donato, é um absurdo. Vamos defender nossas crianças. Peço o apoio de todos os companheiros, peço que votem a favor do PL 3.022, contra esse absurdo que é levar crianças a passeatas nas quais haja apologia às drogas, ao sexo, à pornografia, ao sexo de qualquer tipo. O adulto tem discernimento, tem senso crítico para avaliar o que é bom e o que é ruim. Uma criança menor de idade não tem consciência para estar ali exposta a esse tipo de absurdo. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 27/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado defendeu sua luta contra a censura no País e em prol do direito à liberdade de expressão. Além disso, sustentou a manutenção do Veto Parcial nº 46, de 2021, do ex-Presidente Bolsonaro, aposto ao Projeto de Lei nº 2.462, de 1991, que acrescenta o Título XII na Parte Especial do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), relativo aos crimes contra o Estado Democrático de Direito; e revoga a Lei nº 7.170, de 14 de dezembro de 1983 (Lei de Segurança Nacional), e dispositivo do Decreto-Lei nº 3.688, de 3 de outubro de 1941 (Lei das Contravenções Penais). Ademais, criticou o tratamento desrespeitoso aos Deputados Federais pelo Ministro da Fazenda em audiência pública na Câmara dos Deputados. Por último, manifestou solidariedade aos gaúchos pelas enchentes ocorridas no Rio Grande do Sul, destacando a atuação da Direita Política em prol do Estado.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,solidariedade,Direita política Veto presidencial,Projeto de lei ordinária,Segurança nacional,Crime contra o Estado Democrático de Direito,Liberdade de expressão,Censura,Governo federal,Atuação parlamentar Ministro de Estado da Fazenda,desrespeito,Deputado federal,Audiência pública,Comissão,Câmara dos Deputados

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero chamar a atenção para a nossa luta diária contra a censura, que já se impõe na realidade dos brasileiros. Hoje, todo brasileiro comum tem receio de expressar suas opiniões. Isso vai diretamente de encontro ao que diz a nossa Constituição sobre a liberdade de expressão. Amanhã, a bola da vez será o Veto nº 46, de 2021. Vencemos a votação do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, o PL da Globo. Vencemos também o PL da censura, o Projeto de Lei nº 2.630, de 2020. Venceremos amanhã, mantendo o Veto nº 46, de 2021, do Presidente Bolsonaro, a um projeto autoritário e repressor, que só tem um objetivo, Presidente: calar a população que, diferentemente deste Governo, acredita num Brasil livre, num Brasil democrático. Amanhã, mais uma vez, vamos mostrar a nossa força. Peço a todos vocês que nos ouvem e que assistem à sessão que cobrem seus Deputados, cobrem suas lideranças, para amanhã exercermos, aqui na Casa do Povo, mais uma vez, o nosso direito, mantendo o Veto nº 46, de 2021. Este Governo tem uma sanha tremenda pela censura. Quando ela não é legal, pouco importa. Fica muito claro que a derrubada desse veto vai diretamente ao encontro do cerceamento da liberdade de expressão, que é um direito garantido na Constituição. Então, podem fazer a pressão que quiserem. Presidente, mudando um pouco de assunto, eu quero dizer que, recentemente, assisti à participação do Ministro da Economia numa Comissão aqui. Ele tratou Deputados com muita falta de respeito, chamou-os de incultos, de burros. Parece, Presidente, que falta a esses Ministros e a este Governo a humildade que pertence a esse povo, a humildade de entender que a sua participação no comando desta Nação não é eterna. Seus atos serão julgados — mesmo que não seja hoje, porque esse grupo está no poder. Em breve, essa roda gigante mudará de lugar e esses que, arrogantemente, tratam os representantes diretos da população de maneira desrespeitosa vão ter o que merecem. Presidente, agradeço os minutos de fala. Deputado Bibo Nunes, meu Deputado do Rio Grande do Sul, manifesto minha solidariedade ao povo sul-rio-grandense. A Direita do Congresso tem agido para ajudar a contemporizar um pouco essa tragédia que vemos no Rio Grande do Sul. Amanhã teremos uma sessão importante, Deputado Bibo. Vamos manter o Veto nº 46, de 2021, em nome do povo brasileiro e da liberdade de expressão, que é garantida na nossa Constituição. Muito obrigado, Presidente.
  • 22/05/2024Breves Comunicações

    O Deputado ressaltou que a Oposição conta com o apoio da população e da opinião pública para votar contrariamente à censura ao streaming e aos influencers, representada pelo Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD) e dá outras providências, e pelo Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, que institui a Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência na Internet. Ademais, criticou a criação de imposto para o serviço de streaming proposta pelo Governo Federal.

    Palavras-chave oficiais: Oposição política,Voto contrário,Censura,aumento,Imposto,Política fiscal,Plataforma de streaming,Influenciador digital,Liberdade de expressão,Projeto de lei ordinária,Lei Brasileira de Liberdade, Responsabilidade e Transparência Digital na Internet,Conteúdo audiovisual,Governo federal

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Mauricio Marcon. Excelência, estou vivendo há alguns dias a sombra do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que vem para nós, assim como veio o Projeto de Lei nº 2.630, de 2020, como um PL de censura. Desta vez a censura é destinada ao streaming e aos influencers. Estou vendo aqui que existe essa sombra da votação. Não temos medo da votação, Deputado Mauricio Marcon, porque sabemos que a opinião pública e a população estão do nosso lado. Ninguém mais no Brasil quer ser censurado. E, além de censurar, o projeto cria mais um imposto, vai encarecer o entretenimento do povo, porque hoje o streaming é uma opção para quem quer assistir a uma série, a um filme, e ter ali 1 minutinho de descanso. Eu só queria avisar ao Governo que a Oposição está de olho e que nós temos o voto da população, que não quer mais taxas e mais censura neste País. Muito obrigado, Presidente. Obrigado, Deputado Mauricio Marcon.
  • 21/05/2024

    O Deputado manifestou sua preocupação com o Projeto de Lei nº 8.889, de 2017. Segundo ele, o projeto necessita de um debate mais aprofundado devido à criação de uma nova taxa para um setor que já atrai investimentos significativos. Destacou que o projeto tem sido chamado de "PL da Globo" nas redes sociais e ressaltou a importância de os colegas do partido ficarem atentos. Embora não acredite que o projeto será votado imediatamente, enfatizou a necessidade de vigiar questões que impactam a democracia e a liberdade de expressão.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Democracia,Liberdade de expressão,Conteúdo audiovisual,Serviço de comunicação audiovisual sob demanda,Debate

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu venho aqui mais uma vez expressar a minha preocupação com o Projeto de Lei nº 8.889, de 2017. Como V.Exa. sabe, ele me preocupa demais. É uma matéria que precisa, no mínimo, ser muito mais debatida do que está sendo debatida hoje. Os pontos são sensíveis, porque é a criação de mais uma taxa, de mais um imposto, para um setor que está muito bem em relação a investimentos, como sempre esteve. Então, preocupa-me demais a proposta desse PL 8.889, que está sendo apelidado nas redes de PL da Globo. Já conversei com diversos colegas do partido para que fiquemos atentos. Ele entrou em pauta, acredito que não vá ser votado hoje, Presidente, mas é uma preocupação constante. Todos nós que zelamos, de fato, pela democracia e pela liberdade de expressão temos que estar atentos. Muito obrigado, Presidente.
  • 15/05/2024

    O Deputado criticou o Projeto de Lei nº 8.889, de 2017, que dispõe sobre a provisão de conteúdo audiovisual por demanda (CAvD), alertando para o impacto de novas taxas e impostos sobre a indústria cultural. Destacou que, neste ano, a cultura recebeu 3,8 bilhões pela Lei Aldir Blanc, 16,7 bilhões pela Lei Rouanet e 3,8 bilhões pela Lei Paulo Gustavo. Enfatizou a necessidade de cautela com o projeto, mencionando que 50% dos recursos seriam destinados a minorias identitárias, o que não reflete a diversidade cultural do Brasil. Ressaltou seu compromisso com a gestão responsável dos recursos públicos durante seu tempo na Secretaria Especial de Cultura.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Conteúdo audiovisual,Vídeo sob demanda,Censura

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu só queria lembrar que temos vivido à sombra de uma censura. Esses dias, recebemos a notícia da votação do Projeto de Lei nº 8.889, de 2017. V.Exa., que entende de cultura, sabe do que eu estou falando. Não cola que esse recurso advindo de taxas, de mais impostos, irá ajudar a indústria. Este ano, pela Lei Aldir Blanc, 3,8 bilhões; pela Lei Rouanet, 16,7 bilhões; e, pela Lei Paulo Gustavo, 3,8 bilhões. É preciso ter muito cuidado. V.Exa. conhece bastante de cultura. Acompanhou o meu trabalho na Secretaria Especial de Cultura e sabe do zelo que eu tenho pelo recurso do pagador de impostos. Portanto, há que se ter muita atenção a esse projeto, porque a agenda que vai ser aplicada é a seguinte: 50% do recurso vai ser colocado em minorias identitárias, o que significa que, além da taxação, o que vai ser financiado com esse recurso é a agenda identitária, que não corresponde aos anseios plurais da cultura brasileira. Obrigado, Presidente.
  • 23/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou preocupação com o Novo Código Civil, afirmando que foi elaborado sem debate e contém elementos que, segundo ele, promovem uma agenda ideológica da Esquerda. Ele criticou a inclusão de termos ambíguos, como "violência psíquica", que poderiam minar a autoridade parental. Além disso, destacou a descrição de fetos como "potencialidade de vida", contestando essa terminologia. O Parlamentar também denunciou a presença do chamado "PL da Censura" no novo código e apontou a falta de transparência no processo de sua elaboração. Argumentou que o novo código não apenas é imoral e pornográfico, mas também desonesto, tentando convencer que sua atualização é necessária quando, na opinião dele, não é. Ele defendeu um debate amplo sobre o assunto.

    Palavras-chave oficiais: Código Civil (2002),Atualização do texto da lei,Debate,Ideologia,Esquerda política,Terminologia,Violência psicológica,Projeto de lei ordinária,Censura,Rede social digital,Notícia falsa (fake news),Anteprojeto

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Subo a esta tribuna hoje com uma preocupação muito grande, pois já estão anunciando o que será o nosso Novo Código Civil. Presidente, sem nenhum tipo de debate, sem nenhum tipo de debate com este Congresso, a Esquerda embutiu nele palavras-chave, palavras bonitas, como sempre, para velhas taras como a pedofilia, zoofilia, poligamia e o assassinato de bebês no ventre de suas mães. Nesse código de destruição social civil, tudo é confuso, distorcido de maneira proposital, porque é na confusão e na distorção que a Esquerda consegue minar e avacalhar a sociedade brasileira. Por exemplo, Presidente, neste anteprojeto, os pais vão perder a autoridade parental se cometerem violência psíquica — vejam as frases. O que seria violência psíquica, Deputado Gustavo Gayer? Seu filho fez alguma coisa muito errada, quebrou uma janela, pegou o dinheiro de alguém, e você vai de alguma maneira puni-lo. Então, isso aí pode ser considerado uma violência psíquica. Impedir que o seu filho seja ideologizado por alguém que apoia a ideologia de gênero, dar uma bronca na sua filha, porque ela começou a elogiar bandido. Sr. Presidente, tudo isso pode simplesmente ser considerado violência psíquica. Então, os pais, nesse exato momento, perdem o direito, o pátrio poder, de educar seus filhos. Então, com essas palavras muito bonitas vêm com toda essa sujeira por baixo dos panos. Há mais, Presidente, como essa história de chamar um bebê no ventre de sua mãe de "potencialidade de vida". Que potencialidade de vida? Trata-se de uma criança que já está ali com seus direitos, com sua formação física. Isso é mais um absurdo embutido nisso que eles estão chamando de Novo Código Civil. Sequer temos acesso para saber exatamente do que se trata, como ocorreu com o PL da Censura, o PL 2.630, que também está embutido nesse Novo Código Civil. Para a Esquerda, nada é tão sujo que não possa ficar mais sujo ainda. Por isso, além das suas taras já conhecidas, embutiram nesse Código o PL da Censura. Sim, Presidente, é isso mesmo o que V.Exas. ouviram. Esse Novo Código Civil é um cavalo de Troia do PL da Censura. Querem que acreditemos que mataram o PL da Censura, mas ele está inteirinho no último capítulo desse Novo Código Civil, que, como eu disse, não foi debatido pela sociedade. Não trouxeram o debate para esta Casa. Um grupo de alguns advogados, os quais não sabemos a que grupo pertencem, está de alguma maneira criando um Novo Código Civil para o nosso País, Presidente. Então, isso causa uma preocupação muito grande. Está tudo aí de novo embutido: o combate à desinformação, as falsas preocupações de igualdade digital, e, também, é claro, a morte dos veículos de comunicação, como nós conhecemos, na Internet, responsabilizando as plataformas pelas coisas que seus usuários ou entrevistados dizem. Presidente, esse Novo Código Civil não é apenas imoral e pornográfico. Ele é também profundamente desonesto, porque tenta convencer a todos nós de que é inocente e necessária a atualização do Código Civil vigente. Mas essa não é a verdade, Presidente. Eu estou aqui como Deputado Federal, representando 122 mil paulistas, e exijo respeito ao Código Civil Brasileiro. É preciso, sim, ampliar ao debate. Para se ter uma ideia, Presidente, levou-se mais de 10 anos para que países como Alemanha e França fizessem pequenas alterações no Código Civil. Ficam claras a tara, a intenção de retirar dos pais o poder sobre seus filhos, para, assim, poder manipulá-los para essa agenda nefasta que é a agenda da Esquerda. Muito obrigado, Presidente.
  • 16/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou preocupação com o que ele vê como uma "nuvem ditatorial" pairando sobre o País. Mencionou denúncias feitas por Elon Musk e Michael Shellenberger durante uma audiência pública sobre o Twitter Files Brazil e questionou quem terá o poder de definir o que é verdade e o que é mentira no Brasil. Condenou agressões recentes na Câmara dos Deputados e criticou o Deputado Glauber Braga chamando-o de covarde. Argumentou que a truculência e a ditadura estão avançando rapidamente no País.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Câmara dos Deputados,Agressão Ditadura,Audiência pública,Twitter,Jornalista,Proprietário,Rede social digital,Denúncia,Liberdade de expressão

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente, Deputada Geovania de Sá, de Santa Catarina, essa terra que eu amo tanto. Presidente, já não há mais dúvida da nuvem que paira hoje sobre o País, essa nuvem ditatorial. Acabei de sair da audiência pública sobre o Twitter Files Brazil. Diante de todas as denúncias, não podemos mais ficar calados. Precisamos de uma investigação muito séria a respeito das denúncias que foram feitas por Elon Musk e Michael Shellenberger. Presidente, os defensores do terrorismo do Irã, do Hamas e do Hezbollah são os mesmos que defendem e apoiam as ditaduras de Cuba e Venezuela. Acusaram o nosso Presidente Bolsonaro, Deputado Gustavo Gayer, nobre colega, durante 4 anos, de ser truculento, de ser ditador. Em pouco mais de 1 ano de Governo Lula, o que vemos é o aumento da violência, o aumento das invasões de terra pelo MST. Como se pronunciou o atual Presidente da República, ele quer um decreto contra a mentira. O pai da mentira quer as pessoas na cadeia, sendo processadas e presas por mentir. Eu gostaria de saber, Sra. Presidente, nobres Deputados, quem vai definir no Brasil o que é verdade e o que é mentira? Qual vai ser essa Comissão? Será formada por quem? Quem pode afirmar o que é verdade e o que é mentira? Isso, de fato, me lembra muito mais um livro do George Orwell. Para terminar, Presidente, registro que, mais uma vez, assistimos a uma agressão aqui na Câmara, no caso, o Deputado Kim Kataguiri, de São Paulo. Não somos do mesmo partido, apoiamos ideologias diferentes, mas jamais vi na minha vida e imaginei que iria assistir, nesta Casa, a um cidadão brasileiro sendo expulso a empurrões e pontapés, como tivemos aqui um Deputado, também do Rio de Janeiro, agredindo o Deputado Messias Donato com um tapa na cara. Eu fico me perguntando, Sra. Presidente, que margem é essa, que linha tênue é essa que divide a liberdade de expressão e a agressão, que é tanto discutida hoje? Nós temos uma Constituição que nos garante o direito à liberdade de expressão, que determina os limites do respeito. Quando você se sentir ofendido de perjúrio, difamação, você tem como recorrer, mas fico muito impressionado como o Deputado do PSOL, hoje, é machão, é brabo, como ele é violento, agressivo. Logo ele que acusa de truculência os Deputados do meu partido. Sr. Deputado Glauber Braga, o senhor não passa de um covarde! Que o senhor nunca se esqueça de que esta é a Casa do Povo e que, muitas vezes, nós Deputados somos xingados nos corredores, mas nos comportamos como pessoas civilizadas, e não como animais. O que o Deputado fez hoje e o que o Deputado do Rio de Janeiro Washington Quaquá fez com o Deputado Messias Donato é digno, sim, de punição. E nós temos que levar muito a sério o que acontece no Brasil, hoje, porque a truculência e a ditadura avançam a passos largos no País. Obrigado, Presidente.
  • 09/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado expressou sua preocupação com a relação entre o Poder Judiciário e as redes sociais, destacando denúncias feitas por Elon Musk e um jornalista americano. Ele ressaltou a importância de investigar essas alegações, especialmente em relação às eleições de 2022. Argumentou que a Esquerda busca concentrar a informação em um único veículo, enquanto os Deputados de Direita defendem a liberdade de expressão e o pluralismo de opiniões. Ele anunciou sua participação em uma comissão para solicitar esclarecimentos de representantes do Twitter, atual X, sobre as denúncias. Alertou para a tentativa de ressurgimento do Projeto de Lei nº 2630, de 2020, que considera um projeto de censura, e afirmou que as redes sociais são vitais para a democracia, permitindo que diferentes vozes sejam ouvidas. Ele encerrou reforçando a importância de investigar as denúncias para garantir a transparência e evitar a tentativa de calar a Direita no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Poder Judiciário,Rede social,Empresário,Rede social digital,Twitter,Eleições,Esquerda política,Direita política,Liberdade de expressão,Pluralismo,Projeto de lei ordinária,Censura,regulamentação,Mídia social

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Obrigado, Deputado Zé Trovão. Presidente, eu vejo com muita preocupação o momento que nós estamos vivendo. Através das denúncias de Elon Musk e de um jornalista americano, chega-nos a notícia de que a relação entre o Poder Judiciário e essa grande rede social foi muito pouco republicana. Isso me deixa muito preocupado, Presidente. A Esquerda tem essa sanha, esse desejo incrível de fazer com que haja uma concentração em um único veículo de informação. Se nós repararmos, Presidente, os Deputados de direita, os Deputados que hoje têm, de fato, audiência nas redes sociais, estão defendendo o direito até mesmo dos Deputados de esquerda de manterem suas redes sociais. A questão toda é que a Esquerda, que diz que é pela democracia, está sempre defendendo a tirania e as decisões arbitrárias. É uma preocupação minha, assim como de todos os brasileiros, garantir que essa situação denunciada por Elon Musk seja investigada. Que nós possamos saber, de fato, que relação foi essa durante as eleições de 2022. Esses fatos gravíssimos precisam ser esclarecidos em todas as instâncias possíveis, Presidente. Por isso, amanhã, eu estarei na CREDN — Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, defendendo a aprovação de um requerimento para a convocação de um representante do antigo Twitter, atual X, Presidente, para prestar esclarecimento diante dessa Comissão. Fica muito claro que lado está defendendo hoje, utilizando essa denúncia do Elon Musk para trazer de volta a sombra do PL 2.630, o PL da censura. A população que está nos assistindo não se engane, porque uma hora essa censura bate à sua porta. Precisamos, Presidente, de maneira responsável, ir a fundo nessas denúncias, e não simplesmente transformá-las numa cortina de fumaça para um Governo que não está fazendo absolutamente nada, como sempre é o Governo deste Presidente que está aí hoje. Defendo, Presidente, que essa denúncia seja investigada, para que nós possamos realmente ter certeza sobre os fatos e julgar se houve ali uma relação não republicana de pressão, de favorecimento ao Presidente que aí está hoje. Não adianta ficarmos aqui levantando narrativas, porque nós sabemos muito bem que há um grupo de mídia com controle das narrativas no Brasil, e esse grupo de mídia não quer, de maneira nenhuma, que haja uma voz democrática, que nós possamos usar as redes sociais para nos comunicar com a nossa população. Hoje, Sr. Presidente, para V.Exa. ter ideia, eu não tenho abertura nenhuma no jornalismo. Eu, que venho da própria televisão, tenho 25 anos de carreira na televisão, não tenho espaço para divulgar absolutamente nada do que eu faço. As redes sociais hoje são vitais. Nós temos milhões de seguidores no Instagram, milhões de seguidores no Twitter, e esses seguidores, porque estamos numa democracia, têm o direito de ouvir os dois lados. E o que o PT e a Esquerda brasileira não querem tenhamos voz. Por isso, estão aqui aproveitando essa declaração polêmica do Elon Musk para colocar em pauta novamente o PL 2.630, que é o PL da censura. Eles não querem que a população tenha voz, querem calar a Direita no Brasil. Isso é muito sério. Não podemos permitir isso, porque uma hora essa ditadura vai chegar a todos nós. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 30/03/2023Breves Comunicações

    Inobservância, pelo Governo Federal, da instrução normativa na edição de decreto sobre a alocação de recursos para a cultura.

    Palavras-chave oficiais: Governo,Investimento,Recursos financeiros,Cultura (artes),Decreto,ausência,Instrução normativa Ex-presidente da República,Investimento,Lei Rouanet,Cultura (artes)

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    O SR. MARIO FRIAS (PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Só quero fazer um breve comentário aqui. Falam muito do investimento de 10 bilhões de reais que estão sendo colocados na cultura. Muito me intriga como vão ser colocados esses 10 bilhões de reais. É claro que precisamos respeitar o devido processo legal. Presidente, chama muito a minha atenção que foi colocado um novo decreto, mas a incompetência é tamanha, que não colocaram uma instrução normativa. Então, muito se dizia que o Governo Bolsonaro travava as estruturas da cultura, mas colocar um novo decreto sem observar a instrução normativa significa que a maioria dos projetos este ano vão estar travados por lei. Então, Presidente, quero lembrar que o Governo Bolsonaro investiu 7 bilhões de reais, bateu recorde de investimento na Lei Rouanet, mas respeitando o devido processo legal e dando zelo ao recurso da população. É muita demagogia, muita fala, mas na ação este Governo mais uma vez mostra toda a sua incompetência. Obrigado, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.